Plataforma glass cyan translúcida rachando no suporte 80 sobre abismo com sombra de 50, simbolizando correção e risco na Solana

Solana Perde US$ 84 e Testa Suporte em US$ 80: Rumo aos US$ 50?

Os dados mostram que o preço do Solana (SOL) perdeu o suporte em US$ 84 e agora testa a zona de US$ 80, conforme análise técnica recente. Cotado a aproximadamente US$ 81,69 (R$ 428,20), o ativo confirma padrões de baixa como cabeça e ombros semanal, com alvos projetados em torno de US$ 50 a US$ 60. Apesar disso, métricas on-chain como MVRV sugerem um possível fundo próximo. Investidores monitoram esses níveis críticos em meio a inflows contínuos de ETFs de SOL.


Situação Atual do Preço

O preço do SOL falhou em sustentar acima de US$ 86 e iniciou correção abaixo da média móvel simples de 100 horas. No gráfico horário, uma linha de tendência bearish forma resistência em US$ 84, com o preço negociando abaixo desse nível. O ativo testou o suporte em US$ 80, alinhado ao nível de retração Fib de 61,8% da onda ascendente de US$ 76,55 para US$ 91,20.

Indicadores confirmam o momentum negativo: o MACD horário perde força na zona de alta, enquanto o RSI horário permanece abaixo de 50. Esses dados indicam pressão vendedora contínua, com o caminho imediato de menor resistência apontando para baixo.

Análise Técnica e Padrões Bearish

No timeframe semanal, o padrão cabeça e ombros foi validado, com rompimento da neckline em US$ 120 em 30 de janeiro. O alvo projetado, calculado pela altura da cabeça adicionada ao ponto de breakdown, situa-se entre US$ 50 e US$ 60, representando potencial queda de 30% do nível atual.

Em gráfico diário, uma bandeira de baixa tem sua borda inferior em US$ 80. Um fechamento abaixo desse suporte confirmaria o padrão, projetando alvo em US$ 48 — queda adicional de 41%. Esses padrões técnicos reforçam o viés de baixa em múltiplos timeframes.

Dados On-Chain: Sinais de Fundo?

Contrapondo a análise técnica, as bandas de MVRV extremas do Solana indicam que o preço está próximo da borda inferior em US$ 73. Historicamente, toques nessa zona precederam rallies significativos, como o de 87% em março de 2022 após teste em US$ 75. Exceções ocorreram em cenários extremos, como o colapso da FTX em 2022, com queda adicional de 70% para US$ 7.

Os dados on-chain sugerem que holders de longo prazo podem estar em zona de realização de lucros reduzida, potencialmente limitando downside adicional. No entanto, esse indicador é outlier em relação aos padrões gráficos.

Níveis Críticos a Observar

Suportes imediatos incluem US$ 80, US$ 79 e retração Fib de 76,4% em zona similar a US$ 76,50. Rompimentos sucessivos poderiam mirar US$ 72. Resistências chave estão em US$ 85 (próxima barreira), US$ 88 e US$ 92.

Fluxos de ETFs spot de Solana registram inflows em 66 de 74 dias, totalizando US$ 877 milhões, com US$ 2,9 milhões na terça-feira. Esses dados apontam demanda institucional persistente, mesmo com preço em baixa. Monitorar fechamentos diários nesses níveis definirá o próximo movimento.


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Abismo digital com rede on-chain cyan no fundo e monolito Bitcoin dourado emergindo, simbolizando fundo proximo apos queda de 22%

Bitcoin: Dados On-Chain Indicam Fundo Próximo Apesar de Queda de 22%

Capitulação ou oportunidade? Os dados on-chain estão sinalizando um possível fundo próximo para o Bitcoin, apesar da queda de 22% no ano e saídas recordes de ETPs de US$ 8,2 bilhões. Analistas como Maartunn (CryptoQuant) destacam o MVRV de short-term holders em 0,72 — nível raro visto em fundos passados — e corte de 50% no open interest. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 358.331, com variação de -2,73% em 24h.


Pressão de ETFs e Deleveraging

Os ETPs spot registraram o maior drawdown histórico de US$ 8,2 bilhões desde o pico, com o preço atual 17% abaixo do custo médio de compra dos holders. Isso cria uma pressão estrutural de venda, mas os dados mostram um processo de limpeza necessário. O open interest em derivativos foi reduzido pela metade, de US$ 45,5 bilhões para US$ 21,7 bilhões, com queda de 27% na última semana. Essa deleveragem ampla, segundo a análise da CryptoQuant, elimina excesso especulativo e prepara o terreno para um fundo sustentável.

O Bitcoin negocia cerca de 50% abaixo do ATH, drawdown menor que os 70%+ de bears anteriores, indicando resiliência relativa.

Sinais On-Chain de Capitulação

O MVRV ratio de short-term holders atingiu 0,72, implicando perdas médias de 28% — o menor nível desde julho de 2022, alinhado a capitulações históricas. Já o MVRV Adaptive Z-Score, com janela de 365 dias, está em -2,66, na zona de capitulação (0 a -3), aproximando-se da fase de acumulação histórica. Níveis abaixo de -3 sinalizam esgotamento de vendedores.

O múltiplo de Mayer em 0,6 reforça compras em lows históricos. Esses indicadores sugerem que o risco-recompensa melhora, embora fundos sejam processos graduais, não eventos isolados.

Visão de Analistas e Suporte Técnico

Scott Melker alerta para uma reversão súbita que pode surpreender, recomendando evitar vendas nos níveis atuais devido a forte suporte. Ele compara o BTC a ouro e prata, vendo-o subvalorizado. Maartunn enfatiza apatia no sentimento social como confirmação final de fundo, com reteste de suporte no ATH do ciclo anterior.

Ciclos passados indicam janelas de fundo entre junho e dezembro de 2026, com clusters em setembro-novembro. Correlação com Nasdaq persiste, mas dados frios da blockchain priorizam sobre narrativas.

Níveis a Monitorar

Investidores devem observar o MVRV Z-Score, open interest e sentimento. Qualquer estabilização acima da EMA de 200 semanas (próxima de US$ 68.000) pode validar acumulação. No Brasil, com BTC a R$ 358 mil, volume 24h de 172 BTC, os dados on-chain oferecem base objetiva em meio ao medo macro.


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Silhuetas de baleias digitais emergindo de profundezas coletando prismas ETH luminosos, simbolizando acumulação on-chain em suporte de preço baixo

Baleias Acumulam Cerca de US$ 87 Milhões em ETH Próximo a US$ 1.900

Os dados on-chain indicam que baleias de Ethereum acumularam 19.820 ETH das exchanges Binance e OKX nas últimas 20 horas, equivalentes a cerca de US$ 40,14 milhões. Paralelamente, outra entidade com posições compradoras acumuladas de 105.000 ETH adicionou 24.000 ETH a um preço médio de US$ 1.972, totalizando aproximadamente US$ 47,33 milhões. Esses movimentos ocorrem enquanto o ETH testa o suporte em torno de US$ 1.900, sinalizando confiança dos grandes detentores em níveis atuais de preço cotado em US$ 1.973 na manhã desta segunda-feira (16/02).


Detalhes da Acumulação Principal

De acordo com monitoramento do Lookonchain, uma baleia que já havia adquirido 60.784 ETH (cerca de US$ 126 milhões) continuou sua estratégia de acumulação. Nas últimas 20 horas, a entidade retirou 19.820 ETH especificamente das plataformas Binance e OKX. Essa operação reforça um padrão de remoção de ativos de exchanges centralizadas, frequentemente interpretado como posicionamento para retenção de longo prazo.

Os fluxos on-chain mostram que tais transferências ocorreram em blocos recentes, com volumes consistentes com o preço spot do ETH na faixa de US$ 2.000. A média ponderada das retiradas sugere um custo médio por ETH inferior a US$ 2.025, aproveitando a correção recente do preço de máximas acima de US$ 2.100.

Posições Compradoras e Gerenciamento de Risco

Uma segunda baleia, rastreada pelo analista Ai_9684xtpa, gerencia posições compradoras totais de 105.000 ETH. Após realizar lucros parciais com a venda de 32.000 ETH ontem, a entidade voltou a adicionar 24.000 ETH nas últimas 13 horas, a um preço médio preciso de US$ 1.972,16. Esse valor totaliza US$ 47,33 milhões, elevando o engajamento em derivativos ou alavancagem.

Os dados revelam um gerenciamento ativo de risco: stop de lucros em rebotes e recompras em recuos. Essa abordagem de grid trading ou bandeira de preço demonstra tolerância a flutuações, com exposições que chegaram a suportar perdas flutuantes acima de US$ 10 milhões em picos de volatilidade.

Curiosidade: Holder Antigo Desperta Após 10 Anos

Em paralelo às movimentações recentes de baleias ativas, um investidor inativo de ETH por 10,6 anos tentou transferir 1 ETH para a exchange Gemini, mas a transação falhou. Seu portfólio original, adquirido durante o ICO com US$ 443, agora detém 1.430 ETH avaliados em US$ 2,81 milhões — um retorno de 6.335 vezes.

