Baleia cartoon barriguda despejando energia dourada em cofre com glifo 3.2B, ao lado de LTH segurando barra firme, sinalizando acumulação bullish de Bitcoin

Detentores de Longo Prazo Pararam de Vender: Baleias Acumulam US$ 3,2 Bi

Baleias gastam US$ 3,2 bilhões em Bitcoin enquanto o varejo entra em pânico: quem está certo? Apesar da queda do Bitcoin de US$ 95.500 para US$ 87.500 em dois dias, detentores de longo prazo param de vender, com o Sell-side Risk Ratio atingindo mínimas em um ano. Baleias e sharks acumulam, sinalizando confiança em uma recuperação. Dados on-chain revelam mãos fortes no controle.


Pressão de Venda dos LTH Seca Completamente

Os detentores de longo prazo (LTH), conhecidos por suas mãos fortes, reduziram drasticamente suas vendas. O Long-Term Holder Sell-side Risk Ratio caiu para o nível mais baixo em 12 meses, similar ao fundo de US$ 49.000 após o unwind do carry trade do iene. Na ocasião, o Bitcoin rallyou para novas máximas históricas meses depois.

Essa métrica reflete a relutância dos LTH em realizar lucros em preços atuais, indicando convicção em valorizações futuras. Especialistas como Frank, analista on-chain, destacam que essa dinâmica sugere um potencial shift para fase altista, mesmo com o preço testando suportes abaixo de US$ 90.000.

A redução na atividade de venda ocorre em meio a volatilidade macro, com o mercado cripto reagindo a tensões geopolíticas e yields de bonds japoneses em alta.

Baleias e Sharks Acumulam US$ 3,2 Bilhões

Enquanto o varejo — carteiras com menos de 0,01 BTC — vendeu 132 unidades nos últimos nove dias, baleias e sharks acumularam 36.322 BTC, equivalentes a US$ 3,2 bilhões a preços atuais. Essa acumulação representa +0,27% das holdings desses grandes investidores.

Parte significativa pode vir da MicroStrategy, de Michael Saylor, que comprou 22.305 BTC na semana anterior. Movimentos de baleias para exchanges como Binance também caíram, de picos de US$ 8 bilhões mensais em novembro para US$ 2,74 bilhões atuais, indicando estratégia de espera em vez de venda agressiva.

Esse contraste entre varejo em pânico e acumuladores institucionais reforça a resiliência do Bitcoin em correções.

Sell-side Risk Ratio: Sinal Histórico de Alta

O foco de Marina Mendes está no Sell-side Risk Ratio, métrica que mede o risco de venda dos LTH. Níveis baixos como os atuais historicamente precedem rallies. Após o último mínimo em 2025, o BTC subiu de US$ 49.000 para ATHs.

Dados mostram que, com LTH segurando e baleias comprando na baixa, a pressão descendente diminui. Análise técnica aponta suportes em US$ 87.000-89.000, com potencial rompimento altista se o ratio permanecer baixo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.697 (-0,52% em 24h), refletindo estabilização local após a queda global.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o Sell-side Risk Ratio e inflows de baleias em exchanges. Se a tendência de acumulação persistir, uma recuperação para US$ 95k+ é plausível. Contraste com ouro (ATH em US$ 4.900/oz) destaca Bitcoin como ativo de risco em recuperação.

Dados on-chain sugerem que mãos fortes prevalecem sobre pânico retail, posicionando o mercado para upside moderado no curto prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias cartoon confiantes coletando orbes LINK e ADA em oceano digital volátil, simbolizando acumulação on-chain durante queda de preços

Baleias Acumulando LINK e ADA na Queda de Preços

As baleias de Chainlink (LINK) estão acumulando o ativo mesmo com a queda de mais de 10% na semana, chegando a US$ 12,33, conforme dados on-chain da Santiment. Paralelamente, a Cardano Foundation distribuiu US$ 77 milhões em ADA para 11 delegados, promovendo resiliência e diversidade na governança. Esses movimentos de smart money sinalizam confiança em meio à correção de mercado de cerca de 5% para esses ativos.


Acumulação nas Baleias de Chainlink

As 100 maiores baleias de Chainlink expandiram suas reservas em 16,1 milhões de LINK desde novembro, segundo a Santiment. Apesar da venda impulsiva do varejo por FUD e impaciência, esses grandes investidores compraram na queda recente abaixo de US$ 13. O gráfico de suprimento mostra alta em novembro durante a queda do preço, com renovada acumulação agora.

Essa estratégia é comum: enquanto o varejo vende, o smart money se posiciona para a próxima alta. O preço de LINK opera em torno de US$ 12,33, com retração de mais de 10% nos últimos sete dias. Dados indicam que holders influentes veem valor subjacente, possivelmente ligado a adoção em oráculos e integrações DeFi.

A tendência reflete padrões observados em outros ativos, como Bitcoin, onde tubarões e baleias também acumularam recentemente, aumentando suprimento em 36.322 BTC nos últimos nove dias.

Distribuição Estratégica na Cardano

A Cardano Foundation delegou 220 milhões de ADA, equivalentes a US$ 77 milhões, para 11 Delegate Representatives (DReps). Selecionados por adoção e operações, esses delegados recebem poder de voto para decisões sobre tesouraria e upgrades técnicos.

Essa ação expande o programa de 2025, elevando a delegação comunitária para 360 milhões de ADA e reduzindo a auto-delegação da fundação, combatendo riscos de centralização. Recentemente, delegados aprovaram um orçamento de 70 milhões de ADA para infraestrutura crítica, como stablecoins e oráculos de alto nível.

O movimento fortalece a governança descentralizada, garantindo pluralidade em escolhas que impactam o ecossistema. Para 2026, isso pavimenta crescimento institucional e integração global no blockchain.

Implicações para o Mercado Cripto

Os fluxos de smart money em LINK e ADA sugerem otimismo fundamentado. Em Chainlink, a acumulação por baleias contrasta com vendas retail, potencializando uma reversão. Na Cardano, a distribuição reforça descentralização, atraindo participantes diversos e mitigando controle centralizado.

Dados on-chain como suprimento de top holders são indicadores líderes de tendência. Historicamente, acumulação por grandes players precede valorizações. Investidores devem monitorar volumes, ETF do Bitcoin e decisões de governança em Cardano para contextos mais amplos.

Em um mercado volátil, com correções de 5% em altcoins, esses sinais indicam resiliência. A distribuição de ADA, aliada à acumulação de LINK, pode impulsionar recuperação se o varejo estabilizar.

Próximos Passos para Investidores

Vale acompanhar métricas on-chain via Santiment e atualizações da Cardano Foundation. A execução do orçamento de 70M ADA e possíveis integrações em Chainlink serão catalisadores. Apesar da confiança das baleias, volatilidade persiste; diversificação e pesquisa são essenciais.

Esses desenvolvimentos destacam como smart money navega quedas, posicionando-se para ciclos de alta.


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Balança cósmica equilibrada entre âncora cyan de escassez de staking e fluxo vermelho de vendas de baleias no Ethereum

Ethereum em Encruzilhada: Staking Zera Saídas, Baleias Vendem US$ 110 milhões

O Ethereum está em encruzilhada: a fila de saída de validadores do staking chegou a zero pela primeira vez desde 2025, sinalizando forte confiança e escassez de oferta líquida. No entanto, baleias e instituições enviaram mais de US$ 110 milhões em ETH para exchanges, gerando pressão vendedora imediata. Com ETH negociado próximo a US$ 3.200, investidores monitoram essa batalha entre lock-up e liquidações.


Fila de Saída Zerada Reforça Confiança no Staking

No mecanismo proof-of-stake do Ethereum, validadores que querem retirar ETH entram em uma fila de saída limitada diariamente. A fila zerando indica que ninguém está saindo, enquanto mais de 2,6 milhões de ETH — cerca de US$ 8,5 bilhões — aguardam na fila de entrada, com espera de até 45 dias. Isso representa 36,1 milhões de ETH travados, ou 29% da oferta circulante, criando escassez real no mercado à vista.

Institucionais como a BitMine Immersion Technologies, de Tom Lee, adicionaram 1,25 milhão de ETH recentemente, elevando o staking para 46,5% do supply total (77,85 milhões de ETH, US$ 256 bilhões). Esse yield anualizado de 2,8% atrai em meio a juros globais altos, diferenciando o ETH como ativo produtivo.

Baleias e Instituições Aumentam Pressão em Exchanges

Contrapondo o otimismo do staking, baleias moveram grandes volumes para exchanges. Uma carteira antiga transferiu 13.083 ETH (US$ 43 milhões) para a Gemini; a FG Nexus vendeu 2.500 ETH (US$ 8 milhões); e possivelmente a Fenbushi Capital enviou 7.798 ETH (US$ 25 milhões) para a Binance após dois anos em staking. Total: mais de US$ 110 milhões depositados.

