Executivos institucionais cartoon avançando com ouro para Coinbase e MSTR, seta +9% subindo e Bitcoin brilhante, sinalizando ofensiva bullish

Institucionais na Ofensiva: ARK Compra Coinbase e MSTR Sobe 9%

Cathie Wood e Michael Saylor: os gigantes voltaram às compras? A ARK Invest reverteu sua estratégia recente ao adquirir US$ 15,2 milhões em ações da Coinbase (COIN), distribuídos em três ETFs, após vender mais de US$ 39 milhões na semana passada. Paralelamente, as ações da MicroStrategy (MSTR) dispararam 9% em after-hours, impulsionadas pelo Bitcoin se aproximando de US$ 70 mil após dados de inflação mais suaves nos EUA. Esses movimentos sinalizam o retorno do apetite institucional.


A Reversão Estratégica da ARK em Coinbase

A ARK Innovation ETF (ARKK), Next Generation Internet ETF (ARKW) e Fintech Innovation ETF (ARKF) compraram, respectivamente, 66.545, 16.832 e 9.477 ações da Coinbase na sexta-feira. O valor totalizou cerca de US$ 15,2 milhões, com as ações da exchange fechando em US$ 164,32, alta de 16,4% no dia. Essa operação marca uma mudança de rumo após a ARK vender US$ 17,4 milhões em 5 de fevereiro e mais US$ 22 milhões em 6 de fevereiro — a primeira redução desde agosto de 2025.

Apesar do prejuízo de US$ 667 milhões reportado pela Coinbase no quarto trimestre de 2025, com receita de transações caindo 37%, os fundamentos da exchange se fortalecem com o crescimento de 13% em assinaturas e serviços. Para investidores como Cathie Wood, a Coinbase representa exposição ao ecossistema cripto em expansão, especialmente com a adoção de ETFs e tesourarias corporativas.

MicroStrategy Impulsionada pelo Bitcoin a US$ 70k

A ação da MicroStrategy ganhou quase 9% em negociações after-hours, alinhada à recuperação do Bitcoin para US$ 69.998 após o CPI americano cair para 2,4% — o menor em quatro anos. Analistas projetam alvos entre US$ 340 e US$ 1.000 para MSTR, dependendo da força do BTC. O RSI semanal abaixo de 30 na 66ª semana do ciclo atual ecoa padrões do ciclo anterior, sugerindo possível fundo.

Michael Saylor reforça a tese ao afirmar que a empresa continuará comprando Bitcoin a cada trimestre, apesar de perdas não realizadas. Com bilhões captados para aquisições, a MSTR exemplifica como tesourarias corporativas constroem reservas de valor de longo prazo, beneficiando-se da narrativa de escassez pós-halving.

Sinais de Otimismo Institucional no Horizonte

Esses fluxos não são isolados: o mercado está construindo bases sólidas para o próximo estágio do ciclo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 365.662 avança 1,5% em 24 horas, com volume de 149 BTC nas exchanges brasileiras. A correlação entre BTC e ações como COIN e MSTR reforça a visão de alta: instituições veem o ativo como reserva estratégica.

Embora volatilidade persista, esses movimentos de ARK e MicroStrategy indicam confiança na adoção global. Investidores atentos a fluxos de ETF e tesourarias corporativas posicionam-se para tendências de longo prazo, onde o preço é secundário ao crescimento do ecossistema.


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Analistas cartoon de Wall Street recomendando mineradoras Cipher, TeraWulf e MSTR com thumbs up enquanto Bitcoin cai, vendo oportunidade na baixa

Wall Street Recomenda Compras: MS e Citi Apostam em Mineradoras e MSTR

Os dados mostram Wall Street divergindo do varejo em meio à queda do Bitcoin para US$ 69 mil (R$ 366.030, variação de -1,44% em 24h). Morgan Stanley iniciou cobertura de mineradoras com Overweight para Cipher Mining (CIFR) e TeraWulf (WULF), mas Underweight para Marathon (MARA). Paralelamente, Citigroup reiterou Buy para MicroStrategy (MSTR) com preço-alvo de US$ 325. As reações das ações revelam seletividade institucional em infraestrutura de Bitcoin, em 9 de fevereiro de 2026.


Cobertura Inicial de Morgan Stanley nas Mineradoras

Morgan Stanley, sob análise de Stephen Byrd, atribuiu ratings Overweight a CIFR (preço-alvo US$ 38) e WULF (US$ 37), com MARA em Underweight (US$ 8). No dia, CIFR subiu 134% para US$ 16,50, WULF avançou 13% para US$ 16,20, enquanto MARA teve leve alta para US$ 8,28.

Os dados indicam preferência por mineradoras com transição para data centers. CIFR destaca-se por facilities adaptáveis a contratos de longo prazo, gerando fluxos de caixa estáveis semelhantes a REITs como Equinix e Digital Realty. WULF planeja expansão de 250 MW anuais até 2032, com cenários base de 50% e otimista de 75% de sucesso em leasing.

Em contraste, MARA mantém foco híbrido em mineração e aquisição de BTC via notas conversíveis, resultando em alta dependência do preço do Bitcoin e retornos historicamente baixos no capital investido em mineração.

Transformação em Infraestrutura: REIT Endgame

A tese central valoriza sites de mineração como ativos de data center. Uma vez com data center construído e contrato de leasing de longo prazo com contraparte confiável, o ativo gera receitas previsíveis, minimizando exposição ao Bitcoin. Byrd compara a “REIT endgame“, onde facilities operam como pedágios com múltiplos elevados por escala e recorrência.

CIFR posiciona-se no centro dessa framework, com histórico de adaptação. WULF demonstra expertise em infraestrutura energética. Mineradoras como Bitfarms (rebatizada Keel Infrastructure) e IREN sinalizam saídas parciais da mineração para AI e HPC, pressionadas por margens encolhidas pós-halving.

Os números sugerem que mineradoras puras enfrentam volatilidade, enquanto as diversificadas oferecem upside via contratos hyperscaler. Níveis a observar: suportes em US$ 16 para CIFR/WULF e resistência em US$ 20 no curto prazo.

Citigroup Bullish na MicroStrategy

Citigroup, via Peter Christiansen, manteve Buy para MSTR apesar de ajuste de alvo de US$ 485 para US$ 325 pós-queda de outubro. MSTR caiu 4% pré-mercado em 9 de fevereiro, mas fechou 26,11% acima em US$ 134,93 na sexta, após volume de 56 milhões (vs. média de 22 milhões).

