Barreira horizontal massiva rachando com sigla XRP fragmentada, simbolizando rompimento de suporte histórico e corte no preço-alvo do XRP

XRP Perde Suporte de 200 Semanas e Standard Corta Preço-Alvo em 65%

O Standard Chartered revisou drasticamente sua projeção para XRP em 2026, reduzindo de US$ 8 para US$ 2,80, um corte de 65%. Isso ocorre logo após o ativo romper o suporte de 200 semanas em US$ 1,42 pela primeira vez desde novembro de 2024. Os dados mostram correção de mais de 60% desde o máximo de US$ 3,65, com o preço atual em torno de US$ 1,41 (R$ 7,35). O cenário se agrava antes da divulgação do PIB dos EUA do Q4 2025 nesta sexta-feira.


Revisão de Projeções pelo Standard Chartered

Os dados da nota do Standard Chartered a investidores indicam ajuste amplo nas criptomoedas. Para XRP, a projeção de fim de 2026 caiu de US$ 8 para US$ 2,80, atribuído à ‘ação de preços desafiante recente’. O banco mantém visão de longo prazo em US$ 28 para 2030, mas alerta para pressões macroeconômicas e vendas potenciais de ETFs.

Outros ativos também sofreram cortes: Bitcoin de US$ 150.000 para US$ 100.000 (possível mínima de US$ 50.000); Ethereum de US$ 7.000 para US$ 4.000; Solana de US$ 250 para US$ 135. Esses números refletem perda de quase 2 trilhões de dólares no mercado cripto desde o pico de Bitcoin em US$ 126.000 em outubro.

XRP registra queda de 61,7% do ATH de US$ 3,65 em julho de 2025, com preço atual em US$ 1,40, -5% em 24h e -28% no mês, conforme CoinGecko. Transferências de baleias para exchanges como Binance adicionam pressão de oferta.

Rompimento do Suporte Técnico de 200 Semanas

No gráfico semanal do Bitfinex, os dados mostram o rompimento da média móvel de 200 semanas em US$ 1,419, nível que atuava como piso desde novembro de 2024. Isso sinaliza transição de consolidação para correção prolongada. O RSI está nos 30s baixos, indicando pressão vendedora persistente sem pânico.

Próximos suportes relevantes são US$ 1,1211 (venda de fevereiro) e US$ 1,00, fundo técnico pós-Black Friday. Resistências imediatas em US$ 1,49-1,50, onde rallies recentes pararam. Atividade on-chain no XRP Ledger declinou, apesar de atualizações como Permissioned Domains e Token Escrow.

ETFs de XRP viram saídas de US$ 2,2 milhões na quarta, contrastando com entradas iniciais de US$ 1 bilhão. Taxas de financiamento negativas em derivativos reforçam posicionamento baixista.

Contexto Macroeconômico e PIB dos EUA

A perda do suporte ocorre um dia antes da estimativa avançada do PIB Q4 2025 dos EUA, em 20 de fevereiro. Modelos divergem: Atlanta Fed GDPNow em 3,6% anualizado; New York Fed Nowcast em 2,7%; consenso entre 1% e 2,5%, moderando os 4,4% do Q3.

Um PIB acima do esperado pode reforçar ‘soft landing’ e estabilizar ativos de risco. Surpresa negativa fortaleceria o dólar, ampliando pressão em tokens de alta beta como XRP. Sentimento social mostra alta de 5 semanas em comentários otimistas, per Santiment, mas preço ignora.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 349.476,83 (+0,29% em 24h), contextualizando o mercado amplo em queda.

Níveis Chave a Monitorar

Os dados sugerem volatilidade contínua para XRP. Suportes em US$ 1,12 e US$ 1,00 definem profundidade da correção; rompimento abaixo pode mirar mínimas de 15 meses em US$ 1,16. Recuperação acima de US$ 1,50 invalidaria o setup baixista.

Atualizações no XRPL posicionam a rede para liquidação institucional, mas foco macro prevalece. Investidores devem observar volume, RSI e reação ao PIB para avaliar se os mínimos atuais representam estabilização ou continuação da tendência de baixa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Standard Chartered e SBI debatendo sobre orbe XRP rachado por setas opostas, simbolizando conflito de previsões de preço

XRP em Xeque: Standard Chartered Corta Previsão em 65% vs SBI

O Standard Chartered cortou sua previsão de preço do XRP para 2026 em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80, sinalizando um ‘longo inverno’ devido às condições adversas de mercado. Em contraposição, a SBI Holdings esclareceu rumores de deter US$ 10 bilhões em tokens XRP, confirmando investimento de cerca de US$ 4 bilhões em 9% de participação na Ripple Labs. Os dados revelam discrepância entre visões de Wall Street e parceiros operacionais, com XRP cotado a aproximadamente R$ 7,82 nesta terça-feira (17/02).


Corte Agressivo do Standard Chartered

Os analistas do Standard Chartered, liderados por Geoffrey Kendrick, revisaram a projeção para o XRP após quedas recentes no mercado cripto. A previsão original de US$ 8 no fim de 2026, emitida em dezembro, baseava-se em clareza regulatória e potencial de ETFs. Agora, reduzida para US$ 2,80, reflete expectativa de mais declínios no curto prazo.

“Recent price action for digital assets has been challenging”, escreveu Kendrick. O banco também cortou sua meta para Bitcoin para US$ 50.000. Apesar disso, os dados mostram o XRP com recuperação de 35% desde as mínimas de 6 de fevereiro, atingindo US$ 1,55. Ainda assim, os inflows de ETFs caíram 40%, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1 bilhão.

Essa reavaliação destaca sensibilidade do XRP a condições macro, com foco em stablecoins e tokenização de RWAs como potenciais catalisadores de longo prazo.

Esclarecimento da SBI sobre Stake na Ripple

O CEO da SBI Holdings, Yoshitaka Kitao, desmentiu alegações de posse de US$ 10 bilhões em XRP, afirmando tratar-se de aproximadamente 9% de equity na Ripple Labs. Com valuation da Ripple em torno de US$ 50 bilhões após captação de US$ 500 milhões, o stake da SBI equivale a cerca de US$ 4 bilhões.

“Not $10 bil. in XRP, but around 9% of Ripple Lab. So our hidden asset could be much bigger”, declarou Kitao. A parceria SBI-Ripple impulsiona adoção global do XRP, incluindo expansões em yield products via Doppler Finance e propostas de staking nativo no XRP Ledger.

Essa correção enfatiza distinções entre holdings corporativos em tokens voláteis e investimentos em equity de empresas blockchain.

Diferença entre Token XRP e Equity na Ripple

Os dados mostram clara separação: o XRP é um ativo negociável, sujeito a volatilidade diária — cotado a US$ 1,49 (R$ 7,82) com variação de +0,25% nas últimas 24 horas. Já a equity na Ripple Labs reflete valuation da empresa, impulsionada por parcerias e crescimento, independentemente do preço spot do token.