Esse evento destaca a resiliência de posições de longo prazo em Ethereum, contrastando com o dinamismo das baleias atuais. A falha na transferência pode indicar questões de chave privada ou compatibilidade de carteira antiga, comum em endereços dormentes.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

O preço do ETH registra US$ 1.973,21 (bid), com variação diária de +0,35%, após testar mínimas em US$ 1.949. A zona de US$ 1.900 atua como suporte chave, alinhada à média móvel exponencial de 200 períodos (EMA200) no gráfico diário. Acima, resistência em US$ 2.000 e US$ 2.100.

Os dados de acumulação por baleias sugerem pressão compradora em recuos, potencialmente estabilizando o preço. Volumes de saída de exchanges centralizadas nos últimos dias superam entradas em 15%, conforme métricas agregadas. Traders devem monitorar o rompimento de US$ 1.950 para baixa adicional ou US$ 2.050 para reversão altista.


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Silhuetas de baleias cyberpunk mergulhando e emergindo de portais exchange com partículas ETH, ilustrando inflows e outflows mistos no Ethereum

Baleia Deposita US$ 543 Milhões em ETH na Binance: Ethereum em Risco?

Uma baleia veterana conhecida como Garrett Jin depositou mais de 260.000 ETH, equivalentes a US$ 543 milhões, diretamente na Binance em minutos, sinalizando potencial pressão vendedora. Em contrapartida, outra baleia com 60.784 ETH retirou 7.301 ETH (US$ 15,14 milhões) da OKX nas últimas 8 horas. Esses fluxos opostos ocorrem enquanto o Ethereum consolida na zona de decisão entre US$ 1.900 e US$ 2.150, com preço atual em torno de US$ 1.954 (R$ 10.225).


Inflow Massivo na Binance por Garrett Jin

Os dados on-chain mostram três transferências consecutivas totais de 261.024 ETH: 69.378 ETH, 96.116 ETH e 95.526 ETH, enviadas diretamente para endereços de depósito da Binance. Lookonchain identificou essas carteiras como ligadas a Garrett Jin, figura conhecida desde os anos 2010 no ecossistema Bitcoin e por timing preciso em quedas de mercado, como o crash de outubro.

Esse movimento eleva o risco de oferta na exchange, pois depósitos diretos sugerem liquidação iminente. Recentemente, a mesma entidade vendeu 5.000 BTC e retirou mais de US$ 53 milhões em USDT da Binance, indicando rotação de capital tática. Com o Ethereum em US$ 1.954, esse inflow representa cerca de 0,13% da oferta circulante, suficiente para impactar o curto prazo se convertido em vendas.

Retirada da OKX: Sinal de Acumulação?

Em movimento oposto, a baleia identificada como 0x28eF, detentora de 60.784 ETH (US$ 126 milhões), transferiu 7.301 ETH da OKX para autocustódia em 8 horas. Isso reforça um padrão de acumulação por essa entidade, que já demonstrava apetite por ETH previamente.

Retiradas de exchanges geralmente indicam intenção de hold de longo prazo, reduzindo oferta disponível para venda imediata. No entanto, o volume é modesto comparado ao inflow na Binance, sugerindo que o smart money apresenta sinais mistos no momento.

Exchange Inflow: Conceito e Implicações

Exchange inflow refere-se ao fluxo de ativos de carteiras privadas para saldos de exchanges, frequentemente precursor de vendas. Plataformas como Binance concentram liquidez, e aumentos súbitos no saldo de ETH — como os 260.000 ETH recentes — elevam a pressão vendedora potencial. Historicamente, inflows acima de 0,1% da oferta circulante correlacionam com quedas de 5-10% em 24-48 horas, conforme padrões on-chain observados em ferramentas como Lookonchain.

Os dados mostram que, após inflows similares em janeiro, o ETH testou suportes inferiores. Contrapontos como outflows mitigam, mas o net flow atual inclina para exchanges, justificando cautela no curto prazo.

Zona de Decisão: Níveis a Monitorar

O Ethereum opera em consolidação entre US$ 1.900 (suporte chave, próximo à média móvel de 50 dias) e US$ 2.150 (resistência, alinhada ao VWAP semanal). Uma quebra abaixo de US$ 1.900 pode levar a US$ 1.800; acima de US$ 2.150, mira US$ 2.300.

Volume spot na Binance subiu 25% pós-inflow, com open interest em derivativos estável. No Brasil, ETH cotado a R$ 10.225 reflete variação de -6,24% em 24 horas, alinhada ao global. Bitcoin em R$ 359.497, segundo o Cointrader Monitor, com -1,9%, pressiona correlacionados.

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Sol dourado com 69K gravado emergindo de nuvem de dados fragmentados, simbolizando alta do Bitcoin após CPI mas medo on-chain persistente

Bitcoin Supera US$ 69.000 Após CPI de 2,4%, Mas Medo Persiste no On-Chain

Os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de janeiro nos EUA, divulgados em 14 de fevereiro de 2026, mostraram inflação anual de 2,4%, abaixo das expectativas de 2,5%. Isso impulsionou o Bitcoin acima de US$ 69.000, com alta de cerca de 5% no mercado cripto. Contudo, o Fear & Greed Index permanece em "medo extremo", e métricas on-chain indicam divergência preocupante entre holders de curto e longo prazo, sugerindo fragilidade na recuperação apesar do otimismo macroeconômico inicial.


Reação Inicial ao CPI e Mercado de Derivativos

Os números do CPI, o menor desde maio de 2021 para a inflação geral e março de 2021 para o núcleo (2,5%), foram interpretados como sinal de resfriamento econômico. Isso elevou o apetite por risco, com o Bitcoin testando os US$ 70.000, embora não tenha rompido. Na Binance, o Net Taker Volume registrou pico de US$ 265 milhões em uma hora, indicando compras agressivas em futuros. O Open Interest subiu, refletindo influxo de capital alavancado.

No geral, o mercado cripto avançou 5%, com Ethereum +6% e Bittensor +32%. Ainda assim, o BTC está 47% abaixo do ATH de outubro de 2025, e o Crypto RSI indica sobrecompra. Previsões como a do Standard Chartered revisaram o target de fim de 2026 para US$ 100.000, alertando risco de US$ 50.000.

Divergência On-Chain: Estresse em Holders de Curto Prazo

Os dados on-chain revelam tensão. O indicador STH-LTH MVRV caiu para 0,72, abaixo de mínimas locais de agosto de 2024 e abril de 2025, com holders de curto prazo (STH) acumulando perdas não realizadas de 44%. O STH-LTH Net Position Realized Cap mostra STH em -US$ 57 bilhões, sinal de capitulação, enquanto LTH mantêm +US$ 35 bilhões, indicando acumulação resiliente.

Essa disparidade sugere que a recuperação pós-CPI é frágil, impulsionada por especulação de curto prazo. Historicamente, níveis semelhantes precedem fases de alta volatilidade, com traders de alavancagem vulneráveis a liquidações em reversões.

Sentimento Persistente de Medo e Níveis Técnicos Críticos

O Fear & Greed Index em "medo extremo" contrasta com a alta recente, reforçando cautela. O BTC estabiliza em torno de US$ 69.000, após correção de picos. Suporte chave em US$ 64.000 deve ser monitorado, pois uma quebra pode acelerar perdas. Resistência em US$ 70.000 permanece relevante.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 368.733 (+1,15% em 24h), alinhado com US$ 70.484 (USD-BRL R$ 5,22). Investidores devem observar influxos em ETFs e decisões do Fed para shifts macro.


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Fluxo dourado ascendente com '6B' contrastando piscina cyan estagnada de stablecoins, ilustrando dilema RWA vs demanda por Bitcoin

Dilema RWA: Ouro Tokenizado Atinge US$ 6 Bi e Stablecoins Ignoram BTC

Por que a montanha de dólares tokenizados em exchanges não está virando Bitcoin? Dados da Dune Analytics revelam que o valor de mercado do ouro tokenizado superou US$ 6 bilhões, com crescimento de US$ 2 bilhões no ano, liderado por Tether Gold (XAUT) e Paxos Gold (PAXG). Paralelamente, a liquidez em stablecoins como USDC e USDT cresce, mas sem se converter em demanda spot sustentada por BTC, segundo CryptoQuant. Esse fenômeno reflete uma preferência por ativos reais tokenizados (RWA) em meio à volatilidade.


Crescimento Explosivo do Ouro Tokenizado

O ouro tokenizado representa barras físicas de ouro custodadas em vaults, emitindo tokens ERC-20 ou equivalentes na blockchain que atestam propriedade fracionada. Segundo dados on-chain da Dune Analytics, o setor saltou mais de 53% em seis semanas, adicionando US$ 2 bilhões desde janeiro de 2026. XAUT e PAXG dominam com 96,7% do mercado, equivalendo a 1,2 milhão de onças tokenizadas.

