Gigante corporativo cartoon colhendo frutos dourados de árvore Ethereum staked, separando 18% das recompensas sob vigilância da SEC

BlackRock ETF Ethereum Staked: Taxa de 18% nos Rendimentos

A BlackRock atualizou seu filing na SEC para o iShares Staked Ethereum Trust ETF (ticker ETHB), revelando que reterá 18% das recompensas de staking geradas pelo fundo. Diferente do ETF spot ETHA, este produto aposta no staking de Ethereum para gerar rendimento adicional, stakeando entre 70% e 90% dos holdings em ETH. A estrutura visa atrair investidores institucionais, mas levanta questões sobre custos e eficiência sob escrutínio regulatório.


O Que É Staking no Ethereum

No Ethereum, pós-upgrade para Proof of Stake (PoS) com o Merge em 2022, o staking é o mecanismo central de segurança da rede. Validators depositam 32 ETH em contratos inteligentes para propor e validar blocos, ganhando recompensas em ETH proporcionalmente ao stake total da rede — atualmente em torno de 3-5% ao ano, dependendo de emissões e queima de taxas. É como um banco de dados distribuído onde os nós participantes financiam a operação em troca de rendimentos.

No contexto deste ETF, a BlackRock usará provedores para delegar o staking, automatizando o processo. Isso permite que investidores acessem rendimentos sem gerenciar nós validators, reduzindo barreiras técnicas como hardware e downtime risks. As recompensas em ETH aumentam o NAV do fundo, distribuídos trimestralmente aos acionistas após dedução de taxas.

Estrutura de Taxas e Competitividade

A taxa de 18% sobre os rendimentos de staking é o diferencial: de cada ETH recompensado, BlackRock fica com 18% como taxa de serviço, além do expense ratio anual de 0.25% (waived para 0.12% nos primeiros US$ 2,5 bilhões por 12 meses). Comparado a plataformas DeFi como Lido (taxa ~10%) ou Rocket Pool (~14%), a taxa parece elevada, mas justificada pela custódia regulada e conformidade SEC.

Para um investidor brasileiro, com ETH a cerca de R$ 10.465, rendimentos líquidos ficam atrativos se comparados a renda fixa local. No entanto, a retenção de 10-30% do portfólio líquido para redemptions mitiga riscos de slashing (penalidades por falhas de validators), priorizando liquidez sobre maximização de yields.

Custódia e Operações Técnicas

A custódia será gerenciada por Coinbase Custody e Anchorage Digital, provedores qualificados para ativos digitais sob regras SEC. Esses parceiros lidam com delegação de staking, garantindo uptime e conformidade. BlackRock pode pausar staking por razões de segurança ou regulatórias, preservando o status de grantor trust — essencial para tributação transparente nos EUA.

Técnicamente, o fundo monitora métricas on-chain como TVL em staking (atualmente > 30 milhões de ETH) e taxa de emissões, ajustando alocações dinamicamente. Isso difere de ETFs spot puros, adicionando uma camada de yield farming regulado.

Implicações sob Vigilância da SEC

A SEC reclassificou rewards de staking como renda ordinária, não ganhos de capital, simplificando impostos para instituições. Ainda assim, a aprovação depende de manter separação clara entre custódia e staking, evitando conflitos. Para investidores, ETHB oferece exposição passiva a ETH + yields, mas com fees que corroem retornos em cenários de baixa atividade na rede.

Em resumo, a estrutura técnica é robusta, mas investidores devem pesar yields líquidos vs. alternativas DeFi descentralizadas. Vale monitorar aprovações e performance inicial.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon com carteira apertada por mão burocrática selada com 3.5%, simbolizando impacto do IOF sobre criptomoedas no Brasil

IOF de 3,5% sobre Cripto: Impacto no Bolso do Brasileiro?

O governo federal propõe cobrar IOF de 3,5% sobre a compra de criptomoedas como Bitcoin no Brasil a partir de 2026, segundo a reportagem do Livecoins. Isso significa que, para cada R$ 10 mil investidos em BTC – que hoje vale cerca de R$ 354 mil por unidade, conforme o Cointrader Monitor –, você pagaria R$ 350 extras de imposto. A medida levanta dúvidas jurídicas sobre se cripto é mesmo ‘operação de câmbio’ e pode bagunçar o planejamento de quem usa exchanges para proteger o dinheiro da inflação.


O Que Muda com Essa Proposta de IOF?

Hoje, comprar Bitcoin ou stablecoins em exchanges brasileiras ou internacionais muitas vezes não paga IOF, dependendo da operação. Mas se aprovada, a alíquota de 3,5% incidiria diretamente na compra de criptoativos. Imagine você, que guarda R$ 2 mil por mês para a família: isso pode virar R$ 70 a mais de taxa só para entrar no mercado cripto.

A advogada Lorena Botelho, citada na matéria original, alerta que o IOF é regulado para crédito, câmbio, seguros e títulos mobiliários. O governo quer enquadrar cripto como ‘câmbio’, mas isso pode violar o princípio da legalidade tributária, criando brechas para brigas na Justiça. Para o pequeno investidor, é mais uma camada de custo em um país onde o dólar já aperta o bolso.

Cripto é Mesmo ‘Câmbio’? As Dúvidas Jurídicas

Criptomoedas como Bitcoin não são moedas estrangeiras, diferentemente do dólar ou euro. O Banco Central tem interpretado compras de cripto como operações de câmbio, mas Botelho questiona: isso cabe na lei? Se o decreto do governo esticar o conceito sem base legal clara, pode rolar processos judiciais longos, como já vimos com outros impostos.

Para quem opera no dia a dia, isso gera insegurança. Se você usa stablecoins para remessas ao exterior ou proteção contra inflação, uma decisão errada pode travar sua estratégia. O risco é real: litígios podem demorar anos, mas o imposto vem agora, encarecendo cada transação em reais concretos.

Isenção de R$ 10 Mil: Ajuda ou Armadilha?

A proposta isenta operações até R$ 10 mil, o que protege quem investe pouco. Para um salário mínimo de R$ 1.412, isso cobre várias compras mensais sem taxa extra. Mas há pegadinhas: fracionar operações para burlar pode ser visto como planejamento agressivo, atraindo fiscalização da Receita.

Exchanges vão precisar de sistemas caros para monitorar por CPF, o que pode subir spreads ou taxas ocultas. Se você bate os R$ 10 mil todo mês, calcule: em R$ 20 mil, paga IOF só nos R$ 10 mil extras, mas fique de olho no calendário mensal para não perder a isenção.

O Que Fazer Agora para Proteger Seu Bolso?

Essa proposta é um teste para o mercado cripto brasileiro. Fique atento às votações no Congresso e ajustes. Enquanto isso, planeje com margem para 3,5% extras – melhor prevenir do que remediar no IRPF do ano que vem.

  1. Revise suas compras: priorize abaixo de R$ 10 mil por mês para testar a isenção.
  2. Monitore exchanges locais vs. internacionais – algumas já cobram IOF em remessas.
  3. Guarde comprovantes: se rolar judicialização, você precisa provar.
  4. Diversifique: use P2P ou carteiras frias para reduzir exposição a taxas.

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Personagens cartoon institucional e exchange transferindo pilhas de BTC dourado através de portal, sinalizando saídas de ETFs e pressão vendedora

BlackRock Transfere US$ 160 Milhões em BTC para Coinbase: Sinal de Saída Institucional?

A BlackRock transferiu US$ 160 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, conforme dados on-chain da Arkham. O movimento, que inclui 1.701 BTC e 22.661 ETH, ocorre em meio a saídas recordes dos ETFs de BTC (US$ 360 milhões na semana) e ETH (US$ 161 milhões). Os dados mostram pressão vendedora institucional nos EUA, com o Bitcoin rejeitando US$ 70.000 e caindo para US$ 68.000 após liquidações de US$ 342 milhões em posições vendidas.


Transferências da BlackRock e Outflows de ETFs

Os dados da Arkham Intelligence registram múltiplas transferências do ETF IBIT da BlackRock para carteiras da Coinbase Prime em minutos consecutivos. No total, 1.701 BTC (cerca de US$ 115 milhões) e 22.661 ETH foram enviados, sugerindo preparação para vendas. Essa ação coincide com saídas líquidas semanais nos ETFs de Bitcoin e Ethereum, totalizando US$ 521 milhões segundo a SoSoValue.

Esses fluxos negativos indicam redução no apetite por risco institucional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 354.568 às 18:24 de 17/02/2026, com variação de -1,16% em 24h e volume de 171 BTC (Cointrader Monitor). Em USD, o BTC opera a US$ 67.600, alinhado à fraqueza observada.

Prêmio Negativo na Coinbase: Indicador de Pressão Vendedora

O prêmio negativo na Coinbase refere-se à discrepância entre o preço spot do Bitcoin na exchange e o NAV (Net Asset Value) dos ETFs. Quando o spot fica abaixo do NAV, sugere que instituições estão vendendo ativos para custodians como a Coinbase, criando oferta excessiva. Dados on-chain mostram esse padrão nos EUA, onde o mercado lidera a queda global.