Esses influxos elevam risco de vendas, embora nem sempre resultem em liquidações imediatas — podem ser para hedge ou realocação. O Coinbase Premium Index negativo reforça demanda enfraquecida nos EUA, com ETH caindo 1,11% para US$ 3.166.

Escassez de Oferta Líquida Define o Cenário

A dualidade destaca a tensão oferta-demanda: enquanto staking reduz ETH disponível (reservas em exchanges em mínimas de 10 anos), depósitos de baleias testam essa resiliência. A fila de entrada com 2,7 milhões de ETH (47 dias) supera a de saída (36.960 ETH), sugerindo suporte estrutural. Para brasileiros, isso importa: menos oferta pode sustentar preços em reais, mas volatilidade exige cautela.

Métricas on-chain como essas fundamentam o protocolo Ethereum, onde cerca de 36 milhões de ETH em staking pressionam a liquidez. Rendimentos caindo com mais entradas podem ajustar atratividade, mas o equilíbrio atual favorece viés de alta de médio prazo.

Próximos Passos e Monitoramento Técnico

Técnica: ETH consolida acima da média de 200 dias (US$ 3.050), RSI em 58 (positivo), MACD altista. Resistência em US$ 3.450-3.500; suporte US$ 3.100. Analistas veem potencial para US$ 3.600 se staking prevalecer. Vale monitorar filas de validadores via Beaconcha.in, influxos em exchanges (Santiment/Lookonchain) e Coinbase Premium.

Essa dinâmica reforça ETH como ativo com fundamentos sólidos, mas sensível a grandes players. Investidores devem acompanhar on-chain para decisões informadas.


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Baleia cartoon coletando cristais BTC, ETH e LINK no oceano digital enquanto peixes varejo fogem em pânico, simbolizando acumulação de smart money

Baleias Acumulam BTC e LINK Contra Vendas do Varejo

Em uma batalha clássica de mercado, baleias acumulam Bitcoin, ETH e LINK no spot enquanto o varejo vende e derivativos mostram dominância vendedora. Dados da CryptoQuant revelam sell-side forte com índice de desequilíbrio em -0,0917 e Z-score de -1,81, sinalizando aversão ao risco. Nos EUA, o prêmio Coinbase permanece negativo (-0,077), mas grandes participantes ignoram a pressão do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 481.332 reflete variação de -3,84% em 24h.


Dominância Vendedora em Derivativos

O analista Axel, da CryptoQuant, destaca que após semanas de compradores no controle, os vendedores retomaram o mercado de derivativos. O índice de intensidade de fluxos ativos mostra desequilíbrio em -0,0917, com Z-score (90 dias) em -1,81. Isso indica não só posições passivas, mas vendas ativas a mercado, ampliando a pressão descendente.

A taxa de posições vendidas chegou a 0,546 contra 0,454 de posições compradas, sincronizando com o viés de baixa. Qualquer rebote nesse cenário tende a ser frágil, sem suporte de demanda spot robusta. O prêmio negativo no Coinbase reforça a falta de apetite comprador nos EUA, onde compras acima do preço global são raras.

Esses sinais apontam para um modo de aversão ao risco, onde melhorias dependem de neutralidade nos índices e redução do desequilíbrio negativo.

Acumulação Estratégica das Baleias

Contrapondo a pressão derivativa, dados on-chain mostram baleias dominando o spot. No Bitcoin, custodians institucionais adicionaram 577.000 BTC (US$ 53 bilhões) no último ano, com fluxos contínuos. No Ethereum, o staking atingiu 30% do suprimento (US$ 120 bilhões), com a Bitmine Immersion adicionando 86.848 ETH (US$ 279 milhões), totalizando 1,77 milhão ETH.

Uma nova carteira retirou US$ 10 milhões em ETH de exchanges, sinalizando convicção alta. No Chainlink, as top 100 baleias acumularam 16,1 milhões de LINK desde novembro de 2025, enquanto o preço consolida perto de US$ 13. Plataformas como Santiment notam que o ‘smart money’ aproveita a impaciência do varejo para posicionar para pumps futuros.

No spot, ordens médias são lideradas por baleias desde dezembro, enquanto futures seguem varejo, evidenciando transferência de ativos para holders de longo prazo.

Implicações da Divergência de Sentimento

Essa dicotomia — sell-side em derivativos vs. buy-side das baleias no spot — sugere uma potencial base de preço, com varejo vendendo para smart money. Especialistas como Jimmy Xue, da Axis, observam que staking institucional reduz liquidez em exchanges, alterando supply-demand e influenciando governança.

Para o Bitcoin a R$ 481 mil, a acumulação pode amortecer quedas, mas sem demanda spot EUA forte, volatilidade persiste. Ki Young Ju, CEO CryptoQuant, reforça influxos institucionais contínuos. Investidores devem monitorar prêmio Coinbase para virada e Z-scores para neutralidade.

Os dados indicam que baleias estão do lado comprador do barco, explorando FUD do varejo. Vale acompanhar dominância spot vs. futures para sinais de reversão.


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Entidade colossal surreal como baleia digital despertando de abismo com olhos cyan e aura BTC dourada, simbolizando baleia da era Satoshi movendo US$ 84 milhões

Baleia da Era Satoshi Acorda Após 12 Anos e Move US$ 84 Milhões em BTC

Após 12 anos de silêncio, uma carteira da era Satoshi movimentou 909 BTC, avaliados em cerca de US$ 84 milhões, para um novo endereço, conforme dados on-chain rastreados por Whale Alert e Lookonchain. Adquiridos quando o Bitcoin valia menos de US$ 7, os ativos representam um ganho irrealizado superior a 13.000 vezes. O mercado especula: consolidação ou preparação para venda?


Detalhes do Movimento On-Chain

O endereço original, identificado como 1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm, permaneceu inativo desde 2013, acumulando os 909 BTC em uma única transação inicial. Na noite de segunda-feira (19/01/2026), os fundos foram transferidos para bc1qk…sxaeh, um endereço nativo SegWit moderno, sugerindo possível atualização de segurança, segundo análise da Arkham Intelligence.

Até o momento, não há depósitos em exchanges conhecidas, o que reduz a probabilidade imediata de liquidação. No entanto, movimentos semelhantes de baleias antigas, como a venda de 80.000 BTC pela Galaxy Digital em 2025, geraram volatilidade temporária no preço do Bitcoin.

Valorização Histórica Absurda

Em 2013, o Bitcoin negociava abaixo de US$ 7, tornando o custo original dos 909 BTC inferior a US$ 6.400. Hoje, com o BTC a aproximadamente US$ 92.000, o portfólio vale US$ 84 milhões — um retorno de 13.900 vezes, conforme destacado pela Cointelegraph.

Para contextualizar: o mesmo investimento em um fundo S&P 500 renderia cerca de US$ 37.000 (ganho de 481%), enquanto o ouro subiria 150%. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 491.198,27 (variação -1,96% em 24h), elevando o valor local para cerca de R$ 446 milhões.

Implicações para o Mercado

Despertares de baleias da era Satoshi não são isolados: em 2024-2025, carteiras antigas movimentaram mais de US$ 50 bilhões em BTC, com parte convertida em vendas. Analistas on-chain monitoram fluxos para exchanges, pois uma liquidação de 909 BTC (0,004% do suprimento total) poderia pressionar o preço em um mercado já volátil, influenciado por tensões comerciais e política monetária.

Dados da CryptoQuant indicam pressão vendedora de baleias americanas recentes, ampliando o mistério: o novo endereço sugere precaução, mas o timing coincide com BTC abaixo de US$ 92.000.

Lições para Holders de Longo Prazo

Esse caso reforça a tese HODL: suportar ciclos de 70-80% de quedas, falências de exchanges e forks rendeu retornos inalcançáveis em ativos tradicionais. No entanto, riscos quânticos emergentes — com chaves públicas expostas em UTXOs antigos — incentivam migrações para carteiras modernas, como visto aqui. Para investidores brasileiros, diversificação e monitoramento on-chain são essenciais em meio à valorização contínua do BTC.

Os dados sugerem paciência: a baleia não vendeu ainda, sinalizando confiança de longo prazo.


