Figura da Comissão Europeia cartoon pressionando 13 representantes nacionais com documentos MiCA, ilustrando atrasos na implementação regulatória cripto na UE

UE Alerta 13 Países por Atrasos no MiCA e Regras Fiscais Cripto

A Comissão Europeia enviou cartas de notificação formais a 13 Estados-membros por atrasos ou incompatibilidades na transposição de regras fiscais sobre criptoativos e violações ao MiCA. Países como Bélgica, Espanha, Portugal e outros têm dois meses para responder e corrigir as falhas. Essa medida reforça o esforço de Bruxelas por uma regulação unificada no mercado cripto europeu, impactando investidores globais em busca de clareza regulatória.


Detalhes dos Avisos Fiscais

A Diretiva (UE) 2023/2226, que altera a Diretiva sobre Cooperação Administrativa (DAC8), exige transparência fiscal e troca de informações sobre criptoativos e contas financeiras. Doze nações foram notificadas por não transpor completamente essas regras: Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Estônia, Grécia, Espanha, Chipre, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia e Portugal. Segundo autoridades da Comissão, esses países devem implementar mecanismos para reportar transações em ativos digitais às autoridades fiscais, alinhando a UE a padrões globais de combate à evasão fiscal.

Essa diretiva faz parte de uma tendência mais ampla na Europa, onde governos buscam equiparar criptoativos a instrumentos financeiros tradicionais para fins tributários. Para investidores brasileiros operando em exchanges europeias, isso significa maior escrutínio em relatórios transfronteiriços, potencialmente afetando fluxos de capital entre América Latina e o Velho Continente.

Procedimento Contra a Hungria pelo MiCA

Separadamente, a Hungria enfrenta um procedimento de infração por introduzir, via Lei LXVII de 2025, um regime de autorização para “serviços de validação de exchanges” com sanções criminais. Essa norma conflita com o Regulamento MiCA (Markets in Crypto-Assets), que estabelece um quadro harmonizado para emissão de stablecoins, custódia e negociação de criptoativos em toda a UE, sem barreiras nacionais adicionais.

O MiCA, em vigor desde 2024, visa criar um “passaporte único” para provedores de serviços cripto, permitindo operação em 27 mercados sem licenças locais separadas. A ação contra Budapeste destaca a determinação de Bruxelas em evitar fragmentação regulatória, especialmente em um contexto onde stablecoins como USDT e USDC ganham tração como ferramentas de pagamento transfronteiriço.

Contexto Geopolítico e Regulatório

Esses avisos ocorrem em meio a um cenário global de aceleração regulatória. Enquanto a UE avança com MiCA e DAC8, os EUA debatem aprovações de ETFs de Bitcoin e a SEC intensifica ações contra plataformas não registradas. Na Ásia, China mantém proibições rígidas, contrastando com abordagens mais abertas em Hong Kong e Singapura. Para o investidor brasileiro, essa convergência europeia pode estabilizar preços de ativos como Bitcoin, negociado a R$ 406.499 pelo Cointrader Monitor, com variação de -1,46% nas últimas 24 horas.

Segundo o comunicado oficial da Comissão, os Estados-membros têm dois meses para remediar as falhas, sob risco de opiniões fundamentadas e ações judiciais no Tribunal de Justiça da UE. Essa pressão reflete a visão de cripto como elemento central na nova ordem financeira global.

Implicações Práticas para Investidores

Para traders e empresas lidando com cripto na Europa, os atrasos representam incertezas operacionais. Exchanges e emissores de stablecoins precisarão adaptar-se a regras uniformes, potencialmente elevando padrões de compliance e KYC. Investidores globais, incluindo brasileiros, devem monitorar como essa harmonização afeta liquidez e preços, especialmente com o euro cotado a cerca de R$ 6,20 e o dólar a R$ 5,25.

A longo prazo, o MiCA pode atrair investimentos institucionais para a UE, posicionando-a como hub regulado em contraste com jurisdições mais permissivas. Vale acompanhar os próximos passos diplomáticos entre Bruxelas e as capitais nacionais, que moldarão o ecossistema cripto transatlântico.


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Rede cyberpunk em caos com caminho neon XRP pulsante e forte, simbolizando alta de 74% no volume durante correção do mercado cripto

XRP Dispara 74% em Volume no Caos do Mercado

Em meio a uma liquidação massiva de US$ 2,58 bilhões no mercado cripto nas últimas 24 horas, o volume de negociação do XRP disparou 74%, alcançando US$ 6,49 bilhões. Enquanto o preço do XRP testa mínimas de nove meses em torno de US$ 1,60 (cerca de R$ 8,42), essa anomalia revela interesse crescente de participantes do mercado, mesmo com o pânico geral afetando 414 mil traders.


Volume Explode em Meio a Liquidações Bilionárias

O mercado cripto estendeu a venda de fim de semana, com posições compradas representando US$ 2,27 bilhões das liquidações totais, segundo dados do CoinGlass citados na reportagem. Apesar da queda do XRP para US$ 1,50 próximo ao preço realizado de US$ 1,48, o volume saltou para níveis expressivos. Esse movimento sugere que o mercado está construindo bases sólidas, com baleias e instituições possivelmente acumulando em níveis atrativos. Indicadores como RSI em território de sobrevenda reforçam a possibilidade de um alívio de curto prazo, enquanto o Bitcoin oscila acima de US$ 80.000 (R$ 406 mil pelo Cointrader Monitor).

A alta no volume do XRP contrasta com a correção histórica com o BTC, que dita movimentos das altcoins. No entanto, os fundamentos da Ripple, como o recente tesouro corporativo e licenças regulatórias, continuam se fortalecendo.

Fundamentals Sólidos Sob Pressão Macro

Apesar do preço em mínima de nove meses, o ecossistema XRP mostra vigor. O RWA TVL no XRP Ledger subiu 11% para US$ 235 milhões, recorde histórico, sinalizando adoção institucional em tokenização de ativos reais. Iniciativas como Ripple Treasury e aprovações regulatórias na Europa posicionam o ativo para expansão em pagamentos cross-border, mesmo com correlação de 0,998 com o Bitcoin pressionando o preço.

Essa resiliência nos fundamentos lembra ciclos passados, onde correções serviram como filtros para investidores de longo prazo. A volatilidade macro, incluindo temores de shutdown governamental nos EUA, afeta o risco geral, mas o crescimento do ecossistema XRP persiste.

Analistas Veem Oportunidade na Correção de 60%

Após rally de 600% de US$ 0,60 saindo de um wedge descendente de quatro anos, o XRP corrigiu 60% do pico de US$ 3,66, testando suportes em US$ 1,60-$1,61. Analistas como Crypto Patel e Egrag Crypto destacam acumulação em fair value gaps, com estrutura mensal intacta acima de US$ 1,30. Padrões históricos de 2017 e 2021 sugerem potencial para expansão significativa, conectando-se à narrativa maior de adoção global.

Esses movimentos ocorrem logo após a vitória judicial da Ripple, reforçando a tese de que volatilidade de curto prazo não altera tendências de longo prazo. O investidor comum pode ver aqui um lembrete: ciclos cripto recompensam paciência fundamentada.

Perspectiva de Longo Prazo para o Ecossistema

O salto no volume do XRP enquanto o mercado derrete indica que os fundamentos se fortalecem. Com foco em adoção real — de tesourarias a RWAs —, o ativo se posiciona além do ruído diário. Vale monitorar suportes chave e fluxos institucionais, pois o mercado continua construindo para o próximo ciclo de alta.


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Regulador Fed cartoon em balança desequilibrada com blockchain florescendo e Bitcoin pressionado, ilustrando paradoxo de Warsh

Fed com Warsh: Paradoxo Apoia Blockchain, Mas Restringe Cripto

A nomeação de Kevin Warsh como presidente do Federal Reserve cria um paradoxo para o mercado de criptomoedas: apoio entusiástico à tecnologia blockchain e ao Bitcoin como “novo ouro” para jovens investidores, mas compromisso com uma política monetária restritiva, sem expansão quantitativa (QE). Em paralelo, dados alternativos da Truflation indicam resfriamento acentuado da inflação nos EUA, com CPI em 0,86% ao ano, pressionando por cortes de juros que podem beneficiar ativos de risco como o Bitcoin.


Warsh: Entusiasta da Tecnologia Blockchain

O futuro chair do Fed, Kevin Warsh, posiciona-se como defensor raro da inovação em cripto entre líderes financeiros tradicionais. Ele descreve o Bitcoin como “seu novo ouro” para investidores abaixo de 40 anos, reconhecendo-o como reserva de valor legítima. Warsh vê a blockchain como “o software mais novo e legal” para economias globais, enfatizando a necessidade de liderança americana nessa área para competir com rivais internacionais.

Essa visão marca uma ruptura com antecessores mais cautelosos. No entanto, o suporte tecnológico não se traduz em estímulos monetários ilimitados, gerando tensão no mercado cripto que depende de liquidez abundante para altas expressivas.

Política Monetária Restritiva Sem QE

Apesar de prever cortes agressivos na taxa de juros, Warsh planeja reduzir o balanço patrimonial do Fed, eliminando as injeções de liquidez via QE que impulsionaram o Bitcoin a recordes históricos. Essa abordagem de “cortes sem expansão” cria um ambiente inédito: empréstimos mais baratos, mas sem o “muro de dinheiro” que alimentava compras institucionais.

