Âncora dourada com 89K resistindo a assaltos de figura política cartoon e hacker phishing em tempestade digital, simbolizando resiliência do Bitcoin em caos geopolítico

Tarifas de Trump e BTC Perdido na Coreia Agitam Mercado Cripto

Entre as ameaças de tarifas de 100% de Trump contra o Canadá por acordos com a China e o desaparecimento de US$ 47,7 milhões em Bitcoin da custódia de promotores sul-coreanos, o mercado cripto enfrenta caos geopolítico e institucional. Apesar da aversão ao risco global, o Bitcoin segura os US$ 89 mil, questionando sua resiliência em meio a falhas estatais e tensões comerciais.


Tensões Comerciais EUA-Canadá-China

O presidente Donald Trump alertou que aplicará tarifas de 100% sobre os US$ 450 bilhões anuais em exportações canadenses para os EUA se o Canadá prosseguir com acordos comerciais com a China. A preocupação é que Pequim use o Canadá como “porta de entrada” para contornar barreiras tarifárias americanas, como relatado em cobertura recente. O Canadá, que envia 75-76% de suas exportações aos EUA — representando dois terços de seu PIB —, fica em posição vulnerável.

Anteriormente, tarifas de 25% no aço canadense causaram queda de 41% nas exportações. Um novo choque poderia elevar custos em setores como automotivo e energia, fomentando aversão ao risco global e impactando ativos como o Bitcoin, sensível a instabilidades macroeconômicas.

Falha de Custódia na Coreia do Sul

Em incidente chocante, cerca de 70 bilhões de won (US$ 47,7 milhões) em Bitcoin confiscado sumiu da custódia do Escritório de Promotores de Gwangju durante inspeção rotineira. Um funcionário acessou supostamente um site falso ao verificar senhas em USB, expondo credenciais via phishing, conforme detalhes divulgados.

Autoridades investigam, mas o caso destaca a fragilidade da custódia institucional de criptoativos, mesmo por órgãos estatais. Phishing persiste como ameaça global, afetando desde indivíduos até governos, reforçando a necessidade de protocolos rigorosos em wallets e autenticação multifator.

Resiliência do Bitcoin em Meio ao Caos

Apesar dos eventos, o Bitcoin mantém-se acima de US$ 89 mil, com variação mínima de -1,38% nas últimas 24 horas, segundo análises de mercado. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 468.827,84 registra queda de -1,28% em 24h, com volume de 100,24 BTC.

O dólar avança para R$ 5,29, refletindo incertezas. Mercados cripto mostram liquidez estável, com traders vendo as ameaças como ruído político, priorizando fluxos institucionais e ETFs.

Implicações Geopolíticas para Cripto

Esses episódios ilustram riscos duplos: geopolíticos, com Trump remodelando comércio global e elevando volatilidade; e institucionais, provando que nem Estados escapam de vulnerabilidades cibernéticas. Para investidores brasileiros, monitorar impactos em commodities e fluxos de capital é essencial, pois aversão ao risco pode pressionar o BTC abaixo de suportes chave.

A adoção corporativa e ETFs prossegue, mas custódia segura torna-se imperativa. Vale acompanhar negociações EUA-Canadá e investigações sul-coreanas para sinais de estabilização.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon BlackRock girando alavanca de juros baixos no Fed, liberando fluxo dourado para Bitcoin animado, otimismo com possível nova liderança

Rick Rieder da BlackRock Lidera Odds para Presidência do Fed

Pode um executivo da BlackRock comandar o Federal Reserve? Rick Rieder, CIO de renda fixa da gigante de ativos, lidera as apostas para suceder Jerome Powell com 57,5% de probabilidade no Polymarket após elogios diretos de Donald Trump, que o chamou de “very impressive” em Davos. A reunião recente com o presidente disparou as odds de 3% para 50-57%, sinalizando uma decisão iminente antes de maio. Isso pode alterar a política monetária americana, impactando fluxos globais para criptomoedas como o Bitcoin.


Ascensão Rápida nas Previsões de Mercado

As odds de Rieder no prediction market Polymarket saltaram verticalmente após o encontro com Trump na semana passada. De acordo com traders, o movimento reflete uma preferência presidencial por experiência prática de Wall Street em vez de perfis acadêmicos tradicionais. Kevin Warsh, ex-governador do Fed, caiu para 29%, enquanto Kevin Hassett despencou de 85% para 6%, possivelmente direcionado ao Conselho Econômico Nacional.

Trump indicou em entrevista à CNBC que a lista de candidatos encolheu para “talvez um”, com anúncio possível na próxima semana, alinhado à reunião do FOMC em 27-28 de janeiro. Essa dinâmica geopolítica acelera a transição, com Powell sob escrutínio de investigação do DOJ.

Background de Rieder e BlackRock no Fed

Rick Rieder gerencia cerca de US$ 2,4-3 trilhões em ativos na BlackRock, com expertise em curvas de juros, spreads de crédito e liquidez — essenciais para política monetária. Diferente de Powell, ele participou de comitês consultivos do Tesouro e Fed, mas carece de experiência política direta em Washington ou Capitol Hill.

A nomeação representaria um takeover da BlackRock, gestora pioneira em ETFs de Bitcoin, alinhando o Fed a visões mais pragmáticas de mercado. Rieder já descreveu o Bitcoin como “interessante e durável” em 2021, sinalizando abertura a ativos digitais em portfólios institucionais.

Política de Juros: Viés de Alta para Ativos de Risco

A proximidade de Rieder com Trump pode pavimentar juros mais dovish. Enquanto Powell adota higher-for-longer com taxa federal em 3,5-3,75%, Rieder defende uma taxa neutra próxima de 3%, acelerando cortes e injetando liquidez. Essa mudança beneficiaria ativos de risco globalmente, incluindo criptomoedas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.684 (-1,31% em 24h), sensível a expectativas de Fed. Juros menores impulsionam fluxos de capital para Bitcoin, especialmente com Trump pró-cripto e BlackRock expandindo em RWAs e tokenização.

Implicações Globais para Criptomoedas

Uma presidência de Rieder no Fed seria positivo para Bitcoin a longo prazo: política expansionista atrai investidores institucionais, enquanto a influência BlackRock acelera adoção. Países emergentes, como o Brasil, sentem o impacto via dólar (R$ 5,29) e carry trade reverso. Mercados precificam um cenário de maior liquidez, com BTC/USD em torno de US$ 88.400.

Investidores devem monitorar o FOMC e anúncio de Trump, pois a interseção de geopolítica americana e cripto redefine fluxos globais de capital.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias colossais digitais absorvendo energia dourada com cristal 104K em oceano volátil cyan-vermelho, simbolizando acumulação de Bitcoin por whales

Baleias Acumulam 104 Mil BTC em US$ 10 Bilhões Apesar da Volatilidade

Grandes detentores de Bitcoin, com carteiras acima de 1.000 BTC, acumularam 104.340 unidades recentemente, equivalente a cerca de US$ 10 bilhões, segundo dados da Santiment. Esse movimento de +1,5% nos holdings ocorre em meio à consolidação do preço, com transações acima de US$ 1 milhão atingindo picos de dois meses. As ‘mãos fortes’ compram na baixa enquanto o varejo hesita, sinalizando potencial para maior volatilidade à frente.


Acumulação Estratégica das Baleias

Os dados on-chain revelam que carteiras com pelo menos 1.000 BTC executaram uma acumulação coordenada, conforme reportado pela Santiment. Essa adição de 104.340 BTC representa um aumento de 1,5% no total controlado por esses grandes players, reduzindo a oferta disponível em exchanges.

Historicamente, tais acumulações durante fases de consolidação precedem rompimentos de volatilidade. Transações diárias acima de US$ 1 milhão voltaram a níveis elevados, os maiores em dois meses, indicando reposicionamento ativo. Isso sugere confiança em valorizações futuras, independentemente de narrativas como rotação de capital do ouro para Bitcoin, que análises mostram sem correlação clara.

O Bitcoin opera de forma independente de ativos tradicionais, com médias móveis de 180 dias confirmando ausência de migração sistemática de fundos. Assim, o foco permanece em catalisadores cripto-específicos, como adoção institucional.

Alavancagem 20x e Seus Riscos

Um exemplo concreto de agressividade é um trader com alavancagem de 20x em posições long de BTC, totalizando mais de US$ 63 milhões em exposição. O endereço 0x50b3 acumulou 379,62 BTC a um preço médio de US$ 89.318, com flutuações gerando perdas flutuantes de US$ 209 mil.

Essa estratégia também inclui posições vendidas de 25x em ETH (9.999 unidades, ~US$ 2,936 milhões), configurando um hedge relativo. No entanto, alavancagem extrema amplifica a volatilidade: uma oscilação de 5% contra a posição pode levar à liquidação forçada, injetando pressão vendedora no mercado.

Os dados sugerem que tais operações de alto risco contribuem para swings ampliados, especialmente em consolidações onde suportes como US$ 85.000 e resistências em US$ 95.000 são testados.

Implicações para Suporte e Resistência

Com a oferta se contraindo nas exchanges devido à acumulação, o Bitcoin consolida entre suporte em US$ 85.000 e resistência em US$ 95.000. A entrada de baleias reforça o suporte inferior, potencializando um rompimento altista se o volume confirmar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.723,63 (-1,31% em 24h, volume de 98,3 BTC). Essa dinâmica indica que mãos fortes posicionam para capturar a alta, mas liquidações alavancadas podem testar suportes.

Vale monitorar se o acúmulo sustenta acima de US$ 90.000, sinalizando força para novas máximas.

