Mineradores cartoon emergindo de túnel escuro com picos BTC luminosos para luz dourada, sinalizando recuperação e alta no preço do Bitcoin

Mineradores de Bitcoin Recuperam: Sinal de Alta no Preço?

O Miner Financial Health Index indica que os mineradores de Bitcoin estão saindo da fase de capitulação, com o índice em tendência de alta rumo a níveis neutros. Esse movimento, destacado por analistas, historicamente precede valorizações no preço do BTC, que oscila em torno de US$ 89.800. Enquanto o mercado global mostra volatilidade, as ações de mineradoras listadas na Nasdaq lideram a recuperação, sugerindo um pulso ainda pulsante no setor.


Saúde Financeira dos Mineradores Melhora

O Miner Financial Health Index, calculado como média móvel de 7 dias (7D-SMA), mede o equilíbrio entre receitas e pressão de vendas dos mineradores. Em períodos de capitulação, quando as vendas superam as receitas, o índice fica negativo. Agora, conforme análise de Axel Adler Jr., o indicador reverte para positivo, sinalizando o fim da venda forçada de equipamentos e BTC para cobrir custos operacionais.

Essa recuperação ocorre após uma semana de queda no preço do Bitcoin, que testou suportes abaixo de US$ 90.000. Historicamente, o fim da capitulação marca o prelúdio de altas, pois mineradores param de distribuir BTC e começam a acumular. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 468.756 (-1,32% em 24h) reflete essa estabilização no mercado brasileiro.

Os dados sugerem que os mineradores sobreviveram à pressão recente, posicionando-se para lucros em uma eventual alta.

Ações de Mineradoras Lideram na Nasdaq

Em meio a um mercado de ações misto, com o Nasdaq em alta e o Dow Jones em queda, as mineradoras de Bitcoin se destacam. A performance superior das ações reflete otimismo setorial, contrastando com fragilidades globais. Empresas como Marathon Digital e Riot Platforms registram ganhos expressivos, impulsionadas pela expectativa de halving e adoção institucional.

Essa divergência reforça a correlação positiva entre ações de mineradoras e o preço do BTC. Quando o índice de saúde melhora, investidores institucionais veem sinal de força na rede Bitcoin, atraindo capital para equities relacionadas.

Implicações para o Preço do Bitcoin

O fim da capitulação dos mineradores é um indicador clássico de reversão. Plataformas como Bitcoin Vector apontam para uma saída de ambiente de alto risco, similar ao visto em abril de 2025, antes de uma fase de alta. Para confirmação, aguarda-se um último teste de suporte em torno de US$ 89.000, seguido de momentum altista.

Investidores devem monitorar o Miner Financial Health Index e volumes na Nasdaq. Uma consolidação acima de neutro pode catalisar uma alta, especialmente com o BTC testando resistências chave. No Brasil, o volume de 24h de 101 BTC indica liquidez saudável.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar o comportamento pós-capitulação: se mineradores reduzirem vendas, a oferta diminui, favorecendo valorização. Ações na Nasdaq servem como proxy leading para o BTC. Dados objetivos apontam para recuperação setorial, mas volatilidade persiste.


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Magnata tech cartoon perfurando bolha de fake news sobre mesa de apostas com traders decepcionados, alertando riscos de desinformação em Polymarket

Bezos Desmente Polymarket: Riscos de Fake News em Apostas

O bilionário Jeff Bezos desmentiu publicamente uma informação falsa divulgada pelo Polymarket no X, alegando que ele teria aconselhado jovens empreendedores a trabalharem em fast-foods antes de abrir negócios. O caso reacende alertas sobre plataformas de previsão que usam redes sociais para espalhar rumores virais, misturando apostas cripto com desinformação. Não confie cegamente nas odds: elas refletem apostas, não fatos.


O Caso Bezos e a Resposta Rápida

Na quinta-feira (22 de janeiro de 2026), o Polymarket, popular plataforma de mercados de previsão baseada em criptomoedas, postou no X que Bezos recomendava a “geração Z” começar em empregos como no McDonald’s ou Palantir antes de empreender. Horas depois, Bezos rebateu: “Nope. Not sure why polymarket made this up”, questionando a origem da narrativa falsa.

Um vídeo antigo de palestra de Bezos na Italian Tech Week foi distorcido: ele falou em ganhar experiência em empresas sólidas aos 30 anos, sem citar as firmas mencionadas. Esse episódio destaca como plataformas amplificam conteúdos enganosos para atrair atenção e volume de apostas, gerando milhões de visualizações.

O risco é claro: usuários leigos tomam essas publicações como notícias confiáveis, influenciando decisões de investimento em stablecoins como USDC usadas no Polymarket.

Exemplos Recorrentes de Desinformação

Não é isolado. O Polymarket e concorrentes como Kalshi já postaram sobre supostas perdas de controle no Irã, alegando que forças de segurança perderam cidades grandes – fake news com 7 milhões de views, apesar de o regime manter o poder. Outro caso: tensões EUA-Dinamarca pela Groenlândia, com grupo de trabalho para venda, negado pelo governo dinamarquês como mera discussão de segurança.

Relatos incluem captura de Maduro na Venezuela e protestos globais, todos virais mas contestados. Afiliados da Kalshi espalham fake news esportivas. Esses posts geram buzz, mas expõem apostadores a manipulação: odds sobem com euforia falsa, levando a perdas quando a verdade emerge.

Em um mercado de previsão projetado para crescer para US$ 3,7 bilhões, a linha entre jogo e jornalismo borra perigosamente.

Perigos para Apostadores em Cripto

As odds no Polymarket não preveem o futuro com precisão científica; são agregados de apostas humanas, vulneráveis a baleias, bots e desinformação. Um rumor viral altera probabilidades artificialmente, criando bolhas. Imagine apostar alto em um evento geopolítico baseado em post fake – o dinheiro evapora quando desmentido.

Para brasileiros, o risco multiplica: plataformas cripto operam em zona cinzenta regulatória, com saques em USDC sujeitos a volatilidade cambial. Perdas não são só financeiras, mas educacionais: confiança em “mercados sábios” leva a viés de confirmação, ignorando fontes verificadas.

Reguladores globais observam: Portugal já bloqueou apostas eleitorais no Polymarket. No Brasil, CVM e BC monitoram ativos virtuais – apostas em fake news podem atrair escrutínio.

Como se Proteger: Dicas Práticas

  1. Verifique fontes primárias: posts de plataformas? Busque confirmação em veículos jornalísticos tradicionais.
  2. Cruzar odds com fatos: alta probabilidade em rumor? Desconfie.
  3. Limite exposição: aposte só o que pode perder, diversifique.
  4. Use ferramentas de fact-check: Snopes, FactCheck.org para globais; Aos Fatos no Brasil.
  5. Monitore insider trading: crescimento explosivo sugere manipulação.

Plataformas de previsão são ferramentas interessantes, mas não oráculos. Proteja seu capital educando-se contra a euforia.


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Personagens cartoon carregando caixão com NFTs em funeral digital sombrio, simbolizando fechamento do Nifty Gateway e fim da era dos JPEGs milionários

Nifty Gateway Fecha: O Enterro dos JPEGs Milionários

O mercado NFT Nifty Gateway, queridinho da Gemini, acaba de anunciar seu fechamento para 23 de fevereiro de 2026, entrando em modo ‘retirada forçada’ – porque, aparentemente, ninguém mais quer ficar com os JPEGs milionários de 2021. O último a sair, apague a luz e leve seu Bored Ape junto. Mais uma vítima do declínio prolongado do setor, que transformou euforia em saques apressados.


Modo Pânico: Retire Seus NFTs Agora

A plataforma, outrora palco de drops exclusivos para celebridades digitais, agora exibe um aviso de shutdown na homepage. Usuários têm cerca de um mês para sacar seus NFTs, ETH ou USD – via conta Gemini ou Stripe para banco. Instruções por email estão a caminho, mas a recomendação é clara: não deixe para a última hora, ou arrisque ver seus collectibles digitais evaporarem no éter.

Esse movimento reflete o cansaço do mercado com plataformas que não se sustentam. Lembra quando comprar um NFT com cartão de crédito era o futuro? Hoje, é só mais uma corrida para o caixa antes do black-out.

Da Glória de 2021 à Poeira Digital

Lançada em 2020, a Nifty Gateway democratizou os NFTs permitindo compras com fiat via cartão, atraindo novatos para drops de astros como Beeple e Grimes. No pico da frenesi NFT em meados de 2021, faturou mais de US$ 300 milhões em vendas – um banquete de pixels que alimentou sonhos de riqueza eterna.

Mas a euforia esfriou mais rápido que champanhe no after-party. Em abril de 2024, rebatizada como Nifty Gateway Studio, tentou pivotar para projetos onchain e parcerias de marca. Não colou. O que sobrou? Um cemitério de promessas onde baleias outrora nadavam agora só tem fantasmas.

