Núcleo estelar dourado pulsante com anéis cyan de atividade on-chain, simbolizando potencial trilionário de Solana e recordes da Avalanche em L1s

Solana Pode Valer Trilhões? Bitwise Vê Potencial em L1s

O CIO da Bitwise Asset Management, Matt Hougan, projeta que a Solana pode se tornar um ativo de US$ 1 trilhão em 5 anos, equivalendo a cerca de US$ 1.766 por SOL com base na oferta circulante atual de 566 milhões de tokens (US$ 1.615 na fully diluted). Essa visão ocorre em meio a um mercado volátil, onde preços de redes L1 como Avalanche caíram 59% no quarto trimestre de 2025, apesar de métricas on-chain em recorde histórico, conforme relatório da Messari. Os dados destacam o contraste entre valor de mercado e atividade fundamental nessas blockchains.


Projeção de Valuation para Solana

A secretária do Tesouro dos EUA espera que o mercado de stablecoins cresça 12 vezes em quatro anos, enquanto Larry Fink, CEO da BlackRock, prevê tokenização de todos os ativos tradicionais. Os dados apresentados por Hougan em podcast recente enfatizam dois fatores principais: expansão do mercado endereçável para stablecoins e ativos tokenizados, além de ganho de participação da Solana frente a concorrentes como Ethereum.

A Solana se destaca pela facilidade de uso, com throughput elevado e comunidade focada em execução rápida. Investidores subestimam essa usabilidade em detrimento de métricas como TPS (transações por segundo). Além disso, o staking yield de cerca de 7% ao ano mitiga a diluição da oferta, permitindo que o market cap cresça independentemente de revisitas a máximas de preço anteriores. No momento da análise, SOL negociava a US$ 115,40, abaixo da média móvel exponencial de 200 semanas.

Fatores Regulatórios e Institucionais

O ambiente regulatório anterior restringia instituições de construírem sobre Solana, vista como fora do perímetro regulatório nos EUA. Com avanços como o possível Clarity Act, mandatos institucionais se ampliam. ETFs de Solana concentram inflows em uma oferta relativamente limitada, criando um setup atrativo. Segundo cálculos simples de market cap, US$ 1 trilhão dividido pela oferta circulante implica US$ 1.766 por SOL; com fully diluted em 619 milhões, cerca de US$ 1.615.

Hougan mantém neutralidade em alvos precisos, citando dependência de ciclos de mercado, crescimento de tokenização e aprovações legislativas. Essa abordagem baseia-se em tendências observadas nos últimos 10-15 anos de adoção.

Contraste com Avalanche: On-Chain em Alta

Enquanto Solana recebe projeções otimistas de longo prazo, a Avalanche demonstra resiliência on-chain apesar da desvalorização de AVAX em 59% no Q4. Relatório da Messari aponta crescimento explosivo em métricas fundamentais, como volume de transações e atividade de rede, desafiando o bear market geral.

Esses dados revelam uma desconexão comum em redes L1: preços refletem sentimento de curto prazo, enquanto on-chain captura utilidade real. Traders devem monitorar níveis como suporte em US$ 110 para SOL (próximo à mínima recente) e resistência em US$ 128, além de TVL e volume diário em Avalanche para validar continuidade.

Implicações para Redes L1

Os números mostram que redes L1 como Solana e Avalanche posicionam-se como infraestrutura para finanças tokenizadas. Expansão de stablecoins e ETFs pode elevar market caps, mas volatilidade persiste. Investidores observam diluição de token, yields de staking e participação relativa no ecossistema DeFi. No contexto brasileiro, com Bitcoin a R$ 438.660 segundo o Cointrader Monitor (variação +1,98% em 24h), altcoins L1 demandam análise além do gráfico diário.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Baleias cartoon mergulhando para acumular cristais ADA em oceano digital, enquanto peixes varejo fogem, simbolizando divergência on-chain em Cardano

Baleias Acumulam US$ 160 Milhões em ADA no Suporte Crucial

Baleias de Cardano (ADA) acumularam mais de US$ 160 milhões em tokens nos últimos dois meses, aproveitando o teste do suporte em US$ 0,32, enquanto o varejo realiza vendas. Essa divergência sugere acumulação inteligente em meio ao caos de mercado, com BTC, ETH e XRP também tentando recuperação após correções semanais de até 14%. Investidores monitoram se esses níveis representam pontos de entrada ou armadilhas.


Acumulação de Baleias em ADA Contrasta com Vendas do Varejo

Carteiras grandes de ADA, com saldos entre 100 mil e 100 milhões de tokens, adicionaram 454 milhões de ADA nos últimos dois meses, equivalendo a cerca de US$ 160 milhões a preços atuais. Dados on-chain da Santiment revelam essa movimentação, enquanto holders menores, com até 100 ADA, venderam 22 mil tokens nas últimas três semanas. No dia 29 de janeiro, houve saída líquida de US$ 3,36 milhões em ADA das exchanges, sinalizando transferência para carteiras frias ou staking.

Essa dinâmica reforça o padrão clássico de ‘siga o dinheiro inteligente’: baleias compram na fraqueza, posicionando-se para uma potencial reversão. O preço do ADA negocia próximo a US$ 0,34, após queda de 6% em 24 horas e 5% na semana, alinhado à fraqueza geral do mercado cripto.

Análise Técnica: Suporte de US$ 0,32 em Teste Decisivo

No gráfico semanal, ADA posiciona-se no suporte S1 em torno de US$ 0,32, abaixo das médias móveis de 21 e 50 semanas, indicando tendência de baixa ainda dominante. O Stochastic RSI aguarda cruzamento altista para confirmar momentum. No diário, o ativo opera em canal descendente, testando resistências nas EMAs de 20 e 50 dias (US$ 0,37-0,38).

Analistas como Crypto Crew University e Mr. CryptoCeek destacam essa zona como ‘nível de decisão’. Um rompimento acima da linha de tendência descendente pode mirar US$ 0,50; perda do suporte retestaria US$ 0,33. O RSI em 44 reflete momentum fraco, mas a acumulação on-chain pode sustentar o piso.

Recuperação de BTC, ETH e XRP: Suportes em Foco

Paralelamente, Bitcoin (BTC) supera US$ 87.700, testando o canal horizontal em US$ 87.787 após correção semanal de 7,48%. Suporte imediato em US$ 86.000-87.000, com RSI em 39 e MACD negativo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC vale R$ 431.702 (-5,59% em 24h).

Ethereum (ETH) segura US$ 2.852 próximo ao suporte de 61,8% Fibonacci em US$ 2.749, mirando US$ 3.017 se confirmar. XRP retesta US$ 1,83 após quedas semanais de 7%. O Índice de Medo e Ganância em 29 reforça cautela, com liquidez comprimida.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

A divergência em ADA sugere que o varejo pode estar sendo ‘sacudido’ antes de uma alta, especialmente com eventos de fevereiro como upgrades de governança, testes de privacidade e lançamento de futuros ADA na CME (9/02). Charles Hoskinson prometeu ‘mês louco’. Para BTC/ETH/XRP, fechamentos acima de resistências diárias validariam reversão.

Investidores devem monitorar volume, RSI acima de 50 e saídas de exchanges. Esses suportes representam oportunidades potenciais, mas volatilidade geopolítica (tensões EUA-Irã) exige gestão de risco. Dados on-chain priorizam acumulação sobre pânico varejista.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Funil de vidro translucido com massa dourada BTC acumulada no topo e gotas mínimas saindo, simbolizando supply squeeze na Binance

Supply Squeeze: Influxos de BTC na Binance em Mínima de 4 Anos

Os influxos de Bitcoin na Binance atingiram a mínima de quatro anos, com apenas 5.700 BTC depositados por mês — metade da média histórica de 12.000 BTC. Esse fenômeno on-chain, conhecido como supply squeeze, reflete holders transferindo ativos para armazenamento frio, sinalizando confiança de longo prazo. Apesar de saídas de ETFs, o BTC recuperou acima de US$ 90 mil em 28 de janeiro, antes de consolidar na faixa de US$ 89 mil. Dados sugerem potencial altista mesmo em DXY fraco.


Queda Drástica nos Depósitos da Binance

A redução nos influxos para a maior exchange global indica uma mudança comportamental dos investidores. Há meses, os depósitos permanecem abaixo da média, especialmente após a correção de 30% desde o pico de US$ 126 mil em outubro. Analistas apontam que essa tendência se torna permanente, com menos Bitcoins disponíveis para venda imediata.

Com volumes diários abaixo de US$ 50 bilhões, a pressão vendedora diminui significativamente. O supply squeeze potencializa altas futuras quando a demanda aumentar, independentemente de catalisadores macro como decisões do Federal Reserve. Dados de plataformas como Glassnode e Santiment reforçam essa dinâmica de escassez nas exchanges.

Resiliência do Preço Frente a Saídas de ETFs

Em 26 de janeiro, ETFs de Bitcoin spot registraram saídas líquidas de US$ 147 milhões, lideradas pelo BlackRock IBIT com US$ 102,81 milhões. Ainda assim, o BTC subiu 2% de mínima intradiária de US$ 87 mil, alcançando capitalização de US$ 1,78 trilhão.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin valia R$ 463.773 às 19h39 de 28 de janeiro, com +0,16% em 24h. Hoje, 29 de janeiro, cotava a R$ 457.420,68 (-1,21%), com dólar a R$ 5,20. Os dados on-chain das exchanges superam temporariamente os fluxos institucionais.

