Executivos cartoon estilizados apertando mãos sobre cofre digital luminoso, simbolizando aprovação OCC para Crypto.com e legitimação cripto nos EUA

Crypto.com Ganha Aprovação OCC e Avança na Legitimidade Cripto nos EUA

A Crypto.com recebeu aprovação condicional do Office of the Comptroller of the Currency (OCC), regulador federal dos EUA, para estabelecer um banco nacional de trust. Essa decisão, anunciada em 23 de fevereiro de 2026, permite que a exchange ofereça serviços de custódia, staking e liquidação de negociações de ativos digitais sob supervisão federal direta. O marco ocorre em meio à mudança de postura regulatória sob a administração Trump, sinalizando maior legitimidade para o setor cripto no coração do sistema financeiro americano. Para investidores brasileiros, isso reforça a confiança em plataformas globais integradas ao ecossistema regulado.


Detalhes da Aprovação Condicional

O novo ente, Foris Dax National Trust Bank — que operará como Crypto.com National Trust Bank após aprovação final —, atuará como banco de trust de propósito limitado. Ele não aceitará depósitos nem emitirá empréstimos, concentrando-se exclusivamente em serviços para ativos digitais. A aprovação condicional autoriza a plataforma a avançar nos preparativos, incluindo requisitos de capital, governança, controles de risco e políticas internas.

Segundo o CEO Kris Marszalek, essa conquista reflete o compromisso da empresa com a conformidade regulatória. A Crypto.com já opera a Crypto.com Custody Trust Company, regulada pelo departamento bancário de New Hampshire. Com o charter federal, instituições ganham um custodiante qualificado one-stop-shop sob o padrão ouro de supervisão do OCC, simplificando compliance e elevando a confiança no mercado.

De acordo com dados recentes do Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 326.788,49, com variação de -5,17% em 24 horas, destacando a relevância de custodiantes seguros em momentos de volatilidade.

Conexão com a Nova Postura Regulatória Trump

O timing da aprovação coincide com a transição para a administração Trump, que adota viés mais favorável às criptomoedas. Marszalek foi um dos primeiros executivos do setor a se reunir com Trump em Mar-a-Lago após a vitória eleitoral de 2024. A Crypto.com contribuiu com US$ 1 milhão para o comitê de posse e doações de oito dígitos para o MAGA Inc., além de mais US$ 5 milhões em janeiro de 2026.

Essa aproximação reflete uma tendência global: governos reconhecem cripto como ferramenta de poder financeiro. Nos EUA, empresas como Circle, Paxos, BitGo e Fidelity Digital Assets também buscam charters nacionais de trust, formando uma onda de integração regulada. Autoridades americanas, ao concederem esses avais, posicionam o país como líder em inovação financeira, contrastando com restrições em jurisdições como a União Europeia.

Para o cenário geopolítico, isso fortalece o dólar digital via stablecoins e custódia, impactando fluxos de capital internacionais, incluindo do Brasil.

Impacto no Mercado Cripto e Perspectivas Globais

Enquanto a Crypto.com avança na legitimidade institucional, o mercado cripto enfrenta correções. Analistas observam que o Ethereum está posicionado em uma zona de demanda de 5 anos, entre US$ 1.500 e níveis de acumulação histórica de 2022-2023. Especialistas como Merlijn The Trader destacam que essa faixa tem sido de acumulação, não distribuição, sugerindo potencial reversão com momentum crescente.

O ETH negocia a cerca de R$ 9.434,66, com queda de 5,34% em 24 horas, reforçando a necessidade de custodiantes regulados como o da Crypto.com. Investidores de longo prazo veem ETH como ativo para horizontes plurianuais, não especulação de curto prazo. Essa dinâmica global influencia portfólios brasileiros, onde exchanges como a Crypto.com facilitam acesso a serviços avançados.

O aval do OCC sinaliza maturidade: cripto não é mais periferia, mas parte do sistema financeiro federal. Países como o Brasil, com CVM e Banco Central evoluindo, podem se inspirar nessa integração para atrair investimentos estrangeiros.

Próximos Passos e Implicações para Investidores

A Crypto.com deve cumprir exigências pré-abertura para obter aprovação final, potencializando serviços para instituições globais. Para brasileiros, isso significa maior segurança em custódia de BTC e altcoins, especialmente em ciclos voláteis. Monitorar decisões do OCC e políticas Trump será essencial, pois moldam o futuro da adoção cripto mundial.

Essa vitória reforça a narrativa de legitimidade, conectando Washington a ecossistemas como o brasileiro, onde o volume de BTC em 24h soma 436 unidades nas exchanges locais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon estilizados abrindo portões dourados para horizonte bancário-digital, simbolizando expansão da Binance.US com apoio regulatório Trump

Binance.US Acorda para Expansão Massiva com Trump

A Binance.US planeja expansão agressiva nos EUA após o perdão presidencial a CZ e o arquivamento da ação da SEC. Em evento no Mar-a-Lago organizado pela família Trump, o fundador da Binance, Changpeng Zhao, sinalizou o lançamento de produtos superiores para o mercado americano, aproveitando o clima pró-cripto de Washington. Isso reflete a guinada regulatória que fortalece a adoção institucional, com o Bitcoin cotado a R$ 325.913 segundo o Cointrader Monitor.


Renascimento da Binance.US Pós-SEC

O capítulo da briga com a SEC parece encerrado, abrindo portas para a expansão da Binance.US. CZ, perdoado por Trump em outubro de 2025, destacou em entrevista à Bloomberg que a plataforma quer oferecer produtos premium acessíveis aos consumidores americanos. Apesar das perdas de market share e acesso bancário no passado, o cenário atual torna viável parcerias profundas com bancos e até uma national bank charter.

A exchange americana reafirma compromisso com inovação, construindo novas ofertas para atender investidores em evolução. Esse movimento sinaliza que os fundamentos do ecossistema cripto se fortalecem, com clareza regulatória atraindo capital institucional de forma sustentável. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos de alta prolongados.

Trump e a Virada Regulatória Pró-Cripto

A retórica pró-cripto de Trump impulsiona a confiança. Após o perdão a CZ e o fim da investigação do DOJ — que custou US$ 4 bilhões à Binance global —, o ambiente regulatório amolece. CZ enfatizou que opções antes inalcançáveis, como laços bancários robustos, agora são possíveis sob orientação legal adequada.

Essa guinada conecta-se à narrativa maior de adoção: fluxos de ETF, tesourarias corporativas e agora exchanges americanas renascendo. Para o investidor comum, isso significa maior liquidez e produtos de qualidade, traduzindo o otimismo institucional em oportunidades acessíveis. Vale monitorar como isso impulsiona o volume nos EUA.

Charter Bancário: Crypto.com Lidera a Onda

Paralelamente, a Crypto.com obteve aprovação condicional do OCC para um trust bank charter federal, juntando-se a Ripple, Circle e Paxos. Isso permite custódia, staking e liquidação sob supervisão federal, simplificando operações interestaduais.

Kris Marszalek, CEO da Crypto.com, vê nisso um passo para custodiante qualificado sob padrões ouro. Apesar de ainda precisar atender condições de capital e compliance, o movimento reforça a tendência: gigantes cripto buscam status bancário para atender instituições. Binance.US pode seguir, ampliando a integração cripto-tradicional.

Perspectivas de Adoção e Ciclo de Alta

Esses desenvolvimentos pintam um quadro de alta: regulação clara atrai inovação, como visto em Davos com o CEO da Binance, Richard Teng, defendendo qualquer regra melhor que o vácuo atual. Com o stablecoin bill avançando, o ecossistema ganha tração.

Para brasileiros, isso eleva o apelo de plataformas globais como a Binance, com acesso facilitado. Os fundamentos se alinham para crescimento de longo prazo, apesar da volatilidade recente do BTC (-5,05% em 24h). Monitore esses passos para posicionar-se no ciclo.


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Personagens cartoon de trader crypto e banqueiro tradicional abrindo cofre bancário para rede blockchain luminosa, simbolizando aprovações para exchanges virarem bancos nos EUA

Exchanges Viram Bancos: Crypto.com e Binance.US Avançam nos EUA

A Crypto.com recebeu aprovação condicional do Escritório do Controlador da Moeda (OCC) para operar como banco nacional de trust nos Estados Unidos, permitindo custódia regulada de ativos digitais, staking e liquidação de trades. Em paralelo, a Binance.US avalia parcerias bancárias mais profundas e possível obtenção de charter financeiro, após a SEC retirar ação judicial de 2023. Esses movimentos, anunciados em 23 de fevereiro de 2026, marcam uma virada regulatória sob a administração Trump, elevando a legitimidade do setor cripto em Wall Street.


Aprovação da Crypto.com: Entrada no Sistema Bancário Federal

A Foris Dax National Trust Bank, subsidiária da Crypto.com, agora pode oferecer serviços sob supervisão federal do OCC. Isso inclui custódia de criptoativos, staking de ativos custodiados e liquidação de negociações, atendendo instituições que demandam padrões elevados de compliance. Segundo o CEO Kris Marszalek, essa etapa reforça o compromisso com segurança e atende à necessidade de custodians qualificados.