Gemini e o Sonho do ‘Super App’ Sem Alma

A Gemini, dona da plataforma desde 2019, justifica o adeus como forma de “afiar o foco” em um one-stop super app para cripto. Traduzindo: trocar NFTs por uma carteira genérica que suporta os ativos, mas sem o glamour do marketplace. Quem acredita que esse ‘super app’ vai reacender a chama romântica dos NFTs? Provavelmente os mesmos que pagaram fortunas por GIFs animados.

Enquanto isso, o suporte a NFTs continua via Gemini Wallet – porque, né, ninguém quer ser acusado de matar o bebê junto com a banheira de água suja. Estratégia corporativa ou admissão de derrota? O mercado decide.

NFTs: Sinais de Vida ou Último Suspiro?

O timing é irônico: o mercado NFT mostrou um reboundzinho no início de 2026, com capitalização subindo 20% para US$ 3 bilhões em duas semanas. Animoca Brands comprou a Somo, integrando collectibles jogáveis ao seu ecossistema. Mas fechamentos como esse da Nifty sugerem que o rebound é frágil – mais um ciclo de euforia passageira do que renascimento.

Para colecionadores brasileiros, a lição é amarga: diversifique suas plataformas e não aposte tudo em um JPEG. A euforia de 2021 morreu, mas os memes eternizam a memória. Vale monitorar se o ‘super app’ da Gemini vira hit ou mais um flop pixelado.


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Linhas geométricas abstratas sobrepostas ecoando padrões de 2021 no Bitcoin, testando barreira de suporte crucial em 88K

Bitcoin Repete Padrão de 2021 e Testa US$ 88 Mil

Déjà vu no Bitcoin? O gráfico atual espelha padrões de 2021, com o preço testando suporte em US$ 88 mil após queda semanal de 7% para abaixo de US$ 90 mil. Analistas identificam um triângulo descendente macro, com base em US$ 82 mil e resistência em US$ 92 mil. Se o suporte em US$ 88 mil não segurar, uma correção mais profunda pode ocorrer, enquanto rompimento acima de US$ 92 mil sinaliza viés de alta. Este mapa técnico é essencial para a próxima semana.


Padrões Gráficos Semelhantes a 2021

O Bitcoin está replicando a estrutura de preço observada no ciclo de 2021, conforme destacado por analistas como Rekt Capital. No gráfico semanal e mensal, forma-se um triângulo descendente macro, com a base posicionada em torno de US$ 82 mil. A linha de tendência de baixa superior atua como resistência dinâmica próxima a US$ 100 mil, mas rejeições recentes ocorreram em US$ 91-92 mil.

Essa configuração sugere consolidação antes de um movimento decisivo. Historicamente, quebras abaixo da base do triângulo aceleram quedas, enquanto rompimentos acima invalidam o padrão de baixa. O espelhamento com 2021 indica que o mercado pode estar em fase de acumulação ou distribuição, dependendo da reação nesses níveis chave.

Análise no Gráfico Diário e 4 Horas

No gráfico diário, o BTC rolou de US$ 95 mil — região alinhada à média móvel de 100 dias —, quebrando uma cunha ascendente de US$ 82 mil. Agora, opera em range entre suporte em US$ 82-84 mil e resistência em US$ 95-97 mil. Qualquer recuperação deve reconquistar a cunha para viés de alta.

Em 4 horas, breakdown de canal ascendente de US$ 84 mil levou a suporte em US$ 88-89 mil, origem da última impulsão. Um padrão de flag descendente em compressão sinaliza expansão iminente. Perda de US$ 87,3 mil abre caminho para US$ 85,6 mil, reforçado por pavios inferiores repetidos.

Indicadores e Níveis Críticos

O RSI em 4H estabiliza em 40-42, indicando momentum de baixa desacelerando, sem divergência bullish ainda. Médias móveis (50 e 100 EMA) limitam alta abaixo de US$ 90 mil, com 200 EMA em US$ 91,2 mil. On-chain, o aSOPR ajustado cai para neutro (1.00), sugerindo realização de lucros em breakeven e possível fase corretiva tardia.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.763, com variação de -1,31% em 24h. Para próxima semana: monitorar US$ 88 mil (suporte pivotal), US$ 92 mil (resistência) e US$ 82 mil (base macro).

Mapa Técnico para Traders

Acima de US$ 92 mil, alvo em US$ 94,5-97 mil, invalidando o viés de baixa. Abaixo de US$ 88 mil, risco elevado para US$ 82 mil. A compressão atual favorece volatilidade; posições compradas requerem confirmação acima das EMAs, enquanto posições vendidas abaixo de US$ 87,3 mil. Dados objetivos apontam equilíbrio precário, com histórico de 2021 como guia.


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Cadeia isométrica de blocos cyan acelerados convergindo para torres de chips IA dourados, simbolizando upgrade Tezos e pivot Bitfarms para IA

Tezos Acelera Blocos para 6s e Bitfarms Pivota para IA

A rede Tezos ativou sua 20ª atualização de protocolo, Tallinn, reduzindo o tempo de bloco de 8 para 6 segundos e alcançando finalidade em apenas 12 segundos. No mesmo cenário, a mineradora Bitfarms anuncia pivot para serviços de HPC focados em IA, abandonando gradualmente a mineração de Bitcoin. Essas mudanças sinalizam uma evolução na infraestrutura blockchain, priorizando eficiência e novas demandas computacionais. O XTZ cotado a US$ 0,59 reflete pouca reação imediata.


Avanços Técnicos no Upgrade Tallinn

O upgrade Tallinn, ativado no bloco 11.640.289 em 24 de janeiro de 2026, representa a vigésima evolução forkless da Tezos, graças ao seu modelo de governança on-chain. A redução do tempo de bloco para 6 segundos acelera confirmações de transações sem elevar exigências de hardware para validadores (bakers).

Essa otimização beneficia diretamente o Etherlink, solução Layer 2 da Tezos, onde a publicação de dados L2 depende da inclusão em blocos L1. Blocos mais rápidos garantem segurança L2 aprimorada. Além disso, a adoção de endereços tz4 (com assinaturas BLS) por 50% dos bakers ativa atestações universais a todos os blocos, elevando segurança e previsibilidade de recompensas de staking.

Desafio: hardware Ledger atual não suporta tz4 eficientemente, exigindo alternativas como Tezos RPi BLS Signer. O Address Indexing Registry otimiza armazenamento em até 100x para apps Michelson e NFTs, demandando migração manual.

Escalabilidade e Futuro da Tezos

A escalabilidade é o cerne do Tallinn, alinhado à roadmap Tezos X. Blocos de 6s pavimentam caminho para tempos ainda menores, suportados pelo novo sistema de atestações. Para investidores, isso reforça Tezos como protocolo auto-amendante, com 20 upgrades sem forks contenciosos.

Contexto: apesar de suspensão de serviços XTZ na Bithumb, parcerias como TenX (US$ 3,25 milhões) indicam interesse institucional. Desenvolvedores de Michelson ganham com eficiência em ledgers extensos, mas devem atualizar apps. Para protocolos, menor latência atrai DeFi e L2s, competindo com Solana ou Ethereum L2s.

Pivot Estratégico da Bitfarms para HPC/IA

A Bitfarms, mineradora de Bitcoin listada (BITF), revela transição para provedora de High-Performance Computing (HPC) com ênfase em IA, batizada ‘Vera Rubin Gambit’. Foco na América do Norte explora demanda explosiva por poder computacional em treinamentos de modelos de IA.

Motivação: pós-halving Bitcoin (2024), margens de mineração encolhem com hashrate crescente e energia cara. Infraestrutura ASIC de mineração adapta-se a GPUs para IA/HPC, gerando receitas recorrentes via contratos de longo prazo. Bitfarms planeja conversão gradual de fazendas, mantendo BTC como reserva.

Riscos: competição com hyperscalers (AWS, Azure); necessidade de expertise em refrigeração líquida para GPUs. Analistas questionam se pivot compensa perdas iniciais, mas diversificação mitiga volatilidade BTC.

Infraestrutura Blockchain em Transformação

Tezos exemplifica evolução orgânica em L1s, otimizando para velocidade sem sacrificar descentralização. Bitfarms reflete fadiga na mineração BTC pura, migrando para IA – setor com CAGR 37% até 2030. Para investidores, monitore adoção tz4 em Tezos e contratos HPC da Bitfarms. Esses movimentos testam resiliência de protocolos e infraestruturas ante demandas emergentes.


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Monitor cyberpunk de pulso descendente com contador 83 e símbolo Bitcoin em zona vermelha, sinalizando indicadores on-chain bearish

Indicadores do Bitcoin Recuam para Níveis Pós-Mercado de Baixa

Indicadores no chão: o Bitcoin negocia abaixo de US$ 90 mil, com o aNUPL ajustado recuando para níveis pós-mercado de baixa e o Trend Pulse confirmando 83 dias em modo de baixa. Analistas destacam um ponto de decisão crítica, onde holders enfrentam estresse crescente entre holdar ou capitular. Os dados sugerem fraqueza estrutural, mas sem capitulação extrema.


