Balança global cartoon inclinada para Ásia com fluxos dourados institucionais da BlackRock contrastando pessimismo ocidental e Bitcoin em potencial fundo

Institucionalização ganha força na Ásia contra pessimismo ocidental

📊 BOLETIM CRIPTO | 12/02/2026 | MANHÃ

O avanço do capital institucional define o tom de viés de alta moderado do período, com a Ásia assumindo o protagonismo global em um momento de transição de poder no mercado cripto. Enquanto o Bitcoin registra sua maior perda realizada da história, sinalizando um possível fundo de mercado (bottom), a BlackRock projeta que uma pequena alocação regional pode injetar trilhões de dólares no ecossistema. Esse otimismo institucional vindo do Oriente, reforçado por novas regras favoráveis em Hong Kong, serve como contraponto crítico às pressões regulatórias no Ocidente e no Brasil. O viés de alta prevalece como driver principal, sustentado pela expectativa de fluxos massivos e pela resiliência dos grandes participantes, consolidando o cenário de avanço institucional mesmo diante da volatilidade.


🔥 Destaque: BlackRock projeta US$ 2 trilhões em fluxos da Ásia

Nicholas Peach, executivo da BlackRock em Hong Kong, apresentou uma projeção que pode mudar o patamar de liquidez global: se consultores financeiros asiáticos recomendarem uma alocação mínima de 1% em criptoativos nos portfólios padrão, o mercado poderia receber um fluxo inédito de US$ 2 trilhões. Essa estimativa baseia-se na riqueza familiar regional, calculada em impressionantes US$ 108 trilhões.

O otimismo da maior gestora de ativos do mundo não é apenas teórico. O ETF IBIT da BlackRock já acumula mais de US$ 53 bilhões sob gestão, com uma fatia considerável vinda de investidores asiáticos. Para Nicholas, o Bitcoin evoluiu na percepção institucional para ser visto como uma proteção (hedge) contra instabilidades sistêmicas e o medo de desvalorização das moedas fiduciárias tradicionais.

Este movimento coincide com a aceleração regulatória em Hong Kong, Japão e Coreia do Sul, que preparam o terreno para seus próprios ETFs à vista. A entrada desses veículos regulados em jurisdições com alta densidade de capital é vista como o catalisador necessário para reduzir a volatilidade de longo prazo e consolidar o Bitcoin como uma classe de ativo indispensável para investidores institucionais.

No Brasil, o cenário reflete essa movimentação internacional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 348.061,03, com uma leve valorização de 0,34% nas últimas 24 horas, demonstrando resiliência após os recentes eventos de capitulação globais.


📈 Panorama do Mercado

O período é caracterizado por um contraste geográfico profundo nas políticas de adoção. Enquanto os Estados Unidos enfrentam impasses legislativos e ações criminais, o eixo asiático avança para capturar a liquidez global. A tendência de capitulação do Bitcoin — evidenciada por recordes de perdas realizadas — historicamente precede recuperações sólidas, indicando que o mercado eliminou as posições alavancadas e os detentores de baixa convicção.

A visão institucional é impulsionada não apenas por ETFs, mas pela integração de serviços digitais em massa. O anúncio de que a plataforma X iniciará testes de serviços financeiros em breve reforça a tese do superaplicativo financeiro, onde ativos digitais terão papel central. Essa sinergia entre capital institucional e adoção no varejo cria um suporte de preços que o mercado não possuía em ciclos anteriores.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escrutínio regulatório ocidental: A intensificação da busca pelo desenvolvedor do Tornado Cash pelo FBI reforça a ofensiva contra ferramentas de privacidade, elevando o risco para todo o setor DeFi.
  • Pressão fiscal no Brasil: A proposta de criação de um IOF de 3,5% sobre compras de criptoativos ameaça a competitividade do ecossistema local e pode empurrar investidores para plataformas estrangeiras.
  • Impasse nas stablecoins: Sem acordo na Casa Branca sobre os ganhos de ativos estáveis, o CLARITY Act segue travado, mantendo uma nuvem de incerteza jurídica sobre o setor nos EUA.
  • Liquidações em cascata: Apesar dos sinais de fundo, novas quedas rápidas podem desencadear chamadas de margem em exchanges, gerando volatilidade intensa no curto prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acúmulo em fundo de mercado: A capitulação recorde oferece uma assimetria positiva para investidores de longo prazo que buscam acumular Bitcoin após a limpeza de mãos fracas.
  • Arbitragem de liquidez em Hong Kong: As novas regras para negociação com margem e contratos perpétuos devem atrair volume massivo, criando oportunidades em exchanges licenciadas.
  • Narrativa Super App: A proximidade do beta do X Money coloca o Dogecoin (DOGE) e tokens de pagamento no radar especulativo para integração nos próximos 60 dias.

📰 Principais Notícias do Período

1. BlackRock: 1% de alocação asiática pode injetar US$ 2 trilhões no mercado
Executivo Nicholas Peach projeta que a riqueza familiar da Ásia (US$ 108 trilhões) é o próximo grande driver de alta. ETFs como o IBIT já mostram forte tração regional.

2. BTC registra perda realizada recorde de US$ 3,2 bilhões
O crash de 5 de fevereiro superou o colapso da LUNA em 2022 como o maior evento de capitulação da história on-chain. Analistas veem sinais claros de exaustão de venda.

3. Hong Kong aprova margem e perpétuos para investidores profissionais
A SFC divulgou frameworks que permitem colateral em Bitcoin e Ethereum em plataformas licenciadas, visando transformar a cidade no maior hub de ativos virtuais da Ásia.

4. Elon Musk anuncia beta do X Money para os próximos meses
Com 600 milhões de usuários ativos, o X deve se transformar em um centro financeiro. A integração com Visa é o primeiro passo de um roadmap que inclui criptoativos.

5. Proposta de IOF de 3,5% gera revolta no setor cripto brasileiro
Associações e exchanges como o Mercado Bitcoin criticam a tentativa de tributação via decreto, alertando para insegurança jurídica e migração para plataformas offshore.

6. Bancos e setor cripto terminam reunião na Casa Branca sem acordo
O impasse sobre rendimentos em stablecoins trava o avanço do CLARITY Act no Senado dos EUA. Bancos temem a fuga de depósitos tradicionais para protocolos digitais.

7. FBI adiciona desenvolvedor do Tornado Cash à lista de mais procurados
Roman Semenov é acusado de operar sem licença e conspiração para lavagem de dinheiro, sinalizando uma ofensiva rigorosa contra o anonimato em DeFi.


🔍 O Que Monitorar

  • Sinais de bottom on-chain: Acompanhe a métrica de perda realizada ajustada por entidade na Glassnode para confirmar o fim da pressão vendedora.
  • Volumes em exchanges de Hong Kong: A adoção de novos produtos de alavancagem em plataformas como OSL e HashKey medirá o apetite institucional asiático.
  • Consulta pública no Brasil: Fique atento às declarações do Banco Central sobre a minuta do IOF; contribuições do mercado podem suavizar o texto final.
  • Anúncios da Binance: Como maior exchange do mundo, atualizações sobre liquidez e conformidade seguem como indicadores vitais de sentimento.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, esperamos que o viés de alta moderado se mantenha, impulsionado pela absorção institucional das perdas recentes. A narrativa de dominância asiática tende a ganhar força conforme os dados de fluxos de entrada nos ETFs confirmem o otimismo da BlackRock. Embora o cenário regulatório ocidental apresente ruídos e repressões pontuais, eles parecem insuficientes para deter a tendência macro de institucionalização. O Bitcoin pode testar a zona de US$ 68.000 a US$ 70.000 se os sinais de exaustão de venda se consolidarem. Para o investidor brasileiro, plataformas como a Binance oferecem o gateway necessário para aproveitar essa liquidez global com ampla interface em português. Manter cautela com a volatilidade de curto prazo pós-capitulação é prudente, mas os fundamentos de longo prazo reforçam uma perspectiva de recuperação sólida.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Torre hexagonal cyan com rachadura vermelha vazando partículas douradas, simbolizando falha crítica na custódia centralizada da Bithumb

Bithumb Admite Falhas Críticas: Erro de US$ 40 Bilhões em Bitcoin

A exchange sul-coreana Bithumb admitiu falhas graves nos sistemas internos, que permitiram a transferência errônea de 620 mil BTC (cerca de US$ 40 bilhões) para 695 clientes durante uma promoção. O erro, ocorrido na sexta-feira passada, visava distribuir apenas 620 mil won (R$ 1.700). O CEO Le Jae-won confirmou a vulnerabilidade a sabotagens potenciais, com 99,7% dos ativos recuperados, mas 1.786 BTC ainda perdidos.


Detalhes do Incidente Técnico

Os dados mostram que o erro surgiu em uma promoção simples: a plataforma pretendia creditar 620 mil won (equivalente a US$ 428) em contas selecionadas. No entanto, um equívoco no processamento resultou na distribuição de 620.000 BTC, valor 15 vezes superior às reservas reais da Bithumb, estimadas em 42 mil BTC. A falha gerou uma queda de 17% no preço do Bitcoin na exchange local, destacando a fragilidade de sistemas centralizados.

Segundo relatos, a transação foi processada apesar das verificações básicas falharem, expondo lacunas em asset-matching e segregação de contas. Isso ocorreu em um mercado onde a Coreia do Sul registra 10 milhões de investidores em criptoativos.

Falhas Sistêmicas Identificadas

O CEO Le Jae-won, em audiência parlamentar, detalhou as deficiências: um atraso de 24 horas no processamento de transações impediu atualizações oportunas de saldos, enquanto a ausência de contas segregadas para transferências permitiu o overflow. "Estamos cientes da deficiência em controles internos", afirmou, conforme análise do incidente.

