Personagens cartoon de regulador e executivo tech cortando correntes em gargalo, simbolizando fim proposto da Operation Chokepoint pelo Fed

Fed Propõe Fim da Operation Chokepoint: Paz Regulatória para Criptos?

O Federal Reserve dos EUA busca feedback público sobre uma proposta para eliminar o ‘risco reputacional’ na supervisão bancária, medida vista como o fim da Operation Chokepoint 2.0 — o cerco que levou ao debanking de empresas cripto. Paralelamente, a SEC contrata Taylor Lindman, ex-Chainlink, como chefe de conselho jurídico de seu Crypto Task Force. Esses movimentos indicam uma guinada regulatória pró-indústria nos EUA, com potencial para impactar o ecossistema global de criptomoedas.


O Que Foi a Operation Chokepoint 2.0

A Operation Chokepoint 2.0 refere-se a uma suposta estratégia coordenada do governo Biden para restringir o acesso de firmas cripto a serviços bancários tradicionais. Bancos foram pressionados a encerrar contas de empresas do setor sob pretexto de ‘risco reputacional’, afetando exchanges, processadores de pagamentos e custodiantes. Isso resultou em um debanking generalizado, forçando muitas operações a buscar alternativas offshore ou custosas soluções de conformidade.

O Federal Reserve, em comunicado de segunda-feira, propõe codificar mudanças iniciadas em junho de 2025, limitando decisões bancárias apenas a riscos financeiros objetivos. A vice-presidente de supervisão, Michelle Bowman, criticou explicitamente o uso de critérios como visões políticas ou crenças religiosas para debancar clientes legais. O prazo para comentários é de 60 dias, sinalizando um compromisso formal com a neutralidade regulatória.

Reações Políticas e do Mercado

A senadora Cynthia Lummis elogiou a iniciativa, afirmando que ela enterra de vez a Operation Chokepoint e posiciona os EUA como capital global de ativos digitais. Alex Thorn, da Galaxy Digital, destacou o ‘rollback’ contínuo do chokepoint. Sob a administração Trump, que explora ordens executivas contra debanking, o movimento ganha tração política — inclusive em disputas judiciais como a de Trump contra o JPMorgan.

Globalmente, essa mudança alivia pressões semelhantes observadas na Europa e Ásia, onde regulações bancárias também impactam cripto. Para investidores brasileiros, significa maior estabilidade para exchanges americanas, facilitando integrações e custódia de ativos como Bitcoin e stablecoins.

SEC Atrai Talentos da Indústria Cripto

Complementando o Fed, a SEC expande seu Crypto Task Force com profissionais do setor. Taylor Lindman, com mais de cinco anos na Chainlink Labs como vice-conselheiro jurídico, assume o cargo antes ocupado por Michael Selig. Ele participou de reuniões com a SEC em 2025 sobre taxonomia de tokens e conformidade, trazendo expertise prática para o regulador.

Hester Peirce, a ‘Crypto Mom’, deu as boas-vindas públicas, enquanto o time agora conta com 14 membros, incluindo ex-Coin Center e Baker Hostetler. Essa rotatividade de talentos reflete uma abordagem colaborativa, contrastando com ações antagônicas anteriores, e pode acelerar clareza regulatória em áreas como ETFs e staking.

Implicações para o Mercado Global

O fim do cerco bancário e a integração de experts prometem um ambiente mais hospitaleiro para inovação cripto nos EUA, influenciando jurisdições como União Europeia e Brasil. Exchanges americanas poderão operar com menor fricção, beneficiando liquidez global e adoção. Investidores devem monitorar os 60 dias de feedback e atividades do Task Force, que moldarão o futuro regulatório.

Esses desenvolvimentos posicionam as criptomoedas como ferramenta de poder financeiro em um cenário geopolítico em transformação, onde decisões de Washington reverberam mundialmente.


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Rede hexagonal DeFi translucida com rachaduras vermelhas vazando energia, simbolizando fraudes bilionárias e crise de confiança

Fraudes Bilionárias e Crise de Confiança em DeFi Marcam o Ciclo Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 24/02/2026 | MANHÃ

Fraudes bilionárias e falhas graves de segurança em protocolos emergentes dominam o cenário cripto nesta manhã de terça-feira. A prisão de um suspeito ligado a um esquema de US$ 1,28 bilhão na Ásia, somada à desancoragem temporária da stablecoin USD1 — vinculada à família Trump — estabelece um viés de baixa moderado no mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 327.350,81, apresentando uma queda de 3,99% nas últimas 24 horas. Apesar do clima de cautela gerado por investigações de insider trading em DeFi, a proposta do Federal Reserve para encerrar restrições bancárias ao setor oferece um contraponto regulatório positivo no longo prazo. O momento exige seletividade extrema, com investidores migrando capital para ativos estabelecidos diante de vulnerabilidades sistêmicas em projetos não auditados.


🔥 Destaque: Prisão de fraudador expõe esquema de US$ 1,28 bilhão

A captura de um cidadão chinês em Nonthaburi, na Tailândia, marca o desfecho parcial de um dos maiores esquemas Ponzi recentes no Sudeste Asiático. Segundo a Odaily, o suspeito é acusado de operar a BHE Exchange, plataforma que emitia o token DDO com promessas irreais de retornos de 6% ao ano e valorização de 20 vezes em uma década.

O golpe afetou aproximadamente 20 mil vítimas, com prejuízos estimados em 9 bilhões de yuans (cerca de US$ 1,28 bilhão). O colapso da plataforma em 2024 deixou investidores sem acesso aos fundos, enquanto os responsáveis fugiram para países vizinhos. A extradição iminente do detido para a China demonstra um avanço na cooperação internacional contra crimes financeiros transfronteiriços.

Para o investidor global, o caso serve como um alerta crítico sobre os perigos de exchanges centralizadas (CEX) obscuras e tokens que prometem rendimentos garantidos. A erosão da confiança em plataformas asiáticas tende a beneficiar grandes exchanges reguladas, como a Binance, à medida que o varejo busca maior segurança institucional e auditoria de reservas.

Embora o arresto seja positivo para a justiça, o sentimento negativo gerado pelo volume das perdas pode frear a entrada de novos usuários no ecossistema cripto no curto prazo. Monitorar a liquidez e o volume de negociação em plataformas asiáticas menores será fundamental para identificar possíveis efeitos de contágio ou novas ondas de resgates.


📈 Panorama do Mercado

O mercado enfrenta uma crise de confiança em projetos de menor capitalização e stablecoins emergentes. A USD1, quinta maior stablecoin do mundo com capitalização de US$ 4,72 bilhões, sofreu um depeg temporário, caindo para US$ 0,994. O projeto World Liberty Financial atribuiu o incidente a um “ataque coordenado” envolvendo redes sociais e manipulação de mercado, conforme reportado pela ZyCrypto.

Simultaneamente, o analista on-chain ZachXBT provocou uma onda de vendas em protocolos como Meteora e Hyperliquid ao anunciar uma investigação sobre insider trading prevista para o dia 26 de fevereiro. Essa antecipação de notícias negativas, rotulada como frontrunning de FUD, elevou a volatilidade no setor DeFi, pressionando tokens que sustentam altos volumes de receita.

Em um contraponto raro, o Federal Reserve propôs eliminar o “risco reputacional” como critério de supervisão, o que pode facilitar o acesso bancário para empresas de criptomoedas nos EUA. Além disso, grandes investidores institucionais como a Bitmine, de Tom Lee, aproveitaram a queda para acumular mais de 51 mil ETH, demonstrando que, enquanto o varejo reage ao medo, o capital de longo prazo foca em infraestrutura e fundamentos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Insegurança em Protocolos Políticos: A instabilidade na stablecoin USD1 demonstra que ativos ligados a figuras públicas são alvos preferenciais para campanhas de desinformação off-chain, o que pode forçar resgates em massa.
  • Investigações de Insider Trading: O próximo boletim de ZachXBT pode confirmar abusos sistemáticos em plataformas DeFi lucrativas, gerando quedas expressivas em tokens como MET e HYPE se as evidências forem contundentes.
  • Falhas em Agentes de IA: O erro decimal que custou US$ 442 mil em um bot de negociação no ecossistema Solana evidencia a falta de guardrails em sistemas autônomos, desencorajando o uso de ferramentas de IA sem supervisão humana.
  • Vulnerabilidade de Custódia: O caso da BHE Exchange reforça que segurança deve ser a prioridade número um; manter fundos em plataformas sem histórico de conformidade ou auditoria real representa risco de perda total.

💡 Oportunidades Identificados

  • Acumulação Institucional: A compra agressiva de Ethereum pela Bitmine durante o recuo de preço sugere que o suporte em níveis próximos a US$ 2.000 pode ser uma zona de interesse para estratégias de tesouraria e staking de longo prazo.
  • Tokenização de Ativos Reais (RWA): O investimento da Framework Ventures na Better.com para criar hipotecas em blockchain sinaliza que o setor de RWA continua atraindo capital qualificado, apesar da volatilidade do mercado de varejo.
  • Arbitragem de Sentimento: Mercados de previsão como o Polymarket oferecem janelas para traders que buscam rentabilizar a incerteza sobre quais empresas serão expostas por investigadores on-chain nos próximos dias.

📰 Principais Notícias do Período

1. Suspeito de fraude de US$ 1,28 bi preso na Tailândia
Investigado chinês ligado à BHE Exchange foi capturado após dois anos foragido. O esquema utilizava o token DDO para atrair 20 mil vítimas com promessas falsas de rendimentos em dólares.

2. Stablecoin USD1 perde paridade com o dólar temporariamente
O ativo associado à World Liberty Financial caiu para US$ 0,994. A equipe alega um ataque coordenado via redes sociais, reafirmando que as reservas no BitGo permanecem intactas.

