Investidor cartoon trocando moedas BTC e ETH por chaves de casa com corretor, simbolizando adoção de cripto em hipotecas nos EUA

Newrez Aceita Bitcoin para Hipotecas nos EUA a Partir de Fevereiro

A Newrez, uma das cinco maiores credoras imobiliárias dos Estados Unidos, anunciou que aceitará Bitcoin, Ethereum e stablecoins como ativos para qualificação em hipotecas a partir de fevereiro de 2026. A decisão permite que detentores de cripto usem seu patrimônio diretamente no processo de financiamento de imóveis, sem necessidade de conversão prévia para dólares. Isso marca um passo prático na integração de criptomoedas ao mercado imobiliário tradicional, beneficiando investidores com exposição significativa a ativos digitais. O Bitcoin reagiu com alta de 1,8% em 24 horas, acima de US$ 96.500.


Como Funciona o Processo na Prática

A Newrez, que originou US$ 44,5 bilhões em financiamentos até setembro de 2025, avaliará o patrimônio em cripto como parte do cálculo para aprovação de hipotecas. Clientes poderão comprovar reservas em BTC, ETH, ETFs spot de Bitcoin aprovados pela SEC e stablecoins lastreadas em dólar. O valor é considerado no momento da análise, ajudando quem tem pouca renda tradicional, mas acúmulo em cripto.

Para o dia a dia, isso significa que um investidor com, por exemplo, 1 BTC pode usá-lo como garantia patrimonial para financiar uma casa de US$ 500 mil, desde que atenda aos critérios de custódia. A empresa exige que os ativos estejam em exchanges reguladas nos EUA ou instituições supervisionadas, garantindo transparência e reduzindo riscos de fraude ou perda.

Essa abordagem prática transforma o Bitcoin de um ativo especulativo em ferramenta concreta para realização de sonhos como a compra da casa própria, algo que muitos brasileiros sonham ao investir em cripto.

Requisitos e Limitações Importantes

Embora inovadora, a iniciativa tem regras claras para mitigar a volatilidade inerente às criptomoedas. Os ativos devem ser reportados com provas de custódia, e a Newrez aplica margens de segurança conservadoras, considerando variações históricas acima de 45% ao ano no BTC. Não são aceitos holdings em DeFi ou carteiras autocustodiadas sem supervisão regulatória.

Além disso, a decisão segue uma diretriz federal recente que orienta Fannie Mae e Freddie Mac a reconhecerem cripto em aprovações de crédito. Isso dá respaldo legal, mas limita o programa a plataformas confiáveis, excluindo opções descentralizadas populares entre holders experientes.

Para quem planeja usar isso, o passo inicial é transferir ativos para uma exchange como Coinbase ou Kraken, documentar saldos e consultar um corretor da Newrez. É uma utilidade cotidiana que exige organização prévia.

Impacto no Mercado Imobiliário e para Brasileiros

Essa é a primeira vez que uma credora do top 5 adota cripto formalmente, criando precedente para o setor. O mercado cripto, com capitalização acima de US$ 3 trilhões, ganha legitimidade ao conectar-se ao imobiliário, um dos pilares da economia americana. On-chain, o supply de BTC em exchanges cai para 11,8%, sinalizando confiança de longo prazo.

Para brasileiros, o ganho é indireto, mas relevante: bancos como Itaú ou Nubank podem seguir o exemplo, facilitando crédito imobiliário com patrimônio cripto. Hoje, muitos enfrentam barreiras para comprovar riqueza em BTC; amanhã, isso pode virar realidade local. Monitore o comportamento do BTC acima de US$ 96.500, que sustenta essa narrativa de adoção.

A integração reforça cripto como reserva de valor prática, saindo da tela para as paredes de casa.

Próximos Passos para Aproveitar

Se você tem exposição a cripto e sonha com imóvel nos EUA, organize sua custódia agora. Consulte a Newrez diretamente para detalhes atualizados e prepare documentação. Para o investidor médio, isso valida a estratégia de hold: seu BTC pode financiar não só aposentadoria, mas a casa própria. Fique atento a expansões para outros credores e possíveis adaptações no Brasil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de governo e cidadãos de Bermuda ativando rede on-chain com tokens USDC, simbolizando primeira economia 100% blockchain

Bermuda Planeja Economia 100% On-Chain com Coinbase e Circle

Bermuda anunciou planos ambiciosos para se tornar a primeira economia nacional totalmente on-chain do mundo, em parceria com Coinbase e Circle. Revelado no Fórum Econômico Mundial, o projeto conta com infraestrutura de ativos digitais para governo, bancos e cidadãos. Com população de cerca de 73 mil habitantes e PIB estimado em US$ 6,8 bilhões, a iniciativa visa reduzir custos transacionais e ampliar o acesso financeiro global, posicionando a nação como laboratório pioneiro de adoção cripto em escala estatal.


Anúncio e Visão Estratégica

O Premier E. David Burt destacou a parceria como fruto de colaboração entre governo, reguladores e indústria, acelerando a visão de finanças digitais nacionais. A iniciativa começa com pilotos de pagamentos em stablecoins por agências governamentais e ferramentas de tokenização para instituições financeiras. Isso representa um passo visionário em um contexto geopolítico onde nações buscam soberania financeira via blockchain.

Bermuda, dependente de turismo e construção, vê na tecnologia on-chain uma oportunidade para modernizar sua economia. Programas de alfabetização digital em massa prepararão residentes e empresas, garantindo inclusão. Analistas veem o movimento como modelo para ilhas e pequenos países, demonstrando como cripto pode impulsionar crescimento em economias emergentes.

Papéis Centrais de Coinbase e Circle

A Coinbase, maior exchange dos EUA, fornecerá infraestrutura para custódia e transações, enquanto a Circle, emissora do USDC, focará em pagamentos estáveis atrelados ao dólar. CEOs Brian Armstrong e Jeremy Allaire elogiaram o pioneirismo regulatório de Bermuda, que licenciou ambas as empresas cedo. Armstrong enfatizou: “Sistemas financeiros abertos impulsionam liberdade econômica”.

Essa dupla estratégica combina expertise em exchanges e stablecoins, essenciais para escalar adoção. Comerciantes locais já aceitam USDC para transações rápidas e baratas, reduzindo taxas. O Fórum de Finanças Digitais de 2026, em maio, expandirá estímulos com airdrops ampliados, testando o ecossistema em escala.

Benefícios e Implicações Globais

Os ganhos incluem custos transacionais mais baixos e integração ao sistema financeiro mundial, beneficiando negócios e residentes. Para o governo, pagamentos em stablecoins agilizam operações fiscais, como impostos já testados em USDC desde 2019. Em um mundo de fragmentação financeira, Bermuda emerge como farol geopolítico.

Globalmente, o projeto sinaliza maturidade cripto: de experimentos isolados a adoção nacional. Países como El Salvador e Bahamas observam, mas Bermuda destaca-se por regulação proativa desde 2018. Investidores monitoram se isso catalisa migração de capitais para jurisdições blockchain-friendly, redefinindo soberania econômica.

Contexto Histórico e Próximos Passos

Bermuda lidera com a Lei de Negócios de Ativos Digitais de 2018, atraindo inovação responsável. Parcerias passadas, como licença à Coinbase em 2023, pavimentaram o caminho. Os próximos passos envolvem implantação gradual: pilotos governamentais em 2026, seguidos de adoção ampla.

Para brasileiros interessados em cripto, Bermuda oferece lições práticas: stablecoins como ponte para finanças eficientes. Vale acompanhar como essa economia de US$ 6,8 bilhões se transforma, potencializando o uso real de blockchain além de especulação.


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Trader cartoon eufórico ao lado de roleta digital com pump de 285 para 627K, sombras de insider sugerindo riscos em memecoins

Cassino Cripto: De US$ 285 para US$ 627 Mil em 24h com Memecoin

Cansado de bater ponto? Um trader anônimo trocou US$ 285 – o preço de um jantar requintado – por US$ 627 mil, suficiente para um apê na praia, tudo em 24 horas com a memecoin ZREAL. A multiplicação estratosférica na plataforma Pump.fun soa como sonho realizado. Mas calma: analistas da Lookonchain gritam ‘insider!’, sugerindo que o cassino cripto pode estar viciado. Exceção bizarra, não regra.


O Feito ‘Milagroso’ do Trader

Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026. Uma carteira misteriosa arremata 66,3 milhões de tokens ZREAL por míseros US$ 285. Horas depois, despeja 10 milhões em ordens de venda agressivas, embolsando US$ 210 mil. O resto? Ainda na mão, rendendo US$ 417 mil não realizados. Total: ganho de 2.200x. Centenas de ordens de mercado em 10 horas – o tipo de spam que só bots famintos fazem.

