Personagens cartoon de Robinhood e Arbitrum construindo ponte L2 segura sobre Ethereum, com investidores retail cruzando para adoção e tokenização

Robinhood Constrói L2 Ethereum com Arbitrum por Segurança

A Robinhood está construindo sua própria layer-2 (L2) no Ethereum, utilizando a tecnologia Arbitrum, para oferecer segurança máxima aos milhões de usuários retail. Johann Kerbrat, chefe de cripto da plataforma, explicou que a escolha prioriza a segurança e descentralização do Ethereum, além da liquidez do ecossistema EVM. Robinhood leva milhões ao ETH L2. O chain está em testnet privado, com tokenized stocks já ativos no Arbitrum One.


Por Que Escolher L2 Arbitrum no Ethereum?

A decisão de optar por uma layer-2 em vez de uma layer-1 independente reflete o foco estratégico da Robinhood. "Queríamos a segurança do Ethereum, a descentralização e a liquidez do espaço EVM", afirmou Kerbrat. Rollups como o Arbitrum processam transações em lote fora da mainnet Ethereum, reduzindo custos e aumentando velocidade, enquanto herdam a segurança da rede principal.

Isso permite que a Robinhood evite reinventar primitives de blockchain básicas, como consenso e segurança. "Descentralização e segurança vêm ‘de graça’ pelo Ethereum", destacou o executivo. Para usuários retail, significa acesso a transações rápidas e baratas sem comprometer a robustez do Ethereum, ideal para trading diário e DeFi.

Atualmente, os tokenized stocks da plataforma operam no Arbitrum One, o maior rollup por atividade. Quando a L2 própria for lançada, a migração será seamless, transferindo liquidez sem interrupções.

Expansão Rápida dos Tokenized Stocks

Lançado em julho de 2025 com 200 ativos, o programa de ações tokenizadas da Robinhood explodiu para mais de 2.000 tokens, atendendo à demanda dos clientes por portfólios completos. "Os usuários pediram acesso ao universo inteiro de ações", disse Kerbrat.

A visão vai além: tokenização de private equity, imóveis, arte e outros ativos reais. Isso democratiza investimentos tradicionalmente restritos a instituições, trazendo-os onchain com liquidez 24/7. Para brasileiros, isso abre portas para diversificação global via cripto, combinando ações americanas com estabilidade Ethereum.

Os benefícios incluem fractional ownership e yield via lending onchain, mas riscos como volatilidade de preços e regulação precisam ser monitorados. A acessibilidade da Robinhood facilita a entrada, mas exige educação sobre smart contracts.

Staking e Visão de Futuro para Yield

A Robinhood também avançou em produtos nativos cripto, como staking. Lançado primeiro na Europa, expandiu para os EUA (exceto cinco estados) após orientação da SEC. "Foi um dos features mais pedidos", relatou Kerbrat, com alta adoção.

No horizonte, yield virá de novos ativos onchain: "Mais ações, private equity e imóveis gerarão programas de lending". Apesar da fragmentação blockchain, uma nova layer harmonizará tudo, substituindo fundações da finança tradicional.

Benefícios para retail: retornos passivos acessíveis, integração com corretoras familiares. Riscos: incertezas regulatórias nos EUA e dependência de oráculos para ativos reais. Ainda assim, otimista: "Estamos focando em trazer RWAs onchain".

O Que Isso Significa para Investidores Retail?

Para milhões de usuários Robinhood, isso significa escalabilidade ETH sem fricções: transações baratas, segurança comprovada e inovação em tokenização. Brasileiros ganham com exposição a mercados globais via app intuitivo.

Benefícios superam riscos se houver diversificação e DYOR. Monitore o lançamento da L2 para early access a features exclusivas. Robinhood pavimenta o caminho para adoção massiva.


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Teia neon de phishing capturando formas BTC e ETH com isca falsa dourada triplicada, ilustrando alerta de golpe da Betterment

Betterment Alerta Golpe: Mensagem Falsa Triplica BTC/ETH

Recebeu mensagem prometendo triplicar seus depósitos em Bitcoin ou Ether? É golpe! A Betterment, plataforma de investimentos digitais americana, alertou usuários sobre uma notificação falsa circulando via app e e-mail. A suposta promoção pedia transferências de até US$ 10 mil para carteiras específicas, com retorno triplicado em horas. Autoridades confirmam: não autorizado e perigoso para suas criptos.


Detalhes do Alerta da Betterment

A mensagem falsa surgiu na sexta-feira, enquadrada como uma ‘promoção oficial’ celebrando o ‘melhor ano’ da Betterment. Usuários relataram no Reddit ter recebido notificações no app ou e-mails idênticos, com instruções para enviar BTC ou ETH para endereços de carteiras desconhecidas. A tática clássica de phishing cria urgência artificial, prometendo retornos impossíveis para induzir transferências rápidas.

Essa abordagem espelha golpes comuns no ecossistema cripto, onde fraudadores exploram plataformas conhecidas para ganhar credibilidade. A Betterment, conhecida por robo-advisors e gestão de portfólios com ETFs de baixo custo, oferece exposição a criptomoedas via parceiros integrados, o que a torna alvo atrativo para impostores.

Resposta Oficial e Confirmação de Fraude

Em comunicado no X (antigo Twitter), a Betterment desautorizou explicitamente a mensagem, explicando que ela foi enviada por um sistema de terceiros usado para comunicações de marketing, sem permissão interna. ‘Por favor, ignore isso. Não é uma oferta real’, afirmou a empresa, pedindo desculpas pela confusão.

Investigadores de segurança destacam que plataformas legítimas nunca pedem transferências diretas para carteiras externas via mensagens não solicitadas. Qualquer promoção oficial seria anunciada nos canais verificados da empresa, como site oficial ou app autenticado.

Passos Essenciais para Proteger Sua Carteira

Para evitar cair em armadilhas como essa, siga estes passos protetores imediatamente:

  1. Verifique o remetente: Mensagens oficiais vêm de domínios exatos da empresa (ex: @betterment.com). Desconfie de variações ou terceiros.
  2. Nunca transfira para desconhecidos: Plataformas confiáveis como Binance não pedem envios para wallets aleatórias.
  3. Use 2FA e autenticação biométrica: Ative em todas as contas e apps de crypto.
  4. Confira no site oficial: Acesse diretamente pelo navegador (não por links da mensagem) para validar promoções.
  5. Monitore transações: Use exploradores de blockchain como Etherscan para BTC/ETH antes de qualquer movimento.

Essas medidas simples podem salvar milhares em cripto. Em 2025, perdas com phishing caíram 83% para US$ 83,85 milhões, mas 106 mil vítimas ainda foram afetadas, especialmente em picos de mercado.

Contexto de Ameaças e Lições para Investidores

O caso Betterment reforça a vigilância constante no setor. Apesar da queda nas perdas, ataques de wallet drainers persistem, explorando confiança em marcas estabelecidas. Para brasileiros, o risco é ampliado pela volatilidade do real e busca por proteção em stablecoins ou BTC.

Prefira plataformas reguladas e com histórico comprovado. Sempre que possível, diversifique e eduque-se sobre táticas de golpistas. Fique atento: se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é armadilha.


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Rede hexagonal cyan com hexágono central rachado emitindo pulsos vermelhos, simbolizando segunda falha e riscos em Starknet L2

Starknet Cai Novamente: Segunda Falha em 2026 Levanta Alertas

A Starknet, uma das principais soluções Layer-2 do Ethereum, publicou relatório pós-mortem sobre sua segunda grande interrupção em 2026. Em 5 de janeiro, um bug no blockifier causou inconsistência entre execução e prova, revertendo 18 minutos de atividade via reorganização de blocos. Isso reforça preocupações sobre a confiabilidade das L2s: Starknet caiu de novo — as L2s são realmente confiáveis para usuários brasileiros no ecossistema ETH?


Detalhes da Interrupção de Janeiro

O incidente ocorreu entre 09:24 e 14:17 UTC em 5 de janeiro de 2026, paralisando a produção de blocos por quase cinco horas. Segundo o relatório oficial da Starknet, o problema surgiu de uma combinação específica de chamadas cross-function, writes de variáveis, reverts e catches nelas. O blockifier — camada de execução otimizada em Rust para alta throughput — reteve erroneamente um state-write de função revertida, gerando execução incorreta.

Felizmente, a camada de proving atuou como salvaguarda, impedindo finality L1 das transações inválidas. Uma reorganização de blocos reverteu os 18 minutos afetados, restaurando operações às 14:17 UTC. A rede voltou ao normal, mas o episódio destaca vulnerabilidades em stacks modulares complexos de blockchains de nova geração.

Usuários impactados precisaram resubmeter transações, um risco especialmente perigoso para traders de alta frequência ou posições sensíveis a tempo no DeFi Starknet.

