Personagens cartoon de governo e cidadãos de Bermuda ativando rede on-chain com tokens USDC, simbolizando primeira economia 100% blockchain

Bermuda Planeja Economia 100% On-Chain com Coinbase e Circle

Bermuda anunciou planos ambiciosos para se tornar a primeira economia nacional totalmente on-chain do mundo, em parceria com Coinbase e Circle. Revelado no Fórum Econômico Mundial, o projeto conta com infraestrutura de ativos digitais para governo, bancos e cidadãos. Com população de cerca de 73 mil habitantes e PIB estimado em US$ 6,8 bilhões, a iniciativa visa reduzir custos transacionais e ampliar o acesso financeiro global, posicionando a nação como laboratório pioneiro de adoção cripto em escala estatal.


Anúncio e Visão Estratégica

O Premier E. David Burt destacou a parceria como fruto de colaboração entre governo, reguladores e indústria, acelerando a visão de finanças digitais nacionais. A iniciativa começa com pilotos de pagamentos em stablecoins por agências governamentais e ferramentas de tokenização para instituições financeiras. Isso representa um passo visionário em um contexto geopolítico onde nações buscam soberania financeira via blockchain.

Bermuda, dependente de turismo e construção, vê na tecnologia on-chain uma oportunidade para modernizar sua economia. Programas de alfabetização digital em massa prepararão residentes e empresas, garantindo inclusão. Analistas veem o movimento como modelo para ilhas e pequenos países, demonstrando como cripto pode impulsionar crescimento em economias emergentes.

Papéis Centrais de Coinbase e Circle

A Coinbase, maior exchange dos EUA, fornecerá infraestrutura para custódia e transações, enquanto a Circle, emissora do USDC, focará em pagamentos estáveis atrelados ao dólar. CEOs Brian Armstrong e Jeremy Allaire elogiaram o pioneirismo regulatório de Bermuda, que licenciou ambas as empresas cedo. Armstrong enfatizou: “Sistemas financeiros abertos impulsionam liberdade econômica”.

Essa dupla estratégica combina expertise em exchanges e stablecoins, essenciais para escalar adoção. Comerciantes locais já aceitam USDC para transações rápidas e baratas, reduzindo taxas. O Fórum de Finanças Digitais de 2026, em maio, expandirá estímulos com airdrops ampliados, testando o ecossistema em escala.

Benefícios e Implicações Globais

Os ganhos incluem custos transacionais mais baixos e integração ao sistema financeiro mundial, beneficiando negócios e residentes. Para o governo, pagamentos em stablecoins agilizam operações fiscais, como impostos já testados em USDC desde 2019. Em um mundo de fragmentação financeira, Bermuda emerge como farol geopolítico.

Globalmente, o projeto sinaliza maturidade cripto: de experimentos isolados a adoção nacional. Países como El Salvador e Bahamas observam, mas Bermuda destaca-se por regulação proativa desde 2018. Investidores monitoram se isso catalisa migração de capitais para jurisdições blockchain-friendly, redefinindo soberania econômica.

Contexto Histórico e Próximos Passos

Bermuda lidera com a Lei de Negócios de Ativos Digitais de 2018, atraindo inovação responsável. Parcerias passadas, como licença à Coinbase em 2023, pavimentaram o caminho. Os próximos passos envolvem implantação gradual: pilotos governamentais em 2026, seguidos de adoção ampla.

Para brasileiros interessados em cripto, Bermuda oferece lições práticas: stablecoins como ponte para finanças eficientes. Vale acompanhar como essa economia de US$ 6,8 bilhões se transforma, potencializando o uso real de blockchain além de especulação.


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Personagens cartoon cripto e executivo Coinbase fugindo de muralha com selo CLARITY para horizonte europeu, alertando riscos do ato regulatório nos EUA

Fuga de Cérebros? Coinbase Alerta: CLARITY Act Pode Expulsar Cripto dos EUA

A Coinbase alerta que o CLARITY Act, em sua forma atual, pode causar uma debandada de projetos cripto dos Estados Unidos. Brian Armstrong e executivos como Karaca Calvert criticam os limiares de divulgação ‘drasticamente altos’ para stablecoins e ativos digitais, superiores aos da MiCA europeia. O embate com a Casa Branca revela tensões estratégicas: sem ajustes, inovação pode migrar para solos regulatórios mais hospitaleiros, comprometendo a liderança americana em cripto.


Tensões Negadas, Mas Críticas Mantidas

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, nega um racha com a Casa Branca sobre o Digital Asset Market Clarity Act, mas reitera oposição a provisões prejudiciais. Após retirar apoio público em 15 de janeiro, Armstrong argumenta que o projeto introduz estruturas regulatórias com efeito líquido negativo, especialmente no compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Bancos americanos resistem, temendo fuga de depósitos mesmo com taxas baixas de 5%.

Jornalista Eleanor Terrett rebateu, afirmando que a administração Trump condicionou apoio ao sucesso de negociações com bancos. Apesar disso, Armstrong descreve reuniões com o governo como ‘super construtivas’, focando em soluções que beneficiem todos os atores.

Limiares de Divulgação: Barreiras Excessivas

Karaca Calvert, Head de Política nos EUA da Coinbase, destaca que os requisitos de divulgação no CLARITY Act superam padrões internacionais como a MiCA da Europa. Esses limiares afetam diretamente o listing, emissão e venda de ativos cripto em mercados públicos, gerando custos de compliance proibitivos para desenvolvedores iniciais.

A executiva alerta que tais exigências podem forçar empresas americanas a lançar projetos no exterior, onde regras são mais proporcionais. ‘Não todos os devs podem arcar com relatórios complexos e caros’, enfatiza, defendendo que muitos tokens funcionam como commodities, não securities, via teste Howey.

Impacto Geopolítico e Competitividade Global

Do ponto de vista estratégico, o CLARITY Act define papéis da SEC e CFTC, mas na visão da Coinbase, prioriza proteções excessivas em detrimento da inovação. Isso contrasta com a Europa, que equilibra regulação e crescimento via MiCA, atraindo talentos e capitais. Ásia e outros hubs emergentes também avançam com frameworks ágeis.

Os EUA arriscam perder soberania digital: uma ‘fuga de cérebros’ cripto poderia ceder liderança tecnológica a rivais geopolíticos. Coinbase advoga por CFTC como regulador principal para trades, alinhando o país a padrões globais e mantendo competitividade de exchanges americanas.

Próximos Passos no Embate Legislativo

O futuro depende de negociações: equilíbrio entre proteção ao investidor e fomento à inovação. Críticos como Charles Hoskinson questionam apoios parciais, enquanto Coinbase pressiona por ‘regulação certa’. A aprovação sem ajustes pode redesenhar o mapa global de cripto, com os EUA como espectadores de sua própria debandada.

Investidores monitoram o Congresso, onde o projeto de lei visa clareza regulatória, mas arrisca o oposto: ambiguidade competitiva.


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Líderes cripto cartoon debatendo intensamente em mesa caótica com papéis regulatórios, expondo divisões sobre CLARITY Act e SEC

Coinbase x Casa Branca: Armstrong Nega Tensões Sobre CLARITY Act

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, negou publicamente relatos de tensões com a Casa Branca sobre o projeto de lei CLARITY Act, afirmando que as discussões são construtivas. Em paralelo, democratas do Congresso acusam a SEC de abandonar processos contra exchanges como Coinbase e Ripple após doações a Trump, enquanto Charles Hoskinson critica o apoio de Brad Garlinghouse ao texto, que prevê vigilância de transações. Essa guerra legislativa pode impactar o uso de plataformas cripto globalmente.


Armstrong Desmente Conflitos com Governo

Brian Armstrong rebateu especulações de atrito administrativo via rede social X, destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. A administração pediu à Coinbase para negociar com bancos comunitários afetados pelo CLARITY Act, e a exchange está desenvolvendo propostas para atender essas demandas. No dia 14 de janeiro de 2026, a Coinbase retirou seu apoio ao projeto devido a falhas graves, como restrições a stablecoins e impacto no DeFi. Isso levou ao adiamento da audiência de markup no Comitê Bancário do Senado, 12 horas antes do previsto.

O posicionamento de Armstrong busca esclarecer que divergências sobre o texto não equivalem a discórdia governamental. Ele prefere atrasar a aprovação a aceitar uma versão falha, priorizando proteção a protocolos descentralizados e negociação de ações tokenizadas. Negociações com o setor bancário prosseguem, com ideias promissoras para emendas que beneficiem instituições menores.

Democratas Acusam SEC de Influência Política

Em carta de 15 de janeiro ao chair da SEC, Paul Atkins, democratas da Câmara das Representantes criticaram o abandono de mais de uma dúzia de casos cripto desde 2025, incluindo contra Binance, Coinbase, Kraken e Ripple. Eles apontam que as empresas doaram pelo menos US$ 1 milhão cada à posse de Trump, sugerindo um esquema de pay-to-play que compromete a integridade do mercado.

O caso contra Justin Sun permanece em stay há 11 meses, com laços ao Trump family business (WLFI) sob escrutínio. Advogado Bill Morgan rebate rumores de reabertura de ações como a do Ripple, invocando res judicata: casos encerrados não podem ser retomados nos mesmos termos. A carta questiona a independência da SEC e pede detalhes sobre conexões chinesas de Sun.

Hoskinson vs. Garlinghouse: Divisões na Indústria

Charles Hoskinson, fundador da Cardano, atacou o apoio de Brad Garlinghouse ao CLARITY Act, chamando-o de produto de Elizabeth Warren e questionando cooperação com agências que processaram a indústria. Garlinghouse defende: “Não é perfeito, mas melhor que nada”, enfatizando progresso regulatório.

