Tela cyberpunk com rosto deepfake glitchado estendendo tentáculos IA para silhueta de trader, alertando sobre ataques hackers norte-coreanos em cripto

Google Cloud Alerta: Hackers da Coreia do Norte Usam IA em Ataques a Cripto

A Mandiant, do Google Cloud, identificou uma campanha de malware ligada à Coreia do Norte que escalou ataques com inteligência artificial desde novembro de 2025. Hackers do grupo UNC1069 usam engenharia social sofisticada, como deepfakes em chamadas de vídeo no Zoom, para enganar vítimas em empresas de cripto e fintech, implantando malwares que roubam dados e ativos digitais. É essencial ficar atento a esses riscos.


Detalhes da Campanha de Malware

O grupo UNC1069, rastreado desde 2018 pela Mandiant, implantou sete famílias de malware em suas vítimas, incluindo novas ferramentas como SILENCELIFT, DEEPBREATH e CHROMEPUSH. Esses malwares são projetados para contornar proteções do sistema operacional, capturando dados sensíveis de hosts e exfiltrando informações valiosas. O foco principal é empresas de criptomoedas, desenvolvedores de software e fundos de venture capital no setor fintech.

Essa expansão representa um salto na sofisticação dos ataques, com o uso de IA para criar iscas mais convincentes. Anteriormente limitados à engenharia social básica, os atores agora integram deepfakes para simular legitimidade em interações remotas, aumentando drasticamente as chances de sucesso.

Como os Hackers Usam IA em Engenharia Social

Um exemplo clássico revelado pela Mandiant envolve a comprometimento de contas no Telegram de fundadores de projetos cripto. Os atacantes convidam a vítima para uma reunião no Zoom, exibindo um feed de vídeo falso gerado por IA, onde fingem problemas de áudio. Para “resolver”, orientam a execução de comandos de troubleshooting que, na verdade, iniciam uma cadeia de infecção — um golpe conhecido como ClickFix attack.

É importante considerar o risco aqui: o que parece uma chamada legítima pode ser uma armadilha. Os deepfakes tornam impossível distinguir o real do falso à primeira vista, explorando a confiança em ferramentas como Zoom e Telegram, comuns no ecossistema cripto remoto.

Riscos para o Setor Cripto e Histórico de Ameaças

Esses ataques não são isolados. Em junho de 2025, operativos norte-coreanos se infiltraram em startups cripto como desenvolvedores freelancers, roubando cerca de US$ 900 mil. Mais cedo, o grupo Lazarus foi ligado ao hack de US$ 1,4 bilhão na Bybit, um dos maiores da história. O risco aqui é claro: carteiras e chaves privadas expostas levam a perdas irreversíveis.

Para empresas e investidores, atenção para sinais como convites inesperados de contatos conhecidos ou pedidos de suporte técnico remoto. O histórico mostra que a Coreia do Norte financia operações ilícitas via cripto, tornando o setor um alvo persistente.

Guia de Proteção Contra Esses Ataques

Para se proteger, verifique sempre a identidade de contatos via canais alternativos seguros, como ligações diretas ou e-mails verificados. Desconfie de reuniões de vídeo com problemas técnicos e nunca execute comandos de terceiros em seu sistema. Use autenticação multifator (2FA) em todas as contas, antivírus atualizados e wallets com hardware para ativos cripto.

Empresas devem treinar equipes em reconhecimento de engenharia social e monitorar acessos remotos. Vale monitorar relatórios da Mandiant para atualizações. Prevenir é mais eficaz que remediar — uma verificação extra pode salvar sua carteira.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Barreira cyan digital rachada com fluido vermelho viscoso se espalhando, simbolizando crise de liquidez e risco de contágio em CeFi

Alerta de Liquidez: BlockFills Suspende Saques e Acende Sinal de Contágio

A suspensão temporária de depósitos e saques de clientes pela BlockFills, credor cripto focado em instituições, acende um alerta de risco sistêmico no mercado. A medida, anunciada na semana passada e confirmada em declaração oficial da empresa, cita condições de mercado adversas e busca proteger clientes e a firma. Em um contexto de queda do Bitcoin para abaixo de US$ 65 mil, isso pode sinalizar aperto de liquidez nas camadas superiores do ecossistema.


Detalhes da Suspensão na BlockFills

A BlockFills, sediada em Chicago e com cerca de 2.000 clientes institucionais como miners e hedge funds, oferece execução spot, derivativos, produtos estruturados e empréstimos lastreados em cripto. A plataforma registrou US$ 60 bilhões em volume de trading em 2025 e conta com backing de investidores como Susquehanna e o braço de venture da CME Group.

De acordo com o aviso aos clientes, fundos depositados durante o período de suspensão serão recusados e devolvidos. Trading continua permitido com restrições, como fechamento de posições ou empréstimos que exijam margem adicional. A empresa não detalhou a duração da medida nem causas específicas além da volatilidade, mas um porta-voz afirmou que a gestão trabalha “mão na mão” com investidores para restaurar a liquidez rapidamente.

É importante considerar que esse tipo de restrição não é inédito, mas sempre merece atenção. Plataformas de lending institucional como essa gerenciam volumes significativos, e qualquer sinal de estresse pode impactar a confiança geral.

Contexto de Mercado e Histórico de Crises

O anúncio ocorre após o Bitcoin cair 25% em 2026 e cerca de 45-52% desde o pico de US$ 120 mil em outubro, tocando mínimas de US$ 60 mil no início de fevereiro. Essa desvalorização acentuada pressiona posições alavancadas e colaterais em cripto, especialmente em protocolos de lending.

Historicamente, suspensões semelhantes precederam problemas graves. Lembra-se de FTX, BlockFi, Celsius, Genesis e Voyager? Todas impuseram halts de saques durante downturns de 2022, culminando em reestruturações ou falências. O risco aqui é que, mesmo sem evidências públicas de insolvência na BlockFills, o movimento pode refletir descompassos entre ativos e passivos ou constraints de liquidez mais amplos.

Atenção para o fato de que a BlockFills atende investidores com pelo menos US$ 10 milhões em ativos digitais, o que amplifica o potencial de contágio para o varejo via interconexões no mercado.

Riscos Sistêmicos e Sinais de Alerta para Investidores

Esse caso sinaliza que o aperto de liquidez está alcançando as camadas institucionais, potencialmente gerando um efeito dominó. Se credores como BlockFills enfrentam dificuldades para matching de empréstimos ou liquidação de colaterais, outros players podem seguir o mesmo caminho, reduzindo a oferta de crédito e pressionando preços de ativos.

O que observar? Primeiramente, atualizações sobre a restauração de saques — demoras prolongadas aumentam o risco percebido. Monitore também volumes de trading na plataforma e comunicados de clientes afetados. Para investidores em lending, é crucial verificar a saúde de liquidez das contrapartes: provas de reservas, auditorias recentes e exposição a ativos voláteis.

Em resumo, embora não haja pânico imediato, esse é um lembrete clássico: em mercados de cripto, o risco de contágio via lending é real. Proteja seu capital diversificando e evitando alavancagem excessiva, especialmente agora.


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Personagem cartoon de plataforma P2P algemado por agentes reguladores DOJ com sacos de dinheiro sujo caindo, alertando sobre multa por lavagem

Paxful Multada em US$ 4 Milhões por Lavagem no P2P

A Paxful, plataforma de negociação P2P de Bitcoin, foi condenada a pagar US$ 4 milhões pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) após se declarar culpada de lavagem de dinheiro e facilitação de prostituição ilegal. Entre 2017 e 2019, a empresa processou mais de US$ 3 bilhões em transações, incluindo ligações com o site Backpage, conhecido por crimes sexuais. É um alerta claro sobre os perigos de operar em ambientes sem compliance rigoroso.


Detalhes da Condenação Criminal

A Paxful admitiu em acordo judicial ter violado leis anti-lavagem de dinheiro e a Lei de Viagem, que proíbe o uso de instalações interestaduais para atividades ilícitas como prostituição. O DOJ inicialmente buscava uma multa de US$ 112 milhões, mas reduziu para US$ 4 milhões considerando a incapacidade financeira da empresa, que encerrou operações em 2023. Além disso, há uma multa civil separada de US$ 3,5 milhões à FinCEN.

É importante considerar que a plataforma lucrou cerca de US$ 30 milhões nesse período, priorizando volume sobre verificações. O cofundador Artur Schaback também se declarou culpado em 2024 por falhas em controles anti-lavagem. O risco aqui é evidente: sem mecanismos robustos, transações criminosas fluem livremente.

