Personagens institucionais cartoon inflando pulmões ETF Bitcoin com influxo dourado, revertendo saídas e sinalizando acumulação

ETFs Spot Bitcoin Respiram: US$ 258 Milhões Interrompem Saídas

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram US$ 258 milhões em influxos na terça-feira (24/02), interrompendo cinco semanas consecutivas de saídas que somaram US$ 4 bilhões em fundos cripto. Fidelity e BlackRock lideraram as entradas, enquanto instituições venderam 25 mil BTC no Q4 de 2025. O movimento sugere uma limpeza de mãos fracas, abrindo espaço para nova acumulação em meio à recuperação do BTC para US$ 65 mil.


Influxos Liderados por Grandes Gestoras

O Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) captou quase US$ 83 milhões, enquanto o iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock registrou US$ 79 milhões em entradas, segundo dados da Farside. Esse fluxo positivo de US$ 257,7 milhões compensou as saídas de US$ 203,8 milhões da segunda-feira, revertendo o saldo semanal para território positivo.

Apesar da volatilidade, os fluxos acumulados nos ETFs spot superam US$ 54 bilhões, com ativos sob gestão em US$ 81,3 bilhões — uma queda de 30,5% desde o pico de US$ 117 bilhões no início de 2026. O mercado está construindo bases sólidas, com holders institucionais mantendo posições apesar das oscilações.

Saídas Massivas Limpam Mãos Fracas

Os fundos cripto enfrentaram US$ 4 bilhões em saídas nas últimas cinco semanas, com US$ 288 milhões apenas na semana passada. Bitcoin liderou as perdas com US$ 215 milhões em outflows, principalmente dos EUA (US$ 347 milhões), enquanto Europa e Canadá registraram entradas modestas de US$ 60 milhões.

Adicionalmente, instituições como consultores e hedge funds venderam 25 mil BTC (cerca de US$ 1,6 bilhão) no quarto trimestre de 2025, reduzindo para 311.700 BTC em posse. Volumes de negociação caíram para US$ 17 bilhões, o menor desde meados de 2025, indicando sidelined capital à espera de sinais macro.

Perspectiva de Acumulação e Adoção

Essa ‘dança do dinheiro institucional’ reflete uma maturação do mercado. Analistas como James Seyffart veem as vendas como fração mínima da capitalização de US$ 1,3 trilhão do Bitcoin. Quase 45% da oferta circulante está underwater, mas isso limpa posições especulativas, fortalecendo fundamentos para o ciclo atual pós-halving.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 337.191 avança 3,1% em 24h, com o dólar em torno de R$ 5,15. Fluxos revertidos nos ETFs sinalizam confiança de longo prazo na adoção, ecoando tesourarias corporativas e ETFs como indicadores chave.

O Que Esperar Agora

O otimismo fundamentado prevalece: saídas recentes podem preceder um novo ciclo de acumulação, similar a fases passadas onde limpeza precedeu valorizações expressivas. Investidores atentos aos fluxos de ETF e macroeconomia — como taxas de juros e relatórios econômicos — posicionam-se para tendências de adoção global. O ecossistema cripto se fortalece, independentemente de ruídos de curto prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Fidelity e Bitwise coletando Bitcoins dourados espalhados no chao digital com 370K rachado, simbolizando oportunidade de compra

Fidelity e Bitwise Veem Oportunidade no Bitcoin Abaixo de R$ 370 Mil

Gigantes como Bitwise e Fidelity estão vendo os preços atuais do Bitcoin, abaixo de US$ 70 mil (cerca de R$ 365 mil), como uma oportunidade de entrada para instituições. Para o investidor brasileiro comum, isso significa hora de pensar em aportes constantes, ignorando a volatilidade do dia a dia. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 372.672 agora, com alta de 2,32% em 24 horas.


O Que a Bitwise Está Fazendo Agora

O CEO da Bitwise, Hunter Horsley, afirmou que o Bitcoin abaixo de US$ 70 mil é como uma “nova mordida na maçã” para instituições que perderam a chance em altas anteriores. Apesar do mercado em baixa, com BTC caindo 22,6% em 30 dias, os fundos da Bitwise receberam mais de US$ 100 milhões em um só dia, quando o preço estava em US$ 77 mil. Isso mostra que grandes players estão comprando na baixa, vendo o momento como correção macro, não fim do ciclo.

Para nós, brasileiros, isso equivale a ignorar o pânico do mercado global. Se instituições com bilhões gerenciados estão aportando, o pequeno investidor pode seguir a mesma lógica: comprar aos poucos, convertendo reais em BTC via exchanges locais, sem tentar adivinhar o fundo.

A Visão Prática da Fidelity

Jurrien Timmer, diretor de macro da Fidelity, destacou US$ 65 mil (cerca de R$ 339 mil, com dólar a R$ 5,21) como ponto de entrada atraente. Ele usa gráficos mostrando suporte nessa zona, após pico acima de US$ 120 mil em 2025. A queda veio com volatilidade pós-nomeação de Kevin Warsh para o Fed, mas Timmer vê 2026 como ano de consolidação, não crash.

Comparando com ouro, que atraiu mais fluxos recentemente (ETFs de ouro com US$ 52 bilhões vs. US$ 23,5 bilhões em BTC ETPs), ele sugere que BTC deve recuperar quando os fluxos se equilibrarem. Prático: enquanto o ouro subiu, BTC corrige, criando chance para quem tem reais sobrando no fim do mês.

Estratégia de Aporte Constante para Brasileiros

Se Fidelity e Bitwise compram na baixa, o que você faz? Foque em DCA (dollar-cost averaging), ou aporte fixo mensal. Exemplo: R$ 500 por mês em BTC. Se o preço variar de R$ 370 mil para R$ 300 mil, você compra mais na baixa; se subir, menos unidades, mas valoriza. Evite tentar “timing” o mercado – isso é jogo, não investimento.

Considere custos reais: taxas de exchange (0,5-1%), IOF em remessas se usar dólar, e imposto sobre ganhos acima de R$ 35 mil/mês. Comece pequeno, use apps de exchanges com PIX para depósitos grátis. Monitore fluxos de ETFs como BlackRock, que tiveram US$ 231 milhões em inflows recentemente.

Próximos Passos e Cotação Atual

Hoje, BTC em R$ 372.672 (Cointrader Monitor), com volume de 281 BTC em 24h nas exchanges BR. Ouro caiu de pico, mas BTC resiste. Acompanhe suporte em US$ 65 mil a US$ 70 mil; rompimento para cima pode levar a US$ 75 mil.

Ação prática: defina alerta em R$ 340 mil (US$ 65 mil), prepare seu aporte. Lembre: cripto é volátil, mas histórico mostra recuperação pós-correções. Faça contas no seu orçamento familiar antes.


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Prisma hexagonal de Ethereum rachado liberando energia cyan, simbolizando saídas de US$ 80 mi em ETFs e liquidações na Coinbase

Fuga Institucional no Ethereum: ETFs Registram Saídas de US$ 80 Mi

Os ETFs spot de Ethereum registraram saídas líquidas de US$ 80,79 milhões em 5 de fevereiro, com o FETH da Fidelity liderando com US$ 55,78 milhões em saídas. Paralelamente, a Coinbase anotou liquidações recordes de US$ 170 milhões em empréstimos lastreados em cripto na semana, impactando cerca de 3.300 usuários. ETH caiu abaixo de US$ 2 mil, quebrando suportes técnicos chave em meio a uma correção de 26% semanal.


Saídas nos ETFs: Fidelity na Frente

Os dados da SoSoValue indicam que o FETH da Fidelity foi responsável por 69% das saídas totais nos ETFs spot de Ethereum em 5 de fevereiro. Apesar da entrada histórica de US$ 2,51 bilhões no FETH, o movimento diário reflete cautela institucional. Grayscale Ethereum Mini Trust registrou entrada de US$ 7,05 milhões e Invesco QETH de US$ 3,53 milhões, mas insuficientes para compensar o saldo negativo.

Os ativos totais dos ETFs agora somam US$ 10,9 bilhões, equivalentes a 4,83% da capitalização de mercado do ETH. Essa dinâmica sugere posicionamento seletivo, sem acumulação ampla, em um contexto de preços voláteis. Atualmente, ETH cotado a US$ 2.011 (R$ 10.544), conforme AwesomeAPI.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

A estrutura de preço do Ethereum enfraqueceu com a perda do suporte em US$ 2.125, agora atuando como resistência. O ativo testou mínimas em US$ 1.750 recentemente e permanece em tendência de baixa no gráfico de 4 horas, sem reversão confirmada.

