Família africana cartoon recebendo fluxo de remessas stablecoin de celular, superando caminhão de ajuda humanitária distante

Stablecoins Revolucionam Remessas na África e Superam Ajuda Humanitária

Mais que um ativo para investimento: as stablecoins estão ganhando terreno na África, onde as remessas enviadas via essas moedas estáveis superam a ajuda humanitária tradicional. Segundo Vera Songwe, ex-subsecretária-geral da ONU, milhões de pessoas sem conta bancária usam stablecoins para proteger poupanças contra inflação alta e enviar dinheiro de forma rápida e barata. No Fórum Econômico Mundial em Davos, ela destacou que isso representa uma mudança silenciosa impulsionada por celulares.


O Que São Stablecoins e Por Que Elas Importam na África?

Stablecoins são criptomoedas atreladas a moedas fiduciárias estáveis, como o dólar americano, mantendo valor constante. Diferente do Bitcoin, que varia muito, elas oferecem estabilidade ideal para economias em desenvolvimento. Na África Subsaariana, elas já compõem 43% do volume total de transações cripto. Na Nigéria, por exemplo, foram processados quase US$ 22 bilhões em stablecoins vinculadas ao dólar em 12 meses recentes.

Esse crescimento é impulsionado por moedas locais voláteis e acesso limitado a dólares. Países como Egito, Etiópia e África do Sul enfrentam inflação acima de 20% em diversos casos desde a pandemia, forçando as pessoas a buscarem alternativas. Redes de mobile money facilitam o uso via smartphones, tornando acessível até para quem não tem banco.

Stablecoins Aceleram Remessas e Pagamentos Diários

Enviar US$ 100 por serviços tradicionais custa cerca de US$ 6 na África, com atrasos de dias. Stablecoins reduzem isso para minutos e custos mínimos, transformando remessas familiares, folha de pagamento e liquidações comerciais. Empresas e comerciantes de mercado são os maiores usuários, mas pessoas comuns também adotam para poupar contra desvalorização.

Imagine uma família nigeriana recebendo dinheiro do exterior instantaneamente, sem intermediários caros. Essa velocidade melhora o fluxo de caixa de negócios pequenos, permitindo planejamento melhor e mais oportunidades econômicas em regiões subatendidas.

Regulamentações Emergentes e Desafios

Governos africanos reagem rapidamente. Gana aprovou lei para provedores de ativos virtuais, formalizando o trading. A Nigéria exige vinculação de transações cripto a IDs fiscais desde 13 de janeiro. O banco central sul-africano alerta para riscos à estabilidade financeira com o crescimento das stablecoins.

Essas medidas buscam equilibrar inovação e proteção. Enquanto regras se desenvolvem, a adoção continua, com empresas de tecnologia e usuários impulsionando a mudança. Para iniciantes, o segredo é entender que stablecoins não são ‘dinheiro mágico’, mas ferramentas práticas com necessidade de educação sobre segurança.

O Futuro Inspirador para Economias Emergentes

Para milhões sem acesso bancário, um smartphone agora significa estabilidade financeira. Stablecoins provam o poder da blockchain em resolver problemas reais, superando ajuda humanitária em eficiência. No Brasil e outros emergentes, lições africanas mostram potencial para remessas locais. Monitore regulamentações e use plataformas confiáveis para explorar essa revolução.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede cristalina isométrica pulsando com '6s' central, representando upgrade Tallinn no Tezos com blocos de 6 segundos e escalabilidade melhorada

Tezos Tallinn: Upgrade Corta Tempo de Bloco para 6 Segundos Sem Forks

A atualização Tallinn da Tezos entrou em vigor neste sábado, marcando o 20º upgrade importante desde 2018. Implementada sem fork de rede, ela reduz o tempo de bloco da layer-1 para 6 segundos, diminui custos de armazenamento e latência, acelerando a finalidade das transações. Isso posiciona a Tezos como uma das blockchains proof-of-stake mais eficientes, permitindo que todos os validadores, chamados de ‘bakers’, atestem cada bloco.


Detalhes Técnicos da Redução de Tempo de Bloco

O cerne da Tallinn reside na redução do tempo de bloco para 6 segundos, um avanço significativo em relação aos protocolos anteriores. Anteriormente, apenas um subconjunto de bakers validava blocos, o que limitava a eficiência. Agora, todos os validadores participam do processo de atestação graças às assinaturas BLS (Boneh-Lynn-Shacham), que agregam centenas de assinaturas em uma única por bloco.

Essa agregação criptográfica alivia a carga computacional nos nós, reduzindo o processamento necessário. Como resultado, a rede alcança finalidade mais rápida, essencial para aplicações que demandam baixa latência, como finanças descentralizadas (DeFi) e jogos on-chain. A implementação sem hard fork garante continuidade, evitando divisões na comunidade e migrações forçadas.

Melhorias em Armazenamento e Eficiência

Além da velocidade, a Tallinn introduz um mecanismo de indexação de endereços que elimina dados redundantes, reduzindo os custos de storage em até 100 vezes. Isso beneficia desenvolvedores de dApps, que agora podem armazenar mais dados sem escalada exponencial de despesas.

A otimização de storage é crucial para a sustentabilidade da rede, especialmente com o crescimento de uso cases como NFTs e tokenização de ativos reais. Menos espaço em disco significa nós mais leves, incentivando maior descentralização e acessibilidade para validadores com hardware modesto. Essa eficiência técnica reforça o modelo de self-amending da Tezos, onde upgrades são votados pela comunidade.

Contexto Histórico e Competitividade

Comparada às blockchains de primeira geração, como Bitcoin (blocos a cada 10 minutos, ~7 TPS) e Ethereum pré-upgrades (~15-30 TPS), a Tezos avança rumo a redes de alto throughput. A Tallinn alinha a plataforma com concorrentes como Solana, que adota arquitetura monolítica para alta velocidade, mas sem as camadas L2 dependentes de Bitcoin ou Ethereum.

Essa evolução reflete a corrida por blockchains que suportem milhões de TPS, acomodando o ecossistema crescente de Web3. Para usuários brasileiros, isso significa transações mais rápidas e baratas em reais via bridges ou exchanges locais, ampliando o apelo para adoção cotidiana.

Implicações para Escalabilidade e Futuro

A redução de latência e storage abre portas para inovações, como rollups nativos ou integrações com IA on-chain. Investidores devem monitorar o impacto no preço do XTZ e adoção de dApps. Com 20 upgrades fluidos, a Tezos demonstra maturidade, mas desafios como adoção massiva persistem.

Vale acompanhar métricas de TPS pós-Tallinn para validar ganhos reais. Essa atualização reforça o compromisso da rede com eficiência máxima, posicionando-a como opção viável em um mercado competitivo.


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Rede de nós cristalinos dourados de holders Bitcoin rachando com faíscas vermelhas, simbolizando perdas on-chain e início de mercado de baixa

Holders de Bitcoin Registram Perdas pela 1ª Vez em 2 Anos

Sinal de mercado de baixa? Detentores de Bitcoin estão realizando perdas líquidas pela primeira vez desde outubro de 2023, acumulando US$ 6,1 bilhões em prejuízos desde dezembro de 2025, conforme dados on-chain da CryptoQuant. Essa inversão nas dinâmicas de lucro, após mais de dois anos de ganhos consistentes, ecoa o início da transição para o mercado de baixa de 2021-2022. Com o BTC negociado a cerca de US$ 88.000, investidores monitoram se isso marca o começo de um ciclo de baixa prolongado.


Perdas Realizadas Acumuladas

De acordo com análise da CryptoQuant, holders venderam 69.000 BTC em posições de perda desde dezembro de 2025, equivalendo a US$ 6,1 bilhões em prejuízos realizados. Esse é o primeiro período negativo de 30 dias desde outubro de 2023, rompendo uma sequência de lucros líquidos que durou 15 meses.

Os lucros realizados atingiram pico em janeiro de 2024, formando topos mais baixos ao longo de 2025 até virar negativos. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 460.624, com variação de -2,67% nas últimas 24 horas e volume de 199 BTC. Essa pressão sugere capitulação inicial entre detentores de curto prazo.

Comparação com Ciclos Anteriores

Os lucros líquidos realizados caíram para 2,5 milhões de BTC, nível visto pela última vez em março de 2024 e similar ao início do mercado de baixa de março de 2022. Naquele período, após picos em janeiro de 2021, os lucros declinaram com topos sucessivamente menores, culminando em perdas líquidas.

Atualmente, o padrão se repete: declínio desde março de 2024, com quedas acentuadas em dezembro de 2024, julho e outubro de 2025. Apesar das perdas recentes, o preço médio realizado permanece em US$ 56.000, mantendo a maioria dos holders no lucro geral, mas sinalizando enfraquecimento na estrutura de lucros.

