Baleia trader cartoon fisgada por gancho simbolizando prejuízo milionário em short contra ETH, com XRP brilhando via ETFs e parcerias

Baleia no Gancho: Prejuízo Milionário em Posição Vendida Contra ETH

Baleia no Gancho: Uma baleia identificada como ‘Pension Fund’ acumula prejuízo de US$ 1,69 milhão em uma posição vendida de 25.000 ETH com alavancagem de 3x, valorada em US$ 74,88 milhões. Aberta a US$ 2.927,33, a aposta enfrenta liquidação em US$ 3.993,68. Em contraste, o XRP ganha tração institucional com US$ 1,24 bilhão em influxos de ETFs, sinalizando batalha de gigantes no fluxo de capital cripto. Isso ocorreu em 28 de janeiro de 2026.


A Aposta Alavancada que Virou Pesadelo

A posição da baleia foi monitorada pelo HyperInsight e reportada pelo BlockBeats. Com abertura em US$ 2.927,33, o vendido de 25.000 ETH equivalia a uma exposição de cerca de US$ 74,88 milhões sob 3x de alavancagem. Atualmente, o prejuízo flutuante atinge US$ 1,69 milhão, pressionado pela resiliência do Ethereum acima dos US$ 2.900. O preço de liquidação em US$ 3.993,68 representa risco iminente se o ETH romper resistências.

No Brasil, o ETH cotado a R$ 15.491,08 (AwesomeAPI) reflete volatilidade, mas detentores institucionais resistem. Essa estratégia de vendido com alta alavancagem amplifica ganhos em quedas, mas expõe a perdas rápidas em rebounds, como visto em flutuações recentes do mercado.

Realized Price Raro: Sinal de Acumulação

O realized price é o preço médio de aquisição dos holders atuais de um ativo, calculado pelo valor total pago dividido pelo suprimento em circulação. Um realized price ‘raro’ ocorre quando cai para níveis historicamente baixos, indicando capitulação de mãos fracas e acumulação por grandes carteiras. Para o Ethereum, esse patamar atual sugere que investidores de longo prazo compraram em bases sólidas, abaixo da média histórica.

Esse fenômeno atrai baleias porque sinaliza ‘fundo’ potencial: com realized price baixo, há menor pressão vendedora futura. Dados on-chain mostram acumulação crescente, contrariando vendidos especulativos. Apostar contra ETH nesse contexto é arriscado, pois ignora métricas fundamentais de retenção.

XRP em Ascensão Institucional

Enquanto ETH pune vendidos, o XRP registra influxos de US$ 1,24 bilhão em ETFs spot desde novembro de 2025. Canary Capital lidera com US$ 346 milhões, seguido por Bitwise (US$ 324 milhões). Parcerias como com Jeel (Riyad Bank) para tokenização e DXC Technology para custody em bancos globais impulsionam adoção.

Esses influxos refletem confiança institucional, com XRP cotado a R$ 9,88 no Brasil. Eventos como XRP Community Day em fevereiro reforçam ecossistema, contrastando com volatilidade de derivados em ETH.

Fluxo de Capital e Lições para Traders

A batalha evidencia realocação: capital sai de posições especulativas curtas para ativos com suporte institucional como XRP e ETH em realized price atrativo. Traders brasileiros devem monitorar liquidações e on-chain para evitar armadilhas alavancadas. Com ETH resiliente e XRP em alta, o mercado premia paciência sobre apostas agressivas contra tendências.

Volume em ETH-BRL reforça liquidez local, mas risco de liquidação persiste em cenários de alta.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon BlackRock puxando alavanca para reverter saídas e abrir influxos dourado e cyan em tanque cripto, simbolizando recuperação de ETFs

ETFs de Bitcoin Revertem Saídas Bilionárias: BlackRock Lidera Compras

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxo líquido de US$ 6,8 milhões na segunda-feira (26/01), encerrando uma sequência de cinco dias com saídas totais de US$ 1,72 bilhão. BlackRock liderou com US$ 15,9 milhões no IBIT, enquanto o Grayscale Mini Trust captou US$ 7,7 milhões. Paralelamente, os ETFs de Ethereum atraíram US$ 117 milhões, com Fidelity à frente. Esses dados indicam retomada da confiança institucional em meio à correção de preços.


Fluxos Detalhados nos ETFs de Bitcoin

O IBIT da BlackRock reverteu as saídas recentes com entrada de US$ 15,9 milhões, compensando perdas em outros fundos. Bitwise BITB registrou saída de US$ 11 milhões, Fidelity FBTC de US$ 5,7 milhões e ARK 21Shares ARKB de US$ 2,9 milhões. O Grayscale Bitcoin Mini Trust (BTC) viu influxo de US$ 7,7 milhões, enquanto o tradicional GBTC continua pressionado por conversões históricas, embora não detalhado no dia. WisdomTree BTCW adicionou US$ 2,8 milhões. O saldo positivo de US$ 6,8 milhões reflete compras seletivas na baixa, com Bitcoin negociado em torno de US$ 88.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.481 (-0,83% em 24h), alinhado à estabilização global. Volume negociado nos ETFs atingiu US$ 3,19 bilhões, com ativos líquidos em US$ 113,54 bilhões.

Ethereum Impulsiona Recuperação Geral

Os ETFs de Ethereum destacaram-se com US$ 117 milhões em influxos, encerrando quatro dias de saídas. Fidelity FETH captou US$ 137,24 milhões, apesar de saída de US$ 20,25 milhões no ETHA da BlackRock. Volume negociado chegou a US$ 1,23 bilhão, com ativos em US$ 17,62 bilhões. ETH subiu 2,6% para US$ 3.006 (R$ 15.576 via AwesomeAPI), superando Bitcoin em desempenho diário.

Outros ativos como XRP (+US$ 7,76 milhões) e Solana (+US$ 2,46 milhões) também fecharam positivos, sugerindo apetite seletivo por altcoins em correção. Esses fluxos contrastam com a sangria semanal anterior, indicando que gestores institucionais acumulam em níveis de suporte.

IBIT da BlackRock vs. Concorrentes

O IBIT acumulou US$ 15,9 milhões nas últimas 24h, superando o Grayscale Mini Trust (US$ 7,7 milhões) e destacando-se ante o GBTC, que historicamente registra saídas maiores devido a conversões de shares. Essa diferença reforça a preferência por produtos mais eficientes da BlackRock, com menor taxa de administração. Analistas veem o movimento como sinal de ‘compra na baixa’, especialmente após BlackRock depositar BTC em exchanges no início do mês.

Dados on-chain mostram Strategy comprando 2.932 BTC (US$ 264 milhões) em 48h, complementando a tendência institucional.

Implicações para Investidores Brasileiros

A reversão nos fluxos é uma métrica chave de confiança institucional, sugerindo que o fundo do mercado pode estar próximo. Bitcoin oscila em faixa de suporte de US$ 85.000-90.000, com correlação ao dólar enfraquecido. Para brasileiros, com BTC a R$ 461 mil, esses influxos validam acumulação de longo prazo. Monitorar continuidade dos fluxos é essencial, pois influxos sustentados podem impulsionar rompimento de resistências.


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Correntes vermelhas fluindo de rede digital cyan rachada para lingotes de ouro e prata, simbolizando rotação de capital institucional para metais preciosos

Cripto Sangra US$ 7 Bi: Capital Institucional Migra para Ouro

Os mercados cripto enfrentam uma fuga recorde de US$ 1,73 bilhão de fundos na semana passada, segundo a CoinShares, com BlackRock e Fidelity liderando as retiradas. Paralelamente, a oferta de stablecoins ERC-20 na Ethereum caiu US$ 7 bilhões, de US$ 162 bi para US$ 155 bi, sinalizando redução de liquidez. Capital institucional migra para metais preciosos, com prata em US$ 100/onça e ouro próximo a US$ 5 mil/onça, em movimento risk-off clássico.


Saídas Recorde em ETFs de Cripto

De acordo com relatório da CoinShares, os produtos negociados em bolsa (ETPs) de criptomoedas registraram a maior saída semanal desde novembro de 2025, totalizando US$ 1,73 bilhão. BlackRock viu US$ 950 milhões em retiradas de seu iShares Bitcoin Trust, Fidelity perdeu cerca de US$ 470 milhões e Grayscale, US$ 270 milhões. O mercado americano concentrou quase todo o volume, com US$ 2 bilhões saindo de lá.

Bitcoin e Ethereum foram os mais afetados: fundos de ETH perderam US$ 1,1 bilhão, enquanto BTC registrou saídas de US$ 630 milhões. Apesar disso, nichos como Solana atraíram US$ 17 milhões, indicando rotação seletiva. Esses dados refletem ceticismo renovado com ativos de grande capitalização em meio a expectativas frustradas de cortes rápidos de juros pelo Fed.

Queda Histórica na Liquidez de Stablecoins

Dados on-chain revelam a primeira contração semanal acentuada de stablecoins ERC-20 no ciclo atual. A capitalização caiu US$ 7 bilhões na rede Ethereum, marcando sinal de alerta para liquidez cripto. Analistas como Darkfost associam isso a conversões de volta para fiat, com emissores queimando suprimento excedente.

