Regulador cartoon abrindo portas para rede blockchain cyan e cristais dourados, simbolizando oficialização SEC de ações tokenizadas

SEC Oficializa Ações Tokenizadas: Blockchain é Registro Legal nos EUA

A SEC dos EUA oficializou diretrizes para títulos tokenizados em 28 de janeiro de 2026, dividindo-os em duas categorias principais: emitidos diretamente pelo emissor e por terceiros. Isso reconhece a blockchain como registro legal de propriedade, limpando o caminho para ações de empresas reais rodarem em redes cripto de forma regulada. Para iniciantes, é como transformar ações tradicionais em tokens digitais com validade oficial.


O Que São Títulos Tokenizados?

Imagine uma ação de empresa que, em vez de ser registrada em papel ou sistemas antigos, vive na blockchain como um token digital. Segundo o comunicado conjunto da SEC, um título tokenizado é qualquer instrumento financeiro que se enquadra na definição legal de ‘security’ (título mobiliário), mas formatado como um ativo cripto, com o registro de propriedade mantido total ou parcialmente em redes blockchain.

Isso não muda as regras das leis federais de valores mobiliários: registro é obrigatório, a menos que haja isenção. O formato digital não altera obrigações como divulgação de informações ou proteção ao investidor. É uma atualização tecnológica para um sistema financeiro centenário, tornando-o mais eficiente e acessível.

Para você que está começando, pense assim: é como digitalizar um título de propriedade de imóvel na blockchain, garantindo transparência e imutabilidade.

Emissão Direta pelo Emissor (Issuer-Sponsored)

Nessa categoria, a própria empresa emissora integra a tecnologia de registro distribuído (DLT) em seus sistemas. As transferências de tokens na blockchain correspondem diretamente ao arquivo mestre de acionistas, tornando a rede o registro oficial.

Exemplo simples: uma companhia emite ações tokenizadas onde cada token representa uma fração real de propriedade. Se você transfere o token, você transfere a ação legalmente. A SEC esclarece que esses tokens podem ser da mesma classe que ações tradicionais, se os direitos forem substancialmente iguais. Isso elimina dúvidas jurídicas e permite que empresas usem blockchain como infraestrutura principal.

É revolucionário porque valida a blockchain como substituto moderno para registros centralizados, reduzindo custos e acelerando negociações 24/7.

Emissão por Terceiros (Third-Party-Sponsored)

Aqui, uma entidade independente tokeniza títulos de outra empresa. Há dois subtipos: custodiais, onde o terceiro guarda o ativo original e emite tokens representativos (como BDRs digitais); e sintéticos, que dão exposição ao preço sem direitos reais, como swaps baseados em títulos.

No custodial, o registro pode ser onchain ou offchain pelo custodiante. Já os sintéticos não conferem voto ou dividendos diretos, expondo o holder a riscos extras, como falência do emissor terceiro. A SEC alerta: o que importa é a realidade econômica, não o nome do instrumento.

Para iniciantes: é como comprar um ETF que replica uma ação, mas em blockchain. Útil para investidores qualificados, mas exige cuidado com intermediários.

Por Que Isso Muda Tudo no Mercado?

Essa clareza regulatória é um marco: pela primeira vez, a SEC endossa blockchain como registro oficial de propriedade, pavimentando para equities onchain reguladas. Empresas como Securitize e executivos da Coinbase celebraram, prevendo produtos no mercado em breve.

Benefícios incluem negociações globais instantâneas, liquidez 24h e inclusão financeira. Baseado na Lei de Stablecoins de 2025, isso atrai instituições, mas mantém proteções. Para brasileiros, abre portas para investir em ações americanas tokenizadas via plataformas cripto, sempre com due diligence.

Vale monitorar: a SEC está aberta a diálogos para novas emissões. Isso pode ser o início de uma nova era no mercado financeiro.


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Estrutura isométrica XRPL com novo módulo de empréstimos ativado por votos e portal para Arc blockchain, simbolizando avanços DeFi

XRPL Avança no DeFi com Empréstimos Nativos em Votação

A XRP Ledger (XRPL) avança além dos pagamentos rápidos para o território do DeFi institucional com a proposta de empréstimos nativos em fase de votação entre validadores. Lançada após o upgrade para a versão 3.1.0 do rippled, a emenda LendingProtocol promete crédito de taxa fixa nativo na rede, atraindo instituições com segurança aprimorada. Paralelamente, a Circle revela sua estratégia full-stack para 2026 com a blockchain Arc, expandindo o USDC para pagamentos empresariais. Essas movimentações posicionam XRPL e ecossistemas aliados como líderes tecnológicos no próximo ciclo de cripto.


Empréstimos Nativos: Funcionalidades e Impacto Técnico

A emenda LendingProtocol, junto com SingleAssetVault, habilita empréstimos e financiamentos diretamente no protocolo base da XRPL. Isso permite operações de crédito com taxa fixa e prazo definido, usando vaults de ativo único para isolar riscos, similar a protocolos de finanças tradicionais (TradFi). O upgrade recente incluiu o fixBatchInnerSigs, corrigindo falhas na validação de assinaturas em transações em lote — essencial para operações complexas de empréstimo, como verificação de colateral e movimentação de fundos.

Segundo validadores como Vet, a funcionalidade suporta XRP, RLUSD e outros ativos emitidos na rede, reduzindo dependência de contratos de terceiros arriscados. Com tempos de liquidação em segundos e baixas taxas, o XRPL se torna atrativo para uso institucional, onde segurança e previsibilidade são cruciais. Essa evolução técnica transforma a rede de mera camada de pagamento em plataforma completa de finanças descentralizadas.

Governança por Emendas: O Processo Democrático da XRPL

As emendas de governança são o coração da evolução da XRPL. Qualquer mudança no protocolo — como novas funcionalidades ou correções — entra em fase de votação aberta entre validadores confiáveis. Para ativação, é necessário 80% de aprovação sustentada por duas semanas consecutivas. Atualmente, a LendingProtocol está nessa fase, sem prazo definido até atingir o quórum.

Esse modelo descentralizado garante que atualizações sejam consensuais e testadas, evitando forks como visto em outras redes. O recente upgrade v3.1.0 já ativa pré-requisitos, e operadores de nós mais antigos foram alertados para migrar. Outras emendas, como domínios permissionless, também avançam, sinalizando um ecossistema em constante aprimoramento para demandas reais do mercado.

Estratégia Full-Stack da Circle e a Blockchain Arc

A Circle complementa o movimento com sua visão para 2026: lançamento do mainnet da Arc blockchain, projetada para instituições. No testnet, Arc processou 150 milhões de transações em 90 dias, com 1,5 milhão de carteiras ativas e settlements em 0,5 segundos. Taxas em stablecoins e privacidade opt-in atendem regulamentações.

Integrada ao USDC (US$ 72 bilhões em circulação) e EURC, a Arc suporta a Circle Payments Network (CPN) e StableFX, expandindo para Europa e Índia. Com volume on-chain de US$ 9,6 trilhões em 2025 e USYC em US$ 1,6 bilhão, a Circle aposta em infraestrutura compliant para migração do TradFi ao blockchain.

Implicações para Investidores e o Próximo Ciclo

Essas atualizações elevam o perfil institucional da XRPL e aliados como Circle. Redes com governança robusta e foco em DeFi nativo — empréstimos seguros, pagamentos globais e stablecoins regulados — estão se preparando para o mercado de alta de 2026. Investidores devem monitorar a votação da LendingProtocol e o mainnet Arc, indicadores de adoção real. Para brasileiros, isso significa mais opções eficientes em plataformas como Binance.


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Rede cristalina Ethereum expandindo com portal de energia acelerada, simbolizando mainnet do MegaETH e escalabilidade em tempo real

MegaETH Marca Mainnet para 9 de Fevereiro: Escala Ethereum em Tempo Real

A MegaETH, rede Layer 2 de alta performance para o Ethereum, definiu 9 de fevereiro de 2026 como data para o lançamento de sua mainnet pública. O anúncio representa um teste crucial para sua proposta de escalabilidade em tempo real do Ethereum, com latência ultrabaixa e throughput massivo de transações. Após captar US$ 450 milhões em uma venda de tokens supersubscrita em outubro de 2025, o projeto atraiu apoio de pesos-pesados como Vitalik Buterin e Joe Lubin, prometendo revolucionar aplicações que demandam velocidade.


O Que é Escalabilidade em Tempo Real na MegaETH

A MegaETH se diferencia de soluções tradicionais de escalabilidade ao priorizar o conceito de blockchain em tempo real. Em termos simples, isso significa processar transações com latência próxima de zero — algo na casa de milissegundos — e suportar um volume massivo de operações por segundo. Diferente das Layer 2 convencionais, que focam em rollups para reduzir custos, a MegaETH otimiza o hardware e software para simular a performance de uma máquina virtual única (SVM), mas distribuída.