3. Tokens DeFi MET e HYPE recuam antes de relatório de ZachXBT
O anúncio de uma investigação sobre uso indevido de dados internos por funcionários de empresas cripto lucrativas fez com que traders se antecipassem, vendendo ativos preventivamente.

4. Fed propõe fim da Operation Chokepoint 2.0
O banco central dos EUA quer remover o “risco de reputação” das diretrizes bancárias. A medida pode acabar com a exclusão financeira de empresas do setor cripto pelas instituições tradicionais.

5. Agente de IA da OpenAI perde US$ 442 mil em erro na rede Solana
Um erro de interpretação decimal fez um bot autônomo enviar tokens em excesso para um usuário. O incidente destaca a necessidade de auditorias e limites de transferência em finanças descentralizadas.

6. Bitmine compra 51 mil ETH enquanto Vitalik Buterin vende US$ 21 milhões
A disparidade entre a acumulação institucional e as vendas de co-fundadores cria uma narrativa mista para o Ethereum no curto prazo, testando o suporte de preço abaixo de US$ 2.000.


🔍 O Que Monitorar

  • Estabilidade da USD1: A manutenção do peg em US$ 1,00 é crucial para evitar o contágio em outros ativos do ecossistema WLFI.
  • Revelação de ZachXBT: A publicação oficial no dia 26 de fevereiro poderá confirmar quais protocolos estão sob investigação por abuso de dados.
  • Comentários ao Fed: A reação pública à proposta do Federal Reserve indicará o fôlego político para mudanças no debanking nos EUA.
  • Volumes em DEX Solana: Após o erro do AI agent, monitorar se haverá retração no uso de bots autônomos na rede.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o mercado cripto deve permanecer sob pressão, refletindo a cautela extrema diante de novas revelações de segurança e fraude. O viés de baixa moderado é sustentado pela antecipação de notícias negativas em DeFi e pela incerteza em torno de stablecoins políticas. Contudo, a robustez do capital institucional na acumulação de Ethereum e a sinalização positiva do Fed sugerem que os fundamentos de longo prazo permanecem resilientes. Recomenda-se evitar o FOMO em ativos de baixa liquidez e priorizar a custódia segura em plataformas reconhecidas como a Binance enquanto a volatilidade atual não se estabiliza.


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Balança cartoon com engrenagem IA pesada superando salada caótica de elementos cripto, banqueiro cético observando, criticando hype do Fed

Fed Rebate Hype: Cripto ‘Inútil’ e Stablecoins ‘Word Salad’

O presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, classificou as criptomoedas como “completamente inúteis” após mais de uma década de existência, em comparação à adoção rápida da inteligência artificial. No 2026 Midwest Economic Outlook Summit, ele criticou as defesas das stablecoins como uma “salada de buzzwords“, questionando sua superioridade sobre ferramentas como Venmo e Zelle. A visão bancária tradicional rebate o hype cripto com argumentos práticos e macroeconômicos.


Comparação Implacável: Cripto vs. Inteligência Artificial

A história mostra que inovações verdadeiras se impõem rapidamente no dia a dia, enquanto promessas vazias demoram ou fracassam. Kashkari destacou isso ao contrastar as criptomoedas, presentes há mais de dez anos sem impacto real na economia americana, com a IA, que “não existe há muito tempo e as pessoas já a usam todos os dias”. Essa diferença demonstra, segundo ele, o potencial econômico genuíno da IA versus a inutilidade prática das cripto.

O mercado cripto, no entanto, ignora esses sinais. Após ciclos de euforia em 2017 e 2021, seguidos de correções brutais em 2018 e 2022, investidores continuam apostando em narrativas especulativas. Kashkari, com sua experiência em crises financeiras, alerta para o risco de exuberância irracional, semelhante às bolhas dot-com ou tulipas holandesas.

Stablecoins: Salada de Buzzwords sem Substância

A crítica mais afiada de Kashkari recai sobre as stablecoins, promovidas como revolução em pagamentos. “O que uma stablecoin faz que eu não possa com Venmo, PayPal ou Zelle?”, questiona ele. As respostas, diz o dirigente do Fed, são uma “salada de buzzwords“: tokenização de depósitos, pagamentos instantâneos e remessas globais — conceitos que evaporam sob escrutínio básico.

No exemplo das remessas, Kashkari cita seu sogro nas Filipinas: transferências rápidas em stablecoins ainda exigem conversão cara para a moeda local para compras cotidianas, como mantimentos. Países soberanos não abandonarão suas políticas monetárias por uma plataforma unificada, preservando fricções inerentes ao sistema global atual. Ferramentas domésticas já superam as stablecoins em eficiência e custo para a maioria dos usuários.

Visão Bancária: Proteção da Soberania Monetária

O Fed não vai ceder. Como guardião da estabilidade macroeconômica, o banco central prioriza sistemas testados que sustentam a liquidez global e protegem contra volatilidade. Criptomoedas e stablecoins representam risco sistêmico, especialmente em um contexto de taxas de juros elevadas e liquidez restrita. A correlação crescente com mercados tradicionais amplifica quedas, como visto em 2022.

Para investidores brasileiros, isso significa cuidado com o viés de confirmação em meio ao otimismo atual. O dólar forte e a política monetária americana ditam o ritmo: enquanto o Fed questiona a utilidade cripto, ativos de risco enfrentam pressão. A proteção de capital deve vir primeiro, priorizando diversificação e reservas em ativos soberanos sobre promessas de revolução financeira.

O Que o Mercado Deve Monitorar

Declarações como as de Kashkari sinalizam tom regulatório mais cético em 2026. Com dados macro como CPI e reuniões do FOMC à frente, o foco estará em políticas que reforcem o dólar como reserva global. Investidores atentos devem observar liquidez global e respostas a eventos como esse: ignorá-los é repetir erros de ciclos passados. A contra-narrativa bearish equilibra o hype, preparando para correções inevitáveis.


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Banqueiro cartoon do Fed descartando Beanie Baby com padrões cripto para lixeira, satirizando crítica de Neel Kashkari à utilidade das criptomoedas

‘Inútil’: Presidente do Fed Compara Cripto a Beanie Babies

O presidente do Federal Reserve Bank de Minneapolis, Neel Kashkari, voltou a atacar o setor cripto, chamando-o de ‘totalmente inútil’ após mais de uma década de existência. Em evento no dia 19 de fevereiro de 2026, ele comparou criptomoedas a uma ‘salada de buzzwords‘ e questionou o que stablecoins oferecem além do Venmo. A história mostra que declarações como essa do ‘velho mundo’ financeiro ecoam bolhas passadas, enquanto Wall Street abraça o Bitcoin.


Declarações Ácidas no Summit Econômico

No 2026 Midwest Economic Outlook Summit em Fargo, Dakota do Norte, Kashkari contrastou a utilidade cotidiana da inteligência artificial com o vazio prático das criptomoedas. ‘Cripto existe há mais de uma década e é utterly useless‘, disse ele, pedindo à plateia que levantasse a mão quem usou ChatGPT na semana versus quem comprou algo com Bitcoin. Ninguém se manifestou para o BTC, reforçando seu ponto: falta adoção real no dia a dia.

O mercado está ignorando esses alertas? A história das bolhas dot-com e crises asiáticas de 1997 nos ensina que tecnologias em euforia sem utilidade econômica sustentável acabam em correções brutais, como a de 80% em 2022. Kashkari, economista experiente, vê o mesmo padrão.

Stablecoins: Salada de buzzwords ou Inovação?

Questionado sobre pagamentos, Kashkari desmontou o hype das stablecoins: ‘O que uma stablecoin faz que o Venmo não faz hoje?’. Ele admitiu potencial em remessas internacionais para emergentes, mas apontou o calcanhar de Aquiles: a necessidade de conversão para moeda local, gerando custos e fricções. Para consumidores americanos, é irrelevante.

Como analista que viu ciclos inteiros, concordo em parte. Stablecoins somam bilhões em volume, mas a utilidade real é questionável quando apps fiduciários como Venmo e Zelle dominam transações P2P. O mercado cripto adora narrativas de ‘revolução financeira’, mas os dados sugerem mais especulação do que transformação.

Contraste com Trump e Wall Street

As falas de Kashkari chocam com o entusiasmo da administração Trump, que vê Bitcoin e stablecoins dolarizadas como ferramentas para dominância global do dólar. O presidente assinou ordem executiva para reserva estratégica de BTC, e o Tesouro sob Scott Bessent promove stablecoins reguladas. Por que o Fed resiste enquanto Wall Street entra?

A resposta está na macroeconomia: bancos centrais priorizam estabilidade, não experimentos voláteis. Kashkari defende a independência do Fed contra pressões políticas, citando tentativas recentes de interferência. Isso lembra 2018, quando exuberância levou a um bear market prolongado. Cuidado: divergências internas podem sinalizar volatilidade regulatória à frente.

Lições Históricas e o Caminho Adiante

Kashkari não para na crítica atual: em novembro passado, comparou cripto à bolha dos Beanie Babies dos anos 90, brinquedos de pelúcia que viraram mania especulativa antes do colapso. A história repete: todo ciclo de euforia ignora utilidade até a realidade bater.

Para investidores, vale monitorar. O Fed não dita preços, mas molda regulação. Com inflação em 2,5-3% e desemprego em 4,3%, política monetária apertada pode pressionar ativos de risco como BTC. Sobreviver ao próximo bear exige ceticismo, não FOMO.


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Eclipse escuro cobrindo sol dourado do Bitcoin com raios vermelhos, simbolizando pior queda desde 2022 por Fed hawkish e tensões globais

Fed Hawkish e Tensões Globais: BTC na Pior Queda desde 2022

As atas da reunião de janeiro do FOMC revelaram pela primeira vez a possibilidade de aumento de juros caso a inflação nos EUA permaneça acima da meta de 2%, sinalizando um tom mais hawkish do que o esperado. Combinado às crescentes tensões geopolíticas no Oriente Médio, o Bitcoin está a caminho de sua quinta semana consecutiva de queda, a pior sequência desde 2022. Investidores globais reavaliam o apetite por risco em meio a um dólar fortalecido e petróleo em alta.