Comparação com a Falha de Setembro

Não foi o primeiro problema: em setembro de 2025, logo após upgrade para v0.14.0 (Grinta), que descentralizou sequencers para três nós, Starknet sofreu outage de mais de cinco horas. O relatório anterior aponta falhas em nós Ethereum, intervenção manual falha e bug no blockifier para L1→L2 messages, exigindo duas reorgs revertendo cerca de 1,5 horas de atividade.

Ambos incidentes compartilham reorgs e bugs no blockifier, expondo desafios na transição para descentralização. Enquanto Starknet inova em ZK-rollups, redes como Arbitrum ou Optimism reportam maior estabilidade em 2025, com downtimes mínimos, sugerindo que maturidade operacional varia entre L2s.

Lições para o Ecossistema L2 Ethereum

Os relatórios prometem medidas: fuzz-testing agressivo no blockifier, auditoria interna de revert logic, detecção mais rápida via execução prover-compatível pós-transação e auto-halt em mismatches. Para setembro, foco em mais nós de consenso e safeguards contra dependências externas como Ethereum RPCs.

Para usuários brasileiros no ETH ecosystem, isso sinaliza riscos reais: reorgs podem anular trades, expor a liquidez perdida ou impermanent loss em DeFi. Em um mercado volátil, onde MEV e arbitragem dependem de velocidade, L2s imaturas amplificam perigos. Compare com L1 Ethereum, que raramente reorgs, ou Polygon com histórico mais robusto — diversificação é essencial para mitigar exposição.

Riscos e Ações para Investidores

Monitore status.starknet.io para uptime e Dune dashboards para TVL/atividade. Com adoção crescente de Starknet em DeFi e BTCFi, falhas recorrentes questionam sua readiness para escala. Usuários devem priorizar L2s com sequencers descentralizados testados, wallets com suporte a reorgs e estratégias de hedge contra downtimes.

Embora Starknet avance em throughput e privacidade, a repetição de outages em 2025 alerta: avalie riscos antes de alocar em ecossistemas emergentes.


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Rede de túneis cibernéticos misturando fluxos ETH cyan com rachaduras vermelhas, simbolizando volumes massivos e riscos no Tornado Cash

Tornado Cash: US$ 2,5 bilhões em ETH Movimentados em 2025

Tornado Cash "lavou" bilhões em 2025: você usa mixers de privacidade? Segundo dados da Bitrace, o protocolo registrou influxos de 693.412 ETH, equivalentes a cerca de US$ 2,5 bilhões, com saldo líquido de US$ 1,4 bilhão. Apesar das sanções do Tesouro americano em 2022, o mixer continua ativo, atraindo tanto usuários legítimos quanto atividades ilícitas ligadas a DAOs hackeadas e fraudes. Isso expõe usuários a riscos legais graves em um mercado sob escrutínio regulatório.


Volumes Recordes Revelados pela Bitrace

Os números impressionam: em 2025, o endereço de negócios do Tornado Cash acumulou 693.412 ETH em entradas, totalizando aproximadamente US$ 2,5 bilhões em valor de mercado. O saldo líquido atingiu US$ 1,4 bilhão, predominantemente em Ethereum, conforme reportado pela Bitrace. Esses fluxos demonstram a resiliência do protocolo mesmo após anos de pressão regulatória.

O mecanismo do Tornado Cash, que quebra links entre depósitos e saques via depósitos em pools comuns, continua popular para quem busca anonimato on-chain. No entanto, essa privacidade absoluta atrai não só defensores da liberdade financeira, mas também criminosos que exploram o sistema para ofuscar origens de fundos ilícitos.

Sanções e Riscos Legais Persistentes

Desde 2022, o OFAC (escritório de controle de ativos estrangeiros dos EUA) incluiu o Tornado Cash em sua lista de sanções, acusando-o de facilitar lavagem de dinheiro em larga escala. Desenvolvedores foram processados, e interagir com o protocolo pode resultar em congelamento de ativos ou ações criminais para usuários americanos e entidades reguladas.

Em 2025, os volumes massivos indicam que as sanções não deteram o uso global. Países como EUA e UE monitoram ativamente transações ligadas a mixers, com exchanges obrigadas a reportar fluxos suspeitos. Usar Tornado Cash expõe carteiras a blacklists, dificultando saques em plataformas compliant.

Uso Ilícito e Conexões com DAOs Hackeadas

Investigações revelam que grande parte dos influxos provém de fontes duvidosas: hacks em DAOs, roubos de exchanges e fraudes DeFi. Protocolos como o Tornado foram pivô em casos notórios, onde atacantes depositam ETH roubado em pools para emergir "limpos". A Bitrace destaca essa concentração, ecoando relatórios sobre lavagem de fundos de exploits em DeFi.

Para o leitor brasileiro, o alerta é claro: enquanto mixers prometem privacidade, o risco de herdar fundos "sujos" de pools compartilhados é real. Autoridades globais, incluindo o MPF no Brasil, intensificam rastreamento via ferramentas como Chainalysis, punindo inadvertidamente usuários inocentes.

Proteja Sua Privacidade Sem Riscos Desnecessários

Diante desses volumes bilionários e histórico controverso, é essencial priorizar ferramentas de privacidade compliant. Alternativas como zk-proofs em protocolos regulados ou coinjoins em Lightning Network oferecem anonimato sem o estigma de sanções. Monitore sempre a origem dos fundos e evite mixers blacklisted.

O caso Tornado Cash serve de lição: privacidade é direito, mas ignorar riscos legais pode custar caro. Fique atento a atualizações regulatórias e opte por estratégias que preservem sua soberania financeira sem expor ao radar das autoridades.


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Prisma cristalino Ethereum refratando luz dourada por camadas digitais, com 55K luminoso simbolizando previsão VanEck de US$ 55 mil em 2030

VanEck: ETH pode chegar a US$ 55 mil até 2030

ETH a US$ 55 mil até 2030? Um modelo revisado da VanEck, recalculado com dados atuais por Joseph Young, projeta o Ethereum entre US$ 55.000 e US$ 65.000. A atualização considera crescimento de receita em L2 e DeFi, market share superior a 60% atual e redução de oferta circulante, refletindo a evolução técnica da rede desde a previsão original de US$ 22.000 em 2024.


Evolução do Modelo de Valoração

O modelo original da VanEck, publicado em 2024, estimava um preço base de cerca de US$ 22.000 para o ETH em 2030. Ele assumia um market share de 70% em setores como finanças descentralizadas (DeFi), stablecoins e tokenização de ativos reais (RWA). No entanto, dados on-chain recentes mostram o Ethereum já dominando mais de 60% desses mercados, impulsionado pela adoção acelerada de soluções Layer 2 (L2).

Joseph Young, analista independente, reexecutou o modelo com inputs atualizados, elevando a projeção para US$ 55.000 na base. Essa revisão incorpora métricas on-chain como volumes de transações em stablecoins superando US$ 8 trilhões por trimestre nas redes Ethereum e L2, além de novas fontes de receita como as taxas de blob introduzidas em upgrades recentes.

Crescimento de Receita e Market Share

A projeção de receita para 2030 saltou de US$ 78 bilhões para US$ 130 bilhões. Esse aumento é fundamentado em protocolos DeFi e L2, que processam volumes massivos. Por exemplo, as stablecoins geram fees significativas via transações, enquanto os blobs — dados otimizados pós-Dencun upgrade — criam streams de renda adicionais para validadores.

O market share ajustado para 85% reflete a tração das L2 como Arbitrum e Optimism, que escalam o Ethereum sem comprometer a segurança. Métricas on-chain, como TVL (Total Value Locked) em DeFi superior a US$ 100 bilhões na rede principal mais L2s, sustentam essa dominância técnica.

Redução de Oferta e Multiplicador Elevado

Outro pilar da revisão é a oferta circulante, reduzida de 100,1 milhões para 95 milhões de ETH em 2030. Isso resulta de maior participação em staking — atualmente acima de 30% do supply — e queima de fees via EIP-1559 e blobs, criando deflação em períodos de alta atividade.

O multiplicador terminal subiu de 33x para 40x, reconhecendo o Ethereum como camada de liquidação global para stablecoins, DeFi e RWAs. O cálculo final divide os fluxos de caixa projetados pela oferta, aplicando o múltiplo: (US$ 130 bi / 95 mi ETH) x 40x gera o range de preço.

Implicações para Portfólios de Longo Prazo

Para investidores brasileiros planejando horizontes longos, esse modelo técnico destaca a resiliência do Ethereum. Com preço atual em torno de US$ 3.085 e volume diário de US$ 6,9 bilhões, o ETH negocia 35% abaixo do ciclo alto, oferecendo entrada atrativa. Monitore métricas on-chain como staking ratio e blob fees para validar trajetórias. A evolução para infraestrutura financeira global reforça seu papel em portfólios diversificados.