Perspectiva de Mercado

A combinação de acumulação on-chain e posições alavancadas aponta para um mercado em transição. Enquanto baleias constroem posições, a volatilidade pode aumentar com liquidações ou catalisadores positivos. Investidores devem observar níveis técnicos chave para entradas acionáveis.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon Pai Rico carregando baú de Bitcoin e prata para longe de montanha de dívida EUA em chamas, ilustrando all-in de Kiyosaki

Pai Rico All-In: Kiyosaki Compra BTC e Prata Contra Dívida EUA

O autor de ‘Pai Rico, Pai Pobre’, Robert Kiyosaki, anunciou que continua comprando mais Bitcoin e prata apesar da volatilidade recente, prevendo que a prata atingirá US$ 200 por onça em 2026. Ele atribui essa convicção ao crescimento explosivo da dívida nacional dos EUA e à erosão do poder de compra do dólar, posicionando esses ativos como defesas contra o colapso fiat. Kiyosaki critica líderes monetários e adota uma estratégia de longo prazo focada em escassez real.


Estratégia de Kiyosaki Contra o Colapso do Dólar

Robert Kiyosaki não se deixa abalar pelas oscilações de curto prazo em ouro, prata, Bitcoin ou Ethereum. Sua lógica é simples e poderosa: a dívida dos EUA continua subindo sem freios, enquanto o dólar perde valor dia após dia. "Não me importo com os preços… porque sei que a dívida nacional dos EUA continua crescendo e o poder de compra do dólar continua caindo", declarou ele em postagens recentes no X.

Ele vai além, questionando a competência de PhDs no Federal Reserve e no Tesouro americano, comparando-os ao seu "pai pobre". A solução? "Eu só continuo comprando mais ouro, prata, Bitcoin e Ethereum e fico mais rico". Essa abordagem de alta reforça a tese de que ativos com suprimento limitado são o novo padrão em um mundo de impressão monetária desenfreada. Para Kiyosaki, a volatilidade é irrelevante diante de tendências macroeconômicas inevitáveis.

Prata: O Metal Estrutural da Era Tecnológica

Kiyosaki destaca a prata como superior por seu duplo papel: dinheiro ancestral e metal essencial na tecnologia moderna. "Ouro e prata são dinheiro há milhares de anos", afirma, mas a prata ganha destaque na "era da tecnologia", atuando como metal estrutural, similar ao ferro na Revolução Industrial. Com a prata negociada próxima a US$ 103 por onça atualmente (alta de mais de 6% no dia), sua previsão de US$ 200 em 2026 parece cada vez mais plausível.

No Brasil, isso equivale a cerca de R$ 546 por onça (XAG-BRL), com o dólar em R$ 5,29. Investidores locais podem se beneficiar dessa alta projetada, especialmente com a demanda industrial por prata em painéis solares, eletrônicos e baterias crescendo exponencialmente. Kiyosaki já celebrou a prata acima de US$ 100, sinalizando o início de uma valorização massiva.

Bitcoin Entra na Jogada como Ativo Escasso

Paralelamente à prata, Kiyosaki acumula Bitcoin, que ele vê como o ouro digital. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 468.727 (-1,3% em 24h, volume de 98 BTC). Essa correção recente? Apenas ruído para o investidor de longo prazo como Kiyosaki, que aposta na escassez de 21 milhões de unidades contra a inflação fiat ilimitada.

O ‘Pai Rico’ está abandonando métodos antigos por esse novo paradigma: Bitcoin e prata como hedges contra a dívida global. Para brasileiros, com o real também pressionado, alocar em BTC via exchanges confiáveis pode replicar essa estratégia vencedora, protegendo patrimônio em tempos de incerteza monetária.

Lições para Investidores: Escolha o Lado Vencedor

A mensagem de Kiyosaki é clara e motivadora: em um mundo onde governos imprimem dinheiro sem limites, ativos reais com suprimento finito vencem. Sua posição ‘all-in’ em Bitcoin, prata, ouro e ETH inspira confiança fundamentada. Vale monitorar a dívida dos EUA, que ultrapassa US$ 35 trilhões, e as implicações para o dólar global.

Investidores devem considerar diversificação em hard assets, mas sempre com pesquisa própria. O otimismo de Kiyosaki reforça que, ignorando o barulho, a tendência de alta é inexorável para esses ativos escassos.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Coluna hexagonal digital com '89K' rachada e fluxo vermelho escorrendo, simbolizando saídas de US$ 1,72 bi em ETFs e quebra de suporte do BTC

ETFs Sangram US$ 1,72 Bi: BTC Quebra US$ 89k e ETH em Risco

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 1,72 bilhão em cinco dias, ampliando o pânico no mercado cripto. O BTC quebrou o suporte de US$ 89 mil, enquanto ETH luta abaixo de US$ 3 mil com baleias reduzindo posições. O Fear & Greed está em "medo extremo". Onde está o próximo suporte? Altcoins entram em modo fuga, sinalizando risco de correções mais profundas.


Saídas Bilionárias nos ETFs de Bitcoin

Os fundos de Bitcoin acumularam US$ 1,72 bilhão em retiradas desde a semana passada, conforme dados da Farside. Isso inclui US$ 103,5 milhões só na sexta-feira, estendendo a sequência negativa. O movimento reflete o cenário de crise no mercado cripto, com BTC negociado em torno de US$ 88.500 nesta manhã de domingo. Inflação no Japão e divergências nas políticas monetárias globais pressionam ativos de risco, forçando instituições a realocarem para opções mais seguras.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 468.756 com variação de -1,3% em 24h, reforçando a tendência de baixa no mercado brasileiro. Investidores institucionais sinalizam cautela, mas varejo ainda pode amplificar a volatilidade.

Baleias ETH Vendem e Preço Perde Suporte Crucial

As holdings de baleias de Ethereum caíram de 31 milhões para 29 milhões de ETH desde o início de 2026, redistribuindo 1,63 milhão de tokens. ETFs de ETH viram US$ 600 milhões em outflows na última semana, o pior desde agosto. ETH rejeita a média móvel de 200 dias em US$ 3.300, abrindo risco de correção de ~20%, como nas quedas anteriores de -27% e -21%.

O preço precisa reconquistar US$ 3.085 para qualquer viés de alta. Sem isso, suportes em US$ 2.600 podem ser testados, agravando perdas para holders apalancados.

Altcoins em Fuga e Sentimento de Medo Extremo

Dados de funding rates em CEX e DEX mostram viés de baixa forte em altcoins, com taxas negativas massivas, enquanto BTC e ETH mantêm neutralidade relativa. O Crypto Fear & Greed em 25 pontos confirma zona de "medo extremo" desde quarta. Varejo foge para ativos tradicionais, mas sinais on-chain como distribuição de suprimentos sugerem possível fundo se formando.

Analistas alertam para volatilidade ampliada, com BTC podendo testar US$ 85k se outflows persistirem. O mercado entra em fase de incerteza, onde paciência é chave.

Gestão de Capital: Como se Proteger Agora

Em momentos de sangria nos ETFs e quebra de suportes, priorize gestão de risco. Reduza alavancagem, diversifique para stablecoins e monitore níveis chave: BTC em US$ 85k-89k, ETH em US$ 2.600-3.085. Evite FOMO em rebounds prematuros; use stops para limitar perdas a 5-10% por posição. Ferramentas como Fear & Greed ajudam a gaugear o humor do mercado.

Vale posicionar em liquidez alta e aguardar confirmações de reversão, como inflows em ETFs ou RSI oversold. Proteja seu capital antes de buscar oportunidades.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo de energia cyan envolvendo símbolos BTC e ETH repelindo partículas quânticas, representando upgrades de segurança contra ameaças futuras

Segurança Total: Ethereum e Bitcoin se Preparam para o Futuro

O seu Bitcoin e Ethereum estão seguros contra supercomputadores do futuro? Sim, graças aos desenvolvedores que estão um passo à frente. A Ethereum Foundation formou um time dedicado à segurança pós-quântica, enquanto mais de 2% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110 para combater spam na rede. Essas medidas trazem tranquilidade aos investidores brasileiros.


O Que é a Ameaça Quântica?

Imagine computadores superpoderosos, chamados quânticos, capazes de resolver problemas impossíveis para máquinas comuns. Esses “supercomputadores” podem, no futuro, quebrar as chaves de segurança que protegem suas criptomoedas hoje, como as usadas no Bitcoin e Ethereum. É como uma fechadura forte que um ladrão comum não abre, mas um mestre em ferramentas avançadas consegue.

No entanto, não entre em pânico. A ameaça ainda está distante, mas os desenvolvedores sabem que é melhor prevenir. Desde 2019, a Ethereum estuda isso, e agora, com avanços como os chips quânticos do Google, é hora de agir. O foco é migrar para criptografias resistentes, chamadas “pós-quânticas”, que nem os quânticos conseguirão quebrar facilmente.

Para iniciantes, pense assim: é uma atualização de software no seu celular para proteger contra vírus novos. Ethereum quer um protocolo seguro por cem anos, como disse Vitalik Buterin recentemente.

Ethereum Acelera a Proteção Pós-Quântica

A Fundação Ethereum, responsável pelo desenvolvimento da rede, criou um time interno de elite para isso. Liderado por Thomas Coratger, inclui experts em LeanVM, uma base criptográfica chave para o plano. Pesquisador Justin Drake chamou isso de “ponto de inflexão”, anunciando chamadas quinzenais com desenvolvedores a partir de fevereiro.

Entre as ações, há prêmios de US$ 1 milhão para fortalecer funções como Poseidon, usada em apps Ethereum. Testes em redes de desenvolvimento (devnets) e um roadmap completo estão vindo. O objetivo? Zero perda de fundos ou paradas na rede, mesmo contra quânticos.

Isso mostra compromisso: Ethereum não espera o problema chegar. É inspirador ver a comunidade unida, com até a Coinbase formando conselhos quânticos.

Bitcoin Combate Spam com BIP-110

Enquanto Ethereum foca no quântico, Bitcoin lida com uma ameaça atual: spam. Transações com dados extras (como OP_RETURN) incham a rede, aumentando custos para rodar nós e ameaçando a descentralização. Qualquer um pode usar um PC comum para validar Bitcoin, mas spam exige hardware caro.