Análise Técnica em Cenário Macro

O Bitcoin consolida abaixo das médias móveis de 50 e 200 dias, com suporte em US$ 84-87 mil segurando a estrutura altista. Resistência em US$ 91.400; rompimento para US$ 95 mil sinalizaria compra forte. RSI em 64,5 indica território neutro-altista, sem sobrecompra.

Em contexto de DXY fraco — com dólar recuando —, o supply squeeze ganha relevância. Menos oferta nas exchanges previne quedas abruptas, enquanto armazenamento frio em recordes sugere acumulação. O mercado aguarda o Fed, mas os fatos on-chain já apontam viés positivo.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para brasileiros, com BTC acima de R$ 450 mil, esse cenário reforça a escassez. Baleias e instituições sinalizam confiança, contrapondo narrativas de baixa. Vale monitorar influxos contínuos e níveis técnicos. Os dados indicam que a oferta nas exchanges está se esgotando, amplificando impactos de demanda futura.

Negocie com dados precisos: acompanhe influxos via ferramentas on-chain para decisões informadas.


💰 Invista em Bitcoin: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse análises avançadas.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Lago dourado de Bitcoin retraindo com cristais azuis frios emergindo, simbolizando influxos mínimos na Binance e supply squeeze de holders

Oferta de BTC Seca na Binance: Influxos em Mínima de 4 Anos

Os influxos de Bitcoin na Binance atingiram a média mensal mais baixa em quatro anos, com apenas 5.700 BTC depositados por mês — metade da média histórica de 12.000 BTC. Esse fenômeno on-chain sugere um choque de oferta (supply squeeze), com holders transferindo ativos para armazenamento frio em sinal de confiança de longo prazo. Apesar disso, o BTC recuperou para acima de US$ 90 mil em 28 de janeiro, antes de recuar para a faixa de US$ 89.300-89.600.


Queda Histórica nos Depósitos da Binance

A redução drástica nos influxos para a maior exchange do mundo indica uma mudança estrutural no comportamento dos investidores. Dados on-chain mostram que, há vários meses, os depósitos permanecem consistentemente abaixo da média histórica. Isso reflete uma preferência por holding de longo prazo, em vez de vendas imediatas, especialmente após a correção de 30% desde o pico de US$ 126 mil em outubro.

Analistas como Darkfost destacam que essa dinâmica não é temporária, mas se torna permanente. Com menos Bitcoins chegando às exchanges, a liquidez para vendas diminui, potencializando pressões altistas quando a demanda aumentar. No dia 28 de janeiro, o volume diário de negociações ficou abaixo de US$ 50 bilhões, reforçando a baixa pressão vendedora.

Resiliência do Preço Contra Saídas de ETFs

Contrariando as saídas líquidas de US$ 147 milhões dos ETFs de Bitcoin spot em 26 de janeiro — lideradas pelo BlackRock IBIT com US$ 102,81 milhões em resgates —, o preço do BTC subiu 2% de uma mínima intradiária de US$ 87 mil. A capitalização de mercado chegou a US$ 1,78 trilhão no pico, um ganho de US$ 40 bilhões.

Esse movimento demonstra que os dados on-chain de exchanges superam temporariamente os fluxos institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 463.773 às 19h39, com variação de +0,16% em 24h e volume de 233 BTC nas exchanges brasileiras.

Análise Técnica: Consolidação com Viés Altista

O BTC negocia abaixo das médias móveis exponenciais de 50 e 200 dias, em uma fase de consolidação. O suporte em US$ 84-87 mil segura a estrutura altista de longo prazo, enquanto a resistência em US$ 91.400 impede um rompimento imediato. Recuperar US$ 95 mil sinalizaria ‘compra forte’.

O RSI está em torno de 64,5, território neutro-altista, sem sobrecompra. O mercado aguarda catalisadores como a decisão do Federal Reserve para quebrar o impasse. Baixos influxos previnem crashes, mas falta compra agressiva de ETFs para um ‘moonshot’.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público brasileiro, esse supply squeeze reforça a narrativa de escassez, especialmente com o BTC acima de R$ 460 mil. Baleias e holders institucionais sinalizam confiança, contrapondo narrativas de baixa. Vale monitorar influxos contínuos e níveis técnicos chave. Os dados sugerem que a oferta nas exchanges está se esgotando, o que pode amplificar altas futuras se a demanda persistir.


💰 Negocie Bitcoin com segurança: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse ferramentas avançadas de análise on-chain.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon despejando sacos gigantes de XRP sobre mercado turbulento, ilustrando vendas massivas da Ripple e riscos de centralização

Mãos Pesadas: Ripple Vendeu 58 Bilhões de XRP em 13 Anos

Dados on-chain revelam que executivos e a Ripple Labs venderam ou distribuíram cerca de 58,5 bilhões de XRP desde o lançamento em 2012. Esse volume colossal, equivalente a mais da metade da oferta total de 100 bilhões de tokens, expõe a ‘mão pesada’ dos criadores sobre o ativo. Com holdings atuais em torno de 41,5 bilhões de XRP, o histórico de despejos levanta alertas sobre diluição contínua e controle centralizado, especialmente em um mercado onde o XRP negocia a R$ 9,89 (cotação de 28/01/2026).


Alocação Original e Despejo Histórico

No início, em 2012, a XRP Ledger criou 100 bilhões de tokens de uma só vez, sem mineração ou inflação posterior. Desses, 80 bilhões foram alocados diretamente para a Ripple Labs (então OpenCoin), enquanto 20 bilhões foram destinados aos fundadores Jed McCaleb, Arthur Britto e David Schwartz, além de participantes iniciais. Essa estrutura centralizada sempre foi criticada por concentrar poder nas mãos de poucos.

Ao longo de 13 anos, a diferença entre a alocação inicial e os saldos atuais aponta para a saída de 58,515 bilhões de XRP do ecossistema controlado pelos insiders. Esse movimento ocorreu paralelamente a ciclos de mercado, litígios com a SEC e tentativas de adoção em pagamentos internacionais via RippleNet. Apesar da valorização desde o primeiro preço registrado em 2013 (US$ 0,005), o volume vendido sugere uma estratégia de realização de lucros constante, independentemente das oscilações.

Holdings Atuais dos Executivos

Hoje, os principais controladores detêm cerca de 41,485 bilhões de XRP. A Ripple Labs mantém aproximadamente 37,685 bilhões, divididos entre 3,5 bilhões em carteiras acessíveis e 34,185 bilhões em escrow. Entre os indivíduos, Chris Larsen, chairman da Ripple, lidera com cerca de 2,5 bilhões de XRP espalhados por oito carteiras. Arthur Britto controla 1,3 bilhão em sete endereços, enquanto David Schwartz, cofundador e CTO, tem posições menores, com picos históricos de apenas 26 milhões.

Esses números, extraídos de rastreamento on-chain, ilustram a persistência do controle insider. Jed McCaleb, que saiu da empresa em 2014, já havia devolvido grande parte de sua alocação original, mas o núcleo remanescente continua influente. Para investidores, isso significa que decisões corporativas podem impactar diretamente a supply circulante, gerando pressão vendedora imprevisível.

O Escrow e a Pressão Inflacionária

Em 2017, para mitigar críticas sobre liberação ilimitada, a Ripple instituiu um escrow de 55 bilhões de XRP, com potencial liberação mensal de 1 bilhão. Porções não utilizadas voltam ao bloqueio, e atualmente restam 34,185 bilhões travados. No entanto, essa mecânica não elimina o risco de diluição: desde 2017, bilhões já foram liberados, muitos para vendas ou parcerias.

Diferente do Bitcoin, sem mecanismos de emissão, o XRP depende dessa gestão centralizada. Com o token operando sem staking ou mineração, qualquer aceleração nas liberações pode agravar quedas de preço. Analistas com viés de baixa veem nisso um teto estrutural para valorizações sustentadas, especialmente após vitórias parciais contra a SEC.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, onde o XRP atrai atenção por pagamentos transfronteiriços, esses dados on-chain reforçam a cautela. Com o dólar a R$ 5,19 e Bitcoin a R$ 460.912 (segundo o Cointrader Monitor), o XRP em R$ 9,89 reflete consolidação, mas o histórico de vendas massivas sugere viés de baixa de longo prazo.

Investidores devem monitorar liberações de escrow e movimentos de baleias. A centralização, embora eficiente para adoção institucional, compromete a narrativa descentralizada, expondo holders a riscos de manipulação supply-side. Vale questionar: com tanto já vendido, o que resta para sustentar rallies?


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Prisma Ethereum no limiar luminoso pressionado por fluxos dourados institucionais e cyan de baleias, simbolizando acumulação de US$12 bi

Ethereum no Limiar: US$ 12 Bi em Compras e Limiar Raro

O Ethereum atingiu um limiar técnico raro no realized price, nível visto apenas uma vez na história, coincidindo com acumulação institucional massiva. A BitMine Immersion Technologies comprou 40.302 ETH recentemente, elevando seu total para 4.243.338 ETH – equivalente a 3,52% do suprimento circulante e mais de US$ 12,3 bilhões. Esse movimento contrasta com vendas recentes de baleias, sinalizando uma batalha de gigantes que pode preceder uma expansão explosiva no preço do ETH.


O Limiar Técnico e Seu Significado Histórico

O realized price das carteiras de acumulação do Ethereum atua como suporte crucial. De acordo com análises on-chain, o ETH alcançou esse nível apenas uma vez anteriormente, em condições semelhantes às atuais. Apesar do preço atual próximo aos níveis de entrada das baleias – em torno de US$ 2.903 conforme gráficos recentes –, a acumulação persiste, indicando que grandes players veem valor justo no ativo.