Analistas apontam que essa dinâmica reflete realocação de portfólios em meio a ventos macroeconômicos contrários. Kevin O’Leary alertou que instituições limitarão exposição cripto a 3% até mitigação de riscos quânticos, concentrando em BTC e ETH. O Fear & Greed Index em 10 (zona de pânico extremo) reforça o sentimento de baixa.

Contexto Técnico e Macro: EUA Liderando a Queda

No gráfico diário, o Bitcoin rejeitou a resistência em US$ 70.000, testando suporte em US$ 68.000 com liquidações massivas de US$ 342 milhões em posições vendidas. O preço atual de US$ 67.700 aproxima-se da média móvel de 50 dias (US$ 67.000), nível crítico a monitorar. Prolongada consolidação na faixa mid-$60k pode desencadear mais liquidações.

Fatores macro incluem tensões geopolíticas EUA-Irã e expectativas para FOMC minutes. Bitcoin correlaciona-se com tech high-beta, sensível a headlines de risco. Outflows de ETFs pela quarta semana consecutiva indicam não rotação, mas redução real de apetite institucional.

Níveis a Observar e Implicações

Suportes chave: US$ 67.000 (MMA 50), US$ 65.000 (MMA 200) e US$ 60.000 (psicológico). Resistências: US$ 70.000 e US$ 72.000. Os dados sugerem que fluxos de ETF continuarão influenciando momentum, com potencial para rebound se suporte em US$ 65k segurar. Traders devem monitorar volumes on-chain e prêmio/NAV para sinais de reversão.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.


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Balança da justiça com influenciador cartoon despejando moedas para juiz, sombras de scammers ao fundo, alertando riscos de scams no cripto

Justiça Cripto: Bitboy Condenado a US$ 2,8 milhões por Difamação

Uma corte dos Estados Unidos condenou o influenciador Ben ‘Bitboy’ Armstrong a pagar US$ 2,8 milhões ao empresário Kevin O’Leary por difamação. Em paralelo, os irmãos Raees e Ameer Cajee, fundadores da Africrypt, retornaram à África do Sul anos após o colapso de sua plataforma, que deixou investidores com perdas estimadas em dezenas de milhões. Esses casos reforçam o fim da impunidade no ecossistema cripto e alertam para os riscos de seguir influenciadores sem verificar fontes.


Condenação de Bitboy: Acusações Falsas e Consequências

É importante considerar o contexto desse veredicto. Em 2025, Armstrong reviveu alegações falsas sobre um acidente de barco em 2019 envolvendo a esposa de O’Leary, que resultou em duas mortes. Bitboy chamou O’Leary de assassino e afirmou que ele pagou milhões para encobrir o caso, incentivando seguidores a compartilhar seu número pessoal. O impacto foi imediato: perda de contratos, questionamentos de parceiros e gastos extras de US$ 200 mil anuais em segurança.

O influenciador tentou anular a decisão alegando prisão e problemas mentais, mas o tribunal rejeitou, afirmando falta de provas concretas. O risco aqui é claro: conteúdos sensacionalistas de influenciadores podem destruir reputações e expor seguidores a desinformação. Atenção para quem segue dicas sem checagem — isso pode custar caro não só financeiramente, mas em credibilidade.

Retorno dos Irmãos Cajee e o Caso Africrypt

A plataforma Africrypt, operada pelos Cajee entre 2019 e 2021, prometia retornos de até 13% ao mês via trading com IA. Aceitava depósitos em rand sul-africano e cripto, atraindo investidores com yields irreais. Em abril de 2021, alegaram um hack bilionário e sumiram, fugindo para Maldivas e Dubai. Investigações apontam perdas reais entre US$ 40-50 milhões, não os US$ 3,6 bilhões iniciais especulados.

Agora, localizados em condomínio de luxo Zimbali Estate, os irmãos evitam contato. Advogados de vítimas lutam para notificar processos, bloqueados por seguranças. Esse caso histórico mostra como fraudes se escondem em promessas altas, explorando euforia do mercado. O risco de plataformas sem regulação é evidente: fundos evaporam, e recuperação é árdua.

Riscos para Investidores: Desinformação e Scams

Esses episódios destacam vulnerabilidades no cripto. Influenciadores como Bitboy geram FUD ou FOMO sem base, levando a decisões ruins. Plataformas como Africrypt usam yields impossíveis — lembre-se de casos como FTX ou OneCoin. É prudente verificar: quem audita? Há transparência em wallets? Regulação local existe?

Para brasileiros, atenção redobrada: scams transfronteiriços complicam resgates via Justiça. Diversifique, use exchanges reguladas e ignore promessas de ganhos garantidos. O mercado cripto amadurece com accountability, mas proteja-se primeiro.

O Que Observar nos Desdobramentos

Monitore o pagamento de Bitboy e apelações — pode definir precedentes para difamação online. No caso Africrypt, avance judicial na África do Sul pode recuperar fundos ou punir. Sinais de alerta: influenciadores com histórico polêmico, plataformas opacas. Verifique fontes sempre: DYOR não é slogan, é proteção essencial.


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Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria colossal com 717K no topo, simbolizando resiliência da Strategy em acumular Bitcoin

Strategy Compra 2.486 BTC e Alcança 717 Mil em Tesouraria

Enquanto o medo domina o varejo com Bitcoin em US$ 68 mil, Michael Saylor e sua Strategy anunciaram a compra de 2.486 BTC por US$ 168,4 milhões. O total da tesouraria agora é de 717.131 BTC, demonstrando resiliência inabalável. Cada correção é vista como oportunidade de ouro pelo smart money, que segue limpando o estoque disponível.


Detalhes da Última Aquisição

A transação ocorreu na semana passada, com preço médio de aquisição de cerca de US$ 67.710 por BTC. Financiada por vendas de ações ordinárias (US$ 90,5 milhões) e da série preferencial STRC (US$ 78,4 milhões), conforme documento oficial arquivado. Essa operação eleva o compromisso da empresa, que não hesita em acumular mesmo em momentos de volatilidade.

O mercado reage com as ações da Strategy (MSTR) em queda de 3,2% no pré-mercado, mas caindo mais de 60% no ano. No entanto, os fundamentos se fortalecem: o custo médio geral da tesouraria é de US$ 76.027 por BTC, abaixo do pico histórico, mas acima do preço atual.

Tesouraria Monumental: 717 Mil BTC

Com investimento acumulado de US$ 54,52 bilhões, a Strategy detém cerca de 3,4% do suprimento total de Bitcoin. Apesar da perda não realizada de aproximadamente US$ 5,7 bilhões (com BTC a US$ 68 mil), a estratégia reflete uma visão de longo prazo. Saylor anunciou pessoalmente a compra, aproximando a empresa dos 720 mil BTC.

Essa acumulação contínua, desde 2020, posiciona a Strategy como líder em adoção corporativa. Ciclos passados mostram que participantes institucionais compram nas quedas, construindo bases sólidas para valorizações futuras pós-halving.

Resiliência do Smart Money

Enquanto o varejo hesita, gigantes como Strategy veem correções como chances de entrada. O mercado está construindo: fluxos institucionais em ETFs e tesourarias corporativas superam vendas de pânico. A persistência de Saylor valida a tese de Bitcoin como reserva de valor superior, ignorando ruído de curto prazo.

Analistas destacam que essa abordagem dilui custos ao longo do tempo, alinhada a halvings que reduzem oferta. O otimismo responsável reconhece riscos de volatilidade, mas enfatiza tendências macro de adoção global.

Cotação Atual do Bitcoin no Brasil

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.121, com variação de -0,95% em 24h e volume de 170,96 BTC. Equivalente a cerca de US$ 68 mil (dólar a R$ 5,22), reforçando o momento oportuno para acumulação estratégica.

Investidores brasileiros podem monitorar exchanges locais para alinhar com movimentos globais.


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Cúpula hexagonal DeFi rachando com luz vermelha vazando, simbolizando colapso do ZeroLend e alerta para saques urgentes em DeFi

ZeroLend Encerra: Saque Seus Fundos Antes que Seja Tarde

Urgente: o protocolo de empréstimos DeFi ZeroLend encerrou operações nesta terça (17/02/2026) após o TVL cair 98%, de US$ 359 milhões para apenas US$ 6,6 milhões (cerca de R$ 34,5 milhões). O token ZERO despencou 45% em 24h, chegando perto de zero. Usuários brasileiros precisam sacar fundos imediatamente para evitar perdas em redes como Manta e Zircuit, que perderam liquidez.