O fortalecimento do dólar sob essa estratégia reduz o apelo de ativos alternativos como o BTC. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 406.555 (-1,31% em 24h), refletindo ajuste a esse novo regime.

Inflação em Queda Pressiona por Mudanças no Fed

Dados da Truflation mostram resfriamento drástico: CPI dos EUA em 0,86% YoY (de 1,24% anterior) e core PCE em 1,38%, abaixo da meta de 2%. Isso contrasta com números oficiais (CPI 2,7% em dezembro), sugerindo que o Fed pode estar descompassado.

O dólar enfraquece, com o US Dollar Index rompendo suportes de longo prazo. Investidores como Raoul Pal argumentam que um dólar mais fraco alivia dívidas globais e apoia liquidez, beneficiando cripto. No contexto geopolítico, isso equilibra o paradoxo de Warsh, favorecendo infraestrutura blockchain mesmo com restrições monetárias.

Implicações para Cripto e Bitcoin em 2026

O cenário macro sob Warsh testa a maturidade das criptomoedas: suporte regulatório e tecnológico pode impulsionar desenvolvimento (ex: bancos servindo clientes cripto), mas preços de tokens enfrentam ventos contrários sem QE. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,25, o BTC em queda exige monitoramento do Fed.

Investidores devem posicionar-se para um Fed focado em produtividade (IA e semicondutores com viés de alta; metais e cripto com viés de baixa no curto prazo). O paradoxo moldará 2026: blockchain avança, mas Bitcoin depende de inflação baixa forçando cortes efetivos.


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Mineradores cartoon lutando contra nevasca furiosa ao redor de rigs de Bitcoin, com '-12%' soprado pelo vento, ilustrando queda no hashrate por tempestades nos EUA

Hashrate do Bitcoin Cai 12% com Nevascas nos EUA

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin registrou sua maior queda desde o banimento na China em 2021, recuando 12% para cerca de 970 EH/s desde 11 de novembro, impulsionado por condições climáticas extremas nos EUA. Tempestades de inverno forçaram mineradoras a desligarem equipamentos para preservar infraestrutura e atender demandas de redução de carga elétrica, impactando diretamente a produção e receita do setor.


Queda Acelerada no Hashrate

O hashrate, métrica que representa o poder computacional total da rede Bitcoin, caiu para o menor nível desde setembro de 2025, conforme dados da CryptoQuant. A retração de 12% ocorreu em meio a nevascas intensas que afetaram polos de mineração nos Estados Unidos, principais hubs após a migração pós-China. Mineradoras listadas em bolsa, como Core Scientific e Marathon Digital, optaram por pausas operacionais voluntárias para evitar sobrecarga na rede elétrica local.

Esta é a maior drawdown desde outubro de 2021, destacando a vulnerabilidade do setor a eventos climáticos em regiões dependentes de energia estável. Apesar da queda, a rede Bitcoin mantém segurança robusta, com ajustes automáticos de dificuldade previstos para compensar a redução no poder de processamento.

Impacto na Produção e Receita Diária

A produção de mineradoras públicas monitoradas pela CryptoQuant despencou de uma média de 70-90 BTC por dia para 30-40 BTC no pico da disrupção climática. Paralelamente, a receita diária do setor caiu de US$ 45 milhões em 22 de janeiro para US$ 28 milhões dois dias depois, com recuperação parcial para US$ 34 milhões.

As maiores mineradoras reduziram emissão diária de 77 BTC para 28 BTC, enquanto as demais caíram de 403 BTC para 209 BTC. Em média móvel de 30 dias, trata-se da retração mais intensa pós-halving de abril de 2024, refletindo não só o clima, mas também a oscilação do preço do Bitcoin em torno de US$ 83 mil.

Hashprice em Mínimas Anuais Pressiona Mineradoras

O hashprice, indicador que mede a rentabilidade diária por exahash (receita estimada por unidade de hashrate), atingiu níveis próximos às mínimas anuais, conforme análise de mercado. Isso agrava a crise financeira para mineradoras menores, que operam com margens apertadas e custos energéticos elevados.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.625,76 às 18:36 de 1º de fevereiro (variação 24h de -1,26%), equivalente a cerca de US$ 77.400 ao câmbio de R$ 5,25. Essa combinação de baixa rentabilidade e disrupções externas força consolidação no setor, com players menores potencialmente desligando rigs permanentemente.

Implicações para a Rede e Níveis a Observar

A rede Bitcoin permanece resiliente, com o protocolo ajustando a dificuldade de mineração a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas) para manter o tempo médio de bloco em 10 minutos. Os dados sugerem recuperação parcial do hashrate à medida que o clima melhora, mas vale monitorar: níveis de suporte em 950 EH/s, recuperação da receita acima de US$ 40 milhões/dia e impacto no preço do BTC abaixo de US$ 80 mil.

Traders devem observar o volume de mineração (342 BTC em 24h no Brasil) e métricas on-chain como taxa de hash de mineradoras públicas. A crise destaca a dependência energética do setor, mas reforça a descentralização global da rede.


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Investidor cartoon caminhando por estrada com novas placas regulatórias do Banco Central e escudos em exchanges, ilustrando regras para criptos no Brasil

Regras do BC para Criptos: O Que Muda a Partir de Segunda

A partir desta segunda-feira, 2 de fevereiro, as novas regras do Banco Central para criptomoedas começam a valer no Brasil. As Resoluções 519, 520 e 521 criam um marco regulatório que exige autorização para exchanges, segregação de ativos dos clientes e mais rastreabilidade em remessas. Para você, que tem saldo em uma plataforma brasileira, isso significa maior segurança contra falências, mas também plataformas estrangeiras ‘fantasmas’ fora do jogo. Nada muda no seu dia a dia amanhã, mas é hora de checar se sua exchange está se adequando.


O Que Dizem as Resoluções 519, 520 e 521

A Resolução 519 define as regras básicas para as chamadas SPSAVs, empresas especializadas em serviços de criptoativos como intermediação, custódia e corretagem. Elas precisam de transparência total com o cliente, governança forte e controles contra lavagem de dinheiro. É como se o BC criasse um ‘manual de operação’ para evitar bagunça no setor.

A Resolução 520 cuida da autorização: exchanges já atuantes têm até nove meses para se enquadrar após pedir licença. Já a 521 muda o jogo para remessas internacionais com cripto, incluindo stablecoins como USDT ou USDC. Essas operações agora entram no radar do câmbio, exigindo identificação do destinatário e mais burocracia, mas com maior proteção.

Imagine você enviando R$ 5 mil para a família no Paraguai via USDT: antes era mais anônimo, agora segue regras de câmbio, o que pode abrir debate sobre IOF, mas por enquanto não incide imposto extra.

Impacto no Seu Depósito na Exchange Brasileira

O maior ganho prático é a segregação patrimonial: seu saldo em cripto ou reais fica separado do caixa da exchange. Se a empresa quebrar, como aconteceu com algumas no passado, você não perde tudo misturado com dívidas dela. Isso é vital para quem guarda meses de salário mínimo em Bitcoin ou Ethereum.

Plataformas sem CNPJ e sede no Brasil vão sumir ou migrar clientes para autorizadas. Se você usa uma exchange pequena ou estrangeira sem presença local, verifique já: elas devem encerrar operações sem licença. Grandes como Mercado Bitcoin já dizem que vão cumprir, aumentando confiança para depósitos diários.

Custos podem subir um pouco para exchanges cobrirem compliance e capital mínimo de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões, dependendo do serviço. Mas para você, taxas de saque ou PIX devem se manter parecidas no curto prazo.

Segurança Aumentou? Sim, Mas Veja os Prazos

Sim, a segurança sobe: mais supervisão do BC, prova de reservas obrigatória e foco em cibersegurança reduzem riscos de hacks ou fraudes. Empresas precisam de auditoria independente para provar que guardam seus ativos reais.

Os prazos dão folga: regras vigentes em 2/02, mas adequação total em até nove meses. Relatórios de câmbio só em maio. Use isso para checar o site da sua exchange: eles devem anunciar planos de regularização. Se não, transfira para uma maior e autorizada – melhor dormir tranquilo.

Para remessas, rastreabilidade maior ajuda em disputas, mas exige CPF do destinatário em transferências para carteiras autocustodiadas.

O Que Fazer Agora no Seu Dia a Dia

Essas regras tornam cripto mais ferramenta cotidiana, como conta digital, menos especulação selvagem. Seu dinheiro fica mais protegido, mas fique de olho nos nove meses de transição.

  1. Liste suas exchanges e busque anúncios sobre adequação ao BC.
  2. Prefira plataformas com sede no Brasil e histórico sólido.
  3. Para remessas, calcule se vale a stablecoin ou TED tradicional (taxas em torno de R$ 50-100).
  4. Monitore atualizações no site do Banco Central.

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Ilha offshore paradisíaca com investidor cripto cartoon enredada por rede de transparência fiscal cyan e vermelha, sinalizando fim dos paraísos fiscais seguros

Fim dos Paraísos Cripto? Offshore Não Está Mais Seguro do Fisco

A era das criptomoedas ‘escondidas’ em paraísos fiscais offshore está chegando ao fim. O Crypto Asset Reporting Framework (CARF), implementado em mais de 70 países desde janeiro de 2026, obriga exchanges estrangeiras a reportarem dados de contas a autoridades fiscais locais, que compartilham com países de residência. Na Índia, o Orçamento da Índia 2026 impõe penas de até ₹ 50 mil por relatórios imprecisos, elevando o risco para holders não conformes. É importante considerar: suas transações estão preparadas para essa transparência global?