Para desenvolvedores, isso abre portas para dApps voltadas ao consumidor, como plataformas de trading de alta frequência, jogos multiplayer em blockchain e experiências interativas que o Ethereum base historicamente não suporta devido a congestionamentos. Os dados sugerem que ela pode alcançar velocidades subsegundo, superando limitações atuais do ecossistema.

Trajetória de Financiamento e Apoio Estratégico

Desenvolvida pela MegaLabs, a MegaETH já havia levantado US$ 20 milhões em uma rodada seed liderada pela Dragonfly em 2024. O ponto alto veio com a venda de tokens em outubro de 2025, que ofertou cerca de 5% do supply total de 10 bilhões de MEGA e foi esgotada em minutos por milhares de investidores. Esse sucesso reflete a demanda por infraestrutura de próxima geração.

O respaldo de figuras como Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, e Joe Lubin, da ConsenSys, valida a visão técnica. Esses apoiadores veem na MegaETH uma evolução necessária para manter o Ethereum competitivo em aplicações de baixa latência.

Desafios Técnicos e o Teste da Mainnet

Embora promissora, a MegaETH enfrenta desafios inerentes a blockchains de alta performance: centralização potencial no sequenciador, segurança em cenários de pico e integração com o Ethereum L1. A mainnet pública será o primeiro teste em escala real, onde milhares de usuários poderão validar se a latência prometida se mantém sob carga.

Comparada a concorrentes como Optimism ou Arbitrum, a ênfase em hardware otimizado pode oferecer vantagens, mas exige monitoramento de custos operacionais e descentralização progressiva. É provável que atualizações pós-lançamento abordem esses pontos.

Implicações para o Ecossistema Ethereum

O lançamento pode impulsionar a adoção de dApps que demandam responsividade, como DeFi de alta velocidade e gaming on-chain. Para o público brasileiro, isso significa mais opções acessíveis em exchanges compatíveis, potencializando o crescimento local. Vale monitorar o desempenho inicial para avaliar se a MegaETH atende à euforia de ser "a Layer 2 mais rápida".

Desenvolvedores interessados devem preparar migrações, pois bridges e ferramentas de deployment estarão disponíveis em breve.


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Personagens cartoon construindo base de cabos de fibra sustentando data centers de IA e rede Web3, simbolizando investimentos da Meta e avanços na Coreia do Sul

Meta Investe US$ 6 Bilhões em Fibra para IA e Coreia do Sul Avança em Web3

A Meta anunciou um acordo de até US$ 6 bilhões com a Corning para fornecer cabos de fibra ótica a seus data centers de inteligência artificial nos Estados Unidos. Em paralelo, na Coreia do Sul, a parceria entre Miden e KODA pavimenta o caminho para o fim do banimento corporativo de criptomoedas, sinalizando a convergência entre infraestrutura física e digital. Esses investimentos destacam como o ‘encanamento’ tecnológico está sendo construído para sustentar a expansão de IA e blockchain.


Meta Expande Data Centers com Fibra Ótica de Alta Capacidade

A Meta, liderada por Mark Zuckerberg, firmou um contrato multianual com a Corning, empresa especializada em materiais ópticos, para suprir cabos de fibra ótica avançados. Esses cabos são essenciais para os data centers que suportam modelos de IA generativa, como os usados em assistentes virtuais e processamento de grandes volumes de dados.

O acordo, revelado em comunicado oficial, impulsionará a expansão da manufatura da Corning na Carolina do Norte, criando empregos qualificados e fortalecendo a cadeia de suprimentos americana. "Construir os data centers mais avançados nos EUA requer parceiros de classe mundial e manufatura americana", afirmou Joel Kaplan, Diretor de Assuntos Globais da Meta. A demanda por fibra cresceu com o boom de IA, onde data centers hyperscale exigem conexões de alta densidade, como o novo cabo Contour da Corning.

Empresas como NVIDIA, OpenAI, Google e Microsoft também impulsionam essa expansão. As ações da Corning (GLW) subiram 75% no último ano, refletindo o otimismo do mercado. A Meta planeja 30 data centers nos EUA, com projetos em Ohio e Louisiana já utilizando essa tecnologia.

Coreia do Sul Prepara Infraestrutura para Cripto Institucional

Na Ásia, a Miden, projeto blockchain focado em privacidade via provas de conhecimento zero (zero-knowledge), assinou um Memorando de Entendimento (MOU) com a Korea Digital Asset (KODA), custodiante líder com 80% do mercado institucional sul-coreano. Respaldada pelo banco KB Kookmin, a KODA integra a tecnologia da Miden para oferecer custódia segura e compliant.

Essa aliança antecipa o fim da proibição de nove anos imposta pela Financial Services Commission (FSC) em 2017, que impedia empresas de deterem criptoativos. Autoridades discutem aprovações de ETFs de Bitcoin, posicionando a Coreia como hub para capital institucional. "A Coreia representa uma oportunidade massiva devido à sua forte cultura cripto", comentou Azeem Khan, cofundador da Miden.

A solução permite transações privadas e reguladas, essenciais para fundos e corporações entrarem no mercado on-chain sem expor dados sensíveis.

Infraestrutura: A Base Invisível do Futuro Digital

Esses desenvolvimentos ilustram como investimentos em infraestrutura física — cabos de fibra para IA e protocolos de privacidade para blockchain — sustentam tendências de longo prazo. Enquanto a Meta reforça a liderança dos EUA na corrida global por IA, a Coreia do Sul abre portas para adoção corporativa de Web3, potencializando finanças on-chain compliant.

Para investidores brasileiros, esses movimentos sugerem oportunidades em ecossistemas que unem tech tradicional e cripto. Vale monitorar como essa base tecnológica impulsiona inovações acessíveis, democratizando acesso a IA e ativos digitais.


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Executivos cartoon de banco saudita e Ripple apertando mãos sobre ponte digital com XRP luminoso, simbolizando parceria blockchain na Arábia Saudita

Ripple Fecha Parceria com Banco Saudita de US$ 130 Bilhões

A Ripple fechou parceria estratégica com o Jeel, braço de inovação do Riyad Bank – um dos maiores bancos da Arábia Saudita, com ativos de US$ 130 bilhões –, para explorar aplicações de blockchain em pagamentos transfronteiriços, custódia de ativos digitais e tokenização. Anunciada em 26 de janeiro de 2026, a colaboração ocorre dentro do sandbox regulado do Jeel, alinhando-se diretamente aos objetivos do Vision 2030 saudita de modernização financeira. Essa é mais uma vitória para a tese de adoção institucional do XRP fora dos EUA.


Detalhes da Parceria com Riyad Bank

A aliança foi divulgada pelo Jeel em sua conta no X, destacando o foco em aprimorar a velocidade e eficiência de pagamentos. De acordo com o comunicado oficial, as empresas desenvolverão protótipos no ambiente controlado do sandbox do Jeel, testando soluções de blockchain para melhorar transparência, custo e escalabilidade em serviços financeiros.

O CEO do Jeel, George Harrak, enfatizou a importância dessa experimentação regulada: “Essa parceria reflete nossa estratégia de usar o sandbox para explorar infraestrutura financeira de próxima geração”. Já Reece Merrick, diretor-gerente da Ripple para Oriente Médio e África, reforçou o compromisso em integrar tecnologias seguras ao ecossistema saudita, demonstrando como a infraestrutura da Ripple pode desbloquear eficiências significativas.

Para o Riyad Bank, isso representa um passo além da aceleração fintech convencional, rumo à experimentação com blockchain regulada, ampliando sua rede institucional.

Integração com o Vision 2030 Saudita

O Vision 2030, plano ambicioso da Arábia Saudita para diversificar sua economia, impulsiona um boom no setor fintech. A parceria Ripple-Jeel surge nesse contexto, posicionando o blockchain como pilar da transformação digital financeira do reino.

Os testes incluirão casos de uso em custódia de ativos digitais e tokenização de ativos reais, áreas onde a Ripple tem expertise comprovada. Isso pode pavimentar o caminho para adoção em massa de soluções como o XRP Ledger, conhecido por sua eficiência em liquidez transfronteiriça.

Analistas veem isso como sinal de que a Arábia Saudita, com seu foco em inovação regulada, está pronta para liderar a adoção de ativos digitais no Oriente Médio, reduzindo dependência de sistemas tradicionais.

Potencial para Tokenização e XRP

A ênfase em tokenização é particularmente de alta para o ecossistema Ripple. Com protótipos no sandbox, a empresa pode demonstrar interoperabilidade e escalabilidade do XRP em cenários reais, como tokenizar ativos do vasto portfólio do Riyad Bank.

No momento da notícia, o XRP negociava a US$ 1,90, refletindo otimismo do mercado. Essa expansão geográfica reforça a resiliência da Ripple, que continua a fechar acordos com gigantes bancários globais, mesmo em meio a volatilidades regulatórias nos EUA.

Investidores em XRP devem monitorar os resultados dos protótipos, que podem catalisar maior demanda pelo token em pagamentos e custódia institucional.