Para investidores, isso implica riscos distintos: exposição direta ao XRP via exchanges expõe à liquidez e sentiment de mercado, enquanto stake em Ripple beneficia de receitas de On-Demand Liquidity (ODL) e tokenização. As reservas de XRP em exchanges como Binance caíram 7%, indicando compras na baixa por investidores de varejo.

Reservas da Binance em XRP reduziram 192 milhões de unidades entre 7 e 9 de fevereiro, estabilizando desde então.

Contexto de Mercado e Níveis a Observar

O XRP opera entre suporte em US$ 1,43 (mínima recente) e resistência em US$ 1,49 (alta diária), com médias móveis de 50 dias sugerindo tendência neutra. Apesar do bearish de Wall Street, compras na dip superam Bitcoin e Ethereum em 35% vs. 14% desde mínimas de fevereiro.

Os dados indicam divergência: pessimismo de bancos tradicionais contrasta com otimismo operacional de parceiros como SBI. Traders devem monitorar inflows de ETFs, decisões regulatórias e volumes de ODL para sinais de direção. Volumes 24h em XRP mostram resiliência em meio a correção geral do mercado.


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Banqueiro cartoon cortando asas de ave XRP com tesoura gigante sob nuvem escura sobre Bitcoin, ilustrando viés de baixa do Standard Chartered

Standard Chartered Corta Preço-Alvo do XRP em 65%: Viés de Baixa Real

O Standard Chartered cortou seu preço-alvo para o XRP em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80 até o fim de 2026, após o selloff de fevereiro. Ao mesmo tempo, o Bitcoin ameaça o pior mês desde 2018, com queda acumulada de 52% desde outubro. A história mostra que exuberância ignorada leva a correções prolongadas, e o mercado parece subestimar os ventos macro contrários.


Corte Drástico nas Previsões do Standard Chartered

O banco britânico, um dos maiores do mundo, revisou drasticamente suas projeções para ativos digitais. Geoffrey Kendrick, chefe global de pesquisa em ativos digitais, citou o “desafiante” desempenho recente do mercado cripto, com Bitcoin caindo 28% no mês e XRP atingindo mínima de 15 meses em US$ 1,16. A nova meta para XRP reflete sincronia com Ethereum, ambos beneficiados por stablecoins e ativos tokenizados, mas sob pressão de liquidez global apertada.

Não para por aí: o alvo para Bitcoin caiu de US$ 150.000 para US$ 100.000, Ethereum de US$ 7.000 para US$ 4.000, e Solana de US$ 250 para US$ 135. Segundo o anúncio da instituição, saídas institucionais persistem, inflows de ETFs esfriaram apesar de US$ 1,37 bilhão acumulados, e juros altos com incertezas geopolíticas suprimem apetite por risco. O mercado está ignorando esses sinais, repetindo padrões de 2018 e 2022.

Bitcoin no Limite Histórico de Quedas

Desde o pico de outubro de 2025, o Bitcoin acumula perda de 52%, próximo do recorde baixista de 56% em 2018, em apenas 123 dias. Se fechar fevereiro no vermelho, marca a quinta queda mensal consecutiva — o mais longo desde o mercado baixista clássico.

Segundo o Cointrader Monitor, às 08:23 de hoje, o Bitcoin cotava a R$ 355.458 (-0,6% em 24h). O índice de medo e ganância em 12 confirma pânico extremo, com apostas em mercados preditivos favorecendo US$ 55.000 antes de US$ 84.000. Cuidado: reversões exigem estrutura de lows mais altos acima de US$ 100.000, algo ausente agora.

XRP Sob Pressão Técnica e Macro

O XRP, negociado a cerca de US$ 1,47 (R$ 7,62), rebota de US$ 1,23 mas permanece abaixo da média móvel de 20 dias. Bollinger Bands apontam suporte em US$ 1,23 e resistência em US$ 1,76. RSI em 42 sugere vendedores ainda dominam. O ambiente de capitulação descrito pelo banco alerta para mais declínios de curto prazo, apesar de alvo 2030 intacto em US$ 28.

A história mostra que ciclos de euforia — como o recente euforia em altcoins — precedem correções severas. Taxas de juros elevadas e liquidez restrita globais corroem narrativas de ‘alta infinita‘. Investidores devem monitorar outflows e macro, priorizando preservação de capital em bears prolongados.

O Que o Mercado Está Ignorando

Em meio à correção, o valor total de mercado cripto encolheu quase US$ 2 trilhões. Apesar disso, infraestrutura evoluiu, mas padrões repetem: topos exuberantes levam a correções prolongadas. Roberto Ramos alerta: toda alta tem sua baixa. Fique atento a sinais de capitulação real antes de apostar em rebound. Proteção de capital supera ganhos especulativos agora.


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Seta ascendente XRP cyan-dourada sendo cortada por tesoura vermelha institucional, simbolizando corte na previsão de preço pela Standard Chartered

XRP: Standard Chartered Corta Previsão para US$ 2,80 até 2026

O Standard Chartered revisou sua projeção para XRP, cortando o alvo de fim de 2026 de US$ 8 para US$ 2,80, uma redução de 65%. Em contraste, o CEO da SBI Holdings negou rumores de US$ 10 bilhões em XRP, esclarecendo posse de cerca de 9% da Ripple Labs, com ‘ativos ocultos’ potencialmente maiores. Os dados revelam desalinhamento entre visões institucionais, com XRP cotado a US$ 1,48 (R$ 7,75) em 16 de fevereiro de 2026.


Revisão do Standard Chartered

Os dados do banco britânico indicam impacto do downturn recente no mercado cripto. Geoffrey Kendrick, chefe de pesquisa em ativos digitais, atribui a mudança a condições desafiadoras, com expectativa de declínios adicionais de curto prazo. A projeção anterior de US$ 8, feita em dezembro, considerava clareza regulatória e possível ETF de XRP.

Essa revisão afeta todo o setor: Bitcoin cai de US$ 150.000 para US$ 100.000; Ethereum, de US$ 7.000 para US$ 4.000; Solana, de US$ 250 para US$ 135. XRP registrou recuo modesto de 2% na semana, mas volume indica volatilidade elevada, com suporte em US$ 1,40 e resistência em US$ 1,55.

Esclarecimento da SBI Holdings

O CEO Yoshitaka Kitao corrigiu rumores virais, afirmando que a SBI detém 9% da Ripple Labs, não US$ 10 bilhões em tokens XRP. Essa participação representa um ‘ativo oculto’ com valor potencial superior, considerando o ecossistema da Ripple, incluindo parcerias e escrow de 39 bilhões de XRP (US$ 57 bilhões atuais).

A distinção é crucial: equity na empresa, não tesouraria de tokens. Kitao destacou expansão asiática via aquisição da Coinhako e planos de ETF com XRP e Bitcoin na Bolsa de Tóquio, sinalizando confiança estratégica de longo prazo.