O BIP-110, um soft fork temporário de um ano, limita dados em transações para 34 bytes em outputs e 83 bytes em OP_RETURN. Agora, 2,38% dos nós (583 de 24.481) rodam isso, principalmente via Bitcoin Knots. É uma resposta à remoção unilateral de limites no Bitcoin Core v30, que gerou debate.

Críticos como Jimmy Song veem spam como “planta parasita” que enfraquece a rede. Outros discordam, mas o BIP-110 equilibra: mantém Bitcoin leve e acessível.

Por Que Isso Traz Tranquilidade?

Esses upgrades provam que Bitcoin e Ethereum evoluem proativamente. Ethereum prepara o futuro quântico; Bitcoin cuida da saúde diária contra spam. Para você, investidor brasileiro, significa que suas moedas estão em redes resilientes.

Vale monitorar: mais nós no BIP-110 podem ativar a mudança. Desenvolvedores estão à frente, garantindo que cripto seja seguro por gerações. Durma tranquilo!


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Banqueiros cartoon abrindo portas de cofre para portal cyan de criptomoedas com BTC luminoso, simbolizando regras simplificadas do Banco Central

Banco Central Simplifica Regras: Bancos Entram no Cripto em 90 Dias

O Banco Central simplificou as regras para bancos entrarem no mercado de criptomoedas com a Instrução Normativa 701/2026. Agora, instituições como Itaú e Nubank podem iniciar operações de custódia e negociação após apenas 90 dias de comunicação ao regulador, desde que apresentem certificação técnica. Isso promete trazer Bitcoin e stablecoins diretamente para os apps bancários, facilitando o acesso para milhões de brasileiros. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 468.578 (-1,34% em 24h).


O Que Muda com a IN 701/2026

A nova instrução normativa reduz a burocracia para bancos e corretoras autorizados. Antes, o processo para se tornar Prestador de Serviços de Ativos Virtuais (VASP) era longo e complexo. Agora, basta comunicar o Banco Central e aguardar 90 dias, comprovando segregação patrimonial — os ativos dos clientes ficam separados dos da instituição — e prova de reservas via certificação independente.

Isso alinha o Brasil a padrões internacionais, como destacado em análises globais. Para o investidor prático, significa que grandes bancos poderão oferecer custódia de Bitcoin, staking e negociação de stablecoins sem precisar migrar para exchanges especializadas. Imagine abrir o app do seu banco, converter reais em USDT e comprar BTC em minutos, com a segurança de uma instituição regulada.

A medida não impactou diretamente o preço do Bitcoin, que segue em US$ 88.530 globalmente (alta de 1,12% em 24h), mas reforça o amadurecimento do ecossistema cripto brasileiro.

Como Isso Facilita Sua Vida no Dia a Dia

Pense no cotidiano: você usa Nubank para pagar contas e quer diversificar em cripto. Com as novas regras, em breve poderá comprar Bitcoin ou USDC diretamente no app, sem transferências externas. Bancos como Itaú, Bradesco ou Santander, que já testam produtos cripto, aceleram a entrada no mercado.

Stablecoins, que representam 90% do fluxo cripto no Brasil, ganham destaque. Transações acima de US$ 10.000 exigirão câmbio licenciado, limitando P2P irrestrito, mas aumentando a proteção contra fraudes. Para o usuário comum, isso traduz em mais opções seguras: custódia em banco tradicional, relatórios fiscais integrados e suporte 24/7 via chat do app.

O dólar está a R$ 5,29 (AwesomeAPI), então R$ 1.000 compram cerca de 0,0021 BTC hoje. Essa simplicidade pode atrair os 70 milhões de correntistas de bancos digitais para o cripto.

Prazo de 90 Dias e Requisitos Práticos

O prazo é claro: após comunicação, os bancos têm 90 dias para operacionalizar. Capital mínimo varia de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões, acessível para gigantes bancários. Pequenas exchanges podem sofrer com exigências mais rígidas, concentrando o mercado nos players estabelecidos.

Riscos incluem elevação de custos para o cliente final e menor inovação, mas os ganhos em credibilidade superam. Monitore anúncios de bancos nos próximos meses — o primeiro produto cripto pode surgir antes do fim de 2026.

O Que Fazer Agora

Enquanto espera, prepare-se: atualize seu perfil fiscal no banco, estude as provas de reservas das plataformas e diversifique. Essa regulação abre portas para adoção em massa, mas lembre-se da volatilidade. Bancos entram no jogo, tornando cripto mais acessível do sofá de casa.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon em pânico saqueando ATM Bitcoin corroído enquanto pilha de ouro brilha intacta, destacando falha como porto seguro em crise trade war

Bitcoin Falha como Porto Seguro: Vendido como ATM em Crise

Em meio a tensões geopolíticas, o Bitcoin perdeu 6,6% de valor desde 18 de janeiro, após ameaças de Trump de tarifas sobre aliados NATO e Canadá. Enquanto isso, o ouro físico subiu 8,6%, atingindo picos próximos a US$ 5.000. A narrativa do BTC como ‘ouro digital’ racha: investidores o vendem como um caixa eletrônico para levantar caixa em momentos de pânico, questionando seu papel de reserva de valor verdadeira.


Desempenho Divergente: BTC vs Ouro

O Bitcoin, cotado a US$ 88.366 (R$ 468.489, segundo o Cointrader Monitor), registrou queda de 1,37% nas últimas 24 horas. No Brasil, o ouro (XAU-BRL) opera em torno de R$ 26.389, refletindo alta robusta. Dados mostram que, em estresse de mercado, a liquidez imediata do BTC o torna alvo fácil de vendas, ao contrário do ouro, que é mantido como liquidity sink.

Desde as declarações de Trump sobre Groenlândia e tarifas, holders de longo prazo moveram moedas para exchanges, criando um seller overhang. Bancos centrais, por outro lado, acumulam ouro em recordes, reforçando sua demanda estrutural. Isso evidencia: em crises curtas, ouro protege; BTC sofre com preferência por liquidez.

Tensões Comerciais como Gatilho

A ameaça de Trump de tarifa de 100% sobre bens canadenses, motivada por acordo Canadá-China em veículos elétricos, reacendeu medos de guerra comercial. BTC caiu para US$ 88.700, ETH para US$ 2.930, com altcoins como Solana e Dogecoin recuando mais de 1%.

O comércio bilateral EUA-Canadá é bilionário, e retaliações podem elevar volatilidade global. Histórico mostra que, em risk-off, BTC correlaciona com ações de risco, não com ativos safe-haven. Ouro, com menor acessibilidade, resiste melhor a pânicos episódicos como tarifas ou choques políticos.

Por Que BTC Não é ‘Ouro Digital’ Ainda?

Analistas como Greg Cipolaro (NYDIG) apontam: BTC é volátil e vendido para desmontar alavancagem ou reduzir VaR. Sua negociação 24/7 e liquidez profunda o transformam em ‘ATM’ corporativo e institucional. Ouro, menos líquido, é hedge para perda imediata de confiança, guerras ou debasement fiat rápido.

Bitcoin brilha em crises monetárias de longo prazo, como dívida soberana ou erosão de confiança lenta. Mas em turbulências semanais, como essas tarifas, mercados veem risco ‘perigoso, mas não fundamental’. Resultado: dólar e ouro ganham; BTC sangra.

FOMC e Earnings: Próximos Testes

Aguardam-se decisão do FOMC (quarta-feira), com 98% de chance de juros inalterados em 3,50%-3,75%. Sinais de cortes futuros podem impulsionar risco, mas mudanças na presidência do Fed adicionam incerteza. Earnings de Apple, Microsoft e Meta, grandes em IA, influenciarão apetite por risco.

Investidores céticos monitoram: se BTC falhar novamente, a ilusão de porto seguro desmorona de vez. Vale questionar promessas dos bulls antes de alocar pesado.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Mineradores cartoon emergindo de túnel escuro com picos BTC luminosos para luz dourada, sinalizando recuperação e alta no preço do Bitcoin

Mineradores de Bitcoin Recuperam: Sinal de Alta no Preço?

O Miner Financial Health Index indica que os mineradores de Bitcoin estão saindo da fase de capitulação, com o índice em tendência de alta rumo a níveis neutros. Esse movimento, destacado por analistas, historicamente precede valorizações no preço do BTC, que oscila em torno de US$ 89.800. Enquanto o mercado global mostra volatilidade, as ações de mineradoras listadas na Nasdaq lideram a recuperação, sugerindo um pulso ainda pulsante no setor.


Saúde Financeira dos Mineradores Melhora

O Miner Financial Health Index, calculado como média móvel de 7 dias (7D-SMA), mede o equilíbrio entre receitas e pressão de vendas dos mineradores. Em períodos de capitulação, quando as vendas superam as receitas, o índice fica negativo. Agora, conforme análise de Axel Adler Jr., o indicador reverte para positivo, sinalizando o fim da venda forçada de equipamentos e BTC para cobrir custos operacionais.

Essa recuperação ocorre após uma semana de queda no preço do Bitcoin, que testou suportes abaixo de US$ 90.000. Historicamente, o fim da capitulação marca o prelúdio de altas, pois mineradores param de distribuir BTC e começam a acumular. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 468.756 (-1,32% em 24h) reflete essa estabilização no mercado brasileiro.

Os dados sugerem que os mineradores sobreviveram à pressão recente, posicionando-se para lucros em uma eventual alta.

Ações de Mineradoras Lideram na Nasdaq

Em meio a um mercado de ações misto, com o Nasdaq em alta e o Dow Jones em queda, as mineradoras de Bitcoin se destacam. A performance superior das ações reflete otimismo setorial, contrastando com fragilidades globais. Empresas como Marathon Digital e Riot Platforms registram ganhos expressivos, impulsionadas pela expectativa de halving e adoção institucional.