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Prisma translúcido de Ethereum comprimindo energia cyan-verde com bases de suporte azul e luz dourada '3.7K' emergente, sinalizando breakout

Ethereum Prepara Breakout: Open Interest e Suporte em Foco

ETH para US$ 3.700? Dados on-chain dizem sim. O Ethereum consolida próximo a US$ 3.100, com o open interest em cerca de US$ 7.8 bilhões sinalizando compressão para um breakout iminente. Paralelamente, o suporte estrutural na faixa de US$ 2.700-2.800 reforça a resiliência de holders de longo prazo, conforme análises da CryptoQuant. Essa configuração sugere volatilidade à frente, com oportunidades claras para traders atentos aos níveis chave.


Open Interest Crescente Antecede Breakout

O open interest do Ethereum atingiu US$ 7.8 bilhões, equilibrado sem extremos de alavancagem excessiva. Os dados indicam que participantes do mercado mantêm posições existentes, aguardando um catalisador direcional. Essa estabilidade reflete uma fase de compressão, onde a volatilidade tende a expandir após o rompimento da consolidação.

Nos últimos pregões, o preço subiu modestamente enquanto o open interest continuou a crescer, sugerindo entrada de novas posições sem desmonte significativo. O indicador recuperou acima das médias móveis SMA(30), SMA(50) e SMA(100), confirmando apetite por risco gradual. Se o ETH mantiver acima de US$ 3.000, um avanço spot-driven para US$ 3.700 ganha probabilidade, evitando liquidações abruptas.

Essa dinâmica é típica de setups pré-breakout, onde o posicionamento se acumula antes de movimentos decisivos. Traders devem monitorar picos no open interest como sinal de possível flush de liquidações.

Suporte Estrutural no Custo Base de Longo Prazo

A métrica de Preço Realizado por Endereços Acumuladores do Ethereum estabilizou em US$ 2.700-2.800, formando um piso estrutural testado em ciclos anteriores. Diferente de altcoins, que sofreram drawdowns profundos sem base duradoura, o ETH reteve convicção de holders mesmo em 2022 e 2025.

Essa zona representa o custo médio de acumulação contínua desde 2020, resistindo a correções severas. Atualmente, com o preço acima desse nível, long-term holders permanecem engajados, ancorando o mercado. No entanto, uma quebra sustentada abaixo dessa faixa sinalizaria mudança comportamental, questionando a resiliência relativa do ETH.

No gráfico semanal, o ETH negocia próximo às médias de longo prazo, com a MA200 semanal em meados dos US$ 2.000 como suporte dinâmico. A consolidação entre US$ 2.700 e US$ 3.400 testa essa fundação em meio a pressões macro.

Níveis Chave para Entradas e Saídas

Para entradas longas, priorize suporte em US$ 3.000-3.100, com stop abaixo de US$ 2.950 para invalidar. Alvo inicial em US$ 3.324 (resistência imediata), estendendo para US$ 3.700 em rompimento limpo.

Posições curtas ativam em rejeição acima de US$ 3.300-3.400, mirando reteste de US$ 2.800. Volume declinante em rebounds reforça risco downside se o suporte falhar.

  1. Entrada long: Acima de US$ 3.100, stop US$ 2.950, alvo US$ 3.700.
  2. Entrada short: Rejeição em US$ 3.324, stop US$ 3.400, alvo US$ 2.800.
  3. Risco/recompensa: Mantenha 1:2 ou melhor, ajustando por volatilidade.

Reclaim sustentada acima de US$ 3.300 invalida o cenário bearish de curto prazo.

Implicações e Próximos Passos

Os dados on-chain sugerem que o ETH está em transição, com open interest e custo base alinhados para volatilidade. Diferente de altcoins frágeis, a acumulação persistente diferencia o Ethereum. No entanto, condições macro podem testar esse regime.

Vale monitorar interação preço-open interest, volume em rebounds e rompimentos de MAs descendentes. Um hold acima do piso estrutural preserva upside, enquanto quebra expõe downside para US$ 2.700. Traders devem priorizar gerenciamento de risco em setups de alta compressão.


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Vitalik cartoon defendendo dev com escudo de privacidade contra balança regulatória, simbolizando debate Tornado Cash e privacidade vs regulação

Vitalik Pede Leniência a dev do Tornado Cash Pré-Sentença

Privacidade é crime? Vitalik Buterin explica em carta pública pedindo leniência para Roman Storm, desenvolvedor do mixer Tornado Cash, condenado por conspiração de transmissão de dinheiro. Às vésperas da sentença, que pode chegar a 5 anos de prisão, o cofundador do Ethereum defende ferramentas de privacidade como essenciais contra vigilância excessiva, reacendendo o debate entre inovação e regulação nos EUA. Usuários de Ethereum devem ponderar riscos em wallets EVM.


O Caso Roman Storm e o Tornado Cash

O Tornado Cash é um protocolo decentralizado no Ethereum que funciona como um mixer: ele ofusca a origem de transações misturando fundos de múltiplos usuários via contratos inteligentes. Tecnicamente, usa provas de conhecimento zero (ZK-SNARKs) para permitir depósitos anônimos e saques sem rastreamento direto.

Roman Storm, um dos criadores, foi condenado em agosto de 2025 por um júri americano em uma acusação de conspiração para transmissão não licenciada de dinheiro. Autoridades alegam que o protocolo facilitou a lavagem de mais de US$ 1 bilhão em fundos ilícitos, incluindo ataques de hackers norte-coreanos como o Lazarus Group. Storm aguarda sentença em liberdade condicional.

Apesar do deadlock em outras acusações, o caso destaca tensões: código open-source publicado pode ser criminalizado se usado por terceiros maliciosos?

Argumentos de Vitalik: Privacidade como Necessidade

Na carta enviada em 9 de janeiro de 2026, Vitalik argumenta que ferramentas de privacidade respondem a exploração de dados, cibercrimes e vigilância. Ele próprio usou o Tornado Cash para compras legítimas de ferramentas técnicas e doações a ONGs de direitos humanos, sem deixar rastros permanentes em bancos de dados corporativos ou governamentais.

Vitalik defende que publicar código open-source é protegido pela Primeira Emenda dos EUA, equiparando-o à liberdade de expressão. Ele doou pessoalmente ao fundo de defesa de Storm, que arrecadou mais de US$ 6,3 milhões em 2025, com apoio da Ethereum Foundation. "Criminalizar autoria em vez de dano direto é perigoso", alerta.

Storm é descrito como um desenvolvedor íntegro, cujo software perdura sem atualizações monetizadas, ao contrário de apps consumistas descartáveis.

Implicações para Usuários Ethereum e Riscos em Wallets EVM

Para usuários cotidianos de Ethereum, esse caso impacta diretamente. Transações públicas na EVM (Ethereum Virtual Machine) expõem saldos e histórico, facilitando doxxing, scams e rastreamento. Mixers como Tornado Cash oferecem proteção, mas atraem sanções regulatórias.

Riscos incluem congelamento de fundos em exchanges se detectado uso de ferramentas sancionadas. Iniciantes devem evitar mixers proibidos e optar por soluções compliant: zk-proofs em layer-2s como zkSync ou Polygon zkEVM, ou privacy layers emergentes. Monitore endereços: ferramentas como Etherscan agora flagam interações suspeitas.

Vitalik propõe privacidade "por design", integrando ZK nativamente, equilibrando usabilidade institucional (ETFs ETH acumulam bilhões) com direitos individuais.

O Que Monitorar e Como se Proteger

O sentenciamento de Storm, previsto em breve, servirá de precedente para desenvolvedores. Cofundador Alexey Pertsev cumpriu 64 meses na Holanda e apelou. Reguladores endurecem: sanções ao Tornado Cash foram levantadas em 2025, mas vigilância persiste.

Proteção prática: use wallets com suporte a account abstraction (ERC-4337) para transações privadas; diversifique em chains com privacidade nativa; evite whales rastreáveis. Ethereum avança com upgrades como PeerDAS para escalabilidade ZK.

Investidores: ETH oscila em torno de US$ 3.080, com foco em adoção institucional vs debates regulatórios.


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Relógio monumental de bolsa destacando 12 horas com fluxos BTC, ETH e SOL para traders cartoon, simbolizando expansão de negociação na B3

B3 Amplia Horário de Futuros BTC, ETH e SOL para 12h Diárias

12h de trading cripto na B3: sua estratégia muda agora. A Bolsa brasileira anunciou a extensão do horário de negociação para contratos futuros de Bitcoin (BIT), Ethereum (ETR), Solana (SOL) e ouro (GLD), passando de poucas horas para um período de 12 horas diárias a partir de março e abril de 2026. Isso beneficia traders locais com acesso regulado ampliado, reduzindo gaps overnight e melhorando a liquidez em ambiente supervisionado.