Enquanto isso, varejistas comuns correm atrás da euforia, inflando o preço. O token, lançado no domingo, já tem 7 mil fãs no X e volume de US$ 18 milhões em 24 horas. Poesia ou poesia de cordel?

Sinais de Jogo Armado: Os ‘Snipers’

Não é sorte de principiante. Lookonchain flagrou o cheiro de insider trading. Esses ‘snipers’ – atiradores de elite do cripto – usam bots para comprar antes do lançamento público no Pump.fun. Recebem a ‘dica privilegiada’, entram cedo e vendem bruscamente na euforia coletiva. Lembra do Hayden Davis, que confessou orquestrar MELANIA e LIBRA em 2025? Ele virou vilão ao admitir: memecoins são extração de liquidez de trouxas como nós.

Onchain confirma: wallets ligadas ao trade executaram o balé perfeito de vendas. Coincidência? Ou o cassino tem cartas marcadas?

Pump.fun: O Recreio das Memecoins

A febre volta. Pump.fun bateu US$ 1,2 bilhão em volume diário este mês, recorde que anima os palhaços do circo cripto. Mas um relatório da Solidus Labs (maio/2025) jogou água fria: 98% dos tokens lá são fraudes. A plataforma nega, alegando ‘memecoins não são para puritanos’. ZREAL é só mais um na fila do mini-frenesi memecoin.

Enquanto Bitcoin oscila em US$ 93 mil e o mercado maduro avança, esses cassinos digitais prometem fortunas rápidas – e entregam lições caras.

Por Que Seu Jantar Não Virará Apartamento

Quer repetir? Boa sorte. Isso é o teatro do absurdo cripto: 99,9% dos mortais perdem na queda. Snipers lucram porque o jogo é assim – informado antes, armado melhor. Para o varejo, é loteria com odds pífias. Monitore, mas não aposte o aluguel. O cripto real constrói riqueza devagar; o cassino, só memes e arrependimentos.

Vale rir do ‘sortudo’. Mas lembre: no cassino, a casa sempre vence.


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Executivos Wall Street cartoon apertando mãos com personagens ADA e LINK sobre ponte luminosa, simbolizando futuros na CME

Cardano e Chainlink na Wall Street: CME Planeja Futuros para ADA e LINK

O Chicago Mercantile Exchange (CME) Group, maior bolsa de derivativos do mundo, anunciou planos para lançar contratos futuros de Cardano (ADA) e Chainlink (LINK). A iniciativa, revelada em 15 de janeiro de 2026, posiciona esses ativos no radar de Wall Street, atraindo bancos, fundos de hedge e gestores de ativos. Para o público brasileiro, isso representa um marco na adoção institucional, potencializando liquidez e reduzindo volatilidade a longo prazo em um mercado ainda dominado por Bitcoin e Ethereum.


Anúncio do CME Expande Oferta de Derivativos Cripto

O movimento do CME Group fortalece sua suíte de produtos cripto, que já inclui Bitcoin e Ethereum. Ao introduzir futuros de ADA e LINK, a exchange regulada abre portas para exposição institucional a blockchains além dos líderes de mercado. Essa expansão reflete a demanda crescente de traders profissionais por instrumentos regulados, facilitando hedges e especulações sem necessidade de custódia direta de tokens.

Cardano, conhecida por sua abordagem científica e foco em escalabilidade, e Chainlink, líder em oráculos descentralizados, ganham validação de credibilidade. O anúncio ocorre em meio a um retorno gradual do otimismo no criptomercado, com ADA consolidando em torno de US$ 0,30, sugerindo acumulação prévia a movimentos maiores.

Validação Institucional: O Maior Sinal para ADA

Lucas Macchiavelli, embaixador da Cardano, descreveu o lançamento como a maior validação institucional na história do ADA. Diferente de listagens em exchanges centralizadas, isso integra Cardano ao mainstream financeiro tradicional, melhorando descoberta de preços, acesso a capital e visibilidade para investidores institucionais globais.

O CME, utilizado por gigantes como JPMorgan e BlackRock, sinaliza confiança na infraestrutura de Cardano, que opera ininterruptamente há mais de oito anos. Especialistas destacam sua imutabilidade para casos reais de uso, como rastreabilidade de dados, posicionando ADA não só como reserva de valor, mas como “loja de verdade” em governança e compliance.

Implicações para o Ecossistema e Investidores Brasileiros

A chegada de futuros no CME pode reduzir a volatilidade de ADA e LINK a longo prazo, ao atrair volumes institucionais bilionários. Maior liquidez significa spreads menores e menor manipulação por varejo, beneficiando holders de longo prazo. Para brasileiros, expostos via exchanges locais como Binance e Mercado Bitcoin, isso eleva o status desses ativos, potencializando integrações com DeFi e tokenização de ativos reais.

Chainlink complementa com sua rede de oráculos, essencial para pontes entre finanças tradicionais e blockchains. Juntos, ADA e LINK pavimentam o caminho para um ecossistema mais maduro, onde instituições ditam o ritmo de crescimento sustentável.

Próximos Passos e Oportunidades

Investidores devem monitorar o lançamento oficial dos contratos, previsto para breve, e volumes iniciais no CME. Com otimismo de alta se consolidando, ADA pode romper resistências chave rumo a máximas históricas. Essa integração com Wall Street reforça a tese de maturidade cripto, convidando mais capital global e acelerando a adoção em economias emergentes como o Brasil.


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Personagem Shiba cartoon com curativo, queimando pilha de tokens SHIB e segurando NFT, simbolizando resposta ao exploit e burn rate em memecoins

Shiba Inu: Do Exploit ao Burn de 3.904% e NFTs de Consolação

Ah, as memecoins e sua capacidade infinita de transformar desastres em oportunidades de marketing. Após um exploit no Shibarium em dezembro de 2025, a Shiba Inu não só sobreviveu como viu sua taxa de queima de tokens disparar 3.904% em 24 horas, com quase 30 milhões de SHIB enviados para carteiras mortas. E para adoçar o prejuízo? NFTs ‘Shib Owes You’ como consolo. Lucie, a voz do marketing, garante: ‘Sem pânico, só subindo juntos’. Porque, claro, um NFT resolve tudo.


O Exploit que Abalou o Shibarium

Dezembro de 2025 não foi gentil com o ecossistema Shiba Inu. Um exploit na ponte Shibarium deixou vítimas com perdas salgadas, forçando a equipe a repensar sua estratégia de recuperação. Shytoshi Kusama, o líder misterioso, optou pelo silêncio estratégico, enquanto Kaal Dhairya confirmou que todos os esforços técnicos estão voltados para ressarcir os afetados. É o clássico drama cripto: um buraco de segurança vira manchete, e a comunidade precisa de um herói. Ou pelo menos de um tweet reconfortante.

Lucie, a rainha do marketing do SHIB, não deixou a peteca cair. Com uma mensagem poética no X (antigo Twitter), ela lembrou o ‘SHIB Army’ que ‘caminhos diferentes, mesma direção’. Sem pressa, sem pânico — só uma subida coletiva. Porque em memecoins, otimismo é a moeda de troca. Mas será que um slogan basta para restaurar a confiança após um hack? A história das memecoins sugere que sim, pelo menos até o próximo ciclo de euforia.

NFTs ‘Shib Owes You’: Prêmio de Consolação?

Entram em cena os NFTs ‘Shib Owes You’ (SOU). A ideia? Rastrear dívidas com as vítimas do exploit e arrecadar fundos para compensações. É como um vale-compras digital: você perde SHIB no hack, ganha um NFT que promete reembolso futuro. Inovador ou apenas uma distração criativa? Em um mercado onde NFTs já foram de ícones culturais a memes esquecidos, isso cheira a desespero genial.

A comunidade parece comprar a narrativa. Enquanto os devs reforçam a segurança do Shibarium — porque ninguém quer outro fiasco —, esses NFTs viram símbolo de compromisso. Mas vamos ser francos: quem guarda um NFT como troféu de prejuízo? É o equivalente cripto a um ‘vale um abraço’ após um tombo feio. Ainda assim, mostra resiliência: o SHIB Army não foge do barco furado, prefere remendá-lo com hype.

Queima Explosiva: 30 Milhões de SHIB no Lixo

E o gran finale? Dados do Shibburn revelam o pulo do gato: em 24 horas, a taxa de queima subiu 3.904%, graças a duas transações massivas que enviaram quase 30 milhões de tokens para carteiras inalcançáveis. É a mágica da deflação forçada — reduzir oferta para (esperamos) inflar preço. Holders ativos provam lealdade, transformando pânico em ação coletiva.

Em um ano de volatilidade insana para memecoins, isso é um sinal misto. Resiliência comunitária ou desespero para mascarar fraquezas técnicas? O mercado adora uma boa narrativa de comeback. Com o SHIB iniciando 2026 assim, investidores casuais devem se perguntar: é hora de entrar na montanha-russa ou esperar o próximo loop?