Facilitação de Crimes via Backpage

A ligação com o Backpage é particularmente alarmante. A Paxful processou Bitcoin para usuários conectados a essa plataforma, notória por promover prostituição e tráfico. Autoridades destacam que a empresa permitiu que transações ilegais ocorressem sem interrupção, ignorando sinais de alerta como padrões de negociação suspeitos.

Atenção para o padrão: plataformas P2P, por design, conectam usuários diretamente, reduzindo intermediários, mas ampliando vulnerabilidades. Sem KYC rigoroso ou monitoramento de transações, o que era uma vantagem para acessibilidade vira porta para crimes. Casos semelhantes, como o da LocalBitcoins, mostram que reguladores estão apertando o cerco.

Riscos para Usuários em Plataformas P2P

Para traders brasileiros, isso reforça o perigo de P2P sem compliance forte. Você pode negociar Bitcoin por PIX ou transferência bancária rapidamente, mas corre risco de contrapartes envolvidas em lavagem ou fraudes. Imagine ter sua conta congelada por autoridades ou fundos bloqueados por investigações.

O que observar? Verifique se a plataforma exige verificação de identidade, monitora transações acima de certos valores e coopera com reguladores. Plataformas centralizadas como a Binance, com programas anti-lavagem maduros, oferecem mais proteção, embora com trade-offs em privacidade.

Lições e Próximos Passos para o Mercado

Essa condenação sinaliza o escrutínio crescente do DOJ sobre cripto P2P. Empresas que colocam lucro acima de compliance enfrentarão multas pesadas e possível fechamento. Para investidores, a lição é clara: priorize segurança sobre conveniência. Pesquise o histórico da plataforma, leia relatórios de compliance e diversifique negociações.

Vale monitorar atualizações regulatórias nos EUA e no Brasil, onde a Receita Federal também combate lavagem via cripto. Em um mercado volátil, evitar riscos evitáveis preserva patrimônio. Pergunte-se: o preço da rapidez vale o risco de envolvimento indireto em crimes?


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Pilar dourado com 66K gravado na base resistindo ondas vermelhas de pressão macro, simbolizando teste de suporte do Bitcoin em volatilidade elevada

Bitcoin Recua para US$ 66 mil Após Falsa Alta com Dados de Emprego

O Bitcoin recuou para abaixo de US$ 66 mil após uma falsa partida em direção a US$ 68 mil, impulsionada pelos dados de emprego nos EUA que superaram expectativas. Os números fortes, com 130 mil vagas criadas em janeiro e taxa de desemprego em 4,3%, frustraram apostas em cortes de juros pelo Fed, conforme reportado pela CoinDesk. A volatilidade de curto prazo atingiu o maior nível desde 2022, destacando a influência macro no mercado cripto.


Situação Atual do Preço

Os dados mostram que o Bitcoin testou mínimas próximas a US$ 66.000 nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, após um rebound efêmero de sexta-feira que levou o preço a quase US$ 72.000. Atualmente, o BTC registra queda de mais de 4% nas últimas 24 horas, negociando em torno de US$ 66.500. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 351.052,81, com variação de -1,7% em 24 horas e volume de 397,51 BTC.

Ether (ETH) e Solana (SOL) caem cerca de 5,5%, enquanto XRP perde 3,5%. O open interest em futuros perpétuos de BTC na Binance caiu 51% desde o pico de outubro de 2025, sinalizando retração de convicção entre traders.

Impacto dos Dados de Emprego

O relatório Non-Farm Payrolls (NFP) de janeiro revelou criação de 130 mil empregos, quase o dobro das estimativas de 70 mil, com desemprego caindo para 4,3%. Isso reduziu as probabilidades de corte de juros em março para 6% (de 21%) e em abril para 23% (de 52%), conforme CME FedWatch. Os dados indicam uma economia resiliente, adiando expectativas de afrouxamento monetário e pressionando ativos de risco como o Bitcoin.

Liquidations no mercado cripto ultrapassaram US$ 340 milhões em 24 horas, com 66,7% em posições compradas, reforçando o viés de baixa de curto prazo.

Volatilidade e Indicadores Técnicos

A volatilidade anualizada de 7 dias na Binance atingiu 1,51, o maior nível em quase três anos, último visto em reestruturações de mercado e deleveraging amplo. Já a volatilidade de 30 dias está em 0,81 e de 90 dias em 0,56, sugerindo que os swings recentes são isolados, não estruturais.

Suportes técnicos em teste incluem US$ 66.000 (próximo suporte imediato) e US$ 60.000 (fundo semanal recente). Resistências em US$ 68.000 e US$ 70.000 falharam repetidamente. A média móvel de 50 dias atua como barreira dinâmica em torno de US$ 69.000.

Contexto Macro e Níveis a Observar

O mercado macro dita o ritmo: enquanto ações como Kospi disparam (volume +221% YoY), crypto vê saída de capital, com volumes em exchanges coreanas caindo 65%. Ações relacionadas, como Robinhood (-12,5%) e Coinbase (-7%), refletem o desinteresse.

Níveis chave a monitorar: suporte em US$ 66.000 — quebra pode levar a US$ 64.000; recuperação acima de US$ 68.000 sinaliza pausa no recuo. Indicadores como RSI (próximo de 40) e MACD negativo reforçam pressão vendedora, mas volume declinante sugere exaustão.


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Executivos cartoon transferindo pilha de ativos dourados para rede XRPL com XRP integrado, simbolizando acordo de US$300 bi com Aviva

Ripple e Aviva: US$ 300 Bilhões em Ativos no XRP Ledger

A parceria estratégica entre Ripple e Aviva Investors marca um marco histórico: US$ 300 bilhões em ativos sob gestão da gigante seguradora britânica serão tokenizados no XRP Ledger (XRPL). Anunciada nesta quarta-feira (11/02), a iniciativa foca em estruturas de fundos regulados, aproveitando a velocidade, baixo custo e sustentabilidade da rede. Enquanto o XRP oscila em torno de R$ 7,14, os fundamentos da rede se fortalecem com essa adoção massiva de instituições tradicionais.


Detalhes da Parceria com Aviva

A Aviva Investors, braço de gestão de ativos da Aviva plc — uma das maiores seguradoras do Reino Unido —, uniu forças com a Ripple para trazer fundos tradicionais tokenizados para o XRPL. Essa é a primeira colaboração da Ripple com uma firma europeia de investimento para tokenizar real-world assets (RWAs) em escala significativa.

O XRPL oferece infraestrutura ideal para isso: transações rápidas (3-5 segundos), custos mínimos e conformidade regulatória. A Ripple, como principal contribuinte da ledger, fornece expertise técnica para adaptar estruturas de fundos regulados à blockchain. Esse movimento vai além de pilotos, representando integração ao vivo com um player de peso no mercado financeiro europeu.

Para o investidor comum, isso significa que o ecossistema XRP está se expandindo para além de pagamentos transfronteiriços, entrando no coração dos mercados de capitais globais.

Reação Entusiasmada do VP da RippleX

Markus Infanger, VP sênior da RippleX, não conteve o otimismo ao comentar a notícia. Em postagem no X (antigo Twitter), ele descreveu o anúncio como um ‘genuinely huge moment’ para o XRPL, destacando como as finanças tradicionais estão migrando on-chain. ‘Aviva Investors anuncia parceria com Ripple para tokenizar estruturas de fundos no XRPL’, escreveu, enfatizando o pioneirismo.

Essa reação oficial reforça a narrativa de que o XRPL não é mais periférico, mas infraestrutura central para RWAs. Upgrades como Hooks e XLS-30 garantem maturidade para demandas institucionais, validando anos de desenvolvimento focado em adoção real.

Londres Consolida-se como Hub de RWA

Com essa parceria, Londres emerge como hub chave para RWAs na Ripple, ao lado de Singapura e Dubai. Reguladores britânicos preparam guidelines para pilots de tokenização de fundos, tornando o timing perfeito. A Aviva, com sua escala de US$ 300 bilhões, valida o XRPL como rail confiável para produtos como fundos, bonds e finanças estruturadas.

Isso contrasta com o foco em Ethereum de players como BlackRock, mostrando diversificação: XRPL destaca-se em eficiência e custo para volumes institucionais. O mercado cripto está construindo bases sólidas, onde utilidade precede especulação de preço.

Fundamentos Fortes para o Futuro

Enquanto o preço do XRP enfrenta volatilidade — com queda de 1,17% nas últimas 24 horas —, essa notícia exemplifica o viés de alta nos fundamentos. Ripple expande influência com parcerias como Zand (EAU) e planos para tokenizar T-Bills americanos via RLUSD, sua stablecoin que atingiu US$ 1,5 bilhão em valor.

