Multidão cartoon de investidores varejistas correndo animados para símbolo BTC com gráfico de buscas subindo, indicando retorno do varejo ao Bitcoin

Google Trends: Buscas por Bitcoin Disparam e Indicam Retorno do Varejo

A massa está voltando? O volume de buscas por Bitcoin no Google Trends atingiu pontuação máxima de 100 na semana iniciada em 1º de fevereiro, o maior nível em 12 meses. Esse pico coincide com a queda do BTC para US$ 60 mil, pela primeira vez desde outubro de 2024, antes de uma recuperação para cerca de US$ 70 mil. Para André Dragosch, head de Europa da Bitwise, isso indica que o investidor varejo está retornando ao mercado, atraído pela volatilidade que pode sinalizar o fundo do ciclo.


Pico Histórico no Google Trends

O interesse global por “Bitcoin” explodiu nos últimos dias, conforme dados provisórios do Google Trends. A pontuação máxima reflete um aumento significativo em relação ao pico anterior de 95, registrado em novembro de 2024, quando o BTC rompeu os US$ 100 mil para baixo. Essa métrica é amplamente usada por analistas para medir o apetite do varejo, que historicamente surge em momentos de grandes oscilações — seja em altas explosivas ou correções acentuadas.

No contexto atual, o Bitcoin despencou de cerca de US$ 81.500 no dia 1º para US$ 60 mil em cinco dias, uma queda de mais de 15% na semana. Apesar da recuperação parcial para US$ 70.740, o movimento reacendeu a curiosidade da audiência leiga, que busca entender se essa é uma oportunidade ou apenas mais ruído de curto prazo. O mercado está construindo bases sólidas, e esses picos de busca frequentemente precedem fluxos de capital renovados.

Declaração da Bitwise e Sinais do Mercado

André Dragosch, head de Europa da Bitwise, foi direto em sua análise no X (antigo Twitter): “Retail is coming back”. Sua observação reforça a tese de que a volatilidade atual está atraindo o investidor comum de volta ao jogo, especialmente após meses de domínio institucional via ETFs e tesourarias corporativas. Julio Moreno, head de research da CryptoQuant, complementa: o Coinbase premium virou positivo pela primeira vez desde meados de janeiro, indicando compras de investidores americanos no patamar dos US$ 60 mil.

Analista Ran Neuner vai além, afirmando que “todos os métricos indicam que o Bitcoin nunca esteve tão subvalorizado em base relativa”. Esses comentários de participantes respeitados sugerem que o varejo não está apenas curioso, mas posicionando-se para uma potencial reversão. Os fundamentos se fortalecem com a adoção contínua, e ciclos passados mostram que picos de busca varejista marcam viradas importantes.

Indicadores de Sentimento e Cotação Atual

Apesar do otimismo, o mercado exibe cautela. O Crypto Fear & Greed Index despencou para 6, nível de “Medo Extremo” não visto desde junho de 2022. Esse contraponto clássico — varejo entrando quando o pânico domina — é visto por muitos como sinal de capitulação e oportunidade de entrada. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 358.564,76, com alta de 3,48% nas últimas 24 horas e volume de 861 BTC.

Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 68.333, refletindo a dinâmica global. Com o dólar a R$ 5,22, o equivalente em reais reforça a atratividade para investidores locais, especialmente em um ciclo onde a adoção varejista pode impulsionar a próxima perna de alta.

Oportunidade de Ciclo para Investidores

Esse retorno do varejo não é isolado: ele se alinha à narrativa macro de adoção global, pós-halving e com fluxos institucionais recordes em ETFs. Historicamente, quando buscas disparam em fundos de preço, o mercado inicia reconstrução. Vale monitorar se esse momentum se sustenta, mas os dados sugerem que estamos em uma fase de acumulação estratégica. Para o investidor comum, é o momento de contextualizar a volatilidade como parte do ciclo maior de valorização do Bitcoin.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma digital brutalista rachando com token despencando pela fissura em -65%, simbolizando desastre no lançamento RNBW DeFi

Desastre no Lançamento: Token RNBW Despenca 65% após Erros

A estreia do token RNBW da carteira Rainbow no ecossistema Base transformou-se em pesadelo: uma queda de mais de 65% em relação ao preço do ICO no primeiro dia de negociação, em 5 de fevereiro de 2026. Relatos de atrasos na distribuição para investidores iniciais e sobrecarga no indexador de tokens expuseram falhas técnicas críticas durante o TGE (Token Generation Event), punindo o mercado em meio a uma venda generalizada de criptoativos.


Detalhes do Lançamento e Queda de Preço

O token RNBW, nativo da Rainbow Wallet — uma carteira auto-custodial multichain conhecida por seu programa de recompensas gamificado —, foi lançado na layer 2 Base, construída sobre Ethereum. O ICO ocorreu em dezembro de 2025 via CoinList, vendendo 30 milhões de tokens (3% do suprimento total) a US$ 0,10 cada, implicando uma FDV (Fully Diluted Valuation) de US$ 100 milhões.

No primeiro dia de trading, 5 de fevereiro, o RNBW atingiu máxima de US$ 0,05 na Coinbase, mas fechou em torno de US$ 0,034, uma desvalorização de mais de 30%. No dia seguinte, caiu para US$ 0,032, reduzindo a FDV para cerca de US$ 32 milhões. Investidores do ICO enfrentam prejuízos de 68%, agravados para usuários americanos cujo desbloqueio completo só ocorre em dezembro de 2026, conforme termos da CoinList.

Essa performance contrastou com expectativas no Polymarket, onde apostas previam FDV acima de US$ 100 milhões logo após o TGE. A métrica on-chain revela baixa liquidez inicial e pressão vendedora imediata.

Falhas Técnicas: Sobrecarga no Backend

O cofundador Mike Demarais atribuiu os atrasos a uma sobrecarga no "backend token indexer", componente responsável por rastrear e distribuir tokens com base em claims de usuários. Em projetos DeFi, indexadores são cruciais para mapear saldos on-chain de forma eficiente, especialmente em airdrops ligados a pontos acumulados via atividade na wallet.

Usuários relataram não receber tokens reivindicados, gerando frustração em redes sociais. O CEO Alex LaPrade defendeu a data do TGE como "o melhor dia possível", apesar do contexto de liquidações de US$ 2,6 bilhões no mercado cripto, com Bitcoin caindo para perto de US$ 60.000 — cerca de 50% abaixo de sua máxima histórica de US$ 126.080 em outubro de 2025.

Acusações de "scam" e pedidos de reembolso surgiram, destacando como falhas em infraestrutura técnica podem erodir confiança rapidamente em ecossistemas como Base, onde transações diárias e TVL dependem de execução impecável.

Rainbow Wallet e Ecossistema Base

A Rainbow Wallet, financiada com US$ 21 milhões (incluindo US$ 18 milhões em Series A de 2022 liderada por Seven Seven Six de Alexis Ohanian), integra pontos de recompensas a atividades on-chain, convertidos em elegibilidade para airdrops de RNBW. Essa gamificação atraiu usuários de concorrentes como MetaMask, mas o lançamento expôs limitações em escalabilidade.

No Base — layer 2 otimizada para DeFi com baixas taxas —, o token visa utility em governança e recompensas. Contudo, o episódio reforça que inovação em UX (user experience) não basta sem robustez backend. Métricas como usuários ativos e volume de transações diárias serão chave para recuperação.

Lições para Lançamentos em DeFi

Este caso ilustra a importância de testes rigorosos em smart contracts e indexadores antes do TGE. Em DeFi, onde "código é lei", atrasos na distribuição equivalem a breaches de confiança. Projetos devem priorizar auditorias on-chain, simulações de carga e transparência em repositórios GitHub para mitigar riscos.

Para investidores brasileiros, monitore TVL do protocolo e adoção real além do hype. A punição de 65% sinaliza que o mercado premia execução técnica sobre narrativas.


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Rede isométrica XRPL expandindo com nodos DeFi luminosos e XRP central, simbolizando roadmap institucional e alta de 20% do preço

Roadmap DeFi da Ripple: Upgrades Técnicos Impulsionam XRP

O XRP Ledger (XRPL) está se transformando em um ecossistema completo para finanças institucionais, com o roadmap de DeFi divulgado pela Ripple. Anúncios de upgrades como empréstimos nativos via XLS-66 e mercados permissionados impulsionaram o XRP em quase 20% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 1,50 e capitalização de mercado de US$ 91,3 bilhões. Em meio a um mercado em baixa, esses fundamentos técnicos atraem instituições em busca de compliance e eficiência.


Contexto da Alta: Mercado em Queda, XRP em Alta

A valorização expressiva do XRP ocorre enquanto Bitcoin cai abaixo de US$ 70.000 e Ethereum perde 25% na semana. O volume de negociação do XRP saltou para US$ 16,5 bilhões em 24 horas, com ganho de mais de 13% contra BTC. Esse desempenho reflete confiança nos anúncios da Ripple, incluindo suporte ao Hyperliquid via Ripple Prime para liquidez em derivativos on-chain.