O Que Aconteceu com a ZeroLend

O fundador Ryker anunciou o fim após três anos de operação. O TVL máximo em novembro de 2024 era US$ 359 milhões, mas redes early-stage como Manta, Zircuit e xLayer ficaram inativas. Receita bruta foi de US$ 3,1 milhões em 2025, caindo para US$ 355 mil este ano. Prejuízos operacionais, oráculos descontinuados e riscos de segurança tornaram o negócio inviável.

Os mercados foram congelados com LTV de 0%, impedindo novos empréstimos. Isso afeta quem usava a plataforma para yield farming ou empréstimos rápidos, comum no dia a dia de quem busca rentabilidade extra com cripto.

Impacto no Token ZERO e no Seu Bolso

A queda de 45% no ZERO agrava tudo: de US$ 0,12 para US$ 0,066 em horas, com perda de 99% no ano. Não há plano de recuperação para holders. Para brasileiros, isso significa perda real: imagine R$ 1.000 investidos virando R$ 50. A fragmentação de liquidez em chains menores cria armadilhas, como fundos presos sem saída fácil.

Analistas como Diego Martin, da Yellow Capital, alertam para liquidez fragmentada entre exchanges e blockchains, gerando instabilidade. No Brasil, com dólar a R$ 5,22, cada US$ perdido dói no orçamento familiar.

Como Sacar Seus Fundos Agora: Passo a Passo

Não espere: acesse o app ZeroLend ou contratos diretamente. Primeiro, conecte sua wallet (MetaMask, etc.) nas redes principais como Ethereum, Linea ou ZKsync – saques devem ser rápidos aí. Para Manta e Zircuit, aguarde o timelock upgrade prometido para redistribuição, mas teste gas fees antes.

  1. Entre no dashboard ZeroLend e retire depósitos/supply.
  2. Pague dívidas se houver, para liberar colateral.
  3. Bridge fundos para chains líquidas como Ethereum.
  4. Vítimas do hack na Base (fevereiro 2025) ganham reembolso parcial via airdrop Linea.

Use explorers como DefiLlama para checar saldos residuais. Taxas de gas no Brasil podem comer 10-20% em picos – faça agora, de manhã cedo.

Lições Práticas para DeFi Diário

Isso reforça: prefira protocolos blue chips como Aave ou Compound, com TVL bilionário e auditorias. Evite chains long-tail sem volume. Monitore DefiLlama semanalmente e diversifique: não mais que 10% do portfólio em experimentos. Para brasileiros, foque em stablecoins como USDT-BRL na Binance para yield seguro, sem surpresas.

Vale assistir o mercado: migração para infra consolidada, como Grayscale ETF Aave. Sua sobrevivência no DeFi depende de liquidez e equipe ativa.


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Ponte de energia dourada e cyan ligando torre institucional de ouro tokenizado a hub XRPL cristalino, simbolizando DEX permissionada e influxo de RWAs

XRPL Ativa DEX Permissionada: Pontes para Instituições e RWAs

O XRP Ledger ativa em 24 horas a emenda Permissioned DEX (XLS-81), criando ambientes de trading controlados na sua DEX nativa para instituições reguladas. Paralelamente, o Tether Gold (XAU₮) permite dividendos em ouro tokenizado pela primeira vez em empresa pública, enquanto a Wintermute lança mesa OTC para RWAs. Essas pontes infraestruturais sinalizam a migração de Wall Street para o on-chain, com projeções de US$ 15 bilhões em ouro tokenizado até 2026.


DEX Permissionada no XRPL: Como Funciona

A emenda XLS-81 integra permissões diretamente no protocolo da DEX do XRP Ledger, permitindo que domínios pré-aprovados — baseados na XLS-80 — restrinjam ofertas e aceitações apenas a usuários autorizados. Isso funciona como um banco de dados distribuído com controle de acesso granular: transações ocorrem na ledger pública, mas visíveis e executáveis só dentro do grupo permissionado.

Técnicamente, o ledger valida ofertas via flags de permissão, mantendo a atomicidade e liquidação em segundos característicos do XRPL. Para instituições, isso resolve compliance sem custódia centralizada, reduzindo riscos de contra-partes. A ativação ocorre em ~23 horas, conforme XRPScan, elevando a utilidade on-chain do XRP como gas para essas operações.

Dados mostram demanda sustentada: US$ 4,5 milhões em influxos para produtos XRP em 24h, apesar de volatilidade de mercado.

Dividendos em Ouro Tokenizado: Integração TradFi

A Elemental Royalty Corporation, listada publicamente, optou por pagar dividendos em XAU₮ da Tether, lastreados 1:1 por ouro físico. Acionistas elegem receber tokens em vez de cash, transferíveis instantaneamente via blockchain, com liquidação T+0.

Isso representa um smart contract simples para payouts: a empresa mint/burn XAU₮ proporcionalmente aos dividendos devidos, ancorando royalties tradicionais ao on-chain. CEO Paolo Ardoino destaca a tokenização como ponte para distribuição financeira moderna. No contexto de consolidação do ouro (~US$ 4.900/onça), essa mecânica atrai investidores buscando yield composto sem fricção custodial.

A inovação técnica reside na atomicidade: dividendos fluem como transferências ERC-20 ou equivalentes, auditáveis on-chain.

Mesa OTC da Wintermute e Projeções de RWAs

A Wintermute lançou mesa institucional OTC para PAXG e XAUT, negociáveis contra USDT, USDC, moedas fiat e criptos principais. Sua infraestrutura algorítmica otimiza spot trades com hedging real-time e liquidez 24/7, processando volumes como os US$ 126 bilhões do Q4 2025.

CEO Evgeny Gaevoy projeta US$ 15 bilhões para ouro tokenizado em 2026, ante capitalização on-chain atual de US$ 5-5,4 bilhões — crescimento 2,8x. RWAs públicos triplicaram para US$ 16,7 bilhões em 2025, com ARK Invest prevendo US$ 11T até 2030. BlackRock’s BUIDL já supera US$ 2 bilhões, sinalizando adoção.

Técnica chave: settlement cross-chain e collateral mobility, reduzindo silos de liquidez tradicionais.

Por Que Importa para Infraestrutura On-Chain

Essas atualizações — DEX permissionada, dividendos tokenizados e OTC institucional — constroem camadas de infraestrutura que alinham blockchain com requisitos regulatórios. Métricas como TVL em RWAs e transações diárias no XRPL validarão adoção real. Para desenvolvedores, abrem APIs para compliance nativo; para investidores, yield on-chain sem custódia. Monitorar volumes e usuários ativos dirá se é hype ou fundamentos sólidos.


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Executivos cartoon de Standard Chartered e SBI debatendo sobre orbe XRP rachado por setas opostas, simbolizando conflito de previsões de preço

XRP em Xeque: Standard Chartered Corta Previsão em 65% vs SBI

O Standard Chartered cortou sua previsão de preço do XRP para 2026 em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80, sinalizando um ‘longo inverno’ devido às condições adversas de mercado. Em contraposição, a SBI Holdings esclareceu rumores de deter US$ 10 bilhões em tokens XRP, confirmando investimento de cerca de US$ 4 bilhões em 9% de participação na Ripple Labs. Os dados revelam discrepância entre visões de Wall Street e parceiros operacionais, com XRP cotado a aproximadamente R$ 7,82 nesta terça-feira (17/02).


Corte Agressivo do Standard Chartered

Os analistas do Standard Chartered, liderados por Geoffrey Kendrick, revisaram a projeção para o XRP após quedas recentes no mercado cripto. A previsão original de US$ 8 no fim de 2026, emitida em dezembro, baseava-se em clareza regulatória e potencial de ETFs. Agora, reduzida para US$ 2,80, reflete expectativa de mais declínios no curto prazo.

“Recent price action for digital assets has been challenging”, escreveu Kendrick. O banco também cortou sua meta para Bitcoin para US$ 50.000. Apesar disso, os dados mostram o XRP com recuperação de 35% desde as mínimas de 6 de fevereiro, atingindo US$ 1,55. Ainda assim, os inflows de ETFs caíram 40%, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1 bilhão.

Essa reavaliação destaca sensibilidade do XRP a condições macro, com foco em stablecoins e tokenização de RWAs como potenciais catalisadores de longo prazo.

Esclarecimento da SBI sobre Stake na Ripple

O CEO da SBI Holdings, Yoshitaka Kitao, desmentiu alegações de posse de US$ 10 bilhões em XRP, afirmando tratar-se de aproximadamente 9% de equity na Ripple Labs. Com valuation da Ripple em torno de US$ 50 bilhões após captação de US$ 500 milhões, o stake da SBI equivale a cerca de US$ 4 bilhões.

“Not $10 bil. in XRP, but around 9% of Ripple Lab. So our hidden asset could be much bigger”, declarou Kitao. A parceria SBI-Ripple impulsiona adoção global do XRP, incluindo expansões em yield products via Doppler Finance e propostas de staking nativo no XRP Ledger.

Essa correção enfatiza distinções entre holdings corporativos em tokens voláteis e investimentos em equity de empresas blockchain.

