Silhueta sombria infiltrando brecha em fortaleza digital com fluxo dourado escapando, simbolizando hack de US$ 282 mi por engenharia social

Hack de US$ 282 Milhões: Engenharia Social Abala Cripto

Nem a melhor hardware wallet te salva de um erro humano de US$ 282 milhões. Em 10 de janeiro de 2026, um usuário de cripto foi vítima do maior ataque de engenharia social do ano, perdendo 1.459 BTC (US$ 139 milhões) e 2,05 milhões de LTC (US$ 153 milhões). Enganado por golpistas se passando por suporte da Trezor, compartilhou sua seed phrase, permitindo o dreno total da carteira. O caso, rastreado pelo investigador ZachXBT, expõe vulnerabilidades humanas em um ecossistema bilionário.


Como o Golpe de Engenharia Social Foi Executado

O ataque ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro. Segundo detalhes revelados pelo investigador on-chain ZachXBT, o criminoso se passou por suporte do ‘Value Wallet’ da Trezor, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Esse erro fatal permitiu acesso irrestrito à hardware wallet, que supostamente oferece máxima segurança offline.

Ainda de acordo com a reportagem detalhada, a firma de segurança ZeroShadow identificou o impostor e rastreou os fundos em tempo real. Apesar dos esforços, apenas US$ 700 mil foram congelados antes da conversão para ativos de privacidade. Esse incidente reforça que, em cripto, o elo mais fraco não é a tecnologia, mas o usuário desavisado.

A indignação é geral: como alguém com tamanha fortuna pôde cair em uma tática tão primitiva? Golpes de suporte falso são rotina, mas esse escalou para proporções catastróficas, abalando a confiança no setor.

Rastreamento On-Chain: De BTC/LTC a Monero via THORChain

ZachXBT, referência em investigações blockchain, mapeou o fluxo dos roubados. O atacante moveu os fundos rapidamente: primeiro, converteu parcelas para Monero (XMR) via exchanges instantâneas, obscurecendo o rastro com a privacidade inerente ao token.

Em paralelo, utilizou o protocolo THORChain para fazer bridges cross-chain: Bitcoin para Ethereum, Ripple e Litecoin. Essa manobra reacendeu debates sobre o uso abusivo de protocolos descentralizados em crimes, questionando sua resistência à censura em cenários ilícitos.

Especulações apontaram para grupos estatais como a Coreia do Norte, mas ZachXBT desmentiu: ‘Não é a Coreia do Norte’. A sofisticação no lavagem destaca quadrilhas profissionais operando na dark web, explorando brechas em um mercado sem fronteiras.

Impacto no Mercado: XMR Dispara com o Roubo

O pânico não parou nos roubos: a conversão massiva para XMR impulsionou seu preço a um novo ATH de US$ 797,73, alta de 80% em uma semana ante baixa de US$ 450. Dados do CoinGecko mostram a alta impulsionada pelo volume criminoso, mas uma correção seguiu, com XMR agora em torno de US$ 588.

Esse episódio ilustra como crimes afetam dinâmicas de mercado. Tokens de privacidade como Monero ganham com lavagem de fundos, enquanto vítimas arcam com perdas irreparáveis. A análise completa alerta para o risco sistêmico: um erro individual pode distorcer preços globais.

Lições Urgentes: Proteja-se de Engenharia Social

Esse hack recorde grita lições: nunca compartilhe seed phrases, ignore suportes não oficiais e use autenticação multifator. Hardware wallets como Trezor são seguras, mas falham ante manipulação psicológica. Verifique canais oficiais e desconfie de urgências.

Empresas devem investir em educação: campanhas anti-phishing e simulações. Reguladores, acelerem proteções contra esses predadores. Para investidores, diversifique custódia e monitore on-chain. A denúncia aqui é clara: complacência custa fortunas. Monitore ZachXBT para atualizações nessa saga criminosa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem cartoon fraudador preso em rede vermelha por mãos da justiça, simbolizando prisões por fraudes cripto e desmantelamento de hawala

Cerco Fecha: Prisão por Fraude de US$ 2,9 Milhões e Hawala Cripto Desmantelada

Fraude de US$ 2,9 milhões termina em prisão nos EUA, enquanto agências indianas desmantelam uma rede hawala cripto usada para financiar terrorismo na Caxemira. Esses casos sinalizam o cerco global se fechando contra fraudadores que exploram criptomoedas. Para investidores brasileiros, é hora de redobrar a atenção: promessas de retornos altos e operações informais podem custar caro. O que aprender para se proteger?


Condenação nos EUA: Fraude e Operação Ilegal

Brian Garry Sewell, de 54 anos no Utah, foi condenado a três anos de prisão federal por fraude eletrônica contra 17 investidores. Entre 2017 e 2024, ele prometeu retornos exorbitantes, mentindo sobre sua experiência, o que resultou em perdas de quase US$ 3 milhões. Paralelamente, operava a Rockwell Capital Management sem licença, convertendo fiat em cripto e movimentando mais de US$ 5,4 milhões.

O juiz impôs ainda US$ 3,8 milhões em restituição e três anos de supervisão. Autoridades destacam que operadores regionais não escapam da lei, usando estruturas rigorosas contra fraudes no varejo cripto. Esse caso reforça o risco de esquemas que misturam investimento falso com transmissão ilegal de fundos.

Rede Hawala Digital na Índia Expõe Terrorismo

Agências indianas identificaram um sistema hawala moderno, baseado em cripto, para canalizar fundos terroristas a Jammu e Caxemira. Contas mula locais recebem transferências estrangeiras, com comissões de 0,8% a 1,8% para os donos, que entregam credenciais aos handlers.