Essa divergência reforça a correlação positiva entre ações de mineradoras e o preço do BTC. Quando o índice de saúde melhora, investidores institucionais veem sinal de força na rede Bitcoin, atraindo capital para equities relacionadas.

Implicações para o Preço do Bitcoin

O fim da capitulação dos mineradores é um indicador clássico de reversão. Plataformas como Bitcoin Vector apontam para uma saída de ambiente de alto risco, similar ao visto em abril de 2025, antes de uma fase de alta. Para confirmação, aguarda-se um último teste de suporte em torno de US$ 89.000, seguido de momentum altista.

Investidores devem monitorar o Miner Financial Health Index e volumes na Nasdaq. Uma consolidação acima de neutro pode catalisar uma alta, especialmente com o BTC testando resistências chave. No Brasil, o volume de 24h de 101 BTC indica liquidez saudável.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar o comportamento pós-capitulação: se mineradores reduzirem vendas, a oferta diminui, favorecendo valorização. Ações na Nasdaq servem como proxy leading para o BTC. Dados objetivos apontam para recuperação setorial, mas volatilidade persiste.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Linhas geométricas abstratas sobrepostas ecoando padrões de 2021 no Bitcoin, testando barreira de suporte crucial em 88K

Bitcoin Repete Padrão de 2021 e Testa US$ 88 Mil

Déjà vu no Bitcoin? O gráfico atual espelha padrões de 2021, com o preço testando suporte em US$ 88 mil após queda semanal de 7% para abaixo de US$ 90 mil. Analistas identificam um triângulo descendente macro, com base em US$ 82 mil e resistência em US$ 92 mil. Se o suporte em US$ 88 mil não segurar, uma correção mais profunda pode ocorrer, enquanto rompimento acima de US$ 92 mil sinaliza viés de alta. Este mapa técnico é essencial para a próxima semana.


Padrões Gráficos Semelhantes a 2021

O Bitcoin está replicando a estrutura de preço observada no ciclo de 2021, conforme destacado por analistas como Rekt Capital. No gráfico semanal e mensal, forma-se um triângulo descendente macro, com a base posicionada em torno de US$ 82 mil. A linha de tendência de baixa superior atua como resistência dinâmica próxima a US$ 100 mil, mas rejeições recentes ocorreram em US$ 91-92 mil.

Essa configuração sugere consolidação antes de um movimento decisivo. Historicamente, quebras abaixo da base do triângulo aceleram quedas, enquanto rompimentos acima invalidam o padrão de baixa. O espelhamento com 2021 indica que o mercado pode estar em fase de acumulação ou distribuição, dependendo da reação nesses níveis chave.

Análise no Gráfico Diário e 4 Horas

No gráfico diário, o BTC rolou de US$ 95 mil — região alinhada à média móvel de 100 dias —, quebrando uma cunha ascendente de US$ 82 mil. Agora, opera em range entre suporte em US$ 82-84 mil e resistência em US$ 95-97 mil. Qualquer recuperação deve reconquistar a cunha para viés de alta.

Em 4 horas, breakdown de canal ascendente de US$ 84 mil levou a suporte em US$ 88-89 mil, origem da última impulsão. Um padrão de flag descendente em compressão sinaliza expansão iminente. Perda de US$ 87,3 mil abre caminho para US$ 85,6 mil, reforçado por pavios inferiores repetidos.

Indicadores e Níveis Críticos

O RSI em 4H estabiliza em 40-42, indicando momentum de baixa desacelerando, sem divergência bullish ainda. Médias móveis (50 e 100 EMA) limitam alta abaixo de US$ 90 mil, com 200 EMA em US$ 91,2 mil. On-chain, o aSOPR ajustado cai para neutro (1.00), sugerindo realização de lucros em breakeven e possível fase corretiva tardia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.763, com variação de -1,31% em 24h. Para próxima semana: monitorar US$ 88 mil (suporte pivotal), US$ 92 mil (resistência) e US$ 82 mil (base macro).

Mapa Técnico para Traders

Acima de US$ 92 mil, alvo em US$ 94,5-97 mil, invalidando o viés de baixa. Abaixo de US$ 88 mil, risco elevado para US$ 82 mil. A compressão atual favorece volatilidade; posições compradas requerem confirmação acima das EMAs, enquanto posições vendidas abaixo de US$ 87,3 mil. Dados objetivos apontam equilíbrio precário, com histórico de 2021 como guia.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos bancários cartoon em pânico recuando de figura BlackRock tokenizando cofre em RWA e BTC com baleias acumulando, adoção institucional acelera

Bancos Temem Cripto e BlackRock Tokeniza RWAs: Adoção Acelera Historicamente

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/01/2026 | MANHÃ

Bancos temem cripto e BlackRock tokeniza RWAs: a adoção institucional acelera em um ritmo sem precedentes no início de 2026. O período é marcado por uma mudança de paradigma, onde instituições financeiras globais deixaram de observar o setor para encará-lo como uma ameaça existencial e prioridade estratégica número um. Enquanto a BlackRock articula a tokenização de ativos para lidar com a dívida dos EUA, grandes detentores de Bitcoin aproveitam o cenário para acumular volumes massivos. Apesar de riscos pontuais de segurança social nas redes, o viés de alta moderado prevalece, impulsionado pela integração definitiva entre as finanças tradicionais e a infraestrutura blockchain.


🔥 Destaque: Bancos Veem Cripto como Ameaça Existencial

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, trouxe revelações impactantes do Fórum Econômico Mundial em Davos. Segundo o executivo, líderes de um dos dez maiores bancos do mundo agora classificam as criptomoedas como uma ameaça existencial e sua prioridade estratégica de topo. Este movimento não é apenas retórico; ele reflete o avanço prático das stablecoins e da tokenização sobre os trilhos de pagamento tradicionais.

A urgência institucional é alimentada pela percepção de que a tecnologia blockchain pode desintermediar serviços bancários essenciais. Com a ascensão dos ativos do mundo real (RWA) tokenizados, o sistema bancário tradicional enfrenta o risco de obsolescência se não integrar rapidamente essa nova infraestrutura. O que antes era tratado como um experimento periférico tornou-se uma questão de sobrevivência corporativa para os gigantes de Wall Street.

Este cenário impulsiona uma corrida por parcerias estratégicas. Instituições que historicamente resistiram ao setor agora buscam soluções de staking, custódia e APIs de negociação para manter sua relevância. Para o investidor, isso representa uma validação massiva da tese cripto, potencialmente desbloqueando fluxos de capital de trilhões de dólares que antes estavam represados por barreiras institucionais e falta de clareza regulatória.

Investidores devem monitorar parcerias iminentes, pois o fluxo de talentos e capital de TradFi para o ecossistema digital tende a acelerar. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 468.353,89, servindo como o termômetro central dessa confiança institucional que começa a se consolidar no mercado brasileiro.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é de otimismo moderado, sustentado por uma clara acumulação institucional. Dados on-chain revelam que carteiras com mais de 1.000 BTC adicionaram mais de 104 mil unidades às suas posições, um investimento aproximado de US$ 10 bilhões. Este movimento coordenado de “dinheiro inteligente” sugere a formação de um piso de preço sólido, reduzindo a oferta líquida nas exchanges e preparando o terreno para possíveis choques de oferta positivos.

A convergência entre finanças tradicionais e digitais está se manifestando em frentes diversas, desde a proposta da Stellar de integrar o XLM ao sistema SWIFT até o plano de IPO da CertiK. O mercado está amadurecendo, trocando a narrativa de pura especulação pela utilidade infraestrutural. Setores como RWA e tokenização estão aquecidos, enquanto o Bitcoin consolida sua posição como ativo de reserva estratégico para grandes portfólios globais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  1. Lobby Regulatório Protetor: Bancos que se sentem ameaçados podem intensificar o lobby regulatório para criar barreiras de entrada contra empresas nativas de cripto.
  2. Segurança Social e Phishing: O recente hack na conta do cofundador da Scroll eletrificou o alerta sobre riscos de phishing em redes sociais, visando roubar ativos via mensagens diretas.
  3. Centralização da Oferta: A concentração de BTC em mãos de poucas baleias aumenta o risco de manipulação ou volatilidade extrema caso decidam realizar lucros de forma coordenada.
  4. Risco Sistêmico em RWA: A interligação profunda entre dívida soberana e infraestrutura blockchain cria novos canais de contágio financeiro entre os mercados tradicionais e cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  1. Narrativa de Tokenização RWA: A BlackRock está liderando a integração de ações tokenizadas, o que pode gerar uma demanda estrutural massiva por Ethereum (ETH) e stablecoins.
  2. Infraestrutura Bancária B2B: Empresas que fornecem tecnologia de custódia e infraestrutura para bancos estão em posição privilegiada para capturar receitas institucionais recorrentes.
  3. Validação via IPOs: O interesse da CertiK em abrir capital pode estabelecer um referencial de avaliação para o setor de segurança, atraindo capital institucional avesso a riscos diretos em ativos.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bancos Encaram Cripto como Ameaça Existencial
Brian Armstrong relata que grandes instituições financeiras mudaram o foco para integração de cripto, temendo a desintermediação causada por stablecoins e ativos tokenizados.

2. Tokenização da Dívida dos EUA pela BlackRock
A maior gestora do mundo impulsiona a tokenização de US$ 68 trilhões em ações para suportar a dívida americana, utilizando stablecoins como canal de liquidez.

3. Baleias Acumulam 104 mil BTC
Movimento de US$ 10 bilhões por grandes detentores indica forte convicção no piso de preço atual e sugere um possível aperto de oferta no curto prazo.

4. XLM como Ponte para o Sistema SWIFT
A Stellar Development Foundation propõe o uso do XLM em conformidade com o padrão ISO 20022 para modernizar pagamentos globais em colaboração com bancos.