Etapas da Implementação

A ampliação ocorre em duas fases. Na primeira, a partir de 9 de março de 2026, as negociações iniciam às 8h e vão até 18h30, duas horas a mais no início do pregão. Já em 20 de abril de 2026, o encerramento se estende para 20h, totalizando 12 horas de operação de segunda a sexta-feira, incluindo rolagens de contratos.

Essa mudança foi comunicada oficialmente pela B3, que ajustará também a janela de alocação de derivativos para 20h30 na segunda fase. Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes, destacou que a medida atende à demanda por flexibilidade fora do horário tradicional, mantendo a robustez da infraestrutura regulada.

Os dados de adesão e liquidez serão monitorados para possíveis expansões futuras a outros ativos, demonstrando uma abordagem data-driven da bolsa.

Impacto para Traders Brasileiros

Para investidores locais, o principal ganho é a redução de gaps overnight, comuns em mercados globais 24/7. Com 12 horas de negociação, traders podem ajustar posições durante o dia útil brasileiro, alinhando-se melhor às oscilações internacionais sem exposição excessiva a riscos noturnos em plataformas offshore.

A liquidez local deve aumentar, pois o horário estendido atrai mais participantes institucionais e varejistas. Em um ambiente regulado pela CVM, com contraparte central e transparência de preços, os contratos oferecem segurança superior às exchanges internacionais, minimizando riscos de contraparte e manipulação.

Exemplo prático: um trader pode abrir posição em Bitcoin às 8h, reagindo a notícias asiáticas, e fechar às 20h, capturando movimentos europeus e americanos iniciais, tudo com liquidação financeira garantida.

Características dos Contratos e Ajustes

Os futuros da B3 são mini-contratos, representando frações dos ativos subjacentes: exposição a variações de preço sem custódia física (ouro) ou chaves privadas (criptos). Liquidação é financeira, baseada em índices globais, facilitando hedge e alavancagem para portfólios diversificados.

Para suportar o novo horário, a B3 criará boletins complementares (BVBG.086 e BVBG.187) pós-20h, com estatísticas específicas para esses ativos. O preço de ajuste permanece na sessão regular, garantindo previsibilidade nas margens e liquidações diárias.

Essa estrutura acessível – lotes reduzidos e valor inicial baixo – democratiza o acesso, atraindo desde investidores de varejo até fundos, e fortalece o ecossistema cripto brasileiro regulado.

Próximos Passos para Traders

Monitore o volume inicial em março para avaliar adesão. Teste estratégias de day trading e swing nos novos horários, priorizando gerenciamento de risco via stops e posições dimensionadas. A B3 planeja stablecoin no 1º semestre de 2026, o que pode complementar esses futuros.

Com maior liquidez esperada, spreads devem apertar, beneficiando execuções. Traders devem se cadastrar via corretoras habilitadas na B3 para operar esses códigos: BIT, ETR, SOL e GLD.


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Vitalik Buterin cartoon erguendo escudo de privacidade para proteger dev do Tornado Cash contra juiz regulatório, defendendo direitos no Ethereum

Vitalik Buterin Defende Dev do Tornado Cash: Privacidade é Direito Humano

Será que privacidade em cripto é crime? Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, diz não e publica carta aberta apoiando Roman Storm, desenvolvedor do Tornado Cash condenado nos EUA por operar sem licença de transmissão de dinheiro. Buterin argumenta que ferramentas de privacidade são proteção essencial contra exploração de dados, em um caso que reacende o debate global entre regulação e inovação no ecossistema ETH.


Argumentos de Vitalik pela Privacidade

Vitalik Buterin enfatiza que o desenvolvimento de software de privacidade não deve ser criminalizado apenas por potencial mau uso. Na carta, ele revela ter usado pessoalmente o Tornado Cash para transações legítimas, como compra de ferramentas técnicas e doações a ONGs de direitos humanos, sem deixar rastros em bancos de dados corporativos ou governamentais.

“No século XXI, todos enfrentamos riscos de exploração social, comercial ou física se nossos dados forem expostos”, escreve Buterin. Ele critica a visão de que governos devem ter acesso irrestrito a informações, destacando vulnerabilidades como hacks em agências e venda de dados por empresas de telecomunicações a atores estrangeiros hostis. Para o criador do Ethereum, preservar o controle sobre finanças e comunicações é uma salvaguarda básica da era pré-vigilância digital.

Storm, descrito como um dev íntegro, manteve seu código funcional anos após parar o desenvolvimento, contrastando com softwares comerciais falhos focados em lucro.

Contexto Judicial e Sanções ao Tornado Cash

Roman Storm foi acusado em 2023 pelo DOJ dos EUA de conspiração para lavagem de dinheiro, violação de sanções e operação sem licença. Em agosto de 2025, um júri o condenou apenas na última acusação, empatando nas demais – possível retrial pendente. Ele aguarda sentença, que pode chegar a cinco anos de prisão, apesar de estar em liberdade condicional.

O Tornado Cash, mixer não custodial na blockchain Ethereum, foi sancionado pelo Tesouro em 2022 por lavar mais de US$ 1 bilhão em fundos ilícitos, incluindo fundos norte-coreanos. Sanções foram revogadas em 2025. Paralelamente, Alexey Pertsev, cofundador, foi condenado a 64 meses de prisão na Holanda e está em prisão domiciliar enquanto apela.

O DOJ mudou política: “escrever código não é crime”, mas o caso Storm testa limites para devs open-source.

Apoio da Comunidade e Implicações Geopolíticas

O fundo de defesa de Storm arrecadou mais de US$ 6,39 milhões em 2025. Buterin doou 50 ETH (~US$ 170 mil), Ethereum Foundation US$ 500 mil + matching (total US$ 750 mil), mais Keyring e Solana Policy Institute (US$ 500 mil). Outros: Federico Carrone (US$ 550 mil).

No contexto geopolítico, o caso reflete tensão EUA vs inovação cripto: >110 entidades pediram a Trump intervenção ou perdão. Grupos como Samourai Wallet devs também condenados. Globalmente, pressiona por salvaguardas legais, equilibrando AML com privacidade – essencial para adoção ETH em finanças soberanas.

Para devs brasileiros e latinos, risco similar em jurisdições emergentes; monitorar impactos em regulação CVM e BC.

Regulação vs Inovação no Ecossistema ETH

Este precedente perigoso pode inibir devs de privacidade, afetando DeFi e Web3. Buterin defende código aberto como fala protegida pela 1ª Emenda. Indústria clama: criminalizar ferramentas neutras sufoca inovação, favorecendo vigilância estatal sobre soberania individual. Audiência judicial em 22/01 pode definir rumos.


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Rede hexagonal DeFi com nó central rachado vazando fluido dourado, simbolizando hack no Truebit e colapso total do token TRU

Truebit Perde 8.535 ETH em Hack: Token TRU Zera 100%

Outro hack DeFi abala o ecossistema EVM: o protocolo Truebit perdeu 8.535 ETH, equivalentes a R$ 143,3 milhões, em um ataque hacker ocorrido na quinta-feira (8). O token nativo TRU desabou 100%, caindo de US$ 0,16 para praticamente zero. Esse incidente reforça os riscos de vulnerabilidades em contratos antigos. Proteja seu ETH agora verificando protocolos semelhantes.


Detalhes do Incidente de Segurança

O ataque ao Truebit, um protocolo descentralizado de computação e verificação off-chain que interage com a blockchain Ethereum, foi detectado e reportado pela plataforma de análises Lookonchain. O furto de 8.535 ETH, avaliados em US$ 26,6 milhões na cotação da época, representou um golpe devastador para o projeto. A equipe do Truebit confirmou o incidente em sua conta oficial no X, afirmando estar em contato com autoridades policiais e adotando medidas para mitigar os danos.

Esses eventos destacam a persistente ameaça de exploits em protocolos DeFi, mesmo em projetos com histórico de operação. Investidores expostos a plataformas EVM-based devem ficar atentos, pois ataques semelhantes podem ocorrer sem aviso prévio, drenando fundos de pools e tesourarias.

Como o Ataque Foi Executado

De acordo com a investigação do pesquisador independente Weilin Li, o hack explorou uma vulnerabilidade em um contrato inteligente antigo, implantado há cerca de cinco anos. A falha estava em uma função de cunhagem com preço incorreto, permitindo que os atacantes adquirissem tokens TRU por valores irrisórios em comparação com o mercado.

Dois indivíduos foram identificados como responsáveis: um lucrou aproximadamente US$ 26 milhões, enquanto o outro embolsou US$ 250 mil. Li alerta que contratos legados estão se tornando alvos cada vez mais populares para hackers, que buscam brechas esquecidas em códigos desatualizados. Essa tática explora a confiança excessiva em auditorias antigas, ignorando evoluções em técnicas de ataque.