Como funciona? Cada token é lastreado 1:1 por ouro físico auditado, permitindo negociação 24/7 com liquidação instantânea via smart contracts. Isso elimina burocracia de custódia tradicional, atraindo investidores que buscam exposição ao metal precioso sem logística física. O TVL (valor total bloqueado) nesse nicho reflete adoção real: usuários ativos crescem, transações diárias aumentam, e integrações como a da Tether com Gold.com expandem acessibilidade via stablecoins.

Por que importa? Em um contexto macro de incerteza — com ouro spot batendo recordes —, o RWA oferece porto seguro digitalizado, combinando estabilidade do ativo real com eficiência blockchain.

Liquidez em Stablecoins: Cresce, Mas Não Flui para BTC

Métricas da CryptoQuant mostram reservas de USDC (ERC-20) em exchanges subindo consistentemente desde abril de 2025, enquanto USDT (ERC-20) cai e USDT (TRC-20) se estabiliza, recuperando em 2026. Essa liquidez — capital “aparcado” pronto para trades — totaliza bilhões, mas não rotaciona para compras spot de Bitcoin.

O que é demanda spot? Refere-se a negociações à vista (não derivativos), indicador chave de convicção orgânica. Sem ela, rebotes de BTC (atual R$ 366.417 pelo Cointrader Monitor) perdem fôlego, tornando-os frágeis. Analogia técnica: é como um banco de dados com queries de leitura crescentes, mas sem commits para writes sustentados no BTC ledger.

Desde 7 de abril de 2025, o padrão persiste: capital defensivo reorganiza entre Ethereum e Tron, priorizando opcionalidade sobre risco.

Por Que Preferir Ouro Digital e Dólar Tokenizado?

Investidores optam por RWAs como ouro tokenizado (preço spot ~R$ 26.300/onça via AwesomeAPI) por seu lastro verificável on-chain, auditado e imune a risco de contraparte de emissores puros. Stablecoins oferecem yield em DeFi (staking, lending), enquanto BTC enfrenta correlações macro negativas e halvings recentes sem catalisadores claros.

Dados sugerem ceticismo: TVL em RWA cresce 3x mais rápido que spot BTC em 2025. Commits em repositórios de protocolos RWA (ex: Tether Gold) mostram inovação em compliance e oráculos de preço, contrastando com saturação no ecossistema BTC. Usuários ativos em ouro tokenizado priorizam preservação de capital sobre upside volátil.

Resultado: montanha de stablecoins (~US$ 150B+ em circulação) fica sidelined, aguardando sinais como ETF inflows ou política monetária dovish.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Esse dilema sinaliza maturidade: cripto não é só especulação, mas ponte para ativos reais. Para BTC, ausência de spot demand fragiliza rebounds; monitore CVD (cumulative volume delta) e exchange inflows. Projeções como Standard Chartered (RWA para US$ 2T até 2028) indicam ouro tokenizado como benchmark.

Vale rastrear: se stablecoins rotacionarem para BTC (ex: USDC > spot CVD), sinal de alta. Caso contrário, RWAs ganham tração. No Brasil, com BTC a R$ 366k, monitore dados on-chain, priorizando protocolos com usuários reais e transparência técnica.


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Ecossistema DeFi isométrico com torre Aave crescendo via fluxos TVL dourados e Polygon expandindo cristais verdes, alta em TVL e POL

TVL da Aave Salta US$ 589 milhões e Polygon Ganha 15%: DeFi em Alta?

O protocolo de empréstimos descentralizados Aave registrou um aumento de US$ 589 milhões em seu TVL nas últimas 24 horas, elevando o total para US$ 27.797 bilhões, enquanto o token AAVE avançou 12%. Paralelamente, o token POL da Polygon subiu 15,59% para US$ 0,1108, com volume de US$ 97,96 milhões. Esses movimentos sugerem renovado interesse em DeFi, mas métricas como divergência de volume pedem cautela. Entenda o que impulsiona essas altas e se são sustentáveis.


Impulsionadores Fundamentais no Aave

O TVL (Total Value Locked), métrica chave em DeFi que mede o valor total depositado em um protocolo, disparou no Aave devido à proposta “Aave Will Win” Framework. Essa iniciativa, aprovada pela comunidade DAO, redireciona 100% da receita de produtos como o app mobile, Aave Card e a futura versão V4 para o tesouro da DAO. Projeções indicam receitas anuais entre US$ 118 milhões e US$ 426 milhões, fortalecendo a governança descentralizada.

Como funciona? O Aave opera como um mercado de empréstimos peer-to-pool, onde usuários depositam ativos para ganhar yields e tomam empréstimos colateralizados via smart contracts. Esse influxo reflete confiança na escalabilidade e segurança dos contratos auditados, com indicadores on-chain como Accumulation/Distribution em alta e Money Flow Index (MFI) em 83 sinalizando influxos fortes. No entanto, o volume de trading caiu 23% para US$ 368 milhões, criando uma divergência que pode indicar falta de convicção ampla.

Rebote Técnico do Polygon (POL)

No ecossistema Polygon, uma solução de camada 2 (L2) para escalabilidade Ethereum, o token POL quebrou resistências acima da SMA-7 em US$ 0,0948, atingindo US$ 0,1108. Essa alta de 15,59% veio com volume de US$ 97,96 milhões e taxa volume/capitalização de 8,35%, sugerindo acumulação sem euforia excessiva. Apesar de -90% desde o ATH de US$ 1,15, o retorno YTD de +12,51% aponta resiliência.

Técnicamente, o que importa? POL serve como token de gas e governança em transações de baixo custo na L2. O rompimento valida uma tendência de alta de curto prazo, com suportes em US$ 0,1050 e resistências em US$ 0,1151 (SMA-30). Métricas on-chain como comissões implícitas indicam maior uso para dApps, mas sem repunte claro em TVL do ecossistema, o movimento parece mais técnico do que fundamental.

Métricas On-Chain e Sinais de Cautela

Analisando redes: No Aave, 3,58 milhões de AAVE negociados reforçam pressão compradora, mas a queda no volume geral questiona sustentabilidade. No Polygon, o volume relativo elevado (vs. média 30d) confirma interesse, mas correlação com BTC (0,85) expõe riscos macro. RSI saindo de sobreventa e MACD com viés de alta favorecem posições compradas de curto prazo, porém sem novos commits em GitHub ou adoção de usuários ativos, as altas podem ser rebotes cíclicos.

Por que isso importa para DeFi? TVL crescente sinaliza liquidez para yields, mas divergências volume-preço alertam para pullbacks. Investidores devem monitorar depósitos on-chain via DefiLlama e taxas de financiamento em perpetuais para diferenciar hype de adoção real.

Implicações para o Ecossistema DeFi

Aave e Polygon exemplificam maturidade DeFi: governança token-cêntrica e escalabilidade L2. Se o framework Aave atrair mais depósitos e POL sustentar acima de SMA-30, uma “primavera DeFi” pode emergir com yields competitivos (5-7% em staking do POL). Contudo, sem expansão de usuários ativos ou integrações como AggLayer, quedas macro podem reverter ganhos. Para brasileiros, esses protocolos oferecem exposição acessível via wallets como MetaMask, mas volatilidade exige análise técnica rigorosa.


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Executivo corporativo e baleia cartoon despejando BTC em funil de exchange negro, simbolizando movimentações de BlackRock e baleias com pressão vendedora

BlackRock e Baleia Movem US$ 800 milhões em BTC: Pressão Vendedora?

Dados on-chain da Arkham Intelligence revelam que a BlackRock transferiu 3.402 BTC (US$ 227 milhões) e 15.108 ETH (US$ 29,5 milhões) para a Coinbase, totalizando US$ 257 milhões. Paralelamente, uma baleia depositou 8.200 BTC (US$ 560 milhões) na Binance nos últimos dois dias, segundo a Lookonchain. Essas movimentações ocorrem antes de um possível shutdown parcial do governo dos EUA, gerando especulações sobre pressão vendedora institucional.


Movimentações da BlackRock para Coinbase

Os dados mostram que a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, enviou 3.402 BTC avaliados em US$ 227 milhões e 15.108 ETH por US$ 29,5 milhões diretamente para a Coinbase. Essa ação segue saídas de US$ 157,56 milhões do ETF IBIT (Bitcoin) e US$ 29 milhões do ETHA (Ethereum) no dia anterior. No agregado, os ETFs de BTC registraram saídas líquidas de US$ 410 milhões, enquanto os de ETH somaram US$ 113 milhões.

Transferências para exchanges centralizadas como a Coinbase frequentemente indicam intenção de venda ou hedge. O volume representa uma fração significativa das reservas, mas os números exatos das posições totais da BlackRock em cripto não são públicos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 360.193,54 (+4,92% em 24h), equivalente a cerca de US$ 69.000 com dólar a R$ 5,22.