Indicadores On-Chain em Alerta

O índice MVRV (Market Value to Realized Value) resfriou para 1,5x, abaixo dos 3-4x de topos de mercado, mas acima do sub-1x de bears profundos. Cerca de dois terços do suprimento de Bitcoin ainda está lucrativo, enquanto um terço está underwater aos preços atuais.

O Net Unrealized Profit/Loss migrou da euforia para zona de otimismo com ansiedade, com leituras negativas frequentes no Net Realized Profit/Loss. Esses dados apontam para condições de início de mercado de baixa, sem capitulação em massa, mas com conviction enfraquecida entre investidores profissionais.

Implicações para o Ciclo de Mercado

Essa mudança sugere que o ciclo de alta pode ter encerrado, com o mercado entrando em fase de digestão ou baixa inicial. Volumes de venda em perdas indicam capitulação modesta, mas sem extremos históricos. Investidores aguardam sinais de momentum renovado ou capitulação mais ampla antes de reposicionar.

Vale monitorar a evolução dos lucros realizados e MVRV nas próximas semanas, pois padrões semelhantes precederam correções prolongadas. Para brasileiros, com BTC em R$ 460 mil, ajustes em estratégias de tesouraria são recomendados em cenários de volatilidade.


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Personagem tech cartoon manipulado por sombra hacker em ícone X enviando anzóis phishing para traders, alertando golpe em conta de cofundador Scroll

Alerta Golpe: Conta do Cofundador da Scroll Hackeada no X

Hackers invadiram a conta no X do cofundador da Scroll, Kenneth Shen (@shenhaichen), e agora enviam mensagens privadas (DMs) em massa se passando por oficiais do X. O golpe usa engenharia social para enganar usuários, prometendo ‘verificação de conta’ ou suporte. Se você recebeu DM do perfil, ignore e não clique em links. A invasão foi reportada em 25 de janeiro de 2026, alertando a comunidade cripto sobre riscos imediatos.


Detalhes da Invasão Confirmada

A Scroll, uma solução de Layer 2 para Ethereum conhecida por escalabilidade zk-rollups, viu seu cofundador Kenneth Shen ter a conta comprometida. De acordo com relatos de comunidades cripto, os invasores assumiram o controle total do perfil @shenhaichen e iniciaram uma campanha de phishing direcionada. As DMs falsas imitam comunicações oficiais da plataforma X, criando urgência falsa para roubar credenciais ou fundos.

Essa tática não é isolada. A análise do incidente revela padrões de ataques profissionais: roubo de credenciais via malware ou engenharia social prévia, seguido de exploração imediata para atingir seguidores influentes no ecossistema cripto. A Scroll, com seu crescimento recente, atrai atenção de criminosos cibernéticos.

Táticas de Engenharia Social em Ação

Os hackers se passam por “suporte do X”, alegando problemas na conta da vítima e solicitando ações como envio de chaves privadas, seeds ou cliques em links maliciosos para ‘verificação’. Nunca o suporte oficial do X pede tais informações via DM. Essa é a essência da engenharia social: explorar confiança em figuras conhecidas para burlar defesas naturais.

Investigando padrões semelhantes, vemos ataques a contas de projetos como Cointelegraph e fundos falsos de Scroll (@ScrollFDN fake). Os criminosos priorizam perfis com alto engajamento, maximizando o alcance do scam. No caso de Shen, as mensagens visam holders de tokens Scroll ou entusiastas de L2, prometendo benefícios exclusivos.

Medidas de Proteção Imediatas para Usuários

  1. Ignore DMs suspeitas: Qualquer solicitação de dados sensíveis é golpe. Verifique sempre via canais oficiais da Scroll (site, Discord, Telegram).
  2. Ative autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas, preferindo apps como Google Authenticator, não SMS.
  3. Monitore sua conta X: Altere senhas fortes e únicas se houver interação recente com perfis cripto.
  4. Use extensões anti-phishing como uBlock Origin e evite links encurtados.

Para a comunidade brasileira, o risco é ampliado pela adoção crescente de L2s como Scroll em exchanges locais. Relate perfis falsos ao X e avise grupos de Telegram sobre o incidente.

Contexto Maior: Ameaças Recorrentes no Ecossistema Cripto

A Scroll não é vítima isolada. Projetos em ascensão enfrentam ondas de ataques coordenados durante fases de alta visibilidade, como mainnet ou airdrops. A análise da fonte destaca que contas X são vetores preferidos por sua influência direta sobre decisões de investimento. No Brasil, onde o mercado cripto explode, esses hacks podem levar a perdas significativas em reais.

Autoridades como CFTC nos EUA discutem reformas regulatórias, mas a defesa individual permanece crucial. Monitore atualizações oficiais da Scroll e evite euforia: segurança precede especulação. Esse caso reforça a necessidade de educação contínua contra scams sofisticados.


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CEO cartoon em Davos apontando para torres bancárias rachadas por fluxos de tokenização, simbolizando ameaça existencial da cripto

Cripto é ‘Ameaça Existencial’ aos Bancos, Diz CEO da Coinbase

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, afirmou em Davos que um executivo de um dos 10 maiores bancos do mundo revelou que as criptomoedas são vistas como ‘ameaça existencial’ ao modelo de negócios tradicional. Segundo Armstrong, a cripto passou de ignorada por Wall Street a prioridade absoluta para a sobrevivência bancária. Se os gigantes financeiros estão com medo, você está no lugar certo para lucrar com essa virada histórica.


Bancos Reconhecem Prioridade Existencial da Cripto

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Armstrong compartilhou conversas reveladoras com líderes financeiros. Um alto executivo de banco global classificou as criptomoedas como a ‘number one priority’ da instituição, descrevendo-a como questão existencial. Isso marca o fim da era em que Wall Street menosprezava o Bitcoin e altcoins.

Agora, os bancos correm para integrar infraestrutura cripto, temendo a desintermediação. Armstrong destacou que a maioria dos executivos com quem conversou é pró-cripto e busca oportunidades ativamente. O que era risco agora é visto como essencial para não perder relevância. Para investidores brasileiros, isso sinaliza aceleração na adoção global, com o Bitcoin negociado a R$ 468.830,05 segundo o Cointrader Monitor (-1,29% em 24h).

Tokenização e Stablecoins como Catalisadores

A tokenização de ativos foi um dos temas quentes em Davos, expandindo-se para ações, crédito e produtos financeiros. Armstrong estima que 4 bilhões de adultos sem acesso a investimentos de qualidade possam se beneficiar, fechando a lacuna global. Stablecoins e ativos tokenizados permitem transferências instantâneas, sem atrasos de clearing ou intermediários bancários.

Essa tendência ameaça os rails legados de pagamento dos bancos, promovendo fintechs e gestoras que oferecem acesso direto. “Esperem avanços significativos em 2026“, previu o CEO. Para o mercado brasileiro, isso reforça a viabilidade de diversificar em cripto, especialmente com a maturidade de plataformas locais.

Apoio Político: Trump e a CLARITY Act

Armstrong elogiou o governo Trump como o mais favorável às criptomoedas no mundo, impulsionando legislações como a CLARITY Act, que cria marco regulatório claro para ativos digitais. Isso contrasta com investimentos chineses em stablecoins, posicionando os EUA na liderança.

Regras claras são cruciais para manter a competitividade americana, evitando que rivais avancem. No Brasil, onde regulamentações evoluem, esse movimento global incentiva otimismo para aprovações locais que atraiam mais capital institucional.

AI Agents e o Futuro sem Bancos Tradicionais

Inteligência artificial e cripto dominaram as discussões em Davos. Armstrong prevê que AI agents adotarão stablecoins para pagamentos, ignorando verificações de identidade e restrições bancárias convencionais. A infraestrutura já existe, com uso crescendo rapidamente.

Essa convergência acelera a obsolescência de modelos bancários antigos, validando a visão de alta de longo prazo para cripto. Investidores atentos podem posicionar-se agora, monitorando tokenização e integrações AI-cripto como drivers de valorização sustentada.


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Pinguim memecoin cartoon pulando eufórico na Sala Oval com Trump surpreso, simbolizando pump de 564% após post da Casa Branca

Loucura em Washington: Post da Casa Branca Faz Memecoin Disparar 564%

Cripto em 2026: um pinguim na Casa Branca vale mais que o seu FGTS. O memecoin PENGUIN, inspirado no ‘Pinguim Nietzscheano’, explodiu 564% após um post viral da Casa Branca no X mostrando Donald Trump de mãos dadas com um pinguim na neve. De market cap de US$ 387 mil para US$ 136 milhões em horas. O mercado enlouqueceu de novo?