Na Binance, saídas massivas confirmam o padrão: US$ 1,97 bilhão em BTC, US$ 1,34 bilhão em ETH e US$ 3,11 bilhões em USDT ERC-20 na semana de 19 de janeiro. Reservas de USDT na exchange despencaram de US$ 9,16 bi para US$ 4,6 bi em duas semanas, sugerindo realização de lucros e redução de exposição.

Rotação para Metais Preciosos

Enquanto cripto perde tração, capital rotaciona para ativos tradicionais de refúgio. A prata atingiu US$ 100/onça, recorde histórico, e o ouro opera a US$ 4,9 mil/onça, com ganho semanal de 8%, aproximando-se de US$ 5 mil. Relatório da CryptoQuant destaca essa inversão paradigmática, com dólar enfraquecido pela maior desvalorização semanal desde maio passado.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram US$ 1,33 bilhão em saídas sem colapso total de preço, graças à resiliência de mineradores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 463.743 (-0,44% em 24h). Ouro a R$ 26.940/onça e prata R$ 595/onça (AwesomeAPI) reforçam a flight-to-safety.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa dinâmica aponta mudança de sentimento: cripto volta a ser visto como ativo de risco em ambiente macro volátil. Liquidez sistêmica do Fed contraiu US$ 90 bilhões recentemente, pressionando ativos especulativos. Investidores recalibram prazos, optando por hedges ou altcoins descontadas.

Bitcoin testa suporte em US$ 87.500 (média móvel 100 semanas), com resistência em US$ 90 mil. Monitorar inflows em metais e stablecoins indicará se o risk-off persiste. Para traders brasileiros, diversificação ganha relevância em meio a USD/BRL a R$ 5,295.


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Executivos cartoon fechando portas de cofre ETF com siglas BTC/ETH enquanto capital dourado escapa, simbolizando saídas de US$1,7 bi e gap CME

ETFs de Bitcoin Registram Saídas de US$ 1,7 Bi: Gap CME de US$ 2,9 Mil Pressiona

Os ETFs de criptomoedas registraram saídas líquidas de US$ 1,73 bilhão na última semana, o maior volume desde novembro de 2025, segundo relatório da CoinShares. Liderados por produtos de Bitcoin (US$ 1,09 bilhão) e Ethereum (US$ 630 milhões), os fluxos refletem pessimismo macroeconômico nos EUA, com expectativas reduzidas de cortes de juros e queda nos preços. No Brasil, saídas somaram US$ 1,7 milhão, enquanto um gap de US$ 2,9 mil nos futuros da CME adiciona pressão ao BTC, que opera abaixo de US$ 88 mil.


Fluxos de Saída nos ETFs: Dados da CoinShares

Os dados da CoinShares revelam que os produtos de Bitcoin à vista lideraram as retrações com US$ 1,09 bilhão em saídas, revertendo entradas de US$ 2,2 bilhões da semana anterior. Ethereum veio logo atrás, com US$ 630 milhões negativos, e XRP registrou US$ 18,2 milhões em retiradas. Em contrapartida, ETFs de Solana atraíram US$ 17,1 milhões, contrariando a tendência geral de aversão ao risco.

No contexto regional, os EUA concentraram quase todo o volume de saídas (US$ 1,73 bilhão), enquanto Suíça, Alemanha e Canadá viram entradas modestas de US$ 32,5 milhões, US$ 19,1 milhões e US$ 33,5 milhões, respectivamente. No Brasil, os investidores locais retiraram US$ 1,7 milhão, sinalizando alinhamento com o sentimento global de cautela.

Os analistas atribuem o movimento a uma combinação de momentum negativo nos preços e decepção com a não participação dos ativos digitais na desvalorização cambial esperada. Ativos sob gestão totalizam US$ 178 bilhões, mas o fluxo negativo reforça a fragilidade atual do mercado.

Gap nos Futuros CME: Explicação Técnica

O gap de US$ 2,9 mil nos futuros de Bitcoin da CME surgiu após o fechamento de sexta-feira em torno de US$ 89.500, com a reabertura na segunda-feira perto de US$ 86.560. Esse fenômeno ocorre porque os futuros da CME têm horários fixos, enquanto o spot trade continua 24/7, criando discrepâncias nos finais de semana voláteis.

Gaps como esse atuam como ímãs de preço: traders institucionais tendem a preencher essas lacunas, o que pode pressionar o BTC para baixo inicialmente. Historicamente, gaps amplos influenciam movimentos de curto prazo, com o preço testando o nível até o fechamento. Atualmente, o BTC consolida entre US$ 86.000 e US$ 88.000, com liquidações de posições compradas somando US$ 224 milhões nas últimas 24 horas.

Esse desalinhamento destaca a desconexão entre mercados regulados (CME) e spot descentralizado, ampliando a volatilidade em momentos de baixa liquidez.

Tensões Macro e Zonas de Suporte Críticas

A queda do Bitcoin abaixo de US$ 88.000 antecede a decisão do Fed nesta semana, com risco de shutdown governamental nos EUA elevando a incerteza. Traders posicionam-se para resultados de big tech (Microsoft, Meta, Tesla) e comentários de Jerome Powell sobre juros, que podem impactar ativos de risco como o BTC.

Zonas de suporte chave incluem US$ 86.000-US$ 88.000 (atual), com próximo nível em US$ 85.000 e suporte crítico em US$ 80.000. Perda desses níveis pode acelerar liquidações em cascata. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 464.319 (+0,67% em 24h), reflete resiliência relativa no mercado brasileiro apesar da pressão global.

Para evitar liquidações, monitore volume on-chain e open interest em derivativos. Baleias parecem acumular em dips, mas o risco macro prevalece.


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Plataforma hexagonal de suporte digital com rachaduras vermelhas e fluxos cyan enfraquecendo, simbolizando XRP testando US$ 1.75 após queda de 25%

XRP Testa Suporte em US$ 1,75 Após Queda de 25% em 2026

A XRP registrou queda superior a 25% desde o pico de US$ 2,40 em 6 de janeiro, aproximando-se de suportes críticos em US$ 1,75 e US$ 1,88. Traders observam se esses níveis vão resistir, em meio a um mercado cripto pressionado pela descida do Bitcoin abaixo de US$ 88.000 e incertezas macroeconômicas nos EUA, como risco de shutdown governamental. A cotação atual está em torno de US$ 1,83 (R$ 9,71), com volume em baixa indicando indecisão.


Queda Recente e Contexto de Mercado

No último dia, a XRP recuou quase 4%, estabilizando próximo a US$ 1,90 após volatilidade que a levou abaixo de US$ 2,00. Essa movimentação acompanha o Bitcoin, que testou mínimas de US$ 87.000, impulsionado por preocupações com a reunião do Fed, balanços de big techs e tensões políticas americanas, incluindo protestos e ameaças de tarifas.

Os dados mostram uma correlação forte com o mercado geral: mais de US$ 300 milhões em liquidações nas últimas horas. Para o XRP, a desvalorização semanal supera 11%, apagando ganhos de 2026 e retornando aos níveis de janeiro. Em reais, o ativo opera a R$ 9,71 (bid atual), com variação diária de -4,38%, refletindo a pressão vendedora ampla.

Não há notícias negativas específicas sobre a Ripple ou o XRP Ledger, sugerindo que o movimento é técnico e macro, não fundamental.

Análise Técnica: Suportes em Teste

Do ponto de vista técnico, o XRP forma uma consolidação apertada entre suporte em US$ 1,88 – US$ 1,89 e resistência em US$ 1,93 – US$ 1,95. Esse nível de US$ 1,88 atuou como base múltipla, com testes recentes atraindo compradores, mas rebounds rasos. Analistas como ERGAG CRYPTO destacam US$ 1,75 como defesa pivotal: um “sweep and bounce” poderia levar a recuperação em V, enquanto perda com volume confirmaria o rompimento baixista.

O volume despencou, típico de compressão pré-rompimento. Uma linha de tendência descendente paira em US$ 2,10. Os dados indicam indecisão: picos de volume coincidem com reversões, não tendências sustentadas. Em gráfico intradiário, rejeições em US$ 1,92 reforçam o range lateral.

Para traders brasileiros, monitorar o par XRP-BRL é essencial, dado o dólar a R$ 5,29, ampliando impactos cambiais na volatilidade local.

ETFs e Posicionamento Institucional

Os ETFs spot de XRP registraram saídas de US$ 40,6 milhões na semana, o maior fluxo negativo desde o lançamento. Isso reflete realização de lucros institucional e rotação para outros ativos, não perda de confiança. Sem entradas frescas de risco, o mercado mostra cautela à frente de eventos como a decisão do Fed.

Esses fluxos sugerem que posições longas estão sendo ajustadas, mas o suporte em US$ 1,88 segurando indica vendedores perdendo força. Institucionais parecem esperar resolução macro antes de novas apostas.