Críticos como Paul Barron alertam para monitoramento em tempo real sem mandado, congelamento de assets por ‘risco’ e extensão da Bank Secrecy Act a carteiras não custodiais, violando privacidade. Polymarket indica 43% de chance de aprovação em 2026, com flutuações recentes.

Implicações para Investidores Globais

Esse triângulo de tensão — Coinbase, Casa Branca e Congresso — expõe conflitos de interesse na regulação cripto dos EUA, influenciando mercados mundiais. Para brasileiros, mudanças no CLARITY Act podem afetar compliance de exchanges e privacidade em transações. Vale monitorar negociações, pois equilíbrio entre inovação e supervisão definirá o futuro do setor. O mercado reage com cautela, priorizando clareza regulatória sem excessos.


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Personagens cartoon em impasse: Casa Branca ultimata executivos de Coinbase e bancos sobre documento CLARITY e stablecoins

Ultimato da Casa Branca ao CLARITY Act: Acordo ou Fim da Lei Cripto

A Casa Branca emitiu ultimato à Coinbase: feche acordo com bancos sobre yields de stablecoins ou o apoio ao CLARITY Act, principal projeto de estruturação do mercado cripto nos EUA, será retirado. O CEO Brian Armstrong negou conflito direto, mas confirmou negociações intensas após a exchange abandonar as discussões iniciais por receios de regulamentação excessiva em DeFi e stablecoins. Esse impasse legislativo coloca em risco a rentabilidade de dólares digitais para investidores globais, incluindo brasileiros.


Pressão da Casa Branca e Saída da Coinbase

A tensão explodiu quando a Casa Branca classificou a retirada da Coinbase como ‘rug pull, alertando que uma única empresa não representa o setor. Fontes próximas à administração Trump revelaram fúria com a ação unilateral, exigindo compromisso com bancos comunitários. Armstrong rebateu, afirmando que o governo foi ‘super construtivo’ e que ideias para ajudar bancos estão em elaboração.

O Senado adiou o markup do bill pela quinta vez, originalmente previsto para quinta-feira. Negociações recomeçaram na sexta, com democratas buscando consenso. Para o cenário geopolítico, esse atraso reflete o xadrez entre Casa Branca, Senado e lobistas bancários versus cripto.

Bancos vs. Yields de Stablecoins

Bancos temem o CLARITY Act por permitir yields em stablecoins, prevendo fuga de US$ 6,6 trilhões em depósitos. A American Bankers Association pressionou o Senado para proibir rendimentos, argumentando risco à liquidez tradicional. CEO do Bank of America ecoou: stablecoins rentáveis drenariam capital dos bancos comunitários.

Stablecoins como USDC ou USDT com yields atraem usuários por proteção contra inflação, mas sem regulação similar à FDIC. Para brasileiros, isso ameaça retornos em dólares digitais, usados para hedge cambial. Coinbase propõe soluções para bancos locais, equilibrando inovação cripto e estabilidade financeira.

Críticas ao Texto: DeFi e Reguladores

Além de yields, o bill alarmou por restrições a DeFi e tokenized stocks. Coinbase saiu citando proibições catastróficas para consumidores, como banimento de ações tokenizadas e supervisão excessiva da SEC sobre CFTC. Indústria teme centralização forçada de blockchains.

Geopoliticamente, o texto reflete tensão Trump: pro-cripto, mas pressionado por bancos. Senado debateu +130 emendas, incluindo ética para evitar lucros presidenciais com cripto. Para o Brasil, impacto indireto via adoção global e fluxos de capital.

Implicações Globais e Próximos Passos

Investidores monitoram: bill pode definir era regulatória ou travar inovação. Coinbase negocia ‘meio-termo’, mas falha enterra CLARITY. Para brasileiros, yields em stablecoins financiam remessas e proteção; restrições elevam custos. Markup pode ocorrer em semanas; acompanhe evolução no Cointrader Monitor.


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Saylor cartoon estendendo mão para executivo GameStop com cofre BTC, simbolizando efeito Saylor e tesourarias corporativas em Bitcoin

GameStop Transfere 100 BTC para Coinbase Prime: Efeito Saylor

A GameStop transferiu 100 BTC, equivalentes a cerca de US$ 9,5 milhões, de uma carteira de custódia para a Coinbase Prime em 17 de janeiro de 2026. O movimento, detectado por analistas onchain, reflete a adoção crescente de custódia institucional por empresas de varejo meme. Paralelamente, Michael Saylor sinaliza novas compras pela MicroStrategy, que detém 3% da oferta total de Bitcoin. Essa tendência normaliza o BTC como reserva de valor corporativa, onde o risco de não possuir o ativo supera a volatilidade.


Movimento Onchain da GameStop

A varejista GameStop (NYSE: GME), conhecida pelo frenesi meme de 2021, continua sua jornada no ecossistema Bitcoin. Em maio de 2025, a empresa divulgou 4.710 BTC em seu balanço, posicionando-se como a 22ª maior detentora corporativa do ativo. O recente movimento de 100 BTC para a Coinbase Prime — plataforma de trading institucional — foi flagrado pelo analista Sani, do onchainindex.com, via transação no mempool.space.

Embora não haja confirmação de venda, a transferência de Coinbase Custody (armazenamento frio) para Prime sugere gestão ativa de tesouraria: possivelmente rebalanceamento, preparação para trades ou otimização de liquidez. Após o fluxo, restam mais de 4.600 BTC em custódia, valorizados em cerca de US$ 440 milhões a preços atuais. Para empresas como GameStop, não nativas digitais, isso marca a maturidade: Bitcoin deixa de ser especulação para se tornar pilar estratégico.

O otimismo é palpável. Analistas veem nisso um passo rumo à custódia profissional, reduzindo riscos operacionais e sinalizando confiança de longo prazo no Bitcoin como reserva de valor superior.

Sinal de Michael Saylor e Holdings da MicroStrategy

Michael Saylor, evangelista máximo do Bitcoin, reacende a euforia com postagem “Bigger Orange” no X, acompanhada de gráfico de aquisições da MicroStrategy desde 2020. A MicroStrategy acumula 687.410 BTC, ou 3% da oferta total limitada a 21 milhões, com custo médio de US$ 75.000 por unidade. Semana passada, compraram 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão, financiados por dívida e equity.

As ações MSTR reagiram com alta de 1,6%, negociando a US$ 174, +4% na semana e +12% no ano. Investidores tratam MSTR como proxy alavancado ao BTC, especialmente com ganho não realizado bilionário. As postagens de Saylor precedem compras confirmadas, reforçando sua credibilidade. Para o mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.972 às 20h de hoje, com leve variação de -0,09% em 24h.

Essa estratégia valida o modelo: acumular BTC fortalece balanços e atrai capital.

Efeito Saylor: Normalização Corporativa

O “Efeito Saylor” irradia além da tech: empresas de varejo como GameStop adotam tesourarias em BTC, ecoando MicroStrategy. O risco de FOMO corporativo — não ter Bitcoin enquanto concorrentes valorizam — supera temores de volatilidade. CEOs percebem: em horizontes longos, BTC supera inflação e retornos tradicionais.

GameStop, com raízes no varejo físico, exemplifica a diversificação. Movendo para Coinbase Prime, acessam trading institucional sem expor a custódia fria desnecessariamente. Da MicroStrategy, 94 aquisições em 4 anos provam viabilidade: dívida barata financia BTC, que aprecia mais que juros pagos. Mercado reage: MSTR +180% em 5 anos.

Para brasileiros, isso inspira: com BTC a R$ 512k, tesourarias locais podem seguir, protegendo contra real fraco.

O Que Esperar: Próximos Passos

Monitore Q1 2026 da GameStop: disclosure pode revelar se foi venda (<10% assets) ou reposicionamento. MicroStrategy deve anunciar nova compra, impulsionando MSTR e BTC. Liquidez em US$ 96-98k atua como ímã, mas influxos corporativos sustentam alta.

Visão de alta: mais empresas seguirão, acelerando adoção. O risco real é ficar de fora dessa revolução tesouraria.


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Silhuetas de baleias cyberpunk carregando orbes BTC dourado para portal vermelho de exchange, ilustrando influxos de whales e premium negativo na Coinbase

Bitcoin Premium Negativo na Coinbase e Influxos de Whales

Alerta vermelho no mercado de Bitcoin: o premium da Coinbase entrou em território negativo pelo terceiro dia consecutivo, registrando -0,0397% em relação ao preço global. Paralelamente, grandes influxos para exchanges foram observados, impulsionados por detentores de médio a grande porte, conhecidos como whales. Esses indicadores técnicos sugerem cautela, com potencial para maior volatilidade ou correção de curto prazo, mesmo com o preço em torno de US$ 95.000.


Premium Negativo Persistente na Coinbase

O Índice de Premium do Bitcoin na Coinbase, que compara o preço do ativo na exchange americana com a média global, acumula três dias consecutivos em negativo, atualmente em -0,0397%. Nos últimos 30 dias, 28 foram marcados por essa tendência descendente, conforme dados do Coinglass. Esse indicador reflete dinâmicas específicas do mercado dos EUA, onde a Coinbase é o principal hub para investidores institucionais e de varejo regulado.

Um premium negativo sinaliza que o preço na plataforma está abaixo da média mundial, o que historicamente aponta para pressão de venda maior nos EUA. Pode indicar redução no apetite por risco de instituições, saída de capital ou menor liquidez em dólares. Em contextos passados, como novembro de 2025 com 29 dias negativos seguidos, precederam reversões temporárias antes de recuperações. Os dados sugerem um mercado americano mais cauteloso em meio à tentativa global de alta.