O marco segue decisões do OCC em maio de 2025, autorizando bancos tradicionais a custodiar cripto, e a assinatura do GENIUS Act em julho, que regula emissão e trading de stablecoins. A Crypto.com se junta a Circle, Ripple e Paxos nessa onda, enquanto Coinbase e World Liberty Financial tramitam aplicações semelhantes. Bancos tradicionais, no entanto, pressionam por mais transparência nos processos.

Binance.US: Expansão Pós-Recuo da SEC

Changpeng Zhao (CZ), maior acionista da Binance.US, confirmou em entrevista à Bloomberg os planos de expansão. Livre de envolvimento diário, CZ destaca um ambiente regulatório mais amigável com Paul Atkins à frente da SEC e a criação de uma Crypto Task Force. A ação de 2023 da SEC, retirada em maio de 2025, havia paralisado depósitos e saques em dólares por 18 meses, reduzindo volumes.

Agora, a plataforma avalia laços bancários ampliados ou charter nacional, focando em facilitar acesso a produtos premium para usuários americanos. CZ enfatiza separação da Binance global e nega laços com a família Trump, apesar de perdão presidencial em 2025.

Contexto Regulatório e Tensões Setoriais

Esses avanços refletem uma mudança geopolítica nos EUA: de enforcement agressivo para framework equilibrado entre proteção ao investidor e inovação. O mercado de stablecoins atingiu US$ 309 bilhões, integrando cripto à infraestrutura financeira mainstream. Grupos como American Bankers Association cobram cautela, temendo riscos sistêmicos.

Globalmente, regulações americanas influenciam jurisdições como UE e Ásia. Para brasileiros, isso sinaliza maior estabilidade, facilitando remessas via stablecoins e custódia segura em exchanges globais.

Implicações para Investidores Globais

A transformação de exchanges em entidades bancárias federais legitima o ecossistema, atraindo capital institucional. Investidores devem monitorar aprovações finais e impactos em concorrência. Plataformas como Binance oferecem ecossistemas robustos para navegar essa era.

Segundo fontes internacionais como BlockTempo, CZ reforça otimismo com parcerias bancárias, alinhando-se à tendência de maturidade regulatória.


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Figura cartoon da Casa Branca martelando stablecoins com rendimento, ampulheta caindo, simbolizando ultimato da CLARITY Act

Ultimato de Washington: Casa Branca Define Prazo para Lei de Stablecoins

A Casa Branca estabeleceu 1º de março como prazo final para resolver a disputa central da CLARITY Act, legislação que define a estrutura de mercado cripto nos EUA. O foco está na proibição de rendimentos sobre saldos ociosos de stablecoins, com multas diárias de US$ 500 mil por violação. Representantes de Coinbase, Ripple e bancos negociam sob pressão da transição Biden-Trump, impactando diretamente detentores de dólares digitais globalmente. Isso pode alterar estratégias de yield farming em plataformas internacionais.


O Que é a CLARITY Act e Sua Importância Global

A CLARITY Act, aprovada pelo Comitê de Bancos do Senado, busca regular o mercado cripto definindo regras claras para ativos digitais. Segundo autoridades americanas, o governo quer impedir que saldos ociosos de stablecoins gerem juros automáticos, equiparando-os a depósitos bancários não regulados. Essa medida visa proteger o sistema financeiro tradicional de fugas de capital, mas afeta o ecossistema global, onde stablecoins como USDT e USDC movimentam trilhões em DeFi e remessas.

Para investidores brasileiros, que usam stablecoins para proteção contra inflação e arbitragem, a proibição pode limitar opções de rendimento passivo, forçando migração para ativos locais ou europeus. A transição presidencial adiciona urgência, com o Tesouro reforçando a necessidade de aprovação na primavera.

Disputa Central: Yields vs. Competição Bancária

Na terceira reunião, realizada nesta sexta-feira (20/02), o rascunho da Casa Branca estreitou o debate para recompensas ligadas a atividades específicas, excluindo rendimentos em saldos parados. Bancos, representados por associações, mudaram o tom: de medo de deposit flight para preocupações com competição desleal. Reguladores ganhariam poder para multas pesadas via SEC, Tesouro e CFTC.

Executivos da Coinbase e Ripple descreveram as discussões como ‘produtivas’, com o CEO da Ripple prevendo 90% de chance de aprovação até abril. Grupos como Blockchain Association buscam compromissos, mas a proibição de yields idle parece inevitável.

Implicações para o Mercado Internacional

Globalmente, essa regulação pode fragmentar o mercado de stablecoins. Plataformas offshore podem contornar regras, mas exchanges americanas como Coinbase enfrentarão compliance rigoroso. Na Europa, sob MiCA, yields já são escrutinados; na Ásia, Hong Kong avança com stablecoins reguladas. Para brasileiros, o risco é maior volatilidade em pares BRL-stablecoin e redução de liquidez em DeFi.

O ultimato reflete a geopolítica cripto: EUA buscam manter hegemonia financeira, moldando normas que ecoam em jurisdições emergentes. Investidores devem monitorar atualizações, diversificando além de yields em stablecoins.

Próximos Passos e Perspectivas

Negociações continuam nos próximos dias, com chance de acordo até fim de fevereiro. Bancos pressionam por estudos sobre impactos em depósitos, enquanto cripto defende rewards por uso. A CLARITY Act pode posicionar os EUA como ‘capital cripto mundial’, mas com concessões que equilibram inovação e estabilidade.


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Personagens cartoon em cabo de guerra sobre nócleo cripto luminoso, simbolizando investigação democrata vs adoção Wall Street em batalha eleitoral EUA

Guerra Política: Investigação Trump vs Avanços da Wall Street em Cripto

Em meio à polarização eleitoral americana, democratas da Câmara pressionam o Tesouro dos EUA por uma investigação no World Liberty Financial (WLFI), empreendimento cripto ligado à família Trump, citando riscos de segurança nacional e influência estrangeira via investimento de US$ 500 milhões de um xeique dos Emirados Árabes. Paralelamente, Wall Street acelera: a CME Group anuncia trading 24/7 de futuros cripto e xStocks atinge US$ 250 bilhões em volume. Cripto no centro do poder.


Democratas Acusam Conflitos no WLFI Trump

Mais de 40 deputados democratas, liderados por Gregory Meeks (NY), enviaram carta ao Secretário do Tesouro Scott Bessent exigindo revisão da estrutura do WLFI. O foco é um aporte de US$ 500 milhões do Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, conhecido como “xeique espião”, membro da realeza dos EAU. Os legisladores temem que o projeto, em busca de uma licença de banco nacional, exponha o sistema financeiro americano a influências geopolíticas.

A preocupação vai além: questionam salvaguardas contra governos estrangeiros ou investidores ligados ao poder usarem o processo de chartering para acessar infraestrutura sensível. “Não é mais só teoria de regulação cripto, mas integridade regulatória e resistência a pressões políticas”, afirmam na carta, com prazo para resposta até 26 de fevereiro. Apesar da pressão, o token WLFI subiu 10% na semana, cotado a US$ 0,1168, sinalizando resiliência de mercado.

Esse movimento reflete a tese de que, mesmo em meio a ruídos políticos, os fundamentos cripto se fortalecem. Eric Trump, envolvido, reforça otimismo ao prever Bitcoin em US$ 1 milhão, destacando confiança familiar no ativo.

Wall Street Acelera Adoção Institucional

Do outro lado da trincheira, instituições tradicionais pavimentam o caminho imparável para cripto. A CME Group planeja lançar, em 29 de maio, trading 24/7 de futuros e opções cripto, ampliando acesso global e liquidez. Isso alinha com discussões da SEC sobre regulação “gradual” de securities tokenizadas, incluindo mecanismos de inovação como isenções para testes regulados.

Outro marco: xStocks, plataforma de ações tokenizadas na Kraken, acumula US$ 250 bilhões em volume negociado. Esse recorde demonstra maturidade em ativos tokenizados, conectando cripto ao ecossistema financeiro tradicional. Ademais, a Casa Branca realiza terceira reunião fechada sobre stablecoins, com executivos cripto sinalizando “avanços subsequentes”.

Esses desenvolvimentos reforçam a narrativa de adoção: fluxos institucionais superam barreiras regulatórias. Assim como ETFs de Bitcoin transformaram o jogo pós-aprovação, esses passos constroem infraestrutura para ciclos futuros.

Polarização Política vs Momentum Institucional

A disputa em Washington exemplifica cripto como ativo estratégico na eleição americana. De um lado, escrutínio contra Trump via WLFI; do outro, avanços imparáveis de CME, SEC e Kraken. Apesar das investigações, o mercado demonstra maturidade: volumes bilionários em tokenizados e previsões otimistas de insiders como Eric Trump.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza oportunidade. Com dólar volátil e eleições nos EUA influenciando fluxos globais, monitorar adoção institucional é chave. O mercado está construindo: halvings passados e ETF inflows prefiguram tendências de longo prazo. Riscos políticos existem, mas a resiliência cripto prevalece.

Analistas veem nesses eventos um teste para regulação equilibrada, onde inovação coexiste com salvaguardas. A resposta do Tesouro e próximos passos da SEC definirão o ritmo, mas o vetor é de integração.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar:

  • resposta do Tesouro até 26/02;
  • lançamento CME em maio;
  • atualizações stablecoins da Casa Branca;
  • volumes xStocks.

