Torres de mineração cibernéticas rachando com placas 87K e 64K, representando crise de custos superando preço do Bitcoin nos mineradores

Mineradores em Crise: Custo do BTC Supera US$ 87 Mil

Os dados da Checkonchain indicam que o custo médio de produção de um Bitcoin alcançou US$ 87 mil, enquanto o preço de mercado opera em torno de US$ 64 mil — uma discrepância de aproximadamente 26%. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 338.090, com variação de -11,73% em 24 horas. Essa margem negativa pressiona os mineradores, que enfrentam despesas operacionais acima das receitas.


Custo de Produção e Ponto de Equilíbrio

Os números revelam um cenário de prejuízo operacional para a maioria dos mineradores. O custo de US$ 87 mil por BTC é estimado via regressão de dificuldade da rede, métrica que correlaciona o hashrate com despesas energéticas e de hardware. Historicamente, quando o preço desacopla abaixo desse nível em cerca de 20%, como observado em ciclos de baixa de 2019 e 2022, inicia-se uma fase de consolidação setorial.

Atualmente, com o BTC em US$ 63.970 (bid via cotações em tempo real), o gap ampliou para além de US$ 23 mil. Mineradores eficientes, com custos abaixo de US$ 50 mil, mantêm operações, mas os menos competitivos acumulam perdas. Essa dinâmica força decisões como desligamento de rigs ou renegociação de contratos de energia.

Queda no Hashrate e Capitulação Inicial

O hashrate da rede Bitcoin registrou queda de 20% em relação aos picos de outubro, sinalizando que máquinas menos rentáveis foram desativadas. Apesar de uma estabilização recente, a métrica permanece 8-10% abaixo da média móvel de 200 dias, indicando estresse persistente.

Empresas de mineração listadas enfrentam pressão financeira: receitas de block rewards e fees não cobrem despesas. Com o halving de 2024 reduzindo rewards pela metade, o break-even subiu substancialmente. Dados on-chain mostram aumento nas transferências de BTC de carteiras de mineradores para exchanges, um indicador clássico de capitulação.

Pressão de Venda e Implicações de Mercado

A liquidação de reservas por mineradores adiciona fluxo vendedor ao mercado. Para cobrir dívidas e custos operacionais, companhias despejam BTC acumulado, exacerbando a tendência de baixa. Em ciclos passados, essa capitulação coincidiu com fundos de preço, mas o timing exato depende de fatores macro, como taxas de juros e adoção institucional.

No Brasil, o equivalente em reais agrava o quadro: custo estimado em cerca de R$ 458 mil (US$ 87 mil a R$ 5,27/USD) versus preço atual de R$ 338 mil. Mineradores locais, dependentes de energia hidrelétrica, monitoram variações cambiais que impactam importação de ASICs.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitoramento de suportes em US$ 60-63 mil, onde capitulação pode intensificar, e resistências em US$ 70-75 mil para recuperação. Métricas como net unrealized profit/loss (NUPL) e fluxo dos mineradores indicam purging em curso. A convergência preço-custo histórico marca turning points, mas requer estabilização macroeconômica.

Investidores atentos aos relatórios de empresas como Marathon Digital e Riot Platforms, que divulgam métricas de eficiência pós-halving.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Titão cartoon de mineradora russa tropeçando em plataforma gelada sob correntes de sanções, simbolizando falência da BitRiver e impacto no hashrate global

BitRiver: Maior Mineradora Russa de BTC Enfrenta Falência

A BitRiver, maior operadora de mineração de Bitcoin da Rússia, enfrenta processo de insolvência iniciado por um tribunal de arbitragem após credores reclamarem dívidas não pagas em serviços, contratos de energia e operações de data centers. Com contas bancárias congeladas e fornecedores de eletricidade suspendendo entregas, a produção de mineração despenca. O fundador Igor Runets está em prisão domiciliar por acusações fiscais, agravando a crise em um contexto de sanções americanas que pressionam o setor. Este colapso ameaça o equilíbrio global do hashrate Bitcoin.


Detalhes da Insolvência e Crise Operacional

O tribunal russo aprovou o início formal de procedimentos de falência após credores demonstrarem atrasos repetidos em pagamentos, totalizando mais de US$ 9 milhões em dívidas relacionadas principalmente a energia elétrica. Segundo autoridades judiciais citadas pelo jornal Kommersant, um administrador temporário foi nomeado para avaliar ativos, passivos e opções de reestruturação. Contas bancárias da BitRiver foram restringidas para preservar recursos durante o processo.

A interrupção no fornecimento de energia é crítica: vários data centers pararam completamente, enquanto outros operam em capacidade reduzida. Isso afeta tanto clientes de hosting quanto a mineração interna da empresa. Gerentes sêniores deixaram a companhia em meio ao estresse financeiro, complicando a gestão diária. A BitRiver, que explodiu durante períodos de energia barata na Sibéria, agora luta para manter operações em escala.

Contexto Geopolítico: Sanções e Pressões Externas

O declínio da BitRiver reflete tensões macro-geopolíticas. Sanções impostas pelos Estados Unidos e aliados após a invasão da Ucrânia em 2022 restringiram o acesso russo a hardware de mineração avançado e componentes eletrônicos essenciais. Governos ocidentais visaram exportações de chips e semicondutores, forçando mineradores russos a recorrerem a mercados paralelos ou equipamentos obsoletos, elevando custos operacionais.

A prisão domiciliar de Igor Runets por evasão fiscal coincide com escrutínio crescente sobre o financiamento de mineração na Rússia. Autoridades locais investigam fluxos de capital, enquanto o governo russo equilibra promoção de cripto para exportações com controles internos. Essa dualidade expõe vulnerabilidades: a mineração, outrora pilar de soberania energética russa, torna-se vetor de instabilidade sob pressão internacional.

Implicações para o Hashrate Global do Bitcoin

Como um dos maiores participantes fora dos EUA, a BitRiver contribui significativamente para a descentralização do hashrate Bitcoin. Sua potencial falência pode redistribuir poder de computação para jurisdições como EUA, Cazaquistão e América Latina, incluindo o Brasil, onde energia hidrelétrica atrai investidores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 411.928,50 nesta terça-feira (03/02), com variação positiva de 0,57% em 24h.

Negociações para mudança de propriedade estão em curso, focando em quitação de dívidas e continuidade de facilities chave. No entanto, qualquer venda de reservas de Bitcoin exigiria aprovação judicial. Investidores globais monitoram se isso acelerará a concentração de hashrate em mãos ocidentais, alterando dinâmicas de segurança da rede.

Perspectivas e Tendências Globais

O caso BitRiver sinaliza desafios para mineração em economias sancionadas. Países como Rússia e Irã, que abrigam cerca de 10-15% do hashrate global, enfrentam restrições crescentes, enquanto nações amigáveis à cripto ganham terreno. Para brasileiros, isso reforça atrativos locais: energia renovável abundante e ausência de sanções posicionam o Brasil como hub emergente.

O processo de insolvência prossegue sob supervisão legal, com foco em recuperação de credores. Sem resolução rápida, o colapso pode redefinir mapas de mineração mundial, destacando como geopolítica molda o ecossistema Bitcoin.


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Estrutura open-source central conectando rede isométrica de rigs de mineração Bitcoin com feixes cyan, simbolizando descentralização do MiningOS da Tether

Tether Lança MiningOS Open-Source para Mineração de Bitcoin

A Tether anunciou o lançamento do MiningOS, um sistema operacional modular e de código aberto para operações de mineração de Bitcoin. Projetado para setups domésticos até instalações industriais multi-sítio, o software usa arquitetura peer-to-peer (P2P) autônoma, eliminando dependência de serviços centralizados e vendor lock-in. Isso democratiza ferramentas de nível enterprise, fortalecendo a soberania tecnológica dos mineiros independentes. Lançado sob licença Apache 2.0, o MiningOS reflete o compromisso da Tether com a infraestrutura descentralizada do Bitcoin.


O Que É o MiningOS

O MiningOS (MOS) é uma pilha de software self-hosted, construída para gerenciar infraestrutura de mineração de Bitcoin de forma escalável. Diferente de soluções proprietárias como Hive OS ou Foreman, que cobram taxas recorrentes e impõem limitações, o MOS oferece transparência total. Ele suporta uma ampla gama de hardware de mineração, desde rigs caseiros até milhares de ASICs em data centers distribuídos geograficamente.

Segundo o CEO Paolo Ardoino, trata-se de uma plataforma operacional completa, com rede P2P criptografada que permite comunicação direta entre dispositivos. Isso elimina a necessidade de servidores centrais, reduzindo pontos únicos de falha e melhorando a privacidade operacional. A liberação ocorreu durante o Plan ₿ Forum em San Salvador, alinhando-se a iniciativas semelhantes de empresas como Block, de Jack Dorsey.

Como Funciona Tecnicamente

O funcionamento do MiningOS baseia-se em protocolos Holepunch para a camada de rede P2P, garantindo conectividade segura e sem intermediários. Os operadores acessam um dashboard unificado para monitorar desempenho de hardware, consumo energético, sistemas de refrigeração e métricas de pool. Sua modularidade permite customizações: componentes independentes se integram via bus compartilhado, facilitando extensões.

