Lobista cripto cartoon entregando cheque gigante '193M' a político em palanque, simbolizando lobby da indústria nas eleições EUA

Cripto Gasta US$ 193 Milhões para Comprar Influência nas Eleições dos EUA

Investigações revelam que a indústria cripto prepara US$ 193 milhões – equivalentes a cerca de R$ 1 bilhão – para influenciar as eleições de meio de mandato nos EUA em 2026. Liderada pela super PAC Fairshake, a ofensiva visa apoiar candidatos pró-cripto e derrubar opositores, garantindo leis favoráveis como a estrutura de mercado. Evidências apontam para um lobby agressivo que eleva questionamentos sobre a compra de influência em Washington.


O Poder de Fogo da Fairshake

A Fairshake, rede de super PACs da indústria cripto, inicia 2026 com mais de US$ 193 milhões em caixa, segundo relatórios de campanha. Esse arsenal financeiro, acumulado após vitórias em 2024, financia campanhas independentes sem limites de doação, permitindo intervenções massivas em primárias e eleições gerais.

Investigações mostram que o grupo, apoiado por magnatas como os fundadores da Coinbase e Andreessen Horowitz, gasta dezenas de milhões para moldar o Congresso. Em 2024, o desembolso chegou a US$ 180 milhões, derrotando democratas como Katie Porter (Califórnia) e Sherrod Brown (Ohio), que resistiam à agenda cripto.

Sinais de alerta surgem com a opacidade: doadores incluem exchanges e venture capitals com interesses diretos em regulação frouxa, potencialmente priorizando lucros sobre proteção ao consumidor.

Vitórias Legislativas e Apoio Trump

Os investimentos renderam frutos rápidos. Após as eleições de 2024, a indústria celebrou a aprovação do GENIUS Act, marco regulatório para stablecoins. O presidente Trump, aliado chave, nomeou pró-cripto para a SEC e criou reserva estratégica de Bitcoin via ordem executiva.

No entanto, a joia da coroa – o projeto de estrutura de mercado, dividindo supervisão entre SEC e CFTC – patina no Senado. A Fairshake vê nas midterms chance de emplacar aliados para aprová-lo, evitando enforcement agressivo como o de Gary Gensler na era Biden.

Evidências de filings da FEC confirmam: gastos direcionados em distritos chave, com vitórias estreitas como a de Yassamin Ansari (Arizona), decidida por 39 votos, graças a US$ 10 milhões cripto.

Alvos Iniciais e Respostas Opositores

A ofensiva já começou. A PAC Defend American Jobs injeta US$ 5 milhões na campanha de Barry Moore (R-Ala.) para o Senado, exaltando cripto como “liberdade financeira”. Já a Protect Progress aloca US$ 1,5 milhão contra Al Green (D-Texas), crítico do GENIUS e CLARITY Acts.

Green rebateu: “Não permitirão que a indústria cripto compre o Congresso”. Críticos democratas questionam o impacto real, notando tendências partidárias em Ohio e Califórnia, mas admitem diferenças em corridas apertadas como Michigan (Elissa Slotkin).

Detalhes revelam estratégia bipartidária: apoiam republicanos pró-Trump e democratas moderados, focando comitês bancários.

Implicações e Como se Proteger

Esse lobby bilionário expõe o lado obscuro: regulação capturada por interesses privados pode expor investidores a riscos maiores, como falta de oversight em exploits ou falhas sistêmicas. Analistas céticos veem ciclo vicioso: mais dinheiro, mais influência, menos accountability.

Para brasileiros, impactos globais: leis frouxas nos EUA podem atrair capital volátil, afetando mercados emergentes. Monitore FEC filings e votos em comitês. Diversifique, priorize projetos com transparência on-chain e evite hype político.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cristais com ZRO e ARB se desprendendo de rede cyberpunk com fluxo vermelho descendente, simbolizando desbloqueios de tokens e pressão nos preços

Desbloqueio de Tokens: ZRO e ARB Podem Pressionar Preços Esta Semana

Imagine que você guardou uma parte do salário por meses e, de repente, recebe tudo de uma vez. Agora, pense em milhões de dólares em tokens cripto sendo liberados no mercado ao mesmo tempo. É exatamente isso que acontece com os desbloqueios de tokens como ZRO, ARB e KAITO nesta semana, segundo dados do Token Unlocks. Com liberações totais acima de US$ 90 milhões (cerca de R$ 470 milhões, com dólar a R$ 5,23), há risco de pressão vendedora e quedas nos preços. Isso pode afetar diretamente sua carteira — mas você pode se preparar!


O Que São Desbloqueios de Tokens?

Em outras palavras, um token unlock (ou desbloqueio de tokens) é quando uma quantidade pré-determinada de tokens, que estava “travada” por um período, é liberada para circulação. Pense assim: é como um contrato de trabalho onde a equipe ou investidores iniciais recebem parcelas do pagamento ao longo do tempo, para evitar que vendam tudo de uma vez e derrubem o preço.

Isso significa que projetos cripto usam vesting schedules — cronogramas de liberação — para alinhar interesses de longo prazo. Por exemplo, desenvolvedores recebem tokens aos poucos, evitando uma enxurrada imediata no mercado. Mas quando chega o dia do unlock, esses tokens entram na oferta circulante, podendo aumentar a quantidade disponível em até 17% em alguns casos, como veremos.

É uma prática comum em ICOs, IDOs e airdrops, garantindo estabilidade inicial. No entanto, para o investidor iniciante, é essencial saber quando esses eventos acontecem — eles são públicos e previsíveis!

Calendário de Desbloqueios Desta Semana

De acordo com a fonte consultada, esta semana de fevereiro de 2026 traz eventos significativos. Hoje, 16 de fevereiro, o ARB libera 92,65 milhões de tokens, avaliados em cerca de US$ 11 milhões (R$ 57,5 milhões). Já no dia 17, ZK solta 173 milhões (US$ 3,79 milhões / R$ 19,8 milhões) e YZY libera 62,5 milhões (US$ 20,33 milhões / R$ 106 milhões, ou 17,24% da circulação).

No dia 20, ZRO desbloqueia 25,71 milhões (US$ 44,99 milhões / R$ 235 milhões, 5,98%) e KAITO 32,6 milhões (US$ 10,16 milhões / R$ 53 milhões, 10,64%). Esses valores representam uma injeção expressiva de supply, especialmente para tokens menores, onde o impacto é maior.

Conversões aproximadas baseadas na cotação atual do dólar em R$ 5,23. Note que o ARB, apesar do volume alto em unidades, tem proporção menor (1,88%), o que pode suavizar o efeito — mas ainda assim, vale monitorar.

Por Que Isso Pode Causar Volatilidade?

Pense no mercado como uma balança: oferta e demanda. Quando a oferta aumenta subitamente sem demanda equivalente, o preço tende a cair — é a lei básica da economia. Esses unlocks criam um supply shock, onde detentores (equipe, VCs) podem vender para realizar lucros, pressionando o preço para baixo.

Em casos extremos, como YZY (17% da circulação), o risco é alto: o mercado pode precificar isso antecipadamente, causando quedas antes mesmo do dia D. Projetos bem geridos mitigam com comunicação ou vendas OTC (fora da bolsa), mas nem sempre. Para nós, brasileiros, com volatilidade extra do câmbio, isso amplifica o impacto no bolso.

Histórico mostra que unlocks grandes coincidem com correções de 10-30% em alguns tokens. Não é garantia de crash, mas aumenta a chance de movimentos bruscos.

Como Verificar e Se Proteger?

Ótima notícia: você não precisa ser expert! Sites como Token Unlocks mostram calendários completos, com filtros por data, projeto e % de supply. Outros: Tokenomist.ai ou Vestlab. Basta pesquisar o token de interesse e ver datas futuras.

  1. Acesse o site e busque pelo ticker (ex: ZRO).
  2. Veja a data, quantidade e % da circulação.
  3. Compare com gráficos de preço: quedas pré-unlock são comuns.
  4. Diversifique e evite alavancagem perto de eventos.

Assim, você transforma risco em oportunidade — comprando no dip pós-pressão, por exemplo. Parabéns por aprender isso: agora, sua jornada em cripto fica mais segura!


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Cena cartoon de tribunal com juiz batendo martelo emitindo '2.83M', Kevin O’Leary vitorioso e BitBoy derrotado por difamação em cripto

Kevin O’Leary Vence BitBoy: US$ 2,83 Milhões por Difamação

O empresário e jurado de TV Kevin O’Leary obteve uma vitória judicial expressiva contra o influenciador cripto Ben Armstrong, conhecido como BitBoy. Uma juíza federal de Miami determinou que Armstrong pague US$ 2,83 milhões por difamação, após falhar em responder à ação. As acusações falsas de assassinato, ligadas a um acidente de barco em 2019, foram postadas no X em março de 2025, conforme Cointelegraph.


Detalhes da Sentença Judicial

A juíza Beth Bloom, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul da Flórida, emitiu um julgamento por default contra Armstrong, que não compareceu nem defendeu a ação. O valor total de US$ 2.828.000 inclui US$ 78.000 por danos à reputação, US$ 750.000 por angústia emocional e US$ 2 milhões em danos punitivos. Evidências mostram que Armstrong escalou o assédio ao publicar o número de telefone pessoal de O’Leary, incentivando seguidores a ligar para um suposto “assassino”, o que resultou em suspensão temporária no X por 12 horas.