Esses indicadores medem adoção real, mais valiosa que ruído diário. Em um ciclo de alta fundamentado, volatilidade política é apenas ruído ante o ecossistema em expansão.


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Personagem regulador cartoon carimbando selo dourado em stablecoin antropomorfizada com cofre se abrindo, simbolizando status de reserva bancária EUA para remessas

Stablecoins Viram Reserva Bancária com Selo dos EUA

Imagine enviar dólares para a família no exterior em minutos, sem as taxas altas dos bancos tradicionais. Isso está mais perto da realidade com o lançamento do Stablecoin Solutions pela Anchorage Digital, o primeiro banco cripto regulado nos EUA. Ao mesmo tempo, a ProShares criou um ETF de Tesouros americanos apto para reservas de stablecoins sob a lei GENIUS Act. Essas novidades trazem segurança regulada aos dólares digitais, facilitando pagamentos globais instantâneos e com lastro em ativos do governo americano. Para brasileiros, isso pode baratear remessas e aumentar a confiança no dia a dia.


Anchorage Digital: Pagamentos Instantâneos para Bancos

A Anchorage Digital, banco cripto autorizado pelo governo federal americano (OCC), uniu em um só serviço tudo o que os bancos precisam para usar stablecoins: emissão, resgate, custódia e liquidação. Em vez de dias esperando transferências via correspondentes bancários, com contas pré-financiadas cheias de dinheiro parado, os bancos agora fazem settlements em US$ globais em minutos pela blockchain.

Isso substitui os nostros e vostros tradicionais, reduzindo riscos de contraparte e liberando liquidez. Suporta stablecoins como o USDT da Tether e USDe da Ethena, dando flexibilidade. Nathan McCauley, CEO da Anchorage, explica que stablecoins viram “infraestrutura financeira essencial”, modernizando pagamentos sem perder compliance. Para nós no Brasil, onde remessas custam caro (dólar a R$ 5,21 hoje), isso abre portas para transações mais eficientes via parcerias futuras.

No cotidiano, pense em uma empresa brasileira pagando fornecedores nos EUA: em vez de 3-5 dias e taxas de 5-10%, minutos e custos menores. É prático e realista, preservando os padrões de segurança que o sistema financeiro exige.

ProShares e GENIUS Act: Lastro Seguro em Tesouros

A lei GENIUS Act, aprovada em julho de 2025, define regras federais para reservas de stablecoins de pagamento: só ativos de alta qualidade, como Tesouros americanos de curto prazo. A ProShares lançou o ETF IQMM exatamente para isso, negociado na bolsa com ticker IQMM e valor líquido flutuante baseado no mercado.

Diferente de fundos comuns de money market, ele tem settlement no mesmo dia e foco institucional para emissores de stablecoins. O prospecto avisa que yields podem ser menores por restrição a ativos elegíveis, mas prioriza segurança. ProShares gerencia mais de US$ 95 bilhões (cerca de R$ 495 bilhões), trazendo credibilidade.

Para o brasileiro comum, isso significa stablecoins com “selo dos EUA”, lastreadas em títulos do governo americano. Menos risco de descolamento do dólar, ideal para guardar valor contra inflação ou enviar dinheiro sem medo de calote.

Impacto Prático no Brasil: Remessas e Confiança

No Brasil, onde milhões enviam remessas mensais (equivalente a meses de salário mínimo), stablecoins reguladas mudam o jogo. Hoje, Western Union ou bancos cobram até 10% + IOF; com blockchain regulada, cai para frações disso. Bancos brasileiros podem integrar esses trilhos, facilitando para o cidadão comum.

A confiança cresce: custódia federal, reservas em Treasurys auditados. Não é especulação, mas ferramenta cotidiana. Monitore exchanges como Binance para stablecoins compatíveis – taxas baixas para comprar USDT com real e enviar globalmente.

Desafios persistem: regulação local (BC ainda estuda) e volatilidade do real. Mas é um passo para inclusão financeira real.

O Que Fazer Agora

  1. Verifique saldos em stablecoins na sua exchange.
  2. Teste remessas pequenas para medir custos.
  3. Acompanhe aprovações no Brasil.

Essas ferramentas práticas tornam cripto acessível, não só para traders.


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Personagens cartoon de bancos, Casa Branca e cripto debatendo stablecoins em mesa de reunião, simbolizando CLARITY Act e yields

Casa Branca Debate Yields em Stablecoins: Mudança Histórica Amanhã

Imagine stablecoins, aquelas moedas digitais que valem sempre US$ 1, rendendo juros como uma poupança no banco. Isso pode virar realidade nos EUA? Amanhã, 20 de fevereiro de 2026, a Casa Branca realiza a terceira reunião sobre o tema, com CEOs de cripto e bancos. A pauta é o CLARITY Act, lei que pode mudar tudo. Em outras palavras, é um divisor de águas: cripto ou banco? Reguladores pressionam por acordo até 1º de março.


O Que São Stablecoins e Por Que Elas Rendem Juros?

Stablecoins são moedas digitais estáveis, presas ao valor do dólar americano, por exemplo. Pense nelas como um “dólar digital” que você usa em apps de cripto para transferências rápidas e baratas, sem volatilidade do Bitcoin. Elas guardam reservas em dólares reais ou equivalentes.

Agora, o yield — rendimento, em português — é como os juros da poupança. Em plataformas DeFi (finanças descentralizadas, que é um sistema bancário sem bancos tradicionais), você pode emprestar sua stablecoin e ganhar uma taxa, tipo 4-5% ao ano. Isso atrai gente comum, como você que quer valorizar o dinheiro sem risco de alta ou baixa. Mas bancos temem: “Se stablecoins pagarem juros, ninguém deposita mais aqui!”

A reunião de amanhã às 9h (horário do Leste dos EUA) reúne representantes de ambos os lados para debater isso. É didático ver: stablecoins não são depósitos bancários, mas e se puderem render como tal?

O CLARITY Act: Clareza Regulatória para Cripto

O CLARITY Act é um projeto de lei no Congresso americano para dar regras claras ao mercado de cripto. Em resumo, define quem regula o quê: stablecoins sob bancos ou SEC (comissão de valores)? A Câmara já aprovou em 2025, mas travou no Senado por causa dos yields.

Pense assim: sem lei clara, é bagunça. Empresas como Tether ou Circle (USDT e USDC) querem inovar com yields para competir com bancos. Reguladores da Casa Branca, sob pressão do governo Trump, querem equilíbrio. A segunda reunião ontem foi “produtiva”, mas sem acordo — bancos propuseram banir qualquer rendimento em stablecoins não bancárias.

Isso significa que, se aprovado, stablecoins poderiam oferecer yields regulados, atraindo bilhões. Para brasileiros, impacta: mais liquidez global afeta exchanges como Binance aqui.

Posições em Confronto: Bancos vs. Cripto

Bancos argumentam: yields em stablecoins sugam depósitos, encarecem empréstimos e ameaçam o sistema financeiro tradicional. Eles querem proibir “qualquer forma de recompensa” para holders de stablecoins de pagamento.

Do lado cripto, CEOs como Brian Armstrong (Coinbase) dizem: inovação morre sem yields. Stablecoins não são poupança; são ferramentas de pagamento. Dados mostram: mercado de stablecoins é pequeno comparado a bancos (US$ 200 bilhões vs. trilhões). Ripple e outros preveem aprovação em abril.

A Casa Branca deu prazo até 1º de março. Com presença de altos executivos, amanhã pode ser o ponto de virada. Fique de olho: isso define se stablecoins viram “contas digitais rentáveis”.

O Que Isso Muda para Você no Brasil?

Para nós, repercute forte. Stablecoins são porta de entrada para cripto — baratas para remessas ou hedge contra inflação. Se yields forem liberados, plataformas globais oferecem mais opções seguras. Mas regulação dura trava inovação.

Monitore: se CLARITY passar pró-cripto, altcoins sobem; se pró-bancos, queda. Como iniciante, entenda: isso empodera você a usar stablecoins com confiança. Agora você sabe o básico — parabéns por chegar até aqui!


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Personagens cartoon regulador e executivo construindo ponte cyan de stablecoins entre margens EUA-Brasil, celebrando aprovação da Stripe

Stripe Ganha Aprovação para Banco de Stablecoins nos EUA

A filial Bridge da Stripe recebeu aprovação condicional da OCC, regulador federal dos EUA, para se tornar um banco fiduciário nacional especializado em stablecoins. Anunciado em 17 de fevereiro de 2026, isso permite custodiar criptoativos, emitir dólares digitais lastreados e gerenciar reservas sob supervisão direta do governo americano. Para o brasileiro comum, é um passo concreto para pagamentos mais seguros e rápidos com stablecoins, sem o medo de instabilidade ou falta de respaldo.


O Que Essa Aprovação Condicional Significa

A aprovação da OCC para Bridge é como um selo de qualidade federal. Diferente das regras variadas de cada estado americano, um charter nacional vale para todo o país. Se finalizada, a Bridge poderá guardar seus USDC ou USDT como um banco tradicional, emitir novos stablecoins e cuidar do dinheiro que os respalda – tudo fiscalizado pelo governo dos EUA.