Tom Hawkish nas Atas do Fed

Os minutos da reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de janeiro, divulgados nesta quinta-feira (19), mostram que a maioria dos participantes optou por manter a taxa de juros federais entre 3,50% e 3,75%. No entanto, vários membros alertaram para riscos de inflação mais persistente do que o previsto, com o CPI atual em 2,4%, ainda acima da meta. Pela primeira vez em documentos recentes, alguns participantes indicaram apoio a ajustes para cima na taxa se os preços não convergirem para 2% de forma firme.

O jornalista Nick Timiraos, conhecido como ‘transmissor do Fed’, destacou a ausência de prazos claros para o retorno à meta inflacionária nas projeções do staff, um sinal de que autoridades americanas perderam confiança na desinflação rápida. Essa mudança de tom encerra uma trégua esperada pelos mercados e pressiona ativos de risco como criptomoedas, que dependem de liquidez farta para valorizar.

Tensões Geopolíticas Aceleram a Queda do BTC

Paralelamente ao Fed, riscos geopolíticos no Oriente Médio intensificam a aversão ao risco. Relatos indicam que os EUA acumulam a maior concentração de poder aéreo na região desde 2003, com possibilidade de ataques ao Irã. Isso elevou o índice do dólar a 97,7, o mais alto desde 6 de fevereiro, e o petróleo WTI para US$ 65, de uma mínima de US$ 62.

Um dólar forte e commodities em alta apertam as condições financeiras globais, afetando especialmente o Bitcoin, que caiu mais de 50% desde o pico de US$ 126.500 em outubro. Em termos semanais, o BTC registra cinco quedas consecutivas, ecoando o mercado de baixa de 2022, quando acumulou nove semanas negativas.

Impacto no Mercado Brasileiro e Global

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 350.410,86 nesta quinta-feira às 06:50, com variação de -1,83% nas últimas 24 horas. O dólar subiu para R$ 5,2383, ampliando a pressão sobre ativos em reais. Para investidores brasileiros, esse cenário reforça a necessidade de monitorar decisões em Washington e eventos no Oriente Médio, que moldam o fluxo de capital global para cripto.

Em perspectiva geopolítica, sanções potenciais e instabilidade energética podem prolongar juros altos nos EUA, reduzindo o apelo de ativos voláteis. Países emergentes como o Brasil sentem o impacto via carry trade reverso e saída de capitais de risco.

Próximos Passos para Investidores

O mercado aguarda a próxima reunião do FOMC em 18 de março, com 94% de chance de manutenção das taxas segundo o CME FedWatch. No curto prazo, é provável que o Bitcoin teste suportes abaixo de US$ 67.000. Investidores globais devem diversificar fontes de informação, conectando políticas monetárias americanas a dinâmicas internacionais, para navegar essa fase de incerteza elevada.


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Personagens reguladores cartoon dissipando nuvem cinzenta e classificando criptos em categorias claras, simbolizando avanço da SEC e Fed na regulação

Fim da Zona Cinzenta? SEC e Fed Avançam na Classificação de Criptos

Boas notícias para quem está começando no mundo das criptomoedas: a SEC dos EUA anunciou que prepara um guia oficial para classificar criptoativos, alinhado à lei Clarity. Ao mesmo tempo, o Federal Reserve propõe tratar criptos como uma classe de ativo separada em derivativos. Em outras palavras, isso significa o fim da ‘zona cinzenta’ regulatória, trazendo mais segurança e clareza para evitar golpes e proteger seus investimentos.


O Guia da SEC: Explicando o ‘Financês’ de Forma Simples

Pense na SEC como o ‘policial do mercado financeiro’ nos EUA, responsável por valores mobiliários — aqueles investimentos como ações. Já ouviu falar em CFTC? É o regulador de commodities e futuros, como soja ou petróleo. O problema? Criptomoedas ficavam no meio, sem saber quem cuidava do quê. Isso gerava confusão e brechas para fraudes.

Agora, o presidente da SEC, Paul Atkins, revelou no Congresso que eles trabalham com a CFTC no Projeto Cripto. Esse projeto inclui uma taxonomia de tokens — imagine um ‘guia de identificação’ que separa criptos por tipo, definindo qual agência regula cada uma. Isso segue a Clarity Act, ainda em debate, mas já em ação via coordenação entre agências.

Em resumo: se uma cripto for como uma ação, SEC cuida; se for commodity volátil como Bitcoin, CFTC entra. Para você, iniciante, isso significa menos risco de cair em esquemas Ponzi disfarçados de ‘token inovador’.

A Proposta do Fed: Cripto como Classe de Ativo Única

O Federal Reserve, ou Fed — o ‘banco central americano’ que controla juros e estabilidade —, entra na conversa com uma ideia prática. Em estudo atualizado dia 12 de fevereiro, pesquisadores sugerem classificar criptomoedas como uma classe de ativo separada para derivativos. Derivativos? São contratos baseados em ativos futuros, como apostas no preço do Bitcoin amanhã.

Por quê? Criptos são voláteis demais para misturar com ações ou ouro. O Fed quer dividir em stablecoins (como USDT, que imitam dólar) e ‘flutuantes’ (Bitcoin, Ethereum). Assim, margens — o ‘depósito de garantia’ para trades — ficam mais precisas, evitando perdas em crashes.

Analogia brasileira: é como separar carros de motos no trânsito. Cada um tem regras próprias para segurança. Isso protege bancos e traders de under-collateralization, ou seja, quando o risco explode e o colchão some. Para nós, significa mais estabilidade no mercado global, beneficiando exchanges acessíveis aqui no Brasil.

Por Que Isso Importa para Seu Bolso?

Se você é novo nisso, sabe o medo: ‘E se for golpe?’. Essa unificação SEC-Fed-CFTC acaba com a incerteza, atraindo investidores sérios e reduzindo scams. Pense: com regras claras, projetos ruins somem, sobrando os sólidos como Bitcoin.

Atkins disse: ‘Marco federal para cripto é há muito devido’. Isso abre portas para inovação segura, como ETFs ou empréstimos em crypto. Monitore o Congresso — se Clarity passar, teremos proteção ‘blindada’. Saia confiante: regulação não trava o mercado, ela o torna adulto e confiável. Comece pequeno, aprenda devagar — você está no caminho certo!


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Personagens cartoon de reguladores CFTC, SEC e Fed unindo peças de puzzle cripto em mesa estratégica, simbolizando unificação de critérios regulatórios nos EUA

Avanço Regulatório EUA: CFTC e SEC Unificam Critérios Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 13/02/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom de viés de alta moderado do período, impulsionado por uma coordenação inédita entre os principais reguladores dos Estados Unidos. A nomeação de lideranças do setor em comitês federais e a confirmação de uma taxonomia clara para ativos digitais estabelecem as bases para uma nova era de integração financeira. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 348.190,80, refletindo a resiliência do mercado diante de pressões pontuais. Embora riscos de segurança cibernética e fluxos ilícitos persistam como desafios ao varejo, o momentum positivo regulatório e a entrada de grandes participantes institucionais prevalecem como os principais motores do ecossistema nas próximas horas.


🔥 Destaque: CFTC Nomeia CEOs Cripto para Comitê Estratégico

A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) dos Estados Unidos protagonizou um marco histórico ao expandir seu Comitê Consultivo de Inovação (IAC) para 35 membros, incluindo figuras centrais da indústria como Brian Armstrong (Coinbase) e Brad Garlinghouse (Ripple). A iniciativa, liderada pelo Chairman Mike Selig, visa modernizar as regras para derivativos e inovações financeiras, trazendo a expertise direta dos executivos para o centro da formulação de políticas federais.

De acordo com informações da CoinDesk, a presença desses líderes sinaliza uma transição do modelo de “regulação por enforcement” para uma abordagem colaborativa. O comitê também conta com gigantes do sistema tradicional, como o CME Group e a Nasdaq, consolidando a ponte entre as finanças descentralizadas e o tradfi. Esta cooperação é vista como um catalisador para a aceleração de frameworks regulatórios para stablecoins e contratos de opções.

Para o mercado, as implicações são profundas: a legitimidade conferida pela CFTC ao setor pode reduzir drasticamente o medo e a incerteza regulatória que acompanhou o ecossistema nos últimos anos. A expectativa é que esse diálogo direto resulte em regras mais equilibradas, que protejam o investidor sem sufocar a inovação tecnológica. No entanto, analistas alertam para o risco de “captura regulatória”, onde os interesses das grandes corporações poderiam, em teoria, sobrepor-se às necessidades do varejo.

Monitorar as atas e comunicados deste grupo será essencial para antecipar movimentos em relação aos ativos como Bitcoin e Ethereum. A inclusão de nomes como Sergey Nazarov (Chainlink) e Anatoly Yakovenko (Solana) reforça que o escopo regulatório transcende o BTC, abraçando a infraestrutura web3 de modo abrangente.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é caracterizado por uma harmonização regulatória sem precedentes nos Estados Unidos. A colaboração entre SEC, CFTC e o Federal Reserve via iniciativas como o “Project Crypto” indica que o governo americano está empenhado em definir uma taxonomia de tokens precisa. Este movimento é fundamental para distinguir quais ativos operam como commodities e quais são valores mobiliários, oferecendo a segurança jurídica necessária para grandes gestoras de ativos.