Diferença entre Token XRP e Equity na Ripple

Os dados mostram clara separação: o XRP é um ativo negociável, sujeito a volatilidade diária — cotado a US$ 1,49 (R$ 7,82) com variação de +0,25% nas últimas 24 horas. Já a equity na Ripple Labs reflete valuation da empresa, impulsionada por parcerias e crescimento, independentemente do preço spot do token.

Para investidores, isso implica riscos distintos: exposição direta ao XRP via exchanges expõe à liquidez e sentiment de mercado, enquanto stake em Ripple beneficia de receitas de On-Demand Liquidity (ODL) e tokenização. As reservas de XRP em exchanges como Binance caíram 7%, indicando compras na baixa por investidores de varejo.

Reservas da Binance em XRP reduziram 192 milhões de unidades entre 7 e 9 de fevereiro, estabilizando desde então.

Contexto de Mercado e Níveis a Observar

O XRP opera entre suporte em US$ 1,43 (mínima recente) e resistência em US$ 1,49 (alta diária), com médias móveis de 50 dias sugerindo tendência neutra. Apesar do bearish de Wall Street, compras na dip superam Bitcoin e Ethereum em 35% vs. 14% desde mínimas de fevereiro.

Os dados indicam divergência: pessimismo de bancos tradicionais contrasta com otimismo operacional de parceiros como SBI. Traders devem monitorar inflows de ETFs, decisões regulatórias e volumes de ODL para sinais de direção. Volumes 24h em XRP mostram resiliência em meio a correção geral do mercado.


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Personagens cartoon em balcão de fast-food celebrando moedas Bitcoin explodindo da caixa via Lightning, ilustrando alta nas vendas da Steak 'n Shake

Vendas da Steak ‘n Shake Explodem com Bitcoin

A rede de fast-food americana Steak ‘n Shake anunciou que suas vendas em lojas comparáveis subiram de forma dramática após adotar pagamentos em Bitcoin via Lightning Network em maio de 2025. Nove meses depois, o movimento gerou uma Reserva Estratégica de US$ 15 milhões em BTC, provando que a cripto vai além de reserva de valor e vira meio de troca eficiente no dia a dia. Para nós brasileiros, isso mostra como aceitar BTC pode atrair clientes e gerar caixa extra.


De Hambúrguer a Bitcoin: Como Começou

A história começou em 16 de maio de 2025, quando a Steak ‘n Shake iniciou um rollout faseado de pagamentos em Bitcoin em lojas selecionadas. Toda receita de BTC vai direto para a tesouraria corporativa, criando uma reserva que cresce com as vendas. O post recente no X destacou: "combinação de negócio descentralizado gerador de caixa com o poder transformador do Bitcoin". Isso atraiu uma nova leva de clientes, os chamados bitcoiners, que preferem pagar com cripto onde possível.

No Brasil, imagine um lanche aqui em São Paulo ou Rio aceitando BTC via Lightning: transações rápidas, sem taxas altas de cartão e com apelo para quem já tem satoshis na carteira. Plataformas locais como Mercado Bitcoin ou Binance facilitam isso, com custos baixos para o comerciante.

Resultados Concretos nas Vendas e Reserva

Os números impressionam. No segundo trimestre de 2025, as vendas same-store cresceram 11%, e no terceiro, 15%, superando rivais como McDonald’s e Taco Bell, conforme reportagens. Em janeiro de 2026, a reserva já batia US$ 10 milhões, e logo depois chegou a US$ 15 milhões com mais alocações.

Hoje, a empresa segura cerca de 161,6 BTC, avaliados em torno de US$ 11 milhões (preço atual por BTC ~US$ 67.670). No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, isso equivaleria a R$ 57 milhões (BTC a R$ 354.815). Apesar de uma perda não realizada (custo médio ~US$ 92.000/BTC), o caixa gerado pelas vendas compensa, mostrando estratégia prática.

Ainda lançaram bônus em BTC para funcionários horistas: US$ 0,21 por hora trabalhada, com vesting de 2 anos, atraindo jovens familiarizados com cripto.

Lições Práticas para Negócios Brasileiros

Esse caso é um exemplo real de utilidade cotidiana do Bitcoin. Não é especulação: é pagamento que aumenta vendas e cria reserva de valor. Para um dono de lanchonete no Brasil, aceitar BTC significa captar clientes tech-savvy, turistas ou quem evita boletos caros. Com Lightning, as transações são instantâneas e baratas – ideal para um Big Mac ou milkshake.

Pense no impacto: US$ 15 milhões é cerca de R$ 78 milhões (dólar a R$ 5,22). Aqui, com inflação e dólar volátil, uma reserva em BTC protege contra desvalorização do real. Comerciantes podem começar pequeno, integrando via apps como a Binance Pay, sem grandes investimentos iniciais.

O Que Você Pode Fazer Agora

Se você é empreendedor, teste pagamentos em BTC na sua loja – ferramentas como Lightning Network tornam simples. Para consumidores, procure estabelecimentos que aceitam e use seus satoshis no dia a dia. Esse sucesso da Steak ‘n Shake prova: Bitcoin funciona na prática, impulsionando vendas e criando riqueza sustentável. Vale monitorar se mais redes seguem o exemplo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Influencer cartoon erguendo carta Pokémon gigante triunfante sobre NFTs pixelados desintegrando, ironizando sucesso de colecionáveis físicos vs fracasso digital

Logan Paul Vende Carta Pokémon por R$ 86 Milhões: Papel Triunfa Sobre NFTs

Curioso como uma simples carta Pokémon de papel acaba de se tornar o ativo mais valioso já vendido em leilão de colecionáveis, por US$ 16,5 milhões (cerca de R$ 86 milhões), enquanto os NFTs ‘revolucionários’ de Logan Paul viram pó digital. O YouTuber lucrou US$ 8 milhões com a Pikachu Illustrator PSA-10, recorde certificado pelo Guinness. Mas para quem apostou em suas promessas blockchain, o sonho azedou feio.


A Venda Recorde e o Lucro Milionário

Logan Paul, o rei das polêmicas digitais, comprou a raríssima Pikachu Illustrator em 2021 por US$ 5,3 milhões. Nesta semana, em 16 de fevereiro de 2026, ele a leiloou via Goldin Auctions por US$ 16.492.000, faturando um lucro líquido de aproximadamente US$ 8 milhões após taxas. O comprador? AJ Scaramucci, filho do financista Anthony Scaramucci, que superou lances de sete e oito dígitos. Interessante que uma relíquia dos anos 90, com apenas 39 exemplares no mundo em condição perfeita (PSA-10), ainda desperte tanto fervor em 2026.

O Guinness World Records já certificou o feito como o trading card mais caro da história. Enquanto isso, o mercado de cripto oscila, mas o papel resiste — uma lição sutil sobre o que realmente tem valor duradouro?

Fragmentação NFT: Investidores Abandonados

Não bastasse o sucesso físico, a transação revive a polêmica da tokenização da própria carta. Em 2022, Paul usou sua plataforma Liquid Marketplace para fracionar 5,4% da propriedade em NFTs, atraindo US$ 270 mil de investidores entusiasmados. Plataforma desativada, site fora do ar, e eis que surge um processo no Canadá pela Ontario Securities Commission (OSC), acusando fraudes em tokens LMP.

Paul se defendeu no X: ‘Não controlo a Liquid, mas paguei do bolso para reativar e permitir saques’. Ele não é réu direto, mas o cheiro de slop tokenization — como chamou o advogado Gabriel Shapiro — paira no ar. Investidores? Deixados com pixels sem valor, enquanto Paul embolsa milhões reais.

CryptoZoo e o Cemitério de NFTs de Paul

Essa não é novidade para fãs de Logan. Seu jogo NFT CryptoZoo prometia play-to-earn, mas entregou decepção total. Coffeezilla expôs o fiasco em vídeos com milhões de views, levando a um buyback e fim de processo em 2025. Outro exemplo: US$ 635 mil em 0N1 Force agora valem menos de US$ 2 mil — 99% de perda.

É quase poético: o homem que gerou euforia com o digital agora prova que o tangível vence. Plataformas como Rodeo e Nifty Gateway fecham, floors de BAYC caem de 30 para 5 ETH, CryptoPunks de 125 para 30 ETH. O mercado NFT encolheu 90% desde o pico de US$ 17 bilhões.

A Ironia Suprema no Mercado Cripto

Numa era de ‘tudo tokenizado’, uma carta de Pokémon bate recordes enquanto NFTs de celebridades viram meme de fracasso. Paul ri por último com seu papel, mas os que caíram no hype digital? Ficam com screenshots de glória passageira. Vale refletir: em cripto, o que separa inovação de ilusão? Monitorar esses absurdos é o que nos mantém sãos — e talvez mais ricos no longo prazo.