Fundos chegam via wallets cripto anônimas, criadas com VPNs sem KYC por operadores da China, Malásia, Myanmar e Camboja. Wallet holders viajam a Delhi ou Mumbai para converter em cash via P2P não regulados, apagando rastros. Essa evasão regulatória transforma cripto estrangeira em rupees “limpos”, financiando atividades ilícitas sem detecção.

Padrões de Fraude: Como Identificar o Risco

Ambos os casos revelam padrões comuns: promessas de ganhos irreais, falta de licenças, uso de mules ou intermediários informais e mistura de investimento com hawala. Nos EUA, Sewell explorou confiança pessoal; na Índia, anonimato digital. Fique atento a operadores sem registro no Banco Central ou CVM, transações P2P opacas e pressões para compartilhar credenciais bancárias.

A volatilidade cripto amplifica esses riscos. Analistas notam que autoridades globais intensificam investigações, mas fraudadores adaptam-se rápido. Investidores devem questionar: há transparência? Licenças verificáveis? Histórico auditado? Ignorar esses sinais eleva o risco de perda total.

Proteção Essencial para Investidores Brasileiros

Para evitar armadilhas, priorize exchanges reguladas como Mercado Bitcoin ou Binance, com KYC rigoroso. Nunca compartilhe senhas ou use serviços hawala informais. Verifique projetos via CoinMarketCap ou sites oficiais. Use wallets próprias e ative 2FA. Em caso de dúvida, consulte a CVM ou Banco Central. O mercado cripto oferece oportunidades, mas a vigilância é sua melhor defesa contra fraudadores.


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Pilar dourado do Bitcoin com base '92K' rachando sob cascata vermelha de liquidações, simbolizando queda e suportes quebrados

Bitcoin Cai Abaixo de US$ 92 Mil com Liquidações de US$ 870 Milhões

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 92 mil em uma queda repentina nesta segunda-feira (19), impulsionada por liquidações superiores a US$ 870 milhões em posições compradas no mercado de derivativos. O movimento ocorreu em meio a tensões comerciais entre EUA e UE, com tarifas anunciadas por Trump, levando a um risco-off generalizado. Segundo o CoinDesk, cerca de US$ 600 milhões em posições compradas foram varridos, enquanto altcoins como Solana e Dogecoin caíram ainda mais. Até onde vai essa sangria?


Volume Oceânico de Liquidações

A liquidação de US$ 680 milhões em posições compradas reflete o excesso de alavancagem acumulada após o rali recente para US$ 96 mil. Dados da CoinGlass indicam quase 250 mil traders afetados, com longs representando 90% do total. Plataformas como Binance viram picos de liquidações, ampliando a pressão vendedora durante a abertura asiática.

Esse fenômeno é típico de mercados sob tensão, onde o colapso de uma posição cascateia para outras. O open interest do Bitcoin caiu, sinalizando redução de exposição por traders institucionais e varejistas. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 500.026,52, com variação de -2,38% em 24 horas e volume de 185 BTC.

Análise Técnica: Suportes Quebrados

Glassnode destaca que o avanço para US$ 96 mil foi mechanicamente impulsionado por fluxos de derivativos e liquidações de shorts, sem suporte robusto de demanda spot. A liquidez fina nos futuros deixa o preço vulnerável a reversões bruscas. CryptoQuant alerta que a demanda permanece fraca, com o BTC abaixo da média móvel de 365 dias em US$ 101 mil, atuando como barreira de regime.

Suportes chave foram rompidos: US$ 93 mil (diário) e agora testando US$ 92 mil. O próximo patamar crítico é US$ 90 mil, alinhado com acumulações de holders de longo prazo. Vendas de LTHs desaceleraram, mas fluxos spot em exchanges como Coinbase mostram estabilização tênue de compras.

Contexto Macro e Trade War

O gatilho foi o anúncio de Trump de tarifas de 10% em oito países europeus a partir de 1º de fevereiro, ligado a disputas sobre Groenlândia. Mercados globais reagiram com risco-off: Nasdaq futuros -1,3%, ouro em ATH de US$ 4.600 (+1,7%). Altcoins sofreram mais, com Solana -6,7%, XRP -4% e Dogecoin -7%.

A UE convocou reunião de emergência, e Macron defende “trade bazooka” contra os EUA. Com spot markets americanos fechados por MLK Day, a volatilidade persiste. Ouro vs. Bitcoin ilustra rotação para ativos safe-haven tradicionais.

Próximos Suportes e Implicações

Os dados sugerem que sem demanda spot sustentada, o Bitcoin pode testar US$ 90 mil ou até US$ 85 mil em cenários de piora macro. No entanto, estabilização de fluxos em Binance e redução de vendas em Coinbase indicam possível piso. Traders devem monitorar baixa implied volatility em opções, com proteção downside em contratos longos.

Para investidores brasileiros, a cotação em reais reforça a correlação global, mas volume local moderado (185 BTC/24h) sugere resiliência relativa. Vale acompanhar ETF inflows nos EUA, que tiveram semana forte recente.