5. CertiK Planeja IPO de US$ 2 Bilhões
A gigante da segurança Web3 explora listagem pública, o que pode validar o setor de auditoria blockchain para investidores do mercado de capitais tradicional.

6. ETHZilla Diversifica Tesouraria para RWA
A empresa vendeu parte de seu ETH para adquirir motores de avião, buscando fluxos de caixa estáveis e liderança na tokenização de ativos físicos produtivos.

7. Hack na Conta X de Cofundador da Scroll
Ataque de phishing ativo através da conta de Kenneth Shen exige cautela máxima dos usuários com mensagens diretas contendo links suspeitos.


🔍 O Que Monitorar

  1. TVL em Protocolos RWA: Acompanhar o crescimento do valor bloqueado em plataformas como Ondo Finance e BUIDL para medir a tração real da tese de tokenização.
  2. Anúncios de Parcerias Bancárias: Novas integrações diretas entre bancos e exchanges, como a Binance, que segue sendo uma referência global em liquidez institucional.
  3. Movimentação de Baleias: Dados de fluxos líquidos de BTC para confirmar se a acumulação recente se traduz em retenção de longo prazo.
  4. Marcos do SWIFT: Declarações de órgãos como o BIS ou FSB sobre a viabilidade legal do uso de criptoativos em liquidações interbancárias.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de alta moderado deve persistir, sustentado pela narrativa de tokenização e pela robustez da acumulação por grandes investidores individuais. É provável que vejamos um aumento no volume de negociações em Ethereum (ETH) e stablecoins à medida que o mercado digere as implicações das estratégias de RWA da BlackRock. Embora o incidente de segurança na Scroll gere ruído e cautela temporária, os fundamentos institucionais são fortes demais para serem ignorados. O mercado está entrando em uma fase onde a tecnologia deixa de ser o foco exclusivo para dar lugar à utilidade financeira estrutural, consolidando o papel das criptomoedas no sistema monetário global moderno.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Monitor cyberpunk de pulso descendente com contador 83 e símbolo Bitcoin em zona vermelha, sinalizando indicadores on-chain bearish

Indicadores do Bitcoin Recuam para Níveis Pós-Mercado de Baixa

Indicadores no chão: o Bitcoin negocia abaixo de US$ 90 mil, com o aNUPL ajustado recuando para níveis pós-mercado de baixa e o Trend Pulse confirmando 83 dias em modo de baixa. Analistas destacam um ponto de decisão crítica, onde holders enfrentam estresse crescente entre holdar ou capitular. Os dados sugerem fraqueza estrutural, mas sem capitulação extrema.


NUPL Ajustado Sinaliza Estresse Pós-Mercado de Baixa

O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ajustado, conforme análise do especialista Darkfost, compara a capitalização realizada de detentores de curto e longo prazo com a capitalização de mercado tradicional. Suavizado para formar o aNUPL, o indicador caiu para faixas vistas historicamente no fim de mercados de baixa prolongados.

Esse recuo reflete lucros não realizados encolhendo e perdas expandindo, pressionando investidores tardios entrados no pico próximo a US$ 120 mil. Níveis como esses forçam decisões binárias: acumular na fraqueza ou realizar perdas, impactando liquidez e sentimento. Segundo o gráfico via CryptoQuant, o mercado absorve reset de humor sem colapso total.

Essa métrica estrutural filtra ruído, oferecendo visão clara de estresse subjacente mesmo em consolidações laterais como a atual.

Trend Pulse Confirma 83 Dias de Fraqueza

O indicador Trend Pulse, destacado por Axel Adler, permanece em modo de baixa há 83 dias — última fase de alta em 2 de novembro de 2025, perto de US$ 110 mil. Ele combina retorno de 14 dias (negativo) e sinal SMA30 vs. SMA200 (divergente).

Para neutro, basta o retorno de 14 dias acima de zero; para alta, exige SMA30 cruzando SMA200, demandando 3-4 semanas de alta sustentada. O retorno trimestral em -19% reforça pessimismo moderado, longe de capitulação abaixo de -30%.

Os dados do CryptoQuant indicam momentum macro negativo, com mudança de 7 dias em -6,8% acelerando após quebra dos US$ 90 mil.

Contexto de Preço e Posicionamento Técnico

No gráfico semanal, Bitcoin consolida em torno de US$ 89 mil após queda de 4,8%, testando demanda crítica entre US$ 88-90 mil. Preço abaixo das médias móveis azul (resistência ~US$ 100 mil) e verde confirma viés de baixa, com volume maior nas quedas.

Segundo o Cointrader Monitor, cotação em R$ 473.811 (-0,17% em 24h). Recuperação exige rompimento acima de US$ 92-95 mil; falha abre risco para US$ 80 mil.

Implicações e Pontos de Monitoramento

Os indicadores convergem para indecisão: estresse via aNUPL e fraqueza macro via Trend Pulse. Sem capitulação, holders de longo prazo podem estabilizar; aceleração de vendas de curto prazo aprofunda correção. Vale monitorar cruzamento SMA30/SMA200 e retorno trimestral para sinais de reversão.

Dados objetivos sugerem cautela: o mercado testa resiliência antes de definir tendência. Investidores ganham clareza para posicionar com base em confirmações técnicas.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon com barba segurando BTC $4 em tempestade de crashes, com BTC 90K brilhando ao fundo, simbolizando convicção HODL de Tim Draper

Convicção Inabalável: Tim Draper e Seu Bitcoin de US$ 4 a US$ 90 Mil

O investidor bilionário Tim Draper comprou Bitcoin por apenas US$ 4 cada e manteve sua posição mesmo durante quedas drásticas no preço, ignorando sinais de curto prazo. Essa história, revelada recentemente, destaca a importância da convicção e paciência no universo das criptomoedas. Para iniciantes, é uma lição valiosa: o sucesso não vem do trading diário agitado, mas de uma visão de longo prazo e crença no potencial transformador do Bitcoin, especialmente para inclusão financeira global. Draper transformou esse investimento inicial em uma fortuna bilionária à medida que o BTC atingiu US$ 90 mil.


História de Tim Draper: Da Compra Barata à Fortuna

Tim Draper, fundador da Draper Associates e visionário do venture capital, entrou no mundo do Bitcoin bem no início. Em 2011, ele adquiriu bitcoins por cerca de US$ 4 cada, enfrentando perdas iniciais e problemas de custódia que muitos pioneiros conheceram. Apesar de crashes como o de 2011 (quando o preço caiu 90%) e o bear market de 2018, Draper nunca vendeu. Sua estratégia foi simples: focar no valor fundamental do Bitcoin como ferramenta de liberdade financeira, não nas oscilações diárias.

Hoje, com o Bitcoin negociando próximo a US$ 90 mil (equivalente a mais de R$ 500 mil no mercado brasileiro, segundo fontes recentes), esse hold representa um retorno exponencial. Draper enfatiza que ignorou ‘ruídos de preço’ — aquelas variações que geram pânico ou euforia passageira — e manteve a fé na tecnologia blockchain.

A Arte do HODL: Paciência Acima de Tudo

Para quem está começando, ‘HODL’ (hold on for dear life) não é só um meme; é uma filosofia comprovada. Trading diário exige tempo, conhecimento avançado e sorte, mas o hold permite que iniciantes participem do crescimento orgânico do mercado. Draper ilustra isso perfeitamente: em vez de tentar prever topos e fundos, ele viu o Bitcoin como uma reserva de valor superior ao ouro ou dólar.

Imagine comprar um ativo por R$ 20 e vê-lo valorizar 22.500 vezes. Essa paciência exige disciplina emocional. Draper passou por invernos cripto rigorosos, mas sua convicção em um futuro descentralizado o sustentou. Iniciantes devem começar pequeno, educar-se e resistir à FOMO (fear of missing out) ou pânico vendedor.

Ignorando Ruídos: Foco no Longo Prazo

Ruídos de preço são as manchetes alarmistas: ‘Bitcoin vai a zero!’ ou ‘Nova alta histórica!’. Draper aprendeu a filtrá-los. Ele defende que o preço é secundário; o real valor está na adoção. Com mais de 1 bilhão de pessoas sem acesso bancário, o Bitcoin promove inclusão financeira, permitindo transferências globais baratas e seguras.

Estudos mostram que holders de longo prazo superam traders em 80% dos casos. Draper reitera: foque em fundamentos como halvings, adoção institucional (ETFs, MicroStrategy) e regulamentações favoráveis. Ignorar volatilidade é chave para acumular riqueza sustentável.

Inclusão Financeira: O Verdadeiro Legado do Bitcoin

Draper vê o Bitcoin não como especulação, mas como revolução. Em países com inflação galopante ou bancos ineficientes, ele empodera os desbancarizados. Sua jornada de US$ 4 a US$ 90 mil inspira: comece agora, eduque-se e segure firme.

Para brasileiros, com dólar instável, o BTC é hedge acessível. Plataformas como Binance facilitam o início seguro.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem corporativo cartoon carregando maleta pesada de Bitcoin rumo a custódia Coinbase, com interrogação simbolizando venda iminente de GameStop

GameStop Transfere US$ 420 Mi em BTC para Coinbase: Venda Iminente?

A GameStop transferiu toda sua reserva de 4.710 BTC, avaliada em cerca de US$ 420 milhões, para a Coinbase Prime nesta semana, conforme dados on-chain da CryptoQuant. A operação, detectada em 24 de janeiro de 2026, reacende especulações sobre uma possível liquidação total, com prejuízo estimado em US$ 84 milhões. Embora transferências para a plataforma institucional frequentemente sinalizem vendas, também podem indicar custódia ou gestão interna de ativos.


Movimentação Completa Revelada por Analytics

A transferência integral do stack de Bitcoin da GameStop para a Coinbase Prime foi confirmada por múltiplas ferramentas de análise blockchain, incluindo Arkham Intelligence e CryptoQuant. Os 4.710 BTC foram adquiridos entre 14 e 23 de maio de 2025, a um preço médio de US$ 107.900 por unidade, totalizando um investimento inicial de aproximadamente US$ 504 milhões.