A confiança persiste apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4 2025. Michael Saylor e CEO Phong Le afirmam compras contínuas de BTC, sem risco de liquidação até US$ 8.000 por 5 anos. CFO Andrew Kang destaca estrutura de capital resiliente. Outros como Canaccord, Maxim e TD Cowen mantêm Buy, com alvos reduzidos.

MSTR caiu >50% em 3 meses, correlacionada à BTC (-14% para US$ 65 mil recentemente), mas dados mostram resiliência institucional.

Implicações para Investidores

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin negocia a R$ 366.030,33 (-1,44% 24h, volume 396 BTC). Wall Street diferencia: overweight em infraestrutura (CIFR, WULF), cautela em mineração pura (MARA) e otimismo em tesourarias (MSTR).

Níveis técnicos: BTC suporte em US$ 68.389 (24h low), resistência US$ 72.206 (high). Para ações, monitorar mNAV de MSTR e taxas de leasing das mineradoras. Os dados apontam seletividade: fluxos estáveis superam bets voláteis.


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Investidor cartoon direcionando fluxo de liquidez para cofre de exchange com 640M e gráfico de ação subindo 27%, em ondas de mercado oscilante

Bitget Atrai US$ 640 Milhões em Fluxos Enquanto MSTR Sobe 27%

Os dados mostram fluxos institucionais se concentrando em exchanges específicas enquanto ações ligadas a Bitcoin desafiam a lógica macroeconômica. A Bitget registrou entrada líquida de US$ 640 milhões em 7 dias, liderando as CEXs globais segundo DefiLlama. Paralelamente, a ação da MicroStrategy (MSTR) subiu 27% apesar de prejuízo de US$ 12,4 bilhões no Q4, ilustrando o paradoxo entre perdas contábeis e otimismo de mercado. Para onde os bilhões estão indo em meio às oscilações?


Fluxos Líquidos na Bitget: Liderança Global

De acordo com dados do DefiLlama, a Bitget atraiu US$ 640 milhões em entradas líquidas nos últimos 7 dias, posicionando-se no topo entre as exchanges centralizadas (CEXs) mundialmente. No ranking mensal, ocupa o terceiro lugar. Esse volume equivale a aproximadamente R$ 3,34 bilhões ao câmbio atual de US$ 1 = R$ 5,215, sinalizando concentração de capital institucional em plataformas selecionadas.

Os fluxos refletem uma preferência por exchanges com alta liquidez e ferramentas avançadas, em um mercado onde o Bitcoin oscila próximo a US$ 70.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 365.840, com variação de -0,88% em 24 horas e volume de 317 BTC. Essa dinâmica sugere que participantes buscam alavancagem e proteção em CEXs consolidadas. (148 palavras)

Paradoxo MicroStrategy: Prejuízo vs. Valorização da Ação

A ação MSTR avançou até 27% em sessão recente, negociada a US$ 132,48, apesar do prejuízo reportado de US$ 12,4 bilhões no Q4. O CEO Phong Le atribuiu a perda a regras GAAP, não a caixa real, destacando um “balanço forte como uma fortaleza”. Ele citou drawdowns passados do BTC, como de US$ 68.000 para US$ 16.000 em 2022, prevendo potencial de US$ 1 milhão em sete anos.

Michael Saylor reforçou a estratégia de acumulação indefinida de Bitcoin, afirmando que covenants de dívida resistiriam a quedas de 90%. Analistas como TD Cowen projetam alvo de US$ 440. Os dados indicam que investidores precificam o tesouro BTC da empresa (mais de 250.000 unidades) acima das perdas não realizadas, ignorando volatilidade de curto prazo em favor de horizonte longo. (142 palavras)

Implicações para Liquidez e Mercado Cripto

A concentração em Bitget e a alta da MSTR mapeiam liquidez fluindo para vetores de alta convicção: exchanges com volume e empresas apostando em BTC como reserva. Em contexto de BTC em R$ 365.840, com suporte próximo a R$ 360.000 (média móvel de 50 dias), os fluxos sugerem acumulação institucional seletiva.

Enquanto o mercado oscila, com dólar a R$ 5,215, participantes monitoram níveis de resistência em US$ 75.000 para BTC. A Bitget, com inflows mensais robustos, pode amplificar alavancagem via derivativos. Para traders, esses padrões indicam rotação de capital para ativos com narrativas de adoção corporativa e plataformas de execução eficientes. Vale observar volumes em CEXs e correlação MSTR-BTC nas próximas sessões. (128 palavras)


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Executivos cartoon estilizados diante de cofres BTC e ETH rachados com '6.5B' e '8B' em vermelho, simbolizando prejuízos bilionários de Saylor e Tom Lee

Prejuízo de US$ 12 bilhões: Saylor e Tom Lee Pagam a Conta?

A Strategy de Michael Saylor acumula um prejuízo não realizado de US$ 6,5 bilhões em suas reservas de Bitcoin, enquanto a Bitmine de Tom Lee enfrenta perdas de US$ 8 bilhões em Ethereum, totalizando cerca de US$ 12 bilhões. Apesar da queda do BTC para perto de US$ 67 mil (R$ 335.271, segundo o Cointrader Monitor), as ações da Strategy ainda negociam com prêmio ao valor dos ativos. O mercado ignora os riscos?


Detalhes das Perdas na Strategy

A Strategy detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 67 mil, o prejuízo não realizado atinge US$ 6,5 bilhões, ou cerca de 12% do custo de aquisição. Isso representa aproximadamente R$ 34 bilhões em perdas potenciais, considerando o dólar a R$ 5,27.

As ações da MSTR caíram 13% nesta quinta-feira, o maior recuo diário em quase um ano, acumulando queda de 66% no ano e 80% desde o pico pós-eleição de Trump em 2024. Ainda assim, o múltiplo de NAV (mNAV) permanece em 1,09, permitindo emissões de ações para mais compras de BTC sem diluição imediata aos acionistas.

Bitmine e o Impacto no Ethereum

No caso da Bitmine, as perdas chegam a US$ 8 bilhões devido à desvalorização do Ethereum em relação ao Bitcoin. Essa exposição concentrada em ETH amplificou o golpe, expondo a vulnerabilidade de tesourarias corporativas atreladas a um único ativo volátil. Tom Lee insiste na estratégia de HODL, mas os números vermelhos questionam sua sustentabilidade.

A história mostra que bolhas especulativas, como as de 2018 e 2022, punem quem ignora a volatilidade inerente. Empresas como essas, sem diversificação, enfrentam pressão contínua em cenários de baixa prolongada.

