Duas chaves de carteira digitais idênticas, uma pura em cyan e outra corrompida por veneno verde-vermelho, simbolizando ataque de address poisoning em USDT

Ataque de Poisoning: Trader Perde US$ 60 mil por Endereço Falso

A armadilha do copiar e colar custou caro a um trader: ele perdeu cerca de US$ 60 mil em USDT ao enviar fundos para um endereço malicioso que imitava perfeitamente o início e o fim de um endereço legítimo. O incidente, monitorado pelo Cyvers Alerts na manhã de 17 de fevereiro de 2026, expõe uma vulnerabilidade recorrente no ecossistema cripto, onde golpistas exploram o histórico de transações das vítimas.


Como Funciona o Ataque de Poisoning

Investigações revelam que o ataque de poisoning, ou envenenamento de endereço, é uma tática sofisticada de engenharia social. O golpista primeiro envia uma quantia ínfima – muitas vezes dust, menos de um centavo – de um endereço falsificado para a carteira da vítima. Esse endereço malicioso é meticulosamente criado para coincidir nos primeiros e últimos caracteres (geralmente 4-6 dígitos) com um endereço que a vítima costuma usar, como o de uma exchange ou parceiro de negócios.

Quando a vítima consulta seu histórico de transações para copiar um endereço conhecido, o falsificado aparece logo acima ou abaixo, confundindo visualmente. Ao colar inadvertidamente o endereço errado, a transação é irreversível no blockchain. Evidências on-chain mostram que esse método já vitimou baleias e até instituições, com perdas cumulativas na casa dos milhões. A similaridade superficial mascara diferenças cruciais no meio da string de 42 caracteres típica de endereços Ethereum.

Detalhes do Caso: Um Erro de Segundos

No episódio analisado, o trader pretendia transferir USDT para o endereço legítimo 0x77f6ca8E…2E087a346, mas enviou para o malicioso 0x77f6A6F6…DFdA8A346. A divergência está nos caracteres intermediários: ‘ca8E’ versus ‘A6F6’, e ‘…2E08’ versus ‘…DFdA’. Segundo alertas do Cyvers, a transação ocorreu há cerca de uma hora da publicação das fontes, destacando a urgência do risco em tempo real.

Esse não é um caso isolado. Análises complementares indicam padrões semelhantes em ataques recentes, onde vítimas repetem o erro em pânico pós-primeira perda. O blockchain Ethereum registra essas transações publicamente, permitindo rastreio, mas sem reversão possível. A confiança excessiva no histórico de carteira, sem verificação manual, é o elo fraco explorado pelos fraudadores.

Sinais de Alerta e Red Flags Identificados

Evidências apontam para um ecossistema vulnerável: endereços com alta similaridade não são raros em ataques coordenados. Ferramentas como o Cyvers Alerts monitoram padrões de dust transactions suspeitas, mas dependem de usuários atentos. Red flags incluem transações dust inesperadas no histórico, especialmente de endereços nunca vistos, e pressa em transferências de alto valor.

Investigações mais profundas revelam que golpistas usam bots para automatizar o envio de dust para milhares de carteiras ativas, priorizando aquelas com saldos elevados. No Brasil, onde o uso de USDT para remessas é comum, esse vetor ganha relevância, ampliando o potencial de vítimas locais.

Como se Proteger: Dicas Práticas e Essenciais

Para evitar cair nessa cilada, adote verificações rigorosas. Primeira regra: nunca copie endereços diretamente do histórico para transações significativas. Use um livro de endereços ou QR code verificado previamente. Sempre confira os caracteres do meio – ignore o início e fim sedutores e foque nos 20-30 caracteres centrais.

Envie uma transação de teste mínima (ex: US$ 1) e confirme recebimento antes do grosso. Ferramentas como Etherscan permitem validar endereços comparando com o oficial do destinatário. Desative histórico visual em carteiras se possível, ou ordene por data/relevância. Em carteiras como MetaMask, ative notificações de risco. A proteção começa com hábitos: duvide sempre do conveniente demais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Shiba Inu cartoon operando máquina SOU transformando fragmentos hackeados em NFTs brilhantes, simbolizando recuperação de fundos no Shibarium

Shiba Inu Lança SOU: Guia Passo a Passo para Recuperar Fundos do Hack

Você foi vítima do hack no bridge do Shibarium em 2025? O ecossistema Shiba Inu acaba de lançar o sistema SOU (Shib Owes You), uma solução transparente e on-chain para ajudar a recuperar seus fundos perdidos. Funciona emitindo NFTs negociáveis no Ethereum que representam exatamente o valor devido. Acesse o portal oficial em shib.io/sou e reivindique agora. Em outras palavras, é como um recibo digital verificável que pode ser trocado ou aguardado para pagamento.


O Que é o SOU e Por Que Ele Existe?

Pense no SOU como um compromisso formal da Shiba Inu com quem perdeu fundos no incidente de setembro de 2025. Naquele hack, uma vulnerabilidade no bridge PoS do Shibarium permitiu saques maliciosos de vários ativos. Isso significa que usuários como você tiveram tokens travados ou retirados indevidamente.

Em dezembro de 2025, o desenvolvedor Kaal Dhairya anunciou o conceito em uma carta aberta, alertando para golpes. Agora, em fevereiro de 2026, o sistema está ao vivo, totalmente auditado e transparente. Não é uma promessa vaga: tudo roda na blockchain Ethereum, onde qualquer um pode verificar saldos e transações em tempo real.

Isso importa porque transforma um processo opaco em algo público. Você vê doações chegando e pagamentos saindo, construindo confiança passo a passo.

Como Funcionam os NFTs de Recuperação?

Em termos simples, um NFT é como um certificado único e inalterável no blockchain — aqui, ele representa seu “crédito” com a Shiba Inu. Ao reivindicar, você recebe um NFT SOU com dois valores principais:

  1. Original Principal: O valor exato perdido no hack, fixo e imutável, como um registro histórico.
  2. Current Principal: O saldo atual, que diminui à medida que recebe pagamentos (payouts) ou aumenta com doações.

Além disso, há recompensas extras, como bônus, que não afetam o principal. Esses NFTs são flexíveis: você pode dividi-los, uni-los, transferir para outra carteira ou vendê-los em marketplaces Ethereum. É como transformar sua perda em um ativo negociável, dando opções — esperar pelo reembolso total ou liquidar imediatamente.

Passo a Passo para Reivindicar Seus SOU

Se você tem uma carteira que interage com o Shibarium e foi afetada, siga estes passos com calma:

  1. Acesse shib.io/sou pelo navegador da sua carteira (como MetaMask).
  2. Conecte sua carteira afetada — certifique-se de usar a correta, com histórico no bridge.
  3. O sistema verifica automaticamente suas perdas elegíveis via dados on-chain.
  4. Confirme a transação para mintar (criar) seu NFT SOU. Pague apenas as taxas de gas do Ethereum.
  5. Receba o NFT em sua carteira. Acompanhe o feed de atividades para atualizações.

Dica importante: Ignore links falsos nas redes sociais. Sempre use o site oficial. Se não vir suas perdas listadas, pode ser porque o sistema ainda está migrando dados — fique de olho nos anúncios oficiais.

Financiamento, Riscos e Próximos Passos

O financiamento vem de receitas do ecossistema Shiba Inu e doações da comunidade, distribuídas proporcionalmente. Vendas secundárias de NFTs geram taxas que voltam para o pool de reembolsos. No momento, SHIB está cotado em torno de US$ 0,00000656, refletindo um mercado cauteloso.

Riscos? O tempo de recuperação depende de influxos, e quem vende NFTs assume incertezas. Mas o on-chain garante visibilidade. Parabéns por chegar até aqui — você está mais preparado para proteger e recuperar seu patrimônio. Monitore sua carteira e aprenda com isso para futuras interações seguras.


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Curva geométrica de indicador luminosa tocando mínimo em abismo digital com partículas vermelhas dissipando, sinalizando possível fundo no ciclo Bitcoin pós-FTX

Bitcoin Atinge Nível Pós-FTX no Indicador de Ciclo: Sinais de Fundo?

O Bitcoin Bull-Bear Cycle Indicator da CryptoQuant registrou o nível mais baixo desde o fundo pós-colapso da FTX em 2022, indicando uma fase de viés de baixa extrema. Paralelamente, a Matrixport observa sentimento de medo extremo, com o índice fear & greed abaixo da média móvel de 21 dias, sinalizando possível exaustão de vendedores e ponto de inflexão. Os dados on-chain sugerem que tais extremos historicamente precedem estabilizações, embora o curto prazo permaneça volátil. O BTC negocia próximo a US$ 68.000, com cotação atual em R$ 355.400 segundo o Cointrader Monitor.


Detalhes do Bull-Bear Cycle Indicator

Os dados mostram que o Bull-Bear Cycle Indicator, derivado do P&L Index da CryptoQuant, combina métricas on-chain como MVRV Ratio, NUPL e LTH/STH SOPR para avaliar lucros e perdas realizados e não realizados. Quando o P&L Index cruza abaixo de sua média móvel de 365 dias, o indicador entra em território negativo, confirmando transição para mercado de baixa.