Para investidores de longo prazo, o foco deve estar na adoção: mais RWAs no XRPL significam maior demanda por XRP como gás nativo e ponte de liquidez. O ecossistema amadurece, preparando o terreno para ciclos de alta sustentados pela utilidade real.


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Banqueiro cartoon rompendo corrente com '8' para libertar BTC e ETH de cofre, simbolizando Danske Bank liberando investimentos após restrições e MiCA

Danske Bank Libera Bitcoin Após 8 Anos de Banimento

O maior banco da Dinamarca, Danske Bank, acaba de reverter uma proibição de oito anos sobre criptomoedas, liberando acesso a produtos negociados em bolsa (ETPs) vinculados ao Bitcoin e Ethereum para clientes de varejo. A decisão, anunciada em 11 de fevereiro de 2026, reflete a crescente demanda dos investidores e o amadurecimento regulatório na Europa, impulsionado pela MiCA. Esse movimento sinaliza que a resistência das instituições financeiras tradicionais ao Bitcoin está derretendo, fortalecendo os fundamentos de adoção em massa.


Detalhes da Nova Oferta

Clientes do Danske eBanking e Danske Mobile Banking agora podem investir em três ETPs: dois atrelados ao Bitcoin e um ao Ethereum. Os produtos são oferecidos por gigantes como BlackRock e WisdomTree, integrados à plataforma de trading do banco com mais de 15.000 ativos. Essa estrutura permite exposição aos ativos digitais sem a necessidade de carteiras ou chaves privadas, simplificando o acesso e reduzindo riscos operacionais.

Antes de negociar, os investidores passam por uma avaliação de adequação, confirmando compreensão dos riscos elevados. Kerstin Lysholm, head de Produtos de Investimento do banco, destacou o aumento nas consultas de clientes que buscam diversificar portfólios com criptoativos regulados, conforme reportado pelo Diário Bitcoin.

Reversão Histórica e Impacto da MiCA

Em 2018, o Danske Bank vetou serviços cripto, classificando-os como especulativos e alertando clientes contra investimentos. A proibição foi renovada em 2021. Agora, oito anos depois, o banco reverte a posição, citando demanda crescente e avanços regulatórios. A MiCA (Markets in Crypto-Assets), regulação europeia, trouxe transparência, proteção ao investidor e integridade de mercado, dando confiança às instituições.

Esse é um marco na narrativa de adoção: bancos tradicionais, outrora céticos, agora integram Bitcoin aos canais digitais. Na Dinamarca, 1,2% da população já detém cripto, e fluxos institucionais globais, como ETFs nos EUA, reforçam o momentum.

Fundamentos se Fortalecem na Europa

O movimento do Danske Bank prova que o mercado está construindo bases sólidas. Com regulação clara, gigantes bancários europeus veem o Bitcoin não como ameaça, mas como classe de ativo complementar. Para investidores brasileiros, isso é acionável: monitore tesourarias corporativas e fluxos de ETF, indicadores chave de ciclos de alta.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.050 (variação -1,33% em 24h), com volume de 397 BTC. Apesar da volatilidade de curto prazo, a adoção institucional sustenta a visão de longo prazo.

O Que Isso Significa para o Investidor

A integração de Bitcoin em bancos como o Danske acelera a maturidade do ecossistema. Investidores comuns ganham canais regulados e seguros, enquanto o mercado ganha liquidez e legitimidade. Vale acompanhar aprovações semelhantes na Europa e fluxos globais — sinais de que os fundamentos de alta prevalecem sobre ruídos diários. O trem da adoção não para.


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Executivos cartoon apertando mãos sobre globo com fluxos de stablecoins para trabalhadores na Europa e Brasil, celebrando lançamento de salários em cripto

Deel e MoonPay Lançam Salários em Stablecoins na Europa

Seu próximo salário pode ser pago em stablecoins: a Deel, plataforma global de folha de pagamento que processa US$ 22 bilhões por ano para mais de 150 milhões de trabalhadores, anunciou parceria com a MoonPay para permitir pagamentos de salários em stablecoins diretamente em carteiras não custodiais. A iniciativa começa no Reino Unido e União Europeia no próximo mês, com expansão para os EUA planejada. Isso representa um passo prático rumo ao uso cotidiano das criptomoedas, reduzindo taxas bancárias e atrasos em remessas internacionais.


Como Funciona a Parceria Deel e MoonPay

A Deel cuida da folha de pagamento e conformidade regulatória, enquanto a MoonPay gerencia a conversão para stablecoins e a entrega on-chain. Funcionários optam por receber parte ou todo o salário em stablecoins, em vez de moedas fiduciárias locais. A MoonPay, com licenças como a BitLicense nos EUA e conformidade MiCA na UE, garante segurança e eficiência no processo.

Deel já oferecia opções cripto limitadas, mas essa integração adiciona trilhos blockchain robustos. JP Richardson, CEO da Exodus, destacou: “Você não traz o mundo para as criptos com whitepapers. Faz com contracheques”. Para o trabalhador comum, significa receber o pagamento no dia certo, sem intermediários demorados.

Vantagens Práticas: Menos Taxas e Mais Velocidade

Imagine um freelancer brasileiro contratado por uma empresa europeia: em vez de esperar dias por uma transferência SWIFT com taxas de até 5-10% mais IOF, o salário chega em horas via stablecoins. As stablecoins, atreladas ao dólar, evitam volatilidade e protegem contra desvalorizações locais, como o que vemos com moedas emergentes.

No Brasil, onde remessas internacionais custam caro – pense em R$ 100-200 por transação via bancos tradicionais –, essa opção pode equivaler a meses extras de salário mínimo acumulados ao ano. A Deel processa pagamentos globais, facilitando para quem trabalha remoto para clientes no UK ou UE. Menos burocracia, mais dinheiro no bolso.

Impacto para Brasileiros e o Mercado Global

Para brasileiros, isso é ouro: muitos devs, designers e profissionais de TI freelance para Europa. Com o dólar a cerca de R$ 5,70 (valores aproximados recentes), receber em USDC ou USDT permite converter localmente com taxas menores em exchanges. Evita a dor de cabeça de câmbio bancário, que come margens altas.

Expansão Futura e o Que Fazer Agora

Após UK e UE, os EUA entram na mira, impulsionados pela GENIUS Act de 2025, que regula stablecoins federais. Bancos americanos já preparam emissões próprias. Para você, leitor: se trabalha remoto para Europa, verifique se sua empresa usa Deel. Crie uma carteira não custodial como Exodus ou MetaMask para receber.

Monitore atualizações, pois stablecoins ainda enfrentam escrutínio regulatório no Brasil. Essa tendência global pode pressionar por mudanças locais, tornando cripto mais acessível para salários e remessas.


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Legisladores cartoon abrindo portas azuis para orbe Euro Digital luminoso, com Bitcoin ao fundo, simbolizando aprovação da CBDC europeia

Euro Digital Aprovado: Parlamento dá Luz Verde à CBDC

O Parlamento Europeu aprovou, nesta quarta-feira (11 de fevereiro de 2026), a proposta do Euro Digital com 443 votos a favor. Em outras palavras, isso significa que a União Europeia deu um passo decisivo para criar sua própria moeda digital oficial, conhecida como CBDC (Central Bank Digital Currency). Pense assim: é como o euro de hoje, mas em formato digital puro, controlado pelo Banco Central Europeu (BCE). O que muda para o sistema financeiro europeu e, quem sabe, para o mundo todo? Vamos entender juntos, passo a passo.


O que é o Euro Digital, afinal?

Imagine o euro que você usa no dia a dia — notas e moedas —, mas totalmente digital, guardado no seu celular ou app do banco. O Euro Digital é isso: uma versão eletrônica do euro, emitida diretamente pelo BCE. Diferente de um pix ou TED, que são só transferências, aqui o dinheiro é "nativo" digital, sem precisar de intermediários privados para funcionar.

Em termos simples, CBDC quer dizer "moeda digital de banco central". É pública, segura e regulada. O Parlamento destacou que ela vai coexistir com o dinheiro físico, garantindo opções para todos. Por exemplo, você poderia pagar um café offline com o celular, sem internet, como se fosse uma nota de 5 euros. Isso resolve problemas de inclusão financeira para quem não tem conta bancária tradicional.

Mas por que isso importa para você, que está lendo no Brasil? Porque mostra como governos estão correndo para ter controle sobre o dinheiro digital, evitando depender de empresas estrangeiras.

CBDC x Criptomoedas Descentralizadas: Qual a Diferença?

