Monolito dourado de Bitcoin com fissura vermelha escorrendo perdas, simbolizando capitulação on-chain após 3 anos

Bitcoin em Capitulação: Sinal de Baixa Após 3 Anos

O Realized Cap Impulse de longo prazo do Bitcoin virou negativo pela primeira vez em três anos, sinalizando contração no crescimento estrutural da rede. Esse indicador, ausente desde 2021, historicamente precede correções prolongadas ou mercados de baixa. Com o BTC negociado acima de US$ 66.000 após queda de 30% no mês, os dados da Glassnode e CryptoQuant reforçam a capitulação em curso, com US$ 2,3 bilhões em perdas realizadas — maior evento desde o crash de 2021.


Indicadores On-Chain Acendem Alerta de Baixa

Os dados mostram que o Realized Cap Impulse (Long-Term) monitora influxos de capital de longo prazo na rede Bitcoin. Uma leitura negativa indica que novos capitais não absorvem a oferta disponível, gerando pressão descendente. Alphractal destacou que, em ciclos passados, esse sinal precedeu quedas significativas, como em 2021. Paralelamente, o fluxo de novos investidores virou negativo, sem renovação de liquidez durante correções — padrão inicial de viés de baixa.

O MVRV Adaptive Z-Score (365 dias) da CryptoQuant atingiu -2,66, confirmando zona de capitulação. O Indicador de Ciclo Alta-Baixa ainda não alcançou extremos, sugerindo espaço para mais downside antes de estabilização.

Capitulação Registra Perdas Recordes

A média de sete dias de perdas realizadas líquidas chegou a US$ 2,3 bilhões, segundo IT Tech no CryptoQuant, rivalizando o crash de 2021 e colapsos de Luna/FTX. Detentores de curto prazo venderam em prejuízo durante a descida de 50% desde o pico de US$ 126.000 em outubro. O preço realizado está em US$ 55.000, com bottoms históricos 24-30% abaixo desse nível.

Detentores de longo prazo (LTH) reduziram posições em 245.000 BTC em 6 de fevereiro, taxa média de 170.000 BTC/dia desde então, per Glassnode. O Realized Profit/Loss Ratio caminha para abaixo de 1, alinhado a capitulações amplas.

Debate Sobre o Fundo: US$ 40 Mil ou Deep Value?

Traders divergem: CryptoQuant vê potencial sideways em US$ 55.000 antes de recuperação, mas analistas como Tony Research preveem bottom em US$ 40-50 mil no Q4 2026, seguindo retração Fibonacci 0,618 (~US$ 57.000). Checkmatey, ex-Glassnode, classifica US$ 60.000 como deep value, com odds acima de 50% de low já formado, mas alerta para revisitas via time pain.

Baleias acumulam, com saídas de exchanges em 3,2% (média 30 dias), ecoando H1 2022 — recuperação demorou até 2023.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

Suportes chave: US$ 55.000 (realized price), US$ 60.000 (deep value), US$ 40.000 (Fibonacci extremo). Resistências: US$ 80.000 (True Market Mean/ETF basis). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 349.744,70 (-0,55% em 24h, volume 327 BTC).

Os dados sugerem monitoramento de LTH net change e Z-Score para sinais de estabilização, sem viés direcional.


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Hodlers cartoon à beira do precipício com plataforma SOL e suporte 80 rachando, simbolizando capitulação histórica de investidores em Solana

Solana no Precipício: Capitulação dos Hodlers Ameaça US$ 80

Os dados on-chain indicam a maior capitulação de investidores antigos da Solana em três anos, com o preço negociado próximo de US$ 80. A oferta lucrativa caiu para 15%, o menor nível desde novembro de 2022, enquanto o índice Liveliness registra aumento, sinalizando distribuição por detentores de longo prazo. O suporte em US$ 79 está sob teste, com risco de extensão para US$ 70 caso haja quebra. Esses indicadores, conforme Glassnode, revelam enfraquecimento da convicção em meio a uma tendência de baixa de três semanas.


Oferta Lucrativa em Mínima Histórica

A oferta de Solana em lucro atingiu 15%, patamar mais baixo desde novembro de 2022. Historicamente, níveis tão reduzidos sugerem que a maioria dos detentores opera no prejuízo, o que costuma limitar novas pressões de venda. No entanto, os dados atuais mostram um cenário diferenciado devido à fragilidade macroeconômica e ao comportamento dos investidores de longo prazo (ILT).

O índice NUPL (Net Unrealized Profit/Loss) para ILTs ficou negativo em 24 de janeiro de 2026, marcando capitulação. Essa métrica calcula o lucro ou prejuízo não realizado agregado, ponderado pela oferta em mãos de detentores antigos. O último episódio similar ocorreu em maio de 2022, precedendo estabilização após distribuição ampla. A persistência abaixo de zero indica exaustão psicológica entre esses participantes.

Aumento do Liveliness Revela Distribuição

O Liveliness mede a mudança na atividade de moedas dormentes, ou seja, tokens em carteiras inativas por longo período. Um aumento recente aponta que ILTs, tradicionalmente convictos, iniciaram distribuição durante a queda prolongada. Esse movimento surgiu uma semana após a capitulação NUPL, sugerindo espera inicial por recuperação que não se materializou.

Quando detentores antigos vendem, o suporte macro tende a enfraquecer. Os dados da Glassnode mostram elevação contínua nesse indicador, reduzindo probabilidades de rebound rápido. Em contraste, ausência de acumulação reforça a tendência descendente observada há três semanas.

Níveis Técnicos e Cotação Atual

O preço da SOL opera em US$ 77,19 (cotação de referência em 12/02/2026 às 19:17 UTC), testando o suporte crítico próximo de US$ 79. Uma quebra confirmada pode direcionar para US$ 70, alinhado à extensão de Fibonacci 1,786. Por outro lado, rompimento da linha de tendência descendente com superação de US$ 88 pode mirar US$ 95, invalidando o viés de baixa.

Em reais, a SOL registra R$ 402,70, refletindo variação de -2,87% no dia. Investidores devem monitorar o Liveliness e NUPL para sinais de estabilização, além do volume em suportes chave. Os números sugerem cautela em posições longas até confirmação direcional.


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Linha bold 1.0 rompida com torre cristalina XRP fragmentando em vórtice vermelho, sinalizando capitulação de holders menores pelo SOPR

XRP em Capitulação: SOPR Abaixo de 1.0 Sinaliza Vendas no Prejuízo

Os dados da Glassnode mostram que o XRP perdeu seu custo médio de aquisição agregado, desencadeando uma fase de capitulação. O indicador Spent Output Profit Ratio (SOPR), em média móvel exponencial de 7 dias, caiu de 1.16 em julho de 2025 para 0.96 atualmente — o primeiro movimento sustentado abaixo de 1.0 desde 2022. Isso significa que as moedas movimentadas na rede estão sendo vendidas em prejuízo médio, com perdas realizadas superando os ganhos.


