Investidores cartoon retirando barras douradas de cofre BTC pressionando ETH e SOL, enquanto depositam em cofre XRP, ilustrando saídas e influxos de ETFs

ETFs de Bitcoin Perdem US$ 545 Milhões em Saídas Diárias

A debandada institucional continua: ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 545 milhões em um único dia, conforme dados recentes. Os fundos de Ether e Solana também viram outflows significativos, enquanto os de XRP foram os únicos a atrair influxos modestos. Esse movimento reflete um viés de baixa generalizado, com o Bitcoin testando níveis próximos a US$ 65.000 e impactando altcoins correlacionadas. Os dados mostram pressão vendedora ampliando a volatilidade de fevereiro.


Fluxos Detalhados nos ETFs de Bitcoin

Os ETFs spot de Bitcoin lideraram as saídas, com US$ 544,94 milhões em resgates líquidos distribuídos por seis fundos principais, segundo relatório consolidado. O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock sofreu o maior impacto, com US$ 373,44 milhões em outflows, seguido pelo Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) com US$ 86,44 milhões. Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) registrou US$ 41,77 milhões em saídas.

Outros fundos como ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB), Franklin Bitcoin ETF (EZBC) e VanEck Bitcoin ETF (HODL) contribuíram com adicionais US$ 43,3 milhões em resgates. Apesar de volume de negociação de US$ 7,15 bilhões, os ativos líquidos totais caíram para US$ 93,51 bilhões. Year-to-date, os fundos acumulam inflows de US$ 3,5 bilhões contra redemptions de US$ 5,4 bilhões, resultando em saldo negativo de US$ 1,8 bilhão.

Desempenho de ETH, SOL e XRP ETFs

Os ETFs de Ether registraram US$ 79,48 milhões em outflows, com BlackRock ETHA respondendo por US$ 58,95 milhões e Fidelity FETH por US$ 20,53 milhões. Ativos totais fecharam em US$ 12,71 bilhões após volume de US$ 2,27 bilhões.

Solana spot ETFs tiveram US$ 6,71 milhões em saídas, lideradas pelo Grayscale Solana Trust (GSOL) com US$ 5,22 milhões. XRP ETFs, por outro lado, atraíram US$ 4,83 milhões em inflows, com Franklin XRPZ (+ US$ 2,51 milhões), Bitwise XRP (+ US$ 1,72 milhões) e 21Shares TOXR (+ US$ 600 mil). Esses fluxos seletivos destacam rotação defensiva em meio à pressão ampla.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

Os dados de fluxos correlacionam-se com quedas recentes: Bitcoin cotado a aproximadamente US$ 66.000, com variação de -8% em 24 horas. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 347.246,40, com -7,57% no dia e volume de 1.522 BTC. Ethereum opera em torno de R$ 10.129 (-9,4%), Solana a R$ 428 (-11,7%) e XRP a R$ 6,98 (-6,5%).

No gráfico diário, BTC testa suporte em US$ 65.000, com média móvel de 50 dias em US$ 68.500 atuando como resistência imediata. ETH e SOL mostram padrões semelhantes de recuo, com correlação beta acima de 1,2 em relação ao BTC. Vale monitorar o volume de ETF para sinais de exaustão vendedora.

Implicações para Investidores

Analistas como James Seyffart e Eric Balchunas notam resiliência: apenas 6% dos ativos saíram dos ETFs BTC desde o pico, com inflows cumulativos de US$ 54,8 bilhões. A rotação para XRP sugere posicionamento seletivo. Os números indicam cautela, com foco em níveis técnicos para entradas ou saídas estratégicas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Congressista cartoon com lupa gigante investigando fluxo de petrodólares para plataforma WLFI Trump, destacando investigação congressional sobre cripto e geopolítica

Petrodólares na Mira: Congresso EUA Investiga US$ 500 Milhões em Cripto Trump

O deputado americano Ro Khanna iniciou uma investigação formal sobre o investimento de US$ 500 milhões realizado por entidade dos Emirados Árabes Unidos na World Liberty Financial (WLFI), plataforma de criptomoedas ligada à família Trump. O congressista questiona se o acordo, fechado dias antes da posse de Donald Trump, influenciou a reversão de restrições americanas a exportações de chips avançados de IA para os UAE, em meio a temores de desvio para a China. A medida busca transparência sobre potenciais conflitos de interesse.


Detalhes do Acordo e da Investigação

A Aryam Investment 1, controlada pelo sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan — conselheiro de segurança nacional dos Emirados Árabes —, adquiriu 49% de participação na WLFI por US$ 500 milhões, quatro dias antes da posse de Trump em janeiro de 2026. Do valor, cerca de US$ 187 milhões foram direcionados a entidades da família Trump e US$ 31 milhões a entidades ligadas à família de Steve Witkoff, cujo filho Zach é CEO da empresa.

Em carta ao CEO da WLFI, Khanna exige, até 1º de março, documentos como contratos completos, fluxos de pagamentos, due diligence sobre entidades emiradenses e comunicações sobre controles de exportação. O parlamentar também enviou ofício ao procurador federal de Delaware para escrutínio do negócio, dado o registro de uma das partes no estado.

Contexto Geopolítico: Chips de IA e Rivalidade com a China

O timing do investimento coincide com mudanças na política externa dos EUA. Sob Trump, restrições da era Biden foram revertidas, liberando dezenas de milhares de chips de IA avançados para os UAE — tecnologia visada pela G42, empresa supervisionada pelo sheikh Tahnoon, sob suspeita de laços com a China. Autoridades americanas temem que esses semicondutores fortaleçam a concorrência chinesa em IA.

Khanna argumenta que subordinar debates políticos robustos a interesses financeiros pessoais do presidente é inaceitável, independentemente de visões partidárias. Os Emirados Árabes, ao combinar diplomacia com investimentos estratégicos, parecem navegar tensões globais entre EUA, China e Oriente Médio, usando cripto como ponte financeira.

World Liberty Financial e Conexões Políticas

A WLFI, lançada pela família Trump, lista Donald Trump e Steve Witkoff como cofundadores eméritos em seu site, embora negue cargos executivos para eles. Witkoff atua como enviado especial de Trump para o Oriente Médio. Um investimento separado de US$ 2 bilhões da MGX (dos UAE) na Binance usou a stablecoin USD1 da WLFI para liquidação, potencialmente impulsionando receitas da plataforma.

Khanna, ranking member do Comitê Seleto sobre China, enfatiza confiança pública e transparência. O caso ecoa preocupações globais com a interseção de criptomoedas, geopolítica e segurança nacional, especialmente em jurisdições como EUA e UAE.

Implicações para Investidores e Regulação Global

Para o ecossistema cripto, o escrutínio pode intensificar debates sobre conformidade e influência estrangeira em projetos DeFi. Investidores brasileiros, expostos a tendências globais, devem monitorar como regulações americanas afetam tokens como WLFI e stablecoins associadas. Tendências semelhantes emergem na UE e Ásia, moldando o futuro da adoção institucional.

O Congresso busca equilibrar inovação com salvaguardas nacionais, um dilema recorrente em blockchain. Vale acompanhar respostas da WLFI e desdobramentos até março.


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Baleia digital cyan coletando cristais XRP dourados contra correntes descendentes vermelhas, simbolizando acumulação de whales e velocidade recorde em queda de preço

XRP: Velocidade Recorde e Baleias Acumulam em Meio a Queda

A atividade de baleias no XRP atinge pico histórico, com 42 novas carteiras acima de 1 milhão de tokens adicionadas desde 1º de janeiro, totalizando 2.016 endereços detendo mais de US$ 2 milhões. Paralelamente, a Ripple movimentou 534 milhões de XRP entre wallets internas, enquanto o preço cai para mínima de 15 meses em US$ 1,11. Os dados on-chain mostram contraste entre uso da rede e pressão vendedora.


Velocidade de Transação Atinge Máximas Anuais

Os dados mostram que a velocidade de transação no XRP Ledger subiu para 0,013, nível coincidente com as máximas anuais vistas em 2025. Esse indicador mede a frequência com que cada XRP é transacionado por unidade de tempo, refletindo maior circulação e utilidade da rede. Após meses de resfriamento, o aumento sugere elevação na demanda por block space, impulsionada por trades, pagamentos ou atividades em DeFi.

No momento da análise, com preço em torno de US$ 1,57, a rede opera em alta fricção, típico de fases de redistribuição. Historicamente, níveis como 0,013 precedem pontos de inflexão, merecendo monitoramento para sinais de capitulação ou reversão. O volume de trading subiu 30% nas últimas 24 horas, apesar da queda de 10% no preço para US$ 1,43.

