Executivo institucional cartoon liderando influxos dourados para núcleo Bitcoin em vale sombrio, simbolizando domínio BlackRock em ETFs e possível fundo de mercado

BlackRock Lidera Influxos de US$ 330 Milhões em ETFs de Bitcoin

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxos líquidos de US$ 330 milhões na sexta-feira, 6 de fevereiro, liderados pelo iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock com US$ 231,62 milhões. Esse movimento ocorre paralelamente ao Sharpe Ratio do Bitcoin em mínimas históricas, indicador de retorno ajustado ao risco que reflete alto risco para retornos fracos — típico de fases finais de baixa. Os dados mostram instituições comprando quando o varejo hesita, confirmando tese de acumulação silenciosa em meio à volatilidade.


Detalhes dos Influxos nos ETFs

De acordo com dados preliminares do mercado, os ETFs de Bitcoin americanos postaram US$ 330 milhões em entradas líquidas na sexta-feira, revertendo três dias consecutivos de saídas intensas na semana. O IBIT da BlackRock liderou com US$ 231,62 milhões, seguido pelo ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB) com US$ 43,25 milhões, Bitwise Bitcoin ETF (BITB) em US$ 28,7 milhões e Grayscale Bitcoin Mini Trust (BTC) com US$ 20,13 milhões. O Invesco Galaxy Bitcoin ETF (BTCO) registrou US$ 6,97 milhões.

Esses fluxos coincidiram com o Bitcoin reclaimando os US$ 70.000 temporariamente na sexta, enquanto o Coinbase Premium — indicador de demanda de investidores dos EUA — virou positivo. No agregado semanal, os ETFs acumularam cerca de US$ 350 milhões em saídas líquidas, equilibradas por entradas como os US$ 561 milhões de segunda-feira, 2 de fevereiro. Em valores aproximados ao câmbio atual (dólar a R$ 5,22), isso equivale a cerca de R$ 1,72 bilhão em influxos diários.

Sharpe Ratio em Zona de Baixa Histórica

O Sharpe Ratio do Bitcoin, métrica que avalia o excesso de retorno por unidade de risco, atingiu níveis reminiscentes das fases finais de mercados de baixa passados. Calculado como (retorno do ativo – taxa livre de risco) / desvio padrão, valores baixos ou negativos indicam que investidores assumem alto risco para retornos insuficientes ou negativos — comum em capitulações.

Os dados do CryptoQuant mostram o indicador em declínio contínuo, sinalizando que o Bitcoin ainda não atrai risco-takers convencionais. Historicamente, essa dinâmica precede acumulação por mãos fortes, após flushing de posições fracas. Desde o pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, o BTC caiu mais de 52% para zona dos US$ 60.000-70.000, reforçando o cenário de risco elevado.

Implicações e Níveis a Monitorar

A convergência de influxos institucionais com Sharpe Ratio deprimido sugere que grandes players veem valor em níveis atuais, ignorando o pessimismo do varejo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 371.215,67 às 18:40 de hoje, com alta de 1,85% em 24 horas e volume de 279 BTC.

Abordagens metódicas incluem exposição gradual à medida que o ratio melhora ou espera por confirmação. Níveis chave: suporte em US$ 60.000 (próximo de mínimas recentes) e resistência em US$ 70.000-75.000. O mercado pode permanecer em baixa por meses, mas os fluxos de ETFs indicam convicção institucional crescente. Investidores devem monitorar o agregado semanal de influxos e evolução do Sharpe Ratio para sinais de reversão.


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Balança editorial com influxo dourado elevando prato direito sobre saídas vermelhas vazias, executivo institucional absorvendo medo em ETFs de Bitcoin

ETFs de Bitcoin Revertem: US$ 330 Mi Influxo Após Saídas Bilionárias

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram influxo líquido de US$ 330,7 milhões em 6 de fevereiro, revertendo uma sequência de três dias de saídas que totalizaram US$ 1,25 bilhão. O BlackRock IBIT liderou com US$ 231,6 milhões, coincidindo com o Taker Buy Ratio do Bitcoin atingindo 0,48, mínima histórica desde outubro de 2025, indicando pico de pessimismo no mercado. Esses dados sugerem que fluxos institucionais estão absorvendo oferta em meio ao ‘medo extremo’.


Detalhes da Reversão nos Fluxos de ETFs

Os dados da SoSoValue mostram que o IBIT da BlackRock captou US$ 231,62 milhões em 6 de fevereiro, seguido pelo ARKB da Ark & 21Shares com US$ 43,25 milhões e BITB da Bitwise com US$ 28,70 milhões. Grayscale Mini BTC Trust registrou US$ 20,13 milhões, enquanto produtos como Valkyrie BRRR e Franklin EZBC tiveram fluxo zero.

Nos três dias anteriores, as saídas foram intensas: US$ 272 milhões em 3 de fevereiro, US$ 544,94 milhões em 4 de fevereiro (maior dia único) e US$ 434,15 milhões em 5 de fevereiro. Os ativos sob gestão (AUM) caíram de US$ 100,38 bilhões para US$ 80,76 bilhões antes de recuperar para US$ 105 bilhões. O IBIT acumulou US$ 61,84 bilhões em influxos líquidos desde o lançamento, contrastando com os US$ 25,88 bilhões de saídas do GBTC.

No mesmo dia, ETFs de Ethereum viram saídas de US$ 21,37 milhões, lideradas pelo ETHA da BlackRock com US$ 45,44 milhões em resgates.

Taker Buy Ratio Sinaliza Pico de Vendas Agressivas

O Taker Buy Ratio (média móvel de 14 dias) na Binance, calculado como proporção de volume de compradores agressivos (takers) versus vendedores, caiu para 0,48 — o menor nível desde outubro de 2025. Valores abaixo de 1 indicam domínio de vendas agressivas, com sellers sobrecarregando o order book sem resistência compradora suficiente.

Essa mínima coincidiu com a correção recente do Bitcoin para US$ 61.000, refletindo esgotamento de compradores. Para uma reversão local, os dados mostram necessidade de estabilização e alta no indicador, sinalizando exaustão de vendas e retorno de compradores. O BTC recuperou acima de US$ 70.000 em 24 horas, com ganho de 11%.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 369.119,88 nesta manhã, com alta de 2,72% em 24 horas e volume de 328,79 BTC. O dólar opera a R$ 5,22.

O IBIT registrou volume recorde de US$ 10 bilhões em 5 de fevereiro, com queda de 13% — segunda maior perda diária desde o lançamento. Indicadores como Fear & Greed em 6 (medo extremo) e baixa no Taker Buy Ratio sugerem capitulação, com instituições absorvendo oferta via ETFs.

Níveis a observar incluem suporte em US$ 67.000 e resistência em US$ 71.000, conforme ação recente do preço.

Implicações para Fluxos Institucionais

Os influxos de US$ 330,7 milhões em todos os spot ETFs de Bitcoin indicam que smart money institucional pode estar posicionando em baixas, revertendo a tendência de saídas. Influxos cumulativos totais atingem US$ 54,65 bilhões, com AUM em US$ 105 bilhões. Essa dinâmica ocorre após perda de US$ 1 trilhão em capitalização de mercado desde meados de janeiro.

Os dados mostram estabilização possível, mas momentum permanece bearish até o Taker Buy Ratio reverter. Investidores monitoram se essa absorção sustenta recuperação acima de US$ 70.000.


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Touro Bitcoin cartoon enfraquecido segurando escudo ETF rachado vazando energia vermelha, com silhueta corporativa ao fundo simbolizando saídas da BlackRock

Queda do Bitcoin: Hedging BlackRock e Saídas de ETFs

Por que os ETFs de Bitcoin, vistos como salvadores do preço, aceleram a queda? Dados on-chain mostram uma pressão de venda institucional intensa, com saídas recordes do IBIT da BlackRock totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, atribui o movimento a hedging mecânico de produtos estruturados ligados ao ETF, gerando vendas automáticas em spot e derivativos. O BTC despencou de US$ 84.000 para US$ 60.000, com recuperação parcial para US$ 68.500 (-16% semanal).


Situação Atual dos Preços e Fluxos On-Chain

Os dados revelam uma queda máxima de aproximadamente 30%, com o Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 60.000 antes de rebote para US$ 68.500. A métrica UTXO Exchange Inflow SMA 7D registrou picos: 14.900 BTC em 4 de fevereiro, 20.800 BTC em 5 de fevereiro, atingindo 22.800 BTC — maior desde outubro, quando BTC superava US$ 122.000. Isso indica envios massivos de carteiras de baleias para exchanges, sinalizando realização de lucros ou redução de exposição.

Na Binance, netflows de BTC atingiram +US$ 727 milhões em 5 de fevereiro, enquanto USDT registrou -US$ 450 milhões, reforçando um ambiente risk-off. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 364.065,82 às 18:53 de hoje, com variação de -1,4% em 24 horas e volume de 466,82 BTC.

Saídas Recordes dos ETFs Spot

O IBIT da BlackRock, maior ETF de Bitcoin, sofreu resgates de US$ 4,7 bilhões em 2 de fevereiro e US$ 7,7 bilhões em 5 de fevereiro, totalizando US$ 12,4 bilhões na semana. O GBTC da Grayscale registrou outflow de US$ 2,1 bilhões no mesmo período. Esses fluxos negativos invertem o padrão de alta anterior, onde inflows institucionais sustentavam compras.