Impulso Global à Transparência via CARF

O CARF, desenvolvido pela OCDE, alinha padrões de relatórios fiscais internacionais para ativos digitais. Exchanges e corretoras offshore agora coletam informações como ID fiscal e residência de clientes, reportando transações a partir de 2026, com primeiros envios em 2027. Mais de 70 países aderiram, incluindo EUA e Europa, acabando com a ilusão de anonimato total.

No passado, holders com grandes posições offshore, como o caso de um cliente com US$ 700 milhões não declarados mencionado por um advogado tributário, recorriam a DeFi e mixers para ofuscar rastros. Hoje, o risco aqui é alto: autoridades combinam dados de exchanges com análises on-chain de firmas como Chainalysis, facilitando investigações. Atenção para voluntary disclosures nos EUA, que evitam processos criminais ao regularizar ativos não reportados.

Essa convergência de dados — rampas fiat, blockchains públicas e livros-razão internos de plataformas — torna difícil manter saldos invisíveis. O que observar: exchanges globais atualizando termos de serviço para compliance CARF.

Índia: Penas Severas e Migração Offshore

Na Índia, o Orçamento da União 2026 introduz penas específicas sob a Seção 509 da Lei do Imposto de Renda: ₹ 200 por dia de atraso em relatórios de transações em ativos digitais virtuais (VDAs), e ₹ 50 mil fixos por informações imprecisas ou não corrigidas. Vigente a partir de 1º de abril de 2026, aplica-se a exchanges e intermediários, mas impacta indiretamente traders.

Esse endurecimento responde a uma migração massiva: 72,7% do volume de trading indiano (₹ 51.252 crore no FY25) migrou para plataformas offshore, fugindo de TDS de 1% e taxa de 30% sobre ganhos. Autoridades já identificaram ₹ 888,82 crore em VDAs não declarados, enviando alertas a 44 mil contribuintes. Histórico como guia: fricções tributárias semelhantes no passado levaram a perdas de liquidez local.

Atenção para o equilíbrio: enquanto penas incentivam compliance, mantêm barreiras à inovação, como restrições a compensação de perdas. Investidores indianos devem ponderar se offshore ainda compensa os riscos ampliados.

Riscos e Ações para o Investidor Brasileiro

Para brasileiros, o CARF inspira cooperação internacional via Receita Federal, similar ao FATCA para contas bancárias. É possível que regras domésticas evoluam, exigindo relatórios de saldos offshore acima de certos limites. O risco aqui é cumulativo: multas diárias, juros e, em casos extremos, sanções penais por evasão.

Patrícia Prado, Analista de Risco no blog.cointradermonitor.com, alerta: não se trata de FUD, mas de realismo. Pergunta retórica: vale expor seu portfólio a escrutínio surpresa? O que observar: atualizações na Instrução Normativa RFB sobre criptoativos e adesão brasileira a padrões OCDE. Priorize plataformas transparentes e consulte profissionais tributários para mapear exposições offshore.

Enquanto o mercado evolui, proteção começa com conformidade proativa, evitando surpresas fiscais que podem corroer ganhos acumulados.


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Sol dourado eclipsado por sombra negra com raios vermelhos bold e orbitas concêntricas, simbolizando 4 meses de queda consecutiva do Bitcoin

Bitcoin Fecha Janeiro com 4 Meses Seguidos no Vermelho

O Bitcoin fechou janeiro com queda de 10,17%, marcando o quarto mês consecutivo no vermelho e a maior perda mensal desde novembro de 2018. Os dados mostram uma desvalorização acumulada de cerca de 20% nos últimos quatro meses, com o ativo caindo de US$ 95.500 para US$ 75.000 em menos de duas semanas. Esse padrão evoca o mercado de baixa de 2018, quando o BTC registrou seis meses seguidos de queda antes de encontrar suporte. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 406.138,04 às 18h28 de 1º de fevereiro, com variação de -1,25% em 24 horas.


Desempenho Mensal e Contexto Histórico

Os números indicam que janeiro representou a pior performance mensal em oito anos, com o Bitcoin testando mínimas de US$ 75.500, último patamar visto em abril de 2025. De acordo com dados da CoinGlass, o fechamento vermelho consecutivo é inédito desde o final de 2018, período em que o ativo acumulou perdas prolongadas antes de uma recuperação em 2019. Naquele ciclo, o BTC formou seis meses negativos seguidos, atingindo fundo em janeiro após sucessivos rompimentos de suportes.

Em 2026, o movimento acelerou após rejeição em US$ 95.000 no meio do mês, levando a uma cascata de liquidações bilionárias. A análise da Bloomberg aponta que a queda abaixo de US$ 80.000 reflete contração de liquidez e redução de confiança, com ETFs de spot registrando saídas contínuas. A capitalização de mercado encolheu, e o volume negociado caiu mais de 30% em relação ao pico de outubro de 2025.

Indicadores de Sentimento e Medo Extremo

O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin despencou para 14, o menor nível desde meados de dezembro de 2025, sinalizando medo extremo entre investidores. Esse indicador, que pondera volatilidade (25%), momentum de mercado (25%), dominância do BTC (10%), tendências sociais (15%) e pesquisas (5%), reflete o impacto da queda de US$ 20.000 em duas semanas. A métrica da Alternative.me está abaixo de 30 desde 22 de janeiro, alinhada à liquidação de posições alavancadas superior a US$ 2,5 bilhões no último sábado.

Volume de 24 horas no mercado brasileiro, conforme Cointrader Monitor, foi de 343,49 BTC, com dominância das exchanges locais como Binance (185,27 BTC) e NovaDAX (53,64 BTC). Esses dados sugerem consolidação em patamares baixos, com suportes testados em US$ 75.000 e resistências iniciais em US$ 84.000.

Comparação com 2018 e Padrões Técnicos

Em 2018, o Bitcoin acumulou perdas de até 80% do pico, com médias móveis de 200 semanas atuando como suporte final. Atualmente, os dados mostram similaridades: quatro meses vermelhos seguidos, mas diferenças notáveis, como maior maturidade do mercado e inflows institucionais prévios via ETFs. A retração de 40% do pico de 2025 (acima de US$ 126.000) posiciona o BTC próximo à média móvel de 200 dias, em torno de US$ 72.000-75.000.

Analistas como os da Kaiko estimam 6 a 9 meses para recuperação substancial, enquanto métricas on-chain indicam que 70% da oferta permanece em lucro, longe de capitulação total. Níveis a observar incluem suporte em US$ 75.000 (próximo à MM200 semanal) e resistência em US$ 90.000. O RSI mensal está em zona de sobrevenda (abaixo de 30), padrão visto antes de rebotes históricos.

Implicações para Investidores

Os padrões históricos sugerem que correções prolongadas precedem fases de consolidação ou reversão, como ocorrido pós-2018. No entanto, fatores macro como política monetária do Fed e fluxos de ETF continuarão influenciando. Traders devem monitorar volume de liquidações e dominância do BTC, atualmente em 55%, para avaliar a força relativa. A utilidade reside em posicionar stops abaixo de suportes chave e observar cruzamentos de médias móveis para sinais de momentum.


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Personagens cartoon de holders fugindo de palco de circo com memes SHIB e Pi colapsando sob chuva, ilustrando riscos de shitcoins

Pi Network Cai 95%: SHIB em Mínimo de 3 Anos

Interessante como a Pi Network, que prometia revolução mobile para todos, agora cava novos mínimos históricos em US$ 0,1527 – uma queda de 94,8% em menos de um ano. Enquanto isso, o Shiba Inu (SHIB) revisita patamares de outubro de 2023, em US$ 0,00000617, com open interest despencando 11%. Onde foi parar o sonho dos memes? Um banho de realidade para quem apostou tudo em narrativas fofas.


A Pi Network e Seu ‘Fundo Sem Fundo’

Curioso como o token da Pi, lançado há pouco mais de um ano, resistiu ao crash de novembro passado, flertando com US$ 0,30. Mas desde meados de janeiro, é ladeira abaixo: novo ATL após ATL, culminando nessa obra-prima de baixa de US$ 0,1527. A comunidade, é claro, não desanima: canais como Pi News proclamam uma “nova era”, um “movimento” que vai do mobile para moeda global. “PI não é só uma moeda, é um movimento”, dizem. Interessante que, enquanto o preço derrete, as updates da rede continuam frequentes – mas o mercado não compra essa narrativa. Quem diria que promessas de mineração no celular não bastariam para sustentar o hype?

Esse padrão é clássico no cripto: euforia inicial, promessas utópicas e, inevitavelmente, o confronto com a gravidade dos preços. Para os pioneiros da Pi, que mineiraram anos sem ver um centavo, deve ser reconfortante saber que o “futuro não bate à porta – ele lança”. Pena que o lançamento foi para baixo.

