Policiais cartoon algemando golpistas em cassino neon com telas cripto, ilustrando prisões no Camboja e sentença nos EUA contra scams

800 Presos no Camboja e 20 Anos nos EUA: Fim da Era dos Scams Cripto

Investigações revelam o desmonte de centros de pig butchering em criptomoedas: polícia cambojana prende 800 golpistas no cassino Xinli, em Sihanoukville, enquanto um tribunal dos EUA condena Daren Li a 20 anos de prisão por fraude de US$ 73,6 milhões. Esses golpes, operados de ‘terras sem lei’ asiáticas, usam romance falso para roubar vítimas via plataformas falsificadas de cripto. O cerco global sinaliza o fim da impunidade.


Condenação nos EUA: 20 Anos para Fraudador Foragido

Um juiz federal na Califórnia sentenciou Daren Li, cidadão chinês e de St. Kitts e Nevis, a 20 anos de prisão e três anos de liberdade supervisionada por liderar um esquema internacional de fraude em cripto. Evidências apontam que Li coordenou, de centros no Camboja, o roubo de quase US$ 74 milhões de americanos. Os golpistas abordavam vítimas por redes sociais, apps de namoro e fingiam suporte técnico, direcionando-as a sites falsos de investimento.

De US$ 73,6 milhões roubados, cerca de US$ 59,8 milhões foram lavados via empresas de fachada nos EUA antes de conversão em criptomoedas. Li admitiu culpa em novembro de 2024, mas fugiu em dezembro ao remover sua tornozeleira eletrônica. Autoridades americanas buscam sua extradição com parceiros internacionais, destacando a rede transnacional desses crimes.

Megaoperação no Camboja: 800 Detidos em Cassino

Em operação policial nos andares 18 e 19 do cassino Xinli, em Sihanoukville, forças cambojanas detiveram 800 indivíduos de nacionalidades como chinesa, americana, filipina, coreana, japonesa, paquistanesa, indiana e khmer. Foram apreendidos 650 computadores e 1.000 celulares, ferramentas essenciais para os scams de crypto. Essa é a 200ª operação do ano, parte de uma repressão policial que deportou 11.000 trabalhadores de scams e prendeu 173 líderes criminosos.

Muitos detidos são vítimas traficadas, forçadas a executar fraudes sob ameaça. O ministro Chhay Sinarith confirma o fechamento de compounds como o ‘My Casino’ em Kampot, após fugas em massa. Pressão de EUA e China acelera as ações, expondo a fragilidade desses centros após prisões de chefes como Chen Zhi.

Crackdown Global: Fim das ‘Terras sem Lei’

O Camboja, outrora paraíso para scams, enfrenta caos nos compounds desde a prisão de figurões como Chen Zhi, extraditado à China — que executou vários líderes. Isso gerou fugas de milhares, criando uma crise humanitária segundo a Anistia Internacional. Evidências apontam para bilhões em danos globais com esses modelos de pig butchering, onde confiança é ‘engordada’ antes do abate financeiro.

A cooperação EUA-Ásia marca o fim da impunidade, com foco em lavagem via crypto e plataformas falsificadas. Investidores devem monitorar: esses raids desestabilizam redes, mas foragidos como Li ainda operam.

Como Identificar e se Proteger

Red flags incluem abordagens românticas repentinas prometendo lucros fáceis em crypto, sites sem licenças regulatórias e pressão para transferências rápidas. Verifique plataformas em reguladores como CFTC ou SEC. Use wallets não custodiais, ative 2FA e evite links suspeitos. Relate a autoridades: nos EUA, ao DOJ; no Brasil, à PF. A proteção começa com ceticismo — investigue antes de investir.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon em audiência congressional tensa: congressista batendo martelo contra SEC e Justin Sun com escudo Tron, simbolizando pressão política na regulação cripto EUA

Congresso dos EUA Pressiona SEC por Pausa no Caso Justin Sun

Em audiência no Congresso dos EUA nesta quinta-feira (12), a deputada Maxine Waters pressionou o presidente da SEC, Paul Atkins, sobre a pausa no caso contra Justin Sun, fundador da Tron. Acusado em 2023 de wash trading com mais de 600 mil transações fraudulentas no TRX, o processo foi suspenso enquanto Sun se aproximava da família Trump via World Liberty Financial. Waters questiona se laços políticos influenciam a nova postura amigável da SEC, que abandonou ações contra Binance e Coinbase.


Detalhes da Audiência e Caso Suspenso

A SEC alegou que Justin Sun manipulou volumes do token TRX por meio de esquemas de wash trading, prática que infla artificialmente negociações. O caso, iniciado em 2023, foi pausado no ano passado para explorar resoluções alternativas. Durante a sessão do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, Waters destacou que, enquanto a SEC hesitava, Sun cultivava relações com o entorno de Donald Trump.

Atkins, impedido por regras regulatórias de discutir casos específicos publicamente, ofereceu um briefing confidencial aos legisladores. Ele enfatizou foco em fraudes reais envolvendo securities, mas evitou detalhes sobre TRX. A deputada californiana também citou alegações de ex-namorada de Sun sobre manipulação adicional, intensificando o escrutínio.

Essa pressão reflete preocupações mais amplas: a SEC retirou ações contra grandes participantes como Binance, Ripple, Coinbase, Kraken e Robinhood, criticando a era anterior de “regulação por enforcement“.

Suspeitas de Influência Política

O cerne da controvérsia é a investigação sobre laços de Sun com Trump. Waters questionou se interesses da família Trump superam a proteção a investidores. Atkins negou favoritismo, afirmando que decisões seguem análise legal, não política: “Quanto ao que a família Trump faz, não posso comentar.”

Essa dinâmica expõe tensões em Washington, onde regulação cripto vira batalha partidária. Democratas veem recuo da SEC como leniência; republicanos defendem clareza sobre enforcement seletivo. Para o mercado global, sinaliza possível abrandamento sob nova liderança.

Nova Abordagem Regulatória e Coordenação com CFTC

Atkins defendeu transição para regras claras, coordenando com a CFTC sob o framework do Clarity Act, aprovado na Câmara. O objetivo: definir jurisdições — SEC para securities, CFTC para commodities — evitando sobreposições. Atualizações recentes incluem diretrizes da CFTC para stablecoins e regras da NCUA para emissores em cooperativas de crédito, via GENIUS Act.

Essa corrida regulatória, entre SEC e Senado, pode moldar o ecossistema cripto. Retardos legislativos abrem espaço para agências liderarem, priorizando inovação com supervisão.

Implicações Globais para Investidores Brasileiros

Decisões em Washington reverberam mundialmente. Um SEC mais leniente pode impulsionar adoção cripto, beneficiando TRX e altcoins, mas levanta riscos de fraudes sem freios. No Brasil, onde regulação avança via CVM e BC, investidores monitoram: clareza nos EUA facilita fluxos globais, mas wash trading como o alegado em Tron exige vigilância. Autoridades de múltiplos países observam, pois cripto transcende fronteiras.

Segundo fontes internacionais, o equilíbrio entre inovação e proteção definirá o futuro. Brasileiros com exposição a Tron ou plataformas US devem acompanhar evoluções no Congresso e SEC.


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Juiz cartoon cortando fios de marionete golpista com corações falsos e moedas caindo, simbolizando condenação por fraude pig butchering em cripto

EUA Condenam Golpista a 20 Anos por Fraude de US$ 73 mi em Cripto

Cripto não é terra de ninguém: um juiz federal dos EUA condenou o golpista Daren Li a 20 anos de prisão, a pena máxima, por liderar uma fraude internacional de US$ 73 milhões (cerca de R$ 400 milhões) em criptomoedas. Mesmo foragido após cortar tornozeleira eletrônica, a sentença in absentia sinaliza que a justiça alcança fraudadores transnacionais. O esquema, conhecido como pig butchering, usava apps de relacionamento para ludibriar vítimas americanas.


Detalhes da Sentença e Trajetória Criminal

Investigações revelam que Daren Li, cidadão chinês com passaporte de St. Kitts e Nevis, se declarou culpado em novembro de 2024 por conspiração de lavagem de dinheiro oriundo de fraudes em cripto. Operando de centros clandestinos na Camboja, ele e cúmplices lavaram quase US$ 60 milhões via empresas fantasmas nos EUA, convertendo em cripto para ocultação. Li fugiu em dezembro de 2025, mas o tribunal da Califórnia impôs 20 anos de reclusão mais três de supervisão. Oito co-conspiradores já admitiram culpa, evidenciando rede organizada.

Autoridades do Departamento de Justiça enfatizam colaboração global para capturá-lo, reforçando que evasão não impede punição. Evidências apontam depósitos de US$ 73,6 milhões de vítimas em contas controladas pelo grupo.

Como Funcionava o Esquema pig butchering

O golpe, apelidado pig butchering (abate de porcos), explorava engenharia social via apps de namoro e redes sociais. Golpistas iniciavam contatos não solicitados, construindo laços românticos ou profissionais falsos para ganhar confiança. Vítimas eram direcionadas a plataformas de trading cripto falsificadas, exibindo lucros fictícios para incentivar depósitos crescentes. Alguns se passavam por suporte técnico, alegando vírus para extrair fundos via transferências ou crypto.