Esses elementos configuram uma vulnerabilidade estrutural, comum em custódia centralizada, onde mecanismos de validação dependem de software proprietário sem redundâncias robustas. Os números indicam que o sistema autorizou uma operação além dos limites reais de liquidez.

Recuperação Parcial e Perdas Remanescentes

A Bithumb reagiu em 35 minutos, congelando contas afetadas e recuperando 99,7% dos BTC distribuídos por engano, conforme relato oficial. No entanto, 1.786 BTC foram vendidos antes do bloqueio, representando perdas de milhões de dólares. Clientes envolvidos estão legalmente obrigados a devolver os valores.

Para mitigar impactos, a exchange oferecerá compensação de 20 mil won (US$ 13,6) por usuário ativo e isenção de taxas de trading. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 350.453 às 19:33 de hoje, com variação de -1,84% em 24h.

Implicações para Custódia Centralizada

Este "quase desastre" reforça riscos inerentes às exchanges centralizadas: dependência de controles internos frágeis pode amplificar erros operacionais em escala bilionária. Reguladores sul-coreanos, via Financial Supervisory Service (FSS), iniciaram investigações em práticas de alto risco, incluindo manipulações por baleias e pump-and-dump via redes sociais.

Os dados sugerem maior escrutínio regulatório, com ferramentas de IA para detecção de padrões suspeitos. Para investidores, vale monitorar métricas de custódia como proof-of-reserves e auditorias independentes em plataformas semelhantes. O incidente não alterou o preço global do BTC, mas expôs assimetrias locais.


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Executivos cartoon drenando ouro de cofre BTC para cofres IA, XRP e SOL, simbolizando rotação institucional de US$ 62 bi

IA e Altcoins Drenam US$ 62 Bi do Bitcoin: Rotação Institucional

Os dados do relatório da Wintermute mostram saídas líquidas de US$ 62 bilhões dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA desde novembro de 2025, o maior fluxo negativo desde o lançamento. Paralelamente, o Goldman Sachs reduziu exposição ao BTC em 39,4% e ao ETH em 27,2% no Q4, investindo US$ 261 milhões em ETFs de XRP e Solana. Os números indicam rotação estratégica de capital para narrativas de IA e altcoins com rendimento.


Saídas Recordes nos ETFs de Bitcoin

Desde novembro de 2025, os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 62 bilhões, conforme relatório da Wintermute. Esse fluxo criou um ciclo de feedback de vendas, com resgates forçando os emissores a liquidarem posições em meio à queda de preço. O Bitcoin recuou de US$ 126.000 em outubro para cerca de US$ 60.000 recentemente, revertendo ganhos pós-eleição de Trump em 2024.

No Q4 2025, os ETFs de BTC tiveram retiradas de US$ 1,15 bilhão, enquanto ETH viu US$ 1,46 bilhão em saídas. O volume nominal do BlackRock IBIT atingiu US$ 10 bilhões em um dia de pânico, ampliando a pressão vendedora. Esses dados mostram demanda spot enfraquecida, com Coinbase Premium negativo desde dezembro e vendas pesadas via OTC nos EUA.

Rotação para IA e Altcoins Institucionais

A Wintermute destaca que o capital migrou para a narrativa de IA, absorvendo fundos de cripto e software stocks. Se excluídas ações de IA do Nasdaq, a negatividade do Bitcoin desaparece, revelando correlação com S&P Software. Analistas apontam que AI stocks capturaram liquidez disponível, com Microsoft enfraquecendo como catalisador inicial.

Exemplo concreto é o Goldman Sachs: reduziu BTC ETFs para US$ 1,06 bilhão (21,2 milhões de cotas, -39,4%) e ETH para US$ 1 bilhão (-27,2%). Em contrapartida, abriu US$ 152,2 milhões em XRP ETFs e US$ 108,9 milhões em Solana, totalizando US$ 261,1 milhões em altcoins. Isso reflete busca por diversificação em meio à volatilidade do Q4, com BTC caindo de US$ 114k para US$ 88,4k.

Indicadores Técnicos Críticos

Para reversão, Wintermute monitora três métricas: Coinbase Premium deve virar positivo, indicando demanda americana; fluxos de ETF precisam inverter para entradas sustentadas; e basis rates estabilizarem, refletindo arbitragem entre spot e futuros. DATs (tesourarias digitais) detêm US$ 25 bilhões em prejuízos, limitando recompras.

Atualmente, BTC cotado a US$ 67.524 (-1,88% 24h), XRP a US$ 1,378 (-1,51%) e SOL a US$ 79,86 (-3,73%). Segundo o Cointrader Monitor, BTC está em R$ 350.512 (-1,74% 24h). Níveis de suporte próximos: US$ 65.000 para BTC.

Implicações para o Mercado

Os fluxos sugerem não pânico, mas realocação institucional para yields em IA e altcoins como XRP/SOL. Traders devem observar volumes OTC, ETF AUM e rotação setorial no S&P. Reversão estrutural depende de catalisadores macro, como relatórios de techs e política monetária. Dados indicam fase de consolidação, com potencial para BTC testar resistências em US$ 70.000 se indicadores alinharem.


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Pilar dourado com 66K gravado na base resistindo ondas vermelhas de pressão macro, simbolizando teste de suporte do Bitcoin em volatilidade elevada

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Falsa Alta com Dados de Emprego

O Bitcoin recuou para abaixo de US$ 66 mil após uma falsa partida em direção a US$ 68 mil, impulsionada pelos dados de emprego nos EUA que superaram expectativas. Os números fortes, com 130 mil vagas criadas em janeiro e taxa de desemprego em 4,3%, frustraram apostas em cortes de juros pelo Fed, conforme reportado pela CoinDesk. A volatilidade de curto prazo atingiu o maior nível desde 2022, destacando a influência macro no mercado cripto.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin testou mínimas próximas a US$ 66.000 nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, após um rebound efêmero de sexta-feira que levou o preço a quase US$ 72.000. Atualmente, o BTC registra queda de mais de 4% nas últimas 24 horas, negociando em torno de US$ 66.500. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.052,81, com variação de -1,7% em 24 horas e volume de 397,51 BTC.

Ether (ETH) e Solana (SOL) caem cerca de 5,5%, enquanto XRP perde 3,5%. O open interest em futuros perpétuos de BTC na Binance caiu 51% desde o pico de outubro de 2025, sinalizando retração de convicção entre traders.

Impacto dos Dados de Emprego

O relatório Non-Farm Payrolls (NFP) de janeiro revelou criação de 130 mil empregos, quase o dobro das estimativas de 70 mil, com desemprego caindo para 4,3%. Isso reduziu as probabilidades de corte de juros em março para 6% (de 21%) e em abril para 23% (de 52%), conforme CME FedWatch. Os dados indicam uma economia resiliente, adiando expectativas de afrouxamento monetário e pressionando ativos de risco como o Bitcoin.

Liquidations no mercado cripto ultrapassaram US$ 340 milhões em 24 horas, com 66,7% em posições compradas, reforçando o viés de baixa de curto prazo.

Volatilidade e Indicadores Técnicos

A volatilidade anualizada de 7 dias na Binance atingiu 1,51, o maior nível em quase três anos, último visto em reestruturações de mercado e deleveraging amplo. Já a volatilidade de 30 dias está em 0,81 e de 90 dias em 0,56, sugerindo que os swings recentes são isolados, não estruturais.

Suportes técnicos em teste incluem US$ 66.000 (próximo suporte imediato) e US$ 60.000 (fundo semanal recente). Resistências em US$ 68.000 e US$ 70.000 falharam repetidamente. A média móvel de 50 dias atua como barreira dinâmica em torno de US$ 69.000.

Contexto Macro e Níveis a Observar

O mercado macro dita o ritmo: enquanto ações como Kospi disparam (volume +221% YoY), crypto vê saída de capital, com volumes em exchanges coreanas caindo 65%. Ações relacionadas, como Robinhood (-12,5%) e Coinbase (-7%), refletem o desinteresse.

Níveis chave a monitorar: suporte em US$ 66.000 — quebra pode levar a US$ 64.000; recuperação acima de US$ 68.000 sinaliza pausa no recuo. Indicadores como RSI (próximo de 40) e MACD negativo reforçam pressão vendedora, mas volume declinante sugere exaustão.


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Banqueiro cartoon rompendo corrente com '8' para libertar BTC e ETH de cofre, simbolizando Danske Bank liberando investimentos após restrições e MiCA

Danske Bank Libera Bitcoin Após 8 Anos de Banimento

O maior banco da Dinamarca, Danske Bank, acaba de reverter uma proibição de oito anos sobre criptomoedas, liberando acesso a produtos negociados em bolsa (ETPs) vinculados ao Bitcoin e Ethereum para clientes de varejo. A decisão, anunciada em 11 de fevereiro de 2026, reflete a crescente demanda dos investidores e o amadurecimento regulatório na Europa, impulsionado pela MiCA. Esse movimento sinaliza que a resistência das instituições financeiras tradicionais ao Bitcoin está derretendo, fortalecendo os fundamentos de adoção em massa.


Detalhes da Nova Oferta

Clientes do Danske eBanking e Danske Mobile Banking agora podem investir em três ETPs: dois atrelados ao Bitcoin e um ao Ethereum. Os produtos são oferecidos por gigantes como BlackRock e WisdomTree, integrados à plataforma de trading do banco com mais de 15.000 ativos. Essa estrutura permite exposição aos ativos digitais sem a necessidade de carteiras ou chaves privadas, simplificando o acesso e reduzindo riscos operacionais.

