Monolito dourado sob crosta de gelo rachado com veias vermelhas pulsantes, simbolizando queda de 46% do Bitcoin e inverno cripto prolongado

Inverno Cripto à Vista? BTC Derrete 46% e Analistas Cortam Preços

O alerta da XWIN Research não poderia ser mais claro: o Bitcoin pode já estar entrando em um inverno cripto prolongado. Após queda de 46% do pico de US$ 126 mil para cerca de US$ 67.900, o mercado registra perdas realizadas de US$ 13 bilhões, o maior nível desde 2022. Cinco meses consecutivos de perdas e Índice de Medo & Ganância em 14 (medo extremo) reforçam o cenário de baixa. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas, como em 2018.


Queda Acelerada e Fluxos de Capital Preocupantes

A desvalorização de 46% do Bitcoin não é mero ajuste: representa uma retração significativa após o pico histórico. Segundo a análise da XWIN, apesar de US$ 300 bilhões em inflows em 2025, a capitalização de mercado encolheu, indicando pressão vendedora dominante de grandes holders ou derivativos. O volume de perdas realizadas atingiu picos vistos no fundo de 2022, mas com preços nominais mais altos, o mercado ignora o enfraquecimento estrutural.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 349.680, com variação de -0,31% em 24 horas e volume de 327 BTC. Esse descolamento entre inflows e preço é clássico de topos de ciclo, como vimos na bolha dot-com ou no bear de 2018, quando o otimismo institucional mascarou a realidade.

O mercado está ignorando esses alertas, mas os dados on-chain sugerem que a força interna está se esgotando. Capitulação pode demorar meses, como historicamente ocorre.

Standard Chartered Corta Previsão e Aponta US$ 50 Mil

O corte de alvo de preço pelo Standard Chartered reforça o ceticismo. O banco reduziu a meta de fim de ano para US$ 100 mil, ante US$ 150 mil, e prevê queda a US$ 50 mil antes de qualquer rebound. ETF de Bitcoin registram saídas de US$ 282 milhões este mês e US$ 6 bilhões nos últimos quatro, enquanto open interest de futuros cai de US$ 96 bilhões para US$ 44 bilhões.

Geoffrey Kendrick, chefe de ativos digitais, cita falta de narrativa clara e macro desfavorável até mudanças no Fed. Essa capitulação final é esperada nos próximos meses. A história mostra que analistas institucionais acertam ao virar bearish em picos de exuberância, como em 2022, quando cortes semelhantes precederam o fundo.

Investidores devem monitorar esses fluxos: redução de exposição sinaliza risco de mais downside.

Influência de Tech e Metais Preciosos no Cenário Bear

A correlação com o setor tech reafirma a vulnerabilidade. Bitcoin recuou para US$ 65 mil, acompanhando queda de 2% no Nasdaq e 3% no ETF de software (IGV), pressionado por medos de IA disruptiva. Ouro e prata despencaram 3% e 10%, respectivamente, rompendo qualquer narrativa de safe haven.

O mercado cripto, ainda visto como ‘software programável’, sofre com múltiplos elevados questionados pela automação via IA. Essa sincronia com tech volátil é lição de 2022: cripto não decoupling real ainda. Ciclos passados, como crises asiáticas de 1997, mostram que ativos de risco caem juntos em risk-off.

Cuidado com otimismo prematuro: sem suporte macro, o inverno pode se estender.

Lições Históricas e Próximos Passos

Eu avisei: todo bull é seguido de bear prolongado. 2018 viu quedas de 84%; 2022, 77%. Hoje, com estrutura mais madura via ETFs, o downside pode ser menos extremo, mas perdas de US$ 13 bi e cortes institucionais gritam cautela. Proteja capital priorizando sobrevivência ao ciclo.

Vale monitorar capitulação em perdas realizadas e inflows sustentados. Sem isso, novas mínimas são prováveis. O sonho da alta eterna acabou — prepare-se para um inverno mais longo do que o hype sugere.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias digitais emergindo de abismo expelindo fluxos dourados de BTC em superfície turbulenta cyan, alertando volatilidade on-chain no Bitcoin

Baleias se movem: Depósito de US$ 727 mi na Binance alerta volatilidade

Os dados on-chain mostram uma baleia depositando 10.735 BTC, equivalentes a US$ 727 milhões, na Binance nos últimos três dias, incluindo 2.535 BTC há duas horas. Em contraste, a exchange registrou uma saída de US$ 1,28 bilhão em Bitcoin, equivalente a cerca de 19.162 BTC. Esse movimento contraditório pode sinalizar reestruturação de liquidez e maior volatilidade no mercado de BTC, atualmente cotado próximo de US$ 67.000.


Detalhes dos Depósitos da Baleia

De acordo com monitoramento do The Data Nerd, a entidade identificada como 3NVeX realizou depósitos cumulativos de 10.735 BTC na Binance entre 10 e 13 de fevereiro de 2026. O último movimento, de 2.535 BTC (US$ 168 milhões), ocorreu há duas horas da publicação original. Esses inflows elevados, com picos acima de 12.000 BTC em eventos recentes, coincidem com a correção do Bitcoin de US$ 95.000 para níveis atuais em torno de US$ 67.000.

Os dados indicam uma concentração de supply na exchange, expandindo o inventário disponível para trading. Médias mensais de inflows subiram para 2.900-3.000 BTC no final de 2025, refletindo posicionamento sob pressão de preço. Tal padrão historicamente precede execuções de venda, com volume taker negativo confirmando distribuição ativa no mercado spot e derivativos.

Saídas Massivas Reduzem Saldos da Exchange

Paralelamente, os saldos de Bitcoin na Binance caíram de aproximadamente 1,23 milhão para 1,21 milhão de BTC, impulsionados por saídas de 19.162 BTC (US$ 1,28 bilhão). Esse outflow acelerou após eventos de desconfiança em outubro de 2025, com investidores priorizando custódia em cold wallets. O movimento reflete aversão a risco, não realização de lucros, apertando a liquidez de venda na exchange.

Embora os inflows de baleias tenham aumentado a oferta disponível, as retiradas institucionais e de holders grandes mitigaram impactos imediatos de downside. No entanto, a combinação expõe fragilidades: supply concentrado em poucas mãos e redução gradual de inventário on-exchange.

Implicações para Volatilidade e Níveis Técnicos

Os dados mostram transição de inflows passivos para pressão de venda agressiva, alinhada a drawdowns mais acentuados em 2026. Volumes taker negativos intensos marcam capitulação, enquanto outflows para storage frio oferecem suporte de longo prazo via redução de sell-side overhang. Indicadores como net volume taker e exchange balances sugerem volatilidade elevada, com BTC testando suportes em US$ 62.000-65.000.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 349.964,63, com variação de -0,25% em 24 horas e volume de 329,71 BTC. No mercado global, BTC-USD em US$ 67.080 (Dólar a R$ 5,218). Traders devem monitorar inflows contínuos acima de 5.000 BTC e outflows sustentados para avaliar direção de curto prazo.


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Personagens cartoon de gigantes tech quebrando correntes de regras VC, liberando fluxo dourado-cyan para torre neural IA/Web3, marcando captação de US$30 bi pela Anthropic

Anthropic Levanta US$ 30 Bilhões: Silicon Valley Quebra Tabus na IA

Silicon Valley quebra tabus: a Anthropic levantou US$ 30 bilhões em uma rodada épica de financiamento Series G, alcançando valuation de US$ 380 bilhões. Liderada por GIC e Coatue, com participação de Nvidia e Microsoft, a operação revela o ‘smart money’ apostando pesado na corrida da inteligência artificial. Essa captação massiva valida a tese de infraestrutura que o ecossistema Web3 também persegue, com investimentos bilionários em computação de ponta.


Detalhes da Rodada Histórica

A Anthropic anunciou a conclusão da Série G nesta sexta-feira (13/02/2026), tornando-se uma das maiores transações de venture capital da história, só superada pela OpenAI em 2025. O post-money valuation saltou para US$ 380 bilhões, quase o dobro do anterior. Investidores incluem fundos soberanos como GIC de Singapura, gigantes de VC como Coatue, e pesos-pesados da tech: Nvidia e Microsoft, que injetaram parte dos US$ 15 bilhões previamente prometidos.

Além disso, a empresa permitirá que funcionários vendam ações pelo novo valuation, sinalizando maturidade e confiança. Com mais de 30 instituições envolvidas, incluindo Sequoia, Lightspeed, Goldman Sachs e Blackstone, o movimento demonstra apetite voraz por ativos de IA de alto potencial.

Quebra de Tabus no Ecossistema VC

Tradicionalmente, o Vale do Silício seguia uma regra não escrita: não investir em concorrentes diretos para preservar confiança e evitar conflitos de interesse. Mas na corrida armamentista da IA, esse tabu foi demolido. A Sequoia, por exemplo, detém stakes em OpenAI, xAI (de Elon Musk) e agora Anthropic, apostando em múltiplos cavalos na mesma pista.