Agora, vamos à dúvida comum: "Isso não é igual ao Bitcoin?" Não, e vou explicar por quê. Pense no Bitcoin como uma festa comunitária: ninguém manda sozinho, todo mundo decide junto via blockchain descentralizada. Qualquer um pode minerar, transferir sem pedir permissão e o suprimento é limitado.

Já o Euro Digital é como uma loja oficial do governo: o BCE controla tudo — emissão, quantidade, transações. É centralizado, rastreável para evitar fraudes e crimes, mas sem a privacidade total do Bitcoin. Em outras palavras, criptomoedas como BTC ou ETH são "livre mercado"; CBDCs são "moeda estatal digital". Exemplo prático: com Bitcoin, você envia para qualquer lugar do mundo sem banco; com Euro Digital, o BCE pode pausar transações suspeitas.

Isso significa que o Euro Digital não vai "competir" com criptos, mas regular o espaço delas, protegendo a soberania da UE.

Por que a Pressa? 443 Votos e Soberania Monetária

Os 443 votos a favor não são por acaso — é um sinal de urgência. Parlamentares europeus querem reduzir a dependência de provedores de pagamento de fora da UE, como empresas americanas ou chinesas. Em tempos de tensões geopolíticas, ter uma moeda digital própria é como construir uma "fortaleza financeira".

O BCE mantém independência técnica para focar na estabilidade de preços, sem interferência política. Economistas alertam: sem isso, stablecoins privadas (como USDT) poderiam dominar, deixando a Europa vulnerável. Pense assim: é como o Brasil com o Real Digital (Drex) — soberania para não depender só do dólar.

Essa aprovação prioriza o interesse público, evitando fragmentação nos pagamentos.

Próximos Passos e o que Esperar

Agora, o projeto entra em fase técnica avançada. Se tudo der certo, testes pilotos rolam em 2027, com lançamento oficial por volta de 2029. Fique de olho: o BCE planeja funções online e offline, com privacidade similar ao dinheiro vivo.

Para nós, brasileiros, é um alerta: o mundo financeiro está mudando. CBDCs podem facilitar remessas internacionais baratas, mas também aumentar vigilância. O importante é se informar e diversificar — criptos descentralizadas ainda têm seu lugar.

Você entendeu? Parabéns! Agora, acompanhe as novidades para decidir como isso afeta sua estratégia.


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Personagens cartoon de Wall Street e DeFi apertando mãos em ponte luminosa com TSLA e SPY, simbolizando tokenização on-chain por Ondo e Chainlink

Ondo e Chainlink Tokenizam Ações da Tesla e ETFs On-Chain

A parceria entre Ondo Global Markets e Chainlink marca um avanço concreto na integração entre Wall Street e blockchain. Pela primeira vez, preços reais de ações americanas como Tesla (TSLAon) e ETFs como SPY e QQQ estão disponíveis on-chain via oráculos Chainlink. Não se trata de um teste: os feeds já estão ativos, permitindo que smart contracts acessem dados precisos de mercado tradicional para aplicações DeFi. Isso reforça a tese de adoção institucional, evaporando barreiras entre finanças centralizadas e descentralizadas.


Como Funciona a Integração Chainlink-Ondo

Ondo Global Markets adotou os Chainlink Data Feeds como solução oficial de oráculos para precificação on-chain de seus ativos tokenizados. Esses oráculos descentralizados conectam smart contracts à realidade externa, fornecendo dados de preços de ações e ETFs dos EUA com precisão institucional.

Os ativos incluem TSLAon (Tesla tokenizada), SPYon (ETF SPY) e QQQon (ETF QQQ), representando exposição direta a gigantes de Wall Street no blockchain. Diferente de simulações, esses feeds capturam cotações reais de mercado, atualizadas em tempo real. O mercado está construindo pontes sólidas: Chainlink garante segurança e confiabilidade, evitando manipulações comuns em oráculos centralizados.

Essa infraestrutura permite que protocolos DeFi usem esses dados para automações complexas, como liquidações precisas baseadas em volatilidade real das ações. Os fundamentos se fortalecem à medida que a precisão dos dados melhora a maturidade do ecossistema.

Aplicações Práticas em DeFi Já Ativas

Os feeds Chainlink já estão suportando aplicações DeFi como o Euler, onde usuários podem depositar ações e ETFs tokenizados como colateral para empréstimos de stablecoins. Imagine usar ações da Tesla on-chain para borrowar USDC ou USDT, sem intermediários tradicionais.

Essa funcionalidade expande para lending markets, vaults e structured products. Ativos tokenizados tornam-se “produtivos” no DeFi: rendimentos gerados por colaterais de alta qualidade atraem capital institucional. Plataformas como Euler demonstram viabilidade prática, com liquidações seguras baseadas em dados Chainlink.

Para o investidor brasileiro, isso significa diversificação acessível: exposição a TSLA e SPY via blockchain, potencialmente com yields DeFi superiores aos mercados tradicionais. O ecossistema cresce, conectando tesourarias corporativas a protocolos permissionless.

Implicações para Adoção Institucional

Essa parceria reforça a narrativa de alta de longo prazo. Wall Street on-chain não é mais ficção: Ondo e Chainlink provam que ativos regulados podem coexistir com DeFi. Baleias institucionais, como fundos de pensão e family offices, buscam yields em colaterais tokenizados, similar aos fluxos de ETFs de Bitcoin.

Contextualizando historicamente, após o halving de 2024 e aprovações de ETFs, vemos aceleração na tokenização de RWAs (Real World Assets). Ondo lidera com foco em securities, enquanto Chainlink consolida domínio em oráculos. Riscos como volatilidade de mercado persistem, mas a infraestrutura mitiga-os com dados confiáveis.

O leitor atento percebe: estamos no estágio de maturidade onde adoção corporativa impulsiona ciclos. Plataformas como Binance facilitam entrada nesse novo paradigma, com ferramentas para trading e staking de ativos híbridos.

Próximos Passos e Visão de Futuro

Com feeds live, espere expansão: mais stocks tokenizados, integrações com DEXs e até derivativos on-chain lastreados em TSLA. Ondo planeja vaults estruturados, atraindo liquidez global. Para investidores, vale monitorar TVL nesses protocolos – indicador chave de tração.

A tese macro permanece intacta: o blockchain absorve finanças tradicionais, criando um sistema mais eficiente e inclusivo. Ondo-Chainlink é catalisador; o mercado recompensará quem posiciona cedo nessas tendências fundamentais.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Juiz regulador cartoon batendo martelo FCA sobre plataforma HTX quebrando, com usuários preocupados, ilustrando processo por promoções ilegais no UK

FCA Processa HTX de Justin Sun por Promoções Ilegais no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA), regulador financeiro do Reino Unido, iniciou procedimentos judiciais contra a exchange HTX, anteriormente Huobi e ligada ao empresário Justin Sun. A acusação centra-se em promoções financeiras ilegais de serviços cripto direcionadas a consumidores britânicos, violando regras implementadas em outubro de 2023. Apesar de advertências prévias, a plataforma manteve campanhas em redes sociais como TikTok, X, Facebook e Instagram, ignorando tentativas de diálogo do regulador.


Promoções Ilegais e Estrutura Opaca

A FCA alega que a HTX continuou publicando anúncios não autorizados em seu site e plataformas sociais, mesmo após notificações formais. Essa é a primeira ação de enforcement sob o novo regime de promoções financeiras, que exige aprovação prévia para marketing de criptoativos no Reino Unido. Autoridades destacam a estrutura corporativa opaca da HTX, com identidades de proprietários e operadores ocultas, o que dificultou contatos prévios.

Segundo o diretor executivo da FCA, Steve Smart, o comportamento da HTX contrasta com a maioria das firmas que buscam conformidade. A exchange restringiu recentemente registros de novos usuários britânicos, mas a FCA alerta que clientes existentes ainda acessam materiais promocionais ilícitos, sem garantias de mudanças permanentes.

Medidas de Bloqueio e Proteção ao Consumidor

Em resposta, a FCA solicitou a plataformas como Apple, Google e redes sociais o bloqueio de contas e aplicativos da HTX para usuários no Reino Unido. Contas em Facebook, Instagram e TikTok já foram restringidas geograficamente, enquanto X e YouTube permanecem acessíveis por enquanto. A HTX figura na Warning List do regulador, significando que usuários britânicos não contam com o Financial Ombudsman Service em disputas.

Isso implica alto risco: em caso de colapso da plataforma, recuperação de fundos é improvável. O caso reflete a postura de tolerância zero da FCA, alinhada a uma regulação cripto mais ampla prevista para 2027, expandindo supervisão além de lavagem de dinheiro.