Lições da Montanha-Russa SHIB

O caso Shiba Inu encapsula o absurdo delicioso das criptos: hacks viram NFTs, queimas recordes seguem sustos, e todos fingem que é plano mestre. Apesar do drama, a queima de milhões sinaliza compromisso com escassez — ou pelo menos com a ilusão dela. Para o leitor comum, vale monitorar: memecoins como SHIB vivem de hype, mas um ecossistema sólido (tipo Shibarium reforçado) pode sustentar o circo. Ou não. Fique de olho, ria um pouco, mas não aposte a casa.


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Personagens cartoon banker e trader crypto apertando mãos sobre ponte luminosa conectando mundos bancário e digital, marcando reabertura PayID Binance Australia

Binance Austrália Reabre PayID Após 2 Anos: Fim do Isolamento Bancário

A Binance Australia anunciou a reabertura de depósitos e saques diretos em dólares australianos (AUD) via PayID e transferências bancárias, após mais de dois anos de bloqueio imposto pelo sistema financeiro local. A medida, efetiva desde a última sexta-feira (17/01/2026), representa uma vitória prática para os usuários, que agora podem mover fundos de forma rápida e barata entre contas bancárias e a exchange. Esse marco sinaliza o fim do isolamento bancário, removendo barreiras que limitavam a adoção de cripto na Austrália.


Histórico do Bloqueio e o Retorno do PayID

Em meados de 2023, a Binance Australia perdeu suporte do provedor de pagamentos Cuscal, que citou preocupações com prevenção de fraudes e exigências de compliance. Usuários ficaram restritos a cartões de débito/crédito ou criptomoedas para movimentações, o que elevava custos e complicava o dia a dia. O rollout do serviço começou com um grupo limitado de usuários no ano passado e agora está disponível para todos os verificados.

Matt Poblocki, gerente geral da Binance na Austrália e Nova Zelândia, destacou que a reintegração remove uma barreira significativa. "O acesso fluido a serviços financeiros tradicionais impulsiona participação, confiança e crescimento do ecossistema de ativos digitais", afirmou ele. O PayID, sistema que usa número de telefone, e-mail ou ABN para transferências instantâneas, torna o processo simples e sem taxas elevadas.

Benefícios Práticos para Usuários Australianos

Para traders locais, isso significa transferências reais em tempo real, eliminando intermediários caros. Uma enquete de setembro revelou que 58% dos respondentes queriam depósitos irrestritos em exchanges, enquanto 22% trocaram de banco para facilitar compras de cripto. Competidores como CoinSpot e Swyftx mantiveram esses serviços, mas a volta da Binance fortalece sua posição.

Na prática, basta inserir o PayID na app da Binance para depositar AUD e começar a negociar imediatamente. Saques seguem o mesmo fluxo, com liquidez instantânea para quem precisa de agilidade no dia a dia de trading ou HODL.

Impacto no Mercado e Contexto Regulatório

A Austrália é um dos mercados cripto mais ativos, com cerca de um terço dos adultos possuindo ativos digitais, segundo dados recentes. Bitcoin, Ethereum e Dogecoin lideram, impulsionados por insatisfação com bancos tradicionais (altas taxas, baixos rendimentos). Essa reconciliação entre exchanges e bancos tradicionais pode acelerar a adoção, alinhando-se às tendências globais de integração fiat-cripto.

No entanto, desafios persistem: a AUSTRAC ordenou auditoria à Binance por controles anti-lavagem, e a ASIC processa a filial por misclassificação de clientes retail como wholesale, resultando em perdas e compensações de US$ 13 milhões. Usuários devem manter verificação em dia para acessar os novos serviços.

Próximos Passos para Traders

Monitore atualizações na Binance para limites iniciais ou expansões. Essa mudança prática facilita a entrada no cripto, especialmente para iniciantes australianos. Para quem opera em múltiplas exchanges, compare taxas e velocidades agora que o PayID está de volta.


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Personagens cartoon cripto e executivo Coinbase fugindo de muralha com selo CLARITY para horizonte europeu, alertando riscos do ato regulatório nos EUA

Fuga de Cérebros? Coinbase Alerta: CLARITY Act Pode Expulsar Cripto dos EUA

A Coinbase alerta que o CLARITY Act, em sua forma atual, pode causar uma debandada de projetos cripto dos Estados Unidos. Brian Armstrong e executivos como Karaca Calvert criticam os limiares de divulgação ‘drasticamente altos’ para stablecoins e ativos digitais, superiores aos da MiCA europeia. O embate com a Casa Branca revela tensões estratégicas: sem ajustes, inovação pode migrar para solos regulatórios mais hospitaleiros, comprometendo a liderança americana em cripto.


Tensões Negadas, Mas Críticas Mantidas

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, nega um racha com a Casa Branca sobre o Digital Asset Market Clarity Act, mas reitera oposição a provisões prejudiciais. Após retirar apoio público em 15 de janeiro, Armstrong argumenta que o projeto introduz estruturas regulatórias com efeito líquido negativo, especialmente no compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Bancos americanos resistem, temendo fuga de depósitos mesmo com taxas baixas de 5%.

Jornalista Eleanor Terrett rebateu, afirmando que a administração Trump condicionou apoio ao sucesso de negociações com bancos. Apesar disso, Armstrong descreve reuniões com o governo como ‘super construtivas’, focando em soluções que beneficiem todos os atores.

Limiares de Divulgação: Barreiras Excessivas

Karaca Calvert, Head de Política nos EUA da Coinbase, destaca que os requisitos de divulgação no CLARITY Act superam padrões internacionais como a MiCA da Europa. Esses limiares afetam diretamente o listing, emissão e venda de ativos cripto em mercados públicos, gerando custos de compliance proibitivos para desenvolvedores iniciais.

A executiva alerta que tais exigências podem forçar empresas americanas a lançar projetos no exterior, onde regras são mais proporcionais. ‘Não todos os devs podem arcar com relatórios complexos e caros’, enfatiza, defendendo que muitos tokens funcionam como commodities, não securities, via teste Howey.

Impacto Geopolítico e Competitividade Global

Do ponto de vista estratégico, o CLARITY Act define papéis da SEC e CFTC, mas na visão da Coinbase, prioriza proteções excessivas em detrimento da inovação. Isso contrasta com a Europa, que equilibra regulação e crescimento via MiCA, atraindo talentos e capitais. Ásia e outros hubs emergentes também avançam com frameworks ágeis.

Os EUA arriscam perder soberania digital: uma ‘fuga de cérebros’ cripto poderia ceder liderança tecnológica a rivais geopolíticos. Coinbase advoga por CFTC como regulador principal para trades, alinhando o país a padrões globais e mantendo competitividade de exchanges americanas.

Próximos Passos no Embate Legislativo

O futuro depende de negociações: equilíbrio entre proteção ao investidor e fomento à inovação. Críticos como Charles Hoskinson questionam apoios parciais, enquanto Coinbase pressiona por ‘regulação certa’. A aprovação sem ajustes pode redesenhar o mapa global de cripto, com os EUA como espectadores de sua própria debandada.

Investidores monitoram o Congresso, onde o projeto de lei visa clareza regulatória, mas arrisca o oposto: ambiguidade competitiva.


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Balança geopolítica cartoon com personagens BRICS elevando rede CBDC contra figura Dólar preocupada, ilustrando proposta indiana no bloco

Índia Propõe Rede de CBDCs no BRICS: Dólar em Xeque?

O banco central da Índia, Reserve Bank of India (RBI), propôs a ligação entre as moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) dos países do BRICS para facilitar comércio e turismo, segundo reportagem da Reuters citada pelo Cointelegraph. A iniciativa, em estágio inicial, deve entrar na agenda do summit BRICS de 2026, sediado pela Índia. Isso pode reduzir custos e fricções em transações internacionais, questionando indiretamente a dominância do dólar americano nos pagamentos globais. O Brasil, como membro chave, participa ativamente dessas discussões.


Detalhes da Proposta Indiana

A sugestão do RBI visa criar interoperabilidade entre as CBDCs dos cinco membros originais do BRICS — Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De acordo com fontes anônimas ouvidas pela Reuters, a proposta foca em pagamentos cross-border para comércio e turismo, reduzindo custos e tempo de liquidação.

Para isso, seriam necessários acordos sobre tecnologia, governança e mecanismos de settlement. O e-rupee, moeda digital indiana já em piloto com milhões de usuários, seria integrado a esse ecossistema. Essa seria a primeira consideração formal de CBDCs no bloco, marcando um avanço na adoção soberana de ativos digitais.

A proposta surge após discussões preliminares no summit de 2025 no Brasil, que pavimentou o caminho para maior interoperabilidade em pagamentos.