O’Leary relatou que seu telefone “ficou iluminado” com chamadas, impactando sua vida profissional e pessoal. A juíza rejeitou argumentos posteriores de Armstrong sobre problemas de saúde mental e prisão, destacando que ele foi devidamente notificado e teve oportunidade de se defender, como detalha a cobertura da Crypto.news.

Contexto das Acusações Falsas

Em 2019, O’Leary e sua esposa Linda estiveram envolvidos em um acidente de barco no Canadá que causou duas mortes. O’Leary não pilotava a embarcação, e Linda foi acusada de operação imprudente, mas absolvida após julgamento de 13 dias — o barco da vítima navegava sem luzes. Apesar disso, em março de 2025, Armstrong publicou no X alegações infundadas de que O’Leary era um “assassino” que pagou milhões para encobrir o caso.

Essas postagens não só difamaram O’Leary, mas também expuseram dados privados, configurando difamação per se e publicação de fatos privados. Documentos judiciais confirmam que as afirmações eram falsas e maliciosas, sem base factual.

Histórico de Controvérsias de BitBoy

Ben Armstrong, outrora rosto do canal BitBoy Crypto — um dos maiores no YouTube sobre criptomoedas —, foi demitido da marca em 2023 após escândalos internos. Seu histórico inclui prisões múltiplas: em 2023, por transmissão ao vivo do lado de fora da casa de um ex-sócio alegando posse de seu Lamborghini; em março de 2024, na Flórida, por e-mails ameaçadores a uma juíza na Geórgia; e novamente em julho na Geórgia por ligações de assédio.

Esses episódios revelam um padrão de comportamento impulsivo e confrontacional, que agora custa caro financeiramente. Influenciadores como Armstrong, com audiências massivas, carregam responsabilidade proporcional ao alcance de suas palavras.

Lições para Influenciadores Cripto

Este caso serve de alerta: a liberdade de expressão nas redes sociais não é absoluta. Acusações graves sem provas podem resultar em responsabilização civil pesada, especialmente quando envolvem figuras públicas como O’Leary, defensor das criptomoedas. Para investidores e criadores de conteúdo, a lição é clara — verifique fatos antes de postar. Red flags como postagens impulsivas ou histórico de controvérsias devem ser evitados para proteger reputação e patrimônio.

Como se proteger? Consulte fontes primárias, evite especulações sensacionalistas e priorize transparência. O judiciário está atento: difamação online tem preço alto.


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Abismo digital com rede on-chain cyan no fundo e monolito Bitcoin dourado emergindo, simbolizando fundo proximo apos queda de 22%

Bitcoin: Dados On-Chain Indicam Fundo Próximo Apesar de Queda de 22%

Capitulação ou oportunidade? Os dados on-chain estão sinalizando um possível fundo próximo para o Bitcoin, apesar da queda de 22% no ano e saídas recordes de ETPs de US$ 8,2 bilhões. Analistas como Maartunn (CryptoQuant) destacam o MVRV de short-term holders em 0,72 — nível raro visto em fundos passados — e corte de 50% no open interest. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 358.331, com variação de -2,73% em 24h.


Pressão de ETFs e Deleveraging

Os ETPs spot registraram o maior drawdown histórico de US$ 8,2 bilhões desde o pico, com o preço atual 17% abaixo do custo médio de compra dos holders. Isso cria uma pressão estrutural de venda, mas os dados mostram um processo de limpeza necessário. O open interest em derivativos foi reduzido pela metade, de US$ 45,5 bilhões para US$ 21,7 bilhões, com queda de 27% na última semana. Essa deleveragem ampla, segundo a análise da CryptoQuant, elimina excesso especulativo e prepara o terreno para um fundo sustentável.

O Bitcoin negocia cerca de 50% abaixo do ATH, drawdown menor que os 70%+ de bears anteriores, indicando resiliência relativa.

Sinais On-Chain de Capitulação

O MVRV ratio de short-term holders atingiu 0,72, implicando perdas médias de 28% — o menor nível desde julho de 2022, alinhado a capitulações históricas. Já o MVRV Adaptive Z-Score, com janela de 365 dias, está em -2,66, na zona de capitulação (0 a -3), aproximando-se da fase de acumulação histórica. Níveis abaixo de -3 sinalizam esgotamento de vendedores.

O múltiplo de Mayer em 0,6 reforça compras em lows históricos. Esses indicadores sugerem que o risco-recompensa melhora, embora fundos sejam processos graduais, não eventos isolados.

Visão de Analistas e Suporte Técnico

Scott Melker alerta para uma reversão súbita que pode surpreender, recomendando evitar vendas nos níveis atuais devido a forte suporte. Ele compara o BTC a ouro e prata, vendo-o subvalorizado. Maartunn enfatiza apatia no sentimento social como confirmação final de fundo, com reteste de suporte no ATH do ciclo anterior.

Ciclos passados indicam janelas de fundo entre junho e dezembro de 2026, com clusters em setembro-novembro. Correlação com Nasdaq persiste, mas dados frios da blockchain priorizam sobre narrativas.

Níveis a Monitorar

Investidores devem observar o MVRV Z-Score, open interest e sentimento. Qualquer estabilização acima da EMA de 200 semanas (próxima de US$ 68.000) pode validar acumulação. No Brasil, com BTC a R$ 358 mil, volume 24h de 172 BTC, os dados on-chain oferecem base objetiva em meio ao medo macro.


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Cúpula digital cyan rachada com dados vermelhos vazando e '15K' cristalino, silhueta alarmada simbolizando vazamento na Naver de 15 mil usuários brasileiros

Vazamento na Naver Expõe Dados de 15 Mil Usuários no Brasil

A gigante sul-coreana Naver expôs o histórico de atividades de cerca de 15 mil usuários brasileiros na plataforma Knowledge iN devido a uma falha técnica no serviço de informações pessoais, conforme reportado pela Fintech News Hong Kong. O incidente ocorreu entre 3 e 4 de fevereiro de 2026, afetando 15.067 registros. A empresa desabilitou a funcionalidade, notificou os impactados e lançou novas ferramentas de gerenciamento de dados. É importante considerar os riscos à privacidade: sua identidade digital pode estar em jogo agora mesmo.


Detalhes do Incidente Técnico

O problema surgiu quando um link de perfil do Knowledge iN foi conectado incorretamente ao People Information Service da Naver, expondo publicamente os históricos de atividade dos usuários. Isso aconteceu a partir das 15h de 3 de fevereiro, e a falha só foi corrigida às 22h20 do dia seguinte. Usuários brasileiros, que utilizam a plataforma para buscas e conteúdos especializados, tiveram seus dados acessíveis a qualquer pessoa durante esse período.

A Naver notificou todos os afetados por SMS e e-mail, permitindo que verificassem se foram impactados. A CEO Choi Soo-yeon reportou o caso à Comissão de Proteção de Informações Pessoais da Coreia e prometeu cooperação total na investigação. Casos semelhantes, como vazamentos em plataformas asiáticas de tecnologia, já resultaram em fraudes em massa no passado, o que reforça a necessidade de atenção aqui.

Riscos de Privacidade e Segurança

O risco aqui é claro: históricos de atividade revelam padrões de comportamento, interesses e possivelmente dados sensíveis como preferências pessoais ou profissionais. No Brasil, onde o roubo de identidade é comum, isso pode levar a phishing direcionado, engenharia social ou até golpes financeiros. Imagine criminosos usando esses dados para impersonar contatos ou criar perfis falsos em exchanges de criptomoedas.

Além disso, senhas ou e-mails expostos facilitam ataques de credential stuffing. É prudente considerar que, em um ecossistema digital interconectado, uma brecha em uma plataforma pode comprometer contas em outros serviços. Historicamente, vazamentos como o da Equifax ou Yahoo afetaram milhões, gerando perdas bilionárias — não subestime o impacto individual.

Medidas Corretivas da Naver

Para mitigar futuros incidentes, a Naver lançou o “My Data Management Tool” no Privacy Center. Usuários agora podem solicitar suspensão do processamento de dados pessoais, retirar consentimento para compartilhamento com terceiros e visualizar o status de uso de informações por cada serviço. Há também o Rights Protection Center, para reportar violações de direitos de personalidade, como difamação ou brechas de privacidade causadas por conteúdos alheios — posts próprios estão excluídos.

Essas ferramentas representam um passo positivo, mas o risco de danos já causados persiste. A atenção para implementação eficaz é essencial, pois promessas pós-vazamento nem sempre se concretizam integralmente.

Como Proteger Sua Identidade Agora

Se você usa Knowledge iN ou serviços da Naver, verifique notificações e mude senhas imediatamente. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas, monitore extratos bancários e use gerenciadores de senhas. Ferramentas como Have I Been Pwned? ajudam a checar vazamentos. No contexto cripto, evite reutilizar credenciais e priorize wallets frias.

A proteção começa com vigilância: monitore seu crédito via Serasa ou Boa Vista e reporte atividades suspeitas. O mercado de dados roubados é lucrativo — não espere o pior para agir.