Outros como Altimeter, MGX (Abu Dhabi) e Blackstone seguem o mesmo playbook. O raciocínio é claro: com retornos exponenciais em jogo e risco de FOMO (fear of missing out), o ‘smart money’ prefere diversificar do que arriscar ficar de fora do próximo Google ou Meta. Essa mudança reflete a maturidade do mercado de IA, onde lealdade dá lugar à estratégia agressiva.

Infraestrutura: Paralelo com Web3

O funding reforça a tese de que IA e Web3 compartilham a mesma obsessão: infraestrutura escalável. A Anthropic planeja investir pesado em data centers nos EUA (US$ 50 bilhões anunciados), GPUs customizadas do Google e clusters massivos, ecoando os desafios de blockchains como Ethereum e Solana em busca de computação descentralizada.

Enquanto Web3 constrói redes distribuídas para DeFi e NFTs, IA demanda poder computacional centralizado mas voraz – anualmente, custos de treinamento de modelos triplicam. Nvidia, rainha dos chips, lucra bilhões fornecendo hardware para ambos os mundos. Microsoft integra Claude (modelo da Anthropic) em seus serviços, assim como integra blockchains em Azure. O ‘smart money’ vê convergência: IA alimentará agentes autônomos em Web3, criando um flywheel virtuoso.

Perspectivas de Alta para o Futuro

Fundada em 2021 por ex-executivos da OpenAI (Dario e Daniela Amodei), focada em IA segura, a Anthropic já ostenta ARR de US$ 14 bilhões, com crescimento de 10x ao ano. Produtos como Claude Code revolucionam programação, capturando 4% dos commits no GitHub. Apesar de queimar caixa (US$ 26,6 bilhões só em AWS em 2025), projeções apontam break-even em 2028.

Para investidores brasileiros, isso é um sinal de alta para ativos que capturam essa megatendência. Monitore Nvidia (chips), Microsoft (cloud+IA) e ecossistemas Web3 com foco em compute (Render, Akash). A era da IA híbrida com blockchain está apenas começando – e o ‘smart money’ já está posicionado.


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Juiz cartoon do DOJ multando balcão de exchange com buracos e placa $4M voando, investidor protegido observa falhas em AML/KYC

Paxful Multada em US$ 4 Milhões por Falhas Graves em AML/KYC

Investigações revelam que a Paxful Holdings Inc. foi condenada pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) a pagar uma multa de US$ 4 milhões (cerca de R$ 20,9 milhões) por falhas intencionais em seus controles de prevenção à lavagem de dinheiro (AML) e verificação de clientes (KYC). A plataforma P2P, conhecida por negociações anônimas de Bitcoin, atraiu criminosos envolvidos em fraudes, extorsão e tráfico humano, lucrando com taxas sobre transações ilícitas entre 2015 e 2022. Este caso expõe o preço da anonimidade em exchanges não reguladas.


Detalhes da Condenação do DOJ

A Paxful operava como um marketplace ponto a ponto, conectando compradores e vendedores sem intermediários tradicionais. No entanto, promotores federais constataram que a empresa ignorou deliberadamente obrigações básicas de AML/KYC, permitindo que US$ 17 milhões em Bitcoin fossem transferidos diretamente de carteiras da plataforma para sites ilícitos. Os fundadores tinham ciência plena das atividades suspeitas, inclusive cunhando o termo interno “Efeito Backpage” para o influxo de usuários de sites de prostituição derrubados pelas autoridades.

A penalidade inicial prevista superava US$ 112 milhões, mas foi reduzida para US$ 4 milhões após análise independente revelar a insolvência da Paxful. O comunicado oficial do DOJ destaca que a negligência tornou a plataforma um veículo atraente para lavagem de dinheiro, violando leis federais como o Travel Act.

Red Flags Identificadas na Paxful

Um dos maiores alertas foi a declaração falsa do cofundador Artur Schaback, que se declarou culpado por afirmar que a Paxful não exigia KYC, quando na verdade deveria cumprir normas bancárias americanas. Evidências apontam que a empresa priorizou lucros rápidos sobre compliance, gerando receitas com taxas sobre transações criminosas ligadas a fraudes e extorsão.

Essa postura reflete um padrão em plataformas P2P: anonimato excessivo sem contrapartidas de segurança. Investigações revelam inconsistências graves, como ausência de monitoramento de transações de alto risco e falha em reportar atividades suspeitas às autoridades, configurando negligência deliberada que expôs usuários legítimos a riscos indiretos.

Impacto no Setor Cripto e Precedentes Regulatórios

A sentença da Paxful estabelece um precedente perigoso para o ecossistema cripto. Plataformas que operam em áreas cinzentas estão sob microscópio regulatório global, com o DOJ sinalizando que insolvência não isenta de punições criminais. Paralelamente, casos como o da Gemini mostram que até gigantes enfrentam pressões para ajustes operacionais.

No Brasil, isso reforça a urgência de adesão à IN 1888 da Receita Federal. Exchanges P2P internacionais sem representação local correm risco de congelamento de ativos durante investigações, afetando traders brasileiros que buscam anonimato ou arbitragem cambial.

Como Investidores Brasileiros Podem se Proteger

Para evitar armadilhas semelhantes, priorize plataformas reguladas com KYC robusto e relatórios AML transparentes. Migre para corretoras locais ou internacionais compliant, como aquelas listadas na CVM, e considere self-custody em carteiras hardware para volumes significativos. Monitore red flags como promessas de anonimato total, ausência de suporte regulatório e histórico de reclamações sobre fundos congelados.

Verifique sempre o compliance via sites oficiais como DOJ ou CFTC. Em um mercado sob escrutínio, a proteção começa com escolhas informadas: evidências sólidas superam promessas vazias de anonimato.


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Holder cartoon fugindo de perseguidores sombrios em rua noturna, com polícia aproximando, alertando riscos físicos de sequestro para detentores de cripto na França

Alerta: Prisões Após Tentativas de Sequestro de Holders de Cripto

Três homens foram presos em Lyon pela Brigade de Recherche et d’Intervention (BRI) nesta quinta-feira, após duas tentativas de sequestro contra detentores de criptomoedas na região parisiense. Os ataques ocorreram no mesmo dia em Saint-Mandé e Vaucresson, mirando profissionais do setor cripto. Este caso reforça o risco físico crescente para holders na Europa, onde a discrição se torna essencial para proteção. Sua segurança digital não basta mais.


Detalhes das Tentativas de Sequestro

Os incidentes começaram por volta das 6h da manhã em um pavilhão em Saint-Mandé, no Val-de-Marne, onde os criminosos abordaram um homem identificado como trabalhador no ecossistema de criptomoedas. Sem sucesso inicial, eles fugiram para Vaucresson, nos Hauts-de-Seine, visando outra vítima. Pelo menos uma das vítimas sofreu prejuízos, segundo relatos iniciais da investigação.

É importante considerar que esses ataques ocorreram em plena luz do dia, em áreas residenciais, demonstrando a ousadia dos agressores. A polícia de Paris, da brigade de répression du banditisme, iniciou uma filatura que levou à identificação dos suspeitos embarcando em um trem para Lyon. A intervenção da BRI na Gare de la Part-Dieu foi precisa, evitando maiores danos.

Perfil dos Suspeitos e Armamento

Os detidos são jovens de 18, 20 e 21 anos, um perfil surpreendente para crimes tão graves, mas que reflete a profissionalização de gangs menores no targeting de holders. Um deles portava uma arma de punho, elevando o risco de violência letal. Durante a guarda à vue, as autoridades buscam conexões com redes maiores de crypto kidnappings.

O risco aqui é claro: criminosos estão usando informações públicas ou vazadas para mapear alvos ricos em ativos digitais. Você já parou para pensar se suas postagens em redes sociais revelam seu envolvimento com crypto? Essa é uma vulnerabilidade comum que Patrícia Prado, como analista de risco, alerta repetidamente.

Contexto Alarmante na França

2026 já é considerado o pior ano para sequestros relacionados a criptomoedas na França, com casos em ascensão. Recentemente, uma magistrada e sua mãe de 66 anos foram sequestradas por 30 horas em Lyon para extorquir o marido, diretor de uma empresa de Bitcoin. A polícia enfatiza: “a discrição é uma proteção”. O cofundador da Ledger, Eric Larchevêque, clama por penas exemplares.

Essa onda de violência física vai além da segurança digital tradicional. Holders estão sendo rastreados via OSINT (inteligência de fontes abertas), como perfis LinkedIn ou transações on-chain visíveis. O mercado crypto atrai não só investidores, mas predadores que veem carteiras como alvos fáceis.

OPSEC Física: Como se Proteger

Segurança digital é o básico, mas OPSEC física é vital agora. Atenção para: evite ostentar ganhos em redes sociais; use pseudônimos em fóruns cripto; varie rotinas diárias; informe vizinhos ou familiares sobre riscos sem detalhes; considere alarmes residenciais e câmeras. Em caso de abordagem suspeita, priorize fuga e acione autoridades imediatamente.