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Personagens cartoon Trump e UE em confronto tarifário derrubando torre Bitcoin rachada enquanto montanha de ouro brilha intocada, simbolizando descorrelação em guerra comercial

Guerra Tarifas Trump-UE: Bitcoin Cai 3,6% e Ouro Dispara

Como uma disputa por território na Groenlândia pode derreter sua carteira cripto hoje? O presidente Donald Trump anunciou 10% de tarifas sobre produtos de oito nações europeias, escalando tensões comerciais da UE. O Bitcoin despencou 3,6%, de US$ 95 mil para abaixo de US$ 92 mil, enquanto o ouro atingiu recorde de US$ 4.667/onça. A Europa ameaça ‘trade bazooka’ em retaliação, transformando ruído geopolítico em fato de mercado volátil.


Tarifas de Trump e Disputa pela Groenlândia

O fim de semana trouxe a confirmação de tarifas de 10% sobre importações da UE a partir de 1º de fevereiro, com alta para 25% em junho se não houver acordo sobre a Groenlândia. Visando Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos, Finlândia, Reino Unido e Noruega, a medida afeta US$ 1,5 trilhão em comércio transatlântico. Trump usa as tarifas como pressão para aquisição territorial, reacendendo temores de guerra comercial vistos em outubro de 2025, quando mercados cripto registraram o maior sell-off em cinco anos.

Essa escalada geopolítica pressiona ativos de risco globais. Mercados americanos, fechados por feriado de Martin Luther King Jr., abrirão sob forte volatilidade, com futures já em queda.

Descorrelação Bitcoin x Ouro: Risco vs Refúgio

O Bitcoin caiu US$ 3.500 em horas, atingindo US$ 92 mil na Coinbase, com US$ 860 milhões em liquidações em 24h, majoritariamente posições longas. Enquanto isso, ouro futuro subiu para recorde histórico de US$ 4.667/onça e prata acima de US$ 93/onça, destacando descorrelação: BTC se comporta como ‘tech stock’ sensível a choques econômicos, enquanto metais preciosos atraem fluxo safe-haven em meio a instabilidade transatlântica.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 499.722, com variação de -2,43% em 24h e volume de 184 BTC. Investidores locais sentem o impacto macro.

Retaliação Europeia e ‘Trade Bazooka’

A UE reagiu com força: embaixadores acordaram medidas de emergência, incluindo pacote de €93 bilhões (US$ 107,7 bilhões) em tarifas retaliatórias sobre importações americanas, ativando o ‘Anti-Coercion Instrument’ ou ‘trade bazooka’. Líderes como Macron pedem restrições a serviços bancários e acesso de mercado dos EUA. Países visados enviaram tropas à Groenlândia para proteção.

O Supremo Tribunal americano decide terça sobre a legalidade das tarifas anteriores de Trump, após adiamentos. Analistas preveem risco de perda de confiança se rejeitadas, ampliando incerteza.

Implicações para Cripto e Próximos Passos

Essa tensão geopolítica reforça Bitcoin como ativo de risco, vulnerável a ciclos de aversão global. Mercados aguardam dados econômicos americanos esta semana: PIB Q3 2025, PCE inflação e PMI janeiro, além de balanços de 10% do S&P 500. Guerra comercial pode prolongar pressão descendente em cripto, beneficiando ouro.

Vale monitorar cúpula UE quinta em Bruxelas e decisão judicial. Investidores devem priorizar diversificação em cenários de alta incerteza transatlântica, com foco em liquidez.


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Personagem corporativo cartoon empurrando carrinho de blocos Bitcoin com 3% marcado, ignorando ondas de queda vermelhas, simbolizando acumulação de Saylor

Saylor Ignora Queda e Sinaliza Mais Compras de Bitcoin

Michael Saylor, o visionário por trás da Strategy, ignora a queda do Bitcoin para menos de US$ 93 mil, impulsionada por temores de tarifas comerciais entre EUA e Europa, e sinaliza mais compras do ativo. Após investir US$ 1,25 bilhão em 13.627 BTC na semana passada, a empresa elevou suas reservas para 687.410 BTC, equivalente a cerca de 3% do suprimento total. Esse acúmulo demonstra confiança inabalável no BTC como reserva de valor de longo prazo.


Sinalização de Saylor e Histórico Recente

No domingo, Saylor publicou no X o termo “Bigger Orange” ao lado de um gráfico das aquisições da Strategy desde 2020, um código recorrente que precede anúncios oficiais de compras. A empresa iniciou 2026 com a aquisição de 1.283 BTC por US$ 115,97 milhões em 4 de janeiro, seguida pela grande operação de 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão em 11 de janeiro, totalizando 14.910 BTC adicionados no ano até agora.

Financiadas por emissões de notas conversíveis e equity, essas movimentações reforçam a tese de que instituições como a Strategy veem o Bitcoin como hedge perfeito contra a inflação e a desvalorização fiat, independentemente de ruídos macroeconômicos de curto prazo como as tarifas de Trump.

Holdings da Strategy: 3% do bitcoin existente

Com 687.410 BTC em carteira a um custo médio de US$ 75.353 por unidade, a Strategy ostenta lucros não realizados substanciais com o BTC negociado na faixa dos US$ 92-93 mil. Isso representa mais de 3% do suprimento total limitado a 21 milhões de unidades, consolidando a empresa como a maior detentora corporativa do ativo.

Em quatro anos, foram realizadas 94 aquisições, um ritmo implacável que sinaliza continuidade. Para investidores brasileiros, vale notar que, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 499.883,42 nesta segunda-feira (19/01), com variação de -2,39% em 24h e volume de 184,77 BTC.

Esse marco não é mero número: é prova de que o acúmulo institucional persiste, contrastando com vendas em pânico de traders de varejo.