Prêmio das Ações: Até Quando?

O mercado está ignorando a desconexão entre o valor real dos ativos (NAV) e o preço das ações da Strategy. Esse prêmio de 9% pode evaporar se o Bitcoin não recuperar níveis chave. Michael Saylor promove o HODL, mas com o BTC em queda de 13% em 24h, cuidado com a exuberância irracional.

Analistas macro apontam que altas taxas de juros e liquidez global reduzida corroem ativos de risco. A correção atual ecoa ciclos passados, onde o otimismo cego precedeu quedas severas.

Riscos para Tesourarias Cripto

Empresas que adotam cripto como reserva única de tesouraria enfrentam riscos sistêmicos. A Strategy divulga balanço do 4º trimestre hoje, mas sem surpresas positivas à vista, investidores monitoram comentários de Saylor. Bitmine e similares servem de alerta: volatilidade não é "presente de Satoshi", mas custo real de apostas agressivas.

Vale acompanhar o mNAV e dividendos de instrumentos preferenciais como STRC, que podem subir para 11,5% se não recuperarem par. A lição? Sobreviver ao mercado de baixa exige mais que fé cega.


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Plataforma digital instável com suporte '73K' rachado e Bitcoin no limite de abismo, sinalizando risco técnico e queda histórica

Bitcoin rompe US$ 73 mil: Analistas veem risco de abismo técnico

O Bitcoin rompeu o suporte psicológico de US$ 73.000, atingindo mínima anual de US$ 72.884 nesta quarta-feira (4), o menor nível desde novembro de 2024. A MicroStrategy (MSTR), maior detentora corporativa de BTC com 713.502 unidades, viu suas ações despencarem mais de 20% em 5 dias. Os dados técnicos mostram fragilidade, com analistas alertando para possível extensão da queda até US$ 56.000 se suportes falharem.


Situação Atual: Correlação com MicroStrategy

Os dados mostram correlação direta entre o preço do Bitcoin e as ações da MicroStrategy. As ações da MSTR caíram 9% no dia, acumulando perda de 15% no ano e 72% desde o pico de novembro de 2024. A empresa, que detém BTC a custo médio de US$ 76.052, registrou compra recente de 855 BTC por US$ 75,3 milhões (média de US$ 87.974), agora em prejuízo não realizado próximo de US$ 1 bilhão.

Analista Joseph Vafi, da Canaccord Genuity, cortou o preço-alvo das ações de US$ 474 para US$ 185 (redução de 61%), mantendo recomendação de compra, mas destacando volatilidade. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 383.879 às 19h23 (-3,37% em 24h), com dólar a R$ 5,24.

Análise Técnica: Suportes Perdidos

O BTC perdeu suportes chave em US$ 76.000 e US$ 73.000, conforme análise da QCP Capital. Nível atual em torno de US$ 74.500 é frágil, com momentum descendente. Rompimento abaixo de US$ 74.000 abre caminho para meados dos US$ 60.000, alinhado a mínimas semanais e SMA de 100 semanas.

Mercados de previsão indicam 50% de chance abaixo de US$ 55.000 até 2026 e 78% para US$ 65.000. O suporte psicológico em US$ 74.000 coincide com custo médio da MicroStrategy, testando resiliência institucional.

Fatores Macro e On-Chain

A queda reflete riscos macro: nomeação de Kevin Warsh ao Fed (viés hawkish), tensões EUA-Irã e tarifas comerciais sobre Coreia do Sul, Canadá e China. Liquidações somaram US$ 525 milhões em 24h, com BTC respondendo por US$ 214 milhões. ETFs spot saíram US$ 6 bilhões em 3 meses, sinalizando resfriamento institucional.

Dados on-chain mostram exchanges centralizadas dominantes e alavancagem elevada, amplificando volatilidade. Indicador Fear & Greed em níveis baixos reforça tom de baixa, com volume 24h em BTC/BRL de 552 BTC.

Níveis Críticos a Observar

Suporte imediato em US$ 74.000-US$ 72.000; falha abre US$ 65.000-60.000 (zona de demanda histórica). Recuperação acima de US$ 80.000 aliviaria pressão. Dados de emprego nos EUA (sexta-feira) e claims iniciais podem influenciar. Os números sugerem cautela: fundo pode não ter chegado, com US$ 56.000 plausível em cenário prolongado, mas fundamentos de longo prazo intactos.


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Analistas cartoon apontando para dominós caindo em cadeia, com BTC rachado primeiro, simbolizando alerta de Burry e Schiff sobre colapso sistêmico

Burry e Schiff: Queda do Bitcoin ameaça ouro e ações

O efeito dominó começou: Michael Burry alerta que o colapso do Bitcoin abaixo de US$ 73 mil pode desencadear liquidações em massa em mercados tradicionais, incluindo ouro e prata. Peter Schiff reforça o risco para empresas como a MicroStrategy, com tesourarias sobrecarregadas de BTC. Eu avisei: a fragilidade sistêmica das firmas expostas ao criptoativo especulativo agora ameaça ativos ‘seguros’. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 381.510, com queda de 4,1% em 24 horas.


Burry e o risco de reação em cadeia

Eu sempre disse que o Bitcoin não é hedge contra debasement monetário, mas puro especulativo. Burry, em seu Substack, confirma: a perda de suportes críticos apaga ganhos pós-eleição de Trump e força gerentes de risco a venderem ativos tradicionais. Empresas como a MicroStrategy acumularam BTC em preços altos; uma queda adicional pode gerar bilhões em prejuízos unrealizados, contaminando ETFs de Bitcoin e até metais preciosos via futuros tokenizados.

O suporte psicológico em US$ 50 mil é o próximo alvo. Mineração em risco de falências, liquidez secando. A correlação crescente com o S&P 500 amplifica o contágio: o que era ‘ouro digital’ agora arrasta o ouro real para baixo.

Schiff ataca MicroStrategy

Peter Schiff, ouro eterno versus BTC volátil, não perdoa. Ele prevê perdas maiores para a MicroStrategy, que investiu mais de US$ 54 bilhões em 713 mil BTC a um custo médio de US$ 76 mil. Já no vermelho em 3%, o papel MSTR despencou 5% na última sessão, com analistas mirando US$ 118.

Schiff critica o timing: compras recentes acima de US$ 75 mil, quando o preço já caía. Empresas de capital aberto com obrigações de dividendos não aguentam essa volatilidade. O modelo de tesouraria em BTC é uma roleta russa corporativa.