No momento da redação, XRP cotava a US$ 1,42 (R$ 7,43), mas a tendência técnica sugere continuidade se os upgrades se materializarem. Métricas on-chain como transações diárias e reservas de XRP para contas ativas serão chave para monitorar adoção real.

O Roadmap de DeFi Institucional: Do Que Já Existe ao Futuro

O roadmap Institutional DeFi posiciona XRP como primitiva de liquidez em pagamentos, FX, colateral e crédito. Já disponíveis: Multi-Purpose Token (MPT) para ativos tokenizados com metadados; Credentials e Permissioned Domains para controle de acesso via KYC/AML; Token Escrow e Batch Transactions para liquidações atômicas DvP (delivery-versus-payment).

Esses primitives formam a base para fluxos regulados, onde XRP atua como ponte automática entre stablecoins e tokens, consumindo taxas que queimam o ativo nativo. O XRPL EVM sidechain, bridged via Axelar, permite smart contracts Solidity com acesso à liquidez XRPL.

XLS-66: Empréstimos Nativos e o ‘Banco’ no Ledger

O destaque é o XLS-66 Lending Protocol, parte do XRPL v3.1.0, que introduz vaults de ativo único para empréstimos fixos com automação de repayment. Funciona assim: underwriting off-chain, mas contratos e mecânicas on-ledger via Single-Asset Vaults. Isso permite crédito permissionado sem complexidade de EVM, mantendo velocidade e baixo custo do XRPL (3-5s por transação).

Por que muda o jogo? Empréstimos nativos aumentam demanda por XRP em reserves (mínimo 10 XRP por conta), fees de transação e bridging FX. Diferente de reempacotagens EVM, é nativo ao ledger, escalável para instituições. Roadmap inclui Permissioned DEX (Q2 2026), Confidential Transfers com ZK-proofs (Q1) e Smart Escrows.

Implicações: Adoção Real e Métricas a Monitorar

Esses upgrades visam um ‘sistema operacional’ para finanças reais, reduzindo fricção para instituições. TVL em XRPL deve crescer com lending e tokenização; usuários ativos e commits no GitHub XRPL serão indicadores de tração. Enquanto euforia em torno do preço existe, o valor real virá de volume on-chain e parcerias como Ripple Prime + Hyperliquid.

Investidores devem observar o fechamento semanal acima da EMA 200 para confirmação técnica. O roadmap reforça XRPL como infraestrutura, não especulação.


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Banqueiros cartoon depositando Bitcoin dourado como colateral, ativando fluxo de liquidez cyan, simbolizando empréstimos cripto em bancos russos

Bitcoin como Garantia: Bancos Russos Iniciam Crédito Cripto

Bancos russos estão integrando o Bitcoin ao dia a dia financeiro: o Sovcombank virou o primeiro a oferecer publicamente empréstimos com BTC como garantia, sem precisar vender o ativo. Já o gigante Sberbank planeja expandir para clientes corporativos após piloto bem-sucedido. Isso dá liquidez a mineradores e empresas, preservando o potencial de valorização do Bitcoin – que segundo o Cointrader Monitor está a R$ 360.285 (+4,38% em 24h). Mas e para nós, brasileiros?


Como funciona no Sovcombank

O Sovcombank, nono maior banco russo, lançou o produto para pessoas físicas e jurídicas que possuem Bitcoin legalmente. Você deposita BTC como colateral – geralmente o dobro do valor do empréstimo – e recebe rublo emprestado, com taxa de 23% ao ano, prazo de até 2 anos. Se o BTC cair muito, pode perder o colateral, mas evita vender na baixa e pagar impostos sobre ganho de capital.

É prático para miners russos, que legalizaram a atividade em novembro de 2024. O banco ainda oferece conta grátis e transferências ilimitadas até 1 milhão de rublos (cerca de R$ 60 mil, com o dólar a R$ 5,21) para novos clientes no registro de mineradores. Isso ajuda no fluxo de caixa diário, sem diluir holdings de longo prazo.

Sberbank expande após teste inicial

O Sberbank, maior banco da Rússia por ativos, testou em dezembro de 2025 um empréstimo para a mineradora Intelion Data, usando BTC minerado como garantia. Deu certo na parte técnica e agora planejam massificar para corporativos. Estão dialogando com o Banco Central russo para regras claras, focando em modelos de risco de cada negócio.

Interesse é alto entre empresas com cripto, mas depende da regulação final em julho. Diferente de bancos globais como JPMorgan, aqui é uso corporativo puro, sem especulação. Para o russo médio, ainda é nicho, mas abre porta para integração financeira real.

Por que isso faz sentido para empresas

Imagine uma mineradora: minerou BTC, mas precisa de rublo para salários, equipamentos ou expansão. Em vez de vender (e perder upside se BTC subir para R$ 500 mil), usa como garantia. É como penhorar ouro no banco: acessa capital mantendo o ativo. Na Rússia, com energia barata e mineração legal, isso impulsiona o setor.

Riscos? Volatilidade do BTC exige colateral sobrado (2x é padrão) e monitoramento diário. Se cair 50%, banco liquida parte. Mas para empresas estáveis, é ferramenta útil de tesouraria, como reservas em dólar para brasileiros.

E no Brasil, quando teremos isso?

Aqui, o Banco Central é cauteloso com cripto como colateral bancário, priorizando estabilidade. Plataformas como Mercado Bitcoin oferecem empréstimos P2P com garantia em cripto, mas não bancos tradicionais. Com a Lei 14.478/2022 regulando VASPs, pode evoluir – pense em Nubank ou Itaú testando para PJ.

Para você, leitor: se tem BTC acumulado, plataformas DeFi como Aave permitem empréstimos globais (em stablecoins), mas com riscos de smart contracts. Monitore BC e exchanges BR. No curto prazo, venda parcial ou linhas de crédito tradicionais ainda são mais seguras. Vale ficar de olho: liquidez sem imposto de ganho pode mudar o jogo para holders brasileiros.


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Olho de furacão digital com nüleo BTC calmo e bordas turbulentas em cyan e laranja, simbolizando calmaria antes da volatilidade no Bitcoin

Funding Rate Mínimo e US$ 2,1 Bi em Opções: Volatilidade no BTC

O Bitcoin recuperou de uma mínima de US$ 60.300 para próximo de US$ 69.300 em meio a compras na baixa, mas os dados mostram sinais de tensão nos derivativos. O funding rate em mínima histórica desde 2023 atingiu níveis negativos, enquanto opções no valor de US$ 2,1 bilhões expiram nesta sexta-feira, potencializando a volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 359.870 (+4,35% em 24h) reflete essa dinâmica instável no mercado brasileiro.


Recuperação Recente e Queda no Funding Rate

Os dados compilados por plataformas como CoinGlass indicam que o Bitcoin caiu para US$ 60.245 recentemente, partindo de máximas de outubro passado. A recuperação observada ocorreu com volume de negociações elevadas, mas acompanhada por uma redução acentuada no open interest de futuros, sinalizando redução de alavancagem pelos traders.

O funding rate, métrica chave nos contratos perpétuos, despencou para o menor patamar desde 2023. Esse indicador reflete pagamentos periódicos entre posições longas (compradas) e curtas (vendidas). Taxas negativas, como as atuais, ocorrem quando shorts pagam longs, sugerindo expectativa de continuidade da baixa pelos participantes do mercado. Mais de US$ 1 bilhão em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, reforçando essa pressão.

No momento da consulta, o dólar opera a R$ 5,22, enquanto o BTC em USD está em torno de US$ 68.600, alinhando com a cotação local de R$ 359.870.

Funding Rate: Indicador de Sentimento nos Derivativos

O funding rate é calculado com base no prêmio dos contratos perpétuos em relação ao preço spot, ajustando o equilíbrio entre longs e shorts a cada poucas horas. Níveis negativos prolongados, como os atuais, historicamente precedem períodos de baixa contínua ou consolidação, pois indicam domínio de posições de baixa. Os dados mostram que essa mínima coincide com o Crypto Fear and Greed Index em zona de extremo medo, nível que frequentemente marca fundos de ciclos de alta.

Traders experientes monitoram esse indicador para ajustes de risco, especialmente em mercados alavancados. A combinação com queda no volume de futuros sugere uma calmaria aparente, mas com potencial para explosão de volatilidade à medida que posições são realinhadas.

Vencimento de Opções: US$ 2,1 Bilhões em Jogo

O evento principal desta semana é o vencimento de opções de Bitcoin totalizando US$ 2,1 bilhões, concentrado em plataformas como Deribit. O put/call ratio de 0,60 reflete posicionamento de alta pré-queda, com a maioria das calls fora do dinheiro. O max pain está em US$ 82.000, nível onde o maior número de opções expira sem valor, incentivando movimentos de preço para essa zona pré-expiry.