O Post que Mudou Tudo

Era só uma sexta-feira qualquer em Washington. A Casa Branca posta uma imagem fofa: Trump e um pinguim caminhando juntos na neve. Nada de política, nada de economia – só fofura gelada. Mas o universo cripto, esse poço sem fundo de irracionalidade, interpretou como sinal divino. O token PENGUIN, lançado na Solana via launchpad Pump.fun, acordou de um sono profundo.

Antes do post, valia miseráveis US$ 387 mil em market cap. Depois? Volume de US$ 244 milhões em 24 horas e preço pulando para US$ 0,13. Alon Cohen, cofundador do Pump.fun, até celebrou: ‘O trading onchain nunca morreu, só esperava o momento certo’. Momento certo? Um pinguim com o presidente. Genialidade ou delírio coletivo?

Memecoins: De Heróis a Palhaços em 2026

Enquanto isso, o setor de memecoins penava. Em 2025, 11,6 milhões de tokens falharam, muitos deles memecoins baratos do Pump.fun. O market cap total do setor oscilou: de US$ 38 bilhões em dezembro para US$ 47 bilhões em janeiro, só pra despencar de volta a US$ 39 bilhões. Social buzz subiu, Fear & Greed Index melhorou, mas nada como um pinguim presidencial pra reacender a chama.

Vincent Liu, da Kronos Research, disse que memecoins lideram quando o apetite por risco volta. Verdade, mas até onde? Celebridades lançam tokens que caem 80% em semanas. E agora, um animal de estimação fictício da Casa Branca vira bilionário virtual. Ironia: saídas bilionárias de ETFs de Bitcoin e Ethereum prosseguem sérias, com BlackRock e Fidelity gerenciando trilhões, enquanto um pinguim rouba a cena.

Sanidade Perdida: Onde Você Coloca Seu Dinheiro?

Pense bem: seu FGTS rende 6% ao ano, previsível como relógio suíço. Um pinguim? 564% em um dia. Mas e amanhã? Market cap de US$ 136 milhões pode virar pó com um tweet errado. O DEXScreener mostra o gráfico: pico insano seguido de… quem sabe? É o cassino cripto em sua essência mais pura.

Comparado aos ETFs sérios, onde investidores institucionais injetam bilhões em Bitcoin como reserva de valor, isso é comédia de erros. BlackRock acumula BTC enquanto traders de varejo apostam em memes. Vale monitorar: se PENGUIN segurar, prova que cripto é loteria. Se cair, reforça: memecoins são para os corajosos – ou imprudentes.

Lições de um Pinguim Presidente

Em 2026, o mercado questiona sua própria existência. Um post inocente vira pump de 564%. Traders apostam seus chips, analistas falam de ‘retorno do risco’. Mas o leitor esperto reflete: é diversão ou armadilha? Plataformas como Pump.fun facilitam isso, mas 11,6 milhões de falhas não mentem. Invista com cérebro, não com FOMO de pinguim.


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Âncora dourada com 89K resistindo a assaltos de figura política cartoon e hacker phishing em tempestade digital, simbolizando resiliência do Bitcoin em caos geopolítico

Tarifas de Trump e BTC Perdido na Coreia Agitam Mercado Cripto

Entre as ameaças de tarifas de 100% de Trump contra o Canadá por acordos com a China e o desaparecimento de US$ 47,7 milhões em Bitcoin da custódia de promotores sul-coreanos, o mercado cripto enfrenta caos geopolítico e institucional. Apesar da aversão ao risco global, o Bitcoin segura os US$ 89 mil, questionando sua resiliência em meio a falhas estatais e tensões comerciais.


Tensões Comerciais EUA-Canadá-China

O presidente Donald Trump alertou que aplicará tarifas de 100% sobre os US$ 450 bilhões anuais em exportações canadenses para os EUA se o Canadá prosseguir com acordos comerciais com a China. A preocupação é que Pequim use o Canadá como “porta de entrada” para contornar barreiras tarifárias americanas, como relatado em cobertura recente. O Canadá, que envia 75-76% de suas exportações aos EUA — representando dois terços de seu PIB —, fica em posição vulnerável.

Anteriormente, tarifas de 25% no aço canadense causaram queda de 41% nas exportações. Um novo choque poderia elevar custos em setores como automotivo e energia, fomentando aversão ao risco global e impactando ativos como o Bitcoin, sensível a instabilidades macroeconômicas.

Falha de Custódia na Coreia do Sul

Em incidente chocante, cerca de 70 bilhões de won (US$ 47,7 milhões) em Bitcoin confiscado sumiu da custódia do Escritório de Promotores de Gwangju durante inspeção rotineira. Um funcionário acessou supostamente um site falso ao verificar senhas em USB, expondo credenciais via phishing, conforme detalhes divulgados.

Autoridades investigam, mas o caso destaca a fragilidade da custódia institucional de criptoativos, mesmo por órgãos estatais. Phishing persiste como ameaça global, afetando desde indivíduos até governos, reforçando a necessidade de protocolos rigorosos em wallets e autenticação multifator.

Resiliência do Bitcoin em Meio ao Caos

Apesar dos eventos, o Bitcoin mantém-se acima de US$ 89 mil, com variação mínima de -1,38% nas últimas 24 horas, segundo análises de mercado. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 468.827,84 registra queda de -1,28% em 24h, com volume de 100,24 BTC.

O dólar avança para R$ 5,29, refletindo incertezas. Mercados cripto mostram liquidez estável, com traders vendo as ameaças como ruído político, priorizando fluxos institucionais e ETFs.

Implicações Geopolíticas para Cripto

Esses episódios ilustram riscos duplos: geopolíticos, com Trump remodelando comércio global e elevando volatilidade; e institucionais, provando que nem Estados escapam de vulnerabilidades cibernéticas. Para investidores brasileiros, monitorar impactos em commodities e fluxos de capital é essencial, pois aversão ao risco pode pressionar o BTC abaixo de suportes chave.

A adoção corporativa e ETFs prossegue, mas custódia segura torna-se imperativa. Vale acompanhar negociações EUA-Canadá e investigações sul-coreanas para sinais de estabilização.


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Executivo cartoon BlackRock girando alavanca de juros baixos no Fed, liberando fluxo dourado para Bitcoin animado, otimismo com possível nova liderança

Rick Rieder da BlackRock Lidera Odds para Presidência do Fed

Pode um executivo da BlackRock comandar o Federal Reserve? Rick Rieder, CIO de renda fixa da gigante de ativos, lidera as apostas para suceder Jerome Powell com 57,5% de probabilidade no Polymarket após elogios diretos de Donald Trump, que o chamou de “very impressive” em Davos. A reunião recente com o presidente disparou as odds de 3% para 50-57%, sinalizando uma decisão iminente antes de maio. Isso pode alterar a política monetária americana, impactando fluxos globais para criptomoedas como o Bitcoin.


Ascensão Rápida nas Previsões de Mercado

As odds de Rieder no prediction market Polymarket saltaram verticalmente após o encontro com Trump na semana passada. De acordo com traders, o movimento reflete uma preferência presidencial por experiência prática de Wall Street em vez de perfis acadêmicos tradicionais. Kevin Warsh, ex-governador do Fed, caiu para 29%, enquanto Kevin Hassett despencou de 85% para 6%, possivelmente direcionado ao Conselho Econômico Nacional.

Trump indicou em entrevista à CNBC que a lista de candidatos encolheu para “talvez um”, com anúncio possível na próxima semana, alinhado à reunião do FOMC em 27-28 de janeiro. Essa dinâmica geopolítica acelera a transição, com Powell sob escrutínio de investigação do DOJ.

Background de Rieder e BlackRock no Fed

Rick Rieder gerencia cerca de US$ 2,4-3 trilhões em ativos na BlackRock, com expertise em curvas de juros, spreads de crédito e liquidez — essenciais para política monetária. Diferente de Powell, ele participou de comitês consultivos do Tesouro e Fed, mas carece de experiência política direta em Washington ou Capitol Hill.

A nomeação representaria um takeover da BlackRock, gestora pioneira em ETFs de Bitcoin, alinhando o Fed a visões mais pragmáticas de mercado. Rieder já descreveu o Bitcoin como “interessante e durável” em 2021, sinalizando abertura a ativos digitais em portfólios institucionais.

Política de Juros: Viés de Alta para Ativos de Risco

A proximidade de Rieder com Trump pode pavimentar juros mais dovish. Enquanto Powell adota higher-for-longer com taxa federal em 3,5-3,75%, Rieder defende uma taxa neutra próxima de 3%, acelerando cortes e injetando liquidez. Essa mudança beneficiaria ativos de risco globalmente, incluindo criptomoedas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.684 (-1,31% em 24h), sensível a expectativas de Fed. Juros menores impulsionam fluxos de capital para Bitcoin, especialmente com Trump pró-cripto e BlackRock expandindo em RWAs e tokenização.