Níveis de liquidez próximos a US$ 2.200 e US$ 2.300 são monitorados para reações potenciais. Um rompimento sustentado acima de US$ 2.345 seria necessário para sinalizar mudança de tendência. Os dados on-chain mostram detentores médios reduzindo exposição, enquanto grandes carteiras acumulam, indicando divergência entre cohorts.

Liquidações Recordes na Coinbase

Na plataforma Morpho integrada à Coinbase, empréstimos lastreados em BTC e ETH geraram US$ 170 milhões em liquidações na semana, com US$ 90,7 milhões apenas na quinta-feira, afetando 2.000 usuários. Desde janeiro passado, o produto originou US$ 1,8 bilhão em empréstimos, com limites até US$ 5 milhões por cliente.

Com BTC em queda de 17% e ETH de 26% semanalmente, posições supercolateralizadas tornaram-se insustentáveis. A Coinbase notifica usuários a cada 30 minutos sobre riscos, mas 3.300 optaram por não adicionar colateral ou pagar dívidas em USDC. O produto não gera fees diretas de liquidações para a exchange, que lucra via performance fees de gerenciadores de risco.

Níveis a Observar e Contexto de Mercado

As saídas nos ETFs e liquidações de empréstimos reforçam o momentum de baixa, com entradas de exchanges como Binance em níveis de 2022, sugerindo distribuição. Investidores devem monitorar reações nos suportes citados e o AUM dos ETFs para sinais de estabilização.

Bitcoin cotado a R$ 357.535 (Cointrader Monitor), com variação de +3,02% em 24h, oferece contraponto relativo. Dados indicam que a tendência de baixa persiste até reversões técnicas confirmadas.


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Titãs corporativos cartoon construindo plataforma infinita com relógio 24/7 luminoso, simbolizando infraestrutura cripto imparável de Fidelity e CME

Fidelity e CME: Infraestrutura Cripto Institucional Imparável

Enquanto o varejo foge da volatilidade de curto prazo, Wall Street está redesenhando como o dinheiro cripto funciona. O CME Group, maior exchange de derivativos do mundo, planeja lançar sua própria moeda digital em rede descentralizada e implementar trading 24/7 para criptoativos. Ao mesmo tempo, a Fidelity, gestora com US$ 5,9 trilhões em ativos, acaba de lançar a stablecoin FIDD na Ethereum. Esses marcos validam a tese institucional para a próxima década.


CME Group Acelera com Trading Contínuo

O CEO do CME Group, Terrence Duffy, confirmou durante a call de resultados que a exchange avalia emitir um token proprietário em blockchain público, permitindo que traders usem como colateral. Essa iniciativa surge em parceria com o Google, anunciada em 2025, para pagamentos tokenizados e ativos de alta liquidez.

O grande destaque é o trading 24/7, previsto para o início de 2026 após aprovação regulatória. Isso elimina as barreiras de horários bancários tradicionais, permitindo gerenciamento instantâneo de margens e garantias. Em 2025, o volume diário médio de criptoativos no CME atingiu recorde de US$ 13 bilhões, com alta de 92% no Q4. A expansão inclui futuros de Chainlink, Cardano e Stellar, além de Bitcoin, Ethereum, XRP e Solana.

Os fundamentos se fortalecem: o mercado está construindo infraestrutura que atrai capital institucional em escala inédita.

Fidelity Entra no Ecossistema Stablecoin

A Fidelity Digital Assets lançou o FIDD, stablecoin 1:1 lastreada em dólares e títulos do Tesouro americano de curto prazo. Disponível para investidores privados e institucionais via plataformas Fidelity, com resgates diretos a US$ 1. As reservas são divulgadas diariamente e auditadas externamente, atendendo ao GENIUS Act de 2025.

Com US$ 5,9 trilhões sob gestão, a Fidelity não só valida o setor, mas compete com USDT e USDC. Diferente de rivais com transparência questionável, o FIDD prioriza compliance total, abrindo portas para tesourarias corporativas e fundos tradicionais.

Essa movimentação reflete a maturidade: gigantes financeiras agora emitem ativos nativos blockchain.

Trading 24/7 Remove Barreiras Históricas

Tradicionalmente, mercados de derivativos param nos fins de semana, criando gaps de risco no cripto, que opera 24/7/365. O trading contínuo do CME resolve isso, reduzindo exposição a volatilidade noturna e permitindo hedge em tempo real. Instituições, com mandates rígidos de liquidez, agora podem alocar bilhões sem fricções.

Analogia perfeita: assim como o forex evoluiu para 24/5, o cripto vai além com blockchains. Isso atrai fluxos de ETF, pensões e sovereign wealth funds, acelerando a adoção global.

Perspectiva de Longo Prazo: Mercado em Construção

Esses passos do CME e Fidelity confirmam a narrativa de alta: volatilidade curta é ruído, adoção é tendência. Com volumes recordes e infraestrutura robusta, o ecossistema cripto se integra à finança tradicional. Investidores pacientes veem o ciclo se repetir, mas desta vez com players de verdade.

Vale monitorar aprovações regulatórias e listagens do FIDD. Os fundamentos estão mais sólidos que nunca.


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Fortaleza institucional com brecha expelindo fluxo vermelho viscoso sugando capital dourado, ilustrando outflows de US$ 2,9 bi em ETFs BTC

Outflows de US$ 2,9 bi em ETFs de Bitcoin geram pressão no mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 05/02/2026 | MANHÃ

O mercado cripto atravessa um dos períodos mais voláteis de 2026, marcado por uma correção macro-induzida que testou a resiliência dos principais ativos. A pausa momentânea no selloff das ações de tecnologia permitiu que o Bitcoin buscasse uma recuperação acima de US$ 71.000, mas o movimento carece de fundamentos de compra spot, sendo impulsionado majoritariamente por short covering. Enquanto isso, o Ethereum sofre sob o peso de saques institucionais recordes em ETFs e o impacto psicológico de vendas realizadas por Vitalik Buterin. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado por outflows históricos de US$ 2,9 bilhões nos ETFs de Bitcoin, embora o avanço contínuo da adoção institucional, exemplificado por novos projetos da CME e Fidelity, ofereça o contraponto necessário para evitar um pânico generalizado no setor.


🔥 Destaque: Outflows recordes de US$ 2,9 bi em ETFs BTC

A magnitude das saídas de capital nos ETFs spot de Bitcoin nos Estados Unidos tornou-se o principal driver de pressão vendedora no período. Em apenas 12 sessões, o mercado testemunhou a retirada de US$ 2,9 bilhões, o que explica a queda do preço para novos patamares mínimos em 2026. Esse movimento institucional reflete uma recalibração agressiva de riscos diante de dados econômicos decepcionantes vindos dos EUA, especialmente no setor de emprego e tecnologia.

A correlação com o Nasdaq tem sido implacável. À medida que grandes gestoras reduzem a exposição a ativos de risco, o Bitcoin perde o suporte de liquidez que sustentou seu crescimento no início do ano. O cenário atual forçou um expurgo de alavancagem, resultando em mais de US$ 3,25 bilhões em liquidações de posições compradas, o que limpou o mercado de especuladores com alta exposição.

De acordo com dados do mercado de opções, traders profissionais estão demonstrando ceticismo quanto à formação de um fundo imediato. O skew de delta de 30 dias atingiu 13%, sinalizando uma demanda elevada por proteção contra quedas adicionais. Isso sugere que, embora o preço apresente repiques técnicos, a cautela institucional deve manter o teto limitado no curto prazo.

Para o investidor, o foco deve ser o fluxo diário líquido dos ETFs. Uma reversão para entradas positivas será o primeiro sinal verdadeiro de capitulação dos ursos e retorno do apetite institucional. Até que isso ocorra, o Bitcoin permanece vulnerável a retestes frequentes em zonas de menor liquidez.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento global é de incerteza macroeconômica, com investidores monitorando de perto a liderança do Federal Reserve e a força do dólar americano. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 376.213,68, refletindo uma desvalorização de 5,9% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro. Esse movimento acompanha a fragilidade do Ethereum, que viu sua cotação cair para R$ 11.221,63, acumulando perdas severas na semana.

