Personagem exchange sombra cartoon emergindo de túnel sob muralha de sanções com fluxo cripto jorrando, ilustrando burla russa a restrições ocidentais

Exchanges Sombra: Rússia Usa Cripto para Burlar Sanções Ocidentais

Um relatório da Elliptic, publicado em 23 de fevereiro de 2026, identifica cinco plataformas cripto ligadas à Rússia que continuam facilitando a evasão de sanções ocidentais impostas após a invasão da Ucrânia em 2022. Bitpapa, ABCeX, Exmo, Rapira e Aifory Pro formam uma rede que converte rublos em ativos digitais, permitindo transferências cross-border fora do sistema bancário tradicional. Autoridades dos EUA e UE congelaram bilhões em ativos russos, mas o cripto persiste como brecha.


O Mapa da Evasão: As 5 Plataformas em Destaque

A investigação da Elliptic destaca Bitpapa, uma exchange P2P registrada nos Emirados Árabes Unidos e sancionada pelo OFAC em março de 2024. Cerca de 9,7% de seus fluxos de saída vão para entidades sancionadas, incluindo 5% para a exchange Garantex, também ligada à Rússia. A plataforma rota endereços de wallets para dificultar rastreamento.

ABCeX, operando da Federation Tower em Moscou, processou mais de US$ 11 bilhões em transações, com fluxos diretos para Garantex e Aifory Pro. Rapira movimentou US$ 72 milhões com a sancionada Grinex, enquanto Aifory Pro oferece cash-to-crypto em Moscou, Dubai e Turquia, emitindo cartões virtuais financiados por USDT para acessar serviços bloqueados.

Exmo, que alega ter saído do mercado russo, compartilha infraestrutura de wallets com Exmo.me, com US$ 19,5 milhões em transações mistas com grupos sancionados. Essas plataformas criam rotas paralelas ao sistema financeiro global, segundo o relatório.

Contexto Geopolítico das Sanções

Desde a invasão da Ucrânia, governos ocidentais impuseram restrições a energia, finanças e bens estratégicos russos. A UE congelou cerca de US$ 250 bilhões em ativos, e o Reino Unido, US$ 35 bilhões. No cripto, stablecoins como USDT e o rublo-peggado A7A5 emergem como ferramentas chave. Um relatório anterior da Elliptic apontou que transações com A7A5 superaram US$ 100 bilhões.

Outro estudo da TRM Labs revelou que entidades ilícitas receberam US$ 141 bilhões em stablecoins em 2025, com 86% ligados a sanções — mais da metade via A7A5, cujos executivos russos negam ilegalidades. Isso reflete uma tendência global: cripto como infraestrutura de contorno em disputas geopolíticas, afetando jurisdições de Washington a Bruxelas.

Riscos Regulatórios e Impacto no Mercado

O achado reforça o escrutínio sobre exchanges não reguladas. Autoridades americanas e europeias intensificam o monitoramento on-chain, com o OFAC expandindo a lista de sancionados. Para investidores globais, isso eleva riscos de compliance: plataformas com laços russos podem enfrentar bloqueios ou congelamentos de fundos.

No Brasil, onde o cripto ganha tração, decisões em capitais como Moscou repercutem via regulação local e internacional. Exchanges globais como Binance e Coinbase já ajustam políticas para mitigar exposição, priorizando KYC rigoroso. O relatório Elliptic alerta que, apesar do foco regulatório, a infraestrutura cripto continua vulnerável a atores sancionados.

Próximos Passos e Perspectivas Globais

Investidores devem monitorar atualizações do OFAC e da UE, além de relatórios de analytics como Elliptic e TRM Labs. A neutralidade do blockchain permite inovação, mas também desafia enforcement de sanções. Países como China e Índia observam, moldando suas próprias regras para CBDCs e cripto privado.

Essa rede russa exemplifica como geopolítica redefine o ecossistema: o que começa como brecha pode virar catalisador para normas globais mais rígidas, impactando liquidez e adoção em mercados emergentes como o brasileiro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mapa cartoon com linhas vermelhas evasivas da Rússia contornando muros de sanções para exchanges, personagens investigativos simbolizando rede sombra geopolítica

Rússia Burla Sanções: Exchanges Reveladas no Mapa da Evasão

Um relatório da Elliptic, destacado em análise da BTC-ECHO, revela como a Rússia utiliza exchanges de criptomoedas para contornar sanções internacionais. Cinco plataformas, incluindo ABCeX e Exmo, processaram bilhões em transações, convertendo rublos em ativos digitais para pagamentos transfronteiriços fora do alcance bancário tradicional. Isso acelera debates sobre regulação global, afetando diretamente a liquidez do mercado cripto.


Plataformas no Centro da Rede Sombra

A ABCeX emerge como a maior não sancionada, com um escritório no Federation Tower de Moscou – antigo lar da Garantex, plataforma já sob restrições. Segundo o relatório, processou mais de US$ 11 bilhões em criptoativos, direcionando volumes significativos para entidades sancionadas como Garantex e Aifory Pro. Essa proximidade operacional levanta suspeitas sobre continuidade de redes ilícitas.

A Exmo, que alegou saída do mercado russo em 2022 após a invasão da Ucrânia, mantém infraestrutura compartilhada com a Exmo.me. Dados on-chain mostram depósitos em hot wallets idênticas e transações diretas de mais de US$ 19,5 milhões com Garantex, Grinex e Chatex. Tal persistência demonstra como reestruturações nominais não interrompem fluxos reais.

Outras mencionadas incluem Bitpapa, única já sancionada pela OFAC em 2024, com 9,7% de suas transações indo para endereços restritos; Rapira, responsável por mais de US$ 72 milhões para Grinex; e Aifory Pro, que emite cartões virtuais lastreados em USDT para acessar serviços bloqueados na Rússia.

Mecanismo de Evasão: Do Rubel à Cripto Global

O fluxo típico envolve conversão de fiat russo em criptomoedas nessas plataformas, transferência para o exterior e reconversão em moeda local. Isso evade o escrutínio de bancos tradicionais, sujeitos a SWIFT e sanções da UE e EUA. Autoridades ocidentais, como a OFAC, identificam rotação de wallets pela Bitpapa para burlar monitoramento blockchain.

Essa anatomia expõe vulnerabilidades em exchanges menores, muitas operando em jurisdições cinzentas. Segundo o relatório da Elliptic, essas rotas processaram volumes compatíveis com os estimados US$ 11 bilhões em evasões cripto russas, alinhando-se a análises prévias sobre movimentações ilícitas.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza riscos em plataformas de baixa regulação, onde liquidez pode evaporar com novas listas de sanções.

Pressões Regulatórias: MiCA e Além

Na União Europeia, o MiCA ganha urgência com essas revelações. Bruxelas considera proibição total de transações cripto com a Rússia, visando impedir o surgimento de novas exchanges de evasão. Autoridades europeias veem nas plataformas identificadas um catalisador para regras mais rígidas sobre KYC e relatórios de transações transfronteiriças.

Nos EUA, a OFAC intensifica designações, como visto com Bitpapa. Reguladores globais, incluindo SEC e equivalentes, pressionam por coordenação, temendo que sanções fiquem obsoletas ante a pseudonimidade blockchain. Países como Brasil, integrados a fóruns como FATF, monitoram para alinhar com padrões anti-lavagem.

Essa dinâmica geopolítica posiciona cripto como ferramenta de poder estatal, alterando alocações de risco para portfólios internacionais.

Impactos na Liquidez Global e Investidores

Exchanges menores sob mira enfrentam delistagens e congelamentos, reduzindo liquidez em pares exóticos e stablecoins como USDT. Investidores globais, incluindo brasileiros, devem avaliar exposição a plataformas com laços russos ou em zonas de risco regulatório.

O mapa revelado reforça a tendência de consolidação em gigantes reguladas como Binance e Coinbase, mas eleva custos de compliance. Vale monitorar atualizações da Elliptic e OFAC para ajustes em estratégias de diversificação.


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Rede de veias sombrias pulsando energia vermelha e dourada perfurando barreira regulatória cyan, simbolizando evasão russa de sanções em cripto

Evasão Bilionária: Rede ‘Sombra’ Russa Movimenta US$ 11 Bilhões em Cripto

A rede sombra de exchanges russas movimentou pelo menos US$ 11 bilhões em criptomoedas para ajudar a burlar sanções internacionais, segundo relatório da Elliptic divulgado nesta semana. Após o fechamento da Garantex em março de 2025 pelas autoridades americanas, plataformas como ABCeX, Exmo, Rapira, Bitpapa e Aifory Pro assumiram o vácuo, processando transações para entidades sancionadas. O cerco regulatório global se intensifica, com riscos de novas ações da OFAC que podem reverberar no mercado cripto mundial. (72 palavras)


Plataformas no Centro da Rede de Evasão

A ABCeX destaca-se como a maior, com sede em um prédio federal em Moscou — o mesmo antigo endereço da Garantex — e volume acumulado de pelo menos US$ 11 bilhões em negociações. A plataforma mantém laços diretos com a extinta exchange sancionada e com a Aifory Pro, trocando fundos de forma sistemática. Já a Exmo, que alegou sair do mercado russo após o conflito de 2022, continua compartilhando infraestrutura de carteiras com a Exmo.me e realizou transações de mais de US$ 19,5 milhões com entidades como Garantex e Grinex.