Stripe comprou a Bridge por US$ 1,1 bilhão em 2024 e agora alinha isso com a lei GENIUS de stablecoins, assinada por Trump. Empresas como Ripple e Circle já buscam o mesmo status. É condicional: Bridge precisa cumprir exigências rígidas antes de abrir as portas. Pense nisso como uma licença provisória para montar o banco dos dólares digitais.

Para nós no Brasil, onde o dólar oficial pode custar caro em taxas de câmbio, isso traz credibilidade. Stablecoins emitidas por um banco regulado federalmente reduzem o risco de deslastreio ou falhas, como vimos em casos passados.

Impacto Prático no Dia a Dia do Brasileiro

Imagine enviar remessas para a família nos EUA ou pagar compras online sem IOF alto ou burocracia. Com Bridge regulada, plataformas de pagamento como Stripe – que já processa milhões de transações – integram stablecoins com segurança bancária. Para o lojista brasileiro exportando, é mais fácil receber em USDC estável, convertendo para reais sem volatilidade do Bitcoin.

No comércio real, isso abre portas: e-commerces aceitando dólares digitais com garantia federal. Equivale a pagar com cartão de crédito internacional, mas mais barato – taxas podem cair de 6-7% para menos de 1%, dependendo da plataforma. Para quem recebe salário em dólares ou faz freelas, é liquidez instantânea sem bancos tradicionais cobrando altas taxas.

Ainda assim, fique atento: regulação americana não cobre riscos locais, como impostos sobre ganhos ou variações cambiais. Mas o selo OCC dá paz de espírito para usar no cotidiano.

Próximos Passos e O Que Monitorar

Bridge foca em stablecoin-as-a-service: ajudar fintechs e empresas a criarem seus próprios dólares digitais sob regras federais. Espere parcerias com gigantes para custodiar reservas ou soluções prontas para pagamentos globais. Stripe também desenvolve a blockchain Tempo, unindo tradição e cripto.

No Brasil, isso pode influenciar o Banco Central a acelerar regras para stablecoins. Monitore atualizações da Bridge: a aprovação final deve sair em meses, liberando serviços reais. Para você, teste plataformas como Binance ou Mercado Pago que já usam stablecoins – agora com mais confiança no backend.

Acompanhe o site da Stripe para lançamentos. É o momento de experimentar pagamentos em USDC para viagens ou compras, mas sempre com valores que caibam no bolso.


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Personagens cartoon da indústria cripto confrontando congressistas anti-cripto em arena do Capitólio, simbolizando lobby de US$193M em Washington

Guerra em Washington: Cripto Investe US$ 193 Milhões Contra Antagonistas

Em uma escalada da guerra de influência em Washington, o comitê pró-cripto Fairshake ativou US$ 193 milhões para moldar o Congresso americano, mirando diretamente o congressista democrata Al Green no Texas com US$ 1,5 milhão em anúncios opositores. Paralelamente, a Digital Chamber contrapõe princípios para yields em stablecoins contra a ‘velha guarda’ bancária de Wall Street, que exige proibição total. Esse embate reflete a luta pelo poder regulatório em um ano eleitoral crucial.


Ofensiva da Fairshake Contra Críticos Legislativos

O Fairshake, braço político da indústria de ativos digitais nos EUA, anunciou uma estratégia agressiva para as eleições intermediárias. Dos US$ 193 milhões disponíveis, US$ 1,5 milhão será direcionado contra Al Green, membro sênior do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, conhecido por sua postura crítica às criptomoedas. Green, com nota ‘F’ da Stand With Crypto, copatrocinou leis contra interesses cripto no mandato anterior de Trump e votou contra projetos favoráveis ao setor.

Seu oponente nas primárias texanas, Christian Menefee, recebe nota ‘A’ e apoio explícito ao blockchain. A Fairshake vê nisso oportunidade para substituir vozes hostis por legisladores pró-inovação. Adicionalmente, US$ 5 milhões apoiam o republicano Barry Moore na primária para o Senado em Alabama, sinalizando uma campanha nacional para equilibrar o Congresso em temas regulatórios.

Digital Chamber Responde aos Banqueiros de Wall Street

A disputa sobre yields em stablecoins travou o avanço do projeto de lei de estrutura de mercado cripto no Senado. Banqueiros, em reunião na Casa Branca, defenderam proibição total de recompensas, alegando ameaça aos depósitos bancários tradicionais. A Digital Chamber, representando o setor, publicou princípios contrários, aceitando estudo de dois anos sobre impactos, mas defendendo yields para liquidez e participação em DeFi.

CEO Cody Carbone enfatiza que holdings estáticos sem yield não competem com contas de poupança bancárias, mas atividades dinâmicas fomentam inovação. Isso contrapõe a GENIUS Act de 2025, que já permite certos yields, e busca compromisso antes do fim do mês, conforme apelo da administração Trump.

Contexto Geopolítico e Impacto Global

Esse lobby reflete a maturidade política da indústria cripto americana, que consolida ‘músculo’ para influir em regulações. Decisões em Washington ecoam globalmente: da UE com MiCA à China com restrições a CBDCs. Para investidores brasileiros, um Congresso pró-cripto acelera aprovações de ETFs e clareza em stablecoins, reduzindo volatilidade regulatória e abrindo portas para adoção em emergentes.

Autoridades como Patrick Witt, conselheiro de Trump, cobram ‘bisturi cirúrgico’ para resolver o impasse, priorizando estrutura de mercado sobre stablecoins. Sem acordo bipartidário (60 votos no Senado), o projeto pode avançar por linhas partidárias, mas com riscos de diluição.

Implicações para o Mercado Cripto Internacional

A estratégia da Fairshake demonstra como o setor ‘compra sua sobrevivência política’, investindo em candidatos alinhados sem coordenação direta, conforme lei eleitoral. A Digital Chamber, com membros bancários, posiciona-se como mediadora. Monitore primárias texanas em março e markup no Comitê Bancário do Senado.

Globalmente, isso sinaliza que cripto não é mais nicho: é arena de poder entre inovação descentralizada e finanças tradicionais. Investidores devem acompanhar, pois regulações americanas definem tendências para portfólios diversificados.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de SEC e senadores correndo com pergaminhos CLARITY e GENIUS contra bloqueio de banqueiros, simbolizando urgência legislativa cripto nos EUA

SEC e Senado Correm Contra Tempo por Leis Cripto Blindadas

Em audiência no Senado dos EUA nesta quinta-feira (12), o presidente da SEC, Paul Atkins, admitiu que regras pró-cripto emitidas por sua agência precisam de respaldo congressional para não serem revertidas futuramente. O senador democrata Mark Warner, negociador chave do CLARITY Act, defendeu o avanço do projeto, apesar de preocupações com DeFi e ilícitos. Paralelamente, a American Bankers Association pressiona a OCC para frear charters de trust banks cripto até o GENIUS Act ser esclarecido, evidenciando a batalha em Washington pelo futuro regulatório das criptomoedas.


Depoimento de Atkins: Regras Temporárias sem Lei

O chefe da SEC, Paul Atkins, afirmou durante o depoimento no Comitê Bancário do Senado que sua agência possui autoridade ampla para emitir normas claras via Project Crypto, revertendo o que chamou de abordagem anterior de “cabeça enterrada na areia“. No entanto, ele enfatizou a necessidade de uma “base sólida em estatuto” para evitar retrocessos em futuras administrações. Sem legislação como o CLARITY Act, regras administrativas podem ser derrubadas por voto simples da comissão.

Atkins reiterou que o Congresso falhou em fornecer leis claras, mas sua agência avança com regras provisórias. O senador republicano Bernie Moreno ecoou: “O Congresso falhou miseravelmente”. Essa urgência reflete o avanço recente do CLARITY Act na Câmara e no Comitê de Agricultura do Senado, mas o pleno ainda exige apoio bipartidário amplo.

Warner e Democratas: Equilíbrio entre Inovação e Riscos

Senador Mark Warner, principal negociador democrata, sinalizou otimismo: “Queremos aprovar isso, mas de forma segura”. Suas preocupações centrais envolvem finanças descentralizadas (DeFi) e prevenção de uso por atores maliciosos. As negociações patinam em recompensas de stablecoins, onde criptoexecutivos e banqueiros divergem, e em conflitos de interesse, como laços governamentais com o setor.

Para passar no Senado, o projeto precisa de pelo menos sete democratas além dos republicanos. Líderes como Tim Scott veem progresso, mas CEOs como Brian Armstrong da Coinbase ameaçam retirar apoio se o texto não atender expectativas. A Casa Branca pressiona por acordo até o fim do mês.

Resistência Bancária: ABA Freia Integração Cripto

Enquanto SEC e Senado aceleram, bancos tradicionais contra-atacam. A American Bankers Association (ABA) urgiu a OCC a pausar aprovações de charters nacionais para trust banks cripto, como os recentes condicionais para BitGo, Fidelity Digital Assets e Ripple. Argumentam riscos em segregação de ativos, cibersegurança e evasão de SEC/CFTC.

A ABA exige clareza no GENIUS Act antes de prosseguir, temendo que charters sem seguro depósito confundam consumidores e ofereçam yields sem regulação bancária plena. Isso reflete tensão entre inovação cripto e proteção sistêmica tradicional.

