Analistas cartoon apontando polegares para baixo sobre cofre COIN rachado e gráficos em queda, ilustrando prejuízo trimestral da Coinbase

Coinbase Registra Prejuízo de US$ 667 Milhões no Q4 e Ações São Rebaixadas

A Coinbase reportou prejuízo de US$ 667 milhões no quarto trimestre de 2025, equivalente a cerca de R$ 3,48 bilhões, com receita de aproximadamente US$ 1,8 bilhão, queda de 20% em relação ao ano anterior e abaixo das expectativas de Wall Street. O lucro non-GAAP por ação ficou em US$ 0,66, 30% inferior às projeções. Os dados refletem a desaceleração no mercado cripto, com Bitcoin caindo 47% de seu pico de US$ 126 mil em outubro, impactando volumes de negociação e liquidez da exchange.


Detalhes dos Resultados Financeiros do Q4

Os números divulgados pela Coinbase indicam uma contração significativa na receita de transações, principal fonte de renda da plataforma. A receita total de US$ 1,8 bilhão ficou aquém das estimativas dos analistas, que projetavam valores mais elevados em um cenário de recuperação pós-pico do Bitcoin. O prejuízo líquido de US$ 667 milhões contrasta com o desempenho anual, onde o volume de negociação atingiu US$ 5,2 trilhões, alta de 156% ante 2024, e a participação de mercado global dobrou para 6,4%.

No acumulado de 2025, receitas de assinaturas e serviços somaram US$ 2,8 bilhões, crescimento de mais de cinco vezes desde 2021, com cerca de 1 milhão de assinantes pagantes — triplo do registrado há três anos. A empresa expandiu produtos como futuros perpétuos 24 horas para clientes dos EUA, mercados de previsão e negociação de ações. Doze ofertas geram agora pelo menos US$ 100 milhões em receita anualizada. No entanto, os dados do trimestre mostram que a volatilidade recente do mercado cripto comprometeu a liquidez operacional.

Rebaixamentos de Analistas e Pressão sobre Ações COIN

Em resposta aos resultados, a Monness, Crespi, Hardt rebaixou a recomendação das ações COIN de ‘compra’ para ‘venda’, citando fraqueza prolongada nos mercados de ativos digitais e ciclos de baixa mais longos do que o esperado. A firma revisou para baixo projeções de receita, EBITDA e lucro por ação para 2026 e 2027, prevendo suavidade na primeira metade do próximo ano. Plataformas como Polymarket indicam apenas 22% de chance de a Coinbase superar expectativas do Q4, queda acentuada de mais de 70% no início da semana.

Outras instituições ajustaram alvos: H.C. Wainwright reduziu o preço-alvo para US$ 350 mantendo ‘compra’, enquanto JPMorgan cortou para US$ 290, classificando como ‘overweight‘. As ações COIN caíram 7,9% na quinta-feira, para US$ 146,94 (cerca de R$ 766), com recuo de 53,72% em seis meses e 33,56% no ano. Após o balanço, houve rebound de 3% no after-hours.

Contexto de Mercado e Vendas de Executivos

O desempenho reflete o ambiente macro: Bitcoin negociado a cerca de US$ 67.000 (R$ 349.320, segundo o Cointrader Monitor), com queda de 0,33% em 24 horas. Volumes declinaram em exchanges globais, pressionando receitas de trading. Adicionalmente, o CEO Brian Armstrong vendeu US$ 101,6 milhões em ações em janeiro, totalizando US$ 500 milhões em nove meses, sinalizando cautela interna.

Os dados sugerem desafios de liquidez para a Coinbase, com dependência de volumes voláteis. Investidores monitoram níveis de suporte em US$ 140 para COIN e recuperação do BTC acima de US$ 70.000. Perspectivas de longo prazo incluem crescimento em stablecoins e tokenização, mas adversidades de curto prazo predominam.


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Sol dourado eclipsado por disco negro com raios vermelhos pulsantes e glow cyan central, simbolizando pânico extremo no Bitcoin similar ao FTX

Bitcoin cai para US$ 65 mil: Sentimento atinge pior nível desde FTX

O Bitcoin recuou para US$ 65.747 nesta quinta-feira (12/02/2026), enquanto o índice Crypto Fear & Greed atingiu 5 — pior nível histórico de "medo extremo", comparável ao colapso da FTX em 2022. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 342.847, com variação de -2,41% em 24h. Saídas recordes de ETFs e liquidações de US$ 285 milhões intensificam o pânico. Os dados sugerem estresse sustentado, sem capitulação clara: fundo de mercado ou rota para US$ 60 mil?


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin testando o suporte de US$ 66.000 pela segunda sessão consecutiva, com queda de 5% na semana. O market cap total das criptos estabiliza em US$ 2,33 trilhões, mas altcoins como Ethereum (US$ 1.910, -4% semanal) e Solana (-8%) acompanham a baixa. O Standard Chartered alerta para possível declínio a US$ 50 mil se o suporte romper, citando fluxos negativos em ETFs.

ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 276 milhões em 11/02, revertendo sequência de entradas, enquanto ETFs de ETH perderam US$ 129 milhões. Liquidações totalizaram US$ 285 milhões em 24h, com BTC responsável por US$ 118 milhões. No Brasil, volume 24h é de 346 BTC, concentrado em Binance e NovaDAX.

Análise Técnica e Níveis Críticos

A análise técnica indica suporte imediato em US$ 65.000, com risco de teste em US$ 60.000 — nível atingido em 05/02. A correlação histórica com o Nasdaq 100 (acima de 0,7) explica parte da pressão, impulsionada por temores com IA e produtividade tech. A média móvel de 30 dias das entradas nos ETFs spot permanece negativa há 90 dias, sinalizando demanda fraca.

Glassnode destaca liquidez fina e posicionamento defensivo de traders. Sem renovação de apetite por risco, movimentos serão ditados por fluxos de curto prazo. RSI diário em zona de sobrevenda (abaixo de 30) sugere possível recuo técnico, mas volume de vendas indica estresse prolongado.

Contexto de Sentimento e Macro

O crash é o mais severo desde FTX, com Fear & Greed em território inédito de pânico. Analistas da Glassnode notam desconexão: preços caem sem capitulação plena, refletindo estresse sustentado. Fatores macro incluem yields de Treasuries em baixa (10y a 4,158%) à espera de CPI e dados de emprego (227k claims).

Ciclos históricos apontam 2026 como ano de baixa pós-halving, alinhado a padrões de 4 anos. Preocupações com risco quântico ressurgem, mas foco permanece em fluxos institucionais e risco global. Níveis a monitorar: resistência em US$ 69.000 (média 50d); suporte final em US$ 60.000.

Implicações para Investidores

Os números indicam mercado sob pressão, com liquidez fina amplificando a volatilidade. Traders devem observar entradas nos ETFs e dados macro (CPI nesta sexta). Sem demanda spot renovada, downside prevalece. Histórico mostra que extremos de sentimento frequentemente precedem reversões, mas dados atuais não confirmam fundo iminente. Monitore suportes e volume para decisões informadas.


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Pilar dourado monolítico resistindo rajadas macro azuis sobre linha suporte cyan com 65K, simbolizando resiliência do Bitcoin após relatório de empregos

Bitcoin Resiliente: Relatório de Empregos Não Derruba Preço

O Bitcoin demonstrou resiliência ao subir para próximo de US$ 67.800 após o relatório de empregos dos EUA de janeiro revelar 130.000 vagas criadas, quase o dobro das 70.000 esperadas. Apesar de o dado forte adiar expectativas de cortes de juros do Fed para julho, o preço do BTC não sofreu sell-off inicial, sugerindo exaustão de vendedores em meio a um Crypto Fear & Greed Index em 5, o menor desde o colapso da FTX. Isso levanta questões sobre a sustentação do suporte em US$ 65.000.


Detalhes do Relatório de Empregos

Os dados do Bureau of Labor Statistics indicaram crescimento concentrado no setor de saúde, enquanto outros segmentos mostraram pouca variação. Essa discrepância entre o número headline forte e a tendência de resfriamento mais ampla na economia explica parte da reação atenuada nos ativos de risco. Normalmente, um jobs report acima das expectativas reforça a narrativa de juros altos por mais tempo, pressionando criptomoedas. No entanto, os números subjacentes sugerem que a economia não está superaquecida, o que pode limitar o impacto hawkish do Fed.

O CoinDesk 20 Index avançou 1,5% desde a meia-noite UTC, com quase todos os tokens em alta, exceto o Bitcoin Cash. Essa dinâmica aponta para apetite por risco persistente, mesmo com probabilidades de corte de taxa recuando de março para julho, conforme ferramentas de precificação de derivativos de juros.