Acumulação por Grandes Detentores

Carteiras com pelo menos 1 milhão de XRP cresceram pela primeira vez desde setembro de 2025. Desde janeiro, 42 novas baleias entraram, elevando o total para 2.016, com holdings acima de US$ 2 milhões. Essa acumulação ocorre em fase de pullback, alterando a dinâmica de suprimento e sinalizando convicção subjacente não refletida no preço spot.

Os dados indicam que grandes investidores posicionam-se para potenciais shifts de mercado, comum em períodos de baixa confiança. Atualmente, cotação em R$ 6,96 (equivalente a US$ 1,32), com variação diária de -6,5% em reais.

Movimentações da Ripple e Pressão de Preço

A Ripple executou transferências internas totais de 534 milhões de XRP em três horas: 200 milhões seguidos de 100 milhões para uma wallet central, com redirecionamentos de 20 milhões, 15 milhões e 117 milhões para outros endereços. Um deles, rpx…ZY1, ligado a transações de baleias recentes, reteve 117 milhões.

Essas operações coincidem com o preço testando US$ 1,11, mínima de 15 meses, antes de recuperação para US$ 1,29. O movimento não implica venda imediata, mas destaca rotatividade interna em meio a onda vendedora ampla no mercado cripto.

Níveis Técnicos a Monitorar

Situação atual: velocidade alta e acumulação contrastam com preço em suporte de 15 meses. Contexto técnico aponta US$ 1,30 como resistência imediata, com suporte em US$ 1,11. Métricas on-chain sugerem maior engajamento, mas volume e open interest demandam atenção. Investidores devem observar continuidade da velocidade acima de 0,013 e endereços de baleias para indícios de fundo ou extensão da baixa.


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Investidor cartoon alarmado vendo monolito Bitcoin cair abaixo linha 70K rachada em meio a tempestade vermelha geopolítica

Tensões EUA-Irã Derrubam Bitcoin Abaixo de US$ 70k: Risco Geopolítico

O aviso urgente dos EUA para cidadãos deixarem o Irã intensificou as tensões geopolíticas, derrubando o Bitcoin para próximo de US$ 66 mil e o mercado cripto em 5,2%. Em vez de porto seguro, o BTC reage como ativo de risco em cenário risk-off, com queda de 6% no dia e 20% na semana. É o preço da guerra batendo no seu portfólio cripto — atenção para os riscos agora.


Contexto das Tensões EUA-Irã

A Embaixada Virtual dos EUA em Teerã emitiu um alerta de segurança máxima na sexta-feira, ordenando que americanos deixem o Irã imediatamente. O comunicado destaca riscos de cancelamentos de voos, bloqueios de internet e fechamento de estradas, recomendando planos de saída sem depender do governo americano. Essa medida ocorre às vésperas de reuniões em Omã entre EUA e Irã, envolvendo figuras como Steve Witkoff e Abbas Araghchi, sem consenso prévio na agenda.

Historicamente, ameaças semelhantes, como as de Donald Trump contra o Irã, já provocaram quedas acentuadas no BTC, como a perda do suporte em US$ 90 mil. É importante considerar que eventos geopolíticos imprevisíveis amplificam a volatilidade, transformando criptomoedas em alvos de venda rápida em momentos de incerteza global.

Impacto Imediato no Mercado Cripto

O mercado total encolheu para US$ 2,28 trilhões, com o Bitcoin cotado a US$ 66.656 (-6% diário, -28% mensal). Ethereum caiu 5,5% e XRP 7,2%, atingindo mínimas multimês. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 346.465 (-7,74% em 24h), refletindo pânico no mercado brasileiro.

Investidores migram para ativos seguros como dólar (R$ 5,28) e ouro, expondo a vulnerabilidade das criptos a choques externos. O risco aqui é uma correlação crescente com ações e commodities em cenários de aversão ao risco, questionando a narrativa de ‘ouro digital’ em crises reais.

US$ 70k: Nível Crítico de Suporte

Na análise técnica, o US$ 70 mil emerge como suporte psicológico chave, após quebra da mínima anual em US$ 74 mil. Gráficos diários mostram canal baixista, com possível consolidação entre US$ 70k-80k se demanda absorver vendas. Falha nesse nível abre caminho para US$ 63 mil.

Atividade de baleias reforça o interesse nesse patamar, com ordens grandes aparecendo em futures. No gráfico de 4h, o preço testa a borda inferior do canal, sugerindo pausa para correção. Atenção para volume de baleias: presença de ‘pontos verdes’ indica acumulação estratégica, mas volatilidade persiste.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

Em conflitos geopolíticos, o risco de liquidações em cascata é alto — lembre-se de 2022, quando guerras regionais aceleraram quedas de 50%. Monitore talks EUA-Irã, volume em US$ 70k e fluxos para stablecoins. Diversificação em reservas fiduciárias ou ouro pode mitigar exposições, mas avalie seu perfil de risco.

Não é FUD: é realismo. Pergunte-se: seu portfólio resiste a mais 10-20% de downside? Priorize preservação de capital em tempos incertos, observando sinais de estabilização antes de reposicionar.


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Regulador cartoon barrando pilares instáveis de stablecoins algorítmcas, abrindo caminho para pilar DREX sólido, simbolizando proibição no Brasil

Projeto de Lei Proíbe Stablecoins Algorítmicas no Brasil: Caminho Livre para o Drex

O governo brasileiro dá um passo decisivo na regulação de criptoativos ao avançar o Projeto de Lei 4.308/2024, que proíbe stablecoins algorítmicas e exige lastro integral 1:1 em moeda fiduciária ou ativos líquidos. Apresentado na Câmara dos Deputados, o texto responde a colapsos como o do UST da Terra em 2022, protegendo consumidores e preparando o terreno para o Drex, a moeda digital do Banco Central do Brasil (BCB). A medida, aprovada em comissão recente, alinha o país a padrões internacionais de estabilidade financeira.


Detalhes da Legislação e Motivações Oficiais

O PL 4.308/2024, relatado na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCTI), obriga emissores de stablecoins a segregar fundos de clientes do capital próprio, eliminando modelos algorítmicos sem reservas reais. Segundo autoridades do BCB, a iniciativa visa prevenir crises de liquidez, como a que destruiu bilhões no ecossistema Terra/Luna. Usuários brasileiros expostos a tokens semelhantes enfrentarão maior escrutínio regulatório, com proibição explícita de mecanismos matemáticos para manter paridade.

No contexto latino-americano, onde o Brasil lidera adoção cripto, essa norma sinaliza preferência por ativos lastreados, similar à MiCA na União Europeia, que também restringe stablecoins não colateralizadas. O texto avança para análise no plenário, com potencial sanção em 2026.

Conexão com o Drex e Tendências Globais

A proibição não é isolada: pavimenta o caminho para o Drex, plataforma de moeda digital do real explorada pelo BCB desde 2023. Apesar de pausas em testes iniciais por questões de escalabilidade e privacidade, o Drex busca interoperabilidade com stablecoins privadas reguladas. Paralelamente, nos EUA, a GENIUS Act discute reservas obrigatórias para emissores como Tether, enquanto a China mantém banimento total a cripto privadas.

Essa convergência global reflete uma narrativa comum: governos priorizam soberania monetária via CBDCs, relegando experimentos DeFi de alto risco. No Brasil, com volume de stablecoins superando 90% das transações digitais em ativos virtuais, a transição direciona capital para infraestrutura compliant.

Impactos Práticos para Investidores Brasileiros

Para o público local, o adeus às algorítmicas significa migração para USDT, USDC ou reais tokenizados, com exigência de identificação KYC e relatórios fiscais. Tokens como o antigo UST ilustram os riscos: descolamentos de paridade levaram a perdas totais, afetando milhões globalmente. Agora, emissores devem comprovar reservas auditadas, reduzindo volatilidade mas elevando barreiras de entrada.

Instituições financeiras brasileiras, como bancos e fintechs, ganham vantagem competitiva ao emitirem stablecoins reguladas, integrando-as a Pix e Drex. Investidores devem monitorar atualizações do BCB, pois a lei pode influenciar listagens em exchanges locais como Mercado Bitcoin e Binance Brasil.

Perspectivas e Próximos Passos Regulatórios

O cenário macro sugere consolidação: regulação clara atrai influxo institucional, mas comprime inovação em DeFi experimental. Países como Argentina e México observam o Brasil como benchmark regional. Com o PL em tramitação, o mercado aguarda posicionamento do Senado e possível veto ou ajustes presidenciais.

Em resumo, o Brasil equilibra inovação e proteção, moldando um ecossistema cripto maduro alinhado a potências globais. Investidores atentos a essa evolução estratégica posicionam-se melhor em um portfólio diversificado e compliant.