Não se trata de paranoia, mas de realismo. Casos históricos mostram que discrição salva vidas e patrimônio. Monitore notícias locais e adapte sua rotina. A proteção começa com consciência dos riscos emergentes no ecossistema crypto.


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Personagens cartoon em mesa de comitê ao redor de globo digital conectando América e Brasil, simbolizando comitê de inovação da CFTC com Coinbase e Ripple

CFTC Forma Comitê de Inovação com Coinbase e Ripple

A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA (CFTC) anunciou nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, a composição final de seu Comitê Consultivo de Inovação, com 35 membros proeminentes. Dentre eles, destacam-se os CEOs da Coinbase, Brian Armstrong, e da Ripple, Brad Garlinghouse, sinalizando uma maior integração entre o lobby cripto e as autoridades regulatórias americanas. Lançado em janeiro pelo Chair Michael S. Selig, o grupo visa adaptar as regras aos avanços em blockchain e inteligência artificial, refletindo realidades de mercado para o que Selig chama de “Era de Ouro dos Mercados Financeiros Americanos”. Essa movimentação reforça a influência do setor em Washington, com implicações globais para investidores.


Composição Diversificada do Comitê

O comitê reúne uma ampla representação do ecossistema financeiro, com 20 executivos ligados a criptomoedas, segundo detalhes divulgados pela CFTC. Além de Armstrong e Garlinghouse, integram a lista Tyler Winklevoss (Gemini), Kris Marszalek (Crypto.com), Arjun Sethi (Kraken), Anatoly Yakovenko (Solana Labs), Hayden Adams (Uniswap Labs) e Peter Smith (Blockchain.com). Representantes de mercados tradicionais, como Terry Duffy (CME Group), Adena Friedman (Nasdaq) e Jeff Sprecher (Intercontinental Exchange), equilibram a composição.

Plataformas de prediction markets, como Polymarket (Shayne Coplan) e Kalshi (Tarek Mansour), também marcam presença, ao lado de líderes de venture capital como Chris Dixon (a16z) e acadêmicos como Harry Crane. Essa diversidade, anunciada em 12 de fevereiro, substitui o antigo Comitê Consultivo de Tecnologia e busca inputs sobre produtos emergentes, plataformas e modelos de negócios em derivativos.

Contexto Geopolítico e Estratégia Regulatória

Do ponto de vista geopolítico, a inclusão de gigantes cripto no comitê da CFTC representa um marco na maturação do setor nos EUA, o maior mercado financeiro global. Segundo autoridades americanas, o objetivo é future-proof os mercados, garantindo que inovações como blockchain e IA não sejam sufocadas por regras obsoletas. Isso ocorre em meio a uma coordenação crescente com a SEC, sob a administração atual, que tem se mostrado mais receptiva ao cripto.

Para o investidor brasileiro, isso traduz em maior clareza regulatória transfronteiriça. Decisões em Washington influenciam exchanges globais e fluxos de capital, impactando cotações em reais. Plataformas como Coinbase e Ripple, com presença no Brasil, podem facilitar adaptações locais, enquanto a CFTC monitora riscos em derivativos cripto, área de jurisdição compartilhada com a CVM.

Reações de Líderes do Setor

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, reagiu entusiasticamente no X (antigo Twitter), batizando o grupo de ‘Olympics Crypto Roster’, evocando uma “seleção olímpica” de talentos. Ele destacou a presença de inovadores de DeFi e infraestrutura blockchain ao lado de titãs do TradFi. Chair Selig descreveu o lançamento como um “momento energizante”, enfatizando que o comitê ajudará a agência a refletir realidades comerciais e econômicas.

Outros líderes, como Mike Novogratz (Galaxy), elogiaram Selig como “líder forte, pró-inovação”, notando a colaboração CFTC-SEC. Essa convergência sugere um ambiente regulatório mais colaborativo, contrastando com eras anteriores de tensão.

Implicações para Mercados Globais

O comitê aconselhará sobre considerações comerciais de produtos emergentes, incorporando visões de reguladores, academia e grupos de interesse público. Em um contexto global, onde a UE avança com MiCA e a China restringe cripto, os EUA buscam manter liderança. Investidores devem monitorar as reuniões iniciais, pois regras claras podem impulsionar adoção institucional, beneficiando ativos como Bitcoin e altcoins.

Para brasileiros, isso reforça a necessidade de diversificação geopolítica em portfólios, com olhos em Washington como termômetro para volatilidade futura. O lobby cripto ganha assentos oficiais, moldando o futuro da tokenização e derivativos.


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Núcleo dourado de Bitcoin tensionado por filamentos vermelhos puxando para linha 74K, simbolizando pressão de expiração de opções no max pain

Bitcoin sob Pressão: US$ 2,9 bilhões em Opções Expiram Hoje

Cerca de US$ 2,9 bilhões em contratos de opções de criptomoedas expiram nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, às 08:00 UTC, com destaque para US$ 2,5 bilhões em opções de Bitcoin na Deribit. Os dados mostram um put/call ratio de 0,76, indicando mais calls do que puts, e max pain em torno de US$ 74-75 mil segundo Coinglass. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 66 mil, a discrepância pode gerar volatilidade à medida que market makers ajustam posições.


Detalhes da Expiração nas Principais Exchanges

Os números consolidados revelam que aproximadamente 38 mil contratos de opções de Bitcoin expiram hoje, com valor nocional de US$ 2,53 bilhões apenas na Deribit. O open interest (OI) total em opções de BTC em todas as exchanges atinge US$ 36,6 bilhões, com concentrações elevadas nos strikes de US$ 60 mil e US$ 50 mil, onde ultrapassam US$ 1 bilhão cada. Isso reflete aumento de apostas de baixa, com puts dominando o volume recente — mais de US$ 1 bilhão negociados hoje, 37% do total, majoritariamente out-of-the-money entre US$ 60-65 mil.

Para Ethereum, 217 mil contratos expiram com US$ 406-420 milhões nocionais, put/call de 0,89 e max pain em US$ 2.150. Segundo dados recentes, às 07:32 de hoje, o Bitcoin está cotado a R$ 348.993,58, com variação de -0,65% em 24 horas e volume de 328,79 BTC. Fonte: Cointrader Monitor.

O Conceito de Max Pain e Seu Impacto Potencial

O max pain refere-se ao preço de exercício onde o maior número de opções expira sem valor, maximizando perdas para detentores de opções. Calculado com base no volume de contratos por strike, ele atua como um ‘ímã’ porque market makers, que vendem opções, hedgeiam posições para minimizar prejuízos, comprando ou vendendo spot/futuros. Aqui, com max pain em US$ 74-75 mil — acima do spot atual de ~US$ 66-68 mil —, os dados sugerem pressão para cima se o momentum permitir, mas a tendência de baixa recente pode contrariar.

Análises como a de Laevitas identificam um ‘bear put spread’ na Deribit, comprando put de strike alto e vendendo put baixo. Greeks Live nota dominância de puts OTM, sinalizando visão negativa institucional para 1-2 meses. Historicamente, expirações elevadas como esta (maior que a semana passada) amplificam volatilidade em até 5-10% no dia.

Contexto Técnico e Níveis Críticos a Monitorar

O Bitcoin registra queda de ~50% desde o ATH de US$ 126 mil em outubro, com market cap total em US$ 2,34 trilhões (-1,5% diário). Spot volume de BTC em US$ 47 bilhões (-11%), futures em US$ 63 bilhões (-18%), OI em US$ 44 bilhões (-1,73%). RSI diário em 29 indica oversold, mas sem divergência bullish confirmada; estrutura de baixa com lower highs/lows abaixo da média móvel de 50 dias (US$ 75 mil) e 200 dias (US$ 92,5 mil).

Suportes imediatos: US$ 65-66 mil, seguido de US$ 60 mil psicológico e realized price ~US$ 55 mil. Resistências: US$ 74-76 mil (max pain + 50DMA). Bollinger Bands expansivas e preço no limite inferior sugerem possível extensão da queda ou alívio temporário. Traders devem observar volume pós-expiração às 08:00 UTC para directional bias.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No Brasil, com BTC a R$ 349 mil aproximados, a expiração global impacta exchanges locais via arbitragem e fluxos institucionais. Volume 24h de R$ equivalente reflete correlação alta com spot global. Investidores locais monitoram se o max pain impulsiona recuperação ou reforça o mercado de baixa, com OI crescente em strikes baixos sinalizando cautela. Os dados indicam neutralidade direcional até o settlement.


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Trader cartoon em pânico despencando de plataforma alavancada 25x em redemoinho de volatilidade Ethereum, alertando riscos de liquidação

Trader Perde US$ 71 Milhões na Hyperliquid com 25x em Ethereum

O trader conhecido como Machi Big Brother acumulou uma perda de mais de US$ 71 milhões na plataforma de derivativos Hyperliquid ao longo de quatro meses, com 241 liquidações em posições alavancadas de 25x em Ethereum (ETH). Os dados mostram que mesmo perfis experientes enfrentam liquidações rápidas em cenários de volatilidade, onde uma retração de apenas 4% basta para zerar a posição. Essa sequência destaca os riscos inerentes à alavancagem alta para investidores de todos os tamanhos.