Recentemente, o valor mergulhou a patamares não vistos desde o mercado de baixa de 2022, após o crash da FTX. Historicamente, extremos abaixo de zero coincidem com fundos de mercado, onde a distância excessiva da média sinaliza viés de baixa excessivo. No entanto, reversões ocorreram após períodos prolongados nessa zona, exigindo paciência para confirmação.

Essa métrica oferece uma visão objetiva da fase cíclica, priorizando dados de rede sobre especulação de preço puro.

Sentimento de Medo Extremo pela Matrixport

A Matrixport destaca que o sentimento de mercado atingiu mínimas de quatro anos, com o índice fear & greed caindo abaixo de zero em sua média móvel de 21 dias. Essa configuração, segundo a firma, marca fundos duráveis quando reverte para cima, indicando esgotamento da pressão vendedora e início de estabilização.

Embora curto prazo possa ver mais fraqueza, esses níveis negativos oferecem risco-retorno atrativo historicamente. O índice Alternative.me confirma com leitura de 10/100, o mais baixo desde junho de 2022. Tais padrões cíclicos entre emoção e preço sugerem proximidade de inflexão, mas dependem de sinais de melhora subsequentes.

Frank Holmes, da Hive, reforça que o BTC está duas desvios-padrão abaixo da norma de 20 dias, visto apenas três vezes em cinco anos, favorecendo rebotes de curto prazo.

Contexto Histórico e Posição Atual do BTC

Períodos similares ocorreram em junho de 2024 e novembro de 2025, pós-quedas acentuadas. O BTC acumula perdas de 22% no Q1 potencialmente, mirando pior performance desde 2018 se fevereiro fechar negativo. Preço atual em torno de US$ 68.000, com dólar a R$ 5,25, reflete condições técnicas de oversold.

Volume 24h em exchanges brasileiras soma 185 BTC, com variação de -0,85%. Esses indicadores on-chain e de sentimento convergem para zona de exaustão, mas volatilidade persiste sem catalisadores macro.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitorar suporte em US$ 60.000-65.000, onde fundos históricos se formaram, e resistência inicial em US$ 70.000. Reversão no Bull-Bear acima da MA sinalizaria uma inversão de alta. NUPL em hope/fear reforça cautela. Investidores devem rastrear essas métricas para decisões informadas, sem implicar direção imediata.


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Executivos cartoon tech e institucional apertando mãos sob selo de aprovação regulatória, simbolizando retorno da Nexo aos EUA via parceria Bakkt

Nexo Retorna aos EUA: Redenção Regulatória via Parceria com Bakkt

A plataforma de empréstimos cripto Nexo anunciou seu retorno ao mercado americano após três anos de ausência, impulsionado por uma parceria estratégica com a Bakkt. O relançamento, ocorrido em 16 de fevereiro de 2026, ocorre três anos após o pagamento de uma multa de US$ 45 milhões à SEC por seu produto Earn Interest. Essa movimentação sinaliza uma possível evolução no ambiente regulatório dos EUA, favorecendo empresas que priorizam conformidade. Para investidores globais, incluindo brasileiros, representa acesso ampliado a produtos de rendimento e crédito lastreados em cripto.


Contexto da Saída e Lições Regulatórias

Em 2023, autoridades americanas, lideradas pela SEC, questionaram o produto Earn Interest da Nexo, classificando-o como security não registrado. A plataforma optou por um acordo de US$ 45 milhões sem admissão de culpa e suspendeu operações nos EUA, redirecionando foco para jurisdições mais amigáveis como Europa e Ásia. Essa decisão reflete o rigor regulatório imposto pelo governo de Washington, que buscava proteger investidores de riscos em plataformas de empréstimo descentralizadas.

No cenário global, essa saída contrastou com avanços em outras regiões. Na União Europeia, o MiCA estabeleceu frameworks claros para stablecoins e lending, enquanto na América Latina, países como El Salvador adotaram Bitcoin como moeda legal. A experiência da Nexo ilustra como decisões em um mercado dominante como os EUA reverberam mundialmente, forçando adaptações em estratégias internacionais.

A Parceria com Bakkt e Novo Modelo Compliant

O relançamento utiliza a infraestrutura de trading regulada da Bakkt, uma empresa listada em bolsa especializada em compliance institucional. Os produtos incluem yields flexíveis e fixos, linhas de crédito lastreadas em cripto, exchange integrada e rampas fiat on/off. Essa aliança garante adesão a padrões americanos, mitigando riscos passados. Segundo dados on-chain da CryptoQuant, a Nexo emitiu cerca de US$ 863 milhões em empréstimos no último ano, com 30% quitados durante quedas de mercado, indicando deleveraging gerenciado.

Para o ecossistema cripto global, essa parceria reforça a tendência de colaboração entre plataformas offshore e entidades reguladas nos EUA. Bakkt, com sua ênfase em custódia segura, atua como ponte para o varejo americano, similar a como a Coinbase Ventures investe em compliance para expansão.

Implicações Geopolíticas e para Investidores Brasileiros

O retorno da Nexo coincide com mudanças no clima regulatório americano pós-eleições de 2024, onde propostas pró-cripto ganharam tração no Congresso. Leis como o CLARITY Act visam definir clareza para ativos digitais, potencialmente abrindo portas para mais players globais. Internacionalmente, isso contrasta com restrições na China e avanços na UE, posicionando os EUA como hub competitivo.

Para brasileiros, habituados a exchanges locais como Mercado Bitcoin, o relançamento oferece diversificação. Com o real volátil frente ao dólar, produtos de yield em dólar via Nexo podem servir como hedge, desde que observadas regras do BC sobre remessas. Investidores devem monitorar aprovações estatais e impactos em concorrentes como BlockFi.

Próximos Passos no Cenário Regulatório Global

Embora otimista, o movimento exige vigilância. Reguladores estaduais e federais continuarão escrutinando lending, especialmente após colapsos como o da Celsius. A Nexo posiciona-se como exemplo de redenção regulatória, mas o sucesso dependerá de adesão contínua. Globalmente, sugere que mercados maduros recompensam compliance, influenciando estratégias em emergentes como Brasil e Índia.


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Personagem DeFi fluido ultrapassando corredores fintech cartoon em pista de corrida, simbolizando Aave superando Klarna e Hyperliquid se aproximando de Robinhood

DeFi Supera Fintechs Gigantes: Aave Ultrapassa Klarna em Escala

Um relatório inédito da Artemis, em parceria com analistas globais, mostra que o protocolo DeFi Aave superou a Klarna em escala de empréstimos, com US$ 22,6 bilhões em valor emprestado contra US$ 10,1 bilhões da fintech sueca. Hyperliquid registra volumes próximos a 50% do Robinhood, enquanto stablecoins crescem até 755%. DeFi deixa de ser ‘cassino’ e rivaliza infraestruturas de Wall Street e Vale do Silício, impactando investidores de EUA à América Latina.


Empréstimos: Aave Lidera Sobre BNPL Tradicionais

No setor de empréstimos, o Aave registra US$ 22,6 bilhões em empréstimos ativos, superando a soma de Klarna (US$ 10,1 bilhões), Affirm (US$ 7,2 bilhões), Funding Circle e LendingClub. Essa escala, alcançada em quatro anos, reflete a maturidade da finança descentralizada em mercados globais, de Nova York a São Paulo.

Enquanto fintechs como Klarna dependem de crédito sem garantia e enfrentam altas taxas de inadimplência — Affirm registra perdas significativas —, o DeFi opera com supercolateralização. Usuários depositam 150% ou mais em ativos como ETH para tomar USDC. Protocolos como Morpho (US$ 3,7 bilhões) e Euler reforçam essa liderança, com margens de juros líquidos baixas (0,98%-1,51%), priorizando eficiência sobre risco de crédito.

Para brasileiros, isso significa alternativas acessíveis a Nubank ou Revolut, sem intermediários centralizados. Autoridades em Bruxelas e Brasília monitoram essa convergência, que redefine a análise de crédito global.

Trading: Hyperliquid Desafia Robinhood e CEXs

O volume de transações no Hyperliquid atingiu US$ 2,6 trilhões nos últimos 12 meses, cerca de metade dos US$ 4,6 trilhões da Robinhood. Uniswap (US$ 1 trilhão) e Raydium (US$ 895 bilhões) somam forças equivalentes à Coinbase. DEXs processam fluxos 24/7, sem KYC, atraindo traders de Ásia a Europa.

No entanto, take rates diferem: Robinhood cobra 1,06%, enquanto Hyperliquid fica em 0,03%. Essa baixa monetização — Uniswap em 0,09% — reflete infraestrutura aberta, mas pressiona valuations. Coinbase vale 7,1x vendas; Uniswap, apenas 5x fees. Robinhood subiu 5,7x desde 2024, sinalizando preferência por modelos regulados nos EUA.

Geopoliticamente, enquanto Pequim restringe CEXs, blockchains como Solana e Ethereum capturam volumes em jurisdições emergentes, beneficiando portfólios latino-americanos.

Polymarket: Prova Social e Rewards Massivos

O Polymarket distribuiu US$ 12,86 milhões em recompensas LP para mais de 66.567 carteiras, com top 1% acima de US$ 1.563. Volumes de US$ 24,6 bilhões rivalizam DraftKings, provando viabilidade de prediction markets crypto-native.