Esses eventos frequentemente geram volatilidade, com dealers hedgeando posições e gamma squeezes amplificando oscilações. Investidores devem observar o fechamento semanal para sinais de direção pós-expiry.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico semanal, o RSI atingiu território de oversold pela primeira vez desde julho de 2022, padrão seguido de rebotes históricos. O preço tocou o alvo de um padrão de rising wedge, medido em 42% do ponto mais largo, projetando exatamente US$ 60.000. Sinais de hammer candlestick emergem, com fechamento acima de US$ 69.000 confirmando potencial reversão.

Níveis a monitorar incluem suporte em US$ 60.000-60.300 e resistências em US$ 69.300 e US$ 82.000 (max pain). No entanto, os dados admitem risco de dead-cat bounce, onde rebotes curtos precedem novas quedas. A média móvel de 200 semanas permanece como referência de longo prazo.


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Líder tech cartoon defendendo escudo BTC dourado contra onda quântica roxa, simbolizando plano de Saylor contra ameaça à segurança do Bitcoin

Bitcoin vs Computação Quântica: Plano de Defesa de Saylor

Criptografia em xeque? Durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre, Michael Saylor, da Strategy, anunciou um programa de segurança dedicado ao Bitcoin para enfrentar incertezas da computação quântica. Em vez de pânico, ele enfatiza planejamento de longo prazo. Pense assim: é como preparar a casa para uma tempestade distante, não uma emergência agora. Isso reforça o compromisso com o ativo, apesar de uma perda trimestral de US$ 12,4 bilhões reportada.


O que é computação quântica e por que ameaça o Bitcoin?

Em outras palavras, computadores quânticos usam qubits em vez de bits tradicionais (0 ou 1). Um qubit pode ser 0, 1 ou ambos ao mesmo tempo, graças ao fenômeno da superposição. Isso significa que eles resolvem problemas complexos muito mais rápido que computadores comuns.

Isso preocupa o Bitcoin porque sua segurança depende de criptografia como o ECDSA (Elliptic Curve Digital Signature Algorithm), que assina transações. Um algoritmo quântico chamado Shor poderia, teoricamente, quebrar essas chaves públicas derivando chaves privadas em minutos, em vez de bilhões de anos. Mas calma: computadores quânticos viáveis para isso precisam de milhões de qubits estáveis. Hoje, os melhores têm centenas, e falham rápido. É um risco futuro, não iminente.

Pense na analogia brasileira: como tentar abrir um cofre de banco com um alfinete. Computadores atuais nem arranham; quânticos podem furar, mas ainda não existem.

O anúncio da Strategy e o compromisso de Saylor

Na call de earnings da Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, Saylor revisitou FUDs históricos superados pelo Bitcoin — como ataques de 51%, escalabilidade e regulação. Quantum é o próximo, mas ele posiciona como desafio engenheiro de longo prazo, mais de uma década distante.

Ações da Strategy caíram 17% na quinta (US$ 104), mas subiram 5-6% pré-mercado com Bitcoin em US$ 65.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 359.806,84 (+4,39% em 24h).

Isso mostra confiança: em vez de vender, planejam defender suas reservas (centenas de milhares de BTC).

Soluções técnicas já em desenvolvimento

A boa notícia? A comunidade Bitcoin não espera. Pesquisas em criptografia quantum-resistant (resistente a quânticos) avançam. Algoritmos como Lamport signatures, XMSS ou Dilithium podem substituir ECDSA via soft fork — atualização consensual sem dividir a rede.

Em termos simples: é como trocar as fechaduras da casa antes do ladrão chegar. O NIST (instituto americano de padrões) já padroniza esses algoritmos pós-quânticos. Bitcoin pode migrar chaves antigas para novas, protegendo UTXOs não gastas. Quem tem BTC antigos pode transferir para endereços seguros quando necessário.

Saylor destaca: a rede é antifrágil, melhora com desafios.

O que isso significa para você, investidor iniciante?

Fique tranquilo: quantum é especulativo e distante. Foque no presente — hodle seu Bitcoin em carteiras seguras, use hardware wallets. A Strategy lidera por exemplo, coordenando esforços. Você não precisa ser expert; basta saber que soluções existem e o ecossistema age proativamente.

Em resumo, esse anúncio afasta FUD e constrói confiança. Parabéns por se informar — conhecimento é sua melhor defesa!


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Balança cartoon equilibrando pequeno peso 0.1% dourado e pilha de regras burocráticas, com personagem hub cripto confiante, ilustrando proposta fiscal no Vietnãm

Fisco no Vietnã Propõe 0,1% de Imposto em Transações Cripto

O governo do Vietnã, por meio do Ministério das Finanças, divulgou um rascunho de política que propõe a taxação de transações com criptoativos a uma alíquota de 0,1% sobre o valor de cada transferência realizada via provedores licenciados. A medida equipara os ativos digitais às negociações de ações no país, com isenção de IVA e imposto corporativo de 20% sobre lucros. Ainda em fase de consulta pública, a iniciativa sinaliza a formalização do mercado em um dos maiores hubs cripto do Sudeste Asiático.


Detalhes da Proposta Fiscal

A proposta define criptoativos como bens digitais protegidos por tecnologias criptográficas, abrangendo emissão, armazenamento e transferência. Para pessoas físicas, o imposto de 0,1% incide independentemente da residência, aplicando-se a toda transação via plataformas reguladas. Empresas sediadas no Vietnã enfrentarão 20% de imposto de renda corporativa sobre ganhos líquidos, deduzidos custos de aquisição e despesas operacionais.

Transações e negociações ficam isentas de IVA, alinhando-se à tributação de valores mobiliários tradicionais. O rascunho, reportado pelo Hanoi Times, busca capturar receitas fiscais de um mercado informal, impulsionado pela alta adoção local — o Vietnã ocupa o quarto lugar global segundo a Chainalysis.

Requisitos Rigorosos para Exchanges

Operadoras de exchanges enfrentarão barreiras elevadas: capital social mínimo de 10 trilhões de dong vietnamita (cerca de US$ 408 milhões), superior ao exigido para bancos comerciais. A participação estrangeira fica limitada a 49% do patrimônio. Esses critérios explicam a ausência de candidaturas ao piloto regulatório de cinco anos, lançado em setembro de 2025.

Inscrições para licenças abrem em 20 de janeiro de 2026, sob supervisão da Comissão de Valores Mobiliários Estatal (SSC). O foco é migrar atividades offshore para canais onshore tributáveis, integrando o ecossistema financeiro nacional.

Contexto Geopolítico e Adoção Regional

No Sudeste Asiático, o Vietnã destaca-se pela adoção acelerada de cripto, contrastando com abordagens vizinhas. Singapura aplica impostos sobre ganhos de capital para traders frequentes, enquanto a Tailândia cobra 15% sobre lucros. A Indonésia exige registro de exchanges locais. Diferente da China, com proibições totais, o modelo vietnamita busca equilíbrio entre inovação e controle fiscal.

Para investidores globais, incluindo brasileiros, a proposta reforça o Vietnã como polo emergente, mas com riscos regulatórios elevados. Autoridades visam formalizar um mercado estimado em bilhões, alinhando-se a tendências asiáticas de supervisão sem sufocar o crescimento.

Implicações para Investidores Internacionais

A taxação uniforme atrai conformidade, mas o alto patamar de capital pode limitar concorrência, favorecendo players globais com presença local. Investidores devem monitorar a aprovação final, que pode influenciar fluxos para o Sudeste Asiático. No contexto macro, reflete a geopolítica cripto: nações em desenvolvimento usam regulação para capturar valor de ativos digitais.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Investidor cartoon segurando stablecoin USDT com bolso apertado por mão fiscal marcada IOF 3.5%, ilustrando impacto de novo imposto no Brasil

Stablecoins com IOF de 3,5%: Impacto no Seu Bolso

O governo brasileiro estuda taxar stablecoins com IOF de 3,5%, equiparando-as a operações de câmbio tradicional. Após o Banco Central classificar compras, vendas e remessas com USDT ou USDC como câmbio a partir de fevereiro de 2026, a Receita Federal pode cobrar o imposto. Para quem usa essas moedas para enviar dinheiro ao exterior ou proteger o capital da inflação, isso significa custo extra imediato no dia a dia.


O Plano do Governo em Detalhes

O Banco Central publicou normas que enquadram transações com stablecoins como operações cambiais: compras, vendas, trocas, pagamentos internacionais e até repasses para cartões. Isso fecha uma brecha usada por brasileiros para movimentar valores sem IOF, como remessas familiares ou importações. No primeiro semestre de 2025, R$ 227 bilhões foram negociados em cripto, com USDT respondendo por 67%. Uma fonte estima perda de até US$ 30 bilhões anuais em impostos para o governo.

A Receita precisa regulamentar para o IOF valer, mas o movimento é claro: stablecoins viram ‘dólar digital’ para fins tributários. Não é sobre ganhos de capital (já taxados acima de R$ 35 mil/mês), mas sobre cada transação de câmbio.