Contexto Geopolítico do BRICS

O BRICS representa economias emergentes com peso crescente no comércio global, somando mais de 40% da população mundial e significativo PIB agregado. A proposta indiana reflete o interesse em sistemas de pagamento mais eficientes, independentes de intermediários tradicionais dominados pelo dólar.

Embora não explicitamente anticapitalista, o movimento alinha-se a tendências de desdolarização, impulsionadas por sanções ocidentais contra Rússia e restrições comerciais. China e Rússia já testam suas próprias CBDCs (e-CNY e rublo digital), enquanto o Brasil avança com o Drex, sua moeda digital em desenvolvimento.

Essa rede poderia agilizar trocas bilaterais, como exportações brasileiras de commodities para a China, sem conversões em dólares, potencializando autonomia monetária coletiva.

O Papel do Brasil nas Discussões

O Brasil sediou o summit BRICS de 2025, onde temas de pagamentos interoperáveis ganharam tração. Autoridades brasileiras, incluindo o Banco Central, minimizaram especulações sobre uma “moeda BRICS” rival ao dólar, enfatizando foco em coordenação econômica e investimentos mútuos.

No entanto, o Drex posiciona o país como player relevante nessa interoperabilidade. Em maio de 2025, diretores do BC brasileiro afirmaram que nenhum ativo BRICS rivalizaria o dólar em escala, mas reconheceram benefícios em eficiência para comércio regional. A participação brasileira reforça sua influência no bloco, especialmente em agendas de inovação financeira.

A proposta reforça o protagonismo do Brasil em debates sobre soberania digital.

Implicações e Próximos Passos

Se aprovada, a rede de CBDCs poderia desafiar a hegemonia do dólar em transações BRICS, que representam volumes bilionários anuais. No entanto, desafios técnicos e políticos persistem: alinhamento de blockchains, privacidade de dados e neutralidade geopolítica.

BRICS reitera que não busca alternativa direta ao dólar, priorizando eficiência. Investidores e traders devem monitorar o summit de 2026 na Índia para evoluções. Para o Brasil, isso abre oportunidades em exportações e finanças digitais, mas exige cautela em alinhamentos globais.


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Cristal INJ translúcido absorvendo partículas em fluxos dourados e verdes, com halo de aprovações simbolizando redução de oferta aprovada pela governança DeFi

Injective Aprova Redução de Oferta de INJ com 99,89% dos Votos

A comunidade do Injective aprovou com 99,89% de apoio uma proposta histórica de redução drástica na oferta do token INJ. A medida, conhecida como Supply Squeeze (IIP-617), atualiza os parâmetros de emissão e recompra, acelerando a remoção de tokens da circulação via programa de buyback-and-burn. Isso posiciona o INJ como um dos ativos mais deflacionários no ecossistema DeFi, em um momento de queda no preço do token.


Detalhes da Proposta Aprovada

A proposta IIP-617 reduz a emissão de novos tokens INJ e mantém o programa de buyback-and-burn, no qual receitas geradas pelo protocolo são usadas para recomprar e queimar tokens permanentemente. Até o momento, o Injective já removeu cerca de 6,85 milhões de INJ da circulação por meio dessas queimas.

O mecanismo funciona da seguinte forma: parte das taxas de transação e receitas do ecossistema é direcionada para comprar INJ no mercado aberto. Esses tokens são então destruídos, diminuindo o suprimento total. Com a emissão reduzida, o equilíbrio entre oferta e demanda tende a favorecer a escassez, especialmente se a adoção do protocolo crescer.

Essa atualização entra em vigor imediatamente após a votação, que contou com participação baseada no poder de voto stakeado. A governança ativa demonstra o compromisso da comunidade em otimizar os fundamentos econômicos do token.

Impacto Econômico da Redução de Suprimento

Do ponto de vista tokenômico, uma redução programada de suprimento cria pressão deflacionária. Princípio básico da economia: com demanda estável ou crescente e oferta encolhendo, o preço unitário tende a subir a longo prazo. No caso do INJ, isso contrabalança a emissão inicial de tokens, comum em blockchains L1 para incentivar staking e segurança de rede.

No curto prazo, o mercado não reagiu de forma explosiva — o INJ caiu cerca de 8% na data da votação, refletindo uma sell-off mais ampla de altcoins. No entanto, analistas veem isso como uma jogada estrutural: ao tornar o INJ mais escasso, o protocolo fortalece seu apelo como reserva de valor em DeFi. Investidores fundamentalistas monitoram métricas como taxa de queima anual versus crescimento de TVL (Total Value Locked).

Atualmente, o TVL do Injective está em US$ 18,67 milhões, abaixo dos picos de US$ 60 milhões em 2024, mas com potencial de recuperação impulsionado por essa dinâmica deflacionária.

Governança Ativa como Diferencial Competitivo

O que torna essa aprovação notável é a taxa de 99,89%, sinal de alinhamento raro na governança on-chain. Diferente de projetos centralizados, o Injective permite que holders de INJ decidam diretamente sobre parâmetros econômicos, reforçando a descentralização.

Essa governança ativa é um diferencial frente a concorrentes em DeFi. Protocolos com tokenomics rígidos ou inflacionários perdem atratividade; o Injective, por outro lado, adapta sua economia às condições de mercado via votações comunitárias. Isso pode atrair mais desenvolvedores e usuários, ampliando o uso em finanças descentralizadas, derivativos e exchanges on-chain.

Reações na comunidade, via X (antigo Twitter), foram otimistas, enquadrando a mudança como shift estrutural, não pump temporário.

Contexto de Mercado e Perspectivas

Apesar da queda de quase 80% no preço do INJ no último ano — e mais de 90% desde o ATH de março de 2024 —, o protocolo atrai interesse institucional. Em 2025, Cboe e Canary Capital protocolaram ETFs de INJ stakeado, visando capturar yields de staking. Novos validadores, como subsidiária da Deutsche Telekom e Korea University, reforçam a segurança e credibilidade da rede.

Para investidores brasileiros, vale monitorar como essa escassez impacta o par INJ/BRL em exchanges locais. A longo prazo, a combinação de governança proativa e tokenomics deflacionários pode reposicionar o INJ em bull markets futuros.


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Sol dourado colossal dominando constelação de estrelas menores desvanecendo com fluxo para portal cyan e índice 25, simbolizando domínio BTC e adiamento altseason

Altcoin Season Adiada: Índice Cai para 25 e BTC Domina

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap caiu para 25 pontos, confirmando um período prolongado de dominância do Bitcoin, que oscila próximo de US$ 93.000 com market share entre 58% e 61%. Em paralelo, grandes investidores desfazem posições de arbitragem cash-and-carry e migram para apostas de longo prazo em ETFs de Bitcoin, segundo dados recentes. Esse movimento ocorre em meio a uma crise tarifária global e baixa volatilidade, adiando qualquer expectativa de rotação para altcoins especulativas. Para brasileiros, os dados sugerem cautela na alocação de risco.


O Que Revela o Índice de Altcoin Season em 25

O índice compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 sinalizam ‘altseason’, mas abaixo disso prevalece a ‘Bitcoin season’. Com apenas 25% das altcoins superando o BTC, o capital flui predominantemente para o líder de mercado.

Indicadores técnicos reforçam essa tendência: o Bitcoin opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. O volume diário do BTC supera US$ 32 bilhões, enquanto altcoins enfrentam queda de liquidez. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.597 no Brasil, com variação de -2,61% em 24h.

Rotação Institucional: Fim das Arbitragens Cash-and-Carry

Investidores institucionais estão abandonando estratégias de arbitragem cash-and-carry, que exploravam o ‘basis’ entre spot ETFs e futures do CME. Com o gap comprimido aos custos de transação e funding, e volatilidade implícita de 30 dias em mínimas multimensais (BVIV), essas operações perderam atratividade.

ETFs spot de Bitcoin registram inflows líquidos em janeiro, revertendo outflows de dezembro. O open interest em futures CME cresce por especuladores com viés de alta, não hedges. Analistas da Bitfinex descrevem esses novos entrantes como ‘sticky’, priorizando exposição de longo prazo em vez de ganhos de curto prazo.

Implicações para Investidores e Próximos Passos

Para o público brasileiro, esse cenário recomenda gestão conservadora de portfólio: reduza exposição a altcoins especulativas durante dominância acima de 58%. Historicamente, rotações para altcoins ocorrem após consolidação do BTC, mas o índice atrasado pode subestimar mudanças rápidas, como upgrades ou melhoras macro.

Monitore o índice semanalmente, dominância BTC e inflows de ETFs. Setores com atividade on-chain forte (ex: escalabilidade) podem oferecer seletividade, mas o mercado permanece defensivo. Em ciclos passados, leituras abaixo de 30 por semanas precederam volatilidade maior.