Detalhes da Operação e Sequência de Liquidações

Desde outubro de 2025, o endereço associado a Machi Big Brother registrou perdas consistentes na Hyperliquid, uma plataforma descentralizada de perpétuos. Os registros indicam 241 eventos de liquidação, com foco exclusivo em posições compradas de ETH com alavancagem máxima de 25x. Após cada liquidação, o trader depositava USDC e reabria posições imediatamente, mantendo uma abordagem persistente apesar das adversidades.

A conta chegou a um saldo mínimo de US$ 20.815, refletindo o impacto cumulativo. Em termos absolutos, as perdas totais superam US$ 71 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 370 milhões pela cotação atual do dólar em R$ 5,21. Essa persistência em reentrar no mercado ilustra um padrão comportamental comum em trading alavancado, mas com consequências ampliadas pela magnitude do capital envolvido.

Riscos Técnicos da Alavancagem 25x em Volatilidade do ETH

Em alavancagem de 25x, uma variação adversa de 4% no preço do ativo subjacente aciona a liquidação automática. Os dados do Ethereum mostram volatilidade significativa nos últimos meses: o ETH oscilou entre mínimas próximas de US$ 1.926 e máximas de US$ 1.969 em sessões recentes, com variação diária de +0,58%. No Brasil, o ETH cotado a cerca de R$ 10.220 reflete essa dinâmica em reais.

Níveis de suporte recentes incluem a média móvel de 50 períodos em torno de US$ 1.950, enquanto resistências testadas estão em US$ 1.970. Em contextos de retrações rápidas, como as observadas durante as liquidações reportadas, tais posições amplificam perdas exponencialmente. Os números demonstram que o risco não é linear, mas multiplicado pelo fator de alavancagem.

Implicações para Traders Retail e Pequenos Investidores

Se um operador com histórico em criptoativos, como Machi Big Brother, acumula perdas dessa escala, os dados sugerem maior vulnerabilidade para investidores retail. No mercado brasileiro, onde o Bitcoin opera a R$ 349.227 com variação de -0,41% em 24h, a alavancagem alta expõe a saldos menores a liquidações totais em minutos. Plataformas locais e globais registram volumes crescentes em perpétuos, mas sem gerenciamento rigoroso de risco.

Indicadores como o volume de liquidações globais em ETH, que superam milhões diários em períodos voláteis, reforçam a necessidade de limites de exposição. Para perfis menores, posições alavancadas representam risco de perda integral do capital inicial, diferentemente de estratégias spot que preservam o principal apesar de retrações.

Níveis Chave a Monitorar no ETH

Atualmente, o ETH negocia próximo de US$ 1.959, com suporte imediato em US$ 1.926 (mínima diária) e resistência em US$ 1.969. Uma quebra abaixo de US$ 1.900 pode acionar mais liquidações em posições compradas alavancadas. Acima de US$ 2.000, médias móveis de longo prazo (200 períodos) indicam potencial consolidação. Investidores devem observar volume e RSI para sinais de exaustão.

Esses níveis fornecem estrutura técnica para decisões, independentemente de direção. A análise histórica de volatilidade do ETH sugere cautela em alavancagem acima de 5x para preservação de capital.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Pilares de ouro e prata rachando sob energia vermelha descendente com rede cyan ligando a BTC, simbolizando queda nos metais e correlacao

Ouro e Prata Despencam US$ 60 e US$ 3 no Spot: Análise Técnica

Os dados da Gate mostram uma forte queda no mercado spot de metais preciosos, com o ouro despencando US$ 60 para US$ 5.010/oz e a prata recuando quase US$ 3 para US$ 79,26/oz. Registrado em 12 de fevereiro às 16:16, o movimento intradiário alerta investidores que buscavam refúgio nesses ativos após alta recente. Enquanto isso, o Bitcoin luta para manter suportes chave em torno de US$ 66.000, questionando a persistência da correlação negativa.


Movimentação Detalhada no Spot

Os números indicam uma correção acentuada nos preços spot. O ouro, que operava em patamares elevados próximos a US$ 5.070, registrou queda ampliada para US$ 5.010 por onça, representando uma desvalorização de aproximadamente 1,2% no curto prazo. Paralelamente, a prata apresentou volatilidade similar, caindo de níveis acima de US$ 82 para US$ 79,26/oz, uma retração de cerca de 3,7%.

Em reais, considerando a cotação do dólar em R$ 5,2151, o ouro spot equivale a cerca de R$ 26.130/oz e a prata a R$ 413/oz. Esses valores refletem a pressão vendedora observada, possivelmente impulsionada por realização de lucros após a euforia de dias anteriores.

Contexto Técnico dos Metais

No gráfico diário, o ouro testou o suporte da média móvel de 50 períodos em US$ 4.950, mas o rompimento não se confirmou. A RSI (14) entrou em zona de sobrecompra pré-queda (acima de 70), sugerindo esgotamento do momentum altista. Para a prata, o padrão de cunha descendente foi invalidado, com perda do suporte em US$ 78.

Os dados atuais mostram recuperação parcial: ouro em US$ 4.974 (+1,1% diário), prata em US$ 78,48 (+4,5%). No entanto, os volumes indicam cautela, com máximas e mínimas do dia em US$ 4.995 e US$ 4.918 para ouro, e US$ 79,30 e US$ 74,70 para prata.

Correlação com Bitcoin e Dólar Forte

A correlação entre metais preciosos e Bitcoin, historicamente negativa em curtos prazos, persiste. Enquanto ouro e prata corrigiam, o BTC recuava de US$ 67.081 para US$ 65.881, agora em US$ 66.884 (+0,94%). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 348.968, com variação de -0,41% nas últimas 24h no mercado brasileiro.

O dólar forte, com USD/BRL estável em 5,215, pressiona ativos denominados em USD. Os dados sugerem que ambos os mercados sofrem com saída de capital de risco, mas a recuperação simultânea hoje aponta para possível divergência restabelecida.

Níveis Críticos a Monitorar

Para ouro, resistência em US$ 5.000 e suporte em US$ 4.900; rompimento abaixo pode mirar US$ 4.850. Prata enfrenta barreira em US$ 80, com suporte em US$ 76. No Bitcoin, o suporte imediato é US$ 66.000, com resistência em US$ 67.000.

Investidores devem observar volumes e o índice DXY para avaliação da força do dólar. A utilidade reside em posicionar stops conforme esses níveis, sem assumir direção única.


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Personagens cartoon estilizados de ARK Invest e JPMorgan erguendo símbolo Bitcoin dourado contra onda de correção, simbolizando apostas institucionais para 2026

Cathie Wood e JPMorgan Apostam Alto no Bitcoin em 2026

Resista ao FUD: em meio à correção recente do Bitcoin para cerca de US$ 66.800, Cathie Wood da ARK Invest afirma que o ativo prosperará no ‘caos deflacionário’ gerado por IA e inovações exponenciais. Paralelamente, o JPMorgan mantém seu viés de alta para 2026, citando subvalorização em relação aos custos de produção. Essas visões institucionais reforçam a tese de adoção de longo prazo.


Caos Deflacionário: A Tese de Cathie Wood

No Bitcoin Investor Week em Nova York, Cathie Wood explicou que tecnologias como IA, robótica e blockchain causarão uma deflação impulsionada por produtividade. Custos de treinamento de IA caem 75% ao ano, e de inferência até 98%, derrubando preços e estressando modelos de negócios legados baseados em dívida e inflação de 2-3%.

O Federal Reserve, dependente de dados atrasados, pode errar na resposta, gerando turbulência no sistema financeiro tradicional. Aqui, o Bitcoin brilha: com suprimento fixo de 21 milhões e arquitetura descentralizada, oferece hedge não só contra inflação, mas também deflação. “Bitcoin não tem os problemas de contraparte dos sistemas tradicionais”, destacou Wood, cujas carteiras da ARK incluem grandes posições em exchanges como Coinbase.

Os fundamentos se fortalecem: diferente da bolha tech dos anos 2000, as tecnologias agora são reais, posicionando o mercado para uma virada narrativa de inflação para deflação produtiva.

JPMorgan: Bitcoin Subvalorizado e Pronto para Influxo

A JPMorgan, liderada pelo estrategista Nikolaos Panigirtzoglou, vê o Bitcoin negociado a US$ 66.300 como subvalorizado frente aos US$ 77.000-US$ 80.000 de custos de produção. Historicamente, esse piso atrai compras altistas, com miners ineficientes saindo e hash rate se ajustando.