Implicações Globais para Criptomoedas

Uma presidência de Rieder no Fed seria positivo para Bitcoin a longo prazo: política expansionista atrai investidores institucionais, enquanto a influência BlackRock acelera adoção. Países emergentes, como o Brasil, sentem o impacto via dólar (R$ 5,29) e carry trade reverso. Mercados precificam um cenário de maior liquidez, com BTC/USD em torno de US$ 88.400.

Investidores devem monitorar o FOMC e anúncio de Trump, pois a interseção de geopolítica americana e cripto redefine fluxos globais de capital.


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Ponte de energia cyan-dourada conectando fortaleza clássica a rede cristalina, simbolizando integração Stellar-SWIFT para remessas internacionais rápidas

Stellar e SWIFT: Remessas Mais Baratas e Rápidas à Vista

O fim das taxas extorsivas do SWIFT nas suas remessas internacionais? A CEO da Stellar Development Foundation, Denelle Dixon, propôs uma integração do XLM com a rede SWIFT via padrão ISO 20022. Isso promete tornar envios de dinheiro ao exterior quase instantâneos e muito mais baratos, eliminando dias de espera e intermediários caros. Para brasileiros que mandam grana para família ou negócios, é uma mudança prática no dia a dia.


O Problema Atual das Remessas com SWIFT

Hoje, enviar dinheiro para o exterior via SWIFT é um parto: demora de 2 a 5 dias úteis, com taxas que podem chegar a 10% ou mais do valor, dependendo do banco e do destino. Intermediários como bancos correspondentes cobram à vontade, e a transparência é zero – você fica no escuro sobre onde está sua grana.

A Stellar identifica isso como ineficiência crônica do sistema tradicional. Bancos usam mensagens padronizadas, mas o settlement (liquidação) ainda é lento e caro. Para quem precisa pagar fornecedores na Europa ou ajudar parentes nos EUA, cada dia perdido é dinheiro queimado em juros ou oportunidades.

Denelle Dixon, CEO desde 2017, enfatiza colaboração em vez de substituição. A Stellar não quer derrubar o SWIFT, mas conectá-lo à blockchain para agilizar tudo.

Como a Integração XLM-SWIFT Funciona na Prática

O plano usa o ISO 20022, novo padrão de mensagens financeiras que tanto SWIFT quanto Stellar já suportam. Bancos enviam instruções via SWIFT, mas o XLM atua como bridge asset – uma ponte para liquidação rápida na blockchain.

Exemplo prático: você envia R$ 10 mil de São Paulo para Nova York. Em vez de dias, o XLM converte e liquida em segundos, com taxas abaixo de 0,01%. A Stellar já testou isso no IBM World Wire, provando viabilidade com grandes bancos.

Outras redes como XRP, Cardano (ADA) e Algorand (ALGO) também são compatíveis, criando um ecossistema maior de liquidez. Para instituições, é upgrade sem trocar tudo.

Benefícios Diretos para Brasileiros

Se você é autônomo, freelancer ou tem família fora, isso é ouro. Remessas para Argentina, Europa ou Ásia ficam 90% mais baratas e instantâneas. Acaba a dor de cabeça com bancos cobrando spreads altos no dólar ou euro.

No Brasil, onde enviamos bilhões anuais em remessas, essa integração pode democratizar acesso a pagamentos globais eficientes. Imagine pagar Netflix ou Amazon sem conversão ruim, ou receber pagamentos de clientes gringos sem perda.

A visão da Dixon foca em mercados emergentes, onde Stellar já tem parcerias para micropagamentos e remessas reais.

O Que Esperar em 2026 e Próximos Passos

A proposta saiu em 23 de janeiro de 2026, mas precisa de aprovação regulatória ao longo do ano. Autoridades como CVM e BC no Brasil, ou SEC nos EUA, decidirão se bancos podem usar XLM assim.

Enquanto isso, monitore pilotos e atualizações da Stellar. Para testar, plataformas como Binance listam XLM com baixas taxas para trades internacionais.

É um passo concreto para blockchain consertar finanças tradicionais. Fique de olho – suas próximas remessas podem mudar.


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Baleias colossais digitais absorvendo energia dourada com cristal 104K em oceano volátil cyan-vermelho, simbolizando acumulação de Bitcoin por whales

Baleias Acumulam 104 Mil BTC em US$ 10 Bilhões Apesar da Volatilidade

Grandes detentores de Bitcoin, com carteiras acima de 1.000 BTC, acumularam 104.340 unidades recentemente, equivalente a cerca de US$ 10 bilhões, segundo dados da Santiment. Esse movimento de +1,5% nos holdings ocorre em meio à consolidação do preço, com transações acima de US$ 1 milhão atingindo picos de dois meses. As ‘mãos fortes’ compram na baixa enquanto o varejo hesita, sinalizando potencial para maior volatilidade à frente.


Acumulação Estratégica das Baleias

Os dados on-chain revelam que carteiras com pelo menos 1.000 BTC executaram uma acumulação coordenada, conforme reportado pela Santiment. Essa adição de 104.340 BTC representa um aumento de 1,5% no total controlado por esses grandes players, reduzindo a oferta disponível em exchanges.

Historicamente, tais acumulações durante fases de consolidação precedem rompimentos de volatilidade. Transações diárias acima de US$ 1 milhão voltaram a níveis elevados, os maiores em dois meses, indicando reposicionamento ativo. Isso sugere confiança em valorizações futuras, independentemente de narrativas como rotação de capital do ouro para Bitcoin, que análises mostram sem correlação clara.

O Bitcoin opera de forma independente de ativos tradicionais, com médias móveis de 180 dias confirmando ausência de migração sistemática de fundos. Assim, o foco permanece em catalisadores cripto-específicos, como adoção institucional.

Alavancagem 20x e Seus Riscos

Um exemplo concreto de agressividade é um trader com alavancagem de 20x em posições long de BTC, totalizando mais de US$ 63 milhões em exposição. O endereço 0x50b3 acumulou 379,62 BTC a um preço médio de US$ 89.318, com flutuações gerando perdas flutuantes de US$ 209 mil.

Essa estratégia também inclui posições vendidas de 25x em ETH (9.999 unidades, ~US$ 2,936 milhões), configurando um hedge relativo. No entanto, alavancagem extrema amplifica a volatilidade: uma oscilação de 5% contra a posição pode levar à liquidação forçada, injetando pressão vendedora no mercado.

Os dados sugerem que tais operações de alto risco contribuem para swings ampliados, especialmente em consolidações onde suportes como US$ 85.000 e resistências em US$ 95.000 são testados.

Implicações para Suporte e Resistência

Com a oferta se contraindo nas exchanges devido à acumulação, o Bitcoin consolida entre suporte em US$ 85.000 e resistência em US$ 95.000. A entrada de baleias reforça o suporte inferior, potencializando um rompimento altista se o volume confirmar.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 468.723,63 (-1,31% em 24h, volume de 98,3 BTC). Essa dinâmica indica que mãos fortes posicionam para capturar a alta, mas liquidações alavancadas podem testar suportes.

Vale monitorar se o acúmulo sustenta acima de US$ 90.000, sinalizando força para novas máximas.

Perspectiva de Mercado

A combinação de acumulação on-chain e posições alavancadas aponta para um mercado em transição. Enquanto baleias constroem posições, a volatilidade pode aumentar com liquidações ou catalisadores positivos. Investidores devem observar níveis técnicos chave para entradas acionáveis.


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Personagens cartoon estilizados de Ledger e CertiK batendo sino da NYSE com escudos, celebrando IPOs de segurança cripto

Ledger e CertiK na Bolsa: Gigantes da Segurança Cripto Chegam a Wall Street

As gigantes da segurança cripto, Ledger e CertiK, preparam estreias triunfais na Bolsa de Nova York. A Ledger, maior fabricante de carteiras hardware, avalia IPO com US$ 4 bilhões, enquanto a CertiK, pioneira em auditorias Web3, mira US$ 2 bilhões. Esses movimentos chegam após o sucesso da BitGo e reforçam a maturidade do setor de infraestrutura cripto, atraindo capital institucional em um ambiente regulatório favorável. Para o mercado brasileiro, é um sinal claro de legitimidade e crescimento sustentável.


Detalhes do IPO da Ledger: Autocustódia em Alta

A Ledger planeja abrir capital nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, aproveitando o momentum pós-IPO da BitGo, que levantou US$ 212,8 milhões e superou US$ 2 bilhões em valor de mercado. A empresa já vendeu mais de 7,5 milhões de carteiras hardware e protege cerca de US$ 100 bilhões em criptoativos globalmente. Esse passo reflete a demanda crescente por soluções de autocustódia, especialmente após roubos que somaram bilhões em 2025.