Reação das Ações MSTR e Perspectiva Bullish

As ações da Strategy (MSTR) reagiram positivamente, subindo 1,6% recentemente e acumulando ganhos de 4% na semana e 12% no ano até o momento, conforme dados de mercado. Apesar de quedas anuais em meio à volatilidade, o papel é visto como proxy alavancado ao Bitcoin, atraindo investidores que buscam exposição indireta.

Enquanto o mercado cripto recua por liquidez apertada entre US$ 96-98 mil e temores tarifários, o otimismo de Saylor reforça a narrativa de alta: quedas são oportunidades de compra para quem entende o valor de longo prazo do BTC. Instituições não vendem; elas acumulam.

O Que Esperar Agora

Monitore anúncios oficiais da Strategy nos próximos dias, pois posts como “Bigger Orange” historicamente precedem compras maiores. Com o BTC em território de lucro para a empresa e influxos em ETFs bitcoin superando US$ 1,4 bilhão na semana, o viés de alta permanece intacto. Para brasileiros, plataformas como a Binance oferecem acesso facilitado a esse movimento global.


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Líderes cripto cartoon debatendo intensamente em mesa caótica com papéis regulatórios, expondo divisões sobre CLARITY Act e SEC

Coinbase x Casa Branca: Armstrong Nega Tensões Sobre CLARITY Act

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, negou publicamente relatos de tensões com a Casa Branca sobre o projeto de lei CLARITY Act, afirmando que as discussões são construtivas. Em paralelo, democratas do Congresso acusam a SEC de abandonar processos contra exchanges como Coinbase e Ripple após doações a Trump, enquanto Charles Hoskinson critica o apoio de Brad Garlinghouse ao texto, que prevê vigilância de transações. Essa guerra legislativa pode impactar o uso de plataformas cripto globalmente.


Armstrong Desmente Conflitos com Governo

Brian Armstrong rebateu especulações de atrito administrativo via rede social X, destacando que a Casa Branca tem sido “super construtiva”. A administração pediu à Coinbase para negociar com bancos comunitários afetados pelo CLARITY Act, e a exchange está desenvolvendo propostas para atender essas demandas. No dia 14 de janeiro de 2026, a Coinbase retirou seu apoio ao projeto devido a falhas graves, como restrições a stablecoins e impacto no DeFi. Isso levou ao adiamento da audiência de markup no Comitê Bancário do Senado, 12 horas antes do previsto.

O posicionamento de Armstrong busca esclarecer que divergências sobre o texto não equivalem a discórdia governamental. Ele prefere atrasar a aprovação a aceitar uma versão falha, priorizando proteção a protocolos descentralizados e negociação de ações tokenizadas. Negociações com o setor bancário prosseguem, com ideias promissoras para emendas que beneficiem instituições menores.

Democratas Acusam SEC de Influência Política

Em carta de 15 de janeiro ao chair da SEC, Paul Atkins, democratas da Câmara das Representantes criticaram o abandono de mais de uma dúzia de casos cripto desde 2025, incluindo contra Binance, Coinbase, Kraken e Ripple. Eles apontam que as empresas doaram pelo menos US$ 1 milhão cada à posse de Trump, sugerindo um esquema de pay-to-play que compromete a integridade do mercado.

O caso contra Justin Sun permanece em stay há 11 meses, com laços ao Trump family business (WLFI) sob escrutínio. Advogado Bill Morgan rebate rumores de reabertura de ações como a do Ripple, invocando res judicata: casos encerrados não podem ser retomados nos mesmos termos. A carta questiona a independência da SEC e pede detalhes sobre conexões chinesas de Sun.

Hoskinson vs. Garlinghouse: Divisões na Indústria

Charles Hoskinson, fundador da Cardano, atacou o apoio de Brad Garlinghouse ao CLARITY Act, chamando-o de produto de Elizabeth Warren e questionando cooperação com agências que processaram a indústria. Garlinghouse defende: “Não é perfeito, mas melhor que nada”, enfatizando progresso regulatório.

Críticos como Paul Barron alertam para monitoramento em tempo real sem mandado, congelamento de assets por ‘risco’ e extensão da Bank Secrecy Act a carteiras não custodiais, violando privacidade. Polymarket indica 43% de chance de aprovação em 2026, com flutuações recentes.

Implicações para Investidores Globais

Esse triângulo de tensão — Coinbase, Casa Branca e Congresso — expõe conflitos de interesse na regulação cripto dos EUA, influenciando mercados mundiais. Para brasileiros, mudanças no CLARITY Act podem afetar compliance de exchanges e privacidade em transações. Vale monitorar negociações, pois equilíbrio entre inovação e supervisão definirá o futuro do setor. O mercado reage com cautela, priorizando clareza regulatória sem excessos.


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Vitalik cartoon com blueprint simplificando prisma Ethereum pulsante de transações recordes e fluxo staking livre, celebrando recorde histórico

Ethereum Bate Recorde: Fila de Staking Zera e Plano de Vitalik para Simplificação

O Ethereum processou um recorde de 2.885 milhões de transações diárias na última sexta-feira, superando picos de 2021 com taxas médias próximas aos mínimos recentes. Ao mesmo tempo, a fila de saída de validadores zerou, sinalizando confiança no staking, enquanto filas de entrada acumulam 2,6 milhões de ETH. Vitalik Buterin defende agora uma simplificação radical do protocolo para um Ethereum mais descentralizado e auditável.


Recordes de Atividade On-Chain

A rede Ethereum registrou 2.885.524 transações em um único dia na sexta-feira, 17 de janeiro de 2026, o maior volume histórico segundo dados do Etherscan. Essa alta reverte uma desaceleração gradual observada ao longo de 2025 e acelera desde meados de dezembro. Impressionante é que, apesar do aumento, as taxas de transação permanecem baixas, graças a upgrades como EIP-1559, EIP-4844 e EIP-7702, além do offload para redes de camada 2.

