Personagens cartoon de BTC, ETH e XRP marchando unidos por ponte luminosa rumo ao mundo institucional sob aprovação da SEC

SEC Analisa ETF com Bitcoin, Ethereum e XRP Unidos

A proposta de ETF cripto indexado ao S&P apresentada à SEC pela Cyber Hornet ETFs une Bitcoin, Ethereum e XRP em um único produto financeiro. Com Bitcoin representando cerca de 70% da carteira, seguido por Ethereum (15%) e XRP (5%), o fundo visa atrair investidores tradicionais ao ‘empacotar’ os principais ativos digitais de forma simples e regulada. Arquivado em janeiro de 2026, reflete mudanças na regulação que aceleram aprovações.


O Que é um ETF Indexado?

Um ETF indexado é um fundo negociado em bolsa que replica o desempenho de um índice específico, como o S&P Cryptocurrency Top 10 Index neste caso. Em vez de gerir ativamente os investimentos, o fundo compra os ativos na mesma proporção do índice: os 10 maiores criptoativos por capitalização de mercado, rebalanceados trimestralmente.

Para iniciantes, pense assim: é como comprar uma ‘cesta pronta’ de criptomoedas. A Cyber Hornet S&P Crypto 10 ETF usa custódia institucional pela BitGo e opera como spot ETF, ou seja, detém os criptoativos reais, não contratos futuros. Taxa anual de 0,95%, acessível via ações em corretoras tradicionais.

Isso democratiza o acesso: sem precisar abrir conta em exchange ou gerenciar carteiras, o investidor varejista ganha exposição diversificada com liquidez diária.

Por Que BTC, ETH e XRP São o ‘Feijão com Arroz’?

Bitcoin é visto como ‘ouro digital’, reserva de valor com maior liquidez. Ethereum lidera em smart contracts e DeFi. XRP complementa com foco em pagamentos transfronteiriços rápidos. Juntos, somam quase 90% do índice, oferecendo equilíbrio entre estabilidade, inovação e utilidade prática.

Institucionais preferem essa combinação por ter clareza regulatória: são commodities, não securities, evitando riscos judiciais. Moedas como BNB e Tron foram excluídas por critérios internos da Cyber Hornet, priorizando ativos vetted (aprovados).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 465.643 (+1,38% em 24h), reforçando seu apelo como âncora.

Mudanças na SEC Aceleram Aprovações

Em 2025, pós-Gary Gensler, a SEC adotou regras padronizadas para ETFs cripto. Bolsas listam spot ETFs sem aprovação individual, bastando vigilância anti-manipulação. Isso reduz de meses para semanas o processo, fomentando inovação sem abrir mão da proteção ao investidor.

O filing de 12 de janeiro mostra maturidade: Wall Street ‘empacota’ cripto para aposentadorias e fundos mútuos, atraindo bilhões de dólares tradicionais.

O Que Isso Significa para Você?

Para brasileiros, abre portas via corretoras globais. Monitore aprovações, mas lembre: cripto é volátil. ETFs indexados facilitam entrada, mas diversificação é chave. Vale acompanhar rebalanceamentos e elegibilidade de ativos para ajustar expectativas.


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Balança desequilibrada com lingote dourado '5K' afundando sobre estrutura Bitcoin '86K' frágil, simbolizando ouro superando BTC em tensões globais

Ouro Atinge US$ 5.000: Bitcoin Estagna e Perde Briga Macro

O ouro superou US$ 5.000 por onça nesta segunda-feira (26), marcando um recorde histórico impulsionado por tensões geopolíticas e dólar fraco, enquanto o Bitcoin estagna abaixo de US$ 87.000 e até recua para US$ 86.000. Essa divergência macroeconômica, destacada em análises recentes, questiona a narrativa do BTC como ‘ouro digital’: em cenários de aversão ao risco, o capital busca refúgios comprovados.


Recorde do Ouro em Meio a Tensões Globais

O ouro atingiu US$ 5.080 por onça, com alta de 17% em janeiro de 2026, segundo dados de mercado. Fatores como ameaça de shutdown do governo dos EUA, tarifas agressivas de Trump contra Canadá e China, e compras sustentadas de bancos centrais impulsionam o metal como hedge duradouro. A prata também quebra recordes, acima de US$ 107/oz e +48% no ano. Investidores globais, especialmente na Ásia, pagam prêmios altos por ouro físico, sinalizando demanda real além de papéis.

Segundo o Cointelegraph, a capitalização de mercado do ouro chegou a US$ 35 trilhões, superando narrativas otimistas do BTC. Em um dólar enfraquecido por rumores de intervenção no iene, o metal brilha como reserva de valor clássica.

Bitcoin Enfrenta Supply Overhang Interno

O Bitcoin patina em torno de US$ 87.000, com quedas para US$ 86.000, apagando ganhos do ano. Dados on-chain revelam que holders antigos vendem em altas, com supply overhang acima de US$ 100.000 freando impulsos. CryptoQuant nota vendas a prejuízo pela primeira vez desde 2023, enquanto Glassnode aponta resistência em bases de custo de holders recentes.

No CoinDesk, mercados de opções e Polymarket preveem consolidação prolongada para BTC, com baixa alavancagem e volumes finos. Diferente do ouro, o BTC age como ativo de risco, sensível à rotação de capital para safe havens tradicionais.

Dólar Fraco Não Impulsiona BTC em Risk-Off

Analistas questionam o mito: dólar fraco só beneficia Bitcoin em cenários de liquidez farta ou inflação alta, não em aversão ao risco. No atual mercado defensivo, com estresse em bonds japoneses e tarifas, o capital prefere ouro e prata. BTC caiu 56% ante ouro desde dezembro/2024, com RSI mensal no pior nível histórico.

Jeff Mei, da BTSE, destaca que shutdown iminente e tarifas afastam de Treasuries para ouro. Um investidor perdeu US$ 18M em ETH, mas lucra US$ 2M em token lastreado em ouro.

Lições para Investidores Brasileiros

No Brasil, Bitcoin cotado a R$ 465.034,53 pelo Cointrader Monitor (+1,3% 24h), enquanto ouro está em R$ 26.471/oz. Essa divergência alerta: em incertezas macro, narrativas cripto cedem a ativos testados. Monitore supply BTC e fluxos para metais; o ‘ouro digital’ pode estar perdendo a briga real.

Vale questionar: BTC resiste ou consolida mais? O mercado sugere cautela de baixa.


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Executivo cartoon confiante empilhando moedas BTC em cofre luminoso durante tempestade de mercado, sinalizando compra ousada da MicroStrategy

MicroStrategy Compra US$ 264 Milhões em BTC na Correção

Enquanto o mercado cripto enfrenta uma correção e o Bitcoin recua para cerca de US$ 87.500 após quedas no fim de semana, a MicroStrategy demonstra resiliência ao comprar mais US$ 264,1 milhões em Bitcoin. A empresa de Michael Saylor adicionou 2.932 BTC na última semana, elevando sua reserva para 712.647 unidades, avaliadas em aproximadamente US$ 62 bilhões. Esse movimento reforça a confiança inabalável de gigantes corporativos no ativo digital como reserva de valor superior, mesmo em momentos de volatilidade.


Detalhes da Aquisição Semanal

A venda de US$ 257 milhões em ações financiou grande parte da operação, complementada por US$ 7 milhões em ações preferenciais perpétuas da série STRC. Os bitcoins foram adquiridos a um preço médio de US$ 90.061 cada, um patamar ainda elevado, mas estratégico durante a correção recente. Embora o volume seja menor que as compras bilionárias das duas semanas anteriores — como os 22.305 BTC da semana retrasada —, a consistência semanal sinaliza uma estratégia disciplinada e de longo prazo.

Essa abordagem contrasta com o pânico de varejistas, mostrando como instituições veem correções como oportunidades de acumulação. Para o público brasileiro, isso inspira confiança: se a maior tesouraria corporativa do mundo segue comprando, o viés de alta permanece intacto.

Reserva Total e Desempenho Impressionante

Agora com 712.647 BTC, a MicroStrategy acumulou esses ativos por um custo total de US$ 54,19 bilhões, a um preço médio de US$ 76.037 por unidade. Com o Bitcoin negociado em torno de US$ 87.500, a reserva vale mais de US$ 62 bilhões, gerando ganhos não realizados de cerca de US$ 8 bilhões. Isso representa aproximadamente 3,4% do suprimento total de Bitcoin, consolidando a empresa como líder absoluta em adoção corporativa.

No contexto brasileiro, onde o BTC está a R$ 463.817 segundo o Cointrader Monitor (+0,71% em 24h), o valor da reserva ultrapassa R$ 330 bilhões. Um lembrete poderoso de que o Bitcoin transcende fronteiras e crises fiat.

Resiliência de Saylor em Tempos de Correção

Michael Saylor, ícone da tese institucional de Bitcoin, continua apostando contra a narrativa de baixa. Comprar durante a volatilidade — com BTC oscilando entre US$ 85.000 e US$ 95.000 nas últimas semanas — valida a visão de BTC como ‘ouro digital’ imune a ciclos curtos. Essa estratégia inabalável não só preserva valor, mas multiplica patrimônio para acionistas, com as ações MSTR subindo apesar da queda pré-mercado de 2% nesta segunda-feira.

Os dados sugerem que mais empresas seguirão o exemplo, acelerando a maturidade do mercado. Para investidores brasileiros, é um sinal claro: acumular em dips é a jogada dos vencedores institucionais.