Antes de negociar, os investidores passam por uma avaliação de adequação, confirmando compreensão dos riscos elevados. Kerstin Lysholm, head de Produtos de Investimento do banco, destacou o aumento nas consultas de clientes que buscam diversificar portfólios com criptoativos regulados, conforme reportado pelo Diário Bitcoin.

Reversão Histórica e Impacto da MiCA

Em 2018, o Danske Bank vetou serviços cripto, classificando-os como especulativos e alertando clientes contra investimentos. A proibição foi renovada em 2021. Agora, oito anos depois, o banco reverte a posição, citando demanda crescente e avanços regulatórios. A MiCA (Markets in Crypto-Assets), regulação europeia, trouxe transparência, proteção ao investidor e integridade de mercado, dando confiança às instituições.

Esse é um marco na narrativa de adoção: bancos tradicionais, outrora céticos, agora integram Bitcoin aos canais digitais. Na Dinamarca, 1,2% da população já detém cripto, e fluxos institucionais globais, como ETFs nos EUA, reforçam o momentum.

Fundamentos se Fortalecem na Europa

O movimento do Danske Bank prova que o mercado está construindo bases sólidas. Com regulação clara, gigantes bancários europeus veem o Bitcoin não como ameaça, mas como classe de ativo complementar. Para investidores brasileiros, isso é acionável: monitore tesourarias corporativas e fluxos de ETF, indicadores chave de ciclos de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.050 (variação -1,33% em 24h), com volume de 397 BTC. Apesar da volatilidade de curto prazo, a adoção institucional sustenta a visão de longo prazo.

O Que Isso Significa para o Investidor

A integração de Bitcoin em bancos como o Danske acelera a maturidade do ecossistema. Investidores comuns ganham canais regulados e seguros, enquanto o mercado ganha liquidez e legitimidade. Vale acompanhar aprovações semelhantes na Europa e fluxos globais — sinais de que os fundamentos de alta prevalecem sobre ruídos diários. O trem da adoção não para.


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Estrutura cristalina no fundo de abismo digital com '60K' esculpido rachando e liberando luz dourada, sinalizando capitulação do Bitcoin em US$60 mil

Bitcoin Tocou o Fundo? K33 Vê Sinais de Capitulação

Os dados mostram que o Bitcoin pode ter atingido um suporte histórico em torno de US$ 60.000, conforme análise da K33 Research. Indicadores como RSI em 15,9 — sexto menor desde 2015 — e volumes spot no 95º percentil sugerem capitulação técnica. Paralelamente, o CEO da Bitfury, Val Vavilov, enxerga a queda de 47% desde o pico de US$ 126.000 como oportunidade de acumulação para carteiras institucionais.


Indicadores de Spot e Momentum em Extremos

No início de fevereiro, o volume de negociação de Bitcoin no spot atingiu o 95º percentil histórico por dois dias consecutivos, situação vista apenas durante o colapso da FTX nos últimos cinco anos. O RSI diário caiu para 15,9, o sexto menor nível desde 2015, comparável apenas à queda pandêmica de 2020 e ao fundo de 2018 — ambos marcos de reversão cíclica.

Segundo o relatório da K33, essa convergência de volume extremo e momentum super-vendido indica esgotamento de vendedores de varejo. Os dados sugerem que a pressão de baixa foi exaurida, com o preço estabilizando próximo a US$ 60.000 após o teste de suporte.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 352.113,67 às 18:57 de 11/02/2026, com variação de -1,33% em 24h e volume de 400 BTC.

Derivativos e ETFs Refletem Pressão Máxima

No mercado de derivativos, as taxas de funding perpétuas viraram negativas, no menor nível desde a crise bancária de 2023. O skew de opções entrou em território de defesa extrema, similar a eventos como Luna e FTX, com investidores comprando puts para proteção.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram volume recorde de US$ 10 bilhões no IBIT e o quinto maior outflow diário. Apesar de fluxos negativos líquidos de milhares de BTC na semana, esses picos históricos frequentemente marcam o fim de fases de pânico.

A K33 destaca que esses sinais coordenados — de spot a derivativos — reforçam a tese de capitulação, com menor probabilidade de quebra abaixo dos recentes lows.

Smart Money Acumula em Meio ao Pânico do Varejo

Enquanto indicadores apontam pânico generalizado, participantes institucionais mostram resiliência. Val Vavilov, CEO da Bitfury com fortuna de US$ 1,1 bilhão, declarou que a correção oferece chance de reequilibrar carteiras comprando Bitcoin a preços baixos. A empresa, pioneira em hardware de mineração, diversificou para IA, mas mantém exposição significativa ao BTC.

Vavilov não revelou volumes, mas enfatizou crença no crescimento de longo prazo, alinhando-se a baleias que acumulam durante quedas. Dados on-chain corroboram: endereços de grandes holders aumentaram posições recentes, contrastando com saques de varejo.

Níveis Chave e Próximos Passos a Monitorar

A K33 projeta consolidação entre US$ 60.000 e US$ 75.000 nas próximas semanas, sem sinais claros de quebra inferior. Traders devem observar RSI acima de 30 para confirmação de momentum positivo, funding rates estabilizando e inflows em ETFs.

O suporte em US$ 60.000 testado recentemente, aliado a acumulação institucional, sugere que o varejo em pânico pode estar cedendo espaço ao smart money. Volumes e volatilidade decrescentes serão confirmatórios de estabilização.


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Âncora USDT contraindo em oceano digital turbulento com silhueta Bitcoin afetada, simbolizando redução na capitalização e liquidez

Cap. da USDT Encolhe Após 2 Anos

Os dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de 60 dias da variação da capitalização de mercado da USDT ficou negativa em fevereiro de 2026, pela primeira vez em dois anos. A capitalização recuou de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões desde janeiro, com queimas recordes de 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro. Essa contração levanta preocupações sobre a liquidez disponível para sustentar uma próxima alta do Bitcoin.


Crescimento Negativo da Capitalização da USDT

A média móvel de 60 dias da variação da capitalização da maior stablecoin do mercado cruzou o limiar negativo, um evento raro ocorrido pela última vez no terceiro trimestre de 2023. Dados da CryptoQuant mostram correlação direta entre o crescimento da USDT e a entrada de liquidez no ecossistema cripto.

Desde o início de janeiro, a capitalização da Tether registrou queda, passando de mais de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões, conforme CoinGecko. Esse movimento reflete queimas significativas: 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro e 3 bilhões no mês anterior, as maiores consecutivas já registradas. Essas ações ocorrem quando investidores resgatam a stablecoin por fiat, reduzindo o suprimento circulante para manter a paridade 1:1.

Implicações para a Liquidez do Mercado

Historicamente, expansões na capitalização da USDT sinalizam influxo de capital fresco, fortalecendo suportes em quedas e permitindo rallies sustentados. Quando o crescimento se torna negativo, como agora, o oposto ocorre: o poder de compra diminui, os suportes enfraquecem e as altas são rapidamente vendidas.

Analistas como Crypto Tice destacam que movimentos de alta prolongados no Bitcoin raramente ocorrem durante retrações no suprimento de stablecoins. A liquidez sai do mercado, em vez de aguardar oportunidades, fragilizando o ecossistema. No médio prazo, isso representa um sinal de alerta para traders monitorarem volumes e influxos.

Contexto Histórico dos Períodos de Contração

Dados históricos da CryptoQuant revelam que fases com média móvel negativa duram em média dois meses. Exemplos incluem novembro de 2022 a janeiro de 2023 e agosto a outubro de 2023, períodos de lateralização ou quedas acentuadas no Bitcoin, formando fundos locais antes de recuperações.

Atualmente, o cenário sugere possível estagnação em baixas ou correção adicional nos próximos 60 dias. Investidores devem observar se a tendência persiste, pois recuperações só se materializam após estabilização do suprimento de stablecoins.

Níveis Técnicos e Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.375,76, com variação de -1,25% nas últimas 24 horas e volume de 397,61 BTC. Níveis críticos incluem suporte em US$ 63 mil; rompimento pode levar a US$ 43 mil.

Os dados sugerem cautela no médio prazo. Traders devem priorizar métricas on-chain como suprimento de stablecoins e volume de transações para avaliar a força do próximo movimento direcional.


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Baleia colossal cristalina dourada emergindo de abismo digital com 'BTC' luminoso, fragmentos vermelhos XRP caindo em capitulação, movimento on-chain

Baleia BTC Acorda Após 7 Anos em Meio a Capitulação no XRP

As baleias estão abandonando o barco ou apenas trocando de posição? Uma carteira de Bitcoin inativa há sete anos movimentou 2.043 BTC (cerca de US$ 143 milhões) para um novo endereço, conforme dados on-chain da ZyCrypto. O fato ocorre em meio à capitulação de holders de XRP, com perdas semanais de até US$ 1,2 bilhão, e queda do Bitcoin abaixo de US$ 67 mil. Os dados sugerem possível realocação estratégica em suportes psicológicos.


Movimento da Baleia de Bitcoin Após 7 Anos

Os dados on-chain revelam que a baleia adquiriu os 2.043 BTC em fevereiro de 2019 via mesa OTC da Cumberland. A carteira, originalmente com cerca de 39.000 BTC, consolidou depósitos de 2.113 BTC (7 anos) e 757 BTC (2 anos), ambos de Cumberland, em dois novos endereços. Não há indícios de transferência para exchanges conhecidas, o que aponta para medida de segurança ou mudança de custódia, em vez de venda imediata.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.785,62 às 07:31 de hoje, com variação de -3,54% em 24 horas. Em dólares, o preço está em US$ 66.858, testando o suporte psicológico de US$ 67.000.