Isso demonstra maturidade: o Ethereum lida com demanda elevada sem congestionamentos extremos, como visto em mercados de alta passados. A atividade reflete adoção crescente em DeFi, NFTs e aplicações cotidianas, processando mais transações que nunca com eficiência superior.

Fila de Staking Zerada e Oferta em Compressão

A fila de saída de validadores chegou a zero, permitindo saques imediatos de ETH stakeado. Isso contrasta com filas de entrada longas, com 2,6 milhões de ETH aguardando ativação — o pico em mais de dois anos. Tal dinâmica indica otimismo: stakers preferem entrar a sair, reduzindo a oferta circulante disponível no mercado.

Para o investidor brasileiro, isso significa potencial pressão altista no preço do ETH, pois menos tokens entram em circulação. A confiança na rentabilidade e segurança pós-Proof-of-Stake reforça essa tendência, com validadores vendo o Ethereum como reserva de valor sustentável.

A Tese de Vitalik: Simplificação como Prioridade

Vitalik Buterin, cofundador, alerta para a complexidade excessiva no código do Ethereum, que pode falhar no “walkaway test” — capacidade de operar sem os criadores originais. Em post recente, ele defende uma “coleta de lixo técnica“, removendo dependências desnecessárias e criptografias avançadas para priorizar simplicidade e auditabilidade.

A visão para 2026 inclui ritmo de desenvolvimento mais lento, focando em remover código obsoleto em vez de adicionar features. Exemplos como a transição PoW para PoS mostram sucesso nessa abordagem, garantindo descentralização sem tecnocracia centralizada.

Implicações para o Ecossistema

Esses marcos — recorde de uso, staking estável e plano de simplificação — posicionam o Ethereum como líder resiliente. Com taxas controladas e oferta comprimida, a rede atrai mais usuários sem sacrificar usabilidade. Investidores devem monitorar filas de validadores e atualizações no roadmap, pois indicam saúde on-chain e potencial de valorização. O foco em simplicidade assegura longevidade, beneficiando holders de longo prazo.


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Baleias cartoon fugindo de Dogecoin murcha com 0.13 enquanto trader malandro captura bots em rede XRP com 233K, satirizando malandragem cripto

Baleias Fogem de DOGE e Trader Engana Bots no Polymarket

As baleias de Dogecoin resolveram pular fora do barco bem na hora em que o preço afundava abaixo de US$ 0,13, levando a uma queda de 7% no fim de semana. Enquanto isso, um trader astuto embolou US$ 233 mil no Polymarket enganando bots em mercados de XRP com liquidez baixa. Baleias sem lealdade e bots sem inteligência: de quem foi o circo esse fim de semana?


Baleias Abandonam o Navio DOGE

As baleias, aquelas grandes investidoras que prometem amor eterno aos memecoins, mas somem no primeiro sinal de problema. Na Dogecoin, o preço despencou de US$ 0,137 para US$ 0,127 após vendas massivas ligadas a carteiras gigantes. Traders agora vigiam US$ 0,127 como suporte imediato, mas para estabilizar, precisa reconquistar US$ 0,137, agora transformada em resistência.

O movimento veio após falhas repetidas na resistência de US$ 0,137-0,138, disparando liquidações em cascata. Volume explodiu na queda, típico de vendas forçadas, não distribuição organizada. Memecoins como DOGE sofrem mais em rotações para ativos de menor risco, enquanto Bitcoin e cia seguram melhor. Ironia? As baleias que inflaram a euforia agora fogem, deixando o retail segurando a bagunça.

É o clássico: compram na euforia, vendem na baixa. Quem diria que ‘to the moon’ tinha data de validade?

Malandragem no Polymarket: Bots 0 x 1 Trader

Do outro lado do picadeiro, um gênio (ou vigarista, dependendo do ângulo) faturou US$ 233 mil no Polymarket. Explorou liquidez fina de sábado à noite para comprar ações “UP” baratas em contratos de XRP e, no último minuto, deu uma compra de US$ 1 milhão na Binance, garantindo acerto favorável antes de vender tudo.

Os bots de market making, programados para arbitragem cega, venderam na alta artificial, enchendo o bolso do trader. Custo da operação? Apenas US$ 6.200. Ele repetiu o truque em vários mercados, drenando lucros anuais de bots em uma noite. Polymarket diz que bots precisam ser mais espertos, com IA contextual para detectar armadilhas perto do settlement.

Debate rola solto: manipulação ou arbitragem genial? Num mercado 24/7, fins de semana são playground para malandros. Institucionais pedem regras mais duras para evitar isso.

O Circo Cripto Continua Girando

Esse fim de semana resume o criptomercado: baleias volúveis em DOGE e traders espertos explorando fraquezas em plataformas como Polymarket. Para DOGE, se US$ 0,127 romper, vai para US$ 0,125; acima de US$ 0,137, pode se recuperar. No Polymarket, o caso expõe bots vulneráveis – hora de evoluir ou virar alvo fácil.

Leitores, vale monitorar: lealdade das baleias dura até a primeira venda massiva, e bots precisam de cérebro além de algoritmos. O circo não para, mas quem ri por último? Provavelmente o trader anônimo brindando com seus lucros.


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Rede de torres mineradoras Bitcoin cyan sendo drenada por vórtice IA magenta, simbolizando queda no hashrate por disputa de energia

Hashrate do Bitcoin em Queda: IA Rouba Energia?

