Silhuetas de baleias cyberpunk carregando orbes BTC dourado para portal vermelho de exchange, ilustrando influxos de whales e premium negativo na Coinbase

Bitcoin Premium Negativo na Coinbase e Influxos de Whales

Alerta vermelho no mercado de Bitcoin: o premium da Coinbase entrou em território negativo pelo terceiro dia consecutivo, registrando -0,0397% em relação ao preço global. Paralelamente, grandes influxos para exchanges foram observados, impulsionados por detentores de médio a grande porte, conhecidos como whales. Esses indicadores técnicos sugerem cautela, com potencial para maior volatilidade ou correção de curto prazo, mesmo com o preço em torno de US$ 95.000.


Premium Negativo Persistente na Coinbase

O Índice de Premium do Bitcoin na Coinbase, que compara o preço do ativo na exchange americana com a média global, acumula três dias consecutivos em negativo, atualmente em -0,0397%. Nos últimos 30 dias, 28 foram marcados por essa tendência descendente, conforme dados do Coinglass. Esse indicador reflete dinâmicas específicas do mercado dos EUA, onde a Coinbase é o principal hub para investidores institucionais e de varejo regulado.

Um premium negativo sinaliza que o preço na plataforma está abaixo da média mundial, o que historicamente aponta para pressão de venda maior nos EUA. Pode indicar redução no apetite por risco de instituições, saída de capital ou menor liquidez em dólares. Em contextos passados, como novembro de 2025 com 29 dias negativos seguidos, precederam reversões temporárias antes de recuperações. Os dados sugerem um mercado americano mais cauteloso em meio à tentativa global de alta.

Influxos Recordes para Exchanges por Whales

Enquanto o preço do Bitcoin tenta superar resistências em US$ 97.000, os influxos totais para exchanges registraram picos significativos nas últimas sessões, um dos maiores de janeiro. A métrica Exchange Inflow (Total) do CryptoQuant destaca transferências elevadas de BTC para plataformas centralizadas, frequentemente precursoras de distribuição.

Análise das Spent Output Value Bands revela que faixas de 10-100 BTC e 100-1.000 BTC dominaram esses movimentos, associadas a whales, investidores de longo prazo (LTHs) ou até ETFs rebalanceando posições. Esses players estratégicos não atuam aleatoriamente; tais influxos pós-alta sugerem preparação para vendas, elevando o risco de pressão vendedora. Historicamente, isso antecede períodos de volatilidade aumentada, não necessariamente reversões imediatas, mas fragilidade no equilíbrio oferta-demanda.

Implicações e Contexto de Mercado

A convergência desses sinais — premium negativo na Coinbase e influxos de whales — reforça uma visão cautelosa para o curto prazo. Com o BTC em inércia após falhar em romper US$ 97.000, a predominância de oferta sobre demanda pode levar a correções. No entanto, inflows isolados não garantem quedas; servem como alerta para monitorar volume e estrutura de posições.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.276,84 às 10:32 de hoje, com variação de -0,53% em 24h e volume de 93,1 BTC. Investidores locais devem observar esses fluxos globais, pois influenciam a liquidez doméstica.

O Que Monitorar a Seguir

Indicadores-chave incluem persistência do premium negativo, continuidade dos inflows e reação do preço a suportes como US$ 95.000. Se os fluxos diminuírem e o premium se recuperar, pode sinalizar estabilização. Caso contrário, uma correção para níveis inferiores é plausível. Dados on-chain combinados com análise técnica oferecem base objetiva para decisões informadas, priorizando gerenciamento de risco em cenários voláteis.


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Onda de energia roxa-cyan com DASH explodindo 61% na crista e baleias coletando XRP, liderando rali de privacidade e altseason

DASH Explode 61% e Lidera Rali de Privacidade; Whales em XRP

Dash no topo e baleias de XRP em movimento: as altcoins estão roubando a cena do Bitcoin? O token de privacidade DASH explodiu 61% em horas, de US$ 39 para US$ 69, liquidando US$ 4,9 milhões em posições vendidas e elevando o open interest em 150%. Paralelamente, detentores de longo prazo acumularam 720 milhões de XRP em três dias, sinalizando possível pump. Esses fluxos on-chain questionam se estamos no limiar de uma altseason.


Surto do DASH: Short Squeeze e Catalisadores

O DASH registrou um rally impressionante nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, subindo até 61% em poucas horas. De uma base de US$ 39,21, o preço alcançou US$ 69,22, formando uma vela verde massiva no gráfico diário. Esse movimento gerou a liquidação de US$ 4,9 milhões em shorts, contra apenas US$ 1,74 milhão em longs, caracterizando um clássico short squeeze. O volume no mercado de derivativos explodiu 2.333%, enquanto o open interest saltou 150% para US$ 131,22 milhões.

Análise técnica confirma o breakout acima das médias móveis de 50 e 200 dias (US$ 44,99 e US$ 38,99), conforme destacado em avaliação chartista. Suporte chave agora em US$ 44-49, com resistência em US$ 68. Catalisadores incluem parceria com Alchemy Pay para on-ramps fiat em 173 países, novas listagens em exchanges e rotação de capital de Monero, que atingiu nova máxima histórica. No momento da escrita, DASH negociava a US$ 60, com market cap de cerca de US$ 816 milhões.

Acumulação Massiva de XRP por Baleias

Enquanto o DASH liderava privacy coins, baleias de XRP entraram em ação. De 9 a 11 de janeiro, detentores de longo prazo compraram 720 milhões de tokens, com 242,7 milhões só no dia 11. Esse fluxo reverte três meses de vendas consistentes, ocorrendo sem catalisadores noticiosos majoritários. O preço se manteve estável entre US$ 2,03 e US$ 2,28 na semana, agora em US$ 2,06, com volume de US$ 3 bilhões em 24h.

Padrões chartistas reminiscentes de 2017 surgem: consolidação lateral, dip abaixo de suporte e breakout posterior. Stochastic RSI resetou, similar ao ciclo passado, com suporte em 13-meses em US$ 2,04 e resistência em US$ 2,10. Inflows de ETFs e redução de oferta em exchanges sustentam o trend maior, apesar da queda de 13% semanal.

Indicadores de Altseason no Horizonte?