Esse limiar reflete compressão de volatilidade e transição de distribuição para acumulação, padrões observados antes de movimentos parabólicos. Dados mostram que o preço se mantém dentro de um canal ascendente, com suporte no realized price evitando quedas mais profundas após choques macroeconômicos.

Acumulação Agressiva da BitMine Immersion

A BitMine Immersion Technologies executou uma compra de 40.302 ETH em uma única transação, elevando suas reservas para 4.243.338 ETH, avaliados em mais de US$ 12,3 bilhões. Isso representa 3,52% do suprimento circulante total do Ethereum, uma posição dominante que reforça o piso de preço de longo prazo.

Importante destacar que mais de 2 milhões de ETH já estão em staking, gerando recompensas anualizadas de US$ 180 milhões. Essa estratégia de compounding demonstra compromisso de longo prazo, com pressão compradora sustentada que beneficia holders minoritários. No momento da redação, o ETH negocia a US$ 3.018 (R$ 15.630), com alta de 3% nas últimas 24 horas.

Batalha entre Baleias Antigas e Institucionais Novos

Contrapondo as compras institucionais, baleias adormecidas movimentaram recentemente US$ 340 milhões em ETH, conforme post de 26 de janeiro. Essa dinâmica cria uma batalha clássica: vendedores de posições antigas versus acumuladores institucionais agressivos. Análises sugerem que o influxo de capital fresco supera as saídas, com o realized price atuando como barreira.

Eventos como o ICO criptografado da Zama na mainnet ETH – que atraiu US$ 118 milhões em 3 dias e superou Uniswap em atividade – reforçam a utilidade da rede, atraindo mais liquidez. Essa tensão pode comprimir a volatilidade antes de uma liberação explosiva.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, onde o ETH-BRL registra R$ 15.630, essa acumulação institucional fortalece o ativo como reserva de valor. Investidores devem monitorar o canal ascendente e o suporte no realized price. Qualquer rompimento acima de US$ 3.000 pode validar o cenário de alta, enquanto quedas testariam o limiar novamente.

Dados on-chain indicam preparação para upside, mas volatilidade macro persiste. A posição da BitMine, com staking ativo, exemplifica sofisticação institucional crescendo no ecossistema ETH.


📌 Nota: Uma das fontes citadas estava indisponível no momento da redação.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Correntes vermelhas fluindo de rede digital cyan rachada para lingotes de ouro e prata, simbolizando rotação de capital institucional para metais preciosos

Cripto Sangra US$ 7 Bi: Capital Institucional Migra para Ouro

Os mercados cripto enfrentam uma fuga recorde de US$ 1,73 bilhão de fundos na semana passada, segundo a CoinShares, com BlackRock e Fidelity liderando as retiradas. Paralelamente, a oferta de stablecoins ERC-20 na Ethereum caiu US$ 7 bilhões, de US$ 162 bi para US$ 155 bi, sinalizando redução de liquidez. Capital institucional migra para metais preciosos, com prata em US$ 100/onça e ouro próximo a US$ 5 mil/onça, em movimento risk-off clássico.


Saídas Recorde em ETFs de Cripto

De acordo com relatório da CoinShares, os produtos negociados em bolsa (ETPs) de criptomoedas registraram a maior saída semanal desde novembro de 2025, totalizando US$ 1,73 bilhão. BlackRock viu US$ 950 milhões em retiradas de seu iShares Bitcoin Trust, Fidelity perdeu cerca de US$ 470 milhões e Grayscale, US$ 270 milhões. O mercado americano concentrou quase todo o volume, com US$ 2 bilhões saindo de lá.

Bitcoin e Ethereum foram os mais afetados: fundos de ETH perderam US$ 1,1 bilhão, enquanto BTC registrou saídas de US$ 630 milhões. Apesar disso, nichos como Solana atraíram US$ 17 milhões, indicando rotação seletiva. Esses dados refletem ceticismo renovado com ativos de grande capitalização em meio a expectativas frustradas de cortes rápidos de juros pelo Fed.

Queda Histórica na Liquidez de Stablecoins

Dados on-chain revelam a primeira contração semanal acentuada de stablecoins ERC-20 no ciclo atual. A capitalização caiu US$ 7 bilhões na rede Ethereum, marcando sinal de alerta para liquidez cripto. Analistas como Darkfost associam isso a conversões de volta para fiat, com emissores queimando suprimento excedente.

Na Binance, saídas massivas confirmam o padrão: US$ 1,97 bilhão em BTC, US$ 1,34 bilhão em ETH e US$ 3,11 bilhões em USDT ERC-20 na semana de 19 de janeiro. Reservas de USDT na exchange despencaram de US$ 9,16 bi para US$ 4,6 bi em duas semanas, sugerindo realização de lucros e redução de exposição.

Rotação para Metais Preciosos

Enquanto cripto perde tração, capital rotaciona para ativos tradicionais de refúgio. A prata atingiu US$ 100/onça, recorde histórico, e o ouro opera a US$ 4,9 mil/onça, com ganho semanal de 8%, aproximando-se de US$ 5 mil. Relatório da CryptoQuant destaca essa inversão paradigmática, com dólar enfraquecido pela maior desvalorização semanal desde maio passado.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,33 bilhão em saídas sem colapso total de preço, graças à resiliência de mineradores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.743 (-0,44% em 24h). Ouro a R$ 26.940/onça e prata R$ 595/onça (AwesomeAPI) reforçam a flight-to-safety.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa dinâmica aponta mudança de sentimento: cripto volta a ser visto como ativo de risco em ambiente macro volátil. Liquidez sistêmica do Fed contraiu US$ 90 bilhões recentemente, pressionando ativos especulativos. Investidores recalibram prazos, optando por hedges ou altcoins descontadas.

Bitcoin testa suporte em US$ 87.500 (média móvel 100 semanas), com resistência em US$ 90 mil. Monitorar inflows em metais e stablecoins indicará se o risk-off persiste. Para traders brasileiros, diversificação ganha relevância em meio a USD/BRL a R$ 5,295.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Silhuetas colossais de baleias digitais emergindo de abismo com trilhas ETH para exchanges e DeFi, alertando sobre wallets dormentes de Ethereum

Baleias de Ethereum Acordam Após 9 Anos e Movem US$ 340 Milhões

Baleias antigas de Ethereum saíram da hibernação após nove anos de inatividade, movimentando volumes expressivos de ETH em meio à queda de preços. Um endereço dormente desde 2017 transferiu 50 mil ETH (cerca de US$ 145 milhões) para a exchange Gemini, enquanto outra entidade conhecida como ‘BTC OG 内幕巨鲸’ depositou 118 mil ETH (US$ 343 milhões) no protocolo Aave. Esses movimentos ocorrem com ETH cotado a aproximadamente US$ 2.936 (R$ 15.499), sinalizando possível pressão de venda ou realocação estratégica.


Movimentos On-Chain das Baleias Dormentes

Os dados on-chain revelam padrões distintos entre essas baleias. O endereço 0xb5Ab08D153218C1A6a5318B14eeb92DF0Fb168D6, inativo desde julho de 2017, acumulou originalmente 135 mil ETH da Bitfinex a cerca de US$ 90 por unidade — um ganho de 32x em valor. Recentemente, dividiu a transferência em duas transações de 25 mil ETH cada para a Gemini, conforme monitorado por plataformas como Arkham Intelligence. Apesar disso, o saldo remanescente é de 85.283 ETH, avaliados em US$ 247 milhões.

Paralelamente, a entidade apelidada de ‘BTC OG 内幕巨鲸’ retirou ETH da Binance e depositou no Aave, totalizando 118 mil ETH como colateral. Essa posição suporta um empréstimo de US$ 180 milhões em USDC, com saúde financeira de 1,59 — um nível vulnerável a liquidações em quedas acentuadas. Esses fluxos destacam a reativação de holders de longo prazo, comuns em ciclos de alta como 2017.

Estratégias Divergentes: Venda ou Alavancagem?

A destinação para Gemini sugere potencial realização de lucros ou preparação para vendas, especialmente com ETH testando suportes abaixo de US$ 2.900 pela quarta vez desde novembro de 2025. Já o depósito no Aave indica estratégia de leveraged yield: usar ETH como colateral para borrow de stablecoins e recomprar mais ETH, ampliando exposição em mercados de alta. No entanto, a saúde de 1,59 expõe riscos — uma queda de 37% no ETH poderia acionar liquidação automática.

Dados recentes mostram correlação com eventos macro, como discursos de Trump e políticas nos EUA, sugerindo que essas baleias operam com timing preciso, possivelmente institucional. O mercado cripto registrou US$ 676 milhões em liquidações nas últimas 24 horas, com ETH liderando em US$ 220 milhões, reforçando o contexto de pressão vendedora.

Contexto de Mercado e Pressão de Venda

ETH negocia a US$ 2.936 (-2,5% em 24h, -10,2% semanal), enquanto Bitcoin está a R$ 465.479,90 (+1,33%) pelo Cointrader Monitor. Movimentos de baleias dormentes frequentemente precedem volatilidade: depósitos em exchanges como Gemini elevam oferta líquida, podendo acelerar quedas. Historicamente, holders de 2017 venderam em topos de 2021, impactando preços.

Outros sinais on-chain, como realização de perdas em BTC (US$ 4,5 bilhões, maior em 3 anos), indicam desalavancagem generalizada. Investidores devem vigiar inflows em Gemini e health scores no Aave para antecipar impactos.