Executado em dispositivos leves, o MOS é hardware-agnóstico e roda localmente, sem dependências externas. Futuramente, um Mining SDK permitirá que desenvolvedores criem ferramentas personalizadas, com input da comunidade open-source. Essa arquitetura distribuída opera como um banco de dados replicado, onde cada nó valida e sincroniza dados em tempo real, promovendo resiliência em cenários de alta volatilidade na rede Bitcoin.

Por Que Importa para a Descentralização

A relevância técnica reside na redução de barreiras para mineiros pequenos. Gigantes industriais dominam com softwares proprietários otimizados, mas o MiningOS nivela o campo, permitindo que operadores independentes acessem as mesmas capacidades sem custos proibitivos. Isso fortalece a descentralização da mineração Bitcoin, essencial para a segurança da rede, evitando concentração de hashrate.

No contexto atual, com Bitcoin cotado a cerca de R$ 412.023 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,52% em 24h), eficiência operacional é crucial. Mineiros domésticos ganham soberania tecnológica, configurando pools próprios e otimizando energia renovável sem lock-in.

Estratégia da Tether Além da Stablecoin

A Tether expande seu papel no ecossistema Bitcoin, detendo cerca de 96.185 BTC (US$ 8 bilhões). O MiningOS integra uma visão mais ampla: suporte à infraestrutura descentralizada, priorizando eficiência e energia sustentável. Apesar de ajustes em operações próprias devido a custos energéticos em 2025, o foco agora é software, fomentando adoção coletiva.

Essa iniciativa promove padrões abertos na mineração, potencializando cooperação setorial. Para o leitor, significa ferramentas gratuitas e verificáveis, avaliáveis pelo código no GitHub, alinhando-se ao mantra ‘código é lei’.


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Torre de mineração colossal desmoronando com CEO cartoon algemado no topo, simbolizando falência da BitRiver e impacto no hashrate Bitcoin

BitRiver: Maior Mineradora Russa à Beira da Falência

Investigações revelam que a maior mineradora de Bitcoin da Rússia, BitRiver, está à beira do colapso total. Um tribunal de arbitragem regional iniciou processo de insolvência contra a Fox Group, que controla 98% da empresa, devido a uma disputa de US$ 9,2 milhões por equipamentos não entregues. O CEO Igor Runets foi colocado em prisão domiciliar por acusações de evasão fiscal, agravando uma crise operacional iniciada por sanções americanas desde 2022. Isso ameaça o hashrate global de Bitcoin.


Processo de Insolvência e Disputas Milionárias

Evidências apontam para uma dívida crítica como estopim do declínio. A Infrastructure of Siberia, subsidiária da En+ Group, adiantou cerca de US$ 9,2 milhões (700 milhões de rublos) para aquisição de equipamentos de mineração que nunca foram entregues. Tentativas de recuperação judicial falharam, levando ao congelamento de contas ligadas à BitRiver. Paralelamente, a Rosseti Siberia busca cobrar US$ 60 mil em contas de energia não pagas de junho de 2024.

Esses episódios expõem red flags financeiras graves. A Fox Group, proprietária majoritária, agora enfrenta supervisão de insolvência pelo Tribunal de Arbitragem de Sverdlovsk Oblast, iniciado em 27 de janeiro. Documentos judiciais citados em reportagens locais confirmam a paralisia operacional, com a empresa incapaz de cumprir obrigações básicas.

Prisão do CEO e Colapso Interno

O fundador e CEO Igor Runets está em prisão domiciliar desde o final de janeiro, por ordem de um tribunal de Moscou, sob suspeita de evasão fiscal. Isso coincide com saídas em massa de executivos, fechamento de escritórios e inatividade dos canais de social media desde 2022.

Em processos judiciais recentes, como um em Irkutsk em 23 de janeiro, a BitRiver falhou em fornecer documentos essenciais, como avaliações de equipamentos e provas de propriedade, mesmo após prazos estendidos. Notificações judiciais retornaram sem entrega, sinalizando um esvaziamento operacional completo. Essas inconsistências levantam questionamentos sobre a governança interna da mineradora.

Sanções dos EUA: Raiz da Crise Geopolítica

A BitRiver figura na lista de sanções do OFAC (Office of Foreign Assets Control) desde abril de 2022, primeira mineradora de cripto punida pelos EUA. O Tesouro americano acusou a empresa de explorar energia barata russa para mineração em escala, facilitando a evasão de sanções pós-invasão da Ucrânia. Com dependência de equipamentos importados e canais fiat, o modelo de negócios tornou-se insustentável.

Operações em regiões frias da Sibéria, como Bratsk, dependiam dessa infraestrutura vulnerável. As sanções congelaram ativos e limitaram transações, acelerando o declínio em um contexto de volatilidade no mercado de mineração.

Impacto no Hashrate Global e Lições para Investidores

A Rússia representa uma fatia significativa do hashrate global de Bitcoin, e o colapso da BitRiver pode reduzir a capacidade de mineração em escala. Isso eleva riscos de centralização e volatilidade, especialmente se outros players russos enfrentarem pressões semelhantes. Investidores devem monitorar migrações de hashrate para jurisdições mais estáveis, como EUA e Canadá.

Red flags identificadas: dependência geopolítica, dívidas ocultas e liderança questionável. Para se proteger, diversifique exposições a mineração, priorize pools descentralizados e acompanhe sanções regulatórias. Evidências sugerem que ignorar riscos transfronteiriços pode levar a perdas irreversíveis.


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Mineradores cartoon lutando contra nevasca furiosa ao redor de rigs de Bitcoin, com '-12%' soprado pelo vento, ilustrando queda no hashrate por tempestades nos EUA

Hashrate do Bitcoin Cai 12% com Nevascas nos EUA

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin registrou sua maior queda desde o banimento na China em 2021, recuando 12% para cerca de 970 EH/s desde 11 de novembro, impulsionado por condições climáticas extremas nos EUA. Tempestades de inverno forçaram mineradoras a desligarem equipamentos para preservar infraestrutura e atender demandas de redução de carga elétrica, impactando diretamente a produção e receita do setor.


Queda Acelerada no Hashrate

O hashrate, métrica que representa o poder computacional total da rede Bitcoin, caiu para o menor nível desde setembro de 2025, conforme dados da CryptoQuant. A retração de 12% ocorreu em meio a nevascas intensas que afetaram polos de mineração nos Estados Unidos, principais hubs após a migração pós-China. Mineradoras listadas em bolsa, como Core Scientific e Marathon Digital, optaram por pausas operacionais voluntárias para evitar sobrecarga na rede elétrica local.

Esta é a maior drawdown desde outubro de 2021, destacando a vulnerabilidade do setor a eventos climáticos em regiões dependentes de energia estável. Apesar da queda, a rede Bitcoin mantém segurança robusta, com ajustes automáticos de dificuldade previstos para compensar a redução no poder de processamento.

Impacto na Produção e Receita Diária

A produção de mineradoras públicas monitoradas pela CryptoQuant despencou de uma média de 70-90 BTC por dia para 30-40 BTC no pico da disrupção climática. Paralelamente, a receita diária do setor caiu de US$ 45 milhões em 22 de janeiro para US$ 28 milhões dois dias depois, com recuperação parcial para US$ 34 milhões.

As maiores mineradoras reduziram emissão diária de 77 BTC para 28 BTC, enquanto as demais caíram de 403 BTC para 209 BTC. Em média móvel de 30 dias, trata-se da retração mais intensa pós-halving de abril de 2024, refletindo não só o clima, mas também a oscilação do preço do Bitcoin em torno de US$ 83 mil.

Hashprice em Mínimas Anuais Pressiona Mineradoras

O hashprice, indicador que mede a rentabilidade diária por exahash (receita estimada por unidade de hashrate), atingiu níveis próximos às mínimas anuais, conforme análise de mercado. Isso agrava a crise financeira para mineradoras menores, que operam com margens apertadas e custos energéticos elevados.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.625,76 às 18:36 de 1º de fevereiro (variação 24h de -1,26%), equivalente a cerca de US$ 77.400 ao câmbio de R$ 5,25. Essa combinação de baixa rentabilidade e disrupções externas força consolidação no setor, com players menores potencialmente desligando rigs permanentemente.

Implicações para a Rede e Níveis a Observar

A rede Bitcoin permanece resiliente, com o protocolo ajustando a dificuldade de mineração a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Os dados sugerem recuperação parcial do hashrate à medida que o clima melhora, mas vale monitorar: níveis de suporte em 950 EH/s, recuperação da receita acima de US$ 40 milhões/dia e impacto no preço do BTC abaixo de US$ 80 mil.

Traders devem observar o volume de mineração (342 BTC em 24h no Brasil) e métricas on-chain como taxa de hash de mineradoras públicas. A crise destaca a dependência energética do setor, mas reforça a descentralização global da rede.