Influxos Recordes para Exchanges por Whales

Enquanto o preço do Bitcoin tenta superar resistências em US$ 97.000, os influxos totais para exchanges registraram picos significativos nas últimas sessões, um dos maiores de janeiro. A métrica Exchange Inflow (Total) do CryptoQuant destaca transferências elevadas de BTC para plataformas centralizadas, frequentemente precursoras de distribuição.

Análise das Spent Output Value Bands revela que faixas de 10-100 BTC e 100-1.000 BTC dominaram esses movimentos, associadas a whales, investidores de longo prazo (LTHs) ou até ETFs rebalanceando posições. Esses players estratégicos não atuam aleatoriamente; tais influxos pós-alta sugerem preparação para vendas, elevando o risco de pressão vendedora. Historicamente, isso antecede períodos de volatilidade aumentada, não necessariamente reversões imediatas, mas fragilidade no equilíbrio oferta-demanda.

Implicações e Contexto de Mercado

A convergência desses sinais — premium negativo na Coinbase e influxos de whales — reforça uma visão cautelosa para o curto prazo. Com o BTC em inércia após falhar em romper US$ 97.000, a predominância de oferta sobre demanda pode levar a correções. No entanto, inflows isolados não garantem quedas; servem como alerta para monitorar volume e estrutura de posições.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.276,84 às 10:32 de hoje, com variação de -0,53% em 24h e volume de 93,1 BTC. Investidores locais devem observar esses fluxos globais, pois influenciam a liquidez doméstica.

O Que Monitorar a Seguir

Indicadores-chave incluem persistência do premium negativo, continuidade dos inflows e reação do preço a suportes como US$ 95.000. Se os fluxos diminuírem e o premium se recuperar, pode sinalizar estabilização. Caso contrário, uma correção para níveis inferiores é plausível. Dados on-chain combinados com análise técnica oferecem base objetiva para decisões informadas, priorizando gerenciamento de risco em cenários voláteis.


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Executivo tech e representante governamental cartoon apertando mãos sobre pergaminho CLARITY, simbolizando negociações para lei de regulação cripto

Armstrong Nega Crise com Casa Branca e Busca Salvar Lei CLARITY Act

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, negou categoricamente rumores de que a Casa Branca ameaçou retirar apoio ao CLARITY Act, projeto de lei para estruturar o mercado cripto nos EUA. Em post nas redes sociais, ele afirmou que o governo Trump tem sido “super construtivo” e pediu negociações com bancos, especialmente community banks. O ‘racha’ pode ter sido apenas pressão de bastidores para avançar o diálogo. O fim da novela?


Origem dos Rumores e Retirada da Coinbase

Na semana passada, a Coinbase retirou seu apoio ao projeto, citando preocupações com proibições a yields de stablecoins, restrições ao DeFi e banimento de ações tokenizadas. A decisão gerou caos no setor, levando o Senado a cancelar uma audiência de markup prevista para quinta-feira. Rumores explodiram após jornalista Eleanor Terrett relatar que a Casa Branca considerava abandonar o bill se a exchange não voltasse à mesa com acordo sobre yields.

Essa tensão reflete o embate geopolítico entre inovação cripto e interesses bancários tradicionais nos EUA, com o governo Trump posicionado como pró-cripto, mas sensível a pressões do lobby financeiro. A American Bankers Association alertou para risco de fuga de US$ 6,6 trilhões em depósitos bancários para stablecoins com rendimento.

Resposta de Armstrong: Diplomacia em Ação

Armstrong rebateu as especulações, destacando que a Casa Branca solicitou explicitamente um acordo com bancos. “Estamos trabalhando nisso”, disse ele, prometendo “boas ideias” para beneficiar community banks, frequentemente excluídos de debates sobre ativos digitais. Essa diplomacia corporativa da Coinbase visa resgatar o bill, evitando que ele se torne “catastrófico” para consumidores e inovação.

O tom conciliador contrasta com a fúria inicial atribuída ao governo, que teria chamado a manobra da Coinbase de rug pull. No contexto global, essa negociação pode definir o equilíbrio regulatório entre EUA e rivais como UE e Ásia, onde clareza legislativa atrai investimentos.

Negociações com Bancos e Foco em Community Banks

A Coinbase cozinha um compromisso com bancos, priorizando community banks para mitigar perdas de depósitos. O impasse gira em torno de stablecoins com yield, vistas como ameaça aos bancos locais. Analistas apontam que um acordo equilibrado poderia destravar o markup em poucas semanas, restaurando momentum pró-cripto no Congresso.

Geopoliticamente, o CLARITY Act reforçaria a liderança americana em cripto, contrapondo-se à MiCA europeia. Para o Brasil e América Latina, um marco regulatório claro nos EUA sinaliza estabilidade global, beneficiando exchanges locais e adoção institucional.

Implicações e Próximos Passos

O setor cripto permanece dividido: alguns veem o bill como avanço apesar de falhas; outros, como retrocesso à inovação. Armstrong espera novo markup em breve, monitorando CFTC vs. SEC. Investidores globais devem acompanhar, pois o desfecho influencia mercados emergentes.

Vale monitorar se o compromisso atende DeFi e yields sem sacrificar bancos. Os dados sugerem que a pressão de bastidores acelerou o diálogo, provando maturidade do lobby cripto em Washington.


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Rede isométrica de Layer 2s Ethereum com Base central maior pulsando energia dourada, liderando fees sobre Arbitrum e outras

Base Lidera Faturamento de Taxas em L2s do Ethereum

Na guerra das taxas das Layer 2 do Ethereum, a Base, rede desenvolvida pela Coinbase, disparou ao faturar cerca de US$ 147 mil em taxas diárias em 14 de janeiro. Isso equivale a quase 70% da receita total das L2s, deixando Arbitrum com US$ 39 mil e Starknet com US$ 9 mil, enquanto a maioria das chains ficou abaixo de US$ 5 mil. O fenômeno reflete alta adoção e concentração de atividade.


Economia das Layer 2: Entendendo a Geração de Receita

As Layer 2 (L2s) são soluções de escalabilidade que processam transações fora da cadeia principal do Ethereum (Layer 1), herdando sua segurança por meio de provas criptográficas ou otimismo. Usuários pagam fees baixas aos sequenciadores das L2s, que agregam as transações em lotes e as enviam como calldata ou provas para o L1. Essa estrutura permite milhares de transações por segundo a custos irrisórios, mas gera receita para as redes via:

  1. Taxas de transação: Cobradas em ETH ou tokens nativos.
  2. MEV (Maximum Extractable Value): Lucro dos sequenciadores ao reordenar transações.
  3. Taxas de postagem no L1: Custos compartilhados com o Ethereum.

A Base, construída sobre o OP Stack (Optimism), destaca-se por capturar esse valor eficientemente, impulsionada pela integração direta com a exchange Coinbase, que direciona milhões de usuários para dApps na rede.

Desempenho da Base Supera Concorrentes

Dados da CryptoRank mostram a liderança clara da Base sobre Arbitrum e Starknet. Em 24 horas, Linea gerou US$ 4.500, Optimism US$ 2.400, Unichain US$ 2.000, Ink US$ 1.500, zkSync US$ 900 e Scroll apenas US$ 600. Essa disparidade evidencia como a Base concentra 70% do volume de fees, sinal de maturidade e utilidade real.

O crescimento recente deve-se a lançamentos como o "Everything App" da Coinbase, uma carteira tokenizada com trading social e pagamentos on-chain, disponível em 140 países. Essa ponte entre Web2 e Web3 atrai atividade orgânica, elevando o tráfego e, consequentemente, as taxas.

Polygon no Debate: L2 ou Sidechain?

Embora a Base lidere entre as L2s puras do Ethereum, a Polygon registrou US$ 155 mil no mesmo dia, superando ligeiramente. No entanto, isso gerou debate: Polygon é uma L2 ou sidechain? Sua chain PoS opera de forma mais independente, com fees mais altas e validação própria, diferentemente dos rollups que dependem totalmente do Ethereum.

Plataformas como DefiLlama incluem Polygon em rankings gerais, onde ela aparece atrás de Tron (US$ 1 milhão+), mas à frente de Base e Ethereum. A distinção importa para métricas: L2s focam em herança de segurança, enquanto sidechains priorizam velocidade a custo de descentralização.

Implicações para Adoção e Futuro das L2s

O domínio da Base indica consolidação no ecossistema Ethereum. Redes com alto faturamento reinvestem em desenvolvimento, subsidiam fees e atraem desenvolvedores, criando um ciclo virtuoso. Para usuários brasileiros, isso significa opções mais baratas e rápidas para DeFi, NFTs e games on-chain.

Vale monitorar se essa concentração beneficia ou centraliza o espaço. Com o Ethereum evoluindo via atualizações como Dencun, as L2s devem capturar ainda mais valor, beneficiando holders de ETH via queima de fees.


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Executivos cartoon de tech e governo apertando mãos enquanto nuvens de boatos se dissipam, simbolizando negação de conflito no CLARITY Act

Brian Armstrong Nega Racha com Casa Branca e Otimista com Lei Cripto

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, quebrou o silêncio sobre os rumores de um racha com a Casa Branca nesta sexta-feira (17). Ele negou veementemente que a administração Trump esteja considerando retirar o apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto, afirmando que as negociações estão avançando de forma construtiva. A declaração chega após uma semana de tensão legislativa, com a indústria aliviada pela perspectiva de correção de rumo no CLARITY Act.