Com o Bitcoin negociado em torno de US$ 89.000 na data, a posição atual representa uma desvalorização não realizada de cerca de 17%. Relatos indicam transferências parciais anteriores, somando cerca de 2.396 BTC no início do mês, o que sugere um processo gradual antes da movimentação completa detectada agora. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 473.742,66 no mercado brasileiro, com variação de +0,11% em 24 horas.

Prejuízo Potencial e Estratégia Corporativa

Uma venda imediata geraria um prejuízo realizado de US$ 84 milhões, conforme cálculos da CryptoQuant, ou cerca de US$ 76 milhões segundo outras estimativas do Bitcoinist, dependendo do preço exato de execução. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil, com quedas recentes que pressionam tesourarias corporativas expostas a ativos digitais.

Empresas como a ETHZilla já venderam porções de suas reservas de Ethereum para reduzir dívidas. Para a GameStop, varejista de games, o Bitcoin representava uma diversificação experimental de tesouraria, mas a volatilidade persistente pode justificar a saída. Analistas apontam para estratégias de tax-loss harvesting ou realocação para ativos menos arriscados, especialmente com o dólar a R$ 5,29 via AwesomeAPI.

Impacto Técnico no Preço do Bitcoin

A questão central é se essa pressão vendedora já foi precificada. Transferências para Coinbase Prime frequentemente precedem liquidações, mas a plataforma também oferece custódia regulada. Dados on-chain não mostram vendas executadas até o momento, e o preço do BTC se mantém estável em US$ 89.300, sugerindo que o mercado pode já ter absorvido rumores iniciais de 23/01.

No entanto, um despejo total de 4.710 BTC (0,024% do suprimento circulante) poderia exercer pressão descendente em suportes próximos a US$ 85.000-87.000, especialmente se coincidir com outros fluxos institucionais. Os dados sugerem monitoramento de fluxos de saída da Coinbase para confirmação.

O Que Monitorar a Seguir

Investidores devem acompanhar comunicados oficiais da GameStop, ausentes até agora, e indicadores on-chain como saldo em carteiras quentes da Coinbase. Volumes de negociação em exchanges brasileiras, com BTC/BRL em R$ 473k, também refletem liquidez local. Em um contexto de alta institucional em ETFs, essa saída corporativa contrasta com acumulações de longo prazo, reforçando a necessidade de análise de fluxo para prever movimentos de preço.

Vale observar se outras tesourarias seguem o exemplo em meio à correção recente do BTC.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Gestor institucional cartoon tentando fechar válvula em represa de capital dourado jorrando, com nuvens de guerra comercial, simbolizando saídas recorde de ETFs Bitcoin

ETFs de Bitcoin: Quinta Saída Consecutiva de US$ 103,57 Milhões

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram a quinta saída consecutiva de capital na quinta-feira (23/01), com resgates de US$ 103,57 milhões. O movimento soma US$ 1,72 bilhão em cinco dias, incluindo o recorde diário de US$ 709 milhões em 21/01, o maior desde novembro de 2020. Segundo relatório da Bloomberg citado em análises, a desalavancagem de Wall Street é impulsionada por temores de guerra comercial renovados com tarifas propostas por Trump contra a Europa, pressionando ativos de risco como o Bitcoin, que caiu abaixo de US$ 88.000.


Recorde de Saídas e Líderes do Fluxo Negativo

O fundo da BlackRock, IBIT, liderou as retiradas com US$ 101,62 milhões em 23/01, seguido pelo Fidelity FBTC com US$ 1,95 milhão. Outros ETFs como Grayscale GBTC e Bitwise BITB registraram zero fluxo. Os ativos sob gestão (AUM) caíram para US$ 115,88 bilhões, ante US$ 124,56 bilhões em 16/01. O influxo acumulado total recuou para US$ 56,49 bilhões.

A sequência começou em 16/01 com US$ 394,68 milhões, escalando para US$ 709 milhões em 21/01 — impulsionado pela saída recorde reportada pela Bloomberg. Volume negociado despencou para US$ 3,36 bilhões em 23/01, sinalizando menor apetite institucional em meio à volatilidade.

Desalavancagem de Wall Street e Guerra Comercial

A fuga de capital reflete uma desalavancagem ampla em Wall Street, com investidores reduzindo exposição a risco ante ameaças tarifárias de Trump à Europa. O mercado cripto total perdeu 2-3% de capitalização, estabilizando acima de US$ 3 trilhões, com BTC em torno de US$ 89.500. Derivativos mostram US$ 110 milhões em liquidações, mas open interest de futuros em US$ 58,5 bilhões indica reposicionamento cauteloso, não pânico total.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 473.640 às 18:54 de hoje, com variação de -0,04% em 24h. A preocupação reside na liquidez: será saída permanente ou rotação para ativos safe-haven como metais preciosos?

Fluxos On-Chain e Pressão de Vendas

Dados da Glassnode revelam 15.000 BTC (US$ 1,35 bilhão) enviados a exchanges na semana, elevando saldos e sinalizando potencial pressão vendedora de curto prazo. CoinGlass aponta volume de US$ 63,5 bilhões em BTC futuros, com DeFi perps em US$ 19 bilhões de open interest. Ethereum enfraqueceu ante BTC, rompendo médias móveis de 200 dias.

Esses influxos on-chain corroboram a narrativa de realização de lucros, mas o share de BTC em DEXs spot permanece baixo (US$ 0,7 milhão vs. US$ 14,4 bilhões globais), sugerindo que a liquidez institucional ainda sustenta o mercado.

Stablecoins e Implicações para Liquidez

Paralelamente, o mercado de stablecoins retraiu US$ 3,3 bilhões após pico de US$ 310 bilhões em 17/01. USDC liderou com queda de 5,44% (US$ 4,19 bilhões), enquanto USDT manteve estabilidade em US$ 186,6 bilhões (60,76% do market share). Ganhos em USDe (+1,51%) e USDY (+46,54%) indicam rotação para yields tokenizados.

Os dados sugerem migração temporária para ativos menos voláteis, como metais preciosos, em vez de abandono definitivo do BTC. Investidores devem monitorar fluxos ETF e on-chain para avaliação de liquidez futura.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon de Saylor oferecendo dividendos de 10% rejeitado por investidores europeus atrás de barreira regulatória, expondo limites Bitcoin na UE

Barreira Europeia: Investidores Ignoram Dividendos de 10% de Saylor

Investidores europeus estão ignorando a oferta de dividendos de 10% anual apresentada por Michael Saylor através do Stream (STRE), primeira ação preferencial perpétua em euros da MicroStrategy. Lançada em novembro para captar na Área Econômica Europeia (EEA), a emissão levantou US$ 715 milhões, mas enfrenta baixa adesão devido a barreiras de acesso e estrutura de mercado. Isso evidencia os limites do entusiasmo institucional pelo modelo Bitcoin de Saylor fora dos EUA, em um contexto de burocracia continental rígida.


Detalhes da Oferta Stream (STRE)

A MicroStrategy, controlada por Michael Saylor, lançou o STRE em novembro de 2025 como contraparte europeia do Stretch (STRC), sua ação preferencial de alto rendimento nos EUA. Com valor nominal de EUR 100 (cerca de US$ 115), o instrumento promete 10% de dividendos anuais e posição senior à ação comum na estrutura de capital. Apesar do apelo teórico, foi precificado com 20% de desconto, a EUR 80 por ação, refletindo demanda fraca desde o início.

A emissão captou US$ 715 milhões, mas o produto sumiu do dashboard da empresa e recebeu pouca comunicação pública. Os dados sugerem que o mercado europeu não se animou com a proposta, mesmo em um momento de valorização do Bitcoin acima de US$ 89 mil. Essa hesitação reforça o ceticismo sobre a replicabilidade do sucesso americano de Saylor na Europa regulada.

Barreiras de Acesso e Liquidez

Khing Oei, CEO da Treasury, uma empresa holandesa de tesouraria em Bitcoin, aponta problemas estruturais como os principais culpados. O STRE está listado na Euro MTF de Luxemburgo, um mercado com distribuição pouco amigável. Plataformas como Interactive Brokers, uma das maiores corretoras globais, não oferecem o ativo, e muitas voltadas ao varejo também o ignoram.

Além disso, falta transparência em preços históricos e dados de mercado confiáveis. No TradingView, o STRE aparece com capitalização irreal de US$ 39 bilhões e volume de apenas 1,3 mil, o que dificulta avaliação de liquidez e desempenho. Investidores institucionais e de varejo preferem ativos com spreads apertados e visibilidade clara, expondo as fragilidades da estratégia de Saylor no Velho Continente.

Implicações para a Estratégia de Saylor

Esse tropeço questiona a narrativa infalível de Saylor, que transformou a MicroStrategy em referência de adoção corporativa de Bitcoin. Nem tudo que o guru do Bitcoin toca vira ouro: a Europa, com sua burocracia regulatória e preferência por estruturas tradicionais, representa uma barreira real ao viés de alta perpétuo. A baixa tração do STRE sugere que o modelo de ações preferenciais perpétuas pode não escalar além do mercado americano.

Analistas veem nisso um limite ao entusiasmo institucional europeu por veículos ligados a criptoativos. Enquanto nos EUA a MicroStrategy tem quatro produtos semelhantes em oferta, a expansão global enfrenta resistências práticas, como visto na recusa prévia de emissão no Japão.

Próximos Passos e Perspectivas Cautelosas

Oei recomenda relistagem em venues alternativas, como infraestrutura financeira holandesa, que oferece melhor distribuição, market making profundo e acesso ao varejo. No entanto, é provável que a MicroStrategy priorize os EUA, onde o ecossistema é mais receptivo. Para investidores brasileiros, isso reforça a necessidade de cautela com narrativas de expansão global de Saylor: o mercado europeu disse não, destacando riscos de iliquidez e barreiras regionais.