Capitulação no XRP: Perdas de US$ 1,2 Bilhão

O Spent Output Profit Ratio (SOPR) do XRP caiu para 0,96, indicando que holders estão realizando prejuízos. Desde agosto de 2025, gastos de holders de longo prazo subiram 580%, de US$ 38 milhões para US$ 260 milhões diários. A oferta em lucro despencou para 58,5%, o menor desde novembro de 2024.

Perdas realizadas semanais variam de US$ 500 milhões a US$ 1,2 bilhão em retests de US$ 2,00. Atualmente, XRP negocia a R$ 7,06 (US$ 1,36), abaixo do custo médio dos holders, reforçando o pânico em zona psicológica crítica de US$ 1,40.

Queda do Bitcoin e Impacto nas Altcoins

O Bitcoin perdeu o piso de US$ 67.000 após falhar em romper US$ 72.000, caindo de US$ 90.000 em 28 de janeiro. A dominância recuou para abaixo de 57%, enquanto market cap total do criptomercado encolheu para US$ 2,35 trilhões, perda de US$ 50 bilhões em 24 horas.

Altcoins como Ethereum (abaixo de US$ 2.000), BNB (US$ 600) e SOL registram quedas de 3-5%. O XRP, com -4,34% em 24 horas, reflete fragilidade estrutural, mas padrões históricos de SOPR <1 sugerem consolidação prolongada, como visto em 2021-2022.

Níveis de Suporte Psicológicos a Monitorar

Para Bitcoin, suportes chave são US$ 67.000 (atual), US$ 65.000 (recente baixa) e US$ 60.000 (fundo semanal). No XRP, US$ 1,40 atua como barreira imediata, com US$ 2,00 como resistência histórica de capitulação. Movimentos de baleias como esse podem sinalizar reposicionamento para compras em novos suportes, mas os dados on-chain não confirmam vendas em exchanges. Traders devem observar fluxos para plataformas de negociação e indicadores de volume.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monolito Bitcoin desgastado em platô árido sob barreira vermelha de resistência 69K e rio seco de capital, alertando influxos negativos

Bitcoin Travado: Seca de Capital Novo, Segundo a CryptoQuant

A análise da CryptoQuant revela um sinal alarmante: os influxos de novos investidores no Bitcoin viraram negativos. O sell-off atual não é absorvido por capital fresco, como ocorre em mercados de alta verdadeiros. Em vez disso, a fraqueza atrai mais saídas, com o BTC estagnado abaixo de US$ 70.000 — cerca de R$ 346.244 segundo o Cointrader Monitor. Touros mostram cansaço em US$ 69k, questionando a narrativa eterna de alta.


Fluxos Negativos: Sem Capital para Segurar a Queda

A história mostra que, em ciclos passados como 2018 e 2022, a ausência de compradores novos marca o início de mercados de baixa prolongados. A CryptoQuant destaca que o Bitcoin caiu cerca de 23% nos últimos 80 dias após romper a média móvel de 365 dias pela primeira vez desde 2022. O Sharpe ratio, indicador de risco ajustado, entrou em zona associada a fases finais de alta ou mercados de baixa entrincherados.

Spot e demanda institucional permanecem fracos. Sem influxos acelerados nas quedas, o mercado ignora o padrão clássico: drawdowns saudáveis atraem capital; aqui, eles só geram mais withdrawal. Analistas externos confirmam: sem demanda renovada, a fraqueza pode endurecer em mercado de baixa pleno. Ethereum e Solana também caem, com BTC em US$ 68.979 (-2% diário, -12% semanal).

Grayscale: Bitcoin Como Ação Tech, Não Ouro Digital

O mercado está ignorando outro alerta: o Bitcoin se comporta como ação tecnológica, sensível ao apetite por risco, afirma a Grayscale. Longe de reserva de valor estável, ele segue vendas em software stocks — maior queda desde 2022. Correção de 50% do ATH de US$ 126.000 em outubro de 2025 levou BTC a US$ 60.000, com saída de mais de US$ 6 bilhões de ETFs nos últimos três meses.

Enquanto majors estagnam em US$ 69.000 (-0,6% 24h, -10,4% semanal), memecoins e tokens de IA como Worldcoin disparam. Índice Fear & Greed em “medo extremo”, liquidações de US$ 260 milhões. Grayscale vê adoção ampla como chave para decoupling do risco, mas por ora, BTC é growth asset volátil, não hedge.

Resistência em US$ 69k: Touros Sem Momentum

Keith Alan, da Material Indicators, alerta no Cointelegraph: US$ 69.000 pode virar resistência de longo prazo. Consolidação de 8 meses em 2024 e topo de 2021 criaram força estrutural. BTC caiu 3% para US$ 66.500, sem compradores para romper.

Fevereiro acumula -14,4% — quase pior que 2025 e maior risco desde 2014. Segundas-feiras foram lucrativas para posições vendidas nos últimos 4 meses (18/19 trades). Histórico sugere que sem momentum forte, essa faixa resiste meses. Killa nota padrões mensais de lows entre dias 4-7.

O Que Monitorar no Ciclo Atual

Cuidado com exuberância: todo bull tem bear. Mercado ignora saídas de ETF, funding negativo (-7% Binance) e correlação com tech. Proteja capital monitorando influxos on-chain, Sharpe ratio e suporte US$ 66.500. Se fraqueza persistir, correção para US$ 50.000 não é improvável, como em ciclos passados. Diversifique opiniões — equilíbrio evita vieses.


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Executivo cartoon abrindo cofre bancário com explosão de luzes Bitcoin e Ethereum, 2.36B gravado, sinalizando adoção institucional pela Goldman Sachs

Goldman Sachs Confirma Exposição de US$ 2,36 Bi em Bitcoin e Altcoins

O gigante de Wall Street Goldman Sachs revelou em seu Formulário 13F à SEC exposição de US$ 2,36 bilhões em criptoativos no quarto trimestre de 2025. Com US$ 1,1 bilhão em Bitcoin, US$ 1 bilhão em Ethereum, além de posições em XRP e Solana, o banco demonstra confiança nos fundamentos digitais enquanto o varejo hesita na volatilidade. Isso representa 0,29% do portfólio de US$ 811 bilhões, um passo concreto na adoção institucional.


Detalhes da Alocação via ETFs Regulamentados

A exposição totalizou US$ 2,36 bilhões, acessada exclusivamente por meio de ETFs spot regulados, evitando riscos operacionais diretos como custódia. Bitcoin domina com cerca de US$ 1,1 bilhão, principalmente via iShares Bitcoin Trust da BlackRock, Fidelity e KraneShares. Ethereum segue com US$ 1 bilhão, refletindo otimismo com sua infraestrutura DeFi.

XRP e Solana completam o quadro: US$ 153 milhões em ETFs de XRP e US$ 108 milhões em Solana, sinalizando diversificação além dos líderes de mercado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.239 (-3,7% em 24h), enquanto dólar a R$ 5,20 reforça o valor em reais acima de R$ 12 bilhões.

O aumento de 15% em relação ao trimestre anterior, destacado por CZ da Binance, mostra que os fundamentos se fortalecem mesmo em dips.

Mudança Histórica na Postura do Goldman

Historicamente cético, o Goldman Sachs evoluiu desde 2020, restabelecendo mesa de cripto e reconhecendo Bitcoin como reserva de valor anti-inflação. Após o inverno de 2022, adotou abordagem cautelosa via produtos regulados. Hoje, com US$ 3,6 trilhões em AUM, essa alocação reflete maturidade: ETFs spot aprovados liberaram demanda institucional represada.

Comparado a metais preciosos — ouro em US$ 163 milhões e prata em US$ 378 milhões —, cripto ganha espaço como ativo de risco com potencial assimétrico. O mercado está construindo bases sólidas para ciclos futuros.

Implicações para Adoção e Mercado Brasileiro

Para brasileiros, isso valida tesourarias em BTC e alts. Ethereum a R$ 10.070, Solana a R$ 419 e XRP a R$ 7,05 mostram acessibilidade. Enquanto varejo vende dips, instituições compram, ecoando halvings e fluxos de ETF como indicadores bullish de longo prazo.

Simon Dedic nota o peso quase igual ETH/BTC como viés de alta em Ethereum. Goldman participa da reunião da Casa Branca sobre stablecoins, sinalizando integração regulada. Volatilidade é ruído; adoção é tendência.

Próximos Passos e Perspectiva de Longo Prazo

Investidores devem monitorar trimestrais futuras: crescimento dependerá de demanda clientes, clareza regulatória e condições macro. Com alocações em opções de ETFs, Goldman gerencia risco com flexibilidade. Essa validação institucional reforça que cripto não é fringe, mas sleeve de portfólio essencial. O ecossistema avança, e quem foca no longo prazo sai na frente.


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Executivo cartoon segurando estrutura cristalina rachando sob ventos de sell-off, com analista observando, ilustrando stress test em bonds da Ledn e volatilidade cripto

Títulos BTC em Stress Test: Ledn e Sell-Off de US$ 70 mi em XRP

Os títulos lastreados em Bitcoin da Ledn enfrentam um stress test precoce após queda de 27% no BTC desde meados de janeiro, forçando liquidações em 25% dos empréstimos colaterizados. Em paralelo, XRP registrou venda de US$ 70 milhões em segundos na Bybit, enquanto Ethereum cai 2,72% para US$ 2.032 em sessão volátil. Os dados revelam riscos elevados em produtos de dívida lastreados em ativos voláteis, conforme análise da S&P Global.