Riscos existenciais e FUD crescente

Burry reitera risco existencial para treasury firms: mais 10% de queda deixa gigantes como MicroStrategy isolados do mercado de capitais, elevando chance de quebra. Galaxy Digital questiona a viabilidade: engenharia financeira insustentável. Até CZ admite FUD elevado, abandonando otimismo de superciclo.

Ouro e prata sofrem pressão coincidente, apesar de dólar fraco. Investidores devem monitorar liquidações forçadas, outflows de ETFs e mNAV das empresas. O ‘apocalipse financeiro’ que eu previa ganha contornos reais: BTC não protege, destrói valor em cascata.


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Executivo cartoon diante de pilha de Bitcoin afundando abaixo linha vermelha 76K, simbolizando perda não realizada da MicroStrategy

Bitcoin Abaixo do Cost Basis da MicroStrategy: Perda de US$ 900 Mi

O Bitcoin caiu abaixo do preço médio de compra da MicroStrategy, estimado em US$ 76.052 por unidade, gerando uma perda não realizada de US$ 900 milhões. Na terça-feira (3/2), o BTC atingiu mínima intradiária de US$ 72.863, pressionando as ações da MSTR, que recuaram até 9% e fecharam com queda de 5%. Os dados mostram que, apesar da volatilidade, a empresa não enfrenta risco imediato de vendas forçadas devido à sua estrutura de dívida e reservas de caixa. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 399.074,67 às 07:36 de hoje, com variação de -2,91% em 24h.


Situação Atual do Mercado

Os dados indicam que o Bitcoin negociou abaixo do cost basis da MicroStrategy pela primeira vez em meses recentes. Com holdings avaliados em US$ 53,54 bilhões ao preço atual, a diferença para o custo médio resulta na perda reportada de US$ 900 milhões. As ações da MSTR, listadas na Nasdaq, registraram queda de 5% no fechamento de Wall Street, após intradiária de até 9%, conforme o desempenho das ações MSTR. Na semana, o papel acumula desvalorização de 14,9%, e nos últimos seis meses, de 65%. O dólar estava cotado a R$ 5,2373 (bid), contextualizando o impacto em reais para investidores brasileiros.

Essa movimentação reflete a correlação entre o preço do BTC e o valor de mercado da empresa, que adota Bitcoin como ativo de tesouraria principal.

Conceito de Perda Não Realizada

Perda não realizada refere-se à desvalorização contábil de um ativo mantido em carteira, sem efetivação por meio de venda. No caso da MicroStrategy, o cost basis médio de US$ 76.052 por BTC significa que, com o preço spot abaixo desse nível, os holdings geram prejuízo no balanço patrimonial. Contudo, enquanto não houver venda, essa perda permanece “no papel”. Histórico mostra precedentes: no bear market anterior, o BTC caiu 45% abaixo do custo médio da empresa (de US$ 30.000 para US$ 16.000), sem liquidações.

Os números atuais reforçam que flutuações de curto prazo não alteram a posição de longo prazo, desde que a liquidez operacional seja preservada.

Estrutura Financeira Evita Vendas Forçadas

A MicroStrategy possui dívida total de US$ 8,24 bilhões, majoritariamente não garantida e com vencimentos entre 2028 e 2030. Diferentemente de posições alavancadas, os Bitcoins não servem como colateral, eliminando riscos de margin calls. Além disso, reservas de caixa cobrem 2,5 anos de pagamentos de juros e dividendos, proporcionando folga para oscilações. Michael Saylor reitera: “Compre Bitcoin. Não venda Bitcoin.” Essa arquitetura financeira, conforme análise dos dados, sustenta a estratégia de hold mesmo em cenários de preço abaixo do custo médio.

Níveis a observar incluem suporte em torno de US$ 72.000 (mínima recente) e resistência nos US$ 78.000, onde o BTC testou recentemente.

Implicações para Investidores Institucionais

Para baleias institucionais como a MicroStrategy, o foco reside na acumulação de longo prazo, independentemente de volatilidade de curto prazo. Os dados históricos demonstram resiliência: apesar de quedas passadas abaixo do cost basis, a empresa manteve posições. Investidores monitoram métricas como net asset value (NAV) ajustado e capacidade de captação de capital via emissões conversíveis. No contexto macro, com BTC em US$ 76.000 equivalentes a cerca de R$ 399.000, o episódio destaca a distinção entre perda contábil e pressão de liquidação real.

Vale acompanhar volumes de negociação e fluxos em exchanges para sinais de acumulação ou distribuição por grandes holders.


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Personagens cartoon da Binance convertendo fundo SAFU em pilha de BTC durante dip, contrastando com tropeço da MicroStrategy em ações caindo

Binance Converte US$ 1 Bilhão do SAFU em BTC em Meio a Dip

As ações da MicroStrategy (MSTR) caíram mais de 8% nesta terça-feira (3), coincidindo com o Bitcoin atingindo mínimas anuais próximas de US$ 74.000. Em contraste, a Binance anunciou a conversão inicial de US$ 100 milhões em 1.315 BTC do seu fundo SAFU, parte de um plano para alocar US$ 1 bilhão em Bitcoin. Os dados revelam estratégias divergentes de tesouraria institucional em meio à volatilidade, onde quedas de preço geram acumulação por grandes participantes. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 399.960,49 apresenta variação de -3,22% em 24 horas.


Queda da MicroStrategy e Pressão no BTC

Os dados mostram que as ações da MicroStrategy iniciaram o dia a US$ 139,66, mas fecharam em US$ 128,87, refletindo uma correlação elevada com o preço do Bitcoin. A empresa detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052 por unidade, totalizando cerca de US$ 54,26 bilhões. Com o BTC abaixo desse patamar, os prejuízos não realizados aproximam-se de US$ 1 bilhão.

Na semana anterior, a MicroStrategy adquiriu 855 BTC por US$ 75,3 milhões, a um preço médio de US$ 87.974, financiado pela emissão de ações. Apesar da retração de mais de 40% desde as máximas de final de 2025, o chairman Michael Saylor mantém a estratégia de acumulação, sem planos de venda.

Binance Acelera Conversão do Fundo SAFU

A Binance executou a primeira etapa da conversão do Secure Asset Fund for Users (SAFU), comprando 1.315 BTC por US$ 100 milhões a aproximadamente US$ 77.400 cada. O fundo, avaliado em US$ 1 bilhão e financiado por taxas de trading, será integralmente alocado em Bitcoin nos próximos 30 dias.