Os dados on-chain pintam um quadro de rotação agressiva para altcoins. O surto do DASH, impulsionado por liquidações e desenvolvimentos ecossistêmicos, coincide com acumulação de baleias em XRP, sugerindo capital fluindo para narrativas de privacidade e utilidade estabelecida. Privacy coins como Monero e Zcash também ganham tração, enquanto Bitcoin oscila em consolidação.

Métricas como volume de derivativos +2.333% no DASH e compras de 720M XRP indicam momentum altista. Historicamente, tais fluxos precedem altseasons, onde altcoins superam BTC. No entanto, volatilidade extrema no DASH (alta recente de 39-68 USD) alerta para possíveis correções. Suportes críticos: DASH US$ 44, XRP US$ 2,04. Um breakout sustentado acima de resistências poderia confirmar a tese.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem rastrear open interest e liquidações no DASH para sinal de continuação, além de volume on-chain em XRP. Indicadores como Stochastic RSI e médias móveis serão chave. Rotação de capital de BTC para alts, somada a listagens e parcerias, reforça o case bullish. Ainda assim, o mercado cripto permanece volátil: dados sugerem otimismo, mas sem garantias de rally prolongado. Fique atento a próximos catalisadores macro.


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Rede blockchain isométrica com 21 nós dourados gigantes dominando fluxo de partículas BTC, simbolizando concentração de 13% em grandes detentores

21 Entidades Controlam 13% de Todo Bitcoin: Veja Quem São

Apenas 21 entidades controlam 13,1% de toda a oferta de Bitcoin em circulação, totalizando cerca de 2,75 milhões de BTC, segundo análise compilada por BitcoinTreasuries, Arkham Intelligence e BitMEX Research. Em 2025, esse grupo comprou aproximadamente 420 mil BTC por US$ 40 bilhões, reforçando a concentração em mãos de instituições, governos e pioneiros. Os dados, divulgados via Portal do Bitcoin, destacam mudanças no perfil dos holders.


Os Maiores Detentores de Bitcoin

O criador misterioso Satoshi Nakamoto lidera com cerca de 968 mil BTC (4,61% da oferta, US$ 87,7 bilhões), seguidos pela MicroStrategy com 672 mil BTC (3,2%, US$ 60,9 bilhões), que adicionou 226 mil BTC em 2025. O governo dos EUA ocupa o terceiro lugar com 328 mil BTC (1,56%, US$ 29,7 bilhões), majoritariamente de apreensões.

Na sequência, Block.one (164 mil BTC, US$ 14,9 bilhões), Tether (96 mil BTC, +13 mil em 2025), hacker da Mt. Gox (80 mil BTC), Irmãos Winklevoss (70 mil BTC), Reino Unido (61 mil BTC), mineradora MARA (53 mil BTC, +9 mil) e nova entrante Twenty One Capital (44 mil BTC), todos conforme o ranking detalhado.

Compras Recordes em 2025

Os 420 mil BTC adquiridos em 2025 representam 2,2% da oferta circulante, comprados a uma média implícita próxima de US$ 90.618 por unidade. Essa acumulação demonstra confiança estratégica no Bitcoin como reserva de valor, especialmente por corporações listadas e emissores de stablecoins como Tether. A consolidação observada reflete maturidade do mercado, com shift de holders individuais para institucionais.

Dados quantitativos indicam que esses players elevaram suas posições em meio a volatilidade, potencializando estabilidade de longo prazo, mas questionando a distribuição ampla prometida pelo protocolo.

Implicações para Descentralização e Preço

A concentração de 13,1% em 21 endereços desafia o ideal de descentralização do Bitcoin. Embora Satoshi e hackers sejam inativos, governos como EUA e UK (juntos ~4%) introduzem riscos regulatórios. Corporações como MicroStrategy exercem influência via tesourarias, podendo amplificar volatilidade em dumps coordenados ou estabilizar em bull markets.

Benefícios incluem legitimidade institucional, atraindo capital tradicional. No entanto, poder de mercado elevado pode distorcer preços: uma venda coletiva de 10% desse montante (~275 mil BTC) pressionaria o preço em até 20-30%, segundo análises históricas. Os dados do Portal do Bitcoin sugerem monitoramento contínuo de fluxos on-chain.

Cotação Atual e Perspectivas

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 486.433,72 (variação -0,46% em 24h, volume 185 BTC). Equivalente a ~US$ 88.500 (câmbio implícito), próximo aos níveis de compra de 2025. Investidores devem observar se essa concentração impulsiona rallies ou expõe fragilidades em correções.

Para traders brasileiros, diversificação e análise de whales são essenciais. Vale monitorar endereços via ferramentas como Arkham para antecipar movimentos.


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Baleias míticas ancestrais emergindo de abismo digital com auras douradas de BTC, simbolizando whales de 2010 transferindo milhões

Baleias de 2010 Acordam: Movem US$ 181 Mi + US$ 119 Mi da Binance

Baleias de 2010 acordam após silêncio de um ano: uma mega whale mineradora movimentou 2.000 BTC dormentes, avaliados em US$ 181 milhões, para endereços ligados à Coinbase. Em paralelo, outra baleia retirou 1.320 BTC (US$ 119,6 milhões) da Binance para carteira privada, conforme dados do Lookonchain. Dump iminente ou sinal de HODL de longo prazo? Os dados on-chain sugerem acumulação estratégica em meio à volatilidade atual do Bitcoin, negociado acima de US$ 90.000.


Movimento da Whale de 2010: Detalhes On-Chain

Os 2.000 BTC foram extraídos de 40 endereços P2PK (Pay-to-Public-Key), cada um com 50 BTC das recompensas de blocos minerados em 2010, o alvorecer do Bitcoin. Inativos desde novembro de 2024, esses fundos foram consolidados em um endereço P2SH e direcionados para carteiras associadas à Coinbase. O deslocamento ocorreu no bloco 931.668, detectado por ferramentas como btcparser.com.

Essa entidade, rastreada desde 2020, demonstra padrão consistente de transferências metódicas, independentemente das oscilações de preço. Poderia ter vendido no pico de US$ 126.000 por BTC em outubro passado, mas optou pelo momento atual, com BTC em torno de US$ 90.500. Tal indiferença reforça tese de estratégia de longo prazo, não reativa ao mercado spot.