O Que Monitorar em Seguida

Para traders brasileiros, esses eventos reforçam a necessidade de análise on-chain. Ferramentas como Arkham e Lookonchain rastreiam esses endereços: 0xb5… para Gemini e o novo da ‘BTC OG’ no Aave. Uma venda em massa poderia testar suportes em US$ 2.800, mas retenção de saldos sugere rotação, não pânico total. Vale observar liquidações e volume em exchanges locais.

Em resumo, a ‘acordada das baleias’ de 2017 movimenta US$ 340M+ em ETH, demandando vigilância em um mercado volátil. Dados sugerem realocação estratégica, mas risco de downside persiste.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede de nós cristalinos dourados de holders Bitcoin rachando com faíscas vermelhas, simbolizando perdas on-chain e início de mercado de baixa

Holders de Bitcoin Registram Perdas pela 1ª Vez em 2 Anos

Sinal de mercado de baixa? Detentores de Bitcoin estão realizando perdas líquidas pela primeira vez desde outubro de 2023, acumulando US$ 6,1 bilhões em prejuízos desde dezembro de 2025, conforme dados on-chain da CryptoQuant. Essa inversão nas dinâmicas de lucro, após mais de dois anos de ganhos consistentes, ecoa o início da transição para o mercado de baixa de 2021-2022. Com o BTC negociado a cerca de US$ 88.000, investidores monitoram se isso marca o começo de um ciclo de baixa prolongado.


Perdas Realizadas Acumuladas

De acordo com análise da CryptoQuant, holders venderam 69.000 BTC em posições de perda desde dezembro de 2025, equivalendo a US$ 6,1 bilhões em prejuízos realizados. Esse é o primeiro período negativo de 30 dias desde outubro de 2023, rompendo uma sequência de lucros líquidos que durou 15 meses.

Os lucros realizados atingiram pico em janeiro de 2024, formando topos mais baixos ao longo de 2025 até virar negativos. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 460.624, com variação de -2,67% nas últimas 24 horas e volume de 199 BTC. Essa pressão sugere capitulação inicial entre detentores de curto prazo.

Comparação com Ciclos Anteriores

Os lucros líquidos realizados caíram para 2,5 milhões de BTC, nível visto pela última vez em março de 2024 e similar ao início do mercado de baixa de março de 2022. Naquele período, após picos em janeiro de 2021, os lucros declinaram com topos sucessivamente menores, culminando em perdas líquidas.

Atualmente, o padrão se repete: declínio desde março de 2024, com quedas acentuadas em dezembro de 2024, julho e outubro de 2025. Apesar das perdas recentes, o preço médio realizado permanece em US$ 56.000, mantendo a maioria dos holders no lucro geral, mas sinalizando enfraquecimento na estrutura de lucros.

Indicadores On-Chain em Alerta

O índice MVRV (Market Value to Realized Value) resfriou para 1,5x, abaixo dos 3-4x de topos de mercado, mas acima do sub-1x de bears profundos. Cerca de dois terços do suprimento de Bitcoin ainda está lucrativo, enquanto um terço está underwater aos preços atuais.

O Net Unrealized Profit/Loss migrou da euforia para zona de otimismo com ansiedade, com leituras negativas frequentes no Net Realized Profit/Loss. Esses dados apontam para condições de início de mercado de baixa, sem capitulação em massa, mas com conviction enfraquecida entre investidores profissionais.

Implicações para o Ciclo de Mercado

Essa mudança sugere que o ciclo de alta pode ter encerrado, com o mercado entrando em fase de digestão ou baixa inicial. Volumes de venda em perdas indicam capitulação modesta, mas sem extremos históricos. Investidores aguardam sinais de momentum renovado ou capitulação mais ampla antes de reposicionar.

Vale monitorar a evolução dos lucros realizados e MVRV nas próximas semanas, pois padrões semelhantes precederam correções prolongadas. Para brasileiros, com BTC em R$ 460 mil, ajustes em estratégias de tesouraria são recomendados em cenários de volatilidade.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias colossais digitais absorvendo energia dourada com cristal 104K em oceano volátil cyan-vermelho, simbolizando acumulação de Bitcoin por whales

Baleias Acumulam 104 Mil BTC em US$ 10 Bilhões Apesar da Volatilidade

Grandes detentores de Bitcoin, com carteiras acima de 1.000 BTC, acumularam 104.340 unidades recentemente, equivalente a cerca de US$ 10 bilhões, segundo dados da Santiment. Esse movimento de +1,5% nos holdings ocorre em meio à consolidação do preço, com transações acima de US$ 1 milhão atingindo picos de dois meses. As ‘mãos fortes’ compram na baixa enquanto o varejo hesita, sinalizando potencial para maior volatilidade à frente.


Acumulação Estratégica das Baleias

Os dados on-chain revelam que carteiras com pelo menos 1.000 BTC executaram uma acumulação coordenada, conforme reportado pela Santiment. Essa adição de 104.340 BTC representa um aumento de 1,5% no total controlado por esses grandes players, reduzindo a oferta disponível em exchanges.

Historicamente, tais acumulações durante fases de consolidação precedem rompimentos de volatilidade. Transações diárias acima de US$ 1 milhão voltaram a níveis elevados, os maiores em dois meses, indicando reposicionamento ativo. Isso sugere confiança em valorizações futuras, independentemente de narrativas como rotação de capital do ouro para Bitcoin, que análises mostram sem correlação clara.

O Bitcoin opera de forma independente de ativos tradicionais, com médias móveis de 180 dias confirmando ausência de migração sistemática de fundos. Assim, o foco permanece em catalisadores cripto-específicos, como adoção institucional.

Alavancagem 20x e Seus Riscos

Um exemplo concreto de agressividade é um trader com alavancagem de 20x em posições long de BTC, totalizando mais de US$ 63 milhões em exposição. O endereço 0x50b3 acumulou 379,62 BTC a um preço médio de US$ 89.318, com flutuações gerando perdas flutuantes de US$ 209 mil.

Essa estratégia também inclui posições vendidas de 25x em ETH (9.999 unidades, ~US$ 2,936 milhões), configurando um hedge relativo. No entanto, alavancagem extrema amplifica a volatilidade: uma oscilação de 5% contra a posição pode levar à liquidação forçada, injetando pressão vendedora no mercado.

Os dados sugerem que tais operações de alto risco contribuem para swings ampliados, especialmente em consolidações onde suportes como US$ 85.000 e resistências em US$ 95.000 são testados.

Implicações para Suporte e Resistência

Com a oferta se contraindo nas exchanges devido à acumulação, o Bitcoin consolida entre suporte em US$ 85.000 e resistência em US$ 95.000. A entrada de baleias reforça o suporte inferior, potencializando um rompimento altista se o volume confirmar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.723,63 (-1,31% em 24h, volume de 98,3 BTC). Essa dinâmica indica que mãos fortes posicionam para capturar a alta, mas liquidações alavancadas podem testar suportes.

Vale monitorar se o acúmulo sustenta acima de US$ 90.000, sinalizando força para novas máximas.

Perspectiva de Mercado

A combinação de acumulação on-chain e posições alavancadas aponta para um mercado em transição. Enquanto baleias constroem posições, a volatilidade pode aumentar com liquidações ou catalisadores positivos. Investidores devem observar níveis técnicos chave para entradas acionáveis.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem corporativo cartoon carregando maleta pesada de Bitcoin rumo a custódia Coinbase, com interrogação simbolizando venda iminente de GameStop

GameStop Transfere US$ 420 Mi em BTC para Coinbase: Venda Iminente?

A GameStop transferiu toda sua reserva de 4.710 BTC, avaliada em cerca de US$ 420 milhões, para a Coinbase Prime nesta semana, conforme dados on-chain da CryptoQuant. A operação, detectada em 24 de janeiro de 2026, reacende especulações sobre uma possível liquidação total, com prejuízo estimado em US$ 84 milhões. Embora transferências para a plataforma institucional frequentemente sinalizem vendas, também podem indicar custódia ou gestão interna de ativos.


Movimentação Completa Revelada por Analytics

A transferência integral do stack de Bitcoin da GameStop para a Coinbase Prime foi confirmada por múltiplas ferramentas de análise blockchain, incluindo Arkham Intelligence e CryptoQuant. Os 4.710 BTC foram adquiridos entre 14 e 23 de maio de 2025, a um preço médio de US$ 107.900 por unidade, totalizando um investimento inicial de aproximadamente US$ 504 milhões.

Com o Bitcoin negociado em torno de US$ 89.000 na data, a posição atual representa uma desvalorização não realizada de cerca de 17%. Relatos indicam transferências parciais anteriores, somando cerca de 2.396 BTC no início do mês, o que sugere um processo gradual antes da movimentação completa detectada agora. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 473.742,66 no mercado brasileiro, com variação de +0,11% em 24 horas.

Prejuízo Potencial e Estratégia Corporativa

Uma venda imediata geraria um prejuízo realizado de US$ 84 milhões, conforme cálculos da CryptoQuant, ou cerca de US$ 76 milhões segundo outras estimativas do Bitcoinist, dependendo do preço exato de execução. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil, com quedas recentes que pressionam tesourarias corporativas expostas a ativos digitais.

Empresas como a ETHZilla já venderam porções de suas reservas de Ethereum para reduzir dívidas. Para a GameStop, varejista de games, o Bitcoin representava uma diversificação experimental de tesouraria, mas a volatilidade persistente pode justificar a saída. Analistas apontam para estratégias de tax-loss harvesting ou realocação para ativos menos arriscados, especialmente com o dólar a R$ 5,29 via AwesomeAPI.