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Fluxo de energia dourada do hashrate Bitcoin congelado por cristais de gelo em tempestade cyberpunk, simbolizando queda de 12% por inverno nos EUA

Tempestade de Inverno nos EUA Derruba Hashrate do Bitcoin

O frio intenso da tempestade de inverno nos EUA provocou uma queda acentuada de cerca de 12% no hashrate da rede Bitcoin, o maior declínio desde outubro de 2021, conforme análise da Cryptoquant. Mineradores americanos, concentrados em regiões afetadas, desligaram seus rigs de mineração para priorizar o fornecimento de energia à rede elétrica local, resultando em redução na produção de blocos e na receita diária da rede. Esse evento destaca a vulnerabilidade técnica da mineração centralizada a fatores externos como o clima.


O Que é Hashrate e Por Que Ele Importa

O hashrate representa a potência computacional total dedicada à mineração de Bitcoin, medida em exahashes por segundo (EH/s). É o coração do mecanismo de Proof-of-Work (PoW): quanto maior o hashrate, mais difícil é para um atacante acumular 51% da potência da rede e reverter transações, garantindo a segurança e imutabilidade da blockchain.

Funciona como um banco de dados distribuído sob ataque constante: cada minerador contribui com ciclos de hash para validar blocos a cada 10 minutos em média. Uma queda no hashrate, como os 12% observados — levando o total ao menor nível desde setembro de 2025 —, alonga o tempo de bloco e reduz a taxa de transações processadas. Dados da Cryptoquant mostram que isso agrava uma tendência pré-existente de correção de preço do Bitcoin de US$ 126.000 para cerca de US$ 100.000, apertando margens operacionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 415.916,64 (-5,22% em 24h), refletindo pressão no ecossistema de mineração.

Como a Tempestade Afeta os Mineradores Tecnicamente

Durante crises energéticas, utilities nos EUA impõem curtailments — desligamentos obrigatórios — para mineradores, que consomem gigawatts equivalentes a cidades inteiras. Cada ASIC minerador, como os modelos Antminer S21, exige energia estável em torno de 3-5 kW por unidade. Com a tempestade de janeiro de 2026, firmas públicas nos EUA reduziram produção de 77 BTC/dia para 28 BTC/dia, enquanto outros mineradores caíram de 403 para 209 BTC/dia.

Esse mecanismo é uma salvaguarda da rede elétrica: mineradores desligam rigs para evitar blackouts, mas o impacto cascateia. A receita diária da mineração despencou de US$ 45 milhões para US$ 28 milhões em dois dias, recuperando parcialmente para US$ 34 milhões. O Índice de Sustentabilidade de Lucro/Prejuízo dos Mineradores da Cryptoquant atingiu 21, o menor desde novembro de 2024, sinalizando operação no limite mesmo após ajustes de dificuldade descendentes.

Analogamente a um cluster de servidores em data center sob sobrecarga térmica, o hashrate global contrai porque ~30-40% da mineração está nos EUA, exposta a esses eventos regionais.

Impactos na Segurança e Economia da Rede

A queda no hashrate compromete temporariamente a robustez da rede: tempos de bloco se estendem além de 12 minutos, e a probabilidade de ataques de 51% aumenta matematicamente, embora ainda improvável com o hashrate remanescente. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (~2 semanas), mas ajustes múltiplos recentes não compensaram totalmente a combinação de preço baixo e outages climáticos.

Nos últimos 30 dias, a contração foi a mais acentuada desde o halving de 2024, com mineradoras públicas perdendo até 48 BTC e independentes 215 BTC. Isso expõe a centralização geográfica: concentração em Texas e outros estados vulneráveis a clima extremo amplifica riscos sistêmicos, contrariando o ideal de descentralização do Bitcoin.

Métricas on-chain verificáveis, como as da Cryptoquant, confirmam: usuários ativos e transações diárias permanecem estáveis, mas a mineração sob pressão pode elevar taxas de transação se a recuperação demorar.

Perspectivas e Lições Técnicas

A recuperação depende de preços estáveis, energia confiável e recalibração de dificuldade. Mineradores diversificam para regiões com energia renovável ou flare gas, mas eventos como esse reforçam a necessidade de resiliência distribuída. Para o leitor técnico, monitore hashrate via explorers como Blockchain.com ou Mempool.space: quedas abaixo de 500 EH/s merecem atenção.

Esse episódio ilustra que, embora o código do Bitcoin seja imutável, sua execução depende de infraestrutura física sujeita a variáveis reais como o clima.


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Fortaleza cibernética de mineração sob nevasca intensa com energia hashrate enfraquecida mas resiliente, representando queda de 12% no Bitcoin

Hashrate do Bitcoin Cai 12%: Pior Queda Desde Banimento Chinês

O hashrate da rede Bitcoin sofreu sua pior queda de 12% desde o banimento de mineração na China em 2021, caindo para cerca de 970 EH/s — o menor nível desde setembro de 2025. Tempestades de inverno nos EUA forçaram grandes mineradores a desligarem máquinas, impactando produção e receita. Apesar disso, mecanismos como o ajuste de dificuldade garantem a resiliência técnica da rede, como veremos a seguir.


O Que É Hashrate e Por Que Caiu

O hashrate representa a potência computacional total dedicada à mineração de Bitcoin, medida em exahashes por segundo (EH/s). É o ‘coração’ da segurança da rede: quanto maior, mais difícil para atacantes concentrarem controle. Desde 11 de novembro, o hashrate global recuou 12%, acelerando com as tempestades que atingiram hubs de mineração nos EUA, como Texas e regiões do Leste.

Mineradores públicos desligaram operações para proteger equipamentos e atender pedidos de curtailment das redes elétricas — similar a um data center pausando servidores durante blackout. Isso não afeta blocos já minerados, mas reduz a taxa de produção de novos hashes, como um motor perdendo cilindros em marcha lenta.

Dados da CryptoQuant mostram o hashrate em queda por cinco epochs consecutivos, o primeiro evento dessa magnitude desde a migração pós-China, quando ~50% da rede ficou offline voluntariamente.

Impacto na Produção e Lucratividade

A produção diária de mineradoras públicas despencou de 77 BTC para 28 BTC, enquanto outros mineradores viram de 403 BTC para 209 BTC. Receita diária caiu de US$ 45 milhões para um mínimo anual de US$ 28 milhões em dois dias, recuperando levemente para US$ 34 milhões.

O índice de sustentabilidade de lucro/prejuízo dos mineradores da CryptoQuant atingiu 21, menor nível em 14 meses (novembro 2024). Isso indica que receitas não cobrem custos para grande parte da rede, mesmo com Bitcoin a ~US$ 77 mil e quedas na dificuldade. Mineradores estão ‘extremamente sub-remunerados’, pressionados por preços em baixa e disrupções externas.

Em 30 dias, produção pública caiu 48 BTC (pior desde maio 2024, pós-halving), destacando vulnerabilidades em operações centralizadas em regiões propensas a clima extremo.

Resiliência Técnica: Ajuste de Dificuldade em Ação

A rede Bitcoin é projetada para auto-regular: a dificuldade ajusta a cada 2016 blocos (~2 semanas) para manter ~10 minutos por bloco. Com hashrate baixo, dificuldade cai automaticamente, restaurando lucratividade sem intervenção humana — como um termostato em um sistema distribuído.

Já houve reduções múltiplas nos últimos epochs, aliviando pressão. Diferente do banimento chinês (choque regulatório sistêmico), isso é evento localizado e transitório. A descentralização geográfica pós-2021 (EUA ~38%, Cazaquistão, etc.) mitiga riscos, com hashrate global ainda robusto em ~970 EH/s.

Para investidores, monitore métricas on-chain como hashrate 7D, dificuldade e capitulação de mineradores (vendas de BTC). Eventos assim testam, mas reforçam fundamentos: segurança proporcional ao custo energético real.

Contexto Atual e Perspectivas

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 408.955,58 (-8,08% em 24h), refletindo pressão macro. Mineradores eficientes sobrevivem; ineficientes capitulam, fortalecendo rede a longo prazo.

Isso importa porque prova maturidade: rede absorve choques sem comprometer finality de transações ou segurança. Fique de olho em relatórios de CryptoQuant para epochs futuras.


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Torre de mineração Bitcoin coberta de gelo cristalino em tempestade, aura hashrate enfraquecida com 39% rachado, ilustrando queda de hashrate no Texas

Hashrate do Bitcoin Cai 39% com Tempestade de Gelo no Texas

Uma tempestade de gelo no Texas forçou o desligamento de rigs de mineração, reduzindo o hashrate da rede Bitcoin em 39% em apenas dois dias, de 1.133 EH/s para cerca de 690 EH/s. O valor chegou a 663 EH/s, níveis de meados de 2025, afetando um terço da capacidade global nos EUA. Isso eleva preocupações com a segurança da rede e lucratividade dos mineradores, com recuperação parcial para 854 EH/s nesta terça-feira (27/01).


Queda Abrupta e Causas Climáticas

A tempestade de inverno atingiu dezenas de estados americanos, causando blecautes e picos de demanda energética. Os EUA respondem por 38% do hashrate global, com o Texas concentrando grandes operações. Mineradores desligaram máquinas para estabilizar a rede elétrica, conforme ordens emergenciais do Departamento de Energia dos EUA.