Depósitos Recorrentes da Baleia na Binance

A Lookonchain identificou uma baleia que depositou 8.200 BTC (US$ 560 milhões) na Binance nos últimos dois dias. Historicamente, cada depósito substancial dessa entidade coincide com quedas no preço do Bitcoin: o último, ocorrido ontem, precedeu uma queda de 3%, de US$ 69.000 para US$ 65.000 em minutos. Adicionalmente, mais 2.000 BTC foram transferidos recentemente.

Esses depósitos em exchanges são interpretados como sinais de distribuição. Grandes depósitos não são ruído aleatório, mas indicam estratégia coordenada, possivelmente de realização de lucros ou redução de exposição. O volume totaliza cerca de US$ 560 milhões, ampliando o escopo das movimentações institucionais observadas.

Contexto Macroeconômico: Shutdown e CPI

As transferências coincidem com o prazo final para aprovação de orçamento nos EUA, com risco de shutdown parcial do governo a partir de amanhã (14/02/2026). O último shutdown, iniciado em 31/01, marcou o início de uma correção do BTC de acima de US$ 80.000 para US$ 60.000. Hoje, os dados do CPI de janeiro são esperados, com projeções de inflação suave, mas surpresas altistas podem amplificar a volatilidade.

Outros fatores incluem vendas governamentais, como as do Butão (redução de 60% desde outubro), e previsões de baixa do Standard Chartered, que cortou o alvo de fim de ano para US$ 100.000 e alerta para US$ 50.000.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados on-chain sugerem aumento de oferta em exchanges, com potencial para testar suportes em US$ 65.000 (média móvel de 50 dias) e US$ 60.000 (fundo recente). Resistências em US$ 70.000 e US$ 80.000 permanecem distantes. Volumes dos ETFs e depósitos de baleias devem ser observados para confirmar direção.

Investidores institucionais como BlackRock e baleias anônimas movem mercados; esses fluxos indicam cautela em meio a riscos macro. Vale acompanhar plataformas como Arkham e Lookonchain para atualizações em tempo real.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito dourado de Bitcoin com fissura vermelha escorrendo perdas, simbolizando capitulação on-chain após 3 anos

Bitcoin em Capitulação: Sinal de Baixa Após 3 Anos

O Realized Cap Impulse de longo prazo do Bitcoin virou negativo pela primeira vez em três anos, sinalizando contração no crescimento estrutural da rede. Esse indicador, ausente desde 2021, historicamente precede correções prolongadas ou mercados de baixa. Com o BTC negociado acima de US$ 66.000 após queda de 30% no mês, os dados da Glassnode e CryptoQuant reforçam a capitulação em curso, com US$ 2,3 bilhões em perdas realizadas — maior evento desde o crash de 2021.


Indicadores On-Chain Acendem Alerta de Baixa

Os dados mostram que o Realized Cap Impulse (Long-Term) monitora influxos de capital de longo prazo na rede Bitcoin. Uma leitura negativa indica que novos capitais não absorvem a oferta disponível, gerando pressão descendente. Alphractal destacou que, em ciclos passados, esse sinal precedeu quedas significativas, como em 2021. Paralelamente, o fluxo de novos investidores virou negativo, sem renovação de liquidez durante correções — padrão inicial de viés de baixa.

O MVRV Adaptive Z-Score (365 dias) da CryptoQuant atingiu -2,66, confirmando zona de capitulação. O Indicador de Ciclo Alta-Baixa ainda não alcançou extremos, sugerindo espaço para mais downside antes de estabilização.

Capitulação Registra Perdas Recordes

A média de sete dias de perdas realizadas líquidas chegou a US$ 2,3 bilhões, segundo IT Tech no CryptoQuant, rivalizando o crash de 2021 e colapsos de Luna/FTX. Detentores de curto prazo venderam em prejuízo durante a descida de 50% desde o pico de US$ 126.000 em outubro. O preço realizado está em US$ 55.000, com bottoms históricos 24-30% abaixo desse nível.

Detentores de longo prazo (LTH) reduziram posições em 245.000 BTC em 6 de fevereiro, taxa média de 170.000 BTC/dia desde então, per Glassnode. O Realized Profit/Loss Ratio caminha para abaixo de 1, alinhado a capitulações amplas.

Debate Sobre o Fundo: US$ 40 Mil ou Deep Value?

Traders divergem: CryptoQuant vê potencial sideways em US$ 55.000 antes de recuperação, mas analistas como Tony Research preveem bottom em US$ 40-50 mil no Q4 2026, seguindo retração Fibonacci 0,618 (~US$ 57.000). Checkmatey, ex-Glassnode, classifica US$ 60.000 como deep value, com odds acima de 50% de low já formado, mas alerta para revisitas via time pain.

Baleias acumulam, com saídas de exchanges em 3,2% (média 30 dias), ecoando H1 2022 — recuperação demorou até 2023.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

Suportes chave: US$ 55.000 (realized price), US$ 60.000 (deep value), US$ 40.000 (Fibonacci extremo). Resistências: US$ 80.000 (True Market Mean/ETF basis). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.744,70 (-0,55% em 24h, volume 327 BTC).

Os dados sugerem monitoramento de LTH net change e Z-Score para sinais de estabilização, sem viés direcional.


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Baleias digitais emergindo de abismo expelindo fluxos dourados de BTC em superfície turbulenta cyan, alertando volatilidade on-chain no Bitcoin

Baleias se movem: Depósito de US$ 727 mi na Binance alerta volatilidade

Os dados on-chain mostram uma baleia depositando 10.735 BTC, equivalentes a US$ 727 milhões, na Binance nos últimos três dias, incluindo 2.535 BTC há duas horas. Em contraste, a exchange registrou uma saída de US$ 1,28 bilhão em Bitcoin, equivalente a cerca de 19.162 BTC. Esse movimento contraditório pode sinalizar reestruturação de liquidez e maior volatilidade no mercado de BTC, atualmente cotado próximo de US$ 67.000.


Detalhes dos Depósitos da Baleia

De acordo com monitoramento do The Data Nerd, a entidade identificada como 3NVeX realizou depósitos cumulativos de 10.735 BTC na Binance entre 10 e 13 de fevereiro de 2026. O último movimento, de 2.535 BTC (US$ 168 milhões), ocorreu há duas horas da publicação original. Esses inflows elevados, com picos acima de 12.000 BTC em eventos recentes, coincidem com a correção do Bitcoin de US$ 95.000 para níveis atuais em torno de US$ 67.000.

Os dados indicam uma concentração de supply na exchange, expandindo o inventário disponível para trading. Médias mensais de inflows subiram para 2.900-3.000 BTC no final de 2025, refletindo posicionamento sob pressão de preço. Tal padrão historicamente precede execuções de venda, com volume taker negativo confirmando distribuição ativa no mercado spot e derivativos.

Saídas Massivas Reduzem Saldos da Exchange

Paralelamente, os saldos de Bitcoin na Binance caíram de aproximadamente 1,23 milhão para 1,21 milhão de BTC, impulsionados por saídas de 19.162 BTC (US$ 1,28 bilhão). Esse outflow acelerou após eventos de desconfiança em outubro de 2025, com investidores priorizando custódia em cold wallets. O movimento reflete aversão a risco, não realização de lucros, apertando a liquidez de venda na exchange.

Embora os inflows de baleias tenham aumentado a oferta disponível, as retiradas institucionais e de holders grandes mitigaram impactos imediatos de downside. No entanto, a combinação expõe fragilidades: supply concentrado em poucas mãos e redução gradual de inventário on-exchange.

Implicações para Volatilidade e Níveis Técnicos

Os dados mostram transição de inflows passivos para pressão de venda agressiva, alinhada a drawdowns mais acentuados em 2026. Volumes taker negativos intensos marcam capitulação, enquanto outflows para storage frio oferecem suporte de longo prazo via redução de sell-side overhang. Indicadores como net volume taker e exchange balances sugerem volatilidade elevada, com BTC testando suportes em US$ 62.000-65.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.964,63, com variação de -0,25% em 24 horas e volume de 329,71 BTC. No mercado global, BTC-USD em US$ 67.080 (Dólar a R$ 5,218). Traders devem monitorar inflows contínuos acima de 5.000 BTC e outflows sustentados para avaliar direção de curto prazo.


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Fluxo dominante de energia cyan ETH saindo de exchanges contrastando com pequena explosão vermelha de liquidação, destacando saídas on-chain recorde no Ethereum

Ethereum: Liquidação de US$ 27 milhões Contrasta com Saídas Recorde de CEX

Os dados on-chain revelam um contraste marcante no mercado de Ethereum: enquanto a posição ETH de 25x alavancagem do trader Machi Big Brother acumula perdas de US$ 27,56 milhões e enfrenta liquidação parcial com apenas 4% de queda adicional, 330 mil ETH — equivalentes a US$ 660 milhões — foram retirados de exchanges na última semana, sinalizando acumulação por grandes detentores em meio à volatilidade.


Posição Alavancada de Machi Big Brother em Risco

A posição monitorada pelo Onchain Lens mostra o endereço 0x020…5872 com uma operação longa em ETH alavancada em 25x. As perdas não realizadas atingiram US$ 27,56 milhões após recente queda de preço. O nível de liquidação está próximo, exigindo apenas mais 4% de desvalorização para disparar vendas forçadas.