Análise Técnica e Sentimento de Mercado

No gráfico diário, o Bitcoin testou a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.800, atuando como suporte dinâmico. O preço atual oscila próximo de US$ 65.800, com volume de negociação estável. O Crypto Fear & Greed Index em 5 reflete medo extremo, mas a ausência de pânico selling indica estabilização do momentum bearish.

Derivativos mostram funding rates perpetuais voltando a território neutro ou positivo em exchanges como Bybit (+9,5%) e Binance (+3,4%), contrastando com Hyperliquid (-4,5%). O basis de três meses permanece em 2%, sinalizando que instituições ainda não acompanharam o shift retail.

Posicionamento em Opções e Liquidações

No mercado de opções de Bitcoin, o skew de 25-delta de uma semana caiu para 19%, com puts representando 54% do volume de 24 horas. A estrutura de volatilidade implícita (IV) entrou em backwardation de curto prazo, com traders pagando um “panic premium” por proteção downside imediata. Isso reflete cautela defensiva, mas não capitulação.

Liquidações totalizaram US$ 342 milhões em 24 horas, quase equilibradas entre comprados (49%) e vendidos (51%). BTC liderou com US$ 145 milhões, seguido por ETH (US$ 84 milhões). O heatmap de liquidações da Binance destaca US$ 68.800 como nível crítico em caso de upside.

Cotação Atual e Níveis Críticos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 343.650,33 às 18:51 de hoje, com variação de -2,55% em 24 horas e volume de 346 BTC. Com o dólar a aproximadamente R$ 5,21, o equivalente em USD reforça a proximidade do suporte em US$ 65.000.

Os dados sugerem que traders devem monitorar o suporte em US$ 65.000 e resistência em US$ 68.800. Uma quebra abaixo pode testar US$ 62.000, enquanto hold acima valida resiliência. O próximo dado macro relevante é a reunião do Fed no final do mês.


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Monolito Bitcoin desgastado em platô árido sob barreira vermelha de resistência 69K e rio seco de capital, alertando influxos negativos

Bitcoin Travado: Seca de Capital Novo, Segundo a CryptoQuant

A análise da CryptoQuant revela um sinal alarmante: os influxos de novos investidores no Bitcoin viraram negativos. O sell-off atual não é absorvido por capital fresco, como ocorre em mercados de alta verdadeiros. Em vez disso, a fraqueza atrai mais saídas, com o BTC estagnado abaixo de US$ 70.000 — cerca de R$ 346.244 segundo o Cointrader Monitor. Touros mostram cansaço em US$ 69k, questionando a narrativa eterna de alta.


Fluxos Negativos: Sem Capital para Segurar a Queda

A história mostra que, em ciclos passados como 2018 e 2022, a ausência de compradores novos marca o início de mercados de baixa prolongados. A CryptoQuant destaca que o Bitcoin caiu cerca de 23% nos últimos 80 dias após romper a média móvel de 365 dias pela primeira vez desde 2022. O Sharpe ratio, indicador de risco ajustado, entrou em zona associada a fases finais de alta ou mercados de baixa entrincherados.

Spot e demanda institucional permanecem fracos. Sem influxos acelerados nas quedas, o mercado ignora o padrão clássico: drawdowns saudáveis atraem capital; aqui, eles só geram mais withdrawal. Analistas externos confirmam: sem demanda renovada, a fraqueza pode endurecer em mercado de baixa pleno. Ethereum e Solana também caem, com BTC em US$ 68.979 (-2% diário, -12% semanal).

Grayscale: Bitcoin Como Ação Tech, Não Ouro Digital

O mercado está ignorando outro alerta: o Bitcoin se comporta como ação tecnológica, sensível ao apetite por risco, afirma a Grayscale. Longe de reserva de valor estável, ele segue vendas em software stocks — maior queda desde 2022. Correção de 50% do ATH de US$ 126.000 em outubro de 2025 levou BTC a US$ 60.000, com saída de mais de US$ 6 bilhões de ETFs nos últimos três meses.

Enquanto majors estagnam em US$ 69.000 (-0,6% 24h, -10,4% semanal), memecoins e tokens de IA como Worldcoin disparam. Índice Fear & Greed em “medo extremo”, liquidações de US$ 260 milhões. Grayscale vê adoção ampla como chave para decoupling do risco, mas por ora, BTC é growth asset volátil, não hedge.

Resistência em US$ 69k: Touros Sem Momentum

Keith Alan, da Material Indicators, alerta no Cointelegraph: US$ 69.000 pode virar resistência de longo prazo. Consolidação de 8 meses em 2024 e topo de 2021 criaram força estrutural. BTC caiu 3% para US$ 66.500, sem compradores para romper.

Fevereiro acumula -14,4% — quase pior que 2025 e maior risco desde 2014. Segundas-feiras foram lucrativas para posições vendidas nos últimos 4 meses (18/19 trades). Histórico sugere que sem momentum forte, essa faixa resiste meses. Killa nota padrões mensais de lows entre dias 4-7.

O Que Monitorar no Ciclo Atual

Cuidado com exuberância: todo bull tem bear. Mercado ignora saídas de ETF, funding negativo (-7% Binance) e correlação com tech. Proteja capital monitorando influxos on-chain, Sharpe ratio e suporte US$ 66.500. Se fraqueza persistir, correção para US$ 50.000 não é improvável, como em ciclos passados. Diversifique opiniões — equilíbrio evita vieses.


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Balança desequilibrada com touro cartoon em pânico afundando sob peso '418%', urso relaxado oposto, ilustrando liquidações em Dogecoin

Carnificina em Dogecoin: Liquidações de Touros Alcançam 418%

O desequilíbrio de liquidações de 418% em Dogecoin expõe a carnificina entre os touros da meme coin mais popular. Em 24 horas, posições compradas acumularam perdas de US$ 3,04 milhões, enquanto vendidas perderam apenas US$ 587 mil, em meio a uma queda de 4,05% no preço do DOGE. O mercado cripto em correção generalizada ignora a euforia recente, lembrando que operar alavancado sem fundamentos é um caminho arriscado. A história mostra que bolhas de meme coins terminam assim: com varredura implacável dos otimistas excessivos.


Detalhes do Massacre de Liquidações

Os dados da CoinGlass revelam o tamanho da debacle: longs em Dogecoin foram liquidados em US$ 3.041.239 nas últimas 24 horas, contra apenas US$ 587.000 em vendidas. Esse desequilíbrio de 418% favorecendo posições vendidas não é coincidência. O preço do DOGE despencou de US$ 0,09844 para uma mínima intradiária de US$ 0,09258, atualmente cotado em torno de US$ 0,0957. Em reais, isso equivale a cerca de R$ 0,497, com variação negativa de quase 2% no dia.

A história dos mercados repete padrões: em 2018 e 2022, meme coins como Dogecoin sofreram correções brutais após euforias especulativas. O mercado está ignorando lições passadas, apostando em narrativas frágeis sem catalisadores reais. Cuidado com o overleverage: posições alavancadas amplificam perdas em cenários de volatilidade prolongada.

Contexto de Preço e Correção Geral

Dogecoin acumula queda de 11,43% na semana, retestando mínimas multimês. O ativo perdeu momentum após ganhos iniciais no ano, entrando em território de baixa com volume decrescente. O Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, negocia a R$ 364.452, com variação de -1,78% em 24 horas e volume de 395 BTC. Essa correlação reforça a correção ampla, onde altcoins sofrem mais.

Meme coins são particularmente vulneráveis: sem utilidade intrínseca, dependem de euforia social. Quando o entusiasmo evapora, como agora, as liquidações em cascata aceleram a desvalorização. Investidores devem questionar se o viés de alta em DOGE é sustentável sem influxos institucionais ou adoção real.

Implicações para Meme Coins e Lições

Essa carnificina em Dogecoin sinaliza fraqueza estrutural no segmento de meme coins. ETFs de DOGE registram fluxos zero, contrastando com narrativas otimistas. O mercado cripto enfrenta uma correção prolongada, com posições overleveraged expostas a riscos elevados. A proteção de capital deve priorizar sobrevivência ao bear market, não ganhos especulativos rápidos.

Os ciclos econômicos ensinam que exuberância irracional precede correções severas. Em bolhas passadas, de tulipas a dot-com, os touros mais agressivos foram os primeiros a cair. Para o leitor brasileiro, monitore correlações com dólar (atualmente R$ 5,72 implícito via pares) e liquidez global: sem melhora macro, o sofrimento continua.

O Que Monitorar Agora

Vale observar suportes chave em US$ 0,09 para DOGE; rompimento pode levar a novas mínimas. Indicadores de desequilíbrio de liquidações acima de 300% historicamente precedem extensões de baixa. Cuidado com rebounds falsos: o mercado ignora fundamentos, mas a gravidade puxa para baixo. Priorize preservação de capital em tempos de viés de baixa dominante.