A Rapira, registrada na Geórgia mas ativa em Moscou, movimentou mais de US$ 72 milhões diretamente com a Grinex sancionada. Bitpapa, única já sob sanções da OFAC desde março de 2024, usa táticas como troca frequente de endereços de carteira para escapar de monitoramento. Aifory Pro opera em múltiplos hubs — Moscou, Dubai e Turquia —, oferecendo trocas de caixa por cripto e cartões virtuais USDT para contornar restrições ocidentais. Esses fluxos representam 9,7% dos saques indo para alvos sancionados. (152 palavras)

Contexto Pós-Fechamento da Garantex

O relatório Elliptic enfatiza que o desligamento da Garantex não eliminou a infraestrutura de evasão, mas a dispersou para mais plataformas. Dados da Chainalysis indicam que endereços cripto ligados a atividades ilícitas receberam US$ 154 bilhões em 2025, com o stablecoin russo A7A5 (lastreado em rublos) superando US$ 93 bilhões em volume. A TRM Labs estima o total de transações ilegais em cripto no ano em cerca de US$ 158 bilhões. Autoridades americanas, europeias e aliadas monitoram esses padrões via análise on-chain, mas a resiliência russa adapta-se rapidamente.

Na Rússia, o governo pivotou de planos para uma exchange nacional para fomentar plataformas privadas, enquanto planeja bloquear sites estrangeiros em 2026. Stablecoins como USDT e A7A5 tornam-se ferramentas chave, explorando pseudonimato e liquidez global para pagamentos transfronteiriços. (128 palavras)

Implicações Globais e Riscos Regulatórios

O cerco regulatório ocidental — liderado pela OFAC nos EUA, com apoio da UE — visa desmantelar esses canais, mas enfrenta desafios de jurisdições cinzentas como Geórgia e Turquia. Novas sanções podem atingir não só as exchanges nomeadas, mas ecossistemas conectados, elevando custos de compliance para todo o setor. Investidores globais sentem o impacto: plataformas sem rigor regulatório tornam-se vetores de risco, com potencial congelamento de fundos ou delistagens abruptas.

Para o mercado brasileiro e latino-americano, isso reforça a importância de due diligence em plataformas internacionais. Decisões em Washington e Bruxelas moldam fluxos globais de capital cripto, afetando liquidez e preços. A neutralidade tecnológica do blockchain colide com geopolítica, onde cripto serve tanto inclusão quanto evasão. (132 palavras)

Lições para Investidores Internacionais

O relatório alerta para discrepâncias entre declarações públicas de compliance e evidências on-chain, urgindo maior escrutínio. Usuários devem priorizar exchanges com licenças claras e relatórios transparentes, evitando P2P ou serviços obscuros. O fenômeno russo exemplifica como sanções fragmentam o mercado, impulsionando migração para DeFi ou jurisdições permissivas, mas com volatilidade acrescida. Monitorar atualizações da OFAC e Elliptic é essencial para navegar esses riscos globais. (92 palavras)


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Trader cartoon empolgado checando smartphone com 251 pontos e notificação de airdrop Alpha piscando, simbolizando chance urgente de tokens gratuitos na Binance

Binance Alpha: Airdrop às 7h Hoje – Cheque Seus 251 Pontos Agora

A Binance Alpha anuncia airdrop hoje às 7h (horário de Brasília), equivalente a 10h UTC ou 18h UTC+8. Usuários com pelo menos 251 pontos Alpha podem reivindicar tokens grátis no sistema primeiro a chegar, primeiro servido, até o pool acabar. A confirmação veio do Binance Wallet no X. Se você usa a exchange, hora de checar sua conta – pode ser um extra no bolso sem custo.


O Que São Pontos Alpha e Como Acumular?

Os pontos Alpha são ganhos na plataforma Binance Alpha, uma feature da wallet da Binance para tarefas simples como trades, depósitos ou interações diárias. Pense neles como milhas de cartão de crédito: quanto mais você usa a exchange no dia a dia, mais acumula. O requisito de 251 pontos filtra usuários ativos, evitando que novatos peguem tudo de cara.

Para brasileiros, isso é prático porque a Binance opera aqui sem grandes bloqueios. Mas lembre: pontos vêm de atividades reais, não de mágica. Se você fez depósitos em reais via Pix ou negociou altcoins nos últimos meses, provavelmente tem chance. O limiar é dinâmico – em eventos passados variou de 200 a 252, ajustando para distribuir justo.

Exemplo cotidiano: se você trocou R$ 500 por USDT para remessa familiar, isso já conta pontos. Não é especulação, é uso real da plataforma.

Passo a Passo: Verifique Elegibilidade e Reivindique

  1. Abra o app Binance (versão mais recente, disponível na Play Store ou App Store).
  2. Vá em "Wallet" > "Binance Alpha" ou busque "Alpha Points" no menu.
  3. Cheque seu saldo de pontos – precisa de 251 ou mais.
  4. Às 7h BRT exatas, acesse a seção de airdrops e clique em "Reivindicar". Corre rápido, pois acaba quando o pool zerar.

Dica prática para BR: ative notificações push da Binance para não perder. Use Wi-Fi estável, pois picos de tráfego travam conexões ruins. Se tiver VPN, desligue – a Binance detecta e pode bloquear temporariamente.

Reivindicar consome alguns pontos (cerca de 15 em eventos semelhantes), mas vale pelo token grátis. Tokens chegam na wallet em minutos.

Restrições e Dicas para Brasileiros

Boa notícia: sem restrições territoriais explícitas para BR nas fontes. Binance atende brasileiros com depósitos em reais via Pix, sem complicações extras. Mas fique atento: impostos sobre ganhos cripto valem aqui (IR até 22,5% em lucros acima de R$ 35 mil/mês). Registre tudo para declaração anual.

O que esperar? Tokens não especificados ainda (detalhes via canais oficiais como @BinanceWallet no X), mas eventos passados deram memecoins ou utilitários valendo dezenas de dólares. Para um salário mínimo, pode ser 1-2% extra – pequeno, mas grátis.

Riscos reais: pool esgota em minutos para quem atrasa. Monitore app agora (são 6h+). Se abaixo de 251 pontos, foque em tarefas rápidas para próximos eventos.

Próximos Passos e Oportunidades

Depois de checar, acompanhe anúncios oficiais. Binance Alpha é ferramenta diária: use para remessas baratas (USDT a R$ 5,60 vs banco R$ 50+ taxas) ou hedges contra dólar volátil. Essa airdrop é lembrete: cripto ajuda no cotidiano brasileiro, não só trades.

Não perca tempo – abra sua conta ou app agora e prepare-se para as 7h.


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Executivos cartoon de exchange e tokenização em handshake dinâmico rumo a portal IPO, simbolizando aquisição da Kraken e aceleração para IPO

Kraken Adquire Magna e Acelera Rumo ao IPO

A aquisição da plataforma de tokenização Magna pela Payward, empresa-mãe da Kraken, marca um passo ousado rumo à maturidade institucional. Anunciada nesta quarta-feira, a operação permite que a Magna opere de forma independente, mas turbinada pela infraestrutura da exchange. Próxima parada: Wall Street! Com filing confidencial para IPO já submetido à SEC, o mercado cripto constrói bases sólidas para a adoção em massa.


O Que a Magna Traz para a Kraken

A Magna é especializada em soluções de tokenização avançadas, atendendo mais de 160 clientes com pico de US$ 60 bilhões em TVL em 2025. Sua plataforma facilita fluxos como vesting onchain e off-chain, token claims white-label, custódia, escrow e staking especializado. Para empresas, isso significa gerenciar tokens de forma eficiente e segura, integrando criptoativos às operações tradicionais.

Bruno Faviero, CEO da Magna, destacou: “Juntando-se à Kraken, ganhamos recursos para infraestrutura institucional, liquidez profunda e distribuição global”. Essa sinergia fortalece os fundamentos da Kraken, preparando-a para demandas corporativas crescentes. O mercado está construindo pontes entre finanças tradicionais e blockchain, e essa aquisição é prova concreta.

Estratégia Agressiva de Expansão

Não para por aí. Em 2025, a Payward já havia adquirido Breakout (trading prop cripto), NinjaTrader (futures), Small Exchange (derivativos) e Capitalise (software). Recentemente, integrou-se ao ICE Chat para OTC institucional e patrocinou “Trump Accounts”, iniciativa do presidente Donald Trump. Esses movimentos reportaram US$ 2,2 bilhões em receita ajustada para 2025, um salto de 33%.