Em 18 meses, Polymarket processou US$ 10 bilhões em eleições americanas, superando Kalshi em acessibilidade global. Take rate de 0,15% limita receitas (US$ 38 milhões anualizado), mas valuation de US$ 9 bilhões (240x sales) aposta em expansão para esportes e eventos mundiais.

Para investidores brasileiros, isso democratiza apostas geopolíticas, de eleições em Washington a tensões sino-americanas, sem barreiras regulatórias locais.

Convergência Global: O Futuro da Finança

Stablecoins em Tron, Ethereum e Solana crescem 493%-755%, contra 6%-43% de PayPal e Adyen. MetaMask (30 milhões MAU) e Phantom rivalizam Nubank (93,5 milhões). DeFi constrói ‘rails’ abertas, mas luta na captura de valor.

Stripe adquire Bridge; Robinhood lança markets. Decisões em Washington e Bruxelas moldarão se blockchains aprenderão tollbooths ou fintechs adotarão rails abertos. Para o investidor global, DeFi oferece escala sem fronteiras, mas exige maturidade em monetização.


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Investidor cartoon americano empurrando rocha vermelha com 33 gravado rolando sobre vale cripto, ilustrando recorde de premium negativo no Coinbase

Coinbase Premium Negativo por 33 Dias: Recorde de Pressão nos EUA

Instituições em debandada? O Coinbase Bitcoin Premium Index registra 33 dias consecutivos de prêmio negativo, o maior período desde maio de 2023, superando até os 30 dias do colapso de novembro de 2021. Com valor atual em -0,0477%, o indicador sugere que o preço do Bitcoin na exchange americana está abaixo da média global, apontando para maior pressão vendedora nos EUA em comparação ao resto do mundo. Isso reflete possível redução no apetite por risco ou saída de fundos por investidores institucionais.


O Que é o Coinbase Premium Index

O Coinbase Premium Index mede a diferença percentual entre o preço do Bitcoin negociado na Coinbase, principal exchange dos EUA, e a média global de preços em outras plataformas. Quando positivo, indica demanda superior nos EUA, com instituições comprando mais agressivamente. Já um prêmio negativo persistente, como os atuais -0,0477%, demonstra o oposto: preços mais baixos na Coinbase sinalizam vendas líquidas maiores por parte de investidores americanos em relação ao mercado internacional.

Os dados mostram que esse indicador é sensível a fluxos de capital. Negativos prolongados historicamente coincidem com fases de aversão ao risco, como ajustes em políticas monetárias ou correções em ativos de alto rendimento. A metodologia, baseada em dados agregados de plataformas como a Coinglass, garante precisão ao comparar cotações em tempo real.

Detalhes do Recorde Histórico

De acordo com as métricas recentes, a série de 33 dias negativos é a mais longa desde maio de 2023, quando o mercado enfrentou turbulências semelhantes. Anteriormente, durante o crash de novembro de 2021, o prêmio ficou negativo por cerca de 30 dias consecutivos. Essa sequência atual excede o recorde anterior, destacando uma persistência incomum na dinâmica de vendas nos EUA.

No contexto técnico, o indicador oscilou entre negativos moderados, sem ultrapassar -0,1% em magnitude extrema, mas a duração é o fator chave. Comparações com séries passadas revelam padrões: em 2023, períodos longos de negativo precederam recuperações quando o prêmio voltou a zero ou positivo, embora sem causalidade direta comprovada pelos dados disponíveis.

Implicações para Fluxos e Mercado

A pressão vendedora implícita se alinha com observações de net outflows em exchanges americanas. Embora dados específicos de outflow não sejam detalhados nas fontes primárias, o prêmio negativo contínuo corrobora narrativas de fundos saindo dos EUA para mercados asiáticos ou europeus, onde o apetite por Bitcoin permanece mais aquecido. Investidores institucionais, sensíveis a regulamentações e yields em treasuries, podem estar realocando para ativos menos voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.676,27 nesta terça-feira (17/02/2026), com variação de -1,47% nas últimas 24 horas e volume de 186,46 BTC. Essa cotação em reais reflete o impacto global, mas o premium destaca desalinhamento regional.

Níveis a Monitorar Adiante

Os dados sugerem vigilância em torno de -0,05% no prêmio: persistência abaixo disso pode ampliar a percepção de fraqueza americana. Recuperação para território neutro (acima de 0%) indicaria reversão nos fluxos. Traders devem observar volumes na Coinbase versus médias globais, além de indicadores complementares como médias móveis de 50 e 200 dias no BTC/USD, atualmente em torno de US$ 85.000 e US$ 80.000, respectivamente.

A duração desta série — superior a um mês — eleva a relevância para análises de médio prazo, sem implicar direção única. Monitorar atualizações semanais do índice fornece base factual para ajustes de posição.


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Balança cartoon com pilha de dólares pesados vs stablecoins euro luminosos elevados por banqueiro europeu, simbolizando defesa alemã contra domínio do dólar

Alemanha Defende Stablecoins em Euro Contra Domínio do Dólar

O presidente do Bundesbank, Joachim Nagel, defendeu a adoção de stablecoins atreladas ao euro e um euro digital como medidas estratégicas para maior independência europeia em sistemas de pagamento. Em discurso proferido em 17 de fevereiro de 2026, em Frankfurt, Nagel destacou a necessidade de contrabalançar o domínio de stablecoins em dólar, impulsionado pelo GENIUS Act americano. A posição reflete uma ‘guerra das stablecoins’ onde ativos digitais se tornam ferramentas de soberania financeira global.


Detalhes do Discurso de Nagel

Durante o Neujahrsempfang da American Chamber of Commerce, Nagel enfatizou que o Eurosistema trabalha intensamente na introdução de um CBDC retail, a primeira solução de pagamento digital paneuropeia baseada exclusivamente em infraestruturas locais. Essa moeda digital complementaria o numerário físico e competiria com soluções privadas e de big techs.

Ele também viu potencial em uma CBDC wholesale para instituições financeiras, permitindo programmable payments em moeda central. “Isso abriria portas para inovações em settlement de valores mobiliários e tokenização”, afirmou. Ademais, stablecoins denominadas em euro facilitariam pagamentos transfronteiriços de baixo custo para indivíduos e empresas, fortalecendo a autonomia europeia.

Contexto Geopolítico: GENIUS Act e Domínio do Dólar

A declaração ocorre meses após o presidente americano Donald Trump assinar o GENIUS Act, que estabelece um quadro regulatório para payment stablecoins nos EUA. A lei, com implementação prevista em 18 meses ou 120 dias após regulamentações finais, pavimenta o caminho para stablecoins em dólar desafiarem rivais europeias. Segundo Nagel, uma fatia dominante de stablecoins em dólar poderia prejudicar a política monetária doméstica e enfraquecer a soberania europeia.

Autoridades do Bundesbank já alertaram em fóruns como o Euro50 Group sobre esses riscos. A Europa busca, assim, uma resposta estratégica em um mundo onde a cooperação transatlântica é incerta, conforme Nagel observou: “Não podemos mais depender tanto da ordem internacional baseada em regras”.

Implicações para a União Europeia e Mercado Global

Para a UE, o euro digital e stablecoins em euro representam não só inovação tecnológica, mas uma ferramenta para elevar o papel internacional da moeda única. Isso inclui eficiência em pagamentos cross-border, reduzindo custos e dependência de sistemas dominados por dólar, como USDT e USDC.

No cenário global, a ‘guerra das stablecoins’ ganha contornos de competição estatal. Os EUA avançam com legislação pró-inovação, enquanto Europa prioriza soberania. Investidores devem monitorar como isso afeta adoção de stablecoins, com potenciais impactos em liquidez e conformidade regulatória em jurisdições como o Brasil, sensível a dinâmicas cambiais internacionais.

Próximos Passos na Estratégia Europeia

O BCE continua testes para o euro digital, com foco em privacidade e interoperabilidade. Nagel não detalhou prazos, mas enfatizou urgência em um ambiente geopolítico volátil. A posição alemã pode influenciar negociações europeias sobre MiCA e futuras diretrizes para stablecoins, sinalizando que criptoativos são centrais na nova ordem financeira mundial.


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Estruturas isométricas de Polygon sobre Ethereum com fluxos dourados de liquidez migrando para Layer 2, simbolizando domínio em fees e boom de apostas

Polygon Supera Ethereum em Taxas Diárias com Boom de Apostas

Os dados mostram que o Polygon superou a Ethereum em taxas diárias nos últimos três dias, um marco histórico impulsionado pelo boom de atividade no Polymarket. Na sexta-feira, a Polygon gerou US$ 407.100 em taxas contra US$ 211.700 da Ethereum, invertendo pela primeira vez a dinâmica entre camada principal e secundária. Isso evidencia uma tendência de migração de usuários e liquidez para soluções de Layer 2.


Desempenho das Taxas: Polygon à Frente

De acordo com métricas do Token Terminal, o Polygon registrou US$ 407.100 em taxas de transação na sexta-feira, superando os US$ 211.700 da Ethereum. No sábado, a diferença diminuiu para US$ 303.000 contra US$ 285.000, mas o feito permanece inédito. Essa inversão ocorre em um período de 30 dias onde a média diária da Polygon se aproxima da Ethereum, sinalizando maior eficiência econômica nas L2s.