Enquanto o contexto institucional avança, o setor de varejo enfrenta ventos contrários devido a ataques cibernéticos e esquemas de fraude. Relatórios da Chainalysis revelaram um aumento preocupante em fluxos ilícitos, o que justifica a urgência regulatória atual. No entanto, a migração para plataformas reguladas e a crescente demanda por soluções de conformidade indicam que o mercado está amadurecendo para filtrar esses riscos sistêmicos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fluxos Ilícitos e Regulação: O aumento de 85% nos fluxos para crimes sensíveis reportado pela Chainalysis gera pressão por regras contra lavagem de dinheiro mais rigorosas, o que pode afetar a liquidez de ativos focados em privacidade.
  • Hacks de Romance: O alerta do DOJ sobre fraudes emocionais ligadas a cripto antes do Valentine’s Day reforça a necessidade de educação para o investidor de varejo contra golpes sentimentais.
  • Insider Trading em Previsão: O caso de uso de inteligência militar no Polymarket em Israel evidencia brechas em mercados de predição que ainda operam com baixo nível de verificação de identidade.
  • Restrições Bancárias Regionais: Na Coreia do Sul, o erro operacional da Bithumb levou bancos a hesitarem na renovação de contratos, ameaçando as rampas de entrada fiduciárias na Ásia.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção via Derivativos: A proposta do Fed para margens específicas em derivativos cripto abre caminho para que bancos tradicionais ofereçam exposição estruturada a ativos como BTC e ETH.
  • Maturidade DeFi: A pressão sobre exchanges centralizadas em regiões como a Coreia pode acelerar a migração de usuários para protocolos descentralizados mais robustos e independentes.
  • Ferramentas de RegTech: A crescente necessidade de conformidade cria uma demanda massiva por ferramentas de monitoramento on-chain e verificação para investidores institucionais.

📰 Principais Notícias do Período

1. CFTC nomeia 35 CEOs cripto para comitê de inovação
Líderes da Coinbase, Ripple e Uniswap agora integram o comitê oficial da CFTC para assessorar a regulação de commodities digitais e derivativos nos EUA.

2. SEC confirma taxonomia tokens alinhada ao CLARITY Act
Paul Atkins afirmou que a agência trabalha em uma orientação formal para classificação de ativos, visando harmonizar as regras com o framework legislativo federal.

3. Fed propõe margens iniciais distintas para derivativos cripto
O Federal Reserve sugeriu que cripto seja uma classe de ativo separada em mercados de balcão (OTC), exigindo colaterais específicos dada a sua volatilidade característica.

4. Alerta EUA destaca riscos de scams românticos com cripto
Procuradores federais alertaram para picos de golpes do tipo “pig-butchering” em aplicativos de namoro, com fundos muitas vezes lavados via redes transnacionais.

5. Fluxos cripto para tráfico humano sobem 85% em 2025
Novo relatório de crimes cibernéticos aponta crescimento explosivo em transações ligadas a serviços ilícitos, intensificando o escrutínio sobre stablecoins e mixers.

6. Israel indicia insiders por apostas no Polymarket
Um oficial de reserva e um civil foram acusados de usar inteligência de guerra confidencial para lucrar em mercados de previsão descentralizados.

7. Bancos coreanos hesitam em contratos pós-erro Bithumb
O erro de distribuição de BTC pela exchange Bithumb gerou cautela em grandes bancos sul-coreanos sobre a continuidade do suporte a contas fiat reais.


🔍 O Que Monitorar

  1. Progresso do CLARITY Act: O avanço desta legislação no Congresso dos EUA determinará a perenidade das novas classificações de tokens.
  2. Volumes em CEXs Coreanas: A possível não renovação de contratos bancários pode gerar choques de liquidez na região asiática.
  3. Resposta da CFTC ao Polymarket: Eventuais sanções ou exigências de KYC para mercados de predição após os casos de uso indevido de informação internacional.
  4. Fluxos Institucionais: O impacto das margens propostas pelo Fed no volume de negociação de derivativos em bancos e na Binance.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de alta moderado deve persistir, ancorado pelo otimismo institucional gerado pela tríade regulatória americana (SEC, CFTC e Fed). Embora o medo causado por relatórios de crimes ilícitos possa retrair o apetite do varejo no curto prazo, a clareza nas regras do jogo é historicamente positiva para a acumulação de longo prazo por grandes participantes. Investidores devem monitorar a sustentação do suporte do Bitcoin frente a entradas de capital institucional e ficar atentos a possíveis reações regulatórias em plataformas de predição descentralizadas. A coordenação entre agências sugere que os dias de incerteza extrema nos EUA estão contados, favorecendo ativos com fundamentos sólidos e conformidade robusta.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de banqueiros tradicionais e inovadores fintech cripto disputando trilhos de trem para portal do Fed, simbolizando guerra pelo controle de pagamentos

Bancos vs. Cripto: Disputa pelo Controle dos Pagamentos no Fed

Uma batalha silenciosa em Washington pode definir se, em 2030, brasileiros usarão stablecoins ou bancos tradicionais para pagamentos globais. Bancos americanos pressionam o Federal Reserve contra acesso direto de fintechs e empresas cripto ao sistema de pagamentos central, alegando riscos de instabilidade. Fintechs defendem ‘contas enxutas’ para inovação, enquanto um possível acordo Fed-Tesouro sinaliza mais liquidez para ativos digitais.


A Guerra dos Trilhos de Pagamento

Nos EUA, o controle dos ‘trilhos de pagamento’ — infraestruturas como Fedwire e FedNow — é disputado entre bancos legados e emergentes. Grupos como Bank Policy Institute e Clearing House exigem 12 meses de operação segura antes de conceder acesso a emissores de stablecoins novos, temendo corridas bancárias sem seguro de depósitos federal.

Fintechs, via American Fintech Council, apoiam proposta do Fed para ‘contas de pagamento limitadas’ (skinny accounts), com teto de saldos noturnos em US$ 500 milhões e sem juros ou acesso à janela de desconto. Isso reduziria dependência de bancos patrocinadores, acelerando liquidações e cortando custos operacionais para players globais.

Gatekeeping Financeiro e Riscos Sistêmicos

O gatekeeping financeiro reflete o monopólio histórico dos bancos sobre o acesso ao Fed, condicionado a supervisão federal rigorosa. Bancos argumentam que contas para não-bancos elevam riscos de lavagem de dinheiro, sanções e resiliência operacional, especialmente para modelos ligados a stablecoins como USDC da Circle.

Empresas como Anchorage Digital, com licença de banco fiduciário nacional, buscam ‘contas-mestre’ pelo nível 3, mas enfrentam resistência. Coinbase, oferecendo yields de 3,5% em USDC, é vista como ameaça aos depósitos bancários tradicionais, drenando liquidez do sistema legado.

Implicações Geopolíticas para Stablecoins

Do ponto de vista global, a decisão do Fed molda a soberania do dólar digital. Stablecoins como USDC e USDT competem com CBDCs chinesas e europeias, posicionando os EUA como árbitro do futuro dos pagamentos transfronteiriços. Um acesso facilitado beneficiaria Circle e Coinbase, expandindo ecossistemas cripto para remessas e tesouraria corporativa em emergentes como o Brasil.

Regulações como a Genius Act, de julho de 2026, ainda pendentes de regras finais, intensificam o debate. Autoridades de Washington, Bruxelas e Pequim observam: quem controla os trilhos, dita o fluxo global de valor.

Acordo Fed-Tesouro e Injeção de Liquidez

Paralelamente, otimistas do Bitcoin veem otimismo em uma proposta de novo acordo Fed-Tesouro, similar ao de 1951, potencialmente implementando yield-curve control. Com custos de dívida em US$ 1 trilhão anuais, isso poderia suprimir yields reais, favorecendo ativos de risco como BTC e altcoins.

Analistas como Luke Gromen preveem postura dovish, sincronizando balanço do Fed com financiamento do Tesouro, injetando liquidez e reduzindo volatilidade nas taxas — um cenário de alta para cripto em meio a pressões fiscais globais.


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Personagens cartoon de Powell algemado por lupa DOJ e Warsh batendo em porta Senado sobre cadeira vazia do Fed, ilustrando impasse político

Caos no Fed: Investigação Contra Powell e Batalha por Warsh

O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, pressionou o Comitê Bancário do Senado a avançar com as audiências de confirmação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve, apesar da investigação do Departamento de Justiça (DOJ) contra o atual presidente, Jerome Powell. Indicado por Trump em 30 de janeiro, Warsh enfrenta resistência do senador Thom Tillis, que ameaça bloquear a nomeação até esclarecer supostas irregularidades em uma renovação de US$ 2,5 bilhões no prédio do Fed. O impasse gera instabilidade institucional em Washington, com reflexos imediatos no mercado cripto, onde o Bitcoin despencou mais de 20% desde a nomeação.


Investigação do DOJ e Negação de Powell

A promotora Jeanine Pirro, procuradora do Distrito de Colúmbia, abriu a investigação criminal em janeiro, emitindo subpoenas sobre o testemunho de Powell no Congresso. O foco são supostos equívocos sobre os custos exorbitantes da renovação da sede do Fed e edifícios adjacentes. Powell nega qualquer irregularidade e classifica a investigação como retaliação política por sua resistência às demandas de Donald Trump por cortes mais rápidos nas taxas de juros.

Segundo autoridades do DOJ, o caso envolve possíveis declarações enganosas a legisladores, o que poderia comprometer a independência do Fed. Tillis, republicano do Comitê Bancário, reforça que não apoiará Warsh — apesar de considerá-lo qualificado — até a investigação chegar à verdade, priorizando a autonomia da instituição central.

Pressão do Tesouro e Impasse no Senado

Em entrevista à Fox News, Bessent rebateu Tillis, sugerindo que as audiências prossigam paralelamente à investigação de Pirro. "Por que não iniciar as audiências e ver para onde a apuração vai?", questionou o secretário. Republicanos controlam 13 das 24 vagas no comitê, mas o voto de Tillis pode forçar a decisão aos democratas, adiando a confirmação para o plenário do Senado.