Para usuários de DeFi, isso significa revisar regularmente a idade e o status de auditoria dos contratos utilizados, evitando exposição desnecessária a riscos conhecidos.

Impacto Imediato no Token e no Projeto

O token TRU sofreu uma queda catastrófica de 100% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinGecko, passando de US$ 0,16 para US$ 0,00000000071. Essa desvalorização total dissolveu o valor de mercado do ativo, deixando holders com perdas irreparáveis e questionando a viabilidade futura do Truebit.

O projeto, que planejava expansões para novas redes, agora enfrenta crise de credibilidade. Eventos como esse desencadeiam pânico no mercado, com liquidações em cascata e desconfiança generalizada em protocolos semelhantes. No ecossistema EVM, onde milhares de dApps competem, um único exploit pode contaminar a percepção de segurança de toda a camada.

Lições e Medidas de Proteção

Como investidora cautelosa, recomendo ações imediatas:

  1. Verifique se seus protocolos usam contratos antigos sem renovações de auditoria;
  2. Diversifique exposição, limitando alocações em projetos de alto risco;
  3. Monitore alertas de plataformas como Lookonchain para detecção precoce;
  4. Considere hardware wallets para ETH não utilizado em DeFi.

Hacks como o do Truebit não são isolados – lembre-se de Ronin, Poly Network e outros. A segurança em EVM exige vigilância constante. Migre fundos de protocolos suspeitos e priorize plataformas com histórico comprovado de resiliência. Sua carteira agradece a precaução proativa.


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Executivos cartoon celebrando cofre corporativo transbordando moedas BTC douradas e ETH cyan com '1B', sinalizando acumulação bullish da BlackRock

BlackRock Acumula US$ 1 Bilhão em BTC e ETH: Sinal Bullish?

BlackRock lota os ETFs de BTC: o bull run recomeça? A maior gestora de ativos do mundo, sob comando de Larry Fink, acumulou mais de US$ 1 bilhão em Bitcoin e Ethereum em três dias consecutivos no início de janeiro, conforme dados analisados pela Lookonchain. Esse movimento massivo sinaliza apetite renovado por risco e pode impulsionar o ciclo de alta das criptomoedas.


Detalhes da Acumulação Massiva

A compra de 9.619 BTC no valor de cerca de US$ 878 milhões, somada a 46.851 ETH por aproximadamente US$ 149 milhões, representa uma das fases de acumulação mais intensas desde o lançamento dos ETFs spot nos EUA. Esse volume foi distribuído em dias consecutivos, demonstrando estratégia deliberada da BlackRock para posicionar-se no mercado cripto.

No dia 5 de janeiro, o ETF IBIT da BlackRock sozinho atraiu US$ 372 milhões em influxos, mais da metade do total de US$ 697 milhões nos ETFs de Bitcoin spot americanos. Após saídas expressivas no fim de 2025, essa reversão sugere que grandes investidores estão reconstruindo posições long em ativos digitais.

Sinal de Trendwende no Mercado

Essa movimentação da BlackRock indica uma clara trendwende, ou mudança de tendência, no apetite por risco. Enquanto outros gestores registravam abfluxos na semana, o gigante com trilhões sob gestão optou por acumular, reforçando a narrativa de que o Bitcoin continua como reserva de valor premium. Para tesourarias corporativas, isso serve como endosso: empresas como MicroStrategy já pavimentaram o caminho, e agora Wall Street segue.

O contexto é ainda mais bullish com o arquivamento de S-1 pela Morgan Stanley para ETFs de BTC, ETH e Solana. Com US$ 1,8 trilhão em ativos, esse passo consolida a cripto como classe de ativo mainstream, atraindo fluxos institucionais massivos e potencializando um novo ciclo de alta.

Larry Fink e a Visão da BlackRock

Larry Fink, CEO da BlackRock, evoluiu de cético para defensor das criptomoedas. Em cartas anuais aos investidores, ele destacou o Bitcoin como “ouro digital”, defendendo sua alocação em portfólios diversificados. Essa acumulação reflete a confiança interna na tokenização de ativos reais via blockchain, visão que Fink promove desde 2024. Para o brasileiro, isso significa maior liquidez global e estabilidade para posições em BTC.

Conectando a tesourarias corporativas, vemos um padrão: acumular BTC durante correções para capturar ganhos no longo prazo. A BlackRock, com seu ETF IBIT como líder de mercado, inspira outras firmas a adotarem estratégias semelhantes, acelerando a adoção institucional.

Impacto no Mercado Brasileiro e Cotação Atual

No Brasil, onde o interesse por cripto explode, essa notícia é um catalisador perfeito para posições long. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.619 na média das exchanges locais, com volume de 201 BTC em 24h e variação de -0,02%. Com influxos globais, é provável que vejamos valorização, beneficiando traders locais.

Investidores devem monitorar influxos nos ETFs como indicador leading para o preço. Esse movimento da BlackRock reforça o case bullish: o bull run de 2026 pode estar apenas começando, com tesourarias se enchendo de BTC para navegar a incertezas macro.


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Banqueiro cartoon elevando plataforma tech com seta verde +38% e prisma Ethereum, simbolizando upgrade 'buy' da Coinbase pelo Bank of America

BofA Eleva Coinbase para ‘Buy’: Alvo de US$ 340 e +38%

O Bank of America elevou a classificação das ações da Coinbase (COIN) para ‘buy’, mantendo preço-alvo de US$ 340. Isso implica um upside de 38% a partir dos níveis atuais próximos a US$ 246, após queda de 40% dos picos de julho de 2025. O movimento reforça sinais institucionais positivos para exposição a cripto via equities, impulsionado pela expansão de produtos e rede Base no Ethereum.


Fundamentos do Upgrade Analítico

O analista Craig Siegenthaler, do BofA, destacou a aceleração na ‘product velocity’ da Coinbase no segundo semestre de 2025, com diversificação para ações, ETFs e mercados de previsão. Essa estratégia visa transformar a exchange em uma ‘everything exchange’, ampliando o total addressable market (TAM).

Um pilar central é a rede Base, Layer-2 sobre Ethereum, que posiciona a Coinbase como provedora de infraestrutura cripto. Um possível token nativo para Base poderia captar bilhões, incentivando desenvolvedores e adoção on-chain, conforme projeções do banco.

Dados on-chain reforçam: Base tem crescido em volume e usuários, beneficiando-se da escalabilidade do Ethereum em meio à maturidade do ecossistema DeFi.

Desempenho e Valuation das Ações COIN

As ações COIN acumulam volatilidade em 2025, variando de US$ 151,8 (mínima) a US$ 419,8 (máxima), fechando o ano em torno de US$ 245,6 — queda de 5,6% em 12 meses. A compressão do P/E desde meados de 2024 melhora o perfil risco-retorno.

Fatores recentes incluem venda por tax-loss harvesting no fim de Q4 2025 e reversão de short interest. Esse é o segundo ‘buy’ em uma semana, após Goldman Sachs, sinalizando rebound potencial no início de 2026.

Gráficos diários mostram COIN acima de US$ 246 na quinta-feira, testando resistências chave em meio a correção cripto.

Catalisadores e Riscos para 2026

O ambiente regulatório favorável sob Donald Trump, com mais três anos de mandato, oferece ‘tailwinds’ significativos. A Coinbase é vista como parceira ideal para TradFi na adoção cripto inicial.

Iniciativas como Coinbase Tokenize integram emissão, custódia e compliance, liderando tokenização de real-world assets (RWAs). Para investidores mistos stock/cripto, COIN oferece proxy diversificado ao mercado on-chain.

Riscos incluem retorno da Binance aos EUA e correções em preços cripto. Dados sugerem monitoramento de volume Base e mNAV da Coinbase para validar upside.

Os números indicam confiança institucional crescente, mas volatilidade persiste. Investidores devem avaliar exposição via COIN como hedge estratégico.


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Prisma cristalino Ethereum refratando luz vermelha bearish em raios cyan dourados com '5K' refletido, sinalizando oportunidade para US$ 5.000

ETH para US$ 5.000? Analistas Identificam Oportunidade

ETH está subvalorizado agora? Analistas como Michaël van de Poppe afirmam que Ethereum possui o melhor ecossistema e ETH está posicionado para superar US$ 5.000, enquanto negocia 35% abaixo do topo de ciclo de 2021. Apesar do sentimento bearish generalizado, o par ETH/BTC sugere rotação de capital, oferecendo timing ideal para acumulação por traders pacientes. Isso importa para brasileiros monitorando altcoins em exchanges locais.


Melhor Ecossistema e Previsão Acima de US$ 5.000

O analista Michaël van de Poppe destacou que o ecossistema Ethereum lidera em atividade de desenvolvedores, produtos e efeitos de rede. Segundo sua visão, ETH está à beira de um novo recorde histórico acima de US$ 5.000. Dados técnicos mostram ETH avançando 1,50% para US$ 3.822,60 com volume 19,01% acima da média de sete dias, mas enfrentando rejeição na banda superior de US$ 3.860–3.880.