Os dados do CryptoQuant mostram que esses resgates coincidem com o aumento de inflows em exchanges, sugerindo que instituições estão reduzindo posições via ETFs e transferindo para vendas spot. Isso cria pressão descendente, especialmente em mercados com liquidez limitada.

Hedging Mecânico: Teoria de Arthur Hayes

Arthur Hayes explica que dealers e bancos que emitem notas estruturadas e produtos ligados ao IBIT hedgeiam exposição vendendo BTC spot e derivativos. Quando há outflows ou redemptions, ajustes rápidos nos hedges geram vendas mecânicas em cascata, amplificando quedas. “A queda provavelmente deve-se ao hedging de dealers nos produtos estruturados do IBIT”, postou Hayes no X.

Essa dinâmica técnica, não fundamental, diferencia a queda atual de problemas inerentes ao ativo. Picos de volume e rebalanceamentos rápidos observados confirmam o padrão, com liquidez fina exacerbando o movimento.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem suporte próximo de US$ 65.000-68.000, testado recentemente. Resistência em US$ 74.000-US$ 80.000, com médias móveis de 50 e 200 dias como referências chave. Fluxos de ETFs e inflows de exchanges permanecem métricas críticas: reversão para inflows positivos pode sinalizar alívio.

Com dólar a R$ 5,21, o equivalente em reais reforça volatilidade para investidores brasileiros. Vale observar netflows diários e UTXO inflows para avaliação da pressão sustentada.


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Prisma hexagonal de Ethereum rachado liberando energia cyan, simbolizando saídas de US$ 80 mi em ETFs e liquidações na Coinbase

Fuga Institucional no Ethereum: ETFs Registram Saídas de US$ 80 Mi

Os ETFs spot de Ethereum registraram saídas líquidas de US$ 80,79 milhões em 5 de fevereiro, com o FETH da Fidelity liderando com US$ 55,78 milhões em saídas. Paralelamente, a Coinbase anotou liquidações recordes de US$ 170 milhões em empréstimos lastreados em cripto na semana, impactando cerca de 3.300 usuários. ETH caiu abaixo de US$ 2 mil, quebrando suportes técnicos chave em meio a uma correção de 26% semanal.


Saídas nos ETFs: Fidelity na Frente

Os dados da SoSoValue indicam que o FETH da Fidelity foi responsável por 69% das saídas totais nos ETFs spot de Ethereum em 5 de fevereiro. Apesar da entrada histórica de US$ 2,51 bilhões no FETH, o movimento diário reflete cautela institucional. Grayscale Ethereum Mini Trust registrou entrada de US$ 7,05 milhões e Invesco QETH de US$ 3,53 milhões, mas insuficientes para compensar o saldo negativo.

Os ativos totais dos ETFs agora somam US$ 10,9 bilhões, equivalentes a 4,83% da capitalização de mercado do ETH. Essa dinâmica sugere posicionamento seletivo, sem acumulação ampla, em um contexto de preços voláteis. Atualmente, ETH cotado a US$ 2.011 (R$ 10.544), conforme AwesomeAPI.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

A estrutura de preço do Ethereum enfraqueceu com a perda do suporte em US$ 2.125, agora atuando como resistência. O ativo testou mínimas em US$ 1.750 recentemente e permanece em tendência de baixa no gráfico de 4 horas, sem reversão confirmada.

Níveis de liquidez próximos a US$ 2.200 e US$ 2.300 são monitorados para reações potenciais. Um rompimento sustentado acima de US$ 2.345 seria necessário para sinalizar mudança de tendência. Os dados on-chain mostram detentores médios reduzindo exposição, enquanto grandes carteiras acumulam, indicando divergência entre cohorts.

Liquidações Recordes na Coinbase

Na plataforma Morpho integrada à Coinbase, empréstimos lastreados em BTC e ETH geraram US$ 170 milhões em liquidações na semana, com US$ 90,7 milhões apenas na quinta-feira, afetando 2.000 usuários. Desde janeiro passado, o produto originou US$ 1,8 bilhão em empréstimos, com limites até US$ 5 milhões por cliente.

Com BTC em queda de 17% e ETH de 26% semanalmente, posições supercolateralizadas tornaram-se insustentáveis. A Coinbase notifica usuários a cada 30 minutos sobre riscos, mas 3.300 optaram por não adicionar colateral ou pagar dívidas em USDC. O produto não gera fees diretas de liquidações para a exchange, que lucra via performance fees de gerenciadores de risco.

Níveis a Observar e Contexto de Mercado

As saídas nos ETFs e liquidações de empréstimos reforçam o momentum de baixa, com entradas de exchanges como Binance em níveis de 2022, sugerindo distribuição. Investidores devem monitorar reações nos suportes citados e o AUM dos ETFs para sinais de estabilização.

Bitcoin cotado a R$ 357.535 (Cointrader Monitor), com variação de +3,02% em 24h, oferece contraponto relativo. Dados indicam que a tendência de baixa persiste até reversões técnicas confirmadas.


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Investidor cartoon elevando pilha de Bitcoin a 71K enquanto regulador bloqueia stablecoins com barreira vermelha, contrastando rebound institucional e regras chinesas

Bitcoin recupera US$ 71 mil em forte rebound institucional, enquanto China endurece regras contra stablecoins e RWA

📊 BOLETIM CRIPTO | 06/02/2026 | NOITE

O mercado cripto registra uma recuperação histórica nesta sexta-feira, com o Bitcoin retomando o patamar de US$ 71 mil após uma breve capitulação em US$ 60 mil. Este movimento de alta expressiva é impulsionado por um forte suporte institucional, evidenciado pelos volumes recordes de US$ 10 bilhões no ETF IBIT da BlackRock e pela valorização de 25% nas ações da MicroStrategy. Enquanto o Ocidente avança em direção à clareza regulatória com o CLARITY Act nos EUA, a China intensifica seu enclausuramento ao banir stablecoins em yuan e a tokenização de ativos reais. O viés de alta moderado prevalece, sustentado pela resiliência dos grandes detentores corporativos e pelo alívio nas taxas de liquidação, apesar de incidentes operacionais na Ásia terem causado volatilidade temporária. O cenário atual sugere que a força institucional está reabsorvendo a oferta após o pânico macro recente.


🔥 Destaque: Bitcoin retoma US$ 71 mil após crash para US$ 60 mil

O Bitcoin protagonizou uma das recuperações diárias mais impressionantes do ciclo atual, saltando 15% após encostar na mínima de US$ 60 mil em 5 de fevereiro. O movimento, desencadeado por uma combinação de liquidações alavancadas e medo macroeconômico, foi rapidamente reabsorvido por investidores institucionais. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock registrou um volume recorde de negociação, sinalizando que o capital profissional utilizou a queda para acumular posições.

Diferente de quedas anteriores, o suporte em US$ 60 mil demonstrou ser uma barreira psicológica e técnica robusta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 366.473,47, refletindo uma valorização substancial de 8,14% nas últimas 24 horas no mercado brasileiro. Esse movimento alinha-se à narrativa de que o pior da correção já ficou para trás, com o sentimento de medo extremo sendo substituído por um otimismo cauteloso.

No entanto, a volatilidade não foi isenta de causas operacionais. Um erro na exchange sul-coreana Bithumb, que creditou inadvertidamente milhares de Bitcoins a usuários, catalisou uma desvalorização localizada de 10% no início do sell-off global. A rápida contenção por parte da exchange e do mercado global reforça a maturidade do ecossistema, que não permitiu que a falha regional se transformasse em um risco sistêmico prolongado.

Para o investidor, o foco agora volta-se para a sustentação acima dos US$ 70 mil. A recuperação não apenas limpou o excesso de alavancagem, mas também testou a convicção de grandes participantes corporativos, que reafirmaram seu compromisso institucional com o ativo digital mesmo diante de quedas agressivas.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante é de recuperação após um teste crítico de suporte. A resiliência institucional é o grande motor deste ciclo; enquanto mineradoras de Bitcoin como a MARA viram suas ações subirem mais de 21%, a MicroStrategy (MSTR) de Michael Saylor recuperou todas as perdas da sessão anterior, subindo 25%. Esse impulso positivo nas ações ligadas ao setor cripto sugere que o mercado de capitais tradicional continua apostando na tese de longo prazo do Bitcoin como reserva de valor.

O cenário geopolítico também apresenta uma clara divergência regulatória. Enquanto a China endurece as regras contra stablecoins privadas para proteger a soberania do yuan digital, os EUA veem o Secretário Scott Bessent pressionar por marcos regulatórios claros, como o CLARITY Act. Esse contraste está acelerando uma migração de capital para jurisdições ocidentais, beneficiando stablecoins atreladas ao dólar e protocolos DeFi que operam sob conformidade regulatória.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Reversão Macro: A valorização atual permanece vulnerável a novas quedas nos índices acionários e à busca por segurança se os dados de inflação americanos surpreenderem negativamente.
  • Repressão Chinesa: O banimento de stablecoins em yuan pode forçar liquidações preventivas em projetos com exposição asiática, gerando novos surtos de volatilidade em moedas regionais.
  • Fragilidade em CEXs: O erro operacional na Bithumb reforça os perigos de manter fundos em exchanges centralizadas, onde falhas humanas podem causar desalinhamentos de preço severos.
  • Temor Quântico: Embora Michael Saylor minimize o risco, o debate sobre computação quântica pode ser usado para gerar pânico especulativo entre investidores de varejo menos informados.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Ações Proxy: Empresas como MSTR e mineradoras listadas oferecem exposição alavancada ao Bitcoin, capturando valorizações superiores ao ativo spot durante recuperações agressivas.
  • Altcoins Subvalorizadas: O XRP disparou 18% após o rebote do BTC, indicando que o efeito cascata pode beneficiar ativos que sofreram desvalorizações desproporcionais na queda.
  • Autocustódia: Os riscos operacionais em exchanges tradicionais impulsionam a demanda por hardware wallets, beneficiando empresas que fornecem soluções de self-custody.
  • Stablecoins USD: O banimento na China fortalece o domínio global do dólar digital regulado, tornando ativos como USDT e USDC ainda mais centrais para a liquidez global.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bitcoin rebota acima de US$ 71 mil pós-queda para US$ 60 mil
O Bitcoin recuperou 15% de seu valor em apenas 24 horas, subindo de US$ 60 mil para acima de US$ 71 mil. O movimento foi sustentado por volumes recordes nos ETFs americanos e sinaliza uma forte resiliência institucional após o pânico macro inicial.