NUPL Ajustado Sinaliza Estresse Pós-Mercado de Baixa

O Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) ajustado, conforme análise do especialista Darkfost, compara a capitalização realizada de detentores de curto e longo prazo com a capitalização de mercado tradicional. Suavizado para formar o aNUPL, o indicador caiu para faixas vistas historicamente no fim de mercados de baixa prolongados.

Esse recuo reflete lucros não realizados encolhendo e perdas expandindo, pressionando investidores tardios entrados no pico próximo a US$ 120 mil. Níveis como esses forçam decisões binárias: acumular na fraqueza ou realizar perdas, impactando liquidez e sentimento. Segundo o gráfico via CryptoQuant, o mercado absorve reset de humor sem colapso total.

Essa métrica estrutural filtra ruído, oferecendo visão clara de estresse subjacente mesmo em consolidações laterais como a atual.

Trend Pulse Confirma 83 Dias de Fraqueza

O indicador Trend Pulse, destacado por Axel Adler, permanece em modo de baixa há 83 dias — última fase de alta em 2 de novembro de 2025, perto de US$ 110 mil. Ele combina retorno de 14 dias (negativo) e sinal SMA30 vs. SMA200 (divergente).

Para neutro, basta o retorno de 14 dias acima de zero; para alta, exige SMA30 cruzando SMA200, demandando 3-4 semanas de alta sustentada. O retorno trimestral em -19% reforça pessimismo moderado, longe de capitulação abaixo de -30%.

Os dados do CryptoQuant indicam momentum macro negativo, com mudança de 7 dias em -6,8% acelerando após quebra dos US$ 90 mil.

Contexto de Preço e Posicionamento Técnico

No gráfico semanal, Bitcoin consolida em torno de US$ 89 mil após queda de 4,8%, testando demanda crítica entre US$ 88-90 mil. Preço abaixo das médias móveis azul (resistência ~US$ 100 mil) e verde confirma viés de baixa, com volume maior nas quedas.

Segundo o Cointrader Monitor, cotação em R$ 473.811 (-0,17% em 24h). Recuperação exige rompimento acima de US$ 92-95 mil; falha abre risco para US$ 80 mil.

Implicações e Pontos de Monitoramento

Os indicadores convergem para indecisão: estresse via aNUPL e fraqueza macro via Trend Pulse. Sem capitulação, holders de longo prazo podem estabilizar; aceleração de vendas de curto prazo aprofunda correção. Vale monitorar cruzamento SMA30/SMA200 e retorno trimestral para sinais de reversão.

Dados objetivos sugerem cautela: o mercado testa resiliência antes de definir tendência. Investidores ganham clareza para posicionar com base em confirmações técnicas.


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Investidor cartoon com barba segurando BTC $4 em tempestade de crashes, com BTC 90K brilhando ao fundo, simbolizando convicção HODL de Tim Draper

Convicção Inabalável: Tim Draper e Seu Bitcoin de US$ 4 a US$ 90 Mil

O investidor bilionário Tim Draper comprou Bitcoin por apenas US$ 4 cada e manteve sua posição mesmo durante quedas drásticas no preço, ignorando sinais de curto prazo. Essa história, revelada recentemente, destaca a importância da convicção e paciência no universo das criptomoedas. Para iniciantes, é uma lição valiosa: o sucesso não vem do trading diário agitado, mas de uma visão de longo prazo e crença no potencial transformador do Bitcoin, especialmente para inclusão financeira global. Draper transformou esse investimento inicial em uma fortuna bilionária à medida que o BTC atingiu US$ 90 mil.


História de Tim Draper: Da Compra Barata à Fortuna

Tim Draper, fundador da Draper Associates e visionário do venture capital, entrou no mundo do Bitcoin bem no início. Em 2011, ele adquiriu bitcoins por cerca de US$ 4 cada, enfrentando perdas iniciais e problemas de custódia que muitos pioneiros conheceram. Apesar de crashes como o de 2011 (quando o preço caiu 90%) e o bear market de 2018, Draper nunca vendeu. Sua estratégia foi simples: focar no valor fundamental do Bitcoin como ferramenta de liberdade financeira, não nas oscilações diárias.

Hoje, com o Bitcoin negociando próximo a US$ 90 mil (equivalente a mais de R$ 500 mil no mercado brasileiro, segundo fontes recentes), esse hold representa um retorno exponencial. Draper enfatiza que ignorou ‘ruídos de preço’ — aquelas variações que geram pânico ou euforia passageira — e manteve a fé na tecnologia blockchain.

A Arte do HODL: Paciência Acima de Tudo

Para quem está começando, ‘HODL’ (hold on for dear life) não é só um meme; é uma filosofia comprovada. Trading diário exige tempo, conhecimento avançado e sorte, mas o hold permite que iniciantes participem do crescimento orgânico do mercado. Draper ilustra isso perfeitamente: em vez de tentar prever topos e fundos, ele viu o Bitcoin como uma reserva de valor superior ao ouro ou dólar.

Imagine comprar um ativo por R$ 20 e vê-lo valorizar 22.500 vezes. Essa paciência exige disciplina emocional. Draper passou por invernos cripto rigorosos, mas sua convicção em um futuro descentralizado o sustentou. Iniciantes devem começar pequeno, educar-se e resistir à FOMO (fear of missing out) ou pânico vendedor.

Ignorando Ruídos: Foco no Longo Prazo

Ruídos de preço são as manchetes alarmistas: ‘Bitcoin vai a zero!’ ou ‘Nova alta histórica!’. Draper aprendeu a filtrá-los. Ele defende que o preço é secundário; o real valor está na adoção. Com mais de 1 bilhão de pessoas sem acesso bancário, o Bitcoin promove inclusão financeira, permitindo transferências globais baratas e seguras.

Estudos mostram que holders de longo prazo superam traders em 80% dos casos. Draper reitera: foque em fundamentos como halvings, adoção institucional (ETFs, MicroStrategy) e regulamentações favoráveis. Ignorar volatilidade é chave para acumular riqueza sustentável.

Inclusão Financeira: O Verdadeiro Legado do Bitcoin

Draper vê o Bitcoin não como especulação, mas como revolução. Em países com inflação galopante ou bancos ineficientes, ele empodera os desbancarizados. Sua jornada de US$ 4 a US$ 90 mil inspira: comece agora, eduque-se e segure firme.

Para brasileiros, com dólar instável, o BTC é hedge acessível. Plataformas como Binance facilitam o início seguro.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Teia blockchain cyan expondo esconderijo hacker com pilha dourada marcada 23M, simbolizando rastreamento e transparência contra roubo cripto

Hacker Ostenta US$ 23 Milhões e É Rastreado por ZachXBT

Um hacker conhecido como ‘John’ ou ‘Lick’ cometeu o erro fatal de ostentar US$ 23 milhões em criptomoedas roubadas durante uma disputa online chamada ‘band-for-band’. O investigador blockchain ZachXBT analisou a gravação da troca de telas e rastreou os fundos até um pool ilícito de US$ 90 milhões, ligado a apreensões do governo dos EUA, incluindo o famoso hack da Bitfinex. A vaidade digital selou seu destino.


A Disputa ‘Band-for-Band’ que Expôs Tudo

A briga virtual eclodiu entre ‘John’ e outro criminoso cibernético, Dritan Kapplani Jr. O desafio ‘band-for-band’ (b4b) consistia em provar superioridade exibindo controle sobre grandes somas em cripto. John compartilhou telas ao vivo: primeiro, uma carteira Tron com US$ 2,3 milhões, depois transferências de US$ 6,7 milhões em ETH, culminando em US$ 23 milhões consolidados na carteira 0xd8bc.

Tudo foi gravado, fornecendo evidência irrefutável de controle sobre múltiplos endereços, como 0x8924, que John confirmou possuir. Essa demonstração pública, pensada para humilhar o rival, tornou-se o ponto de partida para a investigação. A arrogância de exibir roubos em tempo real ignora a rastreabilidade inerente à blockchain.

ZachXBT Entra em Ação: Rastreamento Implacável

O renomado investigador ZachXBT, conhecido por desmantelar esquemas criminosos, mergulhou no histórico da carteira 0xd8bc. Uma transação de novembro de 2025 chamou atenção: 1.066 WETH vindos da carteira 0xc7a2, previamente ligada a fundos apreendidos pelo governo americano. Seu tweet de 23 de janeiro de 2026 expôs o caso, conectando John a um ecossistema de endereços contaminados.

A análise revelou fluxos de US$ 63 milhões em 2025 oriundos de carteiras sob controle governamental. Essa precisão demonstra como ferramentas de análise on-chain transformam provas circunstanciais em evidências concretas, disponíveis para autoridades. ZachXBT não só identificou o hacker, mas mapeou sua rede de atividades ilícitas.