O filing confidencial para IPO em novembro sinaliza confiança. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.847 (-1,45% em 24h), em meio a um ecossistema maduro. A Kraken posiciona-se como player global, conectando varejo e instituições.

Tendência de IPOs Revela Maturidade do Setor

A Kraken não está sozinha. Ledger discute IPO nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, Copper (custódia) planeja listing similar, e Securitize viu receitas saltarem 840% em filing SEC. Esses passos refletem a tese de adoção: fluxos institucionais superam volatilidade de curto prazo.

Como em ciclos passados pós-halving, os fundamentos se fortalecem. Baleias e tesourarias corporativas acumulam, ETFs fluem, e plataformas como Kraken pavimentam o caminho. Para o investidor brasileiro, isso significa mais liquidez local e opções profissionais. Vale monitorar como isso impulsiona altcoins e tokenização.

Próximos Passos e Oportunidades

Essa aquisição consolida a Kraken como hub para tokenização corporativa, testando a resiliência do modelo em bull markets. Investidores devem observar integrações futuras e o cronograma do IPO. O setor cripto amadurece: de especulação para infraestrutura financeira global. Fique de olho — os fundamentos de alta estão se alinhando.


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Estrela neon PI com +50% brilhando intensamente enquanto sol BTC recua no horizonte, simbolizando rally euforico isolado da altcoin

Pi Network sobe +50% enquanto BTC recua para R$ 348 mil

O Bitcoin está preso nos R$ 348.449 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -1,77% nas últimas 24h, enquanto o mercado cripto inteiro parece estagnado. A Pi Network (PI), aquela que você ‘mina’ no celular há anos sem poder vender de verdade inicialmente, registra alta de quase 50% para US$ 0,20. Não faz sentido lógico, mas é assim no mercado de criptomoedas, impulsionado por euforia.


Fatores da Alta: Aniversário e Expectativas com Kraken

Nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, o PI subiu de US$ 0,13 para US$ 0,187, elevando sua capitalização para US$ 1,68 bilhão. O gatilho principal? O primeiro aniversário do mainnet na sexta-feira. Espere anúncios importantes dos desenvolvedores, após anos de mineração no app sem transações reais.

Outro impulsionador: a possível listagem na Kraken, exchange americana avaliada em US$ 20 bilhões. Eles adicionaram o PI à roadmap. Após OKX e MEXC, uma listagem nos EUA pode atrair mais investidores. Binance e Coinbase também são especuladas. Enquanto isso, o BTC permanece em US$ 67 mil.

Upgrades e Rewards: Euforia ou Risco?

A rede está em upgrade do Protocolo 19 para o 23, baseado no Stellar Consensus, iniciado no domingo. Em março, vêm os primeiros rewards para validators – positivo para quem fez staking, mas risco se houver vendas em massa. Holders costumam esperar… ou não.

Boa notícia para os touros: os unlocks de tokens estão caindo. 109 milhões em fevereiro, para 78 milhões em maio, segundo PiScan. Menos supply novo pode sustentar a alta. Mas será sustentável ou euforia passageira?

Contraste com o Bitcoin e o Mercado

Enquanto PI registra ganhos, o Bitcoin segue apático em US$ 67.127, com variação de +0,06%. O mercado todo está apagado. Ethereum em US$ 1.975, Solana caindo 1,35%. Clássico descolamento: ativos consolidados sofrem com macroeconomia e aversão a risco; memecoins e projetos mobile mineram euforia pura.

No Brasil, com BTC a R$ 348 mil, o fenômeno expõe o mercado: investidores retail buscam ganhos rápidos, ignorando liquidez e utilidade real. Pi ainda busca adoção verdadeira pós-mainnet, apesar de 50 milhões de usuários no app com volume ainda baixo.

Análise Técnica: Pennant de Alta ou Ilusão?

No gráfico de 12h, PI recuperou acima das médias móveis de 50 e 100 períodos, formando um pennant de alta no nível de 38,2% Fibonacci. Alvo próximo: US$ 0,205. Supertrend verde pela primeira vez desde outubro. Touros miram 50% Fib em US$ 0,20+. Mas vendas de validators podem gerar pullback.

Lições: euforia de aniversário e listagem movem preços mais que fundamentos. Monitore Kraken e anúncio de sexta. Pode ser o pico – ou início de algo maior.


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Executivos cartoon saindo com caixas de arranha-céu de exchange rachado e seta vermelha descendente, ilustrando crise na Gemini pós-IPO

Crise na Gemini: Ações Caem 14% Após Saída de Três Executivos Pós-IPO

A Gemini Space Station Inc. (GEMI) registrou a saída imediata de três executivos-chave — COO Marshall Beard, CFO Dan Chen e CLO Tyler Meade —, conforme filing regulatório divulgado nesta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. As ações caíram até 14%, para cerca de US$ 6,50, sinalizando instabilidade institucional apenas cinco meses após o IPO na Nasdaq. Os dados indicam preocupações com governança e prejuízos projetados em torno de US$ 600 milhões para 2025.


Detalhes das Saídas e Transição de Liderança

Os dados do filing 8-K revelam que as demissões são efetivas imediatamente, com Beard também renunciando ao conselho de diretores, sem desacordos operacionais reportados. A Gemini não planeja substituir o COO, transferindo responsabilidades de receita para o cofundador Cameron Winklevoss. Foram nomeados interinos: Danijela Stojanovic como CFO e Kate Freedman como general counsel, conforme detalhado na análise de mercado.

Essa transição ocorre em um contexto de corte de 25% da força de trabalho global, anunciado recentemente, e redução de ativos totais de US$ 10,8 bilhões em outubro para US$ 5,2 bilhões atuais. Os números mostram 600 mil usuários mensais transacionando, um aumento de 17% em relação ao ano anterior, mas insuficiente para mitigar a pressão financeira.

Impacto Imediato nas Ações e Desempenho de Mercado

As ações GEMI registraram queda de 10% a 14% no pregão inicial, negociando em US$ 6,54 por volta das 18h (horário de Brasília), enquanto o mercado amplo subia. Esse movimento contracíclico reflete perda de confiança dos investidores, com o ticker sobperformando pares do setor cripto. Os dados de volume de negociação da Gemini, em 19º lugar entre CEXs com US$ 31,9 milhões em 24h, indicam posição enfraquecida.

Bitcoin opera em US$ 67 mil, com retração de 25% nos últimos três meses, ampliando o cenário desafiador para exchanges públicas. A volatilidade das ações GEMI pós-IPO destaca a sensibilidade a eventos de governança em empresas cripto listadas.

Contexto Financeiro e Estratégico

A empresa projeta prejuízo líquido de US$ 587 milhões a US$ 602 milhões em 2025, apesar de receita líquida estimada em US$ 165-175 milhões, alta ante US$ 141 milhões em 2024, impulsionada por cartões de crédito. O IPO de setembro de 2025 captou US$ 425 milhões, mas a estratégia de retração — fechamento de operações no Reino Unido, UE e Austrália, foco em EUA e prediction markets — reflete ajustes drásticos.

Indicadores técnicos mostram suporte próximo a US$ 6,00 e resistência em US$ 7,50. Volumes elevados no dia sugerem realização de lucros, com médias móveis de 50 dias em declínio. Investidores monitoram o próximo filing trimestral para métricas de mNAV e liquidez.

Implicações para Governança e Mercado Cripto

Os números expõem riscos de concentração em fundadores Winklevoss, com Cameron acumulando papéis múltiplos. Para traders, vale observar níveis de suporte em US$ 6,00; rompimento abaixo pode acelerar vendas. O episódio reforça a necessidade de equipes executivas estáveis em exchanges públicas, especialmente em ciclos de baixa como o atual, com BTC testando mínimas recentes.

Dados sugerem maior escrutínio regulatório e de acionistas, potencialmente impactando valuation. Usuários devem avaliar diversificação de plataformas em meio à reestruturação.


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Bebês cartoon felizes recebendo cofres dourados com selo 2026 de executivo tech, simbolizando patrocínio Kraken para adoção cripto no Wyoming

Cripto para Bebês: Kraken Financia Trump Accounts no Wyoming

A Kraken anunciou apoio ao programa Trump Accounts para todos os bebês nascidos no Wyoming em 2026. A iniciativa, revelada pela senadora Cynthia Lummis, cria contas de poupança para crianças com US$ 1.000 do governo. A exchange, com sede no estado pioneiro em regulação cripto amigável, quer retribuir à comunidade local. Isso mostra exchanges se integrando à sociedade de forma prática e humana.


O Que São Trump Accounts?

Os Trump Accounts são contas de aposentadoria para menores de 18 anos nos EUA. Pais ou responsáveis abrem para filhos, e o governo federal deposita US$ 1.000 iniciais para nascidos entre 2025 e 2028. É um piloto para incentivar poupança cedo. Grandes bancos como JPMorgan e Wells Fargo já apoiam, e agora a Kraken entra, financiando contas de recém-nascidos no Wyoming sem divulgar o valor exato por conta.