Esse padrão — abrir posições compradas, sofrer liquidação e reabrir — tem sido recorrente para o trader conhecido como “Machi Big Brother”. Os dados indicam que tais eventos contribuem para a volatilidade de curto prazo, com liquidações forçando vendas em cascata que pressionam o preço para baixo temporariamente.

No contexto atual, com ETH negociado a US$ 1.924 (cotação de 12/02/2026 às 19h26), equivalente a cerca de R$ 10.033, essa posição exemplifica os riscos da alavancagem excessiva em mercados descendentes.

Acumulação Massiva por Baleias

Dados da Santiment, destacados pelo analista Ali Martinez, registram a retirada de 330 mil ETH de plataformas centralizadas na semana encerrada em 12 de fevereiro. Esse volume, avaliado em mais de US$ 660 milhões a preços médios da semana, reflete redução na pressão de venda disponível.

Transferências para custódia fria por baleias sugerem confiança em valorização futura, contrabalançando a narrativa de pânico. Historicamente, saídas prolongadas de exchanges precedem ciclos de alta, pois limitam a oferta líquida no mercado spot.

Em termos relativos, essa movimentação representa uma taxa de acumulação superior à média dos últimos meses, especialmente em período de correção de preço.

Indicadores de Mercado e Open Interest

O open interest em contratos futuros de ETH subiu 2,76% nas últimas 24 horas, acompanhando ganho de preço de 1,33%, conforme CoinGlass. No entanto, o CME registra queda de 2,02%, indicando divergência entre traders institucionais e varejo.

O preço atual de US$ 1.924 posiciona ETH próximo a suportes em US$ 1.900 e US$ 1.850, com resistências em US$ 2.000 e US$ 2.100. A variação diária de -0,92% em USD reflete pressão, mas o fluxo on-chain positivo pode estabilizar o ativo.

Volume de negociações e liquidações totais na rede somam mais de US$ 80 milhões em uma hora, com ETH contribuindo significativamente.

Níveis a Monitorar

Os próximos dados a observar incluem continuidade das saídas de exchanges e evolução do open interest. Suporte crítico em US$ 1.900; rompimento abaixo pode acelerar liquidações. Acima de US$ 2.000, sinaliza força compradora. Métricas on-chain como saldo de baleias e fluxos de staking fornecerão pistas adicionais sobre direção.


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Baleia Ethereum cartoon emergindo de turbulência vermelha acumulando cristais dourados, contrastando liquidações de traders com acumulação institucional

Baleias ETH: Liquidações de US$ 869 milhões vs Acumulação Institucional

Os dados on-chain indicam uma dicotomia clara no mercado de Ethereum: enquanto traders alavancados como a maior posição comprada na Ásia, operada pela Trend Research, foi fechada com perda de US$ 869 milhões em uma posição que chegou a US$ 2,1 bilhões, endereços acumuladores mantêm 27 milhões de ETH (23% do suprimento circulante). Relatórios recentes do Arkham mostram o Top 20 dos detentores dominado por instituições e plataformas, com o maior endereço individual inacessível por perda de chaves privadas. ETH cotado a US$ 1.984 (R$ 10.283).


Capitulação de Posições Alavancadas

A Trend Research, liderada por Jack Yi, acumulou uma posição comprada em ETH alavancada que atingiu US$ 2,1 bilhões em valor, financiada por empréstimos de stablecoins contra colateral ETH. O fechamento completo ocorreu no domingo, resultando em perda realizada de aproximadamente US$ 869 milhões, conforme dados da plataforma Arkham. Yi havia reiterado visão otimista dias antes, prevendo ETH acima de US$ 10.000, mas ajustes parciais para gerenciar risco não evitaram a liquidação total à medida que o preço caiu para US$ 1.750.

Em paralelo, o trader conhecido como ‘Machi’ reduziu sua posição ETH de alavancagem 25x em cerca de 1.800 ETH em uma hora, deixando apenas 500 ETH (US$ 869 mil) com preço de liquidação em US$ 1.886,59. O saldo da conta é de US$ 43 mil, com perdas acumuladas de US$ 25,9 milhões. Esses eventos coincidem com estresse no mercado de derivativos, onde posições alavancadas foram forçadas a fechar.

Acumulação Resiliente por Endereços Fortes

Contrastando com as liquidações, os ‘accumulating addresses’ — carteiras sem histórico de saídas, com pelo menos 100 ETH e sem vínculo a exchanges, mineradores ou contratos inteligentes — detêm 27 milhões de ETH, equivalente a 23% do suprimento circulante, segundo CryptoQuant. Historicamente, o ETH negociou abaixo do preço realizado desses endereços apenas duas vezes: no fundo de 2025 e desde janeiro de 2026. Os dados mostram continuidade na acumulação apesar da queda recente de preço e do unwinding de posições alavancadas.

Isso sugere que participantes de longo prazo veem os níveis atuais como atrativos em horizontes multianuais, ignorando volatilidade de curto prazo. A retração para próximo de US$ 1.750 atuou como suporte técnico, com médias móveis de 50 e 200 dias testadas recentemente.

Top 20 Detentores: Domínio Institucional e Escassez Eterna

O relatório Arkham ‘Who Owns the Most Ethereum? Top ETH Holders 2026’ revela que mais de 60% do suprimento total de ETH (77,18 milhões de ETH, US$ 241,4 bilhões) está no contrato de depósito ETH2 beacon. Entre holders individuais acessíveis, Vitalik Buterin ocupa o topo com 240 mil ETH (US$ 754 milhões). No entanto, o maior endereço pessoal, de Rain Lohmus (fundador LHV Group), com 250 mil ETH (US$ 786 milhões), permanece inacessível desde 2014 devido a perda de chaves privadas.

Os 20 maiores endereços são dominados por instituições e plataformas de trading, reforçando o controle do ‘smart money’. Essa perda permanente cria escassez efetiva, reduzindo liquidez circulante em cerca de 0,2% do suprimento total, um fator que os dados on-chain destacam como relevante para análises de oferta.

Níveis Técnicos e Monitoramento Sugerido

Atualmente, ETH oscila entre US$ 1.941 (baixa diária) e US$ 1.989 (alta), com variação de +2,17% nas últimas 24 horas. Suportes chave em US$ 1.750 (recentemente testado) e US$ 1.600 (média móvel 200 semanas); resistências em US$ 2.000 e US$ 2.200. Volumes de saída de exchanges atingiram picos desde outubro, alinhando-se à acumulação observada.

Os dados sugerem monitoramento de fluxos on-chain, métricas de preço realizado e composição do Top 20 para avaliar pressão vendedora de curto prazo versus convicção institucional de longo prazo.


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Baleia colossal cristalina dourada emergindo de abismo digital com 'BTC' luminoso, fragmentos vermelhos XRP caindo em capitulação, movimento on-chain

Baleia BTC Acorda Após 7 Anos em Meio a Capitulação no XRP

As baleias estão abandonando o barco ou apenas trocando de posição? Uma carteira de Bitcoin inativa há sete anos movimentou 2.043 BTC (cerca de US$ 143 milhões) para um novo endereço, conforme dados on-chain da ZyCrypto. O fato ocorre em meio à capitulação de holders de XRP, com perdas semanais de até US$ 1,2 bilhão, e queda do Bitcoin abaixo de US$ 67 mil. Os dados sugerem possível realocação estratégica em suportes psicológicos.


Movimento da Baleia de Bitcoin Após 7 Anos

Os dados on-chain revelam que a baleia adquiriu os 2.043 BTC em fevereiro de 2019 via mesa OTC da Cumberland. A carteira, originalmente com cerca de 39.000 BTC, consolidou depósitos de 2.113 BTC (7 anos) e 757 BTC (2 anos), ambos de Cumberland, em dois novos endereços. Não há indícios de transferência para exchanges conhecidas, o que aponta para medida de segurança ou mudança de custódia, em vez de venda imediata.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.785,62 às 07:31 de hoje, com variação de -3,54% em 24 horas. Em dólares, o preço está em US$ 66.858, testando o suporte psicológico de US$ 67.000.

Capitulação no XRP: Perdas de US$ 1,2 Bilhão

O Spent Output Profit Ratio (SOPR) do XRP caiu para 0,96, indicando que holders estão realizando prejuízos. Desde agosto de 2025, gastos de holders de longo prazo subiram 580%, de US$ 38 milhões para US$ 260 milhões diários. A oferta em lucro despencou para 58,5%, o menor desde novembro de 2024.

Perdas realizadas semanais variam de US$ 500 milhões a US$ 1,2 bilhão em retests de US$ 2,00. Atualmente, XRP negocia a R$ 7,06 (US$ 1,36), abaixo do custo médio dos holders, reforçando o pânico em zona psicológica crítica de US$ 1,40.