Ligações com o Hack da Bitfinex e Apreensões Governamentais

Os fundos traçados remontam a eventos de alto perfil. Uma carteira associada a John recebeu US$ 24,9 milhões do sequestro relacionado ao hack da Bitfinex em março de 2024. O endereço governamental ainda retém cerca de US$ 18,5 milhões. Esse pool de US$ 90 milhões inclui roubos de múltiplas vítimas entre novembro e dezembro de 2025.

Casos semelhantes, como um grupo que ostentou US$ 243 milhões em fraudes em 2024 e foi preso, reforçam o padrão: exibir bens ilícitos acelera a queda. A blockchain, com sua transparência imutável, anula tentativas de lavagem, expondo fluxos mesmo após mixers ou bridges.

Lições para Criminosos e para o Mercado

Esse episódio ilustra perfeitamente o provérbio ‘a arrogância precede a queda’. Criminosos cibernéticos subestimam a vigilância on-chain, onde cada transação é um rastro permanente. Para investidores legítimos, reforça a importância de due diligence: verifique históricos de carteiras antes de interagir.

Autoridades ganham munição valiosa para ações futuras, potencialmente recuperando ativos. O caso destaca como investigadores independentes como ZachXBT complementam o trabalho policial, promovendo um ecossistema cripto mais seguro apesar das ameaças persistentes.


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Personagens cartoon XRPL celebrando recorde 1.8M e executivo Coinbase lançando token SENT para rede altcoins em expansão

XRP Ledger Bate Recorde e Coinbase Lista SENT: Altcoins em Alta

O XRP Ledger registrou média de 1,8 milhão de transações diárias no segundo semestre de 2025, com volume de pagamentos de 20,9 bilhões de XRP (cerca de US$ 43,73 bilhões), segundo relatório recente da Ripple. Paralelamente, a Coinbase anunciou a listagem de futuros perpétuos da Sentient (SENT), disponível a partir de 22 de janeiro de 2026 em sua plataforma regulada nos EUA. Esses marcos destacam o crescimento silencioso das altcoins, expandindo o ecossistema cripto para além do domínio de Bitcoin e Ethereum, com oportunidades reais para investidores atentos.


Recordes de Atividade no XRP Ledger

O XRP Ledger (XRPL) demonstrou robustez impressionante, processando 42,2 milhões de transações de pagamento no período analisado. O volume acumulado atingiu 20,9 bilhões de XRP, equivalente a aproximadamente US$ 43,73 bilhões, refletindo adoção crescente em pagamentos transfronteiriços e aplicações DeFi. A taxa mediana por transação foi de apenas 0,000012 XRP (cerca de US$ 0,00002), com taxas totais queimadas somando 1,5 milhão de XRP, ou US$ 3,1 milhões. Desde 2012, a rede já acumulou mais de 4 bilhões de transações, mantendo capacidade superior a 1.000 TPS e custos abaixo de um centavo.

Esse desempenho é impulsionado por melhorias contínuas, como a proximidade da ativação da versão XRPL v3.0.0, que inclui correções essenciais para escrows, AMMs e oráculos de preço. Validadores foram alertados para atualizar antes de 27 de janeiro, garantindo continuidade e segurança. Para o ecossistema XRP, esses números sinalizam maturidade, posicionando-o como alternativa eficiente para finanças globais.

Listagem de Futuros SENT na Coinbase

A Coinbase Markets iniciou negociações de futuros perpétuos SENT-PERP em 22 de janeiro de 2026, após as 14h UTC, sujeito a condições de liquidez. Trata-se de derivativos regulados pela CFTC e NFA, acessíveis a traders de varejo em regiões permitidas. Diferente de listagens spot, os perpétuos permitem especulação sem posse do token, representando 75% do volume global de cripto.

Essa expansão segue aprovações recentes, permitindo que traders americanos acessem ferramentas antes exclusivas de plataformas offshore, reduzindo riscos de contraparte. SENT viu pico de interesse inicial, e a Coinbase já oferece 24/7 para ativos como DOGE, AVAX e ADA. Para investidores, isso democratiza acesso a altcoins emergentes como Sentient, focada em IA e blockchain.

Implicações para o Mercado de Altcoins

Esses desenvolvimentos reforçam a tese de diversificação além do top 2. O XRPL prova escalabilidade para uso real, com previsões de Monica Long (presidenta da Ripple) apontando stablecoins reguladas, ativos on-chain, custódia cripto e automação por IA como drivers para 2026. Instituições devem adotar collateral 24/7 via stablecoins B2B até 2027.

A listagem SENT na Coinbase acelera maturidade dos derivativos altcoin nos EUA, atraindo volume e liquidez. Investidores brasileiros podem monitorar XRP por sua eficiência em pagamentos e SENT por potencial em narrativas IA/DeFi. Com baixa volatilidade relativa e fundamentos sólidos, altcoins estabelecidas como essas oferecem equilíbrio entre risco e upside em um ciclo altista.

Próximos Passos para Investidores

Atualizações como permissioned domains no XRPL (ativação em 4 de fevereiro) e expansão de produtos na Coinbase sugerem momentum contínuo. Monitore relatórios da Ripple e anúncios da exchange para entradas oportunas. Diversifique com foco em utilidade real: XRPL para pagamentos rápidos e SENT para especulação regulada. O ecossistema altcoin ganha tração, prometendo retornos expressivos em 2026.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Personagem corporativo cartoon carregando maleta pesada de Bitcoin rumo a custódia Coinbase, com interrogação simbolizando venda iminente de GameStop

GameStop Transfere US$ 420 Mi em BTC para Coinbase: Venda Iminente?

A GameStop transferiu toda sua reserva de 4.710 BTC, avaliada em cerca de US$ 420 milhões, para a Coinbase Prime nesta semana, conforme dados on-chain da CryptoQuant. A operação, detectada em 24 de janeiro de 2026, reacende especulações sobre uma possível liquidação total, com prejuízo estimado em US$ 84 milhões. Embora transferências para a plataforma institucional frequentemente sinalizem vendas, também podem indicar custódia ou gestão interna de ativos.


Movimentação Completa Revelada por Analytics

A transferência integral do stack de Bitcoin da GameStop para a Coinbase Prime foi confirmada por múltiplas ferramentas de análise blockchain, incluindo Arkham Intelligence e CryptoQuant. Os 4.710 BTC foram adquiridos entre 14 e 23 de maio de 2025, a um preço médio de US$ 107.900 por unidade, totalizando um investimento inicial de aproximadamente US$ 504 milhões.

Com o Bitcoin negociado em torno de US$ 89.000 na data, a posição atual representa uma desvalorização não realizada de cerca de 17%. Relatos indicam transferências parciais anteriores, somando cerca de 2.396 BTC no início do mês, o que sugere um processo gradual antes da movimentação completa detectada agora. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 473.742,66 no mercado brasileiro, com variação de +0,11% em 24 horas.

Prejuízo Potencial e Estratégia Corporativa

Uma venda imediata geraria um prejuízo realizado de US$ 84 milhões, conforme cálculos da CryptoQuant, ou cerca de US$ 76 milhões segundo outras estimativas do Bitcoinist, dependendo do preço exato de execução. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil, com quedas recentes que pressionam tesourarias corporativas expostas a ativos digitais.

Empresas como a ETHZilla já venderam porções de suas reservas de Ethereum para reduzir dívidas. Para a GameStop, varejista de games, o Bitcoin representava uma diversificação experimental de tesouraria, mas a volatilidade persistente pode justificar a saída. Analistas apontam para estratégias de tax-loss harvesting ou realocação para ativos menos arriscados, especialmente com o dólar a R$ 5,29 via AwesomeAPI.

Impacto Técnico no Preço do Bitcoin

A questão central é se essa pressão vendedora já foi precificada. Transferências para Coinbase Prime frequentemente precedem liquidações, mas a plataforma também oferece custódia regulada. Dados on-chain não mostram vendas executadas até o momento, e o preço do BTC se mantém estável em US$ 89.300, sugerindo que o mercado pode já ter absorvido rumores iniciais de 23/01.

No entanto, um despejo total de 4.710 BTC (0,024% do suprimento circulante) poderia exercer pressão descendente em suportes próximos a US$ 85.000-87.000, especialmente se coincidir com outros fluxos institucionais. Os dados sugerem monitoramento de fluxos de saída da Coinbase para confirmação.

O Que Monitorar a Seguir

Investidores devem acompanhar comunicados oficiais da GameStop, ausentes até agora, e indicadores on-chain como saldo em carteiras quentes da Coinbase. Volumes de negociação em exchanges brasileiras, com BTC/BRL em R$ 473k, também refletem liquidez local. Em um contexto de alta institucional em ETFs, essa saída corporativa contrasta com acumulações de longo prazo, reforçando a necessidade de análise de fluxo para prever movimentos de preço.

Vale observar se outras tesourarias seguem o exemplo em meio à correção recente do BTC.