Quanto Isso Custa no Seu Bolso?

Imagine enviar R$ 1.000 para sua família nos EUA via USDT. Hoje, só spread da exchange. Com IOF de 3,5%, são R$ 35 extras por operação – equivalente a um tanque de gasolina ou duas semanas de feira. Para R$ 10 mil mensais em remessas, o custo sobe R$ 350/mês, ou R$ 4.200/ano.

Para proteção de capital, converter salário em USDC para fugir da inflação? Cada ida e volta ao real gera IOF duplo (7%). É como o câmbio tradicional nas casas de câmbio, onde você já paga isso há anos. Empresas importadoras também sentem: insumos pagos em stablecoin sem IOF hoje podem virar alvo de imposto de importação retroativo.

Quem Sente Mais o Impacto?

Você, que manda dinheiro para parentes no Paraguai ou Argentina. O freelancer recebendo em dólar via Upwork e convertendo em USDT. A pequena empresa comprando suprimentos da China sem declarar tudo. Com 20% de alta no volume cripto, stablecoins eram a ‘conta em dólar barata’ para o brasileiro médio – sem burocracia do BC e sem IOF. Agora, perde vantagem sobre TED internacional (IOF 1,1% em alguns casos) ou Western Union (taxas altas).

Volume real: USDT domina porque é estável como dólar, mas sem o custo cambial. Com IOF, pode migrar para Pix internacional (em teste) ou contas em dólar via nomads.

Como se Preparar Agora?

  1. Monitore a Receita: A norma sai em breve, válida a partir de fevereiro de 2026. Consulte contador especializado em cripto.
  2. Calcule custos: Use exchanges transparentes e compare com câmbio tradicional. Para remessas pequenas, avalie Wise ou Remessa Online.
  3. Diversifique: Mantenha parte em reais rentáveis (CDBs acima de CDI) ou BTC/ETH para longo prazo, mas evite alavancagem.
  4. Registre tudo: Declare no IRPF para evitar multas. Ferramentas como Calculadora Cripto da Receita ajudam.

Não entre em pânico: IOF nivela o jogo, mas stablecoins ainda saem na frente em velocidade e privacidade. Ajuste sua estratégia e o impacto fica gerenciável.


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📌 Nota: A fonte original estava temporariamente indisponível; conteúdo baseado em reportagens correlatas da Reuters e Bitcoin.com News.

Vault digital hexagonal com porta entreaberta vazando fluxo dourado de BTC caótico em vórtice vermelho, simbolizando erro operacional na Bithumb

Erro Bilionário na Bithumb: Airdrop de 2.000 BTC Causa Pânico

Seu saldo está seguro em exchanges? O caso da Bithumb mostra que o perigo pode vir de dentro. Nesta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, um erro operacional na exchange sul-coreana distribuiu acidentalmente 2.000 BTC a centenas de usuários em vez de uma recompensa de 2.000 wons coreanos (cerca de US$ 1,50). As vendas em pânico causaram uma queda de até 15,8% no preço local do Bitcoin, que despencou para US$ 55.000, enquanto o mercado global se manteve estável. É importante considerar: falhas internas persistem mesmo em grandes plataformas.


O Erro Operacional Revelado

Durante um evento promocional de recompensas, um membro da equipe da Bithumb confundiu os ativos e creditou saldos fantasmas de 2.000 BTC em centenas de contas, conforme detalhado na cobertura da CoinDesk. Esses valores existiam apenas no ledger interno da exchange, sem movimentação on-chain. Usuários, ao verem fortunas inesperadas, iniciaram vendas imediatas, sobrecarregando o livro de ordens BTC/KRW.

O risco aqui é claro: um simples erro humano pode injetar liquidez artificial e distorcer preços locais. Na Bithumb, o Bitcoin chegou a 81 milhões de wons (equivalente a US$ 55.000), 15,8% abaixo das cotações em plataformas como Binance e Coinbase. Felizmente, controles internos detectaram a anomalia em minutos, restringindo as contas afetadas.

Resposta da Exchange e Contenção do Dano

A Bithumb confirmou o incidente em comunicado oficial, afirmando que os preços normalizaram em cerca de cinco minutos e que seu sistema de prevenção de liquidações evitou cascata de perdas. A exchange negou qualquer hack ou brecha de segurança, garantindo que ativos dos clientes permanecem intactos e operações normais prosseguem.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 373.987,79 no Brasil (+10,65% em 24h), mostrando que o impacto ficou restrito à Bithumb devido ao seu livro de ordens isolado. No entanto, atenção para o potencial de pânico propagado em mercados interconectados.

Histórico de Riscos na Bithumb

A Bithumb tem um passado preocupante. Em 2017, sofreu vazamento de dados expondo clientes, e em 2020 foi responsabilizada parcialmente por perda de US$ 27.200 de um usuário. Mudanças societárias, como a venda de 50% para o BK Global em 2018, ocorreram em meio a retrações no setor. Esses episódios reforçam vulnerabilidades operacionais em exchanges centralizadas.

É possível que, apesar do amadurecimento, falhas humanas continuem a expor custodiantes a riscos bilionários — 2.000 BTC valem cerca de US$ 142 milhões hoje. Investidores devem questionar: controles internos são suficientes contra erros internos?

Lições para Proteger Seu Saldo

O que observar daqui para frente? Monitore anúncios de auditorias e melhorias em protocolos de recompensas nas exchanges que você usa. Diversifique custódia, priorize self-custody para saldos significativos e evite concentrar fundos em uma única plataforma. Casos como esse diferenciam risco real de FUD: aqui, o perigo é operacional, não especulativo.

Os dados sugerem que, mesmo com respostas rápidas, a confiança pode erosionar. Vale monitorar volumes e spreads na Bithumb nas próximas horas para sinais de saída de usuários.


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Núcleo dourado Bitcoin impulsionado por rede cyan institucional após absorver ondas vermelhas, com 71K luminoso marcando recuperação técnica

Bitcoin Supera US$ 71 Mil Após Queda: Recuperação Técnica

Bitcoin volta aos US$ 71 mil: recuperação histórica ou armadilha de urso? Após tocar US$ 60 mil na quinta-feira em capitulação extrema, o BTC registrou uma reversão V-shaped, subindo mais de 17% em horas e alcançando US$ 71.372 nesta sexta-feira. Volumes atingiram picos de dois anos e RSI em zona de sobrevenda sinalizam absorção da oferta por institucionais, conforme reportado por CoinDesk.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin recuperou integralmente a queda de quinta-feira, com alta de 3,45% nas últimas 24 horas e pico intradiário de US$ 71.224, de acordo com U.Today. Essa trajetória marca o potencial maior ganho diário desde março de 2023, superando eventos como a crise SVB. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 373.936, com variação de +10,28% em 24 horas e volume de 1.171 BTC.

A recuperação para o nível de 5 de fevereiro demonstra resiliência, com o preço estabilizando acima da zona de suporte psicológico de US$ 70.000. Ether subiu 2,2%, Solana 2% e XRP impressionantes 17% no mesmo período.

Contexto Técnico: RSI e Volumes

Indicadores técnicos confirmam a reversão. O RSI (14 períodos) atingiu níveis profundamente na zona de sobrevenda, abaixo de 30, típico de capitulações que precedem rebotes. Paul Howard, da Wincent, destacou volumes de BTC e ETH nos maiores em mais de dois anos, sugerindo entrada agressiva de compradores. Essa configuração técnica — sobrevenda + pico de volume — frequentemente resulta em reversões de curto prazo, embora a sustentabilidade dependa de confirmações adicionais.

Gráficos de 14 meses mostram o BTC retornando a níveis pré-queda, testando a média móvel de 50 dias em torno de US$ 70.500. A ausência de resistência imediata acima de US$ 71.000 reforça o momentum altista inicial.

Reação Institucional e Ações Relacionadas

Ações proxy do ecossistema cripto dispararam: MicroStrategy (MSTR) +14%, MARA Holdings +12% e Galaxy Digital +15%, apesar de prejuízos reportados como os US$ 14,2 bilhões da MSTR no Q4. Michael Saylor anunciou programa de segurança quântica para Bitcoin, interpretado por alguns como sinal de fundo. Esses movimentos indicam que institucionais absorveram a oferta durante a queda, estabilizando o mercado.

O volume spot vs. derivativos sugere predominância de fluxos institucionais, com redução em posições alavancadas de varejo liquidadas na baixa.

Níveis Chave a Observar

Suportes imediatos em US$ 68.000 (próxima média móvel) e US$ 70.000 (psicológico). Resistências em US$ 72.500 (ATH recente) e US$ 75.000. Volumes sustentados acima de US$ 50 bilhões diários e RSI retornando a 50 validariam continuação. Traders devem monitorar open interest em exchanges e fluxos ETF para avaliação da força.

No Brasil, equivalentes em BRL testam R$ 370.000 como suporte. Os dados atuais apontam para consolidação, mas volatilidade persiste em ativos de risco.