Próximos Passos e Implicações

Os dados apontam para um movimento maior iminente. Rompimento acima de US$ 1,95 sinalizaria reparo estrutural rumo a US$ 2,03 – US$ 2,06, invalidando o viés baixista. Por outro lado, quebra abaixo de US$ 1,85 abriria risco descendente, questionando se a alta de 2025 foi exaurida.

Para investidores, o suporte de US$ 1,75 é o divisor de águas: manutenção preservaria estrutura acima da tendência macro. Volume seco favorece setups de reversão média, mas exige cautela. Monitore o Fed e BTC para correlações.


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Coluna hexagonal digital com '89K' rachada e fluxo vermelho escorrendo, simbolizando saídas de US$ 1,72 bi em ETFs e quebra de suporte do BTC

ETFs Sangram US$ 1,72 Bi: BTC Quebra US$ 89k e ETH em Risco

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 1,72 bilhão em cinco dias, ampliando o pânico no mercado cripto. O BTC quebrou o suporte de US$ 89 mil, enquanto ETH luta abaixo de US$ 3 mil com baleias reduzindo posições. O Fear & Greed está em "medo extremo". Onde está o próximo suporte? Altcoins entram em modo fuga, sinalizando risco de correções mais profundas.


Saídas Bilionárias nos ETFs de Bitcoin

Os fundos de Bitcoin acumularam US$ 1,72 bilhão em retiradas desde a semana passada, conforme dados da Farside. Isso inclui US$ 103,5 milhões só na sexta-feira, estendendo a sequência negativa. O movimento reflete o cenário de crise no mercado cripto, com BTC negociado em torno de US$ 88.500 nesta manhã de domingo. Inflação no Japão e divergências nas políticas monetárias globais pressionam ativos de risco, forçando instituições a realocarem para opções mais seguras.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 468.756 com variação de -1,3% em 24h, reforçando a tendência de baixa no mercado brasileiro. Investidores institucionais sinalizam cautela, mas varejo ainda pode amplificar a volatilidade.

Baleias ETH Vendem e Preço Perde Suporte Crucial

As holdings de baleias de Ethereum caíram de 31 milhões para 29 milhões de ETH desde o início de 2026, redistribuindo 1,63 milhão de tokens. ETFs de ETH viram US$ 600 milhões em outflows na última semana, o pior desde agosto. ETH rejeita a média móvel de 200 dias em US$ 3.300, abrindo risco de correção de ~20%, como nas quedas anteriores de -27% e -21%.

O preço precisa reconquistar US$ 3.085 para qualquer viés de alta. Sem isso, suportes em US$ 2.600 podem ser testados, agravando perdas para holders apalancados.

Altcoins em Fuga e Sentimento de Medo Extremo

Dados de funding rates em CEX e DEX mostram viés de baixa forte em altcoins, com taxas negativas massivas, enquanto BTC e ETH mantêm neutralidade relativa. O Crypto Fear & Greed em 25 pontos confirma zona de "medo extremo" desde quarta. Varejo foge para ativos tradicionais, mas sinais on-chain como distribuição de suprimentos sugerem possível fundo se formando.

Analistas alertam para volatilidade ampliada, com BTC podendo testar US$ 85k se outflows persistirem. O mercado entra em fase de incerteza, onde paciência é chave.

Gestão de Capital: Como se Proteger Agora

Em momentos de sangria nos ETFs e quebra de suportes, priorize gestão de risco. Reduza alavancagem, diversifique para stablecoins e monitore níveis chave: BTC em US$ 85k-89k, ETH em US$ 2.600-3.085. Evite FOMO em rebounds prematuros; use stops para limitar perdas a 5-10% por posição. Ferramentas como Fear & Greed ajudam a gaugear o humor do mercado.

Vale posicionar em liquidez alta e aguardar confirmações de reversão, como inflows em ETFs ou RSI oversold. Proteja seu capital antes de buscar oportunidades.


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Gestor institucional cartoon tentando fechar válvula em represa de capital dourado jorrando, com nuvens de guerra comercial, simbolizando saídas recorde de ETFs Bitcoin

ETFs de Bitcoin: Quinta Saída Consecutiva de US$ 103,57 Milhões

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram a quinta saída consecutiva de capital na quinta-feira (23/01), com resgates de US$ 103,57 milhões. O movimento soma US$ 1,72 bilhão em cinco dias, incluindo o recorde diário de US$ 709 milhões em 21/01, o maior desde novembro de 2020. Segundo relatório da Bloomberg citado em análises, a desalavancagem de Wall Street é impulsionada por temores de guerra comercial renovados com tarifas propostas por Trump contra a Europa, pressionando ativos de risco como o Bitcoin, que caiu abaixo de US$ 88.000.


Recorde de Saídas e Líderes do Fluxo Negativo

O fundo da BlackRock, IBIT, liderou as retiradas com US$ 101,62 milhões em 23/01, seguido pelo Fidelity FBTC com US$ 1,95 milhão. Outros ETFs como Grayscale GBTC e Bitwise BITB registraram zero fluxo. Os ativos sob gestão (AUM) caíram para US$ 115,88 bilhões, ante US$ 124,56 bilhões em 16/01. O influxo acumulado total recuou para US$ 56,49 bilhões.

A sequência começou em 16/01 com US$ 394,68 milhões, escalando para US$ 709 milhões em 21/01 — impulsionado pela saída recorde reportada pela Bloomberg. Volume negociado despencou para US$ 3,36 bilhões em 23/01, sinalizando menor apetite institucional em meio à volatilidade.

Desalavancagem de Wall Street e Guerra Comercial

A fuga de capital reflete uma desalavancagem ampla em Wall Street, com investidores reduzindo exposição a risco ante ameaças tarifárias de Trump à Europa. O mercado cripto total perdeu 2-3% de capitalização, estabilizando acima de US$ 3 trilhões, com BTC em torno de US$ 89.500. Derivativos mostram US$ 110 milhões em liquidações, mas open interest de futuros em US$ 58,5 bilhões indica reposicionamento cauteloso, não pânico total.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 473.640 às 18:54 de hoje, com variação de -0,04% em 24h. A preocupação reside na liquidez: será saída permanente ou rotação para ativos safe-haven como metais preciosos?

Fluxos On-Chain e Pressão de Vendas

Dados da Glassnode revelam 15.000 BTC (US$ 1,35 bilhão) enviados a exchanges na semana, elevando saldos e sinalizando potencial pressão vendedora de curto prazo. CoinGlass aponta volume de US$ 63,5 bilhões em BTC futuros, com DeFi perps em US$ 19 bilhões de open interest. Ethereum enfraqueceu ante BTC, rompendo médias móveis de 200 dias.

Esses influxos on-chain corroboram a narrativa de realização de lucros, mas o share de BTC em DEXs spot permanece baixo (US$ 0,7 milhão vs. US$ 14,4 bilhões globais), sugerindo que a liquidez institucional ainda sustenta o mercado.

Stablecoins e Implicações para Liquidez

Paralelamente, o mercado de stablecoins retraiu US$ 3,3 bilhões após pico de US$ 310 bilhões em 17/01. USDC liderou com queda de 5,44% (US$ 4,19 bilhões), enquanto USDT manteve estabilidade em US$ 186,6 bilhões (60,76% do market share). Ganhos em USDe (+1,51%) e USDY (+46,54%) indicam rotação para yields tokenizados.

Os dados sugerem migração temporária para ativos menos voláteis, como metais preciosos, em vez de abandono definitivo do BTC. Investidores devem monitorar fluxos ETF e on-chain para avaliação de liquidez futura.


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Plataforma glassmorphism hexagonal resistindo ondas vermelhas de pressão, reforçada por fluxos cyan e dourados na base, simbolizando suporte técnico do XRP em formação

XRP Testa Suporte em US$ 1,91: Base Técnica em Formação

O XRP recuou 2% para US$ 1,91 nesta sexta-feira (23/01), testando níveis de suporte sob pressão vendedora persistente. Apesar disso, a análise técnica revela uma estrutura interna intacta no Binance, com correlação positiva de 0,61 entre preço e Cumulative Volume Delta (CVD) de 30 dias. Influxos em ETFs de XRP spot reforçam sinais de acumulação institucional, diferenciando ruído de alavancagem de fundamentos sólidos para uma possível base de alta futura. (68 palavras)


Correlação CVD Revela Base em Construção

A correlação de 0,61 entre preço e CVD de 30 dias no Binance indica uma relação moderada a forte, confirmando consistência estrutural na tendência. Embora o CVD permaneça negativo, sinalizando venda acumulada não revertida para compra dominante, a ausência de divergência sugere que o XRP está em fase de construção de base em vez de distribuição agressiva.