Esse modelo gera bilhões anuais, com centros cambojanos produzindo US$ 30 milhões diários, segundo relatórios da TRM Labs. Em 2025, fraudes sociais representaram 41% dos incidentes de segurança cripto.

Camboja como Epicentro Global de Fraudes

A sentença destaca o papel da Camboja como hub de scams, com US$ 96 bilhões em crypto fluindo para empresas locais desde 2021, usados em lavagem. Interpol reconhece essas redes como ameaça transnacional, afetando 60 países. Na China, clãs como Ming e Bai foram executados por fraudes bilionárias em Myanmar. Esses ‘compostos de scam’ usam trabalho forçado, rivalizando tráfico de drogas em receita.

Dados da CertiK mostram US$ 370 milhões roubados só em janeiro de 2026 via phishing e engenharia social, reforçando vulnerabilidade persistente.

Lições para Investidores Brasileiros

Como investigador, alerto: verifique plataformas reguladas, evite contatos frios prometendo lucros rápidos e use wallets não custodiais. Red flags incluem pressão emocional, sites sem licenças e retornos irreais. Monitore transações on-chain e reporte suspeitas ao MPF ou PF. Justiça feita em Li prova: cripto tem regras, e fraudadores pagam caro. Proteja-se: DYOR sempre.


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Personagens cartoon em reunião fechada sobre stablecoin e placa CLARITY em mesa oval, ilustrando debates do CLARITY Act na Casa Branca

Bastidores de Washington: O Futuro das Stablecoins no CLARITY Act

A Casa Branca convocou uma reunião de emergência a portas fechadas para tentar destravar o impasse regulatório sobre as stablecoins nos Estados Unidos. O encontro, marcado para esta terça-feira, busca resolver divergências críticas no CLARITY Act, especificamente sobre o pagamento de rendimentos, antes que o prazo de fevereiro de 2026 expire, afetando diretamente a liquidez de trilhões de dólares no mercado global.


A Corrida Regulatória em Washington

O cenário político em Washington atingiu um ponto de ebulição com a intervenção direta da Casa Branca no debate sobre a estrutura do mercado cripto. Após a aprovação do CLARITY Act pela Câmara em julho de 2025, o progresso estagnou no Senado devido a divisões profundas. O governo americano agora tenta mediar um consenso entre os comitês de Bancos e Agricultura para evitar que a incerteza jurídica afaste empresas do país.

Para o investidor global, o que está em jogo não é apenas um texto legislativo, mas a própria definição de como o dólar digital operará no sistema financeiro. A urgência da Casa Branca reflete a percepção de que as stablecoins se tornaram ferramentas de poder geopolítico, servindo como uma extensão da hegemonia do dólar em redes descentralizadas.

O Impasse dos Rendimentos e o Medo dos Bancos

O principal ponto de fricção nas reuniões envolve o rendimento (yield) das moedas estáveis. Grupos de pressão bancários demonstram um temor crescente de que as stablecoins que oferecem juros possam drenar até US$ 6,6 trilhões em depósitos de bancos comunitários. O argumento do setor tradicional é que essas plataformas representariam uma concorrência desleal, já que não estão sujeitas às mesmas exigências de capital.

Por outro lado, figuras centrais como Brian Armstrong, CEO da Coinbase, têm sido vocais na oposição a restrições severas. Para empresas do setor, proibir o repasse de rendimentos aos usuários não protege o consumidor, mas sim os lucros dos bancos tradicionais, prejudicando a inovação e a competitividade do mercado americano frente a jurisdições mais amigáveis.

Brian Armstrong e o Papel da Coinbase

A presença da Coinbase nessas conversas não é meramente consultiva; é estratégica para a sobrevivência do modelo de negócio das exchanges. No terceiro trimestre de 2025, a exchange de Brian Armstrong reportou uma receita de US$ 355 milhões proveniente apenas de operações com stablecoins. Isso ilustra o impacto prático para os usuários: se o yield for banido ou severamente taxado, a viabilidade de usar esses ativos para proteção contra a inflação ou geração de renda passiva pode desaparecer.

O objetivo das reuniões privadas é encontrar um meio-termo fundamentado que permita o crescimento do setor sem desestabilizar o sistema bancário. Analistas internacionais observam que a decisão final influenciará regulações na União Europeia e na Ásia, consolidando ou fragmentando o padrão global para ativos digitais pareados em moedas fiduciárias.

Próximos Passos e Impacto no Mercado

O mercado aguarda o desfecho dessas conversas com cautela, pois a ausência de um acordo até o final de fevereiro de 2026 poderia empurrar a regulação para um novo ciclo eleitoral, prolongando o vácuo jurídico. Investidores devem monitorar como essa clareza afetará a paridade das moedas e a oferta de novos produtos de investimento em DeFi.


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Burocratas cartoon erguendo muralhas de papelada ao redor de investidor cripto com portal para El Salvador, simbolizando cerco regulatório global

Cerco Global às Criptos: Imposto no Vietnã e Ultimato nos EUA

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, provocou o setor ao declarar que quem rejeita regulação cripto deve “se mudar para El Salvador“. Essa frase resume o cerco global em curso: o Vietnã propõe imposto de 0,1% sobre transferências, enquanto o Japão acelera reformas antes de eleições. Autoridades de múltiplos países buscam enquadrar as criptomoedas, conferindo legitimidade ao mercado em meio à expansão global.


Imposto e Piloto no Vietnã

O Ministério das Finanças vietnamita divulgou minuta propondo 0,1% de imposto de renda pessoal sobre transferências de criptoativos via plataformas licenciadas, equiparando ao regime de títulos. A taxa incide sobre o volume transacionado, independentemente de residência, e isenta VAT para essas operações. Instituições locais enfrentarão 20% de imposto corporativo sobre lucros de transferências, calculados como venda menos custos.

Desde setembro de 2025, o país opera um programa piloto de cinco anos, exigindo que negociações, emissões e pagamentos usem o dong vietnamita (VND). Exchanges digitais demandam capital mínimo de VND 10 trilhões (cerca de US$ 408 milhões), três vezes o de bancos comerciais. Estrangeiros limitados a 49% de participação. A consulta pública visa esclarecer obrigações fiscais em um mercado emergente, sinalizando maturidade regulatória no Sudeste Asiático.

Eleições no Japão Aceleram Reformas

A indústria cripto japonesa observa com atenção a eleição geral de domingo, convocada pela primeira-ministra Sanae Takaichi. Uma vitória da coalizão Liberal Democrata poderia agilizar cortes de impostos de 55% para 20% até 2028, reclassificando criptos como produtos financeiros e permitindo compensação de perdas. ETFs de cripto estão previstos para o mesmo período.

O governo avança em regras para stablecoins, com consultas sobre reservas em títulos estrangeiros e pilotos de bancos como MUFG e Mizuho. Especialistas como Sota Watanabe, da Astar Network, veem consenso partidário pela integração de cripto na estratégia nacional, alinhando Japão aos EUA em ativos on-chain. Uma maioria fragmentada retardaria, mas não impediria, as mudanças, em meio a inflação persistente e dívida pública elevada.

Ultimato nos EUA e a GENIUS Act

Nos EUA, Bessent defendeu o Clarity Act em audiência no Senado, criticando opositores como “niilistas”. A lei busca estrutura para stablecoins, ecoando a GENIUS Act (Guiding and Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins), sancionada em julho de 2025 por Trump. Ela exige 100% de reservas líquidas (dólares ou Treasuries curtos), divulgações mensais e proíbe práticas enganosas.

Tensões surgiram com a Coinbase retirando apoio inicial ao Clarity, preocupada com juros em stablecoins afetando bancos comunitários. Bessent reconheceu riscos de volatilidade de depósitos, priorizando estabilidade financeira. O movimento reflete consenso bipartidário por regras que integrem cripto ao sistema, evitando arbitragem regulatória global.

Legitimidade em Meio ao Cerco

De Hanói a Tóquio e Washington, governos reconhecem cripto como infraestrutura financeira estratégica. O cerco regulatório — impostos claros, reservas auditadas, reclassificações — não visa proibir, mas legitimar. Para investidores brasileiros, isso significa maior proteção contra fraudes, mas custos operacionais elevados. Tendências globais sugerem convergência com UE (MiCA), beneficiando adoção institucional e reduzindo riscos sistêmicos, embora exija adaptação rápida das exchanges.


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Figura cartoon da Casa Branca apresentando cubo quântico a personagem Bitcoin alarmado com escudo glitchando, alertando sobre ameaça à criptografia

Ameaça Quântica ao Bitcoin? Casa Branca Prepara Ordem Executiva

A Casa Branca dos Estados Unidos está preparando uma ordem executiva para tornar o país líder global em tecnologias quânticas, como computadores superpotentes. Em outras palavras, isso significa um esforço nacional para investir em pesquisa, infraestrutura e segurança nessa área emergente. Para nós, no mundo das criptomoedas, surge a dúvida: isso ameaça a segurança do Bitcoin? Vamos descomplicar o tema passo a passo, como se fosse a primeira vez que você ouve falar disso.