Impacto Técnico no Preço do Bitcoin

A questão central é se essa pressão vendedora já foi precificada. Transferências para Coinbase Prime frequentemente precedem liquidações, mas a plataforma também oferece custódia regulada. Dados on-chain não mostram vendas executadas até o momento, e o preço do BTC se mantém estável em US$ 89.300, sugerindo que o mercado pode já ter absorvido rumores iniciais de 23/01.

No entanto, um despejo total de 4.710 BTC (0,024% do suprimento circulante) poderia exercer pressão descendente em suportes próximos a US$ 85.000-87.000, especialmente se coincidir com outros fluxos institucionais. Os dados sugerem monitoramento de fluxos de saída da Coinbase para confirmação.

O Que Monitorar a Seguir

Investidores devem acompanhar comunicados oficiais da GameStop, ausentes até agora, e indicadores on-chain como saldo em carteiras quentes da Coinbase. Volumes de negociação em exchanges brasileiras, com BTC/BRL em R$ 473k, também refletem liquidez local. Em um contexto de alta institucional em ETFs, essa saída corporativa contrasta com acumulações de longo prazo, reforçando a necessidade de análise de fluxo para prever movimentos de preço.

Vale observar se outras tesourarias seguem o exemplo em meio à correção recente do BTC.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fortaleza hexagonal Bitcoin com rachaduras vermelhas e fluxo descendente de partículas, sinalizando lucro on-chain negativo e viés de baixa

Sinal de Alerta: Lucro On-chain Negativo no Bitcoin pela 1ª Vez desde Outubro de 2023

O lucro/prejuízo líquido realizado on-chain do Bitcoin entrou em território negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com perdas acumuladas de cerca de 69 mil BTC — equivalente a mais de US$ 6 bilhões ao preço atual. Combinado ao influxo de 17 mil BTC para exchanges e quatro indicadores técnicos firmemente de viés de baixa, o cenário sugere esfriamento do momentum de alta e possível correção até os US$ 80 mil. Dados frios para investidores avaliarem posições.


Lucro Realizado On-chain Entra em Negativo

De acordo com analistas da CryptoQuant, o indicador de lucro/prejuízo líquido realizado — que mede ganhos ou perdas consolidados ao movimentar moedas na blockchain — registrou território negativo em um período de 30 dias pela primeira vez em mais de dois anos. Isso reflete detentores de curto prazo cortando prejuízos, com o Bitcoin negociado a US$ 88.853 recentemente, ou cerca de R$ 475 mil no mercado brasileiro.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 475.111,81, com alta de 0,88% nas últimas 24 horas e volume de 172 BTC. Comparado a picos como março de 2024 (1,2 milhão de BTC em lucros), o atual mostra perda de força, similar a padrões de baixa em 2022.

No entanto, especialistas como Sean Dawson, da Derive, veem isso como sinal de menor volatilidade pela entrada de participantes mais sofisticados, sem necessariamente indicar reversão completa.

Os 4 Indicadores de Viés de Baixa em Convergência

A análise da CryptoQuant destaca quatro sinais sincronizados de viés de baixa: demanda aparente negativa (soma de 30 dias), distribuição por baleias (endereços com milhares de BTC, com variação anual negativa), dolphins (investidores médios-grandes em fase de venda) e Coinbase Premium negativo, indicando demanda mais fraca nos EUA.

Esses fatores apontam para supply excedendo absorção de compradores, com holders de longo prazo liberando moedas após acumulação em 2024-2025. Historicamente, essa convergência leva a consolidações prolongadas, não crashes imediatos.

Influxo para Exchanges Amplifica Pressão de Venda

Enquanto ETFs de Bitcoin absorveram mais de 617 mil BTC em 2025, apertando liquidez, o movimento recente de 17 mil BTC para plataformas centralizadas sinaliza intenção de venda por traders de curto prazo. Isso ocorre em zona de alta lucratividade on-chain (acima de 95%), comum antes de recuos.

Detentores de longo prazo pausaram as vendas e retomam a acumulação, segundo a Glassnode, criando tug-of-war. Para holders regulares, é alerta de volatilidade: evite FOMO, dollar-cost average e priorize risco controlado.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o Federal Reserve (mudança de liderança), ETF flows e suporte em US$ 80 mil. Com dólar a R$ 5,29 (AwesomeAPI), o BTC em BRL sente pressão cambial. Dados sugerem preparação para pullback, mas base estrutural (supply fixo, adoção) suporta recuperação longa-prazo. Vale posicionar com stop-loss e diversificação.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon da GameStop empurrando carrinho de BTC instável para portal de exchange, moedas caindo com rastro vermelho de prejuízo

Capitulação? GameStop Vende BTC com Prejuízo de US$ 76 Milhões

A GameStop transferiu toda sua reserva de 4.710 BTC para a Coinbase Prime, indicando uma venda iminente com prejuízo estimado em US$ 76 milhões. Os Bitcoins foram comprados em maio de 2025 a uma média de US$ 107.900, enquanto o preço atual gira em torno de US$ 90.000. Esse movimento ocorre paralelamente a dados on-chain que mostram lucros realizados negativos pela primeira vez desde 2023, totalizando perdas de 69 mil BTC. Capitulação institucional ou erro estratégico?


Detalhes da Operação GameStop

A varejista de games, conhecida pelo frenesi meme stock em 2021, acumulou 4.710 BTC entre 14 e 23 de maio de 2025, investindo cerca de US$ 504 milhões a um preço médio de US$ 107.900. Com o Bitcoin caindo abaixo de US$ 90.000, a transferência total para a Coinbase sugere liquidação para mitigar perdas maiores, potencialmente próximas de US$ 86 milhões segundo estimativas iniciais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 473.431 às 18:58 desta sexta-feira (23), com alta de 0,2% em 24 horas. Isso equivale a um prejuízo de cerca de R$ 380 milhões para a GameStop, destacando a volatilidade do ativo como reserva corporativa.

Contraste com Ações GME

Paradoxalmente, enquanto abandona o Bitcoin, as ações da GameStop (GME) subiram 6% após o CEO Ryan Cohen comprar 1 milhão de ações entre 20 e 21 de janeiro, elevando sua participação para 9,3%. O diretor Alain Attal também adquiriu papéis, sinalizando confiança no negócio principal de varejo.

Analistas veem isso como priorização de liquidez para recompras de ações em meio à fraqueza cripto. O suporte em US$ 22 para GME é monitorado, contrastando com a perda de momentum no Bitcoin.

Ciclos de Lucro On-Chain: Sinal de Capitulação?

Dados da CryptoQuant revelam que o ciclo de lucros realizados do Bitcoin virou negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com perdas líquidas de 69 mil BTC (US$ 6,18 bilhões a US$ 89.700). Em março de 2024, os lucros foram de 1,2 milhão BTC; em outubro de 2025, caíram para 331 mil BTC no ATH de US$ 124.774.

Esse padrão espelha março de 2022, quando o bear market já estava em curso. A métrica de net realized profit/loss indica perda de força, com holders de curto prazo (turistas) cortando perdas.

Impacto Psicológico e Perspectivas

O caso GameStop exemplifica capitulação institucional: uma empresa símbolo de adoção corporativa joga a toalha após meses de inatividade na tesouraria cripto. Psicologicamente, reforça o pessimismo, mas pode marcar o fundo se mais participantes liquidados estabilizarem o preço.

Sean Dawson, da Derive, minimiza correlação direta, enfatizando fatores macro como dívida dos EUA e política do Fed. Para 2026, a visão depende mais de políticas do que on-chain, com Trump favorecendo economia aquecida.

Investidores devem monitorar mNAV e fluxos ETF para confirmar se é capitulação final ou início de bear prolongado.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Núcleo cristalino Bitcoin corrompido por veias vermelhas pulsantes e fluxo de partículas para poços, alertando lucros on-chain negativos

Alerta On-chain: Lucros Bitcoin Negativos pela 1ª Vez Desde 2023

O ciclo de lucro on-chain do Bitcoin entrou em território negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com perdas realizadas acumuladas de 69 mil BTC, equivalentes a cerca de US$ 6,18 bilhões. Isso coincide com o Sharpe ratio negativo, similar aos drawdowns de 2022, e uma entrada de 16.653 BTC em exchanges nos últimos dias, pressionando o preço abaixo de US$ 90 mil. Os dados sugerem enfraquecimento no momentum de alta.


Ciclo de Lucro On-chain em Território Negativo

De acordo com análise da CryptoQuant, o net realized profit/loss — métrica que captura ganhos ou perdas realizados ao mover moedas on-chain — registrou perdas líquidas nos últimos 30 dias. Essa inversão ocorre após o Bitcoin cair abaixo de US$ 90 mil, forçando detentores de curto prazo a realizar perdas.

Em março de 2024, os lucros realizados atingiram 1,2 milhão de BTC, mas em outubro de 2025, mesmo com novo ATH de US$ 124.774, caíram para 331 mil BTC. O padrão atual espelha março de 2022, quando o mercado de urso já estava em curso. Cumulativamente, as perdas somam 69 mil BTC, ou US$ 6,18 bilhões a preços atuais.

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, destacou que “turistas do Bitcoin estão cortando perdas”, indicando saída de investidores especulativos.

Sharpe Ratio Revela Risco Desproporcional

O Sharpe ratio do Bitcoin, que mede retornos ajustados ao risco em relação a ativos seguros como T-Bills americanos, mergulhou em território negativo, níveis vistos em drawdowns de 2018-2019 e pós-colapso de 2022. Isso sinaliza que a volatilidade elevada não é compensada por retornos adequados.