Stress Test nos Bonds da Ledn

A emissão de US$ 188 milhões em bonds pela Ledn, primeiro produto público de Wall Street lastreado em empréstimos BTC, foi impactada pela volatilidade. Inicialmente suportados por US$ 199 milhões em loans e US$ 1 milhão em cash, o pool agora tem US$ 150 milhões em loans e US$ 50 milhões em cash após liquidações abaixo de 81,4% LTV.

A S&P Global, que atribuiu rating ‘A’, destacou em seu relatório o pool inicial de 5.441 loans a 2.914 borrowers, colaterizados por 4.079 BTC (US$ 356,9 milhões em 31/12/2025), com LTV médio de 55,8% e taxa de juros de 11,8%. Cenários de stress assumem 79% default e 68% recovery na tranche BBB-. Medidas mitigantes incluem overcollateralization e reserva de liquidez de 5%. O fechamento está previsto para 18 de fevereiro de 2026, apesar dos ajustes.

Venda Massiva de XRP Pressiona Preços

Uma transferência de 50 milhões de XRP (US$ 70,37 milhões) de uma wallet desconhecida para a Bybit em uma única transação sinaliza forte pressão vendedora. O XRP, cotado a cerca de US$ 1,40 (-2,42% diário), luta para recuperar em meio ao downturn geral do mercado cripto.

Os dados mostram volume reduzido e dominância de vendas, ampliando a queda de mais de 50% desde sua máxima histórica. No Brasil, XRP negocia a R$ 7,05 (-4,43% em 24h), refletindo aversão ao risco em altcoins.

Volatilidade no Ethereum e Contexto Geral

O Ethereum registrou queda de 2,72% para US$ 2.032,25, com volume de US$ 28,4 bilhões (-9,67% vs. média 30 dias). O preço está abaixo da SMA-7 em US$ 2.087, confirmando tendência de baixa semanal de -10,5%. Capitalização em US$ 245,27 bilhões, -58,93% do ATH.

No Brasil, ETH a R$ 10.071 (-3,78%). Bitcoin, segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 346.256 (-3,66% em 24h, volume 337 BTC).

Riscos e Níveis a Monitorar

Os eventos expõem fragilidades em estruturas de dívida lastreadas em criptoativos: liquidações em quedas amplificam perdas, alterando as composições do colateral. S&P alerta para volatilidade histórica do BTC, defaults marginais e concentração de risco. Níveis chave: BTC suporte em US$ 60k; XRP US$ 1,30; ETH US$ 1.995. Os dados sugerem cautela, com volume como indicador primário para reversões.


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Iniciante cartoon abrindo portinha 'nano 0.01' para mundo luminoso de BTC e ETH, simbolizando acesso democratizado a futuros

Nano Futuros de Bitcoin e Ethereum: Acesso para Iniciantes

Quer operar futuros de Bitcoin com pouco dinheiro? A Interactive Brokers, corretora global com mais de 4,5 milhões de clientes, lançou nano contratos futuros de Bitcoin e Ethereum em parceria com a Coinbase Derivatives. Esses contratos mini, como 0,01 BTC, democratizam o acesso a derivativos antes restritos a grandes investidores. Pense assim: é como comprar uma fatia pequena de uma pizza gigante, em vez do disco inteiro. Isso abre portas para iniciantes gerenciarem riscos com valores acessíveis. O anúncio veio em 10 de fevereiro de 2026.


O Que São Nano Contratos Futuros?

Em outras palavras, contratos futuros são acordos para comprar ou vender um ativo no futuro a um preço definido hoje. Isso significa que você pode lucrar com a alta ou queda sem possuir o ativo real. Os nano contratos são versões miniatura: para Bitcoin, cada contrato representa 0,01 BTC; para Ethereum, cerca de 0,10 ETH. Isso reduz o capital necessário drasticamente.

Pense assim: um contrato padrão de BTC pode exigir dezenas de milhares de reais em margem. Com nano, você opera com centenas ou milhares, ideal para quem está começando. A Interactive Brokers oferece dois tipos: tradicionais, com vencimento mensal, e “perpetual-style”, sem data de expiração, populares por sua flexibilidade.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.736 (variação -3,6% em 24h). Um nano contrato valeria cerca de R$ 3.467 — acessível!

Como Funciona a Parceria com Coinbase?

A Interactive Brokers, com US$ 800 bilhões em ativos sob gestão, usa a infraestrutura da Coinbase Derivatives para esses produtos. Isso permite trading 24/7 em uma plataforma regulada, integrando cripto com ações, opções e bonds na mesma conta. O CEO Milan Galik destacou: “Perpetual-style futures oferecem exposição longa e flexibilidade”.

Para iniciantes, isso significa gerenciar posições cripto ao lado de investimentos tradicionais, sem precisar de múltiplas contas. A corretora já oferecia spot cripto via Paxos e stablecoins para funding — agora expande para derivativos avançados, mas acessíveis.

Exemplos Práticos e Benefícios para Você

Imagine: Bitcoin a R$ 346 mil. Você acha que sobe para R$ 360 mil? Compre um nano futuro por ~R$ 3.500 em margem. Se acertar, lucro proporcional; se errar, perda limitada. Para Ethereum cotada a R$ 10.084, um nano é ainda menor.

Benefícios: menor risco (posições precisas), aprendizado sem grandes perdas, hedge contra volatilidade. TradFi invade cripto: CME lança altcoin futures, bancos recomendam alocação em BTC. Isso empodera o pequeno investidor brasileiro a participar de um mercado de US$ 8 trilhões em perps (2025).

Você sai confiante: comece pequeno, aprenda e cresça!

Por Que Isso Importa Agora?

Com Bitcoin recuperando de quedas (de US$ 100 mil para cerca de US$ 70 mil), esses nano facilitam entradas seguras. Monitore preços e regulamentos. Plataformas como essa constroem pontes entre finanças tradicionais e cripto, beneficiando todos.


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Carteira digital Bitcoin pulsante vermelha com trilhas de transações rastreadas por feixes cyan, simbolizando atividade em resgate de sequestro e análise on-chain

Caso Nancy Guthrie: Bitcoin em Carteira de Resgate Ativa

Investigações revelam movimentações recentes de Bitcoin em uma carteira associada ao pedido de resgate pelo desaparecimento de Nancy Guthrie, mãe da apresentadora da NBC Savannah Guthrie. A idosa de 84 anos sumiu em janeiro na Arizona, e notas de resgate demandando milhões em BTC foram enviadas a emissoras e ao TMZ. Pela primeira vez desde os prazos iniciais, a carteira mostrou atividade, levantando questões sobre o paradeiro da vítima e a eficácia do rastreamento on-chain pelas autoridades.


O Desaparecimento e Evidências Iniciais

Nancy Guthrie foi vista pela última vez em sua casa nos Catalina Foothills, Arizona, no final de janeiro de 2026. Reportada como desaparecida em 1º de fevereiro, a cena do crime apresentou sinais de luta e sangue compatível com seu DNA, levando o FBI a classificar o caso como provável abdução. Evidências apontam para um invasor mascarado capturado em imagens de vigilância próximo à residência na manhã do sumiço.

Logo após o desaparecimento, notas de resgate foram enviadas a duas estações de TV de Tucson e ao portal TMZ, exigindo pagamentos em Bitcoin sob prazos apertados. O valor exato não foi divulgado publicamente, mas fontes indicam milhões de dólares em BTC para a liberação segura da vítima. Até então, nenhuma movimentação havia sido registrada na carteira especificada, o que aumentava a tensão em torno da veracidade das demandas.

Atividade na Carteira: Um Rastro Digital?

Na terça-feira, 10 de fevereiro, o TMZ confirmou a primeira “atividade” na carteira de resgate, observada cerca de 12 minutos após o ocorrido, segundo o fundador Harvey Levin. Detalhes como montante transferido, origem ou destino permanecem sigilosos, mas o timing coincide com a divulgação pelo FBI de novas imagens de um suspeito detido para interrogatório ao sul de Tucson. Autoridades não confirmam se a transação partiu dos sequestradores, da família Guthrie, da polícia ou de terceiros.

O caso exemplifica o duplo fio da navalha do Bitcoin: pseudônimo, mas rastreável on-chain. Ferramentas como exploradores de blockchain permitem monitorar fluxos, mas mixers, exchanges sem KYC ou conversões para fiat complicam a identificação. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 346.808 (-3,59% em 24h), destacando a volatilidade que pode afetar negociações de resgate.

Sinais de alerta e tendência global de crimes com criptomoedas

Este incidente não é isolado. Evidências apontam para um aumento global em sequestros ligados a criptomoedas, como a prisão de seis suspeitos na França por raptar uma magistrada visando resgate em criptomoedas, e uma operação entre Espanha e Dinamarca que desmantelou gangue responsável por assassinato de um detentor de carteiras. Criminosos exploram a irreversibilidade das transações BTC para extorsões, mas o rastro público da blockchain vira arma contra eles.

Para investidores brasileiros, o alerta é claro: holdings significativos atraem riscos físicos. Casas de câmbio locais reportam volume de 339 BTC em 24h, per Cointrader Monitor, reforçando a necessidade de opsec rigorosa.