O timing é perfeito: com o mercado cripto em ciclo de recuperação, investidores institucionais buscam ativos de base sólida como custódia e segurança. A Ledger não tem token próprio, mas seu modelo de negócios demonstra estabilidade, superando o desempenho médio do setor em 2026. Para brasileiros, isso pode pressionar exchanges locais a adotarem padrões mais elevados de proteção de ativos.

CertiK Entra na Corrida: Primeira de Segurança Web3 na Bolsa

A CertiK avalia IPO com US$ 2 bilhões, posicionando-se como potencial primeira empresa puramente Web3 de segurança a se listar em bolsa. Especializada em auditorias de protocolos blockchain e detecção de vulnerabilidades, a firma capitaliza o boom da infraestrutura on-chain, onde segurança é o pilar fundamental para adoção em massa.

Em um ano marcado por exploits e hacks, serviços como os da CertiK ganham relevância. Seu valuation reflete confiança de investidores em ferramentas que mitigam riscos, essenciais para DeFi, NFTs e aplicações corporativas. Junto à Ledger, forma um duo que valida o ecossistema cripto perante Wall Street, atraindo fluxos de capital inéditos.

Por Que Isso É Otimista para o Mercado Cripto?

Esses IPOs não são isolados: Kraken mira US$ 20 bilhões e ConsenSys US$ 7 bilhões, segundo fontes como Benzinga. O foco em infraestrutura sinaliza o fim da era de especulação pura e o início de uma fase madura, com capital fluindo para negócios rentáveis e regulados. A separação entre custódia e negociação reduz riscos, beneficiando detentores de longo prazo.

No Brasil, onde o varejo cripto cresce rapidamente, esses eventos inspiram confiança. Empresas locais podem se beneficiar de inovações globais, enquanto investidores ganham opções mais seguras. O otimismo é fundamentado: segurança e autocustódia capturam valor estável em ciclos voláteis.

Próximos Passos e Oportunidades para Investidores Brasileiros

Monitore aprovações regulatórias e janelas de listagem na NYSE. Para o público brasileiro, o recado é claro: priorize autocustódia com ferramentas testadas como Ledger e exija auditorias CertiK-like em protocolos. Esses IPOs consolidam cripto como ativo legítimo, pavimentando o caminho para adoção institucional ampla. O futuro é brilhante para quem aposta na base sólida do ecossistema.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Personagem cartoon Pai Rico carregando baú de Bitcoin e prata para longe de montanha de dívida EUA em chamas, ilustrando all-in de Kiyosaki

Pai Rico All-In: Kiyosaki Compra BTC e Prata Contra Dívida EUA

O autor de ‘Pai Rico, Pai Pobre’, Robert Kiyosaki, anunciou que continua comprando mais Bitcoin e prata apesar da volatilidade recente, prevendo que a prata atingirá US$ 200 por onça em 2026. Ele atribui essa convicção ao crescimento explosivo da dívida nacional dos EUA e à erosão do poder de compra do dólar, posicionando esses ativos como defesas contra o colapso fiat. Kiyosaki critica líderes monetários e adota uma estratégia de longo prazo focada em escassez real.


Estratégia de Kiyosaki Contra o Colapso do Dólar

Robert Kiyosaki não se deixa abalar pelas oscilações de curto prazo em ouro, prata, Bitcoin ou Ethereum. Sua lógica é simples e poderosa: a dívida dos EUA continua subindo sem freios, enquanto o dólar perde valor dia após dia. "Não me importo com os preços… porque sei que a dívida nacional dos EUA continua crescendo e o poder de compra do dólar continua caindo", declarou ele em postagens recentes no X.

Ele vai além, questionando a competência de PhDs no Federal Reserve e no Tesouro americano, comparando-os ao seu "pai pobre". A solução? "Eu só continuo comprando mais ouro, prata, Bitcoin e Ethereum e fico mais rico". Essa abordagem de alta reforça a tese de que ativos com suprimento limitado são o novo padrão em um mundo de impressão monetária desenfreada. Para Kiyosaki, a volatilidade é irrelevante diante de tendências macroeconômicas inevitáveis.

Prata: O Metal Estrutural da Era Tecnológica

Kiyosaki destaca a prata como superior por seu duplo papel: dinheiro ancestral e metal essencial na tecnologia moderna. "Ouro e prata são dinheiro há milhares de anos", afirma, mas a prata ganha destaque na "era da tecnologia", atuando como metal estrutural, similar ao ferro na Revolução Industrial. Com a prata negociada próxima a US$ 103 por onça atualmente (alta de mais de 6% no dia), sua previsão de US$ 200 em 2026 parece cada vez mais plausível.

No Brasil, isso equivale a cerca de R$ 546 por onça (XAG-BRL), com o dólar em R$ 5,29. Investidores locais podem se beneficiar dessa alta projetada, especialmente com a demanda industrial por prata em painéis solares, eletrônicos e baterias crescendo exponencialmente. Kiyosaki já celebrou a prata acima de US$ 100, sinalizando o início de uma valorização massiva.

Bitcoin Entra na Jogada como Ativo Escasso

Paralelamente à prata, Kiyosaki acumula Bitcoin, que ele vê como o ouro digital. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 468.727 (-1,3% em 24h, volume de 98 BTC). Essa correção recente? Apenas ruído para o investidor de longo prazo como Kiyosaki, que aposta na escassez de 21 milhões de unidades contra a inflação fiat ilimitada.

O ‘Pai Rico’ está abandonando métodos antigos por esse novo paradigma: Bitcoin e prata como hedges contra a dívida global. Para brasileiros, com o real também pressionado, alocar em BTC via exchanges confiáveis pode replicar essa estratégia vencedora, protegendo patrimônio em tempos de incerteza monetária.

Lições para Investidores: Escolha o Lado Vencedor

A mensagem de Kiyosaki é clara e motivadora: em um mundo onde governos imprimem dinheiro sem limites, ativos reais com suprimento finito vencem. Sua posição ‘all-in’ em Bitcoin, prata, ouro e ETH inspira confiança fundamentada. Vale monitorar a dívida dos EUA, que ultrapassa US$ 35 trilhões, e as implicações para o dólar global.

Investidores devem considerar diversificação em hard assets, mas sempre com pesquisa própria. O otimismo de Kiyosaki reforça que, ignorando o barulho, a tendência de alta é inexorável para esses ativos escassos.


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Cartógrafo cartoon desenhando 11 caminhos entre blockchain e IA, empoderando usuário com chaves de controle sobre dados e identidade

a16z Mapeia 11 Caminhos para União de Cripto e IA

A Andreessen Horowitz (a16z) traçou um mapa com 11 caminhos onde a blockchain pode se integrar à inteligência artificial (IA), combatendo a centralização das Big Techs. Em vez de concentrar poder em poucas empresas, a cripto oferece controle sobre identidade, dados e pagamentos aos usuários. Essa visão, publicada em 20 de janeiro, posiciona a web rumo a interfaces dominadas por prompts de IA, com blockchains como camada neutra essencial para o futuro.


Combate à Centralização: A Base Neutra da Blockchain

A a16z argumenta que, com o avanço da IA, sites tradicionais perdem tráfego para agentes autônomos. Aqui, a blockchain surge como infraestrutura para contextos persistentes de usuários, identidades portáteis para agentes de IA e pagamentos on-chain sem intermediários. Isso evita que plataformas controlem distribuição e receitas.

Imagine agentes de IA negociando dados ou serviços diretamente, sem depender de gatekeepers centralizados. Projetos como o Solana Attestation Service já permitem vincular credenciais off-chain a carteiras, preservando privacidade, enquanto o proof of personhood descentralizado, como o World’s Proof of Human, distingue humanos de bots sem IDs centralizados.

Essa abordagem técnica democratiza o acesso, tornando a IA mais inclusiva e resistente a monopólios.

DePIN: Infraestrutura Física Descentralizada para IA

Um destaque é o uso de DePIN (redes de infraestrutura física descentralizada) para agregar recursos computacionais ociosos. Com quase metade do tráfego da internet vindo de fontes automatizadas, sites bloqueiam scrapers de IA, criando tensão.

A DePIN permite pooling de hardware de PCs gamers e data centers para treinamento e inferência de IA, reduzindo dependência de provedores como AWS ou Google Cloud. Isso alinha com mercados preditivos descentralizados, onde IA pode prever eventos e liquidar apostas on-chain, integrando previsão com execução confiável.

Exemplo prático: crawlers pagando sites por dados via micropagamentos, fomentando um ecossistema colaborativo.