Contexto Global e Implicações para Investidores

Para o público brasileiro que opera em exchanges internacionais como a HTX, o episódio levanta alertas sobre segurança. Justin Sun, criador do Tron e figura controversa em regulações nos EUA e Ásia, vê o cerco se apertar na Europa. Decisões em Londres influenciam tendências globais, pressionando plataformas offshore a adaptarem marketing local.

O Reino Unido busca equilibrar inovação com proteção, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar conformidade regulatória das exchanges, priorizando aquelas registradas em jurisdições estáveis. Esse caso sinaliza que promoções agressivas sem autorização podem levar a bloqueios e perdas irreparáveis.


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Estrutura cristalina no fundo de abismo digital com '60K' esculpido rachando e liberando luz dourada, sinalizando capitulação do Bitcoin em US$60 mil

Bitcoin Tocou o Fundo? K33 Vê Sinais de Capitulação

Os dados mostram que o Bitcoin pode ter atingido um suporte histórico em torno de US$ 60.000, conforme análise da K33 Research. Indicadores como RSI em 15,9 — sexto menor desde 2015 — e volumes spot no 95º percentil sugerem capitulação técnica. Paralelamente, o CEO da Bitfury, Val Vavilov, enxerga a queda de 47% desde o pico de US$ 126.000 como oportunidade de acumulação para carteiras institucionais.


Indicadores de Spot e Momentum em Extremos

No início de fevereiro, o volume de negociação de Bitcoin no spot atingiu o 95º percentil histórico por dois dias consecutivos, situação vista apenas durante o colapso da FTX nos últimos cinco anos. O RSI diário caiu para 15,9, o sexto menor nível desde 2015, comparável apenas à queda pandêmica de 2020 e ao fundo de 2018 — ambos marcos de reversão cíclica.

Segundo o relatório da K33, essa convergência de volume extremo e momentum super-vendido indica esgotamento de vendedores de varejo. Os dados sugerem que a pressão de baixa foi exaurida, com o preço estabilizando próximo a US$ 60.000 após o teste de suporte.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 352.113,67 às 18:57 de 11/02/2026, com variação de -1,33% em 24h e volume de 400 BTC.

Derivativos e ETFs Refletem Pressão Máxima

No mercado de derivativos, as taxas de funding perpétuas viraram negativas, no menor nível desde a crise bancária de 2023. O skew de opções entrou em território de defesa extrema, similar a eventos como Luna e FTX, com investidores comprando puts para proteção.

ETFs de Bitcoin nos EUA registraram volume recorde de US$ 10 bilhões no IBIT e o quinto maior outflow diário. Apesar de fluxos negativos líquidos de milhares de BTC na semana, esses picos históricos frequentemente marcam o fim de fases de pânico.

A K33 destaca que esses sinais coordenados — de spot a derivativos — reforçam a tese de capitulação, com menor probabilidade de quebra abaixo dos recentes lows.

Smart Money Acumula em Meio ao Pânico do Varejo

Enquanto indicadores apontam pânico generalizado, participantes institucionais mostram resiliência. Val Vavilov, CEO da Bitfury com fortuna de US$ 1,1 bilhão, declarou que a correção oferece chance de reequilibrar carteiras comprando Bitcoin a preços baixos. A empresa, pioneira em hardware de mineração, diversificou para IA, mas mantém exposição significativa ao BTC.

Vavilov não revelou volumes, mas enfatizou crença no crescimento de longo prazo, alinhando-se a baleias que acumulam durante quedas. Dados on-chain corroboram: endereços de grandes holders aumentaram posições recentes, contrastando com saques de varejo.

Níveis Chave e Próximos Passos a Monitorar

A K33 projeta consolidação entre US$ 60.000 e US$ 75.000 nas próximas semanas, sem sinais claros de quebra inferior. Traders devem observar RSI acima de 30 para confirmação de momentum positivo, funding rates estabilizando e inflows em ETFs.

O suporte em US$ 60.000 testado recentemente, aliado a acumulação institucional, sugere que o varejo em pânico pode estar cedendo espaço ao smart money. Volumes e volatilidade decrescentes serão confirmatórios de estabilização.


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Âncora USDT contraindo em oceano digital turbulento com silhueta Bitcoin afetada, simbolizando redução na capitalização e liquidez

Cap. da USDT Encolhe Após 2 Anos

Os dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de 60 dias da variação da capitalização de mercado da USDT ficou negativa em fevereiro de 2026, pela primeira vez em dois anos. A capitalização recuou de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões desde janeiro, com queimas recordes de 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro. Essa contração levanta preocupações sobre a liquidez disponível para sustentar uma próxima alta do Bitcoin.


Crescimento Negativo da Capitalização da USDT

A média móvel de 60 dias da variação da capitalização da maior stablecoin do mercado cruzou o limiar negativo, um evento raro ocorrido pela última vez no terceiro trimestre de 2023. Dados da CryptoQuant mostram correlação direta entre o crescimento da USDT e a entrada de liquidez no ecossistema cripto.

Desde o início de janeiro, a capitalização da Tether registrou queda, passando de mais de US$ 187 bilhões para US$ 184,3 bilhões, conforme CoinGecko. Esse movimento reflete queimas significativas: 3,5 bilhões de USDT em 10 de fevereiro e 3 bilhões no mês anterior, as maiores consecutivas já registradas. Essas ações ocorrem quando investidores resgatam a stablecoin por fiat, reduzindo o suprimento circulante para manter a paridade 1:1.

Implicações para a Liquidez do Mercado

Historicamente, expansões na capitalização da USDT sinalizam influxo de capital fresco, fortalecendo suportes em quedas e permitindo rallies sustentados. Quando o crescimento se torna negativo, como agora, o oposto ocorre: o poder de compra diminui, os suportes enfraquecem e as altas são rapidamente vendidas.

Analistas como Crypto Tice destacam que movimentos de alta prolongados no Bitcoin raramente ocorrem durante retrações no suprimento de stablecoins. A liquidez sai do mercado, em vez de aguardar oportunidades, fragilizando o ecossistema. No médio prazo, isso representa um sinal de alerta para traders monitorarem volumes e influxos.

Contexto Histórico dos Períodos de Contração

Dados históricos da CryptoQuant revelam que fases com média móvel negativa duram em média dois meses. Exemplos incluem novembro de 2022 a janeiro de 2023 e agosto a outubro de 2023, períodos de lateralização ou quedas acentuadas no Bitcoin, formando fundos locais antes de recuperações.

Atualmente, o cenário sugere possível estagnação em baixas ou correção adicional nos próximos 60 dias. Investidores devem observar se a tendência persiste, pois recuperações só se materializam após estabilização do suprimento de stablecoins.

Níveis Técnicos e Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.375,76, com variação de -1,25% nas últimas 24 horas e volume de 397,61 BTC. Níveis críticos incluem suporte em US$ 63 mil; rompimento pode levar a US$ 43 mil.

Os dados sugerem cautela no médio prazo. Traders devem priorizar métricas on-chain como suprimento de stablecoins e volume de transações para avaliar a força do próximo movimento direcional.


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Investidor cartoon tokenizando debîntures em tokens blockchain luminosos, simbolizando acessibilidade via piloto Anbima

Anbima Abre Testes de Tokenização para Debêntures e Fundos

A Anbima abriu inscrições para um projeto-piloto de tokenização de debêntures e fundos de investimento usando blockchain. Isso significa testar como transformar esses investimentos tradicionais em tokens digitais, simulando todo o ciclo de vida deles em um ambiente controlado. Para o investidor brasileiro médio, é um passo prático rumo a menos papelada, mais rapidez nas transações e possivelmente custos menores no dia a dia financeiro. As inscrições vão até 13 de março de 2026.


O Que É Esse Piloto da Anbima?

A Anbima, que representa bancos e gestoras no Brasil, quer ver na prática os benefícios da tecnologia DLT – que é basicamente o blockchain, uma rede segura e distribuída para registrar transações. Instituições interessadas podem se inscrever gratuitamente para emitir e gerenciar debêntures tokenizadas e fundos de investimento por meio de smart contracts. Isso inclui desde a emissão até o acompanhamento, tudo em um ambiente simulado.

Os casos testados vão desde debêntures representadas por tokens até a integração entre fundos e debêntures na mesma rede. O objetivo é aprender sobre eficiência, rastreabilidade e padronização de processos, algo que hoje é cheio de burocracia em cartórios e sistemas antigos. Imagine: em vez de meses para emitir um título, tudo digital e instantâneo.