Implicações para o Mercado e Investidores

Essa compra reforça o otimismo fundamentado: com tesourarias como a da MicroStrategy expandindo, o suporte ao preço do Bitcoin ganha robustez. Vale monitorar o próximo relatório semanal, pois a consistência pode atrair imitadores globais. No Brasil, onde exchanges locais registram volumes crescentes, essa notícia inspira ação: diversificar em BTC durante correções pode ser o caminho para proteção patrimonial de longo prazo.

Enquanto o mercado teme, Saylor vai às compras — e os números comprovam que ele está certo.


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Executivos cartoon fechando portas de cofre ETF com siglas BTC/ETH enquanto capital dourado escapa, simbolizando saídas de US$1,7 bi e gap CME

ETFs de Bitcoin Registram Saídas de US$ 1,7 Bi: Gap CME de US$ 2,9 Mil Pressiona

Os ETFs de criptomoedas registraram saídas líquidas de US$ 1,73 bilhão na última semana, o maior volume desde novembro de 2025, segundo relatório da CoinShares. Liderados por produtos de Bitcoin (US$ 1,09 bilhão) e Ethereum (US$ 630 milhões), os fluxos refletem pessimismo macroeconômico nos EUA, com expectativas reduzidas de cortes de juros e queda nos preços. No Brasil, saídas somaram US$ 1,7 milhão, enquanto um gap de US$ 2,9 mil nos futuros da CME adiciona pressão ao BTC, que opera abaixo de US$ 88 mil.


Fluxos de Saída nos ETFs: Dados da CoinShares

Os dados da CoinShares revelam que os produtos de Bitcoin à vista lideraram as retrações com US$ 1,09 bilhão em saídas, revertendo entradas de US$ 2,2 bilhões da semana anterior. Ethereum veio logo atrás, com US$ 630 milhões negativos, e XRP registrou US$ 18,2 milhões em retiradas. Em contrapartida, ETFs de Solana atraíram US$ 17,1 milhões, contrariando a tendência geral de aversão ao risco.

No contexto regional, os EUA concentraram quase todo o volume de saídas (US$ 1,73 bilhão), enquanto Suíça, Alemanha e Canadá viram entradas modestas de US$ 32,5 milhões, US$ 19,1 milhões e US$ 33,5 milhões, respectivamente. No Brasil, os investidores locais retiraram US$ 1,7 milhão, sinalizando alinhamento com o sentimento global de cautela.

Os analistas atribuem o movimento a uma combinação de momentum negativo nos preços e decepção com a não participação dos ativos digitais na desvalorização cambial esperada. Ativos sob gestão totalizam US$ 178 bilhões, mas o fluxo negativo reforça a fragilidade atual do mercado.

Gap nos Futuros CME: Explicação Técnica

O gap de US$ 2,9 mil nos futuros de Bitcoin da CME surgiu após o fechamento de sexta-feira em torno de US$ 89.500, com a reabertura na segunda-feira perto de US$ 86.560. Esse fenômeno ocorre porque os futuros da CME têm horários fixos, enquanto o spot trade continua 24/7, criando discrepâncias nos finais de semana voláteis.

Gaps como esse atuam como ímãs de preço: traders institucionais tendem a preencher essas lacunas, o que pode pressionar o BTC para baixo inicialmente. Historicamente, gaps amplos influenciam movimentos de curto prazo, com o preço testando o nível até o fechamento. Atualmente, o BTC consolida entre US$ 86.000 e US$ 88.000, com liquidações de posições compradas somando US$ 224 milhões nas últimas 24 horas.

Esse desalinhamento destaca a desconexão entre mercados regulados (CME) e spot descentralizado, ampliando a volatilidade em momentos de baixa liquidez.

Tensões Macro e Zonas de Suporte Críticas

A queda do Bitcoin abaixo de US$ 88.000 antecede a decisão do Fed nesta semana, com risco de shutdown governamental nos EUA elevando a incerteza. Traders posicionam-se para resultados de big tech (Microsoft, Meta, Tesla) e comentários de Jerome Powell sobre juros, que podem impactar ativos de risco como o BTC.

Zonas de suporte chave incluem US$ 86.000-US$ 88.000 (atual), com próximo nível em US$ 85.000 e suporte crítico em US$ 80.000. Perda desses níveis pode acelerar liquidações em cascata. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 464.319 (+0,67% em 24h), reflete resiliência relativa no mercado brasileiro apesar da pressão global.

Para evitar liquidações, monitore volume on-chain e open interest em derivativos. Baleias parecem acumular em dips, mas o risco macro prevalece.


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Torres de mineração digital congeladas por nevasca intensa com cristal '60%' rachado, ilustrando queda no hashrate do Bitcoin por tempestade nos EUA

Tempestade de Inverno nos EUA Reduz Hashrate do Bitcoin em 60%

A tempestade de inverno Fern nos EUA provocou uma queda de cerca de 60% no hashrate da Foundry USA, maior pool de mineração do país, desde a última sexta-feira (24/01/2026). Mineradores reduziram operações para aliviar o estresse nas redes elétricas, afetando 200 EH/s da força computacional global do Bitcoin. Isso elevou o tempo médio de produção de blocos para 12 minutos, acima do ideal de 10 minutos. O fenômeno destaca a dependência física da rede Bitcoin de infraestrutura elétrica vulnerável ao clima.


Por Que o Clima Afeta o Hashrate do Bitcoin?

O hashrate representa a potência computacional total dedicada à mineração de Bitcoin, medida em exahashes por segundo (EH/s). Mineradores usam máquinas especializadas chamadas ASICs para resolver problemas matemáticos complexos, garantindo a segurança da rede via proof-of-work. Esses equipamentos consomem eletricidade intensiva, equivalente a cidades inteiras.

Durante a nevasca Fern, que se estende por 1.800 milhas pelo Sudeste, Nordeste e Meio-Oeste americano, nevascas, gelo e temperaturas abaixo de zero causaram apagões para mais de 1 milhão de residentes. Operadoras de rede elétrica impuseram curtailments, forçando mineradores a desligarem rigs para priorizar residências e evitar danos à infraestrutura. A Foundry USA caiu de 328 EH/s para 139 EH/s, mantendo ainda 23% do hashrate global.

Outros pools como Luxor (de 45 para 26 EH/s) e Antpool também registraram quedas, conforme dados de plataformas como Hashrate Index e Mempool.

Impactos na Rede Bitcoin e Ajuste Automático

A redução no hashrate global desacelerou a produção de blocos, com médias de 12 minutos observadas. O protocolo Bitcoin ajusta a difficulty (dificuldade de mineração) a cada 2.016 blocos, cerca de duas semanas, para manter o ritmo de 10 minutos. Analistas preveem uma queda de 16% na próxima recalibração.

Apesar da volatilidade temporária, a rede permanece segura graças à sua distribuição global. Países como China (proibida), Rússia e Cazaquistão compensam parcialmente, mas os EUA concentram cerca de 40% do hashrate mundial, tornando-os vulneráveis a eventos locais como furacões ou nevascas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.814,97 (+0,56% em 24h), sem impacto imediato no preço, que depende mais de fatores macroeconômicos.

Mineradores como Aliados das Redes Elétricas

Essa interrupção ilustra o papel dos mineradores como carga flexível. Eles participam de programas de demand-response, desligando operações em picos de demanda para estabilizar grids. Em Texas, eventos semelhantes já reduziram hashrate em 25% em 2024. Quando a demanda é baixa, mineradores absorvem excesso de energia, evitando desperdícios.

Especialistas como Fakhul Miah, da GoMining, destacam que flutuações por clima, manutenção ou preços de energia são normais e absorvidas pelo mecanismo de ajuste de dificuldade. Callan Sarre, da Threshold Labs, reforça: "É parte do modelo de negócios, com receitas extras de demand-response."

Para investidores brasileiros, isso reforça a resiliência da rede Bitcoin, mas alerta para riscos centralizados em regiões propensas a desastres naturais.


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Gestor de fundo cartoon apresentando Bitcoin dourado a aposentados entusiasmados diante de cofre aberto, simbolizando adoção institucional na Colômbia

Colômbia Avança: 2º Maior Fundo de Pensão Lança Bitcoin

O segundo maior fundo de pensão privado da Colômbia, AFP Protección, anunciou o lançamento de um fundo de investimento com exposição ao Bitcoin para clientes qualificados. A iniciativa, confirmada pelo presidente Juan David Correa em entrevista ao Valora Analitik nesta segunda-feira (26/01/2026), foca em diversificação de portfólios via assessoria personalizada. Com mais de 8,5 milhões de clientes e US$ 55 bilhões em ativos, o movimento reforça a adoção institucional de cripto na América Latina, inspirando investidores brasileiros a pensarem em opções semelhantes para aposentadoria.


Detalhes do Novo Produto Bitcoin

A AFP Protección, fundada em 1991, gerencia mais de 220 trilhões de pesos colombianos, equivalentes a cerca de R$ 290 bilhões ao câmbio atual. O novo fundo não altera a gestão principal de poupança de aposentadoria, que continua ancorada em renda fixa, ações e ativos tradicionais. Em vez disso, oferece uma alocação opcional em Bitcoin para investidores que passem por avaliação de risco individualizada.

"O elemento mais importante é a diversificação", afirmou Correa. Clientes qualificados poderão destinar uma porcentagem de seus portfólios ao ativo digital, ajudando a proteger contra inflação e volatilidade de moedas locais. O acesso é restrito, priorizando perfis com tolerância ao risco, o que torna o produto prático para quem já tem base sólida em investimentos convencionais.

Precedente na Colômbia e Contexto Regulatório

Essa é a segunda grande administradora de fundos de pensão no país a entrar no Bitcoin. A Skandia, pioneira, introduziu exposição em setembro de 2025. Juntas, essas entidades cobrem uma fatia significativa do mercado de pensão obrigatória colombiana, que totalizou 527 trilhões de pesos em novembro de 2025.