Expansão Global da Ripple Continua

Essa é a prova de que a Ripple não para: enquanto avança em batalhas judiciais nos EUA, foca em mercados emergentes como a Arábia Saudita. A parceria valida a tese de alta de adoção institucional massiva do XRP, abrindo portas para um futuro onde blockchain redefine finanças soberanas.

Vale ficar de olho nos próximos passos, pois sucessos no Vision 2030 podem inspirar outros países do Golfo a seguir o exemplo.


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Rede cristalina isométrica pulsando com '6s' central, representando upgrade Tallinn no Tezos com blocos de 6 segundos e escalabilidade melhorada

Tezos Tallinn: Upgrade Corta Tempo de Bloco para 6 Segundos Sem Forks

A atualização Tallinn da Tezos entrou em vigor neste sábado, marcando o 20º upgrade importante desde 2018. Implementada sem fork de rede, ela reduz o tempo de bloco da layer-1 para 6 segundos, diminui custos de armazenamento e latência, acelerando a finalidade das transações. Isso posiciona a Tezos como uma das blockchains proof-of-stake mais eficientes, permitindo que todos os validadores, chamados de ‘bakers’, atestem cada bloco.


Detalhes Técnicos da Redução de Tempo de Bloco

O cerne da Tallinn reside na redução do tempo de bloco para 6 segundos, um avanço significativo em relação aos protocolos anteriores. Anteriormente, apenas um subconjunto de bakers validava blocos, o que limitava a eficiência. Agora, todos os validadores participam do processo de atestação graças às assinaturas BLS (Boneh-Lynn-Shacham), que agregam centenas de assinaturas em uma única por bloco.

Essa agregação criptográfica alivia a carga computacional nos nós, reduzindo o processamento necessário. Como resultado, a rede alcança finalidade mais rápida, essencial para aplicações que demandam baixa latência, como finanças descentralizadas (DeFi) e jogos on-chain. A implementação sem hard fork garante continuidade, evitando divisões na comunidade e migrações forçadas.

Melhorias em Armazenamento e Eficiência

Além da velocidade, a Tallinn introduz um mecanismo de indexação de endereços que elimina dados redundantes, reduzindo os custos de storage em até 100 vezes. Isso beneficia desenvolvedores de dApps, que agora podem armazenar mais dados sem escalada exponencial de despesas.

A otimização de storage é crucial para a sustentabilidade da rede, especialmente com o crescimento de uso cases como NFTs e tokenização de ativos reais. Menos espaço em disco significa nós mais leves, incentivando maior descentralização e acessibilidade para validadores com hardware modesto. Essa eficiência técnica reforça o modelo de self-amending da Tezos, onde upgrades são votados pela comunidade.

Contexto Histórico e Competitividade

Comparada às blockchains de primeira geração, como Bitcoin (blocos a cada 10 minutos, ~7 TPS) e Ethereum pré-upgrades (~15-30 TPS), a Tezos avança rumo a redes de alto throughput. A Tallinn alinha a plataforma com concorrentes como Solana, que adota arquitetura monolítica para alta velocidade, mas sem as camadas L2 dependentes de Bitcoin ou Ethereum.

Essa evolução reflete a corrida por blockchains que suportem milhões de TPS, acomodando o ecossistema crescente de Web3. Para usuários brasileiros, isso significa transações mais rápidas e baratas em reais via bridges ou exchanges locais, ampliando o apelo para adoção cotidiana.

Implicações para Escalabilidade e Futuro

A redução de latência e storage abre portas para inovações, como rollups nativos ou integrações com IA on-chain. Investidores devem monitorar o impacto no preço do XTZ e adoção de dApps. Com 20 upgrades fluidos, a Tezos demonstra maturidade, mas desafios como adoção massiva persistem.

Vale acompanhar métricas de TPS pós-Tallinn para validar ganhos reais. Essa atualização reforça o compromisso da rede com eficiência máxima, posicionando-a como opção viável em um mercado competitivo.


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Cartógrafo cartoon desenhando 11 caminhos entre blockchain e IA, empoderando usuário com chaves de controle sobre dados e identidade

a16z Mapeia 11 Caminhos para União de Cripto e IA

A Andreessen Horowitz (a16z) traçou um mapa com 11 caminhos onde a blockchain pode se integrar à inteligência artificial (IA), combatendo a centralização das Big Techs. Em vez de concentrar poder em poucas empresas, a cripto oferece controle sobre identidade, dados e pagamentos aos usuários. Essa visão, publicada em 20 de janeiro, posiciona a web rumo a interfaces dominadas por prompts de IA, com blockchains como camada neutra essencial para o futuro.


Combate à Centralização: A Base Neutra da Blockchain

A a16z argumenta que, com o avanço da IA, sites tradicionais perdem tráfego para agentes autônomos. Aqui, a blockchain surge como infraestrutura para contextos persistentes de usuários, identidades portáteis para agentes de IA e pagamentos on-chain sem intermediários. Isso evita que plataformas controlem distribuição e receitas.

Imagine agentes de IA negociando dados ou serviços diretamente, sem depender de gatekeepers centralizados. Projetos como o Solana Attestation Service já permitem vincular credenciais off-chain a carteiras, preservando privacidade, enquanto o proof of personhood descentralizado, como o World’s Proof of Human, distingue humanos de bots sem IDs centralizados.

Essa abordagem técnica democratiza o acesso, tornando a IA mais inclusiva e resistente a monopólios.

DePIN: Infraestrutura Física Descentralizada para IA

Um destaque é o uso de DePIN (redes de infraestrutura física descentralizada) para agregar recursos computacionais ociosos. Com quase metade do tráfego da internet vindo de fontes automatizadas, sites bloqueiam scrapers de IA, criando tensão.

A DePIN permite pooling de hardware de PCs gamers e data centers para treinamento e inferência de IA, reduzindo dependência de provedores como AWS ou Google Cloud. Isso alinha com mercados preditivos descentralizados, onde IA pode prever eventos e liquidar apostas on-chain, integrando previsão com execução confiável.

Exemplo prático: crawlers pagando sites por dados via micropagamentos, fomentando um ecossistema colaborativo.

Identidade, Pagamentos e Propriedade On-Chain

Identidade e pagamentos recorrentes nos 11 caminhos. Micropagamentos entre agentes de IA, criadores de conteúdo e usuários resolvem revenue sharing. Quando uma IA usa dados de terceiros, blockchains garantem compensação automática.

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, planeja abandonar redes sociais centralizadas em 2026, favorecendo plataformas descentralizadas. A Ethereum Foundation lançou equipe de IA focada em agentic payments, posicionando o Ethereum como camada de liquidação para transações máquina-a-máquina.

Isso cria reputação e transferência de valor neutros, essenciais para IA ubíqua.

Projetos Reais e o Horizonte Visionário

Embora nem todos os caminhos estejam maduros — como companheiros de IA de propriedade do usuário ou mercados agente-agente —, a a16z destaca viabilidade. A visão é de IA como intermediários sempre ativos entre pessoas, dados e dinheiro, com cripto garantindo soberania.

Para brasileiros, isso significa oportunidades em ecossistemas globais, monitorando DePIN e atestações para inovar localmente. O mapa da a16z não é só especulação: é um roteiro técnico para a próxima década.


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Cadeia isométrica de blocos cyan acelerados convergindo para torres de chips IA dourados, simbolizando upgrade Tezos e pivot Bitfarms para IA

Tezos Acelera Blocos para 6s e Bitfarms Pivota para IA

A rede Tezos ativou sua 20ª atualização de protocolo, Tallinn, reduzindo o tempo de bloco de 8 para 6 segundos e alcançando finalidade em apenas 12 segundos. No mesmo cenário, a mineradora Bitfarms anuncia pivot para serviços de HPC focados em IA, abandonando gradualmente a mineração de Bitcoin. Essas mudanças sinalizam uma evolução na infraestrutura blockchain, priorizando eficiência e novas demandas computacionais. O XTZ cotado a US$ 0,59 reflete pouca reação imediata.


Avanços Técnicos no Upgrade Tallinn

O upgrade Tallinn, ativado no bloco 11.640.289 em 24 de janeiro de 2026, representa a vigésima evolução forkless da Tezos, graças ao seu modelo de governança on-chain. A redução do tempo de bloco para 6 segundos acelera confirmações de transações sem elevar exigências de hardware para validadores (bakers).

Essa otimização beneficia diretamente o Etherlink, solução Layer 2 da Tezos, onde a publicação de dados L2 depende da inclusão em blocos L1. Blocos mais rápidos garantem segurança L2 aprimorada. Além disso, a adoção de endereços tz4 (com assinaturas BLS) por 50% dos bakers ativa atestações universais a todos os blocos, elevando segurança e previsibilidade de recompensas de staking.

Desafio: hardware Ledger atual não suporta tz4 eficientemente, exigindo alternativas como Tezos RPi BLS Signer. O Address Indexing Registry otimiza armazenamento em até 100x para apps Michelson e NFTs, demandando migração manual.