O que é essa ordem executiva da Casa Branca?

Pense na computação quântica como uma versão turbinada dos computadores atuais. Enquanto seu notebook usa bits (0 ou 1), os quânticos usam qubits, que podem ser 0, 1 ou os dois ao mesmo tempo — isso permite resolver problemas impossíveis hoje. A ordem, chamada de “Introduzindo a Próxima Fronteira da Inovação Quântica”, coordena todo o governo americano: da Escritório de Política Científica e Tecnológica (OSTP) aos departamentos de Comércio, Energia e Defesa.

O objetivo? Fortalecer a economia, reduzir riscos de segurança nacional e acelerar a passagem da pesquisa para produtos reais, como um computador quântico nacional para ciências. Em 180 dias, eles atualizam a Estratégia Quântica Nacional. Isso é como o governo brasileiro investindo em pré-sal: uma aposta estratégica no futuro.

Por que importa para você? Países como EUA e China competem nessa corrida, e avanços rápidos podem mudar tudo, inclusive a proteção dos seus investimentos em cripto.

Computação quântica: uma ameaça real ao Bitcoin?

Agora, vamos ao que interessa: o Bitcoin usa criptografia de curva elíptica para proteger transações. Imagine uma fechadura gigante (chave pública) que todo mundo vê, mas só o dono tem a chave secreta (privada). Um computador quântico, com algoritmos como o de Shor, poderia testar bilhões de chaves em segundos e quebrar isso.

Em outras palavras, endereços de Bitcoin expostos poderiam ser roubados. Mas calma: hoje, não existe máquina quântica capaz disso. Especialistas estimam 10 anos ou mais. O borrador da ordem nem menciona criptografia pós-quântica, que são soluções resistentes já em desenvolvimento.

Exemplo prático: é como preocupar-se com um furacão em 2035 enquanto organiza a casa para a chuva de amanhã. Ainda assim, vale ficar de olho.

O que a comunidade Bitcoin está fazendo?

No ecossistema cripto, ninguém está parado. Michael Saylor, da MicroStrategy (dona de milhares de BTC), minimiza o risco: “Bitcoin é atualizável, como um software que recebe updates”. A empresa vai lançar um programa de segurança quântica com experts globais.

Isso significa que a rede Bitcoin pode evoluir via soft fork ou hard fork — mudanças no código aprovadas pela comunidade. Pense como atualizar o WhatsApp para nova versão. Governos e empresas preparam criptografia pós-quântica, como algoritmos do NIST (EUA).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 364.769,58 agora (queda de 1,13% em 24h), mostrando que o mercado foca no presente, mas planeja o futuro.

Próximos passos: o que você deve fazer?

Como iniciante, comece protegendo o básico: use carteiras frias, nunca exponha chaves privadas e diversifique. Monitore atualizações da Bitcoin Core e notícias sobre padrões pós-quânticos. Essa ordem acelera a inovação, mas o Bitcoin foi feito para sobreviver — é resiliente por design.

Saia daqui confiante: entender isso te coloca à frente. A corrida quântica é empolgante, mas seu Bitcoin está seguro por enquanto. Continue aprendendo!


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Rede hexagonal de mineração Bitcoin sob nevasca digital, nós apagando com '13%' central, simbolizando queda na dificuldade por tempestade nos EUA

Neve nos EUA Reduz Dificuldade de Mineração em 13%

A redução de 13% na dificuldade de mineração do Bitcoin ocorrerá no próximo ajuste, previsto para este sábado, devido à queda abrupta no hashrate global provocada pela tempestade de neve nos Estados Unidos. Mineradores americanos desligaram suas máquinas para preservar a infraestrutura elétrica, resultando em tempos de bloco médios de 11,52 minutos nos últimos 14 dias. Isso demonstra a vulnerabilidade da mineração descentralizada a eventos climáticos localizados.


O Que é a Dificuldade de Mineração?

A dificuldade de mineração é um parâmetro fundamental do protocolo Bitcoin, ajustado a cada 2016 blocos — aproximadamente a cada duas semanas. Seu objetivo é manter o intervalo médio entre blocos em 10 minutos, independentemente das variações no poder computacional da rede. Quando o hashrate total aumenta, a dificuldade sobe para equilibrar a produção de blocos; se cai, ela diminui proporcionalmente.

No caso atual, o hashrate de 7 dias caiu de 1.044 EH/s em 24 de janeiro para 825 EH/s no final do mês, segundo dados on-chain. Essa métrica mede o poder de processamento coletivo dos mineradores, expresso em exahashes por segundo (EH/s). A rede Bitcoin responde automaticamente: blocos mais lentos levam a uma redução na dificuldade para restaurar o ritmo padrão.

Essa automação é uma das genialidades do design de Satoshi Nakamoto, garantindo previsibilidade sem intervenção centralizada. Para mineradores, uma dificuldade menor significa maior probabilidade de encontrar o nonce válido por unidade de hash, elevando as recompensas relativas.

Como a Tempestade de Neve Afetou o Hashrate Global?

A tempestade de inverno nos EUA interrompeu operações de mineração em larga escala. Para aliviar a pressão na rede elétrica nacional, grandes pools como a Foundry USA — o maior do mundo — reduziram seu hashrate em quase 60%. Isso representou uma fatia significativa do poder global, já que os EUA concentram cerca de 30-40% da mineração Bitcoin, dependendo das condições energéticas.

Dados da Blockchain.com mostram a recuperação parcial em fevereiro, com o hashrate médio de 7 dias em 913 EH/s. Apesar disso, o ajuste considera apenas o período dos últimos 2016 blocos, “congelando” o impacto da disrupção. Eventos climáticos assim expõem a dependência geográfica: regiões frias oferecem energia barata via hidrelétricas, mas são suscetíveis a nevascas extremas.

Analogamente a um sistema distribuído sob falha de nós, o Bitcoin redistribui a carga automaticamente, mas quedas localizadas podem propagar efeitos globais temporários.

Implicações para Lucros dos Mineradores e Segurança da Rede

Para os mineradores restantes, a queda na dificuldade é um alívio imediato. Com menos competição efetiva, o custo por hash computado diminui, potencializando lucros em um momento de preço volátil. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 364.344,41, com variação de -1,01% nas últimas 24 horas e volume de 474 BTC.

Quanto à segurança da rede, o hashrate baixo eleva teoricamente o risco de ataques de 51%, mas o valor absoluto ainda é robusto — acima de 900 EH/s. A recuperação rápida dos EUA, combinada com mineração em outras regiões como Ásia e América Latina, mitiga preocupações. No longo prazo, isso reforça a necessidade de diversificação geográfica e fontes de energia resilientes.

Monitorar o próximo ajuste revelará se o equilíbrio foi restaurado, mas o episódio ilustra como fatores off-chain, como o clima, influenciam a infraestrutura física da blockchain.


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Sombras de ladrões projetadas de tela digital rachada alcançando wallet hardware, simbolizando roubos fisicos via dados vazados em cripto

Segurança Cripto Além da Rede: Roubos Físicos de Wallets nos EUA

É importante considerar que os riscos no universo cripto vão além dos hacks digitais. Um caso recente em Scottsdale, Arizona, expõe a nova ameaça: roubos físicos de wallets milionárias. Dois estudantes de 16 e 17 anos da Califórnia foram presos ao tentar invadir uma residência para capturar US$ 66 milhões em criptomoedas, fingindo serem entregadores. O incidente, frustrado pela polícia, alerta para vulnerabilidades offline que afetam detentores de grandes saldos em self-custody.


O Caso do Roubo Tentado em Scottsdale

No dia 31 de janeiro de 2026, por volta das 10h45, a polícia de Scottsdale recebeu chamadas de emergência sobre uma invasão em curso. Os suspeitos, um jovem de 17 anos de San Luis Obispo e outro de 16 anos de Morro Bay, ambos estudantes do ensino médio, viajaram mais de 600 km desde a Califórnia. Vestidos como entregadores da UPS, portavam ataduras plásticas, fita adesiva e uma arma impressa em 3D.

Eles fugiram ao notar a chegada dos policiais, mas foram detidos após perseguição. Os adolescentes alegaram ter sido coagidos via app Signal por contatos anônimos “8” e “Red”, que forneceram a direção exata e US$ 1.000 para suprimentos. O plano: forçar os moradores a transferir os fundos. Sem feridos, mas o episódio destaca o risco para quem guarda cripto em casa.

Como Criminosos Identificam Alvos Milionários

O risco aqui é a exposição digital levando a ações físicas. Criminosos rastreiam baleias via blockchain explorers públicos, redes sociais onde investidores ostentam ganhos ou vazamentos de dados de exchanges. No boletim do Cointrader Monitor, o caso é ligado a espionagem digital, comum em self-custody. Atenção para posts sobre ‘HODL em cold wallet’ ou transações grandes visíveis on-chain.

Nos EUA, o aumento de roubos físicos segue o boom de adoção, com hackers evoluindo para wrench attacks — violência para extrair seeds. Segundo o DiarioBitcoin, coordenadores remotos usam apps cifrados para recrutar jovens, ampliando o alcance sem risco pessoal. Para brasileiros, o mesmo vale: dados vazados de corretoras locais podem atrair gangs organizadas.