Os BTC correspondentes em Bitcoin Cash (BCH) foram movimentados há cerca de cinco anos, sugerindo gerenciamento diversificado de ativos primordiais.

Retirada da Binance: Sinal de Acumulação?

Segundo monitoramento do Lookonchain, a baleia no endereço bc1q57 sacou 1.320 BTC da Binance há poucas horas, equivalentes a US$ 119,6 milhões. Essa transferência para carteira privada alinha-se a um padrão de saída de exchanges centralizadas, interpretado como redução de risco de custódia e potencial HODL.

Dados agregados indicam que baleias adotam abordagens de acumulação gradual, comprando em faixas de preço variadas (US$ 65.000 a US$ 96.000 nos últimos anos). Movimentos assim diminuem a liquidez em exchanges, potencialmente suportando o preço ao reduzir pressão vendedora imediata.

No contexto brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.278 às 08:14 de hoje, com variação de -0,08% em 24h e volume de 150 BTC.

Implicações para o Mercado

Esses awakenings de whales antigas geram especulação: realização de lucros ou reforço de posições? Historicamente, grandes holders de eras iniciais exibem baixa correlação com ciclos de preço, priorizando unwind gradual. A direção para Coinbase pode indicar preparação para venda, mas o histórico sugere diversificação ou liquidação planejada.

Para traders on-chain, métricas como fluxo de saída de exchanges e dormância de moedas são chave. Aumento de transferências para cold wallets sinaliza convicção bullish, contrastando com depósitos que prenunciam dumps.

Em um mercado com BTC testando resistências próximas a US$ 90.000, esses volumes — somando cerca de US$ 300 milhões — representam 0,003% da supply circulante, mas amplificam narrativas de acumulação institucional.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem rastrear:

  1. destinos finais desses BTC na Coinbase;
  2. padrões subsequentes da bc1q57;
  3. volume agregado de saques de whales.

Plataformas como Lookonchain e Whale Alert oferecem alertas em tempo real. Com halvings passados e adoção crescente, movimentos primordiais como esses validam a tese de escassez do Bitcoin.

Os dados sugerem confiança de longo prazo, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar exchanges para influxos contrários.


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Silhuetas colossais de whales geométricas acumulando esferas douradas BTC em oceano digital cyan, com '100+' brilhando em recorde de endereços

Bitcoin Whales Batem Recorde: Endereços 100+ BTC em Alta

O número de endereços Bitcoin com pelo menos 100 BTC atingiu um novo recorde histórico, conforme dados on-chain do Bitcoin Magazine Pro. Apesar do Bitcoin consolidar próximo a US$ 90 mil, essa métrica indica acumulação contínua por whales — grandes holders como indivíduos de alta renda, fundos e corporações. Esse movimento persiste em meio a volatilidade recente, sugerindo confiança de longo prazo. Whales compram na queda: hora de seguir para ganhar edge em trades?


Detalhes dos Dados On-Chain

A métrica monitora endereços únicos com saldos de 100 BTC ou mais, ultrapassando todos os picos anteriores e estendendo um uptrend de múltiplos anos. Segundo o Bitcoin Magazine Pro, isso reflete concentração de capital em holders maiores, interpretada como sinal de confiança estratégica, não especulação de curto prazo.

Embora uma entidade possa controlar múltiplos endereços, variações nessa contagem são usadas para avaliar tendências estruturais. Historicamente, aumentos sustentados coincidem com fases de acumulação e menor pressão vendedora. No momento da análise, o Bitcoin circulante chega a quase 20 milhões de moedas, reforçando narrativas de escassez de longo prazo. Essa resiliência em consolidações passadas dá base para monitoramento atual.

Contexto do Preço Atual

O Bitcoin negociava a cerca de US$ 90.443 recentemente, com queda de 1% em 24 horas e volume diário de US$ 45 bilhões. Após rally inicial no ano, o ativo range-bound entre US$ 90-91 mil, atuando como suporte técnico chave enquanto mercados aguardam catalisadores macro, como adiamentos em políticas tarifárias dos EUA.

Essa consolidação segue queda de 30% dos picos históricos de US$ 125.750, mas acumulação de whales permanece intacta, contrastando com volatilidade geral do criptomercado. A capitalização total do BTC está em torno de US$ 1,8 trilhão, com pouca distribuição por grandes holders.

Comparação com Ciclos Passados

Em ciclos anteriores, como 2021 e 2017, picos em endereços de whales precederam bull runs, com acumulação durante correções. Dados mostram uptrend resiliente mesmo em bear markets parciais, sugerindo padrão similar agora. Diferente de distribuições passadas, a atual fase indica holders estratégicos retendo posições.

Analistas notam que essa métrica on-chain oferece edge sobre gráficos de preço puro, ajudando traders a identificar entradas em zonas de suporte. Comparado a 2024, com adoção institucional via ETFs e tesourarias corporativas, o cenário atual reforça confiança de longo prazo, apesar de incertezas macro.

Implicações para Traders e Cotação Atual

Para traders brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.437,63, com variação de -0,24% em 24h e volume de 105 BTC nas exchanges locais.

Monitorar essa métrica de whales pode sinalizar pontos de entrada, especialmente em consolidações. Dados objetivos como esses, combinados a suporte técnico em US$ 90k, oferecem base para decisões informadas, sem garantias. Vale acompanhar atualizações on-chain para confirmar tendência.


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Baleias cartoon despejando pilha de 82T tokens SHIB em poço negro de exchanges, representando pressão vendedora e riscos on-chain

SHIB Sob Pressão: 82 Tri em Exchanges Ameaçam Queda

SHIB pronto para um dump? Dados on-chain indicam que 82 trilhões de SHIB acumulados em exchanges estão criando uma pressão vendedora significativa. Apesar de whales mostrando atividade positiva, o netflow positivo sugere mais depósitos do que saídas, colocando o preço em risco de queda. Verifique sua wallet agora e prepare-se para volatilidade.


Reservas em Exchanges no Alerta Máximo

De acordo com análises recentes, as reservas de SHIB em exchanges centralizadas atingiram 82 trilhões de tokens, um aumento em relação aos 81 trilhões no início do ano. Esse volume elevado é um sinal clássico de potencial sell-off, pois indica que muitos holders estão posicionados para vender rapidamente. O preço do SHIB já recuou de máximas acima de US$ 0.000009, refletindo essa pressão acumulada.