2. MSTR avança 25% com rebound do Bitcoin apesar de US$ 12,4 bi em perdas
As ações da MicroStrategy saltaram 25% após reportar prejuízo contábil bilionário no quarto trimestre. A confiança dos executivos na estratégia de acumulação de longo prazo serviu como catalisador para a recuperação das ações.

3. MicroStrategy lidera programa de segurança quântica para Bitcoin
Michael Saylor anunciou um programa global para coordenar a defesa do Bitcoin contra futuras ameaças quânticas. A iniciativa visa elevar o nível de planejamento técnico da rede, consolidando a MSTR como líder tecnológica no setor.

4. BTC atinge US$ 71k e XRP +18% em recuperação ampla
A recuperação não se limitou ao Bitcoin; altcoins como XRP, Ethereum (+5,9%) e Cardano apresentaram altas expressivas. Analistas da Bitwise sugerem que o fundo local já foi atingido e precificado pelo mercado.

5. Erro Bithumb envia milhares BTC e catalisa crash 10%
A exchange sul-coreana creditou erroneamente Bitcoins no valor de milhões de won a usuários, provocando uma queda local de 10%. O incidente serviu para testar os sistemas de prevenção de liquidação em cascata da plataforma.

6. China bane stablecoins CNY e tokenização RWA sem aprovação
O Banco Popular da China reafirmou sua postura hostil ao banir stablecoins privadas e a tokenização de ativos reais não autorizada. A medida visa conter o risco de fuga de capitais através de trilhos digitais privados.

7. China barra stablecoins yuan offshore; EUA urge CLARITY Act
Enquanto a China aperta o cerco, o Tesouro dos EUA defende a aprovação do CLARITY Act para consolidar a liderança tecnológica americana no mercado global de criptoativos e stablecoins privados.


🔍 O Que Monitorar

  • Volumes de ETF Spot: A continuidade das entradas no IBIT após o recorde de volume será fundamental para sustentar o preço acima de US$ 70 mil.
  • Níveis de Liquidez em Exchanges: A recuperação das reservas da Bithumb após o erro operacional dará pistas sobre a confiança dos investidores locais.
  • Ações de Mineradoras: O desempenho de MARA e RIOT serve como um indicador antecedente para o apetite por risco operacional no setor.
  • Progresso do CLARITY Act: Qualquer movimentação legislativa nos EUA poderá atrair fluxos massivos de capital institucional para o ecossistema USD.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 12 a 48 horas, a perspectiva é de um viés de alta moderado, condicionado à capacidade do Bitcoin de consolidar suporte acima da região de US$ 70.500. A limpeza de posições alavancadas durante a queda para US$ 60 mil criou uma base técnica mais saudável para novas tentativas de rompimento das máximas recentes. É provável que as altcoins continuem apresentando uma volatilidade superior, capturando o fluxo de rotação de lucros do Bitcoin. Entretanto, o investidor deve permanecer atento a eventos macro e regulatórios, especialmente notícias vindas da Ásia, que podem servir de freio para o momentum atual. O foco deve estar em ativos com forte lastro institucional e protocolos que ofereçam segurança contra falhas operacionais e avanços regulatórios.


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Executivos cartoon de BitMine e MicroStrategy tropeçando com pilhas de BTC/ETH derretendo em vermelho, simbolizando perdas bilionárias no crash do Bitcoin

Gigantes Cripto no Vermelho: Perdas Bilionárias no Crash do BTC e ETH

Os dados mostram que a queda do Ether abaixo de US$ 2.000 gerou perdas não realizadas de US$ 8 bilhões para a BitMine Immersion, tesouraria com 4,29 milhões de ETH adquiridos por US$ 16,4 bilhões. Paralelamente, o Bitcoin em US$ 65.000 pressiona empresas como a MicroStrategy, cujas ações caíram 77% desde julho. Apesar da desvalorização de 40% no BTC desde outubro, ETFs spot registram saídas de apenas 6,6% em ativos sob gestão.


BitMine: Déficit de US$ 8 bilhões em Exposição ETH

A BitMine Immersion Technologies (BMNR), liderada por Thomas Lee, acumulou 4,29 milhões de ETH a um custo médio de US$ 16,4 bilhões. Com o Ether negociado em torno de US$ 1.910, o portfólio vale agora US$ 8,4 bilhões, resultando em perdas não realizadas de aproximadamente US$ 8 bilhões, ou 49% do valor investido. As ações BMNR despencaram 88% desde o pico de julho, atingindo mínima histórica na quinta-feira, com queda adicional de 9% no dia.

Apesar do impacto, a empresa afirma ausência de covenants de dívida e geração de receita via staking de 2,9 milhões de ETH, além de caixa de US$ 538 milhões. Segundo o Cointrader Monitor em 06/02/2026 às 07:06, o Bitcoin opera a R$ 346.583, com variação de -7,62% em 24 horas e volume de 1.523 BTC.

Pressão em Tesourarias Bitcoin: MicroStrategy e Outras

O Bitcoin, em US$ 65.000 — queda de 40% desde outubro —, expõe vulnerabilidades corporativas. A MicroStrategy, maior detentora com mais de 700.000 BTC, viu ações migrarem de US$ 457 para US$ 106, perda de 77%. A empresa revisou guidance para 2025, prevendo lucro de US$ 6,3 bilhões ou prejuízo de US$ 5,5 bilhões, contra lucro anterior projetado de US$ 24 bilhões. Criou reserva para dividendos em meio à volatilidade.

Outras afetadas incluem Smarter Web Company (-18%), Nakamoto Inc. (-9%), Metaplanet (-7%), Alt5 Sigma (-8,4% em WLFI), SharpLink Gaming (-8% em ETH) e Forward Industries (-6% em SOL). O Ether, por sua vez, registra -9,45% em 24h, cotado a R$ 10.105.

Resiliência dos ETFs Spot Bitcoin

Em contraste, os ETFs spot de Bitcoin demonstram estabilidade. Apesar da desvalorização de 40% no ativo subjacente desde outubro, saídas somam apenas 6,6% do AUM, segundo Eric Balchunas da Bloomberg. Investidores institucionais tratam BTC como alocação de 1-2% em portfólios diversificados, suportados por equities fortes. Diferente de traders nativos cripto em ‘crise existencial’.

Histórico do ouro mostra recuperação pós-quedas semelhantes: ETFs de ouro perderam 33% em seis meses há uma década, mas atingem US$ 160 bilhões hoje. BTC ETFs rivalizaram brevemente com ouro antes do selloff.

Implicações para Confiança Institucional

Os dados indicam ‘sangramento’ em tesourarias corporativas agressivas, erodindo confiança em estratégias concentradas. Níveis chave: BTC suporte em US$ 60.000-65.000; ETH em US$ 1.900. Volumes em ETFs sugerem ancoragem institucional, mas monitorar se saídas aceleram abaixo de 6,6%. Volatilidade persiste como custo dos retornos históricos do BTC, com sete drawdowns similares em 17 anos.


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Investidores cartoon retirando barras douradas de cofre BTC pressionando ETH e SOL, enquanto depositam em cofre XRP, ilustrando saídas e influxos de ETFs

ETFs de Bitcoin Perdem US$ 545 Milhões em Saídas Diárias

A debandada institucional continua: ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 545 milhões em um único dia, conforme dados recentes. Os fundos de Ether e Solana também viram outflows significativos, enquanto os de XRP foram os únicos a atrair influxos modestos. Esse movimento reflete um viés de baixa generalizado, com o Bitcoin testando níveis próximos a US$ 65.000 e impactando altcoins correlacionadas. Os dados mostram pressão vendedora ampliando a volatilidade de fevereiro.


Fluxos Detalhados nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin lideraram as saídas, com US$ 544,94 milhões em resgates líquidos distribuídos por seis fundos principais, segundo relatório consolidado. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock sofreu o maior impacto, com US$ 373,44 milhões em outflows, seguido pelo Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) com US$ 86,44 milhões. Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) registrou US$ 41,77 milhões em saídas.

Outros fundos como ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB), Franklin Bitcoin ETF (EZBC) e VanEck Bitcoin ETF (HODL) contribuíram com adicionais US$ 43,3 milhões em resgates. Apesar de volume de negociação de US$ 7,15 bilhões, os ativos líquidos totais caíram para US$ 93,51 bilhões. Year-to-date, os fundos acumulam inflows de US$ 3,5 bilhões contra redemptions de US$ 5,4 bilhões, resultando em saldo negativo de US$ 1,8 bilhão.