Origem dos Rumores e Retirada de Apoio da Coinbase

A confusão começou na semana passada, quando a Coinbase anunciou a retirada de seu apoio ao CLARITY Act, citando preocupações com impactos negativos no DeFi, proibição de ações tokenizadas e compartilhamento de rendimentos de stablecoins. Essa decisão gerou pânico no setor, levando ao cancelamento de uma audiência no Senado marcada para quinta-feira.

Os rumores escalaram com relatos de uma jornalista próxima à administração Trump, sugerindo que a Casa Branca poderia abandonar o bill se a Coinbase não retornasse à mesa de negociações com um acordo sobre yields que satisfizesse os bancos. O episódio alimentou narrativas de um embate “cripto versus bancos”, polarizando o debate regulatório nos EUA em um momento crucial para a maturidade do mercado digital.

No contexto geopolítico mais amplo, essa tensão reflete as dinâmicas de poder entre Wall Street tradicional e o emergente ecossistema cripto, com Washington tentando equilibrar inovação e estabilidade financeira em meio a pressões eleitorais.

White House Construtiva e Foco em Community Banks

Armstrong rebateu as especulações em postagem no X (antigo Twitter), destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. Segundo ele, o governo solicitou que a Coinbase buscasse um acordo com os bancos, com ênfase especial em beneficiar community banks – instituições menores frequentemente excluídas das discussões sobre ativos digitais.

“Estamos trabalhando nisso atualmente e cozinhando boas ideias para ajudar especificamente os community banks neste bill”, escreveu o CEO, sinalizando otimismo. Essa abordagem diplomática sugere que as negociações não estão rompidas, mas evoluindo para acomodar interesses de múltiplos stakeholders, incluindo o setor bancário comunitário que busca participação no boom cripto.

Essa mediação é vital em um cenário onde os EUA competem globalmente com jurisdições mais amigáveis à cripto, como a União Europeia com sua MiCA e Hong Kong com suas licenças para stablecoins.

Implicações para o CLARITY Act e o Futuro Regulatório

O CLARITY Act visa estabelecer regras claras para mercados cripto, mas versões recentes geraram críticas por potencialmente sufocar inovação, especialmente no compartilhamento de yields de stablecoins com clientes. Armstrong espera um novo markup no Senado em poucas semanas, após refinamentos que evitem “uma lei ruim”.

A indústria está dividida: alguns veem o bill como avanço necessário apesar das falhas, enquanto outros o consideram protetor de interesses bancários em detrimento da fintech. O desmentido de Armstrong traz alívio, restaurando confiança nas tratativas com o Congresso e a administração Trump.

Para investidores brasileiros, isso reforça a importância de monitorar avanços regulatórios nos EUA, que influenciam mercados globais e fluxos de capital para o Brasil, onde a CVM e o Banco Central avançam em frameworks semelhantes.

Próximos Passos e Perspectivas

Com negociações em curso, o foco agora é em um equilíbrio que promova clareza regulatória sem sacrificar a essência descentralizada das criptomoedas. A intervenção de Armstrong corrige o curso, evitando um impasse que poderia atrasar a adoção institucional. O mercado reage positivamente, com otimismo renovado por um marco regulatório pró-inovação.

Vale acompanhar atualizações do Senado e declarações de lobistas cripto, pois o desfecho do CLARITY Act pode definir o ritmo da integração cripto na economia americana pelos próximos anos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de burocrata governamental e executivo tech virando as costas em mesa de negociações quebrada, simbolizando briga entre Casa Branca e Coinbase sobre lei cripto

Casa Branca Ameaça Abandonar Lei Cripto Após Briga com Coinbase

A Casa Branca ameaça retirar todo o apoio político ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturação do mercado cripto nos EUA, após a Coinbase surpreendeu com a retirada de seu suporte na véspera de uma markup no Senado. A administração Trump, furiosa com o que chama de rug pull, pode abandonar as negociações a menos que haja compromisso sobre yields de stablecoins, gerando incerteza regulatória e queda no mercado cripto.


Conflito Explode: Coinbase Abandona o Barco

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, anunciou na quarta-feira que a exchange não endossaria o draft atual do CLARITY Act, citando riscos graves. Entre as preocupações, destaca-se uma proibição de fato a equities tokenizadas, restrições amplas ao DeFi e o fim de recompensas em stablecoins, que poderiam atrair depósitos para fora dos bancos tradicionais. A decisão unilateral pegou a Casa Branca de surpresa, que reagiu com veemência, afirmando que "este é o projeto de lei do Presidente Trump, não de Brian Armstrong".

A tensão reflete uma guerra fria geopolítica no ecossistema cripto: de um lado, interesses bancários temendo saques em massa para stablecoins com yields de cerca de 5%; do outro, a indústria cripto defendendo inovação sem amarras excessivas da SEC.

Nuances Políticas e Divisão na Indústria

Fonte próxima à administração descreveu a manobra da Coinbase como um rug pull contra o governo e o setor, sinalizando que sem retorno às mesas de negociação, a Casa Branca pode boicotar o projeto. Isso concentraria mais poder na SEC, criticada por sua abordagem punitiva, enquanto enfraqueceria a CFTC. Bancos argumentam que yields em stablecoins ameaçam a economia, reduzindo liquidez para empréstimos empresariais.

A comunidade está dividida: enquanto alguns apoiam a Coinbase por priorizar DeFi e privacidade, outros veem a exchange como não representativa do todo. Empresas como Robinhood, Kraken e Galaxy Digital mantêm otimismo, prevendo aprovação em semanas.

Impacto no Mercado e Perspectivas Futuras

O mercado reagiu com queda: Bitcoin testou US$ 95.000, e a capitalização total recuou para US$ 3,2 trilhões. Senadores como Mark Warner e Cynthia Lummis prometem continuidade, mas o markup pode se estender a fevereiro. Mercados de previsão como Polymarket dão 55% de chance de aprovação, subindo de 40%.

Esse impasse geopolítico em Washington pode atrasar a clareza regulatória ansiada pelo setor, afetando inovação e atração de capitais. Investidores monitoram se negociações ressuscitarão o bill ou se ele se tornará vítima de interesses conflituosos.


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Personagens cartoon em mesa de negociação rachando ao meio, simbolizando racha político entre Coinbase e Senado sobre lei cripto

Racha em Washington: Coinbase Abandona Lei Cripto e Votação é Adiada

A Coinbase retirou seu apoio ao projeto de lei sobre estrutura de mercado de criptomoedas no Senado dos EUA, forçando o presidente do Comitê Bancário, Tim Scott, a adiar a votação marcada para esta semana. O CEO Brian Armstrong acusa bancos tradicionais de sabotarem a agenda pró-cripto do presidente Trump via lobby para banir rendimentos em stablecoins. Esse racha em Washington paralisa a tão esperada regulação clara, gerando incerteza no setor global de criptoativos.


O Contexto do Projeto e a Virada da Coinbase

O projeto de lei, conhecido como CLARITY Act em sua versão da Câmara, visa definir regras claras para SEC e CFTC na supervisão de ativos digitais. Após meses de negociações bipartidárias, o Comitê Bancário do Senado estava pronto para avançar, com apoio inicial da Coinbase. No entanto, na véspera da votação, a exchange sinalizou oposição ao draft final, citando emendas que limitam inovações como yields em stablecoins e tokenized securities.

Senadora Cynthia Lummis expressou decepção, mas compromisso em revisar o texto com input do setor. Líderes como Cody Carbone, da Digital Chamber, defenderam a aprovação, alertando que a inação é pior que imperfeições. O adiamento reflete a fragilidade da coalizão pró-cripto em um Congresso dividido.

Acusações de Armstrong Contra o Lobby Bancário

Em entrevista à Fox Business, Brian Armstrong acusou bancos de minarem a agenda de Trump, pressionando por cláusulas que proíbem recompensas em stablecoins — habilitadas pela Lei GENIUS de 2025. Ele argumenta que esses ativos, lastreados 100% em Treasuries, oferecem yields melhores sem os riscos do fractional reserve banking tradicional.

O lobby bancário, segundo fontes, busca proteger margens de lucro, temendo competição de plataformas cripto. Armstrong destacou que o draft subordinaria a CFTC à SEC, revertendo ganhos regulatórios. "Nenhum bill é melhor que um ruim", alertou, queimando capital político mas expondo tensões entre fintechs e incumbentes financeiros.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado

O impasse em Washington tem ramificações globais. Sem regulação clara, os EUA perdem liderança para jurisdições como UAE e Singapura, que avançam em frameworks pró-inovação. No curto prazo, o adiamento pode paralisar listagens de produtos cripto, elevar volatilidade e frear adoção institucional — beneficiando bancos tradicionais, que mantêm monopólio em yields.

Investidores monitoram o Comitê de Agricultura, com markup previsto para 27 de janeiro, mas fontes preveem mais atrasos. O racha expõe como interesses bancários influenciam o Comitê Bancário, priorizando status quo sobre inovação americana.

Próximos Passos e Quem Ganha com o Caos

Negociações continuam, com Armstrong no Capitólio sinalizando disposição para dialogar. No entanto, fissuras crescem: Andreessen Horowitz e Ripple criticam a postura da Coinbase. Para o mercado brasileiro, o atraso prolonga incertezas globais, impactando fluxos para exchanges locais.

Os grandes bancos ganham tempo para consolidar influência, enquanto o setor cripto arrisca retrocessos. Vale monitorar revisões ao bill para yields e DeFi — chaves para desbloquear US$ trilhões em valor tokenizado.