Como se Proteger de Ameaças Físicas no Mundo Cripto

Investigações como esta reforçam medidas preventivas: diversifique custódia com hardware wallets multisig, evite ostentar saldos on-chain, use serviços com KYC robusto para conversões e reporte movimentações suspeitas imediatamente. Autoridades recomendam não pagar resgates sem coordenação policial, pois isso financia crimes sem garantir retornos. Monitore carteiras públicas via exploradores e fique atento a padrões de lavagem, como múltiplas pequenas transferências.

O caso Guthrie testa os limites do rastreamento on-chain. Enquanto o FBI avança, detentores devem priorizar segurança: o Bitcoin deixa rastros, mas criminosos evoluem rápido.


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Personagens cartoon de mineradoras desconectando rigs BTC para servidores IA e HPC, simbolizando pivot setorial e impacto no Bitcoin

Mineradoras Desistem do Bitcoin? Pivotam para IA

Mineradoras de Bitcoin estão pivotando para infraestrutura de IA? A Bitfarms anunciou saída completa da mineração, rebatizando-se como Keel Infrastructure para data centers de alto desempenho. Já a Cango vendeu 4.451 BTC por US$ 305 milhões (R$ 1,58 bilhão) para financiar transição. É capitulação ou evolução estratégica em meio à crise no setor? Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 347.160, com queda de 3,48% em 24h.


Crise na Mineração: Custos Superam Receita

Imagine gastar R$ 450 mil para produzir um Bitcoin que vale R$ 347 mil na sua carteira. O hashprice caiu para US$ 33/PH/s (R$ 170), o menor da história. Custo médio por BTC: US$ 87 mil (R$ 452 mil), acima do preço de mercado de US$ 69 mil (R$ 358 mil). Resultado? Perda de US$ 18 mil (R$ 93 mil) por coin minerado.

Tempestades no Texas derrubaram 40% da hashrate global, e a dificuldade ajustou -11%, maior queda desde a proibição chinesa de 2021. Para o brasileiro comum, isso significa mais BTC circulando no curto prazo, podendo pressionar o preço que você vê na sua exchange.

O Que é HPC e Por Que Mineradoras Amam?

HPC é computação de alto desempenho: data centers com GPUs potentes para treinar IAs, como o ChatGPT. Diferente da mineração, que usa ASICs para validar transações Bitcoin, HPC roda tarefas complexas 24/7, com demanda explosiva da Big Tech.

Infraestrutura é parecida: energia barata, refrigeração. Mineradoras já têm fazendas prontas. Bitfarms investe US$ 128 milhões (R$ 665 milhões) para converter 18 MW em data center Nvidia GB300. Para nós no Brasil, com energia cara, isso explica por que poucas mineradoras locais sobrevivem — mas globalmente, vira oportunidade de renda estável.

Casos Práticos: Bitfarms e Cango em Ação

A Bitfarms, ex-líder norte-americana, fecha todas as operações de mineração até 2027. CEO Ben Gagnon: “Não somos mais empresa de Bitcoin”. Foco total em AI, prevendo receita superior a toda história de mineração. Ação subiu 16% na notícia.

Cango, terceira maior por hashrate (50 EH/s em 40 sites globais), vendeu de um estoque de 7.528 BTC. Parte paga empréstimo colateralizado; resto financia AI para PMEs e plataforma de orquestração. Mantém mineração por enquanto, mas equilibra eficiência. No Brasil, isso lembra: diversifique sua carteira como as empresas fazem.

Outros Exemplos e Impacto no Mercado

Não para por aí. IREN assinou US$ 9,7 bilhões com Microsoft para AI cloud; Core Scientific tem US$ 8,7 bilhões em contratos HPC. Bloomberg nota: a receita diária de mineração caiu de US$ 28 milhões. Para você, investidor prático: mais oferta de BTC pode baixar o preço no curto prazo, mas hashrate menor estabiliza rede. Monitore dificuldade e hashrate — sinais de recuperação.

Se tem BTC, pense no longo prazo: mineração fraca hoje pode significar rede mais resiliente amanhã. Use exchanges locais para converter reais sem dor de cabeça cambial.


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Executivos cartoon institucionais coletando Bitcoin dourado enquanto baleias capitulam soltando Ethereum, simbolizando adoção vs capitulação de whales

Instituições Avançam em BTC e Infra enquanto Whales Capitulam em ETH

📊 BOLETIM CRIPTO | 11/02/2026 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas entra em uma fase de clara divergência estratégica, marcada pelo avanço institucional massivo em contraposição ao pânico de investidores alavancados. Enquanto gigantes como a Goldman Sachs e a SkyBridge Capital aproveitam a recente queda de preços para acumular Bitcoin, o cenário em Ethereum é de capitulação histórica, com perdas que ultrapassam a marca de US$ 800 milhões em posições forçadas em DeFi. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 346.850,15, refletindo um viés de alta moderado no subconsciente institucional, apesar da volatilidade de curto prazo. Este movimento sugere que o “smart money” está estabelecendo as bases para um suporte sólido acima de patamares críticos, ignorando o ruído das liquidações de varejo.


🔥 Destaque: Goldman Sachs acumula US$ 1,1 bi em ETFs BTC

A revelação de que a Goldman Sachs detém agora uma posição de US$ 1,1 bilhão no ETF iShares Bitcoin Trust (IBIT), administrado pela BlackRock, marca uma mudança de paradigma definitiva para Wall Street. De acordo com informações da Bitcoin Magazine, o banco totaliza uma exposição de US$ 2,36 bilhões ao ecossistema de ativos digitais, incluindo posições menores em criptomoedas como Ethereum e Solana.

Este movimento é particularmente significativo por ter ocorrido durante o recente recuo de preços, quando o Bitcoin lutava para se manter nos US$ 60 mil. Enquanto o investidor de varejo capitulava diante da incerteza, uma das instituições financeiras mais tradicionais do mundo triplicava suas participações, legitimando o ativo como uma reserva de valor institucional. Os dados técnicos de filings da SEC confirmam que o banco não apenas comprou o ativo à vista, mas também utiliza derivativos para proteger sua exposição.

A implicação para o mercado é clara: a entrada de capital dessa magnitude tende a reduzir a volatilidade extrema e elevar o piso de preço do ativo. No entanto, a concentração excessiva no ETF da BlackRock cria um risco de contraparte que deve ser monitorado. Para o investidor brasileiro, o impacto reflete-se na resiliência do preço frente às instabilidades globais, consolidando a narrativa de maturidade institucional.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por um contraste comportamental: o sentimento de alta institucional contra o pânico técnico. Enquanto fundos de investimento aproveitam as janelas de correção para aumentar posições, o setor de derivativos sofre com o excesso de alavancagem. O momentum positivo é reforçado pela notícia de que a SkyBridge Capital, de Anthony Scaramucci, continuou comprando Bitcoin em níveis próximos a US$ 63 mil na última semana.

Além disso, a integração entre finanças tradicionais (TradFi) e blockchain avança em infraestrutura. A integração de fundos monetários tokenizados da Franklin Templeton na Binance permite que traders institucionais operem com ativos regulados como garantia externa. Esse tipo de inovação reduz o risco de custódia e atrai gestores conservadores para o trading de criptoativos, elevando a eficiência de capital do mercado.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Liquidações em DeFi: A capitulação de grandes investidores pode forçar quedas adicionais no Ethereum. A perda de US$ 869 milhões de Jack Yi no Aave serve como alerta sobre os riscos de leverage recursivo em momentos de alta volatilidade.
  • Pressão Regulatória: A ação judicial da FCA no Reino Unido contra a HTX indica um cerco fechando sobre exchanges que não cumprem normas de publicidade e segurança financeira, o que pode gerar saques em massa nessas plataformas.
  • Escrutínio de RWAs: O uso de ativos do mundo real (RWA) como colateral exigirá novas aprovações jurisdicionais, expondo parcerias institucionais a interrupções se houver mudança na postura regulatória.
  • Concentração em ETFs: A dependência de poucos veículos, como o IBIT da BlackRock, torna o mercado sensível a qualquer problema operacional em grandes gestoras americanas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Acumulação na Baixa: O comportamento da Goldman Sachs e SkyBridge sugere que correções até a faixa de US$ 60k-63k são vistas como janelas de compra de alta convicção por grandes participantes.
  • Interoperabilidade Institucional: O apoio da Citadel à nova blockchain Zero da LayerZero abre espaço para protocolos que suportam milhões de transações por segundo, beneficiando tokens de infraestrutura.
  • Capitulação como Fundo Local: Historicamente, saídas em massa de whales com prejuízo, como as vistas em ETH, costumam preceder períodos de estabilização e reversão de tendência.

📰 Principais Notícias do Período

1. Goldman Sachs acumula US$ 1,1 bi em ETFs Bitcoin
Revelação em filings da SEC mostra que o gigante de Wall Street triplicou sua posição em ETFs de Bitcoin nos últimos meses, legitimando a classe de ativos para investidores tradicionais.

2. SkyBridge mantém estratégia de compra no pânico
Anthony Scaramucci confirmou compras contínuas mesmo durante quedas severas, enfatizando que as saídas recordes de ETFs são oportunidades para o smart money.

3. Citadel apoia LayerZero com lançamento da blockchain Zero
Um dos maiores formadores de mercado do mundo, a Citadel Securities, investiu no token ZRO para impulsionar uma nova rede voltada para settlement institucional e alta escalabilidade.

4. Binance e Franklin Templeton unem forças em tokenização
Parceria inédita integra fundos monetários tokenizados como garantia externa, protegendo o capital institucional de riscos diretos em plataformas de negociação.

5. Baleia capitula em ETH com perda de US$ 869 mi
Jack Yi, da Trend Research, fechou suas posições compradas em Ethereum no protocolo Aave após o mercado apagar os ganhos de sua estratégia iniciada em 2025.