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Balança cartoon com trabalhadores desempregados puxando um lado e burocrata Fed elevando juros baixos com investidor cripto, sinalizando impacto bullish no Bitcoin

Fed: Dados Fracos de Emprego Elevam Odds de Corte de Juros

Os dados fracos de jobless claims e JOLTS divulgados nos EUA elevaram a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) na reunião de março para 18%, segundo o CME FedWatch Tool. Anteriormente em 10%, o aumento reflete um mercado de trabalho enfraquecido, com claims em 231 mil (acima dos 212 mil esperados) e vagas em 6,5 milhões (abaixo de 7,2 milhões projetados). Esse cenário pode proporcionar o impulso necessário ao Bitcoin, que registra queda de 7,58% nas últimas 24 horas.


Detalhes dos Indicadores de Emprego

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 31 de janeiro atingiram 231 mil, superando as estimativas de 212 mil e os 209 mil da semana anterior, conforme dados do Departamento do Trabalho. Simultaneamente, o relatório JOLTS de dezembro apontou 6,5 milhões de vagas de emprego, uma redução ante os 7,2 milhões aguardados pelos analistas. O ADP, por sua vez, registrou apenas 22 mil empregos criados no setor privado em janeiro, bem abaixo dos 45 mil previstos e revisados para baixo de dezembro (37 mil).

Esses números sinalizam uma desaceleração no mercado laboral, atribuída em parte a condições climáticas adversas, mas reforçam a narrativa de enfraquecimento estrutural. O Fed, que pausou os cortes de juros na última reunião do FOMC, citando estabilização do emprego e inflação acima da meta de 2%, pode rever sua postura diante desses indicadores.

Reação dos Mercados Tradicionais e Cripto

Nos mercados tradicionais, os yields dos Treasuries de 10 anos recuaram ligeiramente, refletindo apostas em política monetária mais acomodatícia. O S&P 500 e o Nasdaq exibiram volatilidade mista, com foco no relatório oficial de empregos de janeiro, agora agendado para 11 de fevereiro devido ao shutdown governamental nos EUA.

No criptomercado, o Bitcoin caiu para cerca de US$ 65 mil, equivalente a R$ 347.184 segundo o Cointrader Monitor, com variação de -7,58% em 24 horas e volume de 1.524 BTC. O dólar opera a R$ 5,28. Apesar da correção, um corte de juros tende a favorecer ativos de risco como criptomoedas, reduzindo o apelo de rendimentos fixos e estimulando fluxos para Bitcoin.

Contexto do Fed e Níveis a Observar

O presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, e o chair Jerome Powell sinalizaram cautela, priorizando a inflação. No entanto, o governador Chris Waller, que dissentiu favoravelmente a um corte de 25 bps na última reunião, destacou fraquezas persistentes no emprego comparado à média de 10 anos. A probabilidade de 18% para março permanece baixa, mas o relatório nonfarm payrolls de 11/02 será pivotal.

Para traders, níveis técnicos no Bitcoin incluem suporte em US$ 60-65 mil e resistência em US$ 70 mil. Os dados macro sugerem monitoramento de yields e CME FedWatch para sinais adicionais de flexibilização monetária, que historicamente correlacionam com altas em cripto.

Implicações para Investidores Cripto

Uma flexibilização pelo Fed pode aliviar a pressão vendedora atual no Bitcoin, impulsionando uma recuperação de curto prazo. No entanto, a correlação com macroeconomia persiste: yields elevados e inflação resistente limitam o upside. Investidores devem acompanhar o payrolls e declarações do FOMC, priorizando gerenciamento de risco em meio à volatilidade.


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Prisma Ethereum refratando fluxo massivo de transações em feixes ramificados com holograma 1000x, simbolizando proposta de escalabilidade de Vitalik

Proposta de Vitalik para 1000x Mais Escalável no Ethereum

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, propôs um design de estado em múltiplos níveis para alcançar escalabilidade 1000 vezes maior na camada 1, no mesmo dia em que a rede registrou um recorde histórico de 2,88 milhões de transações em 24 horas. A iniciativa aborda o crescimento anual de 100 GB no estado da blockchain, preparando o terreno para adoção em massa sem comprometer a compatibilidade com aplicações existentes. Essa combinação de inovação técnica e uso real sinaliza maturidade na rede.


Desafio da Escalabilidade Assimétrica

O Ethereum enfrenta realidades distintas para escalar execução, dados e estado. Enquanto ZK-EVMs prometem ganhos de 1000x na execução e PeerDAS na disponibilidade de dados, o estado — que armazena saldos, contratos e histórico — cresce 100 GB por ano. Com um aumento de 20x na atividade, isso resultaria em 2 TB anuais, totalizando 8 TB em quatro anos.

Manter esse volume exige atualizações logarítmicas em árvores Merkle para cada escrita, sobrecarregando bancos de dados distribuídos. Construtores de blocos precisam do estado completo para validar qualquer bloco, independentemente do limite de gás, tornando o sharding tradicional inviável. Como um banco de dados centralizado que se expande indefinidamente, o estado assimétrico demanda abordagens conservadoras para viabilizar construção permissionless.

A atualização Dencun reduziu taxas para US$ 0,15 em média, impulsionando o recorde de transações, mas 80% do crescimento recente vem de spam como address poisoning e dust attacks. Métricas on-chain agora priorizam qualidade sobre volume bruto.

Soluções Anteriores e Seus Limites

Propostas como statelessness forte exigem provas Merkle para acessos de estado, elevando custos de banda para 4 KB por transferência ERC20 simples e quebrando compatibilidade com padrões dinâmicos de armazenamento. Mecanismos de expiração de estado falham na criação de contas novas, demandando provas históricas completas ou lookups lineares ao longo dos anos.

Buterin identifica padrões viáveis: substituir acessos excepcionais por branches Merkle é aceitável, mas generalizar para todos é excessivo. Sistemas de tiers distinguem estado de alto valor (frequentemente acessado) de baixo valor (raro), preservando chamadas síncronas dinâmicas no tier superior para composabilidade em DeFi.

Contas de usuários e código de contratos permanecem permanentes, enquanto NFTs e posições individuais migram para tiers inferiores, otimizando custos sem ruptura imediata.

Novos Tipos de Armazenamento Propostos

A solução central é o armazenamento temporário, que reseta mensalmente, ideal para leilões, votações de governança e eventos de jogos. Com 8 TB mensais suportados por apenas 16 GB permanentes via bitfields de ressurreição, equilibra custo e utilidade.

Sistemas UTXO levam a expiração ao extremo, com duração zero para saldos ERC20, similar ao modelo Bitcoin. Desenvolvedores escolhem: permanente para contratos core como lending protocols, temporário para posições CDPs. A migração gradual permite adaptação, mantendo TVL e usuários ativos crescentes — cerca de 1 milhão diários agora.

O Ethereum atual cotado a aproximadamente R$ 10.040 reflete resiliência, com 30% do suprimento em staking (yield de 2,84%) e influxo de US$ 500 milhões em ETFs recentes.

Implicações para Adoção em Massa

Essa proposta transforma o Ethereum de plataforma congestionada em infraestrutura escalável para finanças digitais. Distinguir atividade econômica de ruído pós-upgrades é crucial, mas com taxas baixas e segurança estendida via restaking (ex: EigenLayer), a rede atrai instituições.

Desenvolvedores ganham flexibilidade para otimizar custos sem reescrever código do zero. Para o ecossistema, significa suporte a milhões de transações diárias sustentáveis, pavimentando para DeFi global e dApps de alto throughput. Vale monitorar commits no GitHub e testes em devnets para validar viabilidade técnica.


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Policiais cartoon algemando suspeito sombrio com moedas Bitcoin derramando, simbolizando prisão por golpe de R$ 360 mil em Goiás

Polícia de Goiás Prende Suspeito de Golpe com Bitcoin de R$ 360 Mil

A Polícia Civil de Goiás prendeu um suspeito acusado de aplicar golpe financeiro de cerca de R$ 360 mil usando Bitcoin. A ação, parte da Operação Chave Mestra conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), ocorreu na quarta-feira (4). O investigado se passava por consultor financeiro, prometendo lucros fáceis com ‘renda fixa em Bitcoin’ – uma impossibilidade técnica que já levanta bandeiras vermelhas. Este caso serve de alerta: promessas de rendimento garantido em cripto frequentemente escondem fraudes.


Modus Operandi do Golpe

Investigações revelam que o suspeito conquistou a vítima se apresentando como especialista em operações na B3 e day trade. Ele firmou contratos de ‘prestação de serviços’ para gerir investimentos, começando com R$ 50 mil em uma consultoria básica. Em seguida, um segundo contrato de R$ 132 mil prometia administração e devolução com rendimentos. A etapa final envolveu a transferência de cerca de R$ 175 mil em Bitcoin para uma carteira criada em nome da vítima – mas cujas chaves privadas estavam sob controle exclusivo do golpista.