Situação Atual do SOPR e Profitabilidade On-Chain

O SOPR mede a relação entre o preço de venda de um output gasto e seu preço de aquisição original. Leituras acima de 1 indicam lucro médio; abaixo, prejuízo. Os dados mostram que a profitabilidade on-chain do XRP virou negativa, com holders menores impulsionando as vendas. O XRP negocia a US$ 1.42 (R$ 7.36), queda de 1% no dia, 10% na semana e 30% no mês, após pico de US$ 3.65 em julho de 2025.

Volume spot subiu 22% para US$ 3.45 bilhões em 24h, sinalizando repósicionamento ativo. No entanto, open interest em futuros caiu 0.17% para US$ 2.50 bilhões, indicando fechamento de posições alavancadas em vez de novas entradas.

Contexto Histórico e Perfil dos Vendedores

Essa configuração lembra o período de setembro de 2021 a maio de 2022, quando o SOPR permaneceu abaixo de 1 por meses, levando a consolidação prolongada. Naquele ciclo, a pressão de venda foi absorvida gradualmente, com estabilização posterior. Atualmente, fluxos de baleias para exchanges estão em mínimas históricas, mesmo com o preço em US$ 1.42-1.45. Diferente do rally de julho de 2025, quando baleias venderam no topo, a pressão vem de holders menores.

Dados da CryptoQuant confirmam: grandes participantes aguardam uma alta para distribuir, resultando historicamente em ação lateral ou ligeiramente descendente antes de picos curtos.

Análise Técnica e Níveis Críticos

No gráfico diário, o XRP forma topos mais baixos, mantendo viés de baixa. As médias móveis de 50 e 100 dias declinam, atuando como resistências. O preço testa a banda inferior de Bollinger, com RSI diário abaixo de 50, sem divergência altista confirmada. Volume maior em dias de queda sugere atividade de stop-loss contínua.

A faixa de US$ 1.45-1.50, ex-suporte, agora falha em atrair compradores robustos. Fechamento abaixo de US$ 1.30 abre caminho para US$ 1.20, zona de demanda de longo prazo. Acima de US$ 1.50, possível teste das médias móveis.

Implicações e Monitoramento de Risco

O sub-1 no SOPR reflete estresse de holders, mas historicamente marca exaustão de oferta fraca. Pode preceder estabilização ou rebote se vendas se esgotarem, ou agravar queda se pressão persistir. Investidores devem observar fluxos de baleias, volume de perdas realizadas e rompimentos técnicos. Níveis chave: suporte em US$ 1.30 e resistência em US$ 1.50.


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Linha de suporte cyan esticada com '2000' gravado sob ondas vermelhas de pressão, representando teste crítico do Ethereum em pânico de vendas

Ethereum Testa Suporte de US$ 2.000 em Meio a Pânico de Vendas

O Ethereum (ETH) testou o suporte psicológico de US$ 2.000 após atingir US$ 2.136 recentemente, acumulando queda de 34,9% no último mês. Dados on-chain revelam pico de transferências de 2,75 milhões de ETH em média de 14 dias — maior nível desde agosto de 2025 —, sinalizando pânico de vendas para stablecoins e exchanges, conforme Glassnode e Santiment. Apesar da pressão, indicadores como MVRV abaixo de 0,80 sugerem proximidade de um fundo histórico. Cotação atual: US$ 2.098 (R$ 10.912).


Queda Recente e Pressões de Mercado

Os dados mostram que o ETH negociava em torno de US$ 2.015 nesta segunda-feira (9 de fevereiro de 2026), após um rebote que perdeu força. A retração mensal de 34,9% reflete volatilidade amplificada por derivativos e ETFs de Ethereum, além da fraqueza correlacionada do Bitcoin, que apagou ganhos recentes.

Volume spot em 24 horas supera US$ 21,5 bilhões, com faixa semanal de US$ 1.824 a US$ 2.369. Baleias enviaram ETH para exchanges, intensificando a venda, enquanto Vitalik Buterin vendeu mais de 6.100 ETH na semana passada. Breakdown abaixo de US$ 3.000 confirma viés de baixa de curto prazo.

Atividade de rede permanece robusta, com transações diárias e endereços ativos estáveis, divergindo da pressão de preço.

Pico Histórico em Transferências On-Chain

A média móvel simples de 14 dias de transferências totais de ETH subiu de 1,6 milhão para 2,75 milhões entre 29 de janeiro e 7 de fevereiro, pico desde agosto de 2025 (CryptoQuant). Esse movimento coincide com a correção de US$ 3.000 para os baixos US$ 2.000.

Holders rotacionam para stablecoins e exchanges, com liquidações em DeFi. Saldos em exchanges caem para níveis de 2016 — Binance com 3,7 milhões de ETH, menor desde 2024 —, sugerindo redução de oferta disponível apesar do pânico.

Glassnode confirma estabilidade na capitalização de mercado e flutuações em endereços ativos, com picos em volume de transações durante consolidação.

Indicadores Santiment e Glassnode Apontam Capitulação

O MVRV (Market Value to Realized Value) do Santiment abaixo de 0,80 posiciona ETH em zona histórica de fundos, onde investidores operam em perda e acumulação ocorre. Ciclos passados mostram recuperações sustentadas após esses níveis.

Glassnode reforça com market cap consolidado, diferindo de bears profundos anteriores. Endereços ativos flutuam com aumentos periódicos, e transações exibem picos — padrão visto em consolidações pré-rallys.

Esses sinais indicam capitulação perto de suportes, embora volatilidade persista.

Níveis Críticos e Perspectivas

Suporte imediato em US$ 2.000; perda pode mirar US$ 1.500, como alertam analistas via CoinBureau, antes de máximas cíclicas projetadas em US$ 24.000-32.000 (1.500-2.000% upside). Resistência em US$ 2.136.

Os dados sugerem que picos de transferências ocorrem próximos a fundos locais, uma vez que vendas forçadas arrefecem. Traders monitoram estabilização nesse suporte para sinais de reversão, em contexto de correção ampla do mercado cripto.


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Fortaleza dourada Bitcoin rachada por impactos vermelhos em nível 65K, núcleo intacto brilhando, simbolizando capitulação e saúde on-chain

Capitulação do Bitcoin: US$ 890 milhões em liquidações nos US$ 65 mil

O Bitcoin experimentou uma capitulação massiva, com perdas realizadas atingindo US$ 890 milhões em média diária nos últimos sete dias, o maior nível desde o final de 2022, segundo métricas da Glassnode. O preço despencou para US$ 60.000 — mínima desde outubro de 2024 — antes de recuperar acima dos US$ 65.000, acompanhado de US$ 2,6 bilhões em liquidações de posições alavancadas em 24 horas, predominantemente compradas. Os dados on-chain indicam redução de risco acelerada, mas levantam dúvida: o pior passou ou a capitulação inicia?


Magnitudes da Capitulação On-Chain

Os dados da Glassnode registram o segundo maior pico na métrica de capitulação em dois anos, com vendas forçadas elevando as perdas realizadas. Em cerca de 10 horas de trading intenso, posições alavancadas foram liquidadas, transferindo moedas de compradores recentes para vendedores rápidos. O preço caiu abaixo de marcadores de custo on-chain de holders de curto prazo, gerando pressão emocional adicional.