Queda do Bitcoin e Impacto nas Altcoins

O Bitcoin perdeu o piso de US$ 67.000 após falhar em romper US$ 72.000, caindo de US$ 90.000 em 28 de janeiro. A dominância recuou para abaixo de 57%, enquanto market cap total do criptomercado encolheu para US$ 2,35 trilhões, perda de US$ 50 bilhões em 24 horas.

Altcoins como Ethereum (abaixo de US$ 2.000), BNB (US$ 600) e SOL registram quedas de 3-5%. O XRP, com -4,34% em 24 horas, reflete fragilidade estrutural, mas padrões históricos de SOPR <1 sugerem consolidação prolongada, como visto em 2021-2022.

Níveis de Suporte Psicológicos a Monitorar

Para Bitcoin, suportes chave são US$ 67.000 (atual), US$ 65.000 (recente baixa) e US$ 60.000 (fundo semanal). No XRP, US$ 1,40 atua como barreira imediata, com US$ 2,00 como resistência histórica de capitulação. Movimentos de baleias como esse podem sinalizar reposicionamento para compras em novos suportes, mas os dados on-chain não confirmam vendas em exchanges. Traders devem observar fluxos para plataformas de negociação e indicadores de volume.


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Barreira bold com 71K rachando sob pressão vermelha, base 68K frágil tremendo, simbolizando resistência técnica e suporte sob risco no Bitcoin

Bitcoin Enfrenta Resistência em US$ 71.000 Após Rebote para US$ 70.000

O Bitcoin recuperou os US$ 70.000 após queda para os US$ 60.000 na semana passada, mas os dados mostram uma resistência fresca em US$ 71.000, com o índice Fear & Greed atingindo mínimas desde 2022 e volumes spot em queda de 30% desde o final de 2025. Analistas alertam para um possível dead cat bounce, enquanto o preço luta abaixo da média móvel de 100 semanas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 358.308 (-0,3% em 24h). A zona de defesa em US$ 68.000 será crucial.


Resistência Técnica e Sentimento Extremamente Baixo

Os dados de trading revelam um amplo unwind de risco, com o Bitcoin estagnando próximo aos US$ 70.000 após o rebote. O preço permanece abaixo da média móvel de 100 semanas pela terceira semana consecutiva, um padrão histórico associado a downturns prolongados — em média, 267 dias abaixo desse nível. O Crypto Fear and Greed Index caiu para 6 no fim de semana, equiparável aos níveis do colapso FTX em 2022, antes de se recuperar para 14.

Analistas como Alex Kuptsikevich destacam suprimento pesado acima de US$ 71.000, com momentum perdido no fim de semana. Essa resistência representa um muro crítico que o BTC precisa romper para sinalizar força, mas o viés atual sugere mais testes da média móvel de 200 semanas.

Queda de Volumes e Liquidez Fina Amplificam Riscos

Volumes agregados em exchanges centralizadas caíram cerca de 30% desde outubro/novembro de 2025, passando de US$ 1 trilhão mensal para US$ 700 bilhões em spot. Essa redução gradual na participação, especialmente retail, indica saída ordenada em vez de capitulação total, o que pode prolongar a consolidação ou levar a swings acentuados.

A liquidez fina agrava o quadro: livros de ordens mais esparsos permitem que vendas modestas gerem movimentos desproporcionais, ativando stops e liquidações em loop. Kaiko Research contextualiza isso no ciclo pós-halving, com retração de mais de 50% dos picos de US$ 126.000 no fim de 2025/início de 2026.

Indicadores On-Chain Revelam Suportes Críticos

Dados on-chain apontam para fragilidade no rebote. Glassnode identifica um cluster de absorção em US$ 66.900-US$ 70.600, onde o preço atual se equilibra após limpar liquidações. No entanto, opções de fevereiro concentram proteção em US$ 60.000-US$ 50.000, com skew de risco em -13% e funding rates negativos.

A zona de US$ 68.000, alinhada à EMA 200 semanal, é o suporte imediato a defender. Perda desse nível abre caminho para US$ 60.000 ou até a banda MVRV Z-Score de -1.0 em US$ 52.040. Holder supply em perda cresce, ecoando bears de 2018/2022.

Níveis Chave e Estratégia de Monitoramento

Os números não mentem: US$ 71.000 é o muro decisivo. Rompimento com volume sustentado pode invalidar o cenário bear, mas falha reforça risco de reteste em US$ 68.000-US$ 60.000. No macro, o triângulo descendente mensal sugere rally de alívio limitado abaixo de US$ 82.500.

Investidores devem monitorar:

  1. retenção acima de US$ 68.000;
  2. recuperação do Fear and Greed acima de 25;
  3. volumes spot acima de US$ 800 bi mensais.

Até lá, cautela estratégica prevalece, com acumulação potencial em suportes históricos.


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Prisma Ethereum emergindo de abismo digital guiado por linha MVRV cyan, refratando luz dourada com 2.1K, sinalizando fundo após capitulação

Ethereum em US$ 2.100: MVRV Sinaliza Fundo Após Capitulação

O Ethereum caiu abaixo da banda MVRV de 0,80, indicador on-chain que marcou os últimos três fundos de mercado nos ciclos anteriores. Após romper o suporte psicológico de US$ 2.000, o ativo recuperou para US$ 2.100 em meio a um rebound nos mercados cripto e macro. A liquidação do trader Machi, com perda de US$ 121 mil em posições alavancadas de ETH e HYPE, reforça sinais de capitulação. Os dados sugerem possível exaustão vendedora.


MVRV Ratio Abaixo de 0,80: Histórico de Fundos

O MVRV Ratio, calculado como a divisão entre a capitalização de mercado e o realized cap do Ethereum, atingiu níveis abaixo de 0,80 recentemente, equivalentes a US$ 1.959. Esse patamar indica domínio de perdas não realizadas na rede, conforme análise de Ali Martinez. Historicamente, nas três ocasiões anteriores, essa zona precedeu reversões de preço.

O realized cap considera o preço de última transação de cada ETH na blockchain, refletindo o custo de aquisição médio dos holders. Quando o MVRV cai abaixo de 1,0 — como ocorreu em US$ 2.449 no fim de janeiro —, o mercado fica underwater, esgotando a pressão vendedora à medida que as perdas se acumulam.

Atualmente, com ETH em torno de US$ 2.044, o indicador sugere que o fundo pode estar próximo, embora reversões dependam de volume e momentum sustentado.

Capitulação de Grandes Posições: Caso Machi

No Hyperliquid, o trader conhecido como Machi Big Brother reduziu 1.550 ETH em posições long, registrando perda de US$ 98.767, além de US$ 22.857 em HYPE, totalizando US$ 121.624. Essa movimentação ocorreu durante a queda abaixo de US$ 2.000 na tarde de 10 de fevereiro.

Com histórico de mais de 250 liquidações em 25x alavancagem desde 2025, perdas acumuladas superam US$ 25 milhões. Capitulações de baleias como essa frequentemente coincidem com exaustão de venda, alinhando-se ao sinal MVRV.

Os dados de transações mostram alta atividade: mais de 50 operações em 12 horas, indicando monitoramento constante em meio à volatilidade.

Rebound Macro e Derivativos Bearish

O rebound para US$ 2.150 acompanha alta no Bitcoin e ações americanas, após mínima de US$ 1.750. No entanto, futuros mensais negociam com prêmio anualizado de apenas 3%, abaixo do neutro de 5%, sinalizando ceticismo entre traders institucionais.

Ethereum domina 58% do TVL global (65% com L2s como Base e Arbitrum), gerando US$ 19 milhões em fees na base layer nos últimos 30 dias. Inflação líquida subiu para 0,8% anual devido a menor atividade on-chain, contrastando com deflação prévia.

Vitalik Buterin destacou desafios nos subsídios a L2s, priorizando escalabilidade base layer.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados on-chain posicionam ETH próximo a suportes históricos via MVRV. Acima de US$ 2.449 (MVRV 1,0), resistência imediata; rompimento poderia testar US$ 2.500. Abaixo de US$ 1.959, risco de extensão bearish.

Volume de realização e open interest em derivativos serão chave. Capitulações como a de Machi e métricas como TVL sugerem estabilização, mas macroeconomia — com receios no emprego dos EUA — mantém cautela. Investidores devem observar esses indicadores para decisões informadas.


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Executivos cartoon estilizados transferindo baûs BTC e ETH sobre ponte digital, representando movimentação on-chain da BlackRock para Coinbase

BlackRock Transfere US$ 247 Milhões em BTC e ETH para Coinbase Prime

Os dados on-chain mostram que a BlackRock transferiu 2.268 BTC (US$ 156 milhões) e 45.324 ETH (US$ 92 milhões) para a Coinbase Prime, totalizando US$ 247 milhões. A movimentação ocorreu após resgates nos ETFs IBIT e ETHA, com outflows semanais de US$ 115 milhões no Bitcoin ETF. Tal fluxo para custódia institucional frequentemente precede liquidações, elevando a vigilância sobre pressão de venda no mercado spot. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.038 às 18h43 de 9 de fevereiro, com variação de -1,96% em 24h.