SHIB: De Cachorrinho Milionário a Relíquia de Museu

No front Shiba Inu, a história é de déjà vu. O token chegou a US$ 0,00001008 em 5 de janeiro, mas o sell-off geral – com US$ 2,45 bilhões liquidados em 24h – o arrastou para mínimos próximos a 3 anos, em US$ 0,00000617. Open interest? Caiu 11%, para US$ 75,74 milhões, com fluxo de futuros em queda de 193%. Traders fugindo do barco, liquidez fina de fim de semana amplificando a volatilidade.

A análise técnica pinta quadro sombrio: sem sinais de reversão, RSI em 30 (quase oversold), mas pressão vendedora pode testar US$ 0,00000600 ou até US$ 0,00000543. Lucie, do time SHIB, resume: “crashes seguem o mesmo script: over-leverage, pânico, venda forçada”. Comunidade forte? Sim. Mas forte o suficiente para reverter três anos de erosão? O mercado responde com silêncio – e mais vendas.

Onde Estão os Holders de ‘Sonhos’ Agora?

É fascinante observar o comportamento humano por trás desses gráficos. Em 2021, memes como SHIB faziam milionários da noite pro dia; Pi prometia inclusão digital para bilhões. Hoje? Derretimento. Investidores de shitcoins – perdão, “tokens comunitários” – enfrentam a dura lição: hype não é fundamental. Pi perdeu quase tudo em meses; SHIB, anos de ganhos. Narrativas de “movimento” e “comunidade” soam vazias quando o preço ignora.

Isso reflete o cripto como espelho da sociedade: todos querem o bilhete de loteria, poucos leem o regulamento. Para brasileiros, que viram bolhas como essa antes (lembra Luna?), é lembrete: diversifique, priorize utility. Open interest caindo sinaliza saída de especuladores; resta ver se holders diamond-handed sobrevivem ou se rendem.

Próximos Passos: Monitorar ou Esquecer?

Para Pi, updates da rede podem ser prata lining, mas sem adoção real, é só ruído. SHIB tem possível rebound para US$ 0,00000785 se RSI oversold ativar compras. Vale observar liquidez pós-fim de semana e reação ao mercado geral – BTC em queda arrasta tudo. Lição final: memes divertem, mas não pagam contas. Invista no que entende, não no que sonha. O abismo dos preços tem fundo? Curioso como ninguém sabe – até bater.


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Políticos cartoon europeu da direita e Trump-inspired hasteando bandeira BTC sobre Atlântico, simbolizando adoção política de cripto na Europa e EUA

Efeito Trump: Cripto Virou Arma Política na Europa e EUA

Líderes da direita europeia adotam cripto como estratégia política, inspirados na campanha de Donald Trump que posicionou Bitcoin como pilar central. No Atlântico, a Casa Branca organiza reuniões para resolver disputas sobre stablecoins e destravar o projeto Clarity Act no Senado. O fenômeno revela cripto como peça geopolítica, atraindo eleitores e moldando regulações em múltiplas jurisdições.


Estratégia de Trump Ecoa na Europa

Desde a vitória de Trump em 2024, partidos conservadores europeus incorporam cripto em suas plataformas. No Reino Unido, o Reform UK de Nigel Farage tornou-se o primeiro a aceitar doações em criptomoedas e propõe limitar impostos sobre ganhos de capital a 10%. Farage anunciou isso na Bitcoin Conference, conectando-se a aliados de Trump como David Bailey, da BTC Inc.

Essa abordagem atrai eleitores jovens e investidores, em um contexto de adoção crescente: 12% dos franceses e 19% dos poloneses detêm criptoativos, segundo relatórios locais. Autoridades europeias observam o potencial para inovação financeira sem intervenção estatal excessiva.

França e Polônia Apostam em Reservas de Bitcoin

Na França, Marine Le Pen evoluiu de opositora para defensora da mineração de Bitcoin com energia nuclear excedente. O Reagrupamento Nacional e a Reconquête propõem reservas estratégicas de Bitcoin, ecoando ordens executivas americanas. Na Polônia, Sławomir Mentzen, com portfólio pessoal de US$ 1,5 milhão em BTC, obteve 15% dos votos prometendo um “paraíso cripto” com baixos impostos.

Essas iniciativas contextualizam tendências globais: Bitcoin como ferramenta de soberania financeira, alinhada a visões libertárias. Líderes conectam regulação amigável à atração de investimentos estrangeiros, impactando mercados além das fronteiras nacionais.

Casa Branca Media Disputa sobre Stablecoins nos EUA

Paralelamente, o governo Trump prioriza legislação cripto. A Casa Branca planeja reuniões entre bancos e firmas de cripto para resolver impasse no Clarity Act. Bancos temem perda de US$ 500 bilhões em depósitos para plataformas que oferecem recompensas em stablecoins, enquanto o setor cripto defende incentivos para competição.

O conselho cripto da Casa Branca media, visando aprovação antes das eleições. Essa urgência reflete o compromisso de Trump em posicionar os EUA como capital global de cripto, influenciando jurisdições aliadas.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros, esses movimentos sinalizam convergência regulatória transatlântica. Decisões em Washington e Bruxelas afetam fluxos de capital, liquidez de stablecoins e adoção de Bitcoin como reserva. Monitorar negociações é essencial, pois regulações favoráveis podem impulsionar valorizações, enquanto disputas prolongadas geram volatilidade. Cripto transcende finanças: é agora vetor de poder geopolítico.


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Cúpula cyan neon protegendo núcleo cristalino dourado contra partículas quânticas roxas, simbolizando defesas pós-quânticas de Ethereum e Coinbase

Cripto vs Quantum: Ethereum e Coinbase Blindam Redes Contra Supercomputadores

A Ethereum Foundation elevou a segurança pós-quântica a prioridade estratégica, criando uma equipe dedicada ao Post-Quantum (PQ) para proteger o consensus layer contra computadores quânticos. Paralelamente, a Coinbase formou um conselho consultivo independente sobre riscos quânticos ao blockchain, enquanto o banco Jefferies removeu Bitcoin de seu portfólio modelo por temores de longo prazo. Esses movimentos sinalizam que a ameaça, antes teórica, agora exige ação concreta nos protocolos.


O Que é a Ameaça Quântica aos Blockchains?

Blockchains como Ethereum e Bitcoin dependem de criptografia assimétrica, como o algoritmo ECDSA, onde chaves públicas derivam de chaves privadas via curvas elípticas. Um computador quântico, usando o algoritmo de Shor, pode resolver o problema do logaritmo discreto nessas curvas em tempo polinomial, expondo chaves privadas a partir de chaves públicas reveladas on-chain.

Imagine um banco de dados distribuído onde cada entrada é assinada com uma chave que um supercomputador clássico não quebra, mas um quântico faz em minutos. No Bitcoin, endereços P2PKH revelam a chave pública ao gastar; no Ethereum, validadores assinam blocos. Assinaturas post-quantum (PQ), baseadas em lattices ou hashes, resistem a isso, mas são maiores e mais computacionalmente intensas — até 10x o tamanho das atuais.

Por que importa? Estima-se que 20-50% do Bitcoin circulante (4-10 milhões BTC) fique vulnerável se chaves forem expostas, segundo análises técnicas recentes.

LeanVM: Inovação da Ethereum para Escala PQ

A equipe PQ da Ethereum foca no consensus layer, onde milhares de validadores assinam atestados. Substituir ECDSA por PQ criaria overhead: assinaturas maiores incham blocos e aumentam latência. A solução é a leanVM, uma máquina virtual especializada que agrega múltiplas assinaturas PQ em uma única prova compacta, verificável on-chain sem sobrecarregar a rede.

Como funciona? Pense em um Merkle tree otimizado para agregação: validadores geram assinaturas individuais off-chain; leanVM as combina em uma prova zero-knowledge, reduzindo os dados para ~1-2 KB por bloco. Testnets já rodam com PQ signatures, provando viabilidade. Isso preserva a eficiência do Ethereum — TVL de mais de US$ 100 bilhões e milhões de transações diárias — enquanto migra para criptografia quântica-resistente.

O roadmap visa upgrades antes de 2030, alinhado com avanços quânticos como os da Google.

Bitcoin e Coinbase: Medidas Proativas

No Bitcoin, a ameaça é similar, mas o upgrade requer coordenação global via soft/hard forks — 5-10 anos. Tipos de endereço variam: Taproot expõe chaves imediatamente; P2PKH só ao gastar. Cerca de metade dos BTC permanece segura se nunca gasta.

A Coinbase, custodiante de bilhões em BTC, criou um board com criptógrafos quânticos para mapear migrações. Já em janeiro, Jefferies retirou 10% de alocação em BTC do portfólio “Greed & Fear” por risco assimétrico: hardware quântico avança não-linearmente, enquanto upgrades são lentos.

Optimism, L2 Ethereum, planeja 10 anos de transição na Superchain, facilitada por forks no OP Stack.

Por Que Agir Agora?

A computação quântica passou de teoria para engenharia: avanços constantes aceleram os prazos. Ethereum e Bitcoin não estão em risco imediato — não nesta década —, mas preparação antecipada evita pânico. Usuários ganham monitorando: migre para endereços não-reutilizados; devs, priorizem PQ em wallets e L2s.

Esses esforços diferenciam inovação real de hype: código é lei, e protocolos que evoluem tecnicamente perduram.