Contexto Técnico do XRP

Atualmente, XRP negocia a US$ 1,48 (variação +0,52% em 24h), equivalente a R$ 7,75 (+0,65%). Os dados mostram padrão de gravestone doji diário, sugerindo pressão vendedora, com médias móveis de 50 e 200 dias em US$ 1,60 e US$ 1,45, respectivamente. Volume 24h indica acumulação institucional limitada.

Ripple detém 39 bilhões de XRP em escrow, impactando oferta. A valorização depende de clareza regulatória pós-SEC e adoção em pagamentos cross-border.

Níveis a Monitorar

Os indicadores técnicos apontam suporte imediato em US$ 1,40 (mínima recente) e US$ 1,30 (200 SMA semanal). Resistência chave em US$ 1,55 (Fib 0,618) e US$ 1,80. RSI em 42 sugere neutro, sem sobrecompra. Investidores devem observar volume e catalisadores como ETF ou IPO da Ripple para desalinhar narrativas institucionais.


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Executivos cartoon saindo apressados de portões ETPs com maletas de capital e '37B' gravado, simbolizando êxodo institucional e cortes em forecasts BTC

Êxodo de US$ 37,4 Bilhões em ETPs e Cortes do Standard Chartered Sacodem Mercado

O êxodo de US$ 37,4 bilhões dos ETPs cripto em quatro semanas impulsiona o sentimento negativo atual no mercado, com saídas contínuas na 4ª semana consecutiva. Paralelamente, o Standard Chartered cortou suas previsões para Bitcoin para US$ 50 mil no curto prazo, reforçando a tese de baixa. Os dados mostram se os institucionais estão fugindo ou apenas realizando lucros?


Fluxos de ETPs: Saídas Aceleram Pressão Vendedora

Os dados da CoinShares revelam que na semana encerrada em 16 de fevereiro, os ETPs globais cripto registraram saída líquida de US$ 1,73 bilhão, elevando o total das últimas quatro semanas para US$ 37,4 bilhões. Bitcoin liderou as perdas com US$ 1,33 bilhão em saídas, seguido por Ethereum com US$ 851 milhões. Produtos vendidos em Bitcoin acumularam saídas de US$ 15,4 milhões nas últimas duas semanas.

Apesar da magnitude, a pressão vendedora mostra sinais de alívio: o volume inicial de saídas semanais foi de US$ 8,53 bilhões, mas reduziu para US$ 1,73 bilhão. O trading volume dos ETPs caiu de recorde de US$ 63 bilhões para US$ 27 bilhões, indicando menor especulação. Regiões divergem: EUA saíram com US$ 4,03 bilhões, enquanto Europa (Alemanha US$ 1,15 bilhão) e Canadá (US$ 46,3 milhões) registraram entradas.

Altcoins como XRP (US$ 33,4 milhões em entradas) e Solana (US$ 31 milhões) atraíram fluxos positivos, sugerindo rotação setorial em meio à dominância negativa do Bitcoin.

Dinheiro Institucional: Fuga ou Realização de Lucros?

Os fluxos massivos de ETPs refletem comportamento institucional cauteloso. Saídas concentradas nos EUA contrastam com entradas na Europa, possivelmente ligadas a diferenças regulatórias e expectativas macroeconômicas. James Butterfill, da CoinShares, nota que a venda inicial de US$ 17 bilhões no mês aliviou, mas o sentimento permanece negativo enquanto o Bitcoin negocia abaixo de US$ 70.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 359.741,52 (variação -2,42% em 24h), equivalente a cerca de US$ 68.800 com dólar a R$ 5,23. Esse patamar testa suportes técnicos próximos à média móvel de 200 dias, com volume 24h de 171 BTC nas exchanges brasileiras.

Os dados sugerem realização de lucros após altas recentes, não pânico total: entradas em altcoins indicam que capital não abandona o setor, mas rotaciona para ativos com narrativas específicas como XRP (regulatório) e Solana (ecossistema). Níveis a observar: suporte BTC em US$ 67.000; resistência em US$ 70.000.

Standard Chartered Reforça Tese de Baixa Curto Prazo

O banco revisou forecasts em 12 de fevereiro: Bitcoin pode cair para US$ 50.000 ou abaixo nos próximos meses, antes de recuperar para US$ 100.000 fim de 2026 (reduzido de US$ 150.000). Ethereum projeta low de US$ 1.400, fim de ano US$ 4.000 (era US$ 7.500). XRP para US$ 2,80 (era US$ 8); Solana US$ 135 (era US$ 250).

Geoffrey Kendrick, head de pesquisa digital assets, atribui a macroeconomia fraca e vendas de ETF holders que priorizam caixa sobre dip-buying. Cita transição no Fed com Kevin Warsh (indicado por Trump) como possível catalisador negativo até maio. Longo prazo permanece otimista: BTC US$ 500.000 em 2030.

Esses ajustes alinham-se aos fluxos ETPs, validando pressão institucional. Indicadores como RSI (região 40-50) e MACD bearish confirmam momentum de baixa curto prazo.

Implicações e Níveis Críticos a Monitorar

A confluência de saídas ETPs e forecasts revisados aponta para consolidação ou correção mais profunda. Volume em declínio sugere fim de selling climax, potencial para estabilização. Investidores devem observar:

  1. Fluxos semanais CoinShares: reversão acima de US$ 100 mi sinaliza alívio.
  2. Suportes BTC: US$ 67k (próximo), US$ 60k (crítico).
  3. Notícias Fed/Warsh: impacto em risco assets.
  4. Rotação altcoins: se persistir, alivia pressão BTC.

Os números indicam cautela curto prazo, mas resiliência setorial. Dados metodológicos baseiam-se em relatórios CoinShares e Standard Chartered.


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Pico cristalino dourado rachando na base com sombra '55K' e ondas escuras pressionando, alertando risco de correção do Bitcoin para US$55 mil

Cuidado com o Otimismo: Bitcoin Pode Cair a US$ 55 mil Antes do Fundo

Aproveite a alta dos US$ 70 mil, mas saiba que os US$ 55 mil ainda estão no radar. A CryptoQuant prevê que o Bitcoin pode cair até US$ 55 mil antes de tocar o fundo do ciclo de baixa, em um alerta que reforça o ceticismo após a previsão similar do Standard Chartered. O mercado ignora esses sinais, mas a história mostra que euforias assim precedem correções severas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.253,35 (+1,73% em 24h), mas a pressão vendedora institucional na Ásia ameaça essa estabilidade.


Alerta da CryptoQuant: US$ 55 mil no Horizonte

A plataforma de análise on-chain CryptoQuant emitiu um aviso claro: o Bitcoin pode testar os US$ 55 mil antes de encontrar suporte real no atual ciclo. Essa previsão não surge do nada. Os dados indicam acumulação de pressão vendedora em níveis elevados de preço, com indicadores como o MVRV Z-Score e fluxos de exchanges sinalizando sobrecompra. O mercado está ignorando esses métricos, repetindo padrões vistos em topos de 2018 e 2022, quando altas rápidas foram seguidas de quedas de 70% ou mais.