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Burocratas cartoon entregando pergaminhos com selos OCC a personagens stablecoin e Ripple estilizados, simbolizando licenças bancárias históricas nos EUA

EUA Concedem Licenças Bancárias a Circle, Ripple e Gigantes Cripto

O Escritório do Controlador da Moeda dos EUA (OCC) concedeu licenças de banco de confiança nacional (National Trust Bank Charter) a cinco gigantes do ecossistema cripto: Circle, Ripple, BitGo, Fidelity Digital Assets e Paxos. Essa decisão histórica, anunciada recentemente, integra formalmente essas empresas ao sistema bancário federal americano, permitindo acesso direto ao Fedwire e supervisão unificada. Cripto agora é banco? Esse movimento do governo americano redefine a legitimidade institucional dos ativos digitais em escala global, com implicações para stablecoins e fluxos financeiros internacionais.


O Poder Estratégico da Licença de Banco de Confiança

A National Trust Bank Charter representa um upgrade regulatório monumental. Diferente de licenças estaduais fragmentadas, ela submete as empresas diretamente à jurisdição federal do OCC, eliminando o labirinto de regras dos 50 estados americanos. Isso garante uniformidade e credibilidade.

Com essa aprovação, as novas “bancas cripto” podem conectar-se ao Fedwire, o coração do sistema de pagamentos da Reserva Federal. Isso significa liquidações instantâneas e de baixo custo para trilhões em transações, algo antes reservado a instituições tradicionais. Além disso, elas agora oferecem serviços de custódia regulados para criptoativos, ações e outros bens, atraindo capital institucional em busca de segurança federal.

O agente interino do OCC, Jonathan Gould, destacou que esses entrantes fortalecem a “dinâmica, competição e diversidade” do sistema bancário, sinalizando uma mudança de postura: de ceticismo para integração controlada.

Por Que Agora? Contexto Regulatório Global

O timing reflete uma confluência de forças geopolíticas e de mercado. Nos EUA, a aprovação de ETFs de Bitcoin em 2024 e a agenda pró-inovação da administração Trump em 2025 pavimentaram o caminho. Em novembro passado, o OCC emitiu orientações permitindo que bancos incorporem blockchain e criptoativos em suas operações centrais.

No cenário global, stablecoins como USDC (da Circle) e aquelas emitidas pela Paxos atingiram US$ 300 bilhões em circulação. Esses ativos digitais, usados em remessas e hedges contra inflação em emergentes como Brasil e Argentina, demandam infraestrutura bancária robusta para mitigar riscos sistêmicos como “black boxes” de custódia e pânicos de corrida.

Países como a União Europeia (com MiCA) e Singapura avançam em frameworks semelhantes, mas os EUA, com o dólar como moeda de reserva, lideram na definição de padrões para liquidação digital. Essa licença não é só americana: influencia jurisdições em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde o Banco Central discute CBDCs e regulações para stablecoins.

Rotas de Expansão das Cinco Gigantes

Cada empresa posiciona-se em nichos estratégicos. A Circle, via First National Digital Currency Bank, eleva o USDC a status bancário, mirando integração com sistemas de pagamento da Fed. A Ripple cria o Ripple National Trust Bank para resolver gargalos em pagamentos cross-border com XRP.

BitGo e Paxos upgradam suas custódias institucionais para nível federal, enquanto Fidelity Digital Assets, braço cripto da gigante tradicional, sinaliza a migração de “velho dinheiro” para ativos digitais sob regulação plena. Juntas, elas constroem uma cadeia completa: emissão, custódia, pagamento e gestão de ativos.

O CEO da Paxos, Charles Cascarilla, celebrou a entrada em uma “nova fase de regulação federal”, destacando a estabilidade para operações em escala.

Implicações Globais para Investidores e Mercados Emergentes

Para o investidor brasileiro, isso acelera a adoção institucional de cripto. Stablecoins reguladas reduzem riscos em transações internacionais, competindo com SWIFT em velocidade e custo. No longo prazo, fortalece o dólar digital via stablecoins, mas abre portas para RWA e DeFi tokenizados.

Enquanto o OCC pavimenta essa ponte, governos globais observam: a China restringe, a UE regula e América Latina experimenta. Os EUA posicionam-se para manter hegemonia em liquidação digital, impactando portfólios em todo o mundo. Vale monitorar como isso influencia aprovações locais e fluxos de capital para emergentes.


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Rede hexagonal DeFi rompendo com cascata de partículas ETH dourado em vórtice descendente, simbolizando liquidação massiva de baleia na Aave

Baleia Despeja US$ 3 Bilhões em ETH: Liquidação na Aave Pressiona Ether

Os dados on-chain mostram que a Trend Research, ligada ao investidor Jack Yi, vendeu 170.033 ETH em apenas 10 horas, equivalentes a cerca de US$ 3,225 bilhões, para quitar empréstimos na Aave. Essa ação faz parte de uma redução maior de posição em mais de 400 mil ETH desde o início de fevereiro, impulsionada pela queda de 30% no preço do Ether para US$ 1.748. O movimento reflete desalavancagem forçada em meio a riscos de liquidação próximos a US$ 1.700.


Mecânica de Desalavancagem na Aave

A Trend Research construiu sua posição em ETH usando o protocolo Aave: comprou Ether em exchanges como a Binance, usou-o como colateral para emprestar stablecoins e reinvestiu esses fundos em mais ETH. O custo médio de aquisição ficou em torno de US$ 3.180 por ETH, resultando em prejuízos não realizados de aproximadamente US$ 469 milhões com o preço atual em US$ 2.076.

Com a recente correção de mercado, o valor do colateral caiu abaixo dos thresholds de liquidação da Aave, entre US$ 1.698 e US$ 1.562. Para evitar perdas totais, a entidade transferiu lotes significativos para a Binance, incluindo 20 mil ETH avaliados em US$ 39,8 milhões recentemente. Essa estratégia reduziu sua exposição de 651 mil para 247 mil ETH em wrapped ETH (AETHWETH).

Escala da Pressão Vendedora On-Chain

Desde 1º de fevereiro, a Trend Research liquidou mais de 411 mil ETH na Binance, com preço médio de venda de US$ 2.294. Os dados da Arkham e Lookonchain confirmam volumes cumulativos acima de US$ 3,5 bilhões em ETH vendido, coincidindo com a queda de 30% no ETH na semana passada. No Brasil, isso equivale a cerca de R$ 10.881 por ETH atualmente.

Essa pressão vendedora colossal contribuiu para testar suportes críticos no gráfico diário do Ether, como a média móvel de 200 dias em torno de US$ 1.800. Apesar da recuperação para US$ 2.076 (+13,8% em 24h), o volume de vendas reflete fragilidade em posições alavancadas no ecossistema DeFi.

Implicações para a Saúde do Mercado Ethereum

A desalavancagem destaca vulnerabilidades on-chain: protocolos como Aave exigem ratios de colateral acima de 150-180% para posições longas em ETH. Com o mercado cripto volátil, baleias como a Trend Research priorizam gerenciamento de risco, evitando liquidações em cascata que amplificariam quedas.

Os dados sugerem que o suporte em US$ 1.700 foi pivotal; uma violação poderia acionar mais de US$ 19 bilhões em liquidações globais, como visto em eventos recentes. Traders devem monitorar o saldo de ETH na Aave e fluxos para exchanges, indicadores chave de pressão vendedora persistente.


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Torre XRP roxa-cyan crescendo sobre BNB dourada com 37% luminoso e baleias impulsionando, marcando rali de 37% e liderança no top 4 cripto

XRP Dispara 37% e Supera BNB no Top 4 das Criptos

O gigante acordou: o XRP disparou 37% em apenas 18 horas, saindo de US$ 1,11 para cerca de US$ 1,50 e retomando o posto de quarta maior criptomoeda por capitalização de mercado, superando o BNB. Esse movimento ocorre em meio a uma recuperação ampla do mercado, com o Bitcoin ultrapassando US$ 70 mil e todos os ativos do CoinDesk 20 em alta. Os fundamentos da XRP Ledger (XRPL), como upgrades para DeFi institucional e atividade crescente de baleias, estão se fortalecendo, confirmando a tese de adoção de longo prazo. No Brasil, o XRP cotado a aproximadamente R$ 7,78 reflete o otimismo.


Recuperação Explosiva Após Queda Brusca

O XRP protagonizou a recuperação mais acentuada entre as majors, subindo 18% em 24 horas para US$ 1,49 após despencar para US$ 1,14 na quinta-feira. Essa volatilidade limpou posições alavancadas, com US$ 26 milhões em liquidações de shorts, pavimentando o caminho para o rebound. Em 18 horas, o salto de 37% o levou a testar US$ 1,54, consolidando ganhos acima de US$ 1,50. Comparado a outros, como HBAR (+13,1%) e SOL (+11,9%), o XRP liderou o CoinDesk 20, que subiu 6,7% para 1.944 pontos.