Identidade, Pagamentos e Propriedade On-Chain

Identidade e pagamentos recorrentes nos 11 caminhos. Micropagamentos entre agentes de IA, criadores de conteúdo e usuários resolvem revenue sharing. Quando uma IA usa dados de terceiros, blockchains garantem compensação automática.

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, planeja abandonar redes sociais centralizadas em 2026, favorecendo plataformas descentralizadas. A Ethereum Foundation lançou equipe de IA focada em agentic payments, posicionando o Ethereum como camada de liquidação para transações máquina-a-máquina.

Isso cria reputação e transferência de valor neutros, essenciais para IA ubíqua.

Projetos Reais e o Horizonte Visionário

Embora nem todos os caminhos estejam maduros — como companheiros de IA de propriedade do usuário ou mercados agente-agente —, a a16z destaca viabilidade. A visão é de IA como intermediários sempre ativos entre pessoas, dados e dinheiro, com cripto garantindo soberania.

Para brasileiros, isso significa oportunidades em ecossistemas globais, monitorando DePIN e atestações para inovar localmente. O mapa da a16z não é só especulação: é um roteiro técnico para a próxima década.


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Coluna hexagonal digital com '89K' rachada e fluxo vermelho escorrendo, simbolizando saídas de US$ 1,72 bi em ETFs e quebra de suporte do BTC

ETFs Sangram US$ 1,72 Bi: BTC Quebra US$ 89k e ETH em Risco

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas de US$ 1,72 bilhão em cinco dias, ampliando o pânico no mercado cripto. O BTC quebrou o suporte de US$ 89 mil, enquanto ETH luta abaixo de US$ 3 mil com baleias reduzindo posições. O Fear & Greed está em "medo extremo". Onde está o próximo suporte? Altcoins entram em modo fuga, sinalizando risco de correções mais profundas.


Saídas Bilionárias nos ETFs de Bitcoin

Os fundos de Bitcoin acumularam US$ 1,72 bilhão em retiradas desde a semana passada, conforme dados da Farside. Isso inclui US$ 103,5 milhões só na sexta-feira, estendendo a sequência negativa. O movimento reflete o cenário de crise no mercado cripto, com BTC negociado em torno de US$ 88.500 nesta manhã de domingo. Inflação no Japão e divergências nas políticas monetárias globais pressionam ativos de risco, forçando instituições a realocarem para opções mais seguras.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 468.756 com variação de -1,3% em 24h, reforçando a tendência de baixa no mercado brasileiro. Investidores institucionais sinalizam cautela, mas varejo ainda pode amplificar a volatilidade.

Baleias ETH Vendem e Preço Perde Suporte Crucial

As holdings de baleias de Ethereum caíram de 31 milhões para 29 milhões de ETH desde o início de 2026, redistribuindo 1,63 milhão de tokens. ETFs de ETH viram US$ 600 milhões em outflows na última semana, o pior desde agosto. ETH rejeita a média móvel de 200 dias em US$ 3.300, abrindo risco de correção de ~20%, como nas quedas anteriores de -27% e -21%.

O preço precisa reconquistar US$ 3.085 para qualquer viés de alta. Sem isso, suportes em US$ 2.600 podem ser testados, agravando perdas para holders apalancados.

Altcoins em Fuga e Sentimento de Medo Extremo

Dados de funding rates em CEX e DEX mostram viés de baixa forte em altcoins, com taxas negativas massivas, enquanto BTC e ETH mantêm neutralidade relativa. O Crypto Fear & Greed em 25 pontos confirma zona de "medo extremo" desde quarta. Varejo foge para ativos tradicionais, mas sinais on-chain como distribuição de suprimentos sugerem possível fundo se formando.

Analistas alertam para volatilidade ampliada, com BTC podendo testar US$ 85k se outflows persistirem. O mercado entra em fase de incerteza, onde paciência é chave.

Gestão de Capital: Como se Proteger Agora

Em momentos de sangria nos ETFs e quebra de suportes, priorize gestão de risco. Reduza alavancagem, diversifique para stablecoins e monitore níveis chave: BTC em US$ 85k-89k, ETH em US$ 2.600-3.085. Evite FOMO em rebounds prematuros; use stops para limitar perdas a 5-10% por posição. Ferramentas como Fear & Greed ajudam a gaugear o humor do mercado.

Vale posicionar em liquidez alta e aguardar confirmações de reversão, como inflows em ETFs ou RSI oversold. Proteja seu capital antes de buscar oportunidades.


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Turbina de motor de jato emergindo de portal digital com fluxo ETH cyan tokenizando-a, simbolizando RWAs e maturacao cripto pela ETHZilla

De Tokens a Turbinas: ETHZilla Tokeniza Motores de Avião

De tokens a turbinas: por que o mercado cripto está comprando motores de avião? A ETHZilla, tesouraria focada em Ethereum, vendeu US$ 114,5 milhões em ETH e adquiriu dois motores CFM56-7B24 por US$ 12,2 milhões via subsidiária aeroespacial. Essa jogada sinaliza a maturidade dos Real World Assets (RWAs), enquanto a Agora prevê boom de stablecoins em pagamentos corporativos.


Aquisição Estratégica da ETHZilla

A ETHZilla liquidou US$ 114,5 milhões em Ethereum nos últimos meses — US$ 40 milhões em outubro para recompra de ações e US$ 74,5 milhões em dezembro para quitar dívidas. Com suas ações caindo 97% desde o pico de agosto, a empresa pivotou para RWAs tokenizados.

Através da nova ETHZilla Aerospace LLC, comprou os motores, atualmente alugados a uma grande companhia aérea e gerenciados pela Aero Engine Solutions por taxa mensal. Há opção de compra/venda por US$ 3 milhões cada ao fim do lease, se em bom estado. Isso demonstra diversificação para ativos com fluxos de caixa previsíveis.

A tokenização permite fracionar propriedade, aumentar liquidez e atrair investidores globais via blockchain, transformando bens físicos ilíquidos em instrumentos digitais negociáveis.

Mercado de Leasing de Motores em Alta

O setor aeroespacial enfrenta escassez de motores grandes, forçando aéreas a gastar US$ 2,6 bilhões extras em leases em 2025, segundo a IATA. O mercado global de leasing de motores de aeronaves deve crescer de US$ 11,17 bilhões em 2025 para US$ 15,56 bilhões até 2031, com CAGR de 5,68%.

Empresas como AerCap e Willis Lease dominam esse nicho, onde motores sobressalentes garantem continuidade operacional. Para a ETHZilla, é uma entrada ideal em RWAs: ativos tangíveis com demanda estável e receitas recorrentes de aluguéis.

A parceria com Liquidity.io (broker-dealer regulado) acelera a tokenização, com ofertas previstas para o Q1 2026. ETHZilla já investiu em Zippy (empréstimos habitacionais) e Karus (financiamento automotivo), expandindo o pipeline.

Stablecoins da Agora no Corporativo

Paralelamente, a Agora aposta em stablecoins para pagamentos empresariais. Seu CEO, Nick van Eck, foca AUSD em payroll, B2B e cross-border, substituindo sistemas caros com pré-financiamento.

“Economizar 1% na receita pode ser 5% no EBITDA”, destaca. Adoção é lenta por gaps em infraestrutura e educação, mas inevitável para multinacionais. Van Eck prevê consolidação em chains corporativas como Arc (Circle), Base (Coinbase) e Tempo (Stripe).

Agora visa top 5 emissoras globais, oferecendo ferramentas “como contas bancárias, mas melhores”, integrando DeFi (TVL +60% recente) com uso real.

Maturidade do Ecossistema Cripto

Esses movimentos ilustram a evolução: de especulação pura para integração com finanças tradicionais. RWAs tokenizados trazem liquidez a trilhões em ativos reais; stablecoins otimizam fluxos corporativos. Para investidores brasileiros, monitorar regulações e plataformas como Binance é essencial para exposição.

Vale acompanhar Q1 2026 para as primeiras listagens tokenizadas da ETHZilla e expansão da Agora.


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Fluxo cyan translúcido espiralando para estrutura glass '0.10', contrastando onda dourada descendente do Bitcoin, simbolizando alta de KAIA apesar queda

KAIA Dispara 39% Contra Queda do Bitcoin: Próximo Alvo US$ 0,10?

A KAIA registra alta de 39,7% em 24 horas, alcançando US$ 0,084 antes de recuar para US$ 0,079, enquanto o Bitcoin cai 1,26%. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 468.952 reflete pressão de baixa no mercado. A altcoin, fusão das blockchains Klaytn e Finschia, ignora a maré vermelha graças à integração em jogo Web3 e domínio de compradores.


O Que é KAIA?