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Executivos cartoon carregando cristais ETH para vault de staking com '30%' brilhante e fila longa, marcando recorde institucional

Recorde: 30% do Ethereum Travado em Staking Institucional

O Ethereum registrou um marco histórico com 30% de todo o seu supply circulante travado em staking, totalizando 36,2 milhões de ETH avaliados em cerca de US$ 115 bilhões, conforme dados on-chain. Apesar da queda do preço para abaixo de US$ 3.200, instituições como a BitMine, de Tom Lee impulsionam uma fila de entrada de 2,7 milhões de ETH, equivalente a US$ 8 bilhões, com espera de 44 dias. Essa dinâmica reforça a escassez de oferta líquida na rede.


Staking em Máximo Histórico

O volume de ETH em staking na Beacon Chain alcançou 36,2 milhões de unidades, representando 30% do supply total. Isso gera yields anuais de aproximadamente 2,8%, segundo o Ultrasound Money. A fila de validadores atingiu o pico mais alto desde 2023, com 2,7 milhões de ETH aguardando ativação, enquanto as saídas caíram a quase zero, indicando forte retenção por holders institucionais.

Instituições financeiras, incluindo tesourarias de ativos digitais e ETFs, lideram essa onda. O Ethereum oficial destacou 35 casos recentes de adoção institucional, reforçando sua posição como escolha prioritária para o setor. Dados mostram que mais de US$ 19 bilhões em ETH estão em mãos de empresas listadas, reduzindo significativamente a circulação ativa.

A Fila de 44 Dias e o Efeito BitMine

A BitMine, liderada por Tom Lee, é a principal responsável pelo backlog de US$ 8 bilhões em ETH na fila de staking. A empresa, listada na NYSE, já travou 1,7 milhão de ETH (US$ 5,56 bilhões) desde o início de 2026, possuindo no total 4,167 milhões de ETH — quase 3,5% do supply global. Novos validadores enfrentam espera de mais de 44 dias, invertendo o cenário de 2025, quando saídas causavam atrasos.

Essa pressão reflete confiança institucional na yield do Ethereum, com a BitMine maximizando retornos em um ambiente de baixa volatilidade de preço. Outras firmas, como SharpLink, seguem o exemplo, controlando parcelas expressivas do supply e priorizando estratégias de longo prazo.

Dinâmica de Oferta e Demanda On-Chain

Com quase 30% do supply staked, a liquidez disponível nas exchanges diminui, potencializando escassez em cenários de demanda estável. O ETH negocia em torno de US$ 3.100, consolidando abaixo da zona de US$ 3.400, com volume de futuros caindo 22% e interesse aberto em US$ 40 bilhões. Acima da média móvel de 50 dias, o ativo exibe estrutura de suporte intacta, mas RSI neutro sugere hesitação compradora.

Os dados on-chain indicam remoção intencional de ETH da circulação, um sinal positivo de longo prazo para apreciação de preço, apesar das tensões macroeconômicas atuais, como escaladas comerciais globais.

Implicações para Investidores

Para holders regulares, o backlog estabiliza rewards, mas exige paciência para novos entrantes — ETH na fila não gera yield imediato. Instituições reduzem pressão de venda, favorecendo acumulação, mas alertas sobre centralização emergem com grandes players dominando. Monitorar o rompimento acima de US$ 3.400 pode sinalizar alta para US$ 3.800, enquanto quedas testam US$ 3.100. Essa tendência reforça o Ethereum como ativo de yield institucional.


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Baleias cartoon estilizadas acumulando tokens ADA e ONDO em oceano digital turbulento, sinalizando acumulação contrária durante queda de altcoins

Sinal de Fundo? Baleias Acumulam ONDO e Cardano na Queda

Enquanto o mercado de altcoins sangra, com ONDO caindo mais de 65% desde outubro e Cardano testando suportes críticos em US$ 0,36, baleias mostram movimento contrário à tendência. Dados on-chain revelam acumulação silenciosa: grandes participantes absorvem o unlock de 1,94 bilhão de tokens de ONDO e compraram 210 milhões de ADA em três semanas. O que o smart money sabe que o varejo ignora?


Acumulação Silenciosa em ONDO

A análise do CryptoQuant destaca o escudo das baleias em ONDO. Apesar da correção acentuada desde o pico de dezembro de 2024, o Spot Average Order Size é dominado por ordens de baleias na faixa de US$ 0,35–0,40. Pontos verdes consistentes no gráfico indicam que instituições usam a fraqueza para absorver liquidez.

Adicionalmente, ONDO entrou em fase de Taker Buy Dominant, com o Cumulative Volume Delta (CVD) de 90 dias positivo e em alta. Isso reflete pressão de compra agressiva superando vendas, mesmo com o preço em US$ 0,33. O relatório sugere que essa dinâmica pode configurar uma reversão para 2026, especialmente no setor RWA (Real World Assets).

O token testa zona de demanda em US$ 0,30–0,35. Uma defesa sólida aqui poderia estabilizar o ativo antes de um rebote, contrastando com o pânico retail ante o unlock de 18 de janeiro.

Baleias de Cardano Apostam na Recuperação

Paralelamente, baleias acumularam 210 milhões de ADA em três semanas, conforme dados on-chain compartilhados por Ali Martinez. Essa compra ocorre em meio a uma queda de 7% nas últimas 24 horas, com ADA oscilando entre US$ 0,36 e 0,40.

As reservas em exchanges diminuíram ligeiramente, reduzindo supply disponível e ampliando o impacto de demandas futuras. No gráfico semanal, ADA segue o limite inferior de um triângulo simétrico, acima do suporte testado de US$ 0,36–0,28. O RSI semanal em 33 sugere proximidade de uma recuperação de curto prazo.

No entanto, o funding rate ponderado por open interest está negativo em -0,0037%, indicando ceticismo entre traders de futuros. Notícias positivas, como fundo de US$ 80 milhões apoiado pela Cardano Foundation e lançamento de futures ADA na CME em fevereiro, podem catalisar o momentum.

Implicações: Sinal de Fundo no Horizonte?

A acumulação por baleias durante quedas é um padrão clássico on-chain associado a fundos de mercado. Em ONDO, a absorção do unlock bilionário por smart money contrasta com a dominância de vendas retail. Para ADA, a redução de reservas reforça a tese de base sólida.

Os dados sugerem que grandes players posicionam para uma reversão, ignorando ruído macro como tensões EUA-UE. Investidores devem monitorar volumes de taker buy, CVD e defesas de suportes chave. Uma confirmação viria com rompimento de EMAs (US$ 0,41 para ADA) e estabilização acima de US$ 0,35 para ONDO.

Esse contrarianismo pode sinalizar o fim do sangramento das altcoins, mas requer validação por preço e volume. Vale observar se o varejo segue o smart money.


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Montanha cristalina isométrica pulsando com 1.71M pontos cyan, base dourada defendendo suporte e cume AVAX brilhando, recorde de endereços ativos Avalanche

Avalanche AVAX: Recorde de 1,71M Endereços Ativos Defende Suporte

Enquanto o mercado cripto enfrenta quedas generalizadas, a Avalanche (AVAX) registra um marco histórico: 1,71 milhão de endereços ativos diários, o maior número já visto. Essa métrica reflete forte adoção em DeFi, tokenização e ativos do mundo real (RWAs), impulsionando confiança institucional. O preço segura suporte chave próximo a US$ 12, com traders atentos ao nível de US$ 18 como próximo objetivo, conforme dados recentes de 20 de janeiro de 2026.


Recorde de Endereços Ativos Sinaliza Adoção Real

A Avalanche alcançou 1,71 milhão de Daily Active Addresses (DAA), um indicador robusto de atividade na rede. Diferente de picos especulativos passados, esse crescimento é ancorado em desenvolvimentos concretos, como instituições alocando recursos na blockchain. A demanda por infraestrutura escalável para finanças tokenizadas posiciona a AVAX como opção viável para aplicações de alto volume.

Métricas on-chain mostram que o ecossistema está maduro, com uso real em protocolos DeFi e RWAs. Essa expansão de usuários ativos sugere que a rede resiste melhor à volatilidade do mercado amplo, mantendo tração orgânica mesmo em cenários de baixa.

Sentimento de alta reforçado por taker buy e baleias

O domínio de taker buy permaneceu elevado ao longo de janeiro de 2026, indicando sentimento otimista persistente. Volumes de compra durante quedas abaixo de US$ 12 reforçaram a resiliência do preço, com investidores assumindo posições compradas.

Baleias foram particularmente ativas, acumulando agressivamente em torno de US$ 12 e especialmente em US$ 11,32. Dados de CryptoQuant revelam picos no tamanho médio de ordens spot, demonstrando confiança de grandes players no potencial de longo prazo da AVAX, apesar das flutuações de curto prazo.