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Personagens cartoon de exchange e fundação apertando mãos sobre token BGB com globo digital expandindo, simbolizando listagem na Kraken e adoção institucional

Kraken Lista BGB: Expansão Global Ganha Força

A Kraken anunciou a listagem do token BGB, token de governança originário do Bitget e agora sob controle da Morph Foundation desde setembro de 2025. Essa aprovação em uma das exchanges mais rigorosas do mercado — que aprova menos de 20% das candidaturas — reforça os fundamentos do ativo, abrindo portas para liquidez em um volume anual superior a US$ 207 bilhões. Para investidores brasileiros, representa mais opções em plataformas Tier 1, alinhadas à crescente adoção global de criptoativos com compliance elevado. O movimento ocorre em 1º de fevereiro de 2026, destacando a maturação do ecossistema.


Evolução do BGB para Governança Modular

O BGB passou por uma transição estratégica ao ser transferido para a Morph Foundation há cerca de quatro meses. Antes associado principalmente ao Bitget, uma exchange com 125 milhões de usuários em mais de 150 regiões, o token agora atua como mecanismo de governança em infraestrutura blockchain modular. Os holders podem participar de votações em protocolos on-chain e receber recompensas por engajamento em Web3, priorizando utilidade sobre especulação pura.

Colin Goltra, CEO da Morph, enfatizou essa mudança: o crescimento do BGB depende de uso real, não apenas negociação. A ênfase em interoperabilidade permite que o token funcione em múltiplas chains, fortalecendo sua relevância em um mercado que busca eficiência. Essa narrativa alinha-se à visão de longo prazo, onde o ecossistema cripto constrói bases sólidas, semelhante à consolidação vista em ciclos anteriores pós-halving.

Rigor Regulatório da Kraken Impulsiona Credibilidade

A Kraken é conhecida por seus padrões elevados de listagem, revisando centenas de aplicações anualmente e aprovando menos de 20%. Dave Ripley, COO da exchange, confirmou que o BGB atende aos critérios de benefícios tangíveis aos usuários e conformidade regulatória. Com um volume de trading de mais de US$ 207 bilhões em 2025, a plataforma oferece liquidez significativa para novos ativos.

A listagem ainda aguarda confirmação regulatória final, o que pode levar semanas ou meses — um lembrete de que, apesar do otimismo, o mercado cripto opera em ambiente regulado com volatilidades inerentes. No entanto, essa seletividade atrai investidores institucionais cautelosos, que priorizam plataformas testadas por mercados de baixa e escrutínio regulatório.

Adoção Institucional como Motor do Mercado

O contexto macro reforça o potencial: relatório da Coinbase indica que a adoção institucional de cripto cresceu 340% no último ano, com fundos de pensão e hedge funds demandando tokens negociáveis em exchanges reguladas. Parcerias do Bitget com LALIGA, MotoGP e UNICEF expandem a visibilidade para audiências mainstream, posicionando o BGB além do nicho cripto tradicional.

Para o investidor comum, isso significa acesso a ativos com governança ativa em uma exchange confiável. Usuários da Kraken tendem a períodos de holding mais longos, favorecendo recursos como votações on-chain em detrimento de trades especulativos. Os fundamentos se fortalecem à medida que fluxos institucionais migram para blockchains maduras.

O Que Isso Significa para o Investidor Brasileiro

No Brasil, onde o interesse por altcoins cresce paralelamente ao Bitcoin, a listagem amplia opções em plataformas globais acessíveis. Ela sinaliza maturidade: tokens evoluem de utility exchange para governança cross-chain, espelhando a adoção corporativa vista em tesourarias de BTC. Vale monitorar o impacto na liquidez e uso real do BGB, mas o movimento constrói confiança no ciclo atual de expansão.

Riscos como atrasos regulatórios persistem, mas o otimismo é fundamentado na tendência de integração institucional. O mercado está construindo, e listagens como essa são tijolos essenciais nessa estrutura de longo prazo.


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Analista cartoon alertando rachadura em barra de prata com '60' gravado sob pressão de dólar e yields, sinalizando riscos macro para Bitcoin

Prata para US$ 60? Alerta da Bloomberg Sinaliza Riscos Macro

Um estrategista da Bloomberg Intelligence alerta que a prata, negociada acima de US$ 85 por onça, ainda enfrenta risco de correção severa para US$ 60, mesmo após queda de 31% em um dia. Mike McGlone destaca o ratio prata/cobre elevado, sugerindo exuberância irracional. Em um cenário de dólar forte e yields em alta, o mercado cripto — sensível a esses ventos macro — deve prestar atenção, pois a história mostra que commodities voláteis precedem ajustes em ativos de risco.


Ratio Prata/Cobre Revela Sobrevalorização

O ratio prata/cobre permanece nos mid-teens, bem acima da média histórica de cerca de 6 e picos em torno de 10 desde 1988. McGlone argumenta que o cobre, metal industrial ancorado em demanda real de manufatura e infraestrutura, serve como benchmark estável contra a volatilidade investment-driven da prata.

Gráficos logarítmicos de longo prazo confirmam: mesmo com a prata estabilizando em US$ 78-80 após colapso, o ratio sugere que uma queda para US$ 60 ainda deixaria o metal precioso caro em termos relativos. A correlação de 100 semanas entre os metais é de 0.51, ampliando-se em fases especulativas — um padrão familiar em bolhas passadas, como as tulipas ou dot-com.

Segundo o AwesomeAPI, a prata spot está em US$ 85,11 (bid), com variação diária de -27,65% — reflexo do pico recente acima de US$ 118.

Queda Brutal: Triggers Macroeconômicos

A prata despencou mais de 31% em 30 de janeiro — pior dia desde 1980 —, saindo de picos acima de US$ 118 para US$ 84, estabilizando em US$ 78-80. O catalisador: nomeação de Kevin Warsh como chair do Fed por Trump, impulsionando dólar e yields dos Treasuries, enquanto liquidações forçadas varreram posições alavancadas.

O aumento de 36% nos requisitos de margem da CME acelerou o unwind. O mercado está ignorando esses sinais de topo de ciclo? A história mostra que, em 2018 e 2022, euforia em commodities precedeu correções cripto profundas, com Bitcoin caindo 80%+.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 404.601, com variação de -1,33% em 24h — sintoma de apetite por risco em baixa.

Correlação com Criptomoedas: Um Sinal de Alerta?

Se a prata — apelidada de ‘ouro digital’ original — revela fragilidades em valuations extremos, o que dizer dos criptoativos? Ambos sofrem com volatilidade amplificada por momentum e expectativas monetárias, ignorando âncoras fundamentais em fases de alta.

Cuidado com a narrativa de ‘novo paradigma’: ciclos existem, e liquidez global apertando (Fed hawkish) pressiona ativos especulativos. Em crises asiáticas de 1997 ou dot-com 2000, commodities deram o primeiro grito antes do contágio. O Bitcoin, correlacionado com prata em riscos sistêmicos, pode testar suportes se yields continuarem subindo.

Não é FUD: é ceticismo embasado. Proteção de capital sempre prevalece sobre maximizar bull markets efêmeros.

O Que Monitorar no Horizonte Macro

Vale acompanhar: decisões do Fed sob Warsh, dados de PMI chinês (já em contração), estoques COMEX de prata drenando em short squeezes passados, e fluxos para dólar como safe haven.

Para brasileiros, com dólar em R$ 5,255 (+1,42%), a prata em R$ 447/oz amplifica o impacto local. Investidores cripto devem questionar: estamos em outro pico de exuberância irracional? A resposta virá dos dados, não das narrativas.


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Fila de credores cartoon recebendo envelopes dourados de janela de reembolso em fortaleza digital com data 31/03, simbolizando próxima rodada de pagamentos da FTX

FTX: Próxima Rodada de Reembolsos Prevista para 31 de Março de 2026

Se você tem dinheiro preso na FTX desde a quebra da exchange em 2022, uma boa notícia prática chegou: o representante dos credores, Sunil, anunciou que a próxima rodada de distribuições de fundos está prevista para 31 de março de 2026. O total de reclamações já reconciliadas soma cerca de US$ 9,6 bilhões (equivalente a R$ 50,4 bilhões pelo câmbio atual de R$ 5,25 por dólar), afetando diretamente milhares de usuários, incluindo brasileiros que usavam a plataforma para trades ou remessas.


Detalhamento das Reclamações Reconciliadas

De acordo com o post de Sunil no X (antigo Twitter), as reclamações auditadas e confirmadas pela FTX se dividem assim: contas com valores abaixo de US$ 50 mil (cerca de R$ 262 mil) somam US$ 780 milhões (R$ 4,1 bilhões). Já as maiores, acima desse limite, chegam a US$ 7,8 bilhões (R$ 41 bilhões), enquanto não clientes (como fornecedores ou parceiros) têm US$ 1 bilhão (R$ 5,25 bilhões) em disputa.

Para o brasileiro médio que perdeu alguns milhares de dólares na FTX – talvez equivalentes a seis meses de aluguel em São Paulo –, isso significa que a maioria dos claims pequenos pode priorizar reembolsos mais rápidos. Mas lembre-se: nem todo claim reconciliado garante pagamento integral; depende da recuperação total de ativos.