Desempenho de ETH, SOL e XRP ETFs

Os ETFs de Ether registraram US$ 79,48 milhões em outflows, com BlackRock ETHA respondendo por US$ 58,95 milhões e Fidelity FETH por US$ 20,53 milhões. Ativos totais fecharam em US$ 12,71 bilhões após volume de US$ 2,27 bilhões.

Solana spot ETFs tiveram US$ 6,71 milhões em saídas, lideradas pelo Grayscale Solana Trust (GSOL) com US$ 5,22 milhões. XRP ETFs, por outro lado, atraíram US$ 4,83 milhões em inflows, com Franklin XRPZ (+ US$ 2,51 milhões), Bitwise XRP (+ US$ 1,72 milhões) e 21Shares TOXR (+ US$ 600 mil). Esses fluxos seletivos destacam rotação defensiva em meio à pressão ampla.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Os dados de fluxos correlacionam-se com quedas recentes: Bitcoin cotado a aproximadamente US$ 66.000, com variação de -8% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 347.246,40, com -7,57% no dia e volume de 1.522 BTC. Ethereum opera em torno de R$ 10.129 (-9,4%), Solana a R$ 428 (-11,7%) e XRP a R$ 6,98 (-6,5%).

No gráfico diário, BTC testa suporte em US$ 65.000, com média móvel de 50 dias em US$ 68.500 atuando como resistência imediata. ETH e SOL mostram padrões semelhantes de recuo, com correlação beta acima de 1,2 em relação ao BTC. Vale monitorar o volume de ETF para sinais de exaustão vendedora.

Implicações para Investidores

Analistas como James Seyffart e Eric Balchunas notam resiliência: apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs BTC desde o pico, com inflows cumulativos de US$ 54,8 bilhões. A rotação para XRP sugere posicionamento seletivo. Os números indicam cautela, com foco em níveis técnicos para entradas ou saídas estratégicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança digital com bloco BTC afundando e saídas vermelhas contrastando influxos luminosos em prismas ETH e XRP, divergência em fluxos de ETFs

ETFs de XRP e Ether Atraem Capital enquanto Bitcoin Registra Saídas

Os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 272 milhões no segundo dia de fevereiro, com Fidelity FBTC liderando perdas de US$ 148,7 milhões. Em contraste, ETFs de Ether e XRP atraíram entradas de US$ 14 milhões e US$ 19,5 milhões, respectivamente. Essa divergência nos fluxos reflete apetite seletivo por altcoins, enquanto o Bitcoin cai para próximo de US$ 71 mil. Os dados sugerem possível rotação de capital no mercado cripto.


Detalhes dos Fluxos em ETFs

Os ETFs spot de Bitcoin enfrentaram pressão ampla, com US$ 272 milhões em saídas distribuídas entre os principais emissores. Fidelity FBTC registrou saídas de US$ 148,7 milhões, ARK 21Shares ARKB com US$ 62,5 milhões e Grayscale GBTC com US$ 56,6 milhões. Grayscale Bitcoin Mini Trust registrou US$ 33,8 milhões em saídas, seguido por Bitwise BITB (US$ 23,4 milhões) e outros. BlackRock IBIT foi exceção positiva, com entrada de US$ 60 milhões, mas insuficiente para compensar. Ativos líquidos totais caíram abaixo de US$ 100 bilhões, para US$ 97 bilhões, com volume negociado de US$ 8,59 bilhões.

Para Ether, BlackRock ETHA liderou as entradas com US$ 42,85 milhões, Grayscale Ether Mini Trust registrou US$ 19,12 milhões e ETHE US$ 8,25 milhões. Saídas em Fidelity FETH (US$ 54,84 milhões) resultaram em uma entrada líquida de US$ 14 milhões. Os ETFs de XRP registraram forte desempenho: Franklin XRPZ com US$ 12,13 milhões, Bitwise XRP com US$ 4,82 milhões e Grayscale GXRP com US$ 2,51 milhões, totalizando US$ 19,46 milhões. Solana também registrou entrada de US$ 1,24 milhão.

Sentimento Social Divergente pela Santiment

Os dados da Santiment revelam contraste no sentimento social. O índice Positive/Negative para XRP marca 2,19, 103% acima de Ethereum (1,08) e 173% sobre Bitcoin (0,80). Apesar de quedas semanais de 6,82% no XRP, 4,97% no BTC e 4,92% no ETH, traders de XRP mostram otimismo robusto. Analistas atribuem isso à resiliência dos holders de XRP à volatilidade, com fé nos fundamentos.

O Crypto Fear & Greed Index está em “extreme fear” com 12 pontos, o menor desde dezembro. Santiment sugere que esse pessimismo pode preceder um relief rally de curto prazo, à medida que disbelief de small traders favorece upside.

Preços Atuais e Contexto Técnico

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 376.226,52 (-5,61% em 24h). Ethereum em R$ 11.212,54 (-5,18%) e XRP a R$ 7,44 (-11,01%). Os dados mostram BTC testando suporte próximo de US$ 70.000, com médias móveis de 50 dias em queda. ETH e XRP exibem padrões de consolidação, com XRP acima de suporte em US$ 1,50.

Volume em ETFs de BTC elevado contrasta com seletividade em altcoins, indicando rotação interna em vez de saída total de capital.

Rotação de Ativos ou Ruído de Mercado?

Os fluxos apontam para rotação seletiva: capital sai de BTC para ETH e XRP, mantendo exposição cripto. Sentimento otimista no XRP diverge do medo geral, potencialmente sinalizando força relativa. Níveis a observar incluem BTC em US$ 70.000 (suporte chave), ETH próximo de US$ 2.100 e XRP acima de US$ 1,55. Volumes de ETF e open interest em derivatives merecem monitoramento para confirmar tendência.


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Executivos cartoon coletando cristais XRP e ETH em vale volátil com influxos dourados, simbolizando compras institucionais recordes em ETFs

Instituições Compram o Dip: ETFs de XRP e ETH com Entradas Recordes

Enquanto o mercado cripto enfrenta volatilidade, com Ethereum em torno de US$ 2.170 (R$ 11.138) e XRP a US$ 1,60 (R$ 7,94), instituições estão comprando o dip. Os ETFs de Ethereum registraram US$ 14 milhões em entradas líquidas em 3 de fevereiro, quebrando uma sequência de saídas. Já os ETFs de XRP lideraram com US$ 19,46 milhões, superando BTC, ETH e SOL. Eles sabem algo que o varejo ainda não vê?


Inversão nos Fluxos de Ethereum ETFs

O mercado de spot Ethereum ETFs, aprovado pela SEC em julho de 2024, viu um dia de alívio após meses de saídas expressivas. Em 3 de fevereiro, houve inflows de US$ 14 milhões, com BlackRock liderando ao atrair mais de US$ 42 milhões. Fidelity e VanEck tiveram saídas menores, mas o saldo positivo encerrou uma “sequência de saída” que drenou US$ 353 milhões só em janeiro.

Comparando com meses anteriores, as saídas desaceleraram: dezembro teve US$ 616 milhões e novembro, US$ 1,4 bilhão. Apesar do preço do ETH cair mais de 40% desde os US$ 3.400, atingindo mínimas de 2026, os fluxos indicam que instituições veem valor fundamental. Empresas como BitMine acumulam ETH, com mais de 4,2 milhões em tesouraria, reforçando a tese de staking e yield de longo prazo.

Essa resiliência sugere que Wall Street trata ETH como ativo estratégico, ignorando ruído de curto prazo. O mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

XRP ETFs Superam a Concorrência

Os ETFs de XRP roubaram a cena em 3 de fevereiro, com US$ 19,46 milhões em entradas – mais que BTC (saída de US$ 272 milhões), ETH e até SOL (US$ 1,24 milhão). Foi o melhor dia desde 5 de janeiro (US$ 46 milhões), elevando o cumulativo para US$ 1,2 bilhão.

Enquanto os ETFs de BTC registram saídas pela primeira vez abaixo do custo médio de aquisição (US$ 82.600), XRP atrai capital fresco. O preço do token oscilou de US$ 1,53 para US$ 1,63, terminando em US$ 1,60 – queda de 17% semanal e 25% mensal. Mas os inflows mostram confiança institucional na rede Ripple, especialmente em pagamentos cross-border.

Essa performance destaca a diversificação: altcoins ganham tração enquanto BTC corrige. Instituições praticam a “MicroStrategização”, acumulando em dips como Michael Saylor com Bitcoin.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, onde o Bitcoin negocia via exchanges locais, esses fluxos globais importam. ETH a R$ 11.138 e XRP a R$ 7,94 oferecem pontos de entrada atrativos. A adoção institucional valida cripto como reserva de valor, similar a ouro ou ações tech.

Analistas veem ETH “subvalorizado” desde 2019, com atividade on-chain em ATH (3,4M endereços ativos). Tom Lee, da Fundstrat, chama a correção de “recurso, não bug”. Para o varejo, é sinal para monitorar fluxos ETF como leading indicator de reversão.

Volatilidade persiste com tensões geopolíticas e Fed, mas inflows indicam que os grandes players apostam no upside de longo prazo.

Perspectiva de Adoção e Próximos Passos

Esses movimentos reforçam a narrativa de alta: ETFs democratizam acesso, atraindo bilhões. Cumulativamente, XRP já tem US$ 1,2 bilhão; ETH acumula apesar de saídas. O foco em fundamentos – como staking ETH e utility XRP – supera pressão vendedora.

Investidores devem observar desaceleração de outflows e volume institucional. Como em ciclos passados, dips constroem bases para halvings e bull runs. A resiliência institucional é o termômetro real do mercado.