Essa dinâmica removeu alavancagem acumulada, mas deixou o mercado com menor liquidez em níveis atuais. A média de US$ 890 milhões em perdas diárias reflete desalavancagem significativa, similar a eventos de estresse passados que precederam volatilidade elevada.

Contexto Técnico: Sobrevenda Extrema

De acordo com análise do mercado de derivativos, o US$ 65.000 emergiu como campo de batalha após rompimento do suporte em US$ 70.000. O RSI posicionou o Bitcoin como o terceiro mais sobrevendido em sua história, condição historicamente associada a rebounds violentos. Open interest em futuros caiu abaixo de US$ 100 bilhões pela primeira vez desde março de 2025.

As taxas de funding anuais para BTC viraram negativas, sinalizando demanda por posições vendidas. Volatilidade implícita de 30 dias saltou para 100%, recuando para 70% após a recuperação inicial. Puts em opções curtas negociam com prêmio de 20 pontos sobre calls, indicando receio persistente de downside.

Recuperação Inicial e Estrutura de Longo Prazo

O mercado mostrou sinais de estabilização, com Bitcoin recuperando de US$ 60.000 para US$ 67.949 e Ether de US$ 1.750 para US$ 2.007. Altcoins como Solana e Optimism caíram 30%, enquanto DeFi underperformou com perdas acima de 10%. Indicador de altseason caiu para 24/100, sugerindo rotação para ativos mais seguros.

No longo prazo, a capitulação diferencia pânico de curto prazo — com liquidações de posições compradas especulativas — da estrutura de mercado. Níveis de suporte próximos a US$ 65.000 foram testados, mas médias móveis de longo prazo (ex: 200-semanas) permanecem acima. Os dados sugerem limpeza de posições fracas, potencialmente fortalecendo bases para recuperação, embora volatilidade persista.

Cotação Atual em Reais

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.992,10 nesta manhã de sábado (07/02/2026), com variação de +3,04% em 24 horas e volume de 861 BTC. Traders devem monitorar realized losses, OI em futuros e RSI para sinais de continuação ou reversão.


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Poço brutalista com bloco dourado rachado emitindo luz cyan no fundo, simbolizando capitulação extrema do Bitcoin próximo ao fundo do poço

Capitulação do Bitcoin Atinge Recordes: Fundo Próximo?

Os dados on-chain do Bitcoin registraram níveis recordes de capitulação na quinta-feira, 6 de fevereiro de 2026, com queda de 14% no preço, de US$ 73.000 para US$ 62.000 — maior drawdown diário desde o colapso da FTX em novembro de 2022. Quase 10 milhões de BTC estão em perda, o quarto maior patamar histórico, enquanto o RSI atingiu o terceiro nível mais sobrevendido e o Fear & Greed Index caiu abaixo de 10. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 373.756 às 19h43, com alta de 10,59% em 24 horas após rebote para US$ 68.000.


Métricas de Supply em Perda Alcançam Extremos

O total de supply em perda subiu para quase 10 milhões de BTC, nível comparável aos fundos de 2015, 2019 e 2022, conforme Glassnode. Para holders de longo prazo (LTH), o supply em perda chegou a 4,6 milhões de BTC, aproximando-se dos picos acima de 5 milhões vistos em mercados de baixa anteriores. Supply em lucro e perda convergiram em torno de 10 milhões cada, padrão alinhado historicamente com bottoms de ciclos.

Esses indicadores sugerem exaustão vendedora, onde posições em prejuízo forçam liquidações, mas também limpam excesso de alavancagem. No ciclo de 2018, supply em perda similar precedeu recuperação de 300%; em 2022, pós-FTX, marcou o fundo de US$ 15.500.

Perdas Realizadas: Pico Desde o Crash da FTX

A média móvel de 7 dias de perdas realizadas ajustadas por entidade atingiu US$ 889 milhões na quarta-feira, maior pico desde novembro de 2022, segundo Glassnode. Essa métrica soma diferenças entre preço de custo e venda para transações inter-entidades, filtrando movimentos internos. O pico reflete capitulação institucional e varejo em meio à queda semanal de 21%, com preço em US$ 66.700.

Em contextos passados, picos de realized loss sinalizam fim de pânico vendedor. No crash FTX, US$ 889 milhões marcou o fundo; ciclos de 2018 e 2020 mostraram padrões semelhantes, com reversões médias de 150% nos 6 meses seguintes.

Medo Extremo como Sinal Histórico de Reversão

A análise da Bitwise destaca o medo extremo atual como paralelo aos invernos de 2018 e 2022, onde índices abaixo de 10 precederam altas expressivas. RSI em território sobrevendido extremo (terceiro pior nível histórico) reforça o cenário de sobrevendido técnico. Convergentemente, esses fatores indicam proximidade de capitulação total.

No ciclo 2018, Fear & Greed em 5 levou a alta de US$ 3.200 para US$ 13.800; em 2022, pós-FTX, de 6 para novo ATH em 2025. Os dados mostram que tais extremos marcam esgotamento emocional e técnico.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados posicionam o Bitcoin próximo de suportes críticos: média móvel de 200 semanas em US$ 58.011, testado em quedas passadas. Volumes elevados de capitulação, com US$ 889 milhões em perdas realizadas, sugerem redução de pressão vendedora. Investidores devem observar convergência de supply em perda acima de 5 milhões para LTH e estabilização do RSI acima de 30 como sinais de reversão potencial.

Com dólar a R$ 5,22, o BTC/BRL reflete volatilidade similar, mas dados on-chain priorizam análise global.


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Pilar dourado de Bitcoin rachando no suporte 80K e despencando para abismo com partículas vermelhas, simbolizando quebra de preço e liquidações bilionárias

Bitcoin Rompe Suporte de US$ 80k e Despenca para US$ 75,5k

O Bitcoin rompeu o suporte crítico de US$ 80.600, atingindo uma mínima de US$ 75.555 em 31 de janeiro, o menor nível desde abril de 2025, conforme dados de mercado. A queda, impulsionada por tensões geopolíticas no Irã e fortalecimento do dólar, gerou liquidações de US$ 1,14 bilhão em uma hora. Os dados da Glassnode indicam que o rompimento abre caminho para o True Market Mean em torno de US$ 80.000, enquanto holders de longo prazo aceleram vendas.


Rompimento Técnico e Mínimas Anuais

Os dados mostram que o Bitcoin consolidava acima do suporte estrutural de US$ 83.400, calculado pelo modelo de custo base dos short-term holders (STH). A perda desse nível, confirmada pelo breakdown analisado pela Glassnode, acelerou a venda, levando a uma mínima intradiária de US$ 75.555. Essa é a cotação mais baixa desde 11 de abril de 2025, representando uma queda de cerca de 9% nas últimas 24 horas.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 413.442, com variação de -7,02% em 24 horas e volume de 506 BTC. O rompimento do suporte psicológico de US$ 80.000 confirma viés de baixa no timeframe semanal, com o preço testando mínimas de 2025 pela primeira vez em meses.