Escalabilidade e Futuro da Tezos

A escalabilidade é o cerne do Tallinn, alinhado à roadmap Tezos X. Blocos de 6s pavimentam caminho para tempos ainda menores, suportados pelo novo sistema de atestações. Para investidores, isso reforça Tezos como protocolo auto-amendante, com 20 upgrades sem forks contenciosos.

Contexto: apesar de suspensão de serviços XTZ na Bithumb, parcerias como TenX (US$ 3,25 milhões) indicam interesse institucional. Desenvolvedores de Michelson ganham com eficiência em ledgers extensos, mas devem atualizar apps. Para protocolos, menor latência atrai DeFi e L2s, competindo com Solana ou Ethereum L2s.

Pivot Estratégico da Bitfarms para HPC/IA

A Bitfarms, mineradora de Bitcoin listada (BITF), revela transição para provedora de High-Performance Computing (HPC) com ênfase em IA, batizada ‘Vera Rubin Gambit’. Foco na América do Norte explora demanda explosiva por poder computacional em treinamentos de modelos de IA.

Motivação: pós-halving Bitcoin (2024), margens de mineração encolhem com hashrate crescente e energia cara. Infraestrutura ASIC de mineração adapta-se a GPUs para IA/HPC, gerando receitas recorrentes via contratos de longo prazo. Bitfarms planeja conversão gradual de fazendas, mantendo BTC como reserva.

Riscos: competição com hyperscalers (AWS, Azure); necessidade de expertise em refrigeração líquida para GPUs. Analistas questionam se pivot compensa perdas iniciais, mas diversificação mitiga volatilidade BTC.

Infraestrutura Blockchain em Transformação

Tezos exemplifica evolução orgânica em L1s, otimizando para velocidade sem sacrificar descentralização. Bitfarms reflete fadiga na mineração BTC pura, migrando para IA – setor com CAGR 37% até 2030. Para investidores, monitore adoção tz4 em Tezos e contratos HPC da Bitfarms. Esses movimentos testam resiliência de protocolos e infraestruturas ante demandas emergentes.


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Teia blockchain cyan expondo esconderijo hacker com pilha dourada marcada 23M, simbolizando rastreamento e transparência contra roubo cripto

Hacker Ostenta US$ 23 Milhões e É Rastreado por ZachXBT

Um hacker conhecido como ‘John’ ou ‘Lick’ cometeu o erro fatal de ostentar US$ 23 milhões em criptomoedas roubadas durante uma disputa online chamada ‘band-for-band’. O investigador blockchain ZachXBT analisou a gravação da troca de telas e rastreou os fundos até um pool ilícito de US$ 90 milhões, ligado a apreensões do governo dos EUA, incluindo o famoso hack da Bitfinex. A vaidade digital selou seu destino.


A Disputa ‘Band-for-Band’ que Expôs Tudo

A briga virtual eclodiu entre ‘John’ e outro criminoso cibernético, Dritan Kapplani Jr. O desafio ‘band-for-band’ (b4b) consistia em provar superioridade exibindo controle sobre grandes somas em cripto. John compartilhou telas ao vivo: primeiro, uma carteira Tron com US$ 2,3 milhões, depois transferências de US$ 6,7 milhões em ETH, culminando em US$ 23 milhões consolidados na carteira 0xd8bc.

Tudo foi gravado, fornecendo evidência irrefutável de controle sobre múltiplos endereços, como 0x8924, que John confirmou possuir. Essa demonstração pública, pensada para humilhar o rival, tornou-se o ponto de partida para a investigação. A arrogância de exibir roubos em tempo real ignora a rastreabilidade inerente à blockchain.

ZachXBT Entra em Ação: Rastreamento Implacável

O renomado investigador ZachXBT, conhecido por desmantelar esquemas criminosos, mergulhou no histórico da carteira 0xd8bc. Uma transação de novembro de 2025 chamou atenção: 1.066 WETH vindos da carteira 0xc7a2, previamente ligada a fundos apreendidos pelo governo americano. Seu tweet de 23 de janeiro de 2026 expôs o caso, conectando John a um ecossistema de endereços contaminados.

A análise revelou fluxos de US$ 63 milhões em 2025 oriundos de carteiras sob controle governamental. Essa precisão demonstra como ferramentas de análise on-chain transformam provas circunstanciais em evidências concretas, disponíveis para autoridades. ZachXBT não só identificou o hacker, mas mapeou sua rede de atividades ilícitas.

Ligações com o Hack da Bitfinex e Apreensões Governamentais

Os fundos traçados remontam a eventos de alto perfil. Uma carteira associada a John recebeu US$ 24,9 milhões do sequestro relacionado ao hack da Bitfinex em março de 2024. O endereço governamental ainda retém cerca de US$ 18,5 milhões. Esse pool de US$ 90 milhões inclui roubos de múltiplas vítimas entre novembro e dezembro de 2025.

Casos semelhantes, como um grupo que ostentou US$ 243 milhões em fraudes em 2024 e foi preso, reforçam o padrão: exibir bens ilícitos acelera a queda. A blockchain, com sua transparência imutável, anula tentativas de lavagem, expondo fluxos mesmo após mixers ou bridges.

Lições para Criminosos e para o Mercado

Esse episódio ilustra perfeitamente o provérbio ‘a arrogância precede a queda’. Criminosos cibernéticos subestimam a vigilância on-chain, onde cada transação é um rastro permanente. Para investidores legítimos, reforça a importância de due diligence: verifique históricos de carteiras antes de interagir.

Autoridades ganham munição valiosa para ações futuras, potencialmente recuperando ativos. O caso destaca como investigadores independentes como ZachXBT complementam o trabalho policial, promovendo um ecossistema cripto mais seguro apesar das ameaças persistentes.


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Balança desequilibrada com cofres ETFs Wall Street vs nuvem vaporosa tokenização, personagens cartoon debatendo desafio SEC

Tokenização de ETFs: O Próximo Desafio da SEC para Wall Street

Tokens de ETF: Wall Street quer transformar ações em ativos digitais 24/7. A gestora F/m Investments, com US$ 18 bilhões em ativos, protocolou na SEC o primeiro pedido para tokenizar cotas de seu ETF de Treasuries de 3 meses (TBIL) em uma blockchain permissionada. A proposta visa eficiência operacional, mas enfrenta ceticismo, como a crítica de um professor de Columbia ao plano similar da NYSE, chamado de vaporware. Isso é a ponte para o futuro ou apenas hype regulatório?


O Que é Tokenização de Cotas de ETF?

A tokenização de cotas de ETF significa converter as frações tradicionais de um fundo negociado em bolsa em tokens digitais registrados em uma blockchain. Imagine um ETF de Treasuries americanos, como o TBIL da F/m, onde cada cota é um token único na rede blockchain. Isso permite registro imutável de propriedade, liquidação instantânea de transações e potencial para negociações 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem depender dos horários da bolsa tradicional.

Para iniciantes: ETFs são fundos que replicam índices ou ativos, como Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA). Hoje, as cotas são registradas em sistemas centralizados, suscetíveis a erros humanos e delays. Com blockchain permissionada — rede privada acessível só a participantes autorizados —, a F/m busca modernizar sem abrir mão de proteções regulatórias. As cotas tokenizadas seriam trocadas 1:1 pelas tradicionais, preservando direitos de voto e econômicos. Negociações secundárias continuariam via corretoras registradas.

A Proposta da F/m Investments à SEC

A F/m Investments gerencia US$ 18 bilhões e vê na tokenização uma forma de eficiência. O CEO Alexander Morris enfatiza: criar um “on-ramp regulado” que una inovação à proteção ao investidor de 85 anos. A blockchain atuaria só como camada de registro e liquidação, com transferências restritas a atividades autorizadas. Isso suporta interfaces digitais modernas e alocações automáticas, preparando o fundo para mercados tokenizados emergentes.

O pedido à SEC é pioneiro, mantendo arbitragem e trading tradicionais enquanto testa a viabilidade. Instituições globais já exploram produtos tokenizados, e a F/m quer liderar dentro das regras, evitando um futuro sem salvaguardas.

Críticas: NYSE e o Rótulo de ‘Vaporware’

Nem todos estão convencidos. O professor Omid Malekan, da Columbia Business School, classificou o plano da NYSE para tokenização de ações e ETFs com trading 24/7 como vaporware — produto anunciado sem detalhes concretos. Faltam infos sobre a chain usada, se permissionada ou não, tokenomics e fees. Malekan argumenta que o modelo centralizado da NYSE choca com a arquitetura descentralizada da tokenização.

Ele compara à AT&T nos anos 90, pioneira em telecom mas fraca na internet. Apesar disso, executivos cripto veem potencial: trading on-chain nativo sem wrappers. ARK Invest projeta mercado de RWA (ativos do mundo real tokenizados) de US$ 22 bilhões para US$ 11 trilhões até 2030.