Impactos Globais para Investidores Brasileiros

Do ponto de vista geopolítico, decisões em Washington reverberam mundialmente. Leis como CLARITY e GENIUS podem estabilizar o mercado, atraindo capital e definindo padrões para UE e Ásia. Para brasileiros, com exposição via exchanges globais, clareza regulatória nos EUA reduz volatilidade sistêmica e abre portas para stablecoins em remessas. Autoridades americanas moldam o tabuleiro onde portfólios globais se posicionam, demandando monitoramento atento.


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Personagem cartoon de SBF apontando para balança judicial desequilibrada com sombras políticas e fragmentos FTX, simbolizando pedido de novo julgamento

SBF Pede Novo Julgamento e Acusa Perseguição Política no Caso FTX

Sam Bankman-Fried (SBF), ex-CEO da exchange falida FTX, protocolou nesta terça-feira (10) um pedido de novo julgamento no tribunal federal de Manhattan. Atuando pro se após demitir seu advogado, SBF alega novas evidências de testemunhas que desafiam a narrativa da promotoria sobre fraude e insolvência. Ele nega ter autorizado a falência e se posiciona como vítima de perseguição política pela administração Biden, em um movimento que reacende debates sobre regulação cripto nos EUA.


Detalhes do Pedido de Novo Julgamento

O motion, datado de 5 de fevereiro e registrado hoje, invoca a Regra 33 das Regras Federais de Processo Criminal, permitindo novo julgamento por novas evidências dentro de três anos do veredicto. Condenado em novembro de 2023 por sete acusações de fraude, conspiração e lavagem de dinheiro, SBF cumpre 25 anos de prisão e deve confiscar US$ 11 bilhões. Segundo o arquivamento via sua mãe, Barbara Fried, professora de ética na Stanford Law, novas provas poderiam alterar o resultado do júri.

Em posts recentes no X, SBF insiste que a FTX era solvente e que advogados assumiram controle para lucrar com taxas de falência, ignorando instruções contrárias. Essa narrativa busca desmontar a acusação de desvio de US$ 8 bilhões em fundos de clientes para o hedge fund Alameda Research.

Alegações de Perseguição Política

SBF qualifica seu caso como ‘lawfare’ da administração Biden, alinhando-se à retórica pró-Trump pós-eleição. Ele acusa promotores de reterem evidências de solvência e pressionarem ex-executivos como Ryan Salame. Tal alegação ocorre em meio à transição presidencial, com Trump declarando não pretender perdoá-lo, mas sinalizando clemência seletiva em casos cripto.

Autoridades americanas, incluindo SEC e CFTC, investigaram o colapso da FTX — avaliada em US$ 32 bilhões em 2022 —, que abalou a confiança global no setor. Para investidores brasileiros, isso reforça a necessidade de monitorar jurisdições estáveis, como exchanges reguladas na UE ou Ásia.

Impacto no Sistema Jurídico Americano

O pedido não substitui o apelo em curso, mas testa limites do judiciário federal. Motions pro se são raros em casos de alta visibilidade, podendo atrasar restituições aos credores da FTX. Analistas veem risco de precedentes para outros réus cripto, como em ações contra Binance ou Coinbase, questionando viés regulatório.

No contexto global, reflete tensões entre inovação financeira e controle estatal. Países como Brasil, com CVM avançando em marco legal, observam como decisões em Washington influenciam fluxos de capital e adoção de ativos digitais.

Implicações para o Mercado Cripto Internacional

Embora o token FTT suba hoje, o caso SBF molda a narrativa regulatória Biden — crítica a stablecoins e DeFi —, contrastando com visões pró-mercado de Trump. Para o ecossistema global, reforça a importância de compliance e diversificação geográfica. Investidores devem acompanhar o docket em SDNY, pois reabertura poderia redefinir responsabilidades em falências cripto.

Europa e Ásia aceleram frameworks pró-inovação, enquanto EUA debatem bills de clareza. O desfecho impactará confiança em plataformas centralizadas em todo o mundo.


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Personagens cartoon de banqueiros tradicionais e inovadores fintech cripto disputando trilhos de trem para portal do Fed, simbolizando guerra pelo controle de pagamentos

Bancos vs. Cripto: Disputa pelo Controle dos Pagamentos no Fed

Uma batalha silenciosa em Washington pode definir se, em 2030, brasileiros usarão stablecoins ou bancos tradicionais para pagamentos globais. Bancos americanos pressionam o Federal Reserve contra acesso direto de fintechs e empresas cripto ao sistema de pagamentos central, alegando riscos de instabilidade. Fintechs defendem ‘contas enxutas’ para inovação, enquanto um possível acordo Fed-Tesouro sinaliza mais liquidez para ativos digitais.


A Guerra dos Trilhos de Pagamento

Nos EUA, o controle dos ‘trilhos de pagamento’ — infraestruturas como Fedwire e FedNow — é disputado entre bancos legados e emergentes. Grupos como Bank Policy Institute e Clearing House exigem 12 meses de operação segura antes de conceder acesso a emissores de stablecoins novos, temendo corridas bancárias sem seguro de depósitos federal.

Fintechs, via American Fintech Council, apoiam proposta do Fed para ‘contas de pagamento limitadas’ (skinny accounts), com teto de saldos noturnos em US$ 500 milhões e sem juros ou acesso à janela de desconto. Isso reduziria dependência de bancos patrocinadores, acelerando liquidações e cortando custos operacionais para players globais.

Gatekeeping Financeiro e Riscos Sistêmicos

O gatekeeping financeiro reflete o monopólio histórico dos bancos sobre o acesso ao Fed, condicionado a supervisão federal rigorosa. Bancos argumentam que contas para não-bancos elevam riscos de lavagem de dinheiro, sanções e resiliência operacional, especialmente para modelos ligados a stablecoins como USDC da Circle.

Empresas como Anchorage Digital, com licença de banco fiduciário nacional, buscam ‘contas-mestre’ pelo nível 3, mas enfrentam resistência. Coinbase, oferecendo yields de 3,5% em USDC, é vista como ameaça aos depósitos bancários tradicionais, drenando liquidez do sistema legado.

Implicações Geopolíticas para Stablecoins

Do ponto de vista global, a decisão do Fed molda a soberania do dólar digital. Stablecoins como USDC e USDT competem com CBDCs chinesas e europeias, posicionando os EUA como árbitro do futuro dos pagamentos transfronteiriços. Um acesso facilitado beneficiaria Circle e Coinbase, expandindo ecossistemas cripto para remessas e tesouraria corporativa em emergentes como o Brasil.

Regulações como a Genius Act, de julho de 2026, ainda pendentes de regras finais, intensificam o debate. Autoridades de Washington, Bruxelas e Pequim observam: quem controla os trilhos, dita o fluxo global de valor.

Acordo Fed-Tesouro e Injeção de Liquidez

Paralelamente, otimistas do Bitcoin veem otimismo em uma proposta de novo acordo Fed-Tesouro, similar ao de 1951, potencialmente implementando yield-curve control. Com custos de dívida em US$ 1 trilhão anuais, isso poderia suprimir yields reais, favorecendo ativos de risco como BTC e altcoins.

Analistas como Luke Gromen preveem postura dovish, sincronizando balanço do Fed com financiamento do Tesouro, injetando liquidez e reduzindo volatilidade nas taxas — um cenário de alta para cripto em meio a pressões fiscais globais.


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Burocratas cartoon entregando pergaminhos com selos OCC a personagens stablecoin e Ripple estilizados, simbolizando licenças bancárias históricas nos EUA

EUA Concedem Licenças Bancárias a Circle, Ripple e Gigantes Cripto

O Escritório do Controlador da Moeda dos EUA (OCC) concedeu licenças de banco de confiança nacional (National Trust Bank Charter) a cinco gigantes do ecossistema cripto: Circle, Ripple, BitGo, Fidelity Digital Assets e Paxos. Essa decisão histórica, anunciada recentemente, integra formalmente essas empresas ao sistema bancário federal americano, permitindo acesso direto ao Fedwire e supervisão unificada. Cripto agora é banco? Esse movimento do governo americano redefine a legitimidade institucional dos ativos digitais em escala global, com implicações para stablecoins e fluxos financeiros internacionais.


O Poder Estratégico da Licença de Banco de Confiança

A National Trust Bank Charter representa um upgrade regulatório monumental. Diferente de licenças estaduais fragmentadas, ela submete as empresas diretamente à jurisdição federal do OCC, eliminando o labirinto de regras dos 50 estados americanos. Isso garante uniformidade e credibilidade.

Com essa aprovação, as novas “bancas cripto” podem conectar-se ao Fedwire, o coração do sistema de pagamentos da Reserva Federal. Isso significa liquidações instantâneas e de baixo custo para trilhões em transações, algo antes reservado a instituições tradicionais. Além disso, elas agora oferecem serviços de custódia regulados para criptoativos, ações e outros bens, atraindo capital institucional em busca de segurança federal.

O agente interino do OCC, Jonathan Gould, destacou que esses entrantes fortalecem a “dinâmica, competição e diversidade” do sistema bancário, sinalizando uma mudança de postura: de ceticismo para integração controlada.

Por Que Agora? Contexto Regulatório Global

O timing reflete uma confluência de forças geopolíticas e de mercado. Nos EUA, a aprovação de ETFs de Bitcoin em 2024 e a agenda pró-inovação da administração Trump em 2025 pavimentaram o caminho. Em novembro passado, o OCC emitiu orientações permitindo que bancos incorporem blockchain e criptoativos em suas operações centrais.