Tokenização Explicada para o Dia a Dia

Tokenização é como pegar um ativo real, tipo uma debênture que rende juros fixos, e dividi-la em pedaços digitais chamados tokens no blockchain. Cada token representa uma fração do ativo original, como se você pudesse comprar um pedacinho de um imóvel ou de um fundo sem precisar de todo o dinheiro de uma vez. Para você, que talvez invista R$ 1.000 por mês via app do banco, isso pode significar mais opções acessíveis.

No Brasil, onde o acesso a investimentos bons ainda é limitado para muita gente, o blockchain traz transparência: todo mundo vê as transações em tempo real, reduzindo fraudes e erros. Menos intermediários significa taxas possivelmente menores – pense nisso como equivalente a economizar no spread do câmbio ou na corretagem alta.

Impacto Prático para o Investidor Brasileiro

Hoje, comprar debêntures ou aplicar em fundos envolve formulários, assinaturas e esperas. Com tokenização testada pela Anbima, o futuro pode ser transferir investimentos pelo celular, 24/7, sem depender de horário de expediente bancário. Para famílias como a sua, que guardam para aposentadoria ou educação dos filhos, isso traz liquidez: vender frações rapidinho se precisar de dinheiro.

Mas é realista: ainda é piloto, sem conexão com redes externas, e reguladores como CVM e BC vão precisar aprovar tudo. Pode demorar, mas mostra que o mercado financeiro brasileiro está se modernizando, abrindo portas para inclusão financeira sem os riscos da especulação pura em cripto.

O Que Você Pode Fazer Agora?

Acompanhe o anúncio da Anbima para atualizações – inscrições até 13 de março. Enquanto isso, diversifique sua carteira com renda fixa tradicional e estude plataformas que já tokenizam ativos simples. Fique de olho em custos e impostos, sempre priorizando segurança.

Essa iniciativa é um sinal positivo: o Brasil está testando blockchain para o bem comum, não só euforia. Vale monitorar para ver se chega ao seu app de investimentos em breve.


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Entidades IA etéreas autônomas emergindo de carteira translúcida em rede DeFi pulsante, ilustrando carteiras agentic da Coinbase

Coinbase Lança Agentic Wallets para Agentes de IA Autônomos

A Coinbase lançou as Agentic Wallets, uma infraestrutura pioneira que concede a agentes de inteligência artificial a capacidade de manter fundos, executar transações na blockchain e gerenciar identidades digitais de forma totalmente autônoma, sem intervenção humana. Anunciada em 11 de fevereiro de 2026, essa inovação posiciona a exchange como uma base para economias onchain impulsionadas por IA, utilizando o protocolo x402 para pagamentos machine-to-machine.


O Que São as Agentic Wallets

As Agentic Wallets representam a primeira infraestrutura de carteiras projetada especificamente para agentes autônomos. Diferente de carteiras tradicionais controladas por humanos, essas carteiras permitem que softwares de IA atuem como participantes independentes em ecossistemas blockchain. Imagine um agente de IA com sua própria ‘conta bancária’ onchain: ele pode segurar identidades digitais, gerenciar saldos em criptomoedas e iniciar transações sem depender de aprovações externas.

Essa abordagem transforma IAs de meras ferramentas passivas em atores econômicos ativos. A Coinbase enfatiza que o sistema é construído sobre fundamentos sólidos, priorizando a autonomia operacional em redes como a Base, sua layer-2 escalável. Para desenvolvedores, isso significa deployar agentes funcionais em menos de dois minutos via ferramenta de linha de comando (CLI), acelerando a experimentação em aplicações reais.

Integração com o Protocolo x402 e Rede Base

O cerne técnico das Agentic Wallets reside na adoção do protocolo x402, um padrão de pagamento otimizado para interações machine-to-machine. Esse protocolo já processou mais de 50 milhões de transações, suportando casos como taxas de acesso a APIs, pagamentos por computação e aquisições de recursos entre agentes. Funciona como um ‘HTTP para pagamentos’, estendendo o modelo de autenticação HTTP/401 para cenários de cobrança automatizada em blockchain.

Além disso, as transações ocorrem na Base, layer-2 da Coinbase sobre Ethereum, com eliminação de gas fees diretos para os agentes. Isso é possível graças a mecanismos de account abstraction, removendo barreiras para operações contínuas e de alta frequência. Desenvolvedores acessam uma biblioteca pré-construída com funções financeiras essenciais: negociação, ganho de rendimento, transferências e pagamentos, tudo integrado nativamente.

Casos de Uso e Potencial no DeFi

Os casos de uso vão além do conceitual. Agentes podem automatizar fluxos complexos no DeFi, como arbitragem em tempo real, otimização de rendimentos ou liquidação de posições baseadas em sinais de mercado processados por IA. No ecossistema Base, isso cria uma economia paralela onde máquinas negociam recursos computacionais, dados ou liquidez sem fricções humanas.

Para o leitor técnico, vale destacar as métricas on-chain iniciais: o x402 demonstra tração com volume significativo, sugerindo adoção real. A Coinbase fornece ferramentas CLI para funding rápido, permitindo testes em minutos. Isso democratiza o desenvolvimento de agentes, mas exige rigor em segurança de smart contracts para mitigar riscos de exploits em sistemas autônomos.

Implicações para a Economia da IA Onchain

Esse lançamento sinaliza a maturação da interseção IA-blockchain. Ao conceder ‘carteiras próprias’ a robôs, a Coinbase pavimenta o caminho para uma automação absoluta no DeFi, onde agentes competem, colaboram e evoluem economicamente. No entanto, desafios persistem: governança de identidades IA, conformidade regulatória e prevenção de comportamentos maliciosos em redes permissionless.

Para o ecossistema brasileiro, isso abre portas para integrações locais, como pagamentos em BRL via pontes fiat-cripto. Monitorar o TVL e transações diárias na Base será essencial para validar a tração real dessa infraestrutura.


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Baleia colossal cristalina dourada emergindo de abismo digital com 'BTC' luminoso, fragmentos vermelhos XRP caindo em capitulação, movimento on-chain

Baleia BTC Acorda Após 7 Anos em Meio a Capitulação no XRP

As baleias estão abandonando o barco ou apenas trocando de posição? Uma carteira de Bitcoin inativa há sete anos movimentou 2.043 BTC (cerca de US$ 143 milhões) para um novo endereço, conforme dados on-chain da ZyCrypto. O fato ocorre em meio à capitulação de holders de XRP, com perdas semanais de até US$ 1,2 bilhão, e queda do Bitcoin abaixo de US$ 67 mil. Os dados sugerem possível realocação estratégica em suportes psicológicos.


Movimento da Baleia de Bitcoin Após 7 Anos

Os dados on-chain revelam que a baleia adquiriu os 2.043 BTC em fevereiro de 2019 via mesa OTC da Cumberland. A carteira, originalmente com cerca de 39.000 BTC, consolidou depósitos de 2.113 BTC (7 anos) e 757 BTC (2 anos), ambos de Cumberland, em dois novos endereços. Não há indícios de transferência para exchanges conhecidas, o que aponta para medida de segurança ou mudança de custódia, em vez de venda imediata.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 346.785,62 às 07:31 de hoje, com variação de -3,54% em 24 horas. Em dólares, o preço está em US$ 66.858, testando o suporte psicológico de US$ 67.000.

Capitulação no XRP: Perdas de US$ 1,2 Bilhão

O Spent Output Profit Ratio (SOPR) do XRP caiu para 0,96, indicando que holders estão realizando prejuízos. Desde agosto de 2025, gastos de holders de longo prazo subiram 580%, de US$ 38 milhões para US$ 260 milhões diários. A oferta em lucro despencou para 58,5%, o menor desde novembro de 2024.

Perdas realizadas semanais variam de US$ 500 milhões a US$ 1,2 bilhão em retests de US$ 2,00. Atualmente, XRP negocia a R$ 7,06 (US$ 1,36), abaixo do custo médio dos holders, reforçando o pânico em zona psicológica crítica de US$ 1,40.

Queda do Bitcoin e Impacto nas Altcoins

O Bitcoin perdeu o piso de US$ 67.000 após falhar em romper US$ 72.000, caindo de US$ 90.000 em 28 de janeiro. A dominância recuou para abaixo de 57%, enquanto market cap total do criptomercado encolheu para US$ 2,35 trilhões, perda de US$ 50 bilhões em 24 horas.

Altcoins como Ethereum (abaixo de US$ 2.000), BNB (US$ 600) e SOL registram quedas de 3-5%. O XRP, com -4,34% em 24 horas, reflete fragilidade estrutural, mas padrões históricos de SOPR <1 sugerem consolidação prolongada, como visto em 2021-2022.