Análise On-Chain da Glassnode

A Glassnode destaca que a oferta de STH em perda permaneceu em 19,5% acima desse suporte, abaixo do limiar de capitulação de 55%, indicando alguma resiliência inicial. No entanto, o ritmo acelerado de vendas por long-term holders (LTH), o mais rápido desde agosto de 2025, sugere pressão contínua. O True Market Mean, calculado como média ponderada pelo volume de holders de longo prazo, posiciona-se em US$ 80.700, um nível agora acessível após o breakdown.

Taxas de funding em derivativos permanecem neutras, refletindo apetite especulativo cauteloso. No mercado de opções, gamma negativa abaixo de US$ 90.000 eleva o risco de volatilidade. Esses indicadores on-chain apontam para um mercado frágil, onde liquidez será o fator decisivo para estabilização ou aprofundamento da correção.

Liquidações e Contexto Geopolítico

A volatilidade provocada por explosões no Irã desencadeou um flash crash, reduzindo temporariamente a capitalização de mercado do Bitcoin para US$ 1,5 trilhão e o total cripto para US$ 2,6 trilhões. Liquidações totalizaram US$ 2,54 bilhões em 24 horas, com US$ 1,14 bilhão em uma única hora, ampliando o pânico.

Fatores macro, como a nomeação de Kevin Warsh para a cadeira do Fed por Trump — vista como hawkish —, impulsionaram o dólar e desfizeram o rali de metais preciosos, pressionando ativos de risco. O CoinDesk 20 Index caiu 12,4% na semana, alinhando-se à perda de 9,2% do Bitcoin.

Sentimento e Níveis Críticos a Monitorar

O Crypto Fear & Greed Index atingiu “extreme fear”, nível historicamente associado a reversões, conforme Santiment. Comentários bearish em redes sociais atingiram extremos, atuando como indicador contrarian. No entanto, os dados priorizam níveis técnicos: suportes em US$ 75.000 (próxima mínima de 2025) e US$ 80.700 (True Mean); resistências em US$ 83.400 e média móvel de 50 períodos (~US$ 81.800).

Traders devem observar volume e oferta em perda dos STH para sinais de exaustão vendedora. A utilidade reside em monitorar esses patamares para decisões baseadas em dados, sem viés direcional.


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Baleia cartoon dourada engolindo BTC caindo em oceano tempestuoso enquanto peixes retail fogem em pânico, simbolizando acumulação de baleias na queda do Bitcoin

Baleias Acumulam Bitcoin na Queda: Varejo Sai em Massa

Os dados mostram uma clara divergência entre varejo e baleias no mercado de Bitcoin: enquanto holders com menos de 10 BTC distribuem posições em meio à queda abaixo de US$ 80 mil, carteiras com 10 mil BTC ou mais mantêm acumulação neutra a positiva. Sardinha vende no medo e baleias compram o mergulho, transferindo riqueza em tempo real. O BTC negocia a US$ 77.661 (-7,8% em 24h).


Dados Glassnode: Baleias em Acumulação

O Accumulation Trend Score da Glassnode, calculado com base em saldos e aquisições nos últimos 15 dias, revela que apenas o coorte de baleias com 10.000 BTC ou mais apresenta tendência de acumulação leve (score próximo a 1). Todos os outros grupos, especialmente varejo com menos de 10 BTC, estão em distribuição persistente há mais de um mês.

Desde novembro, quando o BTC caiu para US$ 80 mil, as mega-baleias mantêm equilíbrio neutro-positivo. Paralelamente, o número de entidades com pelo menos 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303, indicando que grandes players absorvem a oferta durante a correção. Esses dados on-chain sugerem que o selloff não altera a estratégia de holders institucionais.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil e Novos Endereços

Pela primeira vez desde abril de 2025, o Bitcoin negociou abaixo de US$ 80 mil, atingindo US$ 78 mil. Apesar da volatilidade, a rede registrou 335.772 novos endereços em 24 horas — o maior volume diário em dois meses, desde novembro de 2025.

Esse influxo ocorreu na faixa dos US$ 81 mil, sinalizando entrada oportunista de novos acumuladores. A métrica reforça demanda relativa mais forte, com BTC caindo 5,6% contra 10% do ouro no mesmo período (quinta a sexta-feira). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 410.138 (-7,74% em 24h, volume de 501 BTC).

Níveis Técnicos a Observar

O BTC perdeu a estrutura de cunha ascendente, com risco de recuo adicional de 12,6% para US$ 75.850. Suporte imediato em US$ 78.763; perda abre caminho para US$ 75.895. Resistência em US$ 82.503 (suporte perdido) e US$ 87.210.

Reconquista de US$ 87 mil indicaria força compradora renovada. Métricas on-chain em melhora, como novos endereços e acumulação de baleias, contrastam com pressão vendedora de varejo. Investidores monitoram esses níveis para posicionamento, em um mercado com variação diária de US$ 75.773-84.266 (baixa-alta 24h).

Implicações para o Mercado

A transferência de BTC de mãos pequenas para grandes holders é um padrão recorrente em correções. Com ouro a R$ 25.709 (-8,9%), o BTC demonstra resiliência relativa. Traders atentos aos dados Glassnode veem oportunidade em observar fluxos on-chain para medir capitulação varejista versus convicção de baleias.


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Baleias colossais devorando chamas vermelhas em abismo digital com fragmentos 370K, simbolizando acumulação em fire sale do Bitcoin

Bitcoin em ‘Fire Sale’: Baleias Movem 370k BTC em Medo Extremo

O Bitcoin Rainbow Chart sinaliza zona de ‘fire sale’, com o BTC negociando em torno de US$ 83 mil após queda de 30% desde outubro de 2025. No entanto, detentores de longo prazo (LTHs), ou baleias, movimentaram mais de 370 mil BTC no último mês, segundo a Glassnode. É importante considerar: essa liquidação invisível pode estar limpando o livro de ordens e pressionando ainda mais o preço em um mercado de medo extremo?


Zona de ‘Fire Sale’ no Rainbow Chart

O Bitcoin Rainbow Chart, uma ferramenta logarítmica de longo prazo, posiciona o BTC na banda inferior, historicamente associada a níveis de subvalorização profunda. Após meses de correções, o preço caiu abaixo da média móvel de 100 semanas em US$ 85 mil, atingindo mínimas próximas de US$ 81 mil. Essa zona é vista por alguns como oportunidade de compra, reminiscentes de ciclos passados onde o ativo se recuperou fortemente.

Contudo, o risco aqui é que tais ‘fire sales’ frequentemente coincidem com capitulações amplas. Lembre-se do ciclo de 2022, quando quedas semelhantes levaram a liquidações bilionárias e prolongaram o mercado de baixa. Traders agora miram suportes em US$ 75 mil ou até a média de 200 semanas em US$ 58 mil, o que exige cautela antes de qualquer otimismo.

Atividade Intensa das Baleias de Longo Prazo

Dados brutos on-chain revelam que LTHs gastaram em média 12 mil BTC por dia nos últimos 30 dias, totalizando mais de 370 mil BTC. Métricas líquidas, como o Net Position Change, subestimam isso em 2,5 vezes, mostrando apenas 144 mil BTC de distribuição neta. Isso ocorre porque novos coins maturam de detentores de curto prazo para LTHs, mascarando o volume real de saídas.