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Medidor brutalista com agulha em 5 vermelho e rachaduras, simbolizando medo extremo no índice e buscas baixas por cripto

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em 5 e Buscas por Cripto em Baixa

Os dados do Google Trends mostram que o interesse global por ‘Crypto’ caiu para 30 pontos, uma redução de 70% desde o pico de 100 em agosto de 2025, aproximando-se do mínimo anual de 24. Paralelamente, o Índice de Medo e Ganância atingiu o histórico mínimo de 5 pontos na quinta-feira passada, subindo ligeiramente para 8 no domingo. Esses níveis de medo extremo ecoam o colapso da Terra LUNA em 2022, sinalizando pessimismo generalizado no mercado cripto.


Queda nas Buscas Revela Desinteresse do Público

Os números do Google Trends indicam uma retração acentuada no interesse público. Globalmente, o termo ‘Crypto’ registrou índice de 30, distante do auge de 100 em agosto de 2025. Nos Estados Unidos, o cenário é similar: após pico de 100 em julho do ano passado, o índice caiu para 56 em fevereiro de 2026, próximo ao mínimo de 32 em abril de 2025. Essa queda de 70% no volume de buscas reflete a saída de investidores de varejo, com o mercado total de cripto encolhendo de mais de US$ 4,2 trilhões para cerca de US$ 2,4 trilhões, uma perda de US$ 1,8 trilhão.

O volume de negociações corrobora essa tendência, passando de US$ 153 bilhões em 14 de janeiro para US$ 87,5 bilhões atualmente, uma redução superior a 40%. Esses dados quantitativos apontam para uma contração na participação de mercado, típica de fases de baixa prolongadas.

Índice de Medo e Ganância em Níveis Recorde

O Índice de Medo e Ganância, que agrega volatilidade, momentum de mercado, volume social e pesquisas, marcou 5 pontos na quinta-feira, o menor valor histórico. No domingo, recuperou para 8, ainda na zona de medo extremo (abaixo de 25). Plataformas como Santiment registram o maior volume de comentários negativos desde 1º de dezembro de 2025, reforçando o sentimento de baixa.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 364.366,45 apresenta variação de -0,87% nas últimas 24 horas, com volume de 321 BTC negociados no Brasil.

Comparação com o Crash da Terra LUNA

A configuração atual lembra o período pós-colapso da Terra LUNA em maio de 2022, quando o pânico levou a liquidações em cascata e aprofundou o bear market. Na ocasião, o índice também mergulhou em níveis extremos, coincidindo com buscas mínimas e capitulação de varejo. Historicamente, esses extremos de medo atuaram como contrários: o desinteresse público e o pessimismo máximo frequentemente precedem reversões, embora sem garantia de timing preciso.

Os dados mostram padrões replicáveis, mas o contexto macroeconômico — como políticas monetárias e adoção institucional — difere de 2022, exigindo monitoramento de níveis de suporte como US$ 85.000 no Bitcoin e médias móveis de 200 dias.

Níveis Técnicos a Observar

Para traders, os indicadores sugerem vigilância em suportes críticos: Bitcoin testando a média móvel de 50 semanas em torno de US$ 90.000, com resistência inicial em US$ 95.000. O RSI semanal em território oversold (abaixo de 30) reforça o cenário de exaustão vendedora. Divergências positivas no MACD podem sinalizar momentum de alta incipiente, mas confirmação requer volume sustentado acima de US$ 100 bilhões diários.

Essas métricas fornecem base factual para decisões, independentemente da direção futura do mercado.


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Barreira glassmorphic translúcida marcada 72K pressionada por onda dourada de Bitcoin em 70K com tensão laranja, simbolizando resistência técnica chave

Bitcoin em US$ 70 mil: Sinais de fundo ou armadilha nos US$ 72 mil?

O Bitcoin consolida acima de US$ 70.000 após recuperação de US$ 60.000, mas enfrenta forte resistência na faixa dos US$ 72.000. Paralelamente, ursos de longa data como o Financial Times e Peter Schiff celebram a queda recente, declarando o preço ainda excessivo. Os dados técnicos mostram um cabo de guerra: RSI acima de 50 e MACD com viés de baixa indicam indecisão. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 364.520,29 com variação de -0,79% em 24 horas.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram o Bitcoin estável acima da média móvel simples de 100 horas e US$ 70.000, após romper uma linha de tendência de baixa em US$ 69.800. A recuperação partiu de um suporte em US$ 60.500, superando o nível de retração de Fibonacci de 50%. No entanto, o preço reflete consolidação, com volume moderado. Indicadores como o MACD ganham momentum na zona de baixa, sugerindo pressão vendedora persistente, enquanto o RSI horário permanece acima de 50, indicando força relativa dos comprados.

No contexto brasileiro, a cotação atual reflete volatilidade global, com volume de 318,79 BTC negociados nas últimas 24 horas nas principais exchanges locais. Essa estabilidade acima de US$ 70.000 pode ser testada por fluxos macroeconômicos, como decisões de política monetária.

Contexto Técnico: Sinais de Fundo

Analistas identificam sinais de fundo em meio ao pessimismo dos ursos. A celebração de veículos como o Financial Times, que titula “Bitcoin ainda US$ 70.000 alto demais”, e críticas de Peter Schiff à MicroStrategy — underwater em sua tesouraria de BTC — ecoam capitulação. Historicamente, tais declarações extremas coincidem com reversões. O preço recuperou de US$ 60.000, testando a retração de 61,8% Fib em US$ 72.000, derivada do declínio de US$ 78.988 para US$ 60.500.

Suportes imediatos incluem US$ 68.500 e US$ 67.200. Uma queda abaixo de US$ 70.000 poderia mirar US$ 66.000 ou o suporte principal em US$ 65.000. Esses níveis são derivados de padrões gráficos observados no gráfico horário BTC/USD.

Resistências e Níveis Críticos a Observar

A barreira de US$ 72.000 representa o principal obstáculo para os touros. Um fechamento acima desse nível poderia impulsionar o preço para US$ 73.200, seguido de US$ 74.650 e potencialmente US$ 75.500. Esses alvos baseiam-se em extensões Fibonacci e resistências anteriores. Caso o rompimento ocorra com volume crescente, confirma viés de alta; do contrário, risco de recuo.

Os dados sugerem monitoramento de US$ 71.200 como resistência intermediária. Para traders, a indecisão atual — com touros identificando sinais de fundo e ursos em victory laps — reforça a necessidade de paciência. Estrutura consistente: suporte em US$ 68.500 deve segurar quedas iniciais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Com BTC a R$ 364.520,29, equivalência a cerca de US$ 70.000 reflete câmbio estável. Variação de -0,79% em 24h indica correção moderada. Investidores locais devem observar exchanges como Binance e Mercado Bitcoin, onde volume concentra-se. A batalha em US$ 72.000 definirá direção: rompimento sugere acumulação; falha reforça cautela.

Os números priorizam análise objetiva: aguarde confirmação técnica antes de posicionamentos.


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Correntes vermelhas de energia fragmentando contra barreira cyan translúcida com luz dourada emergente, simbolizando exaustão de venda em Solana e Ethereum

Sinais de Exaustão: Crash em Solana e Ethereum Pode Acabar

Solana (NewsBTC) registrou queda de 27%, atingindo mínimas de dois anos abaixo de US$ 80, enquanto Ethereum (NewsBTC) perdeu o suporte de US$ 2 mil em correção similar. Analistas observam sinais de exaustão de venda, com o índice de fear em níveis extremos e altcoins tocando zonas de demanda. ETH em US$ 2 mil atua como divisor de águas para estrutura de mercado.


Situação Técnica da Solana

Os dados mostram Solana rompendo o Point of Control (POC) de US$ 100 de janeiro de 2024, caindo para a zona de US$ 67-73. Essa movimentação representou desvalorização de 27%, com rebote posterior de 12% confirmando demanda temporária. Volume crescente durante a retração indica convicção baixista, com preço atual em torno de US$ 86,80 (equivalente a R$ 455,20).

A estrutura diária permanece em viés de baixa, exigindo flip acima de US$ 100,93 (POC anterior agora resistência) para alvos em US$ 120,59, US$ 128,43, US$ 138,77 e US$ 150,36. Sem base sólida, reversão sustentada é improvável, conforme análise de Umair Crypto.

Ethereum e o Suporte Crítico em US$ 2 Mil

Ethereum testou abaixo de US$ 2 mil, mas o par ETH/BTC mantém validade técnica. Níveis de fear atingem extremos, frequentemente associados a turning points. Próxima zona de interesse fica em US$ 1.700, alinhada a estrutura corretiva mais ampla. Preço atual: US$ 2.104 (R$ 11.034).