A história mostra que ciclos de alta exagerada sempre terminam em capitulação. Investidores de varejo entram no pico da euforia, enquanto instituições se posicionam para vender. Cuidado com narrativas de ‘novo paradigma’ — elas já enganaram muitos no passado.

Pressão Vendedora na Ásia pelo Standard Chartered

A pressão na Ásia após alerta do Standard Chartered agrava o quadro. O banco revisou para baixo suas expectativas de curto prazo, citando saídas persistentes de ETFs de Bitcoin nos EUA e dados macro fracos. Geoff Kendrick, chefe de pesquisa de ativos digitais, descreve isso como um ‘reset’ necessário, com risco de queda para US$ 50 mil se o suporte de US$ 60 mil ceder.

Na sessão asiática, o BTC oscilou perto de US$ 66.400, mas a venda institucional reflete incerteza com juros altos do Fed por mais tempo. Juros elevados drenam liquidez de ativos de risco como o Bitcoin, um padrão macro que o mercado tradicional conhece bem desde as crises asiáticas de 1997.

Contexto Macro e Lições Históricas

O cenário macro reforça o ceticismo. Inflação persistente nos EUA e adiamento de cortes de juros pelo Fed criam um ambiente hostil para cripto. Correlações com ações de tecnologia, evidentes em 2022, voltam a aparecer. Baleias asiáticas vendem em picos, limpando alavancagem excessiva, enquanto o índice Fear & Greed marca ‘Medo Extremo’ em 8/100.

A história é clara: todo mercado de alta tem sua baixa. Em 2017, o BTC subiu 20x antes de cair 84%; em 2021, similar. Sobreviver ao bear protege o capital para o próximo ciclo. Não é FUD, é realismo baseado em dados.

O Que Monitorar Agora

Olhos nos suportes de US$ 60 mil e US$ 55 mil. Fluxos de ETFs, liquidez global e decisões do Fed em junho de 2026 serão decisivos. Para brasileiros, o câmbio BRL/USD amplifica riscos — volatilidade dupla exige cautela. Apesar do alerta de curto prazo, Standard Chartered ainda vê US$ 100 mil até fim de 2026, mas só após capitulação.

Posicione-se com proteção de capital em mente. O mercado está eufórico demais para o meu gosto.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Executivos cartoon de banco tradicional e cripto apertando mãos sobre ponte luminosa com símbolos BTC e ETH, simbolizando parceria para liquidez institucional

Standard Chartered acelera acesso a Bitcoin e ETH com B2C2

Standard Chartered avança: o que muda quando os grandes bancos abraçam o Bitcoin? O banco global anunciou uma parceria estratégica com a B2C2, provedora de liquidez institucional, para ligar sua infraestrutura bancária mundial ao mercado de criptomoedas. Isso facilita o acesso regulado a Bitcoin e Ethereum para grandes players como fundos e empresas, prometendo mais liquidez e segurança nos trades de spot e opções. Para o investidor comum, significa maior estabilidade no ecossistema cripto global.


Detalhes da Parceria Anunciada

A parceria, divulgada em 11 de fevereiro, conecta as vias de pagamento e liquidação do Standard Chartered à profunda liquidez da B2C2 em mercados de Bitcoin e Ethereum. Clientes institucionais, como gestores de ativos, fundos de hedge, corporações e family offices, terão conectividade direta à rede bancária regulada do banco.

Segundo Luke Boland, Head de Fintech na Ásia do Standard Chartered, a iniciativa permite “ligação de mercado escalável e regulada, sem comprometer execução ou gerenciamento de risco”. Thomas Restout, CEO da B2C2, destacou a combinação de credenciais regulatórias do banco com a expertise em cripto para criar uma “camada duradoura de conectividade entre finanças tradicionais e ativos digitais”.

Essa estrutura reduz fricções entre fiat e cripto, acelerando settlements e melhorando eficiência de capital. Para o brasileiro que acompanha o mercado, isso é como ter um “corredor expresso” entre bancos velhos e o mundo cripto, evitando atrasos comuns em transferências internacionais.

Benefícios Práticos para Liquidez e Segurança

Por que isso importa no dia a dia? Mais liquidez significa preços mais estáveis e spreads menores – aquelas diferenças entre compra e venda que comem seu lucro em trades pequenos. Com a B2C2 fornecendo liquidez profunda, trades institucionais fluem melhor, beneficiando indiretamente o varejo via menor volatilidade.

Segurança ganha com settlements regulados: imagine enviar remessas para a família no exterior sem medo de atrasos ou custódia fraca. O Standard Chartered já opera uma mesa de trading spot para BTC e ETH desde julho de 2025 e custodia via Zodia Custody. Para nós no Brasil, onde envios via dólar custam caro (hoje US$ 1 = R$ 5,22), cripto regulada por bancos globais pode cortar taxas em até 50% em cenários futuros.

Exemplo prático: se você quer comprar Bitcoin por R$ 365 mil (cotação atual), essa infraestrutura garante execução rápida sem slippage excessivo, como comprar passagem de ônibus lotada vs. trem expresso.

Contexto do Banco e Perspectivas para 2026

O Standard Chartered não é novato: prevê Ethereum a US$ 7.500 até fim de 2026 (cerca de R$ 39 mil hoje, com ETH a R$ 10.878), Solana a US$ 250 e mercado de stablecoins/tokenizados em US$ 2 trilhões até 2028. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 364.991 agora (+4,48% em 24h), refletindo otimismo.

Para o brasileiro médio, isso sinaliza maturidade: bancos gigantes validam cripto como reserva de valor, facilitando inclusão financeira. Pense em usar BTC para pagar boletos ou remessas sem IOF alto de cartões. Mas cuidado: volatilidade persiste, e impostos sobre ganhos ainda mordem (15-22,5% no IR).

O que fazer? Monitore cotações locais, diversifique e use plataformas reguladas. Essa ponte banco-cripto pode baixar custos cotidianos em breve.

O Que Isso Muda para Você no Brasil?

No fim das contas, parcerias como essa pavimentam o caminho para cripto acessível. Menos risco de manipulação por baixa liquidez, mais confiança de reguladores. Se você envia dinheiro para fora ou protege poupança da inflação, fique de olho: liquidez global pode baratear suas operações em reais. Comece pequeno, entenda taxas e acompanhe players como Standard.


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Vórtice negro sugando energia dourada de estrutura hexagonal Bitcoin, com '50K' no horizonte sombrio, alertando saídas recordes de ETFs

ETFs de Bitcoin Sangram US$ 410 Mi: Alerta para Queda a US$ 50 Mil

Os ETFs spot de Bitcoin sangraram US$ 410 milhões em saídas na quinta-feira, acelerando perdas rumo à quarta semana consecutiva de fluxos negativos. No mesmo dia, o Standard Chartered cortou seu preço-alvo para 2026 de US$ 150 mil para US$ 100 mil, alertando para uma possível queda a US$ 50 mil antes de qualquer recuperação. O mercado está ignorando esses sinais de inverno à vista?