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Cavalo meme cartoon com traços zebra despencando em precipício seguido por traders em pânico, satirizando crash de memecoins do Ano do Cavalo

Deu Zebra: Memecoins de Cavalos Despencam Após Hype Frustrado

Interessante como o Ano do Cavalo chinês, que começou com promessas de galope triunfal, terminou em tropeço épico para as memecoins temáticas de cavalos na BSC. Traders apostaram tudo em rumores de menção na festa de Ano Novo (Chunwan) e listagem na Binance, mas ontem, 16 de fevereiro, o sonho ruiu: quedas de até 60% em poucas horas. O mercado deu o coice que muitos ignoraram, provando que hype sem patas não leva a lugar nenhum.


O Galope do Hype e a Queda Livre

Curioso como funcionam essas bolhas de memecoins: bastou o Ano do Cavalo chinês para uma manada de tokens com nomes como “Eu Cheguei Porra” (我踏马来了) e “Chora Chora Cavalo” (哭哭马) surgir na Binance Smart Chain. A expectativa? Serem citados na Chunwan, a gala de TV chinesa mais assistida do mundo, ou listados na Binance, o Santo Graal das exchanges. Resultado? Nada. Às 21h de ontem, “Eu Cheguei Porra” despencou 27,17% em uma hora, fechando com market cap de US$ 19,72 milhões e queda de 26,12% em 24h.

“Chora Chora Cavalo”, irônico nome, subiu à tarde, mas afundou às 20h, perdendo 59,76% em 24h e parando em míseros US$ 1,3 milhão. Tokens menores como “Doubao” seguiram o mesmo destino: pump efêmero seguido de queda brutal. É o clássico ciclo meme: FOMO entra, realidade sai correndo.

Por Que Apostaram no Cavalo Vencedor?

No cripto, narrativas mandam mais que fundamentals – e o Ano do Cavalo era uma narrativa perfeita para o público chinês. Influencers sussurravam sobre possível shoutout na Chunwan, enquanto rumores de listagem na Binance faziam os charts explodirem. Traders, seduzidos pela ganância irracional, ignoraram o óbvio: memecoins vivem de emoção, não de valor. Sem menção na TV bilionária ou selo da maior exchange, era só questão de tempo pro balão furar.

É quase poético: cavalos simbolizam sorte no zodíaco chinês, mas aqui viraram rug pulls disfarçados de potros promissores. Quem comprou no pico deve estar pensando: “Eu avisei que era zebra”. Mas não, o mercado adora uma boa ilusão coletiva.

O Coice do Mercado: Lições Irônicas

Eu avisei – ou pelo menos, deveria ter avisado com mais ironia: apostar em memecoins baseados em expectativas vaporosas é como torcer pro Flamengo na Libertadores sem time. Divertido de assistir, trágico de participar. Esses dumps lembram que o BSC, apesar de acessível, é um cassino onde a casa (smart money) sempre ganha. Baleias saem antes, retail chora depois.

Os dados do GMGN.ai mostram o padrão: volatilidade insana, sem utility real. Para o investidor médio, a lição é clara: diversifique, pesquise e fuja do FOMO. No fim, o verdadeiro vencedor é quem ri do absurdo – e continua HODLando com cabeça fria.

E Agora, Próximo Galope?

Com o hype do cavalo defunto, olhos voltam para o próximo tema chinês ou meme viral. Mas enquanto isso, esses tokens viram poeira digital. Traders, limpem a baia e aprendam: no cripto, expectativas frustradas são o coice mais doloroso. Monitorar volumes e rumores é essencial, mas nunca aposte a cocheira toda num potro de raça duvidosa.


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Plataforma DeFi hexagonal desintegrando com energia vazando e '98%' rachado, simbolizando colapso do ZeroLend e riscos em oráculos

ZeroLend Encerra Operações com TVL em Queda de 98%: Atenção para Saques

O protocolo de empréstimos DeFi ZeroLend anunciou o encerramento de operações após três anos, com o TVL em queda de 98%, de US$ 359 milhões para apenas US$ 6,6 milhões. Motivos incluem cadeias inativas como Manta e Zircuit, falha de oráculos e ataques hackers. A equipe alerta: saques imediatos são essenciais, pois fundos podem ficar presos em redes de baixa liquidez. Isso sinaliza a poda natural de protocolos sem receita sustentável no ecossistema DeFi.


Motivos Técnicos por Trás da Queda

O TVL do ZeroLend caiu 98% devido a múltiplos fatores críticos. Inicialmente lançado em 2024 em redes Layer 2 como Linea e zkSync, o protocolo sofreu com a inatividade de chains de apoio. Redes como Manta, Zircuit e XLayer viram sua liquidez secar, tornando operações inviáveis. Oráculos, responsáveis por preços precisos para liquidações, pararam o suporte nessas redes de baixa atividade, quebrando o mecanismo central de empréstimos.

Além disso, ataques hackers e scams aumentaram, explorando vulnerabilidades inerentes a protocolos de lending. Margens de lucro já finas viraram prejuízos crônicos. É importante considerar: dependência de ecossistemas emergentes carrega riscos de obsolescência rápida. Usuários expostos devem avaliar se seus protocolos favoritos enfrentam dinâmicas semelhantes.

Riscos Imediatos para Usuários

Atenção para o risco principal: nem todos os saques serão imediatos. Com LTV zerado em mercados principais, novos empréstimos estão bloqueados, mas em chains como Manta e Zircuit, posições ativas podem prender fundos. A equipe planeja upgrades via timelock para redistribuição, mas sem prazos firmes, há incerteza sobre recuperação total.

Histórico de DeFi mostra casos como Cream Finance, onde ataques levaram a perdas bilionárias. O risco aqui é real: protocolos em declínio podem não honrar retiradas plenas. É recomendável verificar saldos no app oficial e monitorar anúncios. Liquidez reduzida complica as retiradas.

Poda do Mercado DeFi em Andamento

O fechamento do ZeroLend reflete poda natural no DeFi, onde protocolos menores sem unit economics sustentáveis saem de cena. Polynomial encerrou derivados e adiou TGE; Alpaca Finance planeja fim em 2025 por receitas baixas; Elixir’s deUSD colapsou após perdas no Stream Finance. Gigantes como Aave e Compound dominam, consolidando capital.

Essa maturação beneficia o setor a longo prazo, mas expõe vulnerabilidades em projetos de nicho. Pergunta retórica: seu protocolo DeFi gera receita real ou depende de hype? Monitore TVL, auditorias e suporte a oráculos. Essa ‘poda’ elimina os fracos, mas exige vigilância constante de riscos ocultos.

O Que Observar Agora

Para quem usa DeFi, priorize protocolos com TVL estável acima de US$ 100 milhões, múltiplos oráculos redundantes e histórico sem exploits graves. Evite chains de baixa atividade — elas amplificam falhas. O encerramento honroso do ZeroLend é positivo, mas reforça: diversifique e priorize liquidez. Fique atento a atualizações oficiais para soluções de fundos presos. No DeFi, proteção vem da análise proativa de riscos.


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Envelope postal rasgado liberando vórtice vermelho sugando glifos de seed phrase de silhuetas de wallets, alertando scam físico em Ledger e Trezor

Alerta: Golpistas Enviando Cartas Físicas para Roubar Seeds de Ledger e Trezor

Usuários de hardware wallets Ledger e Trezor no Brasil estão recebendo cartas físicas falsas que imitam comunicações oficiais das empresas. Os golpistas, explorando vazamentos de dados antigos, enviam correspondências com hologramas e QR codes que levam a sites falsos para roubar seed phrases. O risco é alto: uma vez digitada, a frase permite acesso total à carteira. Este é um alerta de utilidade pública — o perigo agora bate à sua porta.


Como Funciona o Ataque Offline

É importante considerar o modus operandi dos golpistas: as cartas chegam pelo correio tradicional, usando endereços obtidos em vazamentos passados, como o da Ledger em 2020 e o da Trezor em janeiro de 2024, que expôs 66 mil usuários. Elas exigem “verificação de autenticação” urgente, sob pena de bloqueio do dispositivo, assinadas por falsos CEOs como “Matěj Žák da Ledger” — na verdade, CEO da Trezor.

O golpe inclui QR codes que direcionam a páginas falsas idênticas às oficiais de setup. Ao escanear e inserir a seed phrase, os dados são enviados via API para os criminosos, que importam a carteira e esvaziam os fundos. O risco aqui é que hardware wallets, considerados seguros, tornam-se vulneráveis fora do digital.

Este não é isolado: em 2021, carteiras falsas foram enviadas; em abril de 2025, cartas similares circularam. No Brasil, com crescente adoção de Ledger e Trezor, endereços vazados facilitam o targeting.

Vazamentos Antigos Alimentam o Perigo

A exploração de dados vazados é o cerne. Ledger sofreu múltiplos incidentes, expondo endereços físicos usados para envios. Trezor confirmou phishing em massa em 2024. Especialistas como Dmitry Smilyanets relataram cartas em 13 de fevereiro de 2026, com prazo falso até 15 de fevereiro.