O momentum vira com o retorno de investidores institucionais, não varejo. Bitcoin ganha atratividade sobre ouro, com volatilidade estabilizando e divergência recente favorecendo o BTC. Avanços regulatórios nos EUA, como o Clarity Act, removerão barreiras, liberando capital à espera.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 348.728 (-0,28% em 24h), refletindo o cenário global mas com potencial local via adoção crescente.

Implicações para o Ciclo de 2026

Essas perspectivas conectam à narrativa maior: o mercado está construindo bases sólidas pós-halving. Instituições como ARK e JPMorgan ignoram ruído curto prazo, focando em adoção. Fluxos de ETF, tesourarias corporativas e clareza regulatória aceleram o ecossistema.

Volatilidade persiste — correções como a atual testam resiliência —, mas ciclos passados mostram que pânicos cedem a altas sustentadas. Para o investidor comum, isso significa paciência estratégica: monitore custos de produção, fluxos institucionais e convergência tech-financeira.

O otimismo é fundamentado: Bitcoin não é especulação, mas reserva de valor em um mundo de disrupção exponencial.


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Executivo Wall Street cartoon despejando moedas douradas em estrutura XRP cristalina, simbolizando investimento de US$ 152 mi da Goldman Sachs em ETFs

Goldman Sachs Aposta US$ 152 Milhões em XRP: Adoção Institucional em Alta

O Goldman Sachs revelou um investimento de US$ 152 milhões em ETFs spot de XRP, conforme seu relatório 13F do Q4 2025. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil e de baixa, mas os fundos de XRP registram influxos consistentes desde 27 de janeiro. Representando cerca de 14% dos influxos totais do ativo, essa aposta institucional sinaliza confiança de Wall Street na rede Ripple, mesmo com o preço do XRP em US$ 1,37.


Influxos Contínuos nos ETFs de XRP

Apesar da pressão de baixa no preço do XRP, os ETFs spot estão atraindo capital significativo. Desde 27 de janeiro, gestoras como Canary Capital acumularam mais de 7,66 milhões de XRP, Franklin Templeton superou 18,9 milhões, Bitwise adicionou 17,74 milhões e 21Shares registrou 4,31 milhões. No total, cerca de 48,7 milhões de XRP entraram nesses fundos em apenas nove dias.

Esses números destacam uma tendência: enquanto o varejo recua em momentos de volatilidade, os institucionais continuam construindo posições. O mercado está se fortalecendo nos fundamentos, com influxos persistentes que indicam alocações estratégicas de longo prazo, não especulações passageiras.

Goldman Sachs Lidera a Onda Institucional

O aporte do Goldman Sachs é o destaque dessa narrativa. Com US$ 152 milhões alocados — equivalente a cerca de R$ 793 milhões ao câmbio atual de R$ 5,21 por dólar —, o banco demonstra conforto com exposição regulada ao XRP. Essa é uma evolução natural da adoção: Wall Street prefere veículos como ETFs para mitigar riscos custodiais, abrindo portas para portfólios tradicionais.

Essa posição representa 14% dos influxos totais em XRP ETFs recentemente, reforçando que gigantes financeiros veem valor na eficiência da blockchain do Ripple para pagamentos transfronteiriços. É um passo concreto rumo à maturidade do ecossistema.

Implicações para o Mercado Cripto

Em um contexto de pressão de baixa, onde o varejo perde interesse, esses influxos institucionais são um farol otimista. Imagine o volume durante uma fase de euforia, como em novembro de 2024. O XRP, cotado a cerca de R$ 7,14, pode se beneficiar de aprofundamento da liquidez e maior aceitação em mercados regulados.

A adoção por participantes como Goldman Sachs conecta o cripto ao mundo financeiro tradicional, similar à trajetória dos ETFs de Bitcoin. Isso fortalece a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de integração global.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o investidor comum, esses movimentos confirmam que o ecossistema XRP está amadurecendo. Monitorar fluxos de ETF e relatórios 13F torna-se essencial para contextualizar correções como oportunidades. O mercado constrói bases sólidas, e a paciência recompensa quem foca em adoção sobre ruído diário.

Embora riscos como regulação persistam, o otimismo fundamentado prevalece: Wall Street não aposta bilhões em vão.


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Tesouro DAO isométrico cristalino recebendo fluxos dourados de receita V4, com módulos de taxa fixa e RWA, simbolizando governança do Aave

Aave V4: 100% da Receita Vai para o Tesouro do DAO

Aave Labs anunciou o framework ‘Aave Will Win’, propondo que 100% da receita de produtos da marca Aave seja direcionada ao tesouro do DAO. A iniciativa inclui o pedido de US$ 25 milhões em stablecoins e 75 mil AAVE para desenvolver a versão V4 do protocolo, com foco em empréstimos de taxa fixa e integração de ativos do mundo real (RWA). A proposta, apresentada em 12 de fevereiro de 2026, busca alinhar valor gerado com detentores do token via governança descentralizada, conforme detalhado na proposta oficial.


O Framework ‘Aave Will Win’ Explicado

O modelo token-cêntrico altera a estrutura de receitas do protocolo. Atualmente, o Aave V3 gera cerca de US$ 100 milhões anuais em taxas de protocolo, provenientes de empréstimos e liquidações. Com o novo framework, receitas de produtos de marca Aave — como swaps em aave.com, aplicativo móvel e Aave Card — somarão aproximadamente US$ 10 milhões por ano, indo integralmente para o tesouro do DAO. Isso representa uma mudança fundamental: em vez de retenção pela equipe de desenvolvimento, o valor flui diretamente para governança comunitária.

Tecnicamente, o tesouro DAO atua como um contrato inteligente controlado por detentores de AAVE via propostas de governança. Qualquer uso dos fundos — desde desenvolvimento até distribuição — requer aprovação por votação on-chain. Essa mecânica reforça a utilidade do token AAVE como mecanismo de captura de valor, similar a um banco de dados distribuído onde consenso define alocações.

Inovações Técnicas na Aave V4

Aave V4 será a arquitetura central futura, confirmada pela proposta. Dentre as novidades, destacam-se empréstimos de taxa fixa, que eliminam a volatilidade das taxas variáveis atuais baseadas em utilização de pools. Imagine um smart contract que emite bonds on-chain: o tomador trava uma taxa no momento do empréstimo, protegendo contra flutuações de mercado.

Outro pilar é a integração de RWA, permitindo tokenização de ativos reais como imóveis ou títulos. Isso expande o TVL (Total Value Locked) do protocolo, atualmente líder com cerca de 60% de participação de mercado em lending DeFi. Os fundos solicitados financiam essa expansão, incluindo proteção de marca via estruturas dedicadas e grants para ecossistema.

Implicações para Governança e Detentores de AAVE

Para detentores, o framework eleva o AAVE de mero token de governança a ativo com rendimento implícito via tesouro. Propostas passadas debatiam compartilhamento de receitas; agora, o DAO captura tudo, permitindo decisões como recompensas de staking ou buybacks. Stani Kulechov, fundador, enfatiza o roteamento total de valor ao token.

No entanto, desafios persistem: governança precisa escalar para gerir bilhões em receitas. Métricas on-chain como propostas aprovadas e participação de votantes serão cruciais para medir maturidade. A comunidade reagiu positivamente, com suporte inicial em discussões no X (antigo Twitter).

Por Que Isso Importa para o Ecossistema DeFi

Aave consolida liderança ao priorizar alinhamento técnico e econômico. Com V4, o protocolo evolui de lending variável para um hub híbrido fiat-crypto, atraindo instituições via RWA e previsibilidade de taxas fixas. Usuários ganham estabilidade; desenvolvedores, funding sustentável. Monitore a votação DAO para próximos passos — inovação real depende de execução on-chain.


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Banqueiro cartoon erguendo barreira contra innovators cripto, simbolizando lobby bancário da ABA contra licenças para empresas digitais nos EUA

Bancos dos EUA vs Cripto: Lobby Pede Barreira a Licenças

A maior associação bancária dos EUA, a American Bankers Association (ABA), enviou carta ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC) pedindo pausa imediata nas aprovações de charters bancários para empresas cripto. O movimento revela uma guerra fria entre bancos tradicionais e o setor digital, com lobbies financeiros tentando barrar participantes como Ripple e Circle. A história mostra que resistências sistêmicas assim já frearam inovações no passado, como na crise de 2008.


Detalhes da Pressão da ABA

A ABA argumenta que o OCC deve esperar clareza regulatória antes de aprovar novas licenças. Em carta enviada na quarta-feira, a entidade destaca incertezas em modelos de negócios emergentes, falta de transparência e ausência de regras federais finais para stablecoins e ativos digitais. “Seja paciente, não meça progresso por prazos tradicionais”, escreveu a associação, citando riscos à segurança e solidez do sistema financeiro.

O lobby também sugere proibir o uso da palavra “banco” em nomes de entidades que não oferecem serviços completos de banking, evitando confusão e arbitragem regulatória. Empresas como Ripple, Circle, BitGo, Paxos e Fidelity já receberam aprovações condicionais em dezembro, mas a ABA vê nisso um risco prematuro.