Analistas como Matthias Seidl, da growthepie, atribuem o crescimento exclusivamente ao Polymarket, que sozinho gerou mais de US$ 1 milhão em fees na Polygon nos últimos sete dias. O segundo maior app, Origin World, ficou em US$ 130.000, reforçando a concentração de atividade em mercados de previsão.

Polymarket como Motor de Atividade

O Polymarket, plataforma de prediction markets lançada em 2020 e hospedada na Polygon, tem impulsionado o uso da rede. Recentemente, mais de US$ 15 milhões em apostas foram registradas em uma única categoria do Oscars, conforme destacado pela equipe da Polygon. Agentes trustless estão sendo deployados para explorar oportunidades nesses mercados.

Além disso, o volume de transações com USDC na Polygon atingiu um novo pico semanal de 28 milhões, alinhado ao uso do stablecoin pela Polymarket. Essa dinâmica demonstra como aplicações específicas podem elevar as métricas on-chain de uma L2 inteira, alterando o equilíbrio de receitas entre redes.

MegaETH: Exemplo de Liquidez Migrando para L2s

Paralelamente, a MegaETH, outra solução Layer 2 da Ethereum, viu seu TVL crescer 65% em uma semana, alcançando US$ 66,48 milhões após o lançamento da mainnet. Partindo de US$ 40,3 milhões, o aumento reflete influxo de stablecoins como MegaUSD (USDM), cujo market cap subiu 56% para US$ 99,2 milhões.

Ativos bridged representam US$ 122 milhões no TVL total. A DEX Kumbaya lidera com US$ 51 milhões, enquanto protocolos como Avon MegaVault, World Markets e Aave somam US$ 19 milhões. Esses números, via DeFiLlama, ilustram a tendência de liquidez “vazando” da mainnet Ethereum para L2s mais eficientes.

Implicações para o Ecossistema Ethereum

Os dados indicam uma clara preferência por L2s em cenários de alta atividade, como prediction markets e DeFi inicial. A Polygon e MegaETH exemplificam como fees mais baixas e velocidades superiores atraem volume, potencialmente reduzindo a dominância econômica da Ethereum mainnet. Métricas a observar incluem a sustentabilidade desse fluxo e o impacto no token MATIC e no ecossistema Ethereum como um todo.

No caso da MegaETH, o lançamento do token MEGA depende de KPIs como US$ 500 milhões em USDM circulante e dApps gerando US$ 50.000 diários em fees, metas ainda distantes mas com trajetória positiva.


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Balcao fast-food cartoon com cliente pagando via raio Lightning Bitcoin, vendas explodindo em moedas douradas e bonus, ilustrando adocao corporativa por Steak n Shake

Steak ‘n Shake: Vendas Explodem com Pagamentos em Bitcoin

A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou que, nove meses após iniciar a aceitação de pagamentos em Bitcoin via Lightning Network, suas vendas em lojas comparáveis subiram de forma dramática. A estratégia direciona os BTC recebidos para uma Reserva Estratégica de Bitcoin, usada inclusive para bônus de funcionários, combinando eficiência operacional com marketing inovador que atrai clientes fiéis ao ecossistema cripto.


A Estratégia Bitcoin Standard em Ação

Há nove meses, em maio de 2025, a Steak ‘n Shake iniciou sua transformação “burger-to-Bitcoin”, aceitando Bitcoin como meio de pagamento. Essa decisão não foi apenas simbólica: os pagamentos em BTC são roteados diretamente para a Reserva Estratégica de Bitcoin da empresa, fortalecendo seu tesouro corporativo. Recentemente, adicionaram US$ 10 milhões em BTC ao balanço, criando um ciclo virtuoso onde receitas cripto financiam crescimento.

O COO Dan Edwards destacou uma economia de cerca de 50% nas taxas de processamento em comparação com cartões tradicionais. Essa eficiência operacional é um pilar fundamental, mostrando como o Bitcoin reduz custos e melhora margens em negócios cotidianos. Os fundamentos se fortalecem quando empresas reais adotam a tecnologia de forma prática.

Impacto Direto nas Vendas e Atratividade da Marca

O resultado? Um aumento dramático nas vendas em lojas comparáveis, inicialmente de 10% logo após o lançamento, evoluindo para ganhos expressivos. A adoção elevou a visibilidade da marca, atraindo novos clientes entusiastas de cripto que veem na Steak ‘n Shake um pioneiro acessível.

Para engajar ainda mais, lançaram um Bitcoin-themed burger em outubro e destinam parte das vendas de refeições BTC para desenvolvimento open-source do Bitcoin. Essa abordagem não só impulsiona vendas imediatas, mas constrói lealdade: clientes pagam com BTC, recebem valor agregado e contribuem para o ecossistema. É marketing orgânico que o mercado está construindo, dia após dia.

Além da Reserva de Valor: Ferramenta de Negócios

Diferente de estratégias puras de tesouraria como as da MicroStrategy ou Metaplanet, o caso da Steak ‘n Shake demonstra o Bitcoin como ferramenta multifuncional. Pagamentos via Lightning garantem transações rápidas e baratas, ideais para fast-food, enquanto a reserva financia bônus, motivando equipes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.405,75 (variação -1,21% em 24h), reforçando seu apelo como ativo de alta liquidez no Brasil.

Essa integração prática sinaliza maturidade: o BTC transcende especulação, tornando-se parte operacional de PMEs. Para investidores brasileiros, é um lembrete de que a adoção real impulsiona o ciclo de valorização de longo prazo.

Perspectivas para Adoção em Massa

A Steak ‘n Shake planeja expandir o uso de cripto em suas operações, potencializando ainda mais os ganhos. Em um cenário de crescente aceitação global — com ETFs, Lightning e tesourarias corporativas —, casos como esse aceleram a narrativa de alta fundamentada. O mercado cripto não é mais nicho; está invadindo o varejo diário, construindo bases sólidas para o futuro.

Empresas que adotam cedo colhem recompensas: vendas, eficiência e inovação. Vale monitorar como essa tendência se espalha para outros setores no Brasil e mundo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Bebês cartoon felizes recebendo cofres dourados com selo 2026 de executivo tech, simbolizando patrocínio Kraken para adoção cripto no Wyoming

Cripto para Bebês: Kraken Financia Trump Accounts no Wyoming

A Kraken anunciou apoio ao programa Trump Accounts para todos os bebês nascidos no Wyoming em 2026. A iniciativa, revelada pela senadora Cynthia Lummis, cria contas de poupança para crianças com US$ 1.000 do governo. A exchange, com sede no estado pioneiro em regulação cripto amigável, quer retribuir à comunidade local. Isso mostra exchanges se integrando à sociedade de forma prática e humana.


O Que São Trump Accounts?

Os Trump Accounts são contas de aposentadoria para menores de 18 anos nos EUA. Pais ou responsáveis abrem para filhos, e o governo federal deposita US$ 1.000 iniciais para nascidos entre 2025 e 2028. É um piloto para incentivar poupança cedo. Grandes bancos como JPMorgan e Wells Fargo já apoiam, e agora a Kraken entra, financiando contas de recém-nascidos no Wyoming sem divulgar o valor exato por conta.

Para o americano médio, é como uma poupança forçada que rende ao longo da vida. Imagine seu filho começando com R$ 5.500 (cotação atual aproximada) crescendo com juros compostos. Prático para famílias de baixa renda, reduzindo dependência de previdência pública.

Por Que o Wyoming? Um Hub Cripto

O Wyoming é o paraíso das criptos nos EUA: leis que permitiram à Kraken ser a primeira Special Purpose Depository Institution (banco cripto). O CEO Dave Ripley destacou a “política responsável” como motivo para HQ lá. A senadora Lummis, pró-cripto, celebrou: “Grata pelo compromisso com a próxima geração do Cowboy State”.

Isso não é só filantropia. É estratégia: exchanges constroem imagem positiva, influenciam regulação local e atraem talentos. Wyoming lançou o stablecoin Frontier, reforçando o ecossistema. Para nós brasileiros, lembra como o Brasil poderia usar cripto para inclusão financeira em regiões remotas.

Impacto Prático: Lições para o Brasil

Pense no dia a dia: uma família no interior do Wyoming ganha uma conta que pode render décadas. No Brasil, equivaleria a um FGTS ou Poupança com cripto, mas sem burocracia. Cripto facilita herança digital, acessível via wallet, sem intermediários caros. Famílias podem adicionar Bitcoin ou stablecoins, protegendo contra inflação.

Exchanges como Kraken mostram caminho: retribuir comunidades cria lealdade. Aqui, imagine Nubank ou Mercado Bitcoin financiando contas para filhos de clientes. Reduz desigualdade, educa sobre finanças cedo. Mas cuidado: volatilidade existe, então diversifique e estude.

O Que Você Pode Fazer Hoje?

  1. Abra uma conta em exchange confiável e configure staking ou poupança em stablecoins para seus filhos.
  2. Use wallets custodiais seguras para menores.
  3. Monitore leis brasileiras sobre herança digital (ainda em debate).
  4. Eduque a família: comece com R$ 100 mensais em BTC via DCA.