Saídas Aceleradas nos ETFs de Bitcoin

A história mostra que fluxos de saída prolongados nos ETFs precedem correções mais profundas. Dados da SoSoValue indicam US$ 410,4 milhões em outflows na quinta, elevando as perdas semanais para US$ 375,1 milhões. BlackRock’s IBIT e Fidelity lideraram com US$ 157,6 milhões e US$ 104,1 milhões em resgates, respectivamente.

Os ativos sob gestão (AUM) caíram de quase US$ 170 bilhões em outubro de 2025 para próximo de US$ 80 bilhões. Ether ETFs registraram US$ 113,1 milhões em saídas diárias, enquanto XRP viu os primeiros outflows desde fevereiro. Apenas os ETFs de Solana contrariaram a tendência com inflows menores. Esse padrão reflete enfraquecimento institucional, similar ao visto nas baixas de 2018 e 2022.

Standard Chartered Avisa Capitulação Macro

O banco britânico, em relatório compartilhado, espera “mais capitulação de preços nos próximos meses”. Além de cortar o target de Bitcoin para US$ 100 mil no fim de 2026, projeta um mergulho a US$ 50 mil e Ether a US$ 1.400 antes da recuperação para US$ 4 mil. Motivos: fluxos fracos de ETFs e macroeconômico adverso, como liquidez global apertada e juros elevados.

Cuidado com o otimismo cego: grandes bancos como Standard Chartered não mudam visões sem dados sólidos. A retração no Chaikin Money Flow (CMF) é mais intensa que na correção de 2025, sinalizando ausência de recompra institucional. O Bitcoin rompeu uma bear flag, mirando suportes entre US$ 53 mil e US$ 48 mil.

Investidores de Longo Prazo Vendem sem Capitulação

Dados on-chain reforçam o cenário de baixa. O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ronda 0,17, abaixo dos 0,42 de recuperações passadas, mas ainda não em capitulação extrema como em 2023 (0,02). Investidores de longo prazo (LTHs) distribuíram mais de 245 mil BTC em picos recentes, superando volumes de 2025.

CryptoQuant alerta que o suporte realizado fica em torno de US$ 55 mil, sem teste ainda. Indicadores de ciclo permanecem em fase bear, não extreme bear. LTHs vendem near breakeven, mas históricos mostram bottoms reais com perdas de 30-40%. Sem reset completo, mais downside é provável.

Lições Históricas e Cotação Atual

A história repete: exuberância leva a bolhas, e bolhas estouram. Ciclos de 2018 e 2022 ensinaram que sobreviver ao bear é prioridade. O mercado ignora riscos macro — Fed, dívida global —, apostando em narrativas frágeis. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 360.392,61 nesta sexta, com alta de 4,95% em 24h, mas volatilidade persiste em US$ 66 mil.

Vale monitorar LTHs e ETF flows. Proteja capital: diversidade e paciência superam FOMO em bears.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado sob crosta de gelo rachado com veias vermelhas pulsantes, simbolizando queda de 46% do Bitcoin e inverno cripto prolongado

Inverno Cripto à Vista? BTC Derrete 46% e Analistas Cortam Preços

O alerta da XWIN Research não poderia ser mais claro: o Bitcoin pode já estar entrando em um inverno cripto prolongado. Após queda de 46% do pico de US$ 126 mil para cerca de US$ 67.900, o mercado registra perdas realizadas de US$ 13 bilhões, o maior nível desde 2022. Cinco meses consecutivos de perdas e Índice de Medo & Ganância em 14 (medo extremo) reforçam o cenário de baixa. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas, como em 2018.


Queda Acelerada e Fluxos de Capital Preocupantes

A desvalorização de 46% do Bitcoin não é mero ajuste: representa uma retração significativa após o pico histórico. Segundo a análise da XWIN, apesar de US$ 300 bilhões em inflows em 2025, a capitalização de mercado encolheu, indicando pressão vendedora dominante de grandes holders ou derivativos. O volume de perdas realizadas atingiu picos vistos no fundo de 2022, mas com preços nominais mais altos, o mercado ignora o enfraquecimento estrutural.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 349.680, com variação de -0,31% em 24 horas e volume de 327 BTC. Esse descolamento entre inflows e preço é clássico de topos de ciclo, como vimos na bolha dot-com ou no bear de 2018, quando o otimismo institucional mascarou a realidade.

O mercado está ignorando esses alertas, mas os dados on-chain sugerem que a força interna está se esgotando. Capitulação pode demorar meses, como historicamente ocorre.

Standard Chartered Corta Previsão e Aponta US$ 50 Mil

O corte de alvo de preço pelo Standard Chartered reforça o ceticismo. O banco reduziu a meta de fim de ano para US$ 100 mil, ante US$ 150 mil, e prevê queda a US$ 50 mil antes de qualquer rebound. ETF de Bitcoin registram saídas de US$ 282 milhões este mês e US$ 6 bilhões nos últimos quatro, enquanto open interest de futuros cai de US$ 96 bilhões para US$ 44 bilhões.

Geoffrey Kendrick, chefe de ativos digitais, cita falta de narrativa clara e macro desfavorável até mudanças no Fed. Essa capitulação final é esperada nos próximos meses. A história mostra que analistas institucionais acertam ao virar bearish em picos de exuberância, como em 2022, quando cortes semelhantes precederam o fundo.

Investidores devem monitorar esses fluxos: redução de exposição sinaliza risco de mais downside.

Influência de Tech e Metais Preciosos no Cenário Bear

A correlação com o setor tech reafirma a vulnerabilidade. Bitcoin recuou para US$ 65 mil, acompanhando queda de 2% no Nasdaq e 3% no ETF de software (IGV), pressionado por medos de IA disruptiva. Ouro e prata despencaram 3% e 10%, respectivamente, rompendo qualquer narrativa de safe haven.

O mercado cripto, ainda visto como ‘software programável’, sofre com múltiplos elevados questionados pela automação via IA. Essa sincronia com tech volátil é lição de 2022: cripto não decoupling real ainda. Ciclos passados, como crises asiáticas de 1997, mostram que ativos de risco caem juntos em risk-off.

Cuidado com otimismo prematuro: sem suporte macro, o inverno pode se estender.

Lições Históricas e Próximos Passos

Eu avisei: todo bull é seguido de bear prolongado. 2018 viu quedas de 84%; 2022, 77%. Hoje, com estrutura mais madura via ETFs, o downside pode ser menos extremo, mas perdas de US$ 13 bi e cortes institucionais gritam cautela. Proteja capital priorizando sobrevivência ao ciclo.

Vale monitorar capitulação em perdas realizadas e inflows sustentados. Sem isso, novas mínimas são prováveis. O sonho da alta eterna acabou — prepare-se para um inverno mais longo do que o hype sugere.


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Fênix Solana cyan emergindo de vale sombrio rumo a pico dourado com 2000, guiada por analistas cartoon otimistas como Cathie Wood

Solana a US$ 2.000 em 2030? Standard Chartered Eleva Meta

A Solana (SOL) negociada a US$ 99,31 (R$ 520,30), caiu abaixo do suporte psicológico de US$ 100 pela primeira vez desde 2024, com queda de 17% na semana e 48% no ano. No entanto, o Standard Chartered elevou suas projeções de longo prazo para US$ 2.000 até 2030, apesar de reduzir a meta de 2026 para US$ 250. Os dados mostram transição para casos de uso em stablecoins e micropagamentos.