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Personagens cartoon de jogador de futebol e trader erguendo troféu dourado com 800K, celebrando parceria La Liga-Toobit em campeonato de trading cripto

La Liga e Toobit Lançam Elite Championship de US$ 800 Mil

A parceria entre a exchange Toobit e a La Liga, principal liga de futebol da Espanha, acaba de lançar o Elite Championship, um campeonato de trading com prêmio total de US$ 800 mil em USDT. Iniciado em 15 de janeiro e válido até o fim de fevereiro, o evento une a paixão pelo esporte à emoção das negociações cripto, oferecendo ingressos para jogos, camisas assinadas e recompensas exclusivas. Essa iniciativa marca um passo ousado na adoção mainstream das criptomoedas pelo futebol europeu, atraindo milhões de fãs para o universo trading.


Três Atividades para Conquistar Prêmios

O Elite Championship é dividido em três atividades empolgantes, projetadas para recompensar traders de todos os níveis. Na primeira, participantes completam tarefas simples como realizar o primeiro depósito, trades spot ou desafios diários de negociação. Em troca, abrem mystery boxes com prêmios premium: ingressos para partidas da La Liga, camisas autografadas por estrelas do futebol, mercadorias limitadas da Toobit, airdrops de tokens e até fundos de trial para negociações sem risco.

A segunda atividade é uma competição acirrada por P&L percentual, onde os top 200 traders dividem um prêmio dinâmico que pode chegar a US$ 500 mil em USDT. Quanto mais participantes, maior o pote, incentivando uma disputa saudável e estratégica, perfeita para quem adora a emoção das negociações.

Por fim, a terceira foca em engajamento social: tarefas no X (antigo Twitter) e Telegram via plataforma Gleam rendem até US$ 200 por pessoa, além de memorabilia exclusiva da La Liga. Mike Williams, CCO da Toobit, destacou: “É uma celebração de estratégia, velocidade e espírito competitivo compartilhado por traders e atletas.” Essa estrutura garante que novatos e experts tenham chances reais de vitória.

Como Participar e Benefícios Exclusivos

Para entrar no jogo, basta se registrar na página oficial da campanha. A Toobit, parceira regional oficial da La Liga, compartilha o lema “Play on a bigger stage”, conectando esportes de elite à economia digital. Participantes acessam recursos educacionais localizados e experiências únicas para a temporada 2025/26, como viagens VIP para jogos na Espanha – oportunidades que vão além do dinheiro.

Essa fusão não é aleatória: o futebol lidera os patrocínios cripto, representando 43% de todos os deals globais. Na UEFA Champions League 2025/26, há um recorde de 48 parcerias cripto, com alta de 30% em relação ao ano anterior. Para traders brasileiros, é a chance de unir paixão por futebol e cripto, ampliando portfólios com prêmios tangíveis e visibilidade global.

Impacto na Adoção Cripto pelo Futebol

Essa parceria sinaliza a maturidade do ecossistema cripto, seguindo passos como a aceitação de Bitcoin em redes fast-food como Steak ‘n Shake. Ao levar trading para estádios virtuais da La Liga, a Toobit democratiza o acesso, expondo milhões de fãs ao mercado de criptomoedas. É um golaço para a adoção: enquanto traders competem como craques em campo, o esporte impulsiona a educação financeira via cripto.

Os dados mostram o momentum: o futebol é o rei das integrações cripto, e eventos como esse aceleram a entrada de massas no trading. Monitore o desempenho dos líderes no P&L e prepare-se para inspirações reais de estratégias vencedoras. Para brasileiros, é hora de escalar o jogo para um palco maior, misturando gols e ganhos em USDT.


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Burocrata cartoon carimbando aprovação em poucas moedas enquanto rigs de mineração são barrados, simbolizando restrições regulatórias no Cazaquistão

Cazaquistão Restringe Negociação: Só Criptos Aprovadas pelo BC

O presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, assinou novas leis que limitam a negociação de criptomoedas a ativos aprovados pelo Banco Central Nacional (NBK). Antes um paraíso para mineradores após o ban chinês, o país agora impõe licenças para exchanges e classificação rigorosa de ativos digitais, sinalizando um cerco regulatório para equilibrar inovação e proteção ao investidor. A medida impacta diretamente a liquidez local e reforça o controle estatal.


Detalhes da Nova Legislação

As leis alteram as normas bancárias e de mercado financeiro do Cazaquistão, introduzindo um marco regulatório para ativos digitais. Elas criam exchanges de criptomoedas licenciadas e definem três categorias de “ativos financeiros digitais” (DFAs): stablecoins, ativos lastreados em instrumentos financeiros ou propriedades, e instrumentos financeiros emitidos em forma digital eletrônica.

A Agência de Regulação e Desenvolvimento do Mercado Financeiro (ARDFM) estabelecerá requisitos para emissão, circulação e resgate desses DFAs, excluindo stablecoins. Plataformas digitais emissoras receberão licenças do NBK, sujeitas a regras semelhantes às de instrumentos financeiros tradicionais, como gestão de riscos, divulgação de informações e proteção ao investidor. Criptomoedas como Bitcoin e Ether são classificadas como “ativos digitais não garantidos”, com negociações restritas a plataformas autorizadas.

Papel Central do Banco Nacional do Cazaquistão

O NBK emerge como regulador chave, com autoridade para licenciar exchanges, aprovar listas de criptoativos permitidos e impor limites operacionais. Essa centralização visa mitigar riscos em um mercado volátil, protegendo investidores de fraudes e instabilidades. A criação de uma lista oficial de moedas negociáveis pode excluir altcoins menores, priorizando ativos com maior estabilidade ou lastro, similar a abordagens em outras jurisdições como a União Europeia com MiCA.

No contexto geopolítico, essa medida alinha o Cazaquistão com tendências globais de supervisão estatal sobre cripto, contrastando com sua fase inicial de atração de mineradores estrangeiros. O país, que chegou a representar 18% do hashrate global de Bitcoin em 2022, agora busca maturidade regulatória para atrair investimentos institucionais sustentáveis.

Impacto na Mineração e Liquidez Local

Historicamente, o Cazaquistão atraiu mineradores atraídos por energia barata após a proibição chinesa de 2021, tornando-se um hub de mineração. Contudo, instabilidades energéticas e corrupção levaram a uma contração do setor. As novas regras podem reduzir a liquidez local ao limitar negociações, forçando mineradores a exportar produção para exchanges internacionais ou converter em stablecoins aprovadas.

Isso afeta a economia local, onde criptomoedas eram usadas para pagamentos regulatórios em stablecoins USD. Com o lançamento de ETFs de Bitcoin em 2025 e ambições de hub regional na Ásia Central, o país equilibra crescimento com controle, potencialmente impactando o fluxo de capitais em uma região estratégica entre Rússia e China.

Implicações Geopolíticas e Próximos Passos

No tabuleiro geopolítico, o Cazaquistão posiciona-se como ponte entre Oriente e Ocidente, adotando regulação que pode inspirar vizinhos como Uzbequistão e Quirguistão. Investidores globais devem monitorar a lista de criptos aprovadas e regras de trading, pois restrições podem elevar custos operacionais para exchanges e mineradoras.

Enquanto o mundo observa avanços como ETFs nos EUA e MiCA na Europa, o Cazaquistão reforça sua soberania digital. Para traders brasileiros, isso destaca a importância de diversificar jurisdições, evitando dependência de hubs voláteis.


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Rede cyan de hashrate fragmentando com pilares dourados caindo sob pressão de silhuetas IA, ilustrando capitulação de mineradores Bitcoin

Capitulação dos Mineradores? Bitcoin Tem 7º Ajuste Negativo na Dificuldade

O hashrate do Bitcoin caiu 15% desde o pico de outubro, atingindo níveis abaixo de 1 zetahash por segundo (ZH/s) pela primeira vez em meses, sinalizando capitulação prolongada de mineradores. Segundo James Van Straten, a dificuldade de mineração deve cair 4% em 22 de janeiro, marcando o sétimo ajuste negativo nos últimos oito períodos. Esse fenômeno reflete margens apertadas e competição por energia com data centers de IA.


Queda no Hashrate e Sinais de Capitulação

O poder computacional da rede Bitcoin despencou de cerca de 1,1 ZH/s em outubro para aproximadamente 977 exahashes por segundo (EH/s). Dados do Glassnode mostram que o indicador Hash Ribbon inverteu em 29 de novembro, logo após o Bitcoin tocar US$ 80.000. Essa inversão compara médias móveis de 30 e 60 dias do hashrate, indicando estresse quando mineradores desligam equipamentos para cortar custos.

A capitulação já dura quase 60 dias, com mineradores vendendo Bitcoin para cobrir despesas operacionais. Os dados sugerem que mineradores ineficientes estão saindo do mercado, o que historicamente precede valorizações, conforme análises de fundos como VanEck. No entanto, a pressão de venda imediata adiciona oferta no curto prazo.