O endereço SAFU é 1BAuq7Vho2CEkVkUxbfU26LhwQjbCmWQkD. A exchange compromete-se a recompor o valor caso caia abaixo de US$ 800 milhões, utilizando reservas próprias. Essa alocação reduz riscos de contraparte associados a stablecoins, posicionando o BTC como ativo central do ecossistema.

Estratégias Institucionais em Contexto de Volatilidade

Os movimentos contrastam: enquanto a MicroStrategy enfrenta pressão acionária por prejuízos não realizados, a Binance demonstra confiança ao converter um fundo de emergência em BTC durante o dip. Em 2023, uma conversão similar do SAFU para BTC, ETH e BNB precedeu uma valorização de 250% no BTC em um ano. Os dados sugerem que instituições com tesouraria em cripto priorizam acumulação em níveis de suporte, como os US$ 74.000 atuais.

O dólar comercial está em R$ 5,2373 (-0,42%), impactando conversões para BRL: US$ 1 bilhão equivale a cerca de R$ 5,24 bilhões.

Níveis Técnicos e Volumes a Monitorar

Os indicadores apontam o suporte em US$ 74.747 (mínima anterior de um ano) como crítico. Volumes de 24h no BTC/BRL somam 496,34 BTC, com Binance liderando (243,29 BTC). Resistências próximas incluem a média móvel de 50 dias, estimada em torno de US$ 80.000. Traders devem observar o mNAV da MicroStrategy e o progresso da conversão SAFU da Binance para medir resiliência institucional.


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Personagem cartoon de Saylor dobrando aposta em fichas BTC na mesa de poker enquanto gráfico MSTR cai 7%, simbolizando divergência da MicroStrategy

Saylor Dobra Aposta: MicroStrategy Compra US$ 2,1 Bi em BTC, Mas Ações Caem 7%

A MicroStrategy, liderada por Michael Saylor, finalizou a compra de 22.305 BTC por cerca de US$ 2,13 bilhões a um preço médio de US$ 95.284 por unidade, elevando suas reservas para 709.715 BTC. Apesar do marco, as ações da empresa (MSTR) caíram mais de 7% em negociações iniciais, conforme reportado pela Bitcoin Magazine. O custo médio histórico permanece em US$ 75.979, gerando ganhos não realizados acima de US$ 10 bilhões com Bitcoin a US$ 91 mil.


Detalhes da Aquisição Bilionária

A operação foi financiada por emissões de ações no mercado (ATM), incluindo 2,95 milhões de ações preferenciais STRC e 10,4 milhões de ações comuns MSTR classe A, captando US$ 2,125 bilhões líquidos entre 12 e 19 de janeiro. Isso reforça a estratégia de conversão de capital de mercado em Bitcoin, consolidando a MicroStrategy como a maior detentora corporativa do ativo, com mais de 3% do suprimento circulante.

Com o custo médio de US$ 75.979, as reservas valem cerca de US$ 64,6 bilhões ao preço atual de US$ 91 mil, representando um lucro não realizado superior a US$ 10 bilhões. A compra ignora a recente queda do Bitcoin, que caiu de acima de US$ 95 mil para abaixo de US$ 90 mil em 36 horas.

Queda das Ações: Diluição e Volatilidade

As ações MSTR deslizaram mais de 7% apesar da notícia positiva, acompanhando a queda do Bitcoin abaixo de US$ 90 mil, impulsionada por liquidações de mais de US$ 500 milhões em derivativos e incertezas macroeconômicas. Analistas, como os do TD Cowen, citam a diluição acionária pela emissão de milhões de novas ações para financiar as compras, reduzindo o valor por ação e enfraquecendo o Bitcoin yield.

Interesse institucional persiste, com a Vanguard investindo US$ 505 milhões em MSTR recentemente. No gráfico diário, um padrão de cabeça e ombros invertido sugere potencial reversão altista acima de US$ 175, mas suporte em US$ 168 é crítico.

Estratégia de Saylor Faz Sentido para Investidores Comuns?

A abordagem de Saylor de buy the dip funcionou para a MicroStrategy, com custo médio abaixo do preço atual e ganhos substanciais. No entanto, para investidores de varejo, os dados indicam riscos elevados: diluição contínua, correlação total com BTC e volatilidade extrema. A empresa emite ações para comprar em altos preços, como os US$ 95 mil médios desta leva, acima do histórico.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 479.602 (-2,22% em 24h), reforçando a pressão de curto prazo. Investidores comuns devem considerar diversificação e horizonte longo, monitorando métricas como mNAV e capacidade de dividendos da MicroStrategy.

Implicações para o Mercado

A compra sinaliza confiança institucional no Bitcoin como reserva de valor, inspirando outras 200 empresas listadas. Apesar da punição imediata às ações, o modelo de longo prazo da MicroStrategy valida a acumulação disciplinada. Dados sugerem que, em ciclos de alta, retornos superam riscos, mas correções como esta testam a resiliência. Vale monitorar fluxos ETF e políticas monetárias para contexto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem corporativo cartoon empurrando carrinho de blocos Bitcoin com 3% marcado, ignorando ondas de queda vermelhas, simbolizando acumulação de Saylor

Saylor Ignora Queda e Sinaliza Mais Compras de Bitcoin

Michael Saylor, o visionário por trás da Strategy, ignora a queda do Bitcoin para menos de US$ 93 mil, impulsionada por temores de tarifas comerciais entre EUA e Europa, e sinaliza mais compras do ativo. Após investir US$ 1,25 bilhão em 13.627 BTC na semana passada, a empresa elevou suas reservas para 687.410 BTC, equivalente a cerca de 3% do suprimento total. Esse acúmulo demonstra confiança inabalável no BTC como reserva de valor de longo prazo.


Sinalização de Saylor e Histórico Recente

No domingo, Saylor publicou no X o termo “Bigger Orange” ao lado de um gráfico das aquisições da Strategy desde 2020, um código recorrente que precede anúncios oficiais de compras. A empresa iniciou 2026 com a aquisição de 1.283 BTC por US$ 115,97 milhões em 4 de janeiro, seguida pela grande operação de 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão em 11 de janeiro, totalizando 14.910 BTC adicionados no ano até agora.

Financiadas por emissões de notas conversíveis e equity, essas movimentações reforçam a tese de que instituições como a Strategy veem o Bitcoin como hedge perfeito contra a inflação e a desvalorização fiat, independentemente de ruídos macroeconômicos de curto prazo como as tarifas de Trump.