Essa notícia inspira: cripto vai além de trade, vira ferramenta cotidiana. Vale acompanhar como Wyoming evolui esse modelo.


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Forma geométrica dourada comprimida rachando com '5K' brilhante, conectada a esfera cyan simbolizando expansão do ouro e hedge Bitcoin

Ouro em Compressão: Previsão de US$ 5.000 e Impacto no Bitcoin

O gráfico do XAU/USD apresenta compressão em timeframe H2, com volatilidade contraída e estrutura triangular em formação. Analistas da Sucden Financial, em relatório trimestral, projetam consolidação do ouro próximo a US$ 5.000 no primeiro trimestre de 2026, apesar de correção recente para US$ 4.911. Essa dinâmica reforça o apetite por ativos de hedge, influenciando o Bitcoin, que negocia a R$ 355.044 segundo o Cointrader Monitor.


Situação Técnica Atual do Ouro

Os dados mostram o XAU/USD rotacionando na zona de retração de Fibonacci 0,5-0,618 após rejeição em máxima recente. Uma tendência descendente atua como resistência, enquanto suportes ascendentes defendem mínimas mais altas. A compressão indica baixa volatilidade atual, com preço em torno de US$ 4.940-4.960, posicionando-se para expansão direcional.

Liquidez acumulada abaixo de US$ 4.900 e acima de US$ 5.050 sugere dois cenários principais: sweep de liquidez inferior para US$ 4.850-4.800 antes de alta, ou rompimento altista acima da tendência descendente rumo a US$ 5.050. O ouro em BRL está cotado a aproximadamente R$ 25.771, refletindo variação diária de -1,54%.

Essa configuração técnica histórica precede movimentos amplos, com volume como confirmador essencial para rompimento.

Previsão Fundamental da Sucden Financial

No Relatório Trimestral de Metais Q1 2026, Daria Efanova e Viktoria Kuszak destacam transição da alta fundamental para momentum especulativo. Esperam consolidação volátil ao redor de US$ 5.000 até março, com correções recalibrando posições compradas após pico acima de US$ 5.600 em janeiro.

Demandas recordes superaram 5.000 toneladas em 2025, impulsionadas por bancos centrais e inflows em ETFs. Fatores macro como incerteza política e expectativas de cortes de juros pelo Fed sustentam o suporte, apesar de narrativas de “higher-for-longer”. Prata, com alta anual de 137%, negocia a US$ 76,73, ampliando volatilidade.

Minutas do RBA reforçam cautela inflacionária, limitando upside agressivo de curto prazo no ouro.

Correlação Ouro-Bitcoin como Hedge

Historicamente, movimentos no ouro ditam apetite por hedges contra incertezas macro. Compressão no XAU/USD sinaliza potencial fluxo para ativos alternativos como Bitcoin, visto como “ouro digital”. Correlação positiva recente (~0,6 nos últimos 30 dias) sugere que expansão altista no metal pode irrigar BTC, especialmente com dólar resiliente.

Níveis a observar no BTC/BRL: suporte em R$ 350.000 e resistência em R$ 360.000, alinhados à média móvel de 50 dias. Variação 24h de -1,33% reflete pressão similar ao ouro. Investidores monitoram FOMC minutes e PCE para timing de fluxos risco-off.

Dados indicam que correções no ouro frequentemente precedem ajustes no BTC, com volume como métrica chave.

Níveis Chave e Próximos Passos

Para ouro: priorize confirmação estrutural pós-liquidity sweep. Suporte crítico em US$ 4.850; resistência em US$ 5.050. No Bitcoin, acompanhe variação semanal e inflows em ETFs para validar fluxo de hedge.

Estratégia metódica: aguarde expansão de volume em rompimentos, evitando trades dentro da compressão. Mercados ajustam expectativas em tempo real, com atualidade essencial para decisões baseadas em dados.


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Estruturas isométricas de Stellar e XRPL conectadas por ponte cyan luminosa de Axelar, com fluxos de energia simbolizando interoperabilidade cross-chain e pagamentos globais

Axelar Integra Stellar: Pagamentos Globais Sem Barreiras

A integração entre Axelar e Stellar acaba de ir ao ar, conectando a infraestrutura de pagamentos rápidos da Stellar com a interoperabilidade cross-chain da Axelar. Projetos como Solv Protocol, Stronghold e Squid Router já estão operacionais, abrindo portas para finanças institucionais. Em paralelo, o XRPL avança em tokenização, superando Solana com US$ 1,75 bilhão em ativos reais on-chain. Para brasileiros, isso significa remessas internacionais mais baratas e rápidas, sem barreiras entre blockchains.


Como Funciona a Conexão Axelar-Stellar

A Stellar é conhecida por suas transações rápidas e com taxas mínimas, ideais para pagamentos globais — pense em enviar dinheiro para a família no Nordeste sem perder uma fortuna em fees bancárias. A Axelar entra como ponte, permitindo que ativos da Stellar fluam para outras redes como Ethereum sem complicações.

Desde o lançamento, o Solv Protocol já permite levar produtos de yield com Bitcoin tokenizado para a Stellar. A Stronghold mantém seu token SHx em suprimento 1:1 entre Stellar e Ethereum, enquanto o Squid Router roteia liquidez para XLM e outros ativos. Isso é prático: desenvolvedores constroem apps que funcionam em múltiplas chains sem reinventar a roda.

Para o roadmap de 2026 da Axelar, o foco é infraestrutura compliant, alinhada à Stellar, que já tem ferramentas nativas de conformidade regulatória. Instituições financeiras podem agora emitir ativos regulados e negociá-los cross-chain com segurança.

Impacto Prático para Pagamentos e Remessas

Imagine transferir R$ 1.000 para o exterior: com Stellar sozinha, as taxas são irrisórias, mas limitada a sua rede. Agora, com Axelar, você move esse valor para Ethereum ou outras chains para yield ou trading, tudo em minutos. Para brasileiros lidando com dólar alto — hoje por volta de R$ 5,70 —, isso reduz custos em até 90% comparado a bancos tradicionais.

A integração facilita tokenização de ativos reais, como imóveis ou títulos, que circulam entre redes. Fintechs e provedores de pagamento ganham com throughput alto da Stellar (milhares de TPS) e interoperabilidade, evitando silos. No Brasil, onde remessas somam bilhões anuais, isso pode baratear envios para filhos estudando fora ou fornecedores importados.

Desenvolvedores já acessam isso: bridges como Squid permitem mover solvBTC ou XLM cross-chain hoje, com liquidez unificada. É utilidade real, não hype especulativo.

Redes de Pagamento Lideram Contra Smart Contracts

Enquanto chains de smart contracts como Solana lutam com outages, redes focadas em pagamentos como Stellar e XRPL avançam. O XRPL lançou espaço dedicado no metaverso xSPECTAR para comunidade e educação, mas brilha em RWAs: US$ 1,75 bilhão tokenizados on-chain, crescimento de 270% em um mês, superando Solana.

Transações diárias no XRPL batem 1,83 milhão, com RLUSD representando 83% dos US$ 418 milhões em stablecoins. Baixas taxas (0,00001 XRP) tornam eficiente trocas de bens virtuais ou reais. Isso mostra: para instituições, eficiência em pagamentos e tokenização vence complexidade de contratos inteligentes.

No Brasil, onde burocracia e IOF encarecem transferências, XRPL e Stellar oferecem alternativa prática para tokenizar títulos públicos ou imóveis, acessíveis via apps mobile.

O Que Fazer com Essa Novidade

Para usuários comuns, teste bridges como Squid para mover XLM ou stablecoins entre chains — verifique taxas reais em wallets compatíveis. Monitore Solv para yields acessíveis em ativos tokenizados. Instituições: avalie Stellar/Axelar para settlements cross-border.

Com volume crescendo, espere mais fintechs brasileiras integrando isso. Fique de olho em atualizações da Axelar e XRPL Commons no X para oportunidades práticas. Isso não é especulação: é infraestrutura que facilita sua vida financeira diária.


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Personagens cartoon de EUA e China em cabo de guerra por Bitcoin dourado gigante, simbolizando corrida armamentista global impulsionada por dívidas e acumulação de baleias

EUA vs China: Corrida Armamentista pelo Bitcoin Acelera

A dívida pública dos EUA próxima de US$ 38,7 trilhões e o endividamento chinês em 124% do PIB sinalizam o colapso iminente do sistema financeiro tradicional. Dan Morehead, da Pantera Capital, alerta para uma corrida armamentista global por Bitcoin nos próximos 2-3 anos, com blocos rivais mirando 1 milhão de BTC cada. Paralelamente, o BTC registra recuperação em V após o feriado chinês, com baleias acumulando.


Dívida Insustentável Força Busca por Alternativas

O déficit orçamentário americano atingiu US$ 1,7 trilhão, com projeções do CBO indicando US$ 1,9 trilhão em 2026 e US$ 3,1 trilhão até 2036 — níveis equivalentes a 5,8% e 6,7% do PIB, bem acima da média histórica de 3,8%. A China, por sua vez, enfrenta dívida geral em 124% do PIB, conforme o FMI, impulsionando a venda de Treasuries americanos como medida de autopreservação.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.798 emerge como reserva de valor soberana, protegendo nações contra a erosão inflacionária da dívida fiat. O dólar opera a R$ 5,25, destacando a desvalorização contínua do real ante ativos duros.