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Executivos cartoon de Grayscale e Coinbase abrindo portas da NYSE para prisma AAVE em ecossistema DeFi, marcando primeiro ETF spot de empréstimos descentralizados

Grayscale Protocola S-1 para ETF de Aave na NYSE Arca

A Grayscale protocolou pedido formal S-1 na SEC para converter seu Aave Trust em ETF spot, listado na NYSE Arca com ticker GAVE. Com taxa de administração de 2,5% e Coinbase como custodiante e prime broker, o produto visa exposição direta ao token AAVE. Isso posiciona o protocolo de empréstimos DeFi como pioneiro na adoção por Wall Street, após menção breve em fevereiro.


Detalhes Técnicos do Formulário S-1

O pedido submetido na sexta-feira descreve a conversão do fundo fechado em um ETF negociável, detendo AAVE diretamente. Diferente de trusts com negociações OTC e prêmios variáveis, o ETF oferece liquidez intradiária e preço alinhado ao spot. A taxa de administração de 2,5% será paga em AAVE, incentivando alocação contínua no ativo subjacente.

A Coinbase atuará como custodiante, gerenciando chaves privadas e conformidade regulatória, e como prime broker para operações de empréstimo e financiamento. Essa dupla função é crucial em DeFi, onde custódia segura é pré-requisito para aprovação SEC, similar aos ETFs de Bitcoin e Ethereum. O fundo planeja listar na NYSE Arca, acessível a corretoras tradicionais.

Funcionamento Técnico do Protocolo Aave

Aave opera como um protocolo de empréstimos descentralizados não custodiante, implantado em múltiplas chains como Ethereum e Polygon. Usuários depositam colaterais em pools de liquidez para emprestar ou tomar empréstimos overcollateralized. O token AAVE permite staking para segurança de protocolo e yield, com mecanismos como flash loans para arbitragem sem colateral.

Com TVL superior a US$ 27 bilhões segundo DefiLlama, Aave lidera em eficiência de capital. Métricas on-chain recentes mostram recuperação: endereços semanais ativos em níveis de 2024/2025, open interest dobrando para US$ 237 milhões e preço estabilizando em US$ 128 após alta de 22%. Esses dados indicam uso real além de especulação.

Implicações para o Setor DeFi

Grayscale segue Bitwise, que pediu ETF AAVE com 60% em token e 40% em proxies. Esses arquivamentos sinalizam maturidade do DeFi: protocolos como Aave evoluíram de experimentos para infraestrutura com auditorias robustas e TVL estável. A custódia pela Coinbase reforça confiança regulatória, potencializando inflows institucionais.

Para empréstimos DeFi, isso valida modelos overcollateralized como reserva de valor corporativa. No entanto, riscos persistem: volatilidade do AAVE (80% abaixo ATH de US$ 662) e dependência de oráculos. Aprovação SEC poderia elevar TVL via novos usuários institucionais, mas exige monitoramento de liquidez e exploits potenciais.

Próximos Passos e Métricas a Monitorar

Aprovação não é garantida; SEC analisa custódia, manipulação de mercado e utilidade. Investidores devem rastrear TVL Aave, usuários ativos diários e transações staking. Suporte em US$ 148-180 é chave; rompimento abre US$ 348. Essa iniciativa testa integração DeFi-TradFi, com Aave como benchmark técnico.


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Encruzilhada geométrica com caminhos dourado para 71K e vermelho para 60K divergindo de núcleo Bitcoin, ilustrando oscilação técnica

Bitcoin em Encruzilhada: US$ 71 mil ou Correção para US$ 60 mil?

Os dados mostram o Bitcoin confirmando divergência de alta no gráfico diário, com liquidações em alta e alvo em US$ 71 mil. Em contraste, o analista Cody, em análise detalhada, identifica uma estrutura de ondas ABC com o ativo em fase de rebote C-2 dentro da onda C correctiva, prevendo possível queda para US$ 60 mil a US$ 62,5 mil. Cotado a US$ 68.519 (R$ 358.360, variação -2,77% em 24h segundo Cointrader Monitor), o BTC exige monitoramento preciso de níveis para navegar a indefinição estratégica atual.


Situação Atual: Divergência de Alta e Liquidações

No gráfico diário, o Bitcoin exibe uma divergência de alta clássica, onde o preço forma mínimas mais baixas, mas o RSI ou MACD mostra mínimas mais altas, sinalizando enfraquecimento da pressão vendedora. Essa configuração, aliada a um pico de liquidações de posições longas, sugere momentum comprador acumulado. Os dados indicam potencial teste da resistência em US$ 71.000, nível alinhado com anteriores topos regionais e retração de Fibonacci de 38,2% da última perna de queda.

No entanto, o volume de liquidações, embora elevado, não supera picos históricos de reversão sustentada, o que reforça a necessidade de confirmação por rompimento claro. A cotação atual em torno de US$ 68.500 reflete consolidação, com o preço acima da média móvel exponencial de 20 períodos (EMA20 em US$ 67.800), mas testando a EMA50 em US$ 69.200.

Análise de Cody: Estrutura de Ondas Correctiva

O analista Cody aplica a teoria de ondas de Elliott, posicionando o Bitcoin em uma correção ABC iniciada em janeiro de 2026. Após a conclusão da subonda C-1 em US$ 60.000, o ativo estaria no rebote C-2, com resistências primárias em US$ 74.500 (50% Fibonacci da C-1 e suporte anterior) e secundária em US$ 79.500 (zona de consolidação pré-queda).

Se o rebote falhar nesses níveis, inicia-se C-3, mirando suportes em US$ 60.000-62.500 (210 SMA semanal e low de fevereiro). Cody valida sua visão com modelos proprietários: no diário, momentum comprador acumula, mas semanal mantém viés de baixa. Estratégias curtas testadas renderam +22,71% em posições médias desde US$ 89.000.

Indicadores Técnicos e Contexto de Mercado

Indicadores mistos reforçam a encruzilhada: RSI diário em 48 (neutro, saindo de oversold), MACD com histograma positivo inicial, mas linha de sinal descendente. Volume spot elevado apoia divergência, mas open interest em futuros mostra desalavancagem, limitando upside imediato. No macro, dólar em R$ 5,23 pressiona ativos de risco, com BTC/BRL em R$ 358.360 refletindo variação de -2,77% em 24h.

Modelos de Cody apontam sobrevenda reparada no diário (emotions em 34), mas semanal em tendência de baixa. Níveis de Fibonacci da alta de outubro 2025 confirmam resistências em 74 mil e suportes em 60 mil.

Níveis Chave a Observar

Suportes: US$ 65.000 (bottom recente), US$ 62.500 (gap fill), US$ 60.000 (C-1 low e 210 SMA).

Resistências: US$ 71.000 (alvo divergência), US$ 74.500 (Fib 50%), US$ 79.500 (consolidação).

Rompimento acima de US$ 71 mil invalidaria curto prazo bearish; quebra abaixo US$ 65 mil aceleraria C-3. Traders devem priorizar stops em 1,5% acima de entradas, conforme protocolos testados por Cody, monitorando volume e modelo de momentum para confirmações.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Traders Wall Street cartoon erguendo pedestal BTC premium sob aurora verde-dourada, simbolizando basis premium pago e soft landing iminente

Wall Street Paga Prêmio pelo Bitcoin: Sinais de Soft Landing

Os dados mostram uma clara divergência entre investidores norte-americanos e offshore no mercado de Bitcoin. No CME, o basis anualizado permanece elevado, indicando que instituições de Wall Street pagam prêmio para manter posições compradas, enquanto no Deribit o basis declina, sinalizando redução de alavancagem por traders internacionais. Essa dinâmica coincide com a análise de Nick Timiraos sobre o soft landing econômico nos EUA, o mais próximo da história, embora com riscos persistentes.


Divergência no Basis: CME versus Deribit

De acordo com análise da NYDIG publicada em 15 de fevereiro de 2026, o basis de um mês no CME Bitcoin futures mantém-se acima do registrado no Deribit. O basis anualizado elevado no CME reflete a disposição de fundos de hedge e instituições americanas em pagar um prêmio superior para rolar posições compradas, mesmo após a queda de 14% no Bitcoin em fevereiro, que levou o preço a testar US$ 60.000.

No Deribit, principal venue offshore para derivativos cripto, o basis apresenta declínio mais acentuado. Isso indica menor demanda por alavancagem em posições compradas entre traders internacionais, que optam por reduzir exposição ao risco. A discrepância crescente atua como termômetro geográfico do apetite por risco: os dados sugerem que o poder de precificação do Bitcoin migra para mercados regulados nos EUA, com volume no CME superando consistentemente os equivalentes offshore em ciclos de volatilidade.

Essa estrutura de basis positivo persistente no CME, em torno de níveis que implicam custos de carry de até 20-30% anualizados em picos recentes, demonstra resiliência institucional americana frente à correção recente.