Situação Atual: Queda Acentuada

Os dados indicam que a Solana registrou US$ 191 milhões em liquidações de posições compradas, o maior volume desde outubro de 2025. Taxas de funding viraram negativas, sinalizando aumento de posições vendidas. Produtos de investimento em SOL acumularam US$ 31 milhões em saídas, com ETFs spot registrando US$ 11,24 milhões apenas na sexta-feira passada.

Essa correção acompanha o mercado amplo, com Bitcoin abaixo de US$ 75.000 e Ethereum sob US$ 2.300. O suporte de US$ 100 atua como nível psicológico chave, testado pela primeira vez em anos, conforme volume de transferências e RSI indicam possível exaustão vendedora.

Projeções do Standard Chartered

O banco revisou sua análise, reduzindo a previsão para fim de 2026 de US$ 310 para US$ 250, mas elevando metas subsequentes: US$ 400 em 2027 (ante US$ 350), US$ 700 em 2028 (ante US$ 475), US$ 1.200 em 2029 e US$ 2.000 em 2030. A justificativa baseia-se no modelo de baixíssimo custo de transação — taxa média de US$ 0,0007 —, posicionando a rede para dominar micropagamentos via IA e stablecoins.

Volume de stablecoins na Solana processa duas a três vezes mais rápido que no Ethereum. Métricas a monitorar incluem volume de transferências de stablecoins e velocidade, com 47% do ‘PIB’ on-chain em 2025 vindo de DEXs de memecoins, participação em declínio.

Visão Otimista de Cathie Wood

Apesar da retração, Cathie Wood, CEO da Ark Invest, mantém visão positiva, posicionando SOL como diversificador de portfólio ao lado de Bitcoin, Ethereum e HyperLiquid. Ela destaca correlação baixa entre Bitcoin e ouro (0,14 desde 2020), sugerindo que ouro liderou bull runs anteriores, podendo indicar recuperação se padrões históricos se repetirem.

Wood enfatiza que criptoativos de alta qualidade como SOL resistem em cenários de diversificação, com dados de outflows não alterando fundamentos de infraestrutura.

Níveis Técnicos e Próximos Passos

Níveis de suporte imediatos incluem US$ 96,70 (mínima diária) e US$ 90 (média móvel de 200 dias). Resistências em US$ 105 (máxima recente) e US$ 120. Investidores devem observar volume de stablecoins e RSI para sinais de reversão.

A transição de memecoins para DeFi e micropagamentos pode elevar o preço SOL se métricas confirmarem adoção, embora volatilidade persista no curto prazo. Manter monitoramento de outflows de ETFs e funding rates.


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Balança desequilibrada com stablecoins cyan superando cofres bancários dourados e '500B' luminoso, alertando perda de depósitos segundo Standard Chartered

Stablecoins vs Bancos: Alerta de US$ 500 Bilhões do Standard Chartered

O alerta do Standard Chartered aponta que o crescimento das stablecoins pode drenar até US$ 500 bilhões em depósitos bancários de mercados desenvolvidos até 2028. Com suprimento atual acima de US$ 300 bilhões, crescendo 40% ao ano, bancos enfrentam risco em margens de juros líquidos. Ao mesmo tempo, o Singapore Gulf Bank lança serviço regulado de conversão fiat-stablecoin, sinalizando adaptação necessária para sobreviver à revolução dos pagamentos digitais. É importante considerar: se os bancos não adotarem, o risco de obsolescência é real.


O Risco de US$ 500 Bilhões Revelado pelo Standard Chartered

Geoff Kendrick, chefe global de pesquisa cripto no Standard Chartered, estima que stablecoins causem a saída de até US$ 500 bilhões em depósitos até 2028. Nos EUA, isso equivaleria a um terço da capitalização total de stablecoins. O crescimento acelerado, impulsionado pela Clarity Act em tramitação no Congresso, ameaça redes de pagamento tradicionais.

É crucial observar que emissores como Tether e Circle mantêm apenas frações mínimas de reservas em depósitos bancários — 0,02% e 14,5%, respectivamente. Isso significa pouco reembolso aos bancos, ampliando o risco para instituições dependentes de funding de longo prazo. O risco aqui é a erosão das margens de juros líquidos (NIM), vital para a rentabilidade bancária.

Bancos que ignoram essa tendência correm o perigo de perder competitividade, especialmente com yields oferecidos em stablecoins, como os 3,5% da Coinbase em USDC — prática contestada por lobistas bancários.

Bancos Regionais: Os Mais Vulneráveis

Análise do Standard Chartered identificou bancos regionais americanos como os mais expostos, medidos pela dependência de NIM como receita. Instituições como Huntington Bancshares, M&T Bank, Truist Financial e Citizens Financial Group lideram a lista de vulnerabilidades.

Esses players dependem mais de atividades de empréstimo tradicionais, sensíveis a saídas de depósitos. Apesar de desempenho recente positivo — índice KBW Regional subiu 6% em janeiro —, cortes de juros esperados podem aliviar custos, mas não revertem a tendência de longo prazo para stablecoins em pagamentos.

É importante prestar atenção ao histórico de falhas em adaptações tardias, como visto em crises passadas. Bancos diversificados e de investimento estão menos afetados, mas o setor como um todo precisa repensar estratégias de tesouraria.

Singapura Pioneira: Serviço Regulado de Interoperabilidade

Enquanto bancos hesitam, o Singapore Gulf Bank (SGB) anuncia plataforma para mintar, converter e negociar USDC e USDT em fiat, via Solana, Ethereum e Arbitrum. Lançamento previsto para Q1 2026 na SGB Net, que já processa US$ 2 bilhões mensais em fiat.

Parceria com Fireblocks garante custódia segura, com conformidade KYC/AML. CEO Shawn Chan enfatiza simplificar o complexo ecossistema de stablecoins. Essa iniciativa demonstra visão: stablecoins como veículo dominante para liquidez digital e liquidações globais.

É possível que mais bancos sigam, especialmente com demanda por acesso regulado crescendo, como visto em lançamentos recentes de stablecoins nos EUA e Emirados Árabes.

O Que Isso Significa Para Investidores e Bancos

Para investidores brasileiros, stablecoins representam proteção contra volatilidade e eficiência em remessas, mas o risco sistêmico para bancos tradicionais merece monitoramento. Pergunta retórica: e se sua instituição financeira perder depósitos massivos? Diversifique para plataformas que integram cripto.

Bancos que adotarem interoperabilidade, como SGB, podem mitigar perdas. Os dados sugerem uma revolução inevitável nos pagamentos — vale observar aprovações regulatórias e migrações de volume.