Medidas de Proteção Offline Essenciais

É prudente adotar camadas de defesa física. Diversifique armazenamento: use multi-sig wallets onde seed phrases não estão completas em um só lugar. Evite ostentar saldos em redes sociais ou fóruns. Considere cofres blindados ou depósitos em bancos para hardware wallets, sem revelar valores. Segundo o Cointrader Monitor, com Bitcoin a R$ 364.171,37 (-0,93% em 24h), o patrimônio em risco cresce.

Monitore vazamentos pessoais via ferramentas como Have I Been Pwned. Instale câmeras, alarmes e informe vizinhos/família sobre protocolos de emergência. O que observar: aumento de entregas suspeitas ou contatos estranhos. Não isole risco digital do físico — eles se conectam.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, com adoção crescente, roubos físicos já ocorrem em SP e RJ. O caso EUA serve de alerta: self-custody exige maturidade. Priorize anonimato on-chain com mixers ou CoinJoin, mas legalmente. Histórico mostra que FUD regulatório (como Tether congelando US$ 544M) distraí de ameaças reais como essa. Proteja seu legado: risco físico é irreversível.


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Plataforma cartoon instável com tokens TRUMP e WLFI caindo, puxada por investigadores de Washington e investidor dos EAU, ilustrando conflitos de interesse

Investigação em Washington Derruba Tokens Trump em 15%

Uma investigação lançada pelo representante democrata Ro Khanna, da Câmara dos EUA, sobre os negócios da World Liberty Financial (WLFI) com um membro da família real dos Emirados Árabes Unidos (EAU) provocou uma queda imediata nos tokens ligados à família Trump. O Official Trump (TRUMP) despencou 14,6% e o WLFI 10,8% nas últimas 24 horas, superando as perdas gerais do mercado cripto. O foco é um suposto conflito de interesses em exportações de chips de IA para os EAU.


Detalhes da Investigação Congressional

A CPI iniciada por Ro Khanna (D-CA) questiona um acordo de investimento de US$ 500 milhões firmado pela WLFI com Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, conhecido como o “Sheikh Espião”, um influente príncipe dos EAU. O negócio, reportado pelo Wall Street Journal, ocorreu pouco antes da posse de Donald Trump e precedeu a liberação de cerca de 500 mil chips avançados de IA para os EAU, incluindo a empresa G42 do sheikh.

A administração Biden havia bloqueado transações semelhantes por laços da G42 com a Huawei e outras firmas chinesas sancionadas. Agora, autoridades americanas temem que interesses financeiros pessoais do presidente influenciem políticas de exportação estratégica, especialmente em setores onde os EUA competem com a China por supremacia tecnológica.

Khanna enviou uma carta à WLFI solicitando documentos sobre o acordo e outra operação: a facilitação de um investimento de US$ 2 bilhões do fundo MGX, de Abu Dhabi, na Binance via stablecoin USD1 da empresa.

Contexto Geopolítico: Chips de IA e Rivalidade EUA-China

Os EAU emergem como participantes centrais na geopolítica da IA, equilibrando laços com Washington e Pequim. Tahnoon, irmão do presidente dos EAU, controla conglomerados que vão de bancos a defesa, e sua G42 recebeu investimentos bilionários para desenvolver IA soberana. A liberação dos chips americanos sob Trump contrasta com restrições anteriores, levantando suspeitas de quid pro quo.

Segundo autoridades em Washington, tais investimentos estrangeiros em projetos cripto ligados a figuras políticas americanas podem comprometer a neutralidade regulatória. O senador Chris Murphy (D-CT) chamou o episódio de “corrupção aberta”, ecoando preocupações sobre a mistura de finanças pessoais e poder estatal em um mercado global como o de criptomoedas.

Para investidores internacionais, isso destaca como decisões em capitais como Washington e Abu Dhabi reverberam diretamente nos preços de ativos digitais, independentemente de fronteiras.

Impacto no Mercado e Tokens Afetados

A reação foi imediata: o TRUMP, um meme coin sem utilidade inerente, caiu para US$ 3,41, uma perda de 95% desde o pico de US$ 37,43 em janeiro de 2025. Já o WLFI, token de governança de um projeto DeFi familiar dos Trump, atingiu US$ 0,111, 67% abaixo do máximo de setembro passado.

Embora o mercado cripto como um todo recue 2,8% (capitalização em US$ 2,37 trilhões), os tokens Trump lideram as perdas entre os top 100. Analistas como Simon Peters, da eToro, atribuem o pânico geral a tensões geopolíticas e saídas recordes de ETFs de Bitcoin, mas o probe específico amplifica o risco para esses ativos voláteis.

Bitcoin oscila próximo à média móvel de 200 semanas (US$ 55-58 mil), um suporte histórico em correções passadas (2018, 2020, 2022).

Implicações para Investidores Globais

Esta crise ilustra os riscos de tokens políticos: hype inicial dá lugar a escrutínio regulatório quando conexões estrangeiras entram em cena. Para brasileiros expostos a altcoins, o episódio reforça a necessidade de diversificação além de narrativas pessoais, monitorando regulações em múltiplas jurisdições.

Enquanto a WLFI — que lista Trump e Steve Witkoff como cofundadores eméritos — não comentou, o mercado aguarda respostas. Investidores devem observar se o probe evolui para sanções ou se estabiliza com o clearance de alavancagem e influxos de ETF.


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Burocrata cartoon trancando cofre gigante de Bitcoins com '15B' gravado, simbolizando reserva estratégica do Tesouro EUA sem resgate

Washington vs Bitcoin: Sem Resgate, Mas Reserva Cresce para US$ 15 Bi

O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou ao Congresso que Washington não possui autoridade para realizar um resgate do Bitcoin ou obrigar bancos privados a comprarem a criptomoeda em caso de colapso de mercado. Ao mesmo tempo, a reserva estratégica de Bitcoin estabelecida por Donald Trump cresceu para mais de US$ 15 bilhões, graças à valorização de ativos apreendidos. Esse choque de narrativas — ‘o governo não salva, mas acumula’ — sinaliza tensões na abordagem regulatória americana.


Declaração de Bessent no Congresso

Durante audiência no Congresso americano, em 5 de fevereiro de 2026, Scott Bessent respondeu diretamente ao deputado Brad Sherman, conhecido crítico das criptomoedas. Sherman questionou se o Tesouro ou o Financial Stability Oversight Council (FSOC) poderiam intervir para estabilizar o Bitcoin ou alterar requisitos de reservas bancárias para forçar aquisições de BTC ou até memecoins ligados a Trump.

"Eu sou o Secretário do Tesouro. Não tenho autoridade para isso, e como presidente do FSOC, tampouco", declarou Bessent. Essa posição reforça limites legais claros, diferenciando o Bitcoin de ativos tradicionais que já receberam bailouts, como bancos em crises passadas. Autoridades americanas enfatizam que intervenções estatais em mercados privados não se aplicam a criptoativos descentralizados.

O depoimento ocorre em meio a uma correção de mercado, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 70 mil, destacando a relevância prática da declaração para investidores globais.

Reserva Estratégica: De US$ 500 Mi para US$ 15 Bi

A ironia reside na reserva estratégica de Bitcoin, criada por ordem executiva de Trump em março de 2025. Bessent confirmou que os EUA mantêm Bitcoins apreendidos em operações de confisco, cujo valor saltou de cerca de US$ 500 milhões para mais de US$ 15 bilhões graças à apreciação do ativo.

A política restringe aquisições adicionais a confisco ou trocas orçamentariamente neutras — como conversão de reservas de petróleo ou metais preciosos em BTC —, vedando compras no mercado aberto com fundos públicos. Essa estratégia posiciona os EUA como detentor significativo de Bitcoin, alinhando-se a tendências globais onde nações como El Salvador e potenciais reservas em outros países emergem.

Para o Brasil e América Latina, isso contextualiza debates locais sobre regulação, mostrando como potências globais navegam entre ceticismo e acumulação estratégica de criptoativos.

Implicações Geopolíticas e Regulatórias

Esse dualismo reflete um reposicionamento geopolítico: enquanto o Tesouro nega resgates, a reserva estratégica sinaliza reconhecimento do Bitcoin como reserva de valor soberana. Analistas internacionais veem nisso um teste para a maturidade regulatória americana, influenciando jurisdições como a União Europeia e China, que monitoram de perto.

Investidores devem observar como essa narrativa afeta a percepção de risco sistêmico. Sem bailout governamental, o mercado cripto reforça sua natureza descentralizada, mas a acumulação estatal pode estabilizar preços indiretamente. Globalmente, decisões em Washington ecoam em bolsas de valores, exchanges e políticas monetárias emergentes.

No contexto macro, com inflação persistente e tensões comerciais, o Bitcoin ganha contornos de ativo geopolítico, demandando monitoramento contínuo por parte de portfólios diversificados.