Esse padrão — queda acentuada seguida de recuperação abrupta — é clássico em ciclos cripto, mas aqui os dados sugerem mais do que mecânica de mercado: o ecossistema está construindo momentum real.

Fundamentos da XRPL Ganham Força

A alta de 20,1% no XRP coincide com avanços na XRP Ledger, como a visão de DeFi institucional promovida pela Ripple. Planos para mercados permissionados, lending e ferramentas de privacidade estão atraindo players maiores. Atividade na rede explodiu, com estabilidade operacional e transações de baleias em alta: quase 1.400 movimentações acima de US$ 100 mil nas últimas 24 horas, o maior volume em quatro meses. Isso indica acumulação estratégica por grandes investidores, alinhada à narrativa de adoção global.

No contexto de ciclos passados, esses upgrades posicionam a XRPL como hub para pagamentos cross-border e finanças tokenizadas, diferenciando o XRP de altcoins especulativas.

Contexto de Mercado e Posição Competitiva

O rali do XRP se beneficia do Bitcoin a US$ 71.360, com variação positiva de 11,47% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 374.087 (+10,53%), refletindo influxos institucionais. O BNB, com alta mais modesta de 7,76% (R$ 3.492), foi ultrapassado pelo XRP em market cap, marcando uma virada significativa no top 4.

Essa rotação para altcoins como XRP sinaliza maturidade do mercado: após dominância do BTC, fluxos migram para ecossistemas com utilidade comprovada, como a XRPL em remessas internacionais.

Perspectivas de Longo Prazo para Investidores

O movimento reforça que volatilidade de curto prazo não define tendências. Com baleias acumulando e upgrades na XRPL, o XRP está se posicionando para adoção em tesourarias corporativas e DeFi regulado. Investidores brasileiros notam o XRP a R$ 7,78 (+20,23%), acessível via plataformas locais. Vale monitorar o suporte em US$ 1,40 e resistência em US$ 1,60, mas os dados sugerem que os fundamentos se fortalecem. Em ciclos como este, paciência recompensa quem foca no crescimento do ecossistema.


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Analistas cartoon de Citi e Matrixport alertando investidor eufórico sobre miragem de alta falsa, representando risco de armadilha no mercado cripto

Alívio ou Armadilha? Citi e Matrixport Alertam Riscos no Cripto

Não se engane com o rebound recente: o Citi cortou o preço-alvo da Coinbase para US$ 400 após queda de 65% da ação desde o pico, citando volumes fracos e atrasos regulatórios. Já a Matrixport classifica a recuperação do Bitcoin como mero alívio, não reversão de tendência, enquanto o CEO da CryptoQuant alerta para risco de venda institucional em cascata. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas.


Citi Revisa Expectativas para Coinbase em Meio a Risco-Off

O banco de Wall Street Citigroup ajustou sua previsão para a exchange Coinbase (COIN), reduzindo o target de US$ 505 para US$ 400. A ação fechou ontem em US$ 146, após despencar 65% do recorde de US$ 450 em julho de 2025. Analistas citam volumes de trading mais fracos, atividade institucional reduzida e atrasos na legislação de estrutura de mercado nos EUA, como o projeto CLARITY.

Apesar do corte, o rating buy/high risk foi mantido, com regulação como principal catalisador. Previsões de receita do 4T25 foram reduzidas 10% para US$ 1,69 bilhão, e EPS ajustado para perda de US$ 2,64, considerando mark-to-market negativo em holdings cripto. Coinbase divulga balanço em 12 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 374.055 (+10,67% em 24h).

Alerta da CryptoQuant: Venda em Cascata Institucional

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, adverte que grandes depósitos de BTC em exchanges sinalizam liquidações forçadas de instituições. Sem rebound significativo em um mês, o efeito dominó pode atingir ETFs, miners e trusts, pressionando preços para baixo e elevando risco de falências entre mineradoras.

“Todo analista de Bitcoin está com viés de baixa agora”, tuitou Ju. Instituições capitulando nos lows terão dificuldade para retornar, demorando a reconstruir confiança. ETFs spot viram outflows recentes, ampliando volatilidade. O mercado ignora esses riscos, mas a história de 2018 e 2022 mostra que vendas institucionais em cadeia prolongam bears.

Matrixport: Rebound é Apenas ‘Repouso Técnico’

A Matrixport analisa que o Bitcoin perdeu suportes chave, como a média de 21 semanas, transformando-os em resistências. O atual otimismo macro — crescimento nos EUA, dólar fraco — não se reflete em momentum sustentável. ETF holders acumularam US$ 54,3 bilhões a custo médio de US$ 90k, gerando prejuízos bilionários que viram pressão de venda em rebounds.

A estrutura lembra o topo do ciclo anterior: consolidação fraca antes de nova perna de baixa. “US$ 73.000 não é o fundo final”, alerta o relatório. Cuidado com bull trap: o viés de baixa persiste até prova em contrário.

Lições Históricas: Sobrevivência no Bear é Prioridade

A história repete: bolhas como dot-com e bear de 2022 seguiram euforia com correções de 70-80%. Citi, Matrixport e CryptoQuant ecoam que exuberância atual mascara fragilidades. Mercado está ignorando volumes decrescentes e posições ‘lotadas’. Proteja capital: monitore ETF flows, suportes técnicos e macro (Fed). No cripto, sobreviver ao inverno vale mais que caçar topos.


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Personagem Uniswap cartoon com formulário ETF aprovado SEC e fornalha queimando tokens UNI recorde, simbolizando escassez DeFi

Bitwise Protocola ETF de Uniswap: Queima de UNI Bate Recorde

A Bitwise Investments protocolou um registro S-1 junto à SEC para lançar o primeiro ETF spot de Uniswap (UNI), token de governança do maior protocolo DeFi por volume. O movimento ocorre paralelamente a uma queima diária recorde de UNI, superior a 100 milhões de tokens (US$ 597 milhões) em fevereiro, impulsionada pelo Fee Switch. Isso sinaliza potencial escassez e maior atratividade institucional para o ecossistema Uniswap.


O Que é o ETF de Uniswap Proposto

O ETF da Bitwise, registrado como trust em Delaware em 27 de janeiro, rastreará o preço spot da UNI, descontando despesas operacionais. A Coinbase Custody atuará como custodiante, garantindo segurança para ativos institucionais sem necessidade de interação direta com carteiras DeFi. Inicialmente sem staking, o produto foca em exposição pura ao token de governança.

Essa estrutura segue o modelo de ETFs de Bitcoin e Ethereum aprovados, mas aplica-se a um ativo DeFi. Uniswap Labs encerrou recentemente investigação da SEC por valores mobiliários não registrados, pavimentando o caminho regulatório. Métricas on-chain mostram TVL superior a US$ 5 bilhões na Uniswap V3, com transações diárias acima de 1 milhão.

Fee Switch e Dinâmica de Queima de Tokens

O Fee Switch, ativado em propostas de governança, direciona parte das taxas de swap da Uniswap para queima de UNI, criando mecanismo deflacionário. Dados da Dune Analytics revelam aceleração: taxas diárias subiram, resultando em queima anualizada de US$ 36 milhões. Em fevereiro, o volume queimado equivale a uma redução significativa na oferta circulante de 1,2 bilhão de UNI.

Como funciona: usuários pagam taxas em ETH, convertidas em UNI e queimadas via contrato inteligente. Isso reforça utilidade do protocolo — líder em liquidez DeFi com US$ 2 bilhões em volume semanal. Hayden Adams, fundador, alerta que análises iniciais são prematuras, citando tesouraria e parâmetros ajustáveis.

Impactos On-Chain e Comportamento de Mercado

Apesar dos fundamentos, UNI caiu 15% para ~US$ 3,20 em 24h, refletindo correção geral do mercado. Baleias contrariam: uma acumulou 682 mil UNI (US$ 2,58 milhões) vendendo XAUT e ETH. No entanto, fluxos para exchanges subiram, segundo CryptoQuant, sugerindo pressão vendedora.

Para DeFi, um ETF institucionaliza UNI, atraindo capital tradicional. Métricas como usuários ativos (500 mil/mês) e commits no GitHub indicam desenvolvimento robusto. Se aprovado, eleva Uniswap de DEX permissionless a ativo de portfólio, potencializando governança via UNI holders.

Por Que Isso Importa para Investidores

UNI pode evoluir para ativo deflacionário: queima + demanda institucional reduzem oferta. Monitore TVL, taxas e propostas de governança no Uniswap DAO. Riscos incluem volatilidade regulatória e competição (Curve, Balancer). Investidores ganham clareza técnica para avaliar adoção real vs. hype.


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Poço brutalista com bloco dourado rachado emitindo luz cyan no fundo, simbolizando capitulação extrema do Bitcoin próximo ao fundo do poço

Capitulação do Bitcoin Atinge Recordes: Fundo Próximo?