A KAIA surgiu da fusão entre as blockchains Klaytn, desenvolvida pela Kakao, e Finschia, do LINE Blockchain. Essa união visa criar uma plataforma EVM-compatível focada em Web3 acessível, especialmente na Ásia. Após oito meses em tendência descendente acentuada, caindo até US$ 0,049, a KAIA rompeu um canal descendente de longo prazo. O market cap superou US$ 500 milhões, com volume de negociação explodindo 430% para US$ 106 milhões nas últimas 24 horas.

Essa resiliência contrasta com o mercado geral, onde o Bitcoin perde terreno. Investidores buscam sinais de que essa alta não é mero rebound técnico, mas sim o início de uma tendência sustentada.

Catalisadores da Alta

O principal driver foi a parceria entre Metabora Games e Noestallagames para lançar o jogo Web3 Magic Squad. A integração da Kaia wallet com gas abstraction permite que usuários paguem taxas de transação sem possuir tokens KAIA, facilitando a adoção mainstream. Tal funcionalidade atrai uso real à rede, expandindo a utilidade do token e atraindo desenvolvedores para o ecossistema.

Essas novidades chegam em momento oportuno, coincidindo com a defesa de compradores no nível de US$ 0,05, sinalizando acumulação spot genuína.

Domínio dos Compradores no Spot e Futures

No spot, compradores dominam em exchanges como Binance e Bitfinex: volume de compra de US$ 144 milhões contra US$ 140 milhões em vendas, gerando delta positivo de US$ 4 milhões. Isso reflete acumulação convicta após a mínima recente.

Nos derivativos, o volume saltou 1.046% para US$ 360 milhões, com Open Interest (OI) subindo 279% para US$ 31 milhões. Fluxo de caixa de mais de US$ 123 milhões entrou em posições, e o Long/Short Ratio atingiu 1,04, com traders top da Binance em longs. Esses dados, conforme Coinalyze e CoinGlass, indicam apetite por risco altista.

Indicadores Técnicos e Níveis-Chave

O RSI realizou cruzamento altista, atingindo 70, zona de sobrecompra que sugere domínio total de compradores. O Directional Movement Index (DMI) mostra +DI em 48 contra -DI em 30, outro sinal de continuação de tendência.

Se o momentum persistir, KAIA pode testar a resistência em US$ 0,10-US$ 0,11. Rompimento abriria caminho para ganhos maiores, mas níveis elevados de RSI alertam para possível exaustão. Contrariando, retração para US$ 0,06 ocorreria se realização de lucros dominar.

Riscos: Dead Cat Bounce ou Início de Alta?

Apesar dos sinais positivos, o contexto de queda geral do mercado — com BTC em baixa — eleva riscos de um dead cat bounce, ou rebound temporário em tendência bearish. Indicadores em sobrecompra demandam cautela: compradores devem monitorar volume sustentado e defesa de suportes.

Dados objetivos sugerem potencial upside, mas volatilidade inerente a altcoins exige paciência. Traders devem aguardar confirmação além de US$ 0,084 para entradas, evitando impulsos emocionais em topos locais.


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Nevasca congelando balança com 'CLARITY' gelado e stablecoins escapando para ilhas offshore, alertando riscos do atraso no Senado americano

Nevasca Congela CLARITY Act: Atrasos e Riscos Offshore para Stablecoins

Uma nevasca em Washington cancelou sessões do Senado nesta segunda-feira, adiando novamente o markup da CLARITY Act, lei que busca trazer clareza regulatória ao mercado de criptomoedas. Paralelamente, democratas pressionam por emendas éticas que baniriam o presidente e o Congresso de atividades cripto, dividindo o partido e complicando o bipartidarismo necessário. Senadora Kirsten Gillibrand mantém otimismo, mas os atrasos acumulados, somados ao risco de shutdown governamental, ameaçam o progresso. O alerta: sem regulação clara, capital pode migrar para jurisdições offshore.


Nevasca e Atrasos no Senado

O Senado dos EUA suspendeu suas sessões de votação programadas para segunda-feira devido a uma intensa nevasca que afetou Washington D.C. Essa interrupção coloca em xeque o avanço da proposta de estrutura de mercado cripto, conhecida como CLARITY Act. Inicialmente agendada para 15 de janeiro pela Comissão de Bancos, a audiência foi adiada, e agora especula-se um novo prazo para fevereiro ou março. O presidente da Comissão de Agricultura, Senador John Boozman, lamentou a falta de acordo bipartidário no rascunho recente, que incluiu emendas como a Competition Act para cartões de crédito.

Negociações continuam separadamente na Comissão de Bancos, liderada por Tim Scott, que enfatiza o diálogo com a indústria cripto e setor financeiro. No entanto, o risco de um shutdown governamental em poucos dias agrava a incerteza, podendo paralisar ainda mais o Congresso.

Disputa Política e Otimismo de Gillibrand

Democratas introduziram emendas éticas à CLARITY Act, como o Digital Asset Ethics Act proposto por Michael Bennet, visando proibir o presidente, vice-presidente e membros do Congresso de envolverem-se em transações cripto. A medida responde a preocupações com os laços de Donald Trump com meme coins e ventures cripto, incluindo o recente lançamento do NYC Token por Eric Adams. Essa divisão interna democrata exige 60 votos no Senado, forçando republicanos a buscar pelo menos sete apoios do outro lado.

Apesar disso, a Senadora Kirsten Gillibrand expressa otimismo: após seis meses de negociações bipartidárias, o bill está dividido entre as comissões de Agricultura (CFTC, commodities) e Bancos (SEC, securities). “Tanto os senadores das comissões de Bancos quanto de Agricultura trabalham de forma bipartidária e de boa-fé”, afirmou ela à CNBC.

Riscos de Proibições em Yields de Stablecoins

A CLARITY Act e GENIUS Act propõem restringir yields em stablecoins de pagamento, limitando-as a reservas em caixa ou Treasuries de curto prazo, sem pagamento de juros direto. Especialistas como Colin Butler, da Mega Matrix, alertam que isso não protege o sistema bancário, mas impulsiona capital para instrumentos offshore não regulados ou sintéticos como o USDe da Ethena, que geram rendimento via estratégias delta-neutras.

Bancos temem saídas de depósitos, mas analistas contrapõem que stablecoins democratizam acesso a yields (3-5%) superiores aos de contas de poupança tradicionais. Sem yields compliant, investidores optam por alternativas opacas, fora da jurisdição americana.

Implicações Geopolíticas Globais

Globalmente, a proibição pode custar competitividade aos EUA. Enquanto o digital yuan chinês já oferece juros, Singapura, Suíça e Emirados Árabes desenvolvem frameworks para instrumentos digitais com yield. “É um presente para Pequim”, adverte Butler. Sem padrões claros para yields auditáveis, os EUA arriscam ceder liderança regulatória, direcionando fluxos de capital para paraísos offshore e enfraquecendo a dominância do dólar digital regulado. Investidores devem monitorar o markup e shutdown para avaliar impactos no ecossistema cripto.


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Escudo de energia cyan envolvendo símbolos BTC e ETH repelindo partículas quânticas, representando upgrades de segurança contra ameaças futuras

Segurança Total: Ethereum e Bitcoin se Preparam para o Futuro

O seu Bitcoin e Ethereum estão seguros contra supercomputadores do futuro? Sim, graças aos desenvolvedores que estão um passo à frente. A Ethereum Foundation formou um time dedicado à segurança pós-quântica, enquanto mais de 2% dos nós Bitcoin adotaram o BIP-110 para combater spam na rede. Essas medidas trazem tranquilidade aos investidores brasileiros.


O Que é a Ameaça Quântica?

Imagine computadores superpoderosos, chamados quânticos, capazes de resolver problemas impossíveis para máquinas comuns. Esses “supercomputadores” podem, no futuro, quebrar as chaves de segurança que protegem suas criptomoedas hoje, como as usadas no Bitcoin e Ethereum. É como uma fechadura forte que um ladrão comum não abre, mas um mestre em ferramentas avançadas consegue.

No entanto, não entre em pânico. A ameaça ainda está distante, mas os desenvolvedores sabem que é melhor prevenir. Desde 2019, a Ethereum estuda isso, e agora, com avanços como os chips quânticos do Google, é hora de agir. O foco é migrar para criptografias resistentes, chamadas “pós-quânticas”, que nem os quânticos conseguirão quebrar facilmente.

Para iniciantes, pense assim: é uma atualização de software no seu celular para proteger contra vírus novos. Ethereum quer um protocolo seguro por cem anos, como disse Vitalik Buterin recentemente.

Ethereum Acelera a Proteção Pós-Quântica

A Fundação Ethereum, responsável pelo desenvolvimento da rede, criou um time interno de elite para isso. Liderado por Thomas Coratger, inclui experts em LeanVM, uma base criptográfica chave para o plano. Pesquisador Justin Drake chamou isso de “ponto de inflexão”, anunciando chamadas quinzenais com desenvolvedores a partir de fevereiro.