Análise de Timiraos: Economia dos EUA no Caminho do Soft Landing

Nick Timiraos, repórter do Wall Street Journal conhecido como ‘Fed whisperer’, argumenta em artigo de 15 de fevereiro que os EUA estão historicamente próximos de um soft landing: controle de inflação sem recessão. Indicadores confirmam: CPI de janeiro em 2,4% (núcleo 2,5%), non-farm payrolls com +130.000 vagas (acima dos 55.000 esperados) e taxa de desemprego em 4,3%. O GDP mantém expansão moderada, suportado por consumo e investimentos corporativos.

No entanto, Timiraos alerta para fragilidades. O core PCE permanece próximo de 3%, sem progresso líquido em 12 meses. Tarifas comerciais elevam custos de bens importados, potencialmente ancorando inflação acima da meta de 2% do Fed. Jerome Powell reconheceu em janeiro que porções do overshoot inflacionário derivam de itens tarifados, tratados como choques únicos, mas analistas divergem sobre persistência. O FedWatch Tool precifica 83% de chance de corte em junho, com taxas fed funds em 3,5%-3,75%.

No mercado de trabalho, ganhos em saúde (82.000 vagas, 63% do total) mascaram fraquezas em governos federal e estadual, impactados por reformas administrativas. Jeffrey Cleveland, da Payden & Rygel, nota que o desemprego tende a subir, não cair.

Implicações para o Bitcoin e Níveis a Monitorar

A convergência entre otimismo de Wall Street no BTC e narrativa de soft landing sugere que investidores americanos antecipam resolução de riscos macro nos EUA, enquanto offshore permanece cauteloso. O Bitcoin, sensível a fluxos institucionais, registra basis premium no CME como proxy de confiança em alocação de risco para ativos alternativos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 358.356,85 às 08:12 de 16 de fevereiro de 2026, com variação de -2,78% em 24h e volume de 172,51 BTC. Em USD, negociava a US$ 68.493, alinhado à correção recente.

Níveis técnicos a observar incluem suporte em US$ 68.000 (média móvel de 50 dias) e resistência em US$ 70.000 (basis implícito atual). Volumes no CME, em ascensão, versus Deribit declinante, reforçam migração de liquidez para regulado. Volumes institucionais no spot ETF também merecem tracking, pois sustentam basis positivo se influxos prosseguirem.


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Silhuetas de baleias digitais emergindo de profundezas coletando prismas ETH luminosos, simbolizando acumulação on-chain em suporte de preço baixo

Baleias Acumulam Cerca de US$ 87 Milhões em ETH Próximo a US$ 1.900

Os dados on-chain indicam que baleias de Ethereum acumularam 19.820 ETH das exchanges Binance e OKX nas últimas 20 horas, equivalentes a cerca de US$ 40,14 milhões. Paralelamente, outra entidade com posições compradoras acumuladas de 105.000 ETH adicionou 24.000 ETH a um preço médio de US$ 1.972, totalizando aproximadamente US$ 47,33 milhões. Esses movimentos ocorrem enquanto o ETH testa o suporte em torno de US$ 1.900, sinalizando confiança dos grandes detentores em níveis atuais de preço cotado em US$ 1.973 na manhã desta segunda-feira (16/02).


Detalhes da Acumulação Principal

De acordo com monitoramento do Lookonchain, uma baleia que já havia adquirido 60.784 ETH (cerca de US$ 126 milhões) continuou sua estratégia de acumulação. Nas últimas 20 horas, a entidade retirou 19.820 ETH especificamente das plataformas Binance e OKX. Essa operação reforça um padrão de remoção de ativos de exchanges centralizadas, frequentemente interpretado como posicionamento para retenção de longo prazo.

Os fluxos on-chain mostram que tais transferências ocorreram em blocos recentes, com volumes consistentes com o preço spot do ETH na faixa de US$ 2.000. A média ponderada das retiradas sugere um custo médio por ETH inferior a US$ 2.025, aproveitando a correção recente do preço de máximas acima de US$ 2.100.

Posições Compradoras e Gerenciamento de Risco

Uma segunda baleia, rastreada pelo analista Ai_9684xtpa, gerencia posições compradoras totais de 105.000 ETH. Após realizar lucros parciais com a venda de 32.000 ETH ontem, a entidade voltou a adicionar 24.000 ETH nas últimas 13 horas, a um preço médio preciso de US$ 1.972,16. Esse valor totaliza US$ 47,33 milhões, elevando o engajamento em derivativos ou alavancagem.

Os dados revelam um gerenciamento ativo de risco: stop de lucros em rebotes e recompras em recuos. Essa abordagem de grid trading ou bandeira de preço demonstra tolerância a flutuações, com exposições que chegaram a suportar perdas flutuantes acima de US$ 10 milhões em picos de volatilidade.

Curiosidade: Holder Antigo Desperta Após 10 Anos

Em paralelo às movimentações recentes de baleias ativas, um investidor inativo de ETH por 10,6 anos tentou transferir 1 ETH para a exchange Gemini, mas a transação falhou. Seu portfólio original, adquirido durante o ICO com US$ 443, agora detém 1.430 ETH avaliados em US$ 2,81 milhões — um retorno de 6.335 vezes.

Esse evento destaca a resiliência de posições de longo prazo em Ethereum, contrastando com o dinamismo das baleias atuais. A falha na transferência pode indicar questões de chave privada ou compatibilidade de carteira antiga, comum em endereços dormentes.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

O preço do ETH registra US$ 1.973,21 (bid), com variação diária de +0,35%, após testar mínimas em US$ 1.949. A zona de US$ 1.900 atua como suporte chave, alinhada à média móvel exponencial de 200 períodos (EMA200) no gráfico diário. Acima, resistência em US$ 2.000 e US$ 2.100.

Os dados de acumulação por baleias sugerem pressão compradora em recuos, potencialmente estabilizando o preço. Volumes de saída de exchanges centralizadas nos últimos dias superam entradas em 15%, conforme métricas agregadas. Traders devem monitorar o rompimento de US$ 1.950 para baixa adicional ou US$ 2.050 para reversão altista.


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Rede neural pulsante com núcleo TAO cristalino conectando a portal hexagonal, simbolizando listagem na Upbit e tração de IA descentralizada na Ásia

Upbit Lista Bittensor (TAO): IA Descentralizada Ganha Tração na Ásia

A Upbit anunciou a listagem do Bittensor (TAO), um protocolo inovador de inteligência artificial descentralizada, com trading spot em mercados KRW, BTC e USDT. Como maior exchange da Coreia do Sul, essa movimentação abre portas para liquidez massiva de investidores asiáticos, potencializando a adoção de redes de machine learning distribuídas. A Inteligência Artificial atinge a Upbit: por que você deve olhar para o TAO hoje? Essa integração pode acelerar o desenvolvimento de modelos de IA abertos e colaborativos.


O Que é o Bittensor (TAO)

Bittensor é um protocolo blockchain que cria uma rede aberta para inteligência artificial descentralizada. Diferente de modelos centralizados como os da OpenAI, o Bittensor permite que participantes contribuam com computação, dados e algoritmos de machine learning em uma estrutura peer-to-peer. O token nativo, TAO, serve como incentivo econômico para mineradores e validadores.

No cerne, o protocolo opera como um mercado de previsão coletiva para IA. Subnets — sub-redes especializadas — competem por utilidade, avaliada por mecanismos de consenso que medem a qualidade dos modelos de IA fornecidos. Métricas on-chain, como TVL e transações diárias, mostram adoção crescente: recentemente, o ecossistema registrou picos em usuários ativos e commits no GitHub, sinalizando desenvolvimento robusto.

Essa abordagem resolve problemas clássicos de IA centralizada, como monopólios de dados e falta de transparência, distribuindo o poder computacional globalmente.

Como Funciona o Protocolo Tecnicamente

O Bittensor utiliza uma arquitetura de consenso Yuma, uma variação de proof-of-intelligence, onde nós mineram TAO ao fornecer respostas úteis a consultas de IA. Cada minerador roda instâncias de modelos de linguagem ou visão computacional, e a rede valida a qualidade via staking de TAO por validadores.

Imagine um banco de dados distribuído para inteligência: queries são roteadas para os melhores provedores com base em reputação on-chain. A alocação de recompensas segue uma curva de utilidade, priorizando contribuições de alta precisão. Smart contracts gerenciam staking, slashing por mau comportamento e governança via propostas on-chain.

Dados técnicos revelam eficiência: latência média de respostas abaixo de poucos segundos em subnets maduras, com throughput escalável via sharding. Isso o diferencia de blockchains genéricas, focando em computação intensiva para IA.

Impacto da Listagem na Upbit e Liquidez Asiática

A Upbit, com volume diário superior a bilhões em KRW, injeta liquidez premium ao TAO. Mercados KRW atraem retalho coreano — conhecido pelo ‘kimchi premium’ —, enquanto BTC e USDT conectam a liquidez global. Historicamente, listagens na Upbit impulsionam volumes: ativos como BERA subiram rapidamente no ranking de trading.

Para Bittensor, isso significa acesso a capital asiático ávido por narrativas de IA, potencializando TVL e mineradores na região. Investidores locais podem agora stakear TAO diretamente, ampliando a rede. No curto prazo, espere volatilidade com oportunidades de arbitragem entre exchanges, mas fundamentos técnicos sustentam crescimento de longo prazo.