Em um mercado cripto volátil, onde o Bitcoin oscila próximo a US$ 90.000 após toques em US$ 94.000, meme coins como o SHIB são particularmente sensíveis a esses influxos. Holders devem monitorar esses níveis de reserva de perto, pois um escoamento repentino pode acelerar quedas. Proteger posições longas é essencial para evitar perdas inesperadas.

Netflow Positivo e Derivativos Bearish

O exchange netflow virou positivo recentemente, significando mais SHIB entrando nas exchanges do que saindo. Isso reforça a tese de maior oferta disponível para venda, especialmente após o pico de preço anual. No mercado de derivativos, o volume de trading caiu 5% para US$ 203 milhões, enquanto o open interest recuou 7% para US$ 108 milhões.

Embora a razão long/short permaneça acima de 1, indicando traders ainda bullish, a contração nesses indicadores sugere redução de apetite por risco. Para investidores brasileiros, isso é um alerta: com o real pressionado e volatilidade global, posições em SHIB podem evaporar rapidamente. Considere ajustar alavancagem e definir limites claros.

Whales Ativos, Mas Risco Prevalece

Um ponto positivo é o aumento de 111% nas transações de whales de SHIB, conforme destacado por plataformas como Santiment. Isso posiciona o token entre os de market cap acima de US$ 500 milhões com maior atividade de grandes holders. Além disso, o número de endereços ativos diários superou 3.000 consistentemente desde o início do ano, sinalizando retorno de interesse ao ecossistema.

No entanto, em meme coins, atividade de whales pode ser manipuladora ou preparatória para dumps. Não se iluda: o risco de venda em massa das reservas em exchanges supera esses sinais otimistas no curto prazo. Monitore transações acima de US$ 100.000 para antecipar movimentos.

Dicas Práticas para Proteger sua Posição

  1. Verifique reservas em exchanges via CryptoQuant e defina alertas para netflow positivo persistente.
  2. Use stop-loss abaixo de suportes chave, como US$ 0.000008.
  3. Diversifique para ativos menos voláteis, como BTC ou stablecoins.
  4. Monitore whale alerts em ferramentas como Santiment ou Whale Alert.
  5. Considere saídas parciais se o preço romper mínimas diárias.

Essas ações práticas ajudam a mitigar riscos em cenários de alta pressão vendedora. Lembre-se: em cripto, proteção vem antes de ganhos especulativos.


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Baleia neon colossal acumulando cristais XRP de estrutura exchange esvaziando, ilustrando fase de acumulação on-chain bullish

XRP Whales Acumulando: Reservas Binance em Mínima

Os whales do XRP estão de volta com força: transações acima de US$ 100 mil no XRP Ledger atingiram o maior volume desde outubro de 2025, com 2.802 transações em um único dia, segundo o Santiment. Paralelamente, as reservas de XRP na Binance despencaram para 2,6 bilhões de tokens, mínima desde janeiro de 2024 (CryptoQuant). Esses dados contrariam o pessimismo de curto prazo e sugerem uma fase de acumulação estratégica.


Surto de Transações de Grandes Holders

No início de janeiro de 2026, o XRP Ledger registrou um pico impressionante de atividade de whales. Dados do Santiment revelam que, em 5 de janeiro, houve 2.170 transações acima de US$ 100 mil, número que saltou para 2.802 no dia seguinte — o maior em meses. Esse volume reflete confiança renovada entre investidores institucionais e grandes holders, que veem os níveis atuais de preço, próximos a US$ 2,10, como zona de acumulação.

A movimentação coincide com a recuperação recente do XRP, que saiu de mínimas abaixo de US$ 2 após semanas de consolidação. Analistas destacam que esse tipo de atividade on-chain frequentemente precede rallies, especialmente em ciclos de altseason. Os dados sugerem que os grandes players estão se posicionando para ganhos de longo prazo, ignorando a volatilidade recente do mercado.

Reservas na Binance em Queda Livre

Complementando o otimismo, as reservas de XRP na Binance atingiram 2,6 bilhões de tokens, o menor patamar desde janeiro de 2024, conforme relatório da CryptoQuant. Essa redução de 3,25 bilhões para o nível atual indica saques massivos para custódia privada, reduzindo a pressão vendedora.

Quando as reservas em exchanges caem, a liquidez disponível para vendas diminui, criando condições para valorizações mais acentuadas em caso de demanda crescente. CryptoOnChain, analista da plataforma, enfatiza que isso reflete uma mentalidade de HODL, com investidores optando por autocustódia em meio a expectativas positivas para 2026.

Short-Term Holders Saem, Whales Entram

Enquanto short-term holders reduzem exposição — de 5,75% para 4,9% da oferta total em uma semana —, whales com carteiras entre 1 milhão e 100 milhões de XRP acumularam 60 milhões de tokens em um dia só. Essa inversão é um clássico sinal contrarian: varejo cauteloso, mas grandes capitais apostando forte.

Na Ásia, o XRP domina: foi o ativo mais negociado na Upbit (Coreia do Sul) em 2025, com mais de US$ 1 trilhão em volume no par XRP/KRW. Esse domínio reforça a utilidade real do ativo, além de especulação pura.

Sinais para a Altseason do XRP

Os indicadores on-chain — pico de transações, reservas em baixa e acumulação por whales — pintam um quadro positivo para o XRP em 2026. Apesar da saída de holders de curto prazo, a entrada de capital institucional sugere preparação para um ciclo de alta. Investidores atentos podem ver isso como oportunidade early em uma potencial altseason do XRP, com volatilidade elevada como contrapartida. Vale monitorar os próximos dados do Santiment e CryptoQuant para confirmações.


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Shiba Inu cartoon pilotando barca de exchange com 82T tokens instáveis, baleias emergindo para sustentar contra ondas de venda em SHIB

Shiba Inu sob Risco: 82T Tokens em Exchanges

Alerta vermelho para holders de Shiba Inu: 82 trilhões de tokens em exchanges sinalizam risco de sell-off massivo, segundo dados on-chain da CryptoQuant. Apesar de um pico de transações de whales reportado pelo Santiment, o netflow positivo mostra mais depósitos que saques. O preço do SHIB, que já recuou de máximas acima de US$ 0,000009, pode testar suportes inferiores em meio ao pessimismo geral do mercado cripto. Vender agora ou apostar no rebote dos tubarões?