Apesar da volatilidade nos preços à vista, o ecossistema de derivativos institucional continua em expansão. O CME Group reportou volumes recordes de negociação, sinalizando que o capital profissional está migrando para ambientes regulados para gerenciar riscos. Setores como NFT e DeFi, no entanto, enfrentam ventos contrários significativos, com o colapso de volumes em marketplaces tradicionais desafiando a utilidade de longo prazo desses ativos em meio à baixa liquidez.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Incerteza Macro e Dólar Forte: A recalibração das expectativas de juros nos EUA fortalece o dólar, o que historicamente pressiona ativos que dependem de liquidez global, como o Bitcoin.
  • Saídas Institucionais Recordes: A persistência de outflows nos ETFs sinaliza que grandes players podem estar reduzindo o setor cripto em seus portfólios defensivos.
  • FUD no Ecossistema Ethereum: As vendas recentes de 2.961 ETH por Vitalik Buterin, somadas a saídas massivas de ETFs de Ethereum, geram uma narrativa de desconfiança institucional e interna.
  • Colapso de Storage em NFTs: Cerca de 27% das coleções do topo do mercado possuem metadados em servidores centralizados, correndo risco de perda permanente com o fechamento de plataformas como Nifty Gateway.
  • Lavagem de Dinheiro na Ásia: Redes chinesas movimentaram US$ 16,1 bilhões em fundos ilícitos em 2025, o que deve atrair um escrutínio regulatório severo sobre as principais stablecoins (USDT/USDC).

💡 Oportunidades Identificadas

  • Entrada Pós-Expurgo de Alavancagem: O mercado limpou posições alavancadas acima de 4x, criando uma base tecnicamente mais saudável para uma futura recuperação quando o fluxo de ETFs virar.
  • Adoção de RWAs e Tokenização: O anúncio da “CME Coin” e parcerias com o Google para cash tokenizado abre uma avenida de crescimento em ativos do mundo real (RWAs) dentro de blockchains.
  • Migração para Stablecoins Reguladas: O lançamento da FIDD pela Fidelity e o escrutínio sobre redes de lavagem favorecem emissores que priorizam compliance e transparência absoluta.
  • Consolidação em Marketplaces NFT: A saída de competidores fragilizados permite que a OpenSea consolide ainda mais seu domínio, capturando a maior parte do volume em redes como a Ethereum.

📰 Principais Notícias do Período

1. BTC acima de US$ 71k com pausa no selloff tech
O Bitcoin recuperou o patamar de US$ 71.000 após uma queda breve abaixo de US$ 70k, seguindo a estabilização das bolsas globais. Analistas apontam que o movimento foi gerado por short covering, uma vez que a demanda no mercado à vista permanece fraca e os saldos de stablecoins em exchanges continuam caindo.

2. Outflows de US$ 2,9 bi em ETFs BTC pressionam preço
Os ETFs spot de Bitcoin registraram saídas acumuladas de US$ 2,9 bilhões em 12 dias de negociação. A pressão vendedora institucional coincide com uma correção de 26% desde o pico em janeiro e resultou na limpeza de posições alavancadas, preparando o terreno para uma possível base de preço mais sólida.

3. Vitalik Buterin vende US$ 6,6M em ETH
Enquanto o preço do Ethereum cai 30% na semana, wallets ligadas a Vitalik Buterin venderam 2.961 ETH, gerando temores de fuga de capital. Apesar do pânico nos dados on-chain, analistas como Tom Lee defendem que os fundamentos da rede permanecem sólidos para uma futura recuperação.

4. Colapso NFT: Fechamentos Expõem Riscos de Storage
Os volumes de negociação de NFTs despencaram 93% em relação ao auge de 2021, forçando o fechamento de plataformas históricas como Nifty Gateway e Foundation. O encerramento das operações expõe o risco de perda de metadados armazenados em servidores centralizados por colecionadores desatentos.

5. Redes chinesas lavaram US$ 16,1 bi em cripto
A Chainalysis revelou que redes de lavagem de dinheiro processaram somas bilionárias via cripto em 2025, utilizando principalmente o Telegram. O uso intenso de stablecoins nessas operações ilícitas deve acelerar a imposição de regras de KYC e AML mais rígidas globalmente.

6. CME Group explora ‘CME Coin’ em rede descentralizada
O gigante financeiro CME Group confirmou planos para lançar seu próprio token de collateral em uma rede descentralizada. A iniciativa, em parceria com o Google, visa integrar liquidez bancária à infraestrutura blockchain para settlement de negociações 24 horas por dia.

7. Fidelity lança stablecoin FIDD para varejo e Wall Street
A gestora Fidelity iniciou o rollout da FIDD, uma stablecoin lastreada em dólar para atrair investidores institucionais conservadores. O movimento reforça a tese de adoção corporativa, mesmo em períodos de baixa nos preços das criptomoedas principais como o Bitcoin.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos dos ETFs de Bitcoin: A interrupção dos outflows diários é o indicador mais crítico para a reversão do viés de baixa.
  • Nasdaq 100 e VIX: A estabilização das ações de tecnologia é necessária para que o Bitcoin consiga manter suportes acima de US$ 70.000.
  • Volumes em exchanges reguladas: O desempenho da Binance e do CME fornecerá pistas sobre a entrada de demanda real vs. cobertura de posições vendidas.
  • Saldos de stablecoins: Novas entradas de USDT/USDC em plataformas de trading sinalizarão “pólvora seca” para novas compras.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva permanece cautelosa, com um viés de baixa moderado predominando sobre qualquer tentativa de valorização técnica. Embora o Bitcoin tenha recuperado níveis psicológicos importantes, a ausência de um catalisador macro positivo e a continuidade das saídas institucionais via ETFs sugerem que a volatilidade continuará alta. O risco de um reteste na zona dos US$ 60.000–70.000 não pode ser descartado caso o setor tecnológico americano enfrente nova rodada de liquidações. O Ethereum, em particular, deve enfrentar maior pressão relativa devido ao FUD em torno de suas fundações e do mercado de NFTs em colapso. Por outro lado, a resiliência demonstrada por gigantes como CME e Fidelity sinaliza que estamos em um estágio de amadurecimento institucional forçado pela dor do mercado. Investidores devem priorizar a gestão de risco e aguardar sinais claros de estabilização nos fluxos institucionais antes de aumentar posições agressivamente.


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Fortaleza cyberpunk sob nevasca digital com brecha vermelha vazando dados, representando vazamento na Binance e inverno cripto

Vazamento na Binance e Inverno Cripto: Alerta Geral no Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 04/02/2026 | NOITE

Cautela e segurança dominam o encerramento desta quarta-feira no mercado de ativos digitais, em um cenário de forte pressão estrutural. O setor enfrenta uma tempestade de riscos e narrativas pessimistas, ancorada pelo vazamento massivo de 420 mil contas na Binance e pela confirmação de um “inverno cripto” prolongado por grandes gestoras institucionais como a Bitwise. Enquanto o Bitcoin e as principais altcoins testam suportes históricos de preço, o ecossistema tenta equilibrar as pressões de venda com avanços regulatórios e novos produtos institucionais da Fidelity e ProShares. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado pelo pânico em torno de malwares infostealers, com o mercado ainda em busca de um catalisador sólido para reversão. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 383.484,33, refletindo a volatilidade das últimas 24 horas.


🔥 Destaque: Vazamento na Binance e a Crise dos Infostealers

Um conjunto massivo de dados contendo 149 milhões de credenciais roubadas foi identificado circulando entre cibercriminosos, expondo diretamente 420 mil logins da Binance. O incidente, reportado pela Web3 Antivirus, revela uma mudança perigosa nas táticas de ataque: o uso de infostealers que permanecem dormentes nos dispositivos das vítimas até que o saldo em criptomoedas atinja níveis atraentes para a execução do roubo.

Este vazamento não é um evento isolado, mas o ápice de uma tendência alarmante onde as perdas por hacks e fraudes superaram os US$ 4 bilhões em períodos recentes. O fato de 75% desses fundos terem sido desviados de exchanges centralizadas coloca a confiança nas plataformas líderes sob intenso escrutínio. A vulnerabilidade reside na capacidade desses malwares de capturar tokens de sessão e chaves de API, contornando proteções convencionais de dois fatores (2FA).