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Secretário cartoon barrando personagem Bitcoin diante de cofre de ouro, contrastando lobby republicano em audiência do Tesouro dos EUA

Tesouro dos EUA Nega Resgate ao Bitcoin em Audiência no Congresso

O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou em audiência no Congresso que o governo federal não possui autoridade legal para resgatar o Bitcoin em cenários de crise de mercado. A declaração, proferida durante sessão da House Financial Services Committee, reforça a postura de não intervenção governamental direta, jogando água fria nas expectativas de uma reserva estratégica oficial iminente. Legisladores democratas questionaram o uso de fundos públicos, enquanto o Bitcoin despencava quase 8% em 24 horas, para cerca de US$ 71 mil.


Confronto na Audiência: Sem Autoridade para Bailout

O congressista Brad Sherman (D-CA) pressionou Bessent sobre a possibilidade de o Tesouro ou o Financial Stability Oversight Council (FSOC) utilizarem recursos de contribuintes para sustentar o preço do Bitcoin em quedas de mercado. Bessent foi categórico: “Eu, como Secretário do Tesouro, não tenho essa autoridade, nem como presidente do FSOC”. Ele esclareceu que o governo retém Bitcoins apreendidos em ações judiciais — atualmente avaliados em mais de US$ 15 bilhões, vindos de uma apreensão inicial de US$ 500 milhões —, mas não pode obrigar bancos a comprar o ativo ou investir impostos federais em criptomoedas.

Essa posição contrasta com intervenções históricas em crises financeiras tradicionais, destacando a visão do Tesouro de que o Bitcoin permanece fora do escopo de resgates estatais. Autoridades americanas enfatizam que o ativo digital opera em um ecossistema privado, sem garantias implícitas de suporte governamental.

Lobby Republicano: Reservas de Ouro para Bitcoin?

Enquanto Bessent fecha portas para compras diretas, senadores republicanos como Cynthia Lummis defendem uma reserva estratégica de Bitcoin financiada por reservas de ouro. Lummis argumenta que o executivo poderia agir sob autoridade existente, posicionando os EUA como líder global em criptoativos. Críticos como Peter Schiff contrapõem, alertando que tal foco desviaria recursos de infraestrutura real, beneficiando rivais como a China, que prioriza manufatura e ouro físico.

Essa divisão partidária reflete tensões geopolíticas: democratas veem riscos fiscais, enquanto republicanos enxergam o Bitcoin como ferramenta contra inflação e sanções internacionais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza volatilidade regulatória em Washington, impactando fluxos globais de capital.

World Liberty Financial e Tensões Adicionais

A audiência também expôs controvérsias em torno da World Liberty Financial, projeto cripto ligado à família Trump. O Rep. Gregory Meeks (D-NY) exigiu escrutínio extra sobre pedidos de licenças bancárias da empresa, citando laços com investidores dos Emirados Árabes Unidos e potenciais conflitos de interesse. Bessent defendeu a independência do Office of the Comptroller of the Currency (OCC), levando a um embate acalorado. Essa dinâmica ilustra como cripto se entrelaça com política interna americana, influenciando percepções globais de regulação.

Em escala internacional, decisões em Washington ecoam em Brasília: enquanto o Brasil debate tributação de cripto, a ausência de suporte oficial nos EUA reforça a necessidade de estratégias privadas de diversificação.

Impacto no Mercado e Perspectivas Globais

O Bitcoin opera a R$ 375.150,55, segundo o Cointrader Monitor, com variação de -5,84% em 24 horas — reflexo direto da incerteza regulatória. O dólar a R$ 5,24 amplifica perdas em reais para holders brasileiros. Investidores globais monitoram se o lobby GOP avançará, mas a mensagem clara de Bessent é de autonomia: o Bitcoin segue por conta própria, sem rede de segurança estatal.

Essa postura americana contrasta com nações como El Salvador, que adotam BTC como reserva, e China, que restringe. Para o público brasileiro, vale acompanhar como essas dinâmicas afetam exchanges locais e fluxos de remessas.


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Balança cartoon desequilibrada com pilhas burocráticas pesadas contra Bitcoin decepci onado, simbolizando recusa do Tesouro e trava na nomeação do Fed

Tesouro dos EUA descarta resgate ao Bitcoin e trava nomeação no Fed

Nada de resgate: o Tesouro dos EUA lavou as mãos de qualquer bailout ao Bitcoin, conforme depoimento do secretário Scott Bessent no Congresso nesta quarta-feira (4). Em paralelo, a nomeação de Kevin Warsh para presidente do Fed – figura pró-inovação e simpática às criptomoedas – enfrenta bloqueio de democratas, que exigem respostas sobre investigações contra Jerome Powell e Lisa Cook. Essa tensão em Washington ameaça a liquidez e estabilidade do mercado cripto global, em meio a uma queda de 4,74% no BTC.


Declaração firme do Tesouro: sem bailout para Bitcoin

O secretário Scott Bessent foi categórico durante audiência no Congresso, ao responder ao deputado Brad Sherman, crítico ferrenho das criptomoedas. Questionado sobre autoridade para resgatar o Bitcoin em caso de queda ou direcionar bancos privados a comprar mais BTC – inclusive ‘Trump Coin’ –, Bessent negou qualquer poder para tal. Ele destacou que o governo retém US$ 15 bilhões em Bitcoin apreendidos, valorizados desde US$ 500 milhões iniciais, mas sem planos de intervenção no mercado.

Essa posição reforça a reserva estratégica de Bitcoin, criada por ordem executiva de Trump em março de 2025. Aquisições adicionais só ocorrerão via confisco de ativos ou estratégias budget-neutral, como conversão de reservas de petróleo ou metais preciosos, excluindo compras no mercado aberto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 378.305 (-4,74% em 24h), refletindo volatilidade em meio a esse debate regulatório.

Resistência democrata trava nomeação de Warsh no Fed

A nomeação de Kevin Warsh, ex-governador do Fed e defensor de políticas inovadoras, patina no Senado. Democratas do Comitê de Bancos, liderados por Elizabeth Warren, exigem adiamento até o fim de investigações do DOJ contra Powell – por supostos excessos em reformas no prédio do Fed – e Lisa Cook, envolvida em caso de fraude hipotecária. Eles acusam a administração Trump de usar probes criminais para minar a independência do banco central.

“É perigoso e sem precedentes permitir que Trump escolha o próximo chair enquanto persegue dois membros do Fed”, alertou a carta democrata a Tim Scott, chair republicano do comitê. Warsh, visto como pró-cripto por sua visão favorável à inovação financeira, poderia sinalizar maior abertura regulatória, mas o impasse político adia qualquer avanço.

Impactos geopolíticos na liquidez cripto

Essa guerra em Washington transcende os EUA, afetando a estabilidade global das criptomoedas. Sem bailout, o mercado depende de fluxos privados, vulneráveis a choques macro. A reserva estratégica americana inspira nações como El Salvador, mas limita compras estatais, potencializando FOMO soberano sem suporte fiscal direto.

Investidores monitoram: recusa do Tesouro reduz risco moral, mas trava compras institucionais; bloqueio de Warsh prolonga incerteza monetária, pressionando liquidez. Com BTC em queda, altcoins seguem, e emergentes como Brasil enfrentam influxos voláteis de capital quente.

Perspectivas e próximos passos

O embate reflete a polarização nos EUA: republicanos veem BTC como reserva estratégica contra dólar fraco; democratas, risco sistêmico. Bessent explora estratégias budget-neutral para mais BTC, mas Congresso decide. Para cripto, vigie audiências do Fed e Senado – atrasos podem estender o mercado de baixa. Globalmente, sinaliza cautela regulatória, impulsionando DeFi descentralizada.


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Político cartoon assinando fim do shutdown com Bitcoin e traders celebrando recuperação, simbolizando estabilização do mercado cripto após crise nos EUA

Mercado Cripto Estabiliza Após Fim do Shutdown nos EUA

Calmaria após a tormenta: o presidente Donald Trump assinou em 3 de fevereiro uma lei de financiamento que encerrou o shutdown parcial do governo dos EUA, iniciado em 31 de janeiro devido a disputas sobre gastos com segurança e imigração. O mercado cripto reagiu com sinais de estabilidade, com o Bitcoin recuperando dos US$ 73.100 para cerca de US$ 76.000 durante o pregão asiático. A capitalização total estabilizou em torno de US$ 2,7 trilhões, aliviando a pressão recente. No entanto, é importante considerar que essa recuperação inicial pode ser temporária.


Detalhes do Acordo e Recuperação Inicial

O acordo assinado por Trump estende o financiamento para a maioria das operações governamentais até setembro de 2026, mas o Departamento de Segurança Interna (DHS) tem prazo mais curto, até 13 de fevereiro. A aprovação veio após divisões internas no Partido Republicano, com a Câmara aprovando por margem estreita. Durante o shutdown breve, agências federais foram impactadas, atrasando dados econômicos chave e aumentando a incerteza.

O Bitcoin, que havia atingido o menor nível desde antes da eleição de Trump em 2024, recuperou terreno graças a compras seletivas em baixas. O Ethereum também subiu após tocar US$ 2.200. O volume de negociações aumentou com a notícia, indicando posições de curto prazo. Ainda assim, os preços permanecem abaixo das máximas recentes, e a confiança do mercado segue frágil em meio à liquidez fina de fim de semana.