Revolução ou Marketing? O Que Vem a Seguir

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: Wall Street se “blockchainiza”, podendo baratear acesso a ativos globais via tokens. Mas riscos persistem — regulação da SEC é lenta, e vaporware pode frustrar expectativas. Monitore aprovações: se F/m avançar, abre portas para ETFs tokenizados acessíveis. Vale acompanhar como isso equilibra inovação e proteção, definindo se tokenização é ponte para o futuro ou buzzword.


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Personagens cartoon da Circle e ONU ativando hub blockchain que distribui ajuda humanitária eficiente para vítimas de crises, simbolizando revolução com stablecoins

Circle e ONU: Blockchain Moderniza US$ 38 Bilhões em Ajuda Humanitária

A parceria entre Circle Foundation e ONU anunciada no Fórum Econômico Mundial em Davos promete transformar a entrega de ajuda humanitária global, avaliada em US$ 38 bilhões anuais. Usando blockchain e stablecoins regulados como o USDC, o Digital Hub of Treasury Solutions visa eliminar atrasos e corrupção em remessas internacionais, garantindo que o dinheiro chegue mais rápido às vítimas de crises. Pilotos já mostram economia de até 20% em custos.


Expansão do Digital Hub para 15 Agências

O Digital Hub of Treasury Solutions, iniciado pelo UNHCR em 2021, agora abrange 15 agências da ONU, incluindo UNDP, IOM, WMO, OECD e ICAO. Essa expansão é apoiada pela primeira doação internacional da Circle Foundation, que financia a integração de infraestrutura financeira digital.

Anteriormente, a colaboração entre Circle e UNHCR em 2022 testou pagamentos em USDC para ucranianos deslocados pela guerra, estabelecendo padrões para assistência humanitária em dinheiro. Elisabeth Carpenter, da Circle Foundation, destaca que “a finança humanitária moderna precisa de infraestrutura moderna”, permitindo transferências quase instantâneas e total rastreabilidade.

Para o dia a dia das operações da ONU, isso significa menos tempo gasto em burocracia bancária tradicional e mais foco em quem precisa. Agências como a Organização Internacional para as Migrações poderão converter stablecoins em moedas locais via parcerias com bancos e fintechs, agilizando a distribuição em campo.

Benefícios Práticos: Velocidade e Economia Contra Corrupção

Sistemas legados de correspondent banking causam atrasos de dias ou semanas em transferências cross-border, além de custos altos que desviam recursos da ajuda real. Com blockchain, as transações se tornam programáveis, automatizando passos manuais e reduzindo riscos de desvio de fundos.

Pilotos do UNHCR desde 2022 demonstram economia de até 20% comparado a métodos tradicionais, graças a stablecoins regulados. Barham Salih, Alto Comissário da ONU para Refugiados, enfatiza que isso “usa tecnologia para preservar a dignidade e escolha das pessoas forçadas a fugir”, maximizando cada dólar doado.

No contexto prático, imagine uma família em uma zona de conflito recebendo auxílio em horas, não semanas. A transparência total do blockchain combate corrupção, rastreando cada centavo desde o doador até o beneficiário, construindo confiança em um sistema que movimenta bilhões.

Impacto Sistêmico e Visão de Futuro

Alexander De Croo, administrador do UNDP, reforça a urgência: com orçamentos apertados, cada dólar deve render mais. A parceria melhora segurança de pagamentos digitais, respeita soberania monetária e protege dados, fomentando sistemas financeiros inclusivos em comunidades vulneráveis.

Para o leitor brasileiro, isso sinaliza o potencial das cripto além do trading: stablecoins como USDC podem revolucionar remessas internacionais, semelhantes às usadas por famílias que enviam dinheiro do exterior. A iniciativa da ONU valida essa tecnologia em escala massiva, abrindo portas para adoção global.

Os próximos passos incluem upgrades na infraestrutura compartilhada, prometendo poupanças recorrentes e maior eficiência. Investidores e entusiastas de blockchain devem monitorar como essa integração evolui, provando que cripto salva vidas de forma prática e mensurável.


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Personagens cartoon de TradFi e crypto construindo ponte de elos luminosos sobre abismo digital, com relógio 24/7 simbolizando NYSE em blockchain via Chainlink

NYSE Entra na Blockchain: Ações Tokenizadas 24/7 com Chainlink

A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), maior do mundo, anunciou o desenvolvimento de uma plataforma baseada em blockchain para negociação de ações tokenizadas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Operada pela Intercontinental Exchange (ICE), a iniciativa conta com suporte técnico da Chainlink, que fornece dados de mercado em tempo real para mais de 40 blockchains. Essa convergência entre Wall Street e tecnologia on-chain sinaliza a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA), permitindo liquidação instantânea e acesso global contínuo. O lançamento, pendente de aprovação regulatória, pode transformar os mercados financeiros tradicionais.


Plataforma NYSE: Negociação Contínua On-Chain

A nova plataforma da NYSE combina sua tecnologia de negociação com sistemas de pós-negociação em blockchain, suportando múltiplas redes sem especificar qual inicialmente. Ela permitirá a negociação de ações tokenizadas tradicionais — representações digitais de papéis existentes — e títulos nativos tokenizados, preservando direitos como dividendos e governança corporativa.

Trabalhando com bancos como BNY e Citi, a NYSE foca em depósitos tokenizados e transferências fora do horário bancário tradicional, adaptando-se a diferentes fusos horários. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando o setor rumo a soluções totalmente on-chain, unindo confiança regulatória com tecnologia de ponta.” Essa infraestrutura resolve limitações clássicas, como horários fixos (9h30 às 16h) e liquidação em T+2 dias, oferecendo liquidação instantânea.

Para o público brasileiro, isso significa acesso 24/7 a ativos americanos sem barreiras de horário, potencializando estratégias de investimento globais via plataformas cripto compatíveis.

Chainlink: O Backbone de Dados para RWAs

A Chainlink entra como parceira essencial com seus U.S. Equities Streams 24/5, entregando dados de alta fidelidade de ações e ETFs americanos. Além de preços, incluem spreads bid-ask, volumes de negociação, flags de status de mercado e indicadores de frescor, essenciais para modelos precisos de precificação e gerenciamento de risco em produtos on-chain.

Disponível em mais de 40 blockchains, já adotada por exchanges como BitMEX, Lighter, ApeX e Orderly Network para perpétuos de equities, empréstimos e RWAs. Johann Eid, da Chainlink Labs, afirmou: “É um passo importante para mercados de capital cross-border sempre ativos.” Vladimir Novakovski, CEO da Lighter, elogiou a baixa latência fora do horário regular sem perda de integridade.

Essa integração explica tecnicamente como blockchains sempre ativas se conectam a mercados tradicionais limitados, democratizando dados para desenvolvedores construírem dApps de finanças tokenizadas.

Implicações: Maturidade da Tokenização RWA

A iniciativa valida a tese cripto de mercados eficientes 24/7, como já ocorre em exchanges como Binance. Larry Fink, da BlackRock, chamou tokenização de “próxima grande evolução na infraestrutura de mercado”. Robinhood e Coinbase já oferecem ações tokenizadas na Europa e planejam expansão.

Para RWAs, representa irreversibilidade: uma vez tokenizados na NYSE, ativos tradicionais fluem para blockchains como Ethereum ou Solana, aumentando o tamanho do mercado cripto. Investidores brasileiros ganham com diversificação, mas devem monitorar aprovações da SEC e volatilidade regulatória.

A convergência TradFi-cripto acelera adoção institucional, com potencial para stablecoins em settlements e redução de riscos contraparte.

Próximos Passos e Oportunidades

Sem cronograma definido, a plataforma aguarda aprovação regulatória. Michael Blaugrund, da ICE, enfatiza o shift do analógico para digital on-chain. Vale acompanhar integrações com blockchains específicas e volume inicial de RWAs.

Para traders, plataformas como Binance já oferecem trading 24/7 de criptoativos correlatos. Monitore o mNAV (market NAV) desses produtos para avaliar maturidade.


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Executivos cartoon de bancos, NYSE e crypto ativando relógio 24/7 blockchain, simbolizando lançamento de trading tokenizado

NYSE Revoluciona com Trading 24/7 via Blockchain e Grandes Bancos

A New York Stock Exchange (NYSE), maior bolsa do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19/01/2026) o desenvolvimento de uma plataforma blockchain para trading 24/7 de ações tokenizadas. Com liquidação instantânea e financiamento via stablecoins, a iniciativa conta com apoio de gigantes como BNY Mellon e Citi, marcando o fim dos horários comerciais tradicionais e o tiro de partida para a tokenização global de ativos reais (RWAs). CZ, ex-CEO da Binance, celebrou o movimento como de alta para cripto.


Plataforma Inovadora: 24/7 e Blockchain Nativo

A nova venue da NYSE integrará seu motor de matching avançado Pillar com sistemas pós-trade baseados em blockchain, suportando múltiplas blockchains para liquidação e custódia. Os tokens serão fungíveis com títulos tradicionais, preservando direitos de acionistas como dividendos e governança. Operando 24 horas por dia, 7 dias por semana, a plataforma permitirá ordens em dólares e financiamento com stablecoins, eliminando atrasos de T+1.