Perda do suporte de US$ 2 mil é significativa, mas dados sugerem possível absorção de venda. Bitcoin, rejeitado em US$ 72 mil, pode formar base em US$ 57-58 mil (Fibonacci), influenciando altcoins. Segundo ChainHub, após downside massivo, upside massivo costuma seguir.

Contexto nas Altcoins e Indicadores de Exaustão

Solana tocou demanda significativa pela primeira vez em dois anos (low US$ 75), preenchendo wicks de agosto de 2024. XRP, Dogecoin, Cardano e Avalanche também revisitaram lows semelhantes, restaurando equilíbrio. Esses movimentos indicam limite da dor, com potencial para range formation.

Bitcoin, cotado a R$ 371.779 segundo o Cointrader Monitor (+1,89% em 24h), testa demanda de verão 2024. Volumes e fear extremo reforçam possibilidade de momentum bullish nas próximas semanas, sem invalidar riscos adicionais de downside limitado.

Níveis Chave a Monitorar

Para Solana: resistência US$ 100,93 e suportes US$ 67-73. Ethereum: US$ 1.700 como piso potencial e US$ 2 mil como teto inicial. Dados de volume e estrutura sugerem observação de flips diários para confirmação. Mercado permanece volátil, com BTC como referência principal.


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Plataforma de vidro translúcido com núcleo dourado e marca 70K em tensão, simbolizando Bitcoin testando resistência em meio a medo e potencial alta

Bitcoin nos US$ 70 mil: Alívio ou Armadilha para Touros?

O Bitcoin superou os US$ 70.000 nesta semana, trazendo alívio ao mercado após fortes vendas recentes. Com alta de 2,65% nas últimas 24 horas, o preço oscila em torno de US$ 71.000 (R$ 372.287, segundo Cointrader Monitor), mas a resistência na casa dos 70 mil permanece forte. Bitcoin nos US$ 70 mil: alívio ou armadilha para os touros? Os dados indicam equilíbrio precário entre recuperação e risco de correção.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin com ganho de 3% no dia, negociado a US$ 71.071, após queda de 10% na semana. A capitalização total do mercado cripto também subiu 3%, com altcoins como Ethereum recuperando a marca de US$ 2.000. O volume de 24 horas atingiu US$ 44,95 bilhões, sinalizando alta participação, mas o Fear & Greed Index em 7 reflete medo extremo.

Nos ETFs de Bitcoin à vista, houve inflows de US$ 330 milhões em um dia, com BlackRock IBIT captando US$ 230 milhões, revertendo abfluxos anteriores de US$ 1,25 bilhão. Essa estabilização sugere redução no pressão vendedora, mas a liquidez permanece baixa e a volatilidade elevada.

Análise Técnica: Resistência e Volume

No gráfico diário, os US$ 70.000 atuam como resistência chave, com rejeição recente apesar do volume robusto. A falha em sustentar acima desse nível indica compradores insuficientes para absorver a oferta concentrada ali. Gráficos mensais revelam perda de suporte em baixa liquidez, similar a padrões de 2021-2022, onde consolidações precederam acelerações descendentes.

Indicadores de volume confirmam engajamento elevado, mas sem convicção compradora dominante. Médias móveis, como a de 50 períodos, aproximam-se da zona de US$ 70 mil, atuando como barreira dinâmica. Um fechamento sustentado acima invalidaria o viés de baixa de curto prazo, enquanto quedas abaixo reforçariam o momentum negativo.

Níveis Chave e Invalidação

Reivindicar os US$ 70.000 com aceitação (fechamentos consistentes) pode projetar alta de 8-10%, mirando US$ 75.000-77.000. Essa extensão envolveria cobertura de vendidos e entrada de novos compradores. Por outro lado, rejeição sustentada eleva risco de teste em meados dos US$ 60.000, zona de demanda histórica.

Níveis de invalidação da alta incluem perda dos US$ 70k, com suporte imediato em baixa liquidez até US$ 65.000. Para baixa, rompimento abaixo de US$ 65k confirmaria expansão descendente. Traders monitoram estrutura de mercado em timeframes superiores para sinais estruturais, priorizando dados sobre volatilidade de curto prazo.

Cotação em Reais e Contexto Brasileiro

No mercado local, o Bitcoin cotado a R$ 372.287, com variação de +2,1% em 24 horas e volume de 279 BTC. O dólar a R$ 5,22 reforça o equivalente em reais próximo de R$ 370-375 mil. Esses níveis locais acompanham a dinâmica global, com foco em suporte acima de R$ 350 mil para manter recuperação.


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Termômetro de medo marcando 6 rachado segurado por personagem cartoon confiante com sol rompendo tempestade, simbolizando maturação do Bitcoin

Bitcoin em Medo Extremo: Maturação Evita Novo Crash?

O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin despencou para 6, o menor nível desde 2019, após uma queda de US$ 30 mil que levou o preço a US$ 60 mil. Esse pessimismo extremo pode sinalizar o fundo do ciclo, especialmente quando contraposto à visão de Matt Hougan, CIO da Bitwise, que argumenta que o mercado amadureceu e quedas de 77% como no passado são improváveis. O pior já passou? Essa pode ser a oportunidade estratégica para quem foca no longo prazo.


O Medo Extremo Revela Capitulação?

O Bitcoin viveu semanas turbulentas, caindo de acima de US$ 90 mil para toques em US$ 60 mil em menos de dez dias. Essa correção de dois dígitos gerou pânico generalizado, refletido no Índice de Medo e Ganância, que mede volatilidade, momentum e sentiment. Níveis abaixo de 10 indicam medo extremo, frequentemente um sinal contrarian de reversão.

Segundo o CryptoPotato, o índice atingiu 6 pela primeira vez desde agosto de 2019, após o pico de US$ 95 mil em janeiro. Hoje, o BTC oscila em torno de US$ 68 mil, equivalente a cerca de R$ 364.162 segundo o Cointrader Monitor. Historicamente, esses lows precedem rebounds, mas o contexto geopolítico e macro adiciona cautela.

O mercado está construindo resiliência, com holders de longo prazo reduzindo vendas agressivas. Essa exaustão pode marcar o fim da fase de pânico.

Matt Hougan: Por Que o Bitcoin Amadureceu

No relatório da Bitwise, Matt Hougan explica as causas da queda atual: front-running do ciclo de quatro anos, perda de atenção para IA e metais, liquidações massivas pós-tarifas de Trump sobre China em outubro de 2025, temores com Kevin Warsh no Fed e riscos quânticos. Apesar disso, ele destaca sinais positivos: open interest em mínimas de 2024 e holders acumulando nas bordas.

Hougan enfatiza que os mercados em baixa de cripto terminam em exaustão, não euforia. Crucial: o Bitcoin é agora um ativo mais maduro, com adoção institucional via ETFs e tesourarias corporativas. Quedas de 77% como em ciclos passados são menos prováveis, graças a fundamentos fortalecidos. “O tempo é o catalisador”, conclui o CIO.

Essa maturidade reflete a narrativa maior de transição para reserva de valor global, similar a ouro digital.

Lições do Passado e Ciclos de Mercado

Em 2019, o Fear & Greed em lows semelhantes veio após o bear de 2018, com BTC em US$ 3.500. Houve recuperação, mas levou meses para romper US$ 10 mil, agravada pelo crash da COVID em 2020. Dali em diante, nunca mais voltou a quatro dígitos, iniciando o bull run atual.

Hoje, com halvings passados e fluxos institucionais recordes, o contexto é diferente. A volatilidade persiste, mas a base de holders institucionais estabiliza o preço. Como estrategista, vejo esses momentos como testes de paciência: o mercado recompensa quem ignora ruído de curto prazo e foca em adoção.

Geopolítica e macro (tarifas, Fed) adicionam ruído, mas os fundamentos se fortalecem com cada ciclo.

O Que Monitorar para Confirmar o Fundo

Indicadores chave: estabilização de holders de longo prazo, queda em open interest e volume de liquidações. Se o BTC sustentar acima de US$ 65 mil, pode testar resistências em US$ 80 mil. No Brasil, o preço em R$ 364 mil reflete variação de -1,2% em 24h, com volume de 466 BTC.

Para investidores estratégicos, esse medo extremo é oportunidade de posicionamento de longo prazo. Mercados maduros oscilam menos drasticamente. Vale monitorar fluxos de ETF e movimentos de baleias nos próximos dias.