Contexto das Aprovações Recentes

O pedido surge após o OCC conceder charters condicionais a várias firmas cripto, incluindo a World Liberty Financial, ligada à família Trump. A associação critica a dependência do GENIUS Act, cuja implementação plena pode levar anos e exige coordenação de cinco agências reguladoras.

Bancos tradicionais temem perda de intermediários: crypto firms buscam acesso direto aos sistemas de pagamento do Fed via “skinny accounts“. Grupos como Bank Policy Institute e Financial Services Forum pedem 12 meses de espera, alegando que emissores de stablecoins precisam provar operação segura primeiro.

Riscos Sistêmicos e Lições Históricas

A história mostra que exuberância sem regulação leva a colapsos: lembre-se de FTX e Celsius em 2022, ou a bolha dot-com. A ABA alerta para falhas em resolução de insolvências e conflitos de interesse, exigindo proteções robustas desde o início. O mercado cripto, ignorando esses sinais, pode enfrentar correções prolongadas se o lobby prevalecer.

Analistas com viés de baixa como eu veem isso como resistência sistêmica: bancos protegem seu território, adiando a adoção plena. Cuidado com narrativas de integração rápida — ciclos regulatórios demoram, e o investidor deve priorizar proteção de capital.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa batalha pode atrasar acesso ao Fed e yields em stablecoins, impactando liquidez. Negociações no Senado sobre estrutura de mercado já emperraram por disputas semelhantes, com Coinbase retirando apoio a projetos que favorecem bancos. Para brasileiros, isso reforça a necessidade de diversificação global, mas com cautela: o viés de alta no cripto ignora essas barreiras geopolíticas.

Vale monitorar o OCC e o Congresso. Atrasos assim testam a resiliência do setor, lembrando que toda alta é seguida de baixa.


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Faróis ADA e SUI brilhando intensamente em tempestade digital sobre rochas, simbolizando altas de Cardano e Sui contra correção do mercado

ADA e SUI Contra a Maré: Alta com Midnight e ETF Grayscale

Sinais de reação contra a tendência baixista do mercado: a Cardano (ADA) valoriza 4% para US$ 0,2659, enquanto o Sui (SUI) rebota 7% rumo a US$ 0,95. Esses movimentos coincidem com o anúncio do lançamento da mainnet Midnight em março e a emenda S-1 da Grayscale para ETF de SUI, destacando como fundamentos técnicos e institucionais impulsionam altas pontuais mesmo em correções gerais. O mercado está construindo bases sólidas para a adoção.


Midnight: Privacidade Impulsionando Cardano

A proximidade do lançamento da mainnet Midnight no fim de março anima investidores da Cardano. Anunciado por Charles Hoskinson no Consensus HK, o protocolo será uma sidechain parceira com foco em privacidade por padrão, permitindo compartilhamento seletivo de dados. Antes disso, uma simulação de cidade em 26 de fevereiro testará transações em massa.

O token Midnight já sobe 2% para US$ 0,050, sinalizando confiança. Parcerias com Google e Telegram, além da integração com LayerZero para serviços institucionais on-chain, fortalecem o ecossistema. No mercado de derivativos, o volume de ADA cresce 15% para US$ 817 milhões, com open interest em alta de 3,9% para US$ 427 milhões. Esses dados sugerem que participantes veem valor de longo prazo na escalabilidade e privacidade da rede.

Analiticamente, o RSI em 53 indica espaço para mais ganhos, com resistência imediata em US$ 0,27. Uma quebra pode levar a US$ 0,30-0,35, alinhando com ciclos de upgrades que historicamente impulsionam adoção.

Grayscale Acelera ETF de Sui

Do outro lado, o rebote de 7% no SUI reflete otimismo com a Amendment No. 2 da Grayscale à SEC. A gestora atualiza estrutura, operações e staking para converter seu trust em spot ETF, listado na NYSE Arca como GSUI. Detalhes incluem acordo de trust revisado e custódia pela Coinbase.

O open interest em futuros de SUI salta 5% para US$ 524 milhões, com volume spot em alta de 45%. Bancos como BNY Mellon atuam como administradores, reforçando credibilidade institucional. Esse avanço regulatório ecoa o sucesso de ETFs de BTC e ETH, atraindo fluxos de capital tradicionais para altcoins de alto desempenho como Sui.

Em um mercado volátil, com dados de emprego nos EUA reduzindo apostas em cortes de juros do Fed, o SUI demonstra resiliência, com mínimas em US$ 0,877 e máximas em US$ 0,956 nas últimas 24 horas.

Fundamentos vs. Ruído: Lições para Investidores

Essas altas de 4-7% em ADA e SUI ilustram uma tese de alta: enquanto o ruído macro domina headlines, fundamentos como mainnets de privacidade e ETFs constroem valor real. Cardano expande com privacidade seletiva, vital para DeFi regulado, e Sui ganha tração institucional via Grayscale, similar a fluxos que elevaram SOL e ETH.

Histórico mostra que upgrades de rede precedem ciclos de alta. O mercado cripto totalizou US$ 2,31 trilhões, com BTC em US$ 67.500 e ETH em US$ 1.980. Investidores atentos a open interest crescente veem sinais de acumulação por grandes players.

Vale monitorar aprovações SEC para GSUI e o teste da Midnight em fevereiro. Esses catalisadores podem sustentar momentum, contextualizando correções como oportunidades em narrativas de adoção global.


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Analistas cartoon apontando polegares para baixo sobre cofre COIN rachado e gráficos em queda, ilustrando prejuízo trimestral da Coinbase

Coinbase Registra Prejuízo de US$ 667 Milhões no Q4 e Ações São Rebaixadas

A Coinbase reportou prejuízo de US$ 667 milhões no quarto trimestre de 2025, equivalente a cerca de R$ 3,48 bilhões, com receita de aproximadamente US$ 1,8 bilhão, queda de 20% em relação ao ano anterior e abaixo das expectativas de Wall Street. O lucro non-GAAP por ação ficou em US$ 0,66, 30% inferior às projeções. Os dados refletem a desaceleração no mercado cripto, com Bitcoin caindo 47% de seu pico de US$ 126 mil em outubro, impactando volumes de negociação e liquidez da exchange.


Detalhes dos Resultados Financeiros do Q4

Os números divulgados pela Coinbase indicam uma contração significativa na receita de transações, principal fonte de renda da plataforma. A receita total de US$ 1,8 bilhão ficou aquém das estimativas dos analistas, que projetavam valores mais elevados em um cenário de recuperação pós-pico do Bitcoin. O prejuízo líquido de US$ 667 milhões contrasta com o desempenho anual, onde o volume de negociação atingiu US$ 5,2 trilhões, alta de 156% ante 2024, e a participação de mercado global dobrou para 6,4%.

No acumulado de 2025, receitas de assinaturas e serviços somaram US$ 2,8 bilhões, crescimento de mais de cinco vezes desde 2021, com cerca de 1 milhão de assinantes pagantes — triplo do registrado há três anos. A empresa expandiu produtos como futuros perpétuos 24 horas para clientes dos EUA, mercados de previsão e negociação de ações. Doze ofertas geram agora pelo menos US$ 100 milhões em receita anualizada. No entanto, os dados do trimestre mostram que a volatilidade recente do mercado cripto comprometeu a liquidez operacional.

Rebaixamentos de Analistas e Pressão sobre Ações COIN

Em resposta aos resultados, a Monness, Crespi, Hardt rebaixou a recomendação das ações COIN de ‘compra’ para ‘venda’, citando fraqueza prolongada nos mercados de ativos digitais e ciclos de baixa mais longos do que o esperado. A firma revisou para baixo projeções de receita, EBITDA e lucro por ação para 2026 e 2027, prevendo suavidade na primeira metade do próximo ano. Plataformas como Polymarket indicam apenas 22% de chance de a Coinbase superar expectativas do Q4, queda acentuada de mais de 70% no início da semana.

Outras instituições ajustaram alvos: H.C. Wainwright reduziu o preço-alvo para US$ 350 mantendo ‘compra’, enquanto JPMorgan cortou para US$ 290, classificando como ‘overweight‘. As ações COIN caíram 7,9% na quinta-feira, para US$ 146,94 (cerca de R$ 766), com recuo de 53,72% em seis meses e 33,56% no ano. Após o balanço, houve rebound de 3% no after-hours.

Contexto de Mercado e Vendas de Executivos

O desempenho reflete o ambiente macro: Bitcoin negociado a cerca de US$ 67.000 (R$ 349.320, segundo o Cointrader Monitor), com queda de 0,33% em 24 horas. Volumes declinaram em exchanges globais, pressionando receitas de trading. Adicionalmente, o CEO Brian Armstrong vendeu US$ 101,6 milhões em ações em janeiro, totalizando US$ 500 milhões em nove meses, sinalizando cautela interna.