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Banqueiro cartoon e personagem Ethereum caminhando para horizonte com 40K dourado luminoso, simbolizando previsão bullish de US$40 mil até 2030

Standard Chartered: Ethereum a US$ 40 mil até 2030

Enquanto muitos traders focam no curto prazo, o Standard Chartered olha até 2030, prevendo Ethereum a US$ 40 mil no fim da década. O banco revisou para baixo o alvo de 2026 para US$ 7.500, mas vê 2026 como ponto de inflexão para o ETH, similar a 2021, impulsionado por melhorias técnicas e catalisadores regulatórios como o CLARITY Act. Essa visão bullish relativa ao Bitcoin reflete confiança nos fundamentos do ecossistema Ethereum.


Previsões Anuais Revisadas

O Standard Chartered ajustou suas projeções para o Ethereum, mantendo otimismo de longo prazo apesar da pressão do Bitcoin no curto prazo. Para o fim de 2026, o preço esperado cai de US$ 12.000 para US$ 7.500. Em 2027, sobe para US$ 15.000 (reduzido de US$ 18.000), US$ 22.000 em 2028 (de US$ 25.000), US$ 30.000 em 2029 (elevado de US$ 25.000) e culmina em US$ 40 mil até 2030.

Essa trajetória reflete a fraqueza absoluta dos preços em dólares devido ao BTC, mas uma recuperação relativa do par ETH/BTC, que deve voltar aos picos de 2021. O analista Geoff Kendrick destaca 2026 como “o ano do Ethereum”, com fundamentos específicos ganhando tração.

Fundamentos Técnicos e Demanda Estrutural

O banco enfatiza o papel central do Ethereum em stablecoins, tokenized real-world assets (RWAs) e DeFi, que sustentam demanda orgânica. Além disso, planos para aumentar o throughput da layer-1 em 10x nos próximos dois a três anos são vistos como chave para expansão de market cap, já que análises mostram correlação direta entre capacidade e valor de mercado.

Empresas como a Bitmine Immersion Technologies, maior tesouraria focada em ETH, continuam acumulando, mesmo com inflows de ETFs pausados. Essa acumulação corporativa reforça a tese de valor como reserva de ativos digitais.

Catalisadores Regulatórios e ETH vs BTC

A regulação emerge como tailwind potencial. O US CLARITY Act, em revisão no Senado em 15 de janeiro, pode desbloquear nova fase de atividade DeFi, beneficiando particularmente o ETH. Passagem no Q1 seria um marco para clareza regulatória no setor.

No gráfico, ETH precisa superar a retração Fib 0.618 para confirmar momentum, negociando atualmente por volta de US$ 3.126. A visão do banco prioriza performance relativa ao BTC, sugerindo trades no par ETH/BTC como maior convicção.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, essa previsão institucional valida o Ethereum como alocação de longo prazo em portfólios cripto. Com staking rendendo yields atrativos e L2s escalando, o ETH se posiciona para capturar valor em finanças tokenizadas. Monitore inflows de ETFs e aprovações regulatórias globais, que podem acelerar essa rota para US$ 40k. O otimismo fundamentado do Standard Chartered reforça: o futuro do ETH brilha além da volatilidade atual.


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Banqueiro cartoon abrindo portas de cofre para horizonte cripto neon com elefantes investidores entrando, simbolizando adoção institucional pela Standard Chartered

Standard Chartered Entra no Cripto com Prime Brokerage para Institucionais

O banco britânico Standard Chartered, com US$ 849 bilhões em ativos, está em discussões avançadas para lançar uma plataforma de prime brokerage dedicada a criptomoedas, conforme reportado por fontes familiarizadas. A iniciativa, abrigada na unidade de venture capital SC Ventures, visa oferecer serviços como custódia, financiamento, trading e clearing para clientes institucionais. Esse movimento reforça a adoção irreversível de ativos digitais por gigantes financeiros globais, sinalizando maturidade do mercado.


Detalhes da Plataforma em Desenvolvimento

A plataforma de prime brokerage do Standard Chartered será integrada à SC Ventures, braço de inovação do banco responsável por investimentos em custódia digital como a Zodia Custody. Fontes indicam que as negociações estão em estágio inicial, sem data de lançamento definida, mas o foco é atender demandas de instituições por soluções reguladas e escaláveis em cripto.

Recentemente, o banco expandiu parcerias, como com a Coinbase, para desenvolver serviços completos de prime brokerage cripto, incluindo staking e lending. Essa infraestrutura profissionaliza o acesso a Bitcoin e outros ativos, reduzindo barreiras para grandes players que antes hesitavam devido a riscos operacionais e regulatórios.

Com US$ 849 bilhões em ativos, o Standard Chartered não é um novato: já investe em blockchain e stablecoins, posicionando-se como ponte entre finanças tradicionais e o ecossistema cripto.

Onda de Adoção por Bancos Tradicionais

O anúncio surge em meio a uma corrida de bancos globais para o cripto. Morgan Stanley planeja lançar uma carteira digital e ETF de Bitcoin no segundo semestre de 2026. Citigroup inicia custódia cripto no ano, enquanto JPMorgan e Bank of America desenvolvem stablecoins próprios. Até Jamie Dimon, CEO do JPMorgan, admitiu: “blockchain é real, stablecoins são reais”.

Essa convergência entre tradfi (finanças tradicionais) e DeFi cria uma infraestrutura robusta, atraindo fundos de pensão, endowments e family offices. Para o leitor brasileiro, isso significa maior liquidez global, potencialmente beneficiando exchanges locais via influxo de capitais institucionais.

A SC Ventures já demonstrou expertise com parcerias como Northern Trust na Zodia, provando que bancos centenários estão comprometidos com a revolução digital.

Implicações para o Mercado Cripto

A entrada do Standard Chartered valida o Bitcoin como reserva de valor corporativa e acelera a institucionalização. Plataformas de prime brokerage facilitam alavancagem, derivativos e custódia segura, essenciais para whales institucionais gerenciarem bilhões em exposição a cripto sem comprometer compliance.

Analistas veem isso como catalisador para novos recordes de preço, com influxo de capitais frescos. No Brasil, onde o interesse por cripto cresce, essa tendência global reforça a confiança: se gigantes como Standard investem, o ciclo de adoção é irreversível.

Investidores devem monitorar atualizações sobre o lançamento, que pode elevar volumes de trading e estabilidade de preços.

Próximos Passos para Investidores

Enquanto o lançamento não ocorre, acompanhe movimentações regulatórias nos EUA e Europa, que pavimentam o caminho. Plataformas como Binance oferecem acesso similar para retails, preparando o terreno para o boom institucional.

Essa notícia é bullish: a infraestrutura está pronta, e as baleias estão chegando.


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Executivos cartoon de Standard Chartered e Bitmine stakeando em prisma ETH projetando holograma 40K, apostando na supremacia do Ether em 2030

ETH a US$ 40 mil em 2030: Standard Chartered e Bitmine Apostam Alto

O banco Standard Chartered elevou sua previsão para o Ether atingir US$ 40.000 até o final de 2030, superando o Bitcoin apesar da volatilidade atual do mercado cripto. Paralelamente, a Bitmine Immersion Technologies, de Tom Lee, stakeou mais de US$ 3,9 bilhões em ETH, alcançando 70% de sua meta de acumular 5% do suprimento total. Esses movimentos sinalizam otimismo fundamentalista de longo prazo para o Ethereum.