Para o investidor, o impacto vai além do risco individual de perda de fundos. A notícia gerou uma onda de incerteza que pressiona a liquidez da Binance e o valor do token BNB. É fundamental que os usuários revisem imediatamente suas permissões de API e utilizem ferramentas de detecção de segurança no nível do dispositivo, já que a visibilidade on-chain muitas vezes só ocorre após o dano ser irreversível.

A médio prazo, este evento deve forçar uma aceleração na implementação de protocolos de detecção comportamental pré-transação. Enquanto a exchange líder tenta mitigar o dano, o mercado monitora de perto o volume de saques, que serve como o termômetro definitivo do medo institucional e de varejo neste início de fevereiro.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante no mercado é de viés de baixa moderado, consolidado pela percepção de que o ciclo atual pode se estender até o terceiro trimestre de 2026. A declaração da Bitwise sobre a vigência de um inverno cripto ressoa com os dados de capitulação em ETFs de Bitcoin, que começam a testar suportes psicológicos críticos na região dos US$ 70.000.

Apesar da pressão negativa, observamos movimentos de resiliência técnica em nichos específicos. O XRP, por exemplo, passou por um ajuste completo de alavancagem, com seu open interest atingindo as mínimas de 2024, o que reduz as chances de novos rompimentos de liquidação forçada. No campo regulatório, a entrada de gigantes como a Fidelity com a stablecoin FIDD e a ProShares com o ETF KRYP demonstra que a infraestrutura institucional continua avançando, mesmo sob condições de mercado adversas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Exploits via Malware: A escala do vazamento das credenciais da Binance sugere novas ondas de invasões de contas silenciosas nas próximas semanas através de malwares infostealers.
  • Inverno Cripto Prolongado: A perda de suportes em médias móveis de longo prazo reforça a tese de um mercado de baixa que pode durar até 2026, limitando recuperações agressivas de preço.
  • Perdas em Tesourarias: O caso da BitMine (BMNR), com US$ 6 bilhões em perdas não realizadas em Ethereum, ilustra o risco sistêmico de empresas públicas expostas a ativos voláteis sem proteção.
  • FUD Coordenado: Campanhas coordenadas simulando fechamentos de contas na Binance visam incitar um pânico similar ao colapso da FTX, testando a solvência psicológica dos investidores.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Segurança no Endpoint: Aumento na demanda por soluções de segurança contra infostealers cria uma janela de alto potencial para protocolos de segurança Web3 voltados ao usuário final.
  • Recuperação Técnica em Altcoins: O ajuste drástico na alavancagem do XRP e de outras altcoins topo de mercado pode pavimentar o caminho para altas de curto prazo guiadas por demanda à vista.
  • Adoção de Stablecoins Reguladas: O lançamento da FIDD pela Fidelity oferece uma alternativa de baixo risco e conformidade regulatória para investidores evitarem a volatilidade das altcoins.

📰 Principais Notícias do Período

1. Vazamento massivo expõe 420 mil contas da Binance
Um conjunto de dados contendo 149 milhões de credenciais roubadas por malware incluiu 420 mil logins da Binance. A Web3 Antivirus alerta para o risco de sequestro de contas através de dados capturados em dispositivos infectados.

2. Binance resiste FUD ‘FTX 2.0’ com reservas estáveis
Apesar dos rumores de insolvência espalhados por fontes inautênticas, os dados on-chain da CryptoQuant mostram que a Binance mantém reservas sólidas de 659 mil BTC, patamar estável desde o ano passado.

3. Bitwise: Inverno cripto até 2026 com BTC em US$ 70K
O CIO da Bitwise declarou que o mercado está em um inverno cripto pleno. Analistas preveem que o Bitcoin possa testar o suporte histórico de US$ 70 mil antes de uma recuperação definitiva no fim de 2026.

4. BMNR despenca com US$ 6 bi em perdas ETH; Lee defende tesouraria
A BitMine Technologies enfrenta perdas massivas de US$ 6 bilhões em sua tesouraria de Ethereum. O Chairman Tom Lee defendeu a estratégia de longo prazo apesar da desvalorização das ações.

5. XRP Open Interest em mínimas: Ajuste sinaliza possível fundo
O interesse aberto de XRP na Binance caiu para US$ 406 milhões, eliminando o excesso de alavancagem especulativa. O cenário está limpo para um possível movimento de reversão guiado por compra spot.

6. ProShares lança KRYP ETF no CoinDesk 20 Index
O novo ETF KRYP oferece exposição diversificada às 20 maiores criptomoedas do mercado. O produto utiliza swaps e foca em ativos de alta liquidez, excluindo ativos de alta volatilidade especulativa.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de saques na Binance: Indicador crítico para validar se o medo coordenado está resultando em uma erosão real da liquidez da exchange.
  • MVRV Z-Score do Bitcoin: Ajuda a identificar a proximidade de um fundo de mercado real, sinalizando quando o preço está subvalorizado.
  • Suporte de US$ 70 mil no BTC: O rompimento deste nível pode acelerar a capitulação em ETFs e prolongar a fase de desvalorização de ativos correlacionados.
  • Oferta da Stablecoin FIDD: A velocidade de adoção do novo ativo da Fidelity servirá como métrica de confiança para o capital institucional.

🔮 Perspectiva

As próximas 24 a 48 horas serão fundamentais para testar a resiliência psicológica do mercado cripto. É provável que o viés de baixa moderado persista, alimentado pela incerteza sobre a segurança na Binance e pela ausência de catalisadores positivos imediatos. O Bitcoin deve continuar flertando com a zona dos US$ 70 mil, onde a capitulação institucional encontra suporte histórico. No entanto, a limpeza sistemática da alavancagem em ativos como o XRP sugere que estamos em uma fase avançada de purga, o que cria as bases para uma recuperação sustentável. Investidores devem priorizar a custódia segura e evitar alavancagem excessiva até que a poeira sobre a segurança e regulação baixe.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon institucionais despejando capital dourado em cofre Bitcoin transbordante, revertendo saques em ETFs spot

ETFs de Bitcoin Revertem Queda com Influxo de US$ 562 Milhões

A maré virou nos ETFs spot de Bitcoin: após quatro dias de saídas que somaram US$ 1,5 bilhão, os fundos registraram entradas líquidas de US$ 561,8 milhões na segunda-feira (3). Equivalente a cerca de R$ 2,9 bilhões, o movimento sinaliza resiliência do apetite institucional, mesmo com o Bitcoin navegando em águas turbulentas abaixo de US$ 80 mil. Fidelity e BlackRock lideraram o fluxo positivo.


Detalhes do Influxo Recordista

O dia marcou o maior volume de entradas desde 14 de janeiro, segundo dados da Farside e SoSoValue. O fundo da Fidelity (FBTC) atraiu US$ 153,4 milhões, enquanto o iShares Bitcoin Trust da BlackRock registrou US$ 142 milhões. Bitwise (BITB) veio logo atrás com US$ 97 milhões, e fundos de Grayscale, Ark & 21Shares, VanEck e Invesco também captaram valores modestos, mas positivos.

Esse fluxo contrasta com as saídas intensas da semana anterior, quando os ETFs perderam US$ 1,49 bilhão, seguidos de mais US$ 1,33 bilhão na semana retrasada. A reversão demonstra que os fundamentos da adoção institucional se fortalecem, independentemente de oscilações de curto prazo.

Contexto de Volatilidade e Resiliência

O Bitcoin caiu para mínimas de nove meses abaixo de US$ 75 mil no fim de semana, pressionado por tensões geopolíticas e incertezas sobre a política monetária dos EUA, após a nomeação de Kevin Warsh para o Fed. No momento da escrita, o BTC negociava em torno de US$ 76.190, cerca de 41,9% abaixo do pico de outubro de 2025, conforme CoinGecko.

Apesar disso, o preço permanece 7,3% abaixo do custo médio de criação dos ETFs (US$ 84 mil), nível não visto desde o verão de 2024, segundo Alex Thorn da Galaxy Digital. Analistas como Vincent Liu da Kronos Research veem nisso uma convicção renovada de grandes alocadores, que usam os ETFs regulados para rebalanceamentos e posicionamento macro.