O risco aqui é significativo: baleias de longa data, historicamente mais resilientes, estão despejando volumes que limpam ordens de compra no caminho. Em mercados voláteis, isso pode amplificar quedas, como visto em eventos passados de pânico onde holders experientes capitalizaram em topos para proteger ganhos acumulados.

Contexto Macro e Medo Extremo

O movimento coincide com volatilidade macro: após reunião do Fed, sem sinais de afrouxamento urgente, ativos de risco sofreram. Ouro e prata caíram duplas dígitos, equities como Microsoft perderam bilhões, e cripto registrou US$ 960 milhões em liquidações só em BTC. O Fear & Greed Index marca 16, nível de ‘medo extremo’.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 437.597,73 (+1,77% em 24h). No Brasil, isso equivale a uma desvalorização relevante em reais, considerando o dólar firme. Atenção para a próxima reunião da Casa Branca com executivos cripto, que pode trazer volatilidade adicional.

O Que Observar Agora

Para investidores, é essencial monitorar o volume gasto por LTHs versus novas entradas, o Realized Profit/Loss Ratio (em 1,7, sinal de frustração crescente) e suportes chave. Apesar do Rainbow Chart sugerir valor, o contraponto é o risco de mais pressão vendedora de holders experientes. Pergunta retórica: será que essa ‘promoção’ esconde uma armadilha para compradores precipitados? Priorize liquidez e evite alavancagem em cenários incertos — proteção vem primeiro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon escavando tesouro Bitcoin sob gelo rachado do bear market, simbolizando visão institucional otimista apesar da queda

Contradição de Mercado: Institucionais Veem Bitcoin Barato Apesar da Queda

Uma pesquisa da Coinbase Institutional e Glassnode revela uma contradição no mercado cripto: 26% dos investidores institucionais classificam o setor em fase de baixa, mas 70% deles veem o Bitcoin como subvalorizado e mantêm ou aumentam posições. Realizado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 com 148 participantes, o estudo destaca resiliência institucional apesar da volatilidade recente, contrastando com o FUD midiático. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 463.718 com variação de -0,36% em 24 horas.


Sentimento Bearish Crescente, Mas Controlado

O levantamento mostra que 26% dos institucionais e 21% dos não institucionais agora veem o mercado em bear market, um salto em relação aos 2% e 7% da pesquisa anterior. Esse aumento acompanha o Indicador de Ciclo Bull-Bear da CryptoQuant, abaixo de zero desde outubro de 2025, e comentários de analistas como Julio Moreno, que aponta desaquecimento da demanda como fator chave.

Os dados refletem a volatilidade de curto prazo, com o Bitcoin corrigindo após picos em 2025. No entanto, o percentual de baixa permanece minoritário, sugerindo que a percepção de baixa é tática, não estratégica. Instituições, com horizontes longos, priorizam fundamentos sobre oscilações diárias.

Maioria Mantém Posições e Vê Oportunidade

Apesar do pessimismo declarado, ações concretas divergem: 62% das instituições e 70% dos não institucionais mantiveram ou ampliaram exposições desde outubro. Ademais, 49% dos institucionais e 48% dos não institucionais não alterariam alocações mesmo com quedas acima de 10%. Cerca de 31% dos grandes investidores planejam comprar mais em recuos.

Essa convicção fundamenta-se na visão de subvalorização: 70% das instituições e 60% dos retail consideram o BTC barato. Indicadores como MVRV de 30 dias negativos para BTC e altcoins reforçam isso, sinalizando risco reduzido para entradas, conforme Santiment.

Perspectiva Construtiva para o Início de 2026

David Duong, da Coinbase, e analistas da Glassnode mantêm visão positiva para o Q1 2026. Fatores incluem inflação estável em 2,7%, PIB dos EUA projetado em 5,3% pelo Fed de Atlanta, e expectativa de 50 pontos-base em cortes de juros. Avanços regulatórios, como o CLARITY Act, podem ampliar adoção.

Riscos incluem inflação alta ou tensões geopolíticas, mas o cenário base favorece ativos de risco. O Crypto Fear & Greed em ‘medo’ sugere acumulação discreta antes de reversões históricas.

Medo ou Oportunidade para Investidores?

Os dados expõem discrepância entre narrativa de baixa de curto prazo e otimismo institucional de longo prazo. Enquanto o varejo pode reagir ao FUD, tubarões acumulam em correções, vendo subvalorização. Investidores devem monitorar macroeconomia e on-chain para posicionamento. Com BTC a ~US$ 87.850 (USD/BRL 5,29), o momento testa convicções.


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Pilar dourado do Bitcoin com base '92K' rachando sob cascata vermelha de liquidações, simbolizando queda e suportes quebrados

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 92 Mil com Liquidações de US$ 870 Milhões

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 92 mil em uma queda repentina nesta segunda-feira (19), impulsionada por liquidações superiores a US$ 870 milhões em posições compradas no mercado de derivativos. O movimento ocorreu em meio a tensões comerciais entre EUA e UE, com tarifas anunciadas por Trump, levando a um risco-off generalizado. Segundo o CoinDesk, cerca de US$ 600 milhões em posições compradas foram varridos, enquanto altcoins como Solana e Dogecoin caíram ainda mais. Até onde vai essa sangria?


Volume Oceânico de Liquidações

A liquidação de US$ 680 milhões em posições compradas reflete o excesso de alavancagem acumulada após o rali recente para US$ 96 mil. Dados da CoinGlass indicam quase 250 mil traders afetados, com longs representando 90% do total. Plataformas como Binance viram picos de liquidações, ampliando a pressão vendedora durante a abertura asiática.

Esse fenômeno é típico de mercados sob tensão, onde o colapso de uma posição cascateia para outras. O open interest do Bitcoin caiu, sinalizando redução de exposição por traders institucionais e varejistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 500.026,52, com variação de -2,38% em 24 horas e volume de 185 BTC.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

Glassnode destaca que o avanço para US$ 96 mil foi mechanicamente impulsionado por fluxos de derivativos e liquidações de shorts, sem suporte robusto de demanda spot. A liquidez fina nos futuros deixa o preço vulnerável a reversões bruscas. CryptoQuant alerta que a demanda permanece fraca, com o BTC abaixo da média móvel de 365 dias em US$ 101 mil, atuando como barreira de regime.

Suportes chave foram rompidos: US$ 93 mil (diário) e agora testando US$ 92 mil. O próximo patamar crítico é US$ 90 mil, alinhado com acumulações de holders de longo prazo. Vendas de LTHs desaceleraram, mas fluxos spot em exchanges como Coinbase mostram estabilização tênue de compras.

Contexto Macro e Trade War

O gatilho foi o anúncio de Trump de tarifas de 10% em oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, ligado a disputas sobre Groenlândia. Mercados globais reagiram com risco-off: Nasdaq futuros -1,3%, ouro em ATH de US$ 4.600 (+1,7%). Altcoins sofreram mais, com Solana -6,7%, XRP -4% e Dogecoin -7%.