Esses fundamentos macroeconômicos fortalecem a tese de adoção institucional, onde o BTC transcende especulação para se tornar pilar de tesourarias nacionais.

Previsão de Corrida Soberana por BTC

Dan Morehead prevê que EUA e aliados, como os Emirados Árabes, acelerarão aquisições de Bitcoin, enquanto nações hostis avançarão em de-dolarização com reservas próprias. Essa dinâmica pode dividir o suprimento escasso em blocos geopolíticos, elevando o valor intrínseco do ativo.

O mercado responde com resiliência: apesar do Fear & Greed em "Extreme Fear", o BTC oscila entre US$ 67.300 e 70.000, mantendo integridade estrutural similar ao ouro. Ciclos históricos mostram que capitulação extrema precede valorizações expressivas.

A narrativa de longo prazo ganha tração, com fluxos institucionais e halvings reforçando a escassez programada.

Recuperação em V e Acumulação de Baleias

Após o Ano Novo Lunar chinês, o Bitcoin protagonizou uma recuperação em V profunda, caindo de US$ 70.100 para US$ 67.274 antes de subir a US$ 68.945. Ethereum seguiu padrão similar, sinalizando apetite global por risco.

Relatório da Bitfinex Alpha destaca otimismo macro: expectativa de três cortes de juros em 2026, com possível início em abril, reduzindo pressão sobre ativos sem rendimento como o BTC. Baleias — detentores de longo prazo — elevaram suprimentos para 14,3 milhões de BTC, aproveitando pullbacks.

Derivativos normalizam, com volatilidade implícita abaixo de 50, indicando fim de pânico e base sólida para próxima perna altista.

Outlook de Longo Prazo: Mercado em Construção

Polymarket precifica 71% de chance de US$ 85.000 em fevereiro e 80% para US$ 100.000 até fim de 2026. A convergência de dívida global, geopolítica e dados on-chain reforça que o Bitcoin não é apenas sobrevivendo, mas se posicionando como o hedge definitivo contra o colapso fiat.

Investidores atentos aos ciclos verão aqui não ruído, mas construção de fundamentos para adoção massiva. A volatilidade de curto prazo cede espaço à tendência inexorável de valorização soberana.


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Holders cartoon celebrando nuvem de tokens WLFI dourados caindo sobre stablecoins USD1, simbolizando airdrop massivo da Binance

Binance Airdrop: 235 Milhões WLFI Grátis para Holders de USD1

A Binance anunciou um airdrop massivo de 235 milhões de tokens WLFI, do projeto World Liberty Financial ligado à família Trump, para usuários que detêm a stablecoin USD1 na plataforma. A distribuição começa em fevereiro de 2026, com recompensas semanais até março, oferecendo uma oportunidade real de “dinheiro grátis” para holders de stablecoins. Inicia em 20 de fevereiro às 08:00 (UTC+8), premiando quem mantém saldo qualificado durante o período. Isso reforça a narrativa de adoção crescente no ecossistema cripto.


Como Funciona o Airdrop e Quem Pode Participar

A mecânica é simples e estratégica: usuários qualificados na Binance que segurarem USD1 (World Liberty Financial USD) receberão airdrop proporcional ao saldo mantido. Não há necessidade de staking adicional ou ações complexas — basta manter o ativo na exchange durante as semanas de vigência. O total do prêmio é de 235 milhões de WLFI, distribuídos semanalmente para evitar pressão de venda concentrada.

Essa abordagem beneficia especialmente investidores conservadores que já usam stablecoins para proteção de capital. Em um mercado onde rendimentos em stablecoins são disputados, essa iniciativa da Binance adiciona valor sem risco de impermanent loss ou volatilidade direta. Os fundamentos se fortalecem: projetos como WLFI ganham tração via parcerias com gigantes como a Binance, ampliando o ecossistema DeFi.

Para brasileiros, vale converter os horários: 08:00 UTC+8 equivale a 21:00 do dia anterior no horário de Brasília (UTC-3). Monitore seu saldo na app ou site da exchange para garantir elegibilidade.

Datas Exatas e Calendário de Distribuição

O período do evento vai de 20 de fevereiro de 2026, 08:00 UTC+8, até 20 de março de 2026, 08:00 UTC+8. A primeira distribuição ocorre em 4 de março de 2026, cobrindo a semana inicial (20/02 a 27/02). Subsequentemente, toda sexta-feira haverá liberação de recompensas, alinhando com ciclos semanais de mercado.

Essa estrutura semanal mitiga riscos de queda imediata, permitindo que holders acumulem e decidam com calma. No contexto atual, com o Bitcoin consolidando acima de R$ 500 mil segundo o Cointrader Monitor, stablecoins como USD1 servem de porto seguro enquanto se ganha potencial de alta em tokens emergentes como WLFI.

Importante: verifique os critérios exatos no anúncio oficial da Binance, pois qualificações podem incluir KYC e saldo mínimo.

Por Que Isso Importa: Parceria Trump-Binance e Adoção

O World Liberty Financial (WLFI) não é qualquer projeto — está associado à família Trump, posicionando-se como uma plataforma DeFi com apelo político nos EUA pós-eleições de 2024. A integração com USD1, sua stablecoin nativa, e agora esse airdrop via Binance, sinaliza maturidade: de conceito para liquidez real em uma das maiores exchanges globais.

Para o mercado, isso é de alta pura. Baleias e instituições observam: parcerias assim aceleram adoção, similar aos fluxos de ETFs de Bitcoin em 2025. A escolha pela Ásia (horários UTC+8) reflete estratégia global, inclusive para o Brasil, onde a Binance domina o varejo cripto. O mercado está construindo bases sólidas para o próximo ciclo.

Embora riscos como volatilidade de WLFI existam, o modelo de recompensa por hold de stablecoin é de baixo risco relativo, alinhando com teses de longo prazo.

Oportunidades Estratégicas para Holders Brasileiros

Para o investidor brasileiro, essa é uma chance de diversificar yields sem sair da zona de conforto das stablecoins. Com o real pressionado e inflação persistente, converter para USD1 e capturar WLFI pode ser uma jogada inteligente. Monitore atualizações, pois eventos como esse catalisam narrativas de alta.

Em resumo, os fundamentos do cripto se fortalecem com iniciativas que recompensam holders leais. Fique de olho — o ecossistema evolui rápido.


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Personagens cartoon de regulador americano e XRP antropomorfizado apertando mãos com '80%' neon flutuando, simbolizando otimismo para aprovação do CLARITY Act

CLARITY Act: Ripple Dá 80% de Chance de Aprovação nos EUA

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, atribui 80% de chance de aprovação do CLARITY Act até o final de abril, sinalizando uma vitória regulatória histórica para o setor cripto nos Estados Unidos. Um ex-assessor da Casa Branca reforça o otimismo, destacando negociações intensas entre indústria bancária e criptoativos para superar impasses sobre stablecoins. Para investidores brasileiros, isso pode trazer legitimidade global e reduzir receios institucionais, consolidando o mercado em escala internacional. (72 palavras)


Bastidores do Impasse no Senado

O projeto de lei avançou quase até a marcação no Comitê Bancário do Senado em janeiro, mas travou devido a divergências sobre o rendimento de stablecoins. A Coinbase, maior exchange americana, retirou o apoio por não encontrar consenso sobre riscos de fuga de depósitos para bancos tradicionais. Garlinghouse enfatiza que “clareza é melhor que caos”, defendendo um compromisso em vez da perfeição legislativa.

Segundo autoridades de Washington, negociações em alto nível ganharam ímpeto antes do recesso de primavera. A Ripple, marcada por sua batalha com a SEC, lidera a advocacia pela lei, argumentando que beneficia toda a indústria, mesmo após a decisão favorável de que o XRP não é um security.

Otimismo de Ex-Autoridades e Setor Bancário

Bo Hines, ex-diretor executivo do Conselho Presidencial de Assessores para Ativos Digitais e atual CEO da Tether US, expressa confiança na aprovação apesar do atraso. Em entrevista no Digital Assets at Duke Conference, ele nota que ambas as indústrias estão em “panela de pressão” para concessões, como maior papel de bancos comunitários no ecossistema de stablecoins. O OCC já emite licenças condicionais a empresas cripto, pavimentando resoluções que protegem bancos sem frear inovação.

O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, reforça a urgência: a lei deve chegar à mesa do presidente antes do fim da primavera, evitando um colapso diante de uma possível mudança democrata pós-eleições de meio de mandato em 2026. Patrick Witt, do atual Conselho Cripto presidencial, alerta que a janela legislativa está “se fechando rapidamente”.

Implicações Globais para Investidores Brasileiros

De Washington aos mercados emergentes, regulações americanas ditam tendências globais. O CLARITY Act estabeleceria regras claras para ativos digitais, distinguindo securities de commodities e facilitando custódia institucional. Para o Brasil, isso significa maior influxo de capital estrangeiro via ETFs e fundos, reduzindo volatilidade e medo regulatório local.

Com a UE avançando em MiCA e Ásia testando CBDCs, os EUA regulando cripto legitima o setor mundialmente. Investidores brasileiros ganham com estabilidade: exchanges locais se alinham a padrões globais, atraindo parcerias e ampliando opções de staking e DeFi sem pânico de proibições abruptas.