Para o americano médio, é como uma poupança forçada que rende ao longo da vida. Imagine seu filho começando com R$ 5.500 (cotação atual aproximada) crescendo com juros compostos. Prático para famílias de baixa renda, reduzindo dependência de previdência pública.

Por Que o Wyoming? Um Hub Cripto

O Wyoming é o paraíso das criptos nos EUA: leis que permitiram à Kraken ser a primeira Special Purpose Depository Institution (banco cripto). O CEO Dave Ripley destacou a “política responsável” como motivo para HQ lá. A senadora Lummis, pró-cripto, celebrou: “Grata pelo compromisso com a próxima geração do Cowboy State”.

Isso não é só filantropia. É estratégia: exchanges constroem imagem positiva, influenciam regulação local e atraem talentos. Wyoming lançou o stablecoin Frontier, reforçando o ecossistema. Para nós brasileiros, lembra como o Brasil poderia usar cripto para inclusão financeira em regiões remotas.

Impacto Prático: Lições para o Brasil

Pense no dia a dia: uma família no interior do Wyoming ganha uma conta que pode render décadas. No Brasil, equivaleria a um FGTS ou Poupança com cripto, mas sem burocracia. Cripto facilita herança digital, acessível via wallet, sem intermediários caros. Famílias podem adicionar Bitcoin ou stablecoins, protegendo contra inflação.

Exchanges como Kraken mostram caminho: retribuir comunidades cria lealdade. Aqui, imagine Nubank ou Mercado Bitcoin financiando contas para filhos de clientes. Reduz desigualdade, educa sobre finanças cedo. Mas cuidado: volatilidade existe, então diversifique e estude.

O Que Você Pode Fazer Hoje?

  1. Abra uma conta em exchange confiável e configure staking ou poupança em stablecoins para seus filhos.
  2. Use wallets custodiais seguras para menores.
  3. Monitore leis brasileiras sobre herança digital (ainda em debate).
  4. Eduque a família: comece com R$ 100 mensais em BTC via DCA.

Essa notícia inspira: cripto vai além de trade, vira ferramenta cotidiana. Vale acompanhar como Wyoming evolui esse modelo.


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Silhuetas de baleias cibernéticas depositando e retirando fluxos dourados BTC de fortaleza exchange, sinalizando volatilidade por movimentos de baleias OG

Net Outflow de 3.083 BTC: Baleias OG Aumentam Depósitos na Binance

Os dados mostram um net outflow de 3.083,80 BTC das exchanges centralizadas (CEXs) nas últimas 24 horas, com a Binance liderando as saídas em 3.073,95 BTC, segundo a Coinglass. Paradoxalmente, baleias antigas (OG) elevaram depósitos na Binance, com ratio de influxo subindo de 0,4 para 0,62 entre 2 e 15 de fevereiro, segundo a CryptoQuant. Esse cabo de guerra entre acumulação e pressão de venda pode intensificar a volatilidade nas próximas horas.


Net Outflow Geral nas CEXs

De acordo com os dados da Coinglass, compilados em 17 de fevereiro, as CEXs registraram uma saída líquida total de 3.083,80 BTC no período de 24 horas. A Binance concentrou a maior parte desse movimento, com retiradas de 3.073,95 BTC. Outras plataformas como Gemini (236,03 BTC) e Coinbase Pro (222,72 BTC) também contribuíram para o outflow, enquanto a Gate viu influxo de 227,01 BTC.

Esse padrão de saídas líquidas sugere que investidores estão transferindo ativos para custódia fria ou carteiras pessoais, reduzindo a exposição em plataformas de negociação. Os números exatos indicam uma tendência de longo prazo de redução de inventário em exchanges, o que historicamente correlaciona com menor pressão imediata de venda.

Influência das Baleias OG na Binance

A análise do CryptoQuant, destacada pelo analista Darkfost, revela que o ratio de depósitos de Bitcoin por baleias na Binance cresceu significativamente, de 0,4 para 0,62 em duas semanas. Parte desse influxo está ligada a baleias insider BTC OG, que depositaram cerca de 10.000 BTC na plataforma recentemente.

Esses movimentos de grandes holders não são isolados: eles coincidem com um ambiente de incerteza, onde a liquidez da Binance atrai ajustes de posição. Embora outflows gerais dominem, os depósitos concentrados podem preparar o terreno para vendas seletivas, elevando o risco de oscilações de curto prazo.

Implicações para Volatilidade e Níveis Chave

O contraste entre outflow agregado e influxos de baleias cria um cenário de cabo de guerra. Saídas líquidas totais apontam para confiança em holding de longo prazo, mas depósitos na maior exchange sugerem potencial pressão vendedora. Os dados combinados de Coinglass e CryptoQuant indicam que o mercado pode testar suportes em torno de US$ 67.000-68.000 nas próximas horas, dependendo do volume de realização.

Traders devem monitorar o ratio de whale inflows e o saldo total de BTC em exchanges. Uma continuação do outflow reduziria riscos de queda, enquanto influxos persistentes poderiam acelerar correções.

Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.007,83, com variação de -1,32% em 24h e volume de 190,68 BTC. Em dólares, o preço é de aproximadamente US$ 67.786 (variação -1,60%), com dólar a R$ 5,25.


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Agentes IA translúcidos cruzando ponte etérea entre plataformas Solana e EVM com cristal TAO, simbolizando trades cross-chain autônomos no DeFi

IA Agêntica no DeFi: Robôs Executam Trades Cross-Chain

O protocolo cross-chain deBridge lançou o MCP, permitindo que agentes de IA executem transações não custodiadas entre chains EVM e Solana, como swaps e bridges multi-etapa. Paralelamente, o token TAO da Bittensor atingiu US$ 207 com a listagem na Upbit, recuando para cerca de US$ 185, sinalizando maturidade na IA descentralizada e liquidez robótica no DeFi.


O que é IA Descentralizada com Bittensor

Bittensor é uma rede peer-to-peer que democratiza a inteligência artificial via blockchain. Seus 128 subnets competem por emissões de TAO através de um mercado de staking dinâmico, onde mineradores de IA fornecem modelos de machine learning. Cada subnet atua como um módulo especializado — de processamento de linguagem a visão computacional —, com valor definido por utilidade real medida on-chain.

Métricas chave incluem TVL crescente e taxas anuais recorrentes (ARR) em subnets como Chutes, superando US$ 5,8 milhões. A transição recente para um protocolo “headless” removeu controle centralizado, reforçando descentralização. O volume diário de TAO explodiu para US$ 363 milhões (+167% vs média mensal), confirmando demanda orgânica além de especulação.

Isso difere de IAs centralizadas como OpenAI: aqui, o código é lei, com transparência via commits GitHub e usuários ativos priorizados sobre holders passivos.

Como Funciona o MCP do deBridge

O Model Context Protocol (MCP) estende os deBridge Bundles, um modelo baseado em intenções que abstrai complexidade cross-chain. Agentes de IA agora executam ações autônomas: um bot em Solana pode swapear SOL por ETH em EVM sem custódia humana, via relayers verificáveis on-chain.

Técnicamente, MCP usa provas criptográficas para validação, suportando EVM (Ethereum, etc.) e Solana. É como um orquestrador de smart contracts distribuídos: a intenção do agente (ex: “otimizar yield farming“) é decomposta em bundles atômicos, executados em paralelo. Sem oráculos centralizados, reduz riscos de manipulação.

Iniciado após Bundles em dezembro, MCP pavimenta liquidez robótica: agentes autônomos arbitrando spreads cross-chain 24/7, elevando eficiência DeFi.

Por Que Importa: Liquidez Robótica no DeFi

A convergência Bittensor + deBridge marca o próximo passo: DeFi não mais humano-centrado, mas agente-centrado. Com TAO em US$ 192,5 (capitalização de US$ 2,05 bilhões), análise técnica mostra RSI neutro-alcista e cruzamentos SMA de alta, mirando US$ 200-300 se romper resistência.

Upbit adicionou pares KRW/BTC/USDT, injetando liquidez asiática. Para traders brasileiros, monitore suportes em US$ 184 e volume > US$ 300 mi/dia. Riscos: rejeição em US$ 200 ou correlação BTC (atual ~US$ 70k).

Implicações: ecossistemas auto-sustentáveis onde IAs geram valor real, medido por transações diárias e TVL. Bittensor subestima vs pares, com supply fixo de 21 mi TAO.

Próximos Passos e Monitoramento

Observe adoção MCP em agents Bittensor: integrações com subnets poderiam disparar TAO via demanda staking. Grayscale ETP filing sinaliza interesse institucional.

Para desenvolvedores, teste MCP docs; traders, entradas em dips US$ 184 com stops US$ 180. O futuro é agents operando sem fricção cross-chain, redefinindo DeFi.