Dados da CryptoQuant mostram que o ratio permaneceu negativo por meses em bear markets anteriores, mesmo após estabilização de preços. Não indica necessariamente fundo de mercado, mas reset de risk-reward. Analistas observam que recuperações sustentadas ocorrem quando o ratio volta a positivo, alinhando com novos bull runs.

Atualmente, com BTC negociando próximo a US$ 89 mil após volatilidade intraday e underperformance ante ouro e ações tech, o cenário permanece de cautela.

Influxo de 16 Mil BTC Aumenta Pressão Vendedora

Uma entrada líquida de 16.653 BTC em exchanges nas últimas 24 horas, conforme reportado, agrava a pressão de venda após o rally perder força em US$ 90 mil. Esse movimento sugere que holders estão posicionando-se para liquidez, potencializando sell-off.

Em contextos de métricas on-chain negativas, inflows assim historicamente amplificam correções. Investidores monitoram saldos de exchanges para sinais de capitulação ou absorção por compradores institucionais.

Cotação Atual e Estratégias de Risco

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.515,78 (-1,69% em 24h), alinhado à queda global para US$ 89.051,68 (dólar a R$ 5,28). Para gestão de risco, priorize posições dimensionadas, stop-loss e diversificação.

Os dados frios indicam possível repetição de padrões de 2022, mas fatores macro como política do Fed e dívida EUA podem alterar trajetória. Vale monitorar recuperação do Sharpe ratio e outflows de exchanges como sinais de reversão.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital com nó BTC central corrompido e vazamentos vermelhos, representando crise de segurança e prejuízos on-chain no Bitcoin

Crise de Segurança Cripto: BTC Registra Prejuízos On-Chain

📊 BOLETIM CRIPTO | 23/01/2026 | MANHÃ

Cautela define o início da manhã de 23 de janeiro de 2026. Falhas críticas de segurança na custódia estatal na Coreia do Sul e erro operacional na Crypto.com, combinadas com o primeiro sinal on-chain negativo de lucros no Bitcoin desde 2023, pesam mais que avanços regulatórios isolados como o draft do Senado americano. Esses eventos expõem fragilidades sistêmicas na gestão de ativos digitais, erodindo a confiança de investidores. O viés de baixa moderado prevalece, com perdas realizadas de 69 mil BTC sinalizando possível capitulação inicial, enquanto tensões regulatórias globais — de fraudes na China a vácuos legais nos EUA — amplificam a percepção de risco. Este boletim detalha o que aconteceu, implicações e indicadores chave para navegar o cenário.


🔥 Destaque: Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023

Pela primeira vez desde outubro de 2023, a métrica de Lucro/Prejuízo Realizado Líquido do Bitcoin entrou em território negativo, segundo a CryptoQuant. Isso indica que movimentações na blockchain resultaram em prejuízos agregados de cerca de 69 mil BTC, equivalentes a US$ 6,18 bilhões ao preço atual próximo de US$ 89 mil.

O sinal contrasta com picos anteriores de realização de lucros, como 1,2 milhão de BTC em março de 2024. Analistas comparam o padrão ao de março de 2022, que precedeu o mercado de baixa prolongado. Investidores de curto prazo — os “turistas”, como chamados — estão capitulando, vendendo com perda em meio à queda recente abaixo de US$ 90 mil.

Embora o evento sugira enfraquecimento da tendência de alta, vozes como Sean Dawson, da Derive, argumentam que o mercado amadureceu, com preço mais sensível a fatores macroeconômicos como previsões do Fed e crises de dívida soberana. A crise de títulos japoneses e reversões tarifárias de Trump contribuíram para liquidações de US$ 1 bilhão recentemente.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 471.524 apresenta variação de -1,63% em 24 horas, refletindo a pressão local. Monitorar se a métrica permanece negativa pode confirmar uma correção mais profunda ou redefinição de base para acumulação.


📈 Panorama do Mercado

O período reflete um viés de baixa moderado, impulsionado por uma tendência clara de erosão na confiança em custódia e segurança operacional. Incidentes como o roubo de US$ 48 milhões em BTC na Coreia do Sul via phishing e o erro de US$ 10,5 milhões na Crypto.com destacam vulnerabilidades humanas em entidades estatais e exchanges.

Tensões regulatórias globais fragmentadas agravam o quadro: repressão na China contra fraudes Ponzi com “air coins” contrasta com vácuos legais nos EUA, como a desistência do DOJ no caso OpenSea. Apesar disso, o draft do Comitê de Agricultura do Senado americano, com markup em 27/01, favorece a CFTC para BTC/ETH e protege yields de stablecoins, oferecendo um contraponto positivo.

Setores como segurança/custódia estão sob pressão intensa, enquanto Bitcoin e spot enfrentam capitulação on-chain. Stablecoins e DeFi, por outro lado, aquecem com defesas contra lobby bancário da Circle no WEF.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Erosão da confiança em gestão de ativos cripto: Falhas estatais na Coreia e operacionais na Crypto.com minam credibilidade de governos e CEX. É muito provável que isso acelere saques e migração para custodiantes pro, mas gere pânico de curto prazo com impacto em liquidez.
  • Vácuo regulatório incentivando insider e fraudes: Desistência DOJ no OpenSea cria brecha legal para insider trading em NFTs; fraudes chinesas como Ding Yifeng reforçam repressão asiática. Risco alto de práticas abusivas até novas leis específicas.
  • Restrições a yields de stablecoins: Lobby bancário alerta para fuga de US$ 6 tri em depósitos contesta Circle CEO. É provável que resulte em proibições, limitando DeFi e inovação nos EUA.
  • Início de bear market via capitulação on-chain: Prejuízos de 69k BTC sinalizam perda de força, similar a 2022. Possível cascata de vendas testando suportes abaixo de US$ 89k, agravado por macro como Fed.
  • Fragmentação legislativa nos EUA: Draft Ag Committee vs. Banking cria impasse. Provável atraso em clareza reg, elevando custos de compliance para exchanges e DeFi.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda por custódia institucional: Incidentes Coreia/Crypto.com impulsionam adoção de multi-sig, MPC e seguros. Janela curta para provedores profissionais capturarem governos e grandes players.
  • Clareza reg via CFTC e proteção DeFi: Draft Senado fortalece CFTC para BTC/ETH, exclui yields stablecoins. Médio prazo para influxo institucional e crescimento DeFi nos EUA.
  • Catalisador para legislação anti-insider: Falha OpenSea acelera leis específicas para NFTs/DeFi. Médio potencial para autorregulação em plataformas como OpenSea.
  • Flight to quality em BTC/ETH: Fraudes China e capitulação varejo canalizam capital para ativos estabelecidos. Curto prazo para acumulação em recuo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin: Métrica de Lucro On-Chain Negativa Pela 1ª Vez Desde 2023
Métrica CryptoQuant mostra lucros realizados líquidos negativos pela 1ª vez desde 2023, com 69k BTC ($6B) em prejuízos. Sinaliza enfraquecimento bull, similar a 2022, mas macro Fed pode dominar. Investidores de curto prazo capitulando.

2. Falha de custódia na Coreia do Sul expõe riscos da gestão estatal de cripto
Promotores sul-coreanos perdem US$48M em BTC apreendido via phishing em carteira oficial. Expõe falhas OpSec estatal, catalisando demanda por custódia pro. Risco de ataques a governos.

3. Projeto do Senado dos EUA Impulsiona CFTC e Favorece Setor Cripto
Comitê Agricultura Senado EUA lança draft fortalecendo CFTC para BTC/ETH, sem restrições yields stablecoins; markup 27/01. Vitória vs versão Banking, protege DeFi.

4. Caso OpenSea: Desistência do DOJ Expõe Vácuo Regulatório no Mercado NFT
DOJ desiste caso insider OpenSea após anulação; info confidencial não é ‘propriedade’. Cria vácuo legal, risco insider mas catalisador para leis específicas.

5. China: Ação judicial contra fraude cripto de Ding Yifeng sinaliza tolerância zero
Procuradoria Shenzhen acusa 30 em esquema Ponzi com ‘DDO air coin’; reforça repressão China. Flight to quality BTC/ETH esperado.

6. Crypto.com: Erro de US$ 10,5 milhões Expõe Falhas de Controle Interno
Erro funcionário transfere US$ 10,5 milhões em vez de US$ 100; detectado após 7 meses. Justiça ordena devolução, mas dano reputacional para CEX.


🔍 O Que Monitorar

  • Net Realized Profit/Loss BTC: Confirma profundidade da capitulação; acompanhe em CryptoQuant/Glassnode para sinal de força ou fraqueza.
  • Markup Senado Ag Committee (27/01): Resultado determina avanço CFTC/DeFi; siga C-SPAN e Senado EUA.
  • Movimentação fundos Coreia: Rastreie BTC roubado via Arkham para impacto liquidez.
  • Declarações DOJ/SEC insider: Pós-OpenSea, indica direção reg; sites oficiais.
  • Progresso GENIUS Act: Decide yields stablecoins; Congress.gov.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés de baixa moderado persiste, com o sinal on-chain negativo do Bitcoin e investigações na Coreia/Crypto.com pressionando preços abaixo de US$ 89 mil — ou R$ 471 mil localmente. Fraudes chinesas reforçam aversão ao risco, enquanto o draft do Senado pode gerar volatilidade positiva se bipartidário. É provável capitulação adicional de varejo, mas fluxos de ETFs e forecasts do Fed oferecem contrapeso macro. Fatores como movimentação dos fundos sul-coreanos ou reações ao WEF podem alterar o cenário. Mantenha foco em flight to quality e gestão de risco; acompanhe indicadores para navegar a correção potencial.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia surreal de circuitos antigos emergindo de abismo digital arrastando BTC dourados, simbolizando holder de 2013 despertando após 13 anos

Baleia de 2013 Desperta e Move R$ 430 Mi em BTC Após 13 Anos

O despertar de uma baleia da era Satoshi: após 13 anos inativa, um endereço acumulador de 2012-2013 transferiu 909,38 BTC, equivalentes a US$ 81 milhões (R$ 430 milhões) na data do movimento. Esse evento on-chain coincide com dados que mostram novas baleias superando a velha guarda, controlando US$ 130 bilhões em BTC contra US$ 126 bilhões dos holders antigos, gerando uma pressão de oferta de US$ 6 bilhões. O que essa gigante de 2013 sabe que o mercado atual ignora?