Previsão Agressiva do Standard Chartered

O Standard Chartered ajustou suas projeções para o Ether, reduzindo metas de médio prazo para 2026-2028 devido à fraqueza recente do Bitcoin, mas elevando a visão de longo prazo para US$ 40.000 em 2030. Analista Geoff Kendrick destaca que o ETH se beneficia de ventos favoráveis setoriais, como o domínio em stablecoins, ativos do mundo real (RWA) e finanças descentralizadas (DeFi).

Com o Ether negociado em torno de US$ 3.100, o banco espera que a relação ETH/BTC retorne aos picos de 2021. Fatores como o avanço na escalabilidade da layer-1 do Ethereum, que pode aumentar o throughput em dez vezes, e a possível aprovação do CLARITY Act nos EUA reforçam essa tese. A legislação regulatória pode destravar o próximo ciclo de crescimento do DeFi na rede Ethereum.

Acumulação Massiva da Bitmine

A Bitmine Immersion Technologies reportou holdings de 4.168 milhões de ETH, equivalendo a 3,4% do suprimento total, com mais de 1,2 milhão já em staking — valendo US$ 3,9 bilhões. Na última semana, adicionaram 24.266 ETH, aproximando-se de 70% da meta de 5% do total circulante. O total de ativos cripto e caixa da empresa chega a US$ 14 bilhões.

Liderada por Tom Lee, a Bitmine planeja lançar o MAVAN, uma solução de staking que pode gerar US$ 374 milhões anuais em receitas com a taxa atual de 2,81%. Institucionais como ARK Invest de Cathie Wood e Pantera apoiam a estratégia, com ações BMNR negociando volume médio diário de US$ 1,3 bilhão.

Staking: O Yield Institucional do Ethereum

Para entender o apelo, é essencial explicar o staking: no Ethereum, pós-“The Merge”, validadores bloqueiam ETH para proteger a rede via Proof-of-Stake, recebendo recompensas anuais de cerca de 2,81% — o yield institucional. Diferente do Bitcoin, que não gera rendimento nativo, o ETH oferece fluxo de caixa passivo, atraindo tesourarias corporativas como a Bitmine.

Esse mecanismo transforma o Ether em um ativo produtivo, similar a títulos de renda fixa, mas com potencial de valorização. Com mais de 30% do ETH já stakeado globalmente, o influxo institucional acelera a segurança da rede e reduz a oferta circulante, potencializando valorizações de longo prazo.

Implicações para Investidores de Longo Prazo

Apesar da volatilidade — com BTC oscilando entre US$ 90-93 mil —, esses sinais indicam que o Ethereum não só resiste como lidera em adoção real. O otimismo do Standard Chartered e a execução da Bitmine sugerem que os supostos “ETH killers” como Solana podem falhar em capturar o yield sustentável do ecossistema Ethereum.

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e métricas on-chain, como taxa de staking e TVL em DeFi, para avaliar o momentum. O foco em fundamentos, como escalabilidade e rendimento, posiciona o ETH como reserva de valor com upside assimétrico até 2030.


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Executivos cartoon estilizados unindo mãos para ativar rede blockchain global, simbolizando lançamento do ledger Swift com Standard Chartered para tokenização

Swift Lança Ledger Blockchain com Standard Chartered para Tokenização

O Swift e o Standard Chartered anunciaram um ledger baseado em blockchain para conectar 11.500 instituições financeiras em mais de 200 países, focado em ativos tokenizados. Revelado no Sibos 2025, o projeto marca o fim do Swift antigo e o início de uma era always-on para finanças globais. Essa ponte entre TradFi e blockchain promete crescimento exponencial para o ecossistema cripto, validando transações em tempo real via smart contracts.


Escala Global: Infraestrutura para Ativos Digitais

O Swift, rede que já processa trilhões em pagamentos diários, agora estende sua infraestrutura para um ledger blockchain dedicado a tokenizados. Esse sistema atuará como registro seguro de transações institucionais em tempo real, mantendo os padrões de confiabilidade que o mercado espera.

Não se trata de substituir os trilhos de pagamento tradicionais, mas de complementá-los. Bancos poderão oferecer serviços de ativos digitais sem abandonar suas operações legadas, atendendo à demanda crescente por liquidação instantânea cross-border. Michael Spiegel, do Standard Chartered, destaca que a tokenização não é mais experimental — é o novo padrão para o comércio global, com potencial para movimentar US$ 16 trilhões em ativos até 2030.

Essa expansão reflete o momentum da indústria: clientes exigem disponibilidade contínua e velocidade, especialmente em mercados emergentes onde o ritmo das transações acelera diariamente.

Ponte Essencial entre TradFi e Cripto

A iniciativa surge em um momento pivotal, com a finança tradicional abraçando blockchain de forma irreversível. O ledger proposto usa smart contracts para validar sequências de transações, garantindo interoperabilidade sem fricções. Para investidores cripto, isso significa que gigantes como Swift validam o modelo, abrindo portas para adoção em escala.

Imagine ativos reais — de títulos a imóveis — tokenizados e negociados 24/7 via redes conectadas. O Standard Chartered confirma que o digital finance atingiu o tipping point, transitando de pilotos para produção mainstream. Essa maturidade impulsiona o valor de protocolos blockchain, com expectativa de inflows institucionais massivos nos próximos anos.

O otimismo é fundamentado: com infraestrutura confiável, o risco regulatório diminui, e o volume de tokenizados explode, beneficiando todo o ecossistema.

Combate à Fragmentação via Colaboração

Um dos maiores entraves à tokenização é a fragmentação entre redes blockchain. Diferentes plataformas operam isoladas, limitando liquidez e adoção. O Swift aborda isso colaborando com mais de 30 instituições financeiras, provedores de tecnologia e bancos centrais para definir modelos de settlement unificados e governança.

Essa parceria replica o sucesso do Swift em conectar pagamentos fiat, agora para o mundo digital. Padrões interoperáveis permitirão que redes troquem valor sem obrigações de multi-plataforma, reduzindo complexidade técnica e acelerando a entrada de novos players.

Para o mercado brasileiro, isso abre oportunidades: exchanges locais poderão integrar esses fluxos globais, facilitando remessas e investimentos em RWAs (real world assets).

Crescimento Exponencial à Vista

Essa notícia bullish reforça a narrativa de convergência: TradFi não compete com cripto, mas evolui com ela. Com Swift liderando, espere aceleração em ETFs tokenizados, stablecoins institucionais e RWAs. Investidores atentos veem aqui o catalisador para um novo superciclo, onde a escala global impulsiona preços e inovação.

Vale monitorar atualizações do Sibos 2025 — o futuro das finanças tokenizadas começa agora.


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