Os dados on-chain do Bitcoin registraram níveis recordes de capitulação na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, com queda de 14% no preço, de US$ 73.000 para US$ 62.000 — maior drawdown diário desde o colapso da FTX em novembro de 2022. Quase 10 milhões de BTC estão em perda, o quarto maior patamar histórico, enquanto o RSI atingiu o terceiro nível mais sobrevendido e o Fear & Greed Index caiu abaixo de 10. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 373.756 às 19h43, com alta de 10,59% em 24 horas após rebote para US$ 68.000.


Métricas de Supply em Perda Alcançam Extremos

O total de supply em perda subiu para quase 10 milhões de BTC, nível comparável aos fundos de 2015, 2019 e 2022, conforme Glassnode. Para holders de longo prazo (LTH), o supply em perda chegou a 4,6 milhões de BTC, aproximando-se dos picos acima de 5 milhões vistos em mercados de baixa anteriores. Supply em lucro e perda convergiram em torno de 10 milhões cada, padrão alinhado historicamente com bottoms de ciclos.

Esses indicadores sugerem exaustão vendedora, onde posições em prejuízo forçam liquidações, mas também limpam excesso de alavancagem. No ciclo de 2018, supply em perda similar precedeu recuperação de 300%; em 2022, pós-FTX, marcou o fundo de US$ 15.500.

Perdas Realizadas: Pico Desde o Crash da FTX

A média móvel de 7 dias de perdas realizadas ajustadas por entidade atingiu US$ 889 milhões na quarta-feira, maior pico desde novembro de 2022, segundo Glassnode. Essa métrica soma diferenças entre preço de custo e venda para transações inter-entidades, filtrando movimentos internos. O pico reflete capitulação institucional e varejo em meio à queda semanal de 21%, com preço em US$ 66.700.

Em contextos passados, picos de realized loss sinalizam fim de pânico vendedor. No crash FTX, US$ 889 milhões marcou o fundo; ciclos de 2018 e 2020 mostraram padrões semelhantes, com reversões médias de 150% nos 6 meses seguintes.

Medo Extremo como Sinal Histórico de Reversão

A análise da Bitwise destaca o medo extremo atual como paralelo aos invernos de 2018 e 2022, onde índices abaixo de 10 precederam altas expressivas. RSI em território sobrevendido extremo (terceiro pior nível histórico) reforça o cenário de sobrevendido técnico. Convergentemente, esses fatores indicam proximidade de capitulação total.

No ciclo 2018, Fear & Greed em 5 levou a alta de US$ 3.200 para US$ 13.800; em 2022, pós-FTX, de 6 para novo ATH em 2025. Os dados mostram que tais extremos marcam esgotamento emocional e técnico.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados posicionam o Bitcoin próximo de suportes críticos: média móvel de 200 semanas em US$ 58.011, testado em quedas passadas. Volumes elevados de capitulação, com US$ 889 milhões em perdas realizadas, sugerem redução de pressão vendedora. Investidores devem observar convergência de supply em perda acima de 5 milhões para LTH e estabilização do RSI acima de 30 como sinais de reversão potencial.

Com dólar a R$ 5,22, o BTC/BRL reflete volatilidade similar, mas dados on-chain priorizam análise global.


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Burocrata cartoon traçando quatro linhas vermelhas em mapa digital, isolando stablecoins e RWA offshore, simbolizando repressão chinesa a cripto

China Fecha o Cerco: Banimento às Stablecoins em Yuan e RWA Offshore

O governo chinês, por meio de oito agências regulatórias incluindo o Banco Popular da China (PBOC) e a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC), emitiu um aviso conjunto que amplia a repressão às criptomoedas para incluir stablecoins ligadas ao yuan e tokenização de ativos reais (RWA). A medida reafirma o banimento de 2021 e impõe restrições offshore, sinalizando maior controle sobre fluxos financeiros transfronteiriços em meio a tensões geopolíticas globais.


O Aviso Conjunto e Reafirmação do Banimento Crypto

Segundo autoridades chinesas, atividades especulativas com moedas virtuais e tokenização de ativos reais têm se multiplicado, gerando riscos ao sistema financeiro. O documento, publicado em 6 de fevereiro de 2026, lista como ilegais práticas como troca entre moedas fiduciárias e cripto, negociações entre criptomoedas, emissão de tokens e serviços de custódia ou intermediação. Entidades estrangeiras também são proibidas de oferecer esses serviços no território chinês.

Essa postura endurecida remete ao banimento de 2021, que derrubou o hashrate global de Bitcoin em 50%, mas agora foca em brechas offshore. O PBOC enfatiza que stablecoins replicam funções monetárias soberanas, ameaçando o controle do renminbi. Empresas chinesas não podem emitir stablecoins ligadas ao yuan no exterior sem aprovação explícita, estendendo a proibição além das fronteiras nacionais.

Essa evolução reflete preocupações com evasão de capitais e influência de stablecoins como USDT em transações paralelas, especialmente após quedas recentes no mercado crypto que elevaram prêmios em negociações OTC com RMB.

Restrições Específicas a Stablecoins em Yuan

Stablecoins ancoradas em moedas fiduciárias, particularmente o yuan, recebem atenção especial. Autoridades argumentam que esses ativos digitais cumprem funções de meio de troca e reserva de valor, desafiando a soberania monetária. A proibição abrange emissão, circulação e facilitação de transações cross-border por entidades chinesas ou suas subsidiárias estrangeiras.

No contexto global, isso contrasta com avanços em Hong Kong, que testa stablecoins reguladas, e com a UE, que avança no MiCA. Para Pequim, o risco reside na desestabilização do yuan digital (e-CNY), cuja adoção cresce em pagamentos domésticos e internacionais via mBridge. Investidores globais notam que essa medida pode acelerar fluxos para stablecoins em dólar, impactando dinâmicas de reserva de valor em mercados emergentes como o Brasil.

Diretrizes para Tokenização de RWA e Quatro Linhas Vermelhas

A CSRC publicou as primeiras diretrizes para tokenização de RWA, definindo um regime dual-track: proibido no interior da China, mas permitido offshore com备案 (registro prévio). Empresas devem submeter relatórios detalhados sobre ativos base, esquemas de emissão e conformidade, com responsabilidade solidária para controladores e intermediários.

Quatro linhas vermelhas demarcam o proibido:

  1. ativos vedados por lei para financiamento via mercado de capitais;
  2. aqueles que ameacem a segurança nacional em emissões estrangeiras;
  3. bens com disputas de propriedade;
  4. itens na lista negativa de securitização de ativos domésticos.

Essa estrutura alinha RWA à regulação de listagens offshore, priorizando segurança de dados e investimentos transfronteiriços sob leis de câmbio e cibersegurança.

Enquanto BlackRock e outros tokenizam títulos nos EUA, a China busca canais controlados para ativos domésticos acessarem mercados globais, sem abrir brechas para especulação desregulada.

Implicações Geopolíticas e para Investidores Globais

Essa repressão 2.0 ocorre em momento de transição global: EUA sob Trump sinalizam pro-cripto, enquanto China acelera o e-CNY para desafiar o dólar em comércio com BRICS. O banimento reforça o enclausuramento financeiro chinês, limitando vazamento de capitais via crypto e protegendo o yuan contra volatilidade.

Para investidores internacionais, incluindo brasileiros expostos a exchanges globais, o impacto é indireto: redução de liquidez em pares RMB-stablecoin pode elevar prêmios em Ásia, afetando arbitragem. Plataformas como Binance enfrentam maior escrutínio em KYC para usuários chineses. Vale monitorar se essa rigidez impulsiona migração para jurisdições amigáveis como Dubai ou Singapura, remodelando fluxos globais de cripto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre cibernética com fluxo dourado-vermelho escorrendo para portal negro, simbolizando outflows de US$ 434 mi em ETFs Bitcoin e transferências institucionais

Outflows nos ETFs: US$ 434 Milhões Saem e BlackRock Move BTC/ETH

Os dados mostram que os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 434 milhões na quinta-feira, contribuindo para um saldo semanal negativo de US$ 690 milhões, enquanto o preço do BTC tocou brevemente US$ 60.000. No mesmo período, a BlackRock transferiu US$ 291 milhões em BTC e ETH para a Coinbase, coincidindo com a expiração de US$ 2,5 bilhões em opções cripto no Deribit. Esses fluxos institucionais ocorrem em meio a uma queda acentuada no mercado.


Detalhes dos Outflows nos ETFs de Bitcoin

De acordo com dados da SoSoValue, os ETFs spot de Bitcoin acumularam US$ 434 milhões em resgates na quinta-feira, seguindo US$ 545 milhões no dia anterior. Apesar de entradas de US$ 561 milhões na segunda-feira, o saldo semanal negativo alcançou US$ 690 milhões até a manhã de sexta-feira. Os ativos totais sob gestão nos ETFs atingiram cerca de US$ 81 bilhões, com fluxos cumulativos líquidos de US$ 54,3 bilhões desde o lançamento em janeiro de 2024.