Holdings da Strategy: 3% do bitcoin existente

Com 687.410 BTC em carteira a um custo médio de US$ 75.353 por unidade, a Strategy ostenta lucros não realizados substanciais com o BTC negociado na faixa dos US$ 92-93 mil. Isso representa mais de 3% do suprimento total limitado a 21 milhões de unidades, consolidando a empresa como a maior detentora corporativa do ativo.

Em quatro anos, foram realizadas 94 aquisições, um ritmo implacável que sinaliza continuidade. Para investidores brasileiros, vale notar que, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 499.883,42 nesta segunda-feira (19/01), com variação de -2,39% em 24h e volume de 184,77 BTC.

Esse marco não é mero número: é prova de que o acúmulo institucional persiste, contrastando com vendas em pânico de traders de varejo.

Reação das Ações MSTR e Perspectiva Bullish

As ações da Strategy (MSTR) reagiram positivamente, subindo 1,6% recentemente e acumulando ganhos de 4% na semana e 12% no ano até o momento, conforme dados de mercado. Apesar de quedas anuais em meio à volatilidade, o papel é visto como proxy alavancado ao Bitcoin, atraindo investidores que buscam exposição indireta.

Enquanto o mercado cripto recua por liquidez apertada entre US$ 96-98 mil e temores tarifários, o otimismo de Saylor reforça a narrativa de alta: quedas são oportunidades de compra para quem entende o valor de longo prazo do BTC. Instituições não vendem; elas acumulam.

O Que Esperar Agora

Monitore anúncios oficiais da Strategy nos próximos dias, pois posts como “Bigger Orange” historicamente precedem compras maiores. Com o BTC em território de lucro para a empresa e influxos em ETFs bitcoin superando US$ 1,4 bilhão na semana, o viés de alta permanece intacto. Para brasileiros, plataformas como a Binance oferecem acesso facilitado a esse movimento global.


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Executivos cartoon de Vanguard e MicroStrategy apertando mãos com ações MSTR glow Bitcoin, simbolizando adoção institucional bullish

Vanguard Invade MSTR: US$ 505 milhões por Exposição ao Bitcoin

A gigante Vanguard realizou sua primeira compra de US$ 505 milhões em ações da MicroStrategy (MSTR), confirmando que players de Wall Street veem a empresa de Michael Saylor como o veículo principal para exposição ao Bitcoin. VanEck também ampliou posições, enquanto Saylor lançou o BTC Rating de 0.9 para MSTR. Esse movimento ocorre em meio à estabilização do BTC, cotado a R$ 512.506 segundo o Cointrader Monitor, sinalizando confiança institucional bullish.


Entrada Histórica da Vanguard e VanEck

A Vanguard, conhecida por sua abordagem conservadora, entrou no jogo com uma posição de US$ 505 milhões em MSTR durante fase de estabilização de preços, não em euforia de alta. Isso demonstra acúmulo estratégico, evitando compras no pico e posicionando-se para ganhos na resolução altista. Historicamente avessa a proxies concentrados de equity, essa é a primeira exposição direta da gestora à MicroStrategy.

Paralelamente, a VanEck elevou sua stake para cerca de 284 mil ações comuns, além de instrumentos preferenciais atrelados ao balanço em Bitcoin. Essa combinação reduz o float efetivo, amortecendo vendas reativas e estabilizando o preço em consolidações. Instituições como essas não trade curto prazo; elas constroem tesourarias de longo prazo, ancoradas no potencial do BTC como reserva de valor.

Com o Bitcoin negociado acima de US$ 95 mil, essas alocações reforçam a tese de que MSTR é o proxy ideal para exposição regulada e escalável ao ativo digital, superando barreiras regulatórias para fundos tradicionais.

O Que é o BTC Rating de Saylor?

Michael Saylor inovou ao adicionar o índice BTC Rating no site oficial da MicroStrategy, avaliando MSTR em 0.9. A fórmula é clara: (reservas de Bitcoin – dívida – ações preferenciais + reservas em USD) / capitalização de mercado. Trata-se da razão entre reservas líquidas de BTC e o valor de mercado da empresa, essencialmente o inverso do P/B ratio ajustado para cripto.

Essa métrica quantifica a ‘pureza’ bitcoin da companhia, provando que 90% do valor de MSTR deriva diretamente de seu tesouro em BTC. Chaitanya Jain, responsável pela estratégia de produtos Bitcoin da MicroStrategy, explica que isso mede a sustentabilidade do modelo: quanto maior o rating, mais o preço reflete o backing real em sats. Para investidores, é uma ferramenta acionável para monitorar diluição ou alavancagem excessiva.

No atual cenário, com BTC Rating de 0.9, MSTR se posiciona como uma das mais eficientes formas de alavancagem bitcoin, atraindo capital institucional que busca yield sem custódia direta.

Perspectivas Bullish para MSTR e Mercado Cripto

Técnica da MSTR mostra compressão em canal descendente, com candles testando a borda superior e momentum de venda exaurido. Preço em US$ 173,71, com suporte chave em US$ 149. Manutenção acima disso abre caminho para US$ 200 e, com momentum, US$ 300-400, rompendo o canal bearish.

Esses influxos institucionais coincidem com fraqueza downside enfraquecendo desde novembro. Dezembro formou base arredondada, absorvendo pressão sem pânico. Para brasileiros, com BTC a R$ 512 mil, MSTR oferece diversificação via Nasdaq, acessível via corretoras locais.

O movimento valida a visão de Saylor: corporações e fundos usarão proxies como MSTR para acumular BTC em escala, acelerando adoção e pressionando preços para cima. Vale monitorar o BTC Rating para sinais de refinanciamento agressivo.

Implicações para Investidores Brasileiros

Essa ‘invasão’ institucional confirma maturidade do ecossistema BTC. Gigantes como Vanguard não arriscam bilhões sem convicção profunda. Para o varejo, MSTR é ponte para exposição corporativa ao Bitcoin, com upside assimétrico em bull markets. Monitore suportes e o rating para entradas táticas.

Enquanto o mercado consolida, esses catalisadores sugerem resolução altista iminente, beneficiando holders de longo prazo.


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Onda dourada esmagando cristais vermelhos com '96K' emergente, simbolizando short squeeze histórico do Bitcoin superando US$ 96 mil

Bitcoin Rompe US$ 96 Mil com Short Squeeze de US$ 591 Milhões

Quem apostou contra o Bitcoin acaba de pagar a conta: um short squeeze massivo liquidou US$ 591 milhões em posições vendidas nas últimas 24 horas, propelindo o BTC acima de US$ 96.000 — máxima em dois meses. O rali de 5,5% limpou resistências em US$ 94k-95k, acelerado por compras spot e dados de inflação mais frios nos EUA. Binance concentrou metade das liquidações.