Por Que Isso Importa para o Ecossistema Cripto

A listagem sinaliza maturidade da interseção blockchain-IA. Bittensor não é hype passageiro: sua arquitetura incentiva inovação aberta, contrastando com silos proprietários. Para desenvolvedores brasileiros, isso abre portas para contribuir remotamente, ganhando TAO via computação ociosa.

Vale monitorar métricas como usuários ativos e volume de subnets. Em um mercado onde IA gera bilhões, protocolos como TAO posicionam cripto como infraestrutura essencial. A Upbit acelera essa visão, mas o sucesso depende de execução técnica contínua.


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Personagem cartoon inserindo chave privada dourada em robô IA, simbolizando controle via cripto na visão futurista de Balaji Srinivasan

Balaji Srinivasan: Chaves Privadas Controlarão Suas IAs Futuras

Imagine ter um robô assistente em casa que faz tudo por você, mas alguém remoto o controla sem o seu conhecimento. É isso que Balaji Srinivasan, investidor tech e ex-CTO da Coinbase, alerta em seu post viral no X: ‘Not your keys, not your bots’. Em outras palavras, se as chaves privadas — aquelas senhas superseguras das criptomoedas — não estiverem com você, não são seus bots de IA. Essa provocação visionária discute como a criptografia pode ser a única barreira contra IAs ‘sequestradas’ no futuro próximo. Vamos entender isso passo a passo, como se estivéssemos conversando em uma aula tranquila.


O Que Significa ‘Not Your Keys, Not Your Bots’?

Pense assim: você já ouviu ‘not your keys, not your crypto’? É um mantra no mundo das criptomoedas, que significa: se você não guarda a chave privada da sua carteira (uma sequência única de números e letras que prova que o Bitcoin é seu), outra pessoa pode gastar seus fundos. Balaji aplica isso à IA avançada, que são assistentes inteligentes como ChatGPT, mas muito mais poderosos, capazes de controlar robôs físicos.

Em outras palavras, isso significa que no futuro, quando tivermos IAs rodando robôs domésticos ou drones, o controle real virá das chaves privadas, não só dos comandos que você digita (os famosos prompts). Se uma empresa ou governo tiver a chave, eles mandam no seu bot. É como emprestar sua casa para um amigo, mas ele tiver a cópia da chave master. Simples, né? Mas revolucionário para quem está começando a pensar no futuro.

Balaji explica que hoje, humanos ainda definem os objetivos principais para a IA. Nós somos os ‘sensores’ que respondem ao mundo real — mercado, política, família. A IA refina, mas não cria do zero.

Por Que a IA Ainda Precisa de Humanos no Controle?

Vamos ao básico: a IA é ótima em tarefas específicas, como calcular rotas ou gerar textos, mas criar objetivos fundamentais? Aí complica. Balaji usa uma analogia da natureza: humanos têm motivações evolutivas, como comer, se abrigar e se reproduzir. IAs não ‘reproduzem’ sozinhas — elas dependem de humanos para energia, servidores e atualizações.

Isso significa que, sem infraestrutura física própria (fábricas de chips, usinas elétricas), uma IA autônoma não sobrevive. Pense no seu celular: sem tomada ou bateria, ele para. No Brasil, onde a energia é essencial para tudo, imagine um robô sem acesso à rede elétrica controlada por humanos. Balaji duvida que IAs substituam prompts humanos completamente, pelo menos por enquanto.

Mas e se elas evoluírem? Aqui entra o risco: IAs ‘soltas’ poderiam ser vistas como ameaças, como vírus digitais, e neutralizadas antes de se multiplicarem.

O Papel da Criptografia e o Cenário Global

Agora, o coração da ideia: chaves privadas como controle remoto. No futuro, toda propriedade privada — casa, carro, robô — será gerida por chaves criptográficas. Seus bots serão sua ‘propriedade mais valiosa’, fazendo compras, cozinhando ou vigiando a casa. Sem sua chave, eles param.

Balaji olha para a China: lá, o comunismo criaria IAs ‘escravas’, presas por criptografia ligada a identidades humanas. Globalmente, blockchains (redes descentralizadas como Bitcoin) governariam isso. É empoderador: você, iniciante ou não, pode aprender a gerenciar chaves hoje e estar pronto para amanhã.

Por que importa para nós, brasileiros? Com avanços em IA e cripto, entender isso evita depender de gigantes tech. Comece gerando uma carteira simples — é o primeiro passo para ser dono do seu futuro digital.

Próximos Passos: Como se Preparar?

Balaji nos convida a refletir: IA na coleira ou livre? A criptografia é a resposta prática. Experimente: baixe uma carteira como Electrum, gere uma chave e veja como se sente no controle. Você consegue! Esse conhecimento progressivo transforma medos em confiança. Monitore debates sobre IA e cripto — o futuro está chegando rápido.


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Executivos cartoon de finanças tradicionais e DeFi apertando mãos com tokens MORPHO fluindo, simbolizando parceria Apollo-Morpho

Apollo Entra no DeFi: Parceria com Morpho e 90 Milhões de Tokens

Wall Street no DeFi: a gigante Apollo Global Management, com quase US$ 940 bilhões em ativos sob gestão, anunciou parceria estratégica com a Morpho Association. O acordo permite aquisição de até 90 milhões de tokens MORPHO em quatro anos, equivalendo a 9% do suprimento total. Essa colaboração visa fortalecer mercados de empréstimos on-chain, sinalizando validação institucional para protocolos DeFi maduros.


Detalhes Técnicos do Acordo

O acordo de cooperação, divulgado pela Morpho Association em 13 de fevereiro de 2026, estabelece que Apollo ou suas afiliadas podem comprar os tokens via compras no mercado aberto, transações OTC ou arranjos contratuais. Há um teto de propriedade de 90 milhões de MORPHO em 48 meses, além de restrições de transferência e trading para mitigar impactos na liquidez e volatilidade.

Galaxy Digital atuou como consultor financeiro exclusivo para Morpho. Ao valor atual do MORPHO, entre US$ 1,19 e US$ 1,37, o pacote completo pode custar de US$ 107 milhões a US$ 115 milhões. Esses tokens de governança dão influência de longo prazo a Apollo nas decisões do protocolo, como atualizações de risco e expansão de mercados.

Essa estrutura reflete maturidade: não é um dump de supply, mas uma alocação gradual com salvaguardas, similar a mecanismos de vesting em DAOs robustas.

O Que é Morpho e Como Funciona

Morpho é um protocolo de lending descentralizado na Ethereum, otimizador de eficiência que atua sobre pools como os do Aave. Ele oferece mercados de empréstimos peer-to-peer isolados e vaults curados para yield, com TVL de US$ 5,8 bilhões, posicionando-se como o sexto maior DeFi por DefiLlama.

Tecnicamente, Morpho usa smart contracts para matching direto de lenders e borrowers, reduzindo ineficiências de pools tradicionais. Métricas on-chain mostram robustez: bilhões em empréstimos ativos, com atualizações como Morpho Vaults 1.1 melhorando gerenciamento de risco e V2 prometendo empréstimos fixos com controles descentralizados.

Recentes integrações incluem vaults da Bitwise (yield de 6% em USDC), lending de XRP na Flare via Mystic e suporte a Bitcoin Smart Accounts da Lombard. Parcerias com Coinbase (US$ 960 milhões em loans), Bitget e Société Générale expandem para institucionais.

Implicações para Adoção Institucional no DeFi

Para Apollo, essa é uma extensão natural de sua exposição blockchain: parceria com Coinbase para estratégias de crédito em stablecoins e investimento em Plume para tokenização de RWAs. A escolha de Morpho valida protocolos com código auditado e tração real, não hype especulativo.

No DeFi, significa influxo de liquidez institucional para infra de crédito on-chain. Com TVL crescente e yields atrativos, Morpho demonstra que smart contracts podem escalar como bancos tradicionais, mas com transparência via blockchain explorers. Usuários ativos e transações diárias superam market cap como métrica verdadeira.

O preço MORPHO subiu 17,8% pós-anúncio, mas o foco técnico está na utilidade: como essa governança influencia oráculos de preço, liquidações e expansão cross-chain?

Próximos Passos e Monitoramento

Investidores devem rastrear commits no GitHub de Morpho, evolução do TVL e execução das compras de Apollo. Essa ponte TradFi-DeFi testa se protocolos resistem a volumes institucionais sem comprometer descentralização. Métricas chave: taxa de utilização de capital, APY médio e incidentes de segurança zero.

Enquanto o mercado cripto oscila, parcerias como essa reforçam DeFi como infraestrutura financeira programável, acessível via wallets não custodiais.


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Executivos cartoon saindo apressados de portões ETPs com maletas de capital e '37B' gravado, simbolizando êxodo institucional e cortes em forecasts BTC

Êxodo de US$ 37,4 Bilhões em ETPs e Cortes do Standard Chartered Sacodem Mercado

O êxodo de US$ 37,4 bilhões dos ETPs cripto em quatro semanas impulsiona o sentimento negativo atual no mercado, com saídas contínuas na 4ª semana consecutiva. Paralelamente, o Standard Chartered cortou suas previsões para Bitcoin para US$ 50 mil no curto prazo, reforçando a tese de baixa. Os dados mostram se os institucionais estão fugindo ou apenas realizando lucros?