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Executivos cartoon em mesa de negociações tensa no Senado EUA, Coinbase retirando apoio ao CLARITY Act pela 5ª vez, adiando lei cripto

Coinbase Trava 5ª Votação de Lei Cripto no Senado dos EUA

A retirada de apoio da Coinbase ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto provocou o quinto adiamento consecutivo da votação no Comitê de Bancos do Senado dos EUA, marcada inicialmente para quinta-feira. O CEO Brian Armstrong criticou restrições ao DeFi e yields de stablecoins, além de maior vigilância governamental. Apesar da pausa, democratas e indústria retomam negociações nesta sexta, sob pressão bipartidária.


Motivo da Crise: Pressões da Coinbase

O Senador Tim Scott, presidente do Comitê de Bancos, confirmou o adiamento na quarta-feira, destacando que negociações bipartidárias prosseguem. A decisão da Coinbase gerou críticas da comunidade cripto, acusando a exchange de priorizar interesses próprios. Segundo Armstrong, o rascunho atual impõe um ban de facto em tokenized equities, proibições ao DeFi com acesso ilimitado do governo a dados financeiros, e erode a autoridade da CFTC em favor da SEC.

Essas objeções surgem em meio a debates sobre o poder de lobby da Coinbase em Washington, revelando tensões entre inovação e regulação. David Sacks, czar de cripto da Casa Branca, afirmou que o bill está “mais próximo do que nunca” de consenso bipartidário.

Restrições a Stablecoins no Centro do Debate

Um ponto crítico é a proibição de yields em stablecoins sem vínculo a contas bancárias ou atividades como staking e liquidez. Armstrong argumentou que isso beneficia bancos tradicionais, bloqueando competição de emissores cripto. A senadora Cynthia Lummis revelou que este é o quinto adiamento por falta de apoio unânime no comitê.

Essas limitações visam proteger depósitos bancários, mas levantam preocupações sobre inovação sufocada. Analistas veem o impasse como reflexo de concessões a democratas, complicadas pela exigência de 60 votos no Senado em ano eleitoral.

Retomada de Negociações e Implicações Globais

Democratas dos Comitês de Bancos e Agricultura se juntarão a representantes da indústria em chamada nesta sexta. Senadores Lummis e Hagerty expressam otimismo, prevendo consenso “em breve”. Kraken’s Arjun Sethi alertou que abandonar agora perpetuaria incerteza regulatória.

No contexto geopolítico, o atraso pode custar à liderança dos EUA em criptoativos. Enquanto rivais como UE e Ásia avançam, a ‘clareza regulatória’ prometida pelo CLARITY Act arrisca sacrificar privacidade e DeFi, essenciais para a soberania financeira global. Investidores monitoram se o preço será alto demais.

O Que Esperar Agora

O Comitê de Agricultura marca audiência para 27 de janeiro. Uma pausa estratégica pode fortalecer o bill, mas divergências persistem. Para o ecossistema cripto, o equilíbrio entre clareza e liberdade definirá o futuro nos EUA — e sua influência mundial.


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Personagens cartoon de cripto e lobby bancário puxando corda com pergaminho rasgando, simbolizando racha no Clarity Act por emendas contra stablecoins

Coinbase Freia Clarity Act: Conflito com Lobby Bancário Trava Lei Cripto

A Coinbase retirou seu apoio ao Clarity Act, projeto de lei que prometia clareza regulatória para criptomoedas nos EUA, forçando o Senado a adiar a votação marcada para esta quinta-feira (15/01/2026). CEO Brian Armstrong denunciou ‘problemas demais’ no texto, incluindo emendas impulsionadas pelo lobby bancário que proíbem recompensas em stablecoins e restringem o DeFi. O impasse revela tensões geopolíticas entre inovação cripto e interesses tradicionais, impactando investidores globais em busca de segurança jurídica.


Posição Crítica da Coinbase e Problemas no Texto

Brian Armstrong, CEO da maior exchange americana, publicou uma thread no X detalhando as falhas do Clarity Act. Entre os pontos contestados, destaca-se a proibição efetiva de ações tokenizadas, restrições ao DeFi que concederiam ao governo acesso ilimitado a registros financeiros, eliminando a privacidade dos usuários, e o enfraquecimento da autoridade da CFTC em favor da SEC. Ademais, emendas preliminares visam acabar com as recompensas em stablecoins, mecanismo que permite yields atrativos sem intermediação bancária tradicional.

Armstrong foi categórico: ‘Esta versão seria substancialmente pior que o status quo. Preferimos não ter projeto algum a um ruim’. A reação imediata veio do Comitê Bancário do Senado, que retirou a pauta da sessão, conforme reportado por jornalistas como Eleanor Terrett. Esse movimento ocorre logo após o Genius Act, focado em stablecoins, ter avançado no ano anterior, sinalizando um retrocesso na agenda regulatória pró-cripto.

A perda de apoio da indústria coloca o bill em limbo, com o presidente do comitê, Tim Scott, descrevendo o adiamento como uma ‘pausa breve’ para negociações. No entanto, analistas veem nisso um sinal de fraturas profundas no lobby cripto.

Lobby Bancário Contra Yields em Stablecoins

O cerne do conflito reside nas recompensas de stablecoins, que oferecem yields de cerca de 3,5% — muito acima dos 0,1% médios das contas de cheque nos EUA. Bancos como JPMorgan, Citigroup e outros enviaram cartas aos legisladores, argumentando que isso equivale a depósitos de alto rendimento sem as rigorosas exigências regulatórias, como capital mínimo e seguro FDIC. O Tesouro americano estima que stablecoins possam drenar até US$ 6,6 trilhões dos depósitos bancários totais de US$ 18,7 trilhões.

Essa ofensiva bancária, reportada pelo Wall Street Journal, sabotou o texto com emendas de vigilância excessiva, protegendo seu monopólio sobre a criação de crédito. Grandes bancos, ironicamente, desenvolvem produtos cripto próprios, como stablecoins internas, revelando hipocrisia: querem regular o concorrente, mas não abrir mão da inovação quando beneficia seus balanços.

Para o leitor brasileiro, isso ecoa debates locais sobre regulação da CVM e BC, onde interesses tradicionais também resistem à desintermediação cripto.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado Global

Como correspondente global, vejo esse embate como definidor do padrão regulatório mundial. Os EUA, epicentro financeiro, exportam normas via Dodd-Frank e MiCA europeu. Um Clarity Act enfraquecido ou adiado perpetua incertezas, beneficiando jurisdições como Dubai e Singapura, que atraem fluxos cripto com clareza pró-inovação.

Enquanto Ripple e Kraken mantêm otimismo e diálogo com o Senado, a retirada da Coinbase — listada na Nasdaq — sinaliza risco sistêmico. Mesmo aprovado, o bill demandaria anos de rulemaking, com 45 regras pendentes em SEC e CFTC, possivelmente atravessando mandatos presidenciais.

Investidores perdem segurança jurídica imediata, mas ganham proteção contra uma lei ‘ruim’ que poderia sufocar o DeFi e tokenização, pilares da Web3. O Bitcoin, em alta de 10,9% em janeiro, ignora o ruído político, mas altcoins e stablecoins yields enfrentam volatilidade regulatória.

Próximos Passos e Lições para Investidores

O Senado pode remarcar markup para fim de janeiro, mas divisões partidárias — com SEC e CFTC sob controle republicano — complicam quóruns democráticos. Gabriel Gomes alerta: monitore o lobby em Washington, pois define o tabuleiro global. Para brasileiros, diversifique em exchanges globais e auto-custódia, evitando dependência de regulações estrangeiras instáveis.

A batalha expõe: cripto não é mais outsider; é player geopolítico disputando soberania monetária com bancos centenários.


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Personagens DeFi cartoon celebrando colapso de torre burocrática após Coinbase remover suporte, simbolizando vitória contra overregulation nos EUA

DeFi Vê Vitória na Queda de Projeto de Lei Cripto Ruim

O colapso de um projeto de lei abrangente para estruturar o mercado cripto nos EUA no Senado, nesta semana, é visto por líderes DeFi não como retrocesso, mas como uma vitória estratégica. Após a Coinbase retirar seu apoio horas antes do cancelamento da audiência pelo comitê bancário, a indústria descentralizada respira aliviada. O bill, criticado por impor restrições excessivas a stablecoins e DeFi, reforça o mantra libertário: nenhuma lei é melhor que uma lei ruim. Isso evita, por ora, uma vigilância centralizada que poderia estrangular a inovação.


O Tropieço do Projeto no Senado

O plano para criar um framework regulatório unificado para criptoativos americanos encontrou resistência decisiva. Poucas horas antes da markup no Comitê Bancário do Senado, a Coinbase anunciou a retirada de seu suporte, citando preocupações com proteções insuficientes ao consumidor e potencial freio à inovação. Sem o aval da maior exchange dos EUA, os legisladores cancelaram a sessão, adiando indefinidamente o avanço da proposta.

Essa reviravolta ocorre em um momento delicado para o setor, com o mercado cripto oscilando em meio a expectativas de clareza regulatória. No entanto, para os puristas DeFi, o atraso é bem-vindo. O bill previa limites drásticos ao rendimento de stablecoins e imposições que equiparariam protocolos descentralizados a entidades centralizadas, sujeitas a auditorias e relatórios invasivos.

Senador Tim Scott, presidente do comitê, minimizou o impacto, afirmando que diálogos com a indústria e colegas democratas e republicanos continuam em boa-fé. Mas o episódio expõe fissuras profundas entre visões centralizadoras e o ethos descentralizado.

Por Que ‘No Bill’ É Preferível a uma Lei Ruim

O princípio ‘no bill is better than a bad bill’ resume a filosofia de muitos em DeFi. Mike Silagadze, fundador da Ether.fi, declarou abertamente que o texto atual era “muito ruim para cripto”. Ele destacou restrições a yields em stablecoins e barreiras ao DeFi, prevendo que uma versão revisada, mais equilibrada, surgirá eventualmente.