Vale monitorar se ajustes virão ou se o STRE será mais um capítulo de ambição frustrada. Os números frios indicam que o ceticismo europeu pode frear o ímpeto do Bitcoin de Saylor.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon derretendo ouro em cristal Bitcoin luminoso, simbolizando transição all-in de Kiyosaki para ativo digital superior

Kiyosaki Vai All-in no Bitcoin: Fim do Ouro?

Robert Kiyosaki, autor de Pai Rico, Pai Pobre, anunciou que trocou todo seu ouro e prata por Bitcoin, indo all-in no ativo digital apesar da recente flutuação de mercado. Ele vê na atual dinâmica de preços uma oportunidade única para acumular BTC, superior aos metais preciosos tradicionais. Essa decisão reforça a tese de que o Bitcoin é o novo porto seguro definitivo.


A Troca Decisiva de Kiyosaki

Em um vídeo postado no X, Kiyosaki declarou: “Eles estão destruindo a economia inteira. Por isso, troquei todos os meus estoques de ouro e prata por Bitcoin”. Essa mudança radical ocorre em um momento em que o Bitcoin oscila próximo aos US$ 89.000, enquanto o ouro atinge novos recordes acima de R$ 26.000 por onça.

Anteriormente, Kiyosaki defendia ouro e prata como hedges contra inflação, mas agora aposta na escassez do BTC — apenas 21 milhões de unidades serão emitidas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 473.580 no Brasil, com leve variação de -0,09% nas últimas 24 horas.

Essa transição destaca como investidores experientes estão migrando de ativos físicos limitados pela mineração contínua para o digital verdadeiramente finito, impulsionado pela adoção institucional e halving.

Lições de Resiliência com Tim Draper

Para reforçar sua confiança, a história de Tim Draper, que comprou Bitcoin a US$ 4 e segurou através de múltiplos crashes, serve de exemplo perfeito. Draper ignorou sinais de preço voláteis, focando na visão de longo prazo de inclusão financeira global via blockchain.

Desde 2014, ele acumulou 30.000 BTC em leilão do Silk Road, vendo o valor multiplicar milhares de vezes. Draper enfatiza que o preço é irrelevante para holders convictos: “Eu compro e seguro, independentemente das quedas”. Essa mentalidade HODL é combustível para o otimismo atual.

Hoje, com ETFs aprovados e nações acumulando BTC, a resiliência comprovada inspira brasileiros a posicionarem-se para o próximo ciclo de alta.

Por Que Bitcoin Supera o Ouro?

O ouro tem suprimento inflacionário anual de ~1,7%, enquanto o Bitcoin reduz emissões a cada halving, aproximando-se do zero em 2140. Kiyosaki reconhece isso: portabilidade digital, divisibilidade perfeita e transferências globais em minutos superam o ouro físico.

No Brasil, com dólar a ~R$ 5,70 (estimado), BTC oferece hedge superior contra desvalorização do real. Comparado ao ouro em R$ 26.389/oz, um BTC equivale a ~18 onças, mas com potencial de valorização exponencial pela rede.

Analistas com viés de alta preveem o BTC a US$ 100.000+ em 2026, impulsionado por escassez e demanda crescente de tesourarias corporativas.

Próximos Passos para Investidores

Essa movimentação de ícones como Kiyosaki e Draper sinaliza confiança no Bitcoin como reserva de valor definitiva. Monitore halvings, adoção e macroeconomia. Para brasileiros, acumular em dips como o atual pode render frutos significativos a longo prazo.

Vale a pena considerar plataformas seguras para exposição gradual, sempre com DYOR.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo hexagonal duplo com face quântica prismática e filtro anti-spam, simbolizando upgrades de segurança no Ethereum e Bitcoin

Ethereum Cria Time Quântico e Bitcoin Avança com BIP-110

A Fundação Ethereum elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, formando uma equipe dedicada liderada por Thomas Coratger. Paralelamente, 2,38% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110, limitando dados arbitrários para combater spam. Esses upgrades silenciosos blindam as redes contra ameaças futuras, enquanto a dificuldade de mineração cai 3,28%, sinalizando saúde resiliente.


Segurança Pós-Quântica no Ethereum

A Fundação Ethereum anunciou a criação de um time específico para criptografia pós-quântica, saindo de pesquisas de fundo para engenharia ativa. Liderado por Thomas Coratger e com apoio de Emile, do projeto leanVM, o grupo foca em upgrades de carteiras, transações seguras e consenso multi-cliente. Justin Drake, pesquisador da EF, destacou a aceleração dos prazos quânticos, impulsionando sessões bi-semanais de desenvolvedores sobre transações pós-quânticas a partir de fevereiro.

Para fomentar inovação, a fundação lançou dois prêmios de US$ 1 milhão: o Poseidon Prize, para reforçar a função hash Poseidon, e o Proximity Prize. Testnets de consenso pós-quântico já operam com equipes coordenando interoperabilidade semanalmente. Eventos como um dia dedicado em março no EthCC e outro em outubro visam educar a comunidade. Segundo Drake, blockchains devem se preparar cedo, pois transições criptográficas demandam tempo para evitar interrupções em carteiras e uso diário. Hoje, o Ethereum vale cerca de R$ 15.662 por unidade.

BIP-110: Combate ao Spam no Bitcoin

O BIP-110, proposta de soft fork temporário via Bitcoin Knots, atingiu 2,38% de adoção (583 de 24.481 nós). Ele limita saídas de transação a 34 bytes e OP_RETURN a 83 bytes por um ano, visando reduzir spam de dados não monetários. OP_RETURN permite embutir dados arbitrários, mas seu uso excessivo eleva custos de armazenamento e centraliza nós.

O debate intensificou com o Bitcoin Core v30, que removeu unilateralmente o limite de 83 bytes em outubro de 2025, gerando críticas por incentivar spam e comprometer descentralização. Críticos como Matthew Kratter comparam spam a uma “planta parasita” que erode a rede. Defensores como Jameson Lopp argumentam que filtros são ineficazes. Nós comuns rodam em hardware acessível, mas dados extras demandam mais recursos, ameaçando a essência peer-to-peer do Bitcoin.

Saúde da Rede: Dificuldade e Hashrate

A dificuldade de mineração Bitcoin ajustou para baixo em 3,28%, de 146,47 trilhões para 141,67 trilhões de hashes. Isso reflete o hashrate médio de 7 dias em 978,8 EH/s, menor desde setembro, com mineradores reduzindo poder computacional. O ajuste mantém o ritmo de ~10 minutos por bloco, sinal de resiliência mesmo em baixa.

Declínio prolongado desde novembro mostra cinco reduções em seis ajustes, correlacionado à queda no hashrate. Apesar disso, a rede permanece robusta, com mineradores ajustando eficiência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 473.572, com variação de -0,09% em 24h e volume de 81 BTC.

Implicações para o Futuro das Redes

Esses desenvolvimentos representam blindagem proativa: Ethereum contra computadores quânticos que quebram criptografia atual, e Bitcoin contra spam que erode descentralização. A queda na dificuldade evidencia adaptação saudável, mas monitorar centralização é essencial. Investidores devem acompanhar adoção do BIP-110 e progressos quânticos, pois fortalecem a longevidade das blockchains. Vale observar próximos ajustes e eventos comunitários para sinais de maturidade técnica.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon líder apontando raios tarifários 100% sobre Bitcoin estressado no fogo cruzado geopolítico, com ouro como refúgio seguro

Trump Ameaça Canadá com Tarifas 100%: BTC no Fogo Cruzado

Bitcoin no fogo cruzado: o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça impor tarifas de 100% sobre todos os bens canadenses caso o país firme um acordo comercial com a China, criando um ambiente de risk-off que pressiona o preço do BTC. A declaração no Truth Social, conforme reportado pelo CryptoPotato, gerou uma queda inicial de US$ 500 no Bitcoin, que oscila em torno de US$ 89.000. Investidores institucionais fogem para ativos seguros como o ouro, ampliando a volatilidade no mercado cripto.


Ameaça de Trump e Tensões Geopolíticas

A retórica agressiva de Trump no Truth Social alerta que o Canadá não deve se tornar um “porto de descarte” para produtos chineses destinados aos EUA. Ele advertiu que a China “devoraria o Canadá vivo”, destruindo sua economia e tecido social. Essa ameaça surge após relatos de uma parceria preliminar entre Canadá e China para importar 50.000 veículos elétricos (EVs) com tarifas preferenciais, conforme detalhado pelo CoinGape.

O contexto geopolítico é delicado: Trump já retirou o convite canadense para sua “Board of Peace” após discurso em Davos, afirmando que o Canadá “existe graças aos EUA”. Essa escalada reflete a estratégia de Trump de conter a influência chinesa na América do Norte, impactando diretamente o comércio global e ativos de risco como o Bitcoin.

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 473.516 — segundo o Cointrader Monitor –, investidores monitoram se essa tensão eleva o dólar e pressiona emergentes.

Histórico de Reações do BTC a Posts de Trump

Não é a primeira vez que declarações de Trump no Truth Social movem o mercado cripto. Semana passada, após anúncio de tarifas contra países da UE, o Bitcoin despencou de mais de US$ 95.000 para US$ 87.000 em três dias. A mera ameaça de barreiras comerciais sinaliza incerteza macroeconômica, levando a uma fuga rápida de capitais de ativos voláteis.

Analistas observam um padrão: posts de Trump sobre comércio geram risk-off imediato, com BTC testando suportes técnicos. Apesar da queda inicial de US$ 500 hoje, o preço se estabilizou em US$ 89.300, sugerindo que traders veem a ameaça como ruído político inicial, mas alertam para maior volatilidade na abertura dos mercados tradicionais na segunda-feira.