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Executivos cartoon institucionais despejando capital dourado em cofre Bitcoin transbordante, revertendo saques em ETFs spot

ETFs de Bitcoin Revertem Queda com Influxo de US$ 562 Milhões

A maré virou nos ETFs spot de Bitcoin: após quatro dias de saídas que somaram US$ 1,5 bilhão, os fundos registraram entradas líquidas de US$ 561,8 milhões na segunda-feira (3). Equivalente a cerca de R$ 2,9 bilhões, o movimento sinaliza resiliência do apetite institucional, mesmo com o Bitcoin navegando em águas turbulentas abaixo de US$ 80 mil. Fidelity e BlackRock lideraram o fluxo positivo.


Detalhes do Influxo Recordista

O dia marcou o maior volume de entradas desde 14 de janeiro, segundo dados da Farside e SoSoValue. O fundo da Fidelity (FBTC) atraiu US$ 153,4 milhões, enquanto o iShares Bitcoin Trust da BlackRock registrou US$ 142 milhões. Bitwise (BITB) veio logo atrás com US$ 97 milhões, e fundos de Grayscale, Ark & 21Shares, VanEck e Invesco também captaram valores modestos, mas positivos.

Esse fluxo contrasta com as saídas intensas da semana anterior, quando os ETFs perderam US$ 1,49 bilhão, seguidos de mais US$ 1,33 bilhão na semana retrasada. A reversão demonstra que os fundamentos da adoção institucional se fortalecem, independentemente de oscilações de curto prazo.

Contexto de Volatilidade e Resiliência

O Bitcoin caiu para mínimas de nove meses abaixo de US$ 75 mil no fim de semana, pressionado por tensões geopolíticas e incertezas sobre a política monetária dos EUA, após a nomeação de Kevin Warsh para o Fed. No momento da escrita, o BTC negociava em torno de US$ 76.190, cerca de 41,9% abaixo do pico de outubro de 2025, conforme CoinGecko.

Apesar disso, o preço permanece 7,3% abaixo do custo médio de criação dos ETFs (US$ 84 mil), nível não visto desde o verão de 2024, segundo Alex Thorn da Galaxy Digital. Analistas como Vincent Liu da Kronos Research veem nisso uma convicção renovada de grandes alocadores, que usam os ETFs regulados para rebalanceamentos e posicionamento macro.

Implicações para o Mercado de Longo Prazo

Para investidores de visão estratégica, esse influxo reforça a tese de que o mercado está construindo bases sólidas. Tim Sun do HashKey Group aponta que o estreitamento de spreads entre ETFs spot e futuros reduziu arbitragens, mas os níveis atuais de preço tornam o ativo atrativo para recomposição de portfólios. A rotação permanece concentrada no BTC, com ETFs de Ethereum registrando saídas de US$ 2,86 milhões no dia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 398.522 nesta quarta-feira (4), com variação de -3,44% em 24 horas. O dólar estava em R$ 5,24. Esse apetite institucional sugere que a narrativa de adoção global persiste, priorizando ciclos de longo prazo sobre ruído diário.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar se o padrão de entradas se consolida, potencialmente apertando a oferta líquida e sustentando o preço. Histórico mostra que fluxos de ETFs são indicadores chave de tendências, semelhantes a entradas em ouro ou ações tech durante incertezas. Para o investidor comum, isso reforça: volatilidade é parte do jogo, mas os fundamentos avançam.


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Balança cósmica com ouro e prata elevados (+15%) contrastando monolito Bitcoin em 77K, feixes ETF impulsionando rebound

Prata Dispara 15% e Ouro Avança: Bitcoin Testa US$ 77k

Os dados mostram o Bitcoin recuando para US$ 77.100 após falhar em sustentar a recuperação de 7% das mínimas do fim de semana em US$ 74.000, enquanto a prata avança quase 15% e o ouro se aproxima de US$ 5.000 por onça com ganho de 6,5%. Influxos de US$ 562 milhões nos ETFs de Bitcoin surgem como sinal de demanda institucional em meio à incerteza macroeconômica.


Situação Atual dos Mercados

Bitcoin negociava recentemente a US$ 77.100, queda de 2% nas últimas 24 horas, após tocar US$ 79.000. Ether apresentava performance pior, caindo 4,7% para US$ 2.260. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC estava cotado a R$ 399.605, com variação de -3,38% em 24 horas e volume de 496 BTC.

Em contraste, metais preciosos renovam suas máximas: prata +14,9% na terça-feira e ouro próximo de US$ 5.000. No Brasil, ouro a R$ 25.898 (+3,17%) e prata R$ 446 (+2,76%), conforme cotações recentes. Ações de tech como Nvidia e Microsoft caem 3-5%, arrastando Nasdaq -1%.

Contexto Técnico do Bitcoin

Analistas destacam um CME gap massivo entre US$ 84.445 (fechamento sexta) e US$ 77.400 (abertura segunda), o maior do ciclo. Fair value gaps (FVGs) apontam resistências em US$ 79.000-81.000 e US$ 84.000-88.000. Heatmap de liquidações mostra clusters de ordens de venda em US$ 80.000 e acima de US$ 85.000.

As opções indicam preparação para uma recuperação de curto prazo, com demanda por proteção contra quedas distorcendo volatilidade para backwardation. Normalização para contango seria sinal de mínimas locais. Indicador MVRV z-score em mínimo histórico sugere valuações de liquidação forçada.

Fluxos de ETFs e Sentimento de Mercado

Spot Bitcoin ETFs registraram US$ 561,9 milhões em influxos líquidos na segunda, revertendo 4 dias de outflows. Nenhum ETF teve saída, superando todo janeiro. Instituições compram o fear com FUD em níveis mais altos desde novembro 2025, similar a rallies de alívio anteriores.

Dólar recua 0,42% para R$ 5,2375, reforçando apetite por ativos de risco, mas metais físicos dominam como portos seguros tradicionais em incerteza macro.

Níveis Chave a Monitorar

Suportes: US$ 75.000 (lows recentes), US$ 74.500 (9-meses). Resistências: US$ 80.000 (liquidity), US$ 85.000 (próximo cluster). Cruzar US$ 80.000 pode trigger squeeze de liquidações curtas. Volumes em ETFs e normalização de volatilidade opções são métricas críticas. Dados sugerem competição entre influxos institucionais e fuga para ouro/prata.


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Pilar dourado ascendendo rompendo barreira translúcida, impulsionado por fluxos de energia ETFs e PMI, simbolizando recuperação do Bitcoin a US$78 mil

Bitcoin Recupera para US$ 78 mil com PMI Forte e Inflows de ETFs

O PMI industrial dos EUA surpreendeu com leitura de 52.6 em janeiro, sinalizando expansão pela primeira vez em mais de um ano e acima da expectativa de 48.5. Simultaneamente, os ETFs de Bitcoin registraram inflows de US$ 561 milhões, revertendo cinco dias de saídas. Esses dados coincidem com a recuperação do BTC para cerca de US$ 78.400, alta de 4% em 24 horas após queda semanal de 12%.


PMI ISM Revela Expansão no Setor Manufatureiro

Os dados do Institute for Supply Management (ISM) mostram o PMI Manufacturing subindo para 52.6, território de expansão acima de 50. Novos pedidos avançaram para 57.1, produção aumentou e backlog de pedidos virou positivo. Emprego ainda abaixo de 50 indica que contratações não acompanharam plenamente, mas o conjunto aponta confiança empresarial e demanda pós-férias.

Como indicador antecedente, o PMI acima de 50 historicamente correlaciona com maior apetite por risco. Ativos como Bitcoin tendem a se beneficiar em ambientes de crescimento econômico, com melhora nas perspectivas de lucros corporativos e redução de hedges defensivos. A leitura, divulgada em 2 de fevereiro de 2026, ocorreu em meio à estabilização do BTC após sell-off que levou preços a US$ 75.000 no fim de semana.

Fluxos de ETFs Revertem Tendência Negativa

Após cinco dias de outflows, spot Bitcoin ETFs captaram US$ 561 milhões. Fidelity FBTC liderou com US$ 153,35 milhões, seguido por BlackRock IBIT com US$ 141,99 milhões. Essa reversão coincide com a alta intradiária do BTC, que ganhou 4% em 24 horas para acima de US$ 78.000.

A entrada institucional contrasta com o recente risco-off global, marcado por quedas em ações, ouro e prata. Empresas como MicroStrategy (MSTR) acumularam 855 BTC por US$ 75 milhões, sinalizando confiança em níveis baixos. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 412.680,73 às 07:29 de 3 de fevereiro, com variação de +0,85% em 24 horas e volume de 335,1 BTC.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

O gráfico diário do BTC mostra RSI em território de sobrevenda após dias de vendas intensas. Suporte imediato em US$ 72.000, com risco de teste em US$ 68.000-60.000 se quebrado. Resistências em US$ 79.000 e US$ 81.000, com gap não preenchido no CME em US$ 84.000 limitando upside imediato.

No mercado de futuros, funding rates negativos por três dias sugerem sinal de compra, conforme análises on-chain. Volume total caiu 27% para US$ 75,27 bilhões, e open interest subiu levemente para US$ 51,47 bilhões, indicando estabilização. Ethereum avançou 5%, mas seus ETFs mantiveram outflows.

Níveis a Monitorar no Curto Prazo

Os dados macro e fluxos de ETF posicionam o Bitcoin em encruzilhada. Expansão no PMI pode sustentar momentum se confirmada por indicadores subsequentes, mas incertezas como nomeação de Kevin Warsh para Fed Chair e condições financeiras apertadas demandam cautela. Traders observam US$ 78.000 como pivô: acima abre caminho para US$ 81.000; abaixo, reforça viés de baixa semanal.