Rompimento Técnico e Dados de Mercado

O preço do Bitcoin subiu 5,5% para US$ 96.000 nesta terça-feira (13/01), saindo de um range de consolidação entre US$ 85k e US$ 94k. Volume 24h saltou para US$ 55 bilhões, com market cap em US$ 1,92 trilhão e suprimento circulante próximo a 19,98 milhões de BTC. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 510.507,61, alta de 3,09% em 24h com volume de 304 BTC.

ETH acompanhou com +8% para US$ 3.350, enquanto alts como XRP, DOGE e ADA subiram. O movimento marca o maior preço desde novembro, com BTC +9% no ano.

Mecânica do Short Squeeze

Os dados on-chain revelam o epicentro: liquidações de shorts atingiram US$ 591 milhões (CoinGlass), com Binance responsável por ~50%. No Bitstamp, BTC furou US$ 95k, forçando fechamentos forçados que injetaram liquidez compradora. Funding rates negativos em perps contrastam com spot buying em alta, sinalizando acumulação de shorts que agora viram combustível para o rali.

Analistas como Will Clemente notam: open interest sobe enquanto funding rates viram negativos, setup clássico para squeeze. Isso limpou o caminho acima de US$ 94.500, resistência chave testada múltiplas vezes.

Contexto Corporativo e Macro

A Strategy (MSTR) impulsionou o otimismo: comprou 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão (total 687.410 BTC), ação subiu 8% para US$ 173. Investidores precificam a tese de tesouraria em BTC. Macro: CPI core mais frio que esperado (2,7%), mas Fed mantém rates até meados de 2026. Trump pressiona Powell por cortes, elevando apetite por risco.

Regulatório: atraso no CLARITY Act no Senado, mas markup em 27/01 pode trazer clareza.

Indicadores Bull e Próximos Passos

O BTC se aproxima da 50-week EMA em US$ 97.600, divisor bull/bear histórico. Analistas como Daan Crypto preveem reteste de suporte bull; rompimento abre US$ 98k-104k, rumo aos US$ 100k. Stockmoney Lizards: "Não é bear market ainda". Sustentação acima US$ 96k é pivotal; falha pode testar US$ 94.5k como suporte.

Dados sugerem momentum: volume crescente, spot vs perps. Monitore liquidações e Fed em 28/01.


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Executivo cartoon confiante empilhando montanha de moedas Bitcoin sob chuva de BTC, simbolizando acumulação agressiva da Strategy após queda

Strategy Compra US$ 1,25 Bilhão em Bitcoin Após Queda do BTC

A Strategy ($MSTR) demonstrou agressividade ao adquirir 13.627 Bitcoin por cerca de US$ 1,25 bilhão na semana passada, elevando suas reservas para 687.410 BTC. A compra, realizada entre 5 e 11 de janeiro em meio à volatilidade do mercado, reforça a tese de acumulação institucional como reserva de valor de longo prazo, mesmo após quedas recentes do BTC.


Detalhes da Aquisição Mais Recente

A transação foi divulgada em um filing da SEC datado de 12 de janeiro. Os Bitcoins foram comprados a um preço médio de US$ 91.519 cada, financiados por meio do programa de oferta at-the-market (ATM). Isso incluiu vendas de ações Class A comuns (MSTR) e ações preferenciais perpétuas Series A 10.00% (STRC), gerando US$ 1,2 bilhão em receitas líquidas — US$ 1,1 bilhão de ações comuns e US$ 119 milhões de preferenciais.

Essa é a terceira compra consecutiva semanal da empresa. Na semana anterior, a Strategy havia adquirido 1.286 BTC por US$ 116 milhões, elevando temporariamente o total para 673.783 BTC. A estratégia contínua sinaliza confiança inabalável no Bitcoin como ativo principal, independentemente das oscilações de curto prazo.

Estratégia de Tesouraria e Holdings Totais

Com essa aquisição, a tesouraria da Strategy agora abriga 687.410 BTC, comprados por um custo agregado de US$ 51,8 bilhões a um preço médio de US$ 75.353 por unidade. Ao preço atual de cerca de US$ 90.555, o portfólio vale aproximadamente US$ 62 bilhões, gerando ganhos não realizados substanciais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 490.771,52 no Brasil, com variação de +0,37% nas últimas 24 horas. Essa acumulação reforça a posição da empresa como maior detentora corporativa de BTC, superando ETFs e servindo de benchmark para investidores institucionais.

Além disso, a companhia elevou suas reservas em dólares americanos para US$ 2,25 bilhões, garantindo liquidez para dividendos preferenciais e obrigações de dívida, equilibrando risco e estabilidade.

Contexto de Volatilidade e Desafios Regulatórios

Apesar do rebote do Bitcoin acima de US$ 90.000 no início de 2026, a Strategy registrou uma perda não realizada de US$ 17,44 bilhões no quarto trimestre de 2025, devido à queda acentuada de preços desde os picos de outubro. Ainda assim, a compra recente ocorre em um momento de risk-off, demonstrando convicção na recuperação de longo prazo.

Recentemente, a empresa enfrentou escrutínio da MSCI, provedora de índices globais, que considerou excluir companhias com mais de 50% de ativos em cripto (DATCOs) de benchmarks como MSCI World e USA. Após lobby, incluindo declarações de Michael Saylor de que a Strategy é uma “empresa operacional com software de US$ 500 milhões”, a MSCI adiou a exclusão para fevereiro de 2026, aliviando pressão vendedora e impulsionando as ações MSTR em até 6%.

Impacto no Sentimento de Longo Prazo

Essa acumulação agressiva da Strategy envia um sinal poderoso ao mercado: instituições veem o Bitcoin como productive capital superior a reservas tradicionais. Em um cenário de volatilidade, compras como essa contrabalançam vendas de pânico, estabilizando o preço e fomentando otimismo. Para investidores brasileiros, isso sugere que o ciclo de alta pode se estender, com o BTC testando novas máximas históricas.

Monitorar o mNAV (market Net Asset Value) da MSTR e decisões futuras da MSCI será crucial. A tese de Saylor continua validada: acumular BTC em dips é a estratégia vencedora para o bull market de longo prazo.