6. Baleia perde US$ 10M em comprado no Hyperliquid
Uma carteira ligada à Matrixport registra prejuízo superior a US$ 10 milhões em uma posição de 105 mil ETH, evidenciando o perigo da alavancagem nas redes de derivativos.

7. FCA processa HTX por promoções ilegais
O regulador britânico iniciou os primeiros processos criminais contra a exchange HTX por marketing enganoso, solicitando a remoção de aplicativos das lojas da Apple e Google.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos de ETFs: Ver se as entradas da Goldman e SkyBridge conseguem reverter o saldo líquido negativo recente dos ETFs americanos.
  • TVL no Aave: Monitorar o valor total bloqueado para garantir que novas liquidações massivas não desestabilizem protocolos DeFi.
  • Adoção do token ZRO: O desempenho do token da LayerZero após o apoio da Citadel será um termômetro para o setor de interoperabilidade.
  • Saques na HTX: A reação dos usuários britânicos e globais às sanções decretadas pela FCA no Reino Unido.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, é provável que o mercado mantenha um viés de alta moderada impulsionado pela confiança institucional renovada. A capitulação das whales em Ethereum, embora dolorosa, costuma remover o excesso de alavancagem do sistema, limpando o caminho para uma recuperação genuína. Segundo dados da Binance, o volume institucional permanece resiliente em ativos de primeira linha. Recomenda-se cautela com altcoins de baixa liquidez e atenção redobrada aos patamares de suporte do Bitcoin em US$ 65.000. O cenário macro e a entrada contínua de participantes tradicionais reforçam a tese de que o fundo local pode estar próximo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Reguladores cartoon investigando executivos de exchange com pilhas de Bitcoin fantasmas translúcidos, ilustrando erro de segurança na Bithumb

Coreia Investiga Bithumb por Erro de US$ 43 Bilhões em BTC Fantasma

As autoridades financeiras da Coreia do Sul, por meio do Financial Supervisory Service (FSS), abriram investigação contra a Bithumb após um erro interno que creditou 620 mil BTC inexistentes às contas de usuários, totalizando cerca de US$ 43 bilhões. O incidente, ocorrido durante um evento promocional, expõe vulnerabilidades graves em controles internos de exchanges centralizadas, com potencial para desencadear uma corrida bancária e questionamentos sobre insolvência.


Detalhes do Erro Operacional

Um funcionário da Bithumb cometeu um erro humano ao inserir “BTC” no lugar de “won” (moeda sul-coreana) em uma promoção que deveria distribuir valores modestos de 2.000 won por usuário. Isso resultou no credenciamento virtual de 2.000 BTC por participante, criando um saldo fictício massivo que nunca existiu na blockchain.

A exchange recuperou a maior parte dos créditos falsos, mas cerca de 125 BTC (US$ 8,6 milhões) permanecem não resolvidos, conforme saques realizados por usuários oportunistas. Dados on-chain indicam que 3.875 BTC (US$ 268 milhões) foram retirados durante o episódio, sugerindo perda imediata de confiança, conforme detalhado na cobertura do incidente.

É importante considerar que a Bithumb detém apenas cerca de 41.798 BTC reais em reservas, uma fração ínfima do valor fantasma criado, o que amplifica as preocupações com a integridade dos saldos exibidos.

Escopo da Investigação Oficial

O FSS está apurando múltiplas violações, incluindo discrepâncias entre os BTC em carteiras reais e os creditados aos usuários, além de falhas graves nos controles internos. O erro partiu de um single point of failure: um único colaborador tinha autoridade para executar a operação sem verificações adequadas.

Um oficial do FSS afirmou que o caso é tratado com seriedade extrema, prometendo ações legais contra práticas que prejudiquem a ordem de mercado. Essa investigação oficial eleva o incidente de um mero erro operacional para um risco regulatório sistêmico na maior exchange da Coreia do Sul.

O risco aqui é claro: falhas como essa podem sinalizar problemas mais profundos de governança, semelhantes a casos históricos como o colapso da FTX, onde controles inadequados levaram à insolvência total.

Preocupações com paper Bitcoin e Risco Sistêmico

O episódio reacende debates sobre paper Bitcoin, BTC que existe apenas nos ledgers internos das exchanges, sem lastro na blockchain. Analistas da CryptoQuant destacam que tais ativos virtuais podem inflar artificialmente a liquidez percebida, criando bolhas de confiança que estouram em momentos de estresse.

Em um mercado já volátil — com o Bitcoin caindo 43% desde outubro de 2025 —, um evento como esse pode desencadear uma corrida bancária generalizada. Usuários podem iniciar saques em massa, expondo reservas insuficientes e propagando pânico para outras plataformas.

Atenção para o impacto: se a Bithumb, uma das maiores exchanges asiáticas, demonstrar fragilidades, isso afeta a confiança global em CEXs, incentivando migração para custódia própria ou protocolos DeFi.

O Que Investidores Devem Observar

Para quem mantém posições na Bithumb ou similares, é essencial monitorar atualizações da investigação do FSS e relatórios de reservas auditados. Pergunte-se: minhas exchanges têm provas de reservas verificáveis on-chain? Existem mecanismos de multi-assinatura para evitar single points of failure?

A lição principal é evitar custódia prolongada em exchanges com histórico de falhas sistêmicas. Considere transferir ativos para carteiras não custodiais, reduzindo exposição a riscos operacionais e regulatórios. A proteção do capital deve vir antes de qualquer conveniência.

Vale observar os próximos passos da Bithumb: transparência total será crucial para restaurar credibilidade, mas o dano à confiança pode ser duradouro.


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Linhas geométricas vermelhas descendentes convergindo para linha dourada 50K com eco de 2022, representando Mayer Multiple bearish do Bitcoin

Mayer Multiple: Bitcoin Repete 2022 e Mira Fundo em US$ 50K

O Mayer Multiple do Bitcoin atingiu 0.65, nível visto nos piores momentos do mercado baixista de 2022, segundo dados da Glassnode. Esse indicador, que compara o preço atual à média móvel de 200 dias, sinaliza condições de sobrevenda abaixo de 0.8. Analistas debatem se o suporte em US$ 50 mil representa o fundo ou se quedas adicionais até US$ 40 mil são possíveis, em meio a um ciclo baixista que pode estar na metade, conforme a Kaiko.


Situação Atual do Mayer Multiple

Os dados mostram que o Mayer Multiple do Bitcoin caiu para 0.65 na segunda-feira, posicionando o ativo 40% abaixo de sua média móvel de 200 dias. Esse patamar é reservado para correções profundas de mercado baixista, conforme análise da Glassnode. Historicamente, leituras abaixo da banda verde de 0.8 indicam oportunidades de acumulação de longo prazo, mas não garantem fundos imediatos de preço.

No ciclo atual, o Bitcoin registra uma queda de 45% desde o pico de US$ 126 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 356.760 (variação de -2,67% em 24h) reflete pressão vendedora contínua, com volume de 302 BTC negociados nas exchanges brasileiras.

Analistas como On-Chain College destacam que esses níveis marcam os “dias mais sombrios” dos mercados baixistas, mas o indicador pode permanecer baixo por meses antes de uma reversão.

Comparação com o Ciclo de 2022

Em maio de 2022, o Mayer Multiple bottomou em torno de 0.47, mas o preço do Bitcoin continuou caindo 58% adicionais nos quatro meses seguintes, atingindo US$ 15.500. Essa dinâmica sugere que o atual 0.65 não necessariamente marca o fim da correção. O repetição do padrão de 2022 coloca em xeque suportes como a média móvel de 200 semanas, atualmente em US$ 58 mil.

Outros indicadores corroboram: o RSI semanal em 37 pode cair mais 40-55%, apontando para US$ 52 mil ou até a zona de US$ 40 mil em cenários extremos. Charles Edwards, da Capriole Investments, classifica níveis como esse como um dos melhores sinais históricos de compra, mas sem garantia de timing preciso.

Visão da Kaiko: Meio do Mercado Baixista?

A Kaiko Research indica que a queda para US$ 60 mil pode representar o ponto intermediário do mercado baixista atual, alinhado ao ciclo de quatro anos pós-halving de 2024. O retracement de 52% desde o ATH é considerado raso comparado a ciclos anteriores, onde quedas de 60-68% levaram a fundos em US$ 40-50 mil.

Métricas on-chain reforçam: volume spot agregado caiu 30% para US$ 700 bilhões em novembro, enquanto open interest de futuros BTC/ETH reduziu 14%. Esses sinais de desalavancagem sugerem transição para fase de acumulação, mas volatilidade persiste sem catalisadores específicos.

Níveis Técnicos a Monitorar

Os dados sugerem confluência em torno dos US$ 50 mil: alinhamento com RSI histórico, Mayer Multiple em sobrevenda e projeções de retracement da Kaiko. A média de 200 semanas em US$ 58 mil atua como suporte primário, com risco de teste em cenários de 30% adicional de downside. Investidores devem observar volume, RSI e o Mayer Multiple Z-Score para sinais de estabilização.

Embora alguns vejam US$ 60 mil como fundo local, o framework histórico aponta para maior profundidade no ciclo baixista.