Implicações para o Mercado de Longo Prazo

Para investidores de visão estratégica, esse influxo reforça a tese de que o mercado está construindo bases sólidas. Tim Sun do HashKey Group aponta que o estreitamento de spreads entre ETFs spot e futuros reduziu arbitragens, mas os níveis atuais de preço tornam o ativo atrativo para recomposição de portfólios. A rotação permanece concentrada no BTC, com ETFs de Ethereum registrando saídas de US$ 2,86 milhões no dia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 398.522 nesta quarta-feira (4), com variação de -3,44% em 24 horas. O dólar estava em R$ 5,24. Esse apetite institucional sugere que a narrativa de adoção global persiste, priorizando ciclos de longo prazo sobre ruído diário.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar se o padrão de entradas se consolida, potencialmente apertando a oferta líquida e sustentando o preço. Histórico mostra que fluxos de ETFs são indicadores chave de tendências, semelhantes a entradas em ouro ou ações tech durante incertezas. Para o investidor comum, isso reforça: volatilidade é parte do jogo, mas os fundamentos avançam.


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Personagens cartoon de banqueiro e engenheiro ativando stablecoin FIDD e rede Soneium, simbolizando investimentos de Fidelity e Sony em infra cripto

Fidelity e Sony Dobram Aposta: FIDD e Soneium Avançam

Do PlayStation aos trilhões em ativos sob gestão: por que gigantes como Fidelity Investments e Sony não param de investir em Web3? Nesta quinta-feira (29/01), Fidelity anuncia o lançamento iminente de seu stablecoin FIDD, enquanto a Sony dobra a aposta com US$ 13 milhões adicionais no layer-2 Soneium. Esses passos marcam a maturidade do mercado cripto para o nível enterprise, com infraestrutura robusta atraindo os maiores participantes globais.


Fidelity Lança FIDD: Ponte Entre TradFi e Cripto

A Fidelity Digital Assets, braço cripto da gigante de investimentos, prepara o Fidelity Digital Dollar (FIDD), emitido por uma trust bank nacional nos EUA. Disponível para investidores retail e institucionais, o token será lastreado por reservas gerenciadas pela Fidelity Management & Research Company, garantindo estabilidade atrelada ao dólar americano.

O FIDD será transferível para qualquer endereço na mainnet Ethereum e listado em exchanges, facilitando depósitos e saques instantâneos. Mike O’Reilly, presidente da Fidelity Digital Assets, destaca o "poder transformador" dos ativos digitais. Esse lançamento ocorre em meio a US$ 9 trilhões em transações de stablecoins processadas em blockchains entre 2024 e setembro de 2025, impulsionadas por regulamentações como MiCA na UE e GENIUS Act nos EUA.

Corretoras como Eightcap e Interactive Brokers já adotam stablecoins para 40% dos depósitos em regiões emergentes, provando a viabilidade prática. A Fidelity, com sua credibilidade em gestão de ativos, posiciona o FIDD como ferramenta confiável para liquidez 24/7.

Sony Reforça Soneium com US$ 13 Milhões

A Sony Innovation Fund anunciou um investimento adicional de US$ 13 milhões na Startale Group, principal desenvolvedora do Soneium, layer-2 Ethereum focado em entretenimento on-chain. Um ano após o mainnet, a rede acumula mais de 524 milhões de transações, 5,4 milhões de wallets ativos e pico de 250 dApps.

Com TVL superior a US$ 42 milhões, o Soneium lançou o stablecoin USDSC para pagamentos diretos em PlayStation Network (PSN) e Sony Pictures, reduzindo custos bancários. Essa injeção de capital visa escalar a infraestrutura para gaming e mídia, protegendo IPs valiosos como God of War e Spider-Man no mundo digital.

Sony opta por não alterar governança, priorizando crescimento orgânico baseado em métricas reais de adoção, o que demonstra confiança estratégica na escalabilidade Ethereum via rollups.

Maturação Enterprise: Gigantes Assumem o Controle

Esses movimentos sinalizam a transição do cripto de nicho especulativo para infraestrutura enterprise. Fidelity e Sony, com marcas globais e expertise em escala, constroem trilhas confiáveis para stablecoins e L2s, atraindo volume institucional. Regulamentações claras reduzem riscos, enquanto adoção em corretoras e entretenimento prova utilidade real.

No longo prazo, esses players podem dominar a base da Web3, tokenizando ativos reais e integrando pagamentos on-chain em ecossistemas massivos. Para o mercado brasileiro, isso abre portas para stablecoins em BRL e L2s locais, ampliando acesso a ferramentas globais.

O Que Investidores Devem Monitorar

Com FIDD e Soneium ganhando tração, fique de olho em listagens de exchanges, integrações com wallets e TVL crescente. O otimismo é fundamentado: stablecoins e L2s resolvem gargalos de liquidez e escalabilidade, pavimentando o caminho para adoção em massa. Gigantes como esses não investem bilhões sem visão de domínio sustentável.


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Executivo cartoon de Fidelity estendendo mão para prisma Ethereum luminoso enquanto fortaleza privada desmorona, sinalizando adoção institucional em blockchains públicos

Fidelity Escolhe Ethereum para FIDD: Fim dos Blockchains Privados?

Por que a Fidelity Investments escolheu o Ethereum para lançar sua stablecoin FIDD, em vez de redes privadas como o JPM Coin? A gigante de US$ 15 trilhões em ativos sob gestão aposta na rede pública para pagamentos institucionais e varejo, lastreada em caixa, equivalentes e títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo. Esse movimento, destacado pela The Defiant, pode marcar o fim da preferência por blockchains bancários fechados.


Detalhes do Lançamento do FIDD

A Fidelity Digital Dollar (FIDD) será emitida pela Fidelity Digital Assets, National Association, banco nacional aprovado condicionalmente pelo OCC em dezembro. Lastreada em paridade 1:1 com o dólar americano, a stablecoin estará disponível nas próximas semanas para clientes institucionais e de varejo. Pode ser transferida para qualquer endereço Ethereum, integrando-se a protocolos DeFi compatíveis.

Mike O’Reilly, presidente da Fidelity Digital Assets, enfatiza os benefícios: liquidação em tempo real 24/7 e gestão de tesouraria de baixo custo. As reservas cumprem a GENIUS Act, priorizando transparência com ativos como títulos do Tesouro dos EUA, o que reforça a confiança regulatória. Com mais de 50 milhões de clientes, a Fidelity entra em um mercado de US$ 312 bilhões dominado por Tether (60%) e Circle.

Ethereum vs. Redes Privadas: A Escolha Estratégica

Diferente de gigantes como J.P. Morgan, que lança o JPM Coin (JPMD) na Canton Network – uma Layer 1 pública mas focada em privacidade –, ou a DTCC testando Treasuries tokenizados na mesma rede, a Fidelity prioriza o Ethereum mainnet. Especialistas veem nisso um sinal claro de maturidade institucional para blockchains públicos.

Marcin Kazmierczak, da RedStone, destaca que a GENIUS Act torna redes privadas menos atrativas por falta de transparência, enquanto o Ethereum oferece liquidez aberta, suporte de exchanges e interoperabilidade com L2s. Seu TVL supera US$ 74 bilhões, com 56% do market share de stablecoins, à frente de Tron (28%) e Solana (5%).

Implicações para Adoção e Mercado

Neil Staunton, CEO da Superset, chama de watershed moment: instituições demandam interoperabilidade, não sistemas fechados. Ryne Saxe, da Eco, reforça que o FIDD visa liquidez aberta, beneficiando o ecossistema Ethereum. Esse é um marco de alta: com crescimento de 50% no market cap de stablecoins em 2025 (de US$ 206 bilhões para US$ 312 bilhões), a entrada da Fidelity valida redes públicas como infraestrutura padrão.

Investidores devem monitorar o rollout nas próximas semanas e como o FIDD compete com USDT e USDC. Plataformas como a Binance facilitam acesso a Ethereum e stablecoins, ampliando oportunidades para brasileiros.

Próximos Passos e Perspectivas Otimistas

A escolha da Fidelity pelo Ethereum reforça a tese de adoção massiva: blockchains públicos superam privados em liquidez e inovação. Com respaldo em ativos soberanos americanos, o FIDD pode atrair fluxos institucionais massivos, impulsionando o ETH. Para o varejo brasileiro, isso significa mais opções seguras e eficientes em DeFi. O futuro é público e descentralizado.