Reservas em Exchanges: Pressão Explosiva

As reservas de SHIB em exchanges atingiram 82 trilhões de tokens, um aumento notável desde os 81 trilhões no início do ano. Esse acúmulo sugere que traders estão posicionados para vender, especialmente após o preço tocar o teto anual. Dados da CryptoQuant reforçam o cenário bearish: quanto mais SHIB nas plataformas de negociação, maior o potencial de dumps coordenados.

O timing é cruel. O SHIB subiu mais de 13% recentemente, mas o recuo veio junto com o exchange reserve em alta. No atual patamar de cerca de US$ 0,000008752, uma queda adicional não seria surpresa, acompanhando o Bitcoin de volta aos US$ 90.000 após pico acima de US$ 94.000.

Netflow Positivo: Mais Entradas que Saídas

O netflow de exchanges virou positivo, com mais tokens entrando do que saindo. Isso é o oposto do que os bulls querem ver: sinal clássico de pressão vendedora dominante. O movimento coincidiu exatamente com o topo de preço, sugerindo que traders lucrativos optaram pelo take profit.

No mercado de derivativos, o volume caiu 5% para US$ 203 milhões, e o open interest encolheu 7% para US$ 108 milhões. Ainda assim, o ratio long/short acima de 1 mostra que alguns traders mantêm fé no pump. Mas, ironicamente, os grandes players parecem estar se preparando para o pior enquanto o varejo sonha com a lua.

Whales Otimistas vs Realidade do Mercado

Um raio de esperança — ou ilusão? — vem dos whales. O Santiment registrou um 111% de aumento em transações acima de US$ 100.000, colocando o SHIB no topo entre mid-caps. Ativos endereços diários subiram para mais de 3.000, indicando retorno de interesse ao ecossistema.

Porém, em um mercado onde o BTC dita o ritmo, esses sinais positivos podem evaporar rápido. Os tubarões acumulam, mas com 82T prontos para venda, quem garante que não é só mais um ciclo de hype meme? O SHIB precisa de um catalisador forte para romper resistências, ou o dump vira realidade.

Vender ou Hodlar? A Dúvida Eterna dos Memes

Para o investidor médio, a equação é simples: hodlar e rezar pelo próximo airdrop do Shibarium, ou vender antes do colapso? Dados mistos criam paralisia perfeita. Whales compram, mas exchanges lotadas gritam ‘saia enquanto pode’. Em memes como SHIB, timing é tudo — e geralmente, o timing é dos outros.

Vale monitorar o netflow e reservas nos próximos dias. Se o BTC estabilizar acima de US$ 90.000, talvez haja espaço para rebote. Caso contrário, prepare-se para volatilidade shibalesca.


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Cristal XRP translúcido oscilando sobre suporte 2.12 com partículas de liquidações dissipando e silhuetas de whales recuando, ilustrando consolidação técnica

XRP em US$ 2,12: Liquidações Limpam Futuros e Whales Recuam

O XRP caiu para US$ 2,12 após intensas liquidações que limparam posições longas e curtas no livro de futuros, conforme relatado em 9 de janeiro de 2026. Apesar da volatilidade, o ativo mantém um suporte crítico em torno desse nível, com grandes detentores (*whales*) reduzindo a pressão vendedora. Essa consolidação pode sinalizar o acalmo antes de um breakout violento, oferecendo edge para traders que monitoram os dados on-chain e técnicos.


Liquidações Limpam o Livro de Futuros

As liquidações em ambos os lados do mercado de futuros do XRP geraram uma queda acentuada para US$ 2,12, eliminando posições especulativas excessivas. Dados de mercado indicam que o par XRP/USD oscilou entre US$ 2,06 e US$ 2,19 nas últimas 24 horas até 8 de janeiro, refletindo baixa convicção direcional após o pico de final de 2025 próximo a US$ 3,20.

Esse movimento de limpeza é típico em fases de alta volatilidade, onde alavancagem excessiva é punida. O preço agora testa uma zona de suporte chave, com volume de negociação concentrado, sugerindo que o mercado está resetando para o próximo impulso. Traders devem observar se o suporte resiste a testes adicionais, pois uma quebra abaixo de US$ 2,07 poderia acelerar vendas.

Os dados de intraday mostram que o XRP negociou abaixo da média móvel de 50 períodos, mas acima da de 200 períodos na casa dos US$ 2 baixos, configurando um padrão de consolidação clássica.

Whales Reduzem Inflows e Aliviam Pressão

Grandes detentores, ou whales, representaram 60,3% dos inflows de XRP para a Binance nos últimos 30 dias, contra 39,7% de investidores de varejo. No entanto, essa atividade diminuiu desde meados de dezembro, coincidindo com a transição do rali para correção, conforme análise on-chain.

A redução nos fluxos de whales para exchanges indica menor pressão vendedora, evitando uma cascata de vendas no varejo. Isso sugere uma fase de re-acumulação, onde holders institucionais pausam distribuições após picos locais. Historicamente, padrões semelhantes precedem movimentos direcionais fortes.

Com a pressão de venda arrefecendo, o risco de downside diminui no curto prazo, mas volumes elevados de whales ainda demandam monitoramento. Qualquer aceleração nos inflows poderia sinalizar mudança nas condições de mercado.

Análise Técnica: Indicadores Neutros

O RSI de 14 períodos está em torno de 44-45, indicando momentum neutro sem sobrecompra ou sobrevenda extrema. O MACD permanece negativo em cerca de -0,038, mas o histograma achatado aponta para enfraquecimento da pressão bearish.

No gráfico intraday, a consolidação em range apertado reforça a força do suporte em US$ 2,12-2,13. Traders devem vigiar resistência na MA de 50 períodos e suporte em US$ 2,07. Um rompimento acima de US$ 2,19 poderia validar uma reversão bullish, mirando US$ 2,30 ou mais.