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Barragem cristalina de stablecoins rachando com jorro de liquidez cyan vazando para abismo, ilustrando perda de US$ 3,3 bi após pico de US$ 310 bi

Liquidez em Fuga: Stablecoins Perdem US$ 3,3 Bi Após Pico Histórico

O mercado de stablecoins registrou seu primeiro recuo significativo de 2026, perdendo US$ 3,3 bilhões em valor de mercado em apenas uma semana. Após atingir um pico histórico de US$ 310 bilhões em 17 de janeiro, o total agora está em torno de US$ 307 bilhões. Esse movimento reflete uma pausa na entrada de liquidez, impactando diretamente a profundidade dos livros de ordens nas exchanges e sinalizando cautela no ecossistema cripto.


Detalhes do Recuo no Mercado de Stablecoins

O setor de stablecoins, liderado por Tether (USDT) com cerca de US$ 186,59 bilhões em capitalização, viu uma redução de US$ 3,3 bilhões entre 17 e 24 de janeiro. USDC e outras emissões também registraram saídas, conforme dados on-chain. Esse é o primeiro sinal de retração após meses de crescimento acelerado, impulsionado por adoção em DeFi e arbitragem.

Para o trader brasileiro, isso significa volumes menores em pares como BTC/BRL e ETH/USDT nas exchanges locais. Plataformas como Binance e Mercado Bitcoin dependem dessa liquidez para spreads apertados e execuções rápidas. Com menos stablecoins circulando, ordens grandes podem enfrentar slippage maior, elevando custos operacionais.

Impacto Direto na Liquidez das Exchanges

A queda de US$ 3,3 bilhões reduz a profundidade do mercado, especialmente em stablecoins atreladas ao dólar. No Brasil, onde o real oscila, traders usam USDT e USDC como ponte para hedge contra inflação. Menos capital disponível pressiona os livros de ordens, aumentando a volatilidade em trades spot e futuros.

Exchanges globais como Binance reportam volumes 24h em declínio correlato. Para o usuário prático, isso implica pausas em estratégias de arbitragem entre exchanges brasileiras e internacionais, como converter BRL para USDT via Pix e depois para BTC. Monitore o TVL em DeFi, que também reflete essa tendência.

O Que Isso Diz Sobre o Futuro Imediato do Mercado

Essa ‘saída de emergência’ atua como indicador de temperatura: o mercado cripto esfria após euforia pós-eleições nos EUA e ETF approvals. Com Bitcoin acima de US$ 89 mil, stablecoins recuam por realização de lucros ou realocação para ativos de risco. Para brasileiros, avalie o câmbio USD/BRL, que influencia o custo de entrada via stablecoins.

No curto prazo, espere consolidação. Volumes em stablecoins caíram, mas rede ainda cresce em transações. Traders devem priorizar exchanges com alta liquidez local e diversificar para USDC ou BRLT para mitigar riscos. Fique atento a inflows semanais via DefiLlama.

Como Agir na Prática Agora

  1. Verifique saldos em USDT/USDC nas suas carteiras principais.
  2. Monitore depth charts em exchanges como Binance para spreads.
  3. Considere stablecoins locais como USDT-BRL para reduzir exposição cambial.
  4. Use ferramentas como Cointrader Monitor para BTC/BRL atualizado.

Esse recuo não é pânico, mas ajuste. Mantenha posições equilibradas e evite overleverage em cenários de baixa liquidez.


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Figuras cartoon SEC e CFTC equilibrando balança dourada com símbolo cripto, ilustrando unificação de regras regulatórias nos EUA

Washington se Prepara: SEC e CFTC Unificam Regras na Próxima Semana

A SEC e a CFTC agendaram uma reunião estratégica para o dia 27 de janeiro, marcando o início de uma nova fase na supervisão de ativos digitais nos Estados Unidos. O encontro entre os presidentes das duas autarquias visa substituir anos de “regulação por punição” por uma estrutura de harmonização regulatória. Este movimento coordenado é fundamental para consolidar a liderança americana no setor cripto e oferecer a clareza jurídica exigida por investidores institucionais.


O fim da guerra de jurisdições em Washington

Por quase uma década, o mercado de criptomoedas nos EUA operou sob uma nuvem de incerteza, com a SEC e a CFTC disputando a autoridade sobre diferentes ativos. A reunião de alta hierarquia na próxima terça-feira busca eliminar esses “silos jurisdicionais” que, segundo o presidente da SEC, Paul Atkins, forçaram os participantes do mercado a navegar por fronteiras regulatórias ambíguas. A meta é garantir que a inovação ocorra sob a lei americana, protegendo o capital local.

Essa transição para uma regulação por cooperação reflete a visão do governo atual de transformar os Estados Unidos em uma “potência global de criptomoedas”. Ao alinhar diretrizes de conformidade e fiscalização, as agências removem obstáculos operacionais para grandes fundos e empresas de tecnologia que hoje hesitam diante do risco de processos judiciais contraditórios.

O avanço legislativo no Comitê de Agricultura

Paralelamente ao esforço das agências, o Legislativo acelera o passo. A senadora Kirsten Gillibrand demonstrou otimismo sobre o avanço de um projeto de lei cripto no Comitê de Agricultura do Senado. Apesar das divisões partidárias, Gillibrand acredita que um acordo bipartidário é essencial para evitar que a Ásia ou outras regiões dominem as novas tecnologias financeiras.

O Comitê de Agricultura, que supervisiona a CFTC, foca em definir uma estrutura robusta para o mercado de commodities digitais. Segundo dados da Galaxy Research, a audiência do dia 27 de janeiro será o palco para o debate do “Digital Commodity Exchange Act”, um texto que pretende conceder à CFTC autoridade exclusiva sobre o mercado à vista (spot) de criptoativos.

Desafios e oposição da indústria

Embora o clima em Washington seja de progresso, nem todos os atores do mercado estão satisfeitos com os textos propostos até agora. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, criticou duramente versões anteriores de rascunhos do Comitê Bancário, alegando que certas emendas seriam piores do que a regulação atual, especialmente no que tange às recompensas em stablecoins. Esse impasse gerou atrasos em algumas frentes, mas não interrompeu o cronograma do Comitê de Agricultura.

A harmonização entre as agências é vista como o passo necessário para que o Congresso finalize uma lei estrutural. Se a SEC e a CFTC apresentarem uma posição unificada, a pressão sobre os parlamentares aumenta para aprovar uma estabilidade regulatória que equilibre a proteção ao consumidor com o incentivo à competitividade econômica dos Estados Unidos.

O que isso muda para o investidor

Para o investidor comum, o fim do conflito entre a SEC e a CFTC sinaliza uma redução drástica na volatilidade institucional. Quando as regras são claras, o capital flui com mais confiança de Wall Street para o mercado cripto. A reunião da próxima semana poderá ser o catalisador para uma nova onda de adoção, onde plataformas de negociação e custódia operem sob um regime de licenciamento transparente, similar ao dos mercados financeiros tradicionais.


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Gestor institucional cartoon tentando fechar válvula em represa de capital dourado jorrando, com nuvens de guerra comercial, simbolizando saídas recorde de ETFs Bitcoin

ETFs de Bitcoin: Quinta Saída Consecutiva de US$ 103,57 Milhões

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram a quinta saída consecutiva de capital na quinta-feira (23/01), com resgates de US$ 103,57 milhões. O movimento soma US$ 1,72 bilhão em cinco dias, incluindo o recorde diário de US$ 709 milhões em 21/01, o maior desde novembro de 2020. Segundo relatório da Bloomberg citado em análises, a desalavancagem de Wall Street é impulsionada por temores de guerra comercial renovados com tarifas propostas por Trump contra a Europa, pressionando ativos de risco como o Bitcoin, que caiu abaixo de US$ 88.000.


Recorde de Saídas e Líderes do Fluxo Negativo

O fundo da BlackRock, IBIT, liderou as retiradas com US$ 101,62 milhões em 23/01, seguido pelo Fidelity FBTC com US$ 1,95 milhão. Outros ETFs como Grayscale GBTC e Bitwise BITB registraram zero fluxo. Os ativos sob gestão (AUM) caíram para US$ 115,88 bilhões, ante US$ 124,56 bilhões em 16/01. O influxo acumulado total recuou para US$ 56,49 bilhões.

A sequência começou em 16/01 com US$ 394,68 milhões, escalando para US$ 709 milhões em 21/01 — impulsionado pela saída recorde reportada pela Bloomberg. Volume negociado despencou para US$ 3,36 bilhões em 23/01, sinalizando menor apetite institucional em meio à volatilidade.

Desalavancagem de Wall Street e Guerra Comercial

A fuga de capital reflete uma desalavancagem ampla em Wall Street, com investidores reduzindo exposição a risco ante ameaças tarifárias de Trump à Europa. O mercado cripto total perdeu 2-3% de capitalização, estabilizando acima de US$ 3 trilhões, com BTC em torno de US$ 89.500. Derivativos mostram US$ 110 milhões em liquidações, mas open interest de futuros em US$ 58,5 bilhões indica reposicionamento cauteloso, não pânico total.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 473.640 às 18:54 de hoje, com variação de -0,04% em 24h. A preocupação reside na liquidez: será saída permanente ou rotação para ativos safe-haven como metais preciosos?