Dados da Blockchain.com indicam uma média móvel de 7 dias em 950 EH/s, mas o indicador em tempo real reflete a queda acentuada. O hashprice, valor por TH/s diário, está em mínimos de US$ 0,039, pressionando a rentabilidade em meio à volatilidade do BTC, cotado a cerca de US$ 88.500.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 462.140,07 (-0,8% em 24h), refletindo o impacto macro na precificação em reais.

Impacto Financeiro em Grandes Mineradoras

Mineradoras como MARA (Marathon Digital) e IREN sofreram quedas drásticas na produção diária de Bitcoin. A MARA saiu de 45 BTC para 7 BTC por dia, enquanto a IREN caiu de 18 BTC para 6 BTC, segundo dados da CryptoQuant.

Essas empresas, com operações concentradas no Texas, enfrentam custos fixos elevados sem receita de mineração. A interrupção temporária pode forçar vendas de BTC para cobrir despesas, ampliando a pressão vendedora no mercado. Foundry USA também reportou queda de ~60% em seu hashrate.

Analistas alertam que eventos climáticos recorrentes no Sul e Sudeste dos EUA expõem vulnerabilidades, com potencial migração para regiões mais estáveis ou diversificação energética.

Segurança da Rede e Ajuste de Dificuldade

Embora temporária, a queda no hashrate reduz a potência computacional de segurança da rede Bitcoin, aumentando teoricamente o risco de ataques de 51%. No entanto, a resiliência do protocolo mitiga impactos curtos, e a recuperação rápida demonstra flexibilidade.

O mecanismo de ajuste de dificuldade, realizado a cada 2016 blocos (~2 semanas), deve reduzir a dificuldade em cerca de 4,5% no próximo ciclo, facilitando a mineração e restaurando equilíbrio. Isso beneficia mineradores menores e pode estabilizar o hashrate em longo prazo.

Historicamente, quedas assim coincidem com correções de preço, mas o BTC se manteve acima de US$ 88.000, sugerindo suporte macro.

Perspectivas e Lições para o Mercado

A recuperação para 854 EH/s indica que operações estão retomando à medida que o clima melhora. Mineradores provaram valor como balanço de carga na rede elétrica, absorvendo excedentes e reduzindo demanda em picos.

Para investidores brasileiros, monitore o impacto no preço do BTC em BRL. Eventos localizados como esse reforçam a importância da descentralização geográfica na mineração global. Vale acompanhar relatórios trimestrais de MARA e IREN para avaliar prejuízos financeiros consolidados.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre de hashrate digital rachando com luz vermelha vazando e fluxos cyan para IA, simbolizando prejuízos de mineradores e riscos em baixa do BTC

Mineradores em Alerta: BTC Abaixo do Custo de Mineração

A queda do Bitcoin para cerca de US$ 89 mil – equivalente a R$ 461.844 segundo o Cointrader Monitor – coloca mineradores em alerta. Dados do Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index (CBECI) indicam que custos de energia acima de US$ 0,10/kWh geram prejuízo operacional, com o break-even nos EUA em torno de US$ 94.746 por BTC. Essa pressão revela vulnerabilidades na sustentabilidade da segurança da rede durante mercados de baixa.


Cálculo do Break-even de Mineração

O custo para minerar um Bitcoin depende diretamente da tarifa de energia e da dificuldade computacional, que atingiu picos recentes. Segundo o CBECI e a U.S. Energy Information Administration (EIA), a tarifa média nos EUA em outubro de 2025 foi de US$ 0,14/kWh, elevando o custo médio para US$ 94.746 – superior ao preço spot de US$ 87.900. Mesmo considerando tarifas industriais de US$ 0,09/kWh, o valor fica em US$ 86.931, próximo ao limite.

Especialistas como Alex de Vries, do Digiconomist, estimam que são necessários cerca de 1,2 milhão de kWh por BTC atualmente. Qualquer tarifa acima de US$ 0,07/kWh resulta em prejuízo a US$ 85 mil. No Brasil, com dólar a R$ 5,18, isso equivale a mais de R$ 488 mil em custos para um BTC a R$ 461 mil, destacando o risco para operações locais.

Disparidades Regionais nos Custos

A viabilidade varia por país. Na China e Rússia (US$ 0,11/kWh), o custo é de US$ 88.869. No Canadá (US$ 0,10/kWh), chega a US$ 88.003. O Paraguai, com US$ 0,05/kWh e 4% do hashrate global, mantém custos em US$ 59.650, uma vantagem competitiva. Já na Nova Zelândia, supera US$ 103.799, tornando a mineração inviável em escala.

Essas diferenças explicam migrações: mineradores buscam jurisdições com energia barata, como o Paraguai, enquanto regiões caras enfrentam desligamentos. A dificuldade elevada agrava o cenário, exigindo eficiência máxima em hardware e operações.

Migração para IA e Computação de Alta Performance

Nove mineradoras americanas, incluindo Riot Platforms, Bitfarms, Core Scientific, IREN, TeraWulf, CleanSpark, Bit Digital, MARA Holdings e Cipher Mining, pivotaram para data centers de inteligência artificial (IA) e HPC nos últimos 18 meses. Leo Wang, da Canaan, enfatiza estratégias como tarifas abaixo de 4 centavos/kWh, hardware próprio e acordos flexíveis de hospedagem.

Essa transição diversifica receitas, mas reduz hashrate dedicado ao Bitcoin, potencializando riscos em cenários de baixa preço. Empresas endividadas ou com ASICs obsoletos sofrem mais, acelerando a consolidação do setor.

Implicações para a Segurança da Rede

O “prejuízo invisível” reside na sustentabilidade da segurança: quedas no hashrate enfraquecem a rede contra ataques de 51%. Apesar da dificuldade ajustar-se automaticamente (reduzindo em ~20-30% pós-halvings anteriores), bear markets prolongados testam a resiliência. Com halving em 2028, mineradores precisam de BTC acima de US$ 90 mil para equilíbrio.

Investidores devem monitorar métricas como hashrate global e dificuldade – que atingiu picos recentemente sem quedas significativas no Texas reportadas. A rede Bitcoin provou robustez histórica, mas pressões energéticas globais demandam adaptações contínuas.


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Núcleo dourado Bitcoin sufocado por teia de gelo cristalino com '39%' rachado, ilustrando queda de hashrate por tempestade nos EUA

Bitcoin Sob Gelo: Hashrate Despenca 39% Após Tempestade nos EUA

Uma queda de 39% no hashrate do Bitcoin em apenas dois dias expõe a vulnerabilidade física da rede. De 1.133 ZH/s para 690 EH/s, o colapso foi causado por uma tempestade de gelo nos EUA, com a Foundry USA perdendo 200 EH/s. Mineradoras no Texas desligaram operações para aliviar a rede elétrica, elevando o tempo médio de bloco para 12,28 minutos. Isso compromete a segurança das transações em curto prazo?


Tempestade de Gelo Paralisa Mineração no Texas

A região do Texas concentra cerca de um terço da capacidade global de mineração de Bitcoin, tornando-a ponto crítico para a rede. A tempestade severa trouxe gelo extremo, sobrecarregando as redes elétricas e forçando operadores a pedirem redução de carga não essencial. Empresas como MARA viram seu hashrate cair para um quarto da média mensal, enquanto a Foundry USA, maior pool de mineração, registrou perda de 200 EH/s, passando de 340 EH/s para 139 EH/s.

Operadores da rede elétrica priorizaram a estabilidade, suspendendo atividades de alto consumo como a mineração. Apesar de créditos por demanda responsiva em eventos passados, o impacto agora é generalizado, com mais de 800 mil residências sem energia e voos cancelados. Essa dependência geográfica revela um risco sistêmico: eventos climáticos locais podem afetar a rede global.

Impacto Direto na Segurança e Velocidade da Rede

Com menos poder computacional, o tempo de produção de blocos subiu para 12,28 minutos, contra os 10 minutos ideais. Isso não invalida transações, mas aumenta a latência para confirmações, potencialmente expondo a ataques de reorganização de cadeia em cenários extremos. A rede Bitcoin é projetada para se ajustar, mas o lag no mecanismo de dificuldade — recalculado a cada 2.016 blocos — prolonga a vulnerabilidade.

Projeções indicam uma redução de 4,54% a 18% na dificuldade na próxima atualização, aliviando mineradores remanescentes. No entanto, enquanto isso, a segurança coletiva diminui proporcionalmente ao hashrate. Usuários devem monitorar pools alternativos e evitar transações de alto valor até recuperação plena.

Riscos Financeiros para Mineradores e o Mercado

Desligamentos prolongados pressionam as finanças: custos fixos como aluguéis, financiamentos de equipamentos e salários persistem sem receita. Mineradoras podem vender reservas de Bitcoin para sobreviver, injetando pressão vendedora no mercado. Operações menores, com buffers limitados, enfrentam maior risco de capitulação.