De acordo com o anúncio oficial, a iniciativa busca aprovação regulatória da SEC e representa uma evolução estratégica do Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando a indústria para soluções totalmente on-chain com proteções regulatórias elevadas.”

Parcerias com Gigantes Financeiros

A colaboração com BNY Mellon e Citigroup é crucial para depósitos tokenizados em clearinghouses globais, permitindo gerenciamento de fundos e margens fora do horário bancário tradicional. Michael Blaugrund, VP de Iniciativas Estratégicas do ICE, enfatizou: “Isso impulsiona mercados de analógico para digital, criando infraestrutura on-chain para trading, liquidação e capital formation.”

O mercado de ações tokenizadas explodiu, com capitalização saltando de US$ 5 milhões para US$ 397 milhões em um ano — crescimento de 7.840%. Plataformas como NYSE competem com Nasdaq, que planeja trading 24h em dias úteis.

Otimismo de CZ e Implicações para Cripto

Changpeng Zhao (CZ) reagiu no X: “Bullish para crypto e crypto exchanges.” A estratégia de ‘duas bolsas’ — uma tradicional e outra digital — valida blockchain como infraestrutura financeira definitiva. Analista Simon Taylor nota que NYSE emite nativamente ativos digitais com custódia em wallets, desafiando participantes cripto-nativos.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza aceleração na adoção institucional de RWAs, potencializando fluxos para Bitcoin e stablecoins. Vale monitorar aprovações regulatórias, previstas para o segundo semestre de 2026.

Próximos Passos e Oportunidades

Com lançamento previsto para 2026, a plataforma NYSE redefine mercados, unindo confiança regulada à eficiência blockchain. Investidores retail ganham acesso 24/7, enquanto instituições testam collateral tokenizado. Os dados sugerem que a tokenização de RWAs pode capturar trilhões em valor, impulsionando um ciclo virtuoso para o ecossistema cripto.


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Monólito dourado do Bitcoin coberto por 100M runas Ordinals brilhantes emergindo de abismo digital, simbolizando expansão para NFTs

Bitcoin Ultrapassa 100 Milhões de Ordinals: Potência em NFTs

Os Ordinals no Bitcoin ultrapassaram os 100 milhões de inscrições, conforme reportado pela CriptoFácil. Essa marca histórica posiciona a rede como uma das maiores plataformas de NFTs do mundo, com volume de vendas superior a US$ 5,5 bilhões. Para iniciantes, isso significa que o Bitcoin vai além de ser ‘ouro digital’: agora é uma biblioteca viva de cultura digital, onde imagens, textos e artes são gravados diretamente na blockchain.


O Que São Ordinals? Uma Explicação Simples

Imagine o Bitcoin como um livro gigante e imutável, onde cada página é um satoshi — a menor unidade do BTC. Os Ordinals permitem inscrever dados diretamente nesses satoshis, criando NFTs nativos na rede Bitcoin. Diferente de plataformas como Ethereum, aqui tudo roda na camada base do BTC, sem necessidade de contratos inteligentes extras.

Essa inovação, lançada em 2023, transforma transações comuns em obras de arte digitais únicas. Cada Ordinal é numerado sequencialmente, garantindo raridade e propriedade eterna. Para o leitor iniciante, pense nisso como tatuar uma imagem permanente no DNA do Bitcoin: uma vez gravado, fica para sempre.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 491.102,13, com variação de -1,82% nas últimas 24 horas. Esse preço reflete a maturidade do mercado pós-ETFs.

Números Que Impressionam: Escala Financeira

O volume de US$ 5,5 bilhões em vendas coloca o Bitcoin como a terceira maior rede de NFTs, atrás apenas de Ethereum (US$ 45 bilhões) e Solana (US$ 6,3 bilhões). Recentemente, o volume diário de Ordinals atingiu US$ 11,5 milhões em 14 de julho — o maior desde dezembro de 2024 — com crescimento semanal de 116%, totalizando US$ 25,8 milhões e mais de 8.000 compradores ativos.

Em certos dias, Ordinals representam até 54% das transações on-chain, mostrando uma demanda expressiva por espaço na blockchain. Isso não é só números: é prova de que o Bitcoin está evoluindo para suportar criatividade e cultura digital em escala global.

Impacto na Rede: Mineradores e Taxas de Transação

Para mineradores, os Ordinals são uma bênção pós-halving. As taxas de transação elevadas voltam a ser uma fonte relevante de receita, reduzindo a dependência do subsídio por bloco. Maior competição por blockspace significa custos mais altos para transferências, algo que investidores brasileiros devem considerar em picos de atividade.

Essa dinâmica reforça a resiliência da rede Bitcoin, diversificando usos e atraindo novos participantes. O BTC deixa de ser apenas reserva de valor para se tornar uma plataforma multifuncional.

Riscos e o Futuro Inspirador dos Ordinals

Apesar do entusiasmo, há desafios: a atividade é cíclica e sensível a taxas altas, podendo levar usuários a redes mais baratas. Além disso, o crescimento do tamanho da blockchain reacende debates na comunidade sobre escalabilidade.

No entanto, os 100 milhões de Ordinals sinalizam um futuro promissor. Para brasileiros, isso abre portas para colecionar arte digital com a segurança do Bitcoin. Vale monitorar como essa tendência impactará o preço e a adoção no médio prazo. O Bitcoin continua a surpreender!


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Estrutura cristalina Layer 2 com fluxo de partículas cyan rompendo barreira a 47K TPS, simbolizando escalabilidade recorde do MegaETH no Ethereum

MegaETH Quebra Barreira: 47 mil TPS no Teste Ethereum L2

O Layer 2 MegaETH atingiu picos de 47 mil transações por segundo (TPS) em testes no testnet, superando a barreira dos 40 mil TPS e aproximando o Ethereum de velocidades comparáveis a sistemas centralizados como a Visa. O feito prepara o terreno para um stress test global em 22 de janeiro, com o objetivo de processar 11 bilhões de transações em sete dias sob carga intensa, provando escalabilidade sustentada para aplicações em tempo real.


Desempenho Impressionante no Testnet

No testnet, o MegaETH demonstrou capacidade excepcional, registrando um pico de quase 47.000 TPS em 16 de janeiro, conforme dados da plataforma de análise Growthepie. Esse número representa mais transações em um segundo do que algumas blockchains processam em um dia inteiro. A métrica foi destacada em postagens no X (antigo Twitter), chamando atenção para o potencial do projeto em lidar com volumes massivos.

Essa velocidade é resultado de otimizações específicas no design do MegaETH, que prioriza latência baixa em detrimento de descentralização total. Para desenvolvedores e usuários, isso significa execução de transações quase instantâneas, ideal para dApps sensíveis a atrasos, como jogos Web3 e plataformas de trading de alta frequência.

Detalhes do Stress Test Global

Em 22 de janeiro, o MegaETH abrirá parcialmente sua mainnet para usuários selecionados, permitindo interação com aplicativos de baixa latência como stomp.gg, Smasher e Crossy Fluffle. Enquanto isso, a equipe técnica injetará uma mistura de transferências ETH e swaps em AMM v3 no backend, visando 15.000 a 35.000 TPS sustentados ao longo de sete dias, totalizando 11 bilhões de transações.

O teste não é apenas uma demonstração de força: ele pretende validar a robustez da rede sob carga real, simulando cenários de uso extremo. Ao final, o MegaETH espera ostentar o maior número de transações na história das chains EVM, pavimentando o caminho para o lançamento oficial da mainnet completa.

Tecnologia e Abordagem do MegaETH

O MegaETH se posiciona como a “primeira blockchain em tempo real”, com ambição de superar 100.000 TPS em produção. Diferente de soluções Layer 2 tradicionais como rollups otimistas ou ZK, ele adota uma arquitetura híbrida que combina sequenciadores de alta performance com otimizações no nível de execução de smart contracts. Isso permite processar blocos sub-segundo, reduzindo drasticamente a latência final para o usuário.

Atualmente, a mainnet está restrita a builders de infraestrutura, mas o stress test marcará a transição para acesso mais amplo. Essa priorização de velocidade sobre descentralização máxima reflete uma visão pragmática: em um ecossistema onde a usabilidade é rei, o MegaETH busca capturar aplicações que exigem performance nativa de Web2.

Implicações para o Futuro do Ethereum

Com o MegaETH rompendo barreiras de TPS, o Ethereum ganha um trunfo na guerra pela escalabilidade. Comparado à Solana, que promete 65.000 TPS teóricos mas entrega cerca de 3.100 em prática, o MegaETH demonstra números reais em testes. Isso pode atrair ecossistemas de jogos e DeFi de alta throughput, aliviando a congestão na Layer 1.