O anúncio ocorre em meio à maior regulação: a DIAN (autoridade tributária) implementou regras de relatoria para exchanges e custodians, alinhadas ao framework da OCDE. Isso exige dados de usuários e transações, promovendo transparência e combatendo evasão fiscal, mas sem proibir investimentos. Para colombianos, significa segurança para alocar em cripto dentro de estruturas reguladas.

Lições Práticas para Brasileiros

No Brasil, fundos como Previ, Petros e Funcef gerenciam bilhões em aposentadoria de servidores e estatais. Embora ainda conservadores, o exemplo colombiano mostra viabilidade prática: diversificar com Bitcoin pode turbinar rendimentos de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 463.686 (alta de 0,59% em 24h), valorizando 150% em 12 meses.

Investidores individuais podem replicar: abra conta em exchange regulada, aloque 1-5% do portfólio em BTC via ETF ou direto, e monitore via apps. Para aposentadoria, considere previdência privada com opções cripto indiretas. O vizinho abre caminho — cabe ao Brasil acelerar.

Próximos Passos e Oportunidades

Monitore aprovações da CVM para produtos semelhantes aqui. Enquanto isso, comece pequeno: eduque-se, diversifique e use ferramentas como calculadoras de yield para simular cenários. A adoção em fundos de pensão latinos sinaliza maturidade — pratique agora para colher na aposentadoria.


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Ampulheta cristalina com fluxo reduzido de partículas douradas Bitcoin, simbolizando redução de oferta pós-halving de 2024

Bitcoin: O que esperar após o Halving de 2024?

O halving do Bitcoin, ocorrido em abril de 2024, reduziu pela metade a recompensa para mineradores, limitando a emissão de novos BTC para 3,125 por bloco. Historicamente, eventos semelhantes impulsionaram valorizações significativas: após 2012, o preço subiu de US$ 2,55 para US$ 1.037; em 2016, de US$ 600 para US$ 20.000. Agora, em 2026, com o BTC cotado a R$ 464.356 segundo o Cointrader Monitor, analistas debatem se o padrão se repetirá, considerando maturidade do mercado e adoção institucional.


Impacto Histórico nos Preços

Os halvings anteriores demonstram um padrão de valorização pós-evento. No primeiro, em 2012, a redução da recompensa de 50 para 25 BTC coincidiu com uma alta de mais de 40.000% em dois anos. O de 2016, de 25 para 12,5 BTC, levou a um ciclo de alta culminando em US$ 20.000 em 2017. Esses movimentos foram impulsionados pela escassez programada, que contrasta com a inflação fiat tradicional.

Dados mostram que, em média, o pico ocorre cerca de 12-18 meses após o halving. Em 2024, apesar da volatilidade inicial, o Bitcoin superou resistências chave, sugerindo potencial para novos recordes. No entanto, fatores macroeconômicos como juros do Fed influenciam o timing.

Efeitos na Mineração e Oferta

A redução na recompensa de mineração pressiona operadores menos eficientes, elevando o custo marginal de produção. Mineradoras com acesso a energia barata, como no Texas ou Cazaquistão, mantêm lucratividade, enquanto outras desligam rigs, reduzindo hashrate temporariamente. Isso fortalece a rede a longo prazo.

Com suprimento máximo de 21 milhões de BTC, o halving desacelera a diluição, reforçando a narrativa de ‘ouro digital’. A demanda institucional, via ETFs aprovados em 2024, absorve a oferta limitada, criando desequilíbrio favorável. Segundo o análises de previsões, essa dinâmica pode elevar o preço médio em 2026 para acima de US$ 100.000.

Previsões de Especialistas e Mercado

Analistas divergem, mas o consenso é otimista. Pantera Capital projeta US$ 148.000; Fundstrat, US$ 150.000; Cointelegraph, US$ 200.000; e Bloomberg, até US$ 250.000 pós-halving. Essas estimativas baseiam-se em ciclos históricos ajustados por adoção crescente.

Em janeiro de 2026, com variação de -0,96% nas últimas 24h e volume de 243 BTC no Brasil, o mercado consolida ganhos. Fatores como eleições nos EUA e regulação global podem acelerar a alta. Investidores devem monitorar o hashrate e inflows em ETFs para sinais de rompimento.

O Que Monitorar Agora

Pós-halving, foque em métricas como stock-to-flow (S2F), que historicamente correlaciona com preços elevados. A maturidade do ecossistema, com layer-2 como Lightning Network, mitiga riscos de centralização na mineração. Para brasileiros, a cotação em reais reflete demanda local via exchanges como Binance e Mercado Bitcoin.

Embora padrões passados guiem expectativas, volatilidade persiste. Uma estratégia diversificada e pesquisa própria são essenciais.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Muralha digital hexagonal dourada com 88K gravado rachando e fragmentos vermelhos caindo, simbolizando quebra de suporte do Bitcoin e liquidações massivas

Bitcoin Quebra Suporte de US$ 88 mil: US$ 135 mi em Liquidações

O Bitcoin perdeu o suporte de US$ 88 mil em meio a um fim de semana volátil, registrando uma queda abrupta para US$ 87,5 mil e gerando US$ 135 milhões em liquidações de posições compradas em apenas uma hora. A movimentação ocorre às vésperas da decisão de juros do Federal Reserve e com riscos de shutdown governamental nos EUA, ampliando a fragilidade do mercado cripto. Investidores questionam se trata de uma correção passageira ou o início de uma tendência de baixa mais ampla.


Detalhes da Queda e Liquidações Explosivas

A queda repentina para US$ 87,5 mil eliminou mais de US$ 131 milhões em posições compradas em 60 minutos, conforme dados do CoinGlass. No agregado de 24 horas, as liquidações ultrapassaram US$ 250 milhões, com Bitcoin liderando as perdas em US$ 68 milhões e Ethereum em US$ 45 milhões, segundo o CoinDesk. O Índice Fear & Greed caiu para 25, sinalizando medo predominante.

Essa sangria reflete a alta alavancagem acumulada após o pico semanal acima de US$ 92 mil. Posições excessivamente otimistas foram varridas, com o maior wipeout individual de US$ 6,3 milhões na Hyperliquid, impactando mais de 130 mil traders.

Fatores Macro Pressionando o Mercado

O cenário é agravado por tensões geopolíticas e econômicas. Nos EUA, o risco de shutdown governamental parcial aumentou após o líder democrata Chuck Schumer bloquear um pacote de gastos sem ajustes no Departamento de Segurança Interna, com odds de 76% no Polymarket para o fim do mês. Ademais, ameaças de tarifas de 100% do presidente Trump sobre o Canadá elevam incertezas comerciais.

Globalmente, alertas sobre intervenção no iene japonês e a agenda de balanços das big techs (Microsoft, Meta, Tesla) adicionam ruído. A decisão do Fed, esperada para manter juros estáveis, será scrutinizada nas declarações de Jerome Powell, potencialmente influenciando ativos de risco como o Bitcoin.

Análise Técnica: Próximos Suportes em Risco

Técnicos apontam um falso rompimento da resistência em US$ 95.938 como gatilho para a correção atual. Sem sinais de reversão, o próximo suporte fica em US$ 86.561, com risco de teste em US$ 80 mil. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 458.744,76 (-3,18% em 24h), impactado pelo dólar a R$ 5,29.

Altcoins como Solana, XRP e Cardano caíram 3-5%, ampliando perdas semanais para 8%. O mercado global encolheu para US$ 3 trilhões.

Correção ou Início de Baixa? O Que Monitorar

Historicamente, shutdowns precedem rallies no Bitcoin, mas a conjuntura atual sugere cautela. Traders devem vigiar volume de liquidez, RSI e o mNAV corporativo. Apesar do pânico, otimistas como Michael Saylor sinalizam acumulação, com MicroStrategy detendo 709.715 BTC.

Para brasileiros, a variação em BRL reforça a necessidade de gestão de risco antes do Fed.


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Personagens cartoon Trump-like e executivo BlackRock apertando mãos diante de porta Fed aberta com Bitcoin radiante, simbolizando favoritismo para presidencia do Fed e impulso cripto

Rick Rieder da BlackRock Lidera Odds para Presidente do Fed

Rick Rieder, executivo sênior da BlackRock responsável por mais de US$ 2,4 trilhões em ativos, consolidou sua posição como favorito para presidir o Federal Reserve, com 51% das odds no Polymarket. O avanço veio após impressionar Donald Trump em entrevista recente, elevando expectativas de uma política monetária mais dovish. Para o mercado cripto, isso representa um cenário otimista, com potencial para cortes de juros que beneficiem ativos de risco como o Bitcoin.


Odds Consolidam: Rieder à Frente no Polymarket e Kalshi

No mercado de previsões Polymarket, as chances de Rieder assumirem a presidência do Fed saltaram para 51%, superando Kevin Warsh (31%) e Kevin Hassett (6%). Plataforma similar, Kalshi, confirma a tendência com 52% para Rieder contra 29% de Warsh. Outros nomes como Christopher Waller, Scott Bessent e Judy Shelton perderam terreno nas apostas.

Essa consolidação reflete o momentum pós-entrevista com Trump, onde Rieder defendeu cortes mais agressivos de juros — 50 pontos-base em vez de 25 — e manteve visão otimista sobre ações. O fato novo impulsiona o debate em um momento crucial, com o Fed avaliando sua primeira decisão de juros do ano.