Essa movimentação reflete maior participação de compradores, com picos de volume às 14h UTC atingindo 446,7K unidades. No entanto, vendedores defenderam o teto, criando um range mais apertado entre US$ 3.730–3.880. Para traders, uma reclaim acima de US$ 3.880 sinaliza força compradora rumo aos recordes.

Esses fundamentos posicionam ETH como ativo premium para alocação de longo prazo, especialmente com upgrades recentes melhorando escalabilidade e custos de transação.

Oportunidade de Acumulação em 35% de Desconto

Bobby A, outro analista, enfatiza que ETH negocia 35% abaixo do topo de ciclo de 2021, enquanto Bitcoin já superou picos anteriores. Esse desconto ocorre em meio a sentimento bearish extremo, o que historicamente marca bottoms de acumulação. Declínios de 30%-40% em altcoins triggeram saídas retail, transferindo posições para mãos fortes.

Pacientes investidores se beneficiam, contrastando com o FOMO em topos. ETH testando suportes de timeframe alto reforça o viés otimista, com padrões cíclicos sugerindo reversão iminente. Para o público brasileiro, isso representa chance de entrada em reais via pares locais, aproveitando volatilidade.

Dados on-chain corroboram: baixa premium ETH/BTC indica compressão antes de expansão altcoin.

Análise ETH/BTC e Rotação de Capital

O par ETH/BTC é chave: atualmente baixo, sinaliza potencial rotação de Bitcoin para Ethereum durante consolidação do BTC. Bobby A prevê que ETH precisa romper US$ 4.850 – resistência do ciclo anterior – para desencadear rallies em altcoins. Essa quebra confirmaria fase de expansão ETH.

Suportes em US$ 3.680–3.720 seguraram quedas iniciais, enquanto resistência em US$ 3.860–3.880 define o próximo teste. Alta liquidez e volume elevado sugerem acumulação institucional discreta. Traders devem monitorar rompimento acima de US$ 3.880 para confirmação bullish, com perda de US$ 3.720 expondo US$ 3.680.

Essa dinâmica favorece estratégias de swing trading, comprando dips em suporte e vendendo em resistência até breakout.

Implicações para Traders Brasileiros

Para traders locais, o timing é crucial: acumule ETH em descontos atuais, visando US$ 5.000. Sentimento bearish contrasta com suportes técnicos sólidos, ecoando ciclos passados onde pessimismo precedeu rallies. Monitore ETH/BTC para rotação e volume para confirmação.

Riscos incluem rejeição prolongada em US$ 3.880, mas dados sugerem viés otimista. Paciência diferencia vencedores: mercados transferem riqueza de impacientes para pacientes.


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Fluxo de cristais roxos e cyan ETH convergindo para cofre glass hexagonal, simbolizando transferência massiva de whales para custódia Copper

Amber Group Transfere US$ 18 Milhões em ETH para Copper em 4 Horas

Um movimento de whale que pode influenciar o ETH? Há cerca de 4 horas, a Amber Group transferiu 5.800 ETH, equivalentes a aproximadamente US$ 18 milhões, para a plataforma de custódia Copper. Monitorado pelo The Data Nerd, o movimento on-chain destaca a atividade de grandes players no ecossistema Ethereum, em um momento de volatilidade no mercado cripto. Isso pode sinalizar estratégias de gestão de ativos ou preparação para trades institucionais, impactando a liquidez do ETH.


Detalhes da Transação On-Chain

A transação ocorreu em 9 de janeiro de 2026, por volta das 9:34 (horário de referência), conforme reportado pelo BlockBeats com base em dados do The Data Nerd. A Amber Group, conhecida como um dos principais market makers e gestores de ativos cripto, moveu os 5.800 ETH diretamente para endereços associados à Copper. O valor de aproximadamente US$ 18 milhões reflete o preço spot do ETH na época, estimado em torno de US$ 3.114 por unidade.

Esses movimentos não são isolados. A Amber tem um histórico de gerenciamento ativo de posições em ETH, com acumulações em baixas como US$ 1.782 em outubro de 2023 e rotações subsequentes em 2024. Dados on-chain mostram padrões de high-low trading, sugerindo que essa transferência pode fazer parte de uma rotação de portfólio ou otimização de liquidez, em vez de uma venda imediata.

Quem São Amber Group e Copper?

A Amber Group é uma firma de investimentos quantitativos com foco em criptoativos, atuando como market maker para fornecer liquidez em exchanges globais. Gerencia bilhões em ativos e é ativa em estratégias de arbitragem, lending e trading de derivativos. Seus wallets são frequentemente rastreados por ferramentas como Arkham ou Nansen por influenciarem preços.

Já a Copper é uma plataforma de custódia e corretagem institucional, oferecendo serviços de armazenamento seguro, prime brokerage e acesso a DeFi para grandes investidores. Diferente de exchanges como Binance ou Coinbase, transfers para Copper tipicamente indicam custódia de longo prazo, uso como colateral em leveraged trading ou execução de OTC trades, reduzindo pressão de venda direta no mercado spot.

Essa distinção é crucial: depósitos em custodiantes como Copper raramente precedem quedas massivas, ao contrário de inflows em CEXs.

Implicações para o Mercado de ETH

No contexto atual, com o Bitcoin negociado a cerca de R$ 488.767 — segundo o Cointrader Monitor —, e ETH correlacionado em torno de US$ 3.100, esse inflow pode otimizar a liquidez ETH sem gerar pânico. Análises sugerem que não se trata de venda spot, mas possivelmente preparação para yield farming, staking ou hedging via Copper ClearLoop.

Os dados indicam baixa probabilidade de pressão vendedora imediata, mas traders devem vigiar saída de recursos subsequentes da Copper ou volume em derivativos ETH. Historicamente, movimentos da Amber precedem volatilidade de 2-5% no ETH em 24h.

O Que Traders Devem Monitorar

Para engajar no trade, acompanhe gráficos de ETH/USDT em timeframes de 1h-4h, focando em volume e RSI. Ferramentas como Dune Analytics ou Lookonchain podem rastrear a carteira da Amber (verifique clusters via The Data Nerd). Indicadores chave: inflows adicionais na Copper ou rotações para lending protocols.

Possíveis cenários: acumulação discreta (bullish) se mantido em custódia; ou pressão se migrar para exchanges. Com urgência média alta, fique atento a atualizações on-chain nos próximos dias.


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Executivo cartoon abrindo cofre para fluxo dourado alimentar esferas BTC e ETH, simbolizando acumulação bilionária da BlackRock em cripto

BlackRock Acumula US$ 1 Bilhão em BTC e ETH: Alta à Vista?

BlackRock, o maior gestor de ativos do mundo liderado por Larry Fink, está de volta ao jogo com uma acumulação massiva de Bitcoin e Ethereum superior a US$ 1 bilhão em apenas três dias consecutivos no início de janeiro. Com 9.619 BTC (US$ 878 milhões) e 46.851 ETH (US$ 149 milhões), o movimento via ETFs como o IBIT sinaliza confiança institucional renovada após saídas em 2025. BlackRock está comprando – e isso pode ser o gatilho para a próxima alta?


Detalhes da Acumulação Recorde

A operação foi revelada por analistas on-chain como Lookonchain e SosoValue. Nos dias 5 a 7 de janeiro, o ETF IBIT da BlackRock atraiu inflows expressivos, com US$ 372 milhões só no dia 5, representando mais da metade dos US$ 697 milhões totais em spot Bitcoin ETFs nos EUA. Essa é uma das fases de acumulação mais intensas desde o lançamento dos ETFs em 2024.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 488.695, com variação de -0,71% nas últimas 24 horas. O equivalente em reais da compra da BlackRock seria superior a R$ 5,3 bilhões, reforçando a relevância para investidores locais.

Virada Após Saídas de 2025

Após massivas saídas no final de 2025, grandes investidores parecem estar reconstruindo posições de risco. A BlackRock, com US$ 10 trilhões sob gestão, lidera essa reversão, indicando que o apetite por ativos digitais está voltando. O rally pode ser impulsionado por esses fluxos institucionais, que historicamente precedem altas sustentadas no preço do BTC e ETH.

Projeções otimistas apontam para novos ATHs em 2026, especialmente com o halving do Bitcoin ainda fresco na memória e adoção crescente. Para o Ethereum, upgrades recentes fortalecem o ecossistema DeFi, atraindo mais capital.

Implicações para Investidores e Mercado

Esse movimento não é isolado: Morgan Stanley, com US$ 1,8 trilhão em ativos, protocolou S-1 para ETFs de BTC, ETH e Solana junto à SEC. É o sinal definitivo de que cripto não é mais nicho – é mainstream na gestão global de patrimônio. Larry Fink, outrora cético, agora vê Bitcoin como “ouro digital”.