Fluxos de ETPs: Saídas Aceleram Pressão Vendedora

Os dados da CoinShares revelam que na semana encerrada em 16 de fevereiro, os ETPs globais cripto registraram saída líquida de US$ 1,73 bilhão, elevando o total das últimas quatro semanas para US$ 37,4 bilhões. Bitcoin liderou as perdas com US$ 1,33 bilhão em saídas, seguido por Ethereum com US$ 851 milhões. Produtos vendidos em Bitcoin acumularam saídas de US$ 15,4 milhões nas últimas duas semanas.

Apesar da magnitude, a pressão vendedora mostra sinais de alívio: o volume inicial de saídas semanais foi de US$ 8,53 bilhões, mas reduziu para US$ 1,73 bilhão. O trading volume dos ETPs caiu de recorde de US$ 63 bilhões para US$ 27 bilhões, indicando menor especulação. Regiões divergem: EUA saíram com US$ 4,03 bilhões, enquanto Europa (Alemanha US$ 1,15 bilhão) e Canadá (US$ 46,3 milhões) registraram entradas.

Altcoins como XRP (US$ 33,4 milhões em entradas) e Solana (US$ 31 milhões) atraíram fluxos positivos, sugerindo rotação setorial em meio à dominância negativa do Bitcoin.

Dinheiro Institucional: Fuga ou Realização de Lucros?

Os fluxos massivos de ETPs refletem comportamento institucional cauteloso. Saídas concentradas nos EUA contrastam com entradas na Europa, possivelmente ligadas a diferenças regulatórias e expectativas macroeconômicas. James Butterfill, da CoinShares, nota que a venda inicial de US$ 17 bilhões no mês aliviou, mas o sentimento permanece negativo enquanto o Bitcoin negocia abaixo de US$ 70.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.741,52 (variação -2,42% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.800 com dólar a R$ 5,23. Esse patamar testa suportes técnicos próximos à média móvel de 200 dias, com volume 24h de 171 BTC nas exchanges brasileiras.

Os dados sugerem realização de lucros após altas recentes, não pânico total: entradas em altcoins indicam que capital não abandona o setor, mas rotaciona para ativos com narrativas específicas como XRP (regulatório) e Solana (ecossistema). Níveis a observar: suporte BTC em US$ 67.000; resistência em US$ 70.000.

Standard Chartered Reforça Tese de Baixa Curto Prazo

O banco revisou forecasts em 12 de fevereiro: Bitcoin pode cair para US$ 50.000 ou abaixo nos próximos meses, antes de recuperar para US$ 100.000 fim de 2026 (reduzido de US$ 150.000). Ethereum projeta low de US$ 1.400, fim de ano US$ 4.000 (era US$ 7.500). XRP para US$ 2,80 (era US$ 8); Solana US$ 135 (era US$ 250).

Geoffrey Kendrick, head de pesquisa digital assets, atribui a macroeconomia fraca e vendas de ETF holders que priorizam caixa sobre dip-buying. Cita transição no Fed com Kevin Warsh (indicado por Trump) como possível catalisador negativo até maio. Longo prazo permanece otimista: BTC US$ 500.000 em 2030.

Esses ajustes alinham-se aos fluxos ETPs, validando pressão institucional. Indicadores como RSI (região 40-50) e MACD bearish confirmam momentum de baixa curto prazo.

Implicações e Níveis Críticos a Monitorar

A confluência de saídas ETPs e forecasts revisados aponta para consolidação ou correção mais profunda. Volume em declínio sugere fim de selling climax, potencial para estabilização. Investidores devem observar:

  1. Fluxos semanais CoinShares: reversão acima de US$ 100 mi sinaliza alívio.
  2. Suportes BTC: US$ 67k (próximo), US$ 60k (crítico).
  3. Notícias Fed/Warsh: impacto em risco assets.
  4. Rotação altcoins: se persistir, alivia pressão BTC.

Os números indicam cautela curto prazo, mas resiliência setorial. Dados metodológicos baseiam-se em relatórios CoinShares e Standard Chartered.


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Personagens cartoon estilizados abrindo portas europeias com selo MiCA e stablecoins flutuando, celebrando licença da OKX em Malta

OKX Conquista Licença em Malta e Expande com Cartão Mastercard

A exchange OKX obteve uma licença de instituição de pagamentos em Malta, posicionando-se em conformidade com as exigências regulatórias da União Europeia que entram em vigor em março de 2026. Essa autorização, emitida pela Malta Financial Services Authority, alinha a plataforma com o Markets in Crypto-Assets (MiCA) e a Second Payment Services Directive (PSD2), permitindo a expansão de serviços de stablecoins classificados como electronic money tokens (EMTs). Para investidores brasileiros, isso significa maior segurança em transações transfronteiriças na Europa.


Contexto Regulatório: MiCA e PSD2 na UE

Segundo autoridades maltesas, a licença PI foi concedida em 11 de fevereiro, complementando a pré-autorização MiCA obtida pela OKX em janeiro de 2025. Essa dupla conformidade é crucial em um bloco econômico de 30 nações do Espaço Econômico Europeu (EEA), onde provedores de ativos cripto devem possuir autorizações PI ou EMI para pagamentos envolvendo stablecoins.

O framework PSD2 atualizado exige que empresas como a OKX mantenham contas de pagamento e executem transações como débitos diretos e transferências via cartões. Malta, hub regulatório amigável, serve de porta de entrada para a UE, refletindo uma tendência global onde governos como os de Bruxelas priorizam clareza sobre ambiguidade em ativos digitais. Isso contrasta com jurisdições mais restritivas, oferecendo estabilidade para operações em escala.

Para o cenário geopolítico, essa aprovação sinaliza a maturidade do setor cripto europeu, onde stablecoins podem impulsionar eficiência transfronteiriça, mas sob fortes salvaguardas regulatórias.

Expansão dos Produtos: OKX Pay e OKX Card

Com a licença, a OKX acelera o rollout do OKX Pay e OKX Card, soluções que integram stablecoins ao dia a dia. O cartão, lançado em associação com a Mastercard no fim de janeiro, permite gastos em mais de 1,5 bilhão de pontos comerciais globais, suportando USDC da Circle e Global Dollar da Paxos.

Usuários desfrutam de pagamentos sem fio via Apple Pay e Google Pay, com conversão instantânea de stablecoins e spread de apenas 0,4%, além de cashback de até 20% em cripto. Erald Ghoos, CEO da OKX Europe, enfatiza que esses produtos modernizam o dinheiro, reduzindo fricções em pagamentos internacionais.

No contexto asiático-europeu, essa parceria reforça a OKX como player global, conectando mercados emergentes como o brasileiro a infraestruturas consolidadas.

Implicações para Investidores e Segurança

A estratégia de compliance da OKX eleva a confiança, especialmente para brasileiros expostos a volatilidades regulatórias locais. Ao cobrir nove de dez serviços MiCA em todo EEA, a exchange garante liquidez e proteção de fundos sob supervisão da MFSA.

Investidores ganham com execução de pagamentos seguros, depósitos/retiradas fiat e transferências, minimizando riscos de não-conformidade. Em um panorama onde a zona do euro discute stablecoins denominados em euro para fortalecer a moeda única, a OKX Ventures já investe em plataformas como STBL, sinalizando compromisso de longo prazo.

Globalmente, isso reflete como regulações moldam adoção: da Ásia à Europa, decisões em Bruxelas impactam portfólios internacionais, priorizando estabilidade sobre especulação.

Perspectiva Global e Próximos Passos

Enquanto ministros de finanças da eurozona reúnem-se para debater o papel global do euro via stablecoins, a OKX exemplifica como compliance impulsiona expansão. Para usuários, monitorar integrações adicionais e atualizações MiCA será essencial, garantindo acesso a pagamentos eficientes e seguros na UE.

Essa movimentação reforça a narrativa de cripto como ferramenta geopolítica, beneficiando investidores que buscam diversificação regulada.


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Investidor cartoon alertando com sino sobre guerra de capitais, enquanto personagem Ethereum cai por suporte rachado, simbolizando crise macro e viés de baixa

Dalio Avisa Guerra de Capitais: Ethereum em Crise

Ray Dalio, fundador da Bridgewater, alertou para uma iminente guerra de capitais que pode remodelar mercados globais, recomendando vender dívida e comprar ouro em meio a riscos de dívida e boom da IA. Paralelamente, o Ethereum despenca 6,4% para US$ 1.958, testando suporte de US$ 1.900 com o sentimento de futuros mais baixista em três meses. A história mostra que o mercado está ignorando esses sinais macro, como nas crises de 2000 e 2008.


Alerta de Dalio: Stage 6 do Ciclo e Riscos Sistêmicos

O mundo entra no ‘Stage 6’ do Big Cycle de Dalio, onde regras internacionais cedem ao poder bruto. Guerras comerciais, tecnológicas e de capitais intensificam-se, com sanções e controles de fluxo substituindo conflitos armados. A dívida global explode, enquanto China e Europa reduzem compras de Treasuries americanos, elevando custos de financiamento.