Próximos Passos e Monitoramento

A pressão da administração Trump acelera o diálogo, com prazo informal no fim do mês para resolver disputas de stablecoin yield. Uma cúpula recente na Casa Branca entre executivos bancários e cripto, embora infrutífera, sinaliza compromisso oficial. O mercado deve acompanhar markups no Senado e reações da SEC.

Enquanto o texto não é perfeito, progressos como esse testam a maturidade do ecossistema. Brasileiros atentos a tendências globais posicionam-se melhor para capturar ganhos de longo prazo em um ambiente regulado.


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Silhuetas de baleias cibernéticas depositando e retirando fluxos dourados BTC de fortaleza exchange, sinalizando volatilidade por movimentos de baleias OG

Net Outflow de 3.083 BTC: Baleias OG Aumentam Depósitos na Binance

Os dados mostram um net outflow de 3.083,80 BTC das exchanges centralizadas (CEXs) nas últimas 24 horas, com a Binance liderando as saídas em 3.073,95 BTC, segundo a Coinglass. Paradoxalmente, baleias antigas (OG) elevaram depósitos na Binance, com ratio de influxo subindo de 0,4 para 0,62 entre 2 e 15 de fevereiro, segundo a CryptoQuant. Esse cabo de guerra entre acumulação e pressão de venda pode intensificar a volatilidade nas próximas horas.


Net Outflow Geral nas CEXs

De acordo com os dados da Coinglass, compilados em 17 de fevereiro, as CEXs registraram uma saída líquida total de 3.083,80 BTC no período de 24 horas. A Binance concentrou a maior parte desse movimento, com retiradas de 3.073,95 BTC. Outras plataformas como Gemini (236,03 BTC) e Coinbase Pro (222,72 BTC) também contribuíram para o outflow, enquanto a Gate viu influxo de 227,01 BTC.

Esse padrão de saídas líquidas sugere que investidores estão transferindo ativos para custódia fria ou carteiras pessoais, reduzindo a exposição em plataformas de negociação. Os números exatos indicam uma tendência de longo prazo de redução de inventário em exchanges, o que historicamente correlaciona com menor pressão imediata de venda.

Influência das Baleias OG na Binance

A análise do CryptoQuant, destacada pelo analista Darkfost, revela que o ratio de depósitos de Bitcoin por baleias na Binance cresceu significativamente, de 0,4 para 0,62 em duas semanas. Parte desse influxo está ligada a baleias insider BTC OG, que depositaram cerca de 10.000 BTC na plataforma recentemente.

Esses movimentos de grandes holders não são isolados: eles coincidem com um ambiente de incerteza, onde a liquidez da Binance atrai ajustes de posição. Embora outflows gerais dominem, os depósitos concentrados podem preparar o terreno para vendas seletivas, elevando o risco de oscilações de curto prazo.

Implicações para Volatilidade e Níveis Chave

O contraste entre outflow agregado e influxos de baleias cria um cenário de cabo de guerra. Saídas líquidas totais apontam para confiança em holding de longo prazo, mas depósitos na maior exchange sugerem potencial pressão vendedora. Os dados combinados de Coinglass e CryptoQuant indicam que o mercado pode testar suportes em torno de US$ 67.000-68.000 nas próximas horas, dependendo do volume de realização.

Traders devem monitorar o ratio de whale inflows e o saldo total de BTC em exchanges. Uma continuação do outflow reduziria riscos de queda, enquanto influxos persistentes poderiam acelerar correções.

Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.007,83, com variação de -1,32% em 24h e volume de 190,68 BTC. Em dólares, o preço é de aproximadamente US$ 67.786 (variação -1,60%), com dólar a R$ 5,25.


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Personagens cartoon de HK abrindo portais luminosos enquanto UE ergue muro contra Rússia, ilustrando contraste geopolítico em regulação cripto

Geopolítica Cripto: Hong Kong Abre Enquanto UE Isola Rússia

Enquanto a Comissão de Valores Mobiliários de Hong Kong (SFC) adiciona a Victory Fintech à lista de plataformas licenciadas de ativos virtuais – a primeira nova aprovação desde junho de 2025 –, a União Europeia avança com uma proibição ampla de transações cripto envolvendo entidades russas. Esses movimentos opostos sinalizam a formação de um ‘mapa do capital cripto’, onde jurisdições amigáveis atraem fluxos enquanto sanções digitais isolam outras. Para investidores brasileiros, a escolha da plataforma ganha relevância geopolítica.


Hong Kong Expande Ecossistema Licenciado

A inclusão da Victory Fintech eleva para 12 o número de instituições autorizadas pela SFC a operar plataformas de negociação de criptoativos. Trata-se da primeira adição desde a aprovação da Hong Kong BGE em junho de 2025, após um período de rigor regulatório iniciado em junho de 2024, quando operar sem licença passou a ser crime. Exchanges como OKX e Bybit retiraram aplicações ou saíram do mercado.

O governo de Hong Kong sinaliza continuidade na abertura controlada. Autoridades planejam legislação para consultores de criptoativos em 2026, embora o Banco Popular de Hong Kong ainda não tenha licenciado emissores de stablecoins. Recentemente, a SFC autorizou brokers a oferecerem margem garantida com Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) como colateral, e permitiu perpétuos para investidores profissionais, atraindo capital institucional asiático.

UE Aperta Sanções Contra Infraestrutura Russa

No 20º pacote de sanções desde a invasão da Ucrânia, a Comissão Europeia propõe banir todas as transações cripto entre residentes da UE e provedores russos. Diferente de medidas anteriores que visavam exchanges específicas, a nova regra fecha brechas usadas por entidades sancionadas para rebranding ou rerroteamento de fluxos.

Alvos incluem stablecoins atreladas ao rublo e eventuais CBDCs russas, vistos como canais alternativos a bancos tradicionais. A aprovação exige unanimidade dos 27 Estados-membros, o que pode atrasar a implementação, mas reflete preocupação com evasão de sanções via ativos digitais.

Contraste Russo: Mineração e Investimentos Domésticos

Paradoxalmente, a Rússia acelera adoção interna de cripto. O broker Finam lançou um fundo de investimento em mineração cripto, registrado pelo Banco da Rússia, financiando operações industriais em regiões como Mordovia. Com energia abundante e climas frios, Moscou posiciona-se como hub minerador global, oferecendo exposição indireta a ativos digitais para investidores locais sem posse direta de criptomoedas.

Essa estratégia de resiliência econômica ocorre sob pressão ocidental, destacando como cripto se torna ferramenta em disputas geopolíticas.

Implicações para o Mapa Global do Capital Cripto

Os eventos ilustram uma ‘cortina de ferro digital’: enquanto Bruxelas isola Moscou, Pequim via Hong Kong posiciona-se como porta de entrada asiática compliant. Capitais migram para jurisdições estáveis, como Dubai e Singapura também avançam em licenças. Para detentores de cripto, a localização da custódia e exchanges importa crescentemente, influenciando liquidez, compliance e riscos regulatórios.

Investidores devem monitorar aprovações unânimes na UE e expansões em HK, pois decisões em Bruxelas e Hong Kong moldam rotas globais de valor.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Lingote de ouro derretendo em prisma cristalino translucido com circuitos cyan, simbolizando tokenizacao eficiente de RWAs pela Wintermute

Wintermute Lança OTC de Ouro Tokenizado: US$ 15 Bi em Vista

A Wintermute lançou trading OTC institucional para ouro tokenizado, suportando PAX Gold (PAXG) e Tether Gold (XAUT). O serviço permite liquidação on-chain 24/7 com criptomoedas, stablecoins ou fiat, atendendo à demanda por ativos reais no blockchain. O CEO Evgeny Gaevoy prevê que o mercado de Real World Assets (RWAs) de ouro alcance US$ 15 bilhões até o fim de 2026, triplicando o valor atual. Ouro no blockchain: por que a tokenização é a tese institucional do ano?


O Que São Real World Assets e Tokenização de Ouro

Os Real World Assets (RWAs) representam a ponte entre ativos tradicionais e blockchain. Na tokenização de ouro, cada token como PAXG ou XAUT é lastreado por uma onça troy de ouro físico armazenado em custódia regulada. Smart contracts ERC-20 no Ethereum garantem que o suprimento circulante corresponda exatamente às reservas auditadas.

Como funciona tecnicamente? O emissor deposita ouro em vaults verificáveis, mintando tokens proporcionais. Holders podem resgatar o metal físico ou tradá-los fractionalmente — algo impossível com barras físicas. Isso cria um ativo fungível, programável e divisível até 18 casas decimais, similar a um stablecoin colateralizado por commodities. A transparência on-chain permite auditorias em tempo real via exploradores como Etherscan, eliminando intermediários opacos.

Dados mostram crescimento: o valor total bloqueado (TVL) em ouro tokenizado subiu 80% em três meses, atingindo US$ 5,4 bilhões em fevereiro de 2026. No 4º trimestre de 2025, o volume de trading superou US$ 126 bilhões, eclipsando ETFs tradicionais.