O hashrate da rede Bitcoin despencou para 993 EH/s na média móvel de sete dias, o menor nível em quatro meses, apesar da melhora na lucratividade dos mineradores. Pela primeira vez desde setembro, o indicador ficou abaixo de 1 zetahash por segundo (ZH/s). Analistas atribuem a queda à realocação de energia para data centers de inteligência artificial, em uma disputa crescente por recursos energéticos limitados. Isso levanta questões sobre a segurança da rede e a sustentabilidade da mineração.


A Queda Detalhada do Hashrate

O hashrate do Bitcoin registrou uma queda de quase 15% desde o pico de 1.157 EH/s em 19 de outubro de 2025. No sábado passado, o indicador rompeu a barreira dos 1.000 EH/s, atingindo 993 EH/s conforme dados da Hashrate Index. Essa é a mínima em quatro meses, mesmo com o preço do Bitcoin oscilando em torno de US$ 93.000.

A métrica reflete o poder computacional total dedicado à mineração e validação de blocos na blockchain. Quedas abruptas podem sinalizar desconexões de máquinas ou migração de recursos, mas o contexto aqui aponta para fatores externos ao ecossistema cripto.

Disputa por Energia: Mineradores Viram para a IA

Leon Lyu, CEO da StandardHash, destacou em postagem no X que mineradores estão realocando capacidade para computação de IA, buscando margens de lucro superiores. Instalações de mineração Bitcoin possuem infraestrutura de energia em larga escala e sistemas de resfriamento ideais para high-performance computing (HPC).

2025 foi descrito como o “ambiente de margens mais duro de todos os tempos” para mineradores, com receitas em colapso e dívidas crescentes. A IA emerge como alternativa lucrativa, competindo diretamente pela grade elétrica. Fabricantes como Bitmain podem estar deployando equipamentos excedentes de forma indireta, potencialmente subestimando o hashrate real reportado.

Lucratividade em Alta, mas Segurança da Rede?

Paradoxalmente, a dificuldade de mineração sofreu quatro reduções desde 12 de novembro de 2025, de 156 trilhões para 146,5 trilhões, facilitando a mineração e ajustando-se automaticamente à redução de hashrate. O hashprice, receita por unidade de poder computacional, subiu de US$ 37,15 para US$ 40 por PH/s/dia no último mês, indicando melhora na lucratividade.

Essa autorregulação da rede Bitcoin mitiga riscos à segurança. Ataques de 51% tornam-se menos viáveis com dificuldade ajustada, mas uma migração prolongada para IA poderia pressionar a descentralização se grandes pools dominarem o hashrate remanescente. Dados objetivos sugerem estabilidade no curto prazo.

Implicações e o Que Monitorar

A competição “Cripto vs. IA” por energia destaca vulnerabilidades na mineração tradicional. Mineradores diversificando para IA podem retornar se o hashprice de Bitcoin subir em mercados de alta, mas a pressão atual reforça a necessidade de inovação em eficiência energética, como chips de mineração mais potentes ou fontes renováveis.

Investidores devem acompanhar o hashrate semanal, ajustes de dificuldade e relatórios de empresas como Marathon Digital ou Riot Platforms. Se a tendência persistir, poderemos ver consolidação no setor, com sobreviventes mais eficientes. Os dados atuais indicam uma transição, não uma crise iminente para a rede Bitcoin.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon usando cartões cripto em compras com portas fiat reabrindo ao fundo, simbolizando retomada da Binance Austrália e US$ 18 bi em volume

Binance Austrália Retoma Fiat Após 2 Anos e Cartões Cripto Batem US$ 18 Bilhões

A Binance Australia retomou depósitos e saques fiat via PayID após dois anos sem acesso bancário, removendo uma barreira chave para traders locais. Isso coincide com o boom global dos cartões cripto, que movimentaram US$ 18 bilhões em 2025, superando transferências P2P em stablecoins. Cripto vira ferramenta cotidiana, do café ao investimento.


Retomada do Fiat na Binance Austrália

Em 2023, a Binance Australia perdeu suporte bancário da Cuscal por questões de compliance e prevenção de fraudes, forçando usuários a recorrerem apenas a cartões ou cripto para depósitos. Agora, desde a última sexta-feira, transferências diretas via PayID estão disponíveis para todos, após testes com grupo pequeno no ano passado.

Matt Poblocki, gerente geral da Binance na Austrália e Nova Zelândia, destaca que isso aumenta confiança e participação. Uma pesquisa recente mostrou que 58% dos australianos queriam depósitos irrestritos em exchanges, e 22% mudaram de banco para facilitar compras de crypto. Apesar de desafios regulatórios, como processo da ASIC por misclassificação de clientes, a resiliência prevaleceu.

Boom dos Cartões Cripto: US$ 18 Bi em 2025

Os pagamentos com cartões ligados a cripto saltaram de US$ 100 milhões para US$ 1,5 bilhão por mês em 2025, totalizando US$ 18 bilhões no ano, quase empatando com os US$ 19 bilhões em transferências P2P de stablecoins. Visa processa mais de 90% do volume, via parcerias com plataformas como Gemini e Bybit, enquanto Mastercard cresce com integrações diretas.

Empresas como Rain e Reap oferecem emissão de cartões completos, tornando stablecoins a camada de liquidação para gastos reais. Esse crescimento reflete a maturidade: cripto não é mais só especulação, mas pagamento prático.