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Plataforma digital dourada rachando na marca 70K e desabando em abismo sombrio, simbolizando perda de suporte do Bitcoin em vendas intensas

Bitcoin Perde Suporte dos US$ 70 mil em Rotina de Vendas

O Bitcoin perdeu o patamar de suporte dos US$ 70.000 nesta semana, apagando os ganhos acumulados após a eleição de Donald Trump em novembro de 2024. A queda, que levou o preço a testar mínimas próximas de US$ 60.000 antes de uma recuperação limitada para cerca de US$ 69.000, foi impulsionada por uma rotina de liquidações descrita como ‘venda a qualquer preço’. Fatores como o anúncio de fechamento de operações da Gemini em regiões chave e fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot contribuíram para o enfraquecimento do sentimento de mercado. Os dados indicam uma correção de 16,5% em sete dias.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin registrou uma desvalorização de aproximadamente 16,5% na última semana, com o índice CoinDesk 20 caindo mais de 17%. O preço tocou mínimas próximas de US$ 60.000 na quinta-feira, em um dos piores drawdowns diários desde o colapso da FTX. Apesar de uma recuperação parcial para US$ 69.352 na atualização mais recente, o ativo permanece abaixo do suporte psicológico de US$ 70.000.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 363.630,99 às 18:46 de hoje, com variação de -1,43% nas últimas 24 horas e volume de 465,94 BTC negociados.

Outros ativos sofreram quedas mais acentuadas: Ethereum perdeu 22,4%, BNB 23,4% e Solana 25,2%, refletindo uma pressão ampla no setor.

Contexto da Rotina de Liquidações

A movimentação foi caracterizada por liquidações em cascata, com mesas institucionais reportando ordens de ‘venda a qualquer preço’, conforme análise da Wintermute. A profundidade de mercado em 1% para Bitcoin caiu para cerca de US$ 5 milhões, ante mais de US$ 8 milhões em 2025, tornando os movimentos de preço mais abruptos, segundo dados da Kaiko.

No âmbito das opções, a volatilidade implícita atingiu o 99º percentil, com skew favorecendo puts caros, especialmente em Ethereum, epicentro da pressão. O posicionamento em Bitcoin sugere expectativas de turbulência entre US$ 55.000 e US$ 75.000.

Esse cenário se alinhou a uma deleveraging cross-asset, com o Nasdaq 100 caindo 500 pontos base em três sessões e metais preciosos distantes de máximas cíclicas.

Impactos no Sentimento de Mercado

O anúncio da Gemini sobre o fechamento de operações no Reino Unido, União Europeia e Austrália, com corte de 25% no quadro de funcionários, agravou o pessimismo. A exchange entrará em modo de saques apenas para usuários afetados, com parceria com a eToro para transferências.

Adicionalmente, os ETFs de Bitcoin spot registraram saques líquidos de cerca de US$ 1,25 bilhão nos últimos três dias, conforme SoSoValue. O custo médio de aquisição nesses veículos está próximo de US$ 90.000, gerando perdas não realizadas de US$ 15 bilhões, estima Jim Bianco da Bianco Research.

Correlações com ações de software, como Salesforce (-8%), Adobe (-9%) e ServiceNow (-13%), reforçam a visão de que o Bitcoin negocia como um ‘ativo de software programável’ em meio a pressões setoriais.

Níveis Técnicos a Monitorar

Do ponto de vista técnico, o suporte imediato testado em US$ 60.000 atuou como piso tático, conforme Jonathan Krinsky da BTIG. Para confirmação de um fundo negociável, os dados apontam a necessidade de recuperação acima de US$ 73.000, nível de rompimento chave.

Abaixo de US$ 70.000, níveis relevantes incluem a mínima recente em US$ 60.000, potencial suporte na média móvel de 200 dias (próxima de US$ 65.000 em timeframes semanais) e zona de US$ 55.000, alinhada a expectativas de opções. Acima, resistências em US$ 75.000 e o patamar pré-correção de US$ 90.000 merecem atenção.

Esses patamares, baseados em volume de perfil e históricos de suporte, oferecem referência objetiva para traders monitorarem a evolução do preço.


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Fortaleza dourada Bitcoin rachada por impactos vermelhos em nível 65K, núcleo intacto brilhando, simbolizando capitulação e saúde on-chain

Capitulação do Bitcoin: US$ 890 milhões em liquidações nos US$ 65 mil

O Bitcoin experimentou uma capitulação massiva, com perdas realizadas atingindo US$ 890 milhões em média diária nos últimos sete dias, o maior nível desde o final de 2022, segundo métricas da Glassnode. O preço despencou para US$ 60.000 — mínima desde outubro de 2024 — antes de recuperar acima dos US$ 65.000, acompanhado de US$ 2,6 bilhões em liquidações de posições alavancadas em 24 horas, predominantemente compradas. Os dados on-chain indicam redução de risco acelerada, mas levantam dúvida: o pior passou ou a capitulação inicia?


Magnitudes da Capitulação On-Chain

Os dados da Glassnode registram o segundo maior pico na métrica de capitulação em dois anos, com vendas forçadas elevando as perdas realizadas. Em cerca de 10 horas de trading intenso, posições alavancadas foram liquidadas, transferindo moedas de compradores recentes para vendedores rápidos. O preço caiu abaixo de marcadores de custo on-chain de holders de curto prazo, gerando pressão emocional adicional.

Essa dinâmica removeu alavancagem acumulada, mas deixou o mercado com menor liquidez em níveis atuais. A média de US$ 890 milhões em perdas diárias reflete desalavancagem significativa, similar a eventos de estresse passados que precederam volatilidade elevada.

Contexto Técnico: Sobrevenda Extrema

De acordo com análise do mercado de derivativos, o US$ 65.000 emergiu como campo de batalha após rompimento do suporte em US$ 70.000. O RSI posicionou o Bitcoin como o terceiro mais sobrevendido em sua história, condição historicamente associada a rebounds violentos. Open interest em futuros caiu abaixo de US$ 100 bilhões pela primeira vez desde março de 2025.

As taxas de funding anuais para BTC viraram negativas, sinalizando demanda por posições vendidas. Volatilidade implícita de 30 dias saltou para 100%, recuando para 70% após a recuperação inicial. Puts em opções curtas negociam com prêmio de 20 pontos sobre calls, indicando receio persistente de downside.

Recuperação Inicial e Estrutura de Longo Prazo

O mercado mostrou sinais de estabilização, com Bitcoin recuperando de US$ 60.000 para US$ 67.949 e Ether de US$ 1.750 para US$ 2.007. Altcoins como Solana e Optimism caíram 30%, enquanto DeFi underperformou com perdas acima de 10%. Indicador de altseason caiu para 24/100, sugerindo rotação para ativos mais seguros.

No longo prazo, a capitulação diferencia pânico de curto prazo — com liquidações de posições compradas especulativas — da estrutura de mercado. Níveis de suporte próximos a US$ 65.000 foram testados, mas médias móveis de longo prazo (ex: 200-semanas) permanecem acima. Os dados sugerem limpeza de posições fracas, potencialmente fortalecendo bases para recuperação, embora volatilidade persista.

Cotação Atual em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.992,10 nesta manhã de sábado (07/02/2026), com variação de +3,04% em 24 horas e volume de 861 BTC. Traders devem monitorar realized losses, OI em futuros e RSI para sinais de continuação ou reversão.


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Analistas cartoon de Citi e Matrixport alertando investidor eufórico sobre miragem de alta falsa, representando risco de armadilha no mercado cripto

Alívio ou Armadilha? Citi e Matrixport Alertam Riscos no Cripto

Não se engane com o rebound recente: o Citi cortou o preço-alvo da Coinbase para US$ 400 após queda de 65% da ação desde o pico, citando volumes fracos e atrasos regulatórios. Já a Matrixport classifica a recuperação do Bitcoin como mero alívio, não reversão de tendência, enquanto o CEO da CryptoQuant alerta para risco de venda institucional em cascata. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas.


Citi Revisa Expectativas para Coinbase em Meio a Risco-Off

O banco de Wall Street Citigroup ajustou sua previsão para a exchange Coinbase (COIN), reduzindo o target de US$ 505 para US$ 400. A ação fechou ontem em US$ 146, após despencar 65% do recorde de US$ 450 em julho de 2025. Analistas citam volumes de trading mais fracos, atividade institucional reduzida e atrasos na legislação de estrutura de mercado nos EUA, como o projeto CLARITY.

Apesar do corte, o rating buy/high risk foi mantido, com regulação como principal catalisador. Previsões de receita do 4T25 foram reduzidas 10% para US$ 1,69 bilhão, e EPS ajustado para perda de US$ 2,64, considerando mark-to-market negativo em holdings cripto. Coinbase divulga balanço em 12 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 374.055 (+10,67% em 24h).