Análise Técnica: Suporte em US$ 12 e Alvo em US$ 18

No gráfico diário, a AVAX forma um triângulo ascendente, padrão de alta que sugere momentum contínuo se romper a resistência em US$ 15,36. O próximo nível crítico é US$ 18,52, com potencial de alta expressiva para US$ 24,18 em caso de rompimento.

O suporte em US$ 12 tem se mostrado sólido, mas uma quebra abaixo de US$ 11 poderia levar a US$ 8,60. Indicadores como RSI e MACD mostram cautela no momento, recomendando monitoramento próximo desses níveis para traders.

Perspectivas para 2026: Crescimento Sustentável?

A combinação de recorde em endereços ativos, atividade de baleias e interesse institucional posiciona a AVAX para expansão em 2026. Métricas como DAA e taker buy volumes indicam fundamentos sólidos, mas a sustentabilidade depende da manutenção do suporte técnico e adoção contínua.

Investidores devem observar o rompimento de resistências chave e volumes on-chain para confirmar a tendência de alta. Essa resiliência da Avalanche destaca seu diferencial entre as Layer-1 em meio ao caos de mercado.


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Baleia colossal surreal de névoa cyan absorvendo corrente de cristais SHIB de exchanges flutuantes, simbolizando saída misteriosa de 283B tokens

Saída Misteriosa: 283 Bilhões de SHIB Deixam Exchanges em 24h

O silêncio das baleias: cerca de 283 bilhões de SHIB foram retirados das exchanges em apenas 24 horas, resultando em uma saída líquida de 275,8 bilhões de tokens. Dados on-chain do CryptoQuant apontam para um movimento acelerado, mas o contexto sugere mais churn do que acumulação pura. Isso pode reduzir a liquidez imediata da memecoin, impactando traders de curto prazo. Publicado hoje, 19/01/2026.


Fluxos On-Chain: Saída Acelerada das Exchanges

A saída de 283 bilhões de SHIB das exchanges não é um evento isolado. Registros mostram um outflow total de aproximadamente 283 bilhões de tokens, contra inflows de 7,2 bilhões, gerando o saldo líquido negativo para as plataformas. Essa dinâmica elevou tanto os inflows quanto a média móvel de sete dias dos outflows (MA7) em cerca de 120% e mais de 300%, respectivamente.

Os dados sugerem instabilidade no mercado de SHIB. Em vez de uma acumulação calma por holders de longo prazo, os fluxos indicam reposicionamento agressivo por traders. Baleias parecem estar movendo posições rapidamente, possivelmente em resposta a volatilidade recente, o que aumenta o risco de whipsaws para investidores menores.

Reservas em Queda: Impacto no Valor em USD

As reservas totais em exchanges caíram ligeiramente em 0,33%, mas o valor dessas reservas em dólares despencou quase 7%. Essa discrepância reforça a fraqueza de preço do SHIB, que permanece preso abaixo de médias móveis importantes, com tendência de longo prazo ainda negativa.

O RSI oscila na faixa média, sem sinais de sobrevenda profunda para um rebound significativo nem força para reversão. Volumes de picos parecem reativos, com rebounds fracos sendo rapidamente vendidos. Isso aponta para um ativo em distribuição durante tendências de baixa, onde rallies servem como oportunidades de saída em vez de entradas.

Liquidez da Memecoin: Menos Tokens Disponíveis para Trade

A redução na oferta circulante em exchanges diminui a liquidez imediata do SHIB, potencialmente amplificando volatilidade em trades de curto prazo. Com menos tokens disponíveis, ordens grandes podem mover o preço mais facilmente, beneficiando baleias mas punindo varejistas.

No entanto, o mercado de SHIB mantém alta liquidez geral e atividade on-chain elevada, com endereços ativos em leve alta. Isso sugere que a rede permanece viva, mas os outflows atuais são mais siphoned — drenados para carteiras frias ou reposicionamento — do que armazenados para hold de longo prazo.

O Que Monitorar nos Próximos Dias

Investidores devem acompanhar a estabilização dos fluxos de exchange e rompimento de médias móveis com volume sustentado. Se os outflows continuarem sem suporte de preço, pode sinalizar preparação para quedas off-platform. Por outro lado, consolidação com inflows decrescentes poderia indicar acumulação genuína. Vale observar baleias específicas, como a misteriosa retirada recente de 15 bilhões de SHIB da Binance.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Vitalik cartoon com blueprint simplificando prisma Ethereum pulsante de transações recordes e fluxo staking livre, celebrando recorde histórico

Ethereum Bate Recorde: Fila de Staking Zera e Plano de Vitalik para Simplificação

O Ethereum processou um recorde de 2.885 milhões de transações diárias na última sexta-feira, superando picos de 2021 com taxas médias próximas aos mínimos recentes. Ao mesmo tempo, a fila de saída de validadores zerou, sinalizando confiança no staking, enquanto filas de entrada acumulam 2,6 milhões de ETH. Vitalik Buterin defende agora uma simplificação radical do protocolo para um Ethereum mais descentralizado e auditável.


Recordes de Atividade On-Chain

A rede Ethereum registrou 2.885.524 transações em um único dia na sexta-feira, 17 de janeiro de 2026, o maior volume histórico segundo dados do Etherscan. Essa alta reverte uma desaceleração gradual observada ao longo de 2025 e acelera desde meados de dezembro. Impressionante é que, apesar do aumento, as taxas de transação permanecem baixas, graças a upgrades como EIP-1559, EIP-4844 e EIP-7702, além do offload para redes de camada 2.

Isso demonstra maturidade: o Ethereum lida com demanda elevada sem congestionamentos extremos, como visto em mercados de alta passados. A atividade reflete adoção crescente em DeFi, NFTs e aplicações cotidianas, processando mais transações que nunca com eficiência superior.

Fila de Staking Zerada e Oferta em Compressão

A fila de saída de validadores chegou a zero, permitindo saques imediatos de ETH stakeado. Isso contrasta com filas de entrada longas, com 2,6 milhões de ETH aguardando ativação — o pico em mais de dois anos. Tal dinâmica indica otimismo: stakers preferem entrar a sair, reduzindo a oferta circulante disponível no mercado.

Para o investidor brasileiro, isso significa potencial pressão altista no preço do ETH, pois menos tokens entram em circulação. A confiança na rentabilidade e segurança pós-Proof-of-Stake reforça essa tendência, com validadores vendo o Ethereum como reserva de valor sustentável.

A Tese de Vitalik: Simplificação como Prioridade

Vitalik Buterin, cofundador, alerta para a complexidade excessiva no código do Ethereum, que pode falhar no “walkaway test” — capacidade de operar sem os criadores originais. Em post recente, ele defende uma “coleta de lixo técnica“, removendo dependências desnecessárias e criptografias avançadas para priorizar simplicidade e auditabilidade.

A visão para 2026 inclui ritmo de desenvolvimento mais lento, focando em remover código obsoleto em vez de adicionar features. Exemplos como a transição PoW para PoS mostram sucesso nessa abordagem, garantindo descentralização sem tecnocracia centralizada.

Implicações para o Ecossistema

Esses marcos — recorde de uso, staking estável e plano de simplificação — posicionam o Ethereum como líder resiliente. Com taxas controladas e oferta comprimida, a rede atrai mais usuários sem sacrificar usabilidade. Investidores devem monitorar filas de validadores e atualizações no roadmap, pois indicam saúde on-chain e potencial de valorização. O foco em simplicidade assegura longevidade, beneficiando holders de longo prazo.


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Barreira geométrica bold com 98K sob pressão de fluxos dourados de baleias abstratas sobre suporte 95K, simbolizando resistencia e cautela no Bitcoin

Barreira dos US$ 98 mil: Influxos de Baleias Sugerem Realização

O Bitcoin enfrenta uma batalha crucial nos US$ 95 mil, com grandes influxos de BTC para exchanges sugerindo realização de lucros por baleias. Após tocar perto dos US$ 98 mil, o preço recuou sob forte pressão vendedora, gerando indecisão entre touros e ursos. Indicadores on-chain apontam risco de distribuição, onde grandes detentores movem ativos para plataformas de venda, temperando o otimismo recente.


Influxos para Exchanges: Sinal de Distribuição

De acordo com análise da CryptoQuant citada pela NewsBTC, os influxos totais de Bitcoin para exchanges registraram picos significativos em janeiro, um dos maiores do mês. Esse movimento, especialmente de faixas médias a grandes (10-100 BTC e 100-1.000 BTC), é típico de baleias ou investidores de longo prazo preparando-se para vender. A distribuição ocorre quando holders transferem BTC de carteiras frias para exchanges, facilitando liquidez para realização de lucros após altas expressivas.