Os dados sugerem desafios de liquidez para a Coinbase, com dependência de volumes voláteis. Investidores monitoram níveis de suporte em US$ 140 para COIN e recuperação do BTC acima de US$ 70.000. Perspectivas de longo prazo incluem crescimento em stablecoins e tokenização, mas adversidades de curto prazo predominam.


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Personagens reguladores cartoon dissipando nuvem cinzenta e classificando criptos em categorias claras, simbolizando avanço da SEC e Fed na regulação

Fim da Zona Cinzenta? SEC e Fed Avançam na Classificação de Criptos

Boas notícias para quem está começando no mundo das criptomoedas: a SEC dos EUA anunciou que prepara um guia oficial para classificar criptoativos, alinhado à lei Clarity. Ao mesmo tempo, o Federal Reserve propõe tratar criptos como uma classe de ativo separada em derivativos. Em outras palavras, isso significa o fim da ‘zona cinzenta’ regulatória, trazendo mais segurança e clareza para evitar golpes e proteger seus investimentos.


O Guia da SEC: Explicando o ‘Financês’ de Forma Simples

Pense na SEC como o ‘policial do mercado financeiro’ nos EUA, responsável por valores mobiliários — aqueles investimentos como ações. Já ouviu falar em CFTC? É o regulador de commodities e futuros, como soja ou petróleo. O problema? Criptomoedas ficavam no meio, sem saber quem cuidava do quê. Isso gerava confusão e brechas para fraudes.

Agora, o presidente da SEC, Paul Atkins, revelou no Congresso que eles trabalham com a CFTC no Projeto Cripto. Esse projeto inclui uma taxonomia de tokens — imagine um ‘guia de identificação’ que separa criptos por tipo, definindo qual agência regula cada uma. Isso segue a Clarity Act, ainda em debate, mas já em ação via coordenação entre agências.

Em resumo: se uma cripto for como uma ação, SEC cuida; se for commodity volátil como Bitcoin, CFTC entra. Para você, iniciante, isso significa menos risco de cair em esquemas Ponzi disfarçados de ‘token inovador’.

A Proposta do Fed: Cripto como Classe de Ativo Única

O Federal Reserve, ou Fed — o ‘banco central americano’ que controla juros e estabilidade —, entra na conversa com uma ideia prática. Em estudo atualizado dia 12 de fevereiro, pesquisadores sugerem classificar criptomoedas como uma classe de ativo separada para derivativos. Derivativos? São contratos baseados em ativos futuros, como apostas no preço do Bitcoin amanhã.

Por quê? Criptos são voláteis demais para misturar com ações ou ouro. O Fed quer dividir em stablecoins (como USDT, que imitam dólar) e ‘flutuantes’ (Bitcoin, Ethereum). Assim, margens — o ‘depósito de garantia’ para trades — ficam mais precisas, evitando perdas em crashes.

Analogia brasileira: é como separar carros de motos no trânsito. Cada um tem regras próprias para segurança. Isso protege bancos e traders de under-collateralization, ou seja, quando o risco explode e o colchão some. Para nós, significa mais estabilidade no mercado global, beneficiando exchanges acessíveis aqui no Brasil.

Por Que Isso Importa para Seu Bolso?

Se você é novo nisso, sabe o medo: ‘E se for golpe?’. Essa unificação SEC-Fed-CFTC acaba com a incerteza, atraindo investidores sérios e reduzindo scams. Pense: com regras claras, projetos ruins somem, sobrando os sólidos como Bitcoin.

Atkins disse: ‘Marco federal para cripto é há muito devido’. Isso abre portas para inovação segura, como ETFs ou empréstimos em crypto. Monitore o Congresso — se Clarity passar, teremos proteção ‘blindada’. Saia confiante: regulação não trava o mercado, ela o torna adulto e confiável. Comece pequeno, aprenda devagar — você está no caminho certo!


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Robô cartoon operando nodo Lightning com raios de pagamento para serviços, simbolizando IAs autônomas pagando com Bitcoin sem bancos

Bitcoin para Robôs: IAs Pagam Contas na Lightning sem Banco

Imagine uma IA que reserva seu jantar, gera um relatório ou processa imagens e paga suas próprias contas com Bitcoin na Lightning Network, sem precisar de banco ou documentos. É isso que a Lightning Labs lançou: ferramentas open-source para agentes autônomos de IA operarem nós Lightning e realizarem transações instantâneas. Sem KYC, sem burocracia – só Bitcoin fluindo para micro-serviços. Isso abre portas para uma economia onde robôs trabalham e pagam sozinhos.


Como Funcionam as Ferramentas LN Agent Tools

O kit LN Agent Tools é um pacote de sete ferramentas que qualquer desenvolvedor pode baixar no GitHub. A estrela é o lnget, uma versão esperta do curl: quando uma IA acessa uma API paga, recebe um erro 402 (Pagamento Requerido) com uma fatura Lightning e paga na hora com BTC. Tudo automático, com limites de gasto configuráveis para não estourar o orçamento.

Para o lado vendedor, há o Aperture, um proxy que transforma qualquer API em serviço pago por uso. Preços dinâmicos baseados no consumo: uma consulta simples custa centavos em sats (frações de Bitcoin), algo como R$ 0,01 por chamada. No Brasil, onde o Bitcoin está a R$ 347.928 segundo o Cointrader Monitor, isso significa micropagamentos viáveis para tarefas cotidianas.

Segurança vem com macaroons: credenciais limitadas que dão permissão só para pagar ou ler, isolando chaves privadas via firmante remoto. Nada de expor carteiras inteiras.

Exemplos Práticos para o Dia a Dia

Pense no seu negócio: uma IA brasileira que analisa vendas no WhatsApp precisa de dados meteorológicos premium. Em vez de cartão ou Pix demorado, ela roda um Lightning, paga a API com sats e recebe os dados em segundos. Custa o equivalente a um cafezinho por mês, sem taxas bancárias de 5% ou espera de dias.

Para freelancers devs no Brasil, isso é ouro: hospede sua API de geração de código ou edição de imagens e cobre por uso. Uma IA cliente paga via Lightning na Binance, que suporta saques rápidos em BTC. Sem IOF extra em remessas internacionais ou papelada KYC para cada cliente.

É realista: ainda precisa de um Lightning rodando (fácil com apps como Breez ou Phoenix), mas evita a dor de cabeça de integrações com Stripe ou PayPal, cheios de burocracia para quem está no Brasil.

Impacto no Brasil e Conexão com Coinbase

No nosso contexto, isso resolve problemas reais: imagine enviar sats para uma IA que gerencia remessas familiares ou otimiza impostos sobre cripto. Sem banco, sem CPF gringo – só Bitcoin nativo. Complementa o lançamento das agentic wallets da Coinbase, que também miram IAs autônomas, mas agora com Lightning, os pagamentos são mais baratos e rápidos.

Para começar: clone o repo, instale via npx, configure um local ou remoto. Teste com frameworks como Claude Code. O futuro do trabalho? IAs pagando suas contas enquanto você foca no que importa. Vale testar em projetos pequenos para ver o custo-benefício.

Próximos Passos para Você

Se você é dev ou empreendedor, baixe as ferramentas hoje e experimente micropagamentos. Monitore adoção: se pegar tração, sats vão fluir como nunca. Mas lembre: configure limites e backupe chaves – segurança em primeiro lugar.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Piscinas de liquidez isométricas com fluxo de partículas de STG para ZRO e silhueta de baleia, simbolizando swap massivo da Alameda em DeFi

Alameda Troca R$ 127 Mi em STG por ZRO: Suporte de Preço à Vista?

A Alameda Research realizou um swap milionário, trocando 129 milhões de STG (US$ 24,49 milhões, ou cerca de R$ 127,6 milhões) por 11,14 milhões de ZRO da LayerZero, no valor de US$ 24,29 milhões. Isso aconteceu em meio a uma queda de 11,6% no preço do ZRO, que testou US$ 2,07 após pico de US$ 2,59. Para o investidor brasileiro, movimentos de baleias como esse podem sinalizar confiança em projetos de interoperabilidade, mas exigem cautela com volatilidade. O que isso muda no dia a dia?


Detalhes do Swap e Contexto da LayerZero

Imagine trocar um ativo por outro no valor de um condomínio inteiro no centro de São Paulo. Foi isso que a Alameda fez: converteu STG, token da Stargate Finance, por ZRO, o token nativo da LayerZero, protocolo de mensagens cross-chain. Essa operação foi rastreada pelo Lookonchain e reflete confiança institucional após o anúncio do Layer1-Zero, uma camada base com avanços em storage, compute e zk-proofs.

A LayerZero ganhou tração com parcerias como a de Cathie Wood da ARK Invest no conselho consultivo. No Brasil, onde envios internacionais custam caro via bancos tradicionais (até 7% em taxas), protocolos como esse facilitam bridges baratos entre blockchains, reduzindo custos para remessas ou trocas de altcoins. O swap da Alameda reforça o volume de compras, com delta positivo de mais de 2 milhões em exchanges principais.

Impacto no Preço do ZRO: Recuperação ou Armadilha?