Por Que Rieder Impressionou Trump e o Mercado

Gestor de fortunas na BlackRock, Rieder gerencia um portfólio colossal equivalente a cerca de R$ 12,7 trilhões (ao câmbio atual de R$ 5,29 por dólar). Sua trajetória inclui advocacy por alocação em Bitcoin, ações e ouro como hedge contra inflação. Recentemente, reiterou que investidores se beneficiam ao incluir BTC em carteiras diversificadas.

Trump, conhecido por sua proximidade com cripto, parece ter endossado Rieder implicitamente ao elevar suas odds. Candidatos rivais como Warsh e Hassett também são pró-mercado, mas a liderança de Rieder sinaliza uma guinada estratégica para Wall Street no coração da política monetária americana.

Impacto Estratégico para Criptomoedas

O presidente do Fed não regula cripto diretamente — essa é atribuição da SEC e CFTC —, mas molda o ambiente macro via juros e quantitative easing. Um perfil dovish como o de Rieder favorece risk-on, com cortes de taxas impulsionando fluxos para Bitcoin e altcoins. Histórico mostra que políticas expansionistas correlacionam com altas no BTC.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 458.567 (-3,21% em 24h), mas um Fed amigável poderia reverter a correção recente. Investidores monitoram a reunião do FOMC, onde economistas preveem juros estáveis, mas com viés futuro dovish.

Próximos Passos e Oportunidades

Essa dinâmica reforça o otimismo de longo prazo para cripto. Com Trump na Casa Branca e um possível ‘cavaleiro da BlackRock’ no Fed, o cenário favorece adoção institucional. Mercados de previsão como Polymarket ganham relevância como termômetro, e traders posicionam-se para cenários de alta. Vale acompanhar atualizações nas odds e declarações oficiais para calibrar estratégias.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia cartoon despejando moedas BTC em vórtice de exchange com aura vermelha, ilustrando transferência da GameStop e alerta de queda no Bitcoin

GameStop Transfere Todo seu BTC para Coinbase: Alerta de Queda e Prejuízo de US$ 76 Milhões

A GameStop transferiu todo o seu estoque de 4.710 BTC para o Coinbase Prime, plataforma institucional da exchange, gerando especulações sobre uma possível venda em massa. A companhia comprou os bitcoins em maio de 2025 por cerca de US$ 504 milhões, a uma média de US$ 107.900 por unidade. Com o BTC negociado próximo a US$ 90 mil atualmente, uma liquidação total poderia resultar em prejuízo de US$ 76 milhões, sinalizando possível falta de convicção institucional no ativo.


Detalhes da Transferência e Compra Inicial

A movimentação foi rastreada por analistas on-chain, que monitoram grandes transferências de baleias corporativas. A GameStop, conhecida pelo frenesi de ações em 2021 impulsionado por comunidades online, adotou o Bitcoin como reserva de tesouraria em maio de 2025. Na época, o preço estava em alta, próximo aos US$ 108 mil, refletindo otimismo pós-halving e expectativas de adoção institucional.

No entanto, transferências parciais já haviam ocorrido no início de janeiro, com cerca de metade do estoque (aproximadamente 2.396 BTC) movida em lotes menores. O depósito integral no Coinbase Prime, usado por grandes traders e empresas para execuções complexas, é interpretado como preparação para venda, hedge ou rebalanceamento. Movimentar de armazenamento a frio para custódia quente aumenta a liquidez, mas também expõe a riscos de mercado imediato.

Prejuízo Potencial e Riscos de Liquidação

Os cálculos são claros e preocupantes: com o Bitcoin cotado em torno de US$ 89.500 recentemente, vender os 4.710 BTC agora representaria uma desvalorização significativa. O prejuízo estimado em US$ 76 milhões (cerca de R$ 402 milhões, pelo câmbio atual de R$ 5,29) destaca a volatilidade inerente ao ativo. Analistas sugerem motivos como colheita de perdas fiscais (tax-loss harvesting) ou redução de exposição a oscilações cripto, especialmente para uma empresa de capital aberto com obrigações a acionistas.

Para investidores de varejo, isso acende um alerta vermelho: liquidações institucionais em massa podem pressionar o preço para baixo, criando um efeito cascata de stops e pânico. Em um mercado já volátil, com variação negativa de 3% nas últimas 24 horas, movimentos de baleias como esse merecem monitoramento constante.

Implicações para o Mercado e Investidores Brasileiros

Essa movimentação da GameStop pode indicar uma mudança de humor institucional, questionando a narrativa de Bitcoin como reserva de valor perfeita. Outras empresas, como MicroStrategy, mantêm posições compradas, mas casos de saída reforçam a tese de que cripto ainda é especulativo para tesourarias corporativas. No Brasil, onde o BTC está cotado a R$ 459.466,86 segundo o Cointrader Monitor, com queda de 3,01% em 24h, o impacto cambial agrava o risco.

Recomenda-se cautela: monitore on-chain para confirmação de vendas, diversifique posições e evite alavancagem em momentos de incerteza. Ações da GameStop não reagiram diretamente, focadas em compras do CEO Ryan Cohen, mas o episódio reforça que nem mesmo gigantes do varejo estão imunes às quedas do BTC.

Próximos Passos e Monitoramento

Investidores devem acompanhar plataformas como CryptoQuant e Arkham para sinais de execução de ordens. Se confirmada a venda, poderíamos ver pressão vendedora adicional, especialmente se coincidir com eventos macro como reuniões do Fed. Para brasileiros, converter valores: o prejuízo em dólares equivale a mais de R$ 400 milhões, um lembrete de que flutuações globais afetam diretamente o mercado local.

Mantenha posições conservadoras e priorize preservação de capital em cenários de possível dump institucional.


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CEO cartoon erguendo fatia dourada com 3% gravado do suprimento Bitcoin, enquanto corporações disputam o resto, simbolizando acumulação e escassez

MicroStrategy Controla 3% do Bitcoin: Escassez em Alta

A MicroStrategy alcançou um marco histórico ao controlar 3% do suprimento total de Bitcoin, com 709.715 BTC em sua tesouraria. Liderada por Michael Saylor, a empresa realizou 95 compras desde 2020, acumulando ganhos não realizados de US$ 13 bilhões. Esse domínio corporativo reforça a tese de escassez, com custo médio de US$ 71 mil por BTC e valor atual próximo a US$ 89 mil. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 459.427, destacando o potencial de longo prazo.


Mãos de Diamante da MicroStrategy

A estratégia agressiva da MicroStrategy exemplifica o compromisso de longo prazo com o Bitcoin. Com 709.715 BTC, a empresa representa um player dominante, controlando uma fatia significativa dos 21 milhões de unidades que existirão. Seu custo médio de aquisição, em torno de US$ 71.000 por BTC, gerou US$ 13 bilhões em ganhos não realizados ao preço atual de cerca de US$ 89.000.

Em janeiro de 2026, adicionaram 22.305 BTC, demonstrando apetite contínuo apesar da volatilidade. Michael Saylor, com sua visão de ‘mãos de diamante’, evita vendas, posicionando a companhia como benchmark para adoção corporativa. Essa acumulação persistente desde 2020 altera dinâmicas de mercado, tornando mais desafiador para novos entrantes obterem exposição relevante.

O otimismo é fundamentado: com suprimento fixo, cada BTC retido por corporações como essa reduz a oferta disponível, potencializando valorizações futuras para holders de longo prazo.

Acúmulo Corporativo Recorde em 2025

No ano passado, corporate treasuries compraram quase 500.000 BTC, elevando os holdings totais para 1,13 milhão de BTC — ou 5,1% da oferta em circulação. Apesar do Bitcoin encerrar 2025 com -6,4%, empresas ignoraram a correção de curto prazo, apostando no potencial secular.

A MicroStrategy liderou, mas outras como Metaplanet e Strive seguem o modelo, migrando de notas conversíveis para preferred stocks com juros variáveis, conhecidas como ‘Digital Credit’. Essa inovação financeira permite acumular BTC sem sobrecarregar balanços ou elevar riscos de insolvência.

Instituições de custódia nos EUA adicionaram 577.000 BTC no último ano, valendo US$ 53 bilhões, sinalizando demanda institucional além das corporações. Esse fluxo conjunto comprime a liquidez disponível, beneficiando quem acumula cedo.

Implicações para o Mercado de Bitcoin

A concentração de 3% nas mãos da MicroStrategy e 5,1% em treasuries intensifica a competição pelo suprimento restante. ETFs spot detêm 1,5 milhão de BTC (7,1%), mas saídas recentes mostram sensibilidade a fluxos. Corporações, com estratégia HODL, atuam como absorvedoras de oferta de longo prazo.

Para investidores brasileiros, isso reforça a atratividade do Bitcoin como reserva de valor. Com preço atual em R$ 459.427 (-3,01% em 24h), quedas são oportunidades de entrada. A tese de escassez ganha força: menos de 20% do suprimento é líquido, e players como Saylor retiram volumes significativos do mercado.

No longo prazo, essa dinâmica sugere valorização sustentada, à medida que demanda institucional cresce contra suprimento finito. Empresas que adotam BTC transformam tesourarias tradicionais em fortalezas digitais.

O Que Esperar no Horizonte

O marco da MicroStrategy sinaliza maturidade na adoção corporativa. Observadores monitoram compras adicionais, especialmente após posts de Saylor em redes sociais, que historicamente precedem anúncios. Para 2026, projeções indicam aceleração, com mais firmas seguindo o playbook de acumulação agressiva.

Investidores devem focar no quadro macro: suprimento halving reduzido e demanda crescente criam assimetria positiva. Manter posição de longo prazo é chave em meio a volatilidade de curto prazo.