Essa métrica, destacada pela CryptoQuant, atua como confirmação de tendência sem fornecer sinais diretos de entrada ou saída. Traders observam que, em cenários semelhantes, o ativo consolida suporte antes de romper para cima, especialmente quando o CVD começa a virar positivo. No curto prazo, a zona de US$ 1,78 emerge como suporte crucial, conforme apontado pelo analista Ali Martinez. Acima disso, resistências em US$ 1,97 e US$ 2,00 definem o próximo alvo. (142 palavras)

Sentimento de Mercado: FUD Extremo como Sinal Contrário

Dados da Santiment registram o XRP em “medo extremo“, com traders de varejo pessimistas após queda de dois dígitos desde o pico de 5 de janeiro. Historicamente, esse nível de FUD tem precedido rallies, pois preços frequentemente se movem contra expectativas retail. A pressão vendedora atual, ligada a liquidações de posições alavancadas, difere da acumulação subjacente observada em fluxos institucionais.

Enquanto o varejo reage ao ruído de curto prazo, indicadores on-chain mantêm coerência. O volume não desacopla do preço, reforçando que a correção é técnica e não fundamental. Para o público brasileiro, com XRP cotado a cerca de R$ 10,16 (cotação atual), essa consolidação oferece oportunidade de monitoramento em exchanges locais. (128 palavras)

Influxos em ETFs: Demanda Institucional Persiste

Os ETFs spot de XRP registraram US$ 2,09 milhões em influxos líquidos em 22 de janeiro, conforme dados da SoSoValue. Esse movimento contrasta com o FUD retail e destaca compromisso institucional, mesmo em meio à volatilidade. Diferente do open interest volátil mencionado em análises recentes, esses fluxos representam acumulação de longo prazo via veículos regulados.

Instituições continuam absorvendo oferta em suportes, construindo posições sem alavancagem excessiva. Para 2026, aprovações adicionais de ETFs podem catalisar rompimentos, especialmente se o suporte de US$ 1,78 segurar. Investidores devem acompanhar variações semanais desses fundos para medir o apetite por risco. (118 palavras)

Implicações e Níveis a Monitorar

Atualmente, XRP oscila em torno de US$ 1,92 (variação -0,23% em 24h) ou R$ 10,16 (+0,49%), alinhando com o suporte testado. Uma manutenção acima de US$ 1,78 preservaria a tese de base, mirando US$ 2,00. Quedas abaixo invalidariam, apontando para correção mais profunda.

Vale monitorar o pivô do CVD para confirmação de compra dominante. Essa dinâmica técnica, somada a ETFs, sugere resiliência para alta futura, independentemente de ruídos alavancados. (92 palavras)


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Fluxo vermelho saindo de núcleo BTC rachado para pilares dourado e prateado, simbolizando saídas recordes de ETFs e fuga para ouro e prata

Bitcoin Cai para US$ 88.500 com Saídas Recordes de US$ 1,6 Bilhão em ETFs

Ouro e prata batem recordes enquanto Bitcoin sangra: o refúgio digital falhou? O Bitcoin recuou para US$ 88.500 após saídas recordes de US$ 1,6 bilhão em ETFs spot nos últimos quatro dias, invertendo o fluxo de entradas da semana anterior. Enquanto isso, a prata superou US$ 100/oz pela primeira vez na história e o ouro se aproxima de US$ 5.000/oz, questionando a narrativa de BTC como ‘ouro digital’. Investidores institucionais parecem migrar para refúgios tradicionais em meio à volatilidade.


Saídas Massivas nos ETFs Secam Liquidez

As saídas de mais de US$ 1 bilhão em ETFs de Bitcoin nesta semana evaporaram liquidez, com resgates acelerados desde 16 de janeiro. Em um dia, US$ 708 milhões foram retirados, forçando emissores a venderem BTC e pressionando o preço de US$ 95.500 para US$ 87.000. O suprimento de stablecoins como USDT e USDC caiu de US$ 304 bi para US$ 302 bi, ampliando a ‘seca de liquidez’ e criando ambiente de risco para quedas acentuadas.

Segundo o CoinDesk, os retornos durante o pregão americano evaporaram de 9% para 2% no ano, com resgates de stablecoins indicando saída institucional. Ações cripto como Coinbase (-2,6%) e miners como Riot (-2%) refletem o pessimismo. No Brasil, o BTC está em R$ 473.872 (Cointrader Monitor), com dólar a R$ 5,29.

Bitcoin Entra em Fase Inicial de Bear Market

O ciclo de lucratividade do Bitcoin virou negativo pela primeira vez desde outubro de 2023, com holders realizando perdas líquidas de 69.000 BTC nos últimos 30 dias. Lucros anuais caíram de 4,4 mi para 2,5 mi BTC, ecoando a transição de alta para baixa de 2021-2022. Analistas da CryptoQuant alertam para perda de momentum no mercado de alta.

Suportes chave em US$ 84.000 (congestionamento de 941k BTC) e US$ 80.000 (127k BTC) são testados. Glassnode nota que BTC negocia abaixo do preço médio de custo do 75% da oferta (US$ 92.940), elevando risco de downside. Viés de baixa no MACD em timeframe de 2 meses sugere drawdowns de 50-64% historicamente.

Ouro e Prata Superam BTC como Refúgios Reais

A narrativa de Bitcoin como ‘ouro digital’ é questionada enquanto metais preciosos disparam: ouro a US$ 4.985,91 (+0,57%) e prata a US$ 103,22 (+6,49%), per AwesomeAPI. Prata bate recorde histórico acima de US$ 100, ouro mira US$ 5k, e cobre sobe 2,5%. Institucionais fogem de ativos de risco para commodities tangíveis em meio a volatilidade.

Wintermute observa uptick em resgates de stablecoins para fiat, sinal de retração. BTC age mais como ‘tech stock’ que refúgio, sofrendo com liquidações de US$ 3 bi em longs. No Brasil, equivalentes: ouro ~R$ 26.400/oz, prata ~R$ 546/oz, destacando superioridade dos ativos reais.

Riscos e Próximos Passos para Investidores

Viés de baixa domina: perda de US$ 84k pode aprofundar bear market, com analistas prevendo consolidação prolongada ou quedas a US$ 58k. Pressão de holders de longo prazo, inflows para exchanges (17k BTC) e derivativos fracos agravam. Monitore suportes e macro (tarifas Trump, Fed).

Em cenário de aversão ao risco, diversificação para ouro/prata faz sentido. Vale acompanhar liquidez global (BTC -25% discount vs M2) para possíveis rebounds, mas ceticismo prevalece. Dados sugerem cautela até recuperação de US$ 90k.


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Executivos cartoon transferindo caixas de BTC dourado e ETH cyan para plataforma tech, simbolizando depósitos de BlackRock na Coinbase Prime

BlackRock Transfere US$ 600 milhões em BTC e ETH para Coinbase Prime

A BlackRock realizou uma transferência massiva de cerca de 3.970 Bitcoin, avaliados em US$ 357 milhões, e 82.813 Ethereum, no valor de US$ 247 milhões, para a Coinbase Prime nesta quinta-feira (22 de janeiro de 2026). O movimento ocorre em meio a saques expressivos de seus ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ethereum (ETHA), totalizando mais de US$ 600 milhões em outflows, sinalizando possível rebalanceamento de portfólio ou preparação para liquidações institucionais.


Detalhes da Transferência Institucional

A operação foi identificada por meio de dados da Arkham Intelligence, que rastreia fluxos on-chain de grandes entidades. Os 3.970 BTC transferidos representam um volume significativo, equivalente a aproximadamente R$ 1,87 bilhão ao câmbio atual de R$ 5,29 por dólar. Já os 82.813 ETH somam cerca de R$ 1,28 bilhão, considerando a cotação de R$ 15.430 por ETH.

A Coinbase Prime, plataforma de custódia e trading para instituições, é comumente usada para operações de alta liquidez. Depósitos desse porte por gestoras como a BlackRock, maior administrador de ativos do mundo, geralmente indicam estratégias de rebalanceamento de portfólio ou ajustes em resposta a pressões de resgates em produtos de investimento.

Contexto de Saques nos ETFs

O timing da transferência coincide com saques recordes nos ETFs da BlackRock. O IBIT registrou outflow de US$ 357 milhões, enquanto o ETHA perdeu US$ 250 milhões em um único dia. No agregado, onze ETFs de Bitcoin nos EUA viram saques de quase US$ 709 milhões, o maior volume diário desde novembro de 2025.

Esses movimentos foram impulsionados por incertezas macroeconômicas, incluindo tarifas relacionadas à Groenlândia e volatilidade geral no mercado cripto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 470.702 nesta sexta-feira (23/01), com variação de -1,88% em 24 horas, refletindo a pressão vendedora institucional.

Implicações para Fluxos Institucionais

Analistas interpretam depósitos em exchanges como a Coinbase Prime como preparação para trades ou liquidações. No caso da BlackRock, os valores dos outflows nos ETFs alinham-se quase exatamente com os ativos transferidos, sugerindo que a gestora está reposicionando reservas para atender resgates sem impactar diretamente o mercado spot.