No cenário global, stablecoins como USDC (da Circle) e aquelas emitidas pela Paxos atingiram US$ 300 bilhões em circulação. Esses ativos digitais, usados em remessas e hedges contra inflação em emergentes como Brasil e Argentina, demandam infraestrutura bancária robusta para mitigar riscos sistêmicos como “black boxes” de custódia e pânicos de corrida.

Países como a União Europeia (com MiCA) e Singapura avançam em frameworks semelhantes, mas os EUA, com o dólar como moeda de reserva, lideram na definição de padrões para liquidação digital. Essa licença não é só americana: influencia jurisdições em todo o mundo, incluindo o Brasil, onde o Banco Central discute CBDCs e regulações para stablecoins.

Rotas de Expansão das Cinco Gigantes

Cada empresa posiciona-se em nichos estratégicos. A Circle, via First National Digital Currency Bank, eleva o USDC a status bancário, mirando integração com sistemas de pagamento da Fed. A Ripple cria o Ripple National Trust Bank para resolver gargalos em pagamentos cross-border com XRP.

BitGo e Paxos upgradam suas custódias institucionais para nível federal, enquanto Fidelity Digital Assets, braço cripto da gigante tradicional, sinaliza a migração de “velho dinheiro” para ativos digitais sob regulação plena. Juntas, elas constroem uma cadeia completa: emissão, custódia, pagamento e gestão de ativos.

O CEO da Paxos, Charles Cascarilla, celebrou a entrada em uma “nova fase de regulação federal”, destacando a estabilidade para operações em escala.

Implicações Globais para Investidores e Mercados Emergentes

Para o investidor brasileiro, isso acelera a adoção institucional de cripto. Stablecoins reguladas reduzem riscos em transações internacionais, competindo com SWIFT em velocidade e custo. No longo prazo, fortalece o dólar digital via stablecoins, mas abre portas para RWA e DeFi tokenizados.

Enquanto o OCC pavimenta essa ponte, governos globais observam: a China restringe, a UE regula e América Latina experimenta. Os EUA posicionam-se para manter hegemonia em liquidação digital, impactando portfólios em todo o mundo. Vale monitorar como isso influencia aprovações locais e fluxos de capital para emergentes.


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Regulador cartoon empurrando cripto niilistas com hoodies rumo ilha vulcânica dourada de El Salvador, criticando resistência à regulação EUA

Tesouro EUA: ‘Nihilistas’ Cripto Devem Ir para El Salvador

O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, elevou o tom em audiência no Senado nesta quinta-feira (5), criticando um grupo ‘niilista’ na indústria cripto que resiste ao Digital Asset Market Clarity Act. Segundo ele, participantes que rejeitam a regulação ‘devem se mudar para El Salvador’. A declaração reflete a pressão de Washington para encerrar a zona cinzenta regulatória, impactando exchanges globais como a Coinbase.


A Retórica de ‘Niilistas’ e o Exílio em El Salvador

Durante depoimento no Comitê de Bancos do Senado, Bessent qualificou como ‘niilistas’ aqueles que preferem ausência total de regras a uma legislação equilibrada. A referência a El Salvador, nação que adotou o Bitcoin como moeda legal em 2021 sob Nayib Bukele, serve como ironia: o país centro-americano representa o oposto do modelo regulado que Washington busca impor. Essa nação atraiu empresas cripto com isenções fiscais e pouca interferência governamental, contrastando com a abordagem americana de supervisão rigorosa.

O senador democrata Mark Warner, negociador chave do projeto, endossou a crítica com um ‘amém, irmão’, destacando o cansaço com obstruções. Warner descreveu o processo como ‘inferno cripto’, enfatizando preocupações com finanças ilícitas e finanças descentralizadas (DeFi).

Contexto das Resistências ao Clarity Act

O Clarity Act visa definir regras claras para ativos digitais, separando securities de commodities e regulando stablecoins. Resistências vêm de gigantes como a Coinbase, cujo CEO Brian Armstrong retirou apoio em janeiro devido a cláusulas sobre yields de stablecoins e DeFi. Bancos tradicionais temem fuga de depósitos para stablecoins com rendimentos, afetando empréstimos comunitários.

Bessent defendeu equilíbrio, elogiando o GENIUS Act para stablecoins e alertando que sem o Clarity Act, o avanço da indústria nos EUA é impossível. Negociações continuam, com reuniões previstas e otimismo bipartidário da senadora Angela Alsobrooks.

Implicações Globais para o Mercado Cripto

A pressão americana transcende fronteiras. O fim da zona cinzenta regulatória nos EUA força exchanges globais a se adaptarem, influenciando jurisdições como União Europeia (MiCA) e Brasil (PL 4.401). Para Coinbase e pares, compliance com regras americanas é essencial para acesso ao maior mercado financeiro mundial. Bessent também tocou em rivalidades geopolíticas, mencionando rumores de ativos digitais chineses lastreados em ouro e superioridade de stablecoins privadas reguladas sobre CBDCs estatais.

Investidores globais devem monitorar: decisões em Washington moldam tendências regulatórias internacionais, afetando liquidez e inovação em blockchains.

Próximos Passos e Perspectiva Internacional

Com audiências como essa, o Clarity Act pode avançar ainda em 2026. Senadores como Cynthia Lummis questionam ambições chinesas em ativos digitais, reforçando a visão de cripto como arena geopolítica. Para brasileiros, isso significa observar como regulações americanas impactam plataformas acessíveis localmente, equilibrando inovação com segurança.


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Regulador cartoon entregando selo CFTC a personagem Tezos cristalino, com portas douradas abrindo para liquidez institucional

Tezos ganha selo da CFTC: Futuros regulados nos EUA abrem portas para XTZ

A exchange Bitnomial lançou os primeiros contratos futuros de Tezos (XTZ) regulados pela CFTC nos Estados Unidos, permitindo que investidores institucionais e varejistas acessem o ativo sem deter o token diretamente. Os contratos, já disponíveis, aceitam margem em criptomoedas ou dólares americanos, marcando um avanço significativo na maturidade regulatória global de altcoins como o XTZ. Este movimento reforça os EUA como benchmark regulatório para o ecossistema cripto.


Detalhes do Lançamento na Bitnomial

A plataforma sediada em Chicago, Bitnomial, posiciona-se como pioneira ao oferecer esses derivativos regulados para Tezos. Os contratos futuros permitem exposição ao preço do XTZ sem a necessidade de custódia do ativo subjacente, reduzindo riscos operacionais para grandes participantes. A flexibilidade na margem — aceitando tanto stablecoins quanto dólares americanos (USD) — facilita a entrada de participantes tradicionais no mercado cripto.

O anúncio ocorre em um contexto de expansão da Bitnomial, que já lista futuros regulados para Cardano (ADA), XRP e Aptos (APT), além dos consolidados Bitcoin e Ether. Essa diversificação destaca a exchange como uma das poucas nos EUA com portfólio amplo de criptoativos regulados pela CFTC.

O Selo de Aprovação da CFTC

A regulação pela Commodity Futures Trading Commission (CFTC) é vista como um selo de maturidade institucional. Michael Dunn, presidente da Bitnomial, enfatizou que um mercado de futuros com histórico de negociação regulado atende aos padrões genéricos de listagem da SEC para potenciais ETFs spot de criptoativos. Isso abre portas para produtos de investimento acessíveis a fundos de pensão e family offices americanos.

No panorama geopolítico, essa aprovação reforça a liderança dos EUA em infraestrutura financeira para cripto, contrastando com abordagens mais restritivas em jurisdições como a União Europeia ou China. Para o Tezos, conhecido por seu modelo de governança on-chain, essa validação regulatória eleva seu status global, atraindo capital de regiões com alta aversão a riscos não regulados.

Implicações para Investidores e o Mercado Global

Para holders de XTZ, o lançamento traz um novo horizonte de liquidez. Instituições podem agora hedgear posições ou especular via derivativos regulados, potencializando volumes e estabilidade de preço. No Brasil, onde o interesse por altcoins cresce, essa notícia sinaliza oportunidades para arbitragem entre mercados spot locais e futuros americanos.

A Bitnomial planeja explorar mais tokens, sugerindo que outros projetos com fundamentos sólidos podem seguir o caminho do Tezos. Investidores devem monitorar o volume inicial desses contratos, indicador chave de adoção institucional. Em um ciclo de alta potencial para 2026, essa infraestrutura regulada pode acelerar a integração de altcoins ao portfólio mainstream.


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Balança desequilibrada com stablecoins cartoon esmagadas por documentos NY e reguladores puxando, simbolizando pressão sobre Tether e Circle

Stablecoins Sob Pressão: NY Ataca Tether e Circle em Impasse no Senado

Em um fogo cruzado regulatório, procuradores de Nova York, liderados pela promotora-geral Letitia James, atacam o GENIUS Act, primeira grande lei americana sobre stablecoins, acusando Tether e Circle de não devolverem fundos roubados a vítimas de fraudes. Paralelamente, democratas do Senado retomam discussões sobre a estrutura de mercado cripto, em meio a prazos apertados impostos pela Casa Branca. O embate reflete tensões entre inovação e combate ao crime financeiro nos EUA, com impactos globais para o ecossistema cripto.