Entre as ações, há prêmios de US$ 1 milhão para fortalecer funções como Poseidon, usada em apps Ethereum. Testes em redes de desenvolvimento (devnets) e um roadmap completo estão vindo. O objetivo? Zero perda de fundos ou paradas na rede, mesmo contra quânticos.

Isso mostra compromisso: Ethereum não espera o problema chegar. É inspirador ver a comunidade unida, com até a Coinbase formando conselhos quânticos.

Bitcoin Combate Spam com BIP-110

Enquanto Ethereum foca no quântico, Bitcoin lida com uma ameaça atual: spam. Transações com dados extras (como OP_RETURN) incham a rede, aumentando custos para rodar nós e ameaçando a descentralização. Qualquer um pode usar um PC comum para validar Bitcoin, mas spam exige hardware caro.

O BIP-110, um soft fork temporário de um ano, limita dados em transações para 34 bytes em outputs e 83 bytes em OP_RETURN. Agora, 2,38% dos nós (583 de 24.481) rodam isso, principalmente via Bitcoin Knots. É uma resposta à remoção unilateral de limites no Bitcoin Core v30, que gerou debate.

Críticos como Jimmy Song veem spam como “planta parasita” que enfraquece a rede. Outros discordam, mas o BIP-110 equilibra: mantém Bitcoin leve e acessível.

Por Que Isso Traz Tranquilidade?

Esses upgrades provam que Bitcoin e Ethereum evoluem proativamente. Ethereum prepara o futuro quântico; Bitcoin cuida da saúde diária contra spam. Para você, investidor brasileiro, significa que suas moedas estão em redes resilientes.

Vale monitorar: mais nós no BIP-110 podem ativar a mudança. Desenvolvedores estão à frente, garantindo que cripto seja seguro por gerações. Durma tranquilo!


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Banqueiros cartoon abrindo portas de cofre para portal cyan de criptomoedas com BTC luminoso, simbolizando regras simplificadas do Banco Central

Banco Central Simplifica Regras: Bancos Entram no Cripto em 90 Dias

O Banco Central simplificou as regras para bancos entrarem no mercado de criptomoedas com a Instrução Normativa 701/2026. Agora, instituições como Itaú e Nubank podem iniciar operações de custódia e negociação após apenas 90 dias de comunicação ao regulador, desde que apresentem certificação técnica. Isso promete trazer Bitcoin e stablecoins diretamente para os apps bancários, facilitando o acesso para milhões de brasileiros. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 468.578 (-1,34% em 24h).


O Que Muda com a IN 701/2026

A nova instrução normativa reduz a burocracia para bancos e corretoras autorizados. Antes, o processo para se tornar Prestador de Serviços de Ativos Virtuais (VASP) era longo e complexo. Agora, basta comunicar o Banco Central e aguardar 90 dias, comprovando segregação patrimonial — os ativos dos clientes ficam separados dos da instituição — e prova de reservas via certificação independente.

Isso alinha o Brasil a padrões internacionais, como destacado em análises globais. Para o investidor prático, significa que grandes bancos poderão oferecer custódia de Bitcoin, staking e negociação de stablecoins sem precisar migrar para exchanges especializadas. Imagine abrir o app do seu banco, converter reais em USDT e comprar BTC em minutos, com a segurança de uma instituição regulada.

A medida não impactou diretamente o preço do Bitcoin, que segue em US$ 88.530 globalmente (alta de 1,12% em 24h), mas reforça o amadurecimento do ecossistema cripto brasileiro.

Como Isso Facilita Sua Vida no Dia a Dia

Pense no cotidiano: você usa Nubank para pagar contas e quer diversificar em cripto. Com as novas regras, em breve poderá comprar Bitcoin ou USDC diretamente no app, sem transferências externas. Bancos como Itaú, Bradesco ou Santander, que já testam produtos cripto, aceleram a entrada no mercado.

Stablecoins, que representam 90% do fluxo cripto no Brasil, ganham destaque. Transações acima de US$ 10.000 exigirão câmbio licenciado, limitando P2P irrestrito, mas aumentando a proteção contra fraudes. Para o usuário comum, isso traduz em mais opções seguras: custódia em banco tradicional, relatórios fiscais integrados e suporte 24/7 via chat do app.

O dólar está a R$ 5,29 (AwesomeAPI), então R$ 1.000 compram cerca de 0,0021 BTC hoje. Essa simplicidade pode atrair os 70 milhões de correntistas de bancos digitais para o cripto.

Prazo de 90 Dias e Requisitos Práticos

O prazo é claro: após comunicação, os bancos têm 90 dias para operacionalizar. Capital mínimo varia de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões, acessível para gigantes bancários. Pequenas exchanges podem sofrer com exigências mais rígidas, concentrando o mercado nos players estabelecidos.

Riscos incluem elevação de custos para o cliente final e menor inovação, mas os ganhos em credibilidade superam. Monitore anúncios de bancos nos próximos meses — o primeiro produto cripto pode surgir antes do fim de 2026.

O Que Fazer Agora

Enquanto espera, prepare-se: atualize seu perfil fiscal no banco, estude as provas de reservas das plataformas e diversifique. Essa regulação abre portas para adoção em massa, mas lembre-se da volatilidade. Bancos entram no jogo, tornando cripto mais acessível do sofá de casa.


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Investidor cartoon em pânico saqueando ATM Bitcoin corroído enquanto pilha de ouro brilha intacta, destacando falha como porto seguro em crise trade war

Bitcoin Falha como Porto Seguro: Vendido como ATM em Crise

Em meio a tensões geopolíticas, o Bitcoin perdeu 6,6% de valor desde 18 de janeiro, após ameaças de Trump de tarifas sobre aliados NATO e Canadá. Enquanto isso, o ouro físico subiu 8,6%, atingindo picos próximos a US$ 5.000. A narrativa do BTC como ‘ouro digital’ racha: investidores o vendem como um caixa eletrônico para levantar caixa em momentos de pânico, questionando seu papel de reserva de valor verdadeira.


Desempenho Divergente: BTC vs Ouro

O Bitcoin, cotado a US$ 88.366 (R$ 468.489, segundo o Cointrader Monitor), registrou queda de 1,37% nas últimas 24 horas. No Brasil, o ouro (XAU-BRL) opera em torno de R$ 26.389, refletindo alta robusta. Dados mostram que, em estresse de mercado, a liquidez imediata do BTC o torna alvo fácil de vendas, ao contrário do ouro, que é mantido como liquidity sink.

Desde as declarações de Trump sobre Groenlândia e tarifas, holders de longo prazo moveram moedas para exchanges, criando um seller overhang. Bancos centrais, por outro lado, acumulam ouro em recordes, reforçando sua demanda estrutural. Isso evidencia: em crises curtas, ouro protege; BTC sofre com preferência por liquidez.

Tensões Comerciais como Gatilho

A ameaça de Trump de tarifa de 100% sobre bens canadenses, motivada por acordo Canadá-China em veículos elétricos, reacendeu medos de guerra comercial. BTC caiu para US$ 88.700, ETH para US$ 2.930, com altcoins como Solana e Dogecoin recuando mais de 1%.

O comércio bilateral EUA-Canadá é bilionário, e retaliações podem elevar volatilidade global. Histórico mostra que, em risk-off, BTC correlaciona com ações de risco, não com ativos safe-haven. Ouro, com menor acessibilidade, resiste melhor a pânicos episódicos como tarifas ou choques políticos.

Por Que BTC Não é ‘Ouro Digital’ Ainda?

Analistas como Greg Cipolaro (NYDIG) apontam: BTC é volátil e vendido para desmontar alavancagem ou reduzir VaR. Sua negociação 24/7 e liquidez profunda o transformam em ‘ATM’ corporativo e institucional. Ouro, menos líquido, é hedge para perda imediata de confiança, guerras ou debasement fiat rápido.

Bitcoin brilha em crises monetárias de longo prazo, como dívida soberana ou erosão de confiança lenta. Mas em turbulências semanais, como essas tarifas, mercados veem risco ‘perigoso, mas não fundamental’. Resultado: dólar e ouro ganham; BTC sangra.

FOMC e Earnings: Próximos Testes

Aguardam-se decisão do FOMC (quarta-feira), com 98% de chance de juros inalterados em 3,50%-3,75%. Sinais de cortes futuros podem impulsionar risco, mas mudanças na presidência do Fed adicionam incerteza. Earnings de Apple, Microsoft e Meta, grandes em IA, influenciarão apetite por risco.

Investidores céticos monitoram: se BTC falhar novamente, a ilusão de porto seguro desmorona de vez. Vale questionar promessas dos bulls antes de alocar pesado.


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