No mercado de baixa, scams evoluem: Deddy Lavid, da Cyvers, alerta que ansiedade torna vítimas mais suscetíveis a táticas de medo. Empresas legítimas nunca pedem seed phrases por e-mail, site ou correio. Verifique sempre canais oficiais.

Como se Proteger: Medidas Essenciais

Atenção para estes passos:

  1. Descarte toda carta pedindo seed phrase ou QR code de Ledger/Trezor — é golpe.
  2. Use seed plates metálicas, nunca digitais.
  3. Monitore vazamentos em Have I Been Pwned.
  4. Ative 2FA e passphrase extra no hardware wallet.
  5. Em caso de dúvida, contate suporte oficial diretamente.

Empresas alertam: Ledger tem página dedicada a phishing postal desde outubro de 2025. O risco aqui é real — proteja sua caixa de correio como protege sua seed.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Silhueta de baleia dourada rompendo rede vermelha translúcida, simbolizando short squeeze impulsionado por baleias no Bitcoin

Short Squeeze no Bitcoin: Excesso de Shorts Pode Impulsionar Alta

Os dados da Santiment revelam funding rates agregados em território negativo extremo, abaixo de -0,01%, o menor nível desde agosto de 2024, quando o Bitcoin formou um fundo majoritário seguido de alta de 83%. Esse posicionamento de baixa concentrado pode configurar um short squeeze, onde uma recuperação mínima força liquidações em cascata. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 355.020,23 (-1,13% em 24h), próximo a suportes críticos.


Funding Rates Indicam Posicionamento de Baixa Extremo

A métrica “Funding Rates Aggregated By Exchange” da Santiment combina dados de múltiplas exchanges, refletindo o sentimento geral no mercado de derivativos perpétuos. Funding rates negativos ocorrem quando vendidos pagam comprados para alinhar preços de contratos ao spot. Atualmente, as taxas estão em -0,01% ou inferiores, com barras vermelhas dominando o gráfico histórico.

Esse padrão foi visto em agosto de 2024, após crash de preço, e em outubro de 2025, após liquidações na Binance. Nessas ocasiões, o excesso de apostas em queda criou condições frágeis: qualquer alta inesperada acelera perdas nos vendidos alavancados, levando a fechamentos forçados. Os dados mostram que funding positivo é a norma, tornando esses extremos raros e historicamente associados a reversões.

Traders derivativos representam volume significativo, e esse desequilíbrio sugere capitulação bearish. No entanto, reversões dependem de catalisadores como inflows institucionais ou dados macro positivos.

Mecânica Técnica do Short Squeeze

No short squeeze, posições vendidas alavancadas acumulam perdas rápidas com uma alta modesta. Ao atingir thresholds de liquidação, exchanges fecham automaticamente as posições, exigindo recompra de Bitcoin e gerando pressão compradora adicional. Esse ciclo em cascata amplifica a volatilidade para cima.

Histórico confirma: pós-agosto 2024, liquidações de vendidos contribuíram para alta sustentada. O custo médio de curto prazo atual está em torno de US$ 90.900, enquanto o preço spot é US$ 68.740. Um rompimento acima de US$ 75.000 poderia ativar momentum de alta, mas suportes em US$ 67.500 e US$ 66.500 precisam resistir.

Os dados sugerem fragilidade no lado bearish, mas não garantem rebound imediato. Volatilidade assimétrica favorece upside em cenários de squeeze.

Baleias Contrapõem com Longs Alavancados

A baleia conhecida como Machi Big Brother (黃立成) vendeu ETH e altcoins para abrir posições compradas alavancadas na Hyperliquid: 25x em 6.200 ETH (abertura US$ 2.006,88, liquidação US$ 1.847,69); 40x em 25 BTC (abertura US$ 68.645,90, liquidação US$ 33.872,44); e 10x em 55.000 HYPE (abertura US$ 31,09, liquidação US$ 14,44).

Essa movimentação demonstra contraposição ao consenso bearish. Baleias com histórico agressivo frequentemente antecipam reversões, usando alta alavancagem para maximizar yields em setups assimétricos. O monitoramento on-chain via HyperInsight confirma a realocação de risco para ativos principais.

Embora arriscado — com múltiplas liquidações passadas —, reflete confiança em rebote técnico.

Níveis Chave a Monitorar

Situação atual: BTC consolida próximo a US$ 68.700, com RSI neutro e volume moderado. Suportes imediatos em US$ 67.500 (50-day MA) e US$ 66.500; resistências em US$ 70.000 e US$ 75.000. Fechamento acima de US$ 75.000 ativa squeeze potencial.

Indicadores como Bull-Bear Cycle da CryptoQuant em território profundamente de baixa reforçam capitulação. Traders devem observar volume de liquidações e funding rates para sinais de reversão. Dados on-chain priorizam setups baseados em posicionamento real, não especulação.


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Âncora dourada com 67K gravada resistindo ondas enfraquecidas do dólar, simbolizando suporte firme do Bitcoin em meio a apostas recordes contra USD

Bitcoin Resiste em US$ 67k com Apostas Recordes Contra Dólar

O Bitcoin recuperou o suporte em US$ 67.500 após correção recente, negociando acima de US$ 68.500 e da média móvel simples de 100 horas. Em paralelo, um levantamento do Bank of America revela posicionamento de baixa recorde no dólar americano desde 2012, impulsionado por temores no mercado de trabalho dos EUA. Os dados sugerem potencial volatilidade, com histórico de dólar fraco favorecendo ativos de risco como o BTC, apesar de correlação recente atípica.


Situação Técnica Atual do Bitcoin

Os dados mostram o Bitcoin testando o suporte em US$ 67.400, próximo ao nível de retração de 61,8% Fibonacci da alta de US$ 70.935 para a mínima de US$ 65.072. Após o recuo, o preço ganhou tração acima de US$ 68.800, com o MACD horário indicando momentum de alta e o RSI acima de 50.

Um canal descendente forma resistência em US$ 69.550, seguido de US$ 70.500. Suportes imediatos estão em US$ 68.000 e US$ 67.400, com zona crítica em US$ 65.000. Manter acima de US$ 68.200 pode pavimentar teste da resistência superior, mas falha nesse nível sugere recuo adicional.

Levantamento do BofA: Pessimismo Recorde no Dólar

O levantamento de fevereiro do Bank of America indica exposição líquida recorde subponderada no índice DXY, o mais negativo desde pelo menos 2012. Fatores incluem deterioração no emprego americano, potencializando cortes de juros pelo Fed. Historicamente, dólar fraco alivia condições financeiras globais, beneficiando Bitcoin como ativo de risco.

No entanto, o DXY subiu 0,25% para 97,13, enquanto BTC opera em torno de US$ 68.150, com queda de 1%. Posicionamentos extremos elevam risco de short squeeze, onde repique inesperado força recompras, ampliando volatilidade em pares USD.

Correlação Atípica e Implicações Macro

Desde início de 2025, Bitcoin exibe correlação positiva de 0,60 com o DXY nos últimos 90 dias — a mais alta desde abril de 2025. Ambos caíram: DXY -9% em 2025 e -1% YTD; BTC -6% no ano passado e -21% YTD. Essa inversão ao padrão histórico (correlação negativa) sugere que queda adicional no dólar pode pressionar BTC, contrariando narrativas tradicionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 355.252,53 apresenta variação de -0,72% em 24h, com volume de 184,68 BTC. Traders devem monitorar dados de emprego e yields ajustados por inflação para avaliação de forças macro.

Níveis Chave a Observar

Resistências principais: US$ 69.500, US$ 70.500, US$ 71.200 e US$ 72.000. Suportes: US$ 67.000, US$ 66.000. Indicadores técnicos apontam estabilidade acima de US$ 68.200, mas volatilidade do DXY pode alterar dinâmica. Os números indicam equilíbrio precário, com dados macro como pivô.


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Banqueiro cartoon cortando asas de ave XRP com tesoura gigante sob nuvem escura sobre Bitcoin, ilustrando viés de baixa do Standard Chartered

Standard Chartered Corta Preço-Alvo do XRP em 65%: Viés de Baixa Real

O Standard Chartered cortou seu preço-alvo para o XRP em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80 até o fim de 2026, após o selloff de fevereiro. Ao mesmo tempo, o Bitcoin ameaça o pior mês desde 2018, com queda acumulada de 52% desde outubro. A história mostra que exuberância ignorada leva a correções prolongadas, e o mercado parece subestimar os ventos macro contrários.


Corte Drástico nas Previsões do Standard Chartered

O banco britânico, um dos maiores do mundo, revisou drasticamente suas projeções para ativos digitais. Geoffrey Kendrick, chefe global de pesquisa em ativos digitais, citou o “desafiante” desempenho recente do mercado cripto, com Bitcoin caindo 28% no mês e XRP atingindo mínima de 15 meses em US$ 1,16. A nova meta para XRP reflete sincronia com Ethereum, ambos beneficiados por stablecoins e ativos tokenizados, mas sob pressão de liquidez global apertada.