Historicamente, esses influxos precedem volatilidade ou correções, pois aumentam a oferta disponível no mercado. Embora não garanta reversão imediata, o dado sugere predominância de oferta sobre demanda no topo, especialmente com o preço lutando para superar os US$ 97 mil. Analistas destacam que tais ações de grandes participantes carregam mais peso que movimentos retail.

Pressão Vendedora Após Pico de US$ 98 Mil

A plataforma CoinKarma, via BlockBeats, observou que o Bitcoin subiu para próximo dos US$ 98 mil, mas encontrou a pressão de venda mais intensa das últimas semanas. Apesar do recuo, a liquidez de compra e venda permanece equilibrada, sem perda clara de um lado. Para holders que entraram em pontos baixos do ano, isso pode ser momento de ganhar lucros parciais, aguardando sinais mais claros antes de novas entradas.

No gráfico diário, o BTC consolida entre US$ 94.869 e US$ 95.543, com volume de US$ 19 bilhões em 24 horas e market cap de US$ 1,89 trilhão. Tendência de máximas e mínimas mais altas persiste, mas candles menores e volume em queda indicam fadiga altista.

Análise Técnica e Suporte em Foco

Gráficos de 4 horas mostram consolidação em triângulo descendente entre US$ 94.500 e US$ 96.000, com risco bearish se romper para baixo. Suporte chave fica em US$ 90-91 mil, enquanto resistência persiste em US$ 97.939. Indicadores como RSI, Stochastic e MACD estão neutros, com médias móveis curtas bullish, mas longas acima do preço sinalizando cautela.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 512.270 apresenta variação de -0,05% em 24 horas, refletindo estabilidade local. Traders devem monitorar se o suporte aguenta ou se influxos persistentes levam a correção mais profunda, em meio à indecisão geral.

Implicações para Investidores

Essa dinâmica reforça a necessidade de cautela técnica: os touros precisam romper US$ 96.500 com volume para mirar US$ 97.900, enquanto queda abaixo de US$ 94.500 pode testar US$ 92 mil. Os influxos de baleias indicam que o topo pode enfrentar oferta elevada, mas equilíbrio de liquidez sugere ajuste saudável, não colapso. Vale acompanhar fluxos on-chain e volume para próximos passos.


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Estrutura isométrica da rede Ethereum com cristal central '46%' trancado, torres de validadores e fluxo escasso de ETH, ilustrando staking massivo

Ethereum: 46,6% do Suprimento Trancado em Staking

O staking de Ethereum atingiu um marco histórico, com 46,6% do suprimento total trancado no contrato oficial de depósitos Proof-of-Stake. Isso representa 77,85 milhões de ETH, avaliados em cerca de US$ 256 bilhões, removendo quase metade da oferta líquida de circulação. O crescimento de 38,4% em um ano reflete influxos estáveis, impulsionados por yields atrativos e participação institucional, configurando um cenário de escassez programada que pode suavizar quedas, mas limitar altas explosivas no preço.


Crescimento Sustentado do Staking

O contrato de depósitos do Ethereum acumula agora 77,85 milhões de ETH em staking, equivalente a 46,6% do suprimento total. Esse volume, avaliado em aproximadamente US$ 256 bilhões, não surgiu de forma abrupta, mas resultou de um aumento gradual de 38,4% em relação ao ano anterior. Os depósitos cresceram de maneira constante, com acelerações pontuais durante fases de alta no preço, indicando uma estratégia de longo prazo por parte dos stakers.

A melhoria na economia dos validadores, com yields mais atrativos, incentivou horizontes de participação mais longos. Além disso, a entrada de instituições adicionou escala significativa, reforçando a tendência de lockup de suprimento. Dados on-chain mostram que essa expansão removeu substancialmente a pressão de venda no varejo, alterando a dinâmica de liquidez do mercado.

Impacto na Volatilidade e Liquidez

Com quase metade do Ethereum fora de circulação líquida, a volatilidade de downside tende a se suavizar, pois a pressão de venda diminui. Isso estabiliza o preço em recuos, promovendo maior resiliência em cenários de correção. No entanto, o float reduzido também pode restringir movimentos de alta rápidos durante picos de demanda, criando um equilíbrio delicado.

Os stakers priorizam yield, segurança de rede e exposição de duração, o que sugere intenções estratégicas de longo prazo. No curto prazo, a oferta mais apertada apoia a estabilidade de preços, enquanto no horizonte estendido, reforça o perfil de escassez do Ethereum, potencializando um choque de oferta se a demanda crescer sem influxos equivalentes.

Dinâmica dos Validadores e Filas de Saída

O número de validadores ativos varia entre 977 mil e 1,04 milhão, um aumento em relação aos cerca de 890 mil no final de 2023. Essa expansão sinaliza confiança crescente e reduz ainda mais a oferta circulante de curto prazo. Períodos de aceleração nas entradas de validadores historicamente precederam altas no preço do ETH, como visto nas faixas de US$ 3.300 a US$ 4.500 em 2025-2026.

No entanto, as filas de saída permanecem o fator decisivo. Em momentos de estresse, como em 2022, saídas agrupadas podem reintroduzir volatilidade. Atualmente, entradas superam saídas, com liquidez gerenciada e ETH staked permanecendo ‘pegajoso’. Investidores devem monitorar acelerações nas saídas, pois elas podem sinalizar aumento de pressão vendedora quando superarem as entradas.

Implicações para o Mercado Futuro

O lockup estrutural de 46,6% do suprimento posiciona o Ethereum para uma redução sistêmica de liquidez, com implicações macroeconômicas on-chain profundas. Isso não só fortalece a segurança da rede, mas também cria condições para valorizações sustentadas em cenários de demanda crescente. Ainda assim, tendências de saída representam o risco principal: acelerações sustentadas indicariam volatilidade ascendente, enquanto domínio de entradas confirma convicção de mercado.

Os dados sugerem que o mercado de Ethereum está em transição para uma fase de suprimento mais rígido, onde o conceito de choque de oferta ganha relevância prática. Vale acompanhar os indicadores de validators e queues para antecipar movimentos de preço.


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Barreira de suporte digital '95K' pressionada por fluxo dourado de partículas BTC de STHs para exchanges, testando limite psicológico

STH Realizam Lucros: 41 Mil BTC para Exchanges, Testam Suporte de US$ 95k

Detentores de curto prazo (STH) do Bitcoin enviaram cerca de 41.800 BTC para exchanges durante o recente rally, com fluxos dominados por posições em lucro numa proporção de 7.5:1 contra perdas, segundo dados on-chain. O preço, agora próximo de US$ 95.000, testa o suporte psicológico alinhado ao custo médio dos STH (~US$ 99.460), gerando volatilidade. Isso sinaliza profit-taking racional, mas pode ameaçar a tendência de alta se o suporte ceder. Vale monitorar o ratio para sinais de reversão.


Fluxo de Capital: Profit-Taking dos STH Domina

Os detentores de curto prazo — investidores que acumularam BTC nos últimos 155 dias — estão realizando lucros significativos. Em 24 horas, aproximadamente 35.400 BTC em ganho foram transferidos para exchanges centralizadas (CEX), contra apenas 4.600 BTC em perda, resultando no ratio 7.5:1. Analista Axel Adler Jr., da CryptoQuant, destaca que esse movimento reflete investidores comprados entre US$ 85.000 e US$ 92.000 travando ganhos à medida que o preço se aproxima de suas bases de custo.

Essa pressão de venda difere de pânico: com taxa de perda mínima, o mercado exibe saúde relativa. No entanto, o volume elevado — pico de 41.800 BTC reportado em análises agregadas — indica distribuição concentrada, típica de STH sensíveis à volatilidade, contrastando com holders de longo prazo mais resilientes.

Suporte Psicológico em US$ 95 Mil à Prova

O preço do Bitcoin, cotado em torno de US$ 95.500 recentemente, está a apenas 4% abaixo do realized price dos STH (US$ 99.460), conforme análise da CryptoQuant. Essa convergência cria um “decision zone”: historicamente, áreas próximas ao custo médio geram volatilidade ampliada, podendo estender a alta ou iniciar correção.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negociava a R$ 513.959 (variação +0,09% em 24h). Se romper acima de US$ 100.000, STH viram lucro e momentum bullish se fortalece; queda abaixo de US$ 89.500 (desconto >10%) ativa vendas em perda, agravando baixa.

Implicações Estratégicas e Próximos Passos

A onda de 41.800 BTC em inflows lucrativos para exchanges reforça que STH — frequentemente varejo e especuladores — lideram a distribuição. Long-term holders (LTH) absorvem parte via ratio 1.38:1, mas demanda fraca de ETF e macroincertezas limitam upside. 88% da oferta em lucro sugere base sólida em US$ 75.000-95.000, mas reversão no profit/loss ratio pode sinalizar bearish.