Durante o período, ele enviava relatórios unilaterais e não verificáveis, mantendo a confiança da vítima enquanto retinha acesso total aos fundos. Evidências apontam para uma estratégia clássica de fraudes: criar ilusão de profissionalismo com documentos falsos e promessas irrealistas, como ‘renda fixa em Bitcoin’, que ignora a volatilidade inerente da criptomoeda.

Red Flags e Ocultação de Fundos

O esquema apresenta múltiplas inconsistências que investidores atentos poderiam identificar. Primeiro, a oferta de ‘renda fixa’ em um ativo volátil como Bitcoin é uma contradição óbvia – produtos reais como Renda Fixa Digital existem, mas não garantem retornos fixos em BTC puro. Segundo, a entrega de chaves privadas ao suposto consultor viola princípios básicos de custódia: você nunca transfere controle total de seus ativos.

Após receber os valores, o suspeito iniciou a fase de lavagem, gerando múltiplos endereços Bitcoin e realizando transações em cadeia para ofuscar o rastro. Apesar disso, a DERCC logrou êxito no rastreamento on-chain, identificando concentração dos fundos em uma corretora brasileira regulamentada. Este detalhe destaca a importância de ferramentas de análise blockchain em investigações policiais.

Ação da DERCC e Implicações

A delegada Bárbara Natal Buttini, responsável pelo caso, detalhou ao Jornal Anhanguera como a polícia cumpriu prisão em flagrante e mandado de busca. As investigações prosseguem para mapear outras vítimas e possíveis cúmplices. Este não é um caso isolado: fraudes com cripto crescem no Brasil, explorando o entusiasmo com Bitcoin, atualmente cotado a R$ 346 mil segundo o Cointrader Monitor.

A operação reforça o papel das delegacias especializadas em crimes cibernéticos, equipadas para lidar com transações pseudônimas do blockchain. Para o mercado, é um lembrete de que a adoção institucional não isenta riscos de amadores mal-intencionados.

Como se Proteger de Golpes Semelhantes

Para evitar cair em armadilhas como esta, verifique sempre credenciais: consultores legítimos não pedem chaves privadas nem prometem retornos fixos em cripto. Use exchanges reguladas pela CVM ou Banco Central, mantenha custódia própria e valide relatórios com ferramentas independentes como Etherscan ou block explorers. Suspeite de pressões para transferências rápidas ou narrativas de ‘oportunidade única’. Denuncie à polícia ou plataformas como o Reclame Aqui ao primeiro sinal de irregularidade. A proteção começa com ceticismo: se parece bom demais, provavelmente é golpe.


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Balança da justiça cartoon rompendo escudo USDC rachado, simbolizando bloqueio judicial pela Justiça de SP em fraudes cripto

Justiça de SP Bloqueia USDC na Circle: Fim do Mito da Imunidade?

Imagine perder R$ 68 mil em um golpe com criptomoedas e, de repente, a Justiça consegue congelar o dinheiro diretamente na empresa emissora do USDC, a Circle. Isso aconteceu em São Paulo: um juiz determinou o bloqueio de uma stablecoin em um caso de fraude de US$ 13 mil. É o fim do mito de que ativos digitais são ‘inatingíveis’ pela lei brasileira? A decisão inédita traz esperança para vítimas comuns, mostrando que o rastreamento em blockchain pode recuperar valores perdidos.


Como o Golpe Funcionou na Prática

O esquema começou com anúncios falsos prometendo lucros altos no mercado cripto usando ‘inteligência artificial’. Um suposto mentor guiou a vítima passo a passo, criando confiança aos poucos. Ela foi levada a uma plataforma chamada “Atual Invest“, com cara de profissional, mas registrada anonimamente dias antes.

A vítima depositou cerca de US$ 13 mil (uns R$ 68 mil pelo câmbio atual de R$ 5,28 por dólar), convertidos em cripto. O site mostrava ganhos constantes, incentivando mais aportes. Ao tentar sacar, veio a cilada: taxas extras e impostos inventados. Mesmo pagando mais, nada saiu. No Reclame Aqui, já há sete queixas parecidas contra a plataforma.

A Decisão Judicial e o Papel da Circle

A Justiça de SP, em decisão liminar de uma Vara Cível, mandou a Circle bloquear os USDC específicos envolvidos. Diferente das exchanges comuns, a Circle tem tecnologia para congelar tokens individuais por ordem judicial. Isso foi possível graças ao rastreamento em blockchain, que seguiu o caminho do dinheiro até a custódia na emissora.

O bloqueio é cautelar: temporário, para preservar os valores até o julgamento final. Não pune a Circle, mas impede que o golpista mova o dinheiro. Raphael Souza, advogado da vítima e especialista em cripto, diz que isso ‘muda o jogo’ para quem perde em fraudes.

O Que Muda para Vítimas Brasileiras

Para o cidadão comum no Brasil, que usa stablecoins como USDC para remessas ou proteção contra inflação sem ser expert em trading, isso é um alívio prático. Antes, o dinheiro sumia no blockchain e adeus. Agora, com precedente em SP, juízes podem mirar direto nas emisoras como Circle ou Tether. Equivale a bloquear uma conta bancária, mas no mundo cripto.

Especialistas preveem mais ações assim, ampliando a cobrança além de exchanges locais. Para famílias que mandam dinheiro ao exterior ou guardam em dólar digital, significa mais segurança – desde que denunciem rápido e contratem ajuda jurídica.

O Que Você Pode Fazer para se Proteger

  • Situação clara: Golpes assim visam o dia a dia, não só traders.
  • Impacto: Perdas como R$ 68 mil podem ser vários meses de aluguel ou dívidas quitadas.
  • O que fazer:
    1. Verifique plataformas no Reclame Aqui antes de investir.
    2. Use só exchanges conhecidas, ative autenticação 2FA e nunca pague ‘taxas extras’ para sacar.
    3. Se cair no golpe, registre BO, rastreie via blockchain (ferramentas grátis como Etherscan) e busque advogado especializado.

Monitore seu bolso: cripto ajuda na inclusão, mas exige olho vivo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo fintech cartoon erguendo troféu 1B sobre plataforma blockchain em tempestade de mercado, simbolizando sucesso da SoFi impulsionado por cripto

SoFi Bate US$ 1 Bi em Receita: Cripto Impulsiona Fintech no Crash

A SoFi Technologies reportou receita ajustada recorde de US$ 1,013 bilhão no quarto trimestre de 2025, alta de 37% em relação ao ano anterior, com lucro líquido de US$ 173,5 milhões. As ações subiram mais de 6% em pré-mercado. Paralelamente, a Coinbase anunciou a listagem spot do token HYPE do Hyperliquid, sinalizando continuidade na adoção institucional mesmo em meio à volatilidade do mercado.


Recorde Financeiro da SoFi

A fintech americana alcançou marcos impressionantes no período, com EBITDA ajustado crescendo 60,6% para US$ 317,6 milhões e receitas de taxas saltando 53% para US$ 443,3 milhões. Esse desempenho reflete a diversificação bem-sucedida, ancorada no segmento de serviços financeiros que cresceu 78%, atingindo US$ 456,7 milhões. A SoFi adicionou um recorde de 1,027 milhão de membros, elevando o total para 13,7 milhões, com foco em produtos como SoFi Money, Relay e Invest.

Esses números, equivalentes a cerca de R$ 5,35 bilhões em receita (cotação do dólar a R$ 5,28), demonstram como o ecossistema cripto está se integrando à economia tradicional, impulsionando crescimento sustentável para empresas inovadoras.

Estratégia Blockchain da SoFi

O segredo do sucesso está na aposta ousada em criptoativos. A empresa lançou o stablecoin SoFiUSD em blockchain pública para liquidações 24/7 empresariais, retomou negociações de cripto para consumidores e expandiu pagamentos cross-border via Bitcoin Lightning Network em mais de 30 países, em parceria com a Lightspark. O CEO Anthony Noto sinalizou planos para opções de empréstimos e staking, reforçando a tesouraria corporativa em ativos digitais.

Para 2026, a gestão projeta crescimento de pelo menos 30% na base de membros e receita ajustada de US$ 4,66 bilhões, com lucro de US$ 825 milhões. Esses fundamentos se fortalecem, independentemente das oscilações de curto prazo no Bitcoin, que segundo o Cointrader Monitor está a R$ 344.702, com queda de 8,35% em 24 horas.

Listagem do HYPE na Coinbase

Enquanto a SoFi consolida sua posição, a Coinbase avança na listagem do HYPE-USD, token nativo do Hyperliquid, um DEX de perpétuos em L1 própria que combina performance de CEX com transparência on-chain. A negociação abre assim que condições de liquidez forem atendidas, hoje mesmo. Esse movimento reflete a maturidade do ecossistema, com protocolos gerando receitas reais e atraindo liquidez de grandes exchanges.