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Executivo cartoon lanhando âncora stablecoin FIDD em oceano Ethereum, simbolizando lançamento pela Fidelity e adoção institucional

Fidelity Lança Stablecoin FIDD no Ethereum: Gigante Entra na Briga

A Fidelity Investments, gigante financeira com trilhões sob gestão, anunciou o lançamento da stablecoin FIDD (Fidelity Digital Dollar) no Ethereum, previsto para início de fevereiro. Projetada para institucionais e varejo, atende regras da GENIUS Act e sinaliza confiança em blockchains públicas para o futuro bancário. Isso não é só mais uma stablecoin: é a digitalização do sistema financeiro tradicional.


Detalhes do Lançamento do FIDD

A stablecoin será emitida pela Fidelity Digital Assets, subsidiária com charter de banco nacional. Lastreada em caixa, equivalentes de caixa e Treasuries de curto prazo, o FIDD permite resgate 1:1 por dólar em plataformas como Fidelity Crypto e exchanges parceiras. Reservas serão divulgadas diariamente no site da Fidelity, com atestações independentes regulares.

O foco inicial é em casos de uso como settlement 24/7 para traders institucionais e pagamentos on-chain para usuários comuns. Transferível para qualquer endereço Ethereum mainnet, integra-se naturalmente a DeFi e ao ecossistema blockchain, expandindo utilidade além de custódia e trading já oferecidos pela Fidelity.

Por Que Escolher o Ethereum?

A decisão de lançar no Ethereum destaca-se, contrastando com escolhas privadas como Canton Network por J.P. Morgan e DTCC. Especialistas veem nisso um marco: "Fidelity aceita blockchains públicas como infraestrutura padrão", diz Marcin Kazmierczak, da RedStone. Com TVL superior a US$ 74 bilhões, Ethereum oferece liquidez aberta, suporte de exchanges e interoperabilidade com L2s.

"Instituições demandam funcionalidade e interoperabilidade", reforça Neil Staunton, da Superset. A GENIUS Act facilitou, definindo reservas transparentes, tornando redes públicas mais confiáveis que privadas opacas. Ryne Saxe, da Eco, chama de "vitória massiva para Ethereum", abrindo portas para produtos on-chain mais amplos.

Impacto no Mercado de Stablecoins

Entra em competição direta com USDC (Circle) e USDT (Tether), em um mercado que supera US$ 300 bilhões — alta de 50% em 2025. Fidelity posiciona FIDD como bloco de construção para serviços financeiros on-chain eficientes, evoluindo sua plataforma de ativos digitais. Pode expandir para outras chains futuramente.

Para brasileiros, isso reforça Ethereum como hub institucional, potencializando acessibilidade via exchanges globais. Monitore: adoção acelerada pode impulsionar ecossistema, com liquidez e compliance elevando confiança.

O Que Esperar Agora

Esse movimento otimista valida a tese de convergência entre TradFi e blockchain. Fidelity não só expande sua oferta — custódia, trading, IRA crypto —, mas pavimenta a via para banking on-chain. Investidores devem observar o rollout em fevereiro e a integração com DeFi. O futuro bancário está na blockchain pública, e Fidelity aposta alto nisso.


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Executivos cartoon em carrinho de montanha-russa subindo com +2.2B e descendo com -394M, simbolizando volatilidade de fluxos em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin: De US$ 2,2 Bi em Entradas a Saídas de US$ 394 Mi

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas recordes de US$ 2,2 bilhões na semana passada, impulsionados por gigantes como BlackRock e Fidelity. No entanto, uma reversão abrupta ocorreu com saídas de US$ 394 milhões na sexta-feira, refletindo tensões geopolíticas como disputas na Groenlândia e ameaças tarifárias. Essa montanha-russa institucional destaca a vulnerabilidade do capital a choques macroeconômicos, mesmo com apetite inicial forte.


Inflows Recorde na Semana Passada

De acordo com dados da CoinShares, produtos de investimento em criptoativos atraíram US$ 2,17 bilhões na semana encerrada em 19 de janeiro, o maior volume desde outubro de 2025. O Bitcoin dominou com US$ 1,55 bilhão, representando 71% do total, graças aos ETFs spot americanos. BlackRock liderou com US$ 1,3 bilhão em entradas, seguido por Fidelity e Grayscale.

Altcoins como Ethereum registraram apenas US$ 25 milhões, enquanto Solana e Avalanche tiveram fluxos mínimos. Essa concentração no Bitcoin reflete a preferência de gestores tradicionais por ativos percebidos como mais seguros, em meio a um mercado volátil. Os EUA capturaram US$ 2,05 bilhões das entradas globais, com Alemanha e Suíça em posições secundárias.

Reversão por Tensões Geopolíticas

O otimismo inicial evaporou no final da semana devido a tensões diplomáticas na Groenlândia, renovadas ameaças de tarifas comerciais e expectativas de continuidade de política dovish no Fed com Kevin Hassett. Sexta-feira viu saídas de US$ 378 milhões, invertendo o fluxo positivo e sinalizando cautela.

Essa mudança reflete um comportamento de aversão ao risco amplo, com investidores migrando para ativos tradicionais como ouro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.761, com variação de -1,98% em 24 horas, alinhado à pressão vendedora.

Desempenho dos Principais ETFs e Implicações

Na abertura da nova semana, os Bitcoin ETFs registraram saída líquida de US$ 394,68 milhões em 16 de janeiro, com Fidelity liderando perdas em US$ 205 milhões. BlackRock, porém, atraiu US$ 15 milhões, mantendo resiliência. Inflows cumulativos ainda somam US$ 57,82 bilhões, equivalentes a 6,53% do suprimento circulante de Bitcoin.

Esses fluxos voláteis demonstram que o capital institucional de BlackRock e Fidelity não é imune a eventos macro. Analistas veem realização de lucros de curto prazo, mas a adoção estrutural persiste. Investidores devem monitorar decisões do Fed, escaladas geopolíticas e indicadores como mNAV para avaliar o apetite futuro.

O Que Esperar Adiante

A sustentabilidade dessa tendência depende de resolução de riscos externos. Se os inflows retomarem, pode sinalizar força para 2026; caso contrário, correções mais profundas são possíveis. O mercado cripto, agora integrado aos fluxos tradicionais, amplifica impactos macroeconômicos, reforçando a necessidade de diversificação e monitoramento constante.


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Baleias institucionais cartoon emergindo do oceano soprando influxo dourado para sol Bitcoin, marcando recorde de US$ 753 mi em ETFs BTC

Institucionais Voltam: ETFs BTC Captam US$ 753 mi em Dia

As baleias de Wall Street pararam de vender? Após saídas recordes no início da semana e um sangramento de mais de US$ 6 bilhões no final de 2025, os ETFs spot de Bitcoin registraram um influxo recorde de US$ 753,8 milhões em 13 de janeiro — o maior diário desde 5 de janeiro. Liderados por Fidelity (US$ 351,4 milhões) e BlackRock (US$ 126,3 milhões), os fluxos positivos coincidem com o Bitcoin testando US$ 94,9 mil após dados de inflação dos EUA mais brandos que o esperado.


Reversão Triunfal nos Fluxos de ETFs

O movimento representa uma virada impressionante. Nos primeiros oito dias úteis de janeiro, os ETFs alternaram entre inflows e outflows, refletindo a cautela institucional em meio à volatilidade. Mas ontem, 13 de janeiro, o cenário mudou drasticamente: Fidelity’s FBTC captou US$ 351,4 milhões, seguido por Bitwise BITB com US$ 159,4 milhões e BlackRock’s IBIT com US$ 126,3 milhões, segundo dados da CoinGlass. Esse US$ 753,8 milhões é o maior volume diário do ano, sinalizando que o apetite por Bitcoin voltou com força.

Para contextualizar, esse influxo reverte parcialmente as saídas recentes, como os US$ 523 milhões retirados de um único ETF da BlackRock em novembro de 2025. Os grandes players — fundos de pensão, hedge funds e gestores de patrimônio — estão testando as águas novamente, comprando em bulk e reduzindo a oferta disponível no mercado.

Impulso do CPI e Cenário Macroeconômico

O timing não poderia ser melhor. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de dezembro nos EUA veio em 2,7% — estável e abaixo das expectativas —, com o Core CPI em 2,6%, o menor desde março de 2021. Isso reforça apostas em cortes de juros pelo Fed, aliviando a ‘gravidade’ das taxas altas que pesavam sobre ativos de risco como o Bitcoin.