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Personagens cartoon de fundo de pensão plantando árvore Bitcoin dourada com folhas verde-cyan, simbolizando adoção institucional colombiana

Fundo de Pensão Colombiano Lança Exposição ao Bitcoin

A AFP Protección, segunda maior gestora privada de pensões da Colômbia com cerca de US$ 55 bilhões em ativos, anunciou a criação de um fundo opcional de Bitcoin para clientes qualificados. A iniciativa, confirmada pelo presidente Juan David Correa, foca em diversificação de longo prazo e passa por avaliações rigorosas de perfil de risco, sinalizando um marco na adoção institucional na América Latina e reforçando o Bitcoin como ativo reserva para aposentadorias.


Detalhes do Novo Fundo de Bitcoin

O produto não será aberto a todos os cotistas, mas restrito a investidores que atendam a um perfil de risco específico e passem por um processo de assessoria personalizado. A ênfase está na alocação de longo prazo, evitando especulação de curto prazo. Os executivos da AFP Protección destacam que as carteiras principais de pensão continuarão ancoradas em ativos tradicionais como títulos e ações, com o Bitcoin atuando como complemento diversificador.

Essa abordagem cautelosa, mas inovadora, reflete a maturidade do mercado cripto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 459.570 no mercado brasileiro, com volume de 24h em 204 BTC e variação de -2,96%. Em dólares, gira em torno de US$ 88.700, consolidando-se como reserva de valor global.

Escala e Alcance da Gestora

Com 220 trilhões de pesos colombianos sob gestão — equivalente a cerca de R$ 291 bilhões ao câmbio atual de US$ 1 = R$ 5,29 —, a AFP atende milhões de trabalhadores via pensões obrigatórias, planos voluntários e contas de indenização. Mesmo uma fatia pequena alocada em Bitcoin pode injetar liquidez significativa no ecossistema cripto, atraindo atenção global.

Essa escala amplifica o impacto: uma gestora desse porte validando o Bitcoin envia um sinal de viés de alta para o mercado, incentivando outras instituições na região a seguirem o exemplo. Para investidores brasileiros, isso reforça a tendência de adoção em fundos de pensão sul-americanos.

Contexto Regulatório e Tendências Regionais

A Colômbia vive um aperto regulatório com novas regras de relatórios fiscais e aduaneiros para criptoativos, alinhadas a padrões internacionais. A AFP Protección estrutura o fundo para plena conformidade, com verificações de adequação, divulgações claras e limites na alocação de portfólios de aposentadoria.

Esse passo alinha-se a uma tendência latina: instituições testam exposições controladas ao Bitcoin antes de expandir. Países vizinhos já experimentam produtos similares, pavimentando o caminho para o ativo digital em reservas soberanas e privadas. O otimismo é palpável — o Bitcoin não é mais especulação, mas pilar de diversificação estratégica.

O Que Isso Significa para o Futuro das Aposentadorias

Para cotistas colombianos e, por extensão, latino-americanos, surge a opção de proteger poupança contra inflação e desvalorizações fiduciárias via Bitcoin. Investidores devem monitorar aprovações regulatórias e adesões iniciais, mas o viés de alta é claro: sua aposentadoria em Bitcoin? Na Colômbia, já é realidade emergente. Essa legitimidade institucional acelera a maturidade do mercado, beneficiando holders de longo prazo globalmente.


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Auditor cartoon inspecionando cofre transparente de exchange com selo PoR luminoso, simbolizando novas regras de auditoria do Banco Central

Novas Regras do BC: Auditoria em Exchanges Começa em Fevereiro

O Banco Central do Brasil publicou a Instrução Normativa nº 701, que estabelece regras rigorosas para auditorias em exchanges de Bitcoin e criptomoedas. A norma entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026 e exige certificação independente de segurança, governança e solvência antes de as corretoras pedirem licença para operar. Isso traz mais transparência e proteção aos usuários brasileiros, alinhando o mercado à Lei 14.478, o Marco Legal das Criptomoedas.


O Que Diz a Nova Instrução Normativa

A Instrução Normativa BCB nº 701, divulgada em 22 de janeiro de 2026, define os requisitos que empresas independentes qualificadas devem seguir para emitir um parecer técnico sobre as prestadoras de serviços de ativos virtuais (VASPs), como as exchanges. Esse documento é obrigatório para que as corretoras solicitem autorização de funcionamento sob a Resolução BCB nº 520/2025.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 459.480 neste momento, com variação de -2,96% nas últimas 24 horas. Com as novas regras, os investidores terão maior certeza de que suas reservas estão seguras nas plataformas.

Se a auditoria não for apresentada ou falhar nos critérios, o pedido de licença é considerado sem efeito. Isso força as exchanges a elevarem seus padrões de operação no Brasil.

Proof of Reserves e Segregação de Ativos Explicadas

Para iniciantes, vamos entender o que é Proof of Reserves (Prova de Reservas): é uma verificação que comprova se a exchange realmente possui os Bitcoins e criptoativos que declara ter em nome dos clientes. Não é mais uma prática voluntária, como em muitas plataformas internacionais, mas uma exigência auditada por terceiros independentes.

A segregação patrimonial é outro pilar fundamental. Ela garante que os ativos dos usuários fiquem separados do patrimônio da própria corretora. Em caso de falência ou problemas financeiros da empresa, seu dinheiro não entra na massa falida e pode ser devolvido diretamente aos clientes. Imagine isso como contas bancárias distintas: a sua fica intocada mesmo se a exchange tiver dívidas.

Antes, muitas exchanges misturavam fundos em contas globais, o que gerava riscos. Agora, o auditor deve atestar esses mecanismos de proteção.

Outros Itens que Serão Auditados

A norma vai além e exige análise de vários aspectos para proteger o investidor iniciante:

  1. Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD): Processos para combater crimes financeiros e financiamento ao terrorismo, conforme a lei brasileira.
  2. Cibersegurança: Planos de resposta a incidentes, redundância de sistemas e segurança contra hacks, garantindo que a plataforma não saia do ar facilmente.
  3. Terceirização: Se a exchange usa parceiros externos, como custodiantes no exterior ou nuvens, esses também são avaliados.
  4. Staking e Rendimentos: Transparência total sobre riscos, já que não há FGC (Fundo Garantidor) para cripto. O cliente deve saber exatamente como o rendimento é gerado.

Os auditores devem declarar ausência de conflitos de interesse e manter documentos por pelo menos cinco anos, disponíveis ao Banco Central.

Impacto para Você, Investidor Brasileiro

Essas mudanças representam um avanço na maturidade do mercado cripto no Brasil. Empresas estrangeiras terão até 270 dias para migrar operações para entidades locais com CNPJ brasileiro, facilitando fiscalização. Para você, isso significa maior confiança ao deixar Bitcoins em exchanges, sabendo que há uma blindagem regulatória.

Monitore as atualizações das suas corretoras favoritas e prefira aquelas que já praticam boas condutas. Lembre-se: a melhor proteção ainda é a autocustódia em carteiras próprias, mas essas regras tornam as plataformas mais seguras para trading e HODL.


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Medidor cartoon de odds subindo para 77% com Bitcoin ansioso e Capitólio tempestuoso, representando risco de shutdown EUA no Polymarket

Odds de Shutdown nos EUA Saltam para 77% no Polymarket: Risco ao BTC

As odds de um shutdown governamental nos EUA até 31 de janeiro dispararam para 77% no Polymarket, ante 67% há 24 horas. A paralisia política, alimentada por declarações do presidente Donald Trump e recusa do senador Chuck Schumer a um projeto de lei, reacende temores de instabilidade. Isso pressiona o apetite por risco global, com reflexos diretos no Bitcoin, que opera em R$ 459.187,70 (Cointrader Monitor), em queda de 3,03% nas últimas 24 horas.


Surgimento das Odds no Mercado Preditivo

O Polymarket, plataforma de mercados preditivos baseada em blockchain, registrou um salto nas apostas sobre um novo shutdown. O volume movimentado reflete a crescente preocupação dos participantes do mercado com a incapacidade do Congresso em aprovar orçamentos. Políticos como Collin Rugg destacaram o fenômeno nas redes sociais, ligando-o diretamente à tensão entre republicanos e democratas. Essa métrica, embora especulativa, serve como termômetro do sentimento geopolítico, influenciando ativos de risco como criptomoedas.

Historicamente, shutdowns prolongados, como o de 43 dias em outubro-novembro, paralisam serviços federais e geram incerteza econômica. No contexto atual, o risco elevado sinaliza potenciais interrupções em agências reguladoras, impactando diretamente o ecossistema crypto.

Contexto Político: Trump e Schumer em Confronto

Donald Trump, em entrevista à Fox Business, não descartou um novo shutdown, afirmando: “provavelmente vamos acabar em outro shutdown democrata”. Do outro lado, Chuck Schumer rejeitou o projeto de apropriações por considerar inadequado o financiamento para o Departamento de Homeland Security (DHS) e abusos da ICE. Essa disputa bipartidária agrava a polarização, com democratas bloqueando avanços legislativos.

A instabilidade chega em momento crítico para os EUA, com negociações orçamentárias sob pressão. Investidores globais monitoram o desenrolar, pois paralisações passadas já causaram volatilidade em bolsas e commodities, estendendo-se a mercados emergentes como o brasileiro.

Impacto no CLARITY Act e Regulação Crypto

O CLARITY Act, projeto de lei para clareza regulatória em cripto, enfrenta atrasos atribuídos a shutdowns anteriores. Executivos como Brian Armstrong, CEO da Coinbase, retiraram suporte à versão atual, chamando-a de “pior que o status quo”. Preocupações com rendimentos de stablecoins, criticados pelo lobby bancário americano, complicam o consenso bipartidário.