Bill Hughes, do ConsenSys, reforça essa visão cética: o delay sinaliza que proponentes de maior controle governamental precisam mais do bill que o DeFi. “Eles perdem se não avançarem”, alerta, sugerindo que futuras negociações cederão em demandas por overregulation de tech descentralizada. Essa dinâmica dá leverage à indústria, forçando concessões em vez de aceitar correntes regulatórias.

Em um ecossistema nascido para escapar da vigilância bancária tradicional, qualquer lei que imponha KYC universal ou relatórios centralizados ameaça o cerne da descentralização. O vácuo jurídico atual, apesar dos riscos de incerteza, preserva a experimentação livre – um luxo que uma regulação precipitada eliminaria.

Vozes da Indústria e Implicações Imediatas

Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, ecoou o otimismo cauteloso no X, notando que o setor evita um framework restritivo no curto prazo, abrindo caminho para algo mais amigável. Brian Armstrong, da Coinbase, justificou a oposição como defesa ao consumidor, indicando presença no Congresso para negociações futuras.

Para DeFi, o impacto é duplo: curto prazo sem barreiras novas a protocolos permissionless, mas alerta para Wall Street e reguladores que buscam moldar cripto à imagem de finanças tradicionais. Tokenização e yields continuam livres de entraves federais excessivos, mas o status quo bearish persiste: sem bill, a SEC pode intensificar ações unilaterais.

Analistas bearish como eu veem nisso um lembrete: regulação sempre favorece incumbentes centralizados. DeFi prospera na margem, e qualquer concessão pode ser o fio que puxa a cortina da liberdade financeira.

Próximos Passos e Riscos no Horizonte

Democratas do Senado planejam chamadas com a indústria ainda esta semana, sinalizando que o bill não está morto – pode retornar em fevereiro com emendas. No entanto, a lição é clara: a indústria tem poder de veto informal, e deve usá-lo contra textos que centralizem poder.

Investidores em DeFi devem monitorar: um bill revisado pode trazer influxos institucionais, mas a custo de compliance que erode yields e anonimato. O status quo bearish favorece holders pacientes, mas volatilidade regulatória permanece o maior risco. Vale ficar atento: o próximo round definirá se DeFi mantém sua essência rebelde ou se curva ao establishment.


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Executivo cartoon bloqueando rolo compressor burocrático com mão de stop, protegendo rede DeFi, simbolizando veto da Coinbase ao CLARITY Act

Coinbase Veta CLARITY Act: Senado Adia Lei Cripto dos EUA

O Comitê de Bancos do Senado dos EUA adiou a votação do CLARITY Act, projeto bipartidário para regular criptomoedas, após a Coinbase retirar seu apoio. CEO Brian Armstrong declarou preferir ‘nenhuma lei a uma ruim’, criticando emendas que impõem restrições a DeFi e stablecoins com yields. A decisão revela tensões entre inovação cripto e lobby bancário, atrasando a segurança jurídica tão aguardada pelo mercado. Isso afeta investidores globais em busca de clareza regulatória.


Motivos da Retirada de Apoio da Coinbase

A posição da Coinbase mudou após análise do draft recente, liberado pelo Comitê de Bancos após consultas democratas. Armstrong listou problemas graves: um ban de facto em tokenized equities, proibições em DeFi que dariam ao governo acesso ilimitado a registros financeiros, e eliminação de recompensas em stablecoins, favorecendo bancos tradicionais.

“Essa versão seria materialmente pior que o status quo atual”, afirmou o CEO em post no X. Ele elogiou o esforço bipartidário, mas insistiu em correções. Senadora Cynthia Lummis confirmou o adiamento, citando feedback negativo de líderes da indústria e prometendo ajustes.

Essas emendas, inspiradas no GENIUS Act, visam proibir yields em crypto-ativos, alegando riscos sistêmicos como fuga de depósitos bancários. Para a Coinbase, isso sufoca inovação e competição.

Conflito com o Lobby Bancário e Contexto Regulatório

O racha expõe o embate geopolítico: exchanges como Coinbase defendem um framework que equilibre CFTC e SEC, enquanto bancos pressionam por restrições que protejam seu domínio. O CLARITY Act (Digital Asset Market Clarity Act) busca classificar tokens como securities ou commodities, resolvendo anos de incerteza judicial.

Historicamente, a falta de clareza levou a ações da SEC contra plataformas. Agora, com Trump no poder, havia otimismo por regulação pró-mercado, mas emendas democratas reacenderam debates. Indústria dividida: a16z Crypto apoia avançar apesar de falhas, priorizando liderança dos EUA em Web3.

Para o Brasil, onde exchanges crescem sob CVM, esse impasse americano influencia: atrasos nos EUA podem encorajar jurisdições como Europa (MiCA) ou Ásia a liderarem, alterando fluxos globais de capital.

Implicações Geopolíticas e para Investidores

Geopoliticamente, o adiamento sinaliza fragmentação regulatória nos EUA, potencialmente beneficiando rivais como China (com yuan digital) ou UE (com MiCA em vigor). Sem clareza, inovações em DeFi e tokenized assets migram para offshore, elevando riscos para usuários.

Investidores brasileiros devem monitorar: segurança jurídica atrasa adoção institucional, impactando preços de BTC e altcoins. Volumes em exchanges locais podem subir com incerteza global, mas volatilidade aumenta. Analistas preveem nova markup em janeiro, possivelmente 27.

O episódio reforça: regulação cripto é batalha por soberania financeira. Coinbase, outrora apoiadora, agora lidera resistência contra concessões que priorizem bancos sobre inovação descentralizada.

Próximos Passos no Congresso

Comitês de Bancos e Agricultura adiam markup; Lummis planeja negociações. Mercado reage com cautela: BTC oscila acima de US$ 96 mil, mas queda em ações de exchanges reflete incerteza. Traders globais aguardam draft revisado.

Para o ecossistema cripto, lição clara: lobby unificado é essencial. Brasileiros, atentos à agenda Trump 2.0, veem oportunidade em diversificar para jurisdições maduras enquanto EUA resolve impasse.


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Carro de corrida Bitcoin cartoon abastecido por influxos dourados de executivos institucionais, acelerando para linha de chegada 100K

ETFs de Bitcoin Batem Recorde de US$ 1,7 bi: Corrida para os US$ 100k Acelera

📊 BOLETIM CRIPTO | 15/01/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom bullish moderado do período, com os ETFs de Bitcoin registrando influxos recordes que impulsionam o preço rumo à barreira histórica dos US$ 100 mil. Dados de inflação benignos nos Estados Unidos serviram como o combustível necessário para um rally de risk-on global, elevando o Bitcoin acima de US$ 97.000 e puxando altcoins para ganhos expressivos. No entanto, o cenário regulatório nos EUA apresenta fissuras importantes: o racha entre a Coinbase e o Senado sobre novas leis de estrutura de mercado, somado a escândalos políticos envolvendo memecoins na Solana, gera um contraponto de cautela. O viés positivo prevalece, sustentado por um suporte comprador institucional inédito em 2026, com o momentum favorável mitigando tensões legislativas e ruídos de segurança locais.


🔥 Destaque: ETFs Bitcoin batem recorde rumo aos US$ 100k

O mercado institucional de criptoativos registrou um marco histórico nos últimos três dias, com os ETFs de Bitcoin nos EUA atraindo uma entrada líquida extraordinária de US$ 1,7 bilhão. Esse movimento reverteu completamente as perdas registradas no início de janeiro e foi liderado de forma agressiva pelo fundo IBIT, da BlackRock, que sozinho captou centenas de milhões em uma única sessão. A magnitude desses aportes sinaliza que as grandes gestoras não estão apenas comprando correções, mas perseguindo o momentum de alta em direção aos US$ 100.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 521.529,80, refletindo a força da moeda em solo nacional acompanhando o rali global. A confluência de um cenário macroeconômico favorável — impulsionado por dados de inflação (CPI) abaixo do esperado nos EUA — transformou o Bitcoin em um termômetro direto do apetite por risco institucional. A liquidação massiva de posições vendidas (shorts) criou um vácuo de liquidez que acelerou o preço, consolidando o ativo como um hedge estratégico de política monetária.

As implicações desse fluxo são profundas: o Bitcoin agora é negociado como um ativo macro de primeira linha, correlacionando-se com recordes nas bolsas globais e provocando um “choque de oferta” nas exchanges. Para o investidor, o sucesso dos ETFs valida o suporte institucional em níveis de preço elevados, embora o índice de Fear & Greed já entre na zona de ganância, sugerindo que períodos de volatilidade para limpeza de alavancagem podem ocorrer brevemente.

O que monitorar a partir de agora é a capacidade de manutenção desses influxos diários acima de US$ 500 milhões. Se o ritmo da BlackRock e Fidelity persistir, a resistência psicológica de seis dígitos pode ser testada antes do final do mês, consolidando o Bitcoin em um novo patamar de preço de piso.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de risk-on domina o cenário global após o Core CPI dos EUA atingir seu menor patamar em quase cinco anos. Essa desaceleração inflacionária reduziu a pressão sobre as taxas de juros, empurrando investidores para ativos de crescimento. O Bitcoin superou os US$ 97.000, enquanto altcoins blue chips como Solana e Cardano dispararam entre 8% e 9%, sinalizando uma possível rotação de capital para ativos de maior volatilidade e potencial de retorno.