President Trump celebrou os números em sua Truth Social, pressionando Jerome Powell por reduções ‘significativas’. O mercado cripto reagiu: capitalização total subiu 3,6% para US$ 3,32 trilhões, e o Fear & Greed Index saltou de 26 para 48, saindo do território de ‘medo extremo’. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 511.019 (+3,28% em 24h), alinhado à força global.

O Que Isso Significa para Investidores Retail?

Para o investidor comum, esses fluxos institucionais atuam como um ‘motor de demanda’. Quando as baleias compram via ETFs, apertam a supply e impulsionam o preço — o BTC saltou +3,3% em 24h, recuperando níveis de janeiro. Isso não é só especulação: reflete confiança de longo prazo em Bitcoin como reserva de valor, especialmente com inflação cooling e política monetária mais dovish.

No Brasil, onde o BTC já supera R$ 511 mil, isso abre portas para retail via plataformas acessíveis. Plataformas como a Binance facilitam exposição indireta ou direta, mas lembre-se: volatilidade persiste. O padrão de inflows/outflows volúveis nos ETFs mostra que nada é garantido.

Próximos Passos e Perspectivas Bullish

Se o momentum se mantiver — com ETF demand sustentado e CPI favorável —, US$ 100k vira alvo realista. Analistas como os do Twitter veem coil-up para US$ 98-100k. Para brasileiros, monitore o market cap do BTC (US$ 1,87 tri) e volume local: com 314 BTC negociados em 24h nas exchanges nacionais, o apetite doméstico acompanha o global.

Disciplina é chave: dollar-cost averaging bate chasing headlines. As instituições voltaram, o sangramento parou — o touro parece acordar de novo.


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Executivos cartoon despejando baldes de ouro líquido em núcleo Bitcoin animado, celebrando inflows recordes de US$ 753M em ETFs spot

ETFs de Bitcoin Atraem US$ 753,7 Milhões em Maior Dia desde Outubro

A torneira institucional abriu: os ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 753,7 milhões em entradas líquidas na terça-feira (13 de janeiro), o maior volume diário em três meses, desde 7 de outubro. Após semanas de saídas recordes reportadas em 11 e 12 de janeiro, o fluxo marca uma reversão clara de sentimento, impulsionada por dados de CPI estáveis e rebalanceamento pós-ano novo. Fidelity liderou com US$ 351 milhões.


Detalhes dos Inflows Recordes

Os dados da SoSoValue, compilados pela CoinDesk, mostram que o total de US$ 753,7 milhões representa o influxo mais forte desde outubro. Esse movimento sinaliza o retorno do apetite institucional por ativos de risco, após um fim de 2025 marcado por vendas tributárias e posicionamento defensivo.

No Brasil, o Bitcoin negocia a R$ 508.895, segundo o Cointrader Monitor, com alta de 2,93% em 24 horas e volume de 319 BTC. A valorização global de cerca de 3% levou o BTC a US$ 95 mil, refletindo o impacto direto dos fluxos nos ETFs.

Os ETFs de ether também captaram US$ 130 milhões, ampliando a recuperação para além do Bitcoin em um mercado que ganha tração.

Líderes do Fluxo: Fidelity, Bitwise e BlackRock

A Fidelity FBTC despontou como líder absoluto, atraindo US$ 351,3 milhões, seguida por Bitwise BITB com US$ 159,4 milhões e BlackRock IBIT com US$ 126,2 milhões. Outros produtos como ARKB, Grayscale Bitcoin Mini ETF, VanEck HODL e WisdomTree BTCW também registraram entradas positivas.

Esses números destacam a concentração em emissores de peso, cujos produtos respondem por grande parte dos ativos sob gestão em ETFs de Bitcoin. O volume spot saltou 60% para US$ 68 bilhões, com open interest crescendo 6% para US$ 64 bilhões, indicando novas posições no mercado.

Analistas veem nisso uma rotação de capital de volta aos criptoativos, reduzindo a pressão vendedora de futures, que caiu de -US$ 489 milhões para -US$ 51 milhões em net taker volume, conforme CryptoQuant.

Contexto Macro: CPI e Rebalanceamento

O turnaround coincide com dados de consumer price index (CPI) dos EUA mostrando inflação em queda, reforçando apostas em cortes de juros pelo Fed ao longo de 2026. Esse cenário macro favorece ativos de risco como o Bitcoin, que subiu 3% para perto de US$ 94.600-US$ 95.000 nas últimas 24 horas.

Após rebalanceamento de portfólios no fim de ano, investidores institucionais parecem estar recomprando, revertendo as saídas recentes. O rally também impulsionou altcoins, com Ether avançando mais de 6% para US$ 3.320.

No agregado, os inflows reduzem a oferta disponível em exchanges, sustentando preços em correções e sinalizando confiança renovada no BTC como reserva de valor.

Implicações e Próximos Passos

Técnica e fundamentalmente, o BTC recuperou médias móveis de 10, 20 e 50 dias, com suporte em US$ 90 mil. Resistência imediata em US$ 96-97 mil abre caminho para US$ 100 mil se mantida a estrutura bullish, conforme análise da Crypto.news.

Para investidores brasileiros, esses fluxos reforçam a maturidade do mercado institucional global, com potencial para mais entradas se o macro continuar favorável. Vale monitorar volumes semanais e decisões do Fed para projeções de médio prazo. O RSI em 65 sugere força sem sobrecompra excessiva.


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Figuras institucionais cartoon esvaziando cofre de ETFs Bitcoin com fluxo dourado descendente até marca 90K, ilustrando saídas de US$1,38 bi

Saídas de US$ 1,38 bilhão em ETFs Bitcoin: Correção Saudável ou Topo?

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA acumularam saídas de US$ 1,38 bilhão em quatro sessões consecutivas, coincidindo com a queda do BTC para US$ 90.200. Gigantes como BlackRock (IBIT) e Fidelity (FBTC) lideraram os resgates, com US$ 193 milhões saindo de um único fundo em um dia. Esse movimento, em meio a um discurso restritivo do Federal Reserve, levanta dúvidas: correção saudável ou topo estrutural? Investidores precisam de dados frios para navegar a volatilidade.


Fluxos Negativos nos Principais ETFs

A sequência de saídas intensificou-se após um início de janeiro positivo, com mais de US$ 1,16 bilhão em entradas nos primeiros dias. Entre 6 e 9 de janeiro, os ETFs spot registraram perdas acumuladas que pressionaram o preço do Bitcoin para baixo. O IBIT da BlackRock, com AUM de US$ 70,4 bilhões, viu US$ 193 milhões em resgates em uma sessão, equivalente a 0,27% de seu tamanho. Já o FBTC da Fidelity acumulou múltiplos dias negativos, refletindo realização de lucros institucionais rápidos.

Na semana de 5 a 9 de janeiro, as saídas somaram cerca de US$ 681 milhões, um padrão recorrente de ‘compra no início do ano e venda rápida’. Para o mercado brasileiro, esses fluxos servem como indicador precoce de apetite global por risco, especialmente com o BTC testando suportes críticos.

Contexto Macro e Saídas Semanais Amplas

Fundos de criptoativos registraram saídas semanais de US$ 454 milhões, com produtos ligados ao Bitcoin perdendo US$ 405 milhões e Ethereum US$ 116 milhões. O motivo principal: dados macroeconômicos fortes nos EUA reduziram apostas em cortes de juros do Fed em março, elevando o dólar e pressionando ativos de risco. Nos EUA, saídas somaram US$ 569 milhões, enquanto Europa e Ásia mostraram inflows modestos.

Curiosamente, altcoins como XRP (US$ 45,8 milhões em entradas) e Solana (US$ 32,8 milhões) atraíram capital, sugerindo rotação setorial em vez de pânico generalizado. No entanto, o Bitcoin, como benchmark, absorve o grosso da pressão inicial.

Análise Técnica: Suportes e Sinais Bearish

O BTC caiu abaixo da média móvel de 20 dias em US$ 92.800, com RSI em 42 (neutro-baixista) e MACD negativo. Suporte imediato em US$ 89.500, testado recentemente; quebra pode levar a US$ 86.000. Volume spot caiu 18%, indicando indecisão. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.739 (variação +0,34% em 24h), alinhado à fraqueza global.