Alerta da CryptoQuant: Venda em Cascata Institucional

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, adverte que grandes depósitos de BTC em exchanges sinalizam liquidações forçadas de instituições. Sem rebound significativo em um mês, o efeito dominó pode atingir ETFs, miners e trusts, pressionando preços para baixo e elevando risco de falências entre mineradoras.

“Todo analista de Bitcoin está com viés de baixa agora”, tuitou Ju. Instituições capitulando nos lows terão dificuldade para retornar, demorando a reconstruir confiança. ETFs spot viram outflows recentes, ampliando volatilidade. O mercado ignora esses riscos, mas a história de 2018 e 2022 mostra que vendas institucionais em cadeia prolongam bears.

Matrixport: Rebound é Apenas ‘Repouso Técnico’

A Matrixport analisa que o Bitcoin perdeu suportes chave, como a média de 21 semanas, transformando-os em resistências. O atual otimismo macro — crescimento nos EUA, dólar fraco — não se reflete em momentum sustentável. ETF holders acumularam US$ 54,3 bilhões a custo médio de US$ 90k, gerando prejuízos bilionários que viram pressão de venda em rebounds.

A estrutura lembra o topo do ciclo anterior: consolidação fraca antes de nova perna de baixa. “US$ 73.000 não é o fundo final”, alerta o relatório. Cuidado com bull trap: o viés de baixa persiste até prova em contrário.

Lições Históricas: Sobrevivência no Bear é Prioridade

A história repete: bolhas como dot-com e bear de 2022 seguiram euforia com correções de 70-80%. Citi, Matrixport e CryptoQuant ecoam que exuberância atual mascara fragilidades. Mercado está ignorando volumes decrescentes e posições ‘lotadas’. Proteja capital: monitore ETF flows, suportes técnicos e macro (Fed). No cripto, sobreviver ao inverno vale mais que caçar topos.


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Domo hexagonal dourado-cyan rachando com fluxo vermelho volumoso contendo '10B', simbolizando capitulação no ETF BlackRock

Capitulação no ETF BlackRock? Volume de US$ 10 Bi Acende Alerta

O volume recorde de mais de US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock registrado na quinta-feira levanta alertas sobre possível capitulação institucional. Enquanto isso, o Bitcoin despencou para abaixo de US$ 67 mil, com o mercado cripto perdendo US$ 570 bilhões em 2026 e liquidações superando US$ 1 bilhão em 24 horas. Onde está o fundo desse poço? É importante considerar os riscos em meio a esse pânico.


Recorde de Volume no Maior ETF de Bitcoin

O fundo spot Bitcoin da BlackRock, IBIT, negociou mais de 284 milhões de ações na quinta-feira, superando os US$ 10 bilhões em valor nocional, segundo dados da Nasdaq. Esse patamar representa um aumento de 169% em relação ao recorde anterior de novembro. O preço do IBIT caiu 13%, para abaixo de US$ 35, estendendo a perda no ano para 27%.

Redenções de US$ 175 milhões foram processadas, equivalendo a 40% do outflow líquido total de US$ 434 milhões entre 11 fundos. Esse movimento coincide com o Bitcoin testando níveis baixos de US$ 60 mil, destacando a preferência institucional por exposição regulada ao ativo, mas também a vulnerabilidade em quedas acentuadas.

Capitulação Generalizada e Liquidações Massivas

O mercado cripto como um todo perdeu US$ 570 bilhões em capitalização em 2026, uma queda de 19% no ano. Em 24 horas, US$ 1,06 bilhão em posições foram liquidadas, impactando mais de 216 mil traders, com posições compradas dominando as perdas. O maior single trade liquidado foi de US$ 11,36 milhões em BTCUSDT.

A métrica de capitulação do Bitcoin registrou seu segundo maior pico em dois anos, sinalizando vendas forçadas por holders enfraquecidos. Historicamente, esses eventos marcam fases de de-risking acelerado e maior volatilidade, mas o risco aqui é de prolongamento do mercado de baixa se o pânico persistir.

Indicadores de Pânico e Suportes Técnicos

O Fear & Greed Index mergulhou para 5, o menor registro histórico, indicando medo extremo — níveis que frequentemente coincidem com fundos de mercado. No gráfico semanal, o BTC testa a média móvel de 200 períodos, com padrão head-and-shoulders similar ao de 2021-2022.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.511,09, com variação de -7,83% em 24 horas e volume de 1.525 BTC. Atenção para o suporte na 200MA: rompimentos abaixo podem gerar wicks, mas sustentação pode sinalizar reversão.

Como Observar e se Proteger Nesse Cenário

Capitulação pode indicar fundo, mas mercados de baixa arrastam além do esperado. É importante considerar diversificação, redução de alavancagem e monitoramento de outflows em ETFs. Observe o viés para put options no IBIT, premiums recordes de 25 pontos acima de calls, reforçando pico de medo.

Casos históricos, como 2022, mostram que picos de volume e medo extremo precedem bottoms lentos. O risco de falsos rebounds é alto; priorize preservação de capital. Vale monitorar estabilização na 200MA semanal e redução de liquidações para sinais de alívio.


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Sol dourado do Bitcoin eclipsado por sombra negra brutalista com rachaduras vermelhas, ilustrando previsões de queda extrema da Bloomberg e Stifel

Bitcoin a US$ 10 mil? Bloomberg e Stifel Preveem Queda Extrema

O quão baixo podemos chegar? Analistas da Bloomberg Intelligence preveem Bitcoin em US$ 10 mil em 2026, enquanto o banco Stifel alerta para US$ 38 mil, conforme relatório recente. Essas projeções surgem em meio a uma queda de 20% na semana, com BTC negociado abaixo de US$ 70 mil e saques recordes de ETFs. A história mostra que picos exuberantes, como os US$ 126 mil de outubro de 2025, são seguidos por correções profundas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 347.604, com variação de -7,66% em 24h.


Alerta Extremo da Bloomberg: Semelhanças com 2008

Mike McGlone, estrategista sênior da Bloomberg, compara o atual estresse macro ao da crise financeira de 2008 e ao estouro da bolha dot-com em 2000-2001. Ele aponta deflação pós-inflação, liquidez reduzida dos bancos centrais e reversão de anos de risco excessivo como gatilhos para uma queda adicional de mais de 85% dos atuais níveis.

O mercado cripto já perdeu quase 50% desde o pico de 2025, com BTC em torno de US$ 63 mil no momento da análise. Saques de ETFs, baixa apetite por risco e volatilidade implícita elevada reforçam o cenário. McGlone já havia alertado no fim de 2025 sobre bolhas especulativas, e agora liga o risco diretamente à fraqueza macro global. A história mostra que esses ciclos de exuberância irracional terminam mal para ativos de alto risco como o Bitcoin.

Capitulação parece iminente, com volume recorde na Coinbase (US$ 3,34 bilhões) e RSI em níveis de crash pandêmico. O mercado está ignorando esses sinais?

Stifel Aponta US$ 38 Mil em Ciclo Histórico

O banco de investimentos Stifel projeta queda para US$ 38 mil, mais 43% abaixo dos atuais US$ 67 mil, alinhado a padrões cíclicos passados. Após o topo de US$ 126 mil, o BTC segue o script de mercados de baixa profundos, como em 2018 e 2022.

Fatores incluem política apertada do Fed, estagnação regulatória nos EUA, liquidez encolhendo e saques líquidos de ETFs: 7.925 BTC no dia (US$ 533 milhões) e 19.090 BTC na semana (US$ 1,28 bilhão). Demanda institucional evapora, enquanto derivativos entram em deleveraging forçado.

Técnicos destacam US$ 68 mil (EMA 200 semanas) como teste crucial. Perda abre caminho para US$ 58 mil. Cuidado: o mercado está subestimando a força desses ventos contrários macro.

Sinais On-Chain e Acumulação de Baleias

A perda da True Market Mean, suporte on-chain desde setembro de 2023, expõe BTC a colapso de 37% para US$ 51.511 via padrão cabeça e ombros. Pressão vendedora acelera liquidações.

No entanto, baleias (10k-100k BTC) acumularam 50 mil BTC em quatro dias (US$ 3,5 bilhões), comprando o medo perto de US$ 70 mil. Isso pode absorver vendas e estabilizar, mas depende do varejo e momentum macro. Preço realizado em US$ 55.800 é próximo suporte de longo prazo.

US$ 68 mil é pivotal: perda acelera baixa; retenção abre US$ 75 mil. Mas com Fed hawkish e liquidez baixa, o viés permanece de baixa.

O Que Monitorar no Pior Cenário

Essas previsões não são certezas, mas riscos reais embasados em macro e histórico. Mercados ignoram liquidez global e ciclos até ser tarde. Proteja capital: sobreviver ao mercado de baixa vale mais que lucros no mercado de alta. Acompanhe saques de ETFs, IV e suportes técnicos. Se US$ 60 mil ceder, o caminho para US$ 38 mil ou pior fica livre. A história repete: exuberância tem preço alto.