Em paralelo, a Europa prepara seu próprio evento institucional de peso: a exchange Bitpanda planeja um IPO em Frankfurt com avaliação de até US$ 5,8 bilhões. Sob a égide da regulação MiCA, o movimento contrasta com as dificuldades regulatórias nos EUA e reforça a diversificação geográfica da indústria. Na rede Binance, observa-se uma tendência de “institucionalização de memes”, com a fundação da BNB Chain aportando capital em ativos de nicho para atrair volume para o ecossistema.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Incerteza Regulatória nos EUA: O racha entre a Coinbase e o Senado sobre o rascunho da lei de estrutura de mercado pode prolongar o regime de “regulação por execução” da SEC.
  • Sobrealavancagem de Derivativos: Liquidações de shorts somam US$ 688 milhões. O acúmulo de novas posições de compra (longs) alavancadas cria risco de picos de volatilidade para correção técnica.
  • Impacto de Airdrops Massivos: O lançamento de 1,8 bilhão de tokens SKR pela Solana Mobile em 21 de janeiro pode gerar forte pressão vendedora inicial de usuários buscando lucro imediato.
  • Fraudes e Rug Pulls: O escândalo do NYC Token e operações policiais no Brasil contra golpes eletrônicos elevam o risco reputacional e o FUD para o investidor de varejo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acompanhamento de Momentum BTC: O suporte institucional via ETFs oferece uma janela histórica para a quebra do nível de US$ 100 mil, beneficiando investidores de spot e ETFs regulados.
  • Staking Nativo Solana Mobile: O mecanismo de staking imediato pós-airdrop do token SKR oferece yields potenciais para holders do smartphone Seeker que buscam recompensas de longo prazo.
  • Setor de Fintechs Europeias: O anúncio do IPO da Bitpanda em Frankfurt abre caminho para teses de investimento em infraestrutura cripto regulada fora do eixo americano.
  • Flight to Quality: Escândalos com memecoins políticas tendem a rotacionar capital de varejo para ativos com fundamentos verificáveis, como DeFi blue-chips (AAVE, UNI) e redes de infraestrutura.

📰 Principais Notícias do Período

1. Invasão Institucional: Fluxo de ETFs de Bitcoin bate recorde de 2026
Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram entrada líquida recorde de US$ 1,7 bilhão em apenas três dias. O movimento, liderado pela BlackRock, reverteu as perdas iniciais do ano e impulsionou o BTC para a zona de preços acima de US$ 97 mil, validando o suporte institucional contínuo.

2. Bitcoin desafia os US$ 95k com inflação abaixo do esperado
Após o Core CPI dos EUA atingir 2,6%, o Bitcoin consolidou-se em nova máxima histórica de 2026. A notícia de inflação benigna desencadeou compras agressivas, resultando na liquidação de US$ 688 milhões em apostas de queda (shorts) em um cenário de otimismo macro.

3. Racha Legislativo: Coinbase retira apoio a projeto de lei nos EUA
A Coinbase abandonou seu apoio ao projeto de lei de estrutura de mercado do Senado, alegando que o texto atual é pior que o status quo por banir ações tokenizadas (RWA). A decisão cria um racha na indústria, já que a Ripple mantém o apoio ao texto.

4. Airdrop Solana Mobile: 1,8 bilhão de tokens SKR para usuários
A Solana Mobile anunciou a distribuição massiva de tokens SKR (20% do supply) para donos do smartphone Seeker. O airdrop ocorre dia 21 de janeiro e introduz staking imediato, premiando usuários por sua atividade on-chain no ecossistema mobile.

5. Escândalo NYC Token: Eric Adams nega lucros após rug pull de 80%
O ex-prefeito de Nova York negou publicamente ter lucrado com o NYC Token, que derreteu 80% do valor em apenas uma hora após o lançamento. O caso é investigado como um possível rug pull político na rede Solana, gerando crise de imagem e pressão regulatória.

6. Bitpanda prepara IPO de US$ 5,8 bilhões em Frankfurt
A exchange líder na Europa, Bitpanda, trabalha com Goldman Sachs e JPMorgan para abrir capital no primeiro semestre de 2026. A listagem em Frankfurt é vista como uma validação da regulação MiCA e uma alternativa estratégica aos mercados americanos.

7. Brasil: Operação Mirage bloqueia carteiras cripto em fraude milionária
A Polícia Civil do RS deflagrou ação contra um esquema de fraudes eletrônicas que simulava investimentos cripto. Mais de 85 contas e carteiras foram bloqueadas em SP e GO para recuperar prejuízos de 40 vítimas que somam R$ 4 milhões.


🔍 O Que Monitorar

  • ETFs Net Inflows: Verifique se a BlackRock mantém o ritmo de compras acima de US$ 500 milhões no final da semana.
  • Desenrolar Legislativo EUA: Acompanhe a votação do Comitê Bancário do Senado nesta quinta-feira após a oposição da Coinbase.
  • Funding Rates em BTC: Taxas muito altas podem indicar superaquecimento e risco de correção iminente.
  • Atividade dApp Store Solana: Se o airdrop SKR converterá em uso real do smartphone ou apenas liquidação financeira.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-48 horas, o viés bullish moderado deve persistir, sustentado pela poderosa absorção de supply exercida pelos ETFs. A consolidação acima de US$ 95.000 é um sinal de força técnica considerável, transformando antigas resistências em novos suportes de preço. Entretanto, a volatilidade pode ser intensificada pelos ruíduos regulatórios em Washington e pela reação do mercado ao fechamento da semana operacional. Embora o momentum macro seja francamente positivo devido ao CPI benigno, o índice de ganância elevado exige cautela para quem opera alavancado. O cenário provável é de novas tentativas de teste rumo aos US$ 98k-100k, condicionado à manutenção dos fluxos institucionais e à ausência de novos FUDs regulatórios críticos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Coinbase defendendo pergaminho contra avalanche de emendas de banqueiros Wall Street, simbolizando sabotagem ao CLARITY Act

CLARITY Act em Xeque: Coinbase Recua e Acusa Bancos de Sabotagem

A Coinbase retirou abruptamente seu apoio ao CLARITY Act, projeto de lei que promete regular o mercado de ativos digitais nos EUA, horas antes do markup crucial no Comitê de Bancos do Senado nesta quinta-feira (15/01). O CEO Brian Armstrong denunciou que o lobby bancário sabotou o texto com emendas restritivas, criando um cenário pior que o status quo regulatório atual. A briga entre Wall Street e exchanges ameaça travar o influxo de trilhões institucionais para o cripto.


Mudança de Postura da Coinbase

O recuo da Coinbase veio após análise do rascunho final do Senado. Armstrong destacou em post no X preocupações graves: um de facto banimento de tokenized equities, proibições ao DeFi que dariam ao governo acesso irrestrito a dados financeiros de usuários, enfraquecimento da CFTC e expansão da autoridade da SEC. “Prefiro nenhuma lei a uma ruim”, afirmou o executivo, sinalizando que o bill, originalmente apoiado pela indústria, foi desvirtuado.

Essa virada ocorre em meio a negociações intensas. A exchange, que lucrou bilhões com stablecoins como USDC em 2025, vê ameaças diretas a seu modelo de negócios. Rewards em stablecoins, permitidos pela GENIUS Act assinada por Trump em julho, agora enfrentam restrições que favorecem bancos tradicionais.

Lobby Bancário e as 137 Emendas

O ápice do conflito é a enxurrada de 137 emendas de última hora submetidas pelos senadores antes do prazo de 17h de quarta-feira. Muitas visam stablecoin rewards: o draft proíbe yields em saldos ociosos, permitindo apenas em atividades como transações ou staking. Bancos argumentam risco de “fuga de depósitos”, enquanto exchanges contrapõem que isso sufoca inovação e empurra usuários para plataformas offshore.

Emendas bipartidárias, como as de Thom Tillis (R-NC) e Angela Alsobrooks (D-MD), agravam as restrições pró-bancos. Insiders veem a jogada da Coinbase como tática negocial, mas críticos a chamam de “arrogante”. A exchange investiu centenas de milhões em lobby, incluindo projetos de Trump, e monitorará votos via super PAC Fairshake, com US$ 116 milhões arrecadados.

Implicações Geopolíticas para o Cripto

Globalmente, o embate reflete a guerra por supremacia financeira: Wall Street resiste à desintermediação cripto, temendo perda de hegemonia. Sem clareza regulatória equilibrada, os EUA arriscam ceder terreno a jurisdições como UE (MiCAR) ou Ásia, onde adoção avança. O CLARITY Act, evolução do FIT21 (aprovado na Câmara em 2024), divide supervisão entre SEC e CFTC, mas emendas o tornam tóxico.

Para brasileiros, o impacto é indireto: atrasos nos EUA freiam influxo institucional global, afetando liquidez em exchanges locais. O “trilhão institucional” prometido por ETFs e corporates fica em xeque, perpetuando volatilidade.

Markup no Horizonte: O Que Esperar?

O markup desta quinta-feira (15/01) será decisivo. Republicanos liberaram fact sheets, mas divisões persistem. Armstrong se diz otimista com negociações contínuas, apoiado por figuras como Michael Saylor. Investidores devem monitorar: aprovação enfraquecida pode sinalizar vitória parcial do lobby bancário, adiando maturidade regulatória. Sem bill, o cripto segue no limbo, beneficiando apenas os incumbentes tradicionais.


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Executivos cartoon transferindo baûs de BTC e ETH para cofre digital, com ETFs murchando ao fundo, simbolizando movimentação de BlackRock para Coinbase

BlackRock Transfere US$ 320 Milhões em BTC e ETH para Coinbase

A maior gestora de ativos do mundo, BlackRock, transferiu US$ 320 milhões em Bitcoin e Ethereum para carteiras da Coinbase Prime em 13 de janeiro de 2026, conforme dados on-chain da Arkham Intelligence. O movimento, que incluiu 3.290 BTC (US$ 303 milhões) e 5.692 ETH (US$ 18 milhões), ocorre paralelamente ao rali do Bitcoin rumo aos US$ 96 mil, levantando questionamentos sobre possíveis resgates de ETFs ou mera gestão de liquidez institucional.