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Rede neural pulsante com núcleo TAO cristalino conectando a portal hexagonal, simbolizando listagem na Upbit e tração de IA descentralizada na Ásia

Upbit Lista Bittensor (TAO): IA Descentralizada Ganha Tração na Ásia

A Upbit anunciou a listagem do Bittensor (TAO), um protocolo inovador de inteligência artificial descentralizada, com trading spot em mercados KRW, BTC e USDT. Como maior exchange da Coreia do Sul, essa movimentação abre portas para liquidez massiva de investidores asiáticos, potencializando a adoção de redes de machine learning distribuídas. A Inteligência Artificial atinge a Upbit: por que você deve olhar para o TAO hoje? Essa integração pode acelerar o desenvolvimento de modelos de IA abertos e colaborativos.


O Que é o Bittensor (TAO)

Bittensor é um protocolo blockchain que cria uma rede aberta para inteligência artificial descentralizada. Diferente de modelos centralizados como os da OpenAI, o Bittensor permite que participantes contribuam com computação, dados e algoritmos de machine learning em uma estrutura peer-to-peer. O token nativo, TAO, serve como incentivo econômico para mineradores e validadores.

No cerne, o protocolo opera como um mercado de previsão coletiva para IA. Subnets — sub-redes especializadas — competem por utilidade, avaliada por mecanismos de consenso que medem a qualidade dos modelos de IA fornecidos. Métricas on-chain, como TVL e transações diárias, mostram adoção crescente: recentemente, o ecossistema registrou picos em usuários ativos e commits no GitHub, sinalizando desenvolvimento robusto.

Essa abordagem resolve problemas clássicos de IA centralizada, como monopólios de dados e falta de transparência, distribuindo o poder computacional globalmente.

Como Funciona o Protocolo Tecnicamente

O Bittensor utiliza uma arquitetura de consenso Yuma, uma variação de proof-of-intelligence, onde nós mineram TAO ao fornecer respostas úteis a consultas de IA. Cada minerador roda instâncias de modelos de linguagem ou visão computacional, e a rede valida a qualidade via staking de TAO por validadores.

Imagine um banco de dados distribuído para inteligência: queries são roteadas para os melhores provedores com base em reputação on-chain. A alocação de recompensas segue uma curva de utilidade, priorizando contribuições de alta precisão. Smart contracts gerenciam staking, slashing por mau comportamento e governança via propostas on-chain.

Dados técnicos revelam eficiência: latência média de respostas abaixo de poucos segundos em subnets maduras, com throughput escalável via sharding. Isso o diferencia de blockchains genéricas, focando em computação intensiva para IA.

Impacto da Listagem na Upbit e Liquidez Asiática

A Upbit, com volume diário superior a bilhões em KRW, injeta liquidez premium ao TAO. Mercados KRW atraem retalho coreano — conhecido pelo ‘kimchi premium’ —, enquanto BTC e USDT conectam a liquidez global. Historicamente, listagens na Upbit impulsionam volumes: ativos como BERA subiram rapidamente no ranking de trading.

Para Bittensor, isso significa acesso a capital asiático ávido por narrativas de IA, potencializando TVL e mineradores na região. Investidores locais podem agora stakear TAO diretamente, ampliando a rede. No curto prazo, espere volatilidade com oportunidades de arbitragem entre exchanges, mas fundamentos técnicos sustentam crescimento de longo prazo.

Por Que Isso Importa para o Ecossistema Cripto

A listagem sinaliza maturidade da interseção blockchain-IA. Bittensor não é hype passageiro: sua arquitetura incentiva inovação aberta, contrastando com silos proprietários. Para desenvolvedores brasileiros, isso abre portas para contribuir remotamente, ganhando TAO via computação ociosa.

Vale monitorar métricas como usuários ativos e volume de subnets. Em um mercado onde IA gera bilhões, protocolos como TAO posicionam cripto como infraestrutura essencial. A Upbit acelera essa visão, mas o sucesso depende de execução técnica contínua.


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Silhuetas de baleias cyberpunk mergulhando e emergindo de portais exchange com partículas ETH, ilustrando inflows e outflows mistos no Ethereum

Baleia Deposita US$ 543 Milhões em ETH na Binance: Ethereum em Risco?

Uma baleia veterana conhecida como Garrett Jin depositou mais de 260.000 ETH, equivalentes a US$ 543 milhões, diretamente na Binance em minutos, sinalizando potencial pressão vendedora. Em contrapartida, outra baleia com 60.784 ETH retirou 7.301 ETH (US$ 15,14 milhões) da OKX nas últimas 8 horas. Esses fluxos opostos ocorrem enquanto o Ethereum consolida na zona de decisão entre US$ 1.900 e US$ 2.150, com preço atual em torno de US$ 1.954 (R$ 10.225).


Inflow Massivo na Binance por Garrett Jin

Os dados on-chain mostram três transferências consecutivas totais de 261.024 ETH: 69.378 ETH, 96.116 ETH e 95.526 ETH, enviadas diretamente para endereços de depósito da Binance. Lookonchain identificou essas carteiras como ligadas a Garrett Jin, figura conhecida desde os anos 2010 no ecossistema Bitcoin e por timing preciso em quedas de mercado, como o crash de outubro.

Esse movimento eleva o risco de oferta na exchange, pois depósitos diretos sugerem liquidação iminente. Recentemente, a mesma entidade vendeu 5.000 BTC e retirou mais de US$ 53 milhões em USDT da Binance, indicando rotação de capital tática. Com o Ethereum em US$ 1.954, esse inflow representa cerca de 0,13% da oferta circulante, suficiente para impactar o curto prazo se convertido em vendas.

Retirada da OKX: Sinal de Acumulação?

Em movimento oposto, a baleia identificada como 0x28eF, detentora de 60.784 ETH (US$ 126 milhões), transferiu 7.301 ETH da OKX para autocustódia em 8 horas. Isso reforça um padrão de acumulação por essa entidade, que já demonstrava apetite por ETH previamente.

Retiradas de exchanges geralmente indicam intenção de hold de longo prazo, reduzindo oferta disponível para venda imediata. No entanto, o volume é modesto comparado ao inflow na Binance, sugerindo que o smart money apresenta sinais mistos no momento.

Exchange Inflow: Conceito e Implicações

Exchange inflow refere-se ao fluxo de ativos de carteiras privadas para saldos de exchanges, frequentemente precursor de vendas. Plataformas como Binance concentram liquidez, e aumentos súbitos no saldo de ETH — como os 260.000 ETH recentes — elevam a pressão vendedora potencial. Historicamente, inflows acima de 0,1% da oferta circulante correlacionam com quedas de 5-10% em 24-48 horas, conforme padrões on-chain observados em ferramentas como Lookonchain.

Os dados mostram que, após inflows similares em janeiro, o ETH testou suportes inferiores. Contrapontos como outflows mitigam, mas o net flow atual inclina para exchanges, justificando cautela no curto prazo.

Zona de Decisão: Níveis a Monitorar

O Ethereum opera em consolidação entre US$ 1.900 (suporte chave, próximo à média móvel de 50 dias) e US$ 2.150 (resistência, alinhada ao VWAP semanal). Uma quebra abaixo de US$ 1.900 pode levar a US$ 1.800; acima de US$ 2.150, mira US$ 2.300.

Volume spot na Binance subiu 25% pós-inflow, com open interest em derivativos estável. No Brasil, ETH cotado a R$ 10.225 reflete variação de -6,24% em 24 horas, alinhada ao global. Bitcoin em R$ 359.497, segundo o Cointrader Monitor, com -1,9%, pressiona correlacionados.

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Executivos bancários cartoon marchando para exchanges neon com talentos tech voando, simbolizando invasão institucional em cripto

Invasão Institucional: Bancos Globais Compram Exchanges e Talentos Cripto

Morgan Stanley, Wells Fargo e Mirae Asset: gigantes bancários estão assumindo o controle do ecossistema cripto? Em uma movimentação estratégica, a Mirae Asset anunciou a compra de 92% da exchange sul-coreana Korbit por US$ 93 milhões, enquanto os bancos americanos buscam diretores de ativos digitais e engenheiros blockchain. Esses passos reforçam os fundamentos de uma adoção institucional sólida e de longo prazo, trazendo compliance e infraestrutura para o mercado.


Mirae Asset Entra no Mercado Cripto via Korbit

A Mirae Asset Consulting, braço do gigante financeiro sul-coreano Mirae Asset Group, fechou acordo para adquirir 92,06% da Korbit por cerca de 133,48 bilhões de won (US$ 93 milhões), pago integralmente em dinheiro. O objetivo é claro: “garantir motores de crescimento futuro por meio de negócios com ativos digitais”, conforme filing regulatório. Aprovado pelo board em 5 de fevereiro, o negócio deve se encerrar em até sete dias úteis após condições contratuais.