Esses indicadores coletivos sugerem pausa em tendência corretiva, com potencial para expansão de volatilidade. O varejo estável complementa, reduzindo probabilidade de quebra abrupta.

Níveis Chave e Próximos Passos para Traders

Para traders de XRP, os níveis críticos incluem suporte em US$ 2,07-2,12 e resistência em US$ 2,19-2,30. Manter acima do suporte atual preserva viés neutro com upside assimétrico. Uma perda do suporte poderia testar US$ 2,00.

Monitorar inflows de whales na Binance e indicadores como RSI/MACD fornecerá edge. Essa calmaria pode preceder breakout violento, similar a ciclos passados. Posições de risco ajustado favorecem observação paciente.


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Baleias cartoon soprando bolha gigante com +550% e silhuetas de Floki e Pepe, simbolizando disparada especulativa de whales em memecoins

Whales de Floki e Pepe Disparam +550%: Balão Inflando de Novo?

As whales de memecoins como Floki e Pepe estão inflando o balão de novo? Dados on-chain da Santiment mostram um spike de mais de 550% nas transações acima de US$ 100 mil na última semana. Floki na Ethereum lidera com 950% de aumento, seguido por Pepe com 620%. Shiba Inu fecha o top 10 com +111%. Hype voltando ou armadilha para o FOMO retail? (68 palavras)


Os Dados On-Chain da Santiment

A plataforma de análise Santiment publicou uma lista dos criptoativos com market cap acima de US$ 500 milhões que viram o maior crescimento semanal no Whale Transaction Count. Esse indicador conta transferências acima de US$ 100 mil, sinal típico de atividade de whales — aquelas baleias que movem montanhas (ou pumps) com um espirro.

Olha o pódio das memecoins: Floki (ETH) em primeiro com 950%, Pepe em segundo com 620% e Floki (BNB Chain) em terceiro com 550%. Shiba Inu, o avô dos dogecoins, aparece em 10º com +111%. Quatro memecoins no top 10! Coincidência? Ou as baleias farejando o cheiro de hype fresco após um inverno cripto? (142 palavras)

Preços Disparam com o Pump das Whales

O timing é perfeito para o entretenimento: enquanto as transações de whales explodem, os preços seguem o roteiro clássico. Pepe, o sapo mais famoso desde Kermit, subiu mais de 47% na semana, virando o chart em uma montanha-russa verde. Floki e SHIB também dançam no ritmo, com rallies que fazem o retail salivar.

Indicador subindo geralmente significa acumulação — whales comprando nos bastidores antes do show pirotécnico. Mas ei, lembre-se: whale transaction count não distingue buy de sell. Pode ser reposicionamento para dump épico. Clássico das memecoins: sobe como foguete, desce como pedra. (128 palavras)

O Ciclo Especulativo: Riso e Lição

Ah, memecoins… Onde um tweet de Elon vira bilhão e um frog vira finanças. Esse spike lembra 2021: whales entram, memes viralizam, FOMO retail compra no topo, baleias saem rindo com iates novos. Pepe e Floki, inspirados em cachorros e sapos virais, seguem o script. Santiment avisa: alta atividade whale traz volatilidade garantida.

Sustentabilidade? Difícil. Sem utilidade real além do hype, dependem de narrativa e liquidez. Mercado maduro hoje questiona: mais um ciclo ou evolução? Lição prática: padrões repetem. Whales testam águas, retail aprende na marra. Ria do espetáculo, mas não aposte a casa no sapo. (132 palavras)

Próximos Passos para o Investidor

Vale monitorar: se o volume sustentar e holders crescerem, pode durar. Caso contrário, prepare o popcorn para o pop. Diversifique, use stops e lembre: memecoins são cassino com blockchain. Quer entrar no jogo? Plataformas como a Binance listam esses tokens para trades rápidos.

Enquanto isso, as whales nadam felizes. Hype volta? Talvez. Mas o balão sempre estoura — a questão é quando. Fique esperto! (92 palavras)


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Fluxo de cristais roxos e cyan ETH convergindo para cofre glass hexagonal, simbolizando transferência massiva de whales para custódia Copper

Amber Group Transfere US$ 18 Milhões em ETH para Copper em 4 Horas

Um movimento de whale que pode influenciar o ETH? Há cerca de 4 horas, a Amber Group transferiu 5.800 ETH, equivalentes a aproximadamente US$ 18 milhões, para a plataforma de custódia Copper. Monitorado pelo The Data Nerd, o movimento on-chain destaca a atividade de grandes players no ecossistema Ethereum, em um momento de volatilidade no mercado cripto. Isso pode sinalizar estratégias de gestão de ativos ou preparação para trades institucionais, impactando a liquidez do ETH.


Detalhes da Transação On-Chain

A transação ocorreu em 9 de janeiro de 2026, por volta das 9:34 (horário de referência), conforme reportado pelo BlockBeats com base em dados do The Data Nerd. A Amber Group, conhecida como um dos principais market makers e gestores de ativos cripto, moveu os 5.800 ETH diretamente para endereços associados à Copper. O valor de aproximadamente US$ 18 milhões reflete o preço spot do ETH na época, estimado em torno de US$ 3.114 por unidade.

Esses movimentos não são isolados. A Amber tem um histórico de gerenciamento ativo de posições em ETH, com acumulações em baixas como US$ 1.782 em outubro de 2023 e rotações subsequentes em 2024. Dados on-chain mostram padrões de high-low trading, sugerindo que essa transferência pode fazer parte de uma rotação de portfólio ou otimização de liquidez, em vez de uma venda imediata.

Quem São Amber Group e Copper?

A Amber Group é uma firma de investimentos quantitativos com foco em criptoativos, atuando como market maker para fornecer liquidez em exchanges globais. Gerencia bilhões em ativos e é ativa em estratégias de arbitragem, lending e trading de derivativos. Seus wallets são frequentemente rastreados por ferramentas como Arkham ou Nansen por influenciarem preços.

Já a Copper é uma plataforma de custódia e corretagem institucional, oferecendo serviços de armazenamento seguro, prime brokerage e acesso a DeFi para grandes investidores. Diferente de exchanges como Binance ou Coinbase, transfers para Copper tipicamente indicam custódia de longo prazo, uso como colateral em leveraged trading ou execução de OTC trades, reduzindo pressão de venda direta no mercado spot.