Dados históricos mostram que fluxos institucionais dessa magnitude podem amplificar volatilidade. Em períodos de outflows elevados, como este, o mercado reage com quedas de 2-5% em ativos como BTC e ETH. No entanto, a BlackRock mantém uma posição dominante nos ETFs cripto, com bilhões sob gestão, o que reforça sua influência em tendências de longo prazo.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar os próximos fluxos on-chain da BlackRock via ferramentas como Arkham, além de relatórios semanais de inflows/outflows dos ETFs pela Farside Investors. Uma venda massiva poderia pressionar preços para baixo, mas um rebalanceamento interno pode estabilizar o mercado. Com o Ethereum em queda de 3,84% nas últimas 24 horas, o foco está nos indicadores de liquidez institucional para prever movimentos de curto prazo.


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Baleias institucionais cartoon emergindo de oceano BTC, carregando tesouros, simbolizando acumulação por Saylor, BlackRock e Strive

Baleias Institucionais: Saylor, BlackRock e Strive Movem Bilhões em BTC

Enquanto o Bitcoin testa suportes em torno de US$ 89 mil, baleias institucionais demonstram apetite insaciável. A MicroStrategy de Michael Saylor adquiriu quase US$ 3,4 bilhões em BTC nas últimas duas semanas e sinaliza mais compras. BlackRock movimentou US$ 430 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime, em operações rotineiras de ETFs. Strive, de Vivek Ramaswamy, planeja captar US$ 150 milhões para dívidas e acumulação adicional. Esses fluxos destacam a acumulação silenciosa dos grandes participantes.


Michael Saylor Acelera Aquisições

Michael Saylor, presidente executivo da MicroStrategy, postou no X: “Pensando em comprar mais bitcoin”. A companhia, conhecida por sua estratégia agressiva de tesouraria em BTC, comprou aproximadamente US$ 3,4 bilhões nas últimas duas semanas, elevando seu total para 709.715 BTC, avaliados em mais de US$ 60 bilhões. Os recursos vieram de emissões de ações comuns e preferenciais.

Esse ritmo contrasta com uma breve desaceleração recente. Tradicionalmente, Saylor sinaliza compras aos fins de semana, mas o post de quinta-feira indica continuidade mesmo com o BTC consolidando abaixo de US$ 90 mil. As ações da MSTR caem 1,4%, refletindo volatilidade, mas a confiança na reserva de valor persiste.

BlackRock: Fluxos Operacionais de ETFs

Carteiras ligadas aos ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ether (ETHA) da BlackRock transferiram mais de US$ 430 milhões para a Coinbase Prime. Foram cerca de 3.070 BTC (US$ 276 milhões) e 52.800 ETH (US$ 157 milhões).

Esses movimentos coincidem com saídas recordes de ETFs: US$ 709 milhões em BTC e US$ 298 milhões em ETH, incluindo US$ 356 mi e US$ 250 mi da BlackRock. Especialistas esclarecem: trata-se de liquidações operacionais por resgates de participantes autorizados, não vendas discricionárias. Similar a transferências de 13 de janeiro, não sinalizam despejo, mas gerenciam exposição institucional.

Strive Expande Tesouraria Bitcoin

A Strive, cofundada por Vivek Ramaswamy, anunciou oferta de até US$ 150 milhões em ações preferenciais perpétuas (SATA) para quitar dívidas da subsidiária Semler Scientific e comprar mais Bitcoin. Inclui recompra de notas conversíveis de 4,25% e empréstimos com Coinbase Credit.

Negociações privadas de troca dívida-equity podem reduzir o tamanho da oferta. Após adquirir a Semler, Strive terá 12.797,9 BTC. A SATA oferece dividendo inicial de 12,25% anual, ajustável. Em 2025, captou US$ 750 mi e US$ 500 mi para estratégias Bitcoin.

Fluxo de Capital Institucional Persiste

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 472.804,86 (-1,34% em 24h) reflete cautela do varejo, mas dados on-chain mostram acumulação por gigantes. MicroStrategy, BlackRock e Strive representam bilhões em inflows, desmistificando pânico de vendas. Investidores devem monitorar ETF flows e tesourarias corporativas para sinais de suporte em níveis críticos.


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Personagens cartoon em pista de corrida: Ásia acelerando com carro neon ETF à frente de EUA burocrático parado, simbolizando liderança em cripto

Ásia Acelera ETFs Cripto: Tailândia e HK Deixam EUA para Trás

Enquanto o Senado dos EUA hesita em aprovar leis cripto, a Tailândia finaliza regras para ETFs de Bitcoin e futuros de cripto visando o início de 2026. Paralelamente, em Davos, o ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ) assessora uma dúzia de governos sobre tokenização de ativos estatais. Hong Kong também acelera aprovações para stablecoins, sinalizando migração do eixo de poder cripto para a Ásia.


Tailândia se Posiciona como Hub Cripto Asiático

A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) tailandesa confirmou a elaboração de diretrizes abrangentes para ETFs de Bitcoin e produtos tokenizados, além de negociação de futuros na Thailand Futures Exchange (TFEX). O framework reconhecerá ativos digitais como classe oficial sob a lei de derivativos, facilitando custódia segura e liquidez.

Desde junho de 2024, a Tailândia aprovou o primeiro ETF spot de Bitcoin, inicialmente para institucionais, com expansão para Ether e cestas diversificadas prevista. Investidores poderão alocar até 4-5% de portfólios em cripto. Adicionalmente, a SEC planeja mecanismos de market-making e trading de RWAs tokenizados, incluindo bonds. Um incentivo chave: isenção de imposto sobre ganhos de capital em cripto até 2029, atraindo fluxos institucionais.

Essa ofensiva regulatória visa superar barreiras como ataques hackers e segurança de carteiras, posicionando o país como líder regional em inovação financeira digital.

CZ em Davos: Tokenização como Ferramenta Governamental

No Fórum Econômico Mundial em Davos, CZ revelou conversas com “provavelmente uma dúzia de governos” para tokenizar ativos estatais, permitindo ganhos financeiros rápidos para desenvolvimento industrial. Ele destacou tokenização, exchanges e stablecoins como pilares comprovados do ecossistema cripto.

Experiência prévia inclui assessoria ao Quirguistão em stablecoin atrelada ao som, ao Conselho Crypto do Paquistão e discussões com Malásia sobre frameworks regulatórios. Apesar de aposentado da Binance após perdão presidencial de Trump, CZ emerge como consultor global, acelerando adoção soberana de blockchain.

Essa influência reforça o momentum asiático, onde governos buscam eficiência via tokenização para competir no palco global.

Corrida Geopolítica: Oriente Atrai Capital do Ocidente

O contraste com os EUA é gritante: um projeto de lei cripto foi adiado por meses pelo Senado, priorizando habitação de Trump. Enquanto isso, Ásia — com Tailândia, Hong Kong e Singapura — finaliza regras claras para ETFs e stablecoins em 2026, atraindo gestores de ativos e capitais fugindo de incertezas ocidentais.

Essa mudança de eixo pode redefinir fluxos globais de investimento cripto, com Ásia capturando market share via clareza regulatória. Para o Brasil, implica monitorar migrações de liquidez e oportunidades em exchanges locais como Binance.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 472.609,51 (-1,37% em 24h), sensível a esses desenvolvimentos regulatórios.

Implicações e Próximos Passos para Investidores

Investidores devem acompanhar aprovações tailandesas no Q1/2026, potenciais listagens de ETFs e impacto em preços regionais. A visão de CZ sugere tokenização soberana como trend dominante, beneficiando plataformas como a Binance.

No longo prazo, a liderança asiática pode pressionar ocidentais a acelerarem, mas o risco é fragmentação regulatória global. Vale diversificar exposição geográfica e monitorar TVL em protocolos tokenizados.


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Cristal XRP hexagonal com fissuras vermelhas propagando e elementos 68% rachados, simbolizando risco de queda e saídas de ETFs na Binance

XRP em Risco de Queda de 68%: Saídas em ETFs e Binance Delista Pares

O XRP apresenta uma estrutura de mercado onchain que ecoa o setup de fevereiro de 2022, período que precedeu uma queda de 68% no preço. Dados da Glassnode indicam que investidores de curto prazo (1 semana a 1 mês) acumulam abaixo do custo médio dos holders de médio prazo (6-12 meses), criando pressão vendedora. Apesar de avanços regulatórios recentes, os ETFs spot de XRP registraram saídas recordes de US$ 53,32 milhões na terça-feira, o maior outflow desde o lançamento. Paralelamente, a Binance anuncia delisting de 19 pares spot a partir de 23 de janeiro, impactando liquidez em DeFi, AI e meme coins, o que pode agravar a volatilidade em altcoins como o XRP.


Métrica Onchain Sinaliza Correção Profunda

A análise da Glassnode revela que a atual configuração de custo de aquisição do XRP “se assemelha de perto” à de fevereiro de 2022, quando o preço estava em US$ 0,78 e despencou 68% para US$ 0,30 em junho. Naquele ciclo, holders de médio prazo operavam no prejuízo enquanto compradores recentes lucravam, gerando pressão psicológica contínua.