Para brasileiros, isso significa maior liquidez e estabilidade. Exposição institucional reduz volatilidade e valida posições long em portfólios diversificados. Monitore inflows semanais: valores acima de US$ 500 milhões costumam catalisar rallies de 10-20% no curto prazo.

Próximos Passos: Hora de Posicionar?

Com gigantes como BlackRock acumulando, o cenário é bullish. Investidores devem considerar alocações estratégicas em BTC e ETH via exchanges reguladas. Plataformas como a Binance oferecem acesso fácil a esses ativos, com ferramentas para staking e trading.

Vale acompanhar os próximos relatórios de inflows. Se a tendência persistir, uma alta para US$ 100.000 no BTC não é improvável nos próximos meses.


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Vórtice negro sugando fluxos dourado de BTC e cyan de ETH com silhueta whale e '170M' rachado, simbolizando liquidação massiva de posições longas

Gigante Liquida US$ 170 Milhões em Longs de BTC e ETH Após Queda

Uma baleia conhecida como “oponente do MicroStrategy” liquidou mais de US$ 170 milhões em posições longas de Bitcoin e Ethereum em apenas uma hora, após o BTC romper temporariamente os US$ 90 mil. O endereço 0x94d reduziu seu portfólio total de US$ 352 milhões para US$ 180 milhões, uma queda de 48%. Isso é o fim da correção ou apenas o começo de mais volatilidade institucional? Traders atentos monitoram sinais de capitulação em meio à queda recente do mercado.


Detalhes da Liquidação On-Chain

O movimento foi detectado por monitores como o Coinbob e reportado pelo BlockBeats. A baleia fechou quatro posições longas de alavancagem 15x logo após o Bitcoin cair abaixo de sua média de custo em US$ 90.100. Especificamente:

  1. Long BTC 15x: Reduzido de US$ 137 milhões para US$ 31,27 milhões.
  2. Long ETH 15x: De US$ 137 milhões para US$ 100 milhões, com média de US$ 3.092 por ETH.

Essa ação reflete uma gestão de risco agressiva, evitando liquidações forçadas em um ambiente de alta volatilidade. Dados on-chain mostram que o endereço operava com precisão, mas o rompimento de preço forçou a redução drástica.

Perfil da Baleia: Oposto ao MicroStrategy

Desde dezembro de 2025, o endereço 0x94d acumulou posições short em BTC e ETH, contrastando diretamente com a estratégia de acumulação contínua da MicroStrategy. Inicialmente com US$ 20 milhões, o portfólio cresceu para US$ 352 milhões antes da liquidação. Mercados a apelidaram de “oponente do MicroStrategy” por apostar contra o rally contínuo do Bitcoin promovido pela empresa de Michael Saylor.

Recentemente, a baleia lucrou US$ 1,7 milhão em shorts de BTC antes de inverter para longs, demonstrando flexibilidade tática. No entanto, a reviravolta do mercado em 9 de janeiro expôs os riscos de alavancagem elevada em tendências reversas.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa liquidação massiva contribui para o efeito cascata de cascading liquidations, amplificando a queda do BTC abaixo de US$ 90k. Dados on-chain indicam maior atividade de whales em gerenciamento de risco, com saídas líquidas em ETFs de Bitcoin (-3.826 BTC) e Ethereum (-58.467 ETH) no dia. Para traders, isso pode sinalizar capitulação local, potencial fundo de curto prazo, ou continuação de downside se suportes em US$ 85k falharem.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.531 às 20:16 de hoje, com variação de -0,72% em 24h e volume de 234 BTC. Níveis de suporte em R$ 480k e resistência em R$ 500k guiam decisões de entrada/saída.

Lições para Traders e Perspectivas

Em mercados alavancados, posições acima de 10x demandam monitoramento constante de liquidez e funding rates. Essa baleia exemplifica como até players institucionais enfrentam pressões em reversões rápidas. Investidores devem priorizar stop-losses dinâmicos e diversificação. Com o Fed ajustando expectativas de cortes de juros, volatilidade persiste — vale observar fluxos on-chain para confirmar tendência.


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Executivo cartoon despejando ETH dourado em rede DeFi cyan pulsante com yields verdes, simbolizando adoção bullish por firmas públicas como SharpLink

SharpLink stakeia US$ 170M em ETH na Linea por yield

A SharpLink Gaming, empresa listada na Nasdaq com uma das maiores tesourarias em Ethereum, stakeou US$ 170 milhões em ETH na rede Layer-2 Linea. A estratégia combina staking nativo com restaking via EigenLayer e incentivos de ether.fi e Linea, tudo sob custódia qualificada da Anchorage Digital. Anunciado nesta quinta-feira (8/1), o movimento faz parte de um plano multianual para até US$ 200 milhões e sinaliza a adoção acelerada de DeFi por instituições – siga o dinheiro!


A Estratégia de Tesouraria da SharpLink

SharpLink, sediada em Minneapolis e listada como SBET, gerencia 864.840 ETH – equivalentes a cerca de US$ 2,7 bilhões –, todos já stakeados via custodians regulados. O deploy na Linea eleva a produtividade: além do yield nativo do Ethereum (cerca de 3-4% ao ano), adiciona recompensas de restaking e bônus da rede L2 e ether.fi.

Matt Sheffield, CIO da SharpLink, destacou a inovação: "Uma empresa pública usando liquid staking, bridging e custódia qualificada sem sair do custodiante". Isso representa "múltiplos primeiros na indústria", tornando a tesouraria a "exposição mais produtiva ao ETH". As ações SBET subiram 1,4% na quinta, apesar de queda de 37% nos últimos seis meses, mostrando confiança no modelo.

A Linea, incubada pela ConsenSys (de Joseph Lubin, cofundador do Ethereum), é uma zkEVM que oferece transações rápidas e baratas, herdando a segurança da mainnet. SharpLink integra o Linea Consortium, gerenciando distribuição do token LINEA.

Restaking e Parceiros: ether.fi e Anchorage em Destaque

O cerne é o restaking: ETH stakeado gera eETH ou similar via ether.fi, que é restakeado no EigenLayer para yields extras. Linea adiciona incentivos diretos, tudo custodiado pela Anchorage – regulada e institucional. Essa pilha cria "enhanced yield" sem riscos excessivos de DeFi puro.

Ether.fi é chave: protocolo líder em liquid staking, permitindo yields compostos sem lockups longos. Anchorage garante compliance para acionistas da Nasdaq. Sheffield planeja "muitos mais deals assim, accretivos aos shareholders". Instituições evitam volatilidade pura, focando em infraestrutura rentável alinhada ao Ethereum.

TVL da Linea caiu para US$ 185 milhões pós-lançamento do token, mas influxos como esse podem reverter a tendência, impulsionando adoção.

Por Que Isso é bullish para Ethereum e DeFi

Firms públicas em DeFi marcam maturidade: SharpLink segue tendência de "ETH como capital de trabalho", não só reserva. Mais de 3,4 milhões ETH migraram para L2s desde 2023, queimando fees e demandando staking. Isso fortalece a rede, eleva fees e valida Ethereum como "bedrock da finança global".

Para holders, é sinal positivo: atividade institucional gera demanda orgânica, não especulativa. ETH negociava a US$ 3.088 (0,65%), estável, mas fluxos assim sustentam rallies. SharpLink testa DeFi institucional em escala – sucesso atrai mais capital.

Como Replicar: Passos para Holders Brasileiros

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Holder cartoon recebendo pilha de cash com selo 0% de juros enquanto segura BTC e ETH intactas, ilustrando lançamento de empréstimos da Nexo

Nexo Lança Empréstimos a 0% de Juros para BTC e ETH

A Nexo anunciou o lançamento do Zero-interest Credit, um produto que permite a holders de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) obterem empréstimos com 0% de juros e sem taxas. Ideal para quem quer liquidez sem vender ativos, o serviço usa os criptoativos como colateral em termos fixos, eliminando risco de liquidação prematura. Disponível em jurisdições permitidas, expande opções de CeFi para maximizar stacks sem custos extras. Anúncio feito em 8 de janeiro de 2026.


O Que é o Zero-Interest Credit da Nexo

O Zero-interest Credit (ZiC) é uma linha de crédito expandida da Nexo, focada em empréstimos fixos para detentores de BTC e ETH. Anteriormente restrito a canais privados e OTC — onde gerou mais de US$ 140 milhões em empréstimos em 2025 —, agora acessível a usuários comuns. A plataforma, fundada em 2018 e atuante em 150 jurisdições, reentrou nos EUA em abril de 2025 após acordo com a SEC.