Fatores que Pressionaram os Ativos Cripto

A queda inicial foi impulsionada por liquidações forçadas, aversão ao risco e baixa liquidez nos finais de semana. Criptomoedas, que frequentemente se movem em sincronia com ações de crescimento, sofreram com a exposição reduzida a ativos de risco durante o impasse político. O risco aqui é que eventos fiscais imprevisíveis amplificam a volatilidade inerente ao mercado cripto, especialmente em períodos de baixa liquidez.

Analistas observam que o rebote atual é um ‘rebote de alívio’, não necessariamente uma reversão de tendência. Indicadores técnicos mostram que os danos recentes não foram totalmente revertidos, com oscilações rápidas caracterizando as sessões passadas. Atenção para o impacto em altcoins como Solana e XRP, que também registraram quedas acentuadas.

Riscos Pendentes e o Que Observar

Embora o pior da incerteza imediata tenha passado, novos desafios surgem. O prazo do DHS em 13 de fevereiro pode reacender preocupações se negociações falharem novamente. Além disso, dados de inflação previstos para o final do mês e números de emprego por volta de 6 de fevereiro influenciarão as expectativas sobre a política do Federal Reserve, afetando liquidez para ativos de risco.

É importante considerar os precedentes históricos: shutdowns passados geraram volatilidade em mercados globais, e o cripto, ainda correlacionado com ações, não é imune. O risco aqui é uma recaída se os dados macro decepcionarem. Investidores devem monitorar esses prazos e manter posições equilibradas, evitando exposição excessiva em cenários de incerteza fiscal recorrente. Pergunte-se: sua carteira está preparada para uma nova rodada de negociações em Washington?

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 398.721,32, com variação de -3,03% nas últimas 24 horas e volume de 506 BTC. Em dólares, opera a US$ 76.182 (cotação USD-BRL R$ 5,246). Essa estabilização em reais reflete o alívio global, mas reforça a necessidade de cautela com flutuações cambiais e políticas externas.


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Personagens cartoon de Casa Branca e assessor Trump em balança desequilibrada sobre pergaminho cripto, simbolizando tensões por lei regulatória com deadline

Casa Branca Impõe Deadline para Lei Cripto e Tensões com Trump Aumentam

A Casa Branca reuniu executivos de cripto e bancos na segunda-feira para acelerar a aprovação da lei de estrutura de mercado cripto, impondo um deadline de fevereiro para acordo sobre stablecoins. No entanto, Patrick Witt, assessor digital de Trump, afirmou que a administração não tolerará provisões anti-corrupção que visem o presidente. Essa tensão pode atrasar o texto, impactando a liquidez global e a entrada de capital institucional nos EUA.


Reunião na Casa Branca Acelera Negociações

A cúpula de segunda-feira em Washington incluiu representantes de Coinbase, Ripple, Kraken, Tether e associações bancárias como a American Bankers Association. O foco foi o impasse sobre stablecoins com rendimento, ponto central da lei de estrutura de mercado. Fontes próximas descreveram o diálogo como “construtivo”, com a Casa Branca mediando entre bancos, preocupados em proteger depósitos tradicionais, e o setor cripto, defensor de yields para atrair usuários.

Patrick Witt, diretor executivo do Conselho Presidencial de Assessores para Ativos Digitais, elogiou a abordagem “baseada em fatos e soluções”. A administração Trump vê a legislação como prioridade, com o presidente ansioso para sancioná-la. Sem consenso até fevereiro, o processo pode se arrastar até as eleições de meio de mandato, complicando a aprovação bipartidária no Senado.

Tensões Éticas Travam o Processo

Democratas insistem em cláusulas que limitam altos funcionários públicos de lucrar com cripto, incluindo cônjuges. Propostas iniciais, como as do senador Adam Schiff, foram consideradas “ultrajantes” por Witt, que traçou linhas vermelhas: nada de targeting direto a Trump ou família. “Isso não é uma lei de ética”, enfatizou o assessor em entrevista ao CoinDesk durante o Ondo Summit em Nova York.

Democratas do Senado planejam nova reunião na quarta-feira. Sem compromisso no Comitê Bancário, republicanos podem avançar sozinhos, mas o Senado exige 60 votos para maioria qualificada. A pressão da Casa Branca por fevereiro reflete urgência para evitar perda de liderança global em ativos digitais para rivais como China e Europa.

Impacto Global na Liquidez Cripto

Uma lei clara atrairia capital institucional, impulsionando liquidez em stablecoins e exchanges. Sem ela, incertezas regulatórias freiam investimentos de fundos de pensão e bancos globais. No Brasil, onde o Bitcoin negocia a R$ 397.793 segundo o Cointrader Monitor (-4,07% em 24h), decisões em Washington ecoam: dólar a R$ 5,24 reforça busca por ativos digitais como hedge.

Regulações fragmentadas beneficiam jurisdições como UE (MiCA) e Hong Kong, que avançam em stablecoins. Investidores globais monitoram se EUA mantêm domínio, moldando tendências em emergentes como América Latina.

O Que Isso Significa para Investidores

O deadline de fevereiro é pivotal: sucesso acelera bull market institucional; atrasos prolongam volatilidade. Vale acompanhar reuniões democratas e texto legislativo. Em cenário global, stablecoins regulados fortalecem pagamentos cross-border, beneficiando remessas e DeFi. Para brasileiros, decisões americanas definem fluxo de capitais para emergentes.


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Sol dourado parcialmente eclipsado por disco vermelho flamejante sobre oceano digital, representando queda do Bitcoin por tensões nucleares Irã-EUA

Tensão Nuclear Irã-EUA Derruba Bitcoin Abaixo de US$ 75 Mil

Como o programa nuclear do Irã está mexendo na sua carteira cripto hoje? O Bitcoin despencou abaixo de US$ 75.000, atingindo US$ 74.780 em poucas horas, com perda de cerca de 5% nas últimas 24 horas. A movimentação coincide com o pedido iraniano para mudar o formato da reunião nuclear com os Estados Unidos de multilateral para bilateral, elevando tensões no Oriente Médio e reforçando o BTC como ativo de risco sensível a instabilidades globais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 399.854, com variação de -3,29% em 24 horas.


Queda Acentuada e Liquidações no Mercado

O Bitcoin saiu de níveis próximos a US$ 78.000 para US$ 74.780 em velas vermelhas sucessivas, conforme reportado pela CryptoPotato. Essa desvalorização gerou cerca de US$ 20 milhões em liquidações de posições derivativas, majoritariamente compradas, nas principais exchanges. Nas últimas horas, a perda foi de 1,7%, com o dólar brasileiro cotado a R$ 5,24.

O movimento se espalhou pelo mercado cripto: Ethereum caiu 2%, XRP 1,56%, Solana 1,5% e Cardano 2,6%. Investidores globais reagem à incerteza, vendendo ativos de risco em meio a sinais de aversão ao risco. Para o público brasileiro, isso equivale a uma retração de milhares de reais por unidade de BTC, destacando a correlação com eventos internacionais.

Contexto Geopolítico: De Multilateral a Bilateral

Autoridades iranianas buscam transformar a reunião planejada para esta sexta-feira em Istambul — que contaria com mediadores regionais como Egito, Qatar, Arábia Saudita e Omã — em um encontro direto com os EUA. Essa mudança no formato das negociações nucleares, segundo relatórios, pode descarrilar esforços diplomáticos e aumentar o risco de resposta militar americana, especialmente com o acúmulo de forças no Golfo sob a administração Trump.

O governo de Teerã insiste em diálogos bilaterais para discutir seu programa nuclear, enquanto Washington e aliados regionais preferem a abordagem multilateral. Tal tensão reflete disputas mais amplas por influência no Oriente Médio, com implicações para o fluxo de petróleo e estabilidade energética global, fatores que historicamente pressionam mercados financeiros.

Contraste com Ativos de Refúgio como o Ouro

Diferentemente de refúgios tradicionais, o Bitcoin se comportou como ativo de risco. Enquanto o BTC acumulava perdas de 5% em 24 horas, o ouro subiu 3,5%, alcançando cerca de R$ 25.908 por onça no mercado brasileiro. Essa divergência sinaliza um mercado cripto em fase de baixa, sensível a choques geopolíticos.

Países do Oriente Médio e investidores institucionais buscam o metal precioso em tempos de incerteza nuclear, enquanto criptoativos enfrentam saídas de capital. Para traders globais, isso reforça a necessidade de diversificação, monitorando não só gráficos, mas também decisões de governos em Washington e Teerã.

Implicações para o Mercado Cripto Global

A sensibilidade do Bitcoin a eventos nucleares ilustra sua maturidade como classe de ativo integrada aos mercados tradicionais. Decisões em capitais como Teerã e Washington moldam fluxos de capital, afetando desde exchanges no Brasil até fundos em Nova York. Investidores devem acompanhar o desenrolar das negociações, pois uma escalada poderia prolongar a pressão vendedora.

No contexto macro, com o dólar se fortalecendo ligeiramente apesar da queda geral, o cenário sugere cautela. O mercado cripto, ainda em busca de identidade entre risco e reserva de valor, reflete as dinâmicas de poder global de forma aguçada.