7º Ajuste Negativo na Dificuldade

A dificuldade de mineração, que se ajusta a cada 2.016 blocos para manter o tempo de bloco em 10 minutos, está prevista para uma redução de 4%, chegando a cerca de 139 trilhões. Esse é o sétimo ajuste negativo em oito períodos, reflexo direto da queda no hashrate. James Van Straten destaca que tais sequências ocorrem em momentos de baixa rentabilidade, aliviando a pressão sobre os mineradores restantes.

Embora o ajuste facilite a mineração, ele sinaliza saúde debilitada da rede. Vale monitorar se o hashrate recuperará após o ajuste, como em ciclos anteriores.

Competição com Data Centers de IA

A demanda por energia de data centers de IA agrava o cenário. Empresas como Riot Platforms vendem Bitcoin para financiar investimentos em infraestrutura de IA e computação de alto desempenho (HPC). Essa migração reduz o hashrate dedicado ao Bitcoin, elevando custos para mineradores remanescentes.

A competição energética é um fator estrutural, com data centers consumindo volumes crescentes de eletricidade barata, tradicionalmente usada por mineradores.

Implicações para a Segurança da Rede

A queda no hashrate levanta preocupações sobre a segurança da rede Bitcoin, pois menos poder computacional torna ataques de 51% teoricamente mais viáveis. No entanto, o Bitcoin permanece robusto historicamente, com hashrate absoluto ainda elevado. Analistas indicam que a capitulação purga mineradores fracos, fortalecendo a rede a longo prazo.

Os dados sugerem que, apesar do estresse atual, a rede não enfrenta riscos iminentes. Investidores devem acompanhar o Hash Ribbon para sinais de recuperação e o próximo halving em 2028.


📌 Nota: Uma das fontes citadas estava temporariamente indisponível no momento da redação.

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Personagem cartoon de holder cripto em rua neon ameaçado por sombras com chave inglesa gigante, simbolizando alta de wrench attacks físicos

Perigo Real: Wrench Attacks Contra Cripto Estão em Alta

Sua seed phrase não te protege de um ataque físico com chave inglesa, conhecido como wrench attack. Criminosos usam violência ou ameaças para coagir detentores de cripto a entregar credenciais ou transferir fundos. Com o aumento da riqueza em Bitcoin e altcoins, esses incidentes violentos crescem globalmente, incluindo sequestros como o do cofundador da Ledger na França. No Brasil, onde a adoção cripto explode, o risco é real: segurança digital falha contra agressão física.


O Que São Wrench Attacks?

Os wrench attacks são crimes físicos que visam o humano, não o código. Em vez de hacks digitais, atacantes aplicam coerção direta: ameaças, espancamentos ou sequestros para forçar a revelação de senhas, desbloqueio de carteiras ou transferências imediatas. O termo vem de uma charge do Xkcd, satirizando que criptografia forte leva criminosos a ‘quebrar’ a pessoa com uma chave de US$ 5.

Esses ataques exploram a irreversibilidade das criptomoedas: uma vez transferido, o fundo some para sempre, sem chance de chargeback como em cartões. No Brasil, imagine um roubo comum evoluindo para ‘me dá sua seed ou te mato’. A violência é extrema porque o prêmio é alto e portátil: fundos vão para carteiras anônimas em minutos.

Dados mostram correlação direta: conforme a capitalização de mercado cripto sobe, os relatos de violência aumentam em 45%, segundo análises de especialistas como Haseeb Qureshi.

Por Que Esses Ataques Estão em Ascensão?

Quatro drivers principais alimentam essa onda. Primeiro, pagamentos rápidos e globais: cripto não precisa de lavagem complexa, cruzando fronteiras instantaneamente. Segundo, riqueza concentrada e acessível: com Bitcoin acima de R$ 500 mil, holdings modestos viram fortunas, atraindo predadores.

Terceiro, alvos fáceis de identificar: perfis em redes sociais, meetups cripto, negociações P2P ou OTC expõem detentores. No Brasil, grupos de Telegram e feiras de cripto são minas de ouro para bandidos. Quarto, vazamentos de dados: breaches em exchanges como o caso de suborno na Coinbase ligam identidades reais a saldos cripto.

Relatórios indicam subnotificação: vítimas calam por medo. Na Europa Ocidental e Ásia-Pacífico, incidentes explodem, mas o Brasil não está imune, com criminalidade urbana alta.

Quem Está Mais Exposto e Exemplos Reais

Não são usuários aleatórios: fundadores, influencers, traders OTC/P2P e perfis públicos lideram as vítimas. Geografias quentes incluem Europa e Ásia, mas sequestros familiares ocorrem, como na França, onde parentes foram alvos.

Exemplos chocantes: Em janeiro de 2025, o cofundador da Ledger, David Balland, foi sequestrado na França por resgate em cripto. Em Dubai, o casal russo Roman e Anna Novak desapareceu após reunião falsa com ‘investidores’, ligada a coerção por cripto. Esses casos mostram evolução: de roubos simples a operações organizadas.

No Brasil, relatos anedóticos em fóruns cripto alertam para abordagens em caixas eletrônicos ou após eventos. Qualquer um ostentando ganhos cripto em redes vira alvo.

Dicas de Opsec para se Proteger

Segurança operacional (opsec) é essencial.

  1. Reduza visibilidade: Não poste holdings, use pseudônimos online, evite meetups sem opsec. Em viagens, não compartilhe roteiros cripto-relacionados.
  2. Separe saldos: Mantenha pouco em hot wallets; use multi-sig ou delays para grandes valores. Nunca tenha tudo acessível instantaneamente.
  3. Em públicos/viagens: Varie rotinas, use transporte privado, evite joias ou itens ‘tech’ chamativos. Instale apps de localização familiar, mas criptografados. Desconfie de ‘suporte’ pedindo senhas ou transfers.
  4. Plano de emergência: Priorize vida sobre cripto; tenha duress codes em carteiras que enviam para endereços honeypot. Monitore vazamentos pessoais em sites como HaveIBeenPwned.

Essas medidas transformam você de alvo fácil em problema caro para criminosos.


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Baleia colossal surreal de névoa cyan absorvendo corrente de cristais SHIB de exchanges flutuantes, simbolizando saída misteriosa de 283B tokens

Saída Misteriosa: 283 Bilhões de SHIB Deixam Exchanges em 24h

O silêncio das baleias: cerca de 283 bilhões de SHIB foram retirados das exchanges em apenas 24 horas, resultando em uma saída líquida de 275,8 bilhões de tokens. Dados on-chain do CryptoQuant apontam para um movimento acelerado, mas o contexto sugere mais churn do que acumulação pura. Isso pode reduzir a liquidez imediata da memecoin, impactando traders de curto prazo. Publicado hoje, 19/01/2026.


Fluxos On-Chain: Saída Acelerada das Exchanges

A saída de 283 bilhões de SHIB das exchanges não é um evento isolado. Registros mostram um outflow total de aproximadamente 283 bilhões de tokens, contra inflows de 7,2 bilhões, gerando o saldo líquido negativo para as plataformas. Essa dinâmica elevou tanto os inflows quanto a média móvel de sete dias dos outflows (MA7) em cerca de 120% e mais de 300%, respectivamente.

Os dados sugerem instabilidade no mercado de SHIB. Em vez de uma acumulação calma por holders de longo prazo, os fluxos indicam reposicionamento agressivo por traders. Baleias parecem estar movendo posições rapidamente, possivelmente em resposta a volatilidade recente, o que aumenta o risco de whipsaws para investidores menores.

Reservas em Queda: Impacto no Valor em USD

As reservas totais em exchanges caíram ligeiramente em 0,33%, mas o valor dessas reservas em dólares despencou quase 7%. Essa discrepância reforça a fraqueza de preço do SHIB, que permanece preso abaixo de médias móveis importantes, com tendência de longo prazo ainda negativa.

O RSI oscila na faixa média, sem sinais de sobrevenda profunda para um rebound significativo nem força para reversão. Volumes de picos parecem reativos, com rebounds fracos sendo rapidamente vendidos. Isso aponta para um ativo em distribuição durante tendências de baixa, onde rallies servem como oportunidades de saída em vez de entradas.

Liquidez da Memecoin: Menos Tokens Disponíveis para Trade

A redução na oferta circulante em exchanges diminui a liquidez imediata do SHIB, potencialmente amplificando volatilidade em trades de curto prazo. Com menos tokens disponíveis, ordens grandes podem mover o preço mais facilmente, beneficiando baleias mas punindo varejistas.

No entanto, o mercado de SHIB mantém alta liquidez geral e atividade on-chain elevada, com endereços ativos em leve alta. Isso sugere que a rede permanece viva, mas os outflows atuais são mais siphoned — drenados para carteiras frias ou reposicionamento — do que armazenados para hold de longo prazo.