Progresso na Reserva de Controvérsias

Uma evolução positiva é a redução da reserva para disputas judiciais, que foi reduzida em US$ 2,2 bilhões. Sunil estima que, se mais US$ 2 bilhões forem distribuídos nos próximos passos, a categoria de claims acima de US$ 50 mil pode receber cerca de US$ 1,7 bilhão adicional. Isso acelera o processo para quem tem valores maiores, como aqueles que usavam FTX para arbitragem entre exchanges brasileiras e internacionais.

No contexto brasileiro, onde impostos sobre cripto e burocracia do Banco Central complicam remessas, recuperar parte do saldo pode ajudar a equilibrar contas. Compare: com o Bitcoin a R$ 404.712 segundo o Cointrader Monitor hoje (queda de 1,38% em 24h), muitos credores veem o reembolso como chance de recomprar ativos a preços mais acessíveis.

O Que Fazer se Você é Credor da FTX

Primeiro, verifique o status do seu claim no portal oficial da FTX (claims.ftx.com ou similar – acesse pelo site da falência). Certifique-se de que seus documentos estão atualizados: comprovantes de depósito, extratos e identificação. A próxima data é 31 de março, mas distribuições dependem de aprovações judiciais nos EUA e variação de ativos recuperados, como Bitcoin e ações tech.

Para brasileiros, planeje os impostos: reembolsos acima de R$ 35 mil mensais exigem declaração no IR e possível DARF. Pense no câmbio: converter dólares recuperados para reais custa taxas em bancos ou exchanges – compare spread do dia (dólar a R$ 5,25). Não deixe para última hora; atrasos em verificações são comuns.

Se o seu saldo era pequeno, priorize: claims abaixo de US$ 50 mil tendem a sair primeiro. Monitore atualizações de Sunil ou do comitê de credores para não perder prazos.

Calendário Prático para Credores

  • Agora: Confirme claim e documentos.
  • Até março: Acompanhe ativos recuperados.
  • 31/03/2026: Possível distribuição.
  • Após: Declare IR e converta com cuidado.

Esse processo mostra que a recuperação avança, mas devagar. Paciência é chave – melhor do que zero.


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Escudo hexagonal cyan com rachadura vermelha vazando partículas SOL douradas, simbolizando hack de US$27M na Step Finance em Solana

Hack na Step Finance: US$ 27 milhões em SOL Roubados e STEP Desaba 90%

A brecha na tesouraria da Step Finance, plataforma DeFi de rastreamento de portfólios na Solana, resultou na perda de cerca de 261.854 SOL, equivalente a aproximadamente US$ 27 milhões (R$ 142 milhões, pela cotação atual do dólar). O incidente, ocorrido durante o horário APAC, levou o token nativo STEP a despencar mais de 90%, atingindo US$ 0,001578. A equipe confirmou o ataque via vetor conhecido e iniciou medidas de remediação, mas o risco para usuários conectados persiste.


Detalhes do Ataque à Tesouraria

A Step Finance, conhecida como a “página inicial da Solana”, oferece um dashboard unificado para monitorar posições em yield farms, LP tokens e protocolos DeFi na rede. Fundada em 2021, a plataforma também gerencia o SolanaFloor e o evento Solana Crossroads, além de ter adquirido a Moose Capital, rebatizada como Remora Markets.

Dados onchain analisados pela CertiK mostram que os fundos foram unstakados e transferidos de carteiras controladas pela Step Finance. O ataque foi facilitado por um “vetor de ataque bem conhecido”, segundo a equipe, mas detalhes sobre smart contracts, chaves comprometidas ou acesso interno ainda não foram divulgados. É importante considerar: será que usuários com permissões ativas em protocolos semelhantes estão expostos?

Até o momento, não há confirmação de impacto em fundos de usuários além dos ativos próprios do protocolo. No entanto, o risco aqui é claro: brechas em tesourarias podem sinalizar vulnerabilidades sistêmicas.

Queda Brutal do Token STEP e Reação do Mercado

A resposta do mercado foi imediata e severa. O token de governança STEP, essencial para incentivos e decisões no protocolo, desabou 93,3% em 24 horas, segundo o CoinGecko. Com a Solana negociada a cerca de US$ 105 (R$ 557), a perda totaliza valores alarmantes para holders.

Esse tipo de colapso não é isolado. A volatilidade inerente a tokens de governança em DeFi amplifica riscos em cenários de crise. Atenção para o seguinte: em um ecossistema onde a confiança é o principal ativo, quedas como essa podem drenar liquidez permanentemente. Investidores brasileiros, com o dólar a R$ 5,25, sentem o impacto dobrado em reais.

O que observar? Volumes de negociação e tentativas de recuperação do preço, mas sem ilusões: a história mostra que rebounds são raros após eventos assim.

Riscos Persistentes e Lições do Passado

Quase 80% dos projetos cripto que sofrem hacks significativos nunca se recuperam totalmente, não pelo prejuízo inicial, mas pela erosão de confiança. Executivos de segurança Web3, como o CEO da Immunefi, destacam que equipes despreparadas hesitam na comunicação, agravando danos.

Casos históricos como o Ronin Bridge (US$ 625 milhões) ou Wormhole (US$ 325 milhões) ilustram: falhas em crisis response levam a saídas em massa de usuários e perda de credibilidade. Na Step Finance, a prudência exige que avaliemos: o vetor conhecido era conhecido o suficiente para prevenção? E qual o contraponto para quem usa dashboards DeFi?

É realista admitir incertezas: sem auditoria completa, vulnerabilidades semelhantes podem afetar outros protocolos Solana.

O Que Observar e Ações Imediatas

Para usuários da Step Finance e protocolos conectados: revogue permissões em carteiras imediatamente. Plataformas como Revoke.cash facilitam isso, prevenindo acessos indesejados. Monitore onchain via explorers como Solscan para movimentações suspeitas.

Atenção para sinais de alerta: atualizações lentas da equipe, falta de transparência ou promessas de reembolso sem plano concreto. O risco aqui é de exposição contínua — priorize proteção de ativos. Em um mercado volátil, ações preventivas evitam perdas evitáveis.

Como conselheira, recomendo: revise conexões DeFi regularmente. A lição é clara — protocolos inovadores carregam riscos inerentes.


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Rede neural digital fragmentando com explosões vermelhas em cascata, simbolizando liquidações de US$ 2,5 bi e crash no mercado cripto

Liquidações de US$ 2,5 Bi: Crash no Mercado Cripto

Os dados do mercado mostram que US$ 2,58 bilhões em posições foram liquidadas nas últimas 24 horas, com destaque para uma perda individual de US$ 222,65 milhões em uma posição de Ether no Hyperliquid. O Ether liderou com US$ 1,15 bilhão liquidados após queda de até 17%, seguido por Bitcoin (US$ 788 milhões) e Solana (US$ 200 milhões). Paralelamente, ETFs cripto registraram saídas de US$ 1,7 bilhão, o maior volume desde novembro, em um fim de semana de baixa liquidez que acelerou a cascata de liquidações.


Escala das Liquidações por Exchange e Ativo

No Hyperliquid, a exchange de derivativos descentralizada registrou US$ 1,09 bilhão em liquidações, quase todas em posições longas, representando mais de 40% do total. Bybit somou US$ 574,8 milhões e Binance US$ 258 milhões. Ao todo, 434.945 traders foram impactados, com US$ 2,42 bilhões de longs liquidados contra apenas US$ 163 milhões de shorts.

Dois grandes participantes no Hyperliquid sofreram perdas combinadas de US$ 284 milhões em posições de Ether: um endereço conhecido como ‘CZ opponent whale’ perdeu US$ 54 milhões em uma posição de US$ 181 milhões, enquanto o ‘BTC OG insider whale’ registrou US$ 230 milhões de prejuízo em uma posição de US$ 660 milhões. Esses eventos ocorreram em meio a uma queda acentuada do Ether para níveis próximos de US$ 2.436, conforme dados recentes.

Saídas Recordes dos ETFs Cripto

Os ETFs de criptomoedas enfrentaram a maior retirada desde novembro, totalizando US$ 1,7 bilhão na semana. Bitcoin ETFs lideraram com US$ 1,1 bilhão em resgates, seguidos por Ethereum com US$ 630 milhões e XRP com US$ 18 milhões. Nos dois últimos dias, Bitcoin ETFs viram saídas de US$ 817 milhões em 29 de janeiro e US$ 510 milhões no dia seguinte, marcando quatro dias consecutivos de resgates.

Essa contração de liquidez reflete uma rotação de capital, com a capitalização de mercado do USDT registrando aumento de menos de US$ 1 bilhão nos últimos 60 dias — níveis associados a condições de mercado de baixa tardias. Detentores de curto prazo absorveram a maior pressão, vendendo abaixo do custo base em meio à volatilidade.

Baixa Liquidez de Fim de Semana e Riscos da Alavancagem

A liquidez reduzida típica de fins de semana amplificou o impacto das liquidações. Movimentos de preço iniciais, como a queda de 17% no Ether, acionaram fechamentos forçados além dos thresholds de margem, criando um efeito cascata. Posições alavancadas, especialmente longs, provaram vulneráveis em mercados com order books finos.

