Executivos cartoon ao lado de fortaleza Bitcoin rachada com capital dourado-vermelho escorrendo, simbolizando saídas recordes de ETFs

ETFs BTC Iniciam 2026 com Saídas de US$ 681 Milhões

Os ETFs spot de Bitcoin iniciaram 2026 com saídas recorde de US$ 681 milhões na primeira semana completa de negociações, revertendo os inflows iniciais positivos. Fidelity liderou com resgates de US$ 481 milhões, enquanto o Bitcoin falha em sustentar níveis acima de US$ 94.000. BTC ETFs sangram: sinal de topo ou mero shakeout? Investidores institucionais buscam estabilidade em meio a chances menores de corte de juros.


Saídas Revertem Momentum Inicial

De acordo com dados do tracker SoSoValue, os ETFs de Bitcoin começaram o ano com otimismo: US$ 471,1 milhões em inflows no dia 2 de janeiro e mais US$ 697,2 milhões no dia 5. No entanto, quatro dias consecutivos de outflows entre 6 e 9 de janeiro somaram US$ 1.378 milhões em resgates, apagando todo o ganho inicial e resultando no saldo negativo semanal.

Esse movimento reflete fraqueza de mercado que se estende ao novo ano, com o Bitcoin negociando em torno de US$ 90.422 e queda semanal de 0,17%. Para investidores brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 488.823, com variação positiva de 0,31% nas últimas 24 horas nas exchanges locais.

Fidelity e Grayscale na Frente das Perdas

O FBTC da Fidelity sofreu o maior impacto, com saídas líquidas de US$ 481,32 milhões. Grayscale GBTC registrou US$ 171,79 milhões em outflows, seguido por ARKB da Ark/21Shares com US$ 45,34 milhões. Outros como Grayscale BTC, Bitwise BITB e VanEck HODL tiveram perdas entre US$ 3 milhões e US$ 22 milhões.

Esses resgates sinalizam cautela institucional, especialmente após o BTC não sustentar recuperação. Investidores devem monitorar esses fluxos para proteger portfólios, pois outflows massivos podem pressionar preços para baixo em cenários de aversão ao risco.

BlackRock Mantém Dominância Apesar de Tudo

Enquanto a maioria registra perdas, o IBIT da BlackRock capturou US$ 25,86 milhões em inflows semanais, mantendo liderança com cumulativo de US$ 62,41 bilhões e ativos totais de US$ 69,88 bilhões. Outros positivos incluem Invesco BTCO, Franklin EZBC, Valkyrie BRRR e WisdomTree BTCW, com entradas de US$ 1-15 milhões.

No agregado, os ETFs BTC acumulam US$ 56,40 bilhões em inflows e US$ 116,86 bilhões em AUM, equivalendo a 6,48% do market cap do Bitcoin. Hashdex DEFI teve fluxo zero.

Implicações para Investidores e Comparação com Altcoins

Ethereum Spot ETFs espelharam o padrão, com inflows iniciais de US$ 282,87 milhões revertidos por outflows, resultando em saldo negativo de US$ 68,57 milhões e AUM de US$ 18,70 bilhões (5,04% do market cap ETH). ETH cotado a US$ 3.088, com volume diário em queda de 63%.

Enquanto BTC e ETH ETFs sangram, relatórios sugerem inflows em XRP ETFs, indicando possível rotação para altcoins. Para Patrícia Prado, isso reforça a necessidade de diversificação: fluxos institucionais são leading indicators de risco. É healthy shakeout ou sinal de topo? Proteja seu portfólio reduzindo exposição em picos de inflows revertidos e monitore SoSoValue para decisões acionáveis. Evite FOMO em recuperações frágeis.


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Linha geométrica dourada transicionando para curva S no nó cristalino 65K, ilustrando desvio da power law no Bitcoin segundo Fidelity

Fidelity: Bitcoin Desvia da Power Law em US$ 65k?

Jurrien Timmer, Diretor de Macro Global da Fidelity, alertou que o Bitcoin está se desviando da trajetória histórica da power law, adotando uma curva em S similar à internet. Nível de US$ 65.000, alta do ciclo anterior, torna-se pivotal, enquanto US$ 45.000 marca a trendline. Isso questiona o ciclo de quatro anos e bear markets futuros, em meio a adoção institucional.


O Que é a Power Law no Bitcoin

A power law é um modelo matemático que descreve o crescimento do Bitcoin como uma função de potência do tempo, prevendo trajetórias consistentes desde 2009. Historicamente, o preço seguiu essa curva íngreme, correlacionando valor e tempo de forma previsível. Gráficos de longo prazo, como os compartilhados por Timmer em sua postagem no X, mostram BTC acima dessa linha até recentemente.

Dados históricos revelam que, de 2011 a 2021, o BTC respeitava a power law durante bull runs, com desvios temporários corrigidos por consolidações. Em 2025, porém, o ativo ficou para trás em relação a ouro e outros, sinalizando uma mudança estrutural para uma S-curve, típica de tecnologias maduras como a internet nos anos 90.

Essa transição sugere maturação: menor volatilidade explosiva, mas crescimento mais sustentável impulsionado por ETFs e instituições. Comparado ao ciclo 2017-2021, onde power law guiou de US$ 1.000 para US$ 69.000, o atual pode priorizar acumulação sobre pumps parabólicos.

Níveis Críticos Identificados por Timmer

Timmer destaca US$ 65.000 como suporte crucial, próximo à alta do ciclo anterior (2021). Se o BTC consolidar por mais um ano, a power law pode convergir para esse patamar, tornando-o um ponto de inflexão. Abaixo, US$ 45.000 representa a trendline original, um nível de defesa final.

Atualmente, com BTC em torno de US$ 90.520, o preço está distante da power law, mas uma correção prolongada poderia testar esses suportes. Gráficos logarítmicos de longo prazo reforçam: desvios passados de 20-30% foram recuperados em 6-12 meses, mas a S-curve implica consolidações mais longas, como visto na Nasdaq pós-2000.

Para traders, isso significa monitorar volume e on-chain: influxos de ETF (como os da Fidelity) podem sustentar acima de US$ 65k, enquanto saídas sugerem teste da trendline.

Implicações para Ciclos e Mercados Futuros

Timmer concorda que halvings perdem força com adoção institucional, mas rejeita a ausência de bear markets. Ciclos de quatro anos, historicamente alinhados a halvings (2012, 2016, 2020, 2024), impulsionaram picos de 10.000x em 2013 e 20x em 2017. Agora, ETFs e tesourarias corporativas alteram a dinâmica.

Comparação histórica: pós-halving 2020, BTC subiu de US$ 10.000 para US$ 69.000; em 2024, ganhou tração inicial mas desacelerou. A S-curve prevê crescimento exponencial tardio, potencialmente acima de US$ 100k em 2026-2028, mas com retrações de 40-50% normais.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 488.239, com variação de -0,09% em 24h e volume de 151 BTC. Traders locais devem considerar câmbio e regulação CVM para posições macro.

Perspectiva Macro para Traders Brasileiros

Para o público brasileiro, essa análise oferece framework acionável: use power law em gráficos log para stops em US$ 45k (equivalente ~R$ 220k). Indicadores como mNAV e realized price confirmam suporte em US$ 65k. Monitore Fed e halvings residuais.

A longo prazo, Fidelity reforça narrativa bullish institucional, mas volatilidade persiste. Evite alavancagem excessiva; foque em acumulação em dips. Dados sugerem consolidação até convergência das curvas, com upside assimétrico pós-2026.


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