O hashrate total recuperou para 776 EH/s, mas ainda 30% abaixo do pico. A centralização no Texas amplifica esses eventos, sugerindo necessidade de diversificação geográfica para mitigar riscos climáticos e regulatórios futuros.

Cotação Atual e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 463.918,40 (-0,47% em 24h), refletindo volatilidade. Monitore o ajuste de dificuldade e recuperação do hashrate. Para holders, confirme transações múltiplas vezes e priorize a segurança em carteiras frias durante instabilidades.


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Torres de mineração digital congeladas por nevasca intensa com cristal '60%' rachado, ilustrando queda no hashrate do Bitcoin por tempestade nos EUA

Tempestade de Inverno nos EUA Reduz Hashrate do Bitcoin em 60%

A tempestade de inverno Fern nos EUA provocou uma queda de cerca de 60% no hashrate da Foundry USA, maior pool de mineração do país, desde a última sexta-feira (24/01/2026). Mineradores reduziram operações para aliviar o estresse nas redes elétricas, afetando 200 EH/s da força computacional global do Bitcoin. Isso elevou o tempo médio de produção de blocos para 12 minutos, acima do ideal de 10 minutos. O fenômeno destaca a dependência física da rede Bitcoin de infraestrutura elétrica vulnerável ao clima.


Por Que o Clima Afeta o Hashrate do Bitcoin?

O hashrate representa a potência computacional total dedicada à mineração de Bitcoin, medida em exahashes por segundo (EH/s). Mineradores usam máquinas especializadas chamadas ASICs para resolver problemas matemáticos complexos, garantindo a segurança da rede via proof-of-work. Esses equipamentos consomem eletricidade intensiva, equivalente a cidades inteiras.

Durante a nevasca Fern, que se estende por 1.800 milhas pelo Sudeste, Nordeste e Meio-Oeste americano, nevascas, gelo e temperaturas abaixo de zero causaram apagões para mais de 1 milhão de residentes. Operadoras de rede elétrica impuseram curtailments, forçando mineradores a desligarem rigs para priorizar residências e evitar danos à infraestrutura. A Foundry USA caiu de 328 EH/s para 139 EH/s, mantendo ainda 23% do hashrate global.

Outros pools como Luxor (de 45 para 26 EH/s) e Antpool também registraram quedas, conforme dados de plataformas como Hashrate Index e Mempool.

Impactos na Rede Bitcoin e Ajuste Automático

A redução no hashrate global desacelerou a produção de blocos, com médias de 12 minutos observadas. O protocolo Bitcoin ajusta a difficulty (dificuldade de mineração) a cada 2.016 blocos, cerca de duas semanas, para manter o ritmo de 10 minutos. Analistas preveem uma queda de 16% na próxima recalibração.

Apesar da volatilidade temporária, a rede permanece segura graças à sua distribuição global. Países como China (proibida), Rússia e Cazaquistão compensam parcialmente, mas os EUA concentram cerca de 40% do hashrate mundial, tornando-os vulneráveis a eventos locais como furacões ou nevascas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.814,97 (+0,56% em 24h), sem impacto imediato no preço, que depende mais de fatores macroeconômicos.

Mineradores como Aliados das Redes Elétricas

Essa interrupção ilustra o papel dos mineradores como carga flexível. Eles participam de programas de demand-response, desligando operações em picos de demanda para estabilizar grids. Em Texas, eventos semelhantes já reduziram hashrate em 25% em 2024. Quando a demanda é baixa, mineradores absorvem excesso de energia, evitando desperdícios.

Especialistas como Fakhul Miah, da GoMining, destacam que flutuações por clima, manutenção ou preços de energia são normais e absorvidas pelo mecanismo de ajuste de dificuldade. Callan Sarre, da Threshold Labs, reforça: "É parte do modelo de negócios, com receitas extras de demand-response."

Para investidores brasileiros, isso reforça a resiliência da rede Bitcoin, mas alerta para riscos centralizados em regiões propensas a desastres naturais.


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Ampulheta cristalina com fluxo reduzido de partículas douradas Bitcoin, simbolizando redução de oferta pós-halving de 2024

Bitcoin: O que esperar após o Halving de 2024?

O halving do Bitcoin, ocorrido em abril de 2024, reduziu pela metade a recompensa para mineradores, limitando a emissão de novos BTC para 3,125 por bloco. Historicamente, eventos semelhantes impulsionaram valorizações significativas: após 2012, o preço subiu de US$ 2,55 para US$ 1.037; em 2016, de US$ 600 para US$ 20.000. Agora, em 2026, com o BTC cotado a R$ 464.356 segundo o Cointrader Monitor, analistas debatem se o padrão se repetirá, considerando maturidade do mercado e adoção institucional.


Impacto Histórico nos Preços

Os halvings anteriores demonstram um padrão de valorização pós-evento. No primeiro, em 2012, a redução da recompensa de 50 para 25 BTC coincidiu com uma alta de mais de 40.000% em dois anos. O de 2016, de 25 para 12,5 BTC, levou a um ciclo de alta culminando em US$ 20.000 em 2017. Esses movimentos foram impulsionados pela escassez programada, que contrasta com a inflação fiat tradicional.

Dados mostram que, em média, o pico ocorre cerca de 12-18 meses após o halving. Em 2024, apesar da volatilidade inicial, o Bitcoin superou resistências chave, sugerindo potencial para novos recordes. No entanto, fatores macroeconômicos como juros do Fed influenciam o timing.

Efeitos na Mineração e Oferta

A redução na recompensa de mineração pressiona operadores menos eficientes, elevando o custo marginal de produção. Mineradoras com acesso a energia barata, como no Texas ou Cazaquistão, mantêm lucratividade, enquanto outras desligam rigs, reduzindo hashrate temporariamente. Isso fortalece a rede a longo prazo.

Com suprimento máximo de 21 milhões de BTC, o halving desacelera a diluição, reforçando a narrativa de ‘ouro digital’. A demanda institucional, via ETFs aprovados em 2024, absorve a oferta limitada, criando desequilíbrio favorável. Segundo o análises de previsões, essa dinâmica pode elevar o preço médio em 2026 para acima de US$ 100.000.

Previsões de Especialistas e Mercado

Analistas divergem, mas o consenso é otimista. Pantera Capital projeta US$ 148.000; Fundstrat, US$ 150.000; Cointelegraph, US$ 200.000; e Bloomberg, até US$ 250.000 pós-halving. Essas estimativas baseiam-se em ciclos históricos ajustados por adoção crescente.

Em janeiro de 2026, com variação de -0,96% nas últimas 24h e volume de 243 BTC no Brasil, o mercado consolida ganhos. Fatores como eleições nos EUA e regulação global podem acelerar a alta. Investidores devem monitorar o hashrate e inflows em ETFs para sinais de rompimento.

O Que Monitorar Agora

Pós-halving, foque em métricas como stock-to-flow (S2F), que historicamente correlaciona com preços elevados. A maturidade do ecossistema, com layer-2 como Lightning Network, mitiga riscos de centralização na mineração. Para brasileiros, a cotação em reais reflete demanda local via exchanges como Binance e Mercado Bitcoin.

Embora padrões passados guiem expectativas, volatilidade persiste. Uma estratégia diversificada e pesquisa própria são essenciais.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Escudo hexagonal duplo com face quântica prismática e filtro anti-spam, simbolizando upgrades de segurança no Ethereum e Bitcoin

Ethereum Cria Time Quântico e Bitcoin Avança com BIP-110

A Fundação Ethereum elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, formando uma equipe dedicada liderada por Thomas Coratger. Paralelamente, 2,38% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110, limitando dados arbitrários para combater spam. Esses upgrades silenciosos blindam as redes contra ameaças futuras, enquanto a dificuldade de mineração cai 3,28%, sinalizando saúde resiliente.


Segurança Pós-Quântica no Ethereum

A Fundação Ethereum anunciou a criação de um time específico para criptografia pós-quântica, saindo de pesquisas de fundo para engenharia ativa. Liderado por Thomas Coratger e com apoio de Emile, do projeto leanVM, o grupo foca em upgrades de carteiras, transações seguras e consenso multi-cliente. Justin Drake, pesquisador da EF, destacou a aceleração dos prazos quânticos, impulsionando sessões bi-semanais de desenvolvedores sobre transações pós-quânticas a partir de fevereiro.

Para fomentar inovação, a fundação lançou dois prêmios de US$ 1 milhão: o Poseidon Prize, para reforçar a função hash Poseidon, e o Proximity Prize. Testnets de consenso pós-quântico já operam com equipes coordenando interoperabilidade semanalmente. Eventos como um dia dedicado em março no EthCC e outro em outubro visam educar a comunidade. Segundo Drake, blockchains devem se preparar cedo, pois transições criptográficas demandam tempo para evitar interrupções em carteiras e uso diário. Hoje, o Ethereum vale cerca de R$ 15.662 por unidade.