Do ponto de vista cético, isso pode ser uma correção de meio de ciclo, limpando ‘mãos fracas’ antes da próxima pernada altista. Mas se os fluxos negativos persistirem, com Fed hawkish, o risco de topo local aumenta — monitore o supply em exchanges (11,5% da oferta) e hash rate acima de 620 EH/s para contrapeso.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o público local, esses fluxos reforçam a necessidade de gestão de risco: evite alavancagem em suportes frágeis e priorize posições de longo prazo. A correlação com o dólar forte impacta diretamente o BRL/BTC. Embora saídas limhem especuladores fracos, o ceticismo construtivo dita cautela — o topo de ciclo ainda parece distante, mas não subestime reversões macro. Dados on-chain limitam downside estrutural, mas volatilidade de curto prazo persiste.


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Executivos cartoon ao lado de fortaleza Bitcoin rachada com capital dourado-vermelho escorrendo, simbolizando saídas recordes de ETFs

ETFs BTC Iniciam 2026 com Saídas de US$ 681 Milhões

Os ETFs spot de Bitcoin iniciaram 2026 com saídas recorde de US$ 681 milhões na primeira semana completa de negociações, revertendo os inflows iniciais positivos. Fidelity liderou com resgates de US$ 481 milhões, enquanto o Bitcoin falha em sustentar níveis acima de US$ 94.000. BTC ETFs sangram: sinal de topo ou mero shakeout? Investidores institucionais buscam estabilidade em meio a chances menores de corte de juros.


Saídas Revertem Momentum Inicial

De acordo com dados do tracker SoSoValue, os ETFs de Bitcoin começaram o ano com otimismo: US$ 471,1 milhões em inflows no dia 2 de janeiro e mais US$ 697,2 milhões no dia 5. No entanto, quatro dias consecutivos de outflows entre 6 e 9 de janeiro somaram US$ 1.378 milhões em resgates, apagando todo o ganho inicial e resultando no saldo negativo semanal.

Esse movimento reflete fraqueza de mercado que se estende ao novo ano, com o Bitcoin negociando em torno de US$ 90.422 e queda semanal de 0,17%. Para investidores brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 488.823, com variação positiva de 0,31% nas últimas 24 horas nas exchanges locais.

Fidelity e Grayscale na Frente das Perdas

O FBTC da Fidelity sofreu o maior impacto, com saídas líquidas de US$ 481,32 milhões. Grayscale GBTC registrou US$ 171,79 milhões em outflows, seguido por ARKB da Ark/21Shares com US$ 45,34 milhões. Outros como Grayscale BTC, Bitwise BITB e VanEck HODL tiveram perdas entre US$ 3 milhões e US$ 22 milhões.

Esses resgates sinalizam cautela institucional, especialmente após o BTC não sustentar recuperação. Investidores devem monitorar esses fluxos para proteger portfólios, pois outflows massivos podem pressionar preços para baixo em cenários de aversão ao risco.

BlackRock Mantém Dominância Apesar de Tudo

Enquanto a maioria registra perdas, o IBIT da BlackRock capturou US$ 25,86 milhões em inflows semanais, mantendo liderança com cumulativo de US$ 62,41 bilhões e ativos totais de US$ 69,88 bilhões. Outros positivos incluem Invesco BTCO, Franklin EZBC, Valkyrie BRRR e WisdomTree BTCW, com entradas de US$ 1-15 milhões.

No agregado, os ETFs BTC acumulam US$ 56,40 bilhões em inflows e US$ 116,86 bilhões em AUM, equivalendo a 6,48% do market cap do Bitcoin. Hashdex DEFI teve fluxo zero.

Implicações para Investidores e Comparação com Altcoins

Ethereum Spot ETFs espelharam o padrão, com inflows iniciais de US$ 282,87 milhões revertidos por outflows, resultando em saldo negativo de US$ 68,57 milhões e AUM de US$ 18,70 bilhões (5,04% do market cap ETH). ETH cotado a US$ 3.088, com volume diário em queda de 63%.

Enquanto BTC e ETH ETFs sangram, relatórios sugerem inflows em XRP ETFs, indicando possível rotação para altcoins. Para Patrícia Prado, isso reforça a necessidade de diversificação: fluxos institucionais são leading indicators de risco. É healthy shakeout ou sinal de topo? Proteja seu portfólio reduzindo exposição em picos de inflows revertidos e monitore SoSoValue para decisões acionáveis. Evite FOMO em recuperações frágeis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Linha geométrica dourada transicionando para curva S no nó cristalino 65K, ilustrando desvio da power law no Bitcoin segundo Fidelity

Fidelity: Bitcoin Desvia da Power Law em US$ 65k?

Jurrien Timmer, Diretor de Macro Global da Fidelity, alertou que o Bitcoin está se desviando da trajetória histórica da power law, adotando uma curva em S similar à internet. Nível de US$ 65.000, alta do ciclo anterior, torna-se pivotal, enquanto US$ 45.000 marca a trendline. Isso questiona o ciclo de quatro anos e bear markets futuros, em meio a adoção institucional.


O Que é a Power Law no Bitcoin

A power law é um modelo matemático que descreve o crescimento do Bitcoin como uma função de potência do tempo, prevendo trajetórias consistentes desde 2009. Historicamente, o preço seguiu essa curva íngreme, correlacionando valor e tempo de forma previsível. Gráficos de longo prazo, como os compartilhados por Timmer em sua postagem no X, mostram BTC acima dessa linha até recentemente.

Dados históricos revelam que, de 2011 a 2021, o BTC respeitava a power law durante bull runs, com desvios temporários corrigidos por consolidações. Em 2025, porém, o ativo ficou para trás em relação a ouro e outros, sinalizando uma mudança estrutural para uma S-curve, típica de tecnologias maduras como a internet nos anos 90.

Essa transição sugere maturação: menor volatilidade explosiva, mas crescimento mais sustentável impulsionado por ETFs e instituições. Comparado ao ciclo 2017-2021, onde power law guiou de US$ 1.000 para US$ 69.000, o atual pode priorizar acumulação sobre pumps parabólicos.

Níveis Críticos Identificados por Timmer

Timmer destaca US$ 65.000 como suporte crucial, próximo à alta do ciclo anterior (2021). Se o BTC consolidar por mais um ano, a power law pode convergir para esse patamar, tornando-o um ponto de inflexão. Abaixo, US$ 45.000 representa a trendline original, um nível de defesa final.

Atualmente, com BTC em torno de US$ 90.520, o preço está distante da power law, mas uma correção prolongada poderia testar esses suportes. Gráficos logarítmicos de longo prazo reforçam: desvios passados de 20-30% foram recuperados em 6-12 meses, mas a S-curve implica consolidações mais longas, como visto na Nasdaq pós-2000.

Para traders, isso significa monitorar volume e on-chain: influxos de ETF (como os da Fidelity) podem sustentar acima de US$ 65k, enquanto saídas sugerem teste da trendline.

Implicações para Ciclos e Mercados Futuros

Timmer concorda que halvings perdem força com adoção institucional, mas rejeita a ausência de bear markets. Ciclos de quatro anos, historicamente alinhados a halvings (2012, 2016, 2020, 2024), impulsionaram picos de 10.000x em 2013 e 20x em 2017. Agora, ETFs e tesourarias corporativas alteram a dinâmica.

Comparação histórica: pós-halving 2020, BTC subiu de US$ 10.000 para US$ 69.000; em 2024, ganhou tração inicial mas desacelerou. A S-curve prevê crescimento exponencial tardio, potencialmente acima de US$ 100k em 2026-2028, mas com retrações de 40-50% normais.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.239, com variação de -0,09% em 24h e volume de 151 BTC. Traders locais devem considerar câmbio e regulação CVM para posições macro.

Perspectiva Macro para Traders Brasileiros

Para o público brasileiro, essa análise oferece framework acionável: use power law em gráficos log para stops em US$ 45k (equivalente ~R$ 220k). Indicadores como mNAV e realized price confirmam suporte em US$ 65k. Monitore Fed e halvings residuais.

A longo prazo, Fidelity reforça narrativa bullish institucional, mas volatilidade persiste. Evite alavancagem excessiva; foque em acumulação em dips. Dados sugerem consolidação até convergência das curvas, com upside assimétrico pós-2026.


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