Fluxos On-Chain e Pressão de Vendas

Dados da Glassnode revelam 15.000 BTC (US$ 1,35 bilhão) enviados a exchanges na semana, elevando saldos e sinalizando potencial pressão vendedora de curto prazo. CoinGlass aponta volume de US$ 63,5 bilhões em BTC futuros, com DeFi perps em US$ 19 bilhões de open interest. Ethereum enfraqueceu ante BTC, rompendo médias móveis de 200 dias.

Esses influxos on-chain corroboram a narrativa de realização de lucros, mas o share de BTC em DEXs spot permanece baixo (US$ 0,7 milhão vs. US$ 14,4 bilhões globais), sugerindo que a liquidez institucional ainda sustenta o mercado.

Stablecoins e Implicações para Liquidez

Paralelamente, o mercado de stablecoins retraiu US$ 3,3 bilhões após pico de US$ 310 bilhões em 17/01. USDC liderou com queda de 5,44% (US$ 4,19 bilhões), enquanto USDT manteve estabilidade em US$ 186,6 bilhões (60,76% do market share). Ganhos em USDe (+1,51%) e USDY (+46,54%) indicam rotação para yields tokenizados.

Os dados sugerem migração temporária para ativos menos voláteis, como metais preciosos, em vez de abandono definitivo do BTC. Investidores devem monitorar fluxos ETF e on-chain para avaliação de liquidez futura.


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Personagem cartoon de Saylor oferecendo dividendos de 10% rejeitado por investidores europeus atrás de barreira regulatória, expondo limites Bitcoin na UE

Barreira Europeia: Investidores Ignoram Dividendos de 10% de Saylor

Investidores europeus estão ignorando a oferta de dividendos de 10% anual apresentada por Michael Saylor através do Stream (STRE), primeira ação preferencial perpétua em euros da MicroStrategy. Lançada em novembro para captar na Área Econômica Europeia (EEA), a emissão levantou US$ 715 milhões, mas enfrenta baixa adesão devido a barreiras de acesso e estrutura de mercado. Isso evidencia os limites do entusiasmo institucional pelo modelo Bitcoin de Saylor fora dos EUA, em um contexto de burocracia continental rígida.


Detalhes da Oferta Stream (STRE)

A MicroStrategy, controlada por Michael Saylor, lançou o STRE em novembro de 2025 como contraparte europeia do Stretch (STRC), sua ação preferencial de alto rendimento nos EUA. Com valor nominal de EUR 100 (cerca de US$ 115), o instrumento promete 10% de dividendos anuais e posição senior à ação comum na estrutura de capital. Apesar do apelo teórico, foi precificado com 20% de desconto, a EUR 80 por ação, refletindo demanda fraca desde o início.

A emissão captou US$ 715 milhões, mas o produto sumiu do dashboard da empresa e recebeu pouca comunicação pública. Os dados sugerem que o mercado europeu não se animou com a proposta, mesmo em um momento de valorização do Bitcoin acima de US$ 89 mil. Essa hesitação reforça o ceticismo sobre a replicabilidade do sucesso americano de Saylor na Europa regulada.

Barreiras de Acesso e Liquidez

Khing Oei, CEO da Treasury, uma empresa holandesa de tesouraria em Bitcoin, aponta problemas estruturais como os principais culpados. O STRE está listado na Euro MTF de Luxemburgo, um mercado com distribuição pouco amigável. Plataformas como Interactive Brokers, uma das maiores corretoras globais, não oferecem o ativo, e muitas voltadas ao varejo também o ignoram.

Além disso, falta transparência em preços históricos e dados de mercado confiáveis. No TradingView, o STRE aparece com capitalização irreal de US$ 39 bilhões e volume de apenas 1,3 mil, o que dificulta avaliação de liquidez e desempenho. Investidores institucionais e de varejo preferem ativos com spreads apertados e visibilidade clara, expondo as fragilidades da estratégia de Saylor no Velho Continente.

Implicações para a Estratégia de Saylor

Esse tropeço questiona a narrativa infalível de Saylor, que transformou a MicroStrategy em referência de adoção corporativa de Bitcoin. Nem tudo que o guru do Bitcoin toca vira ouro: a Europa, com sua burocracia regulatória e preferência por estruturas tradicionais, representa uma barreira real ao viés de alta perpétuo. A baixa tração do STRE sugere que o modelo de ações preferenciais perpétuas pode não escalar além do mercado americano.

Analistas veem nisso um limite ao entusiasmo institucional europeu por veículos ligados a criptoativos. Enquanto nos EUA a MicroStrategy tem quatro produtos semelhantes em oferta, a expansão global enfrenta resistências práticas, como visto na recusa prévia de emissão no Japão.

Próximos Passos e Perspectivas Cautelosas

Oei recomenda relistagem em venues alternativas, como infraestrutura financeira holandesa, que oferece melhor distribuição, market making profundo e acesso ao varejo. No entanto, é provável que a MicroStrategy priorize os EUA, onde o ecossistema é mais receptivo. Para investidores brasileiros, isso reforça a necessidade de cautela com narrativas de expansão global de Saylor: o mercado europeu disse não, destacando riscos de iliquidez e barreiras regionais.

Vale monitorar se ajustes virão ou se o STRE será mais um capítulo de ambição frustrada. Os números frios indicam que o ceticismo europeu pode frear o ímpeto do Bitcoin de Saylor.


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Barreira cristalina com '3.1K' gravado sob pressão de fluxo energético cyan ETH, rompendo em fragmentos vermelhos de liquidações de shorts

Ethereum a US$ 3.100: Gatilho para US$ 728 milhões em Liquidações de Posições Vendidas

O nível de US$ 3.100 representa um barril de pólvora para o mercado de derivativos do Ethereum. Segundo dados do Coinglass, uma alta até esse patamar em exchanges centralizadas mainstream pode gerar US$ 728 milhões em liquidações de posições vendidas. Inversamente, uma queda a US$ 2.800 liquidaria US$ 704 milhões em posições compradas. Com ETH cotado a US$ 2.955 (R$ 15.661), análises técnicas sugerem potencial rompimento da resistência em US$ 3.084, mirando US$ 3.350 em fevereiro.


Níveis de Liquidação e Intensidade de Mercado

A intensidade de liquidação calculada pelo Coinglass não reflete o valor exato dos contratos, mas a relevância relativa de clusters de posições alavancadas próximos a certos preços. Pilares mais altos indicam maior densidade de ordens de stop-loss e liquidações forçadas, capazes de gerar ondas de liquidez que amplificam movimentos de preço.

No caso do Ethereum, o cluster em US$ 3.100 destaca-se como o principal gatilho altista para fevereiro. Uma quebra acima desse nível forçaria fechamentos de posições vendidas, convertendo vendas em compras e potencializando um short squeeze. Dados recentes mostram variações dinâmicas nesses níveis, refletindo ajustes de traders em resposta a volatilidade e eventos macro.

Essa métrica é crucial para derivativos, onde alavancagem elevada transforma pontos técnicos em catalisadores de volatilidade. O oposto ocorre em US$ 2.800, com risco simétrico para posições compradas.

Análise Técnica Atual do ETH

A análise técnica recente posiciona o ETH em zona neutra com viés de recuperação. Cotado em torno de US$ 2.962, o RSI em 40,16 sugere condições próximas de sobrevenda, histórico precursor de rebotes. O MACD mostra momentum de baixa exaurindo-se, com histograma plano em -0,0000.

Bollinger Bands colocam o preço próximo à banda inferior (US$ 2.873), enquanto a superior está em US$ 3.433, indicando potencial reversão à média. O Average True Range de US$ 126,46 reflete volatilidade elevada, favorecendo trades direcionais com gerenciamento de risco.

Resistência imediata em US$ 3.084; rompimento confirmaria alvo de US$ 3.150-3.200 na semana e US$ 3.350 no mês, alinhado à média móvel de 20 dias em US$ 3.153.

Cenários e Estratégias de Posicionamento

Em cenário altista, traders monitoram volume acima de US$ 900 milhões diários e RSI sobre 50 para confirmação. Suporte crítico em US$ 2.896 e US$ 2.831; quebra abaixo abre risco até US$ 2.700.

Para entrada, posições conservadoras via dollar-cost averaging entre US$ 2.900-2.950. Agresivos aguardam rompimento de US$ 3.025 com stop abaixo de US$ 2.950. Limite de exposição: 2-3% do portfólio, dado ATR elevado.

Esses dados fornecem inteligência para navegar derivativos, mas volatilidade macro e correlação com Bitcoin demandam cautela. Níveis de liquidação atuam como imãs de preço, guiando fluxos institucionais.


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Investidor cartoon derretendo ouro em cristal Bitcoin luminoso, simbolizando transição all-in de Kiyosaki para ativo digital superior

Kiyosaki Vai All-in no Bitcoin: Fim do Ouro?