Essa distinção é crucial: depósitos em custodiantes como Copper raramente precedem quedas massivas, ao contrário de inflows em CEXs.

Implicações para o Mercado de ETH

No contexto atual, com o Bitcoin negociado a cerca de R$ 488.767 — segundo o Cointrader Monitor —, e ETH correlacionado em torno de US$ 3.100, esse inflow pode otimizar a liquidez ETH sem gerar pânico. Análises sugerem que não se trata de venda spot, mas possivelmente preparação para yield farming, staking ou hedging via Copper ClearLoop.

Os dados indicam baixa probabilidade de pressão vendedora imediata, mas traders devem vigiar saída de recursos subsequentes da Copper ou volume em derivativos ETH. Historicamente, movimentos da Amber precedem volatilidade de 2-5% no ETH em 24h.

O Que Traders Devem Monitorar

Para engajar no trade, acompanhe gráficos de ETH/USDT em timeframes de 1h-4h, focando em volume e RSI. Ferramentas como Dune Analytics ou Lookonchain podem rastrear a carteira da Amber (verifique clusters via The Data Nerd). Indicadores chave: inflows adicionais na Copper ou rotações para lending protocols.

Possíveis cenários: acumulação discreta (bullish) se mantido em custódia; ou pressão se migrar para exchanges. Com urgência média alta, fique atento a atualizações on-chain nos próximos dias.


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Vórtice negro sugando fluxos dourado de BTC e cyan de ETH com silhueta whale e '170M' rachado, simbolizando liquidação massiva de posições longas

Gigante Liquida US$ 170 Milhões em Longs de BTC e ETH Após Queda

Uma baleia conhecida como “oponente do MicroStrategy” liquidou mais de US$ 170 milhões em posições longas de Bitcoin e Ethereum em apenas uma hora, após o BTC romper temporariamente os US$ 90 mil. O endereço 0x94d reduziu seu portfólio total de US$ 352 milhões para US$ 180 milhões, uma queda de 48%. Isso é o fim da correção ou apenas o começo de mais volatilidade institucional? Traders atentos monitoram sinais de capitulação em meio à queda recente do mercado.


Detalhes da Liquidação On-Chain

O movimento foi detectado por monitores como o Coinbob e reportado pelo BlockBeats. A baleia fechou quatro posições longas de alavancagem 15x logo após o Bitcoin cair abaixo de sua média de custo em US$ 90.100. Especificamente:

  1. Long BTC 15x: Reduzido de US$ 137 milhões para US$ 31,27 milhões.
  2. Long ETH 15x: De US$ 137 milhões para US$ 100 milhões, com média de US$ 3.092 por ETH.

Essa ação reflete uma gestão de risco agressiva, evitando liquidações forçadas em um ambiente de alta volatilidade. Dados on-chain mostram que o endereço operava com precisão, mas o rompimento de preço forçou a redução drástica.

Perfil da Baleia: Oposto ao MicroStrategy

Desde dezembro de 2025, o endereço 0x94d acumulou posições short em BTC e ETH, contrastando diretamente com a estratégia de acumulação contínua da MicroStrategy. Inicialmente com US$ 20 milhões, o portfólio cresceu para US$ 352 milhões antes da liquidação. Mercados a apelidaram de “oponente do MicroStrategy” por apostar contra o rally contínuo do Bitcoin promovido pela empresa de Michael Saylor.

Recentemente, a baleia lucrou US$ 1,7 milhão em shorts de BTC antes de inverter para longs, demonstrando flexibilidade tática. No entanto, a reviravolta do mercado em 9 de janeiro expôs os riscos de alavancagem elevada em tendências reversas.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa liquidação massiva contribui para o efeito cascata de cascading liquidations, amplificando a queda do BTC abaixo de US$ 90k. Dados on-chain indicam maior atividade de whales em gerenciamento de risco, com saídas líquidas em ETFs de Bitcoin (-3.826 BTC) e Ethereum (-58.467 ETH) no dia. Para traders, isso pode sinalizar capitulação local, potencial fundo de curto prazo, ou continuação de downside se suportes em US$ 85k falharem.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.531 às 20:16 de hoje, com variação de -0,72% em 24h e volume de 234 BTC. Níveis de suporte em R$ 480k e resistência em R$ 500k guiam decisões de entrada/saída.

Lições para Traders e Perspectivas

Em mercados alavancados, posições acima de 10x demandam monitoramento constante de liquidez e funding rates. Essa baleia exemplifica como até players institucionais enfrentam pressões em reversões rápidas. Investidores devem priorizar stop-losses dinâmicos e diversificação. Com o Fed ajustando expectativas de cortes de juros, volatilidade persiste — vale observar fluxos on-chain para confirmar tendência.


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Baleia surreal digital sugando cristais XRP de plataforma exchange flutuante, representando pico de atividade de whales e queda de reservas

XRP: Whales Ativas e Reservas em Exchanges Caem

A atividade de whales em XRP registrou um aumento significativo, com transações acima de US$ 100 mil alcançando 2.802 em 8 de janeiro, o maior volume diário em três meses, segundo a Santiment. Paralelamente, as reservas de XRP na Binance caíram para 2,6 bilhões de tokens, menor nível desde janeiro de 2024, indicando possível acumulação por grandes detentores em meio à correção de preço.


Aumento na Atividade de Grandes Transações

Os dados on-chain revelam que o número de transferências de XRP com valor superior a US$ 100 mil saltou de 2.170 na segunda-feira para 2.802 em 8 de janeiro. Esse pico, o mais alto desde outubro de 2025, sugere maior envolvimento de whales, os grandes holders que movimentam volumes expressivos. De acordo com analistas da Santiment, essa movimentação pode preceder volatilidade ampliada no preço, pois ações de grandes players tendem a influenciar o mercado de forma mais pronunciada.

Historicamente, surtos semelhantes em atividade de whales precederam rallies ou correções acentuadas no XRP. No contexto atual, com o token testando suportes em torno de US$ 2,27, esses dados reforçam um cenário de posicionamento estratégico, não necessariamente de distribuição em massa.