HYPE destaca-se por volumes bilionários e mecanismos de recompra via receitas do protocolo, atraindo baleias e governança comunitária ativa.

Resiliência e Adoção em Alta

O mercado cripto está construindo bases sólidas. Apesar do crash atual, com Bitcoin testando suportes, fluxos institucionais como os da SoFi e listagens na Coinbase indicam que a narrativa de adoção prevalece. Empresas veem cripto não como especulação, mas como motor de receita e inovação. Investidores de longo prazo sabem: ciclos passados mostram que volatilidade é o preço da maturidade. Vale monitorar esses participantes para capturar a tendência macro.


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Fluxo cristalino de USDC através de camadas glassmorphic transparentes, simbolizando migração nativa para maior eficiência no Polymarket

Polymarket Migra para USDC Nativo: Mais Eficiência nos Palpites

A Polymarket, maior plataforma de mercados de previsão onchain, anunciou migração para o USDC nativo da Circle, deixando de lado o USDC.e bridged no Polygon. Isso promete mais eficiência e liquidez para quem aposta em eventos reais, como eleições ou economia. Para o usuário comum, significa transações mais rápidas e estáveis, sem depender de pontes externas que podem atrasar ou custar caro. A mudança rola nos próximos meses, sem interromper mercados abertos.


O Que Muda na Infraestrutura da Plataforma

Hoje, a Polymarket roda no Polygon e converte depósitos de Ethereum, Solana, Arbitrum e Base em USDC.e, uma versão bridged que depende de contratos externos. Com a parceria da Circle, entra o USDC nativo, emitido diretamente pela empresa e resgatável 1:1 por dólares reais. Isso elimina intermediários, reduz riscos e melhora a capital efficiency.

Jeremy Allaire, CEO da Circle, destacou que isso alinha a velocidade dos dólares digitais à da informação que move as previsões. Para quem usa no dia a dia, é como trocar um câmbio com spread alto por uma conversão direta no banco – mais simples e confiável.

A Polymarket já movimentou bilhões em 2025, virando referência para traders profissionais e até firmas financeiras que usam seus preços como termômetro de expectativas reais.

Benefícios Práticos para o Usuário Comum

Pense no seu palpite sobre o próximo jogo da Seleção ou inflação no Brasil: com mais liquidez, ordens entram e saem mais rápido, sem slippage que come seus ganhos. USDC nativo traz escalabilidade e compatibilidade institucional, o que significa mercados mais profundos e menos volatilidade no colateral.

Shayne Coplan, da Polymarket, reforça que isso cria um padrão consistente de settlement em dólares, ideal para quem quer resultados previsíveis. No Brasil, onde instabilidade cambial é rotina, ter um stablecoin backed por dólares reais dá paz de espírito – você aposta sem se preocupar com pontes falhando.

Exemplo prático: uma aposta de R$ 500 (uns US$ 90) sai mais barata em fees e liquida sem atrasos, equivalente a evitar aquela taxa extra no Pix internacional.

Impacto para Brasileiros e Próximos Passos

Para nós, que lidamos com dólar volátil e burocracia em remessas, essa estabilidade é ouro. A Polymarket ganhou app nos EUA após aprovação da CFTC em dezembro de 2025, abrindo portas para mais acessibilidade global. Brasileiros podem usar via VPN ou carteiras compatíveis, mas fique de olho em impostos sobre ganhos.

O que fazer agora? Verifique sua carteira Polygon para USDC.e e prepare para a migração – a plataforma vai coordenar para não bagunçar posições abertas. Monitore anúncios oficiais e teste com valores pequenos para sentir a diferença na velocidade.

Stablecoins como USDC seguem como ponte entre finanças tradicionais e crypto, atraindo quem fugia de bridged assets por medo de hacks ou atrasos.


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Medidor de medo e ganância com agulha no extremo 9 vermelho, representando pânico no mercado cripto e oportunidades para investidores

Pânico Extremo: Índice de Medo e Ganância em 9 no Mercado Cripto

O Índice de Medo e Ganância do mercado cripto despencou para 9, nível de pânico extremo não visto desde junho de 2022. Pense assim: é como se o mercado todo estivesse com frio na barriga, após a liquidação de US$ 2,7 bilhões em posições alavancadas. O Bitcoin testou os US$ 60 mil e agora oscila acima de US$ 65 mil. O que isso significa para você, investidor? Em outras palavras, momentos assim historicamente precedem viradas. Vamos entender juntos.


O Que é o Índice de Medo e Ganância?

Imagine um termômetro que mede o “humor” do mercado cripto. Esse é o Índice de Medo e Ganância, criado para mostrar se os investidores estão com medo (vendendo tudo) ou ganância (comprando sem parar). Ele varia de 0 a 100: abaixo de 25 é “medo extremo”, acima de 75 é “ganância extrema”.

Em outras palavras, o índice analisa dados como volatilidade dos preços, volume de negociações, pesquisas de opinião e o domínio do Bitcoin sobre altcoins. Pense assim: se todo mundo está vendendo por pânico, o índice cai; se a euforia reina, ele sobe. Atualmente em 9, conforme o sentimento mais baixo em 3,5 anos, estamos no vermelho total.

Por que importa? Porque ele ajuda a evitar decisões emocionais. Ninguém nasce sabendo, mas entender isso é o primeiro passo para investir com calma.

Por Que o Índice Caiu para 9 Agora?

O gatilho recente foi a liquidação de US$ 2,7 bilhões em alavancagem nas últimas 24 horas, com o Bitcoin caindo mais de 10%. Fatores globais pesam: incertezas com o Federal Reserve, dólar forte (DXY em alta), tensões geopolíticas e até estresse em títulos japoneses e no setor de tech/AI.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 344.303,43 (fonte), com variação de -8,7% em 24h. Isso significa que o mercado está reagindo a pressões macroeconômicas, como um investidor comum fugindo de ativos de risco. Exemplo prático: é como o real desvalorizando ante o dólar em tempos de crise — todo mundo corre para o “porto seguro”.

Analistas da Hashdex apontam que, apesar do drawdown, o Bitcoin deve ganhar como “ouro digital” com mais adoção e clareza regulatória, como o CLARITY Act nos EUA.

Lições do Passado: 2022 e as Viradas do Mercado

Lembra 2022? O colapso da Terra Luna levou o índice a níveis parecidos, com pânico generalizado. Mas o que veio depois? Uma recuperação forte em 2023-2025, com Bitcoin atingindo US$ 126 mil. Histórico mostra: extremos de medo costumam ser fundos — pontos de fundo onde o excesso de vendas cria oportunidades.

Pense assim: no Brasil, é como comprar ações baratas após uma crise política. O sentimento atual ecoa aquela era, mas com open interest de futuros em baixa (US$ 21,96 bilhões), sinal de que especuladores saíram, deixando espaço para investidores de longo prazo.

Isso significa que pânico é normal, mas reagir com inteligência emocional é chave. Monitore, não venda no desespero.

O Que Fazer em Momentos de Pânico Extremo?

Primeiro, respire. Use o índice como guia, não como pânico. Defina sua estratégia: diversifique, invista o que pode perder e foque no longo prazo. Exemplo: em vez de alavancagem arriscada, opte por hold (manter) em carteiras seguras.

Vale monitorar desenvolvimentos como integração de ativos digitais na infraestrutura financeira. Saia daqui confiante: você agora entende o medo como sinal, não como fim. Parabéns pelo aprendizado!


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Executivos cartoon tech saindo de portas europeias com caixas de 25% demissões e seta vermelha na Amazon, simbolizando recuo setorial em IA

Recuo Tech: Gemini Sai da Europa e Amazon Cai 10% no Pós-Mercado

A conta chegou para as gigantes tech e cripto: a Gemini anuncia demissões de 25% da equipe e saída da Europa, Reino Unido e Austrália, com contas fechando em 6 de abril de 2026. Já a Amazon, mesmo com lucros recordes no 4º trimestre, vê ações despencarem 10% após revelar planos de gastar US$ 200 bilhões (R$ 1,055 trilhão) em infraestrutura de IA em 2026. Esse momento de austeridade global afeta o mercado todo, inclusive cripto, que opera em queda hoje.


Saída da Gemini: Prazos e Impactos para Usuários

A exchange americana, fundada pelos irmãos Winklevoss, justifica a retração por falta de demanda nesses mercados e custos operacionais altos. Usuários na Europa, UK e Austrália entram em modo “saque apenas” a partir de 5 de março, com contas definitivas fechadas em 6 de abril. É possível transferir saldos para a eToro via parceria.

Para brasileiros que usam Gemini — mesmo que indiretamente via remessas ou holdings —, isso sinaliza complexidade regulatória crescente. Imagine ter fundos travados por burocracia internacional: o prazo apertado força ação rápida. A empresa foca agora nos EUA e em mercados de predição, onde já atraiu 10 mil usuários e US$ 24 milhões em volume desde dezembro.