A UE convocou reunião de emergência, e Macron defende “trade bazooka” contra os EUA. Com spot markets americanos fechados por MLK Day, a volatilidade persiste. Ouro vs. Bitcoin ilustra rotação para ativos safe-haven tradicionais.

Próximos Suportes e Implicações

Os dados sugerem que sem demanda spot sustentada, o Bitcoin pode testar US$ 90 mil ou até US$ 85 mil em cenários de piora macro. No entanto, estabilização de fluxos em Binance e redução de vendas em Coinbase indicam possível piso. Traders devem monitorar baixa implied volatility em opções, com proteção downside em contratos longos.

Para investidores brasileiros, a cotação em reais reforça a correlação global, mas volume local moderado (185 BTC/24h) sugere resiliência relativa. Vale acompanhar ETF inflows nos EUA, que tiveram semana forte recente.


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Silhueta surreal de baleia digital absorvendo fluxo dourado de 110K BTC em oceano cibernetico, simbolizando acumulação massiva por grandes detentores

Baleias Acumulam 110 Mil BTC: Maior Compra Desde FTX

Grandes detentores de Bitcoin, conhecidos como cohort Fish-to-Shark (carteiras de 10 a 1.000 BTC), acumularam cerca de 110 mil BTC nos últimos 30 dias, o maior volume desde o colapso da FTX em 2022. Dados da Glassnode revelam uma ‘limpeza de estoque’ das exchanges, com esses investidores transferindo ativos para carteiras de mãos fortes em meio à consolidação de preços.


Detalhes da Acumulação Fish-to-Shark

O cohort Fish-to-Shark, que inclui indivíduos de alto patrimônio, mesas de negociação e entidades institucionais menores, elevou sua posse total para quase 6,6 milhões de BTC. Esse aumento de aproximadamente 200 mil BTC em dois meses demonstra apetite voraz por Bitcoin mesmo com o ativo preso em um range estreito, entre US$ 80.000 e US$ 95.000.

Segundo os dados da Glassnode, essa é a maior taxa de acumulação mensal desde novembro de 2022, quando o preço despencou para US$ 15.000 após a falência da FTX. A estratégia sugere visão de longo prazo, com essas carteiras raramente vendendo em momentos de baixa.

Movimentos dos Pequenos Detentores

Não são apenas as baleias: os Shrimps, investidores de varejo com menos de 1 BTC, acumularam mais de 13 mil BTC nas últimas semanas, o maior ganho desde novembro de 2023. Seus saldos coletivos agora somam cerca de 1,4 milhão de BTC, indicando demanda ampla pelo ativo.

Esse comportamento reativo dos pequenos holders, sensível à volatilidade, reforça a ideia de que o mercado identifica valor profundo no Bitcoin atual. Segundo o CoinDesk, tanto grandes quanto pequenos investidores estão adicionando exposição, possivelmente sinalizando o fim de uma fase corretiva.

Contexto de Mercado e Cotação Atual

O Bitcoin negocia em torno de US$ 95.400 globalmente, 25% abaixo do ATH de outubro, mas 15% acima da mínima de novembro em US$ 80.000. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 514.232, com variação de +0,4% nas últimas 24 horas e volume de 83,71 BTC.

A comparação com o pós-FTX é relevante: naquela época, a acumulação similar precedeu uma recuperação prolongada. Hoje, com ETFs e adoção corporativa mais maduros, esse fluxo pode indicar ignição para um novo rali.

Implicações para Investidores

Essa acumulação representa um teste de confiança no Bitcoin como reserva de valor. As mãos fortes limpando o estoque das exchanges reduzem a oferta disponível, o que historicamente pressiona preços para cima em ciclos de alta. Investidores de varejo podem monitorar o suprimento em exchanges e o mNAV para confirmar tendências.

Os dados sugerem que, apesar da consolidação atual, o apetite por BTC permanece robusto. Vale acompanhar os próximos relatórios da Glassnode para validar se essa tendência persiste.


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Balança desequilibrada com executivo cartoon empilhando três blocos BTC contra minerador exausto com um pequeno, simbolizando empresas comprando 3x mais que mineradores

Empresas Compram 3x Mais BTC do que Mineradores: Escassez On-Chain

Enquanto você hesita, as empresas estão limpando o estoque de Bitcoin dos mineradores. Dados on-chain da Glassnode mostram que tesourarias corporativas acumularam cerca de 260 mil BTC nos últimos seis meses, três vezes mais do que os 82 mil BTC produzidos pela mineração. Isso representa um aumento de US$ 25 bilhões em balanços empresariais, sinalizando um choque de oferta real que pode sustentar preços acima de US$ 94 mil — ou R$ 508 mil no Brasil.


Crescimento Rápido das Tesourarias Corporativas

As holdings de Bitcoin em tesourarias públicas e privadas saltaram de 854 mil para 1,11 milhão de BTC no período analisado. Esse ritmo equivale a cerca de 43 mil BTC por mês, demonstrando confiança crescente das empresas no BTC como reserva de valor estratégica. A expansão adicionou aproximadamente US$ 25 bilhões aos balanços corporativos, em um contexto de volatilidade macroeconômica favorável a ativos de risco como o Bitcoin.

A MicroStrategy lidera com 687 mil BTC, representando 60% do total corporativo — valorado em US$ 65 bilhões. A empresa retomou compras em janeiro, adquirindo 13.627 BTC entre os dias 5 e 11, sua maior operação desde julho. Outros players como MARA Holdings, com 53 mil BTC, reforçam essa tendência de acumulação por mineradoras e firmas tradicionais.

Produção Mineradora Não Accompanha a Demanda

Mineradores produziram em média 450 BTC por dia, totalizando 82 mil no semestre — menos de um terço das aquisições corporativas. Essa disparidade cria um desequilíbrio de oferta, onde a demanda institucional absorve todo o fluxo novo e mais. Com mineradores optando por hodlar porções de sua produção, a liquidez disponível no mercado diminui, potencializando pressões altistas no preço.

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 508.606 segundo o Cointrader Monitor (alta de 2,84% em 24h), esse fenômeno on-chain ganha relevância para investidores locais atentos a ciclos de adoção.

ETFs Amplificam o Efeito Institucional

Spot Bitcoin ETFs nos EUA registraram inflows de US$ 22 bilhões em 2025, com BlackRock liderando. Esse apetite remove ainda mais BTC da circulação, complementando as tesourarias corporativas. Analistas como Matt Hougan, da Bitwise, preveem que, se persistir, a demanda de ETFs esgotará vendedores existentes, impulsionando o preço de forma parabólica.

Início de 2026 mostra inflows líquidos de US$ 500 milhões, apesar de outflows iniciais. Combinado às compras corporativas, isso reforça a narrativa de escassez estrutural, beneficiando holders de longo prazo.

Implicações para Investidores e o Ciclo Bullish

Esse ‘despertar das baleias corporativas’ não é teoria: é realidade mensurável on-chain. Para brasileiros, significa monitorar tesourarias como MicroStrategy e ETFs globais, que sustentam o BTC em faixas elevadas. Com volume 24h robusto nas exchanges locais, o momento favorece estratégias de acumulação gradual.