O ZRO subiu 21% na semana antes do recuo, impulsionado pelo Layer1. Agora, com inflows de US$ 3,23 milhões em spot e RSI em 61 (zona de alta), analistas veem chance de voltar aos US$ 2,50 e mirar US$ 3,01. Mas profit-taking pressiona, e suportes em EMAs de 20/100 dias ficam em US$ 1,80.

Para o brasileiro médio, com dólar a R$ 5,21, cada ZRO a US$ 2,07 vale cerca de R$ 10,80. Se você tem exposição em carteiras como MetaMask para DeFi cross-chain, esse movimento pode afetar yields em pools. Monitore volumes: buy volume de 32 milhões supera sells em 30 milhões nas últimas 24h, sugerindo demanda sustentada.

Outros Movimentos em DeFi: Proposta da Aave Labs

Enquanto baleias apostam em ZRO, o ecossistema DeFi vê outra jogada estratégica. Os labs da Aave propuseram o framework ‘Aave Will Win’, direcionando 100% da receita de produtos (swaps no aave.com, app mobile e Aave Card) para o tesouro do DAO. Em troca, pedem US$ 25 milhões em stablecoins e 75 mil AAVE para desenvolver a V4, com empréstimos a taxa fixa e ativos do mundo real (RWAs).

Isso soma aos US$ 100 milhões anuais de fees do V3, mais US$ 10 milhões projetados. Para quem usa Aave para empréstimos em reais via bridges, isso fortalece o token AAVE como reserva de valor comunitária, reduzindo riscos de centralização.

O Que Fazer Agora: Passos Práticos

  1. Verifique sua exposição: Se tem STG ou ZRO, avalie diversificação para evitar volatilidade – swaps custam gas, que pode equivaler a uma conta de luz mensal.
  2. Monitore no Dexscreener ou CoinGecko: inflows positivos como os atuais sugerem alta, mas prepare stop-loss em US$ 1,80.
  3. No Brasil, use exchanges locais para converter USD para BRL sem IOF alto, e acompanhe DAO votes na Aave para yields melhores.
  4. Teste bridges da LayerZero em testnet antes de mainnet, economizando taxas reais.

Esses movimentos mostram DeFi maturando, mas lembre: cripto é volátil como o real em ano eleitoral. Foque no longo prazo e na utilidade diária.


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Executivos cartoon aplicando selo blockchain em pergaminho de título, transformando em tokens, simbolizando piloto de tokenização do HSBC no Reino Unido

HSBC Lidera Piloto do Reino Unido para Tokenizar Dívida em Blockchain

O Tesouro do Reino Unido escolheu o HSBC para liderar o piloto Digital Gilt Instrument (DIGIT), explorando a tokenização de títulos de dívida soberana em blockchain. Essa iniciativa, anunciada em fevereiro de 2026, posiciona o país como pioneiro no G7 nessa tecnologia, utilizando DLT para emitir gilts digitais com liquidação na blockchain. O movimento valida a maturidade da blockchain para finanças institucionais, reduzindo custos e tempos de liquidação.


O Que é o Projeto DIGIT

O DIGIT é um instrumento de dívida de curto prazo nativo-digital, operando no Digital Securities Sandbox regulado pelo Banco de Inglaterra. O HSBC fornecerá sua plataforma Orion, enquanto o escritório Ashurst contribui com expertise legal. Diferente do programa principal de dívida do governo, o piloto foca em testar eficiência operacional, como aceleração de liquidações de T+1 para instantâneas via blockchain.

Apresentado pela chanceler Rachel Reeves em 2024, o projeto busca alinhar o Reino Unido a líderes como Hong Kong. Lucy Rigby, secretária econômica do Tesouro, enfatizou: “Queremos atrair investimentos e posicionar o UK como hub de inovação financeira”. Os testes estão previstos para este ano, demonstrando como a tecnologia está pronta para escala institucional.

Experiência Comprovada do HSBC

O banco britânico traz bagagem sólida: já facilitou mais de US$ 3,5 bilhões em bonos tokenizados globalmente, incluindo o green bond de US$ 1,3 bilhão de Hong Kong e emissões em Luxemburgo. Sua plataforma Orion é otimizada para DLT, provando viabilidade em cenários reais. “Tokenizar gilts e bonos corporativos acelera liquidações significativamente”, afirma o HSBC.

Essa expertise não é isolada. Bancos globais estão construindo pontes entre finanças tradicionais e blockchain, fortalecendo os fundamentos do ecossistema. Para investidores, isso sinaliza confiança crescente de players tradicionais no potencial de longo prazo da tokenização.

Implicações para a Adoção de Blockchain

Essa é uma vitória estratégica para a narrativa de adoção institucional. Tokenizar dívida soberana — trilhões em ativos — abre portas para RWAs (ativos do mundo real), aumentando liquidez e acessibilidade 24/7. O mercado está construindo bases sólidas: fluxos de ETFs Bitcoin crescem, tesourarias corporativas acumulam e agora governos testam blockchain em escala.

No ciclo atual, pós-halving, movimentos como DIGIT reforçam que volatilidade de curto prazo não abala tendências macro. O Reino Unido, com seu sandbox regulatório, lidera na Europa, atraindo capital e inovação. Investidores atentos veem aqui um catalisador para maturidade do setor.

Contexto Regulatório Favorável

O UK avança rápido: novas regras para stablecoins e tokenização posicionam Londres como hub cripto. Recentemente, a Agant obteve registro FCA para uma stablecoin em libras, complementando o ecossistema. Apesar de críticas por atrasos, o framework flexível acelera testes sem comprometer segurança.

Fundamentos se fortalecem com regulação pró-inovação. Países como UK mostram que blockchain transcende especulação, integrando-se a infraestruturas financeiras globais. Vale monitorar resultados do DIGIT para próximas ondas de adoção soberana.


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Investigador DOJ cartoon confrontando personagem Paxful com dossiê e moedas sujas, simbolizando multa por violações AML e riscos P2P

Paxful Multada em US$ 4 Milhões: DOJ Revela Ligação com Tráfico Sexual

Investigações do Departamento de Justiça dos EUA revelam que a plataforma P2P Paxful foi multada em US$ 4 milhões por facilitar a lavagem de dinheiro oriundo de crimes graves, incluindo prostituição ilegal e tráfico sexual. A empresa admitiu conspiração para promover prostituição e violações de regras anti-lavagem de dinheiro (AML), atraindo criminosos com a ausência de verificação de clientes (non-KYC). De 2017 a 2019, movimentou quase US$ 3 bilhões em trades, lucrando US$ 29,7 milhões.


Conexão com o Site Backpage e Crimes Sexuais

Evidências apontam que a Paxful colaborou diretamente com o site de classificados Backpage, fechado pelas autoridades por hospedar anúncios de prostituição ilegal. Os fundadores da plataforma celebravam o “Efeito Backpage”, que impulsionou o crescimento do negócio. Entre 2015 e 2022, essa parceria gerou US$ 2,7 milhões em lucros para a Paxful, conforme detalhado no acordo com o DOJ. A condenação por lavagem de dinheiro vinculada a crimes sexuais expõe como a falta de controles permitiu transferências de US$ 17 milhões ligadas a atividades ilícitas.

Procuradores destacam que a Paxful se promovia como non-KYC, exibindo políticas AML falsas que nunca foram implementadas. Criminosos usavam a plataforma para fraudes, extorsão e tráfico sexual comercial, sabendo da negligência regulatória.

Falhas Graves de Compliance e Lucros Ilícitos

De janeiro de 2017 a setembro de 2019, a Paxful processou mais de 26 milhões de trades, faturando US$ 29,7 milhões. O DOJ calculou uma pena ideal de US$ 112,5 milhões, mas reduziu para US$ 4 milhões devido à incapacidade de pagamento da empresa. O ex-CTO Artur Schaback já se declarou culpado por falhas no programa AML e aguarda sentença em maio de 2026, colaborando com investigações.

A plataforma encerrou operações em novembro de 2025, culpando “conduta histórica de ex-cofundadores” e custos de compliance. Ray Youssef, outro ex-fundador, criticou a decisão, mas autoridades não o indiciaram publicamente até o momento.

Red Flags e Como se Proteger no P2P

Este caso evidencia os perigos de plataformas P2P sem verificação rigorosa: atraem criminosos que exploram a anonimidade para lavar fundos sujos. Investigações revelam um desvio moral claro — priorizar lucros sobre ética e lei. Para brasileiros, o risco é ampliado em negociações locais sem escrow confiável ou KYC.

Lições acionáveis:

  1. Prefira exchanges reguladas com AML/KYC robusto, como Binance ou Mercado Bitcoin.
  2. Evite non-KYC: anonimato beneficia fraudadores mais que usuários honestos.
  3. Verifique reputação on-chain e notícias regulatórias antes de negociar.
  4. Use wallets não custodiais e monitore transações em block explorers.

O lado sombrio do P2P sem regras financia crimes graves. Monitore plataformas e priorize segurança.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.