Essa sensibilidade reflete a maturidade do BTC como ativo correlacionado a eventos globais, similar a ações de tecnologia expostas a cadeias de suprimentos chinesas.

Risk-Off: Fuga para Ouro e Ativos Seguros

As tensões comerciais fomentam um ambiente clássico de aversão ao risco, onde investidores institucionais migram para refúgios como o ouro, que avança para R$ 26.389 por onça. Historicamente, guerras comerciais elevam o XAU como hedge contra inflação e desvalorizações cambiais, drenando liquidez de criptoativos.

O Bitcoin, apesar de sua narrativa como “ouro digital”, comporta-se como ativo de risco em cenários geopolíticos, correlacionado ao S&P 500. Com Ethereum em US$ 2.950 e altcoins mistas, o mercado cripto reflete cautela: volumes estáveis, mas posições compradas sob pressão.

Para brasileiros, isso implica monitorar o par BTC-BRL, pois tarifas EUA-Canadá podem fortalecer o USD globalmente, impactando exportações e remessas cripto.

Próximos Passos e Estratégia para Investidores

Vale monitorar a resposta canadense e possíveis retaliações, além da abertura asiática e europeia. Se as tarifas se materializarem, espere correlação negativa com BTC, potencial teste de US$ 87.000. Contrapontos de alta incluem inflows nos ETFs e adoção corporativa, mas o curto prazo é de cautela estratégica.

Em um mundo multipolar, com China expandindo influência, o BTC fica exposto a choques comerciais. Diversificação para ouro físico ou stablecoins pode mitigar riscos, enquanto posições em dólar via USDT preservam capital.

O mercado reage: liquidez intacta, mas incerteza regulatória — como o adiamento de projetos de lei sobre cripto no Senado dos EUA — agrava o quadro.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cofre ETF Bitcoin cartoon rachando sob mão empurrando placa de tarifas vermelha, moedas BTC vazando, ilustrando saída recorde e agitação geopolítica

Saída Recorde em ETFs e Tarifas de Trump Agitam o Mercado Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 24/01/2026 | NOITE

As ameaças de tarifas comerciais de Donald Trump contra o Canadá definem o tom de incerteza macro que domina o mercado cripto nesta noite de sábado. O movimento, que impulsionou uma forte aversão ao risco nos mercados globais, é acompanhado por uma retirada recorde de capital dos ETFs de Bitcoin, somando US$ 709 milhões em saídas líquidas em um único dia. Enquanto o investidor institucional adota uma postura de de-risking, o Bitcoin luta para sustentar o patamar de US$ 88 mil, evidenciando sua crescente correlação com ativos tradicionais de risco. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado pelo fluxo negativo institucional, com parcerias estratégicas da Coinbase servindo como o único contraponto de otimismo em meio a um cenário de consolidação e escrutínio regulatório crescente.


🔥 Destaque: ETF de Bitcoin sofre saída recorde de US$ 709 milhões

O mercado de criptoativos enfrenta um teste de estresse significativo com a maior saída diária de capital dos ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos em dois meses. O volume de US$ 709 milhões em retiradas líquidas em apenas 24 horas marca uma reversão abrupta do sentimento otimista visto no início de janeiro, quando o setor atraía bilhões em novas alocações.

Este movimento é um reflexo direto das tensões geopolíticas renovadas. Conforme reportado pela Allianz e Bloomberg, investidores de Wall Street estão tratando o Bitcoin como um ativo risk-on típico, liquidando posições diante da instabilidade macroeconômica. A forte saída institucional pressionou o preço do BTC para baixo de US$ 88.000, confirmando que a via dos ETFs, embora traga capital massivo, também introduz uma volatilidade institucionalizada que reage rapidamente a manchetes globais.

Dados analisados mostram que, paralelamente às saídas dos fundos, cerca de 15.000 BTC foram transferidos para exchanges centralizadas na última semana. Esse influxo sugere que não são apenas os investidores de ETF que estão reduzindo exposição; detentores diretos também parecem se posicionar para realizar lucros ou mitigar riscos antes de possíveis quedas mais acentuadas.

No curto prazo, a profundidade do mercado será testada. Se o Bitcoin conseguir estabelecer um novo suporte sólido, a tese de maturação do mercado pós-ETF ganhará força. Caso contrário, a perda de níveis técnicos importantes pode desencadear liquidações em cascata no mercado de derivativos, onde o interesse aberto ainda permanece elevado em torno de US$ 58,5 bilhões.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento dominante é de cautela. A correlação do mercado cripto com o cenário macroeconômico atingiu picos recentes, impulsionada pelas ameaças comerciais dos EUA contra parceiros estratégicos. Esse ambiente de incerteza geopolítica favorece o fortalecimento do dólar americano (DXY), o que tradicionalmente exerce pressão negativa sobre os pares BTC/USD.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 473.249,13 no mercado brasileiro, apresentando uma estabilidade marginal com variação de -0,15% nas últimas 24 horas. Já o Ethereum (ETH) é negociado a R$ 15.643,78, lutando para manter o momento frente ao Bitcoin após perder médias móveis importantes em termos relativos.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Contágio Geopolítico: A escalada nas ameaças de tarifas entre EUA e Canadá pode drenar a liquidez global para o dólar, forçando novas vendas em ativos de volatilidade como cripto.
  • Pressão Vendedora On-chain: O movimento de 15.000 BTC para corretoras indica que baleias e investidores de longo prazo podem estar perdendo a convicção no suporte atual.
  • Escrutínio Regulatório DeFi: A proibição do Polymarket na Ucrânia estabelece um precedente negativo que pode ser replicado por outros países, visando plataformas de mercados de previsão e staking.
  • Fragilidade do Mercado NFT: O fechamento da Nifty Gateway pela Gemini sinaliza que a consolidação no setor de arte digital ainda não terminou, com risco de perda de liquidez em coleções menores.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Adoção Bancária Massiva: As novas parcerias da Binance e da Coinbase com gigantes como JP Morgan validam a infraestrutura cripto para pagamentos e tokenização B2B.
  • Hedge Geopolítico: Se a instabilidade fiduciária aumentar, o Bitcoin pode retomar sua narrativa de ouro digital como uma alternativa neutra e resistente à censura governamental.
  • Assimetria em Altcoins: Projetos resilientes do setor de infraestrutura e RWA podem apresentar oportunidades de compra atrativas após a depuração de plataformas menos eficientes.

📰 Principais Notícias do Período

1. Saída Recorde de ETF de BTC Sinaliza Contágio Macro e Aversão a Risco
Investidores institucionais retiraram US$ 709 milhões dos ETFs de Bitcoin em um único dia, marcando a maior fuga de capital em meses. O movimento de desalavancagem é atribuído aos temores de uma guerra comercial global impulsionada por novas políticas tarifárias.

2. Trump Ameaça Tarifas de 100% ao Canadá; Bitcoin Reage a Risco Geopolítico
O presidente dos EUA utilizou sua plataforma social para ameaçar o Canadá com tarifas drásticas sobre bens exportados. A notícia provocou volatilidade imediata no mercado cripto, testando a tese do Bitcoin como ativo de proteção contra instabilidade política.

3. Coinbase-Bancos: A Ponte Estratégica para Adoção Cripto em Massa
Em Davos, Brian Armstrong revelou parcerias com JP Morgan e PNC Bank. A iniciativa visa integrar a tecnologia blockchain diretamente nos produtos bancários tradicionais, facilitando a tokenização de ativos do mundo real.

4. Erro de Hacker Expõe Rastro de US$ 23M Ligados ao Hack da Bitfinex
Uma falha de segurança operacional boba permitiu que o investigador ZachXBT identificasse um hacker que ostentava riquezas online. A análise on-chain ligou os fundos a uma rede ilícita envolvida no histórico hack da Bitfinex.

5. Ucrânia Veta Polymarket, Sinalizando Risco Regulatório para Mercados DeFi
O governo ucraniano bloqueou o Polymarket, classificando mercados de previsão como jogos de azar ilegais. A decisão reflete a crescente pressão sobre plataformas descentralizadas que operam sem licenças financeiras locais.

6. Nifty Gateway: Fim de uma Era e a Consolidação do Mercado NFT
Uma das plataformas pioneiras do setor de NFTs anunciou seu fechamento para fevereiro de 2026. A Gemini, empresa-mãe, planeja focar em seu super app, descontinuando operações que não atingiram a sustentabilidade esperada.

7. Kiyosaki ‘All-In’ em BTC: Análise de Sopro de Mercado e Risco de Credibilidade
Robert Kiyosaki afirmou ter vendido todo seu ouro por Bitcoin. Embora a declaração tenha gerado entusiasmo no varejo, especialistas alertam para o histórico de falas contraditórias do autor, sugerindo cautela com o ruído de mercado.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos Diários de ETFs: Verifique se a tendência de saída de capital institucional continua ou se houve estabilização.
  • Abertura dos Mercados Asiáticos: A reação das bolsas de amanhã pode confirmar o nível de pânico ou recuperação do Bitcoin.
  • Índice DXY: Uma subida contínua do dólar pode inviabilizar a recuperação do BTC acima de US$ 90 mil no curto prazo.
  • Carteiras de Hacker (0xd8bc): Movimentações nesses endereços podem indicar novas ações de exploit ou tentativas de lavagem.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva permanece de baixa moderada. A abertura dos mercados tradicionais será o catalisador decisivo; se as tensões comerciais entre EUA e Canadá escalarem, é provável que vejamos o Bitcoin testar suportes próximos a US$ 85.000. A pressão vendedora indicada pelos influxos para exchanges e o sentimento negativo nos ETFs pesam sobre qualquer tentativa de alta expressiva imediata. Contudo, as notícias de integração bancária fornecem um piso fundamental que pode limitar quedas desordenadas. Recomenda-se cautela com a alavancagem, monitorando de perto o índice VIX para sinais de pânico sistêmico.


📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.