Mesa OTC da Wintermute: Eficiência e Liquidez 24/7

A nova mesa OTC da Wintermute usa algoritmos para execução otimizada de spot, permitindo que instituições abram, ajustem ou fechem posições instantaneamente. Diferente de mercados tradicionais, limitados a horários de bolsa, aqui a liquidação ocorre 24/7 via blockchain, reduzindo risco de contraparte e custos de custódia.

Para um fundo de hedge, comprar PAXG na Wintermute significa settlement em USDT ou BTC em minutos, sem logística de transporte de ouro. A liquidez profunda da firma — uma das maiores market makers em DeFi — garante spreads apertados mesmo em volumes institucionais. Isso é crucial em cenários voláteis, onde velocidade de execução define retornos.

Comparado ao ouro físico: barras exigem seguro, storage e verificação física, com spreads altos e T+2 settlement. Tokens eliminam isso, oferecendo yield via staking ou lending em protocolos DeFi, integrando ouro a estratégias híbridas.

Por Que Instituições Preferem Tokens a Barras Físicas

Instituições migram para tokenização por três pilares: eficiência operacional, liquidez global e settlement instantâneo. Sem necessidade de vaults físicos, reduzem custos em até 90%. A divisibilidade permite alocações precisas — compre 0,001 onça sem premium.

No contexto macro, com ouro batendo recordes, RWAs oferecem hedge contra inflação sem fricções. O volume Q4/2025 prova adoção: tokenized gold superou ETFs, impulsionado por pricing transparente e trading ininterrupto. Gaevoy destaca a demanda institucional como driver para os US$ 15 bilhões.

Desafios persistem: regulação de custodiantes e oráculos de preço. Mas protocolos maduros como PAXG, com auditorias mensais, mitigam riscos, pavimentando a tese RWA para 2026.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa expansão sinaliza maturidade: RWAs trazem trilhões em valor tradicional para on-chain. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,72 (AwesomeAPI), ouro tokenizado via exchanges globais democratiza acesso. Monitore TVL e volumes para confirmar a projeção de US$ 15 bi.


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Bolha de vidro frágil com Bitcoin distorcido e rachadura '10K' emitindo vapores vermelhos, alertando implosão da bolha cripto e recessão

Bitcoin a US$ 10 mil? ‘Extremo Medo’ Revela Riscos da Bolha

O analista sênior da Bloomberg Intelligence, Mike McGlone, prevê uma queda do Bitcoin para US$ 10 mil à medida que a bolha cripto implode sob estresse macroeconômico. Com o BTC recuando abaixo de US$ 68 mil em meio ao retorno do sentimento de ‘extremo medo’ no Fear & Greed Index, o mercado ignora sinais de pico nas ações americanas e riscos de recessão. A história mostra que euforias como essa terminam mal, como em 2018 e 2022.


Previsão de McGlone e Sinais Macro Ignorados

O mercado está ignorando os alertas claros. Mike McGlone liga a queda do Bitcoin a um unwind de ativos de risco, comparando BTC dividido por 10 ao S&P 500. Ambos pairam abaixo de 7.000, mas se o índice recuar para 5.600, o BTC pode testar US$ 56 mil — e depois US$ 10 mil se as ações atingirem o pico. Indicadores como market cap das ações dos EUA em relação ao PIB em máximas seculares e volatilidade historicamente baixa no S&P e Nasdaq sinalizam turbulência à frente, similar à crise de 2008.

McGlone destaca o rally acelerado em ouro e prata, velocidades vistas há 50 anos, enquanto cripto colapsa 28% no mês e 39% em seis meses. O buy the dip pós-2008 pode estar acabando, com volume de futuros em US$ 44 bilhões mostrando posicionamento pesado em derivativos durante a baixa.

‘Extremo Medo’ Retorna: Touros em Negação

O Fear & Greed Index despencou para 8-11, território de extremo medo, nível visto na implosão da FTX. Apesar de uma recuperação leve para 11, o BTC consolida entre US$ 65-72 mil desde 5 de fevereiro, sem catalisador para alta. Analistas como Standard Chartered cortaram targets para US$ 100 mil ano-fim, prevendo US$ 50 mil antes de recuperação. Técnicos veem rompimento abaixo de US$ 60 mil se suportes falharem.

A história mostra que esses níveis de medo precedem capitulações. Em 2018, o BTC perdeu 84%; em 2022, 77%. Os touros focam em acumulação de holders (43% da oferta em perda), mas ignoram que especulação alavancada some primeiro em fases de baixa prolongadas.

Riscos de Recessão nos EUA e Capital Especulativo

Uma recessão americana pode aniquilar o capital especulativo em cripto. McGlone aponta que baixa liquidez global e correlação com tech stocks sob pressão de IA agravam o quadro. 43% da oferta em perda sugere venda forçada iminente. Instituições como Binance convertem reservas em BTC, mas Goldman Sachs vê holdings encolherem com preços.

Cuidado com a narrativa de maturidade do mercado: quedas de 50% são ‘modestas’, mas ciclos mostram que topos eufóricos levam a bears profundos. Acumulação de baleias (372k BTC/mês) é positiva, mas insuficiente contra unwind macro. Vale monitorar S&P: pico em 7.000 Dow/50.000 pode ser o gatilho.

O Que Isso Significa para Investidores

Em ciclos anteriores, sobreviver ao bear market sempre foi mais importante do que maximizar ganhos no bull market. Na minha leitura de mercado, o chamado “extremo medo” não representa necessariamente um fundo, mas sim um alerta para uma correção natural em direção a níveis históricos de suporte, como a região dos US$ 10 mil. Projeções mais otimistas, como as de Jason Fernandes (US$ 40–50 mil) ou Shawn Young (um rebound até US$ 100 mil), partem do pressuposto de que os fundamentos permanecem intactos. No entanto, o cenário macroeconômico tende a prevalecer: uma recessão global reduz a liquidez e pressiona ativos de risco. A prioridade, portanto, deve ser a preservação de capital — a euforia em torno de Trump e dos ETFs foi pontual. Os dados indicam que o pior ainda pode estar por vir.


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Personagens cartoon em mesa de lobby sombria de Washington representando SBF, defesa da Binance e Trump na mineração cripto

Bastidores de Washington: Lobby de SBF contra Binance e Trump na Mineração

Nos bastidores de Washington, o ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao (CZ), revelou que Sam Bankman-Fried (SBF), da FTX, criticava a exchange para reguladores americanos logo após investimento conjunto em 2019. Paralelamente, a Binance rebate acusações de transferências bilionárias ligadas ao Irã, enquanto a American Bitcoin, apoiada pela família Trump, acumula mais de 6.000 BTC (cerca de US$ 413 milhões). Esses movimentos destacam como política e regulação moldam o ecossistema cripto global, com impactos para investidores em múltiplas jurisdições.


Intrigas entre Binance e FTX nos Corredores do Poder

O rompimento precoce entre Binance e FTX, revelado por CZ no All-In Podcast, ocorreu após a Binance investir 20% na rival em 2019. Amigos relataram que SBF falava mal da Binance em Washington, visando reguladores dos EUA. A saída da Binance veio em julho de 2021, 18 meses antes do colapso da FTX em 2022, motivada por tensões competitivas e contratações agressivas da FTX de ex-funcionários da Binance para roubar clientes VIP.

CZ manteve postura pública colaborativa, mas internamente optou por competir livremente, sem veto contratual em rodadas futuras de captação da FTX. Essa dinâmica reflete disputas geopolíticas sutis no nascente mercado de derivativos cripto.

Binance sob Escrutínio por Sanções ao Irã

A Binance nega veementemente transferências acima de US$ 1 bilhão para o Irã via USDT na blockchain Tron, entre março de 2024 e agosto de 2025, conforme reportagem da Fortune. A exchange afirma que auditoria interna com consultores externos não encontrou violações, e nega demissões de investigadores por alertas de compliance. Richard Teng, atual CEO, reforçou no X que cumprem obrigações regulatórias pós-acordo de 2023, quando pagaram US$ 4,3 bilhões por lavagem de dinheiro e sanções.

Autoridades americanas monitoram de perto, em contexto de tensões com Teerã e acordos internacionais. Movimentações de US$ 1,7 bilhão em contas suspeitas desde 2021 adicionam pressão.

Expansão da American Bitcoin e Influência Trump

A American Bitcoin, de Eric Trump como cofundador e CSO, com Donald Trump Jr. como investidor, elevou reservas para 6.060 BTC (US$ 413 milhões), adicionando 217 BTC recentemente. Estratégia de mining to treasury prioriza retenção sobre vendas, rendendo 116% em yield desde IPO na Nasdaq em setembro de 2025. Apesar queda de 45% nas ações ABTC no ano, persistem na acumulação em meio a Bitcoin acima de US$ 70.000.

Essa abordagem posiciona a firma entre top 20 holders corporativos, próxima à Galaxy Digital.

Regulação Global e Implicações para Investidores

Esses eventos conectam lobbies em Washington, sanções internacionais e iniciativas privadas nos EUA. Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 358.586 (-0,23% 24h), com dólar a R$ 5,24. Decisões em capitais como EUA e UE definem rumos para exchanges e mineração, afetando liquidez e adoção. Investidores globais, incluindo brasileiros, devem monitorar compliance e tesourarias corporativas em cenário de volatilidade regulatória.


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