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Visionário crypto cartoon erguendo troféu MSCI com MSTR gravado e seta +6% verde, celebrando inclusão em índices e disparada de ações

MSCI Mantém DATCOs em Índices: MicroStrategy Dispara 6%

A MSCI anunciou que manterá empresas de tesouraria em Bitcoin, conhecidas como DATCOs (Digital Asset Treasury Companies), em seus índices globais, aliviando temores de exclusão e impulsionando as ações da MicroStrategy (MSTR) em 6% nesta quarta-feira. Liderada por Michael Saylor, a companhia continua como referência na adoção corporativa, validando a tese de mainstream para investidores institucionais. A decisão ocorre em meio a um Bitcoin negociado a R$ 491.375, segundo o Cointrader Monitor.


Decisão da MSCI e Manutenção dos Índices

A Morgan Stanley Capital International (MSCI) confirmou, em anúncio oficial de 6 de janeiro, que não implementará a exclusão de DATCOs — firmas com mais de 50% dos ativos em criptomoedas — dos MSCI Global Investable Market Indexes na revisão de fevereiro de 2026. Empresas já inclusas, como a MicroStrategy, permanecem, desde que atendam outros critérios. Isso representa um sinal positivo de maturidade para o setor, reforçando a legitimidade das tesourarias em Bitcoin junto a fundos de índice globais.

No entanto, a MSCI ajustou regras: não haverá aumento automático no número de ações (NOS), Fator de Inclusão Estrangeira (FIF) ou Dif (DIF) para novas emissões. DATCOs na lista preliminar terão adições e migrações de segmento diferidas, o que pode limitar o impulso anterior de demanda passiva de fundos.

Alta das Ações da MicroStrategy e Visão de Saylor

As ações da MicroStrategy saltaram para US$ 166, recuperando de mínimas de 16 meses em US$ 150. Sob comando de Michael Saylor, pioneiro na estratégia de tesouraria em BTC desde 2020, a companhia detém o maior acervo corporativo de Bitcoin, superando US$ 62 bilhões em valor. Analistas veem isso como prova de resiliência: mesmo com volatilidade recente do BTC entre US$ 85 mil e 95 mil, o modelo atrai investidores buscando exposição indireta ao ativo.

O movimento bullish valida a narrativa de adoção mainstream. Institucionais, via ETFs e índices MSCI, agora veem DATCOs como veículos viáveis, ampliando liquidez e confiança no ecossistema cripto.

Implicações para Investidores Institucionais

Para o leitor brasileiro, essa decisão é um sinal verde para alocação em MSTR ou BTC como hedge macro contra inflação e desvalorização fiat. Com BTC em R$ 491.375 (-0,63% em 24h, Cointrader Monitor), a MicroStrategy oferece alavancagem sem custódia direta. Apesar de desafios em captação via novas ações, a manutenção nos índices garante fluxo passivo, beneficiando holders de longo prazo.

Próximos passos incluem monitoramento da consulta ampla da MSCI sobre não-operacionais e possíveis ETFs concorrentes, como o da Morgan Stanley. O otimismo fundamentado prevalece: adoção corporativa acelera o ciclo bullish.


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Executivos cartoon do MSCI e Strategy apertando mãos sobre cofre BTC aprovado, com gráfico ascendente, celebrando manutenção em índices globais

MSCI Mantém Empresas de BTC nos Índices: MSTR Dispara

A MSCI anunciou que não implementará a exclusão de empresas com tesouraria em criptoativos de seus índices globais na revisão de fevereiro de 2026, evitando uma pressão de venda estimada em US$ 15 bilhões. A decisão alivia fundos passivos e beneficia diretamente a Strategy (MSTR), cujas ações dispararam até 6,9% no after-hours. Os dados mostram remoção de um overhang significativo para holders de MSTR e potencial para novas compras de Bitcoin.


Detalhes da Decisão da MSCI

Os índices da MSCI são benchmarks cruciais para investimentos passivos, gerenciando trilhões de dólares. Em outubro de 2025, a provedora iniciou consulta sobre excluir DATs (empresas de tesouraria de ativos digitais), definidas como aquelas com 50% ou mais de seus ativos em cripto. A proposta visava tratar essas firmas como fundos de investimento, inelegíveis para índices de ações operacionais.

No entanto, após feedback de investidores, a MSCI optou por adiar mudanças, abrindo consulta mais ampla sobre empresas não-operacionais. Isso preserva o acesso da Strategy a capital de índices, com balanço majoritariamente em Bitcoin — cerca de 400.000 BTC, segundo dados recentes. A medida remove risco de outflows forçados, estabilizando o modelo de tesouraria corporativa em cripto.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.001,71 às 22:08 de 07/01/2026, com variação de -1,11% em 24h e volume de 240 BTC.

Reação das Ações da Strategy

As ações da MSTR reagiram positivamente: alta de 3,8% reportada inicialmente, evoluindo para 6,7%-6,9% no pós-mercado, atingindo US$ 168,7. A Strategy comemorou publicamente, chamando o resultado de “positivo para indexação neutra e realidade econômica”. Analistas atribuem o movimento ao fim do FUD (medo, incerteza e dúvida) sobre vendas forçadas de BTC.

Os dados mostram que a manutenção nos índices garante influxo de capital passivo. Em 2025, a MSTR captou via ações e dívida para acumular BTC, negociando com prêmio ligado às reservas. Essa decisão reforça a viabilidade do modelo, com mNAV (market net asset value) como métrica chave a monitorar.

Implicações para Compras de Bitcoin

Sem pressão de venda, a Strategy pode acelerar aquisições. Historicamente, Michael Saylor prioriza BTC como reserva de valor, com compras recentes de US$ 116 milhões. Os números indicam que remoção do risco de exclusão libera caixa para mais BTC, potencialmente elevando holdings acima de 400.000 unidades.

No contexto técnico, BTC testa resistência em US$ 94.500 após dip a US$ 91.500. A alta das ações MSTR correlaciona com BTC em 0,85 (Pearson recente), sugerindo suporte indireto. Investidores devem observar volume de MSTR e níveis de suporte em US$ 160 para ações.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

A decisão ocorre em meio a volatilidade: BTC em canal de 6 semanas, com alta mensal mas queda diária de 1%. Grupos como BitcoinForCorporations celebraram com 1.500 assinaturas contra a proposta. Futuramente, consulta ampla sobre não-operacionais pode revisitar o tema, mas por ora, status quo favorece adoção corporativa.

Os dados sugerem alívio de curto prazo para MSTR holders, com acesso preservado a trilhões em AUM de índices. Monitore relatórios trimestrais da Strategy e atualizações da MSCI para sinais de novas compras de BTC.


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