A Korbit, com licença completa de operação e infraestrutura de compliance, registrou 8,7 bilhões de won em receita e lucro líquido de 9,8 bilhões de won no último ano fiscal, revertendo prejuízos anteriores. Apesar de volumes menores que Upbit e Bithumb — US$ 59,9 milhões em 24h versus bilhões dos líderes —, sua estrutura regulada a torna atraente para instituições. O mercado está construindo bases sólidas, com exchanges como porta de entrada para fluxos institucionais.

Wells Fargo Planeja Estratégia de Três a Cinco Anos

O Wells Fargo publicou vaga para Diretor de Serviços de Ativos Digitais, com foco em roadmap de longo prazo. As responsabilidades incluem tokenização de depósitos, colaterais on-chain, liquidez intradiária e pagamentos programáveis integrados a sistemas tradicionais como ACH, RTP, FedNow e SWIFT. Essa integração híbrida — blockchain com finanças legadas — é o futuro que os fundamentos estão fortalecendo.

Não é isolado: recentemente, Morgan Stanley e JPMorgan também atraíram talentos cripto. Bancos globais reconhecem que ativos digitais não são especulação passageira, mas infraestrutura essencial para eficiência 24/7 e global. Para investidores brasileiros, isso significa maior liquidez e estabilidade, reduzindo volatilidade de curto prazo com influxos profissionais.

Morgan Stanley Acelera Tokenização com Ethereum e Polygon

Paralelamente, o Morgan Stanley busca engenheiros de blockchain e tokenização, com ênfase em infraestrutura para plataformas de ativos digitais. O escopo abrange avaliação de protocolos como Ethereum, Polygon, Hyperledger e Canton, garantindo segurança, escalabilidade e conformidade regulatória. É uma tese de alta concreta: RWA (ativos do mundo real tokenizados) como ponte entre finanças tradicionais e cripto.

Esses movimentos ecoam ciclos passados, pós-halving, onde adoção institucional catalisa altas sustentáveis. Bancos não compram hype; constroem ecossistemas híbridos, absorvendo eficiência blockchain sem abandonar compliance. O resultado? Um mercado mais maduro, pronto para tesourarias corporativas e ETFs em escala.

O Que Isso Significa para o Mercado Cripto

Essa invasão silenciosa valida a narrativa de adoção global. Mirae traz Ásia regulada, enquanto Wells e Morgan lideram nos EUA com foco em tokenização e pagamentos. Volatilidade persiste, mas fundamentos se fortalecem: licenças, talentos e capital institucional apontam para ciclos de alta ancorados em uso real. Monitore fluxos de ETF e tesourarias — os sinais de que estamos no caminho certo.


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Guardião cartoon equilibrando balança 1:1 com reservas douradas e ativos cyan, resistindo a onda de saques da Binance

Binance Resiste a Saques: Reservas de US$ 155 Bilhões Confirmadas

A Binance superou teste de estresse induzido por rumores de insolvência em fevereiro de 2026, com saques massivos comparados a um ‘bank run’. Co-fundadora He Yi e ex-CEO CZ confirmaram que os ativos nos endereços da exchange aumentaram durante o período, enquanto o Proof of Reserves de janeiro revelou reservas de mais de US$ 155 bilhões em ratio 1:1 com os depósitos de usuários. A robustez foi comprovada sem interrupções significativas.


Detalhes do Stress Test e Respostas da Liderança

Os dados mostram que, nos últimos 10 dias de fevereiro de 2026, a Binance realizou dois testes de estresse distintos: um impulsionado por campanhas em redes sociais e outro via verificação financeira de reservas. Rumores comparando a exchange ao colapso da FTX em 2022 geraram pânico, com Bitcoin abaixo de US$ 70.000 e uma breve pausa técnica de 20 minutos em retiradas, mal interpretada como insolvência.

He Yi destacou em post no X que tentativas regulares de retiradas em massa funcionam como um teste de liquidez efetivo. Contrariando expectativas, os ativos nos endereços da Binance aumentaram, indicando compras na baixa por outros usuários. CZ elogiou a suavidade do processo, atribuindo ao trabalho da equipe nas últimas semanas, com operações mantidas sem estresse maior.

Proof of Reserves e Fundo SAFU como Garantias

O relatório de Proof of Reserves de janeiro de 2026 confirma reservas superiores a US$ 155 bilhões, liderando a indústria em transparência e visibilidade. Esse valor representa cobertura total (1:1) dos saldos de usuários, com dados on-chain acessíveis publicamente. Equivalente aproximado a R$ 809 bilhões ao câmbio atual de R$ 5,22 por dólar.

Adicionalmente, a Binance mantém o fundo SAFU (Secure Asset Fund for Users), reforçando a proteção contra perdas potenciais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 368.853,82 nesta manhã de 15 de fevereiro, com variação positiva de 1,11% em 24 horas, refletindo estabilidade no mercado.

Esclarecimento sobre Bloqueios de Contas e VPNs

Paralelamente, surgiram relatos de contas restritas ou congeladas. He Yi esclareceu que tais casos ocorrem quando usuários acessam via VPN de regiões não suportadas pela Binance, ativando controles de risco automáticos. As contas são ajustadas para modo “apenas retiradas”, exigindo contato com suporte para resolução.

A exchange enfatiza investimentos contínuos em compliance regulatório, executando medidas de controle de risco conforme exigências. Isso evita pânico desnecessário, diferenciando restrições geográficas de problemas de solvência.

Implicações para Usuários e Mercado

Os eventos validam a maturidade estrutural da Binance, maior exchange global, capaz de absorver bilhões em saques sem colapso. No entanto, líderes reforçam a importância da autocustódia em um mundo pós-FTX, onde “não suas chaves, não suas moedas”. Ferramentas como a Binance Web3 Wallet facilitam transição para DeFi, mas demandam responsabilidade do usuário.

Investidores devem monitorar relatórios mensais de PoR e níveis de liquidez. Os dados indicam resiliência, mas volatilidade persiste, com suporte técnico no Bitcoin em torno de US$ 70.000.


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Investidor cartoon frustrado diante de exchange com cofre vazando moedas vermelhas e tela em pane, simbolizando prejuízo e bloqueio de saques na Coinbase

Coinbase: Prejuízo de US$ 667 milhões no Q4 e Pane Travam Saques

A Coinbase registrou prejuízo líquido de US$ 667 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo lucro de US$ 1,3 bilhão do ano anterior, devido a markdowns não realizados em seu portfólio de criptoativos. Paralelamente, em 12 de fevereiro de 2026, uma pane técnica bloqueou saques e negociações por 90 minutos, levantando questões sobre a robustez operacional da maior exchange dos EUA e a segurança dos fundos dos usuários.


Detalhes do Prejuízo no Q4 2025

Os dados do relatório trimestral mostram uma perda GAAP impulsionada por US$ 718 milhões em markdowns não realizados no portfólio de criptoativos da Coinbase, reflexo da queda de preços de Bitcoin e outros tokens no período. Adicionalmente, houve US$ 395 milhões em perdas em investimentos estratégicos, incluindo participação na Circle, emissora do USDC, que desvalorizou cerca de 40% no trimestre.

Apesar disso, os indicadores operacionais atingiram recordes: volume total de trading de US$ 5,2 trilhões (+156% YoY), participação de mercado em 6,4% (o dobro do ano anterior) e quase 1 milhão de assinantes pagos no Coinbase One. A receita total caiu 21,6% para US$ 1,78 bilhão, com receita de transações em US$ 983 milhões (-36% YoY). O EPS ajustado de US$ 0,66 ficou abaixo das expectativas de US$ 0,86 a 0,96. A empresa encerrou o ano com US$ 11,3 bilhões em caixa.

A Interrupção Técnica Recente

Na quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, às 10h07 (horário do Pacífico), a Coinbase enfrentou uma falha que impediu compras, vendas, saques e negociações em sua plataforma global. A interrupção durou até 11h26, totalizando cerca de 90 minutos, conforme status oficial. A empresa investigou e implementou correções às 10h49, garantindo que os fundos dos clientes permaneciam seguros durante o incidente.

Os dados mostram que problemas semelhantes expõem vulnerabilidades em infraestruturas de alto volume. Usuários relataram incapacidade de acessar ativos em momento crítico, reforçando o debate sobre custódia em terceiros versus autocustódia.

Implicações para Confiança e Competição

Os números indicam resiliência operacional em volume, mas sensibilidade a volatilidade de preços nos ativos próprios. O caixa robusto de US$ 11,3 bilhões mitiga riscos de curto prazo, enquanto diversificação para 12 produtos acima de US$ 100 milhões ARR sugere estratégia além de trading spot. Contudo, competição cresce: Hyperliquid processou US$ 2,6 trilhões em volume derivativos, quase o dobro dos US$ 1,4 trilhão da Coinbase no período analisado.

Para usuários, a pane destaca riscos de indisponibilidade. A Coinbase enfatiza segurança, mas eventos como esses e críticas a perdas evitáveis de US$ 350 milhões em 2025 questionam a maturidade operacional. Monitorar market share e estabilidade será essencial.