Críticas ao GENIUS Act por Falhas Regulatórias

Segundo autoridades de Nova York, incluindo o promotor de Manhattan Alvin Bragg, o GENIUS Act concede uma “legitimidade” indevida às stablecoins sem impor obrigações cruciais. A lei, já em vigor, não exige que emissores devolvam ativos roubados, facilitando crimes como lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo e fraudes em criptomoedas. Em carta ao Congresso, os procuradores argumentam que essa lacuna incentiva empresas a reterem fundos ilícitos, em vez de cooperarem com investigações estaduais.

O movimento ocorre enquanto Washington negocia o CLARITY Act, que divide jurisdições entre SEC e CFTC. A pressão de Nova York destaca como decisões estaduais podem influenciar o quadro federal, especialmente em um estado financeiro chave como NY.

Tether e Circle no Alvo das Acusações

Tether (USDT) e Circle (USDC), líderes do mercado de stablecoins, enfrentam críticas diretas. Os procuradores alegam que Tether decide caso a caso se congela ou devolve fundos, priorizando ações federais sobre estaduais, deixando vítimas sem recuperação. Circle, sediada em NY e listada em bolsa, é acusada de políticas ainda piores: mesmo congelando ativos, retém controle sobre reservas, lucrando com juros enquanto atrasa devoluções.

Tether rebateu, afirmando política de tolerância zero a crimes e cooperação séria. Circle, por sua vez, defendeu-se destacando compromisso com integridade financeira e padrões regulatórios globais. Essas respostas não aplacaram os críticos, que veem incentivos financeiros claros para as empresas.

Retomada de Debates no Senado e Prazo da Casa Branca

Enquanto NY pressiona, democratas do Senado reconvocam reunião fechada sobre o projeto de estrutura de mercado cripto, após adiamento do markup. Fontes indicam foco em pendências do CLARITY Act, com otimismo para avanço bipartidário antes das eleições de meio de mandato.

A Casa Branca impôs prazo de fevereiro para resolver disputas entre bancos e firmas cripto, como yields em stablecoins. Comitês do Senado, como Agricultura, já aprovaram drafts, elevando chances de aprovação em 60% no Polymarket. Analistas como Patrick Witt preveem assinatura em abril.

Implicações Globais para Investidores

Para brasileiros e investidores globais, o impasse americano é pivotal: regulações nos EUA moldam padrões mundiais, afetando liquidez de stablecoins usadas em trades e remessas. Tensões entre estados e federação, além de disputas com bancos tradicionais, sinalizam volatilidade regulatória. Vale monitorar como esses desdobramentos impactam USDT e USDC, essenciais para portfólios diversificados.

O cenário reforça a necessidade de compliance em exchanges internacionais operando no Brasil, onde CVM e BC observam de perto tendências globais.


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Personagem Bitcoin cartoon inspirando aliviado enquanto nuvens de shutdown se dissipam sobre Capitólio estilizado, simbolizando recuperação pós-crise nos EUA

Bitcoin Respira: Recupera Após Fim do Shutdown nos EUA

A aprovação apertada na Câmara dos Representantes dos EUA, por 217 votos a 214, destravou o impasse orçamentário e encerrou o shutdown parcial do governo iniciado em 31 de janeiro. O Bitcoin, que despencou para uma baixa anual de US$ 73.000, recuperou e agora oscila acima de US$ 75.000. Segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 397.902,69 (-4,05% em 24h), o movimento reflete como políticas de Washington ditam o ritmo dos ativos de risco globais.


O Impasse Orçamentário e Sua Conexão com Cripto

O governo americano enfrentava um shutdown parcial desde 31 de janeiro, após o Senado aprovar o funding em 30 de janeiro, mas a Câmara atrasar a votação. Autoridades de Washington negociaram intensamente, com o pacote agora a caminho da assinatura do presidente Donald Trump. Essa instabilidade gerou pânico nos mercados, ampliando a queda livre das criptomoedas observada no final de semana.

Ativos como Bitcoin e Ether são sensíveis a eventos macroeconômicos dos EUA, principal economia global. O risco de paralisação governamental eleva a aversão ao risco, levando investidores institucionais a liquidarem posições em classes voláteis. Para o público brasileiro, isso se traduz em oscilações imediatas nas exchanges locais, onde o volume de Bitcoin em reais reflete o humor de Wall Street.

A votação estreita sinaliza divisões políticas persistentes, mas o alívio imediato restaura confiança. Mercados de ações americanos, como Nasdaq (-2%) e S&P 500 (-1,3%), também se recuperaram parcialmente, reforçando a correlação.

Recuperação dos Preços e Dinâmica de Mercado

O Bitcoin tocou US$ 72.800, menor nível desde antes da vitória eleitoral de Trump em novembro de 2024, mas saltou para US$ 74.800 (-4,5% em 24h). Ether caiu 7% para US$ 2.181, enquanto XRP e Solana registraram declínios similares. No Brasil, a cotação em R$ 397.902,69 captura essa volatilidade, com volume de 499 BTC em 24h nas principais exchanges.

Fatores agravantes incluíam vendas por ETFs de Bitcoin e mineradores, além da nomeação de Kevin Warsh como chair do Fed, visto como ‘hawk’ contra inflação. Apesar disso, o fim do shutdown atuou como catalisador para o bounce, com traders no Polymarket apostando 61% de chance de queda a US$ 70.000, mas 18% para US$ 90.000 em fevereiro.

Analistas globais veem esse episódio como lembrete da interdependência: decisões em Capitol Hill reverberam de Nova York a São Paulo.

Implicações Geopolíticas para Investidores

De uma perspectiva internacional, o shutdown destaca como regulações e estabilidade fiscal dos EUA moldam o ecossistema cripto. Países emergentes, incluindo o Brasil, sentem o impacto via fluxos de capital e cotações em reais. A recuperação sugere que, com funding garantido para departamentos chave, o foco volta a negociações sobre Homeland Security nos próximos dias.

Para portfólios diversificados, eventos como esse reforçam a necessidade de hedges contra riscos macro. Criptomoedas, apesar da maturidade, permanecem proxy para apetite por risco global. Investidores latino-americanos monitoram se essa estabilidade pavimenta caminho para novas altas ou se pressões inflacionárias prevalecem.

O episódio conecta geopolítica tradicional ao mundo blockchain: Bitcoin não é mais isolado, mas parte da narrativa financeira mundial.

Próximos Passos no Cenário Americano

Com o governo reaberto, atenção se volta a negociações para o Departamento de Homeland Security. Trump deve assinar em breve, mas divisões partidárias persistem. No cripto, traders vigiam suporte em US$ 70.000-74.000, com potencial para novos recordes se macro melhorar.

Globalmente, isso alivia pressões em stablecoins e DeFi, mas reforça a tese de que Washington dita tendências. Para brasileiros, vale monitorar exchanges locais e diversificação.


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Executivos cartoon estilizados debatendo acaloradamente em palco nevado de Davos com stablecoin rachada, simbolizando choque Armstrong-Dimon sobre regulação cripto

Armstrong vs Dimon: Choque em Davos e Reunião na Casa Branca

Os CEOs da Coinbase, Brian Armstrong, e do JPMorgan, Jamie Dimon, protagonizaram um confronto acalorado no Fórum Econômico Mundial em Davos sobre o projeto de lei CLARITY Act, que visa regular o mercado cripto nos EUA. O embate ocorre às vésperas de uma reunião na Casa Branca, marcada para segunda-feira, envolvendo representantes de cripto e bancos para resolver disputas sobre stablecoins. Essa tensão reflete a luta pelo controle da infraestrutura financeira americana, com implicações para investidores globais, incluindo brasileiros.


Confronto em Davos Revela Tensões Regulatórias

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Armstrong buscou diálogo com executivos de grandes bancos para discutir o CLARITY Act, pendente no Senado americano. Segundo relatos do Wall Street Journal, ele recebeu recepção fria. Dimon acusou o CEO da Coinbase de mentir ao afirmar que bancos fazem lobby contra empresas cripto. Brian Moynihan, do Bank of America, defendeu que serviços semelhantes a depósitos devem seguir regras bancárias rigorosas. Executivos do Wells Fargo e Citigroup limitaram interações.

A Coinbase retirou apoio ao projeto, alertando que provisões proíbem exchanges de oferecerem produtos de yield, impactando receitas e incentivos a usuários. Apesar disso, o Comitê de Agricultura do Senado aprovou sua parte do projeto por 12 a 11, superando democratas preocupados com emendas éticas. O próximo passo é o Comitê Bancário do Senado.

CLARITY Act e Disputa por Stablecoins

O CLARITY Act busca clareza regulatória para criptoativos, dividindo jurisdições entre CFTC e SEC, mas gera controvérsia em torno de stablecoins. Bancos temem concorrência desregulada, enquanto empresas cripto veem restrições a recompensas por holding de stablecoins como barreira à inovação. Armstrong destacou que tais limitações poderiam empurrar projetos para fora dos EUA, afetando a liderança americana em blockchain.

Essa disputa ecoa tendências globais: na UE, o MiCA regula stablecoins desde 2024; na China, proibições persistem. Para o Brasil, onde stablecoins ganham tração para remessas e proteção inflacionária, decisões em Washington influenciam fluxos de capital e adoção local via exchanges como Binance e Mercado Bitcoin.