Robert Kiyosaki, autor de Pai Rico, Pai Pobre, anunciou que trocou todo seu ouro e prata por Bitcoin, indo all-in no ativo digital apesar da recente flutuação de mercado. Ele vê na atual dinâmica de preços uma oportunidade única para acumular BTC, superior aos metais preciosos tradicionais. Essa decisão reforça a tese de que o Bitcoin é o novo porto seguro definitivo.


A Troca Decisiva de Kiyosaki

Em um vídeo postado no X, Kiyosaki declarou: “Eles estão destruindo a economia inteira. Por isso, troquei todos os meus estoques de ouro e prata por Bitcoin”. Essa mudança radical ocorre em um momento em que o Bitcoin oscila próximo aos US$ 89.000, enquanto o ouro atinge novos recordes acima de R$ 26.000 por onça.

Anteriormente, Kiyosaki defendia ouro e prata como hedges contra inflação, mas agora aposta na escassez do BTC — apenas 21 milhões de unidades serão emitidas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 473.580 no Brasil, com leve variação de -0,09% nas últimas 24 horas.

Essa transição destaca como investidores experientes estão migrando de ativos físicos limitados pela mineração contínua para o digital verdadeiramente finito, impulsionado pela adoção institucional e halving.

Lições de Resiliência com Tim Draper

Para reforçar sua confiança, a história de Tim Draper, que comprou Bitcoin a US$ 4 e segurou através de múltiplos crashes, serve de exemplo perfeito. Draper ignorou sinais de preço voláteis, focando na visão de longo prazo de inclusão financeira global via blockchain.

Desde 2014, ele acumulou 30.000 BTC em leilão do Silk Road, vendo o valor multiplicar milhares de vezes. Draper enfatiza que o preço é irrelevante para holders convictos: “Eu compro e seguro, independentemente das quedas”. Essa mentalidade HODL é combustível para o otimismo atual.

Hoje, com ETFs aprovados e nações acumulando BTC, a resiliência comprovada inspira brasileiros a posicionarem-se para o próximo ciclo de alta.

Por Que Bitcoin Supera o Ouro?

O ouro tem suprimento inflacionário anual de ~1,7%, enquanto o Bitcoin reduz emissões a cada halving, aproximando-se do zero em 2140. Kiyosaki reconhece isso: portabilidade digital, divisibilidade perfeita e transferências globais em minutos superam o ouro físico.

No Brasil, com dólar a ~R$ 5,70 (estimado), BTC oferece hedge superior contra desvalorização do real. Comparado ao ouro em R$ 26.389/oz, um BTC equivale a ~18 onças, mas com potencial de valorização exponencial pela rede.

Analistas com viés de alta preveem o BTC a US$ 100.000+ em 2026, impulsionado por escassez e demanda crescente de tesourarias corporativas.

Próximos Passos para Investidores

Essa movimentação de ícones como Kiyosaki e Draper sinaliza confiança no Bitcoin como reserva de valor definitiva. Monitore halvings, adoção e macroeconomia. Para brasileiros, acumular em dips como o atual pode render frutos significativos a longo prazo.

Vale a pena considerar plataformas seguras para exposição gradual, sempre com DYOR.


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Escudo hexagonal duplo com face quântica prismática e filtro anti-spam, simbolizando upgrades de segurança no Ethereum e Bitcoin

Ethereum Cria Time Quântico e Bitcoin Avança com BIP-110

A Fundação Ethereum elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, formando uma equipe dedicada liderada por Thomas Coratger. Paralelamente, 2,38% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110, limitando dados arbitrários para combater spam. Esses upgrades silenciosos blindam as redes contra ameaças futuras, enquanto a dificuldade de mineração cai 3,28%, sinalizando saúde resiliente.


Segurança Pós-Quântica no Ethereum

A Fundação Ethereum anunciou a criação de um time específico para criptografia pós-quântica, saindo de pesquisas de fundo para engenharia ativa. Liderado por Thomas Coratger e com apoio de Emile, do projeto leanVM, o grupo foca em upgrades de carteiras, transações seguras e consenso multi-cliente. Justin Drake, pesquisador da EF, destacou a aceleração dos prazos quânticos, impulsionando sessões bi-semanais de desenvolvedores sobre transações pós-quânticas a partir de fevereiro.

Para fomentar inovação, a fundação lançou dois prêmios de US$ 1 milhão: o Poseidon Prize, para reforçar a função hash Poseidon, e o Proximity Prize. Testnets de consenso pós-quântico já operam com equipes coordenando interoperabilidade semanalmente. Eventos como um dia dedicado em março no EthCC e outro em outubro visam educar a comunidade. Segundo Drake, blockchains devem se preparar cedo, pois transições criptográficas demandam tempo para evitar interrupções em carteiras e uso diário. Hoje, o Ethereum vale cerca de R$ 15.662 por unidade.

BIP-110: Combate ao Spam no Bitcoin

O BIP-110, proposta de soft fork temporário via Bitcoin Knots, atingiu 2,38% de adoção (583 de 24.481 nós). Ele limita saídas de transação a 34 bytes e OP_RETURN a 83 bytes por um ano, visando reduzir spam de dados não monetários. OP_RETURN permite embutir dados arbitrários, mas seu uso excessivo eleva custos de armazenamento e centraliza nós.

O debate intensificou com o Bitcoin Core v30, que removeu unilateralmente o limite de 83 bytes em outubro de 2025, gerando críticas por incentivar spam e comprometer descentralização. Críticos como Matthew Kratter comparam spam a uma “planta parasita” que erode a rede. Defensores como Jameson Lopp argumentam que filtros são ineficazes. Nós comuns rodam em hardware acessível, mas dados extras demandam mais recursos, ameaçando a essência peer-to-peer do Bitcoin.

Saúde da Rede: Dificuldade e Hashrate

A dificuldade de mineração Bitcoin ajustou para baixo em 3,28%, de 146,47 trilhões para 141,67 trilhões de hashes. Isso reflete o hashrate médio de 7 dias em 978,8 EH/s, menor desde setembro, com mineradores reduzindo poder computacional. O ajuste mantém o ritmo de ~10 minutos por bloco, sinal de resiliência mesmo em baixa.

Declínio prolongado desde novembro mostra cinco reduções em seis ajustes, correlacionado à queda no hashrate. Apesar disso, a rede permanece robusta, com mineradores ajustando eficiência. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 473.572, com variação de -0,09% em 24h e volume de 81 BTC.

Implicações para o Futuro das Redes

Esses desenvolvimentos representam blindagem proativa: Ethereum contra computadores quânticos que quebram criptografia atual, e Bitcoin contra spam que erode descentralização. A queda na dificuldade evidencia adaptação saudável, mas monitorar centralização é essencial. Investidores devem acompanhar adoção do BIP-110 e progressos quânticos, pois fortalecem a longevidade das blockchains. Vale observar próximos ajustes e eventos comunitários para sinais de maturidade técnica.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon líder apontando raios tarifários 100% sobre Bitcoin estressado no fogo cruzado geopolítico, com ouro como refúgio seguro

Trump Ameaça Canadá com Tarifas 100%: BTC no Fogo Cruzado

Bitcoin no fogo cruzado: o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça impor tarifas de 100% sobre todos os bens canadenses caso o país firme um acordo comercial com a China, criando um ambiente de risk-off que pressiona o preço do BTC. A declaração no Truth Social, conforme reportado pelo CryptoPotato, gerou uma queda inicial de US$ 500 no Bitcoin, que oscila em torno de US$ 89.000. Investidores institucionais fogem para ativos seguros como o ouro, ampliando a volatilidade no mercado cripto.


Ameaça de Trump e Tensões Geopolíticas

A retórica agressiva de Trump no Truth Social alerta que o Canadá não deve se tornar um “porto de descarte” para produtos chineses destinados aos EUA. Ele advertiu que a China “devoraria o Canadá vivo”, destruindo sua economia e tecido social. Essa ameaça surge após relatos de uma parceria preliminar entre Canadá e China para importar 50.000 veículos elétricos (EVs) com tarifas preferenciais, conforme detalhado pelo CoinGape.

O contexto geopolítico é delicado: Trump já retirou o convite canadense para sua “Board of Peace” após discurso em Davos, afirmando que o Canadá “existe graças aos EUA”. Essa escalada reflete a estratégia de Trump de conter a influência chinesa na América do Norte, impactando diretamente o comércio global e ativos de risco como o Bitcoin.

No Brasil, onde o BTC negocia a R$ 473.516 — segundo o Cointrader Monitor –, investidores monitoram se essa tensão eleva o dólar e pressiona emergentes.

Histórico de Reações do BTC a Posts de Trump

Não é a primeira vez que declarações de Trump no Truth Social movem o mercado cripto. Semana passada, após anúncio de tarifas contra países da UE, o Bitcoin despencou de mais de US$ 95.000 para US$ 87.000 em três dias. A mera ameaça de barreiras comerciais sinaliza incerteza macroeconômica, levando a uma fuga rápida de capitais de ativos voláteis.