Os dados sugerem que o suporte de preço em US$ 90-94 mil é sólido, com potencial para novas máximas se o ritmo institucional continuar. Vale acompanhar atualizações da Glassnode para ajustes táticos.


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Monolito dourado Bitcoin com rachaduras vazando plasma vermelho e engrenagens enferrujadas na base, simbolizando saídas de ETFs e mineradores em xeque aos 90k

Bitcoin Cai para US$ 90k com Saídas de ETFs e Mineradores em Xeque

BTC 90k: comprar o dip ou vender? Os dados apontam cautela. O Bitcoin recuou para US$ 90.300 após falha no rally inicial na sexta-feira, pressionado por saídas recordes de US$ 934,8 milhões em ETFs nos últimos três dias (Farside) e queda abaixo do breakeven de mineradores em US$ 91k. Dados de emprego mistos nos EUA (50k vagas vs. 60k esperadas) e inflação em alta adicionam incerteza.


Queda do Preço e Níveis Técnicos Críticos

O Bitcoin testou US$ 92k no início da sessão, mas falhou em sustentar o momentum, caindo 1% nas últimas 24 horas para US$ 90.624. Enquanto Nasdaq sobe 1% e S&P 500 ganha 0,8%, o BTC underperforma, sinalizando fraqueza relativa. Suportes chave incluem US$ 89.500 (média móvel 50 dias) e US$ 87k (Fibonacci 61,8% do rally recente). Uma quebra abaixo de US$ 89k pode acelerar vendas para US$ 85k. Dados on-chain da Glassnode indicam pressão de venda na faixa US$ 92k-117k, onde compradores recentes buscam saída sem prejuízo.

Volume spot permanece baixo, sugerindo consolidação. Investidores devem monitorar RSI (atualmente 45, neutro) para sinais de sobrevenda abaixo de 30.

Saídas em ETFs Refletem Mudança de Sentimento

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram o terceiro dia consecutivo de saídas, com US$ 205,5 milhões na quinta-feira, totalizando US$ 934,8 milhões (Farside). Fluxo líquido de 7 dias ainda positivo em US$ 240,7 milhões, mas desalavancagem tática pós-fim de ano explica o movimento. Sean Dawson, da Derive, aponta realocação de capital e falha em romper US$ 92k como fatores. Sentimento piora com incertezas macro, como operação EUA-Venezuela e pedidos de auxílio-desemprego em alta.

Entradas superaram saídas em apenas dois dias no ano, reforçando que o otimismo inicial de 2026 esfria. Fluxos de ETFs espelham o mercado spot, ajudando a ditar direção do preço.

Mineradores Sob Pressão: Breakeven e Hashrate Estagnado

O BTC opera abaixo do ponto de equilíbrio full-cycle dos mineradores (US$ 91k-96k em hubs como Texas WAHA), congelando expansão de hashrate após crescimento em 2024-2025. Difficulty ajustou -1,2%, mas rede segura. Glassnode mostra acumulação neta de 663 BTC pelos mineradores, evitando capitulação em massa. Custos operacionais e capex pressionam margens, forçando consolidação interna sem vendas forçadas.

Setor pivota para AI (Hut 8, IREN up 2-4%), enquanto hashrate prioriza sobrevivência. Sem colapso estrutural, mas estresse eleva risco de vendas se preço cair mais.

Cotação em Reais e Implicações para Brasileiros

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 488.807 (+0,19% 24h, volume 198 BTC). Equivalente a ~US$ 90.600 confirma pressão global. Para portfólios brasileiros, níveis de suporte em R$ 480k são chave; stop-loss abaixo de R$ 475k protege contra downside. Dados macro EUA (desemprego 4,4%, inflação 4,2%) sugerem consolidação, com Fed em foco.

Vale monitorar inflows futuros em ETFs e hashrate para reversão.


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Balança geométrica abstrata em equilíbrio perfeito com prisma Bitcoin central, ilustrando fase lateral estável prevista para 2026

CryptoQuant: Bitcoin Entra em Fase Lateral ‘Chata’ Sem Crash em 2026

O CEO da CryptoQuant, Ki Young Ju, alerta para uma fase lateral ‘chata’ no Bitcoin, com inflows estagnados e capital rotacionando para ações e commodities. Dados da Glassnode mostram cooldown no realized profit, permitindo breakout acima de US$ 94 mil. Sem crash de mais de 50% em 2026, o mercado sugere range trading paciente, evitando FOMO ou FUD excessivo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 488.679 com variação de -0,59% nas últimas 24h.


Inflows Estagnados e Mudança Estrutural

O Realized Cap do Bitcoin parou de subir, sinalizando ausência de novos capitais. Ki Young Ju destaca que instituições de longo prazo alteraram o ciclo tradicional de venda de whales para varejo. Empresas como MicroStrategy, com 673 mil BTC, não farão dump massivo. Capital migrou para ‘ações e pedras brilhantes’ (commodities), tornando timing de inflows menos previsível. Essa rotação explica a estagnação, com BTC oscilando abaixo de níveis de recuperação chave no fim de 2025.

Dados on-chain reforçam: demanda de varejo em queda de 30 dias, conforme analista Maartunn. Sem influxo fresco, o preço entra em consolidação, desafiando expectativas de bull imediato ou colapso violento.

Cooldown no Realized Profit Precede Breakout

A Glassnode registra queda no realized profit para US$ 183,8 milhões em dezembro, após pico de US$ 3 bilhões em novembro. Essa exaustão de pressão vendedora permitiu estabilização e alta acima de US$ 94 mil na semana 1 de 2026. Holders de longo prazo reduziram distribuição, limpando estrutura de mercado.

O MVRV de short-term holders (STH, <155 dias) abaixo de 1 indica prejuízo não realizado para entrantes recentes, zona de acumulação sem euforia. Relatório semanal da Glassnode descreve ‘mercado mais limpo’, com ETF spot positivos, mas irregulares.

Indicadores NUPL e MVRV: Expectativas Calibradas

O NUPL perto de 0,3 (CryptoZeno) marca zona de holding entre recuperação e risco renovado. Holders médios em lucro modesto, longe de excessos cíclicos. Ki descarta crash de ATH como em bears passados: ‘Shorting aqui? Boa sorte’. Glassnode corrobora com reset em derivatives e profit-taking.

Perspectivas divididas: Bitwise vê rally se regulação e equities ajudarem; Doctor Profit alerta downside limitado curto prazo. Dados sugerem paciência: monitore Realized Cap e MVRV para sinais de rotação reversa.

Estratégia para Range Trade em 2026

Para brasileiros, com BTC a R$ 488 mil, foque em range trading entre suportes/resistências chave. Evite apostas em nuke ou pump imediato. Instituições estabilizam supply, mas volatilidade persiste com Fed e geopolítica. Calibre expectativas on-chain: sideways constrói base para upside sustentável, premiando holders pacientes.


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Baleia trader cartoon despejando fluxo vermelho de ETH sobre prisma rompendo wedge descendente com luz cyan, simbolizando vendas de US$971M mas rali persistente

Baleias Vendem US$ 971 Milhões em ETH: Rali Continua?