As ações da Gemini (GEMI), listadas na Nasdaq desde setembro a US$ 28, caíram para US$ 6,77 após o anúncio — queda de mais de 75% do IPO. Isso reflete o ajuste de expectativas no setor cripto.

Amazon e o Choque do Capex em IA

A Amazon reportou receita de US$ 213,4 bilhões e lucro de US$ 21,2 bilhões no 4º trimestre, impulsionados por Natal forte e AWS crescendo 24%. Mas o plano de US$ 200 bilhões em capex para 2026, focado em IA, derrubou as ações abaixo de US$ 200 no after-hours — perda de 10%.

Com o dólar a R$ 5,28 hoje, isso equivale a cerca de R$ 1,055 trilhão em investimentos, mais que o PIB anual de muitos estados brasileiros. Investidores temem que os gastos comecem a pesar nos lucros, especialmente com demissões recentes de 16 mil funcionários para cortar custos em unidades ruins.

Previsão para 1º tri 2026: receita de US$ 173-178 bilhões. O setor tech entra em fase de ‘realinhamento’ após o hype da IA.

Por Que Isso Importa para o Brasileiro no Cripto

Esses recuos conectam tech e cripto: Gemini corta 25% dos jobs para lucrar, Amazon demite apesar de caixa farta. No Brasil, onde usamos exchanges globais para remessas ou hedge contra inflação, isso aumenta volatilidade. Veja os preços hoje: Bitcoin a US$ 64.907 (-9,41%), Ethereum a US$ 1.876 (-12%). Equivale a ver o salário mínimo evaporar em semanas.

O impacto prático? Taxas de câmbio oscilam mais, remessas para família no exterior ficam caras. Empresas priorizam eficiência, o que pode baixar custos para usuários no longo prazo, mas curto prazo é cautela.

O Que Fazer Agora: Passos Práticos

  1. Verifique se tem conta Gemini em mercados afetados — saques até abril evitam travas.
  2. Monitore ações tech (AMZN, GEMI) via apps gratuitos; queda pode ser compra se acreditar no rebound.
  3. Diversifique: não deixe tudo em uma exchange ou ação; pense em stablecoins para remessas.
  4. Acompanhe dólar (R$ 5,28) para converter ganhos cripto em reais sem perda extra.

Esse ‘recessão tech’ testa resiliência, mas oportunidades surgem na baixa. Fique atento, ajuste carteira e evite pânico.


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Deputado cartoon com lupa sobre contrato UAE-Trump marcado 500M, revelando engrenagens cripto, simbolizando investigação congressional

Congresso dos EUA Investiga US$ 500 Milhões do UAE em Cripto de Trump

O deputado democrata Ro Khanna, líder da minoria do Comitê de Competição Estratégica com a China na Câmara dos EUA, iniciou uma investigação sobre aporte de US$ 500 milhões de um grupo ligado a Abu Dhabi na World Liberty Financial (WLFI), plataforma de criptomoedas associada à família do presidente Donald Trump. A investigação busca esclarecer propriedade, fluxos financeiros e possíveis influências em políticas de exportação de chips de IA, levantando preocupações de segurança nacional e conflitos de interesse em meio à diplomacia cripto global.


Detalhes da Investigação de Khanna

O parlamentar enviou uma carta formal aos cofundadores da WLFI, incluindo o CEO Zach Witkoff, exigindo documentos abrangentes: registros de propriedade, capitalização, transferências bancárias, atas de diretoria e comunicações internas relacionadas ao negócio. Segundo reportagens recentes, Khanna determinou um prazo para cumprimento e preservação de materiais, enfatizando a necessidade de transparência em transações que envolvem atores estrangeiros de peso.

A iniciativa destaca o papel de Xeique Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, conselheiro de segurança nacional dos Emirados Árabes Unidos desde 2016, que teria adquirido 49% de participação na WLFI por meio desse investimento. Tal conexão eleva o escrutínio, pois o xeique é figura central na agenda econômica e tecnológica de Abu Dhabi.

Riscos de Segurança Nacional e Chips de IA

Khanna vincula o timing do aporte a mudanças recentes nas aprovações de exportação de semicondutores avançados de IA para os UAE, questionando se há sobreposição entre o fluxo financeiro e decisões de política externa. "Nossa capacidade de competir com o Partido Comunista Chinês depende da integridade do processo decisório", escreveu o deputado, conforme documentos oficiais.

Essa interseção entre cripto e tecnologia estratégica reflete uma tendência global: governos estrangeiros usando investimentos em blockchain para influenciar agendas bilaterais. Os EUA, em particular, monitoram fluxos para o Oriente Médio, onde stablecoins como o USD1 da WLFI podem facilitar transações de grande volume com implicações geopolíticas.

Resposta da Família Trump e Contexto Político

O presidente Trump declarou desconhecer o acordo, afirmando que "meus filhos estão cuidando disso", separando os negócios familiares de suas funções oficiais. A WLFI descreveu a transação como assunto privado, mas a divulgação veio após reportagens jornalísticas, alimentando debates sobre ética pública.

Khanna, que em outubro passado propôs legislação para proibir presidentes, congressistas e familiares de negociarem cripto, vê no caso um possível violação de leis e da Constituição americana. Essa postura insere-se em um Congresso dividido sobre regulação de ativos digitais, com o atraso no CLARITY Act exemplificando tensões entre inovação e supervisão.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores internacionais, incluindo brasileiros, o episódio ilustra como cripto se entrelaça com diplomacia de alto nível. Decisões em Washington podem impactar fluxos de capital do Golfo Pérsico para projetos DeFi, afetando valuations e regulações downstream. Autoridades globais, de Bruxelas a Brasília, observam se isso acelera escrutínio sobre stablecoins e influência estrangeira em fintech.

Vale monitorar respostas da WLFI e eventuais ações judiciais, pois precedentes como esse moldarão o futuro da adoção institucional de cripto em contextos geopolíticos sensíveis.


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Executivo cartoon protegendo-se de chuva de e-mails sombrios com silhueta espectral, simbolizando crise reputacional de Epstein na Blockstream

Sombras do Passado: E-mails de Epstein Citam Bitcoin e Crise na Blockstream

Documentos do Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) liberados recentemente revelam que e-mails de Jeffrey Epstein citam Bitcoin 1.522 vezes, além de nomes como Brock Pierce (1.801 menções) e Adam Back (19 vezes). Embora sem provas de irregularidades, as conexões geram crise na Blockstream, com pedido de renúncia do CEO por Luke Dashjr. Investigações apontam elos tóxicos que abalam a reputação do ecossistema Bitcoin.


Menções Frequentes nos Arquivos do DoJ

Os arquivos do DoJ, acessíveis via mecanismo de busca oficial, mostram Bitcoin como termo recorrente nos e-mails e anexos de Epstein entre 2002 e 2017. Evidências indicam tentativas do financista de se aproximar de desenvolvedores e iniciativas Bitcoin, incluindo doações de US$ 850 mil ao MIT, dos quais US$ 525 mil foram para o Digital Currency Initiative (DCI). Recursos indiretos financiaram devs do Bitcoin Core após falência da Bitcoin Foundation.

Joichi Ito, ex-diretor do MIT Media Lab, manteve contatos frequentes com Epstein, conectando círculos acadêmicos ao ecossistema cripto. O termo surge em contextos de transferências, investimentos e networking, refletindo o interesse de Epstein por ativos emergentes na época.

Conexões com Executivos e Empresas Cripto

Coinbase aparece 266 vezes, com e-mails revelando investimento inicial de Epstein na Série C (2014, avaliação de US$ 400 milhões), intermediado por Brock Pierce, cofundador da Tether e Blockchain Capital. Fred Ehrsam, cofundador da exchange, sabia da origem dos fundos. Pierce, com quase 2 mil menções, discutiu negócios cripto pós-condenação de Epstein em 2008, inclusive planos com Winklevoss e Mt. Gox.

Ethereum tem 69 citações, Vitalik Buterin (8), Binance (6) e stablecoin (13). Nenhuma implica culpa direta, mas levanta questões sobre due diligence em parcerias antigas.

Crise de Liderança na Blockstream

Adam Back, pioneiro Bitcoin e CEO da Blockstream, é mencionado 19 vezes. Documentos mostram negociações em 2014 para viagem de Epstein a Montreal, onde equipe Blockstream participou de evento. Um e-mail cita suposta visita de “Andy Back” à ilha de Epstein, possivelmente erro ou referência a Adam.

Luke Dashjr, dev veterano, exige renúncia: “Revelações sobre Adam e a Ilha de Epstein esclarecem hostilidade e corrupção profunda”. Back nega visitas diretas, atribuindo investimento indireto via fundo de Joi Ito. A tensão expõe divisões internas.