O processo padrão exige revisão no comitê, voto de recomendação e, por fim, debate e aprovação no Senado completo. Qualquer atraso prolonga a incerteza sobre a liderança do Fed, em um momento crítico para a política monetária global.

Implicações para o Mercado Cripto e Liquidez

Warsh é visto como hawkish, favorável a juros mais altos, o que explica a queda do Bitcoin abaixo de US$ 82 mil e liquidações de US$ 2,5 bilhões em posições longas. Uma transição rápida poderia apertar a liquidez, impactando ativos de risco como criptomoedas, enquanto Powell é percebido como mais dovish.

Paralelamente, o Fed recebe comentários divididos sobre contas de pagamento limitadas para fintechs cripto. Empresas como Circle e Anchorage apoiam a inovação em pagamentos, mas associações bancárias alertam para riscos de supervisão insuficiente. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 362.358,91 (-1,74%) às 07:18 de hoje.

Para investidores globais, incluindo brasileiros, o caos no Fed sinaliza volatilidade em juros e liquidez, moldando o fluxo para ou contra criptoativos em um cenário geopolítico tenso.


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Fluxo dourado de energia ramificando em feixes coloridos cyan, verde e magenta, ilustrando rotação de capital de Bitcoin para altcoins

Saídas de US$ 264 milhões no BTC: Rotação para Altcoins?

Os dados semanais da CoinShares revelam saídas líquidas de US$ 264 milhões em produtos de investimento em Bitcoin, contribuindo para outflows totais de US$ 187 milhões no mercado cripto. Em contraste, altcoins como XRP (US$ 63,1 milhões), Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões) registraram entradas. Esse movimento ocorre em um contexto de ‘impressão gradual’ do Federal Reserve, conforme análise de Lyn Alden, sugerindo rotação setorial em ativos escassos.


Fluxos Semanais: Bitcoin sob Pressão

De acordo com o relatório da CoinShares referente à semana encerrada em 9 de fevereiro de 2026, os produtos de investimento em ativos digitais acumularam outflows de US$ 187 milhões. O Bitcoin foi o principal responsável, com saídas de US$ 264 milhões, reduzindo o total de ativos sob gestão (AUM) para US$ 129,8 bilhões — o menor nível desde março de 2025. Regionalmente, houve inflows em Alemanha (US$ 87,1 milhões), Suíça (US$ 30,1 milhões), Canadá (US$ 21,4 milhões) e Brasil (US$ 16,7 milhões).

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 365.544,12, com variação de -0,91% nas últimas 24 horas e volume de 317,19 BTC. Os dados indicam uma desaceleração nos outflows em relação a semanas anteriores, apesar da pressão de preços.

Altcoins Ganham Tração

Enquanto o Bitcoin registra outflows expressivos, altcoins mostram resiliência. XRP liderou com inflows de US$ 63,1 milhões, seguido por Solana (US$ 8,2 milhões) e Ethereum (US$ 5,3 milhões). Em reais, XRP cotado a R$ 7,35 (-3,66%), Solana a R$ 442,60 (-4,53%) e Ethereum a R$ 10.717,72 (-2,95%). Esses fluxos sugerem uma rotação setorial, com investidores diversificando para além do BTC em um ambiente de volatilidade.

O dólar está em R$ 5,2131 (-0,05%), contextualizando os valores em BRL. Tal padrão pode refletir busca por ativos com maior potencial de upside relativo ou hedge contra debasement monetário.

Contexto Macroeconômico: ‘Impressão Gradual’ do Fed

Lyn Alden, em sua análise recente, afirma que o Federal Reserve entrou em modo de ‘impressão gradual’, expandindo o balanço patrimonial no ritmo do PIB nominal ou ativos bancários totais. Isso difere de um ‘big print’ agressivo, estimulando preços de ativos de forma moderada. Alden recomenda posse de ativos escassos de alta qualidade, rebalanceando de áreas eufóricas para subvalorizadas.

A nomeação de Kevin Warsh por Trump como próximo chair do Fed adiciona incerteza, com probabilidades de corte de juros em março caindo para 19,9% no CME FedWatch. A oferta de M2 continua expandindo, alinhando com debasement de longo prazo.

Implicações para Portfólios

Os fluxos observados apontam para uma possível rotação: do Bitcoin para altcoins ou ativos tradicionais como ouro, cotado a R$ 26.208,40 (-0,31%). Investidores devem monitorar níveis de suporte no BTC (próximo a médias móveis de 50 dias) e inflows contínuos em altcoins. Em um cenário de impressão gradual, diversificação em escassez digital pode ser estratégica, mas os dados enfatizam cautela em eufóricos excessivos.

Os números sugerem que o mercado está ajustando posições em resposta a estímulos moderados do Fed, priorizando resiliência setorial.


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Personagem Fed cartoon fechando válvula de liquidez dourada sobre Bitcoin murchando, com traders ansiosos, simbolizando temores de aperto pelo FOMC

Fator Fed: Liquidez do Bitcoin nas Mãos de Warsh e FOMC

O Bitcoin recuou para mínimas abaixo de US$ 70.000 após a nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve, gerando temores de aperto de liquidez global. Segundo o relatório da Binance, o mercado cripto está na ponta da cadeia de liquidez, sofrendo primeiro em cenários de desalavancagem. Mais de 23% dos traders agora esperam um corte de juros no FOMC de março, mas a história mostra que otimismo excessivo ignora riscos macro de Washington. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 367.859 (+2,9% em 24h).


Nomeação de Warsh Desencadeia Crise de Liquidez

A crise de liquidez apontada pela Binance reflete o pânico inicial com Warsh, visto como linha-dura contra inflação. Conhecido por defender redução agressiva do balanço patrimonial do Fed — atualmente trilhões acima do necessário —, ele pode anular efeitos de cortes de juros. O BTC testou US$ 60.300 na quinta-feira, com alavancagem agregada em ~5,8 (acima da média histórica de 4,88). Liquidações de US$ 2,56 bilhões em um dia lembram eventos raros, mas a mediana histórica sugere enfraquecimento médio prazo, não fundos imediatos. O mercado está ignorando o fim da paralisação governamental, focando no risco de margin calls em ativos de risco.

Dados do Deutsche Bank revelam queda na adoção cripto nos EUA: de 24% para 18% entre jovens de 18-34 anos. Isso ecoa ciclos passados, como 2018 e 2022, onde exuberância cedeu a correções profundas.

23% dos Traders Apostam em Corte do FOMC

Apesar dos temores, a probabilidade de corte de 25 bps em março subiu para 23%, de 18,4%, per CME FedWatch. Traders precificam um Fed hawkish sob Warsh, mas easing de liquidez é visto como catalisador positivo para cripto. Cuidado: políticas de juros impactam ativos de risco negativamente quando apertam financiamento. A história mostra que o mercado precifica cortes prematuros em topos de ciclo, levando a decepções. Com NAAIM em percentis extremos de exposição, crowding sugere rotação para fora de risco.

Analistas como Nic Puckrin alertam: encolhimento do balanço do Fed força venda de cripto primeiro para liquidez.

Riscos Macro no SPY e Correlação com BTC

A análise com viés de baixa para o SPY alinha com cripto via macro. Tarifas em 13,5% — mais altas desde 1946 — podem elevar CPI a 3% no Q2, per RBC. Alvos de queda: US$ 675 (1.0 Fib), US$ 662 (1.618). Ouro acima de US$ 5.000 sinaliza hedge institucional; Deutsche Bank mira US$ 6.000. Tech distribui: Alphabet capex AI pressiona FCF, AMD cai 17%. Economia real diverge: freight volumes caem, Maersk corta jobs. BTC, correlacionado, sente o peso.

Catalisadores: CPI, Tarifas e SCOTUS

Próximos passos definem o ciclo. CPI de 11/02 pode acelerar bear se quente (>2,8% core). SCOTUS julga IEEPA em 20/02: se mantiver tarifas, risco persiste; se derrubar, alívio bullish. FOMC só em março, com Warsh no horizonte. O mercado cripto não está em bolha — reage a medos reais de Washington. Proteja capital: ciclos mostram que sobreviver ao bear vale mais que capturar bull. Monitore liquidez global.


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Balança cartoon com trabalhadores desempregados puxando um lado e burocrata Fed elevando juros baixos com investidor cripto, sinalizando impacto bullish no Bitcoin

Fed: Dados Fracos de Emprego Elevam Odds de Corte de Juros

Os dados fracos de jobless claims e JOLTS divulgados nos EUA elevaram a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) na reunião de março para 18%, segundo o CME FedWatch Tool. Anteriormente em 10%, o aumento reflete um mercado de trabalho enfraquecido, com claims em 231 mil (acima dos 212 mil esperados) e vagas em 6,5 milhões (abaixo de 7,2 milhões projetados). Esse cenário pode proporcionar o impulso necessário ao Bitcoin, que registra queda de 7,58% nas últimas 24 horas.


Detalhes dos Indicadores de Emprego

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 31 de janeiro atingiram 231 mil, superando as estimativas de 212 mil e os 209 mil da semana anterior, conforme dados do Departamento do Trabalho. Simultaneamente, o relatório JOLTS de dezembro apontou 6,5 milhões de vagas de emprego, uma redução ante os 7,2 milhões aguardados pelos analistas. O ADP, por sua vez, registrou apenas 22 mil empregos criados no setor privado em janeiro, bem abaixo dos 45 mil previstos e revisados para baixo de dezembro (37 mil).

Esses números sinalizam uma desaceleração no mercado laboral, atribuída em parte a condições climáticas adversas, mas reforçam a narrativa de enfraquecimento estrutural. O Fed, que pausou os cortes de juros na última reunião do FOMC, citando estabilização do emprego e inflação acima da meta de 2%, pode rever sua postura diante desses indicadores.