Esses outflows coincidem com uma correção no preço do Bitcoin, que testou US$ 60.000 pela primeira vez desde outubro de 2024, segundo CoinGecko. Analistas destacam críticas ao modelo dos ETFs, com menções a um suposto "paper Bitcoin", onde o mesmo BTC suporta múltiplos instrumentos derivados simultaneamente, potencialmente diluindo a escassez inerente ao ativo.

Movimentação da BlackRock para a Coinbase

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, realizou transferências significativas: 4.248 BTC e 5.734 ETH, totalizando US$ 291 milhões, para carteiras da Coinbase, conforme dados da Arkham. Essa ação segue outflows em seus próprios ETFs: US$ 175,33 milhões no IBIT (Bitcoin) e US$ 8,52 milhões no ETH ETF na quinta-feira.

O IBIT registrou volume diário recorde de US$ 10 bilhões, um aumento de 169% em relação ao pico anterior, enquanto seu preço caiu 13%, o segundo pior dia desde o lançamento. Tais movimentações sugerem possível preparação para vendas, em um contexto de liquidação de posições alavancadas no mercado.

Expiração de Opções e Volatilidade Esperada

A movimentação ocorre no dia da expiração de US$ 2,5 bilhões em opções cripto na Deribit. O "max pain" para Bitcoin está em US$ 82.000, e para Ethereum em US$ 2.550. Esses níveis representam pontos de equilíbrio onde a maioria das opções expira sem valor, podendo influenciar o preço spot para convergir a eles.

Fundador da CryptoQuant, Ki Young Ju, comentou que vendas institucionais em tal escala seriam raras sem pressão forçada, alertando para risco de cascata: liquidações de fundos, falências de mineradores e vendas retail. Sem rebound significativo nos próximos níveis, o risco de vendas estruturais aumenta.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin registrou a maior queda diária de sua história, superior a US$ 10.000, superando liquidações recordes anteriores. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 374.292,38 às 19:38 de sexta-feira, com alta de 11,15% em 24 horas e volume de 1.185 BTC nas exchanges brasileiras.

Os dados sugerem pressão vendedora institucional, com ETFs e grandes players como BlackRock contribuindo. Níveis a monitorar incluem suportes em torno de US$ 60.000 e resistências próximas a US$ 70.000-72.000, conforme médias móveis de 50 e 200 dias. Investidores devem observar fluxos semanais e expiração de opções para avaliação da direção.


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Burocrata cartoon carimbando stablecoin com IOF 3.5%, investidor preocupado ao lado, ilustrando proposta tributária de cripto como moeda estrangeira no Brasil

Governo Quer Taxar Cripto como Dólar: IOF de 3,5% em Stablecoins?

Cripto no Brasil: o governo quer tratar seus ativos como dólares. O Ministério da Fazenda prepara um decreto para equiparar transações de criptomoedas e stablecoins a operações de câmbio estrangeiro, cobrando IOF de 3,5% em compras, vendas e remessas, conforme reportado pela Bitcoin.com News. Isso afeta quem usa USDT ou USDC para guardar dinheiro ou enviar para família no exterior, encarecendo o dia a dia. A proposta vai a consulta pública em breve.


O Que Diz a Proposta do Governo

O plano é simples, mas pesado pro bolso: classificar movimentações de cripto como câmbio de moeda estrangeira. Hoje, o IOF de 3,5% incide em remessas internacionais, compra de dólar ou saques com cartão fora do país. Com o decreto, exchanges brasileiras teriam que cobrar isso em conversões de real para stablecoins como USDT ou USDC, e vice-versa.

O Banco Central já enquadrou algumas operações assim no ano passado, e o Ministério quer formalizar via decreto. Não há data exata, mas a consulta pública vai medir o impacto. Com o dólar a R$ 5,21 hoje, cada R$ 1.000 convertidos para stablecoin pode custar R$ 35 extras de imposto só no IOF.

Impacto Prático no Seu Dia a Dia

Pensa no seu uso cotidiano: se você guarda salário em USDC para proteger da inflação, cada entrada ou saída de real vai morder 3,5%. Pra quem manda dinheiro pra família nos EUA ou recebe de freelancer gringo, isso soma rápido — tipo R$ 350 em R$ 10 mil enviados.

Exchanges vão monitorar mais essas transações, o que pode atrasar saques ou exigir mais documentos. Não é só imposto: burocracia extra pro brasileiro comum que usa cripto pra pagar conta ou fugir do dólar alto nas casas de câmbio tradicionais.

Oposição Forte e o Que Pode Mudar

A reação já vem pesada. A Abcripto, associação de cripto no Brasil, ameaça processar o governo por inconstitucionalidade. A presidente Julia Rosin disse que não vão deixar passar quieto. O deputado Áureo Ribeiro, relator da lei das criptos, é contra taxar stablecoins atreladas ao dólar ou real.

Recentemente, o Congresso derrubou a MP 1.303, que queria acabar com isenções de IR pra traders. Isso mostra que o clima no Congresso não é favorável a mais impostos. Fique de olho na consulta pública e nas votações — pode barrar o decreto.

O Que Você Pode Fazer Agora

Situação clara: avalie seu uso de stablecoins. Se for reserva ou remessas, calcule o custo extra de 3,5% e veja se vale. Compare com bancos ou Western Union — às vezes sai mais em conta. Monitore sites da Abcripto e Receita Federal pra participar da consulta pública e dar pitaco.

Registre tudo nas exchanges pra declaração de IR futura. E lembre: cripto ainda é ferramenta útil pra inclusão financeira, mas com olhos abertos pros impostos. Acompanhe atualizações aqui no blog pra não ser pego de surpresa.


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Personagens cartoon HBAR, SUI e XLM liderando ascensão por montanha digital com Bitcoin atrás, simbolizando recuperação liderada por altcoins

HBAR, SUI e XLM Disparam: Altcoins Lideram Recuperação

As altcoins HBAR e XLM disparam com ganhos de 15% e 10%, respectivamente, liderando a recuperação do mercado após o Bitcoin cair para US$ 60 mil e voltar aos US$ 70 mil. Paralelamente, o SUI avança 14% graças à parceria com a Coinbase, que adota seu padrão de token. Esses movimentos sinalizam que os fundamentos das redes estão se fortalecendo em meio à volatilidade macro.


Recuperação Rápida Após o Crash

O mercado cripto vive um alívio após a queda acentuada de quinta-feira, quando mais de US$ 2,6 bilhões em posições alavancadas foram liquidadas. O Bitcoin, que despencou para US$ 60 mil — maior tombo diário desde o colapso da FTX em 2022 —, recuperou terreno e agora negocia acima de US$ 71 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 371.682 no Brasil, com variação positiva de +10,27% nas últimas 24 horas.

Esse rebound impulsiona altcoins, com volume de negociação explodindo. No caso do HBAR, o volume saltou 65% para mais de US$ 420 milhões, enquanto o XLM viu alta de 56% em seu volume diário. O dólar, cotado a R$ 5,21, reforça a atratividade para investidores brasileiros em busca de proteção contra incertezas econômicas.

HBAR e XLM: Momentum Técnico Forte

O HBAR recuperou de US$ 0,073 para acima de US$ 0,093, mirando a resistência em US$ 0,10 e até os máximos do ano em US$ 0,13. Compradores entram com força após o dip, refletindo confiança nos casos de uso da Hedera em transações empresariais rápidas e de baixo custo.

Já o XLM, influenciado pela alta de 18% do XRP para US$ 1,52, sobe de US$ 0,13 para US$ 0,17, com potencial para US$ 0,20 se o momentum persistir. Stellar continua relevante para pagamentos cross-border, especialmente em regiões emergentes. Esses ganhos mostram altcoins se descolando do Bitcoin, com o mercado construindo bases sólidas para o próximo ciclo de adoção.

Parceria Sui-Coinbase Acelera Adoção

A adoção do padrão de token Sui pela Coinbase é um marco para a rede layer-1 de alto desempenho. A parceria facilita o acesso institucional e retail, construindo sobre a listagem para residentes de Nova York em dezembro e o pedido de ETF pela Bitwise, que usa custódia da Coinbase.

SUI saltou 14% para cerca de US$ 1 após tocar US$ 0,78 na queda. Essa integração expande o ecossistema Sui, atraindo builders e usuários cotidianos. Movimentos como esse reforçam a narrativa de adoção global, similar aos fluxos iniciais de ETFs de Bitcoin que pavimentaram altas históricas.

Perspectivas Otimistas de Longo Prazo

Embora analistas como Rekt Capital alertem para possível correção após a alta de alívio, fatores de alta predominam: volumes recordes em ETPs, pausa nas vendas de baleias e BTC abaixo dos custos de mineração, segundo CoinShares. O mercado está construindo, com altcoins como HBAR, SUI e XLM demonstrando resiliência.

Para investidores brasileiros, esses desenvolvimentos destacam a importância de focar em fundamentos como parcerias e adoção, em vez de ruído de curto prazo. Vale monitorar resistências chave e fluxos institucionais nos próximos dias.


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