Indicadores como open interest elevado e funding rates positivos prévios sinalizavam sobreposicionamento bullish. Picos em liquidações frequentemente marcam resets de posicionamento, com dados on-chain mostrando transferência gradual de supply de mãos fracas para detentores de longo prazo. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 417.596,88 (-4,58% em 24h), enquanto Ether está em torno de R$ 12.855,48 (-7,76%). Traders devem monitorar volumes de liquidação, níveis de suporte em ETH próximo de US$ 2.400 e BTC em US$ 79.000, além de fluxos de ETF para avaliação do sentimento.


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Regulador cartoon martelando cadeado em portão de exchange enquanto sombras ilícitas tentam infiltrar, simbolizando sanções a Rusia e Irã

Rússia e Irã Usam Cripto para US$ 158 Bilhões em Atividades Ilícitas

Atividades ilícitas ligadas à Rússia impulsionaram influxos para carteiras ilícitas a US$ 158 bilhões em 2026, o maior nível em cinco anos, segundo a TRM Labs. Paralelamente, o Tesouro dos EUA sancionou pela primeira vez exchanges de cripto no Reino Unido vinculadas ao Irã, como Zedcex e Zedxion, por facilitar evasão de sanções à Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC). É importante considerar: como esses casos estatais de crime organizado colocam corretoras legítimas na mira dos reguladores?


Recordes de Atividade Ilícita Russa em Cripto

A atividade ligada à Rússia foi o principal driver para os influxos recordes em carteiras associadas a ilícitos, alcançando US$ 158 bilhões em 2026. De acordo com dados da TRM Labs, isso representa um aumento significativo comparado a anos anteriores, destacando o uso de criptoativos para contornar sanções internacionais impostas após conflitos geopolíticos. O risco aqui é que tais movimentações não só financiam ações estatais questionáveis, mas também contaminam o ecossistema inteiro, atraindo escrutínio sobre todas as plataformas que processam volumes elevados.

Historicamente, casos semelhantes, como o uso de cripto por regimes sancionados na Venezuela, já resultaram em congelamentos de contas e investigações globais. Atenção para o padrão: quando estados usam blockchain para evasão, reguladores respondem com medidas amplas, afetando inocentes.

Sanções Históricas do Tesouro Americano

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Tesouro dos EUA designou Babak Zanjani e as exchanges Zedcex Exchange Ltd. e Zedxion Exchange Ltd., registradas no Reino Unido, por processarem mais de US$ 94 bilhões em transações desde 2022 ligadas a contrapartes da IRGC. Essa é a primeira vez que o OFAC mira diretamente plataformas de ativos digitais no setor financeiro iraniano.

Zedcex sozinha movimentou volumes bilionários, facilitando lavagem e suporte a abusos de direitos humanos. O secretário Scott Bessent enfatizou que tais redes enriquecem elites corruptas às custas do povo iraniano, desviando receitas de óleo para programas armamentistas. Para corretoras globais, o alerta é claro: qualquer ligação indireta com jurisdições sancionadas pode bloquear ativos e proibir transações nos EUA.

Riscos Sistêmicos para o Ecossistema Cripto

Esses eventos representam uma ameaça sistêmica. Países sancionados como Rússia e Irã exploram a pseudonimidade das criptomoedas para movimentar fortunas ilícitas, o que atrai respostas regulatórias rigorosas. Plataformas legítimas enfrentam agora maior pressão por KYC avançado e monitoramento de transações, com risco de sanções secundárias se falharem em detectar padrões suspeitos.

É possível que vejamos aceleração em leis como a MiCA na Europa ou PLs no Brasil exigindo relatórios em tempo real. O contraponto: enquanto há riscos reais, nem todo volume é ilícito — mas provar isso exige compliance robusto. Investidores devem observar como exchanges respondem, priorizando aquelas com auditorias transparentes.

O Que Observar a Seguir

Monitore atualizações do OFAC e relatórios da TRM Labs sobre influxos ilícitos. Pergunta retórica: sua corretora está preparada para auditorias que distinguem legítimo de suspeito? Casos passados, como o de exchanges russas pós-2022, mostram que inação leva a delistagens e perdas. Priorize plataformas com histórico limpo e ferramentas de rastreamento on-chain para mitigar exposições.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Pedestal dourado rachado com '80K' emitindo luz vermelha, ultrapassado por silhueta vermelha de carro Tesla, simbolizando perda de top 10 em market cap

Bitcoin Perde para Tesla e Sai do Top 10 Ativos Globais

O Bitcoin despencou para a faixa de US$ 75 mil, rompendo suportes técnicos cruciais em US$ 82.500 e US$ 80 mil em meio a uma venda massiva no mercado cripto. A capitalização de mercado caiu para US$ 1,57 trilhão, tirando o BTC do top 10 ativos globais e colocando-o atrás da Tesla de Elon Musk. Esse movimento sinaliza o fim da lua de mel institucional no curto prazo, com otimismo dando lugar à realidade volátil.


Quebra de Suportes e Venda Intensa

O preço do Bitcoin caiu de uma máxima de 24 horas em US$ 84.356 para uma mínima de US$ 75.644, apagando mais de 10% dos ganhos recentes. A perda do suporte em US$ 82.500 acelerou o movimento, atravessando zonas de liquidez fina e gerando liquidações em massa nos mercados de derivativos. No gráfico diário, o BTC rompeu uma linha de tendência de alta desde dezembro e ficou abaixo da média móvel exponencial de 50 dias, próxima a US$ 90 mil, transformando-a em resistência.

O volume de negociações explodiu durante a quebra, indicando saídas forçadas por margem e não uma rotação gradual de risco. No momento da redação, o Bitcoin negociava a US$ 77.825, com queda de 7% nas últimas 24 horas e volume diário de US$ 75 bilhões. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC em reais está em R$ 416.988,59, com variação de -4,73% em 24 horas.

Perda do Top 10: Tesla Ultrapassa Bitcoin

A capitalização de mercado do Bitcoin encolheu para cerca de US$ 1,57 trilhão, posicionando-o em 13º lugar global, atrás da Saudi Aramco e da ação da Tesla. Recentemente, em outubro, o BTC chegou ao 7º lugar com pico acima de US$ 126 mil e valuation próximo a US$ 2,5 trilhões, superando gigantes como Google e Amazon.

O Ethereum também sofreu, caindo 14,5% na semana para market cap de pouco mais de US$ 300 bilhões, despencando ao 56º lugar, atrás de empresas como Caterpillar e Coca-Cola. Essa inversão destaca a fragilidade das criptomoedas frente a ativos tradicionais em momentos de correção.

Contexto Macroeconômico Agrava a Queda

A venda foi impulsionada pela força do dólar americano após a nomeação de Kevin Warsh, hawkish, para cadeira do Fed por Trump, causando o maior rali do USD desde maio. Ouro caiu 9%, para abaixo de US$ 4.900 e prata 26,3%, para US$ 85,3, mostrando correlação em ativos de risco. Tensões geopolíticas, como explosões no Irã, e o shutdown parcial do governo dos EUA adicionaram pressão.

Dados on-chain mostram aumento em novos endereços, sugerindo entrada de compradores, mas o risco de baixa persiste até reconquista de US$ 82-84 mil. O próximo suporte fica na faixa baixa dos US$ 70 mil.

Implicações para Investidores

Essa correção expõe os limites do otimismo institucional: entradas de ETFs e acumulações corporativas não blindaram o BTC de choques macro. Traders alertam para downside elevado, com foco em estabilização. Para brasileiros, a cotação em R$ 417 mil reforça a necessidade de cautela em um mercado volátil. Vale monitorar o Fed e liquidez global para sinais de reversão ou aprofundamento da baixa.


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Personagem presidente SEC cartoon no palco da Bitcoin Conference 2026 com plateia aplaudindo, marcando presença histórica em evento cripto

SEC Faz História: Paul Atkins no Palco da Bitcoin 2026

Pela primeira vez na história, um presidente em exercício da SEC, Paul Atkins, confirma sua presença no palco principal da Bitcoin Conference 2026, em Las Vegas, de 27 a 29 de abril. O anúncio sinaliza uma mudança profunda na postura regulatória americana em relação aos criptoativos, com foco na expansão do Project Crypto em parceria com a CFTC. Autoridades de Washington indicam que essa coordenação pode posicionar os EUA como o hub global de ativos digitais, DeFi e derivativos, oferecendo clareza para investidores em um horizonte de longo prazo.


A Presença Histórica de Paul Atkins

Desde sua nomeação em 2025, Paul Atkins tem defendido uma abordagem regulatória baseada em regras claras, em contraste com a era anterior de ações por enforcement. Sua palestra na Bitcoin 2026, o maior evento dedicado ao Bitcoin, reunirá dezenas de milhares de participantes e centenas de palestrantes. Segundo autoridades da SEC, Atkins enfatizará princípios como o self-custody, considerado um valor fundamental americano, e a classificação adequada de tokens — a maioria não se enquadra como securities sob a lei atual.

Essa participação inédita reflete o crescente engajamento federal com o ecossistema cripto. Para investidores brasileiros, que acompanham decisões em Washington de perto, o evento pode oferecer insights diretos sobre como as políticas americanas influenciam mercados globais, incluindo exchanges locais e fluxos de capital.

Expansão do Project Crypto com a CFTC

O Project Crypto, iniciativa liderada por Atkins, ganha novo fôlego com a adesão da CFTC, presidida por Michael Selig. Juntos, os reguladores buscam harmonizar a supervisão de ativos digitais, reduzindo ambiguidades e ônus de compliance. O comitê agrícola do Senado avançou legislação bipartidária que concede à CFTC autoridade sobre mercados spot de commodities digitais, mantendo securities sob a SEC.