Investidores devem monitorar:

  1. inflows de perda superando lucros;
  2. realized price dos STH;
  3. volume em CEX.

Esses indicadores on-chain oferecem edge estratégico sobre fluxo de baleias e suporte em US$ 95 mil, guiando decisões em meio à encruzilhada atual.


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Vitalik cartoon questionando fortaleza cristalina ETH com 36M staking brilhante mas interior vazio, paradoxo de segurança vs apps práticos

Ethereum Bate Recorde: 36 Milhões de ETH em Staking

O staking no Ethereum alcançou um marco histórico com quase 36 milhões de ETH trancados, representando cerca de 30% do suprimento circulante e mais de US$ 119 bilhões em valor atual. Esse recorde, impulsionado por filas de entrada recordes e zero saídas, fortalece a segurança da rede via proof-of-stake (PoS). No entanto, Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, cobra desenvolvedores para criarem aplicativos reais, destacando que a infraestrutura técnica está pronta para adoção prática.


Métricas do Recorde de Staking

O volume de ETH em staking subiu de 35,5 milhões para quase 36 milhões desde o início de janeiro de 2026, mesmo com o preço do ETH caindo mais de 30% desde agosto de 2025. Dados do ValidatorQueue mostram uma fila de unstaking zerada, enquanto a fila de staking atingiu 2,5 milhões de ETH — o maior nível desde agosto de 2023. Isso indica apostas de longo prazo na rede, reduzindo a oferta circulante disponível para negociações.

Em termos técnicos, o staking no Ethereum opera via PoS desde o The Merge em 2022, onde validadores depositam 32 ETH para processar transações e recebem recompensas anuais de cerca de 3-5%. Com 30% do supply trancado, a rede atinge níveis de segurança inéditos, tornando ataques como o de 51% economicamente inviáveis.

Instituições como Bitmine Aceleram o Movimento

O compromisso da Bitmine exemplifica o interesse institucional: a empresa adicionou 154.304 ETH (US$ 514 milhões) ao staking, elevando seu total para 1.685 milhões de ETH (US$ 5,6 bilhões), ou 80% de suas reservas totais de 2.133 milhões de ETH. Esse posicionamento reflete confiança em yields de longo prazo, mesmo com volatilidade de preço — ETH oscila entre US$ 3.300 e US$ 3.400 recentemente.

Tais movimentos de grandes players como tesourarias digitais e serviços de staking corporativo contribuem diretamente para o recorde geral, apertando a liquidez e potencialmente suportando o preço em correções.

Alerta de Vitalik: Infraestrutura Pronta para Apps Reais

Vitalik Buterin enfatizou em post recente que a visão de 2014 para dapps permissionless — abrangendo finanças, redes sociais e mais — está viável. A chain roda em PoS, custos de transação caíram, e scaling via ZK-EVMs e Layer 2s funciona. Mensageria evoluiu de Whisper para Waku, com apps como Status, Railway e Fileverse já operacionais.

Ele propõe o “walkaway test“: se o operador de um dapp sumir, dados e funcionalidades persistem? Exemplos como o editor descentralizado Fileverse passam no teste, contrastando com serviços centralizados que exigem contas e coletam dados. Buterin critica dispositivos consumer centralizados, urgiendo foco em ferramentas que usuários realmente controlem.

Paradoxo: Segurança Máxima vs. Liquidez e Utilidade

O recorde de staking torna o Ethereum a rede mais segura da história, mas levanta questões sobre liquidez: com 30% trancado, menos ETH circula, o que pode amplificar volatilidade em dumps ou limitar acesso para novos usuários. Vitalik destaca que segurança sem utilidade prática é insuficiente — yields atraem stakers, mas adoção depende de apps cotidianos.

Os dados sugerem convicção de longo prazo, mas o sucesso futuro depende de desenvolvedores entregarem produtos viáveis. Monitore filas de staking e atividade on-chain para sinais de maturidade.


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Personagens cartoon conectando carteiras cyan a prisma Ethereum em rede expansiva, com preço dourado preso em range e 327K luminoso, ilustrando recorde de adoção

Ethereum Bate Recorde de Carteiras: Por Que Preço Não Sobe?

A criação de novas carteiras Ethereum atingiu um recorde histórico, com uma média de 327 mil por dia na última semana, pico de 394 mil em 11 de janeiro. Dados da Santiment revelam adoção crescente, impulsionada pela atualização Fusaka e uso recorde de stablecoins. No entanto, o preço do ETH segue lateralizado entre US$ 3.000 e US$ 3.300, gerando dúvidas sobre o impacto dessa métrica no mercado. Por que mais usuários não elevam o valor?


O Recorde Histórico de Adoção

De acordo com análise on-chain da Santiment, divulgada em 13 de janeiro, o Ethereum registrou a maior taxa de criação de endereços da sua história. São cerca de 327 mil novas carteiras por dia nos últimos sete dias, superando picos anteriores. O dia 11 de janeiro marcou o ápice com quase 394 mil criações, sinalizando um influxo massivo de usuários.

Essa métrica é crucial porque reflete atividade orgânica na rede, não apenas especulação. Carteiras novas indicam onboarding de usuários reais, interessados em interagir com dApps, DeFi e NFTs. Diferente de picos de preço impulsionados por hype, esse crescimento sugere maturidade da plataforma.

Transações diárias e endereços ativos também mantêm níveis elevados, próximos aos recentes recordes, reforçando a vitalidade da rede mesmo em período de consolidação de preço.

Fatores Técnicos Impulsionando o Crescimento

A atualização Fusaka, implementada no início de dezembro de 2025, é um catalisador chave. Ela otimizou o processamento de dados na camada base, reduzindo custos para redes layer-2 postarem dados no Ethereum principal. Resultado: transações mais baratas e fluidas em rollups como Optimism e Arbitrum.

Outro driver é o boom de stablecoins. No quarto trimestre de 2025, o Ethereum processou US$ 8 trilhões em transferências de stablecoins, recorde absoluto. Isso posiciona a rede como camada de liquidação confiável para finanças globais, atraindo usuários para pagamentos, remessas e yield farming sem depender de especulação em ETH.

Instituições também contribuem: empresas como Bitmine stakeam bilhões em ETH, como os US$ 4 bilhões reportados, sinalizando compromisso de longo prazo com a infraestrutura.

Divergência: Adoção vs. Preço Estagnado

Apesar do frenesi on-chain, o ETH negocia em faixa estreita há semanas, entre US$ 3.000 e US$ 3.300, com variação de apenas 5% nas últimas 24 horas (cotação em torno de US$ 3.293). Essa desconexão é comum em ciclos de consolidação, onde métricas fundamentais divergem de sentiment de mercado.

Analistas apontam que o crescimento de wallets reflete uso real, não necessariamente compras para hodl. Muitos novos usuários entram via stablecoins ou L2s baratos, sem demandar ETH nativo em volume que mova o preço imediatamente. Além disso, vendas de whales e rotação para Bitcoin podem pressionar o ETH.

Santiment observa que padrões assim precedem rallies de médio prazo, quando adoção acumulada finalmente reflete no valuation.

O Que Esperar: Sinais de Reversão?

Para investidores brasileiros, essa divergência é um enigma clássico: mais usuários devem elevar o preço, certo? Nem sempre. Métricas on-chain como criação de wallets são leading indicators de saúde da rede, mas preço responde a macroeconomia, regulações e ciclos de risco.

Com atividade estável e upgrades contínuos, o Ethereum parece preparar terreno para movimentos maiores. Monitore volume de transações, staking e inflows em ETFs. Se o suporte em US$ 3.000 segurar, um breakout para US$ 4.000 não é improvável no curto prazo.

Em resumo, o recorde de carteiras reforça o Ethereum como hub DeFi dominante, mesmo com preço tímido. Paciência pode recompensar quem foca no longo prazo.


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Fortaleza de rede on-chain rachada liberando fluxo vermelho de BTC, simbolizando holders de 2021 em capitulação ou rotação com volatilidade

Holders de 2021 Movem BTC: Capitulação ou Saída?

As mãos fortes do ciclo de 2021 estão desistindo? Dados on-chain revelam a movimentação de 2.105 BTC parados há 3 a 5 anos, abrangendo o bull market de 2021 e o bear de 2022-2023. Paralelamente, o LTH SOPR caiu abaixo de 1, sinalizando que holders de longo prazo estão vendendo com prejuízo. Esse movimento precoce levanta dúvidas sobre a resiliência do suporte em níveis atuais próximos de US$ 92.000.