Níveis Operacionais a Observar

Os dados sugerem foco em diversificação: expansão na UE via MiCA, aquisições como Deribit e parcerias em derivativos e prediction markets. Indicadores chave incluem manutenção do market share acima de 6%, crescimento de assinaturas e controle de markdowns em quartos voláteis. Investidores devem acompanhar o próximo relatório para avaliar se o modelo ‘Everything Exchange’ compensa oscilações de cripto.


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Executivo cartoon empurrando bandeira XRP para mapa da Europa iluminando-se, simbolizando expansão da Safello sob MiCA apesar de desafios nos EUA

XRP Sem Fronteiras: Safello Expande Adoção na Europa

A expansão da exchange nórdica Safello para a Finlândia marca um avanço significativo na adoção do XRP na Europa. Autorizada como a primeira plataforma sueca sob o regulamento MiCA da UE, a corretora agora oferece acesso regulado ao token em múltiplos países, atendendo a cerca de 413 mil usuários. Apesar dos embates regulatórios nos EUA, os fundamentos do XRP se fortalecem no continente europeu, com foco em infraestrutura acessível e segura. Este movimento silencioso reforça a narrativa de adoção global.


Safello: Pioneira Regulatória na Suécia

A Safello, fundada em 2013 e líder no mercado nórdico, obteve autorização como o primeiro provedor de serviços de criptoativos sob o MiCA, o framework regulatório da União Europeia para ativos digitais. Essa aprovação permite escalar operações reguladas por toda a UE, simplificando o acesso ao XRP para investidores de varejo e institucionais.

Em dezembro de 2025, a plataforma listou o XRP junto a outros sete ativos, ampliando seu portfólio. A entrada na Finlândia, anunciada recentemente, possibilita compras, vendas, transferências e armazenamento seguro do token, incluindo trading por livro de ordens e swaps de cripto. Hoje, o XRP opera com alta de 6,3% no dia, cotado a cerca de R$ 7,85 no mercado brasileiro.

Expansão Nórdica e Pegada Europeia do XRP

O lançamento na Finlândia representa a primeira expansão transfronteiriça da Safello, consolidando sua presença nos países nórdicos e além. Com 413 mil usuários, a exchange prioriza a simplificação do acesso a cripto, alinhando-se perfeitamente à missão de tornar o XRP mais disponível em um ambiente regulado.

Essa iniciativa fortalece a pegada do XRP na Europa. Outras plataformas, como a Liechtenstein Cryptoassets Exchange, adicionaram pares de trading com XRP, enquanto a WisdomTree lançou ETPs (produtos negociados em bolsa) para exposição indireta ao ativo. Além disso, o European Corporate Governance Institute reconheceu o XRP como não sendo um security, pavimentando o caminho para maior aceitação institucional.

Implicações para a Adoção Global

O mercado está construindo bases sólidas para o XRP, especialmente na Europa, onde regulamentações claras como o MiCA fomentam confiança. Enquanto os EUA lidam com processos judiciais prolongados envolvendo a Ripple, a adoção europeia prossegue acelerada, com exchanges reguladas ampliando o acesso.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza resiliência: o foco em infraestrutura de pagamentos transfronteiriços do XRP continua atraindo players institucionais. Movimentos como esse são mais relevantes que oscilações de curto prazo, indicando um ciclo de maturação onde a adoção dita o ritmo da valorização sustentável.

Perspectiva de Longo Prazo

Analogamente aos fluxos iniciais de ETFs de Bitcoin nos EUA, a expansão regulada na Europa pode catalisar volumes maiores para o XRP. A Safello exemplifica como plataformas locais estão integrando o token em ecossistemas cotidianos, preparando o terreno para uso real em remessas e finanças.

Vale monitorar novas aprovações MiCA e listagens, pois cada passo reforça a tese de adoção massiva. O otimismo é fundamentado: com regulamentação favorável, o XRP posiciona-se como ponte eficiente em um mundo financeiro em transformação.


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Executivo cartoon empilhando barras BTC em cofre forte enquanto gráficos caem ao fundo, simbolizando acúmulo de Bitcoin pela Coinbase apesar de prejuízos

Coinbase Acumula US$ 39 Milhões em Bitcoin Apesar de Prejuízo no Q4

A Coinbase registrou prejuízo líquido de US$ 667 milhões no quarto trimestre de 2025, equivalente a cerca de R$ 3,48 bilhões, apesar de receita de US$ 1,8 bilhão. Os dados mostram que, mesmo com a queda de 20% nas receitas e volumes menores, a exchange aumentou suas tenências de Bitcoin em US$ 39 milhões. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 360.240 (+4,95% em 24h).


Desempenho Financeiro do Trimestre

Os números divulgados indicam contração na receita de transações, principal fonte de renda da Coinbase. A receita total de US$ 1,8 bilhão ficou 20% abaixo do ano anterior e aquém das expectativas de analistas. O lucro non-GAAP por ação foi de US$ 0,66, 30% inferior às projeções de Wall Street.

No acumulado de 2025, o volume de negociação atingiu US$ 5,2 trilhões, alta de 156%, com participação de mercado global em 6,4%. Receitas de assinaturas e serviços somaram US$ 2,8 bilhões, crescimento de cinco vezes desde 2021. No Q4, porém, a volatilidade do mercado cripto, com Bitcoin caindo 47% de seu pico de US$ 126 mil, impactou os volumes.

A perda foi impulsionada por US$ 718 milhões em depreciações de ativos cripto e US$ 395 milhões em investimentos estratégicos, resultando em EBITDA ajustado de US$ 566 milhões.

Estratégia de Acumulação de Bitcoin

Os dados revelam que a Coinbase optou por reforçar sua posição em Bitcoin como ativo de tesouraria. As tenências corporativas cresceram em US$ 39 milhões no trimestre, via compras semanais, elevando o valor de mercado de cripto para investimento a US$ 2 bilhões em 31 de dezembro.

Essa abordagem demonstra skin in the game: exposição direta ao BTC, alinhando interesses da gestão com o ecossistema cripto. A empresa custodia 12% dos ativos digitais globais e gerencia 2,85 milhões de BTC para ETFs e clientes institucionais. Recursos totais disponíveis somam US$ 14,1 bilhões, incluindo US$ 11,3 bilhões em caixa.

No ano, 12 produtos geraram mais de US$ 100 milhões cada em receita anualizada, com foco em diversificação via stablecoins como USDC (US$ 1,35 bilhão em receitas).

Reação do Mercado e Ações COIN

As ações COIN caíram 7,9% na quinta-feira, fechando em US$ 146,94 (R$ 766 pelo dólar a R$ 5,22), com perda de 53,72% em seis meses. Analistas reagiram: Monness Crespi rebaixou para ‘venda’, JPMorgan cortou preço-alvo para US$ 290 (‘overweight’), H.C. Wainwright para US$ 350 (‘compra’).

Plataformas como Polymarket indicam 22% de chance de superação de expectativas no Q4. Volumes de trading spot caíram para US$ 56 bilhões (consumidor) e US$ 215 bilhões (institucional). O CEO Brian Armstrong vendeu US$ 101,6 milhões em ações em janeiro.

Implicações para Tesouraria Corporativa

A decisão de acumular Bitcoin em meio a perdas sugere convicção de longo prazo na valorização do ativo, apesar da correção de mercado. Os dados mostram dependência de volumes voláteis, mas diversificação em serviços (crescimento de 156% anual) mitiga riscos.

Níveis a observar para COIN: suporte em US$ 140; para BTC, recuperação acima de US$ 70.000. Para 2026, prioriza expansão do ‘Everything Exchange’, stablecoins e DeFi na Base. Recompras de ações somam US$ 1,7 bilhão, sinalizando liquidez.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo corporativo e baleia cartoon despejando BTC em funil de exchange negro, simbolizando movimentações de BlackRock e baleias com pressão vendedora

BlackRock e Baleia Movem US$ 800 milhões em BTC: Pressão Vendedora?

Dados on-chain da Arkham Intelligence revelam que a BlackRock transferiu 3.402 BTC (US$ 227 milhões) e 15.108 ETH (US$ 29,5 milhões) para a Coinbase, totalizando US$ 257 milhões. Paralelamente, uma baleia depositou 8.200 BTC (US$ 560 milhões) na Binance nos últimos dois dias, segundo a Lookonchain. Essas movimentações ocorrem antes de um possível shutdown parcial do governo dos EUA, gerando especulações sobre pressão vendedora institucional.


Movimentações da BlackRock para Coinbase

Os dados mostram que a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, enviou 3.402 BTC avaliados em US$ 227 milhões e 15.108 ETH por US$ 29,5 milhões diretamente para a Coinbase. Essa ação segue saídas de US$ 157,56 milhões do ETF IBIT (Bitcoin) e US$ 29 milhões do ETHA (Ethereum) no dia anterior. No agregado, os ETFs de BTC registraram saídas líquidas de US$ 410 milhões, enquanto os de ETH somaram US$ 113 milhões.