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Executivos cartoon empilhando ouro de ETFs versus traders varejistas caindo em liquidações vermelhas, paradoxo institucional no mercado Bitcoin

Paradoxo Bitcoin: ETFs Acumulam US$ 616 Milhões em Meio a Liquidações

Os dados mostram um paradoxo no mercado de Bitcoin: enquanto os ETFs spot acumulam US$ 616 milhões em entradas consecutivas pela primeira vez em um mês, conforme o DiarioBitcoin, traders varejistas enfrentam liquidações de US$ 250 milhões em 24 horas próximos a US$ 70.000, segundo o Cointelegraph. Essa divergência entre institucionais e varejo ocorre em meio a queda do BTC para mínimos de 15 meses em torno de US$ 68.500.


Fluxos Recordes nos ETFs de Bitcoin

Os 12 ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram entradas netas consecutivas pela primeira vez desde 15 de janeiro. Na sexta-feira, o fluxo foi de US$ 471 milhões, seguido por US$ 145 milhões na segunda-feira, totalizando US$ 616 milhões em dois dias. O mini BTC da Grayscale liderou com US$ 130,5 milhões, enquanto BlackRock registrou saída modesta de US$ 20,8 milhões.

Apesar disso, os ETFs acumulam saídas mensais acima de US$ 6 bilhões desde novembro, com AUM total em 1,29 milhão de BTC, queda de apenas 7% desde outubro. Essa resiliência institucional contrasta com o preço spot, que corrigiu 50% do pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, atingindo US$ 60.000 na semana passada, conforme análise do CriptoNoticias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.860 (-2,59% em 24h), reflete pressão no mercado brasileiro alinhada à volatilidade global.

Liquidações Massivas no Varejo

Em 24 horas, o mercado cripto viu US$ 250 milhões em liquidações, com BTC rangebound entre US$ 68.500 e US$ 72.000. O movimento subiu para US$ 71.000, liquidando US$ 130 milhões em shorts, seguido de queda para US$ 68.000, eliminando US$ 150 milhões em longs. Baleias continuaram vendendo, conforme ferramentas como FireCharts binned CVD.

Análise indica falta de demanda fresca para absorver influxos de exchanges, com momentum de demanda negativo. Isso sinaliza enfraquecimento na capacidade de absorção de oferta distribuída, similar a ciclos passados de consolidação ou correção.

Divergência Institucional vs. Preço Spot

A desconexão é clara: enquanto o preço spot cai 40% do ATH, AUM dos ETFs recua apenas 7%. ETFs compram BTC spot diretamente para respaldar ações, reduzindo oferta disponível e potencialmente preparando absorção de vendas varejistas. ETH ETFs, por contraste, viram saídas de US$ 3,3 bilhões desde outubro.

Níveis técnicos a observar incluem suporte em US$ 68.500 e liquidez concentrada em US$ 66.000-68.000, maior que acima de US$ 72.000-74.000. Bears buscam controle, mas influxos institucionais podem estabilizar.

Implicações para o Mercado

Os dados sugerem que instituições absorvem oferta varejista, potencialmente pavimentando reversão se fluxos persistirem. Correlacionado à recuperação recente de US$ 60.000 para US$ 72.000, o rompimento do range negativo nos ETFs indica mudança no sentimento institucional. Traders devem monitorar sustentabilidade desses fluxos e reteste de suportes locais.


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Empresário cartoon inabalável segurando âncora Bitcoin e estendendo pergaminho a figuras árabes em deserto tempestuoso, simbolizando compromisso eterno de Saylor

Saylor Inabalável: Compraremos Bitcoin Mesmo com Queda de 90%

Michael Saylor, chairman da Strategy, reafirmou em entrevista à CNBC sua convicção inabalável no Bitcoin, declarando que a empresa continuará comprando o ativo a cada trimestre para sempre, independentemente de quedas de preço, mesmo que chegue a 90%. Apesar de prejuízos bilionários no Q4 e BTC em torno de US$ 69 mil, Saylor enfatiza que preocupações com vendas são infundadas. O mercado está construindo bases sólidas para adoção institucional de longo prazo.


Holdings Robustos e Compromisso Eterno

A Strategy acumula 714.644 BTC, comprados por cerca de US$ 54,35 bilhões, com custo médio de US$ 76.056 — acima do preço atual de aproximadamente US$ 69.000. Na semana passada, adicionaram 1.142 BTC por US$ 90 milhões, a um preço médio de US$ 78.815. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 356.859 no Brasil reflete variação de -2,32% nas últimas 24h, mas Saylor vê volatilidade como feature, não bug.

No Q4, a empresa reportou perda operacional de US$ 17,4 bilhões e líquida de US$ 12,6 bilhões, devido à marcação a mercado do BTC. Ainda assim, Saylor destaca balanço sem risco de crédito, com caixa para 2,5 anos de dividendos e alavancagem baixa. “Vamos comprar Bitcoin todo trimestre para sempre”, afirmou, contextualizando o ativo como capital digital superior a ouro ou ações nos próximos 4-8 anos.

Confirmação Contra Especulações de Quedas Extremas

Saylor encerrou dúvidas sobre a estratégia de compras trimestrais, mesmo em cenários de colapso de 90% no preço do BTC. Essa convicção de alta fundamentada ignora ruído de curto prazo, focando em ciclos históricos e fluxos institucionais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança em tesourarias corporativas, similar aos ETFs que atraem bilhões globalmente.

A narrativa de adoção ganha força: baleias como Strategy compram na baixa, fortalecendo fundamentos enquanto varejo hesita. Volatilidade de 2-4x maiores que ativos tradicionais é o preço pela performance superior esperada nesta década.

Proposta Revolucionária aos Fundos Árabes

Em pitch ao Oriente Médio, Saylor propõe a estratégia ‘1,4% para sempre’: vender instrumentos de crédito equivalentes a 1,4% dos ativos para financiar dividendos em BTC e crescer holdings indefinidamente. Apresentado a fundos soberanos em Abu Dhabi, o modelo usa BTC como ouro digital, gerando yields 2-4x maiores que renda fixa tradicional.

Isso pode catalisar trilhões em capital árabe para Bitcoin, acelerando adoção global. Em um mercado sensível a macro, com BTC em US$ 69 mil e altcoins em drawdown, Saylor posiciona corporações como acumuladores perpétuos.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para o investidor local, as ações de Saylor reforçam que volatilidade é temporária. Com halvings passados provando resiliência e ETFs fluindo bilhões, o ecossistema se fortalece. Monitore fluxos institucionais: eles ditam tendências de longo prazo, não picos diários. A Strategy exemplifica como empresas podem transformar risco em oportunidade estratégica.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Mineradores cartoon saindo de fortaleza de mineração rachada com placa 14% caindo, representando crise e queda de dificuldade na rede Bitcoin

Crise na Mineração: Dificuldade do Bitcoin Cai 14% e Mineradoras Vendem BTC

A dificuldade da rede Bitcoin caiu 14,1% entre 22 de janeiro e 6 de fevereiro, com ajustes consecutivos de 3,3% e 11,2%, sinalizando que mineradoras menos eficientes estão desligando equipamentos. No mesmo período, a mineradora Cango vendeu 4.451 BTC por US$ 305 milhões, enquanto a Canaan reportou prejuízo de US$ 85 milhões no Q4 2025, apesar de receita recorde de US$ 196 milhões. Esses movimentos revelam estresse crescente no setor, em um contexto de queda de 25% no preço do BTC para US$ 60 mil. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 356.244 (-2,11% em 24h), pressionado por esses sinais clássicos de mercado de baixa.


Queda na Dificuldade Revela Mineradoras Desligando Máquinas

A história mostra que quedas consecutivas na dificuldade da rede precedem correções prolongadas no preço do Bitcoin, como visto em 2018 e 2022. Os ajustes recentes refletem redução de hashrate, com mineradoras priorizando liquidez em meio a margens apertadas. O Puell Multiple, que compara receita diária de mineradores à média anual, caiu para 0,77 em média nos últimos 30 dias, abaixo de 0,86 em meados de janeiro, e chegou a picos de estresse em 0,61.

Esse indicador histórico alerta para capacidade saindo do mercado. Apesar do preço do BTC ter se recuperado para cerca de US$ 69 mil, a perda de 29% no ano e 24% no mês mantém a pressão. Mineradores enviam fluxos estáveis para exchanges — média de 82 BTC/dia —, evitando pânico generalizado, mas o risco de vendas seletivas persiste.

Vendas e Prejuízos: Cango e Canaan Sob Pressão

A Cango, listada em bolsa, confirmou a venda de 4.451 BTC para fortalecer o balanço, o que derrubou suas ações em 8% no dia seguinte. Não se trata de liquidação forçada em massa, mas um movimento pontual que o mercado está ignorando. Já a Canaan, apesar de embarques recordes de 14,6 EH/s e receita de mineração de US$ 30,4 milhões (300 BTC a US$ 101 mil), registrou prejuízo líquido de US$ 85 milhões devido a perdas de valor justo em suas holdings de cripto.

Suas reservas cresceram para 1.778 BTC em janeiro, mas a volatilidade macro — com dólar a R$ 5,19 — amplifica o ruído nos resultados. A orientação para Q1 é de US$ 60-70 milhões em receita, navegando um mercado deprimido.

Implicações para o Mercado: Pressão Baixista à Vista?

O setor de mineração está queimando caixa para sobreviver, e isso pode pressionar o preço do Bitcoin para baixo se o hashrate continuar caindo. Ciclos passados ensinam que mineradores estressados vendem reservas, ampliando quedas. Cuidado com a narrativa de recuperação rápida: sem reversão nos ajustes de dificuldade e Puell acima de 0,85, o risco de nova mínima abaixo de US$ 60 mil cresce.

Investidores devem monitorar inflows de mineradores e macro, como liquidez global, para evitar surpresas. O equilíbrio entre sobrevivência e expansão define o próximo ato desse bear.


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