Analistas observam um padrão: posts de Trump sobre comércio geram risk-off imediato, com BTC testando suportes técnicos. Apesar da queda inicial de US$ 500 hoje, o preço se estabilizou em US$ 89.300, sugerindo que traders veem a ameaça como ruído político inicial, mas alertam para maior volatilidade na abertura dos mercados tradicionais na segunda-feira.

Essa sensibilidade reflete a maturidade do BTC como ativo correlacionado a eventos globais, similar a ações de tecnologia expostas a cadeias de suprimentos chinesas.

Risk-Off: Fuga para Ouro e Ativos Seguros

As tensões comerciais fomentam um ambiente clássico de aversão ao risco, onde investidores institucionais migram para refúgios como o ouro, que avança para R$ 26.389 por onça. Historicamente, guerras comerciais elevam o XAU como hedge contra inflação e desvalorizações cambiais, drenando liquidez de criptoativos.

O Bitcoin, apesar de sua narrativa como “ouro digital”, comporta-se como ativo de risco em cenários geopolíticos, correlacionado ao S&P 500. Com Ethereum em US$ 2.950 e altcoins mistas, o mercado cripto reflete cautela: volumes estáveis, mas posições compradas sob pressão.

Para brasileiros, isso implica monitorar o par BTC-BRL, pois tarifas EUA-Canadá podem fortalecer o USD globalmente, impactando exportações e remessas cripto.

Próximos Passos e Estratégia para Investidores

Vale monitorar a resposta canadense e possíveis retaliações, além da abertura asiática e europeia. Se as tarifas se materializarem, espere correlação negativa com BTC, potencial teste de US$ 87.000. Contrapontos de alta incluem inflows nos ETFs e adoção corporativa, mas o curto prazo é de cautela estratégica.

Em um mundo multipolar, com China expandindo influência, o BTC fica exposto a choques comerciais. Diversificação para ouro físico ou stablecoins pode mitigar riscos, enquanto posições em dólar via USDT preservam capital.

O mercado reage: liquidez intacta, mas incerteza regulatória — como o adiamento de projetos de lei sobre cripto no Senado dos EUA — agrava o quadro.


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Estrutura hexagonal Ethereum translúcida infiltrada por partículas poeira vermelhas, expondo ataques dust escondidos em recordes de endereços ativos

Alerta: Recordes do Ethereum Escondem Ataques de Poeira

O Ethereum registrou um recorde de 1,29 milhão de endereços ativos em 16 de janeiro de 2026, superando até as redes Layer 2, conforme dados do Token Terminal. No entanto, essa euforia esconde um perigo: grande parte da atividade é gerada por ataques de poisoning dust, ou envenenamento por poeira, que enviam quantias mínimas para inflar métricas e enganar usuários desprevenidos. Com o ETH a R$ 15.664 (AwesomeAPI), fique atento aos riscos reais por trás dos números.


Recordes Inflados pela Atualização Fusaka

A atualização Fusaka, implementada em dezembro de 2025, reduziu as taxas de transação em até seis vezes, atraindo mais atividade para a mainnet do Ethereum. Isso impulsionou transações com stablecoins e fez o número de endereços diários ativos saltar para níveis inéditos, ultrapassando soluções Layer 2 como Arbitrum e Base. No pico, foram quase 1,3 milhão de carteiras ativas, sinalizando um retorno ao blockchain principal após anos de migração para redes secundárias.

Embora isso pareça positivo para a adoção, especialistas como Andrey Sergeenkov alertam que os números não refletem uso orgânico. Cerca de dois terços dos novos endereços receberam menos de US$ 1 como primeira transação, caracterizando spam malicioso em vez de crescimento genuíno.

O Que São Ataques de ‘Poisoning Dust’?

Os ataques de poisoning dust, ou envenenamento por poeira, envolvem o envio automatizado de pequenas quantias — chamadas ‘dust’ ou poeira — para milhares de carteiras. Smart contracts facilitam essa distribuição em massa, criando endereços falsos que imitam os legítimos, diferindo apenas em poucos caracteres. O objetivo é contaminar o histórico de transações do usuário.

Quando a vítima copia um endereço do histórico para uma nova transferência, sem verificar com atenção, acaba enviando fundos para o atacante. Essa tática explora a distração humana, especialmente com taxas baixas pós-Fusaka, tornando o spam mais viável e lucrativo.

Riscos Reais e Perdas Acumuladas

Os impactos vão além da inflação de métricas. Já foram reportados US$ 740 mil roubados de 116 endereços, com US$ 509 mil de uma única vítima — uma taxa de conversão baixa de 0,01% ainda gera retornos significativos. Isso demonstra a escala: milhões de endereços ‘ativados’ por poeira, mas poucos precisam ‘cair’ para compensar os custos.

No contexto brasileiro, com o ETH valendo cerca de R$ 15.664, uma perda de dust pode levar a prejuízos reais se não houver vigilância. A alta atividade mascara vulnerabilidades, criando falsa sensação de segurança em um ecossistema ainda propenso a exploits.

Como se Proteger e o Que Monitorar

Para evitar armadilhas, nunca copie endereços diretamente do histórico de transações. Salve contatos confiáveis em uma lista separada e verifique sempre os primeiros e últimos caracteres antes de enviar. Use ferramentas de verificação de endereço e evite interagir com dust recebido — ignore ou reporte.

Apesar dos riscos, fundamentos do Ethereum permanecem sólidos, com liderança em ativos do mundo real (RWA) e acumulação institucional. Monitore métricas reais, como volume orgânico e TVL, em vez de contagens infladas. A vigilância é essencial para navegar com segurança nessa alta aparentemente otimista.


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Portal neon cyan e magenta se fechando em vazio digital com silhueta retirando ativos, marcando fim do Nifty Gateway

Fim de uma Era: Gemini Enterra Nifty Gateway

A Nifty Gateway, berço dos drops milionários de JPEGs na febre NFT de 2021, acaba de jogar a toalha. Donos da Gemini anunciam o fechamento para 23 de fevereiro de 2026, com modo withdrawal-only já ativo. Usuários têm um mês para resgatar NFTs e fundos, enquanto a exchange sonha com um ‘super app’ que, conhecendo o histórico, deve ser mais um WeChat wannabe sem graça.


O Auge dos JPEGs e a Queda Inevitável

Lançada em 2020 e comprada pela Gemini no fim de 2019, a Nifty foi o playground dos endinheirados que pagavam fortunas por pixels digitais. No pico de meados de 2021, facilitou mais de US$ 300 milhões em vendas, com artistas como Beeple e Grimes enchendo os bolsos via drops exclusivos. Aceitava até cartão de crédito – luxo em meio ao caos crypto.

Mas a euforia evaporou. Em abril de 2024, virou ‘Nifty Gateway Studio’, focando em projetos onchain criativos. Fundadores Duncan e Griffin Cock Foster pularam fora em 2023, no auge do bear market NFT. O mercado, que beirou US$ 17 bilhões em cap em 2022, agora patina em US$ 2,8 bilhões. Clássico: comprar no topo, pivotar no fundo.

Gemini e o Milagre do ‘Super App’

A desculpa oficial? Gemini quer ‘afiar o foco’ em um ‘one-stop super app’ para clientes. Ah, sim, porque nada grita inovação como copiar o WeChat chinês em pleno 2026. NFTs seguem vivos na Gemini Wallet, lançada em agosto de 2025 – tradução: ‘não se preocupem, guardamos seus JPEGs empoeirados aqui’.

É o enterro oficial de uma era onde qualquer macaco com Photoshop virava milionário. Plataformas como essa simplificaram a entrada, mas o castelo de cartas desabou com a realidade: NFTs são colecionáveis digitais, não o futuro da propriedade como juravam os gurus.

Como Retirar Seus Ativos (Não Deixe para Lá)

Modo prático: a plataforma entrou em withdrawal-only imediato. Usuários recebem emails com instruções para transferir USD, ETH ou NFTs. Opções incluem conta Gemini Exchange conectada ou saque bancário via Stripe. Prazo final: 23 de fevereiro de 2026. Não espere o último segundo – redes congestionam, e você não quer virar meme de ‘perdi meus Bored Apes no fechamento’.

Se sobrou algo lá, logue agora. Gemini promete suporte contínuo via wallet, mas quem garante que o ‘super app’ não vire outro Earn falido?

O Que Resta da Febre NFT?

Este é o réquiem para os dias de glória dos NFTs. O que sobra? Um mercado zombie, com volumes irrisórios e projetos onchain que ninguém pede. Gemini, pós-escândalos como o Earn, prefere o safe play. Lição? Euforia mata euforia. Para colecionadores: migrem para OpenSea ou Blur, mas saibam: o museu dos JPEGs milionários fechou as portas para sempre.

Vale monitorar se outros pioneiros seguem o mesmo caminho. O crypto avança, mas deixa corpos no rastro – e Nifty é o mais nostálgico deles.


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