Transferências para exchanges centralizadas como a Coinbase frequentemente indicam intenção de venda ou hedge. O volume representa uma fração significativa das reservas, mas os números exatos das posições totais da BlackRock em cripto não são públicos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 360.193,54 (+4,92% em 24h), equivalente a cerca de US$ 69.000 com dólar a R$ 5,22.

Depósitos Recorrentes da Baleia na Binance

A Lookonchain identificou uma baleia que depositou 8.200 BTC (US$ 560 milhões) na Binance nos últimos dois dias. Historicamente, cada depósito substancial dessa entidade coincide com quedas no preço do Bitcoin: o último, ocorrido ontem, precedeu uma queda de 3%, de US$ 69.000 para US$ 65.000 em minutos. Adicionalmente, mais 2.000 BTC foram transferidos recentemente.

Esses depósitos em exchanges são interpretados como sinais de distribuição. Grandes depósitos não são ruído aleatório, mas indicam estratégia coordenada, possivelmente de realização de lucros ou redução de exposição. O volume totaliza cerca de US$ 560 milhões, ampliando o escopo das movimentações institucionais observadas.

Contexto Macroeconômico: Shutdown e CPI

As transferências coincidem com o prazo final para aprovação de orçamento nos EUA, com risco de shutdown parcial do governo a partir de amanhã (14/02/2026). O último shutdown, iniciado em 31/01, marcou o início de uma correção do BTC de acima de US$ 80.000 para US$ 60.000. Hoje, os dados do CPI de janeiro são esperados, com projeções de inflação suave, mas surpresas altistas podem amplificar a volatilidade.

Outros fatores incluem vendas governamentais, como as do Butão (redução de 60% desde outubro), e previsões de baixa do Standard Chartered, que cortou o alvo de fim de ano para US$ 100.000 e alerta para US$ 50.000.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados on-chain sugerem aumento de oferta em exchanges, com potencial para testar suportes em US$ 65.000 (média móvel de 50 dias) e US$ 60.000 (fundo recente). Resistências em US$ 70.000 e US$ 80.000 permanecem distantes. Volumes dos ETFs e depósitos de baleias devem ser observados para confirmar direção.

Investidores institucionais como BlackRock e baleias anônimas movem mercados; esses fluxos indicam cautela em meio a riscos macro. Vale acompanhar plataformas como Arkham e Lookonchain para atualizações em tempo real.


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Personagem cartoon de exchange tropeçando e derrubando avalanche de Bitcoins dourados, reguladores investigando riscos de custódia

Bithumb Credita US$ 42 Bilhões em BTC por Erro e Quase Quebra o Mercado

Interessante como uma promoção de 2 mil won virou presente de 620 mil BTC, valendo US$ 42 bilhões, na Bithumb. A exchange sul-coreana creditou acidentalmente o equivalente ao suprimento de 10 anos de mineração Bitcoin a 695 usuários na sexta-feira passada. Recuperou 99,7%, mas o erro derrubou o preço local em 17% e atraiu escrutínio regulatório sobre falhas internas.


O Erro que Pareceu Papai Noel Cripto

Curioso como um simples erro de digitação transforma uma recompensa de R$ 7 em US$ 60 milhões por cabeça. A Bithumb planejava dar 2.000 won (US$ 1,37) por usuário em evento promocional, mas o sistema creditou cerca de 890 BTC cada, totalizando 620 mil BTC fantasma — criados no ledger interno sem backing real — a exchange tinha só 46 mil BTC em reservas, segundo analistas.

O pânico foi imediato: usuários venderam 1.788 BTC antes do freeze de contas em 35 minutos. A Bithumb recuperou 93% disso, mas 125 BTC seguem fora do alcance. “Não foi hack, mas falha interna”, disse a exchange, prometendo indenizar perdas a 110% e fundo de proteção de 100 bilhões de won.

Falhas Sistêmicas e o Risco da Custódia Centralizada

É fascinante — ou aterrorizante — como uma CEX pode “imprimir” Bitcoin sem minerar. O CEO Lee Jae-won admitiu à deficiências graves nos controles: delay de 24h em transações, falta de matching de ativos e ausência de contas segregadas. Isso deixa o sistema vulnerável a sabotagem interna.

Segundo o Financial Supervisory Service, o caso expõe vulnerabilidades em ativos virtuais. Reguladores sul-coreanos iniciaram inspeção completa, debatendo limites a stakes individuais em exchanges e responsabilidades como bancos tradicionais. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 360.110, alta de 4,99% em 24h.

Lições para Investidores: Não Confie Cegamente em CEX

Esse fiasco reforça o mantra HODL em carteira própria. Em CEXs, seu saldo é um número no ledger — pode sumir, inflar ou evaporar por erro humano. A Bithumb vai adotar IA para detectar anomalias e melhorar verificações, mas o dano à confiança é real: saques dispararam pós-erro.

Políticos sul-coreanos criticam: “Não é acidente, é risco de bank run“, alerta Na Kyung-won. Para brasileiros, vale monitorar: exchanges locais enfrentam pressões semelhantes. Rir do absurdo alheio é bom, mas aprenda: custódia centralizada é loteria disfarçada de conveniência.


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Prisma Ethereum hexagonal com vazamentos vermelhos ancorados por raízes baleia, simbolizando saídas de ETFs e retirada de ETH de exchanges

Ethereum Sob Pressão: Saídas de ETFs nos EUA Somam US$ 242 Milhões em 48h

Os ETFs de Ethereum nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 113,1 milhões na quarta-feira (12/02/2026), marcando o segundo dia consecutivo de fluxos negativos, totalizando cerca de US$ 242 milhões em 48 horas, segundo dados da Farside Investors. Em contraste, os dados agregados indicam 330 mil ETH retirados de exchanges de varejo, sugerindo acumulação por carteiras privadas em meio à pressão institucional. Essa dicotomia impacta diretamente a liquidez disponível do Ether no mercado.


Fluxos Detalhados dos ETFs

Os dados da Farside Investors revelam que, em 11 de fevereiro, os ETFs spot de Ethereum tiveram outflow de US$ 129,1 milhões, com Grayscale ETHE liderando as saídas em US$ 11,5 milhões e Fidelity FETH em US$ 67,1 milhões. No dia seguinte, 12 de fevereiro, o total foi de US$ 113,1 milhões, distribuídos entre BlackRock ETHA (US$ 29 milhões), Fidelity (US$ 43,5 milhões) e Grayscale (US$ 13,4 milhões e US$ 18,1 milhões em ETH).

Desde o lançamento, os inflows acumulados somam US$ 11,667 milhões, mas a sequência recente de saídas sinaliza redução no apetite institucional. Grayscale continua com outflows persistentes devido à sua taxa elevada de 2,5%, enquanto emissores como Bitwise e 21Shares mostram variações menores.

Contraste com Retiradas de Exchanges

Enquanto os ETFs enfrentam saídas, o mercado spot registra retiradas recordes de exchanges centralizadas, com cerca de 330 mil ETH movidos para carteiras privadas nas últimas 48 horas, conforme dados agregados. Isso equivale a aproximadamente US$ 647 milhões ao preço atual de US$ 1.959 por ETH (cotação de 13/02 às 06:28).

No Brasil, o Ether está cotado a R$ 10.218,76, com variação diária de -0,30%. Essa movimentação sugere que investidores de varejo e baleias estão acumulando ETH off-exchange, reduzindo a oferta líquida em plataformas de trading e potencialmente contrabalançando a pressão vendedora institucional.

Implicações para a Liquidez do Ether

Os dados mostram uma dinâmica bifurcada: instituições reduzem exposição via ETFs, possivelmente realocando para outros ativos ou ajustando portfólios em meio à volatilidade. Paralelamente, a acumulação em carteiras frias indica confiança no valor de longo prazo do Ethereum, especialmente com o ecossistema de staking e atualizações de rede pendentes nos ETFs.

A liquidez circulante diminui com as retiradas de CEX, o que pode amplificar movimentos de preço em cenários de baixa liquidez. Indicadores on-chain confirmam redução no saldo de exchanges, com volume 24h em queda. Traders devem monitorar níveis de suporte em US$ 1.926 (mínima diária) e resistência em US$ 1.963 (máxima).

Níveis Técnicos a Observar

Em termos técnicos, o ETH/USD opera abaixo da média móvel de 50 dias (~US$ 2.100), com RSI em zona neutra (52). Volumes de outflow dos ETFs coincidem com consolidação lateral, mas o contraste com acumulação privada sugere possível estabilização. Investidores institucionais representam ~40% dos fluxos totais, per Farside, reforçando o peso dessas movimentações.

Os próximos dias serão cruciais para definir se as saídas de ETFs prevalecem ou se a acumulação varejista impulsiona recuperação. Dados diários da Farside e métricas on-chain devem ser acompanhados de perto.


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