BIP-110: Combate ao Spam no Bitcoin

O BIP-110, proposta de soft fork temporário via Bitcoin Knots, atingiu 2,38% de adoção (583 de 24.481 nós). Ele limita saídas de transação a 34 bytes e OP_RETURN a 83 bytes por um ano, visando reduzir spam de dados não monetários. OP_RETURN permite embutir dados arbitrários, mas seu uso excessivo eleva custos de armazenamento e centraliza nós.

O debate intensificou com o Bitcoin Core v30, que removeu unilateralmente o limite de 83 bytes em outubro de 2025, gerando críticas por incentivar spam e comprometer descentralização. Críticos como Matthew Kratter comparam spam a uma “planta parasita” que erode a rede. Defensores como Jameson Lopp argumentam que filtros são ineficazes. Nós comuns rodam em hardware acessível, mas dados extras demandam mais recursos, ameaçando a essência peer-to-peer do Bitcoin.

Saúde da Rede: Dificuldade e Hashrate

A dificuldade de mineração Bitcoin ajustou para baixo em 3,28%, de 146,47 trilhões para 141,67 trilhões de hashes. Isso reflete o hashrate médio de 7 dias em 978,8 EH/s, menor desde setembro, com mineradores reduzindo poder computacional. O ajuste mantém o ritmo de ~10 minutos por bloco, sinal de resiliência mesmo em baixa.

Declínio prolongado desde novembro mostra cinco reduções em seis ajustes, correlacionado à queda no hashrate. Apesar disso, a rede permanece robusta, com mineradores ajustando eficiência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 473.572, com variação de -0,09% em 24h e volume de 81 BTC.

Implicações para o Futuro das Redes

Esses desenvolvimentos representam blindagem proativa: Ethereum contra computadores quânticos que quebram criptografia atual, e Bitcoin contra spam que erode descentralização. A queda na dificuldade evidencia adaptação saudável, mas monitorar centralização é essencial. Investidores devem acompanhar adoção do BIP-110 e progressos quânticos, pois fortalecem a longevidade das blockchains. Vale observar próximos ajustes e eventos comunitários para sinais de maturidade técnica.


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Rede blockchain com nó dominante marcado 51% pulsando em vermelho, protegida por escudo quântico roxo, simbolizando riscos de mineração e defesas contra quântica

Qubic Inicia Minerador Dogecoin e Coinbase Forma Conselho Quântico

A Qubic anunciou o desenvolvimento de um minerador para Dogecoin, integrando hardware ASIC ao seu modelo de useful Proof-of-Work (uPoW), o que reacende debates sobre o risco de ataque de 51%. Em paralelo, a Coinbase formou um conselho consultivo quântico para mitigar ameaças futuras da computação quântica a blockchains como Bitcoin e Ethereum. Essas iniciativas destacam vulnerabilidades persistentes na segurança cripto, exigindo atenção imediata de investidores e desenvolvedores.


Desenvolvimento do Minerador Qubic para Dogecoin

A Qubic, após uma votação comunitária decisiva com 301 votos para DOGE, iniciou a integração de mineração Dogecoin em sua plataforma uPoW. Diferente da prova de trabalho tradicional, o uPoW visa tornar a mineração “útil”, direcionando poder computacional para tarefas além da validação de blocos, como computação científica.

O processo envolve engenharia profunda para compatibilizar ASICs Scrypt — algoritmo usado pelo Dogecoin — com o protocolo Qubic. Isso não é uma simples pool de mineração, mas uma reformulação que pode atrair hashpower existente via incentivos, conhecido como vampire mining. No entanto, o anúncio revive medos de concentração de hashrate, similar à demonstração anterior da Qubic no Monero, onde alcançou até 34% de domínio temporário.

Risco de Ataque 51% na Rede Dogecoin

Um ataque de 51% ocorre quando um ator controla mais da metade do hashrate da rede, permitindo reescrever transações recentes, censurar blocos ou realizar gastos duplos. Dogecoin mitiga isso pelo merged mining com Litecoin desde 2014, compartilhando segurança com uma rede maior e mais robusta.

Estudos estimam que dominar Dogecoin exigiria cerca de 2,78 PH/s, custando US$ 2,85 bilhões em hardware e US$ 2,5 milhões diários em energia. Ainda assim, o avanço da Qubic levanta questões: se atrair mineradores atuais, poderia desestabilizar o equilíbrio? Investidores devem monitorar a evolução para avaliar impactos no preço do DOGE, cotado em torno de US$ 0,125.

Conselho Quântico da Coinbase Contra Ameaças Futuras

A Coinbase reuniu especialistas como Scott Aaronson (diretor de ciência quântica na UT Austin), Dan Boneh (Stanford) e Justin Drake (Ethereum Foundation) em um conselho independente. O foco é preparar blockchains para computadores quânticos, que podem quebrar a criptografia de curva elíptica usada em assinaturas Bitcoin e Ethereum via algoritmo de Shor.

A roadmap inclui atualizações em gerenciamento de chaves, suporte a endereços pós-quânticos e pesquisa em esquemas como ML-DSA (baseado em lattices). Yehuda Lindell, chefe de criptografia da Coinbase, enfatiza a colaboração para evitar reatividade. O primeiro position paper sairá no início de 2026, beneficiando todo o ecossistema.

Implicações para Bitcoin e Ecossistema Cripto

Esses desenvolvimentos sinalizam maturidade: Dogecoin ganha eficiência potencial, mas com riscos centralizadores; Coinbase lidera na defesa quântica, protegendo ativos digitais. Para brasileiros, com DOGE acessível via exchanges locais, vale acompanhar atualizações de segurança. Redes PoW como Bitcoin também se beneficiam indiretamente, reforçando confiança a longo prazo.


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Minerador cartoon triunfante carregando bloco BTC sobre montanha de dificuldade 120T, com baleia movendo ETH para staking on-chain

Minerador Solo Vence Dificuldade Recorde e Baleia Move R$80Mi ETH

Um minerador solo encontrou um bloco de Bitcoin apesar da dificuldade recorde acima de 120 trilhões, garantindo recompensas de cerca de 3,125 BTC (US$ 265 mil na cotação da época). Em contraste, uma baleia de Ethereum inativa há três meses retirou US$ 15 milhões em ETH da Kraken e direcionou tudo para staking na Lido. Sorte ou estratégia? Esses eventos on-chain destacam dinâmicas opostas nas redes Bitcoin e Ethereum, em meio a volatilidade recente.


O Feito Improvável do Minerador Solo no Bitcoin

A rede Bitcoin opera com hashrate superior a 855 EH/s e dificuldade acima de 120T, tornando a mineração solo uma loteria extrema. Ainda assim, o minerador resolveu o puzzle criptográfico sozinho, validando um bloco pós-halving de 2024, com recompensa base de 3,125 BTC. Na cotação de US$ 84.600 por BTC, o prêmio equivalia a US$ 265 mil, ou cerca de R$ 1,4 milhão ao câmbio atual de R$ 5,28 por dólar.

Esse caso é estatisticamente raro, com probabilidades mínimas para equipamentos domésticos ou ASICs antigos. Pós-halving, margens apertadas concentram o hashrate em grandes pools industriais, pressionando pequenos operadores. Para o ecossistema, reforça a segurança da rede, mas destaca riscos de centralização na mineração.

A Estratégia da Baleia: US$15 Mi em ETH para Staking

A baleia, identificada pelo endereço 0x761F2F, quebrou o silêncio de três meses retirando 5.099 ETH (~ US$ 15,17 milhões a US$ 2.943/ETH) da Kraken. Sem hesitação, todo o montante foi enviado à Lido, convertendo-se em stETH para gerar rendimentos via staking. O valor atual em reais supera R$ 79,5 milhões, com ETH cotado a R$ 15.605.

Essa movimentação ocorreu perto do suporte psicológico de US$ 2.939, sugerindo visão de longo prazo. Diferente de trocas em DEX ou fragmentações, foi uma conversão direta de liquidez CEX para exposição ao staking Ethereum, apostando na economia de yields apesar da queda recente de 3,65% em 24 horas.

Contrastes On-Chain: Bitcoin vs Ethereum

No Bitcoin, o evento solo ilustra o caráter probabilístico da Proof-of-Work, onde um único bloco representa fração ínfima da oferta (0,000015% dos 19,6 milhões em circulação), mas valida a descentralização. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 472.536 (-1,7% em 24h), com volume de 192 BTC nas exchanges brasileiras.

Já no Ethereum, pós-Merge, o foco migrou para Proof-of-Stake, com baleias otimizando yields via Lido (líder em TVL). Essa baleia sinaliza confiança em retornos de staking (atualmente ~3-4% APY), contrastando com a loteria da mineração BTC. Dados sugerem crescente maturidade: BTC em segurança PoW, ETH em eficiência PoS.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, esses movimentos destacam diversificação: mineração BTC é de alto risco e baixa probabilidade, enquanto staking ETH oferece yields previsíveis, acessíveis via plataformas reguladas. Com dólar a R$ 5,28 e ETH em queda, oportunidades de entrada surgem, mas volatilidade persiste.

Vale monitorar hashrate BTC para ajustes de dificuldade e inflows na Lido para pressão altista em ETH. Investidores devem priorizar estratégias sustentáveis sobre apostas isoladas, analisando dados on-chain para decisões informadas.