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Investidores cartoon retirando barras douradas de cofre BTC pressionando ETH e SOL, enquanto depositam em cofre XRP, ilustrando saídas e influxos de ETFs

ETFs de Bitcoin Perdem US$ 545 Milhões em Saídas Diárias

A debandada institucional continua: ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 545 milhões em um único dia, conforme dados recentes. Os fundos de Ether e Solana também viram outflows significativos, enquanto os de XRP foram os únicos a atrair influxos modestos. Esse movimento reflete um viés de baixa generalizado, com o Bitcoin testando níveis próximos a US$ 65.000 e impactando altcoins correlacionadas. Os dados mostram pressão vendedora ampliando a volatilidade de fevereiro.


Fluxos Detalhados nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin lideraram as saídas, com US$ 544,94 milhões em resgates líquidos distribuídos por seis fundos principais, segundo relatório consolidado. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock sofreu o maior impacto, com US$ 373,44 milhões em outflows, seguido pelo Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) com US$ 86,44 milhões. Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) registrou US$ 41,77 milhões em saídas.

Outros fundos como ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB), Franklin Bitcoin ETF (EZBC) e VanEck Bitcoin ETF (HODL) contribuíram com adicionais US$ 43,3 milhões em resgates. Apesar de volume de negociação de US$ 7,15 bilhões, os ativos líquidos totais caíram para US$ 93,51 bilhões. Year-to-date, os fundos acumulam inflows de US$ 3,5 bilhões contra redemptions de US$ 5,4 bilhões, resultando em saldo negativo de US$ 1,8 bilhão.

Desempenho de ETH, SOL e XRP ETFs

Os ETFs de Ether registraram US$ 79,48 milhões em outflows, com BlackRock ETHA respondendo por US$ 58,95 milhões e Fidelity FETH por US$ 20,53 milhões. Ativos totais fecharam em US$ 12,71 bilhões após volume de US$ 2,27 bilhões.

Solana spot ETFs tiveram US$ 6,71 milhões em saídas, lideradas pelo Grayscale Solana Trust (GSOL) com US$ 5,22 milhões. XRP ETFs, por outro lado, atraíram US$ 4,83 milhões em inflows, com Franklin XRPZ (+ US$ 2,51 milhões), Bitwise XRP (+ US$ 1,72 milhões) e 21Shares TOXR (+ US$ 600 mil). Esses fluxos seletivos destacam rotação defensiva em meio à pressão ampla.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Os dados de fluxos correlacionam-se com quedas recentes: Bitcoin cotado a aproximadamente US$ 66.000, com variação de -8% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 347.246,40, com -7,57% no dia e volume de 1.522 BTC. Ethereum opera em torno de R$ 10.129 (-9,4%), Solana a R$ 428 (-11,7%) e XRP a R$ 6,98 (-6,5%).

No gráfico diário, BTC testa suporte em US$ 65.000, com média móvel de 50 dias em US$ 68.500 atuando como resistência imediata. ETH e SOL mostram padrões semelhantes de recuo, com correlação beta acima de 1,2 em relação ao BTC. Vale monitorar o volume de ETF para sinais de exaustão vendedora.

Implicações para Investidores

Analistas como James Seyffart e Eric Balchunas notam resiliência: apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs BTC desde o pico, com inflows cumulativos de US$ 54,8 bilhões. A rotação para XRP sugere posicionamento seletivo. Os números indicam cautela, com foco em níveis técnicos para entradas ou saídas estratégicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon tech saindo de portas europeias com caixas de 25% demissões e seta vermelha na Amazon, simbolizando recuo setorial em IA

Recuo Tech: Gemini Sai da Europa e Amazon Cai 10% no Pós-Mercado

A conta chegou para as gigantes tech e cripto: a Gemini anuncia demissões de 25% da equipe e saída da Europa, Reino Unido e Austrália, com contas fechando em 6 de abril de 2026. Já a Amazon, mesmo com lucros recordes no 4º trimestre, vê ações despencarem 10% após revelar planos de gastar US$ 200 bilhões (R$ 1,055 trilhão) em infraestrutura de IA em 2026. Esse momento de austeridade global afeta o mercado todo, inclusive cripto, que opera em queda hoje.


Saída da Gemini: Prazos e Impactos para Usuários

A exchange americana, fundada pelos irmãos Winklevoss, justifica a retração por falta de demanda nesses mercados e custos operacionais altos. Usuários na Europa, UK e Austrália entram em modo “saque apenas” a partir de 5 de março, com contas definitivas fechadas em 6 de abril. É possível transferir saldos para a eToro via parceria.

Para brasileiros que usam Gemini — mesmo que indiretamente via remessas ou holdings —, isso sinaliza complexidade regulatória crescente. Imagine ter fundos travados por burocracia internacional: o prazo apertado força ação rápida. A empresa foca agora nos EUA e em mercados de predição, onde já atraiu 10 mil usuários e US$ 24 milhões em volume desde dezembro.

As ações da Gemini (GEMI), listadas na Nasdaq desde setembro a US$ 28, caíram para US$ 6,77 após o anúncio — queda de mais de 75% do IPO. Isso reflete o ajuste de expectativas no setor cripto.

Amazon e o Choque do Capex em IA

A Amazon reportou receita de US$ 213,4 bilhões e lucro de US$ 21,2 bilhões no 4º trimestre, impulsionados por Natal forte e AWS crescendo 24%. Mas o plano de US$ 200 bilhões em capex para 2026, focado em IA, derrubou as ações abaixo de US$ 200 no after-hours — perda de 10%.

Com o dólar a R$ 5,28 hoje, isso equivale a cerca de R$ 1,055 trilhão em investimentos, mais que o PIB anual de muitos estados brasileiros. Investidores temem que os gastos comecem a pesar nos lucros, especialmente com demissões recentes de 16 mil funcionários para cortar custos em unidades ruins.

Previsão para 1º tri 2026: receita de US$ 173-178 bilhões. O setor tech entra em fase de ‘realinhamento’ após o hype da IA.

Por Que Isso Importa para o Brasileiro no Cripto

Esses recuos conectam tech e cripto: Gemini corta 25% dos jobs para lucrar, Amazon demite apesar de caixa farta. No Brasil, onde usamos exchanges globais para remessas ou hedge contra inflação, isso aumenta volatilidade. Veja os preços hoje: Bitcoin a US$ 64.907 (-9,41%), Ethereum a US$ 1.876 (-12%). Equivale a ver o salário mínimo evaporar em semanas.

O impacto prático? Taxas de câmbio oscilam mais, remessas para família no exterior ficam caras. Empresas priorizam eficiência, o que pode baixar custos para usuários no longo prazo, mas curto prazo é cautela.

O Que Fazer Agora: Passos Práticos

  1. Verifique se tem conta Gemini em mercados afetados — saques até abril evitam travas.
  2. Monitore ações tech (AMZN, GEMI) via apps gratuitos; queda pode ser compra se acreditar no rebound.
  3. Diversifique: não deixe tudo em uma exchange ou ação; pense em stablecoins para remessas.
  4. Acompanhe dólar (R$ 5,28) para converter ganhos cripto em reais sem perda extra.

Esse ‘recessão tech’ testa resiliência, mas oportunidades surgem na baixa. Fique atento, ajuste carteira e evite pânico.


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Octaedro dourado no fundo de escala geométrica marcada 17, representando RSI histórico de sobrevenda extrema no Bitcoin

Bitcoin em Sobrevenda Histórica: RSI no Terceiro Mais Baixo da História

O Índice de Força Relativa (RSI) do Bitcoin registrou o terceiro nível mais baixo da história, em torno de 17, indicando condições extremas de sobrevenda. Esse patamar raríssimo, visto apenas em momentos de capitulação profunda como março de 2020 e dezembro de 2018, historicamente precedeu recuperações violentas. Os dados mostram que a ‘mola’ do preço pode estar esticada demais para baixo, com o BTC caindo abaixo de US$ 65.000 nesta quinta-feira (5/2/2026).


O RSI e Seu Nível Atual

O RSI é um indicador de momentum que mede a velocidade e a magnitude das mudanças recentes de preço em uma escala de 0 a 100. Valores abaixo de 30 sugerem sobrevenda, mas 17 é excepcionalmente raro para o Bitcoin em gráficos diários. Segundo os dados técnicos analisados, esse é o terceiro pior registro histórico, atrás apenas das mínimas de 2018 e 2020.