Não para por aí: o alvo para Bitcoin caiu de US$ 150.000 para US$ 100.000, Ethereum de US$ 7.000 para US$ 4.000, e Solana de US$ 250 para US$ 135. Segundo o anúncio da instituição, saídas institucionais persistem, inflows de ETFs esfriaram apesar de US$ 1,37 bilhão acumulados, e juros altos com incertezas geopolíticas suprimem apetite por risco. O mercado está ignorando esses sinais, repetindo padrões de 2018 e 2022.

Bitcoin no Limite Histórico de Quedas

Desde o pico de outubro de 2025, o Bitcoin acumula perda de 52%, próximo do recorde baixista de 56% em 2018, em apenas 123 dias. Se fechar fevereiro no vermelho, marca a quinta queda mensal consecutiva — o mais longo desde o mercado baixista clássico.

Segundo o Cointrader Monitor, às 08:23 de hoje, o Bitcoin cotava a R$ 355.458 (-0,6% em 24h). O índice de medo e ganância em 12 confirma pânico extremo, com apostas em mercados preditivos favorecendo US$ 55.000 antes de US$ 84.000. Cuidado: reversões exigem estrutura de lows mais altos acima de US$ 100.000, algo ausente agora.

XRP Sob Pressão Técnica e Macro

O XRP, negociado a cerca de US$ 1,47 (R$ 7,62), rebota de US$ 1,23 mas permanece abaixo da média móvel de 20 dias. Bollinger Bands apontam suporte em US$ 1,23 e resistência em US$ 1,76. RSI em 42 sugere vendedores ainda dominam. O ambiente de capitulação descrito pelo banco alerta para mais declínios de curto prazo, apesar de alvo 2030 intacto em US$ 28.

A história mostra que ciclos de euforia — como o recente euforia em altcoins — precedem correções severas. Taxas de juros elevadas e liquidez restrita globais corroem narrativas de ‘alta infinita‘. Investidores devem monitorar outflows e macro, priorizando preservação de capital em bears prolongados.

O Que o Mercado Está Ignorando

Em meio à correção, o valor total de mercado cripto encolheu quase US$ 2 trilhões. Apesar disso, infraestrutura evoluiu, mas padrões repetem: topos exuberantes levam a correções prolongadas. Roberto Ramos alerta: toda alta tem sua baixa. Fique atento a sinais de capitulação real antes de apostar em rebound. Proteção de capital supera ganhos especulativos agora.


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Duas chaves de carteira digitais idênticas, uma pura em cyan e outra corrompida por veneno verde-vermelho, simbolizando ataque de address poisoning em USDT

Ataque de Poisoning: Trader Perde US$ 60 mil por Endereço Falso

A armadilha do copiar e colar custou caro a um trader: ele perdeu cerca de US$ 60 mil em USDT ao enviar fundos para um endereço malicioso que imitava perfeitamente o início e o fim de um endereço legítimo. O incidente, monitorado pelo Cyvers Alerts na manhã de 17 de fevereiro de 2026, expõe uma vulnerabilidade recorrente no ecossistema cripto, onde golpistas exploram o histórico de transações das vítimas.


Como Funciona o Ataque de Poisoning

Investigações revelam que o ataque de poisoning, ou envenenamento de endereço, é uma tática sofisticada de engenharia social. O golpista primeiro envia uma quantia ínfima – muitas vezes dust, menos de um centavo – de um endereço falsificado para a carteira da vítima. Esse endereço malicioso é meticulosamente criado para coincidir nos primeiros e últimos caracteres (geralmente 4-6 dígitos) com um endereço que a vítima costuma usar, como o de uma exchange ou parceiro de negócios.

Quando a vítima consulta seu histórico de transações para copiar um endereço conhecido, o falsificado aparece logo acima ou abaixo, confundindo visualmente. Ao colar inadvertidamente o endereço errado, a transação é irreversível no blockchain. Evidências on-chain mostram que esse método já vitimou baleias e até instituições, com perdas cumulativas na casa dos milhões. A similaridade superficial mascara diferenças cruciais no meio da string de 42 caracteres típica de endereços Ethereum.

Detalhes do Caso: Um Erro de Segundos

No episódio analisado, o trader pretendia transferir USDT para o endereço legítimo 0x77f6ca8E…2E087a346, mas enviou para o malicioso 0x77f6A6F6…DFdA8A346. A divergência está nos caracteres intermediários: ‘ca8E’ versus ‘A6F6’, e ‘…2E08’ versus ‘…DFdA’. Segundo alertas do Cyvers, a transação ocorreu há cerca de uma hora da publicação das fontes, destacando a urgência do risco em tempo real.

Esse não é um caso isolado. Análises complementares indicam padrões semelhantes em ataques recentes, onde vítimas repetem o erro em pânico pós-primeira perda. O blockchain Ethereum registra essas transações publicamente, permitindo rastreio, mas sem reversão possível. A confiança excessiva no histórico de carteira, sem verificação manual, é o elo fraco explorado pelos fraudadores.

Sinais de Alerta e Red Flags Identificados

Evidências apontam para um ecossistema vulnerável: endereços com alta similaridade não são raros em ataques coordenados. Ferramentas como o Cyvers Alerts monitoram padrões de dust transactions suspeitas, mas dependem de usuários atentos. Red flags incluem transações dust inesperadas no histórico, especialmente de endereços nunca vistos, e pressa em transferências de alto valor.

Investigações mais profundas revelam que golpistas usam bots para automatizar o envio de dust para milhares de carteiras ativas, priorizando aquelas com saldos elevados. No Brasil, onde o uso de USDT para remessas é comum, esse vetor ganha relevância, ampliando o potencial de vítimas locais.

Como se Proteger: Dicas Práticas e Essenciais

Para evitar cair nessa cilada, adote verificações rigorosas. Primeira regra: nunca copie endereços diretamente do histórico para transações significativas. Use um livro de endereços ou QR code verificado previamente. Sempre confira os caracteres do meio – ignore o início e fim sedutores e foque nos 20-30 caracteres centrais.

Envie uma transação de teste mínima (ex: US$ 1) e confirme recebimento antes do grosso. Ferramentas como Etherscan permitem validar endereços comparando com o oficial do destinatário. Desative histórico visual em carteiras se possível, ou ordene por data/relevância. Em carteiras como MetaMask, ative notificações de risco. A proteção começa com hábitos: duvide sempre do conveniente demais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Shiba Inu cartoon operando máquina SOU transformando fragmentos hackeados em NFTs brilhantes, simbolizando recuperação de fundos no Shibarium

Shiba Inu Lança SOU: Guia Passo a Passo para Recuperar Fundos do Hack

Você foi vítima do hack no bridge do Shibarium em 2025? O ecossistema Shiba Inu acaba de lançar o sistema SOU (Shib Owes You), uma solução transparente e on-chain para ajudar a recuperar seus fundos perdidos. Funciona emitindo NFTs negociáveis no Ethereum que representam exatamente o valor devido. Acesse o portal oficial em shib.io/sou e reivindique agora. Em outras palavras, é como um recibo digital verificável que pode ser trocado ou aguardado para pagamento.


O Que é o SOU e Por Que Ele Existe?

Pense no SOU como um compromisso formal da Shiba Inu com quem perdeu fundos no incidente de setembro de 2025. Naquele hack, uma vulnerabilidade no bridge PoS do Shibarium permitiu saques maliciosos de vários ativos. Isso significa que usuários como você tiveram tokens travados ou retirados indevidamente.

Em dezembro de 2025, o desenvolvedor Kaal Dhairya anunciou o conceito em uma carta aberta, alertando para golpes. Agora, em fevereiro de 2026, o sistema está ao vivo, totalmente auditado e transparente. Não é uma promessa vaga: tudo roda na blockchain Ethereum, onde qualquer um pode verificar saldos e transações em tempo real.

Isso importa porque transforma um processo opaco em algo público. Você vê doações chegando e pagamentos saindo, construindo confiança passo a passo.

Como Funcionam os NFTs de Recuperação?

Em termos simples, um NFT é como um certificado único e inalterável no blockchain — aqui, ele representa seu “crédito” com a Shiba Inu. Ao reivindicar, você recebe um NFT SOU com dois valores principais:

  1. Original Principal: O valor exato perdido no hack, fixo e imutável, como um registro histórico.
  2. Current Principal: O saldo atual, que diminui à medida que recebe pagamentos (payouts) ou aumenta com doações.

Além disso, há recompensas extras, como bônus, que não afetam o principal. Esses NFTs são flexíveis: você pode dividi-los, uni-los, transferir para outra carteira ou vendê-los em marketplaces Ethereum. É como transformar sua perda em um ativo negociável, dando opções — esperar pelo reembolso total ou liquidar imediatamente.