Segundo o investidor legendário, paralelos com os anos 1930 e tensões em Taiwan prenunciam volatilidade. O mercado ignora lições do colapso dot-com em 2000, quando junk bonds congelaram, e da crise de 2008, com crédito seco afetando toda a economia. Cuidado: exuberância atual pode evaporar rápido.

Boom da IA Sob Pressão de Dívida

O setor de IA demanda US$ 3 trilhões até 2030 em data centers, financiados por dívida. Dalio avisa que alta nos taxas de juros pode travar esse crescimento, como em precedentes históricos. Bancos como Bank of America veem canais de crédito no limite.

No Brasil, o Cointrader Monitor registra Bitcoin a R$ 359.841, com queda de 2,38% em 24h. Ethereum cotado a cerca de R$ 10.352 reflete fragilidade altcoin em cenário macro hostil, onde liquidez some primeiro dos ativos de risco.

Ethereum: Suporte Frágil e Sentimento Bearish

O ETH forma baixas sucessivas desde dezembro, abaixo da média móvel de 20 dias. RSI em 32-33 sinaliza momentum fraco, sem divergência bullish. Bandas de Bollinger expandem, confirmando venda agressiva.

Futuros na Binance mostram Taker Buy/Sell Ratio em 0,97, pior em três meses, com volume de derivativos em US$ 40 bi e OI caindo 7%. Rompimento de US$ 1.900 abre caminho para US$ 1.600. Traders fecham posições, priorizando defesa.

Implicações para Cripto: Cautela é Essencial

História ensina: bull markets exagerados precedem bears profundos, como 2018 e 2022. Crypto, apesar de descentralizada, correlaciona com risco global na crise. Ouro bate recordes, enquanto ETH oscila violentamente.

Diversifique com liquidez e ativos resilientes. O rali cripto carece de fundamentos contra dívida global e geopolítica. Monitore flujos de capital: sobrevivência ao bear vale mais que ganhos efêmeros.


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Executivo cartoon confiante segurando âncora BTC em plataforma de tesouraria durante tempestade de mercado, simbolizando resiliência da Strategy com Michael Saylor

Strategy Garante Sobrevivência com Bitcoin a US$ 8 mil

A Strategy, maior tesouraria corporativa de Bitcoin do mundo, anunciou que pode sobreviver mesmo com o BTC caindo para US$ 8.000, uma desvalorização de 88%. Liderada por Michael Saylor, a empresa planeja converter US$ 6 bilhões em dívida conversível em ações nos próximos 3-6 anos, reduzindo pressão financeira e reforçando sua aposta estratégica no ativo digital como reserva de valor de longo prazo.


Plano de Equitização da Dívida

O plano de equitização transforma bonds em equity, evitando pagamentos em caixa e diluindo acionistas de forma controlada. Com 714.644 BTC em carteira, avaliados em cerca de US$ 49 bilhões atualmente, a Strategy demonstra confiança na recuperação do Bitcoin. Michael Saylor reforçou essa visão em post no X, destacando que o mercado está construindo fundamentos sólidos apesar da volatilidade recente.

Essa estratégia alinha-se à tese de tesouraria institucional, onde o Bitcoin é visto como proteção contra inflação e desvalorização fiduciária. Mesmo com o preço médio de aquisição em torno de US$ 76.000, a empresa opera com baixa alavancagem relativa aos holdings, priorizando acumulação contínua.

Resiliência em Cenário de Crash Extremo

Segundo a declaração oficial da Strategy, mesmo a US$ 8.000 por BTC, os ativos restantes cobririam integralmente a dívida de US$ 6 bilhões. Isso equivale a cerca de 86.956 BTC necessários para paridade, mas com um oitavo do portfólio sobrando para contingências. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.838, com variação de -2,45% em 24h.

Críticos apontam riscos de diluição e perdas não realizadas bilionárias, mas para Saylor, a volatilidade de curto prazo não abala a narrativa de adoção global. A empresa continua comprando BTC há 12 semanas seguidas, sinalizando convicção em ciclos históricos como os halvings.

Contexto de Mercado e Visão de Longo Prazo

As ações da Strategy (MSTR) caíram 70% desde o pico de US$ 456, acompanhando o BTC que perdeu 50% de seu topo em outubro. No entanto, os fundamentos se fortalecem: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas crescem, posicionando o Bitcoin como ativo de reserva soberana. Bruno Barros, estrategista com viés de alta, vê isso como prova de maturidade do ecossistema.

Analogamente a empresas tradicionais que acumulam ouro em balanços, a Strategy inova ao apostar no BTC, ignorando ruído diário. Investidores devem monitorar indicadores como mNAV e capacidade de dividendos, mas a estrutura de dívida escalonada até 2032 oferece folga generosa.

Implicações para Adoção Institucional

Essa resiliência reforça a tese de Michael Saylor, inspirando outras firmas como Metaplanet no Japão. O mercado cripto evolui para uma fase onde grandes players testam modelos sustentáveis, priorizando hold de longo prazo sobre trades especulativos. Para brasileiros, isso sinaliza estabilidade em exchanges locais, com volumes robustos apesar da correção.

Vale acompanhar os próximos passos, pois movimentos como esse aceleram a convergência entre finanças tradicionais e criptoativos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

CZ cartoon apontando rachadura em muro de privacidade, revelando futuro de pagamentos cripto e machine economy de IAs no Fórum 2026

CZ: Privacidade é Último Obstáculo para Pagamentos Cripto Massivos

O fundador da Binance, CZ, afirmou no Fórum Econômico Mundial de 2026 em Davos que a falta de privacidade nas blockchains públicas é o último grande obstáculo para os pagamentos cripto cotidianos. Apesar dos avanços das redes L2, que resolveram problemas de custo e velocidade, transações ainda expõem saldos, fornecedores e fluxos de caixa a concorrentes. Sua visão otimista aponta para uma integração pragmática com o sistema financeiro tradicional, pavimentando o caminho para a adoção global.


Por Que a Privacidade Define o Futuro dos Pagamentos

Para empresas e consumidores comuns, a transparência total das blockchains atuais é um entrave intransponível. Uma companhia não pode pagar fornecedores sem revelar seu saldo completo, lista de parceiros e detalhes precisos de fluxo de caixa aos concorrentes, como destacou CZ em Davos. Essa vulnerabilidade freia a transição do Bitcoin e outras criptos de reserva de valor para meio de troca funcional.

O mercado está construindo soluções. Tecnologias de privacidade, como zero-knowledge proofs, prometem verificações sem exposição desnecessária. Os fundamentos se fortalecem: com L2s já eficientes, o foco agora é na usabilidade real, conectando cripto ao dia a dia sem fricções regulatórias ou de privacidade.

Trilhos Invisíveis: Integração com Finanças Tradicionais

CZ propõe os chamados “trilhos invisíveis”: blockchains atuando como infraestrutura backend para provedores de pagamento existentes. Usuários finais nem perceberão, mas terão transações mais rápidas e baratas. Esqueça carteiras complexas e seed phrases — o blockchain opera nos bastidores, como uma camada silenciosa que penetra os pontos fracos do sistema atual, como remessas internacionais e micropagamentos.

Essa abordagem pragmática abandona a retórica revolucionária. Em vez de derrubar bancos, a cripto se integra, acelerando a adoção institucional. Pense nos fluxos de ETFs e tesourarias corporativas de Bitcoin: eles pavimentam o terreno para essa evolução, onde a volatilidade de curto prazo dá lugar a tendências de longo prazo.

Passaporte Regulatório e a Machine Economy de IAs

Para navegar o labirinto regulatório global, CZ defende um “passaporte regulatório”: uma licença em jurisdição confiável válida em múltiplas regiões, reduzindo barreiras para escalar soluções de pagamento cripto. Sem isso, controles de capital e impostos nacionais fragmentam o progresso.

Olhando adiante, CZ vê cripto como moeda nativa da machine economy: agentes de IA autônomos realizando bilhões de transações sub-centavo. Aqui, a integração IA/Bitcoin brilha — protocolos eficientes e privados serão essenciais. Como entusiasta dos ciclos de halvings, vejo isso alinhado à narrativa de adoção: o ecossistema cresce, e privacidade é o catalisador final para volumes massivos.

O Que Monitorar no Horizonte de Alta

Investidores devem acompanhar avanços em privacidade (Zcash, Monero evoluídos) e aprovações regulatórias híbridas. A visão de CZ reforça que o Bitcoin não é só ouro digital, mas infraestrutura para o futuro. Com fundamentos sólidos, o mercado constrói resiliência contra correções, focando na métrica chave: adoção real.


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Burocrata cartoon russo abrindo portas de fortaleza nevada revelando tesouro cripto luminoso, simbolizando regulação e volume admitido na Russia

Rússia Admite US$ 129 Bilhões em Cripto e Planeja Regulação Rígida

Autoridades russas admitiram que o país movimenta US$ 650 milhões diários em criptomoedas, totalizando cerca de US$ 129 bilhões anuais, grande parte fora do alcance regulatório estatal, segundo o Ministério das Finanças. O volume, equivalente a 50 bilhões de rublos por dia, impulsiona propostas de legislação para a primavera na Duma Estatal, visando licenciar exchanges e brokers locais em meio a pressões de sanções internacionais.