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Personagens cartoon de SEC e CFTC apertando mãos sobre plataforma digital luminosa, simbolizando paz regulatória no Project Crypto

Paz Regulatória: SEC e CFTC Unem Forças no Project Crypto

A SEC e a CFTC anunciaram oficialmente o Project Crypto como um esforço conjunto para criar um livro de regras único na supervisão federal de mercados de ativos digitais nos EUA. Os presidentes Paul S. Atkins e Michael S. Selig confirmaram a iniciativa em discursos realizados em 29 de janeiro de 2026, em Washington, seguidos de um brief legal no dia seguinte. Essa unificação histórica põe fim à ‘guerra fria’ regulatória que por anos gerou incertezas para o setor.


O Anúncio e Seu Contexto Histórico

O Project Crypto, inicialmente lançado pela SEC em 2025 como um programa para modernizar a abordagem a sistemas de trading, agora se expande para um framework compartilhado entre as duas agências. Segundo autoridades americanas, o objetivo é aplicar uma regulação mínima efetiva, evitando duplicidades e alinhando conceitos como trading on-chain, clearing, settlement e custódia de criptoativos.

Atkins descreveu a iniciativa como uma das mais ambiciosas em gerações entre SEC e CFTC, enquanto Selig enfatizou a coordenação para superar disputas territoriais históricas. Essa mudança ocorre sob a administração Trump, com novos líderes nas agências priorizando a repatriação de atividades cripto para solo americano.

Principais Mudanças e Prioridades Regulatórias

Entre as medidas iniciais, destaca-se a criação de uma taxonomia compartilhada de crypto-assets, com linhas claras entre securities (valores mobiliários) e commodities. Haverá redução de registros duplicados para empresas supervisionadas por ambas as agências, além de um memorando de entendimento para compartilhamento de dados, vigilância conjunta e chamadas semanais de liderança.

Prioridades incluem safe harbors para desenvolvedores de software, orientações sobre collateral tokenizado, regras mais claras para trading alavancado e revisão de mercados de previsão e contratos de eventos. As agências pressionam o Congresso pela aprovação do CLARITY Act, mas prometem orientações imediatas sob a lei atual.

Implicações para Exchanges e Investidores Globais

Para exchanges como Binance, Coinbase e Kraken, o Project Crypto significa menos fragmentação regulatória, facilitando operações nos EUA e potencialmente atraindo mais volume on-chain. Investidores, incluindo brasileiros expostos a ETFs de Bitcoin americanos, podem esperar maior previsibilidade, embora o mercado tenha reagido de forma contida: spot Bitcoin ETFs registraram saídas de US$ 818 milhões em 29 de janeiro, com Bitcoin caindo abaixo de US$ 85.000.

No contexto global, essa harmonização posiciona os EUA como competitivos frente a jurisdições como UE (MiCA) e Ásia, onde regulações proativas atraem firmas. Para o investidor brasileiro, isso reforça a importância de monitorar Washington, pois decisões lá moldam tendências mundiais em stablecoins e DeFi.

Perspectiva Internacional e Próximos Passos

Como correspondente global, observo que o Project Crypto reflete uma tendência mundial de maturidade regulatória: da MiCA europeia à sandbox asiática, nações buscam equilibrar inovação e proteção. Os EUA, historicamente fragmentados, agora buscam coerência para não perder terreno geopolítico no ecossistema blockchain.

Os próximos passos incluem rulemaking coordenado e pressão legislativa. Investidores devem acompanhar atualizações, pois uma regulação unificada pode catalisar adoção institucional, beneficiando portfólios diversificados em ativos digitais.


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Fábrica isométrica expelindo energia dourada e cyan que eleva bloco Bitcoin no céu, simbolizando impulso do PMI EUA na recuperação cripto

PMI EUA em Máximo de 4 Anos Impulsiona Recuperação do Bitcoin

O Índice de Gerentes de Compras (ISM PMI) da manufatura dos EUA atingiu 52,6% em janeiro de 2026, o maior nível em quatro anos e acima das expectativas de 48,5%. Esse dado positivo, divulgado nesta segunda-feira (2), coincidiu com a recuperação do Bitcoin, que subiu mais de 2% e ultrapassou US$ 78 mil após tocar mínima anual de US$ 75 mil. Os números sugerem expansão industrial após 12 meses de contração, elevando o apetite por risco e beneficiando ativos como o BTC.


Detalhes do Relatório ISM PMI

Os dados do Institute for Supply Management (ISM) mostram expansão pela primeira vez em 12 meses. O subíndice de Novos Pedidos saltou para 57,1%, o maior desde fevereiro de 2025, enquanto Produção avançou para 55,9%, marcando o terceiro mês consecutivo de crescimento. Preços Pagos subiram para 59,0%, sinalizando custos elevados em insumos como metais, e Entregas de Fornecedores para 54,4%.

Emprego permaneceu em contração em 48,1%, mas melhorou de 44,8% em dezembro. Susan Spence, presidente do ISM, atribuiu a recuperação a condições de demanda mais favoráveis. O PMI geral avançou 4,7 pontos percentuais ante dezembro (47,9%), confirmando o retorno à zona de expansão acima de 50%.

Reação Imediata do Bitcoin

O Bitcoin, que acumulava queda de quase 9% na semana anterior, reagiu com alta de 2,76% nas últimas 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 413.305,71 às 18h53, com variação positiva de 2% e volume de 495 BTC em 24h no mercado brasileiro. Em dólares, o preço estava em torno de US$ 78.467, com dólar a R$ 5,2566.

Analistas como Milk Road Macro e Kevin Capital destacam que leituras de PMI acima de 50 historicamente impulsionam ativos de risco, incluindo cripto. O movimento ocorreu após o BTC testar suporte em US$ 75 mil, nova mínima anual.

Correlação entre Manufatura e Criptoativos

Os dados mostram uma correlação positiva entre indicadores industriais fortes nos EUA e desempenho do Bitcoin. Períodos de expansão manufatureira, como em 2016-2018 e 2020-2021, coincidiram com fases de alta do BTC, impulsionados por maior liquidez e apetite por risco. Leituras acima de 52% tendem a sinalizar momentum econômico que favorece ativos especulativos.

No entanto, o emprego ainda em contração (48,1%) sugere cautela. O mercado monitora se essa expansão se sustenta, especialmente com preços de insumos elevados. Histórico indica que PMI forte reduz probabilidades de cortes agressivos de juros pelo Fed, impactando fluxos para cripto.

Níveis Técnicos a Observar no BTC

No gráfico diário, o Bitcoin testou suporte em US$ 75 mil e agora mira resistência em US$ 80 mil. Média móvel de 50 dias em torno de US$ 82 mil atua como próximo obstáculo. Volumes de negociação aumentaram pós-dado, com liquidações de posições vendidas estimadas em bilhões.

Os traders devem acompanhar o próximo relatório de emprego (NFP) e decisões do FOMC, que podem reforçar ou reverter o momentum. Níveis chave: suporte US$ 75 mil, resistência US$ 80 mil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Corredores cartoon de Hong Kong e EUA disputando troféu hub cripto em pista digital, simbolizando corrida global por capital institucional

Hong Kong vs EUA: Corrida pelo Hub Cripto Global

Em uma disputa geopolítica crescente, Hong Kong se posiciona como conector global das criptomoedas, segundo o legislador Johnny Ng, graças a seu common law, fluxos de capital livres e laços com o sul da China. Paralelamente, nos EUA, o Congresso avança o Clarity Act com discussões na Casa Branca sobre stablecoins e harmonização entre SEC e CFTC. Essa ‘guerra dos hubs’ definirá para onde fluirá o capital institucional em 2026.


Hong Kong como Ponte Leste-Oeste

O legislador Johnny Ng, representante do setor de tecnologia no Conselho Legislativo de Hong Kong, enfatiza a cidade como ponte entre finanças tradicionais e inovações Web3. Com legislação de stablecoins já aprovada e licenças para exchanges em vigor, Hong Kong aproveita a iniciativa da Greater Bay Area, integrando-se a Shenzhen e Macau. Esses laços proporcionam acesso a uma força de trabalho jovem e tecnicamente qualificada, com média de idade abaixo de 30 anos em Shenzhen.

Ng rejeita uma visão de competição zero-sum, defendendo coordenação regulatória global. ‘Cripto não pode ser dividida por países’, afirma, destacando a necessidade de padrões claros para conectar mercados. Avanços previstos incluem regras de custódia e OTC trading para investidores profissionais, posicionando Hong Kong como hub seguro e conectado.

Avanços Regulatórios Tardios nos EUA

Nos Estados Unidos, sinais de progresso regulatório surgem após um início turbulento. O Comitê de Agricultura do Senado avançou sua versão do Clarity Act, focado na estrutura de mercado para commodities cripto, em uma votação bipartidária. A Casa Branca convoca reuniões entre indústrias cripto e bancária para resolver disputas sobre rendimento de stablecoins, enquanto SEC e CFTC anunciam harmonização em regras para prediction markets e collateral tokenizado.

No entanto, pendências persistem: disposições AML/KYC para DeFi, quorum bipartidário e ética presidencial. A nomeação de Kevin Warsh para chair do Fed pode atrasar o processo, em meio a eleições e influência de super PACs como Fairshake, com quase US$ 200 milhões para 2026.