O Que Monitorar nos Próximos Dias

Investidores devem acompanhar a estabilização dos fluxos de exchange e rompimento de médias móveis com volume sustentado. Se os outflows continuarem sem suporte de preço, pode sinalizar preparação para quedas off-platform. Por outro lado, consolidação com inflows decrescentes poderia indicar acumulação genuína. Vale observar baleias específicas, como a misteriosa retirada recente de 15 bilhões de SHIB da Binance.


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Silhueta sombria infiltrando brecha em fortaleza digital com fluxo dourado escapando, simbolizando hack de US$ 282 mi por engenharia social

Hack de US$ 282 Milhões: Engenharia Social Abala Cripto

Nem a melhor hardware wallet te salva de um erro humano de US$ 282 milhões. Em 10 de janeiro de 2026, um usuário de cripto foi vítima do maior ataque de engenharia social do ano, perdendo 1.459 BTC (US$ 139 milhões) e 2,05 milhões de LTC (US$ 153 milhões). Enganado por golpistas se passando por suporte da Trezor, compartilhou sua seed phrase, permitindo o dreno total da carteira. O caso, rastreado pelo investigador ZachXBT, expõe vulnerabilidades humanas em um ecossistema bilionário.


Como o Golpe de Engenharia Social Foi Executado

O ataque ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro. Segundo detalhes revelados pelo investigador on-chain ZachXBT, o criminoso se passou por suporte do ‘Value Wallet’ da Trezor, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Esse erro fatal permitiu acesso irrestrito à hardware wallet, que supostamente oferece máxima segurança offline.

Ainda de acordo com a reportagem detalhada, a firma de segurança ZeroShadow identificou o impostor e rastreou os fundos em tempo real. Apesar dos esforços, apenas US$ 700 mil foram congelados antes da conversão para ativos de privacidade. Esse incidente reforça que, em cripto, o elo mais fraco não é a tecnologia, mas o usuário desavisado.

A indignação é geral: como alguém com tamanha fortuna pôde cair em uma tática tão primitiva? Golpes de suporte falso são rotina, mas esse escalou para proporções catastróficas, abalando a confiança no setor.

Rastreamento On-Chain: De BTC/LTC a Monero via THORChain

ZachXBT, referência em investigações blockchain, mapeou o fluxo dos roubados. O atacante moveu os fundos rapidamente: primeiro, converteu parcelas para Monero (XMR) via exchanges instantâneas, obscurecendo o rastro com a privacidade inerente ao token.

Em paralelo, utilizou o protocolo THORChain para fazer bridges cross-chain: Bitcoin para Ethereum, Ripple e Litecoin. Essa manobra reacendeu debates sobre o uso abusivo de protocolos descentralizados em crimes, questionando sua resistência à censura em cenários ilícitos.

Especulações apontaram para grupos estatais como a Coreia do Norte, mas ZachXBT desmentiu: ‘Não é a Coreia do Norte’. A sofisticação no lavagem destaca quadrilhas profissionais operando na dark web, explorando brechas em um mercado sem fronteiras.

Impacto no Mercado: XMR Dispara com o Roubo

O pânico não parou nos roubos: a conversão massiva para XMR impulsionou seu preço a um novo ATH de US$ 797,73, alta de 80% em uma semana ante baixa de US$ 450. Dados do CoinGecko mostram a alta impulsionada pelo volume criminoso, mas uma correção seguiu, com XMR agora em torno de US$ 588.

Esse episódio ilustra como crimes afetam dinâmicas de mercado. Tokens de privacidade como Monero ganham com lavagem de fundos, enquanto vítimas arcam com perdas irreparáveis. A análise completa alerta para o risco sistêmico: um erro individual pode distorcer preços globais.

Lições Urgentes: Proteja-se de Engenharia Social

Esse hack recorde grita lições: nunca compartilhe seed phrases, ignore suportes não oficiais e use autenticação multifator. Hardware wallets como Trezor são seguras, mas falham ante manipulação psicológica. Verifique canais oficiais e desconfie de urgências.

Empresas devem investir em educação: campanhas anti-phishing e simulações. Reguladores, acelerem proteções contra esses predadores. Para investidores, diversifique custódia e monitore on-chain. A denúncia aqui é clara: complacência custa fortunas. Monitore ZachXBT para atualizações nessa saga criminosa.


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Personagem cartoon fraudador preso em rede vermelha por mãos da justiça, simbolizando prisões por fraudes cripto e desmantelamento de hawala

Cerco Fecha: Prisão por Fraude de US$ 2,9 Milhões e Hawala Cripto Desmantelada

Fraude de US$ 2,9 milhões termina em prisão nos EUA, enquanto agências indianas desmantelam uma rede hawala cripto usada para financiar terrorismo na Caxemira. Esses casos sinalizam o cerco global se fechando contra fraudadores que exploram criptomoedas. Para investidores brasileiros, é hora de redobrar a atenção: promessas de retornos altos e operações informais podem custar caro. O que aprender para se proteger?


Condenação nos EUA: Fraude e Operação Ilegal

Brian Garry Sewell, de 54 anos no Utah, foi condenado a três anos de prisão federal por fraude eletrônica contra 17 investidores. Entre 2017 e 2024, ele prometeu retornos exorbitantes, mentindo sobre sua experiência, o que resultou em perdas de quase US$ 3 milhões. Paralelamente, operava a Rockwell Capital Management sem licença, convertendo fiat em cripto e movimentando mais de US$ 5,4 milhões.

O juiz impôs ainda US$ 3,8 milhões em restituição e três anos de supervisão. Autoridades destacam que operadores regionais não escapam da lei, usando estruturas rigorosas contra fraudes no varejo cripto. Esse caso reforça o risco de esquemas que misturam investimento falso com transmissão ilegal de fundos.

Rede Hawala Digital na Índia Expõe Terrorismo

Agências indianas identificaram um sistema hawala moderno, baseado em cripto, para canalizar fundos terroristas a Jammu e Caxemira. Contas mula locais recebem transferências estrangeiras, com comissões de 0,8% a 1,8% para os donos, que entregam credenciais aos handlers.

Fundos chegam via wallets cripto anônimas, criadas com VPNs sem KYC por operadores da China, Malásia, Myanmar e Camboja. Wallet holders viajam a Delhi ou Mumbai para converter em cash via P2P não regulados, apagando rastros. Essa evasão regulatória transforma cripto estrangeira em rupees “limpos”, financiando atividades ilícitas sem detecção.

Padrões de Fraude: Como Identificar o Risco

Ambos os casos revelam padrões comuns: promessas de ganhos irreais, falta de licenças, uso de mules ou intermediários informais e mistura de investimento com hawala. Nos EUA, Sewell explorou confiança pessoal; na Índia, anonimato digital. Fique atento a operadores sem registro no Banco Central ou CVM, transações P2P opacas e pressões para compartilhar credenciais bancárias.

A volatilidade cripto amplifica esses riscos. Analistas notam que autoridades globais intensificam investigações, mas fraudadores adaptam-se rápido. Investidores devem questionar: há transparência? Licenças verificáveis? Histórico auditado? Ignorar esses sinais eleva o risco de perda total.

Proteção Essencial para Investidores Brasileiros

Para evitar armadilhas, priorize exchanges reguladas como Mercado Bitcoin ou Binance, com KYC rigoroso. Nunca compartilhe senhas ou use serviços hawala informais. Verifique projetos via CoinMarketCap ou sites oficiais. Use wallets próprias e ative 2FA. Em caso de dúvida, consulte a CVM ou Banco Central. O mercado cripto oferece oportunidades, mas a vigilância é sua melhor defesa contra fraudadores.


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Pilar dourado do Bitcoin com base '92K' rachando sob cascata vermelha de liquidações, simbolizando queda e suportes quebrados

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 92 Mil com Liquidações de US$ 870 Milhões

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 92 mil em uma queda repentina nesta segunda-feira (19), impulsionada por liquidações superiores a US$ 870 milhões em posições compradas no mercado de derivativos. O movimento ocorreu em meio a tensões comerciais entre EUA e UE, com tarifas anunciadas por Trump, levando a um risco-off generalizado. Segundo o CoinDesk, cerca de US$ 600 milhões em posições compradas foram varridos, enquanto altcoins como Solana e Dogecoin caíram ainda mais. Até onde vai essa sangria?


Volume Oceânico de Liquidações

A liquidação de US$ 680 milhões em posições compradas reflete o excesso de alavancagem acumulada após o rali recente para US$ 96 mil. Dados da CoinGlass indicam quase 250 mil traders afetados, com longs representando 90% do total. Plataformas como Binance viram picos de liquidações, ampliando a pressão vendedora durante a abertura asiática.