Reação dos Mercados Tradicionais e Cripto

Nos mercados tradicionais, os yields dos Treasuries de 10 anos recuaram ligeiramente, refletindo apostas em política monetária mais acomodatícia. O S&P 500 e o Nasdaq exibiram volatilidade mista, com foco no relatório oficial de empregos de janeiro, agora agendado para 11 de fevereiro devido ao shutdown governamental nos EUA.

No criptomercado, o Bitcoin caiu para cerca de US$ 65 mil, equivalente a R$ 347.184 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -7,58% em 24 horas e volume de 1.524 BTC. O dólar opera a R$ 5,28. Apesar da correção, um corte de juros tende a favorecer ativos de risco como criptomoedas, reduzindo o apelo de rendimentos fixos e estimulando fluxos para Bitcoin.

Contexto do Fed e Níveis a Observar

O presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, e o chair Jerome Powell sinalizaram cautela, priorizando a inflação. No entanto, o governador Chris Waller, que dissentiu favoravelmente a um corte de 25 bps na última reunião, destacou fraquezas persistentes no emprego comparado à média de 10 anos. A probabilidade de 18% para março permanece baixa, mas o relatório nonfarm payrolls de 11/02 será pivotal.

Para traders, níveis técnicos no Bitcoin incluem suporte em US$ 60-65 mil e resistência em US$ 70 mil. Os dados macro sugerem monitoramento de yields e CME FedWatch para sinais adicionais de flexibilização monetária, que historicamente correlacionam com altas em cripto.

Implicações para Investidores Cripto

Uma flexibilização pelo Fed pode aliviar a pressão vendedora atual no Bitcoin, impulsionando uma recuperação de curto prazo. No entanto, a correlação com macroeconomia persiste: yields elevados e inflação resistente limitam o upside. Investidores devem acompanhar o payrolls e declarações do FOMC, priorizando gerenciamento de risco em meio à volatilidade.


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Balança cartoon desequilibrada com pilhas burocráticas pesadas contra Bitcoin decepci onado, simbolizando recusa do Tesouro e trava na nomeação do Fed

Tesouro dos EUA descarta resgate ao Bitcoin e trava nomeação no Fed

Nada de resgate: o Tesouro dos EUA lavou as mãos de qualquer bailout ao Bitcoin, conforme depoimento do secretário Scott Bessent no Congresso nesta quarta-feira (4). Em paralelo, a nomeação de Kevin Warsh para presidente do Fed – figura pró-inovação e simpática às criptomoedas – enfrenta bloqueio de democratas, que exigem respostas sobre investigações contra Jerome Powell e Lisa Cook. Essa tensão em Washington ameaça a liquidez e estabilidade do mercado cripto global, em meio a uma queda de 4,74% no BTC.


Declaração firme do Tesouro: sem bailout para Bitcoin

O secretário Scott Bessent foi categórico durante audiência no Congresso, ao responder ao deputado Brad Sherman, crítico ferrenho das criptomoedas. Questionado sobre autoridade para resgatar o Bitcoin em caso de queda ou direcionar bancos privados a comprar mais BTC – inclusive ‘Trump Coin’ –, Bessent negou qualquer poder para tal. Ele destacou que o governo retém US$ 15 bilhões em Bitcoin apreendidos, valorizados desde US$ 500 milhões iniciais, mas sem planos de intervenção no mercado.

Essa posição reforça a reserva estratégica de Bitcoin, criada por ordem executiva de Trump em março de 2025. Aquisições adicionais só ocorrerão via confisco de ativos ou estratégias budget-neutral, como conversão de reservas de petróleo ou metais preciosos, excluindo compras no mercado aberto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 378.305 (-4,74% em 24h), refletindo volatilidade em meio a esse debate regulatório.

Resistência democrata trava nomeação de Warsh no Fed

A nomeação de Kevin Warsh, ex-governador do Fed e defensor de políticas inovadoras, patina no Senado. Democratas do Comitê de Bancos, liderados por Elizabeth Warren, exigem adiamento até o fim de investigações do DOJ contra Powell – por supostos excessos em reformas no prédio do Fed – e Lisa Cook, envolvida em caso de fraude hipotecária. Eles acusam a administração Trump de usar probes criminais para minar a independência do banco central.

“É perigoso e sem precedentes permitir que Trump escolha o próximo chair enquanto persegue dois membros do Fed”, alertou a carta democrata a Tim Scott, chair republicano do comitê. Warsh, visto como pró-cripto por sua visão favorável à inovação financeira, poderia sinalizar maior abertura regulatória, mas o impasse político adia qualquer avanço.

Impactos geopolíticos na liquidez cripto

Essa guerra em Washington transcende os EUA, afetando a estabilidade global das criptomoedas. Sem bailout, o mercado depende de fluxos privados, vulneráveis a choques macro. A reserva estratégica americana inspira nações como El Salvador, mas limita compras estatais, potencializando FOMO soberano sem suporte fiscal direto.

Investidores monitoram: recusa do Tesouro reduz risco moral, mas trava compras institucionais; bloqueio de Warsh prolonga incerteza monetária, pressionando liquidez. Com BTC em queda, altcoins seguem, e emergentes como Brasil enfrentam influxos voláteis de capital quente.

Perspectivas e próximos passos

O embate reflete a polarização nos EUA: republicanos veem BTC como reserva estratégica contra dólar fraco; democratas, risco sistêmico. Bessent explora estratégias budget-neutral para mais BTC, mas Congresso decide. Para cripto, vigie audiências do Fed e Senado – atrasos podem estender o mercado de baixa. Globalmente, sinaliza cautela regulatória, impulsionando DeFi descentralizada.


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Figuras políticas cartoon nomeando presidente Fed, gerando ondas de choque que derrubam moedas Bitcoin em liquidações massivas

Efeito Warsh: Indicação de Trump ao Fed Balança Criptomoedas

A nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve por Donald Trump derrubou o Bitcoin abaixo de US$ 80 mil em minutos, desencadeando US$ 2,5 bilhões em liquidações de posições alavancadas. O mercado interpretou a escolha como sinal de política monetária mais restritiva, ampliando temores de redução na liquidez global. Ether caiu para abaixo de US$ 2.170, enquanto ativos tradicionais como ouro também recuaram, revelando interconexão geopolítica-financeira.


Quem é Kevin Warsh e Seu Histórico Hawkish

Kevin Warsh, ex-governador do Fed entre 2006 e 2011, é visto como figura restritiva, crítico da expansão monetária excessiva. Durante a crise financeira global, defendeu abordagens mais ágeis para combater inflação e instabilidade. Nomeado por Trump em 30 de janeiro de 2026, Warsh assume em maio, substituindo Jerome Powell, alinhando-se à visão do presidente de juros mais baixos, mas com cautela em impressões de dinheiro.

De think tanks como Hoover Institution a Wall Street (Morgan Stanley), Warsh conecta regulação macro com estabilidade financeira. Sua indicação reflete tensão geopolítica EUA: Trump busca maior influência sobre o Fed independente, ecoando debates globais sobre bancos centrais em era de cripto.

Impacto Imediato no Mercado Cripto

O sell-off acelerou o deleveraging, com Bitcoin testando suporte em US$ 74.500 e estabilizando acima de US$ 75 mil. Analistas da QCP Asia notam momentum baixista e opções com skew para proteção. Saídas de ETFs de Bitcoin spot agravam pressão, enquanto ações americanas e metais preciosos recuam.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 413.557 (+2,43% em 24h), refletindo recuperação parcial, mas volatilidade persiste em contexto macro global.

Por Que o Mercado Vê Risco à Liquidez?

Warsh simboliza fim da era de impressoras monetárias ilimitadas. Mercados precificam normalização de juros mais rápida, reduzindo apetite por risco em ativos como cripto. Em visão geopolítica, decisão de Washington impacta fluxos globais: de emergentes como Brasil a Ásia, onde yields mais altos drenam capital de altcoins.

Traders temem que Fed sob Warsh priorize inflação sobre crescimento, contrastando com políticas dovish recentes. Isso eleva margem em futuros, forçando liquidações em cadeia, como visto no fim de semana.

Próximos Passos e Implicações Globais

Senado deve debater confirmação, questionando independência do Fed. Investidores monitoram comunicações iniciais de Warsh e dados como payroll de janeiro. Geopoliticamente, nomeação reforça dólar forte, pressionando emergentes e beneficiando Bitcoin como hedge soberano.

Para brasileiros, oscilações em BRL-USD amplificam: dólar alto encarece importações, mas fortalece narrativa de reserva em BTC. Vale acompanhar acumulação institucional nos US$ 70 mil.


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Personagens cartoon de Trump entregando chave dourada a Warsh diante de porta do Fed com Bitcoin luminoso emergindo, simbolizando nomeação pró-Bitcoin

Trump Indica Kevin Warsh para Fed: O Que Muda para Bitcoin

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a indicação de Kevin Warsh, ex-governador do Federal Reserve, para presidir o banco central americano, sucedendo Jerome Powell. A decisão, divulgada em sua plataforma Truth Social no dia 30 de janeiro, confirma rumores após reunião entre os dois na Casa Branca. Warsh, conhecido por críticas às políticas monetárias expansionistas e visão positiva sobre o Bitcoin, pode sinalizar mudanças na abordagem regulatória e de juros, com impactos globais para investidores em criptomoedas, incluindo brasileiros.