Por Que Cartões Superam Transferências P2P

O hook está na utilidade diária: do café à gasolina, cartões recompensam gastos com crypto, atraindo e retendo usuários. Na Gemini, 56% dos novos clientes vieram via cartão de crédito em Q3 2025, com 75% ativos no fim do período. Wallets como MetaMask e Phantom emitem stablecoins nativas (mUSD, CASH) para fondear cartões, gerando receita estável via taxas de intercâmbio.

Em emergentes como Índia e Argentina, servem de hedge contra inflação; em desenvolvidos, conveniência para holders de stablecoins. Plataformas CEX/DeFi usam para fidelidade, transformando rotina em engajamento.

Infraestrutura Bancária se Rende à Cripto

A volta do fiat na Binance sinaliza que bancos e redes de pagamento cedem à demanda por integração. Isso acelera adoção: usuários gastam crypto sem fricção, impulsionando volume on-chain. Para brasileiros, é sinal prático: cripto entra no cotidiano global, facilitando desde remessas até compras diárias. Monitore como isso evolui em 2026.


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Pilar cristalino de tokenização com 350B gravado no topo emergindo de base de stablecoins, rede cyan dominante simbolizando ATH de RWAs e liderança Canton

RWA Atinge ATH de US$ 350 Bi: Canton Network Domina Tokenização

O mercado de ativos do mundo real (RWAs) registrou um novo recorde histórico de US$ 350,8 bilhões neste domingo, impulsionado principalmente por stablecoins que representam US$ 299,71 bilhões. A Canton Network domina com 94% do valor total, hospedando 7.673 projetos. Esse crescimento reflete a maturidade da tokenização on-chain, atraindo instituições tradicionais para blockchains permissionadas.


Detalhes do Novo ATH no Mercado RWA

O valor total dos RWAs em circulação alcançou US$ 350,8 bilhões, com o número de holders subindo para 636.267, segundo dados do RWA.xyz. Esse marco demonstra a transição da tokenização de um conceito especulativo para uma aplicação prática no ecossistema blockchain. Os ativos distribuídos somam US$ 21,34 bilhões, gerenciados diretamente por carteiras de investidores.

A Canton Network, alimentada pela Broadridge DLR, lidera com US$ 330,1 bilhões em 7.673 projetos. Essa infraestrutura permissionada para instituições é respaldada por gigantes do TradFi, como Goldman Sachs, JPMorgan e Deutsche Bank, oferecendo silos seguros para tokenização de ativos reais.

Ethereum segue com 644 projetos valendo US$ 13 bilhões, enquanto Provenance (HASH) surpreende com US$ 14,7 bilhões em um único projeto. Solana contribui com US$ 1,1 bilhão em 319 iniciativas, e ZKsync Era soma US$ 2,6 bilhões.

Stablecoins: A Base do Crescimento RWA

As stablecoins respondem por cerca de 85% do mercado RWA, com US$ 299,71 bilhões e 222,79 milhões de usuários. Elas atuam como ponte entre o mundo fiat e o on-chain, facilitando liquidez e estabilidade para tokenização.

Em segundo lugar, dívidas do Tesouro dos EUA tokenizadas somam US$ 9,05 bilhões, seguidas por commodities (US$ 3,77 bilhões), crédito privado (US$ 2,4 bilhões) e fundos alternativos institucionais (US$ 2,19 bilhões). Essa diversificação sinaliza a expansão para além das stablecoins, mas elas permanecem o pilar fundamental.

A dominância das stablecoins destaca como a tokenização resolve problemas de liquidez e acessibilidade, permitindo que ativos reais sejam fracionados e negociados 24/7 em blockchains.

Aster e Buybacks: DeFi Capturando Valor dos RWAs

Enquanto RWAs crescem, protocolos DeFi como o Aster ilustram como capturar esse valor. O protocolo ativou uma reserva de recompra estratégica, alocando 20-40% das taxas diárias da exchange de futuros perpétuos para recompras automáticas de tokens ASTER.

Essa iniciativa complementa o programa Stage 5 de buybacks, iniciado em dezembro de 2025, podendo direcionar até 80% das taxas para recompras on-chain rastreáveis. Financiado por fees de trading perpétuo e o modo Shield (que cobra apenas em trades lucrativos), o Aster já recomprou mais de 209 milhões de ASTER, equivalentes a US$ 140 milhões.

O mecanismo dinâmico responde a condições de mercado, reforçando a demanda por ASTER em meio à volatilidade. Apesar de uma queda de 13% no preço em 30 dias, reflete pressões gerais do mercado, posicionando o protocolo para 2026 com receita sustentável.


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Roda de engrenagem do ciclo de 4 anos do Bitcoin inclinada para baixo, com miners cartoon capitulando e ETFs acelerando declínio

Ciclo de 4 Anos do Bitcoin Vivo: Queda Gradual Pode Ter Começado

O ciclo de quatro anos do Bitcoin não morreu, ele só ficou mais cruel. Uma pesquisa da Canary Capital revela que, apesar do pico em outubro de 2025 a US$ 126.000, uma queda gradual de 50-55% pode estar em curso. Já com 30% de desvalorização, o mercado baixista ganha sobrevida por 6-9 meses, questionando a narrativa de que ‘desta vez é diferente’. Capitulação dos miners e mudanças macroeconômicas aceleram o processo, enquanto o otimismo de alta é prematuro.


Queda Precoce: Capitulação dos Miners e Custos Crescentes

O relatório ‘Bitcoin’s Four-Year Cycle: The 2025 Reality Check’ explica por que a baixa chegou mais cedo. Custos de eletricidade dispararam com a expansão de data centers de IA, pressionando miners pequenos e médios. Expuseram-se a preços variáveis, forçando liquidações prematuras de reservas de Bitcoin.