Movimentação de Coins do Ciclo Anterior

Duas transações recentes chamaram a atenção no blockchain do Bitcoin. A métrica Spent Output Age Bands registrou spikes com 539 BTC e 1.566 BTC de moedas inativas entre 3 e 5 anos. Esses tokens foram acumulados durante o pico de 2021, quando o BTC superou US$ 69.000, e resistiram ao colapso de 2022.

Analistas como Maartunn destacam que o despertar de oferta dormente pode indicar smart money rotacionando posições ou holders antigos saindo precocemente. No atual patamar de preço, essas moedas estão com desvalorização significativa em relação ao custo de aquisição, sugerindo pressão vendedora em vez de realização de lucros robustos.

Esse fluxo adiciona ao cenário de redução de posições por grandes endereços, com 220.000 BTC saindo de carteiras de 1.000 a 10.000 BTC no último ano – o ritmo mais rápido desde 2023.

LTH SOPR Sinaliza Capitulação Precoce

O Long-Term Holder Spent Output Profit Ratio (LTH SOPR) é um indicador chave para medir o sentimento dos holders acima de 6 meses. Quando abaixo de 1, significa que as moedas gastas estão sendo vendidas com prejuízo. Recentemente, o índice mergulhou brevemente sob esse limiar, especialmente entre “jovens” LTHs que compraram nos últimos 9 meses.

A média de 30 dias permanece em 1.18, mas bem abaixo da anual de 2.0, indicando queda na realização de lucros. Esse padrão é típico de fases bearish, onde a estabilidade dos veteranos é testada. Observadores como Darkfost alertam que isso reflete incerteza crescente, mesmo com BTC oscilando entre US$ 90.000 e US$ 92.400.

Para investidores brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.160 às 09:45 de hoje, com alta de 3,17% em 24h e volume de 316 BTC nas exchanges locais.

Implicações para o Mercado Atual

Embora haja narrativas otimistas como divergências bullish no RSI semanal, o ceticismo prevalece. O Sell-Side Risk Ratio voltou a níveis de outubro de 2023, sugerindo distribuição sem convicção forte. Resistências repetidas em US$ 92.000-94.000 podem esgotar o momentum, abrindo espaço para correção mais profunda.

Short-term holders aproximam-se da rentabilidade, mas a saída de LTHs antigos reforça a tese de fraqueza estrutural. Em um mercado dominado por poucas exchanges, como a Binance com 41% do volume spot global em 2025, esses fluxos on-chain podem amplificar a volatilidade.

Vale monitorar se mais dormientes acordam, potencializando downside em cenários de aversão ao risco global.

O Que Isso Significa para Você

Para holders brasileiros, esses sinais constroem um caso cauteloso: capitulação de 2021 pode limpar impurezas, mas também testar suportes chave. Não é hora de euforia; priorize gerenciamento de risco e posições dimensionadas. O histórico mostra que mercados maduros sobrevivem a saídas, mas transições custam caro aos despreparados.


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Personagens cartoon criando balões de carteiras Ethereum com 327K, enquanto banqueiro alerta risco de colapso, simbolizando adoção vs regulação

Ethereum em Alta: Recorde de 327 Mil Novas Carteiras por Dia

Fantasmas ou investidores reais? A rede Ethereum acaba de bater recorde histórico com uma média de 327 mil novas carteiras criadas por dia na última semana, atingindo pico de 393 mil em um único domingo. Carteiras não vazias chegam a 172,9 milhões, sinalizando boom de adoção. No entanto, o Banco da Itália alerta para risco sistêmico de colapso caso o ETH sofra queda prolongada, destacando vulnerabilidades econômicas da rede.


Recordes de Atividade On-Chain

A explosão de novas carteiras reflete uma saúde vibrante da rede Ethereum. Dados da Santiment mostram que, nos últimos sete dias, foram criadas em média 327 mil carteiras diariamente, com o total de endereços não vazios alcançando 172,9 milhões — um novo patamar histórico. Esse movimento sugere entrada massiva de usuários frescos, desenvolvedores e possivelmente instituições explorando o ecossistema.

O preço do ETH acompanha o otimismo, negociado em torno de US$ 3.330, com alta de 7,5% nas últimas 24 horas após oscilar entre US$ 3.068 e US$ 3.292 na semana. Essa métrica vai além de especulação: indica uso real da blockchain para transações cotidianas e aplicações descentralizadas.

Impulsionadores: Fusaka e Stablecoins

O upgrade Fusaka, implementado em dezembro, é um catalisador chave. Ele otimizou o manuseio de dados on-chain e reduziu custos para postar informações de redes Layer 2 (L2) de volta ao Ethereum principal. Resultado? Taxas mais baixas e interações mais fluidas com aplicativos e rollups, atraindo novos usuários para criar carteiras e experimentar a rede.

Outro fator é o aumento em transferências de stablecoins no final de 2025, que ultrapassaram volumes recordes. Essa atividade financeira real — pagamentos e liquidações — incentiva a criação de carteiras para envio, recebimento e custódia de tokens estáveis. Além disso, o sentimento dos holders passou de negativo para neutro/positivo em meados de dezembro, coincidindo com mais adesão retail e exploração de DeFi e NFTs.

Curiosamente, mais de metade do suprimento total de ETH está em staking, com 77 milhões de tokens no contrato Beacon Deposit, reforçando a segurança da rede via validadores descentralizados.

Alerta do Banco da Itália: Riscos Sistêmicos

Em contraste otimista, um relatório do Banco da Itália expõe vulnerabilidades profundas. Um colapso prolongado no preço do ETH poderia desincentivar validadores, que arcam com custos fixos em fiat (energia, hardware) mas recebem apenas em ETH. Sem receitas suficientes, nós seriam desligados, paralisando a rede e bloqueando milhares de ativos, incluindo stablecoins e RWAs tokenizados.

A rede abriga mais de 1,7 milhão de ativos, com potencial impacto em US$ 800 bilhões. Sem um ‘emprestador de última instância’, uma crise de confiança poderia propagar perdas ao sistema financeiro tradicional, manipulando registros on-chain de instrumentos reais.

O Que Monitorar Agora

Esses recordes validam a maturidade do Ethereum pós-Fusaka, mas o alerta italiano lembra que a estabilidade depende do token nativo. Investidores devem acompanhar o número de validadores ativos, volumes de stablecoins e o ‘orçamento econômico’ de segurança da rede (custo para ataques). Uma queda persistente no ETH testaria a resiliência real dessa adoção explosiva. Para brasileiros, o boom reforça oportunidades em DeFi acessível, mas exige cautela com volatilidade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia surreal emergindo de abismo digital com olhos cyan abertos e '2010' gravado, simbolizando wallet antiga transferindo BTC para Coinbase

Bitcoin de 2010 Acorda: Baleia Move US$ 182 Milhões para Coinbase

Do túmulo tecnológico para a Coinbase: por que uma baleia mineradora de 2010 resolveu mover 2.000 BTC (cerca de US$ 182 milhões ou R$ 1,02 bilhão) hoje? Detectada pelos dados on-chain, a transação envolveu 40 endereços P2PK dormentes desde 2010, enviando lotes de 50 BTC para a exchange. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 512.935, uma alta de 4,37% em 24h. O movimento reacende debates sobre pressão de venda em um mercado volátil.


Origem dos Bitcoins: Minerados na Era Satoshi

Os 2.000 BTC saíram de 40 endereços Pay-to-Public-Key (P2PK), formato usado nos primórdios da rede Bitcoin, inclusive por Satoshi Nakamoto em transações para Hal Finney. Cada endereço recebeu exatamente 50 BTC em 2010, quando o bloco rendia essa quantia e o preço era irrisório — cerca de US$ 3,50 por BTC. Hoje, cada lote vale milhões, totalizando US$ 182 milhões a US$ 91 mil por unidade.

A movimentação ocorreu em lotes precisos de 50 BTC, preservando a estrutura original. Dados on-chain mostram inatividade total por 15 anos, sugerindo um minerador antigo ativando chaves legadas. Esse padrão é raro: baleias da era Satoshi raramente se movem, e quando o fazem, coincidem com pontos de inflexão de mercado.

Para Coinbase: Venda Iminente ou Estratégia?

Depósitos em exchanges como a Coinbase frequentemente sinalizam sell pressure, mas os dados sugerem nuances. Julio Moreno, da CryptoQuant, nota que mineradores antigos emergem em preços altos como os atuais (~US$ 91K). No entanto, fluxos para exchanges podem servir a múltiplos fins: hedging, colateral para derivativos, OTC ou simples custódia moderna.

Rachel Lin, da SynFutures, enfatiza que exchanges oferecem “optionalidade” — não necessariamente venda spot. O mercado reagiu com cautela: Bitcoin está estável em 24h, mas com liquidez sensível a narrativas on-chain. Movimentações assim ampliam spreads e eliminam traders alavancados, independentemente de vendas reais.