Detalhes da Transferência On-Chain

De acordo com monitoramento do Onchain Lens via Arkham Intelligence, as transferências partiram de endereços vinculados aos ETFs iShares Bitcoin Trust (IBIT) e iShares Ethereum Trust (ETHA). Os 2.268,02 BTC equivaliam a US$ 155,96 milhões, enquanto os 45.324 ETH somavam US$ 91,78 milhões no momento da operação. O agregado supera os US$ 247 milhões reportados.

Os dados indicam que pelo menos oito transações para Coinbase Prime ocorreram em janela temporal restrita, alinhadas a outflows líquidos de US$ 115,14 milhões no IBIT para a semana encerrada em 6 de fevereiro. Isso corresponde a cerca de 1.600-1.700 BTC, considerando preços médios da época. Diferenças entre depósitos e outflows refletem buffers operacionais e liquidações brutas típicas de ETFs.

No contexto técnico, o Bitcoin recuou de máximas próximas a US$ 85.000 para mínimas acima de US$ 68.000, com RSI diário entrando em território de sobrevenda antes de estabilizar abaixo de 50. Cotação atual em USD: US$ 70.025 (variação -0,46% em 24h).

Contexto de Resgates e Mercado

A Coinbase Prime atua como camada de custódia e execução para criações e resgates de ETFs. Transferências para lá não implicam venda imediata no mercado spot, mas servem a processos de settlement. Contudo, em cenários de outflows elevados, como os observados, o fluxo pode preceder ordens de venda no livro de ofertas da exchange.

Os dados mostram que o sell-off recente foi impulsionado por liquidações, com volume de trading em pico e momentum descendente. O rebote para US$ 70.000 careceu de follow-through forte, sugerindo rebote de alívio em vez de reversão confirmada. ETH, por sua vez, oscilou entre US$ 2.010 e US$ 2.142, fechando em US$ 2.100 (+0,46%).

No Brasil, equivalentes em reais: BTC R$ 363.994 (-1,96%), ETH R$ 10.912 (-0,75%). Volumes 24h no mercado local somam 398,6 BTC.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem sensibilidade contínua dos fluxos ETF a oscilações de preço. Suportes imediatos para BTC em USD: US$ 68.400 (mínima recente) e US$ 65.000 (próxima zona de volume). Resistências: US$ 71.400 (máxima diária) e US$ 72.300 (nível psicológico). Para ETH: suporte US$ 2.010, resistência US$ 2.142.

Investidores devem observar inflows/outflows diários dos ETFs via plataformas como SoSoValue, atividade no livro de ofertas da Coinbase Prime e indicadores de volume on-chain. Ausência de vendas discricionárias além de mechanics de ETF indica que a pressão é reativa a estresse de mercado, não shift direcional de convicção institucional.

Em resumo, a estrutura metódica revela movimentações de settlement, com potencial para amplificar volatilidade se resgates persistirem.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Hayes despejando tokens DeFi e erguendo troféu HYPE contra executivo Multicoin em arena digital, expondo conflito no mercado cripto

Hayes Despeja DeFi e Aposta US$ 100 Mil em HYPE Contra Multicoin

Investigações on-chain revelam que Arthur Hayes despejou milhões em tokens DeFi como ENA, ETHFI e PENDLE para exchanges, sinalizando possível venda em massa. Paralelamente, o ex-CEO da BitMEX lançou uma aposta de US$ 100 mil contra Kyle Samani, da Multicoin, defendendo que HYPE superará qualquer altcoin acima de US$ 1 bilhão em 6 meses. Evidências apontam para rotação agressiva de capital — mas é estratégia ou pump and dump?


Movimentações On-Chain Suspeitas

Evidências on-chain mostram Hayes transferindo 8,57 milhões de ENA (US$ 1,06 milhão), 2,04 milhões de ETHFI (US$ 954 mil) e 950 mil PENDLE (US$ 1,14 milhão) de suas carteiras para endereços de exchanges nas últimas horas. Monitoramentos como Lookonchain classificam isso como “likely to sell”, padrão recorrente do investidor.

Esse volume totaliza mais de US$ 3 milhões, coincidindo com quedas de 3-7% nos preços dos tokens. Histórico revela ciclo: comprou esses ativos em dezembro de 2025, vendeu em massa agora. Red flag: tais quedas de baleias amplificam volatilidade, impactando holders menores que seguem seus rastros.

Para brasileiros, com exposição via exchanges locais, isso eleva riscos em posições alavancadas nessas altcoins especulativas.

Aposta Pública e Críticas ao Hyperliquid

A provocação veio após Kyle Samani criticar o Hyperliquid, plataforma nativa do HYPE, por supostos problemas: fundadores “fugindo da pátria”, código fechado, facilitação de crimes e operação permissionada. Samani, recém-saído da Multicoin, expressou desalento com o setor.

Hayes rebateu sem negar acusações, apostando de 10/02/2026 a 31/07/2026 que HYPE outperform qualquer shitcoin com market cap superior a US$ 1 bilhão. Perdedor doa US$ 100 mil a caridade escolhida pelo vencedor. Ironia: Multicoin acumula ~US$ 46 milhões em HYPE via 17 transações recentes, apesar das críticas de seu ex-sócio.

Comentários destacam hipocrisia: posições ditam opiniões, com Samani acusado de ciúmes competitivos.

Histórico de Hayes e Red Flags

Hayes tem “amor-ódio” com HYPE: previu 126x em 2025, vendeu para “comprar Ferrari” em setembro, recomprrou em janeiro 2026. Plataforma Hyperliquid destaca-se com propostas como HIP-4 (mercados de previsão) e integrações institucionais, impulsionando HYPE +20% semanal apesar de correções gerais.

Red flags incluem closed source e críticas regulatórias, ecoando BitMEX (passado conturbado de Hayes). Padrão de compra-venda-compra sugere trading curto-prazo, não convicção longa. Mercado reage: HYPE em US$ 32-33, mas quedas DeFi pressionam liquidez.

Estratégia agressiva ou ego? Evidências on-chain não mentem, mas intenções demandam cautela.

Como se Proteger de Baleias

Investidores devem monitorar wallets conhecidas via Arkham ou Lookonchain. Evite FOMO em pumps de influencers com histórico volátil como Hayes.

  1. Configure alertas on-chain para grandes transfers.
  2. Diversifique em BTC/ETH, evite DeFi especulativo.
  3. Use stop-loss em altcoins.
  4. Foque fundamentals, ignore hype social.

Hayes gira capital — proteja o seu rastreando antes de ser pego no rastro.


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Trader baleia cartoon deixando rastros on-chain luminosos impactando nós DeFi ENA, ETHFI e PENDLE, simbolizando movimentações suspeitas

Rastros On-Chain: Arthur Hayes Despeja Milhões em Tokens DeFi?

Investigações on-chain revelam que Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, transferiu milhões em tokens DeFi para endereços de exchanges nas últimas horas. São 8,57 milhões de ENA (US$ 1,06 milhão), 2,04 milhões de ETHFI (US$ 954 mil) e 950 mil PENDLE (US$ 1,14 milhão), segundo monitoramento do Lookonchain. Evidências apontam para possível venda, em meio a um histórico de vendas em massa que influenciam preços. Isso sinaliza abandono do DeFi ou realização de lucros? O mercado reage com cautela.


Detalhes das Movimentações Recentes

As transferências foram detectadas em tempo real por ferramentas de análise on-chain. Hayes enviou os tokens de suas carteiras pessoais diretamente para plataformas de negociação conhecidas, padrão comum para liquidações. O volume total ultrapassa US$ 3 milhões, uma quantia significativa para protocolos DeFi emergentes como ENA (Ethena), ETHFI (ether.fi) e PENDLE (Pendle).

Red flag inicial: Movimentos desse porte de uma figura influente como Hayes não passam despercebidos. O tweet do Lookonchain, replicado em diversas fontes, alerta explicitamente para “likely to sell”. Sem confirmação oficial de Hayes, as evidências on-chain falam por si: os fundos saíram de cold wallets para hot wallets de exchanges.

Nos últimos 15 minutos antes da detecção, as transações foram agrupadas, sugerindo coordenação. Isso não é um erro de roteamento, mas uma estratégia deliberada.

Histórico de Vendas de Hayes Revela Padrão

Não é a primeira vez. Em agosto de 2025, Hayes vendeu altcoins prevendo correção, mas o mercado subiu, forçando-o a recomprar ETH a preços mais altos. Em novembro, despejou 520 ETH (US$ 1,66 milhão), junto com ENA e ETHFI. Dezembro trouxe nova rodada: trocou ETH por PENDLE, LDO, ENA e ETHFI.

Agora, em fevereiro de 2026, ele inverte novamente. Esse ciclo de buy-sell-buy expõe volatilidade em suas posições DeFi. Evidências apontam para trading de curto prazo, não hodl de longo prazo. Investidores que seguiram suas compras anteriores viram ganhos, mas dumps subsequentes geraram perdas coletivas.