Movimento da Baleia Antiga

Os 909,38 BTC foram movidos de um endereço específico (1A2hqHVSUERAT3t1yJ7ggYCQccvH6pZGZm) na segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, após período de inatividade superior a 13 anos. Esses bitcoins foram acumulados entre dezembro de 2012 e abril de 2013, quando o BTC oscilava entre US$ 13 e US$ 250. Embora não atinja o patamar clássico de 1.000 BTC para ser considerada baleia plena, o volume representa um ativo significativo no atual patamar de preços.

Dados da Arkham Intelligence confirmam a transação, destacando o reposicionamento ou possível realização de lucros em meio à volatilidade recente. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 89.000, movimentos como esse de holders da ‘era inicial’ reacendem debates sobre distribuição de supply antigo para novas mãos.

Novas Baleias Dominam o Controle

Análises on-chain da CryptoQuant revelam uma inversão histórica: investidores com mais de 1.000 BTC há menos de 155 dias (novas baleias) detêm US$ 130 bilhões em valor, superando os US$ 126 bilhões das baleias antigas. Essa coorte inclui instituições como MicroStrategy, Twenty One Capital (com 43.514 BTC, ou US$ 3,91 bilhões) e ETFs de Bitcoin nos EUA, que acumularam US$ 116,59 bilhões em ativos.

O custo médio de aquisição dessas novas baleias gira em torno de US$ 98.000 por BTC. Com o preço atual abaixo disso, há cerca de US$ 6 bilhões em perdas não realizadas, criando um overhang de oferta que pode prolongar a consolidação lateral do mercado.

Pressão de Oferta e Tug-of-War On-Chain

Esse choque geracional resulta em um ‘tug-of-war’ interno: enquanto acumuladores estratégicos como MicroStrategy veem quedas como oportunidades de compra, outras novas baleias pressionadas podem optar por vendas, distribuindo supply contra a convicção altista. Especialistas como Allen Ding, da Bitfire, descrevem o período como uma ‘troca brutal de fichas’, com liquidez migrando de especuladores para instituições de longo prazo insensíveis a preços.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 472.405 às 20h01 desta quinta-feira (22/01), com variação de -1,24% em 24h e volume de 189,97 BTC. Essa dinâmica explica a choppiness atual, apesar de melhoras macro como o recuo de Trump em tarifas.

Implicações e Monitoramento

A absorção dessa oferta redistribuída por ‘baleias fortes’ (instituições) deve definir o próximo rompimento. Dados on-chain sugerem resiliência líquida, mas o conflito interno domina sobre fatores externos. Investidores devem rastrear métricas como unrealized losses de novas baleias e fluxos para ETFs. Eventos como o de 19/01 indicam que a velha guarda ainda influencia, testando a dominância dos novatos. Vale monitorar endereços inativos para sinais de mais ‘despertares’.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Prisma Ethereum surreal dividido: luz vermelha despencando e raios dourados coletados por baleias, paradoxo de preço caindo e reservas em mínima

Paradoxo Ethereum: Preço Cai, Reservas em Mínima Histórica

O Ethereum caiu abaixo de US$ 3 mil (equivalente a R$ 15.596 às 19h37 desta quinta-feira), mas as reservas em exchanges atingiram 16,2 milhões de ETH, menor nível desde 2016. Enquanto o mercado exibe pessimismo com taxas de financiamento negativas e resgates em ETFs de US$ 230 milhões, baleias acumularam US$ 360 milhões na queda recente. Queda real ou oportunidade de acumulação por grandes investidores? Dados on-chain sugerem choque de oferta iminente.


Reservas em Exchanges: Mínima Histórica Sinaliza Aperto de Oferta

As reservas totais de Ethereum em plataformas centralizadas caíram para 16,2 milhões de ETH, patamar não visto desde 2016, conforme análise da Arab Chain. Esse declínio reflete uma tendência de longo prazo de saques contínuos, reduzindo a oferta líquida disponível para vendas imediatas em momentos de estresse de mercado.

Na Binance, principal hub de liquidez para ETH spot e derivativos, os saldos despencaram de 4,168 milhões para cerca de 4 milhões de ETH desde o início de 2026. Ausência de influxos significativos indica que investidores optam por custódia própria ou alocação em DeFi, em vez de trading de curto prazo. Menos ETH nas exchanges pode amplificar reações de alta se a demanda retornar, alterando a equação oferta-demanda.

Dados da CryptoQuant reforçam essa contração, destacando que o movimento ocorre mesmo com preço sob pressão, sugerindo confiança em valorização futura por holders de longo prazo.

Taxas de Financiamento Negativas Revelam Pessimismo Excessivo

Após queda de 13% na semana, o ETH testou US$ 2.900, triggerando liquidações de mais de US$ 461 milhões em posições long alavancadas entre 19 e 20 de janeiro. As taxas de financiamento em contratos perpétuos viraram negativas, fenômeno onde shorts pagam longs para manter posições abertas.

Em perpetual futures, que não expiram, o funding rate equilibra o mercado: quando negativo, reflete dominância de apostas baixistas, incentivando longs rentáveis. Essa dinâmica levou a um short squeeze rápido, impulsionando recuperação acima de US$ 3.000. Hoje, taxas voltaram a ser positivas, com longs pagando shorts, mas o episódio sinaliza medo excessivo, contrabalançado por rebounds históricos.

ETFs spot de ETH registraram resgates de US$ 230 milhões em 20 de janeiro, primeira saída semanal, embora gerenciem US$ 18 bilhões cumulativos. Contexto macro, como tensões Greenland/Trump, amplifica volatilidade institucional.

Acumulação de Baleias e Níveis Técnicos Críticos

Em meio ao caos, baleias (grandes detentores) adicionaram 290.000 ETH (~US$ 360 milhões) em dois dias, vendo a queda como oportunidade. Índice de smart money permanece cauteloso abaixo da linha de sinal, aguardando confirmação de alta.

Tecnicamente, ETH forma triângulo simétrico no gráfico diário, com divergência altista no RSI (altos mais altos vs. preços mais baixos). Resistência imediata em US$ 3.050, zona ex-suporte, seguida de US$ 3.146-3.164 (3,4 milhões ETH acumulados). Suporte em US$ 2.910; quebra abre US$ 2.610.

Rejeições recorrentes em US$ 3.400 nos últimos dois meses demandam proteção contra quedas via opções, mas acumulação contrasta com posicionamento cauteloso de traders experientes.

Implicações: Choque de Oferta vs. Pressões Macro

O paradoxo — preço em baixa com suprimento contraído — aponta para potencial choque de oferta. Reservas mínimas reduzem pressão vendedora imediata, enquanto funding negativo e acumulação sugerem capitulação de varejo, abrindo espaço para reversão.

Investidores devem monitorar influxos em exchanges, funding rates e rompimento de US$ 3.050. Se macro (ex: tarifas Greenland) estabilizar, ETH pode testar resistências superiores. No entanto, falha em suportes testa holders de longo prazo. Dados on-chain prevalecem sobre sentimento de curto prazo.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilar de suporte com '20' gravado rachando sob cascata vermelha de tokens HYPE, silhuetas de baleias sombrias, alertando risco no Hyperliquid

Hyperliquid: Venda de US$ 9,8 milhões pela Equipe Ameaça Suporte de US$ 20

Nove carteiras ligadas à equipe da Hyperliquid despejaram 450 mil tokens HYPE, totalizando US$ 9,8 milhões (aproximadamente R$ 52 milhões, com dólar a R$ 5,32). O movimento ocorreu em meio a uma queda de 9,21% no preço do HYPE, que testou US$ 20,80 antes de uma leve recuperação para US$ 21,02. Dados on-chain revelam pressão vendedora intensa de insiders, questionando a narrativa de crescimento da DEX descentralizada e alertando traders sobre a fragilidade do suporte crítico em US$ 20.


Detalhes das Vendas pelas Carteiras da Equipe

As transações foram identificadas por analistas on-chain e reportadas via Qwantify.io. Dos 1,125 milhão de HYPE distribuídos para janeiro, 62,4% foram vendidos via OTC para a Flowdesk, enquanto 33,14% foram em staking. Após as operações, restaram apenas 50 mil HYPE (cerca de US$ 1 milhão) nas carteiras spot.

Esse padrão sugere que a equipe tem priorizado vendas de tokens desbloqueados e não stakeados, aumentando a oferta circulante em um momento de domínio baixista no mercado. Historicamente, tal comportamento de insiders pode sinalizar falta de confiança interna, ampliando a volatilidade para holders comuns. Para traders brasileiros, isso equivale a um despejo de mais de R$ 52 milhões em valor de mercado, pressionando o preço em exchanges locais e globais.