Volume 24h no Brasil reflete recuperação moderada, com exchanges como Binance liderando negociações.


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Torre brutalista digital expelindo fluxos dourados para o vazio negro, simbolizando saídas bilionárias de fundos cripto e ETFs

Fundos Cripto Registram Saída de US$ 3,43 Bilhões em Duas Semanas

Os fundos de investimento em criptomoedas registraram a segunda semana consecutiva de saídas, totalizando US$ 1,7 bilhão na última semana e acumulando US$ 3,43 bilhões em 14 dias, de acordo com o relatório semanal da CoinShares. Esse movimento reverte os fluxos positivos acumulados no início de 2026, resultando em saldo negativo de US$ 1 bilhão no ano até o momento. Os dados refletem enfraquecimento do apetite institucional em meio a volatilidade de mercado.


Detalhes dos Fluxos Semanais

Os dados da CoinShares indicam que os produtos de investimento negociados em bolsa (ETPs) cripto sofreram saídas de US$ 1,7 bilhão na semana encerrada em 31 de janeiro, ligeiramente abaixo dos US$ 1,73 bilhão da semana anterior. Esse total acumulado de US$ 3,43 bilhões marca uma mudança drástica, transformando o fluxo ano a data (YTD) em negativo pela primeira vez em 2026.

Bitcoin liderou as retiradas com US$ 1,32 bilhão saindo de produtos dedicados ao BTC na última semana, acumulando US$ 733 milhões em outflows YTD. Ethereum registrou US$ 308 milhões em saídas semanais, com prejuízo YTD de US$ 383 milhões. Solana e XRP também foram impactados, com US$ 31,7 milhões e US$ 43,7 milhões retirados, respectivamente.

Emissores e Ativos sob Pressão

Entre os emissores, os ETFs iShares da BlackRock lideraram as saídas com US$ 1,2 bilhão, seguidos por Grayscale Investments (US$ 300 milhões) e Fidelity (US$ 197 milhões). Em contrapartida, ProFunds Group e Volatility Shares atraíram US$ 139 milhões e US$ 61 milhões em entradas, principalmente em produtos vendidos em Bitcoin, alinhados ao sentimento negativo.

No contexto dos ETFs spot de Bitcoin, as saídas somaram US$ 2,8 bilhões nas últimas duas semanas, contribuindo para a queda do BTC para US$ 74.000, abaixo do custo médio de aquisição de US$ 87.830 por unidade. O ativo sob gestão (AUM) desses fundos contraiu para cerca de US$ 113 bilhões.

Queda no AUM e Fatores Contribuintes

O AUM total dos fundos cripto caiu para US$ 165,8 bilhões, apagando US$ 73 bilhões desde outubro de 2025. James Butterfill, head de pesquisa da CoinShares, atribui o movimento a uma combinação de nomeação de chair hawkish no Federal Reserve, vendas de baleias associadas ao ciclo de quatro anos e volatilidade geopolítica elevada.

Esses fluxos precederam uma venda acentuada no fim de semana, com Bitcoin testando níveis abaixo de US$ 75.000. O Crypto Fear & Greed Index marca 14 pontos (‘Extreme Fear’), sugerindo potencial para mais pressão vendedora sem reversão rápida.

Níveis Técnicos e Cotação Atual

Os dados técnicos apontam suporte imediato em torno de US$ 74.000-76.000, com zona crítica em US$ 70.000-72.000, alinhada à média móvel de 200 dias. Resistências surgem em US$ 80.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 414.753,56 às 19:16 de 02/02/2026, com variação de +1,54% em 24 horas e volume de 489 BTC.

Investidores institucionais devem monitorar volumes semanais de ETPs, liquidações e indicadores macro para avaliar a sustentabilidade dessa tendência de saídas.


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Fortaleza dourada de ETFs vertendo líquido vermelho por drenos, com '74K' rachado na base, simbolizando saídas bilionárias e queda do Bitcoin

ETFs de Bitcoin no Prejuízo: Saída de US$ 2,8 Bi Derruba BTC a US$ 74k

O Bitcoin caiu para US$ 74.600 nesta segunda-feira, marcando o menor valor em nove meses, após investidores retirarem US$ 2,8 bilhões dos ETFs spot de Bitcoin nas últimas duas semanas. Esse valor está abaixo do custo médio de aquisição dos fundos, estimado em US$ 87.830 por BTC, deixando as posições médias underwater. Os dados mostram uma reação em cadeia de vendas institucionais e liquidações, elevando temores de mercado baixista.


Saídas Recordes dos ETFs Spot

Os onze ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram as segunda e terceira maiores semanas de saídas no mês passado, totalizando US$ 1,49 bilhão na última semana e US$ 1,32 bilhão na anterior, conforme CoinGlass. O ativo sob gestão (AUM) totalizou cerca de US$ 113 bilhões, com os fundos detendo aproximadamente 1,28 milhão de BTC.

Desde o pico de outubro, em US$ 165 bilhões, o AUM caiu 31,5%, enquanto o preço do BTC recuou 40%. Apesar disso, as entradas cumulativas dos ETFs declinaram apenas 12% do pico, indicando que investidores institucionais mantêm posições de longo prazo, ou hodling, conforme Alex Thorn, head de pesquisa da Galaxy.

Impacto Psicológico do Preço Underwater

Quando o preço do ativo cai abaixo do custo médio de aquisição, ocorre um fenômeno psicológico conhecido como underwater, que pressiona os gestores de fundos a considerar reduções de exposição para preservar capital. No caso dos ETFs, o custo médio de US$ 87.830 reflete compras realizadas em níveis mais altos, entre US$ 85.000 e US$ 95.000 recentemente.

Essa situação amplifica a pressão vendedora, pois algoritmos e políticas de risco automáticos podem acionar vendas. Os dados indicam que o BTC perdeu 11% desde US$ 84.000 no sábado, rompendo suportes chave em torno de US$ 76.000, o que acelerou o movimento descendente.

Liquidações Massivas e Sentimento de Mercado

Paralelamente, o mercado viu liquidações massivas de posições compradas em Bitcoin, totalizando mais de US$ 243 milhões em 24 horas, com 80% compradas. O Open Interest caiu 10%, sinalizando deleveraging rápido após forte posicionamento comprador prévio.

O Fear & Greed Index registrou 15 pontos, indicando medo extremo. O mercado cripto total encolheu 5% para US$ 2,54 trilhões, com correlação de 58% com o ouro, sugerindo drivers macroeconômicos como tensões geopolíticas no Oriente Médio e dados fracos de PMI nos EUA.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados técnicos mostram suporte imediato em torno de US$ 74.000, com próxima zona crítica em US$ 70.000-72.000, alinhada a médias móveis de 200 dias. Resistências aparecem em US$ 76.000 e US$ 80.000. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 409.065,95 às 07:23, com variação de -1,94% em 24h.

Investidores devem monitorar volumes de ETF e indicadores de liquidação para avaliar a pressão vendedora. A recuperação depende de estabilização macro e redução do deleveraging.


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Monolito dourado Bitcoin descendo em vácuo negro de liquidez rumo à plataforma de suporte 73K, ilustrando teste crítico de preço e liquidações

Bitcoin Enfrenta Vácuo de Liquidez: Suporte em US$ 73 mil em Teste

O Bitcoin registrou queda abaixo dos US$ 80 mil após liquidações de US$ 1,3 bilhão em 12 horas, expondo um vácuo de liquidez entre US$ 73 mil e US$ 80 mil. Métricas on-chain da CryptoQuant confirmam baixa densidade de ordens de compra, UTXOs e custo médio de investidores de ETFs nessa faixa. Contraponto positivo: detentores de longo prazo (LTH) acumularam 186 mil BTC recentemente. Apostas em opções no Deribit equiparam puts de US$ 75 mil a calls de US$ 100 mil, refletindo cautela do mercado em 1º de fevereiro de 2026.


Vácuo de Liquidez Confirmado por Três Métricas

Os dados mostram um espaço vazio de liquidez no order book spot da Binance entre US$ 73.000 e US$ 80.000, formado entre outubro e novembro de 2025. Apesar da alta para US$ 100 mil no fim de 2025, essa zona permaneceu intocada, atuando como ímã em cenários de volatilidade elevada.

O histograma de preços de UTXOs reforça a tese: transações nessa faixa foram mínimas, indicando ausência de base de custo consolidada. Ademais, o custo médio de investidores de spot ETFs está em torno de US$ 79.000. Esses elementos sugerem que o preço pode gravitar para US$ 73.000, nível não revisitado desde abril de 2025, equivalendo a uma desvalorização de cerca de 40% do pico recente.

Análises baseadas em CryptoQuant QuickTake destacam que tais vácuos frequentemente atraem preço em correções, embora a reação dependa de volume e sentimento.

Detentores de Longo Prazo Aceleram Acúmulo

Em meio à dinâmica de baixa, os LTH acumularam aproximadamente 186.000 BTC em média mensal, conforme métrica LTH Supply Change (Coinbase fix). Essa transição reduz a oferta de short-term holders, sinal histórico de convicção em fases de acumulação ou fim de correções.

No entanto, a demanda spot permanece fraca, com risco de capitulação adicional. O padrão ecoa abril de 2025, durante retração similar. Dados da CryptoQuant indicam que LTH absorvem supply, potencialmente limitando downside, mas sem recuperação de demanda, o suporte pode ser testado.