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Fluxo de energia dourada desviado de rigs de mineração Bitcoin para torres de IA, simbolizando queda no hashrate por realocação de recursos

Guerra de Grades: IA Rouba Energia do Bitcoin e Derruba Hashrate

O hashrate do Bitcoin caiu abaixo de 1 ZH/s (993 EH/s) pela primeira vez desde setembro de 2025, não por falta de confiança na rede, mas devido à intensa competição por energia barata com centros de dados de IA. Mineradores estão realocando capacidade para serviços de computação de inteligência artificial, que oferecem margens maiores. Um ajuste negativo de dificuldade de 4,34% é esperado em três dias, aliviando temporariamente a pressão sobre a rentabilidade. Essa ‘guerra de grades’ redefine a economia da mineração em 2026.


Queda do Hashrate: Pressão na Rentabilidade dos Mineradores

A métrica de hashrate, que mede o poder computacional total dedicado à segurança da rede Bitcoin, registrou uma média de sete dias em 978-993 EH/s, o menor nível desde setembro de 2025. Segundo o CEO da StandardHash, Leon Lyu, grandes mineradoras estão desconectando rigs de mineração para priorizar contratos de energia com data centers de IA. Em 2025, o setor enfrentou o ano mais difícil de sua história, com o hashprice — receita por unidade de poder computacional — caindo de US$ 55 para US$ 35, agravado pela queda do BTC de US$ 126 mil para cerca de US$ 93 mil atuais.

Empresas como Bitdeer e Bitmain expandem operações próprias, mas o êxodo geral reflete margens apertadas. A eletricidade, principal custo (até 70% das despesas), torna-se escassa em regiões como EUA e Europa, onde reguladores como o PJM propõem regras para gerenciar a demanda explosiva de IA.

Competição Energética: IA Ganha Terreno sobre Bitcoin

A ‘guerra de grades’ surge porque data centers de IA demandam energia contínua e pagam prêmios por contratos de longo prazo, superando a mineração de Bitcoin, que opera em ciclos variáveis. Mineradoras listadas em bolsa, como Riot Platforms, alugam infraestrutura para chips de IA, transformando fazendas de mineração em hubs híbridos. Relatórios indicam que IA gera receita por megawatt até 3-5 vezes maior que BTC em períodos de baixa rentabilidade.

Políticas intervêm: o presidente Trump e governadores pressionam tech giants a arcar com custos de expansão de rede, incluindo leilões emergenciais para novas usinas. Isso força mineradores a retrofitar sites com GPUs, diversificando receitas e reduzindo dependência do preço do Bitcoin.

Ajuste de Dificuldade: Mecanismo Técnico de Equilíbrio

O protocolo Bitcoin ajusta a dificuldade de mineração a cada 2.016 blocos (~2 semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Com hashrate em queda, blocos demoram mais — média atual de 10,43 minutos —, levando a um redução estimada de 4,15-4,34%. Esse alívio torna blocos mais fáceis de minerar, elevando recompensas temporariamente e ajudando mineradores menores a sobreviverem.

Consequências técnicas incluem maior estabilidade de blocos, mas risco de centralização se grandes players dominarem regiões com energia barata. O mecanismo é autônomo, garantindo segurança da rede mesmo com oscilações.

Implicações Estratégicas para Mineradores e Rede

Essa transição estratégica posiciona mineração como parte de um ecossistema de computação mais amplo. Mineradores ágeis podem lucrar com IA sem abandonar BTC, mas o hashrate prolongadamente baixo pode sinalizar para investidores menor segurança percebida. Vale monitorar se o BTC acima de US$ 93 mil atrai retorno de rigs. Para o ecossistema, reforça a resiliência: dificuldade se adapta, blocos prosseguem, mas o setor evolui para híbrido IA-BTC.


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Personagem estatal cartoon ativando mineração Bitcoin com energia solar em montanhas etíopes, simbolizando adoção nacional e global

Etiópia Entra no Mapa da Mineração: Anúncio Estatal de Bitcoin

De El Salvador à Etiópia: mais uma nação soberana entra no mapa da mineração estatal de Bitcoin. O primeiro-ministro Abiy Ahmed anunciou planos para usar energia limpa e o fundo soberano Ethiopian Investment Holdings (EIH) em operações de mineração de Bitcoin e criptoativos. Revelado no Finance Forward Ethiopia 2026, o movimento visa gerar receita, impulsionar inclusão financeira e posicionar o país como player global no ecossistema Bitcoin, aproveitando recursos renováveis abundantes.


Anúncio Estratégico no Fórum Financeiro

O primeiro-ministro etíope confirmou a iniciativa durante o Finance Forward Ethiopia 2026, destacando a busca por parceiros de investimento para operações via EIH, o maior fundo soberano da África. Essa abordagem estatal marca uma virada para a Etiópia, que já licencia mineração privada, mas agora avança para controle direto. A estratégia alinha-se à digitalização do setor financeiro e ao fortalecimento dos mercados de capitais, com foco em Bitcoin como ativo gerador de valor de longo prazo.

Com abundância de energia hidrelétrica da Grand Ethiopian Renaissance Dam (GERD), o país possui uma vantagem natural. Anteriormente, a Etiópia pausou novas licenças devido à pressão na rede elétrica, mas parcerias como a da Phoenix Group com a Ethiopian Electric Power sinalizam viabilidade. Agora, o governo prioriza mineração própria, reduzindo dependência de players estrangeiros e capturando lucros diretamente para o tesouro público.

Energia Limpa: Chave para Competitividade Global

A Etiópia destaca-se pela energia renovável barata, essencial em um setor de mineração criticado por consumo energético. Projetos hidrelétricos como o GERD fornecem eletricidade abundante e sustentável, permitindo custos operacionais baixos e atratividade para hashrate. Isso não só mitiga preocupações ambientais, mas posiciona o país à frente em uma era de mineração verde, alinhada a tendências globais de ESG.

Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de diversificação geográfica do hashrate Bitcoin. Com nações estatais entrando, a rede torna-se mais resiliente a falhas regionais, como bans na China, elevando a segurança e o apelo como reserva de valor soberana. O EIH atuará como braço financeiro, potencializando retornos para o desenvolvimento nacional.

Nações Pioneiras na Mineração Estatal de BTC

A Etiópia junta-se a um grupo seleto de 11 países com mineração patrocinada pelo governo, incluindo Rússia, França, Butão, El Salvador e Emirados Árabes Unidos. O Japão, com adoção massiva via Metaplanet, é o mais recente. Segundo a VanEck, essa tendência reflete o reconhecimento do Bitcoin como ativo estratégico, impulsionado por políticas pró-cripto como as de Trump nos EUA.

Esses governos usam fundos soberanos para acumular BTC via mineração, criando reservas digitais paralelas ao ouro. Para o mercado, significa maior demanda por hardware e energia verde, além de validação institucional que atrai capital privado. A Etiópia, com sua infraestrutura em expansão, pode capturar fatia significativa do hashrate global.

Bitcoin como Reserva Estratégica para Nações

Esse anúncio fortalece a narrativa de alta do Bitcoin como reserva estratégica soberana. Países em desenvolvimento, como a Etiópia, veem na mineração uma via para monetizar recursos naturais sem vender commodities voláteis. Investidores globais ganham com a descentralização geográfica, reduzindo riscos centralizados e elevando o preço de piso do BTC.

Vale monitorar parcerias e o impacto no hashrate. Para brasileiros interessados em cripto, isso sinaliza expansão africana, abrindo oportunidades em energia e infraestrutura. O futuro aponta para mais nações adotando essa estratégia, consolidando o Bitcoin no portfólio estatal.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede cyan de hashrate fragmentando com pilares dourados caindo sob pressão de silhuetas IA, ilustrando capitulação de mineradores Bitcoin

Capitulação dos Mineradores? Bitcoin Tem 7º Ajuste Negativo na Dificuldade

O hashrate do Bitcoin caiu 15% desde o pico de outubro, atingindo níveis abaixo de 1 zetahash por segundo (ZH/s) pela primeira vez em meses, sinalizando capitulação prolongada de mineradores. Segundo James Van Straten, a dificuldade de mineração deve cair 4% em 22 de janeiro, marcando o sétimo ajuste negativo nos últimos oito períodos. Esse fenômeno reflete margens apertadas e competição por energia com data centers de IA.


Queda no Hashrate e Sinais de Capitulação

O poder computacional da rede Bitcoin despencou de cerca de 1,1 ZH/s em outubro para aproximadamente 977 exahashes por segundo (EH/s). Dados do Glassnode mostram que o indicador Hash Ribbon inverteu em 29 de novembro, logo após o Bitcoin tocar US$ 80.000. Essa inversão compara médias móveis de 30 e 60 dias do hashrate, indicando estresse quando mineradores desligam equipamentos para cortar custos.

A capitulação já dura quase 60 dias, com mineradores vendendo Bitcoin para cobrir despesas operacionais. Os dados sugerem que mineradores ineficientes estão saindo do mercado, o que historicamente precede valorizações, conforme análises de fundos como VanEck. No entanto, a pressão de venda imediata adiciona oferta no curto prazo.