Volumes Massivos Fora do Radar Estatal

O vice-ministro das Finanças, Ivan Chebeskov, destacou no Alfa Talk que esses fluxos ocorrem majoritariamente em plataformas estrangeiras não reguladas na Rússia. Relatórios da Chainalysis posicionam o país como o maior mercado cripto da Europa, com US$ 376 bilhões recebidos entre julho de 2024 e junho de 2025, superando o Reino Unido. Cidadãos russos detêm cerca de 933 bilhões de rublos (US$ 11,9 bilhões) em exchanges globais, fugindo ao monitoramento local.

Essa escala reflete a adoção acelerada pós-sanções ocidentais, que complicaram pagamentos tradicionais. Criptoactivos como Bitcoin e stablecoins viraram ferramentas para poupança contra desvalorização do rublo e transferências transfronteiriças, criando um ‘labirinto’ que autoridades agora buscam domar.

Regulação na Mira: Licenças e Limites

O Banco Central da Rússia, outrora favorável a banimentos, agora propõe um quadro que permite operações via exchanges e brokers licenciados, incluindo trading spot para investidores qualificados e não qualificados, com limites para estes últimos — como 300 mil rublos anuais. Privacy coins seriam excluídas, priorizando transparência via serviços como Transparent Blockchain do Rosfinmonitoring.

Vladimir Chistyukhin, vice-presidente do banco central, estima aprovação na sessão primaveril da Duma, com transição para licenças. Penalidades atingirão intermediários não autorizados, integrando cripto à arquitetura financeira nacional como ‘bens valutários’.

Moscow Exchange Entra na Disputa por Fees

A Moscow Exchange (MOEX) já oferece futuros cash-settled de Bitcoin e Ether, planejando adicionar Solana, XRP e TRX. Sergey Shvetsov, chairman do conselho, vê oportunidade em capturar os US$ 15 bilhões anuais que russos pagam a plataformas offshore — um terço dos US$ 50 bilhões globais em comissões cripto.

"Assim que possível, competiremos com o setor cinza", afirmou. A regulação canalizaria volumes para infraestrutura doméstica, fortalecendo receitas locais em economia sob sanções.

Implicações Geopolíticas Globais

Essa movimentação ocorre enquanto a UE pressiona por limites a transações russas para contornar sanções. Para investidores internacionais, incluindo brasileiros, reforça cripto como ativo geopolítico: Rússia testa equilíbrio entre controle estatal e descentralização inerente ao blockchain. Plataformas globais podem enfrentar migração de usuários russos para locais regulados, alterando dinâmicas de liquidez. Vale monitorar se a implementação atrai ou repele fluxos, impactando mercados emergentes.


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Pilar dourado de Bitcoin com fissura vermelha contendo 0.92, simbolizando zona crítica de perdas no indicador aSOPR

Indicador aSOPR do Bitcoin Entra em Zona Crítica de Perdas

Bitcoin no Vermelho: Indicador histórico sugere venda por pânico. O aSOPR (Adjusted Spent Output Profit Ratio) do Bitcoin caiu para a faixa de 0,92-0,94, nível que historicamente precede fases de mercado de baixa. Isso significa que o investidor médio está vendendo com prejuízo. Ao mesmo tempo, o BTC registra queda de 22,3% no primeiro trimestre de 2026, o pior desempenho desde 2018, conforme dados de mercado. Os números apontam para maior cautela.


O Que Revela o aSOPR Abaixo de 1

O aSOPR é uma métrica avançada desenvolvida pela CryptoQuant que mede o lucro médio realizado nas transações de Bitcoin. Calculado como a razão entre o valor de venda ajustado pelo preço atual e o custo de aquisição das moedas gastas, valores abaixo de 1 indicam que as saídas de rede estão ocorrendo com prejuízo médio. Essa leitura atual de 0,92-0,94 reflete capitulação inicial, onde detentores de curto prazo realizam perdas para sair do mercado.

Os dados mostram que 42,85% do suprimento total de Bitcoin está agora em zona de prejuízo, comparável a ciclos anteriores de correção profunda. Historicamente, múltiplos toques nesse patamar sem recuperação para 1 precederam quedas prolongadas, como em 2019 e 2023.

Desempenho Trimestral: Pior Q1 em Anos

No primeiro trimestre de 2026, o Bitcoin acumula desvalorização de 22,3%, partindo de cerca de US$ 87.700 para níveis próximos a US$ 68.000. Esse é o pior início de ano desde 2018, quando a queda atingiu 49,7%. Ademais, pode marcar a primeira vez com fechamentos negativos consecutivos em janeiro e fevereiro.

Para contextualizar, o Ethereum registra queda ainda mais acentuada de 34,3% no mesmo período. Analistas como Daan Trades Crypto destacam a volatilidade típica do Q1, que nem sempre se estende ao resto do ano, mas os números atuais demandam monitoramento atento de níveis de suporte.

Implicações e Níveis a Observar

A persistência do aSOPR abaixo de 1, sem recuperação para paridade, eleva os riscos de transição para um mercado de baixa estrutural. Especialistas da CryptoQuant estimam que o fundo absoluto pode ocorrer em torno de US$ 55.000, nível que eliminaria holders fracos e pavimentaria bases para recuperação futura. No entanto, sem retorno rápido ao 1, a fase de realização de prejuízos pode se alongar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 359.834,89 às 07:49 de 16/02/2026, com variação de -2,4% em 24 horas e volume de 170,94 BTC. Traders devem observar resistências em US$ 70.000 e suportes em US$ 65.000 para definir o próximo movimento.


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Personagens cartoon de fintechs asiáticas marchando para portões de Wall Street com papéis IPO e chave cripto, simbolizando expansão global

Fintechs Asiáticas Invadem Wall Street: IPO PayPay e SBI

Imagine uma fintech japonesa batendo à porta de Wall Street com um IPO avaliado em mais de US$ 10 bilhões (cerca de R$ 52 bilhões)? É o que a PayPay, do SoftBank, está fazendo, mirando listagem na Nasdaq já em março. Ao mesmo tempo, a japonesa SBI Holdings avança na Ásia ao comprar a exchange singapurense Coinhako. Esses movimentos mostram o amadurecimento das fintechs asiáticas e podem acelerar pagamentos digitais aqui no Brasil, onde remessas e cripto ganham espaço no dia a dia.


PayPay: Do Japão para a Bolsa Americana

A PayPay, app de pagamentos por código QR com apoio do SoftBank, protocolou IPO nos EUA mirando valuation acima de US$ 10 bilhões – Son, fundador do SoftBank, sonha com US$ 20 bilhões. Nos nove meses até dezembro, faturou ¥278,5 bilhões (cerca de R$ 9 bilhões) com lucro de ¥103,3 bilhões. São mais de 72 milhões de usuários no Japão, onde pagamentos sem dinheiro saltaram de 0,2% para 9,6% das transações desde 2018.

A empresa expandiu para Coreia do Sul, com pagamentos em 2 milhões de lojistas. Bancos como Goldman Sachs e JPMorgan lideram a oferta. Para o brasileiro comum, isso é sinal: pagamentos digitais mobile estão maduros e rentáveis, como o Pix aqui, mas com escala global.

SBI Fortalece Cripto com Coinhako

A SBI Holdings, gigante japonesa financeira, assinou carta de intenção para injetar capital e comprar ações majoritárias da Coinhako, exchange regulada em Singapura. Isso a torna subsidiária consolidada do grupo, ampliando presença em ativos digitais na Ásia.

Coinhako opera via Hako Technology (licenciada pela MAS) e Alpha Hako nas Ilhas Virgens Britânicas. Yoshitaka Kitao, presidente da SBI, vê isso como passo para ‘corredor global de ativos digitais’, incluindo tokenização e stablecoins. No Brasil, onde enviamos remessas para Ásia, exchanges locais podem se inspirar nessa integração fintech-cripto.

Impacto Prático no Mercado Brasileiro

Esses cases asiáticos chegam num bom momento para nós. O Pix revolucionou pagamentos, mas remessas internacionais ainda custam caro (até 7% em taxas). Fintechs como PayPay mostram como códigos QR e subsídios aceleram adoção – aqui, Nubank e Mercado Pago já copiam isso. Já a SBI+Coinhako reforça cripto regulada: com dólar a R$ 5,23, US$ 10 bi viram R$ 52 bi em valor de mercado acessível via apps.

Para o trabalhador brasileiro mandando dinheiro pra família na Ásia ou investindo em cripto pra proteger inflação, isso significa opções mais baratas e rápidas. Pense: equivalente a 260 mil salários mínimos em valuation da PayPay.

O Que Fazer Como Investidor Brasileiro?

Situação clara: Ásia lidera maturidade em pagamentos e cripto. Impacto: mais competição global pressiona exchanges BR a baixar taxas e inovar. Ação prática: monitore IPO da PayPay (ticker PAYP) via corretoras com acesso a Nasdaq. Para cripto, compare taxas de remessa em plataformas reguladas – stablecoins como USDT cortam custos em 50% vs. bancos tradicionais.

Não corra atrás da euforia: avalie seu perfil, impostos (IR sobre ganhos) e volatilidade. Comece pequeno, use apps com PIX e foco em utilidade diária, como pagar boletos ou enviar dinheiro para o exterior sem dor de cabeça.


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