Hoje, com o XRP negociado próximo de US$ 1,92 (cotação atual aproximada de US$ 1,925, queda de 1,15% nas últimas horas), o suporte entre US$ 1,80 e US$ 2 é crucial. A perda desse nível pode levar o preço a US$ 1,40 ou até US$ 1,10, alinhado à média móvel de 200 semanas. Cada reteste do patamar de US$ 2 desde o início de 2025 gerou perdas realizadas de US$ 500 milhões a US$ 1,2 bilhão semanalmente, reforçando sua relevância psicológica.

Os dados sugerem que, sem recuperação rápida acima de US$ 2, uma espiral descendente é provável, similar ao rompimento do suporte de US$ 0,55 em 2022, que resultou em queda adicional de 48%.

Outflows Recordes nos ETFs de XRP

Os ETFs spot de XRP enfrentam o segundo dia consecutivo de saídas, totalizando US$ 53,32 milhões na terça-feira — um valor US$ 13 milhões superior ao único outflow anterior de US$ 40 milhões em 7 de janeiro. Dados da SoSoValue apontam para cautela institucional ou realização de lucros em meio a fraqueza generalizada no mercado cripto.

Essa pressão vendedora ocorre paradoxalmente apesar de notícias regulatórias positivas, como avanços na custódia própria e DeFi. O mercado reage com aversão ao risco, amplificada pela quebra abaixo da média móvel simples de 50 dias em US$ 2, abrindo caminho para testes em US$ 1,25. Investidores institucionais parecem priorizar liquidez em ativos mais estáveis diante da volatilidade.

Delistings na Binance Afetam Liquidez Geral

A Binance removerá 19 pares spot a partir das 3h UTC de 23 de janeiro, incluindo AI/BTC, FIL/ETH, DYDX/FDUSD, LRC/ETH e outros envolvendo BTC e ETH. Tokens como LDO, DYDX, YFI (DeFi), BOME, PNUT (meme coins) e FIL permanecem disponíveis em USDT, BNB ou FDUSD, mas a consolidação visa otimizar a “qualidade de mercado”.

Embora o XRP não figure diretamente na lista, a redução de pares BTC/ETH impacta estratégias de arbitragem, hedging e bots de trading em altcoins. Com menor profundidade em pares tradicionais, a liquidez fragmentada pode exacerbar movimentos de preço no XRP, especialmente em um setup de baixa. Usuários devem ajustar posições manualmente para evitar cancelamentos automáticos de bots.

Riscos e Níveis a Monitorar

O XRP está em encruzilhada: a listagem recente de RLUSD na Binance pode oferecer suporte indireto via ecossistema Ripple, mas não anula os sinais técnicos negativos. Bulls precisam reconquistar US$ 2 para invalidar o fractal de baixa; falha nisso aponta para correção em direção à média de 200 semanas (~US$ 1,03).

Em reais, com dólar a R$ 5,28, o XRP equivale a cerca de R$ 10,17. Investidores devem monitorar inflows de ETFs, volume onchain e suporte em US$ 1,80. A estratégia de acumulação abaixo do custo médio de holders de longo prazo sugere persistência da pressão até reversão clara.


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Rede hexagonal de altcoins fragmentando com rachaduras em nós BNB e XRP sob ventos vermelhos, ilustrando quedas e saídas recordes em ETFs

Altcoins em Banho de Sangue: BNB Perde US$ 900 e XRP ETFs com Saída Recorde

As altcoins enfrentam um banho de sangue impulsionado por tensões geopolíticas, com a capitalização de mercado caindo para US$ 1,26 trilhão em 48 horas. O BNB perdeu o suporte crítico de US$ 900, negociado a US$ 875, enquanto os ETFs de XRP registraram a maior saída diária de US$ 53,32 milhões nesta quarta-feira (21). Investidores buscam suportes técnicos em meio a fluxos negativos de TVL e liquidações.


BNB Perde Suporte Vital e Testa Zona Crítica

O BNB registrou queda de 4,5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte de US$ 900 e chegando a US$ 875. Essa zona atual, entre US$ 860 e US$ 865, é pivotal: uma perda aqui pode levar a um reteste amplo de US$ 480 a US$ 708, coincidindo com a média móvel exponencial de 100 períodos (EMA 100).

Fatores on-chain agravam o cenário. O TVL na BNB Smart Chain (BSC) caiu 2,9%, ficando abaixo de US$ 7 bilhões, sinalizando redução na atividade DeFi. Liquidações somaram US$ 4,9 milhões, com US$ 4,73 milhões em posições compradas, e o interesse aberto (OI) recuou 3,4% para US$ 1,39 bilhão. Apesar disso, o volume spot dobrou para mais de US$ 2 bilhões, indicando demanda crescente em meio à volatilidade.

ETFs de XRP sofrem Maior Outflow Diário

Os ETFs de XRP registraram saída recorde de US$ 53,32 milhões na segunda-feira de negócios nos EUA, revertendo inflows acumulados de US$ 1,28 bilhão para US$ 1,22 bilhão. Lançados há dois meses, os fundos enfrentam pressão após o XRP perder o suporte de US$ 2,00, caindo para US$ 1,86 em algumas exchanges.

O ativo chegou a US$ 2,40 em 6 de janeiro, mas as tensões geopolíticas aceleraram a correção. Analistas destacam o fechamento de baixa contra o Bitcoin, com próximo suporte em torno de US$ 1,80. Essa dinâmica reflete aversão ao risco em altcoins sensíveis a fluxos institucionais.

Impacto das Tensões Geopolíticas no Mercado

As tensões geopolíticas entre EUA e UE, incluindo ameaças de tarifas de Trump sobre Groenlândia e Europa, desencadearam uma rota de 48 horas que apagou bilhões em capitalização de altcoins. Ethereum caiu abaixo de US$ 3.000, Monero despencou 31%, e o setor como um todo perdeu tração.

Wall Street também sofreu, ampliando a correção. Fluxos negativos de TVL em redes como BSC destacam a fragilidade das altcoins em cenários de risco global, com investidores migrando para ativos mais seguros como Bitcoin.

Próximos Suportes e Estratégia para Investidores

Para BNB, manter acima de US$ 860 é essencial; abaixo, US$ 708 (EMA 100) vira alvo. No XRP, US$ 1,80 representa suporte chave, com risco de testes mais baixos se outflows persistirem. Os dados sugerem cautela: monitore TVL, liquidações e volume para sinais de reversão.

Em um mercado volátil, diversificação e análise técnica são cruciais. Vale acompanhar decisões geopolíticas, que podem ditar o próximo movimento das altcoins.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Executivos cartoon em carrinho de montanha-russa subindo com +2.2B e descendo com -394M, simbolizando volatilidade de fluxos em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin: De US$ 2,2 Bi em Entradas a Saídas de US$ 394 Mi

Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas recordes de US$ 2,2 bilhões na semana passada, impulsionados por gigantes como BlackRock e Fidelity. No entanto, uma reversão abrupta ocorreu com saídas de US$ 394 milhões na sexta-feira, refletindo tensões geopolíticas como disputas na Groenlândia e ameaças tarifárias. Essa montanha-russa institucional destaca a vulnerabilidade do capital a choques macroeconômicos, mesmo com apetite inicial forte.


Inflows Recorde na Semana Passada

De acordo com dados da CoinShares, produtos de investimento em criptoativos atraíram US$ 2,17 bilhões na semana encerrada em 19 de janeiro, o maior volume desde outubro de 2025. O Bitcoin dominou com US$ 1,55 bilhão, representando 71% do total, graças aos ETFs spot americanos. BlackRock liderou com US$ 1,3 bilhão em entradas, seguido por Fidelity e Grayscale.

Altcoins como Ethereum registraram apenas US$ 25 milhões, enquanto Solana e Avalanche tiveram fluxos mínimos. Essa concentração no Bitcoin reflete a preferência de gestores tradicionais por ativos percebidos como mais seguros, em meio a um mercado volátil. Os EUA capturaram US$ 2,05 bilhões das entradas globais, com Alemanha e Suíça em posições secundárias.

Reversão por Tensões Geopolíticas

O otimismo inicial evaporou no final da semana devido a tensões diplomáticas na Groenlândia, renovadas ameaças de tarifas comerciais e expectativas de continuidade de política dovish no Fed com Kevin Hassett. Sexta-feira viu saídas de US$ 378 milhões, invertendo o fluxo positivo e sinalizando cautela.

Essa mudança reflete um comportamento de aversão ao risco amplo, com investidores migrando para ativos tradicionais como ouro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.761, com variação de -1,98% em 24 horas, alinhado à pressão vendedora.

Desempenho dos Principais ETFs e Implicações

Na abertura da nova semana, os Bitcoin ETFs registraram saída líquida de US$ 394,68 milhões em 16 de janeiro, com Fidelity liderando perdas em US$ 205 milhões. BlackRock, porém, atraiu US$ 15 milhões, mantendo resiliência. Inflows cumulativos ainda somam US$ 57,82 bilhões, equivalentes a 6,53% do suprimento circulante de Bitcoin.