Analistas da Galaxy Digital apontam falta de compromisso entre as partes, com tramitação prevista em 4-6 semanas. Um shutdown poderia postergar ainda mais, mantendo incertezas regulatórias que inibem investimentos institucionais em Bitcoin e altcoins.

Implicações Geopolíticas para o Bitcoin

Shutdowns reduzem o apetite por risco, favorecendo ativos safe-haven como dólar e ouro em detrimento do Bitcoin, visto como proxy de risco. ETFs de BTC nos EUA registram saques de US$ 1,72 bilhão em cinco dias, refletindo pessimismo. No Brasil, com BTC em R$ 459 mil, a correlação com eventos americanos é alta devido à dominância do mercado global.

Investidores devem monitorar negociações no Congresso. Uma paralisação prolongada poderia acentuar quedas, enquanto resolução rápida impulsionaria recuperação. O cenário reforça a resiliência do BTC como hedge geopolítico, mas expõe sua sensibilidade a choques macro nos EUA.


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Executivo cartoon no topo de pilha instável de blocos Bitcoin rachados com moedas caindo, revelando riscos ocultos na tesouraria da MicroStrategy

Risco Oculto: 4 Falhas na Estratégia de Bitcoin da Strategy

A Strategy anunciou que seu capital preferencial perpétuo superou a dívida conversível, totalizando US$ 8,36 bilhões contra US$ 8,21 bilhões. Embora pareça um escudo para seu tesouro de Bitcoin, especialistas identificam quatro falhas estruturais que podem forçar a liquidação de parte dos 710 mil BTC da companhia. Em um mercado volátil, com o Bitcoin negociado a US$ 86.973 (R$ 461.228 no Brasil, segundo o Cointrader Monitor), a ‘fortaleza de Saylor’ revela rachaduras perigosas.


Troca de Riscos: De Dívida para Dividendos Perpétuos

A estratégia da Strategy, liderada por Michael Saylor, substitui dívidas com vencimentos fixos (2027-2032) por ações preferenciais perpétuas. Sem prazos de pagamento do principal, a empresa evita vendas forçadas de Bitcoin para quitar obrigações. No entanto, isso impõe pagamentos de dividendos contínuos, estimados em US$ 876 milhões anuais.

Com reservas de caixa de US$ 2,25 bilhões, a companhia tem cerca de 30 meses de folga, conforme análise de Derek Lim, da Caladan. Se os mercados de ações se fecharem em uma baixa prolongada, o financiamento via novas emissões torna-se inviável, pressionando o caixa e expondo a primeira falha estrutural.

A correlação extrema com o Bitcoin agrava o problema: quedas no preço do ativo corroem o valor das ações da MSTR, dificultando captações. Recentemente, uma desvalorização de 32% no BTC provocou queda de 52% nas ações da empresa.

Falhas 1 e 2: Baixa Prolongada e Ciclo de Dividendos

Em um cenário de viés de baixa prolongado superior a 50%, como visto em ciclos anteriores, o prêmio das ações da Strategy evapora. Sem conversão da dívida ou novas emissões viáveis, a empresa enfrenta refinanciamento impossível. Os detentores de dívida não convertem, forçando pagamentos em caixa ou venda de ativos.

Os dividendos perpétuos exigem desembolsos constantes, diferentemente da dívida que pode ser rolada. Adiar pagamentos sinaliza estresse financeiro, derrubando ainda mais o preço da ação e criando um ciclo vicioso: ação fraca → emissões caras → caixa esgotado → risco de inadimplência. Essa retroalimentação reputacional é a segunda brecha crítica.

Analistas alertam que, sem fluxo de caixa operacional robusto, a dependência de vendas de ações ou valorização do Bitcoin torna o modelo frágil em mercados de baixa.

Falhas 3 e 4: Correlação e Reação em Cadeia

A terceira falha reside na alta correlação da MSTR com o Bitcoin, atuando como proxy amplificado. Em altas, isso facilitou captações; em baixas, destrói valor mais rápido. Com BTC abaixo de US$ 90 mil (30% sob máxima), uma correção adicional pode desencadear êxodo de investidores.

Por fim, os riscos interconectam-se em uma reação em cadeia: queda no BTC comprime o mNAV (market-to-net asset value), tornando emissões dilutivas e erodindo confiança. Sem caixa para dividendos, a venda de Bitcoin torna-se inevitável, desmontando a tese de ‘manter para sempre’.

O mNAV, métrica chave, mede se ações negociam a prêmio sobre reservas de BTC. Compressão dele acelera o colapso interno da fortaleza.

Implicações e o Que Monitorar

O fracasso parcial da Strategy — venda forçada de fração dos 710 mil BTC — geraria impacto sísmico nos mercados cripto, testando a resiliência do Bitcoin. Derek Lim prevê não uma implosão, mas desgaste lento via diluição, tornando a MSTR subperformer ante o BTC.

Investidores devem vigiar mNAV, reservas de caixa, emissões de ações e variação do BTC. O primeiro teste é a ‘put’ de US$ 1,01 bilhão em 2027. Em um ciclo de baixa, a estratégia alavancada pode falhar, validando ceticismo sobre tesourarias corporativas de cripto.


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Executivos cartoon saindo de vault com sacos de energia dourada, simbolizando saídas recordes de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin

Êxodo Institucional: ETFs de Bitcoin Têm Saída Recorde de US$ 1,33 Bilhão

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram uma saída recorde de US$ 1,33 bilhão na semana encerrada em 23 de janeiro de 2026, a maior da história desde o lançamento em janeiro de 2024. Nenhum dia apresentou fluxo positivo, refletindo reatividade institucional ao declínio do Bitcoin, que negociava a US$ 88.901 no período. Esse movimento contrasta com a entrada de US$ 1,42 bilhão na semana anterior, sinalizando baixa confiança de longo prazo em Wall Street.


Detalhes dos Resgates em ETFs de Bitcoin

O fluxo negativo diário foi implacável: segunda-feira registrou US$ 483,38 milhões em saídas, terça-feira o pico de US$ 708,71 milhões, seguida por US$ 32,11 milhões na quarta e US$ 103,57 milhões na quinta. O IBIT da BlackRock liderou com resgates de US$ 537,49 milhões, seguido pelo FBTC da Fidelity com US$ 451,50 milhões. O GBTC da Grayscale, o BITB da Bitwise e o ARKB da Ark Invest somaram perdas de US$ 172,09 milhões, US$ 66,25 milhões e US$ 76,19 milhões, respectivamente.

Os ativos sob gestão (AUM) totais caíram para US$ 115,88 bilhões, com IBIT detendo 54% do mercado. O fluxo acumulado netto é de US$ 56,49 bilhões. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.057,67 às 18h27 de 25/01, com queda de 2,62% em 24h e volume de 198,82 BTC.

Ethereum e Outros ETFs Seguem o Mesmo Caminho

Os ETFs de Ethereum à vista não escaparam, com saídas de US$ 611,17 milhões. O ETHA da BlackRock respondeu por US$ 431,50 milhões (71% do total), enquanto os AUM caíram para US$ 17,70 bilhões, ou 4,99% da capitalização do ETH. Fluxo acumulado netto: US$ 12,30 bilhões. Diariamente, os resgates foram consistentes: US$ 229,95 milhões na segunda, US$ 297,51 milhões na terça, e cerca de US$ 41 milhões nas quinta e sexta.

Outros fundos como os ETFs de XRP registraram a primeira saída semanal de US$ 40,64 milhões, quebrando a sequência positiva. Os ETFs de Solana, porém, contrariaram a tendência com entradas de US$ 9,57 milhões, o único ponto positivo entre os principais.

Sentimento de Wall Street e Implicações On-Chain

Os dados de SoSoValue destacam um padrão de oscilação: após US$ 1,42 bilhão em entradas na semana de 16/01, o reverso veio com a queda do BTC. Isso sugere investidores institucionais reativos, vendendo em baixas sem visão de longo prazo. On-chain, os outflows pressionam a liquidez spot, potencializando correções. No Brasil, com dólar a R$ 5,29 (AwesomeAPI), os US$ 1,33 bilhão equivalem a cerca de R$ 7,04 bilhões em resgates.

Vale monitorar a próxima semana: entradas anteriores precederam rallies, mas saídas prolongadas podem aprofundar o viés de baixa. Investidores devem acompanhar AUM e volumes para sinais de estabilização.


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Personagens cartoon de Ibovespa e Bitcoin em corrida apertada, Ibovespa à frente, simbolizando superação em aposta de R$ 100 mil no Brasil

Ibovespa Ultrapassa Bitcoin em Aposta de R$ 100 mil no Brasil

Brasil: Ibovespa vira o jogo contra o Bitcoin em aposta pública de R$ 100 mil. Iniciada em 24 de junho de 2024 entre João Paulo Mayall (defensor do BTC) e Pedro Cerize (defensor do índice bursátil), a disputa registrou mudança de liderança em 23 de janeiro de 2026, após 469 dias. O Ibovespa acumula alta de 45,84%, superando os 45,56% do Bitcoin.


Detalhes da Aposta Pública

A competição compara o desempenho de uma aplicação inicial no Ibovespa contra o mesmo valor em Bitcoin, refletindo preferências de investidores brasileiros por ativos locais versus criptomoedas. O prêmio de R$ 100 mil será pago pelo perdedor ao vencedor em 23 de junho de 2026, marcando dois anos de disputa.

Até recentemente, Mayall liderava com folga, impulsionado pela valorização do BTC em 2024 e 2025. No entanto, a disparada recente da bolsa, com o Ibovespa ultrapassando 178 mil pontos pela primeira vez, inverteu o cenário. A diferença atual é mínima: apenas 0,28 ponto percentual separa os ativos.