Passo a Passo para Reivindicar Seus SOU

Se você tem uma carteira que interage com o Shibarium e foi afetada, siga estes passos com calma:

  1. Acesse shib.io/sou pelo navegador da sua carteira (como MetaMask).
  2. Conecte sua carteira afetada — certifique-se de usar a correta, com histórico no bridge.
  3. O sistema verifica automaticamente suas perdas elegíveis via dados on-chain.
  4. Confirme a transação para mintar (criar) seu NFT SOU. Pague apenas as taxas de gas do Ethereum.
  5. Receba o NFT em sua carteira. Acompanhe o feed de atividades para atualizações.

Dica importante: Ignore links falsos nas redes sociais. Sempre use o site oficial. Se não vir suas perdas listadas, pode ser porque o sistema ainda está migrando dados — fique de olho nos anúncios oficiais.

Financiamento, Riscos e Próximos Passos

O financiamento vem de receitas do ecossistema Shiba Inu e doações da comunidade, distribuídas proporcionalmente. Vendas secundárias de NFTs geram taxas que voltam para o pool de reembolsos. No momento, SHIB está cotado em torno de US$ 0,00000656, refletindo um mercado cauteloso.

Riscos? O tempo de recuperação depende de influxos, e quem vende NFTs assume incertezas. Mas o on-chain garante visibilidade. Parabéns por chegar até aqui — você está mais preparado para proteger e recuperar seu patrimônio. Monitore sua carteira e aprenda com isso para futuras interações seguras.


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Curva geométrica de indicador luminosa tocando mínimo em abismo digital com partículas vermelhas dissipando, sinalizando possível fundo no ciclo Bitcoin pós-FTX

Bitcoin Atinge Nível Pós-FTX no Indicador de Ciclo: Sinais de Fundo?

O Bitcoin Bull-Bear Cycle Indicator da CryptoQuant registrou o nível mais baixo desde o fundo pós-colapso da FTX em 2022, indicando uma fase de viés de baixa extrema. Paralelamente, a Matrixport observa sentimento de medo extremo, com o índice fear & greed abaixo da média móvel de 21 dias, sinalizando possível exaustão de vendedores e ponto de inflexão. Os dados on-chain sugerem que tais extremos historicamente precedem estabilizações, embora o curto prazo permaneça volátil. O BTC negocia próximo a US$ 68.000, com cotação atual em R$ 355.400 segundo o Cointrader Monitor.


Detalhes do Bull-Bear Cycle Indicator

Os dados mostram que o Bull-Bear Cycle Indicator, derivado do P&L Index da CryptoQuant, combina métricas on-chain como MVRV Ratio, NUPL e LTH/STH SOPR para avaliar lucros e perdas realizados e não realizados. Quando o P&L Index cruza abaixo de sua média móvel de 365 dias, o indicador entra em território negativo, confirmando transição para mercado de baixa.

Recentemente, o valor mergulhou a patamares não vistos desde o mercado de baixa de 2022, após o crash da FTX. Historicamente, extremos abaixo de zero coincidem com fundos de mercado, onde a distância excessiva da média sinaliza viés de baixa excessivo. No entanto, reversões ocorreram após períodos prolongados nessa zona, exigindo paciência para confirmação.

Essa métrica oferece uma visão objetiva da fase cíclica, priorizando dados de rede sobre especulação de preço puro.

Sentimento de Medo Extremo pela Matrixport

A Matrixport destaca que o sentimento de mercado atingiu mínimas de quatro anos, com o índice fear & greed caindo abaixo de zero em sua média móvel de 21 dias. Essa configuração, segundo a firma, marca fundos duráveis quando reverte para cima, indicando esgotamento da pressão vendedora e início de estabilização.

Embora curto prazo possa ver mais fraqueza, esses níveis negativos oferecem risco-retorno atrativo historicamente. O índice Alternative.me confirma com leitura de 10/100, o mais baixo desde junho de 2022. Tais padrões cíclicos entre emoção e preço sugerem proximidade de inflexão, mas dependem de sinais de melhora subsequentes.

Frank Holmes, da Hive, reforça que o BTC está duas desvios-padrão abaixo da norma de 20 dias, visto apenas três vezes em cinco anos, favorecendo rebotes de curto prazo.

Contexto Histórico e Posição Atual do BTC

Períodos similares ocorreram em junho de 2024 e novembro de 2025, pós-quedas acentuadas. O BTC acumula perdas de 22% no Q1 potencialmente, mirando pior performance desde 2018 se fevereiro fechar negativo. Preço atual em torno de US$ 68.000, com dólar a R$ 5,25, reflete condições técnicas de oversold.

Volume 24h em exchanges brasileiras soma 185 BTC, com variação de -0,85%. Esses indicadores on-chain e de sentimento convergem para zona de exaustão, mas volatilidade persiste sem catalisadores macro.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitorar suporte em US$ 60.000-65.000, onde fundos históricos se formaram, e resistência inicial em US$ 70.000. Reversão no Bull-Bear acima da MA sinalizaria uma inversão de alta. NUPL em hope/fear reforça cautela. Investidores devem rastrear essas métricas para decisões informadas, sem implicar direção imediata.


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Executivos cartoon tech e institucional apertando mãos sob selo de aprovação regulatória, simbolizando retorno da Nexo aos EUA via parceria Bakkt

Nexo Retorna aos EUA: Redenção Regulatória via Parceria com Bakkt

A plataforma de empréstimos cripto Nexo anunciou seu retorno ao mercado americano após três anos de ausência, impulsionado por uma parceria estratégica com a Bakkt. O relançamento, ocorrido em 16 de fevereiro de 2026, ocorre três anos após o pagamento de uma multa de US$ 45 milhões à SEC por seu produto Earn Interest. Essa movimentação sinaliza uma possível evolução no ambiente regulatório dos EUA, favorecendo empresas que priorizam conformidade. Para investidores globais, incluindo brasileiros, representa acesso ampliado a produtos de rendimento e crédito lastreados em cripto.


Contexto da Saída e Lições Regulatórias

Em 2023, autoridades americanas, lideradas pela SEC, questionaram o produto Earn Interest da Nexo, classificando-o como security não registrado. A plataforma optou por um acordo de US$ 45 milhões sem admissão de culpa e suspendeu operações nos EUA, redirecionando foco para jurisdições mais amigáveis como Europa e Ásia. Essa decisão reflete o rigor regulatório imposto pelo governo de Washington, que buscava proteger investidores de riscos em plataformas de empréstimo descentralizadas.

No cenário global, essa saída contrastou com avanços em outras regiões. Na União Europeia, o MiCA estabeleceu frameworks claros para stablecoins e lending, enquanto na América Latina, países como El Salvador adotaram Bitcoin como moeda legal. A experiência da Nexo ilustra como decisões em um mercado dominante como os EUA reverberam mundialmente, forçando adaptações em estratégias internacionais.

A Parceria com Bakkt e Novo Modelo Compliant

O relançamento utiliza a infraestrutura de trading regulada da Bakkt, uma empresa listada em bolsa especializada em compliance institucional. Os produtos incluem yields flexíveis e fixos, linhas de crédito lastreadas em cripto, exchange integrada e rampas fiat on/off. Essa aliança garante adesão a padrões americanos, mitigando riscos passados. Segundo dados on-chain da CryptoQuant, a Nexo emitiu cerca de US$ 863 milhões em empréstimos no último ano, com 30% quitados durante quedas de mercado, indicando deleveraging gerenciado.

Para o ecossistema cripto global, essa parceria reforça a tendência de colaboração entre plataformas offshore e entidades reguladas nos EUA. Bakkt, com sua ênfase em custódia segura, atua como ponte para o varejo americano, similar a como a Coinbase Ventures investe em compliance para expansão.

Implicações Geopolíticas e para Investidores Brasileiros

O retorno da Nexo coincide com mudanças no clima regulatório americano pós-eleições de 2024, onde propostas pró-cripto ganharam tração no Congresso. Leis como o CLARITY Act visam definir clareza para ativos digitais, potencialmente abrindo portas para mais players globais. Internacionalmente, isso contrasta com restrições na China e avanços na UE, posicionando os EUA como hub competitivo.

Para brasileiros, habituados a exchanges locais como Mercado Bitcoin, o relançamento oferece diversificação. Com o real volátil frente ao dólar, produtos de yield em dólar via Nexo podem servir como hedge, desde que observadas regras do BC sobre remessas. Investidores devem monitorar aprovações estatais e impactos em concorrentes como BlockFi.

Próximos Passos no Cenário Regulatório Global

Embora otimista, o movimento exige vigilância. Reguladores estaduais e federais continuarão escrutinando lending, especialmente após colapsos como o da Celsius. A Nexo posiciona-se como exemplo de redenção regulatória, mas o sucesso dependerá de adesão contínua. Globalmente, sugere que mercados maduros recompensam compliance, influenciando estratégias em emergentes como Brasil e Índia.


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