Esses fluxos voláteis demonstram que o capital institucional de BlackRock e Fidelity não é imune a eventos macro. Analistas veem realização de lucros de curto prazo, mas a adoção estrutural persiste. Investidores devem monitorar decisões do Fed, escaladas geopolíticas e indicadores como mNAV para avaliar o apetite futuro.

O Que Esperar Adiante

A sustentabilidade dessa tendência depende de resolução de riscos externos. Se os inflows retomarem, pode sinalizar força para 2026; caso contrário, correções mais profundas são possíveis. O mercado cripto, agora integrado aos fluxos tradicionais, amplifica impactos macroeconômicos, reforçando a necessidade de diversificação e monitoramento constante.


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Executivos cartoon despejando capital dourado em cofres BTC e ETH apesar de queda de preços, simbolizando recorde de US$ 2 bi em ETFs

ETFs de BTC e ETH Captam US$ 2 Bilhões em Recorde Semanal

Enquanto o varejo reage com pânico à queda recente do Bitcoin, os grandes fundos de Wall Street estão comprando a descida. ETFs spot de Bitcoin e Ether registraram a melhor semana desde outubro, com quase US$ 2 bilhões em entradas, liderados pela BlackRock. Esse influxo demonstra confiança institucional na tese de longo prazo, ignorando ruídos de curto prazo como tensões geopolíticas.


Recorde de Entradas: US$ 1,42 bilhão em BTC e US$ 479 milhões em ETH

Os 11 ETFs spot de Bitcoin nos EUA atraíram US$ 1,42 bilhão na semana, o maior volume desde a segunda semana de outubro. Já os ETFs de Ether captaram US$ 479 milhões, também o pico em três meses. No acumulado do ano, Bitcoin já soma US$ 1,21 bilhão e Ether US$ 584,9 milhões em entradas.

Esses números, conforme relatório da CoinShares, totalizam US$ 2,17 bilhões em fundos cripto, com Bitcoin liderando em US$ 1,55 bilhão. Apesar de saídas de US$ 378 milhões na sexta-feira devido a tensões sobre Groenlândia e tarifas, o movimento inicial da semana reflete apetite por ativos digitais como proteção macroeconômica.

BlackRock Domina: IBIT e ETHA na Frente

A BlackRock foi o destaque absoluto, com seu ETF IBIT captando US$ 1,03 bilhão sozinho em Bitcoin, enquanto o ETHA trouxe US$ 219 milhões em Ether. Esse domínio reforça a liderança da gestora no espaço cripto, atraindo capital institucional “pegajoso” – posições de longo prazo, não arbitragem de curto prazo como cash and carry em futuros CME.

Analistas apontam que esses fluxos sinalizam um retorno de investidores profissionais, posicionando-se à frente de possíveis clarezas regulatórias e mudanças macroeconômicas no primeiro trimestre de 2026. A correlação entre entradas e preços – Bitcoin subiu 6% para cerca de US$ 92.600 e Ether 8% para US$ 3.200 – confirma o impacto institucional.

Comprando a Queda: Institucionais Ignoram Volatilidade

Em meio a uma variação negativa de 2,67% nas últimas 24 horas, com Bitcoin cotado a R$ 500.437,41 segundo o Cointrader Monitor, os inflows recorde mostram Wall Street comprando a queda. Diferente do varejo, que pode estar vendendo em pânico, fundos como os da BlackRock veem a correção como oportunidade.

Tensões geopolíticas, como ameaças de tarifas de Trump e disputas pela Groenlândia, impulsionaram o Bitcoin como reserva de valor. Ethereum também brilhou com US$ 496 milhões, seguido de Solana (US$ 45,5 milhões) e XRP (US$ 69,5 milhões), diversificando o apetite por altcoins.

Perspectiva de Alta para 2026

Essa semana marca uma virada otimista após bilhões em saídas no final de 2025. Para preços subirem de forma sustentável, os inflows precisam persistir, impulsionando a estrutura de mercado. O otimismo fundamentado vem do capital institucional, que difere do varejo volátil. Vale monitorar se BlackRock e pares mantêm o ritmo, potencializando rallies em Bitcoin e Ether.

Os dados sugerem que a adoção corporativa e regulatória avança, com ETFs como ponte para o mainstream. Investidores brasileiros podem se posicionar via plataformas acessíveis, atentando à volatilidade inerente.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Sol dourado colossal dominando constelação de estrelas menores desvanecendo com fluxo para portal cyan e índice 25, simbolizando domínio BTC e adiamento altseason

Altcoin Season Adiada: Índice Cai para 25 e BTC Domina

O Índice de Altcoin Season do CoinMarketCap caiu para 25 pontos, confirmando um período prolongado de dominância do Bitcoin, que oscila próximo de US$ 93.000 com market share entre 58% e 61%. Em paralelo, grandes investidores desfazem posições de arbitragem cash-and-carry e migram para apostas de longo prazo em ETFs de Bitcoin, segundo dados recentes. Esse movimento ocorre em meio a uma crise tarifária global e baixa volatilidade, adiando qualquer expectativa de rotação para altcoins especulativas. Para brasileiros, os dados sugerem cautela na alocação de risco.


O Que Revela o Índice de Altcoin Season em 25

O índice compara o desempenho das 100 principais altcoins (excluindo stablecoins e wrapped tokens) com o Bitcoin nos últimos 90 dias. Valores acima de 75 sinalizam ‘altseason’, mas abaixo disso prevalece a ‘Bitcoin season’. Com apenas 25% das altcoins superando o BTC, o capital flui predominantemente para o líder de mercado.

Indicadores técnicos reforçam essa tendência: o Bitcoin opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, com RSI em 61 (força sem sobrecompra) e MACD positivo. O volume diário do BTC supera US$ 32 bilhões, enquanto altcoins enfrentam queda de liquidez. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.597 no Brasil, com variação de -2,61% em 24h.

Rotação Institucional: Fim das Arbitragens Cash-and-Carry

Investidores institucionais estão abandonando estratégias de arbitragem cash-and-carry, que exploravam o ‘basis’ entre spot ETFs e futures do CME. Com o gap comprimido aos custos de transação e funding, e volatilidade implícita de 30 dias em mínimas multimensais (BVIV), essas operações perderam atratividade.

ETFs spot de Bitcoin registram inflows líquidos em janeiro, revertendo outflows de dezembro. O open interest em futures CME cresce por especuladores com viés de alta, não hedges. Analistas da Bitfinex descrevem esses novos entrantes como ‘sticky’, priorizando exposição de longo prazo em vez de ganhos de curto prazo.

Implicações para Investidores e Próximos Passos

Para o público brasileiro, esse cenário recomenda gestão conservadora de portfólio: reduza exposição a altcoins especulativas durante dominância acima de 58%. Historicamente, rotações para altcoins ocorrem após consolidação do BTC, mas o índice atrasado pode subestimar mudanças rápidas, como upgrades ou melhoras macro.

Monitore o índice semanalmente, dominância BTC e inflows de ETFs. Setores com atividade on-chain forte (ex: escalabilidade) podem oferecer seletividade, mas o mercado permanece defensivo. Em ciclos passados, leituras abaixo de 30 por semanas precederam volatilidade maior.


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Roda de engrenagem do ciclo de 4 anos do Bitcoin inclinada para baixo, com miners cartoon capitulando e ETFs acelerando declínio

Ciclo de 4 Anos do Bitcoin Vivo: Queda Gradual Pode Ter Começado

O ciclo de quatro anos do Bitcoin não morreu, ele só ficou mais cruel. Uma pesquisa da Canary Capital revela que, apesar do pico em outubro de 2025 a US$ 126.000, uma queda gradual de 50-55% pode estar em curso. Já com 30% de desvalorização, o mercado baixista ganha sobrevida por 6-9 meses, questionando a narrativa de que ‘desta vez é diferente’. Capitulação dos miners e mudanças macroeconômicas aceleram o processo, enquanto o otimismo de alta é prematuro.


Queda Precoce: Capitulação dos Miners e Custos Crescentes

O relatório ‘Bitcoin’s Four-Year Cycle: The 2025 Reality Check’ explica por que a baixa chegou mais cedo. Custos de eletricidade dispararam com a expansão de data centers de IA, pressionando miners pequenos e médios. Expuseram-se a preços variáveis, forçando liquidações prematuras de reservas de Bitcoin.

Outro fator foi o colapso do bitcoin basis trade após a chegada dos ETFs spot. Prêmios de futuros encolheram, eliminando incentivos de arbitragem. Segundo o estudo, isso resultou em ‘capitulação generalizada de miners mais cedo que o histórico’. Globalmente, mercados cripto reavaliam dinâmicas sob essas pressões estruturais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.382 (-2,44% em 24h), reforçando a tendência de baixa.

Ciclo Intacto: ETFs Não Eliminam Influência dos Miners

Muitos alegam que ETFs e maior acesso institucional quebraram o ciclo. Canary Capital rebate: ‘O ciclo de quatro anos permanece intacto. O Bitcoin atingiu o pico em outubro a cerca de US$ 126.000, alinhado com ciclos anteriores’. Novos veículos melhoram eficiência, mas não neutralizam sellers forçados como miners.