Segundo o perfil “Mises vs Cerize” no X (antigo Twitter), essa é a primeira vez em mais de um ano que o índice bursátil assume a ponta.

Desempenho Comparativo e Contexto de Mercado

Desde o início da aposta, o Ibovespa beneficiou-se de um cenário macroeconômico favorável no Brasil, com recuperação econômica e influxo de capital estrangeiro em ações. Em 2025, o índice já acumulava ganhos expressivos, e 2026 reforça a tendência com recordes consecutivos.

O Bitcoin, por outro lado, enfrentou volatilidade. Atualmente, cotado a cerca de R$ 460.823 — segundo o Cointrader Monitor —, registra variação de -2,66% nas últimas 24 horas. No acumulado da aposta, o BTC ainda entrega retornos robustos, mas perde terreno para a bolsa local.

Para contextualizar, uma aplicação de R$ 100 mil em junho de 2024 renderia aproximadamente R$ 145.840 no Ibovespa e R$ 145.560 no Bitcoin hoje, calculado com base nos percentuais divulgados.

Reações dos Participantes e Comunidade

Pedro Cerize, agora líder, questionou publicamente se “seria a hora de encerrar a aposta”, declarando um empate, argumentando que “todo mundo que investiu ganhou”. Apesar disso, seguidores rejeitam a ideia, preferindo aguardar o prazo final para um desfecho definitivo.

João Paulo Mayall, defensor do Bitcoin, ainda não se pronunciou sobre a virada. A discussão no X destaca o debate acalorado entre apoiadores de ações tradicionais e criptoativos.

Cerize atribui sua visão acertada ao Ibovespa mesmo após erros em previsões políticas, como eleições de 2026.

Implicações para Investidores Brasileiros

Essa disputa ilustra a competitividade entre bolsa de valores e Bitcoin no portfólio local. Enquanto o BTC oferece potencial de alta explosiva com maior risco, o Ibovespa demonstra resiliência em ciclos de valorização sustentada.

Os dados sugerem que diversificação permanece chave: combinar exposição a ambos pode mitigar riscos. Investidores devem monitorar indicadores como volume no BTC (200 BTC em 24h nas exchanges BR) e níveis do Ibovespa próximos de 178 mil pontos.

Com o dólar a R$ 5,29 (AwesomeAPI), fluxos cambiais também influenciam ambos os ativos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cliente cartoon escaneando QR Bitcoin em loja neon de Las Vegas com lojista celebrando, ilustrando adoção cotidiana via Lightning Network

Las Vegas Adota Bitcoin: Pagamentos com Código QR em Lojas Diárias

De hotéis a hambúrgueres: Las Vegas vira o laboratório mundial de pagamentos em Bitcoin. Pequenos estabelecimentos e redes maiores, como Steak ’n Shake, estão adotando o BTC via código QR para compras diárias. O objetivo é cortar as altas taxas de processamento de cartões de crédito, que chegam a 3,5%, e atrair clientes que carregam cripto nas carteiras digitais. Relatos locais mostram transações reais acontecendo agora mesmo na cidade do entretenimento.


Redução de Custos: O Principal Motivo dos Comerciantes

As taxas de cartões de crédito pesam no bolso dos lojistas. Em média, 2,5% a 3,5% de cada venda vão para processadoras como Visa ou Mastercard. Já com Bitcoin, especialmente via Lightning Network ou serviços como Square, essa despesa cai drasticamente — e, no caso do Square, é zero até o fim de 2026 para milhões de comerciantes nos EUA.

Em Las Vegas, donos de negócios relatam economia imediata. Um suco ou hambúrguer pago em BTC significa mais lucro retido. Além disso, sem chargebacks — comuns com cartões —, o risco diminui. Para o pequeno comerciante, que opera no limite, isso representa utilidade prática no dia a dia, transformando o Bitcoin de especulação em ferramenta de gestão financeira cotidiana.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 461.318 (variação de -2,54% em 24h), valor que facilita comparações para brasileiros planejando viagens ou investimentos em pagamentos globais.

Como Funciona o Pagamento via QR Code

O processo é simples e rápido, ideal para o ritmo acelerado de Las Vegas. O cliente abre sua carteira de Bitcoin no celular — como Wallet of Satoshi ou Phoenix —, escaneia o código QR gerado pelo caixa e confirma a transação. Com a Lightning Network, o pagamento liquida em segundos, sem as demoras da blockchain principal.

Para o comerciante, ferramentas como Square integram o BTC diretamente no ponto de venda, convertendo automaticamente para dólares se preferir. Isso elimina volatilidade: recebe em fiat, mas atrai o público cripto. Mapas públicos de aceitação ajudam clientes a localizar lojas, de cafeterias a clínicas médicas, facilitando o uso recorrente.

Essa facilidade prática torna o Bitcoin viável para compras impulsivas, como um lanche pós-show ou um souvenir em cassinos. Brasileiros em viagem podem testar com pequenas quantias, verificando taxas baixas em exchanges locais antes de viajar.

Exemplos Reais e Impacto no Tráfego de Clientes

Não é teoria: lojas de suco, cafés e redes como Steak ’n Shake já processam pagamentos reais. Relatórios da FOX5 Vegas confirmam aumento no fluxo de turistas com cripto nas carteiras, que preferem BTC para evitar conversões cambiais ou limites de cartão.

Donos relatam não só economia, mas vendas extras de clientes curiosos testando o novo método. Alguns mantêm parte em BTC como reserva, outros convertem tudo. Em uma cidade de alto volume, como Las Vegas, isso escala rápido: imagine pagar hotel ou show em BTC, reduzindo custos em pacotes turísticos.

Para brasileiros, o exemplo inspira: com BTC a R$ 461.318, uma viagem a LV pode incluir pagamentos locais sem IOF extra de cartões internacionais.

Dicas Práticas para Usar Bitcoin em Viagens

Quer replicar? Baixe uma carteira Lightning compatível e teste transações pequenas. Verifique mapas de aceitação global, como o da Coinmap.org. Para comerciantes brasileiros, avalie gateways como OpenNode ou BTCPay Server — taxas mínimas e integração fácil.

Las Vegas prova: Bitcoin no cotidiano reduz custos e atrai clientes. Monitore a adoção; pode chegar a mais cidades turísticas em breve. Vale experimentar para compras do dia a dia, equilibrando risco de volatilidade com benefícios imediats.


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Rede de nós cristalinos dourados de holders Bitcoin rachando com faíscas vermelhas, simbolizando perdas on-chain e início de mercado de baixa

Holders de Bitcoin Registram Perdas pela 1ª Vez em 2 Anos

Sinal de mercado de baixa? Detentores de Bitcoin estão realizando perdas líquidas pela primeira vez desde outubro de 2023, acumulando US$ 6,1 bilhões em prejuízos desde dezembro de 2025, conforme dados on-chain da CryptoQuant. Essa inversão nas dinâmicas de lucro, após mais de dois anos de ganhos consistentes, ecoa o início da transição para o mercado de baixa de 2021-2022. Com o BTC negociado a cerca de US$ 88.000, investidores monitoram se isso marca o começo de um ciclo de baixa prolongado.


Perdas Realizadas Acumuladas

De acordo com análise da CryptoQuant, holders venderam 69.000 BTC em posições de perda desde dezembro de 2025, equivalendo a US$ 6,1 bilhões em prejuízos realizados. Esse é o primeiro período negativo de 30 dias desde outubro de 2023, rompendo uma sequência de lucros líquidos que durou 15 meses.

Os lucros realizados atingiram pico em janeiro de 2024, formando topos mais baixos ao longo de 2025 até virar negativos. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 460.624, com variação de -2,67% nas últimas 24 horas e volume de 199 BTC. Essa pressão sugere capitulação inicial entre detentores de curto prazo.

Comparação com Ciclos Anteriores

Os lucros líquidos realizados caíram para 2,5 milhões de BTC, nível visto pela última vez em março de 2024 e similar ao início do mercado de baixa de março de 2022. Naquele período, após picos em janeiro de 2021, os lucros declinaram com topos sucessivamente menores, culminando em perdas líquidas.

Atualmente, o padrão se repete: declínio desde março de 2024, com quedas acentuadas em dezembro de 2024, julho e outubro de 2025. Apesar das perdas recentes, o preço médio realizado permanece em US$ 56.000, mantendo a maioria dos holders no lucro geral, mas sinalizando enfraquecimento na estrutura de lucros.

Indicadores On-Chain em Alerta

O índice MVRV (Market Value to Realized Value) resfriou para 1,5x, abaixo dos 3-4x de topos de mercado, mas acima do sub-1x de bears profundos. Cerca de dois terços do suprimento de Bitcoin ainda está lucrativo, enquanto um terço está underwater aos preços atuais.

O Net Unrealized Profit/Loss migrou da euforia para zona de otimismo com ansiedade, com leituras negativas frequentes no Net Realized Profit/Loss. Esses dados apontam para condições de início de mercado de baixa, sem capitulação em massa, mas com conviction enfraquecida entre investidores profissionais.

Implicações para o Ciclo de Mercado

Essa mudança sugere que o ciclo de alta pode ter encerrado, com o mercado entrando em fase de digestão ou baixa inicial. Volumes de venda em perdas indicam capitulação modesta, mas sem extremos históricos. Investidores aguardam sinais de momentum renovado ou capitulação mais ampla antes de reposicionar.