Impacto Reputacional e Lições

Embora sem evidências criminais ligadas a cripto, os elos abalam confiança na comunidade Bitcoin. Investidores devem monitorar governança em projetos-chave como Blockstream. Bandeiras vermelhas incluem falta de transparência em financiamento inicial e associações questionáveis. Para se proteger, priorize due diligence on-chain e evite euforia sem verificação documental. O caso reforça: reputação importa tanto quanto tecnologia.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Octaedro dourado no fundo de escala geométrica marcada 17, representando RSI histórico de sobrevenda extrema no Bitcoin

Bitcoin em Sobrevenda Histórica: RSI no Terceiro Mais Baixo da História

O Índice de Força Relativa (RSI) do Bitcoin registrou o terceiro nível mais baixo da história, em torno de 17, indicando condições extremas de sobrevenda. Esse patamar raríssimo, visto apenas em momentos de capitulação profunda como março de 2020 e dezembro de 2018, historicamente precedeu recuperações violentas. Os dados mostram que a ‘mola’ do preço pode estar esticada demais para baixo, com o BTC caindo abaixo de US$ 65.000 nesta quinta-feira (5/2/2026).


O RSI e Seu Nível Atual

O RSI é um indicador de momentum que mede a velocidade e a magnitude das mudanças recentes de preço em uma escala de 0 a 100. Valores abaixo de 30 sugerem sobrevenda, mas 17 é excepcionalmente raro para o Bitcoin em gráficos diários. Segundo os dados técnicos analisados, esse é o terceiro pior registro histórico, atrás apenas das mínimas de 2018 e 2020.

No momento da consulta, o Bitcoin opera a R$ 332.512,83, com variação de -12,63% nas últimas 24 horas, de acordo com o Cointrader Monitor. O volume negociado foi de 1.216 BTC nas exchanges brasileiras, refletindo liquidações intensas.

Contexto Histórico: 2018 e 2020

Em dezembro de 2018, durante o mercado baixista, o RSI diário do BTC caiu para cerca de 15, marcando o fundo do ciclo. Após isso, o preço iniciou uma recuperação que levou a uma alta de mais de 300% em 2019. Da mesma forma, em março de 2020, com a pandemia global, o indicador atingiu 18, seguido por uma explosão de preço que culminou no bull run de 2021.

Os dados mostram um padrão: níveis de RSI abaixo de 20 coincidem com capitulações, onde posições alavancadas são liquidadas em massa, esgotando a pressão vendedora. No atual ciclo, a queda recente para abaixo de US$ 65.000 espelha esses eventos, com liquidações bilionárias reportadas.

Capitulação Atual e Capitais de Risco

A descida acelerada do Bitcoin reflete pânico generalizado, com drawdown diário próximo ao pior desde o colapso da FTX em 2022. O RSI em 17 indica que o mercado pode estar próximo do esgotamento, com baleias e instituições possivelmente acumulando em silêncio. Níveis de suporte próximos incluem US$ 60.000 e a média móvel de 200 dias em torno de US$ 58.000.

Analistas técnicos observam que, após tais extremos, reversões de 20-50% ocorrem em dias ou semanas, impulsionadas por short squeezes e influxo de capital fresco.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para confirmação de reversão, os níveis a monitorar incluem RSI cruzando 30 para cima, volume de compra crescente e rompimento da resistência em US$ 70.000. Enquanto o indicador permanecer abaixo de 25, a cautela persiste, mas os números sugerem que a pressão de venda está exaurida.

Investidores devem observar o mNAV de ETFs e fluxos institucionais para sinais adicionais. O viés técnico atual aponta para potencial upside violento, alinhado a padrões históricos.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Plataforma cristalina dourada com suportes rompidos e cascata de fragmentos caindo rumo à barreira 60K, simbolizando queda do Bitcoin e liquidações

Bitcoin Rompe Suportes: US$ 60 mil é Próxima Barreira?

O Bitcoin registrou sua pior queda diária desde o colapso da FTX, com desvalorização superior a 12% nas últimas 24 horas, atingindo mínimas próximas de US$ 63 mil. Os dados mostram rompimento sucessivo de suportes chave em US$ 70 mil e US$ 65 mil, impulsionado por vendas por medo e liquidações alavancadas em efeito cascata. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 334.509, com variação de -12,07%.


Rompimento de Suportes Técnicos

Os dados técnicos revelam que o Bitcoin perdeu o suporte psicológico de US$ 70 mil no início da semana, seguido pelo rompimento de US$ 65 mil nesta quinta-feira. De acordo com análises do mercado, esses níveis atuavam como barreiras relevantes, com histórico de acumulação de ordens de compra. A perda acelerou a pressão vendedora, pois posições alavancadas com stops abaixo desses patamares foram executadas automaticamente.

No gráfico diário, a média móvel exponencial de 50 dias (EMA50), próxima de US$ 68 mil, foi violada, confirmando viés de baixa de curto prazo. Volumes de negociação spot não acompanharam a intensidade da queda, sugerindo que o movimento é dominado por derivativos, onde a liquidez fina amplifica oscilações.

Efeito Cascata das Liquidações

Liquidações de posições longas (compradas) representam o principal catalisador da intensidade atual. Cada liquidação gera novas ordens de venda forçada, pressionando preços e acionando mais stops em um ciclo vicioso. Especialistas apontam que a venda por medo após rompimentos iniciais alimentou esse processo, com baixa liquidez em horários de pico exacerbando o impacto.

Dados agregados indicam volumes de liquidação na casa de bilhões de dólares em 24 horas, concentrados em exchanges perpetuais. Esse fenômeno explica por que altcoins como XRP sofreram quedas superiores a 19%, enquanto o Bitcoin caiu 12%. A desalavancagem forçada limpa ordens excessivamente otimistas, preparando o terreno para estabilização.

Comparação com Colapso da FTX

A magnitude da queda atual, projetada em 10,5%-12% no dia, ecoa o drawdown de 14,3% em 8 de novembro de 2022, durante o colapso da FTX, quando o BTC despencou para abaixo de US$ 16 mil. Ambos os eventos compartilham baixa liquidez e pânico generalizado, levando a correlações com ativos tradicionais: prata caiu 14% e ouro 2% hoje, similar a padrões de aversão a risco.

No entanto, o contexto difere: em 2022, falência de exchange centralizada gerou contágio sistêmico; aqui, fatores macro como juros elevados e tensões EUA-Irã atuam como pano de fundo. Os dados mostram que o preço realizado do Bitcoin, alinhado à faixa de US$ 58-60 mil, pode oferecer suporte multi-anual.

Níveis a Monitorar e Cotação Atual

O próximo suporte crítico está na média móvel simples de 200 dias (SMA200), entre US$ 58 mil e 60 mil, coincidente com o fundo de maio de 2024 em torno de US$ 61 mil. Volumes elevados nessas zonas historicamente atraem compradores institucionais. Ausência de confirmação de reversão sugere cautela, com RSI diário em território de sobrevenda.

Segundo o Cointrader Monitor, às 19:16 de 05/02/2026, BTC/BRL está em R$ 334.509 (var. -12,07%), com dólar a R$ 5,27. Traders devem observar volume spot e open interest em derivativos para sinais de fundo.


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Executivos cartoon estilizados diante de cofres BTC e ETH rachados com '6.5B' e '8B' em vermelho, simbolizando prejuízos bilionários de Saylor e Tom Lee

Prejuízo de US$ 12 bilhões: Saylor e Tom Lee Pagam a Conta?

A Strategy de Michael Saylor acumula um prejuízo não realizado de US$ 6,5 bilhões em suas reservas de Bitcoin, enquanto a Bitmine de Tom Lee enfrenta perdas de US$ 8 bilhões em Ethereum, totalizando cerca de US$ 12 bilhões. Apesar da queda do BTC para perto de US$ 67 mil (R$ 335.271, segundo o Cointrader Monitor), as ações da Strategy ainda negociam com prêmio ao valor dos ativos. O mercado ignora os riscos?


Detalhes das Perdas na Strategy

A Strategy detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 67 mil, o prejuízo não realizado atinge US$ 6,5 bilhões, ou cerca de 12% do custo de aquisição. Isso representa aproximadamente R$ 34 bilhões em perdas potenciais, considerando o dólar a R$ 5,27.

As ações da MSTR caíram 13% nesta quinta-feira, o maior recuo diário em quase um ano, acumulando queda de 66% no ano e 80% desde o pico pós-eleição de Trump em 2024. Ainda assim, o múltiplo de NAV (mNAV) permanece em 1,09, permitindo emissões de ações para mais compras de BTC sem diluição imediata aos acionistas.