Níveis de Suporte Psicológicos a Monitorar

Para Bitcoin, suportes chave são US$ 67.000 (atual), US$ 65.000 (recente baixa) e US$ 60.000 (fundo semanal). No XRP, US$ 1,40 atua como barreira imediata, com US$ 2,00 como resistência histórica de capitulação. Movimentos de baleias como esse podem sinalizar reposicionamento para compras em novos suportes, mas os dados on-chain não confirmam vendas em exchanges. Traders devem observar fluxos para plataformas de negociação e indicadores de volume.


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Mão da justiça cartoon apertando rede sobre CEO e influencer fraudulentos, simbolizando condenação SafeMoon e denúncia Logan Paul

CEO SafeMoon Pegou 8 Anos: Logan Paul Enfrenta Denúncia

Prisão para uns, denúncia para outros: a justiça finalmente chegou aos tokens de euforia? Evidências apontam que sim. O CEO da SafeMoon, John Karony, foi condenado a 100 meses de prisão por uma fraude que desviou mais de US$ 200 milhões de investidores. No mesmo dia, Logan Paul virou alvo de investigações por aposta falsa de US$ 1 milhão no Polymarket durante o Super Bowl, reforçando o fim da impunidade para grandes nomes das cripto.


A Fraude da SafeMoon Revelada

Investigações revelam que Karony e cúmplices prometeram liquidez “bloqueada” no SafeMoon, um token lançado em 2021 que chegou a US$ 8 bilhões de capitalização. Na realidade, eles mantinham acesso aos fundos e desviaram milhões para luxos como uma mansão de US$ 2,2 milhões em Utah, Audi R8 e caminhões personalizados. O tribunal federal de Brooklyn o condenou por conspiração em fraude de valores mobiliários, fraude eletrônica e lavagem de dinheiro, ordenando a devolução de US$ 7,5 milhões.

Procuradores destacam que investidores de todos os perfis foram enganados. A SafeMoon pediu falência em Utah, com ativos entre US$ 10-50 milhões e dívidas menores, mas o golpe já havia consumido fortunas. Este caso sinaliza uma repressão mais dura contra projetos DeFi fraudulentos.

Logan Paul e o Stunt no Polymarket

Durante o Super Bowl, Logan Paul postou vídeo “checando” uma aposta de US$ 1 milhão nos Patriots via Polymarket. Mas investigadores cripto como ZachXBT verificaram: a conta não tinha fundos. Nenhum grande holder no mercado batia com o valor alegado. Críticos chamam de “mais um scam de Logan Paul”, ecoando o desastre do CryptoZoo, que gerou ações judiciais por perdas milionárias.

Paul já promoveu o Polymarket em lives, levantando suspeitas de relação não divulgada. Plataformas como Polymarket e Kalshi enfrentam ações judiciais nos EUA por apostas esportivas, com críticas a anúncios que incentivam jovens a arriscar como “investimento”.

O Cerco Fecha para Influenciadores-Golpistas

Esses casos conectam pontos: de CEOs a celebridades, o ecossistema cripto não tolera mais promessas vazias. Autoridades como DOJ, FBI e IRS mostram que blockchain não é escudo para crimes. Karony pegou 8 anos apesar de pedido de 12; Logan enfrenta escrutínio público e regulatório. O mercado reage com ceticismo a hype sem substância.

Para brasileiros, isso reforça: verifique pools de liquidez on-chain, evite projetos com insiders acessando fundos e desconfie de promoções de famosos. A era dos tokens de euforia acaba quando evidências on-chain expõem as fraudes.

Como se Proteger de Scams

  1. Analise contratos inteligentes: procure backdoors ou acessos privilegiados.
  2. Monitore transações de insiders via Etherscan ou BSCScan.
  3. Ignore apostas ou promoções sem prova de fundos.
  4. Prefira projetos auditados e com transparência regulatória.
  5. Diversifique e nunca invista o que não pode perder.

Investigações como essas salvam patrimônios. Fique atento: o próximo golpe pode estar no próximo tweet viral.


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Monolito Bitcoin desgastado em platô árido sob barreira vermelha de resistência 69K e rio seco de capital, alertando influxos negativos

Bitcoin Travado: Seca de Capital Novo, Segundo a CryptoQuant

A análise da CryptoQuant revela um sinal alarmante: os influxos de novos investidores no Bitcoin viraram negativos. O sell-off atual não é absorvido por capital fresco, como ocorre em mercados de alta verdadeiros. Em vez disso, a fraqueza atrai mais saídas, com o BTC estagnado abaixo de US$ 70.000 — cerca de R$ 346.244 segundo o Cointrader Monitor. Touros mostram cansaço em US$ 69k, questionando a narrativa eterna de alta.


Fluxos Negativos: Sem Capital para Segurar a Queda

A história mostra que, em ciclos passados como 2018 e 2022, a ausência de compradores novos marca o início de mercados de baixa prolongados. A CryptoQuant destaca que o Bitcoin caiu cerca de 23% nos últimos 80 dias após romper a média móvel de 365 dias pela primeira vez desde 2022. O Sharpe ratio, indicador de risco ajustado, entrou em zona associada a fases finais de alta ou mercados de baixa entrincherados.

Spot e demanda institucional permanecem fracos. Sem influxos acelerados nas quedas, o mercado ignora o padrão clássico: drawdowns saudáveis atraem capital; aqui, eles só geram mais withdrawal. Analistas externos confirmam: sem demanda renovada, a fraqueza pode endurecer em mercado de baixa pleno. Ethereum e Solana também caem, com BTC em US$ 68.979 (-2% diário, -12% semanal).

Grayscale: Bitcoin Como Ação Tech, Não Ouro Digital

O mercado está ignorando outro alerta: o Bitcoin se comporta como ação tecnológica, sensível ao apetite por risco, afirma a Grayscale. Longe de reserva de valor estável, ele segue vendas em software stocks — maior queda desde 2022. Correção de 50% do ATH de US$ 126.000 em outubro de 2025 levou BTC a US$ 60.000, com saída de mais de US$ 6 bilhões de ETFs nos últimos três meses.

Enquanto majors estagnam em US$ 69.000 (-0,6% 24h, -10,4% semanal), memecoins e tokens de IA como Worldcoin disparam. Índice Fear & Greed em “medo extremo”, liquidações de US$ 260 milhões. Grayscale vê adoção ampla como chave para decoupling do risco, mas por ora, BTC é growth asset volátil, não hedge.

Resistência em US$ 69k: Touros Sem Momentum

Keith Alan, da Material Indicators, alerta no Cointelegraph: US$ 69.000 pode virar resistência de longo prazo. Consolidação de 8 meses em 2024 e topo de 2021 criaram força estrutural. BTC caiu 3% para US$ 66.500, sem compradores para romper.

Fevereiro acumula -14,4% — quase pior que 2025 e maior risco desde 2014. Segundas-feiras foram lucrativas para posições vendidas nos últimos 4 meses (18/19 trades). Histórico sugere que sem momentum forte, essa faixa resiste meses. Killa nota padrões mensais de lows entre dias 4-7.

O Que Monitorar no Ciclo Atual

Cuidado com exuberância: todo bull tem bear. Mercado ignora saídas de ETF, funding negativo (-7% Binance) e correlação com tech. Proteja capital monitorando influxos on-chain, Sharpe ratio e suporte US$ 66.500. Se fraqueza persistir, correção para US$ 50.000 não é improvável, como em ciclos passados. Diversifique opiniões — equilíbrio evita vieses.


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Cofre digital entreaberto vazando energia dourada sugada por traços vermelhos, alertando riscos de custódia em exchanges como Bithumb

Erro de US$ 43 Bi na Bithumb: Alerta para Custódias Centrais

Se US$ 43 bilhões em Bitcoin podem ser distribuídos por erro em uma exchange como a Bithumb, quão segura está sua conta em custódia centralizada? O incidente em dezembro expôs fragilidades operacionais, enquanto a Ethereum Foundation alia-se à SEAL para combater wallet drainers e phishing. É importante considerar esses riscos para proteger seus ativos.


O Erro Colossal da Bithumb

Em 6 de dezembro de 2025, durante um evento promocional, a exchange sul-coreana Bithumb cometeu um erro grave: creditou recompensas em Bitcoin em vez de won coreano, totalizando cerca de US$ 43 bilhões distribuídos erroneamente aos usuários. A maioria dos fundos foi congelada rapidamente, e a empresa recuperou 99,7% do valor, cobrindo o restante com recursos próprios.