Vale monitorar a evolução dos lucros realizados e MVRV nas próximas semanas, pois padrões semelhantes precederam correções prolongadas. Para brasileiros, com BTC em R$ 460 mil, ajustes em estratégias de tesouraria são recomendados em cenários de volatilidade.


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Cúpula cibernética rachada vazando fluxo vermelho sobre linha de suporte 85K dourada, simbolizando hack governamental e pressão no Bitcoin

Crise de Segurança: Hack de US$ 40 Milhões no Governo dos EUA e Lavagem de USDT Pressionam Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/01/2026 | NOITE

O mercado cripto encerra este domingo sob uma densa nuvem de cautela. Fraudes massivas de segurança no seio do governo dos Estados Unidos e novas evidências de fluxos ilícitos em grandes exchanges de ativos virtuais estabelecem um viés de baixa moderado no curto prazo. O roubo de US$ 40 milhões em ativos governamentais e a persistência de redes de lavagem de dinheiro, que movimentaram mais de US$ 400 milhões em USDT, sobrepujam as narrativas institucionais positivas vindas da América Latina. Enquanto o ouro atinge marcos históricos de reserva, sinalizando um esgotamento sistemático da hegemonia do dólar, o sentimento imediato é de retração. Investidores agora monitoram suportes críticos, com o Bitcoin pressionado por previsões de queda no Polymarket, em um cenário onde a segurança e a conformidade regulatória tornam-se os temas centrais do ecossistema.


🔥 Destaque: Hack no Governo dos EUA Expõe Vulnerabilidade de Custódia

Uma investigação conduzida pelo renomado analista on-chain ZachXBT revelou uma brecha catastrófica na segurança cibernética governamental. John Daghita, identificado pelo pseudônimo “Lick”, subtraiu mais de US$ 40 milhões em criptoativos mantidos sob a custódia do governo norte-americano. O acesso foi facilitado de forma alarmante por meio da empresa de TI de seu pai, a CMDSS, que possuía contratos ativos com o U.S. Marshals Service para gerenciar ativos apreendidos.

O incidente é particularmente grave por envolver fundos confiscados do histórico hack da Bitfinex, incluindo uma única transação desviada de US$ 24,9 milhões. A identidade de Daghita foi exposta após o próprio hacker ostentar sua riqueza em chats privados, compartilhando vídeos de sua carteira Exodus cujos endereços foram vinculados diretamente aos fundos desviados. Este evento não é apenas um golpe financeiro, mas um severo revés na confiança depositada em contratistas terceirizados que operam infraestruturas críticas de ativos digitais.

As implicações deste caso são profundas e devem acelerar uma reforma regulatória global sobre custódia institucional. É altamente provável que agências governamentais e grandes instituições abandonem modelos de confiança única em favor de tecnologias como a computação multipartidária (MPC). Para o mercado, o episódio reforça que o risco reside na falha humana e na centralização de chaves privadas, elevando a urgência por auditorias de Prova de Reservas e transparência absoluta por parte de todos os custodiantes.

No curto prazo, a principal preocupação reside na liquidação desses ativos. Embora o volume não seja suficiente para causar um colapso sistêmico, a movimentação dos fundos roubados para corretoras ou misturadores pode gerar picos de volatilidade indesejada. Monitorar os endereços identificados por ZachXBT tornou-se prioritário para participantes do mercado que buscam antecipar pressões vendedoras súbitas no Bitcoin e no Ethereum.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no encerramento deste período é de aversão ao risco. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 460.656,24, apresentando uma desvalorização de 2,65% nas últimas 24 horas. Este movimento reflete não apenas o pânico gerado pelos incidentes de segurança, mas também uma realização de lucros em ativos como o XRP, que luta para manter o suporte técnico em US$ 1,88 (aproximadamente R$ 9,72).

Apesar da pressão vendedora imediata, o contexto macroeconômico oferece um contraponto robusto. Pela primeira vez desde 1996, o ouro superou os títulos do tesouro dos EUA como o maior ativo de reserva global detido por bancos centrais não americanos. Com as reservas de metal precioso atingindo a marca de US$ 4 trilhões, a tese de desdolarização ganha força inédita. Este movimento valida a demanda por ativos neutros e escassos, posicionando o Bitcoin como um beneficiário direto no longo prazo sob a narrativa de “ouro digital”.

Na América Latina, a adoção institucional deu um passo histórico com a AFP Protección na Colômbia. A gestora, que administra US$ 55 bilhões, abriu as portas para investimentos em Bitcoin para seus clientes qualificados. No entanto, esses fundamentos de longo prazo enfrentam a resistência de indicadores de curto prazo, como o mercado de previsão Polymarket, que atribui uma probabilidade de 72% para o Bitcoin testar o nível de US$ 85.000 antes do fim de janeiro.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Falhas em Custódia Centralizada: O roubo interno no governo dos EUA expõe que mesmo entidades oficiais podem falhar, exigindo uma revisão urgente de auditorias em todos os provedores e exchanges.
  • Pressão Regulatória e Sanções: O fluxo documentado de USDT ilícito para a Binance e outras plataformas eleva o risco de multas pesadas por falhas em processos de prevenção à lavagem de dinheiro.
  • Volatilidade de Curto Prazo: Previsões pessimistas no Polymarket com volumes de US$ 60 milhões podem atuar como uma profecia autorrealizável, incentivando vendas preventivas por traders de varejo.
  • Consolidação no Brasil: Novas regras do Banco Central para auditorias e segregação patrimonial podem elevar custos operacionais, forçando a saída de corretoras menores.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Tecnologias de Custódia Avançada: O incidente de segurança cria uma janela favorável para soluções de MPC e carteiras multiassinatura, que eliminam pontos únicos de falha humana.
  • Adoção Institucional na América Latina: A iniciativa colombiana pode gerar um efeito dominó, pressionando fundos de pensão no Brasil e no México a oferecerem exposição regulada.
  • Bitcoin como Proteção Macro: A inversão histórica entre ouro e títulos do Tesouro sinaliza que o capital soberano busca refúgios não fiduciários, favorecendo a escassez do Bitcoin.
  • Operações de Reversão em Suportes: O medo localizado e a concentração de apostas vendedoras em US$ 85.000 podem oferecer pontos de entrada para investidores de longo prazo.

📰 Principais Notícias do Período

1. Falha de Custódia: Contratista do Governo Causa Roubo de US$ 40M em Cripto
Uma investigação de ZachXBT expôs John Daghita como autor de um roubo milionário contra o governo dos EUA. O hacker utilizou o acesso privilegiado de seu pai para desviar ativos da Bitfinex. O caso catalisa a urgência por reformas na custódia governamental.

2. Rede de Lavagem de US$ 414M em USDT Persiste e Atinge Grandes Exchanges
A Bitrace revelou que sindicatos de jogos de azar lavaram centenas de milhões via Telegram para exchanges como Binance e HTX. Os fluxos persistem, expondo falhas em sistemas de AML e conformidade que podem resultar em sanções severas.

3. Ouro Supera Dívida dos EUA: Sinal de Esgotamento da Hegemonia do Dólar?
Bancos centrais agora detêm mais valor em ouro do que em títulos do Tesouro americano, algo inédito em três décadas. A tendência de desdolarização valida a tese de refúgio escasso, impulsionando ativos como o Bitcoin frente à desvalorização monetária.

4. Fundo de Pensão Colombiano de US$ 55B Abre Portas para Investimento em Bitcoin
A AFP Protección lançou um fundo de exposição a Bitcoin para clientes qualificados. O movimento é um marco para a adoção institucional na América Latina, trazendo capital corporativo recorrente para o setor de ativos virtuais.

5. BCB Impõe Auditoria com Prova de Reservas, Elevando Padrão de Exchanges
A partir de fevereiro de 2026, corretoras no Brasil serão obrigadas a realizar auditorias independentes e comprovar Proof of Reserves. A medida visa proteger o investidor por meio da segregação patrimonial efetiva.

6. Polymarket Aponta 72% de Chance de BTC a US$ 85k: Sentimento ou Fato?
Com volume de US$ 60 milhões, o mercado de previsão indica alta probabilidade de queda do Bitcoin nos próximos dias. Um toque momentâneo na zona de US$ 85.000 resolveria as apostas, ampliando a volatilidade técnica no varejo.


🔍 O Que Monitorar

  • Movimentação dos Fundos Roubados: Alertas on-chain de grandes transferências dos endereços vinculados a John Daghita podem preceder quedas de preço.
  • Comunicados do DOJ: A resposta oficial do Departamento de Justiça dos EUA sobre a falha de custódia ditará o tom da nova regulação para contratistas.
  • Fluxos de ETFs de XRP e BTC: Saídas contínuas podem indicar que a realização de lucros institucional ainda não terminou.
  • Decisão do FOMC: A postura do Federal Reserve em relação às taxas de juros continua sendo o principal gatilho para a liquidez global.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 48 horas, o viés de baixa moderado deve persistir, impulsionado pelo medo e incerteza gerados pelas falhas críticas de segurança e conformidade expostas. A proximidade do Bitcoin com os suportes técnicos e a pressão de mercados de previsão como o Polymarket sugerem que um teste na zona de US$ 85.000 é iminente. É provável que vejamos volatilidade elevada e liquidações de posições compradas se esse suporte for desafiado.

Contudo, a força do macro, exemplificada pela corrida soberana para o ouro e a adoção institucional na Colômbia, deve atuar como um amortecedor para quedas mais profundas. Investidores resilientes devem monitorar a defesa desses níveis de preço; se o suporte de R$ 458.000 se mantiver no mercado brasileiro, poderemos ver a exaustão dos vendedores e uma base sólida para recuperação técnica. Posições defensivas são recomendadas até que o clima de segurança se estabilize.


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