Quem é Kevin Warsh

Kevin Warsh serviu no Conselho de Governadores do Federal Reserve entre 2006 e 2011, período marcado pela crise financeira global. Antes, ocupou cargos sêniores no Conselho Econômico Nacional da Casa Branca durante a administração de George W. Bush. Com background em banco de investimento na Morgan Stanley, Warsh foi considerado para a presidência do Fed em 2017, mas Powell foi escolhido. Sua trajetória o posiciona como voz influente em debates sobre política monetária, especialmente em um contexto de tensões entre o Executivo e o Fed pela independência da instituição.

Segundo autoridades americanas, Warsh tem defendido cortes de juros, alinhando-se à visão de Trump de que o Fed deveria ser mais responsivo às demandas presidenciais. Essa postura contrasta com Powell, que resistiu a pressões para reduzir taxas em meio à inflação persistente nos EUA.

Contexto da Nomeação

A indicação ocorre em meio a rumores circulantes e expectativas de mercados de apostas, que apontavam Warsh como favorito. Trump elogiou o indicado como “um dos maiores presidentes do Fed”, destacando sua confiabilidade. No entanto, a nomeação requer confirmação do Senado americano, onde republicanos detêm maioria, mas democratas podem questionar a independência do Fed frente ao Executivo.

Globalmente, decisões do Fed reverberam em economias emergentes como o Brasil, influenciando fluxos de capital e o real. Investidores locais monitoram como mudanças na taxa básica de juros americana podem afetar o carry trade e a atratividade de ativos de risco como o Bitcoin.

Visão de Warsh sobre Criptomoedas

Diferente de Powell, que minimizou o papel do Bitcoin na economia dos EUA, Warsh expressou otimismo em fóruns como o Hoover Institution. Ele descreveu o BTC como um “ativo importante” que não ameaça o dólar, mas serve como termômetro para políticas monetárias. “O Bitcoin pode informar aos formuladores de políticas quando estão acertando ou errando”, afirmou. Essa perspectiva pró-cripto contrasta com visões restritivas em jurisdições como a União Europeia, onde regulações como MiCA buscam maior controle sobre stablecoins.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 412.118 por unidade neste sábado, com variação de -7,1% nas últimas 24 horas, refletindo volatilidade em meio a notícias macroeconômicas.

Implicações para Mercados Globais

Uma presidência de Warsh no Fed poderia pressionar por redução de juros e menor impressão de dinheiro, beneficiando ativos como Bitcoin, historicamente sensíveis a políticas frouxas. Para o investidor brasileiro, isso significa potencial apreciação do BTC em reais, mas também riscos de inflação importada se o dólar enfraquecer. Países como China e Argentina observam, pois decisões em Washington moldam fluxos de cripto em regiões com controles cambiais rígidos.

O cenário reforça a geopolítica cripto: Bitcoin como reserva de valor alternativa em um mundo de bancos centrais divididos. Investidores devem acompanhar a tramitação no Senado e reações de mercados emergentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Trump apontando Warsh com livro de disciplina monetária na sede Fed, investidor cripto preocupado simbolizando impacto em Bitcoin

Trump Indica Warsh para Fed: Impacto nas Criptos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a indicação de Kevin Warsh como novo presidente do Federal Reserve, para substituir Jerome Powell, cujo mandato termina em maio. A decisão, confirmada via Truth Social, ocorre em meio a tensões políticas e volatilidade no mercado cripto, com o Bitcoin caindo para US$ 81.000 antes de se recuperar a US$ 82.600. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 437.730, alta de 2,2% em 24 horas.


Contexto da Nomeação

A escolha de Warsh reflete a estratégia de Trump para alinhar o Fed com sua visão econômica. O atual presidente, Powell, enfrentou críticas públicas do presidente por suposta rigidez nas taxas de juros e gastos com infraestrutura do banco central. Warsh, que serviu no Conselho de Governadores do Fed entre 2006 e 2011 como o mais jovem da história, é visto por alguns como menos hawkish que Powell em certos aspectos, mas com ênfase em disciplina monetária.

De acordo com fontes em Washington, a nomeação foi antecipada por especulações que já impactaram os mercados. Investidores globais, incluindo no Brasil, monitoram o Fed de perto, pois decisões sobre juros influenciam fluxos de capital para ativos de risco como criptomoedas.

Perfil e Experiência de Warsh

Kevin Warsh, de 55 anos, tem background como banqueiro de investimentos e conselheiro para instituições como o Bank of England. Após deixar o Fed, atuou como advisor para a Electric Capital, firma de VC focada em cripto e blockchain, e investiu no projeto Basis, descrito como um ‘banco central algorítmico’ para stablecoins.

Sua trajetória inclui críticas ao quantitative easing (QE) e expansão do balanço patrimonial do Fed, posições que o posicionam como defensor de taxas reais mais altas. Analistas europeus e asiáticos destacam que Warsh conecta política monetária tradicional com inovações financeiras, contextualizando-o em tendências globais de CBDCs na China e UE.

Visões sobre Cripto e Política Monetária

As opiniões de Warsh sobre cripto são mistas: em 2022, chamou muitos projetos privados de ‘fraudulentos’ e sem valor, cético quanto a stablecoins sem regulação bancária. Defendeu CBDCs como resposta ao e-yuan chinês, divergindo do ceticismo republicano. Recentemente, elogiou o Bitcoin como ‘freio aos policymakers’, sem gerar ‘nervosismo’.

Para cripto, sua possível liderança pode atrasar cortes de juros agressivos se inflação subir, impactando liquidez. No longo prazo, uma postura hawkish poderia fortalecer narrativas de BTC como hedge contra controle monetário centralizado, beneficiando investidores em jurisdições emergentes como o Brasil, onde o dólar a R$ 5,25 amplifica efeitos.

Reação do Mercado e Implicações Globais

O Bitcoin registrou breve alta de 0,7% pós-anúncio, mas permanece volátil após queda semanal de 7%, de US$ 90.400 para US$ 82.800. Mercados veem risco de ‘sell the news‘ em anúncios do Fed, independentemente da decisão.

Para brasileiros, decisões em Washington reverberam via real desvalorizado e saídas de capital. Warsh no Fed pode sinalizar maior escrutínio regulatório, mas também estabilidade macro. Investidores devem acompanhar confirmação no Senado e reuniões do FOMC, conectando geopolítica americana a portfólios locais.


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Personagens cartoon de Trump e Warsh girando válvula de cortes de juros, liberando energia dourada que impulsiona Bitcoin para rali cripto

Trump Sinaliza Cortes de Juros com Warsh: Combustível para Rali Cripto

O presidente Donald Trump afirmou que seu indicado para presidir o Federal Reserve, Kevin Warsh, cortará as taxas de juros sem pressão da Casa Branca, transformando a apreensão inicial do mercado em uma narrativa de esperança. Apesar da queda no Dow Jones e no Bitcoin, que testou mínimas abaixo de US$ 82.000, a sinalização abre portas para injeção de liquidez a partir de maio, beneficiando ativos de risco como criptomoedas. O BTC chegou a subir para US$ 83.000 após as declarações.


Declarações de Trump e Reação Inicial

Durante a assinatura de ordens executivas, Trump destacou que não pressionou Warsh por cortes, mas confia que o ex-governador do Fed adotará uma postura dovish. A escolha surpreendeu o mercado, que esperava um nome mais amigável como Rick Rieder. Resultado: Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq caíram mais de 0,4%, enquanto o mercado cripto registrou perdas, com capitalização total em US$ 2,8 trilhões. O Bitcoin recuou para US$ 82.000 e o Ethereum para US$ 2.700. Ouro e prata também despencaram 6%.

No entanto, o otimismo prevalece: traders precificam 26% de chance de três cortes em 2026 via Polymarket, sugerindo um viés de alta sustentável.

Perfil de Warsh e Expectativas Dovish

Kevin Warsh, nomeado recentemente por Trump como sucessor de Jerome Powell, tem histórico hawkish: votou contra QE em 2011 e criticou cortes durante a pandemia. Ainda assim, advoga por um balanço patrimonial menor no Fed, o que pode facilitar reduções de taxas. Governador Stephen Miran apoia a nomeação, destacando sua persuasão interna. Warsh deve ocupar vaga de Miran, cujo mandato acaba este mês.

Com Powell possivelmente saindo em maio, Trump busca maioria no board. Dissidentes como Miran e Waller apoiam cortes, e caso contra Lisa Cook pode abrir mais assentos. Isso reforça a tese de liquidez abundante, essencial para o próximo rali em cripto.

Impacto no Mercado Cripto e Oportunidade

A volatilidade inicial reflete receios com o perfil hawkish de Warsh, mas Trump enfatiza independência e intenção de cortes. Bitcoin reagiu positivamente às falas, testando US$ 83.000, sinal de apetite por risco. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 443.259,86, com alta de 0,81% em 24h e volume de 548 BTC.

Taxas menores estimulam empréstimos, investimentos e fluxos para ativos alternativos. Historicamente, cortes do Fed impulsionam Bitcoin em 20-50% nos meses seguintes. Essa reviravolta converte o choque em oportunidade de compra.

Próximos Passos e Perspectiva Bullish

A confirmação de Warsh no Senado será pivotal. Se aprovada, cortes podem iniciar em maio, coincidindo com fim do mandato de Powell. Traders monitoram FOMC, com foco em dissidentes pró-corte. Para cripto, isso significa mais capital rotacionando de ações para BTC e altcoins, potencializando um rali expressivo.

Os dados sugerem que o mercado superou o pânico inicial, posicionando-se para ganhos. Vale monitorar o mNAV do Bitcoin e fluxos institucionais.


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Figuras cartoon de Trump indicando Warsh hawkish segurando Bitcoin, simbolizando nomeação pró-cripto rígida para o Fed

Trump Indica Warsh ao Fed: Pró-Bitcoin, mas Hawkish

O presidente Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (30) a indicação de Kevin Warsh para presidir o Federal Reserve a partir de maio de 2026, quando termina o mandato de Jerome Powell. Aos 55 anos, Warsh é visto como favorável ao Bitcoin, que chamou de “ouro digital” para jovens investidores, mas sua postura hawkish — com defesa de juros elevados — assusta os mercados de risco, incluindo criptomoedas. O dólar subiu e o BTC recuou para cerca de US$ 84 mil.