No entanto, alguns usuários sacaram ou venderam os Bitcoins antes da correção, levando a Bithumb a buscar recuperação via ações civis baseadas em lei de enriquecimento ilícito. Especialistas apontam que promotores serão cautelosos, pois o erro foi interno, não um hack. O risco aqui é claro: custódias centralizadas dependem de controles humanos falíveis, e um deslize pode expor saldos a volatilidade ou saques indevidos.

Esse caso intensifica o escrutínio regulatório na Coreia do Sul, com propostas para limitar participação acionária em exchanges e fortalecer verificações de ativos em tempo real. É um lembrete de que “código é lei” não se aplica plenamente em plataformas centralizadas.

Ameaça Persistente dos Wallet Drainers

Enquanto exchanges enfrentam erros operacionais, usuários de carteiras autônomas lidam com wallet drainers: malwares ou sites falsos que induzem assinaturas de transações maliciosas, esvaziando fundos em segundos. Apesar de perdas terem caído em 2025, atacantes evoluem, usando hosts confiáveis e domínios rápidos para burlar detecções.

Ainda que alertas melhoraram, o risco persiste para quem clica em links suspeitos ou aprova contratos sem verificar. Phishing via redes sociais e Discord continua prevalente, explorando a confiança em projetos Ethereum.

Aliança Ethereum-SEAL e Medidas de Proteção

Para contrabalançar, a Ethereum Foundation patrocina um engenheiro de segurança na Security Alliance (SEAL), focando no Trillion Dollar Security. A iniciativa expande compartilhamento de inteligência: mapeamento de sites falsos, scripts maliciosos e alertas em tempo real para carteiras parceiras.

Isso acelera bloqueios automáticos e avisos, reduzindo janelas de ataque. Atenção para:

  • verifique URLs sempre;
  • use hardware wallets;
  • ative 2FA;
  • monitore transações antes de assinar.

Para custódias como Bithumb, o episódio reforça a necessidade de provas de reservas e auditorias. Usuários devem diversificar: não concentre tudo em uma exchange. Considere autocustódia, mas com backups seguros.

O Que Observar Agora

O erro da Bithumb e a aliança Ethereum destacam vulnerabilidades sistêmicas. Reguladores coreanos avançam em leis de proteção a usuários virtuais, enquanto no Ethereum, dados compartilhados prometem respostas mais rápidas. Monitore atualizações de segurança em suas plataformas e evite decisões impulsivas baseadas em promoções ou links não verificados. A proteção começa com ceticismo saudável.


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Balança regulatória com personagens cartoon: Blockchain.com aprovado pela FCA e HTX processado por ilegalidade no Reino Unido

FCA Aprova Blockchain.com no Reino Unido e Processa HTX por Ilegalidade

A Blockchain.com obteve registro junto à FCA no Reino Unido após quatro anos de processo, enquanto a HTX (ex-Huobi) enfrenta ação judicial por publicidade ilegal de criptoativos direcionada a consumidores britânicos. Os fatos, divulgados em 10 de fevereiro de 2026, destacam a rigorosa fiscalização regulatória britânica iniciada em outubro de 2023, separando plataformas compliant das que operam na margem legal.


Aprovação da Blockchain.com pela FCA

Os dados mostram que a Blockchain.com, exchange e provedora de carteiras com sede em Londres, concluiu um processo de quatro anos para obter o registro como negócio de cryptoativos na FCA. Inicialmente, a empresa retirou sua aplicação em março de 2022 ante prazos iminentes, mas retornou e obteve aprovação. Isso permite oferecer serviços de ativos digitais em conformidade com normas de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.

A conquista sinaliza maior clareza regulatória no Reino Unido, um hub financeiro global. Instituições monitoram esses avanços, pois constroem confiança para alocação de capital. Plataformas registradas integram-se ao ecossistema financeiro mainstream, reduzindo riscos operacionais para usuários.

Ação de Enforcement Contra a HTX

Em contraste, a FCA iniciou procedimentos legais contra a HTX no Tribunal Superior de Londres em outubro de 2025. A exchange, registrada no Panamá com estrutura societária opaca, ignorou contatos regulatórios e continuou promoções em TikTok, X, Facebook, Instagram e YouTube, violando regras de outubro de 2023.

A FCA solicitou bloqueio de contas sociais e apps da HTX em lojas como Google Play e Apple App Store para usuários britânicos. Usuários existentes ainda acessam promoções consideradas ilícitas, sem garantias de mudanças permanentes. A plataforma está na Warning List da FCA, sem acesso ao ombudsman financeiro.

Contexto Regulatório e Impacto Global

As regras britânicas exigem que anúncios de cripto sejam aprovados por entidades autorizadas e incluam riscos claros. A maioria das exchanges ajustou-se, mas casos como HTX evidenciam fiscalização rigorosa. Para usuários brasileiros, que utilizam exchanges globais, isso reforça a necessidade de verificar compliance em jurisdições chave.

Plataformas não registradas expõem a riscos como perda de fundos sem proteção regulatória. O contraste entre Blockchain.com e HTX ilustra a ‘limpeza’ do mercado: compliant ganham legitimidade; não compliant enfrentam sanções. Dados da FCA indicam primeira ação de enforcement desse tipo, com potencial para multas e proibições.

Níveis a Observar e Próximos Passos

Investidores devem monitorar desdobramentos judiciais da HTX e expansões de plataformas FCA-registradas. O registro da Blockchain.com pode atrair mais volume institucional no UK, impactando liquidez global. Para brasileiros, priorize exchanges com licenças múltiplas; evite warning lists. A tendência regulatória sugere consolidação em torno de atores transparentes.


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Balança cartoon desequilibrada: tesourarias Solana curvadas sob sacos vermelhos de perdas, BitMine empilhando ETH dourados em sell-off

Tesourarias Solana com Perdas de US$ 1,5 Bi e BitMine Acumula ETH

Dezenove empresas públicas com tesourarias em Solana registram perdas não realizadas superiores a US$ 1,5 bilhão, conforme dados da CoinGecko. Paralelamente, a BitMine Immersion Technologies adquiriu 40.613 ETH durante a recente queda de preços, elevando suas holdings para 4,32 milhões de unidades apesar de prejuízos no papel de até US$ 8 bilhões. Os dados mostram uma pausa na acumulação de SOL desde outubro de 2025.


Perdas Não Realizadas em Tesourarias de Solana

Os números revelam que companhias como Forward Industries, detentora de 6,9 milhões de SOL a um custo médio de US$ 230 por token, enfrentam perdas superiores a US$ 1 bilhão com SOL cotado em torno de US$ 84. Sharps Technology registrou uma compra única de US$ 389 milhões perto do pico, agora valendo US$ 169 milhões, uma desvalorização de 56%.

DeFi Development Corp, Upexi e Solana Company completam o grupo das principais afetadas, controlando coletivamente mais de 12 milhões de SOL, ou 2% do suprimento total. As perdas não realizadas diferem das realizadas, pois não impactam o caixa até a venda, mas comprimem os múltiplos de valor patrimonial líquido (mNAV), limitando captações de capital fresco.

Atualmente, SOL negocia a R$ 418,40, com variação de -4,56% nas últimas 24 horas.

Empresas Pausam Acumulação e Ações Desvalorizam

A acumulação de SOL concentrou-se entre julho e outubro de 2025. Desde então, as cinco maiores tesourarias não reportaram novas compras significativas, sem vendas on-chain registradas. As ações dessas empresas caíram entre 59% e 80% nos últimos seis meses, superando a desvalorização de 71,5% de SOL desde seu ATH de US$ 293.

Dados consolidados indicam que Forward Industries, Sharps Technology e Upexi lideram as perdas, com múltiplos mNAV comprimidos refletindo repricing pelos mercados acionários.

Estratégia da BitMine com Ethereum

Em contraste, a BitMine comprou 40.613 ETH por cerca de US$ 83-84 milhões a US$ 2.020 por unidade, elevando o total para 4,32 milhões de ETH. Parte está em staking, gerando yield. Apesar de perdas não realizadas de US$ 7,5-8 bilhões, o chairman Tom Lee aposta em recuperação em V para ETH, cotado hoje a R$ 10.063,20 (-3,65% em 24h).

As ações BMNR caíram 5% em pré-mercado, sinalizando cautela dos investidores ante o impacto no NAV.

Níveis de Suporte e Implicações para SOL

Os dados sugerem suporte imediato para SOL em torno de US$ 80-84, alinhado aos preços atuais e custos de aquisição médios das tesourarias. Uma quebra abaixo pode pressionar vendas forçadas, ampliando perdas realizadas. Acima de US$ 90, resistência inicial; US$ 230 marca o breakeven médio das holdings corporativas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 346.171,18 (-3,6% em 24h), contextualizando a correção ampla do mercado.


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