Detalhes da Transferência On-Chain

Os dados da Arkham revelam que as carteiras associadas à BlackRock enviaram os ativos diretamente para a Coinbase Prime, plataforma dedicada a clientes institucionais. Essa transferência não é isolada: posts recentes monitorados indicam padrões semelhantes nos dias 11 e 12 de janeiro, com saídas de BTC de carteiras ligadas à gestora. No entanto, volumes como esse raramente indicam vendas imediatas, mas sim movimentações para otimização operacional.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negociava a R$ 510.628 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,18% nas últimas 24 horas e volume de 321 BTC nas exchanges brasileiras. Isso reforça o contexto de alta no preço do BTC, contrastando com as ações da BlackRock.

Saídas Consecutivas nos ETFs

Em paralelo, os ETFs de cripto da BlackRock enfrentam pressões. O IBIT (Bitcoin ETF) registrou US$ 71 milhões em saídas líquidas na terça-feira (13/01), marcando o quarto dia consecutivo de retiradas. Já o ETF de Ethereum acumulou perdas de US$ 80 milhões no período recente, segundo dados da Farside Investors. Coletivamente, os ETFs de cripto listados nos EUA perderam US$ 1,2 bilhão em ativos líquidos nas últimas três semanas.

Esses outflows sugerem hesitação institucional em meio à volatilidade macroeconômica, impulsionada por políticas de bancos centrais e tensões geopolíticas. Pension funds e seguradoras, alvos principais desses produtos regulados, priorizam preservação de capital sobre exposição prolongada.

Motivos Prováveis: Liquidez ou Resgates?

Analistas on-chain apontam que transferências para a Coinbase Prime tipicamente servem à gestão de liquidez ou hedging de riscos, permitindo negociações de grande porte sem impacto no mercado varejista. Não há evidências diretas de liquidações, mas o timing coincide com resgates nos ETFs, o que pode indicar rebalanceamento de portfólios. A BlackRock, com US$ 9 trilhões em ativos sob gestão, usa essas plataformas para manter flexibilidade operacional durante fases incertas.

É possível que os movimentos reflitam ajustes táticos, não um abandono do setor. A gestora mantém posições dominantes nos ETFs de BTC e ETH, mas o mercado interpreta cada transação como sinal de cautela institucional.

Implicações para o Mercado Cripto

Esse episódio destaca a maturidade do ecossistema cripto, onde ações de gigantes como BlackRock reverberam globalmente. No Brasil, onde o BTC avança, investidores devem monitorar fluxos on-chain para antecipar tendências. A adoção institucional prossegue, mas exige retornos consistentes e frameworks de risco alinhados ao status quo financeiro tradicional.

Os próximos trimestres esclarecerão se essa cautela é transitória ou recalibração duradoura. Traders atentos a carteiras de baleias como a BlackRock ganham vantagem em um mercado que premia paciência sobre impulsos.


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Legislador cartoon empurrando balança regulatória para transformar yields passivos de stablecoins em atividades ativas no CLARITY Act

Senado dos EUA Proíbe Yields Passivos em Stablecoins no CLARITY Act

O Senado dos EUA liberou uma versão emendada do CLARITY Act, proibindo plataformas crypto de oferecer yields ou juros apenas por holding de stablecoins como USDC e USDT. A medida, que passará por markup no Comitê Bancário em 15 de janeiro, permite recompensas só por atividades ativas, como staking ou provisão de liquidez. Bancos pressionam para proteger depósitos tradicionais, enquanto empresas como Coinbase ameaçam retirar apoio ao projeto.


Detalhes da Proibição no CLARITY Act

O novo draft bipartidário do Digital Asset Market Clarity Act expande a restrição do GENIUS Act, lei de julho de 2025 que vetou stablecoins geradores de yield pelos emissores. Agora, crypto service providers — incluindo exchanges — não podem pagar rendimentos passivos em payment stablecoins. Isso visa diferenciar stablecoins de contas de poupança bancárias, sujeitas a regulação federal.

Recompensas ficam restritas a ações como fornecer liquidez em DeFi, staking em redes ou governança. O texto reflete meses de negociações lideradas pelo senador Tim Scott, com foco em clareza regulatória após anos de zonas cinzentas no mercado crypto.

Tensões entre Bancos, Coinbase e Reguladores

Bancos americanos lobbyam intensamente, argumentando que yields de 3,5% em USDC — oferecidos por plataformas como Coinbase — competem deslealmente com depósitos tradicionais, sem as proteções do FDIC. Grupos bancários veem isso como risco sistêmico, potencialmente drenando liquidez dos bancos para o ecossistema crypto.

Do outro lado, Coinbase alerta que a proibição inibe inovação e pode levar a retirada de apoio ao bill. Analistas como Jake Chervinsky criticam a concessão aos bancos, ecoando o GENIUS Act que já matou produtos inovadores de yield-bearing stablecoins. A briga reflete o equilíbrio delicado entre fomentar crypto e preservar o status quo financeiro.

Implicações Globais para o Mercado Crypto

Para usuários brasileiros e globais, a mudança transforma stablecoins de ‘contas poupança digitais’ em ferramentas ativas de DeFi. Plataformas centralizadas perdem atratividade para holders passivos, empurrando capital para protocolos permissionless onde yields vêm de participação real. Isso pode beneficiar redes como Ethereum, mas elevar riscos para iniciantes sem conhecimento técnico.

No contexto geopolítico, regulação americana dita padrões mundiais: Europa (MiCA) e Brasil (PL 4.401) observam de perto. Se aprovado, o CLARITY Act sinaliza era de maturidade, mas com concessões que favorecem incumbentes bancários sobre inovação disruptiva.

Markup e Perspectivas Futuras

O markup de 15 de janeiro é crítico: emendas são devidas até 13 de janeiro, e desacordos sobre ética e eleições midterm podem atrasar para 2027. Investidores devem monitorar ajustes — especialmente se Coinbase prevalecer em lobby por exceção em yields. Longo prazo, a lei pode estabilizar o mercado, atraindo instituições, mas limitar retornos passivos para varejo.

Enquanto isso, volumes de USDC e USDT seguem resilientes, com BTC acima de US$ 94 mil. O cenário reforça: regulação avança, mas com trade-offs que definem o futuro das finanças híbridas.


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Executivos cartoon crypto e Wall Street em handshake sobre documentos SPAC sob sinal Nasdaq neon, marcando avanco da Kraken para bolsa

Kraken avança para Nasdaq com SPAC de US$ 250 milhões

A KRAKacquisition Corp., SPAC patrocinada por afiliada da Kraken, protocolou na SEC uma oferta pública inicial de US$ 250 milhões para listagem na Nasdaq. São 25 milhões de units a US$ 10 cada, um movimento que acelera a entrada da exchange na bolsa e coloca pressão direta na Coinbase. Esse "cheque em branco" corporativo sinaliza o amadurecimento acelerado do setor cripto, em meio a um cenário regulatório favorável pós-Trump.


Detalhes da Oferta KRAKacquisition

A empresa de aquisição de propósito específico (SPAC), sediada nas Ilhas Cayman, planeja listar sob o ticker KRAQU na Nasdaq, com ações Classe A e warrants separando-se depois em KRAQ e KRAQW. Patrocinada pela Kraken, Tribe Capital e Natural Capital, a SPAC pode mirar fusão com qualquer setor, mas o contexto aponta para ativos digitais como reserva de valor contra inflação.

O Santander atua como coordenador líder, reforçando credibilidade institucional. Esse passo vem após a Kraken captar US$ 800 milhões em novembro de 2025, valendo US$ 20 bilhões, e protocolar confidencialmente seu IPO.

O que é uma SPAC e por que acelera IPOs?

SPAC significa Special Purpose Acquisition Company, um "cheque em branco" listado em bolsa para captar fundos e fundir-se rapidamente com uma target privada, evitando o longo processo tradicional de IPO. Para leigos, imagine uma empresa vazia que levanta capital público e depois "casando" com a Kraken, permitindo listagem em meses, não anos.

Essa estrutura ganhou tração em cripto por sua agilidade, especialmente com regulação amena. A KRAKacquisition destaca a expertise da Kraken em riscos e compliance, posicionando-a como player maduro para Wall Street.

Pressão na Coinbase e onda de listagens cripto

A manobra da Kraken intensifica competição com a Coinbase, já listada desde 2021. Enquanto a COIN enfrenta volatilidade, a Kraken chega com valuation fresco de US$ 20 bilhões e foco em expansão global, incluindo Wyoming como nova sede. Investidores veem nisso um divisor: quem domina custódia e trading institucional?

Não é isolado: a BitGo protocolou IPO de até US$ 201 milhões, mirando valuation de US$ 1,96 bilhão e custodiando US$ 90-104 bilhões em ativos. Circle, Gemini e Figure já abriram capital, testando apetite por infraestrutura cripto.

Implicações para o mercado e investidores brasileiros

Esses IPOs consolidam cripto como asset class madura, atraindo capital tradicional via ETFs e tesourarias. Para brasileiros, sinaliza padrões globais de compliance chegando via regulação do BC, que exige capital mínimo em corretoras a partir de fevereiro 2026. Vale monitorar: sucesso aqui pode elevar valuations locais e reduzir riscos sistêmicos.

O otimismo é fundamentado – com Bitcoin acima de US$ 92 mil e fluxos em ETFs, o ecossistema ganha robustez para o ciclo atual.


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