Esse fenômeno é típico de mercados sob tensão, onde o colapso de uma posição cascateia para outras. O open interest do Bitcoin caiu, sinalizando redução de exposição por traders institucionais e varejistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 500.026,52, com variação de -2,38% em 24 horas e volume de 185 BTC.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

Glassnode destaca que o avanço para US$ 96 mil foi mechanicamente impulsionado por fluxos de derivativos e liquidações de shorts, sem suporte robusto de demanda spot. A liquidez fina nos futuros deixa o preço vulnerável a reversões bruscas. CryptoQuant alerta que a demanda permanece fraca, com o BTC abaixo da média móvel de 365 dias em US$ 101 mil, atuando como barreira de regime.

Suportes chave foram rompidos: US$ 93 mil (diário) e agora testando US$ 92 mil. O próximo patamar crítico é US$ 90 mil, alinhado com acumulações de holders de longo prazo. Vendas de LTHs desaceleraram, mas fluxos spot em exchanges como Coinbase mostram estabilização tênue de compras.

Contexto Macro e Trade War

O gatilho foi o anúncio de Trump de tarifas de 10% em oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, ligado a disputas sobre Groenlândia. Mercados globais reagiram com risco-off: Nasdaq futuros -1,3%, ouro em ATH de US$ 4.600 (+1,7%). Altcoins sofreram mais, com Solana -6,7%, XRP -4% e Dogecoin -7%.

A UE convocou reunião de emergência, e Macron defende “trade bazooka” contra os EUA. Com spot markets americanos fechados por MLK Day, a volatilidade persiste. Ouro vs. Bitcoin ilustra rotação para ativos safe-haven tradicionais.

Próximos Suportes e Implicações

Os dados sugerem que sem demanda spot sustentada, o Bitcoin pode testar US$ 90 mil ou até US$ 85 mil em cenários de piora macro. No entanto, estabilização de fluxos em Binance e redução de vendas em Coinbase indicam possível piso. Traders devem monitorar baixa implied volatility em opções, com proteção downside em contratos longos.

Para investidores brasileiros, a cotação em reais reforça a correlação global, mas volume local moderado (185 BTC/24h) sugere resiliência relativa. Vale acompanhar ETF inflows nos EUA, que tiveram semana forte recente.


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Personagens cartoon Trump e UE em confronto tarifário derrubando torre Bitcoin rachada enquanto montanha de ouro brilha intocada, simbolizando descorrelação em guerra comercial

Guerra Tarifas Trump-UE: Bitcoin Cai 3,6% e Ouro Dispara

Como uma disputa por território na Groenlândia pode derreter sua carteira cripto hoje? O presidente Donald Trump anunciou 10% de tarifas sobre produtos de oito nações europeias, escalando tensões comerciais da UE. O Bitcoin despencou 3,6%, de US$ 95 mil para abaixo de US$ 92 mil, enquanto o ouro atingiu recorde de US$ 4.667/onça. A Europa ameaça ‘trade bazooka’ em retaliação, transformando ruído geopolítico em fato de mercado volátil.


Tarifas de Trump e Disputa pela Groenlândia

O fim de semana trouxe a confirmação de tarifas de 10% sobre importações da UE a partir de 1º de fevereiro, com alta para 25% em junho se não houver acordo sobre a Groenlândia. Visando Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos, Finlândia, Reino Unido e Noruega, a medida afeta US$ 1,5 trilhão em comércio transatlântico. Trump usa as tarifas como pressão para aquisição territorial, reacendendo temores de guerra comercial vistos em outubro de 2025, quando mercados cripto registraram o maior sell-off em cinco anos.

Essa escalada geopolítica pressiona ativos de risco globais. Mercados americanos, fechados por feriado de Martin Luther King Jr., abrirão sob forte volatilidade, com futures já em queda.

Descorrelação Bitcoin x Ouro: Risco vs Refúgio

O Bitcoin caiu US$ 3.500 em horas, atingindo US$ 92 mil na Coinbase, com US$ 860 milhões em liquidações em 24h, majoritariamente posições longas. Enquanto isso, ouro futuro subiu para recorde histórico de US$ 4.667/onça e prata acima de US$ 93/onça, destacando descorrelação: BTC se comporta como ‘tech stock’ sensível a choques econômicos, enquanto metais preciosos atraem fluxo safe-haven em meio a instabilidade transatlântica.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 499.722, com variação de -2,43% em 24h e volume de 184 BTC. Investidores locais sentem o impacto macro.

Retaliação Europeia e ‘Trade Bazooka’

A UE reagiu com força: embaixadores acordaram medidas de emergência, incluindo pacote de €93 bilhões (US$ 107,7 bilhões) em tarifas retaliatórias sobre importações americanas, ativando o ‘Anti-Coercion Instrument’ ou ‘trade bazooka’. Líderes como Macron pedem restrições a serviços bancários e acesso de mercado dos EUA. Países visados enviaram tropas à Groenlândia para proteção.

O Supremo Tribunal americano decide terça sobre a legalidade das tarifas anteriores de Trump, após adiamentos. Analistas preveem risco de perda de confiança se rejeitadas, ampliando incerteza.

Implicações para Cripto e Próximos Passos

Essa tensão geopolítica reforça Bitcoin como ativo de risco, vulnerável a ciclos de aversão global. Mercados aguardam dados econômicos americanos esta semana: PIB Q3 2025, PCE inflação e PMI janeiro, além de balanços de 10% do S&P 500. Guerra comercial pode prolongar pressão descendente em cripto, beneficiando ouro.

Vale monitorar cúpula UE quinta em Bruxelas e decisão judicial. Investidores devem priorizar diversificação em cenários de alta incerteza transatlântica, com foco em liquidez.


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Personagem corporativo cartoon empurrando carrinho de blocos Bitcoin com 3% marcado, ignorando ondas de queda vermelhas, simbolizando acumulação de Saylor

Saylor Ignora Queda e Sinaliza Mais Compras de Bitcoin

Michael Saylor, o visionário por trás da Strategy, ignora a queda do Bitcoin para menos de US$ 93 mil, impulsionada por temores de tarifas comerciais entre EUA e Europa, e sinaliza mais compras do ativo. Após investir US$ 1,25 bilhão em 13.627 BTC na semana passada, a empresa elevou suas reservas para 687.410 BTC, equivalente a cerca de 3% do suprimento total. Esse acúmulo demonstra confiança inabalável no BTC como reserva de valor de longo prazo.


Sinalização de Saylor e Histórico Recente

No domingo, Saylor publicou no X o termo “Bigger Orange” ao lado de um gráfico das aquisições da Strategy desde 2020, um código recorrente que precede anúncios oficiais de compras. A empresa iniciou 2026 com a aquisição de 1.283 BTC por US$ 115,97 milhões em 4 de janeiro, seguida pela grande operação de 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão em 11 de janeiro, totalizando 14.910 BTC adicionados no ano até agora.

Financiadas por emissões de notas conversíveis e equity, essas movimentações reforçam a tese de que instituições como a Strategy veem o Bitcoin como hedge perfeito contra a inflação e a desvalorização fiat, independentemente de ruídos macroeconômicos de curto prazo como as tarifas de Trump.

Holdings da Strategy: 3% do bitcoin existente

Com 687.410 BTC em carteira a um custo médio de US$ 75.353 por unidade, a Strategy ostenta lucros não realizados substanciais com o BTC negociado na faixa dos US$ 92-93 mil. Isso representa mais de 3% do suprimento total limitado a 21 milhões de unidades, consolidando a empresa como a maior detentora corporativa do ativo.

Em quatro anos, foram realizadas 94 aquisições, um ritmo implacável que sinaliza continuidade. Para investidores brasileiros, vale notar que, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 499.883,42 nesta segunda-feira (19/01), com variação de -2,39% em 24h e volume de 184,77 BTC.

Esse marco não é mero número: é prova de que o acúmulo institucional persiste, contrastando com vendas em pânico de traders de varejo.

Reação das Ações MSTR e Perspectiva Bullish

As ações da Strategy (MSTR) reagiram positivamente, subindo 1,6% recentemente e acumulando ganhos de 4% na semana e 12% no ano até o momento, conforme dados de mercado. Apesar de quedas anuais em meio à volatilidade, o papel é visto como proxy alavancado ao Bitcoin, atraindo investidores que buscam exposição indireta.

Enquanto o mercado cripto recua por liquidez apertada entre US$ 96-98 mil e temores tarifários, o otimismo de Saylor reforça a narrativa de alta: quedas são oportunidades de compra para quem entende o valor de longo prazo do BTC. Instituições não vendem; elas acumulam.

O Que Esperar Agora

Monitore anúncios oficiais da Strategy nos próximos dias, pois posts como “Bigger Orange” historicamente precedem compras maiores. Com o BTC em território de lucro para a empresa e influxos em ETFs bitcoin superando US$ 1,4 bilhão na semana, o viés de alta permanece intacto. Para brasileiros, plataformas como a Binance oferecem acesso facilitado a esse movimento global.


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