No momento da consulta, o Bitcoin opera a R$ 332.512,83, com variação de -12,63% nas últimas 24 horas, de acordo com o Cointrader Monitor. O volume negociado foi de 1.216 BTC nas exchanges brasileiras, refletindo liquidações intensas.

Contexto Histórico: 2018 e 2020

Em dezembro de 2018, durante o mercado baixista, o RSI diário do BTC caiu para cerca de 15, marcando o fundo do ciclo. Após isso, o preço iniciou uma recuperação que levou a uma alta de mais de 300% em 2019. Da mesma forma, em março de 2020, com a pandemia global, o indicador atingiu 18, seguido por uma explosão de preço que culminou no bull run de 2021.

Os dados mostram um padrão: níveis de RSI abaixo de 20 coincidem com capitulações, onde posições alavancadas são liquidadas em massa, esgotando a pressão vendedora. No atual ciclo, a queda recente para abaixo de US$ 65.000 espelha esses eventos, com liquidações bilionárias reportadas.

Capitulação Atual e Capitais de Risco

A descida acelerada do Bitcoin reflete pânico generalizado, com drawdown diário próximo ao pior desde o colapso da FTX em 2022. O RSI em 17 indica que o mercado pode estar próximo do esgotamento, com baleias e instituições possivelmente acumulando em silêncio. Níveis de suporte próximos incluem US$ 60.000 e a média móvel de 200 dias em torno de US$ 58.000.

Analistas técnicos observam que, após tais extremos, reversões de 20-50% ocorrem em dias ou semanas, impulsionadas por short squeezes e influxo de capital fresco.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para confirmação de reversão, os níveis a monitorar incluem RSI cruzando 30 para cima, volume de compra crescente e rompimento da resistência em US$ 70.000. Enquanto o indicador permanecer abaixo de 25, a cautela persiste, mas os números sugerem que a pressão de venda está exaurida.

Investidores devem observar o mNAV de ETFs e fluxos institucionais para sinais adicionais. O viés técnico atual aponta para potencial upside violento, alinhado a padrões históricos.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Plataforma cristalina dourada com suportes rompidos e cascata de fragmentos caindo rumo à barreira 60K, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin Rompe Suportes: US$ 60 mil é Próxima Barreira?

O Bitcoin registrou sua pior queda diária desde o colapso da FTX, com desvalorização superior a 12% nas últimas 24 horas, atingindo mínimas próximas de US$ 63 mil. Os dados mostram rompimento sucessivo de suportes chave em US$ 70 mil e US$ 65 mil, impulsionado por vendas por medo e liquidações alavancadas em efeito cascata. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 334.509, com variação de -12,07%.


Rompimento de Suportes Técnicos

Os dados técnicos revelam que o Bitcoin perdeu o suporte psicológico de US$ 70 mil no início da semana, seguido pelo rompimento de US$ 65 mil nesta quinta-feira. De acordo com análises do mercado, esses níveis atuavam como barreiras relevantes, com histórico de acumulação de ordens de compra. A perda acelerou a pressão vendedora, pois posições alavancadas com stops abaixo desses patamares foram executadas automaticamente.

No gráfico diário, a média móvel exponencial de 50 dias (EMA50), próxima de US$ 68 mil, foi violada, confirmando viés de baixa de curto prazo. Volumes de negociação spot não acompanharam a intensidade da queda, sugerindo que o movimento é dominado por derivativos, onde a liquidez fina amplifica oscilações.

Efeito Cascata das Liquidações

Liquidações de posições longas (compradas) representam o principal catalisador da intensidade atual. Cada liquidação gera novas ordens de venda forçada, pressionando preços e acionando mais stops em um ciclo vicioso. Especialistas apontam que a venda por medo após rompimentos iniciais alimentou esse processo, com baixa liquidez em horários de pico exacerbando o impacto.

Dados agregados indicam volumes de liquidação na casa de bilhões de dólares em 24 horas, concentrados em exchanges perpetuais. Esse fenômeno explica por que altcoins como XRP sofreram quedas superiores a 19%, enquanto o Bitcoin caiu 12%. A desalavancagem forçada limpa ordens excessivamente otimistas, preparando o terreno para estabilização.

Comparação com Colapso da FTX

A magnitude da queda atual, projetada em 10,5%-12% no dia, ecoa o drawdown de 14,3% em 8 de novembro de 2022, durante o colapso da FTX, quando o BTC despencou para abaixo de US$ 16 mil. Ambos os eventos compartilham baixa liquidez e pânico generalizado, levando a correlações com ativos tradicionais: prata caiu 14% e ouro 2% hoje, similar a padrões de aversão a risco.

No entanto, o contexto difere: em 2022, falência de exchange centralizada gerou contágio sistêmico; aqui, fatores macro como juros elevados e tensões EUA-Irã atuam como pano de fundo. Os dados mostram que o preço realizado do Bitcoin, alinhado à faixa de US$ 58-60 mil, pode oferecer suporte multi-anual.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

O próximo suporte crítico está na média móvel simples de 200 dias (SMA200), entre US$ 58 mil e 60 mil, coincidente com o fundo de maio de 2024 em torno de US$ 61 mil. Volumes elevados nessas zonas historicamente atraem compradores institucionais. Ausência de confirmação de reversão sugere cautela, com RSI diário em território de sobrevenda.

Segundo o Cointrader Monitor, às 19:16 de 05/02/2026, BTC/BRL está em R$ 334.509 (var. -12,07%), com dólar a R$ 5,27. Traders devem observar volume spot e open interest em derivativos para sinais de fundo.


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Monolito dourado rachado caindo com torres tech cinzentas, simbolizando falha do Bitcoin como ouro digital em crash sincronizado com NYSE

Cripto Perde US$ 467 Bi: Bitcoin Falha como Ouro Digital?

O mercado de criptomoedas perdeu US$ 467,6 bilhões em valor de mercado em apenas uma semana, com o Bitcoin despencando para a mínima de 15 meses em US$ 72.877. Um crash de software na NYSE agravou a venda generalizada, arrastando o BTC abaixo de US$ 71 mil. A história mostra que, em momentos de estresse técnico no mercado tradicional, o Bitcoin sangra junto — será o fim da tese de ‘ouro digital’ como porto seguro?


Perda Bilionária e Queda do Bitcoin

A correção foi liderada pelo Bitcoin, que acumulou queda de 13% no ano e 39% desde o pico de US$ 126 mil em outubro. Segundo o Portal do Bitcoin, o ativo tocou US$ 72.877 na terça-feira, refletindo aversão ao risco global. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 376.050, com variação de -5,75% em 24 horas.

O sentimento na Ásia é de cautela extrema, com analistas como Rachael Lucas, da BTC Markets, alertando para um ‘medo extremo’ após a quebra do suporte de US$ 73 mil. Mais de 22% da oferta circulante de Bitcoin está em prejuízo, o que pode intensificar a pressão vendedora ou sinalizar capitulação.

Crash na NYSE e Efeito Dominó nas Criptos

O gatilho imediato veio do colapso no setor de software da NYSE, onde o S&P 500 Software Index perdeu quase 4% na terça e mais 0,73% na quarta, evaporando US$ 830 bilhões desde 28 de janeiro. Tensões com IA, como avanços da Anthropic Claude, e decepções de NVIDIA, Alphabet e Qualcomm alimentaram a incerteza.

Esse abalo técnico se espalhou para as criptomoedas, com BTC caindo 8% em 24 horas e Ethereum abaixo de US$ 2.100 — cotado a cerca de R$ 11.200 com o dólar em R$ 5,24. O mercado está ignorando a narrativa de descorrelação: criptos caem em sincronia com techs tradicionais.

Dúvidas Sobre o ‘Ouro Digital’

A tese de Bitcoin como hedge contra riscos sistêmicos ruí sob escrutínio. Michael Burry, de ‘A Grande Aposta’, chama o BTC de ativo especulativo que falha em proteger ouro e prata. Michael Novogratz, da Galaxy Digital, nota que a fé inabalável em HODL enfraqueceu, abrindo vendas. A história mostra que, em crises como 2018 e 2022, o BTC amplifica quedas do risco.

Tensões geopolíticas EUA-Irã impulsionaram ouro e prata, mas não o BTC. ETFs de Bitcoin têm fluxos próximos de zero, e opções precificam mais proteção. Cuidado com a exuberância: correlações crescentes com Wall Street expõem fragilidades.

O Que Monitorar Agora

Para investidores, o quadro geral sugere cautela. Ciclos passados ensinam que sobreviver à baixa é prioridade. Fluxos de ETFs, suportes técnicos em US$ 70 mil e decisões do Fed sobre juros serão chave. O mercado pode estabilizar, mas ignora riscos macro a seu próprio perigo. Proteja o capital enquanto o pó assenta.


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