Trata-se de uma solução CeFi híbrida, combinando simplicidade centralizada com proteção contra volatilidade. Holders escolhem o valor e duração do empréstimo antecipadamente, com condições de repagamento definidas no início, permitindo planejamento preciso sem surpresas.

Como Funciona Tecnicamente

No processo, o usuário deposita BTC ou ETH como colateral e recebe liquidez em stablecoins ou outros ativos. Os termos fixos garantem sem liquidação antes do vencimento, diferentemente de empréstimos variáveis comuns em plataformas como Aave ou Compound. Ao fim do período, repague com stablecoins ou devolva o colateral, dependendo das condições de mercado. Há opção de renovação com novos termos.

A CPO da Nexo, Elitsa Taskova, destacou: “Oferece liquidez custo-eficiente, clara e livre de incertezas de liquidação”. Isso é possível graças à estrutura overcollateralized, onde o colateral excede o valor emprestado, mitigando riscos para a plataforma. Para brasileiros, verifique conformidade regulatória local antes de usar.

Benefícios Práticos para Holders Brasileiros

Imagine manter seu BTC rendendo yields em staking ou savings da Nexo (até 8-12% APY em alguns produtos), enquanto usa como colateral para empréstimos 0% APR. Sem vender, você acessa capital para despesas, investimentos ou trading sem tributação imediata sobre ganhos de capital — comum no Brasil com IR sobre vendas de cripto.

No contexto de recuperação do lending cripto em 2025, com TVL DeFi crescendo de US$ 48 bilhões para pico de US$ 92 bilhões, produtos como esse democratizam acesso a liquidez. Holders evitam sell-offs forçados em bear markets, maximizando HODL estratégias.

Riscos, Limites e Considerações

Apesar dos atrativos, há limites: valores e durações dependem do colateral disponível e elegibilidade por jurisdição — nem todos os países suportam crypto-backed lending. Riscos incluem volatilidade: se o colateral cair muito até o vencimento, repagamento em stablecoins pode ser oneroso. Não há fees iniciais, mas spreads implícitos ou custos de stablecoins aplicam-se.

Monitore LTV (loan-to-value) implícito e regulamentos da CVM/BC no Brasil. Plataformas CeFi como Nexo tiveram lições pós-FTX/Celsius, adotando modelos conservadores. Sempre DYOR: teste com valores pequenos e diversifique colaterais.


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Estrutura isométrica Ethereum com blobs cyan expandidos conectando Layer 2 via fluxos verdes, simbolizando upgrade Fusaka e redução de fees em DeFi

Ethereum Aumenta Capacidade de Blobs para Fusaka

O Ethereum aumentou sua capacidade de dados por bloco, elevando o blob target para 14 e o limite máximo para 21 blobs. Essa mudança, implementada na rede principal nesta semana, prepara o terreno para o upgrade Fusaka, o próximo passo na evolução da blockchain após o Dencun. Para usuários de DeFi e holders, isso significa transações mais baratas e rápidas em soluções Layer 2, beneficiando ecossistemas como rollups.


O Que São Blobs no Ethereum?

Imagine os blobs como grandes caminhões que transportam dados temporários na rede Ethereum. Introduzidos no upgrade Dencun de março de 2024, eles substituem chamadas caras ao Layer 1 para dados de Layer 2, como transações em rollups otimistas ou zk-rollups. Antes, esses dados ocupavam espaço permanente no blockchain, elevando custos. Agora, blobs são dados "descartáveis" após um período, liberando espaço e reduzindo fees.

A capacidade inicial era limitada: target de 3 blobs por bloco (cerca de 384 KB) e máximo de 6 (768 KB). Com a demanda crescente de DeFi e dApps, a rede saturava, forçando usuários a pagar mais. Essa atualização responde a essa pressão, aumentando a eficiência geral.

Preparação para o Upgrade Fusaka

O Fusaka é o codinome do próximo hard fork, sucedendo Pectra (previsto para o 1º trimestre de 2026). Ele visa refinar ainda mais o modelo de dados, com propostas como EIP-7691, que eleva permanentemente esses limites. A mudança recente é um ajuste prévio, testado em redes de simulação como Hoodi, para evitar gargalos no mainnet.

Desenvolvedores do Ethereum Foundation monitoram métricas on-chain: desde Dencun, fees em L2 caíram até 90% em alguns casos. Com mais blobs, espera-se continuidade dessa tendência, tornando ETH mais competitivo contra rivais como Solana em throughput e custo.

Impactos para DeFi e Holders de ETH

Para protocolos DeFi em rollups como Arbitrum e Optimism, mais blobs significam mais dados processados por bloco, reduzindo latência e custos operacionais. Holders se beneficiam indiretamente: maior adoção em L2 impulsiona demanda por ETH como gas token no settlement layer.

Analogia simples: pense na rede como uma rodovia. Blobs extras são faixas adicionais para carpool de dados L2, aliviando o tráfego principal. Resultado? Viagens (transações) mais fluidas e econômicas, atraindo mais usuários e volume para o ecossistema Ethereum.

Próximos Passos e Monitoramento

Embora o ajuste seja bem-vindo, a comunidade observa riscos como centralização se poucos validadores dominarem produção de blobs. Ferramentas como beaconcha.in mostram uso atual próximo do limite anterior, justificando a expansão. Fusaka deve trazer otimizações adicionais, como melhorias em verifier efficiency.

Vale monitorar: se o target de 14 estabilizar sem congestionamentos, 2026 pode ser o ano de maturidade para scaling Ethereum.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Estrutura hexagonal translucida expandindo blobs de dados com fluxos cyan estaveis, simbolizando upgrade Fusaka para escalabilidade Ethereum em DeFi

Ethereum Eleva Capacidade de Blobs para Upgrade Fusaka

A atualização recente no Ethereum elevou a capacidade de blobs por bloco, passando o alvo de 10 para 14 e o limite máximo de 15 para 21. Essa mudança, implementada na segunda fork BPO (Blob Parameters Only), prepara a rede para o upgrade Fusaka, melhorando a escalabilidade sem grandes reformulações. Para usuários de DeFi e holders de ETH, isso significa transações mais baratas e rápidas em layer-2s, continuando os ganhos pós-Dencun.


O Que São Blobs e Por Que Eles Importam?

Imagine os blobs como pacotes compactos de dados que as layer-2s (L2s), como Arbitrum, Optimism e Base, enviam para a camada principal do Ethereum. Ao contrário de dados calldata tradicionais, que ocupam espaço caro no bloco principal, os blobs são armazenados temporariamente (cerca de 18 dias) e acessíveis apenas para verificação de segurança, reduzindo drasticamente os custos.

Introduzidos no upgrade Dencun em março de 2024, os blobs já cortaram fees de L2s em até 90%. Antes, postar dados de transações custava caro; agora, com mais espaço, as L2s processam milhares de transações off-chain e publicam apenas resumos baratos. Essa expansão gradual da capacidade evita congestionamentos e mantém fees estáveis, mesmo com crescente adoção de DeFi e NFTs.

Atualmente, o uso de blobs está abaixo da capacidade, dando folga à rede. Mas com o crescimento de rollups zk (como zkSync e Starknet), essa margem é essencial para evitar picos de custo.

Preparando o Terreno para Fusaka

O Fusaka é o próximo grande upgrade do Ethereum, focado em escalabilidade via PeerDAS (Peer Data Availability Sampling), permitindo que nós armazenem menos dados completos enquanto verificam a rede inteira. As forks BPO, como essa de 8 de janeiro de 2026, são ajustes paramétricos para testar e otimizar blobs antes do lançamento principal.

Essa estratégia de “tuning gradual” difere de upgrades passados como The Merge ou Dencun, que envolviam mudanças radicais. Em vez de um big bang, o Ethereum itera com forks menores, garantindo estabilidade. Vitalik Buterin destacou recentemente essa fase, onde melhorias em data availability e zkEVMs impulsionarão throughput sem comprometer descentralização.

Com blobs em alta demanda, mas uso controlado, a rede tem headroom significativo. Isso escala preemptivamente o Ethereum antes de pressões reais de congestionamento.

Benefícios para DeFi, Holders e Usuários Brasileiros

Para o ecossistema DeFi, mais blobs significam custos previsíveis em protocolos como Uniswap L2 ou Aave. Holders de ETH ganham com o ETH mais eficiente como “combustível” da rede, potencializando valor via maior utilidade. No Brasil, onde exchanges como Binance e Mercado Bitcoin adotam L2s, isso reduz slippage e atrai mais liquidez local.

Pós-Dencun, fees caíram de dólares para centavos por transação em L2s. Fusaka pode multiplicar isso por até 8x a capacidade atual de blobs, beneficiando traders brasileiros em voláteis mercados cripto.

Vale monitorar: se demanda explodir, fees podem subir temporariamente, mas ajustes contínuos como esse mantêm equilíbrio.


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