‘A alegação de que ETFs desbloqueiam capital suficiente para eliminar o papel dos miners é falsa, pelo menos neste ciclo’, afirma o relatório. Comportamento importa tanto quanto disponibilidade. Volatilidade de alta e baixa diminui a cada halving, mas miners seguem influentes.

Divergências em bancos centrais — Fed frouxo vs. aperto japonês — e gasto consumidor fraco limitam retail, alinhando com fraqueza histórica do Bitcoin.

Previsão de Declínio: 50-55% Até o Fundo em 2026

Steven McClurg, fundador da Canary, projeta ‘fase baixista com declínio de 50-55% do pico ao fundo. Com BTC já 30% abaixo, queda gradual nos próximos 6-9 meses é razoável’. Alinha-se às mudanças no Fed, com fundo cíclico no verão 2026, seguido de recuperação.

Impacto marginal dos halvings diminui, mas sellers estruturais persistem. Isso tempera euforia: enquanto bulls sonham com moon, dados sugerem prolongamento da baixa. Investidores devem monitorar miner economics e macro policy para timing.

2026: Foco em Adoção e Fundamentos

Pós-trough, o relatório aponta para seletividade: ‘2026 definido por adoção e lucratividade real’. Ênfase em on-chain lending, tokenização de ativos reais, stablecoins e infraestrutura de pagamentos. Diferenciação por fundamentos no setor cripto.

Para brasileiros, com BTC em R$ 500 mil, a lição é clara: ciclos persistem, mas evoluem. Não compre a narrativa de alta sem dados. Vale posicionar para volatilidade moderada e fundo gradual.


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Corrente de energia cyan com XRP colidindo contra barreira '2' com rachaduras vermelhas, simbolizando conflito ETFs vs resistência de preço em XRP

XRP em Encruzilhada: ETFs vs. Paredão de US$ 2

O acúmulo de 803,78 milhões de XRP em ETFs por emissores como Bitwise e Grayscale sinaliza forte interesse institucional, com influxos líquidos de 22,63 milhões na semana. No entanto, o paredão psicológico de US$ 2 provoca liquidações desequilibradas de US$ 522 mil em posições longas nas últimas 12 horas, criando um impasse que mantém o preço em torno de US$ 2,05. Dados on-chain revelam o cabo de guerra entre oferta reduzida e alavancagem excessiva.


Acúmulo Institucional nos ETFs de XRP

De acordo com análises on-chain, 803,78 milhões de XRP estão agora bloqueados em diversos ETFs, incluindo produtos da Canary, Bitwise, Franklin Templeton, Grayscale, 21Shares, REX-Osprey e o Bitwise 10 Crypto Index Fund. Essa retenção representa uma remoção significativa de oferta circulante, o que tipicamente exerce pressão altista sobre o preço ao limitar a disponibilidade para negociações spot.

Na semana corrente, os influxos líquidos atingiram 22,63 milhões de XRP, com todos os principais emissores ampliando posições. Enquanto investidores de varejo hesitam, fluxos institucionais indicam confiança de longo prazo, sugerindo uma possível reavaliação majoritária do ativo. Esse movimento contrasta com a estagnação recente do preço, que oscila acima de US$ 2 sem romper resistências chave.

A concentração em ETFs reforça a tese de adoção corporativa, similar a padrões observados em Bitcoin e Ethereum, onde acúmulos prolongados precederam valorizações expressivas.

Liquidações Desproporcionais na Barreira de US$ 2

No período de 12 horas, XRP registrou US$ 528.940 em liquidações, das quais impressionantes US$ 522.900 vieram de posições longas, contra apenas US$ 6.040 em shorts. Esse desequilíbrio de 8.700% destaca a vulnerabilidade de traders alavancados ao testar a resistência em US$ 2.

Dados da CoinGlass mostram que o preço se estabiliza em torno de US$ 2,053, comportando-se como uma stablecoin sintética. Cada tentativa de rompimento superior é punida por vendas automáticas ou liquidações, enquanto dips abaixo são comprados de volta, criando um equilíbrio forçado. Comparativamente, Bitcoin teve liquidações mais equilibradas de US$ 815 mil, e Ethereum US$ 2,02 milhões.

Essa dinâmica aponta para algoritmos de alta frequência ou entradas institucionais defendendo o nível como âncora, transformando US$ 2 em zona de exaustão para touros otimistas.

Análise Técnica: Suportes e Resistências Críticos

No gráfico horário, XRP formou um death cross, com a média móvel de 50 períodos cruzando abaixo da de 200, sinalizando momentum de baixa de curto prazo. O preço caiu de uma máxima de US$ 2,41 em 6 de janeiro para baixa de US$ 2,03 em 12 de janeiro, com recuo para US$ 2,183 antes de nova queda.

Suporte imediato em US$ 2 será testado nas próximas sessões. Rompimento abaixo pode acelerar vendas rumo a níveis inferiores. Resistência chave em US$ 2,56, alinhada à média móvel diária de 200 períodos, representa o próximo alvo se o acúmulo de ETFs prevalecer sobre as liquidações.

Volume de derivativos e open interest devem ser monitorados, pois desequilíbrios persistentes podem amplificar volatilidade.

Implicações para o Mercado e Traders

O contraste entre redução de oferta via ETFs e pressão alavancada cria um cenário de consolidação. Para romper US$ 2 de forma sustentável, XRP precisa de influxos institucionais mais agressivos ou redução na alavancagem do varejo. Traders devem priorizar gerenciamento de risco, evitando posições longas excessivas perto da barreira.

Dados sugerem que, uma vez resolvido o impasse, uma reavaliação altista é plausível, impulsionada pela escassez induzida pelos ETFs. Vale monitorar fluxos semanais e indicadores de liquidação para sinais de mudança.


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Esfera ETF translúcida lotada de cristais XRP com '803M' central e pressão vermelha escapando, indicando short squeeze e explosão de preço

XRP em Choque de Oferta: 803 Milhões de Tokens Presos em ETFs

Dados on-chain revelam que 803,78 milhões de XRP estão bloqueados em ETFs, com influxos líquidos de 22,63 milhões na semana. Paralelamente, as taxas de funding negativas persistentes indicam dominância de posições short, configurando um choque de oferta que pode forçar um short squeeze. O XRP negocia em torno de US$ 2,05-US$ 2,06, testando resistências chave em meio a esse desequilíbrio.


Acumulação Institucional em ETFs

Instituições como Canary, Bitwise, Franklin Templeton, Grayscale, 21Shares, REX-Osprey e Bitwise 10 Crypto Index Fund elevaram suas posições, totalizando 803,78 milhões de XRP imobilizados. Esse volume representa uma fração significativa da oferta circulante, reduzindo a liquidez disponível no mercado spot. Na última semana, o net inflow foi de 22,63 milhões de XRP, contrastando com a hesitação do varejo. Analista Arthur destaca que, enquanto traders individuais pausam, o ‘smart money’ continua absorvendo tokens diariamente, sinalizando confiança em um repricing majoritário.

Essa acumulação ocorre em um contexto de preço estagnado acima de US$ 2, após queda de US$ 2,41 para US$ 2,03. O movimento institucional sugere que o XRP pode estar subvalorizado, com ETFs atuando como ‘bancos’ que retiram oferta do mercado livre, potencializando alta ao menor sinal de demanda.

Funding Rates Negativos: Sinal de Reversão

As taxas de funding no mercado de perpetual futures caíram para -0,00323%, com SMA50 e SMA30 em declínio. Historicamente, funding positivo leva a consolidações ou correções por custo elevado em longs; já o negativo, especialmente com baixa média móvel, marca fundos de preço e rebounds subsequentes. Dados da CryptoQuant mostram que shorts dominam a alavancagem atual, pagando premiums aos longs.

Essa dinâmica cria um ambiente propício para short squeeze: à medida que o preço sobe, shorts precisam cobrir posições, injetando liquidez compradora. Analista PelinayPA observa que o bias é positivo para breakout, embora não garanta rally massivo, mas sim momentum ascendente após consolidação.

Alvos Técnicos e Resistências

O XRP perdeu 1,74% na semana, negociando a US$ 2,05-US$ 2,06, abaixo da resistência imediata de US$ 2,10. Suporte chave em US$ 2,00 está sob teste, com death cross no hourly (MA50 abaixo MA200). Rompimento de US$ 2,10 abre caminho para US$ 2,60 e US$ 3,00, alinhados a níveis históricos e Fibonacci.

No mensal, ganho de 13,45% reflete holders em lucro, mas distância do ATH de US$ 3,50 exige confirmação. Bulls precisam recuperar a MA200 diária em US$ 2,56 para validar o setup.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem rastrear inflows semanais em ETFs, funding rates e volume de perpetuals. Um funding virando positivo com inflows contínuos reforçaria o squeeze. Qualquer falha no suporte de US$ 2 pode invalidar o cenário, mas dados atuais favorecem upside assimétrico. Vale observar o impacto regulatório, como licenças da Ripple na UE.


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