Baleias Viram para o Lado Baixista

Não são apenas insiders: grandes investidores seguem o mesmo caminho. Uma baleia abriu posição vendida de 928.898 HYPE, no valor de US$ 19,89 milhões, conforme dados do Onchain Lens. O volume de derivativos na Hyperliquid subiu 79,8% para US$ 1,46 bilhão, com Open Interest (OI) crescendo 1,17% para US$ 1,2 bilhão.

O Long/Short Ratio em 0,89 confirma o viés baixista predominante, com a maioria dos participantes apostando na continuação da queda. Esse aumento simultâneo de volume e OI indica maior participação no mercado de futuros, mas inclinada para posições vendidas, o que pode acelerar perdas em cenários de liquidação em cascata.

Indicadores Técnicos Reforçam o Risco

Na análise técnica, o MACD cruzou abaixo da linha de sinal, atingindo -1,1, domínio claro dos vendedores. O Directional Movement Index (DMI) caiu para 13 na zona baixista, sinalizando estrutura de tendência enfraquecida. Esses indicadores, combinados com o teste recente de mínimas de oito meses em US$ 20,80, apontam para momentum descendente sustentado.

Em contexto mais amplo, o Bitcoin opera a R$ 476.968 segundo o Cointrader Monitor, com variação positiva de 0,31% em 24h, mas altcoins como HYPE sofrem mais em correções generalizadas.

Suporte de US$ 20 em Xeque: O Que Traders Devem Fazer

Se a pressão vendedora persistir, o HYPE arrisca romper o suporte de US$ 20, mirando US$ 18,70 como próximo alvo. Traders que utilizam a DEX Hyperliquid para negociações de perpétuos devem monitorar liquidez nesse nível, ajustando stops e posições para evitar liquidações. A venda por insiders fragiliza a confiança na plataforma, especialmente quando o token nativo perde tração.

Recomenda-se cautela: aguarde confirmação de reversão acima de US$ 22 para entradas compradas, ou prepare posições vendidas com alvo em US$ 18. Dados on-chain continuam cruciais para antecipar movimentos de baleias e equipe.


💰 Comece a negociar altcoins: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse derivativos e spot com liquidez global.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias estilizadas empurrando esfera Bitcoin através de barreira com 91K luminoso, simbolizando fechamento semanal crucial para alta em 2026

Bitcoin Precisa Fechar Acima de US$ 91 Mil Semanal para Preservar Alta em 2026

O Bitcoin negocia próximo de US$ 90 mil, no meio de um canal de alta multianual, mas precisa de um fechamento semanal acima de US$ 91 mil para preservar a tendência de alta de longo prazo, segundo analistas técnicos. Paralelamente, dados on-chain mostram uma mudança de poder: novas baleias agora controlam grande parte do mercado, com prejuízos estimados em US$ 6 bilhões, o que gera pressão vendedora e resistência abaixo desse patamar. Esse cabo de guerra on-chain define os rumos para 2026.


Canal de Alta Multianual em Teste

O preço do Bitcoin está posicionado no ponto médio de um canal ascendente multianual, que tem atuado como âncora de tendência desde o ciclo atual. Níveis como US$ 91 mil foram perdidos e reconquistados repetidamente, inclusive em dezembro passado. Um fechamento semanal abaixo desse suporte invalidaria a estrutura altista, sinalizando possível reversão.

Analistas do Milk Road enfatizam que a preservação do canal é essencial. Qualquer rompimento sustentado das bordas inferiores danificaria a tendência de alta, enquanto closes acima de US$ 91 mil reforçariam o caminho de menor resistência para cima. Apesar da volatilidade recente, a ação de preço dentro do canal mantém características altistas em timeframes elevados.

Essa métrica técnica ignora topos e fundos exatos, focando na integridade estrutural. Com o Bitcoin oscilando entre US$ 88 mil e US$ 92 mil, o fechamento deste domingo (26/01) será decisivo.

Mudança de Poder: Novas Baleias no Controle

Pela primeira vez na história, baleias recentes dominam o Realized Cap do Bitcoin em relação às baleias originais (OG). Essas novas detentoras — holders de curto prazo com mais de 1.000 BTC e idade UTXO inferior a 155 dias — viram seu preço realizado em torno de US$ 98 mil.

Com o spot abaixo de US$ 90 mil, elas acumulam cerca de US$ 6 bilhões em prejuízos não realizados. Dados do CryptoQuant indicam que essas baleias vendem em quedas e saem em rebounds curtos, refletindo maior reatividade à volatilidade. Em contraste, baleias antigas, com preço realizado de US$ 40 mil, permanecem lucrativas e com atividade limitada.

Essa transição explica rebounds instáveis: o suprimento marginal agora é controlado por investidores mais sensíveis a manchetes macro como tensões EUA-UE e Groenlândia.

Acumulação de Baleias vs. Capitulação Retail

Dados on-chain do CryptoQuant mostram baleias acumulando consistentemente desde janeiro, mesmo em correções, enquanto o varejo capitula. Holdings de grandes players cresceram mensalmente, sem declínio, ignorando incertezas geopolíticas. Isso sugere fase de acumulação estrutural, não distribuição.

Como mencionado anteriormente no blog (21/01, ID 3984), baleias compraram na queda recente. O fato novo aqui é o domínio das novas baleias e seus US$ 6 bi em perdas, criando resistência. No entanto, a divergência baleias-varejo é clássica: experientes compram medo, preparando expansão futura.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 476.562 (alta de 0,31% em 24h), alinhado ao suporte global.

Implicações para 2026: O Número Mágico

O fechamento em US$ 91 mil é o ‘número mágico’: acima, valida bull run; abaixo, risco de free fall para US$ 80 mil ou pior. Investidores devem monitorar Realized PnL de novas baleias e volume em suportes. A estrutura atual sugere consolidação antes de resolução, com baleias antigas potencialmente absorvendo oferta.

Para brasileiros, com BTC em R$ 476 mil, o alvo semanal equivale a ~R$ 515 mil. Vale acompanhar exchanges locais para fluxos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede cristalina Solana expandindo com sinapses IA e chuva de tokens SKR, simbolizando alta de 29% na atividade on-chain impulsionada por airdrop

Solana Dispara 29% em Atividade com Tokens de IA e Airdrop SKR

A rede Solana registrou um aumento de 29% na atividade semanal, superando o mercado cripto geral, impulsionado pela especulação em tokens ligados ao Claude Code e inteligência artificial. Paralelamente, a Solana Mobile anunciou um airdrop de quase 2 bilhões de tokens SKR para 100 mil usuários do smartphone Seeker, com recompensas de staking imediatas. Esses movimentos destacam um ecossistema vibrante, onde o uso real prevalece sobre flutuações macroeconômicas de curto prazo.


Aumento de 29% na Atividade On-Chain

A atividade na rede Solana cresceu 29% em apenas uma semana, conforme métricas on-chain recentes. Esse salto é atribuído principalmente à frenesi em torno de tokens associados ao Claude Code, uma tendência emergente no setor de IA. Apesar da volatilidade macroeconômica global, com o Bitcoin oscilando próximo dos US$ 90.000, a Solana demonstra resiliência através de maior engajamento de usuários.

Dados indicam elevação em transações, volume de transferências e, especialmente, endereços ativos diários, métrica chave para medir saúde da rede. Plataformas de análise on-chain como Dune Analytics e DefiLlama registram picos em interações com protocolos DeFi e memecoins temáticos de IA. Essa dinâmica sugere que inovações setoriais, como integração de IA em blockchains de alta performance, estão atraindo desenvolvedores e especuladores, elevando a utilidade prática da Solana.

O fenômeno ignora pressões externas, como expectativas de ajustes na política monetária do Fed, reforçando a tese de que ecossistemas com forte adoção tecnológica prosperam independentemente do sentimento geral do mercado.

Airdrop SKR: Impulso Mobile para o Ecossistema

A Solana Mobile, subsidiária da Solana Labs, lançou um airdrop massivo de quase 2 bilhões de SKR, token de utilidade e governança para o smartphone Seeker. Destinado a pelo menos 100.000 usuários e 188 desenvolvedores, a distribuição tem valor estimado em US$ 26,6 milhões no lançamento. Os tokens podem ser reclamados em 90 dias, com staking imediato via plataforma dedicada, oferecendo eventos de inflação a cada 48 horas e comissão zero inicial.

O SKR, com suprimento fixo de 10 bilhões, opera como SPL token na Solana, incentivando participação comunitária, segurança e acesso a features exclusivas. Desde o lançamento por volta das 2h UTC de 21 de janeiro, o preço subiu 38%, negociando a US$ 0,013, com capitalização de mercado em torno de US$ 81 milhões e suprimento circulante de 5,7 bilhões.

O Seeker, lançado em agosto de 2025 como sucessor do Saga (2022), integra nativamente dApps Solana, impulsionando adoção mobile no Web3. Essa iniciativa reforça o foco em hardware otimizado para cripto, ampliando o funil de usuários on-chain.

Implicações: Uso Real Supera Preço de Curto Prazo

Os eventos destacam uma Solana em “modo frenético”, onde métricas on-chain como endereços ativos e volume de transações superam preocupações com preço do SOL. Enquanto o token nativo registra ganhos moderados, o verdadeiro valor reside na expansão do ecossistema: tokens de IA via Claude Code e acessibilidade mobile via Seeker/SKR.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza oportunidades em setores de nicho dentro de L1s de alto throughput. A combinação de especulação IA com utilitários reais como staking mobile pode sustentar crescimento sustentável, mesmo em cenários de baixa macro. Monitorar TVL em protocolos IA e adoção do Seeker será crucial.

Ecossistemas vibrantes priorizam inovação sobre hype passageiro, posicionando Solana à frente em narrativas de IA e mobile Web3.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.