7º Ajuste Negativo na Dificuldade

A dificuldade de mineração, que se ajusta a cada 2.016 blocos para manter o tempo de bloco em 10 minutos, está prevista para uma redução de 4%, chegando a cerca de 139 trilhões. Esse é o sétimo ajuste negativo em oito períodos, reflexo direto da queda no hashrate. James Van Straten destaca que tais sequências ocorrem em momentos de baixa rentabilidade, aliviando a pressão sobre os mineradores restantes.

Embora o ajuste facilite a mineração, ele sinaliza saúde debilitada da rede. Vale monitorar se o hashrate recuperará após o ajuste, como em ciclos anteriores.

Competição com Data Centers de IA

A demanda por energia de data centers de IA agrava o cenário. Empresas como Riot Platforms vendem Bitcoin para financiar investimentos em infraestrutura de IA e computação de alto desempenho (HPC). Essa migração reduz o hashrate dedicado ao Bitcoin, elevando custos para mineradores remanescentes.

A competição energética é um fator estrutural, com data centers consumindo volumes crescentes de eletricidade barata, tradicionalmente usada por mineradores.

Implicações para a Segurança da Rede

A queda no hashrate levanta preocupações sobre a segurança da rede Bitcoin, pois menos poder computacional torna ataques de 51% teoricamente mais viáveis. No entanto, o Bitcoin permanece robusto historicamente, com hashrate absoluto ainda elevado. Analistas indicam que a capitulação purga mineradores fracos, fortalecendo a rede a longo prazo.

Os dados sugerem que, apesar do estresse atual, a rede não enfrenta riscos iminentes. Investidores devem acompanhar o Hash Ribbon para sinais de recuperação e o próximo halving em 2028.


📌 Nota: Uma das fontes citadas estava temporariamente indisponível no momento da redação.

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Rede de torres mineradoras Bitcoin cyan sendo drenada por vórtice IA magenta, simbolizando queda no hashrate por disputa de energia

Hashrate do Bitcoin em Queda: IA Rouba Energia?

O hashrate da rede Bitcoin despencou para 993 EH/s na média móvel de sete dias, o menor nível em quatro meses, apesar da melhora na lucratividade dos mineradores. Pela primeira vez desde setembro, o indicador ficou abaixo de 1 zetahash por segundo (ZH/s). Analistas atribuem a queda à realocação de energia para data centers de inteligência artificial, em uma disputa crescente por recursos energéticos limitados. Isso levanta questões sobre a segurança da rede e a sustentabilidade da mineração.


A Queda Detalhada do Hashrate

O hashrate do Bitcoin registrou uma queda de quase 15% desde o pico de 1.157 EH/s em 19 de outubro de 2025. No sábado passado, o indicador rompeu a barreira dos 1.000 EH/s, atingindo 993 EH/s conforme dados da Hashrate Index. Essa é a mínima em quatro meses, mesmo com o preço do Bitcoin oscilando em torno de US$ 93.000.

A métrica reflete o poder computacional total dedicado à mineração e validação de blocos na blockchain. Quedas abruptas podem sinalizar desconexões de máquinas ou migração de recursos, mas o contexto aqui aponta para fatores externos ao ecossistema cripto.

Disputa por Energia: Mineradores Viram para a IA

Leon Lyu, CEO da StandardHash, destacou em postagem no X que mineradores estão realocando capacidade para computação de IA, buscando margens de lucro superiores. Instalações de mineração Bitcoin possuem infraestrutura de energia em larga escala e sistemas de resfriamento ideais para high-performance computing (HPC).

2025 foi descrito como o “ambiente de margens mais duro de todos os tempos” para mineradores, com receitas em colapso e dívidas crescentes. A IA emerge como alternativa lucrativa, competindo diretamente pela grade elétrica. Fabricantes como Bitmain podem estar deployando equipamentos excedentes de forma indireta, potencialmente subestimando o hashrate real reportado.

Lucratividade em Alta, mas Segurança da Rede?

Paradoxalmente, a dificuldade de mineração sofreu quatro reduções desde 12 de novembro de 2025, de 156 trilhões para 146,5 trilhões, facilitando a mineração e ajustando-se automaticamente à redução de hashrate. O hashprice, receita por unidade de poder computacional, subiu de US$ 37,15 para US$ 40 por PH/s/dia no último mês, indicando melhora na lucratividade.

Essa autorregulação da rede Bitcoin mitiga riscos à segurança. Ataques de 51% tornam-se menos viáveis com dificuldade ajustada, mas uma migração prolongada para IA poderia pressionar a descentralização se grandes pools dominarem o hashrate remanescente. Dados objetivos sugerem estabilidade no curto prazo.

Implicações e o Que Monitorar

A competição “Cripto vs. IA” por energia destaca vulnerabilidades na mineração tradicional. Mineradores diversificando para IA podem retornar se o hashprice de Bitcoin subir em mercados de alta, mas a pressão atual reforça a necessidade de inovação em eficiência energética, como chips de mineração mais potentes ou fontes renováveis.

Investidores devem acompanhar o hashrate semanal, ajustes de dificuldade e relatórios de empresas como Marathon Digital ou Riot Platforms. Se a tendência persistir, poderemos ver consolidação no setor, com sobreviventes mais eficientes. Os dados atuais indicam uma transição, não uma crise iminente para a rede Bitcoin.


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Mineradores cartoon ativando rigs de mineração Bitcoin iluminados em dourado, com névoa dissipando, simbolizando recuperação de lucratividade segundo JPMorgan

JPMorgan: Mineradores de Bitcoin Recuperam Lucratividade em 2026

Ventos favoráveis para os mineradores? O JPMorgan detecta sinal de alívio na dificuldade de mineração do Bitcoin. Mineradores listados nos EUA iniciaram 2026 com receitas crescentes, margens melhorando para cerca de 47% e valor de mercado somando US$ 62 bilhões após ganho de US$ 13 bilhões em janeiro. A queda no hashrate da rede impulsiona a lucratividade, contrastando com o fim desafiador de 2025.


Fundamentos Melhoram com Queda no Hashrate

O relatório do JPMorgan, publicado em 16 de janeiro de 2026, aponta que os 14 principais mineradores listados nos EUA viram sua capitalização de mercado crescer significativamente nas duas primeiras semanas do ano. Esse avanço de US$ 13 bilhões reflete uma combinação de preços modestos do Bitcoin em alta e, principalmente, a redução no hashrate médio da rede, que caiu cerca de 2% na primeira quinzena de janeiro.

A receita diária média por exahash por segundo (EH/s) aumentou, enquanto as margens brutas de mineração subiram aproximadamente 300 pontos-base em relação a dezembro, atingindo 47%. O hashprice, métrica que inclui taxas de transação, avançou 11% desde o fim de 2025. Esses dados sugerem um alívio competitivo, essencial para a sustentabilidade do setor após pressões no ano anterior.

Relação Inversa: Hashrate Baixo Eleva Lucros

No universo da mineração de Bitcoin, existe uma relação inversa clara entre hashrate da rede — poder computacional total dedicado à validação de blocos — e a lucratividade por unidade de hashrate. Com menos competição, cada EH/s gera mais recompensas em BTC, elevando receitas por máquina mesmo com preços estáveis do ativo.

O banco estima que o hashrate global permaneça abaixo dos picos de outubro de 2025, o que pode sustentar essa dinâmica. Para mineradores brasileiros, isso é particularmente relevante: com energia hidrelétrica abundante e custos competitivos, operações locais podem capitalizar essa tendência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 513.719,38 às 22:54 de sexta-feira, com variação diária de -0,07%.

Analistas Reginald Smith e Charles Pearce enfatizam que, apesar da melhora, receitas por EH/s ainda estão abaixo dos níveis de um ano atrás, demandando ganhos de eficiência contínuos.

Expansão de Capacidade e Diversificação

Paralelamente, os mineradores expandiram capacidade em cerca de 12 EH/s desde novembro, liderados por Bitdeer (BTDR) e Riot Platforms (RIOT). Juntos, representam 419 EH/s, ou 41% do hashrate global — recorde histórico. Isso reforça o papel estratégico das empresas públicas.

Outro vetor de crescimento é a diversificação para inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho (HPC). Operadores buscam monetizar infraestrutura ociosa pós-halving, reduzindo dependência de recompensas de bloco. Para o Brasil, com potencial em energia renovável, essa pivotagem abre portas para investimentos híbridos.

Perspectivas para 2026 e o Mercado Brasileiro

O JPMorgan vê um cenário construtivo para 2026, com valuations elevadas mas não esticadas, permitindo upside se tendências persistirem. Estabilidade no preço do Bitcoin e normalização do hashrate são chaves. Mineradores brasileiros, enfrentando custos energéticos variáveis, devem monitorar esses indicadores globais.

Os dados indicam que 2026 começa melhor que o fim de 2025, com foco em eficiência e expansão disciplinada. Investidores no setor podem aguardar relatórios trimestrais para confirmar a trajetória.


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