Traders monitoram se esse acúmulo sustenta níveis chave ou se pressão vendedora prevalece.

Queda Abaixo de US$ 80 Mil Amplifica Riscos

A perda do suporte em US$ 80.000, custo médio dos ETFs e True Market Mean, eleva preocupações, conforme análise de Burak Kesmeci. Retestes prévios em outubro de 2025 reforçaram o nível, mas rompimento abre caminho para US$ 72.000, US$ 68.000 e US$ 62.000, clusters de volume profile.

Para reversão, rebound para US$ 90.000, SMA111 em US$ 95.000 e US$ 100.000. No Deribit, open interest de puts US$ 75.000 atinge US$ 1,159 bilhão, paridade com calls US$ 100.000, invertendo otimismo pós-eleição Trump.

Put activity supera calls em strikes inferiores, sinalizando hedge contra declínio adicional.

Níveis a Observar e Cotação em Reais

Os dados apontam US$ 73.000-80.000 como zona crítica, com LTH oferecendo contrapeso. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 405.094 às 18:53 de 1º de fevereiro, com variação de -1,9% em 24h e volume de 344 BTC.

Investidores atentam a fechamentos semanais abaixo de US$ 80.000 para confirmar bearish, ou rebound acima de US$ 90.000 para bullish. Métricas de liquidez, on-chain e opções fornecem base factual para decisões autônomas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede neural digital fragmentando com explosões vermelhas em cascata, simbolizando liquidações de US$ 2,5 bi e crash no mercado cripto

Liquidações de US$ 2,5 Bi: Crash no Mercado Cripto

Os dados do mercado mostram que US$ 2,58 bilhões em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, com destaque para uma perda individual de US$ 222,65 milhões em uma posição de Ether no Hyperliquid. O Ether liderou com US$ 1,15 bilhão liquidados após queda de até 17%, seguido por Bitcoin (US$ 788 milhões) e Solana (US$ 200 milhões). Paralelamente, ETFs cripto registraram saídas de US$ 1,7 bilhão, o maior volume desde novembro, em um fim de semana de baixa liquidez que acelerou a cascata de liquidações.


Escala das Liquidações por Exchange e Ativo

No Hyperliquid, a exchange de derivativos descentralizada registrou US$ 1,09 bilhão em liquidações, quase todas em posições longas, representando mais de 40% do total. Bybit somou US$ 574,8 milhões e Binance US$ 258 milhões. Ao todo, 434.945 traders foram impactados, com US$ 2,42 bilhões de longs liquidados contra apenas US$ 163 milhões de shorts.

Dois grandes participantes no Hyperliquid sofreram perdas combinadas de US$ 284 milhões em posições de Ether: um endereço conhecido como ‘CZ opponent whale’ perdeu US$ 54 milhões em uma posição de US$ 181 milhões, enquanto o ‘BTC OG insider whale’ registrou US$ 230 milhões de prejuízo em uma posição de US$ 660 milhões. Esses eventos ocorreram em meio a uma queda acentuada do Ether para níveis próximos de US$ 2.436, conforme dados recentes.

Saídas Recordes dos ETFs Cripto

Os ETFs de criptomoedas enfrentaram a maior retirada desde novembro, totalizando US$ 1,7 bilhão na semana. Bitcoin ETFs lideraram com US$ 1,1 bilhão em resgates, seguidos por Ethereum com US$ 630 milhões e XRP com US$ 18 milhões. Nos dois últimos dias, Bitcoin ETFs viram saídas de US$ 817 milhões em 29 de janeiro e US$ 510 milhões no dia seguinte, marcando quatro dias consecutivos de resgates.

Essa contração de liquidez reflete uma rotação de capital, com a capitalização de mercado do USDT registrando aumento de menos de US$ 1 bilhão nos últimos 60 dias — níveis associados a condições de mercado de baixa tardias. Detentores de curto prazo absorveram a maior pressão, vendendo abaixo do custo base em meio à volatilidade.

Baixa Liquidez de Fim de Semana e Riscos da Alavancagem

A liquidez reduzida típica de fins de semana amplificou o impacto das liquidações. Movimentos de preço iniciais, como a queda de 17% no Ether, acionaram fechamentos forçados além dos thresholds de margem, criando um efeito cascata. Posições alavancadas, especialmente longs, provaram vulneráveis em mercados com order books finos.

Indicadores como open interest elevado e funding rates positivos prévios sinalizavam sobreposicionamento bullish. Picos em liquidações frequentemente marcam resets de posicionamento, com dados on-chain mostrando transferência gradual de supply de mãos fracas para detentores de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 417.596,88 (-4,58% em 24h), enquanto Ether está em torno de R$ 12.855,48 (-7,76%). Traders devem monitorar volumes de liquidação, níveis de suporte em ETH próximo de US$ 2.400 e BTC em US$ 79.000, além de fluxos de ETF para avaliação do sentimento.


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Executivos cartoon carregando sacos de ouro saindo de portão ETF rachado com BTC eclipsado, ilustrando sangria institucional de US$ 1,8 bi liderada por BlackRock

Sangria Institucional: BlackRock Lidera Saída de US$ 1,8 Bi de ETFs

A fuga institucional de US$ 1,82 bilhão de ETFs de Bitcoin e Ether em cinco dias de negociações derrubou o BTC para perto de US$ 78 mil. Liderados pela BlackRock, os resgates estendem uma sequência de quatro dias de saídas, liquidando a narrativa de ‘compra infinita’ por grandes players. Enquanto isso, o ouro e a prata em altas expressivas sugerem rotação de capital para ativos tradicionais de proteção.


Sequência de Quatro Dias de Resgates nos ETFs

Os ETFs de Bitcoin registraram US$ 509,7 milhões em resgates líquidos em 30 de janeiro, marcando o quarto dia consecutivo de saídas em cinco sessões, conforme dados da SoSoValue. No total semanal, o fluxo negativo chegou a US$ 1,49 bilhão para BTC, com Ether adicionando mais US$ 327 milhões em retiradas.

Esse movimento contrasta com entradas recordes vistas no início do ano. O BTC, que patinava próximo a US$ 83 mil, agora testa suportes inferiores em meio à pressão vendedora. A história mostra que fluxos institucionais não são unidirecionais: em 2022, saídas semelhantes precederam correções de 70%.

Os ativos totais dos ETFs de BTC caíram para US$ 106,96 bilhões, de US$ 115,88 bilhões uma semana antes, sinalizando realocação de portfólios.

BlackRock na Frente da Debandada

O fundo IBIT da BlackRock liderou com US$ 528,3 milhões em resgates no dia 30, seguido por outros como Fidelity e Grayscale. No dia 29, o maior outflow diário desde o início da onda chegou a US$ 817 milhões, com a gestora responsável por mais de US$ 317 milhões, segundo a Bitcoin.com News.

Essa sangria questiona a euforia em torno da adoção institucional. Quando todos celebram entradas bilionárias, o mercado ignora que ciclos de saída são inevitáveis, como visto nas bolhas dot-com. Proteção de capital deve priorizar diversificação além da narrativa cripto.

ETFs de Ether também sangraram US$ 252,9 milhões, com ETHA da BlackRock sozinha retirando US$ 157 milhões.

Rali dos Metais Preciosos Drena Capital Cripto

Enquanto cripto sofre, ouro e prata atingiram ATHs de US$ 5.608 e US$ 121, respectivamente, antes de correções. Segundo o Cointelegraph, investidores parecem rotacionar para metais em busca de proteção real contra inflação e incertezas.

No Brasil, o ouro opera a R$ 25.709,60 (-8,93% diário), e prata a R$ 447,33 (-26,75%). Isso ecoa crises passadas, como 2018, quando ativos tradicionais drenaram liquidez de cripto durante bears prolongados.

O mercado está ignorando que exuberância em cripto precede rotações macro. Cuidado com correlações crescentes com ações e dólar forte.

Pressões Macro e Lições Históricas

O colapso do BTC para US$ 78 mil coincide com shutdown parcial do governo EUA, nomeação de Kevin Warsh (hawkish) para Fed por Trump, e dólar em alta. Indicadores como RSI em 13,8 mostram oversold, mas momentum de baixa persiste, similar a topos de 2021.

Segundo o Cointrader Monitor, BTC está a R$ 412.912,32 (-7,02% 24h). A lição? Ciclos existem: bull é seguido de bear. Sobreviver requer cautela, não euforia.

Investidores devem monitorar fluxos ETF e macro para sinais de piso.


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Vórtex negro sugando pilares de energia dourado, cyan e roxo de ETFs BTC, ETH e XRP, representando saídas recordes de US$ 1 bilhão

Saída Recorde de US$ 1 Bilhão em ETFs: XRP e Ether Despencam

Os ETFs de Bitcoin e Ether registraram saídas líquidas de quase US$ 1 bilhão na quinta-feira, 30 de janeiro de 2026, enquanto os XRP spot ETFs sofreram recorde negativo de US$ 93 milhões. O movimento institucional coincide com queda de 6% no mercado cripto total, que recuou de US$ 3 trilhões para US$ 2,92 trilhões, segundo dados de SoSoValue. O XRP atingiu o menor preço do ano, abaixo de US$ 1,73.


Detalhes dos Fluxos Negativos nos ETFs

Os spot Bitcoin ETFs lideraram as saídas com US$ 817,9 milhões drenados em um dia, o maior volume desde novembro de 2025. Os Ether ETFs registraram US$ 155,6 milhões em outflows, enquanto fundos de XRP perderam US$ 92,9 milhões, conforme SoSoValue. Solana ETFs tiveram saídas menores de US$ 2,2 milhões.