Essa coordenação interinstitucional usa poderes estatutários existentes enquanto o Congresso finaliza reformas. Para o mercado, significa diretrizes operacionais mais claras, facilitando inovação em blockchain sem comprometer a integridade.

Regulação com Viés de Alta e Posição Global dos EUA

Em declarações recentes, Selig destacou que, sob a liderança do presidente Trump, medidas como o fim do ‘Operation Chokepoint 2.0’ e a aprovação da GENIUS Act pavimentaram o caminho para os EUA se tornarem a capital cripto mundial. A CFTC planeja regras para transações retail alavancadas em cripto, incluindo exceções de ‘actual delivery’ off-exchange e uma nova categoria de mercados de contrato designados (DCMs) para trading crypto.

Essa agenda regulatória otimista contrasta com abordagens mais restritivas na UE e Ásia, posicionando os EUA como líder em DeFi e derivativos digitais. Investidores globais, incluindo brasileiros, podem se beneficiar de maior liquidez e atração de capital institucional.

Impacto para Investidores e Horizonte Macro

Embora o mercado enfrente volatilidade atual, esses desenvolvimentos apontam para estabilidade regulatória de longo prazo. A presença de figuras como Michael Saylor ao lado de reguladores na conferência une perspectivas de adoção corporativa e policy. Para portfólios expostos a cripto, clareza nos EUA reduz riscos geopolíticos e abre portas para inovações como custódia descentralizada.

Monitorar a Bitcoin 2026 será essencial para entender como Washington molda o futuro global dos ativos digitais.


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Seis silhuetas cyberpunk puxando estrutura cristalina rachada com 78%, ETH dourado vazando, expondo manipulacao de baleias no token ASTER

Seis Baleias Derrubam ASTER em 78%: Perda de US$ 12M em ETH Expõe Riscos

Investigações revelam que seis carteiras controlam 88-96% da oferta do token ASTER, promovendo vendas coordenadas que derrubaram o preço em 78%, de US$ 2,42 para US$ 0,54. Em paralelo, um trader perdeu US$ 12,4 milhões em Ethereum por erro de copy-paste em endereço similar ao da Galaxy Digital. Evidências on-chain apontam para manipulação e falhas de segurança que custam fortunas a investidores.


Queda do ASTER: Dumps Coordenados por Baleias

O token ASTER sofreu uma queda de 78% em quatro meses, caindo de US$ 2,42 para US$ 0,54. Dados on-chain mostram que apenas seis carteiras detêm 88-96% da oferta total, permitindo movimentos coordenados de venda em exchanges como Binance, Bybit e Gate.

Registros indicam vendas massivas: 17,85 milhões de ASTER (US$ 22,88 milhões) em 18 de outubro e 7,5 milhões (US$ 12 milhões) em 9 de outubro. Outras retiradas incluem 4,66 milhões e 5,01 milhões de ASTER da Binance. Uma carteira moveu US$ 114,5 milhões da Gate.io. Esses movimentos geraram quebras abaixo de US$ 0,57, acionando stop-losses e bounces fracos em US$ 0,537.

Análise de Volume Delta confirma pressão vendedora de -11,7 milhões de ASTER, com grandes participantes reduzindo agressividade após as vendas, sugerindo absorção controlada. O projeto não explica a concentração extrema de tokens.

Erro Fatal no Ethereum: Lição de US$ 12 Milhões

Em incidente separado, um trader enviou 4.556 ETH — equivalente a US$ 12,4 milhões na época — para um endereço falso. A vítima transferia regularmente para a Galaxy Digital, mas o atacante criou um “endereço venenoso” com os mesmos primeiros e últimos quatro caracteres da legítima.

O golpe envolveu envios de pequenas quantias prévias para ganhar confiança no histórico de transações. Ao copiar o endereço diretamente do histórico, sem verificação manual, o trader caiu na armadilha. Blockchain forense da Lookonchain destaca o padrão: confiança induzida por similaridade visual.

Evidências apontam para engenharia social sofisticada, explorando hábitos de usuários experientes. O caso reforça vulnerabilidades em transações manuais de grandes volumes.

Red Flags: Concentração de Oferta e Falhas de Segurança

A concentração de 96% da oferta em seis carteiras é um red flag clássico de risco de manipulação. Projetos com distribuição assimétrica permitem que baleias dicte preços, acionando liquidações em cascata. Gráficos de 4 horas mostram tendência de baixa: preço abaixo da 200 EMA, RSI em 24 (sobrevenda persistente) e MACD com cruzamento de baixa.

No caso ETH, a falha de verificação dupla expõe outro perigo: endereços falsos que enganam cópias rápidas. Supostamente, atacantes monitoram padrões de grandes holders para personalizar golpes. Investidores devem suspeitar de projetos sem transparência on-chain e priorizar higiene operacional.

Como se Proteger: Lições Práticas para Investidores

Para evitar armadilhas como ASTER, verifique distribuição de tokens via explorers como Etherscan ou Dune Analytics — fuja se principais detentores excederem 20-30%. Monitore dumps via ferramentas como Hyblock ou Nansen.

  1. Sempre valide endereços completos manualmente, caractere por caractere.
  2. Use hardware wallets para assinaturas offline em grandes transferências.
  3. Evite projetos com oferta concentrada; prefira aqueles com vesting e burns públicos.
  4. Monitore histórico de transações recebidas — pequenas entradas suspeitas podem ser iscas.

Essas medidas salvam patrimônios. Fique atento: o mercado cripto recompensa o cético vigilante.


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Promotor cartoon acusando executivos estilizados com pilha de dinheiro sujo e rede de fraudes, ilustrando justiça contra lavagem e insider trading

Justiça Cripto: Condenação por Lavagem de US$ 36,9 milhões e Coinbase na Mira

Investigações do Departamento de Justiça dos EUA revelam avanços significativos na luta contra fraudes cripto: um nacional chinês foi condenado a 46 meses de prisão por lavar US$ 36,9 milhões em esquema ‘pig butchering’ que vitimou 174 americanos. Em paralelo, um juiz em Delaware negou o pedido de arquivamento de uma ação de insider trading contra a cúpula da Coinbase, incluindo Brian Armstrong. Evidências apontam para táticas sofisticadas de golpistas e possíveis abusos corporativos.


Detalhes do Esquema ‘Pig Butchering’

Evidências judiciais expõem como o esquema funcionava: golpistas asiáticos abordavam vítimas via apps de namoro, redes sociais e mensagens frias, construindo confiança gradual. Uma vez engajadas, as presas eram direcionadas a plataformas falsas de trading cripto, que exibiam saldos fictícios e lucros inexistentes. Mais de US$ 36,9 milhões foram transferidos de contas bancárias americanas para empresas de fachada, consolidados no Deltec Bank nas Bahamas e convertidos em USDT para centros de scam no Camboja.

Investigações on-chain e documentos do DOJ conectam os pontos: 174 vítimas identificadas, com fundos sifonados imediatamente após depósitos. Jingliang Su, o condenado, operava a rede de lavagem, transformando dólares em stablecoins para obscurecer o rastro. Oito co-conspiradores já admitiram culpa, com penas de 36 a 51 meses.

Red flags claras incluem abordagens românticas inesperadas prometendo retornos garantidos em cripto — clássicos sinais de fraude que investidores devem ignorar.

Condenação e Reparação às Vítimas

O juiz R. Gary Klausner sentenciou Su a 46 meses de prisão, mais US$ 26,87 milhões em restituição e três anos de liberdade supervisionada. Essa condenação reflete o esforço global do DOJ para desmantelar redes de scam que exploram stablecoins como USDT para lavagem. Su está preso desde dezembro de 2024, após se declarar culpado em junho de 2025 por operação ilegal de transmissão de dinheiro.

Os fatos não deixam dúvidas: fundos de vítimas fluíam para carteiras controladas por líderes de scams cambojanos. Para leitores brasileiros, isso alerta para riscos semelhantes em plataformas não reguladas. Verifique sempre licenças e evite ‘oportunidades’ de estranhos online.

Processo Contra Executivos da Coinbase Avança

Em outro front, um juiz de Delaware rejeitou o pedido de arquivamento da ação movida por acionista em 2023 contra CEO Brian Armstrong, Marc Andreessen e diretores da Coinbase. Alegações apontam vendas de ações por cerca de US$ 3 bilhões no listing direto de 2021, evitando perdas de mais de US$ 1 bilhão com base em informações privilegiadas. O comitê interno da empresa investigou, mas o tribunal questiona sua independência devido a laços com os acusados.

Evidências sugerem que vendas ocorreram antes de notícias negativas impactarem o mercado. Coinbase defende como liquidez normal, mas o caso prossegue para discovery, testando ética em gigantes cripto.

Lições para Investidores Brasileiros

Esses casos conectam golpes de rua digital a falhas corporativas: de ‘pig butchering’ a insider trading, o risco é real. Proteja-se verificando fontes, usando exchanges reguladas e ignorando promessas irreais. Monitore transações on-chain via ferramentas como Etherscan. A justiça avança, mas a prevenção salva patrimônios — fique atento aos red flags e priorize due diligence.


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