Baleias de Ethereum com saldos entre 100 mil e 1 milhão de ETH venderam cerca de 300 mil unidades nos últimos três dias, totalizando US$ 971 milhões aos preços recentes. O ETH negocia em torno de US$ 3.161, após romper um wedge descendente de dois meses. Os dados da Santiment mostram aumento na oferta, enquanto o Glassnode indica investidores de longo prazo inativos, criando um conflito entre pressão vendedora e padrão de alta técnica. Isso importa para traders avaliando se o rali prossegue ou corrige.


Vendas de Baleias Aumentam Pressão de Oferta

Os dados on-chain da Santiment revelam que carteiras detentoras de 100 mil a 1 milhão de ETH distribuíram aproximadamente 300 mil ETH desde o rompimento do padrão gráfico. Essa movimentação, equivalente a US$ 971 milhões, reflete ceticismo entre grandes investidores quanto à sustentabilidade do rali atual. Baleias frequentemente realizam lucros durante impulsos de alta, elevando a oferta disponível e testando a liquidez do mercado.

Esse comportamento não garante reversão imediata, mas os números indicam risco elevado no curto prazo. Transações de grande volume impactam dinâmicas de preço, especialmente se a demanda não absorver o influxo. O ETH, que subiu de forma consolidada nas últimas semanas, agora enfrenta esse teste de distribuição durante o movimento de força.

Investidores de Longo Prazo Estabilizam o ETH

Contrabalançando as vendas, o índice Liveliness do Ethereum, conforme Glassnode, caiu desde o fim de dezembro de 2025. Essa queda sinaliza que moedas detidas por longo período permanecem imóveis, com holders optando por retenção em vez de venda. Investidores de longo prazo representam uma base estável, reduzindo volatilidade e oferta circulante disponível para pressão descendente.

Essa retenção pode mitigar impactos das baleias, reforçando a estrutura de suporte. Quando holders antigos mantêm posições, o preço ganha resiliência, permitindo que padrões técnicos como o rompimento do wedge descendente se desenvolvam sem interrupções abruptas. Os dados sugerem confiança de longo prazo apesar da distribuição curta.

Análise Técnica: Alvos e Suportes Críticos

O gráfico diário mostra o ETH confirmando rompimento de um wedge descendente acumulado por dois meses, projetando potencial de alta de 29,5% até US$ 4.061. Objetivo intermediário em US$ 3.447, com suporte chave em US$ 3.287. Manter esse nível valida a tese altista, abrindo caminho para US$ 3.607.

No downside, perda de US$ 3.131 abre para US$ 3.000 ou US$ 2.902, invalidando o rompimento. Variação 24h de -3,48% reforça cautela, com volume monitorado para confirmar direção.

Contexto em Altcoins: Pressão Similar no XRP

Um padrão semelhante aparece no XRP, onde 83% da oferta está em lucro, incentivando vendas de curto prazo. Carteiras recentes reduziram de 5,7% para 4,9% da oferta em sete dias, per Glassnode e Santiment. XRP em US$ 2.15 (-6,99% 24h) testa resistência em US$ 2.36, com risco de correção para US$ 1.80 se MFI sobrecomprado persistir.

Essa dinâmica em altcoins destaca como lucratividade elevada gera distribuição, um risco compartilhado pelo ETH. Traders devem observar inflows em exchanges e ondas HODL para ETH e pares similares.


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Núcleo dourado Bitcoin ascendendo de cânion digital de 80K para pico 150K, simbolizando fundo on-chain e projeções altistas para traders

Indicadores On-Chain Sugerem Fundo do Bitcoin: Alvos Até US$ 150k

Os dados on-chain da Glassnode mostram que a queda do Bitcoin para cerca de US$ 80.000 em novembro de 2025 marcou um fundo de mercado, alinhado historicamente com ciclos de baixa. Analistas da Bernstein confirmam essa mínima e projetam US$ 150.000 até o fim de 2026, enquanto John Bollinger identifica um rompimento de Bollinger Bands squeeze mirando US$ 107.000. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 495.516,03 (-2,37% em 24h).


Métrica Glassnode: Razão Profit/Loss de Holders de Curto Prazo

A razão entre suprimento de holders de curto prazo (menos de 155 dias) em lucro e prejuízo atingiu 0,013 em 24 de novembro, quando o Bitcoin tocou US$ 80.000. Esse nível extremo coincide com fundos maiores em 2011, 2015, 2018 e 2022, conforme dados da Glassnode. Na mínima, o suprimento em prejuízo saltou para 2,45 milhões de BTC, o maior desde o colapso da FTX, enquanto em lucro caiu para 30.000 BTC.

Desde então, a métrica recuperou para cerca de 0,5, com suprimento em prejuízo em 1,9 milhão de BTC e em lucro em 850.000 BTC. Historicamente, quando se aproxima de 1,0, tende a expandir, sinalizando fase de alta sustentada. Tops ocorrem perto de 100. Os dados sugerem espaço para expansão adicional, com preço subindo 7% para US$ 94.000 no início de 2026.

Bernstein Confirma Fundo e Atualiza Projeções

A Bernstein, liderada por Gautam Chhugani, expressa confiança razoável de que o fundo foi em US$ 80.000, refutando temores de ciclo de quatro anos encerrado no pico de outubro (US$ 126.000). A firma destaca a revolução de ativos digitais impulsionada por demanda institucional, prolongando o bull market atual.

As projeções foram revisadas: Bitcoin a US$ 150.000 em 2026 e US$ 200.000 em 2027. Essa visão considera influxos contínuos em ETFs e adoção corporativa, com o mercado superando preocupações cíclicas tradicionais. No contexto macro, fim do quantitative tightening (QT) do Fed em dezembro de 2025 reforça liquidez favorável.

Análise Técnica de Bollinger: Squeeze e Rompimento

John Bollinger destaca uma base perfeita no gráfico diário do BTC, seguida de Bollinger Bands squeeze e rompimento altista. O bandwidth atingiu mínima, comprimindo volatilidade, antes de expandir com %B cruzando 1,0 (preço acima da banda superior). Alvos iniciais: US$ 100.000 e US$ 107.000.

A análise de Bollinger mostra BTC consolidando acima de US$ 93.500, com risco de recuo à base se falhar. Para ETH e XRP, padrões semelhantes, mas BTC lidera (BTC > ETH > XRP). Níveis de suporte em US$ 90.600 e US$ 88.000 (gaps CME) são chave para sustentação.

Níveis Críticos e Cotação Atual no Brasil

Os dados convergem para confirmação de fundo em US$ 80.000, com métricas on-chain e técnicas apontando upside. Traders devem observar resistência em US$ 100.000, suporte em US$ 93.500 e gaps CME. No Brasil, o Bitcoin registra R$ 495.516,03 (volume 24h: 257,89 BTC; var: -2,37%), per Cointrader Monitor.

Expansão da razão Glassnode acima de 1,0 e manutenção do rompimento Bollinger sinalizam potencial para novos máximos. Volumes institucionais e política monetária do Fed são catalisadores a monitorar nos próximos timeframes semanais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.