Para janeiro, os fluxos de Bitcoin ETFs viraram negativos, com cerca de US$ 1,1 bilhão em outflows acumulados. Apesar disso, os BTC ETFs mantêm US$ 107,65 bilhões em ativos sob gestão (AUM), representando 6,5% da capitalização de mercado do Bitcoin, estimada em US$ 1,65 trilhão. Ether ETFs somam US$ 16,75 bilhões em AUM, ou 5% do market cap do ETH (US$ 330 bilhões).

Os XRP spot ETFs de emissores como Canary, Bitwise, Franklin, Grayscale e 21Shares ainda detêm US$ 1,21 bilhão em XRP, com inflows líquidos de US$ 1,17 bilhão desde a aprovação da SEC em novembro.

Impacto Direto nos Preços dos Ativos

O XRP caiu para abaixo de US$ 1,73, marcando o menor preço do ano e uma desvalorização de 44% em relação ao início de 2026. Liquidações de posições compradas em XRP atingiram US$ 57 milhões (CoinGlass), ampliando o sell-off. No Brasil, o XRP cotado a R$ 8,97 (-1,36% em 24h, AwesomeAPI), reflete a pressão vendedora.

Ether recuou para cerca de US$ 2.642, com cotação local em R$ 13.938,84 (-1,85%). Bitcoin, em R$ 437.576,61 (+1,75% 24h, Cointrader Monitor), mostrou resiliência relativa, mas contribuiu para o market cap cripto menor.

Os dados mostram correlação entre outflows institucionais e retração de preços, com ETFs representando 5,7% do total market cap cripto via ETPs (US$ 178 bilhões AUM).

Contexto Macro e Fatores Contribuintes

A sangria coincide com fraqueza em ativos de risco: ouro caiu 4% após pico acima de US$ 5.300, tech stocks como Microsoft despencaram 10%, e preocupações com tarifas de Trump e tensões EUA-Irã pesam nos mercados. Geopolítica e bolha de IA são citados como gatilhos.

Alavancagem alta em exchanges como Hyperliquid gerou US$ 87,1 milhões em liquidações compradas em poucas horas (CryptoQuant). O dólar enfraquecido pode criar oportunidades para investidores brasileiros, mas a volatilidade persiste.

Níveis Técnicos e Volumes a Monitorar

Traders devem observar o suporte em US$ 1,69 para XRP (nível atual), com resistência próxima de US$ 1,73. Para Ether, o suporte em US$ 2.600 e volume 24h nos ETFs indicam pressão contínua. Bitcoin testa US$ 82.000, com volume local de 397 BTC em 24h.

Os fluxos diários de SoSoValue e AUM dos ETFs fornecem transparência: entradas revertem tendências, enquanto saídas acima de US$ 500 milhões sinalizam risco de correção adicional. Dados atualizados mostram validade curta dessas métricas.


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Cristais translúcidos com 45% ETH e 70% SOL solidificados em oceano digital vazio, simbolizando escassez por staking, ETFs e airdrops

Crise de Oferta: 45% do Ethereum Travado em Staking e ETFs

Os dados mostram que 45% de todo o Ethereum (ETH) está bloqueado ou de difícil venda, segundo relatório Q1 2026 da Sygnum. ETFs detêm cerca de 10% do supply total, enquanto empresas públicas acumulam 5% (6,1 milhões de ETH). Na Solana, o airdrop do token SKR resultou em 70% do supply travado em staking por mais de 44 mil carteiras em uma semana. Apesar da queda recente, a oferta circulante diminui.


Redução da Oferta Líquida no Ethereum

No primeiro trimestre de 2026, o volume de ETH em exchanges caiu 14,5%, continuando uma tendência de múltiplos anos. Os ETFs de Ethereum acumularam inflows líquidos de 3,4 milhões de ETH em 2025 (US$ 11,3 bilhões), alcançando cerca de 4 milhões de ETH em holdings on-chain até janeiro. Empresas públicas detêm mais de 6,1 milhões de ETH, equivalente a 5% da oferta circulante.

Atualmente, o ETH negocia a R$ 13.970,94 (variação -1,69% em 24h), pressionado por uma queda de 40% desde o pico pós-outubro de 2025. Os números indicam uma oferta encolhida, com potencial para maior volatilidade caso a demanda se recupere, conforme análise da Sygnum.

Crescimento do Staking no Ethereum

O staking remove ETH da circulação, com mais validadores entrando do que saindo no trimestre. Grandes depósitos de firmas como BitMine impulsionaram o volume travado. Combinado com a atualização Fusaka e novas propostas de ETFs com staking, o ecossistema registra atividade recorde: 145 milhões de transações e US$ 8 trilhões em volumes de stablecoins no Q1 2026.

Esses fatores estruturais reduzem a liquidez disponível para trading, alterando a dinâmica de oferta e demanda. Traders devem observar os inflows de ETFs e saídas de exchanges como indicadores chave de pressão vendedora.

Caso SKR na Solana: 70% do Supply Travado

Na Solana, o token SKR do ecossistema Seeker viu explosão no staking pós-airdrop de 21 de janeiro. Mais de 44 mil carteiras travaram 3,97 bilhões de tokens, representando 69,7% a 70% da oferta circulante. A Season 1 alocou 1,96 bilhão de SKR, com 86,8% reivindicados por 73,2 mil carteiras em uma semana.

O volume em DEXs atingiu US$ 177 milhões, com pico de US$ 76,9 milhões em 22 de janeiro. Apesar de 34,7% dos claimants venderem tudo, 50,8% stakearam parte ou todo o saldo, sinalizando inclinação para participação de longo prazo. O SOL negocia a R$ 613,60 (+1,76% em 24h).

Implicações para o Mercado

A redução simultânea na oferta líquida de ETH e SKR destaca uma tendência de lock-up via staking e produtos institucionais. No ETH, a combinação de ETFs (10%), corporates (5%) e staking atinge 45% do supply. No SKR, o airdrop acelerou o travamento para 70% em dias.

Investidores devem monitorar: saldos em exchanges ETH (atual queda de 14,5%), inflows de ETFs e taxas de staking SKR. Esses métricas on-chain fornecem base para avaliar pressão de oferta em timeframes curtos e médios.


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Fortaleza dourada de ETFs rachada liberando fluxo de partículas '817M' em vórtice vermelho, simbolizando saídas por inflação PPI de 3% nos EUA

Inflação nos EUA a 3% Impulsiona Saídas de US$ 817 Milhões dos ETFs de Bitcoin

O Producer Price Index (PPI) dos EUA de dezembro atingiu 3% ao ano, acima das expectativas de 2,7%, enquanto o núcleo subiu para 3,3%. Essa inflação persistente levou o Bitcoin a uma mínima de 9 meses em US$ 81.315, com saídas recordes de US$ 817 milhões dos ETFs spot nos EUA em um único dia. O movimento reflete receios de atraso nos cortes de juros pelo Fed, reduzindo liquidez para ativos de risco como criptomoedas.


Dados do PPI e Reação Inicial do Mercado

O Bureau of Labor Statistics divulgou que o PPI geral avançou 0,5% no mês, superando a projeção de 0,2%. O núcleo, excluindo alimentos e energia voláteis, cresceu 0,7% mensal, sinalizando pressões inflacionárias mais amplas. Segundo o CoinGape, o Bitcoin recuou mais de 2%, testando US$ 81.000 após breve alta para US$ 83.000 impulsionada pela nomeação de Kevin Warsh como possível chair do Fed.

Essa surpresa inflacionária reforça o cenário hawkish do Federal Reserve, que manteve juros estáveis na reunião recente. Jerome Powell alertou para inflação acima da meta de 2%, e tarifas propostas por Trump podem elevar preços em meados de 2026. Para o leitor brasileiro, isso equivale a cerca de R$ 425.000 na mínima do BTC, considerando o dólar a R$ 5,25.

Saídas Massivas dos ETFs de Bitcoin e Ether

Os ETFs spot de Bitcoin registraram US$ 817,9 milhões em resgates no dia 29 de janeiro, o maior desde novembro de 2025. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock liderou com US$ 317,8 milhões em saídas, seguido por Fidelity FBTC (US$ 168 milhões) e Grayscale GBTC (US$ 119,4 milhões), conforme dados da CoinDesk e Decrypt.

ETFs de Ether somaram US$ 155,6 milhões em perdas, com BlackRock ETHA e Fidelity FETH entre os mais afetados. Total combinado: quase US$ 1 bilhão. Analistas atribuem o fluxo a correlação renovada com ações tech, como a guidance fraca da Microsoft para 2026, e unwind de posições alavancadas em arbitragem spot-futuro.

Implicações Macroeconômicas e Próximo Suporte

A inflação quente adia cortes de juros, retirando suporte a ativos de risco. Especulações sobre Kevin Warsh, visto como hawkish, elevam volatilidade implícita. Plataformas como Myriad Markets reduziram chances de BTC acima de US$ 100.000 de 70% para 49%. No curto prazo, o próximo suporte técnico fica em torno de US$ 80.000-US$ 81.000, alinhado à média móvel de 100 semanas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 443.702,84 às 20:24 de 30/01/2026, com alta de 0,86% em 24h e volume de 548 BTC. Investidores devem monitorar PCE de novembro (2,8%) e payrolls fracos de 2025 para sinais de neutralidade nos juros em 3%.


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