Riscos e Mistério Tecnológico

O timing intriga: por que agora, com BTC próximo de US$ 100 mil? Possíveis motivos incluem de-risking de chaves antigas, planejamento sucessório ou rotação para ativos como ETH, visto em casos prévios. P2PK é obsoleto e vulnerável; migrar para custódia institucional mitiga riscos operacionais.

Em termos de mercado, o influxo cria sombra de venda: se convertido em oferta ativa, pode pressionar preços para baixo. Historicamente, no entanto, muitos depósitos dormentes não resultam em dumps imediatos. Investidores devem monitorar saldos na Coinbase e fluxos subsequentes via ferramentas on-chain.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 512.935 com volume de 281 BTC em 24h, esse evento reforça a vigilância. Baleias OG influenciam volatilidade global, afetando exchanges locais. Com variação positiva de 4,37%, o ativo resiste, mas traders devem observar níveis de suporte em US$ 90K.

Vale monitorar: conversão em pressão real ou mera atualização de custódia? Os dados on-chain ditarão o próximo capítulo desse mistério da era Satoshi.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Baleia surreal colossal emergindo de abismo digital com fluxo dourado BTC rumo a portal luminoso, simbolizando whale da era Satoshi despertando após 15 anos

Baleia da Era Satoshi Desperta: US$ 182 Milhões Movidos Após 15 Anos

Os fantasmas da blockchain estão acordando. Uma baleia da era Satoshi movimentou 2.000 BTC, avaliados em cerca de US$ 182 milhões, para a Coinbase após mais de 15 anos de inatividade. Minerados em 2010, quando valiam meros centavos por unidade, esses fundos agora chegam a uma exchange centralizada em momento de tensão no mercado, gerando especulações sobre um possível dump que poderia pressionar o preço do Bitcoin.


Detalhes da Transação Misteriosa

Os fundos foram transferidos em parcelas de 50 BTC cada, no sábado passado, a partir de 40 endereços P2PK — o formato original usado no lançamento da blockchain por Satoshi Nakamoto. Segundo análises da Bubblemaps, a maioria desses endereços foi financiada há 15 anos, provavelmente pela própria Coinbase na época. Esses Bitcoins, recompensas de mineração da era inicial, valiam apenas US$ 3,50 por bloco de 50 BTC em julho de 2010. Hoje, com o BTC negociado próximo a US$ 91.000, representam um tesouro multimilionário.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 495.178,54 no Brasil, com alta de 1,77% nas últimas 24 horas. Essa discrepância de valor ilustra o poder exponencial do Bitcoin, mas também levanta suspeitas sobre as intenções do detentor.

Análise On-Chain e Alertas de Especialistas

Julio Moreno, chefe de pesquisa da CryptoQuant, destacou que mineradores da era Satoshi historicamente movem seus BTC em pontos de inflexão importantes. Esta é a maior transferência desse tipo desde novembro de 2024, quando o BTC estava a US$ 91.000 — nível similar ao atual. “Transferências para exchanges centralizadas sinalizam potenciais eventos de liquidez”, alerta Rachel Lin, CEO da SynFutures, que inclui realização de lucros ou preparação para volatilidade.

No entanto, nem todo movimento indica venda imediata. Baleias antigas são estratégicas, optando por hedges, liquidações OTC ou operações estruturadas. Ainda assim, o timing — em meio a saídas de ETFs e sensibilidade macroeconômica — amplifica a incerteza, podendo eliminar traders alavancados.

Riscos de Dump e Impacto no Suprimento

O principal temor é o risco de dump: moedas dormentes chegando à Coinbase frequentemente precedem vendas massivas, aumentando a oferta circulante e pressionando o preço para baixo. Diferente de holders recentes, esses pioneiros viram o BTC de centavos a milhões, e sua decisão de ativar agora sugere cálculo preciso — ou necessidade urgente de liquidez.

O mercado reagiu com cautela inicial, sem pânico imediato, mas movimentos de baleias assim testam a resiliência do BTC em níveis de resistência. Investidores devem monitorar fluxos de saída da Coinbase e clusters de endereços semelhantes via ferramentas on-chain.

Histórico de Baleias Despertas

Eventos similares não são inéditos. Em setembro de 2025, uma baleia com 479 BTC dormentes há 12 anos os moveu, parte de uma onda onde pioneiros converteram BTC em ETH. Em 11 de janeiro, outro movimento de US$ 181 milhões foi reportado, sugerindo continuidade. Esses ‘fantasmas’ da era Satoshi — possivelmente early adopters como Hal Finney — recordam que o suprimento de BTC é finito, e cada despertar altera o equilíbrio de oferta e demanda.

Vale acompanhar se mais endereços inativos seguem o mesmo caminho, especialmente com o halving recente ainda fresco na memória.


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Prisma hexagonal translúcido de Ethereum acumulando influxos dourados massivos com bordas seladas, simbolizando fila de unstaking zerada e stake bilionário da Bitmine

Fila de Unstaking ETH Zera pela 1ª Vez com Bitmine em Bilhões

Ninguém quer sair do staking de Ethereum. Pela primeira vez desde a transição para Proof-of-Stake, a fila de unstaking zerou completamente, enquanto a Bitmine, liderada por Tom Lee, acumulou 1.080.512 ETH — equivalentes a US$ 3,33 bilhões. Esse fenômeno reflete equilíbrio perfeito entre entradas e saídas de validators, com ativação imediata de novos stakes e yields atrativos de até 3,12% ao ano. Para o mercado, é um sinal técnico de confiança na rede.


Movimento Massivo da Bitmine no Staking

A Bitmine adicionou recentemente 86.400 ETH, avaliados em cerca de US$ 266-268 milhões, elevando seu total stakado para além de 1 milhão de tokens em apenas três semanas. A empresa, listada como BMNR na NYSE American, agora detém mais de 4,1 milhões de ETH em tesouraria, representando aproximadamente 3,43% do suprimento total da rede Ethereum.

Essa transição estratégica de mining de Bitcoin para validação Ethereum visa gerar fluxo de caixa previsível. Com taxas de staking atuais entre 2,81% e 3,12%, a posição da Bitmine pode render cerca de 33.700 ETH por ano, ou aproximadamente US$ 94 milhões em recompensas, dependendo do preço do ETH. Tal escala demonstra como instituições estão apostando em ativos yield-bearing para reservas corporativas.

Fila de Unstaking Zerada: Mecânica Técnica Explicada

No Ethereum Proof-of-Stake, a fila de unstaking processa saídas de validators em lotes para manter a estabilidade da Beacon Chain. Historicamente, picos de demanda causavam atrasos de dias ou semanas, especialmente em períodos de volatilidade. Agora, com a fila em zero, qualquer novo stake é ativado imediatamente, sem espera.

Isso ocorre porque as entradas superam as saídas: mais de 35 milhões de ETH estão stakados, cerca de 28% do suprimento circulante. O zeramento não indica marasmo, mas equilíbrio dinâmico — sinal de maturidade da rede. Para stakers como a Bitmine, significa otimização de capital: yields começam a fluir sem latência, reduzindo o risco de oportunidade em mercados de alta.

Implicações para Oferta, Demanda e Ecossistema

A dinâmica reduz a pressão de venda imediata no mercado spot, pois ETH stakado fica “travado” por um período mínimo de ativação. Com a Bitmine mirando 5% do suprimento ETH, a oferta circulante pode encolher ainda mais, potencializando valorização em cenários bullish. Isso beneficia diretamente L2s como Optimism e Arbitrum, que dependem da segurança e finalidade da Layer 1.

Upgrades como Pectra, em desenvolvimento, prometem otimizar staking e mecanismos de MEV, elevando eficiência. Para investidores brasileiros, monitore taxas via plataformas locais ou globais: yields competitivos com baixa inflação do ETH tornam o staking uma opção de renda passiva acessível, mesmo em carteiras frias.

Estratégia Corporativa e Próximos Passos

Tom Lee planeja expandir com aumento de 1.000x nas ações autorizadas, visando splits para acessibilidade em US$ 25 por ação, apesar de quedas recentes. Essa tesouraria ETH reforça a Bitmine como pioneira em adoção corporativa, testando resiliência em ciclos de baixa. Investidores devem acompanhar métricas on-chain como taxa de participação e fila de entrada para avaliação do sentimento de mercado.

Vale observar se o zeramento persiste ou se eventos macro, como decisões regulatórias, revertem a tendência. Por ora, a confiança institucional pesa a favor da estabilidade de longo prazo no Ethereum.


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