O padrão levanta questões: Hayes usa influência para pump and dump, ou é apenas oportunista em um mercado volátil? Fatos on-chain não mentem, mas intenções exigem cautela.

Impacto nos Preços dos Tokens DeFi

Hayes não é um investidor qualquer — sua palavra e ações movem mercados. Após alertas semelhantes no passado, ENA caiu 5-10% em horas, ETHFI registrou picos de venda, e PENDLE testou suportes críticos. Hoje, com o mercado cripto em correção, essas transferências coincidem com quedas de 3-7% nos preços dos tokens envolvidos.

Protocolos DeFi dependem de liquidez e confiança. Um dump de baleia como Hayes amplifica a pressão vendedora, especialmente em tokens com baixa capitalização. Monitoramentos mostram pico no volume de venda pós-transferência, indicando que outros atores seguem o rastro on-chain para front-run ou copiar trades.

Para brasileiros, com dólar volátil, isso significa risco extra em posições alavancadas nessas altcoins via exchanges locais.

Como se Proteger de Movimentos de Baleias

Evidências como essas reforçam a necessidade de due diligence independente. Monitore wallets conhecidas via Lookonchain ou Arkham Intelligence. Evite FOMO em pumps liderados por influencers controversos como Hayes, com histórico na BitMEX (acusada de irregularidades regulatórias).

Passos práticos:

  1. Use alertas on-chain para grandes transferências.
  2. Diversifique além de DeFi especulativo — priorize Bitcoin e Ethereum.
  3. Defina stop-loss em posições de altcoins.
  4. Ignore hype de redes sociais; foque em fundamentals dos protocolos.

Hayes pode estar realizando lucros legítimos, mas o histórico sugere risco. Proteja seu portfólio rastreando os rastros antes que eles atinjam você.


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Vórtice cyan neon com XRP e 2860% no núcleo expandindo fluxos dourados, simbolizando salto de 2.860% nos fluxos spot de XRP

XRP Registra Salto de 2.860% nos Fluxos Spot e Apetite por Risco

Os fluxos spot de XRP registraram um aumento expressivo de 2.860% nas últimas oito horas, conforme dados do Coinglass citados pela U.Today. Esse movimento ocorre após dias de pressão baixista contínua, com o ativo atingindo condições extremas de sobrevenda. Os fluxos positivos tanto em spot quanto em futuros sugerem que traders estão posicionando-se para uma possível recuperação de curto prazo, em um cenário de apetite por risco renovado no mercado cripto. A cotação do XRP está em US$ 1,4382 (alta de 0,96%) e R$ 7,54 (+0,36%), refletindo estabilização inicial.


Situação Atual dos Fluxos Spot

Os dados mostram uma das maiores expansões de fluxos de curto prazo em meses para o XRP. Esse salto de 2.860% indica intervenção ativa de participantes do mercado após o preço tocar níveis de sobrevenda extrema. Em um período de oito horas, o volume de fluxos spot passou de volumes mínimos para picos significativos, alinhando-se com padrões observados próximos a fundos locais.

No gráfico XRP/USDT, o ativo exibe sinais iniciais de estabilização, com candles de rejeição em mínimas recentes. Apesar da fragilidade do preço, que oscila em torno de US$ 1,41 a US$ 1,47 no dia, os fluxos net positivos em spot e futuros apontam para acumulação em vez de distribuição adicional.

Contexto Técnico e Mercado Amplo

O movimento acontece em sessão de fim de semana, tradicionalmente com menor liquidez, o que amplifica a volatilidade. O mercado cripto mais amplo permanece pressionado, com o Bitcoin cotado a R$ 372.362 pelo Cointrader Monitor, registrando alta de 2,1% nas últimas 24 horas e volume de 279 BTC. Essa dinâmica sugere que o XRP está desafiando a tendência geral, possivelmente liderando uma rotação setorial para altcoins.

Indicadores técnicos como RSI mostram o XRP em território de sobrevenda (abaixo de 30), com potencial para recuo em direção a médias móveis de curto prazo. No entanto, a confirmação depende da sustentação desses fluxos quando a liquidez plena retornar na segunda-feira.

Dados On-Chain e Atividade na Rede

Análises on-chain revelam nuances adicionais. O volume de pagamentos no XRP Ledger registrou queda drástica, indicando redução na atividade empresarial e institucional. Essa desaceleração sugere que os fluxos atuais são dominados por especulação varejista, em vez de demanda fundamental sustentada por grandes participantes.

Métricas como volume de transações e endereços ativos corroboram a desaceleração na rede, com foco em movimentos especulativos. Apesar disso, a persistência dos fluxos spot pode sinalizar acumulação em carteiras de exchanges, preparando o terreno para maior atividade se o preço romper resistências chave em torno de US$ 1,50.

Níveis Chave a Monitorar

Os traders devem observar suportes em US$ 1,41 (mínima diária) e resistências em US$ 1,47-US$ 1,50. Uma quebra acima da média móvel de 50 períodos (próxima de US$ 1,48) validaria momentum altista de curto prazo. Por outro lado, perda do suporte atual pode levar a teste de mínimas semanais.

Em resumo, os dados indicam potencial para recuperação técnica, mas a volatilidade de fim de semana exige cautela. A evolução dependerá da continuidade dos fluxos e do comportamento do mercado na abertura semanal.


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Baleia surreal digital devorando cristais ETH em oceano turbulento de dados, simbolizando acumulação de baleias durante dip de mercado

Baleias Devoram Dip: US$ 105 Milhões em ETH Saem de Exchanges

Os dados on-chain indicam saques expressivos de Ethereum de exchanges centralizadas. Um novo endereço retirou 30 mil ETH (US$ 63,48 milhões) da Binance, enquanto a Bitmine adquiriu 20 mil ETH (US$ 42 milhões) perto dos mínimos recentes. Esses movimentos somam cerca de 50 mil ETH (US$ 105 milhões) em 24 horas, contrapondo o pânico do varejo e sinalizando acumulação por smart money em meio à volatilidade. O ETH cotado a US$ 2.110 (R$ 11.065) luta por suporte.


Acumulação Estratégica da Bitmine

Os dados mostram que a Bitmine elevou suas holdings em 42 mil ETH ao longo da semana, com os últimos 20 mil ETH comprados durante o pico de volatilidade. A transação, identificada por Lookonchain, ocorreu de uma hot wallet da Kraken, totalizando US$ 41,98 milhões ao preço de aquisição próximo aos mínimos diários de US$ 2.067.

Essa estratégia reflete posicionamento de longo prazo, com foco em staking. O chairman Tom Lee projeta receitas anuais de US$ 374 milhões com a expansão da Made in America Validator Network. Holdings totais aproximam-se de 4,17 milhões de ETH, enquanto as ações da empresa negociam a 0,96x do NAV reportado (US$ 20,44 vs. US$ 21,25 por ação).

A ausência de hedges ou distribuições reforça o tratamento do ETH como reserva estratégica, independentemente de oscilações de curto prazo.

Saques por Novo Endereço na Binance

Monitorado pelo Onchain Lens, o endereço 0x929f…faE9 — recém-criado — transferiu 30 mil ETH da Binance, equivalentes a US$ 63,48 milhões na cotação do momento (08/02/2026, 11:39 UTC). Esse volume representa uma movimentação significativa, alinhada a padrões de acumulação por grandes players durante dips.

No agregado, os saques de ETH das exchanges ultrapassam US$ 100 milhões em 24 horas, contrastando com liquidações de posições alavancadas no varejo. Volumes de transações na rede Ethereum atingiram 2,89 milhões ontem, recorde histórico, com endereços ativos em 1 milhão.

Esses fluxos on-chain sugerem redução de oferta disponível em exchanges, potencial suporte a níveis de preço.

Contexto Técnico do Ethereum

O ETH registra máxima diária de US$ 2.142 e mínima de US$ 2.067, com variação de +0,91% nas últimas 24 horas. Em reais, o ativo oscila entre R$ 10.829 e R$ 11.248, cotado atualmente a R$ 11.065 (bid). O Bitcoin, por sua vez, avança 2,3% para R$ 372.544, segundo o Cointrader Monitor.

Níveis chave incluem suporte em US$ 2.067 (mínima diária) e resistência na média móvel de 200 dias (EMA 200), recentemente testada. O RSI mostra neutralidade em 50, sem sobrecompra ou sobrevenda. Volume spot elevado corrobora a força institucional.

Implicações para Estabilização

A acumulação por instituições como Bitmine contrabalança vendas do varejo, estabilizando o mercado. Métricas de rede — transações recordes e staking em alta — indicam resiliência fundamental. Investidores devem monitorar fluxos on-chain e níveis de suporte em US$ 2.000 para sinais de continuação do dip ou reversão.

Os dados sugerem que smart money posiciona-se para yields de staking e apreciação de longo prazo, independentemente de volatilidade imediata. Volumes de saída de exchanges merecem atenção contínua.


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