Reunião na Casa Branca: Diálogo em Nível Técnico

A reunião na Casa Branca na segunda-feira não reunirá CEOs principais, mas representantes de política, como Kara Calvert da Coinbase, além de Ripple, Kraken e Blockchain Association. Do lado bancário, a American Bankers Association participa. O foco é stablecoin yield e regulamentações associadas, em formato de discussão técnica, não debate.

Fontes indicam que a administração Trump prioriza o bill para posicionar os EUA como capital cripto global. Summer Mersinger, da Blockchain Association, expressou otimismo em trabalhar com policymakers. Isso ocorre em meio a shutdown parcial do governo, resolvido parcialmente pelo Senado, sinalizando urgência legislativa.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros, o desfecho do CLARITY Act molda o cenário macro: clareza regulatória atrai capital institucional, elevando liquidez em ativos como Bitcoin e stablecoins, mas restrições podem elevar volatilidade. Bancos tradicionais buscam paridade, enquanto cripto defende inovação. Monitorar essa dinâmica é essencial, pois decisões em Washington reverberam em Brasília, influenciando políticas do BC sobre CBDCs e PIX com cripto.


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Banqueiros cartoon em pânico vendo cofre drenado por funil stablecoin USA₮ com 500B fluindo, simbolizando temor bancário ante nova lei federal

Tether Lança USA₮: Bancos Temem Drenagem de US$ 500 Bilhões em Depósitos

A Tether lançou o USA₮, sua primeira stablecoin totalmente regulada nos Estados Unidos, emitida pelo Anchorage Digital Bank sob o GENIUS Act, marco regulatório federal para ativos lastreados em dólar. O movimento representa a ‘americanização’ da gigante das stablecoins, antes restrita fora dos EUA pelo USDT. No mesmo dia, o Standard Chartered alertou que stablecoins podem drenar até US$ 500 bilhões de depósitos bancários americanos até 2028, intensificando tensões entre cripto e finanças tradicionais. Isso sinaliza a transição do mercado de stablecoins do ‘submundo’ para o coração do sistema financeiro regulado.


A Americanização da Tether com o USA₮

O lançamento oficial do USA₮ ocorre após anos de escrutínio regulatório nos EUA. Em 2021, a Tether pagou multa de US$ 18,5 milhões ao procurador de Nova York por alegações sobre reservas. Agora, com o GENIUS Act — primeira lei nacional para stablecoins vendidas a americanos —, a empresa cria um token separado, emitido por banco nacional e custodiado pela Cantor Fitzgerald.

Bo Hines, ex-diretor executivo do Conselho Crypto da Casa Branca, lidera como CEO da Tether USA₮. Paolo Ardoino, CEO global, chama o ativo de “dólar digital feito na América”, visando instituições que demandam supervisão federal. Disponível em exchanges como Bybit, Crypto.com, Kraken e OKX, o USA₮ combina escala do USDT (US$ 143 bilhões em circulação global) com compliance total.

Essa estratégia geopolítica posiciona a Tether — historicamente offshore — como player legítimo no dólar dominante mundial, desafiando narrativas de risco sistêmico.

Guerra das Stablecoins: USA₮ vs. USDC

O USA₮ entra em confronto direto com o USDC da Circle, líder em adoção institucional americana graças ao alinhamento regulatório precoce. Enquanto USDT domina internacionalmente, o novo token mira o mercado doméstico, projetado para pagamentos e tesouraria corporativa sob regras federais.

Com reservas em Treasuries (Tether aloca só 0,02% em depósitos bancários, vs. 14,5% da Circle), stablecoins evitam recirculação de fundos no sistema bancário tradicional. Isso agrava preocupações macroeconômicas, pois emissores capturam liquidez sem retribuir aos bancos. O mercado atual de US$ 301 bilhões pode explodir para US$ 2 trilhões até 2028, per Standard Chartered.

No contexto global, isso reflete a hegemonia do dólar: stablecoins estendem seu alcance via blockchain, mas sob escrutínio regulatório americano.

Alerta Bancário: Fuga de US$ 500 Bilhões em Depósitos

O relatório do Standard Chartered, liderado por Geoff Kendrick, prevê que um terço da capitalização atual de stablecoins — cerca de US$ 100 bilhões hoje — já venha de depósitos bancários, podendo alcançar US$ 500 bilhões até 2028. Bancos regionais são os mais expostos, com perda de net interest margin, spread entre empréstimos e depósitos.

O GENIUS Act proíbe juros diretos em stablecoins, mas permite yields via terceiros como exchanges, criando “brecha” segundo bancos. Grupos bancários pressionam por emendas, enquanto cripto defende inovação. Atrasos em leis como a de estrutura de mercado refletem esse embate.

Se reservas ficarem em Treasuries, o dreno é permanente, ameaçando estabilidade financeira e forçando bancos a competirem em eficiência.

Implicações Geopolíticas e Próximos Passos

Essa ‘guerra das stablecoins’ transcende finanças: é batalha pela soberania do dólar em era digital. EUA regulam para manter domínio, mas risco de desintermediação bancária pode remodelar o sistema. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias, adoção institucional e respostas dos bancos — como parcerias com cripto ou lobby por restrições.

Para brasileiros, isso impacta via dólar forte em remessas e trades, com stablecoins ganhando tração global. O futuro depende de equilíbrio entre inovação e estabilidade.


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Legisladores cartoon de South Dakota e Arizona abrindo portões para horizonte Bitcoin luminoso, simbolizando adoção institucional nos EUA

South Dakota e Arizona Impulsionam Adoção de Bitcoin

A proposta de South Dakota para permitir investimentos de fundos públicos em Bitcoin e o avanço da Arizona em isentar criptomoedas de impostos sobre propriedade marcam uma revolução silenciosa nos governos estaduais dos EUA. Esses projetos de lei, introduzidos por legisladores republicanos, posicionam o Bitcoin no coração da economia local, atraindo olhares globais para uma adoção que parte da base administrativa e pode acelerar a maturidade institucional do ativo.


South Dakota Autoriza Até 10% em Bitcoin

O House Bill 1155, apresentado pelo representante republicano Logan Manhart na 101ª sessão legislativa, permite que o State Investment Council aloque até 10% dos fundos públicos disponíveis em Bitcoin. A medida enfatiza segurança rigorosa: custódia direta com chaves privadas controladas exclusivamente pelo conselho, armazenadas em ambientes criptografados e hardware seguro em locais geograficamente separados.

Transações exigem governança multi-partes, com auditorias regulares de código, testes de penetração e protocolos de recuperação de desastres. Manhart celebrou a iniciativa no X, declarando: “Dinheiro forte. Estado forte.” Essa proposta surge em meio a um interesse crescente de estados americanos por ativos digitais, posicionando South Dakota como pioneira em tesouraria pública com BTC.

A flexibilidade inclui custódia qualificada ou produtos negociados em bolsa (ETPs), facilitando a integração sem comprometer a liquidez dos fundos estatais.

Arizona Isenta Cripto de Impostos sobre Propriedade

No Arizona, a Senate Finance Committee aprovou por 4-3 o S.C.R. 1003 e o S.B. 1044, ambos da senadora Wendy Rogers. O primeiro propõe uma emenda constitucional para submeter aos eleitores em novembro a isenção de impostos ad valorem sobre “virtual currency”, definida como representação digital de valor que serve como meio de troca, unidade de conta e reserva de valor.

O S.B. 1044 atualiza a lei estadual para proibir essa tributação, diferenciando cripto de dólares ou moedas estrangeiras. Rogers, defensora da adoção cripto, já patrocinou bills semelhantes, incluindo uma reserva estratégica de Bitcoin rejeitada pelo governador Katie Hobbs em 2025.

Apesar de vetos anteriores de Hobbs a quatro bills cripto, esses avanços legislativos mostram resiliência e um viés de alta para políticas pró-Bitcoin no estado.

Onda Estadual Contrasta com Federal Lento

Esses movimentos não são isolados. New Hampshire foi o primeiro estado a aprovar lei permitindo até 5% de fundos públicos em cripto de grande capitalização, como BTC. Rhode Island propõe isenção temporária de impostos sobre transações pequenas em Bitcoin a partir de 2027.

Enquanto o Congresso federal discute a ‘CLARITY Act’ no Senado para maior clareza regulatória — ainda em fase inicial —, os estados assumem a liderança. Essa adoção bottom-up fortalece o Bitcoin como reserva de valor soberana, reduzindo atritos fiscais e inspirando tesourarias globais.

Para brasileiros, isso reforça o otimismo: com o Bitcoin negociado a R$ 462.028,08 segundo o Cointrader Monitor (variação de -0,67% em 24h), sinais institucionais dos EUA impulsionam confiança mundial.

Perspectivas Otimistas para Adoção Global

Essas vitórias estaduais sinalizam maturidade: de especulação a estratégia soberana. Investidores devem monitorar aprovações finais — HB 1155 em debate e Arizona rumo ao ballot. A tendência otimista sugere que mais estados seguirão, acelerando a transição para uma economia com Bitcoin no cerne.

Enquanto o mercado oscila, fundamentos institucionais crescem, prometendo valorização sustentável. Fique atento: a revolução vem dos estados.


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