Quem é Kevin Warsh?

Ex-governador do Fed entre 2006 e 2011, Warsh foi o mais jovem a ocupar o cargo, aos 35 anos, durante as crises sob Bush e Obama. Atuou como representante nos G-20 e gerenciou operações internas do banco central. Hoje, é fellow na Hoover Institution da Stanford e parceiro no Duquesne Family Office, de Stanley Druckenmiller.

Sua nomeação encerra especulações sobre Hassett, Waller e Rieder. Mercados de previsão como Polymarket davam 95% de chance a Warsh horas antes do anúncio no Truth Social, onde Trump o elogiou como potencial “melhor chair da história”.

Visão Positiva sobre Bitcoin

Warsh elogiou o Bitcoin como reserva de valor sustentável, similar ao ouro. Em 2018, no WSJ, destacou sua volatilidade como barreira para uso como moeda, mas viu potencial como “polícia da política monetária”. Para ele, o BTC sinaliza erros dos policymakers e é “o software mais novo e legal” para transações sem intermediários centralizados.

Tem laços com crypto: investiu em Basis (stablecoin algorítmica), Bitwise e aconselhou Electric Capital. Para under 40, BTC é “o novo ouro”, reagindo mais que o metal precioso.

Postura Hawkish Preocupa Mercados

Paradoxo central: apesar do otimismo conceitual com BTC, Warsh é hawkish. Durante a crise de 2008, com inflação em 0,9% e desemprego em 9%, priorizava riscos inflacionários. Economistas como Anna Wong (Bloomberg) alertam: “Se Trump quer ser fácil com inflação, escolheu o errado”.

Juros altos fortalecem o dólar e retiram liquidez de ativos de risco. BTC, visto como especulativo em ambientes de easy money, pode sofrer. Markus Thielen (10x Research): mercados veem Warsh como negativo para BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, BTC está em R$ 442.827 (+0,78% em 24h), com dólar a R$ 5,25.

Impactos Geopolíticos e Próximos Passos

No contexto Trump, a indicação alinha com críticas a Powell por juros altos, mas Warsh pode manter rigidez para credibilidade institucional. Senado deve confirmar; Powell fica até 2028 como governador. Para cripto global, Fed hawkish pressiona emergentes como Brasil, eleva yields de Treasuries e favorece flight to quality.

Investidores monitoram FOMC e inflação. BTC como hedge geopolítico ganha força, mas volatilidade aumenta com menos liquidez. Vale observar se Warsh modera hawkishness para agradar Trump.


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Personagem holder cartoon sob sol dourado eclipsado por sombra hawkish, simbolizando queda do Bitcoin com medo de chair hawkish no Fed

Bitcoin Desaba com Medo de Warsh no Fed e Perde Brilho de Ouro Digital

O Bitcoin despencou para cerca de US$ 81 mil nesta quinta-feira (30), à medida que crescem as apostas na nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve por Donald Trump. Visto como hawkish, Warsh pode endurecer a política monetária, elevando juros e reduzindo liquidez — um cenário tóxico para ativos de risco como o BTC. Pior: a criptomoeda mimetizou a queda do Nasdaq, reforçando dúvidas sobre sua narrativa de ‘ouro digital’ e expondo holders a uma correlação arriscada com tech stocks.


Kevin Warsh: O Fantasma hawkish do Fed

Relatos indicam que Trump anunciará sua escolha para substituir Jerome Powell nesta sexta-feira, com Kevin Warsh emergindo como favorito. Ex-governador do Fed (2006-2011), Warsh é conhecido por priorizar riscos inflacionários mesmo na crise financeira global, defendendo disciplina fiscal e saída do quantitative easing. Apesar de ter elogiado o Bitcoin como ‘polícia’ para políticas fiscais em entrevista recente, o mercado interpreta sua possível nomeação como negativa para cripto.

Odds no Polymarket saltaram para 95% a favor de Warsh, derrubando rivais como Rick Rieder. Analistas como Markus Thielen, da 10x Research, alertam que taxas reais mais altas sob Warsh sufocariam especulações, tratando BTC não como hedge contra debasement, mas como excesso especulativo. O dólar se fortaleceu e yields de Treasuries subiram, pressionando ativos de risco. Para holders, isso questiona o rali institucional: BlackRock e afins ainda compram em quedas prolongadas?

Correlação com Nasdaq: Armadilha para Holders

A queda do Bitcoin para US$ 83 mil acompanhou o tombo do Nasdaq, que perdeu 600 pontos em meio a earnings ruins de tech giants como Microsoft (-11%). Investidores punem gastos excessivos em IA sem retornos imediatos, e o BTC, high-beta do índice, sofreu com liquidações de US$ 860 milhões. Gold subiu 30% no ano, silver 65%, enquanto BTC falha como safe haven em tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Essa simbiose com tech stocks é uma armadilha: em mercados de alta, BTC amplifica ganhos; em baixas, amplifica perdas. A narrativa de ‘ouro digital’ desmorona, pois BTC age como ‘mais uma tech’. Observadores notam que, sem independência, holders enfrentam volatilidade dupla — macro dos juros e micro de earnings. Fevereiro pode consolidar em US$ 80-88 mil, com odds abaixo de 10% para US$ 100 mil.

Implicações e Cotação Atual no Brasil

O rali institucional pode estar no fim? Entradas em ETFs caíram, e saídas recentes somam bilhões. Warsh no Fed sinaliza menos liquidez global, beneficiando dólar e ouro, mas punindo risco. Traders monitoram earnings de Apple e Nvidia; quedas aí podem testar suportes em US$ 80 mil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 431.640,78 às 08:13 de hoje, com variação de -5,71% em 24h e volume de 646 BTC. Para brasileiros, isso reforça: diversifique além de narrativas. Vale monitorar se o ceticismo persiste ou se Trump pivota para doveish.


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Balança precária com figura do Fed adicionando pesos de 3.5% contra Bitcoin em suporte 88K, ilustrando decisão do FOMC

Fed Mantém Juros em 3,50%: Bitcoin Testa Suporte em US$ 88 Mil

O Federal Reserve manteve as taxas de juros estáveis entre 3,50% e 3,75% na reunião do FOMC, confirmando o fim das apostas por cortes imediatos que animavam o mercado cripto. O Bitcoin, que chegou a testar US$ 90 mil, agora trava próximo de US$ 88.500, pressionado pela redução na liquidez para ativos de risco. O sonho do corte de juros acabou? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 457.245 (-1,68% em 24h), refletindo o impacto macroeconômico.


Decisão do Fed: Manutenção e Dissidências

A decisão foi tomada por 10 votos a 2, com dissidências de Stephen Miran e Chris Waller favoráveis a um corte de 25 pontos-base, conforme reportado pela CoinGape. O comunicado oficial destacou que a atividade econômica expande de forma sólida, mas o desemprego estabiliza em níveis baixos e a inflação permanece elevada. Jerome Powell, em coletiva, reforçou que aumentos de juros estão fora de cogitação, marcando o fim do ciclo de aperto, como detalhado pela Blockonomi.

Expectativas de mercado, via CME FedWatch, indicam apenas 16% de chance de corte em março e 30% em abril. Essa reversão de apostas, de mais de 40% em novembro para quase zero agora, gela o otimismo e reduz a liquidez disponível para investimentos especulativos como criptomoedas.

Impacto Imediato no Bitcoin e Ativos de Risco

O BTC recuou de picos próximos a US$ 90 mil para a faixa de US$ 88.500-89.500 logo após o anúncio, com pouca variação nas ações americanas e dólar fortalecido. No Brasil, com dólar a R$ 5,20 (AwesomeAPI), o suporte em US$ 88 mil equivale a cerca de R$ 457.600, alinhado à cotação atual de R$ 457.245. A manutenção dos juros em patamares restritivos limita o apetite por risco, adiando o ‘rali’ impulsionado por liquidez farta.

Dados on-chain mostram que 63% do suprimento investido em BTC tem custo acima de US$ 88 mil, aumentando a vulnerabilidade se o suporte falhar. Ouro, por outro lado, avança 3,7% para US$ 5.300/onça, atraindo fluxo de investidores avessos a risco.

Análise Técnica: Suporte Crítico em US$ 88k

Gráficos diários revelam suporte chave entre US$ 85k-90k, com baixa liquidez abaixo de US$ 80k. O BTC testa essa zona após rejeitar resistências em US$ 90k-95k nas últimas semanas. Indicadores como RSI mostram neutralidade (próximo de 50), mas MACD indica momentum de baixa moderado. Uma quebra abaixo de US$ 88k pode levar a US$ 85k, enquanto manutenção abre caminho para US$ 92k.

No contexto brasileiro, com volume 24h de 261 BTC nas exchanges locais, a estabilidade em R$ 457 mil é crucial. Investidores devem monitorar o payroll de fevereiro e dados de inflação PCE excluindo tarifas, projetados para pico em meados de 2026.

O Que Esperar: Liquidez Restrita e Paciência

A estratégia do Fed de ‘higher for longer‘ adia cortes até sinais claros de enfraquecimento no emprego ou queda na inflação subjacente (core PCE ~2% sem tarifas). Para cripto, isso significa consolidação em vez de euforia. Mercados precificam pausa até junho, coincidindo com fim do mandato de Powell. Estratégia acionável: acumular em dips acima de US$ 88k, com stops abaixo de US$ 85k, priorizando preservação de capital em ambiente de liquidez escassa.

Os dados sugerem volatilidade de curto prazo, mas resiliência macro favorece BTC como reserva de valor a médio prazo.


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