Para o investidor brasileiro, monitore o lançamento: sucesso no stress test pode impulsionar adoção e valor de tokens relacionados. Vale acompanhar como essa velocidade se traduz em custos baixos e segurança mantida no ecossistema Ethereum.


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Executivos cartoon tradicional e tech ativando relógio 24/7 de blockchain, simbolizando plataforma NYSE para trading de ativos tokenizados

NYSE Lança Plataforma Blockchain para Trading 24/7 de Ações

A New York Stock Exchange (NYSE), a maior bolsa de valores do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19) o desenvolvimento de uma plataforma digital para negociação 24/7 de ações e ETFs tokenizados. Em parceria com gigantes como BNY Mellon e Citi, a iniciativa combina o sistema de matching Pillar da NYSE com blockchains privadas, prometendo liquidação instantânea e financiamento via stablecoins. Esse movimento sinaliza o fim dos horários comerciais tradicionais e valida a tokenização de Real World Assets (RWA) em escala global.


Detalhes Técnicos da Plataforma

A nova infraestrutura integra o avançado mecanismo de matching Pillar da NYSE com redes blockchain privadas, permitindo operações contínuas, inclusive feriados e fins de semana, conforme detalhado no anúncio oficial. Recursos incluem ordens dimensionadas em dólares, liquidação on-chain e suporte a múltiplas redes para custódia e liquidação.

Michael Blaugrund, vice-presidente da Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE, destacou em entrevista que essa evolução amplia o acesso para investidores de varejo, integrando mercados financiados por stablecoins. A plataforma visa capturar a demanda global por trading ininterrupto, similar à proposta da Nasdaq para 24 horas em dias úteis.

Essa arquitetura híbrida — TradFi com blockchain — resolve limitações de liquidez e velocidade, essenciais para ativos tokenizados, que cresceram 7.840% em capitalização de mercado no último ano, atingindo US$ 397 milhões.

Parcerias com BNY Mellon e Citi

A ICE colabora com BNY Mellon e Citi para depósitos tokenizados em suas clearinghouses globais, facilitando transações fora do horário comercial. Essa aliança une custódia tradicional com infraestrutura distribuída, garantindo conformidade regulatória e escalabilidade.

Lynn Martin, presidente do NYSE Group, enfatizou: “Estamos liderando o setor rumo a soluções totalmente on-chain, baseadas em proteções incomparáveis e altos padrões regulatórios.” As parcerias reforçam a interoperabilidade entre sistemas legados e blockchains, um passo crucial para a migração de infraestrutura financeira clássica.

No Brasil, iniciativas semelhantes, como a stablecoin da B3, indicam tendências regionais alinhadas à globalização via tokenização.

Validação para Real World Assets (RWA)

A adoção pela NYSE legitima os RWA, ativos do mundo real tokenizados em blockchain, como ações e títulos. Isso democratiza o acesso 24/7, atrai varejo e institucionaliza a tecnologia, competindo com plataformas DeFi e CEX como Coinbase e Kraken.

Para investidores sérios, representa maturidade: blockchains privadas oferecem privacidade e compliance, enquanto a liquidação instantânea reduz riscos de contraparte. O crescimento explosivo de ações tokenizadas em 2025 reforça o momentum, com plataformas on-chain como TradeXYZ ganhando tração.

Próximos Passos e Regulatório

A plataforma aguarda aprovação da SEC, com lançamento previsto para o final de 2026. Analistas veem aprovação facilitada pelo ambiente pró-cripto nos EUA. Investidores devem monitorar integrações com stablecoins e expansão para outros ativos.

Esse marco pode redefinir mercados globais, unindo eficiência blockchain à confiança da NYSE. Vale acompanhar atualizações regulatórias e testes pilotos.


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Personagens cartoon de governo e cidadãos de Bermuda ativando rede on-chain com tokens USDC, simbolizando primeira economia 100% blockchain

Bermuda Planeja Economia 100% On-Chain com Coinbase e Circle

Bermuda anunciou planos ambiciosos para se tornar a primeira economia nacional totalmente on-chain do mundo, em parceria com Coinbase e Circle. Revelado no Fórum Econômico Mundial, o projeto conta com infraestrutura de ativos digitais para governo, bancos e cidadãos. Com população de cerca de 73 mil habitantes e PIB estimado em US$ 6,8 bilhões, a iniciativa visa reduzir custos transacionais e ampliar o acesso financeiro global, posicionando a nação como laboratório pioneiro de adoção cripto em escala estatal.


Anúncio e Visão Estratégica

O Premier E. David Burt destacou a parceria como fruto de colaboração entre governo, reguladores e indústria, acelerando a visão de finanças digitais nacionais. A iniciativa começa com pilotos de pagamentos em stablecoins por agências governamentais e ferramentas de tokenização para instituições financeiras. Isso representa um passo visionário em um contexto geopolítico onde nações buscam soberania financeira via blockchain.

Bermuda, dependente de turismo e construção, vê na tecnologia on-chain uma oportunidade para modernizar sua economia. Programas de alfabetização digital em massa prepararão residentes e empresas, garantindo inclusão. Analistas veem o movimento como modelo para ilhas e pequenos países, demonstrando como cripto pode impulsionar crescimento em economias emergentes.

Papéis Centrais de Coinbase e Circle

A Coinbase, maior exchange dos EUA, fornecerá infraestrutura para custódia e transações, enquanto a Circle, emissora do USDC, focará em pagamentos estáveis atrelados ao dólar. CEOs Brian Armstrong e Jeremy Allaire elogiaram o pioneirismo regulatório de Bermuda, que licenciou ambas as empresas cedo. Armstrong enfatizou: “Sistemas financeiros abertos impulsionam liberdade econômica”.

Essa dupla estratégica combina expertise em exchanges e stablecoins, essenciais para escalar adoção. Comerciantes locais já aceitam USDC para transações rápidas e baratas, reduzindo taxas. O Fórum de Finanças Digitais de 2026, em maio, expandirá estímulos com airdrops ampliados, testando o ecossistema em escala.

Benefícios e Implicações Globais

Os ganhos incluem custos transacionais mais baixos e integração ao sistema financeiro mundial, beneficiando negócios e residentes. Para o governo, pagamentos em stablecoins agilizam operações fiscais, como impostos já testados em USDC desde 2019. Em um mundo de fragmentação financeira, Bermuda emerge como farol geopolítico.

Globalmente, o projeto sinaliza maturidade cripto: de experimentos isolados a adoção nacional. Países como El Salvador e Bahamas observam, mas Bermuda destaca-se por regulação proativa desde 2018. Investidores monitoram se isso catalisa migração de capitais para jurisdições blockchain-friendly, redefinindo soberania econômica.

Contexto Histórico e Próximos Passos

Bermuda lidera com a Lei de Negócios de Ativos Digitais de 2018, atraindo inovação responsável. Parcerias passadas, como licença à Coinbase em 2023, pavimentaram o caminho. Os próximos passos envolvem implantação gradual: pilotos governamentais em 2026, seguidos de adoção ampla.

Para brasileiros interessados em cripto, Bermuda oferece lições práticas: stablecoins como ponte para finanças eficientes. Vale acompanhar como essa economia de US$ 6,8 bilhões se transforma, potencializando o uso real de blockchain além de especulação.


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Nó hexagonal cristalino cyan com veias vermelhas pulsantes infiltradas, simbolizando ransomware DeadLock usando Polygon para evasão

Ransomware DeadLock Usa Polygon para Evadir Detecção

Pesquisadores de cibersegurança alertam para o uso inovador de contratos inteligentes da Polygon pelo grupo de ransomware DeadLock para ocultar sua infraestrutura de comando e controle (C&C). Identificado desde julho de 2025, o malware consulta dados on-chain para rotacionar endereços de proxy, tornando takedowns policiais quase impossíveis devido à imutabilidade da blockchain. Não há vulnerabilidades exploradas na rede Polygon, mas a sofisticação do crime preocupa especialistas.


Como Funciona a Técnica do DeadLock

O DeadLock infecta sistemas e criptografa arquivos, adicionando a extensão .dlock. Em vez de servidores C&C tradicionais, vulneráveis a bloqueios, o malware inclui código JavaScript em um arquivo HTML que consulta um contrato inteligente específico na Polygon. Esse contrato armazena uma lista rotativa de endereços de proxy RPC, usados para comunicação com os atacantes.

Os criminosos atualizam o proxy via transações on-chain, sem que vítimas precisem pagar gas fees — apenas leituras públicas. Essa abordagem, similar ao EtherHiding usado por hackers norte-coreanos no Ethereum, explora a descentralização e persistência da blockchain. Contratos foram implantados entre agosto e novembro de 2025, conforme análise da Group-IB.

A imutabilidade garante que dados fiquem acessíveis globalmente, sem ponto único de falha. Empresas enfrentam resgates via app Session, com ameaças de vazamento de dados roubados.