Bitmine e o Impacto no Ethereum

No caso da Bitmine, as perdas chegam a US$ 8 bilhões devido à desvalorização do Ethereum em relação ao Bitcoin. Essa exposição concentrada em ETH amplificou o golpe, expondo a vulnerabilidade de tesourarias corporativas atreladas a um único ativo volátil. Tom Lee insiste na estratégia de HODL, mas os números vermelhos questionam sua sustentabilidade.

A história mostra que bolhas especulativas, como as de 2018 e 2022, punem quem ignora a volatilidade inerente. Empresas como essas, sem diversificação, enfrentam pressão contínua em cenários de baixa prolongada.

Prêmio das Ações: Até Quando?

O mercado está ignorando a desconexão entre o valor real dos ativos (NAV) e o preço das ações da Strategy. Esse prêmio de 9% pode evaporar se o Bitcoin não recuperar níveis chave. Michael Saylor promove o HODL, mas com o BTC em queda de 13% em 24h, cuidado com a exuberância irracional.

Analistas macro apontam que altas taxas de juros e liquidez global reduzida corroem ativos de risco. A correção atual ecoa ciclos passados, onde o otimismo cego precedeu quedas severas.

Riscos para Tesourarias Cripto

Empresas que adotam cripto como reserva única de tesouraria enfrentam riscos sistêmicos. A Strategy divulga balanço do 4º trimestre hoje, mas sem surpresas positivas à vista, investidores monitoram comentários de Saylor. Bitmine e similares servem de alerta: volatilidade não é "presente de Satoshi", mas custo real de apostas agressivas.

Vale acompanhar o mNAV e dividendos de instrumentos preferenciais como STRC, que podem subir para 11,5% se não recuperarem par. A lição? Sobreviver ao mercado de baixa exige mais que fé cega.


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Holder cartoon em pânico defendendo carteira cripto de entregador falso sombrio na porta, alertando roubos físicos contra holders em Londres

Cuidado com Entregas: Ladrões Miram Holders de Cripto

Três adolescentes disfarçados de entregadores da Amazon roubaram £3,1 milhões em criptomoedas de uma residência em East London. Eles forçaram a vítima a transferir os ativos, fugiram no carro dela e foram presos horas depois após postarem vídeos incriminadores no Snapchat. O caso, julgado em Sheffield Crown Court, resultou em 16 anos de detenção coletiva e recuperação total dos fundos em 72 horas. Sua segurança digital é inútil se ladrões reais souberem onde você guarda suas chaves.


Detalhes do Assalto em East London

O incidente ocorreu quando os jovens, com idades de 16 e 17 anos na época (agora 18), bateram à porta fingindo uma entrega da Amazon. Uma vez dentro da propriedade, forçaram a vítima a realizar transferências de criptoativos no valor de £3,1 milhões, equivalente a cerca de US$ 3,9 milhões na cotação atual. Eles fugiram no BMW X3 da própria vítima, demonstrando planejamento e ousadia.

Logo após, os suspeitos postaram vídeos no Snapchat celebrando o roubo, mostrando a rota de fuga e até imagens da vítima durante a transferência forçada. Essa evidência digital foi crucial: a vítima reportou o carro roubado, e câmeras de reconhecimento de placas automáticas rastrearam o veículo na M1, em Northamptonshire, menos de três horas depois.

A perseguição envolveu múltiplas forças policiais, com velocidades próximas a 160 km/h, terminando em uma parada tática na M6, em Warwickshire. Faris Hassan e Mikyle Bethune, ambos 18 anos, e um terceiro menor de 17 anos foram detidos. O tribunal de Sheffield os condenou por roubo agravado, totalizando 16 anos em detenção juvenil.

Riscos Físicos para Holders de Cripto

É importante considerar que o risco aqui não é cibernético, mas físico. Ladrões miram holders conhecidos por ostentarem riqueza via cripto nas redes sociais ou por vizinhos que comentam sobre ‘entregas caras’ de hardware wallets. No caso de Londres, o acesso foi facilitado pelo disfarce de entregador — uma tática comum em áreas urbanas.

Atenção para o fato de que cripto é “bearer asset”: quem tem as chaves privadas controla tudo. Um roubo físico permite coerção imediata para transferências, sem necessidade de hacks complexos. Casos semelhantes já ocorreram em outros países, como nos EUA com wrench attacks, onde vítimas são torturadas por senhas. Sua casa pode ser o elo fraco da cadeia de segurança.

O mercado cripto atrai não só investidores, mas criminosos oportunistas. Postagens sobre ganhos ou equipamentos visíveis aumentam o risco de vigilância prévia.

Dicas Essenciais de Blindagem Física

Primeiro, evite ostentar: não poste sobre suas holdings ou compras de hardware wallets publicamente. Use multi-sig wallets, exigindo múltiplas aprovações para transferências — mesmo sob coerção, o ladrão não acessa tudo de imediato.

Para entregas, opte por pontos de retirada ou horários discretos. Instale câmeras, alarmes e evite abrir a porta para desconhecidos. Considere diversificar armazenamento: parte em cold wallets offline, parte em custódia institucional para grandes valores.

Monitore vizinhança e redes sociais por sinais de risco. Em caso de suspeita, reporte à polícia preventivamente. Lembre-se: a recuperação rápida neste caso foi exceção, graças à polícia britânica eficiente. No Brasil, o risco é similar ou maior — planeje com antecedência.


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Traders cartoon varejo impulsionando fluxo SHIB laranja uphill contra avalanche vermelha de liquidações, destacando resiliência do memecoin em meio a turbulência de mercado

SHIB: Fluxos Spot Disparam 1.546% Enquanto Mercado Enfrenta Liquidações Bilionárias

Interessante que, enquanto o mercado cripto sangra com US$ 714 milhões em liquidações e o Bitcoin despenca 11,61% para R$ 334.145 segundo o Cointrader Monitor, o fluxo spot da Shiba Inu (SHIB) dispara 1.546%. XRP registra +5.419% em volume de futures no BitMEX, e CZ rebate acusações de manipulação no BTC. No caos, o varejo corre para os cachorros?


O Surto Irracional da SHIB

Curioso como, em plena sell-off generalizada, a Shiba Inu vê seus fluxos spot explodirem. Inflows de US$ 12,43 milhões contra outflows de US$ 11,99 milhões nas últimas 24 horas, conforme dados do CoinGlass. Mas o preço? Continua no vermelho, resistindo como um meme teimoso em festa acabada.

Isso grita comportamento de varejo: pânico comprador em memecoins quando o resto afunda. Enquanto BTC e ETH sofrem impactos macroeconômicos, o SHIB recebe influxo como se fosse o último oásis no deserto. Traders achando que o caos é sinônimo de pump? Ou só desesperados apostando no underdog canino? O mercado liquida longs em massa, mas alguém ainda manda os doges para o exchange. Clássico circo cripto.

XRP na Montanha-Russa dos Derivativos

Não satisfeito com o drama SHIB, o XRP entra na dança com volume de futures no BitMEX saltando 5.419% para US$ 82,27 milhões. Open interest cai 3,93% para US$ 2,66 bilhões, e preço rola -0,78% para US$ 1,59, com queda semanal de 17%. Volatilidade pura em meio ao banho de sangue.

No sell-off amplo, com US$ 467 bilhões saindo do mercado, esse spike sugere especulação pesada. Traders alavancados apostando em rebound do XRP? Ou apenas ampliando o caos com posições arriscadas? O varejo parece ignorar os sinais de capitulação geral, preferindo o frenesi dos derivativos a uma pausa estratégica.

CZ, o Guardião da ‘Pureza’ do Bitcoin

Enquanto o circo pega fogo, CZ, ex-CEO da Binance, joga água fria nas teorias conspiratórias. Nega que grandes players ou exchanges manipulem o BTC: "Ninguém manipula Bitcoin", diz ele, culpando notícias macro pelo crash de outubro (e agora fevereiro). Com BTC como ativo multitriliões, sustentar manipulação seria insano e caro demais.

Binance não lucra diretamente com trades, e outages passados foram compensados. Mensagem implícita: parem de culpar as exchanges, olhem pros fundamentals globais. Mas, ironicamente, enquanto CZ prega realismo, o varejo dança com SHIB e XRP. Quem disse que cripto faz sentido?

Lucro no Caos ou Euforia Desesperada?

Esse quadro pinta o varejo cripto em sua glória: correndo para os memecoins e futures quando o navio afunda. SHIB +1.546% em fluxos pode sinalizar capitulação ou bottom fishing especulativo. XRP explode em volume, mas OI cai. BTC sangra sem manipulação, diz CZ. Vale monitorar: é oportunidade no pânico ou só mais uma rodada de FOMO invertido? No carnaval cripto, o lucro mora no absurdo — mas cuidado pra não virar confete.


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