Implicações para o Capital Institucional

Para investidores brasileiros e globais, a escolha do hub importa. Hong Kong oferece proximidade com a China continental, atraindo fluxos asiáticos e manufatura de hardware cripto. Já os EUA prometem escala com seu mercado de capitais profundo, mas dependem de resolução legislativa rápida. O Clarity Act, se aprovado, traria clareza jurisdicional entre SEC (valores mobiliários) e CFTC (commodities), facilitando entrada de instituições.

Ambas jurisdições buscam atrair gestores de ativos, bancos e auditores. Plataformas como a Binance podem se beneficiar de padrões globais convergentes, ampliando opções para traders internacionais.

Perspectivas Geopolíticas para 2026

A disputa reflete tensões maiores: EUA com tradição financeira ocidental versus Hong Kong como portal regulado para Pequim. Ng menciona histórico como visitas de Vitalik Buterin à região, reforçando inovação local. Nos EUA, relatórios do FSOC ao Congresso sinalizam estabilidade financeira. Investidores devem monitorar markups no Senado Banking e eventos como Consensus Hong Kong, pois o vencedor capturará trilhões em capital institucional migrando para jurisdições claras e conectadas.


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Mineradores cartoon lutando contra nevasca furiosa ao redor de rigs de Bitcoin, com '-12%' soprado pelo vento, ilustrando queda no hashrate por tempestades nos EUA

Hashrate do Bitcoin Cai 12% com Nevascas nos EUA

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin registrou sua maior queda desde o banimento na China em 2021, recuando 12% para cerca de 970 EH/s desde 11 de novembro, impulsionado por condições climáticas extremas nos EUA. Tempestades de inverno forçaram mineradoras a desligarem equipamentos para preservar infraestrutura e atender demandas de redução de carga elétrica, impactando diretamente a produção e receita do setor.


Queda Acelerada no Hashrate

O hashrate, métrica que representa o poder computacional total da rede Bitcoin, caiu para o menor nível desde setembro de 2025, conforme dados da CryptoQuant. A retração de 12% ocorreu em meio a nevascas intensas que afetaram polos de mineração nos Estados Unidos, principais hubs após a migração pós-China. Mineradoras listadas em bolsa, como Core Scientific e Marathon Digital, optaram por pausas operacionais voluntárias para evitar sobrecarga na rede elétrica local.

Esta é a maior drawdown desde outubro de 2021, destacando a vulnerabilidade do setor a eventos climáticos em regiões dependentes de energia estável. Apesar da queda, a rede Bitcoin mantém segurança robusta, com ajustes automáticos de dificuldade previstos para compensar a redução no poder de processamento.

Impacto na Produção e Receita Diária

A produção de mineradoras públicas monitoradas pela CryptoQuant despencou de uma média de 70-90 BTC por dia para 30-40 BTC no pico da disrupção climática. Paralelamente, a receita diária do setor caiu de US$ 45 milhões em 22 de janeiro para US$ 28 milhões dois dias depois, com recuperação parcial para US$ 34 milhões.

As maiores mineradoras reduziram emissão diária de 77 BTC para 28 BTC, enquanto as demais caíram de 403 BTC para 209 BTC. Em média móvel de 30 dias, trata-se da retração mais intensa pós-halving de abril de 2024, refletindo não só o clima, mas também a oscilação do preço do Bitcoin em torno de US$ 83 mil.

Hashprice em Mínimas Anuais Pressiona Mineradoras

O hashprice, indicador que mede a rentabilidade diária por exahash (receita estimada por unidade de hashrate), atingiu níveis próximos às mínimas anuais, conforme análise de mercado. Isso agrava a crise financeira para mineradoras menores, que operam com margens apertadas e custos energéticos elevados.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.625,76 às 18:36 de 1º de fevereiro (variação 24h de -1,26%), equivalente a cerca de US$ 77.400 ao câmbio de R$ 5,25. Essa combinação de baixa rentabilidade e disrupções externas força consolidação no setor, com players menores potencialmente desligando rigs permanentemente.

Implicações para a Rede e Níveis a Observar

A rede Bitcoin permanece resiliente, com o protocolo ajustando a dificuldade de mineração a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Os dados sugerem recuperação parcial do hashrate à medida que o clima melhora, mas vale monitorar: níveis de suporte em 950 EH/s, recuperação da receita acima de US$ 40 milhões/dia e impacto no preço do BTC abaixo de US$ 80 mil.

Traders devem observar o volume de mineração (342 BTC em 24h no Brasil) e métricas on-chain como taxa de hash de mineradoras públicas. A crise destaca a dependência energética do setor, mas reforça a descentralização global da rede.


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Fluxo de energia dourada do hashrate Bitcoin congelado por cristais de gelo em tempestade cyberpunk, simbolizando queda de 12% por inverno nos EUA

Tempestade de Inverno nos EUA Derruba Hashrate do Bitcoin

O frio intenso da tempestade de inverno nos EUA provocou uma queda acentuada de cerca de 12% no hashrate da rede Bitcoin, o maior declínio desde outubro de 2021, conforme análise da Cryptoquant. Mineradores americanos, concentrados em regiões afetadas, desligaram seus rigs de mineração para priorizar o fornecimento de energia à rede elétrica local, resultando em redução na produção de blocos e na receita diária da rede. Esse evento destaca a vulnerabilidade técnica da mineração centralizada a fatores externos como o clima.


O Que é Hashrate e Por Que Ele Importa

O hashrate representa a potência computacional total dedicada à mineração de Bitcoin, medida em exahashes por segundo (EH/s). É o coração do mecanismo de Proof-of-Work (PoW): quanto maior o hashrate, mais difícil é para um atacante acumular 51% da potência da rede e reverter transações, garantindo a segurança e imutabilidade da blockchain.

Funciona como um banco de dados distribuído sob ataque constante: cada minerador contribui com ciclos de hash para validar blocos a cada 10 minutos em média. Uma queda no hashrate, como os 12% observados — levando o total ao menor nível desde setembro de 2025 —, alonga o tempo de bloco e reduz a taxa de transações processadas. Dados da Cryptoquant mostram que isso agrava uma tendência pré-existente de correção de preço do Bitcoin de US$ 126.000 para cerca de US$ 100.000, apertando margens operacionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 415.916,64 (-5,22% em 24h), refletindo pressão no ecossistema de mineração.

Como a Tempestade Afeta os Mineradores Tecnicamente

Durante crises energéticas, utilities nos EUA impõem curtailments — desligamentos obrigatórios — para mineradores, que consomem gigawatts equivalentes a cidades inteiras. Cada ASIC minerador, como os modelos Antminer S21, exige energia estável em torno de 3-5 kW por unidade. Com a tempestade de janeiro de 2026, firmas públicas nos EUA reduziram produção de 77 BTC/dia para 28 BTC/dia, enquanto outros mineradores caíram de 403 para 209 BTC/dia.

Esse mecanismo é uma salvaguarda da rede elétrica: mineradores desligam rigs para evitar blackouts, mas o impacto cascateia. A receita diária da mineração despencou de US$ 45 milhões para US$ 28 milhões em dois dias, recuperando parcialmente para US$ 34 milhões. O Índice de Sustentabilidade de Lucro/Prejuízo dos Mineradores da Cryptoquant atingiu 21, o menor desde novembro de 2024, sinalizando operação no limite mesmo após ajustes de dificuldade descendentes.

Analogamente a um cluster de servidores em data center sob sobrecarga térmica, o hashrate global contrai porque ~30-40% da mineração está nos EUA, exposta a esses eventos regionais.

Impactos na Segurança e Economia da Rede

A queda no hashrate compromete temporariamente a robustez da rede: tempos de bloco se estendem além de 12 minutos, e a probabilidade de ataques de 51% aumenta matematicamente, embora ainda improvável com o hashrate remanescente. A dificuldade de mineração ajusta a cada 2016 blocos (~2 semanas), mas ajustes múltiplos recentes não compensaram totalmente a combinação de preço baixo e outages climáticos.

Nos últimos 30 dias, a contração foi a mais acentuada desde o halving de 2024, com mineradoras públicas perdendo até 48 BTC e independentes 215 BTC. Isso expõe a centralização geográfica: concentração em Texas e outros estados vulneráveis a clima extremo amplifica riscos sistêmicos, contrariando o ideal de descentralização do Bitcoin.

Métricas on-chain verificáveis, como as da Cryptoquant, confirmam: usuários ativos e transações diárias permanecem estáveis, mas a mineração sob pressão pode elevar taxas de transação se a recuperação demorar.

Perspectivas e Lições Técnicas

A recuperação depende de preços estáveis, energia confiável e recalibração de dificuldade. Mineradores diversificam para regiões com energia renovável ou flare gas, mas eventos como esse reforçam a necessidade de resiliência distribuída. Para o leitor técnico, monitore hashrate via explorers como Blockchain.com ou Mempool.space: quedas abaixo de 500 EH/s merecem atenção.

Esse episódio ilustra que, embora o código do Bitcoin seja imutável, sua execução depende de infraestrutura física sujeita a variáveis reais como o clima.


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