Perfil Baixo, Mas Alto Potencial de Risco

Apesar do perfil discreto — sem site de vazamentos ou programa de afiliados públicos —, o DeadLock já tem três variantes identificadas. A Group-IB nota poucos vítimas confirmadas, mas alerta para a escalabilidade: a técnica é barata, requer apenas MATIC para updates e pode ser copiada por grupos maiores como LockBit ou Conti.

O grupo migrou de servidores comprometidos para infraestrutura própria, sinal de maturidade. Vetores iniciais de infecção permanecem desconhecidos, o que complica defesas proativas. No Brasil, onde ransomware cresceu 40% em 2025, esse método pode agravar ataques a PMEs e órgãos públicos.

Implicações e Medidas Protetoras

O problema não reside na Polygon ou blockchains, mas no mau uso de ferramentas públicas. Usuários legítimos não correm risco direto, mas o caso destaca vulnerabilidades sistêmicas: blockchains viram canais covert para cibercrime. Autoridades lutam para derrubar infra on-chain, pois não há “desligar o servidor”.

Empresas devem priorizar backups offline, monitoramento de rede e ferramentas como EDR com detecção de blockchain queries. Monitore contratos suspeitos via explorers como PolygonScan. Atualizações de segurança e treinamento antiphishing são essenciais. O crime evolui; a defesa precisa acompanhar.

Vigilância é a Melhor Defesa

Enquanto o DeadLock permanece nichado, sua inovação pode inspirar ondas maiores de ataques. Fique atento a ransomwares usando blockchains L2 como Polygon para evasão. Relate incidentes à PF e use relatórios da Group-IB para inteligência de ameaças. A sofisticação crescente exige proatividade.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon da Caixa abraçando rede blockchain com Drex central, simbolizando investimento em lab para Real Digital e benefícios rápidos

Caixa e Drex: O Banco Popular Abraça Blockchain

Caixa e Drex: O Banco Mais Popular do Brasil Abraça a Blockchain. A Caixa Econômica Federal investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain, com foco na integração ao Drex, moeda digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 com a GoLedger e revelado agora, o contrato visa modernizar serviços para milhões de correntistas, trazendo transparência em benefícios como Bolsa Família e FGTS, além de agilidade em transações cotidianas. Isso pode significar pagamentos instantâneos sem filas ou atrasos.


Detalhes do Contrato e Laboratório

O acordo, no valor exato de R$ 1.365.600, foi fechado para montar o laboratório até abril de 2026. A GoLedger, empresa de Brasília especializada em blockchain, cuidará de treinamentos para funcionários da Caixa, desenvolvimento de protótipos (MVPs) e parcerias com o ecossistema de inovação. O foco prático é testar soluções reais para o dia a dia bancário.

Entre os ganhos esperados, destacam-se a redução de custos operacionais, maior segurança em processos e otimização de fluxos, como o pagamento de salários e benefícios sociais. Para quem depende da Caixa, isso pode traduzir em apps mais eficientes e menos burocracia, especialmente em regiões remotas sem agências físicas. O contrato ficou ‘escondido’ por nove meses, mas sua divulgação reforça o compromisso estatal com a tecnologia.

O Que é o Drex e Como a Caixa se Integra

O Drex (Digital Real eXchange) é a CBDC brasileira, uma versão 100% digital do Real emitida pelo Banco Central. Diferente de criptomoedas voláteis como Bitcoin, o Drex garante estabilidade e é controlado pelo governo. O piloto do Drex está em testes desde 2023, com foco em tokenização de ativos e pagamentos programáveis.

O laboratório usará tecnologias acessíveis: Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede principal, linguagem Go para interações e smart contracts em Solidity compatível com EVM. Na prática, isso permite que a Caixa experimente transações instantâneas com Drex, integrando-o a serviços como saques de loterias ou transferências. Para o correntista comum, imagine verificar seu saldo de benefícios em tempo real, com total transparência e sem intermediários desnecessários.

Benefícios Práticos para o Correntista da Caixa

Se você é correntista da Caixa – e são mais de 60 milhões de brasileiros –, esse investimento traz vantagens diretas. Primeiro, transparência total: cada transação registrada em blockchain imutável evita fraudes e erros em pagamentos de FGTS, seguro-desemprego ou Bolsa Família. Segundo, agilidade: transações em segundos, sem depender de horários bancários ou filas nas lotéricas.

Além disso, custos menores para o banco podem se refletir em tarifas reduzidas ou contas gratuitas. Para quem vive no interior, o Drex facilita acesso financeiro via celular, promovendo inclusão. É a modernização do Estado chegando ao seu bolso, com blockchains eficientes que consomem menos energia que sistemas antigos.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 513.529,85 (-1,82% em 24h), mostrando maturidade do ecossistema blockchain além da especulação. Iniciativas como essa da Caixa sinalizam que o Drex avança para o cotidiano, alinhado à estratégia do BC para 2026-2029.

Vale monitorar atualizações da Caixa e do BC sobre os protótipos. Essa é uma oportunidade prática para o brasileiro comum se beneficiar da revolução digital, com serviços mais rápidos e seguros. Fique atento aos apps da Caixa para novidades em Drex.


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Executivos cartoon da velha guarda financeira cruzando ponte de blockchain luminosa para cidade futurista, simbolizando Swift e State Street na tokenização

Swift e State Street: Velha Guarda na Blockchain

A orquestração de ativos tokenizados multi-plataforma pelo Swift, em parceria com BNP Paribas, Intesa Sanpaolo e Société Générale, marca um avanço crucial na integração de blockchain aos sistemas financeiros tradicionais. Paralelamente, a State Street lançou uma plataforma institucional de tokenização, suportando fundos de mercado monetário, ETFs e stablecoins. Essas iniciativas demonstram como a "velha guarda" financeira está reconstruindo a infraestrutura global sobre trilhos digitais, com foco em interoperabilidade e eficiência.


Testes Pioneiros do Swift com Bancos Globais

O Swift, rede que processa trilhões em mensagens financeiras diárias, concluiu testes bem-sucedidos de liquidação de ativos tokenizados, como bonds, em múltiplas blockchains e sistemas legados. Os trials envolveram BNP Paribas Securities Services e Intesa Sanpaolo como agentes pagadores e custodianos, utilizando o stablecoin EURCV da Société Générale para operações de delivery-versus-payment (DvP).

Esses experimentos provaram a capacidade do Swift de abstrair a complexidade das blockchains, permitindo transações seamless com fiat e ativos digitais. Thomas Dugauquier, líder de produtos tokenizados no Swift, destacou que isso pavimenta o caminho para adoção ampla pelos membros, conectando ecossistemas fragmentados.

Além disso, o Swift testou a interoperabilidade via ISO 20022 com HSBC, Citi e outros, incluindo trocas com Northern Trust e Reserve Bank of Australia. Mais de 30 bancos agora colaboram no desenvolvimento de um ledger baseado em blockchain para pagamentos cross-border em tempo real.

Plataforma de Tokenização da State Street

A State Street, gestora de US$ 5,4 trilhões em ativos, anunciou sua plataforma de ativos digitais para clientes institucionais. Ela oferece serviços de tokenização, custódia e acesso a portfólios digitais, focando em fundos de mercado monetário tokenizados, ETFs, depósitos tokenizados e stablecoins.

"Ao unir conectividade blockchain com controles robustos e expertise global, permitimos que instituições adotem tokenização como estratégia central", afirmou Joerg Ambrosius, presidente de serviços de investimento da empresa. A iniciativa segue parcerias recentes, como o fundo tokenizado no Solana com Galaxy Asset Management e Ondo Finance, visando liquidez 24/7.

Sujeita a aprovações regulatórias, a plataforma alinha-se à tendência de tokenização impulsionada por liquidez melhorada, competindo com players como BNY Mellon, Fidelity e BlackRock.

ISO 20022 e Combate à Fragmentação do Mercado

Central nessas movimentações está o ISO 20022, padrão de mensagens financeiras que facilita a interoperabilidade entre sistemas legados e blockchains. O Swift submeteu diretrizes de práticas de mercado ao Securities Market Practice Group, padronizando a adoção de ativos digitais e reduzindo complexidade de onboarding.

Essas infraestruturas neutras combatem a fragmentação causada por múltiplas blockchains e protocolos proprietários, alinhando-se aos objetivos do G20 para pagamentos internacionais mais rápidos e inclusivos. O novo ledger do Swift atuará como camada de execução compartilhada, garantindo alinhamento de ações, timings e resultados entre partes.

Para o leitor brasileiro, isso significa maior eficiência em remessas e investimentos cross-border, potencialmente integrando exchanges locais via padrões globais.

Implicações para o Futuro Financeiro

Esses desenvolvimentos sinalizam a maturidade da tokenização: ativos reais on-chain melhoram liquidez, reduzem custos e habilitam operações 24/7. Instituições como Swift e State Street validam o blockchain como infraestrutura escalável, preparando o terreno para adoção em massa.

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e integrações com ISO 20022, que podem acelerar a convergência entre finanças tradicionais e cripto. Sygnum prevê mainstream da tokenização em 2026 com clareza regulatória nos EUA.


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