Queda nas Reservas de Exchanges Sinaliza Acumulação

Enquanto a atividade de grandes transações cresce, as reservas de XRP em exchanges centralizadas diminuem. Na Binance, o saldo caiu de cerca de 3,25 bilhões para 2,6 bilhões de XRP desde o final de 2025, marcando o menor patamar em dois anos. Essa redução é comumente interpretada como holders transferindo ativos para carteiras frias, priorizando custódia própria em vez de vendas imediatas.

Dados adicionais da CryptoQuant indicam que os fluxos de whales para a Binance diminuíram desde meados de dezembro de 2025, passando de mais de 70% dos inflows totais para cerca de 60%. Isso aponta para menor pressão vendedora de grandes investidores, com participação retail estável, fortalecendo a tese de acumulação discreta.

Contexto de Preço e Momentum Semanal

O XRP negocia em torno de US$ 2,13 nesta quinta-feira, após queda de 6% nas últimas 24 horas, alinhada a uma sessão mais fraca no mercado cripto amplo. No entanto, o panorama semanal permanece positivo: alta de 16% nos sete dias e 14% nas duas semanas, com ganhos mensais acima de 3%. Recentemente rejeitado em US$ 2,40, o token busca consolidação acima do suporte chave de US$ 2,27.

O interesse institucional impulsiona o otimismo, com a CNBC destacando o XRP como o “hottest crypto trade” de 2026, superando BTC e ETH em potencial de upside após inflows recordes em ETFs. Analistas observam padrões bullish no par XRP/BTC, semelhantes a 2018, sugerindo ganho de força relativa.

Implicações e Sinais Técnicos para Investidores

Essa combinação de maior atividade de whales, queda em reservas de exchanges e redução em fluxos de venda configura um sinal técnico de acumulação, contrariando a pressão vendedora de curto prazo. Para traders brasileiros, isso sugere monitoramento próximo do suporte em US$ 2,27; uma manutenção acima desse nível pode validar continuidade do momentum altista.

Os dados on-chain são particularmente acionáveis: volumes de transações grandes indicam confiança de players institucionais, enquanto self-custody crescente mitiga riscos de dump. Vale acompanhar atualizações da Santiment e CryptoQuant para confirmação de tendências. No longo prazo, o XRP continua posicionado para ganhos, impulsionado por desenvolvimentos regulatórios e adoção.


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Baleias cartoon emergindo de oceano digital carregando moedas SHIB, com chamas e ondas turbulentas simbolizando alta de 13% e riscos em Shiba Inu

Shiba Inu sobe 13% com acumulação de whales: Fundo ou armadilha?

O preço do Shiba Inu (SHIB) saltou mais de 13% em 4 de janeiro de 2026, impulsionado pela acumulação agressiva de whales, que agora controlam 62,65% da oferta total. Paralelamente, a queima de tokens subiu 278%, reduzindo a circulação. Mas será que isso repete o boom de 2021 ou configura uma armadilha? É importante considerar os riscos de concentração antes de entrar no FOMO.


Acumulação de Whales Impulsiona a Alta

A alta recente do SHIB não veio de demanda retail ampla, mas de grandes detentores. Dados da Santiment mostram que os 10 maiores wallets acumularam consistentemente, mesmo em meio a quedas de preço no final de 2025. O maior endereço sozinho detém 41% da oferta, avaliado em cerca de US$ 3,3 bilhões, enquanto outros variam de 2,8% a 5,7%.

Essa concentração, embora dê poder de movimento ao preço com menor liquidez, é um sinal de alerta. Historicamente, em meme altcoins como SHIB, whales manipularam pumps para dumps, como visto em ciclos passados de 2021, onde retail perdeu bilhões após picos. O risco aqui é de uma reversão rápida se esses holders iniciarem vendas, ampliando a volatilidade inerente a ativos especulativos.

Em 2026, o SHIB já acumula mais de 32% de ganho YTD, negociando a US$ 0,00000916. Mas atenção para a dependência de poucos atores: uma distribuição repentina poderia evaporar ganhos recentes.

Queima de Tokens e Métricas On-Chain

O burn rate explodiu 278% nas últimas 24 horas, com 15,2 milhões de tokens incinerados, elevando o total queimado para mais de 410 trilhões. Isso deixa a oferta circulante em 585 trilhões, um mecanismo para combater inflação e potencialmente elevar o preço por token.

Outros indicadores reforçam o otimismo: suprimento em exchanges em mínima mensal, sinal de holders movendo para custódia própria, e open interest em derivativos atingindo US$ 145 milhões, o maior desde outubro. Volume em CEXs também subiu, indicando interesse renovado.

No entanto, é prudente observar que queimas em meme coins raramente sustentam valor a longo prazo sem utilidade real. Casos como Dogecoin mostram que hype inicial desvanece sem ecossistema robusto. O leitor deve monitorar se essa queima é sustentável ou mera reação de curto prazo.

Padrões Técnicos Bullish com Ressalvas

No gráfico diário, SHIB formou um padrão de falling wedge, sinal clássico de reversão bullish, rompendo de US$ 0,00000684 para US$ 0,000010. RSI e Stochastic em ascensão confirmam momentum crescente, com alvo potencial em US$ 0,000014, o pico de setembro.

A alta de 35% do anual low levou market cap a US$ 5,5 bilhões. Mas em contexto de meme coins, padrões técnicos falham com frequência devido a manipulações. Lembre-se do ciclo 2021: SHIB subiu 40 milhões %, mas corrigiu 90% após.

Para cada oportunidade, qual o contraponto? Aqui, a liquidez fina por concentração de whales pode amplificar quedas tanto quanto altas. Observar volume sustentado e redução de concentração é essencial.

Riscos e Próximos Passos para Investidores

Embora os dados on-chain sejam encorajadores, o risco principal reside na centralização: 62% em poucas mãos permite coordenação para pump and dump. Meme coins como SHIB dependem de narrativas virais, sensíveis a shifts de humor do mercado.

Comparado a 2021, o ecossistema cripto amadureceu, mas vulnerabilidades persistem. Não há dados suficientes para prever repetição exata, mas histórico ensina: entradas em FOMO custam caro. Priorize diversificação e stops.

Vale monitorar: mudanças na concentração de whales, burn rate contínuo e suporte em US$ 0,000008. Proteja seu capital — o mercado cripto premia a cautela.


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