Outro fator foi o colapso do bitcoin basis trade após a chegada dos ETFs spot. Prêmios de futuros encolheram, eliminando incentivos de arbitragem. Segundo o estudo, isso resultou em ‘capitulação generalizada de miners mais cedo que o histórico’. Globalmente, mercados cripto reavaliam dinâmicas sob essas pressões estruturais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.382 (-2,44% em 24h), reforçando a tendência de baixa.

Ciclo Intacto: ETFs Não Eliminam Influência dos Miners

Muitos alegam que ETFs e maior acesso institucional quebraram o ciclo. Canary Capital rebate: ‘O ciclo de quatro anos permanece intacto. O Bitcoin atingiu o pico em outubro a cerca de US$ 126.000, alinhado com ciclos anteriores’. Novos veículos melhoram eficiência, mas não neutralizam sellers forçados como miners.

‘A alegação de que ETFs desbloqueiam capital suficiente para eliminar o papel dos miners é falsa, pelo menos neste ciclo’, afirma o relatório. Comportamento importa tanto quanto disponibilidade. Volatilidade de alta e baixa diminui a cada halving, mas miners seguem influentes.

Divergências em bancos centrais — Fed frouxo vs. aperto japonês — e gasto consumidor fraco limitam retail, alinhando com fraqueza histórica do Bitcoin.

Previsão de Declínio: 50-55% Até o Fundo em 2026

Steven McClurg, fundador da Canary, projeta ‘fase baixista com declínio de 50-55% do pico ao fundo. Com BTC já 30% abaixo, queda gradual nos próximos 6-9 meses é razoável’. Alinha-se às mudanças no Fed, com fundo cíclico no verão 2026, seguido de recuperação.

Impacto marginal dos halvings diminui, mas sellers estruturais persistem. Isso tempera euforia: enquanto bulls sonham com moon, dados sugerem prolongamento da baixa. Investidores devem monitorar miner economics e macro policy para timing.

2026: Foco em Adoção e Fundamentos

Pós-trough, o relatório aponta para seletividade: ‘2026 definido por adoção e lucratividade real’. Ênfase em on-chain lending, tokenização de ativos reais, stablecoins e infraestrutura de pagamentos. Diferenciação por fundamentos no setor cripto.

Para brasileiros, com BTC em R$ 500 mil, a lição é clara: ciclos persistem, mas evoluem. Não compre a narrativa de alta sem dados. Vale posicionar para volatilidade moderada e fundo gradual.


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Antenas Wi-Fi gêmeas cyberpunk, uma falsa drenando cripto dourada de smartphone de viajante, alertando sobre ataques Evil Twin

Alerta ‘Evil Twin’: Wi-Fi Público Pode Drenar Suas Criptos em Viagens

Aquele Wi-Fi grátis do aeroporto pode custar todas as suas criptomoedas. Um ataque ‘Evil Twin’ clona redes legítimas para interceptar senhas e credenciais, drenando carteiras em minutos. Especialistas alertam que isso é comum em locais de viagem como hotéis e cafés. Eu quero que você proteja seus ativos: evite o risco com medidas simples e volte para casa em paz.


O Que São Ataques ‘Evil Twin’?

Os ataques ‘Evil Twin’ ocorrem quando criminosos criam redes Wi-Fi falsas que imitam as oficiais, como o ‘Wi-Fi Aeroporto Gratuito’. Seu dispositivo se conecta automaticamente ao clone, permitindo que o hacker intercepte todo o tráfego de dados. Isso inclui senhas de exchanges, códigos de autenticação de dois fatores (2FA) e até seed phrases se você cometer o erro de acessá-las.

De acordo com especialistas em cibersegurança, esses golpes são frequentes em aeroportos, estações de trem, cafés e conferências. Um caso recente na Austrália levou à prisão de um homem que instalou pontos falsos em um aeroporto para capturar dados pessoais. O risco é real: em poucas horas, você pode perder tudo sem perceber.

Como Eles Drenam Suas Criptomoedas?

Conectar-se a uma rede maliciosa não rouba cripto diretamente se você não transmitir chaves privadas. No entanto, os atacantes usam páginas falsas de login, atualizações ou prompts para induzi-lo a inserir credenciais. Uma vez capturadas, eles acessam sua conta em exchanges centralizadas e transferem fundos para carteiras desconhecidas.

Exemplos reais incluem um usuário que perdeu sua carteira após usar Wi-Fi de hotel, caindo em truques de engenharia social. Mesmo sem ver sua chave privada, credenciais de e-mail ou 2FA permitem drenos rápidos. Em 2025, engenharia social custou bilhões em cripto, e Wi-Fi público é um vetor perfeito para isso.

Dicas Práticas Para Se Proteger em Viagens

Como investidora cautelosa, recomendo seguir estas etapas para blindar seus ativos:

  1. Use seu hotspot móvel: Compartilhe dados do celular em vez de Wi-Fi público. É mais seguro e evita conexões falsas.
  2. VPN sempre ativa: Escolha uma confiável como ExpressVPN ou NordVPN para criptografar todo o tráfego. Nunca acesse carteiras sem ela.
  3. Desative auto-conexão: No celular ou laptop, impeça que o dispositivo se conecte automaticamente a redes conhecidas.
  4. Confirme a rede: Pergunte ao staff do local qual é a Wi-Fi oficial antes de conectar.
  5. Evite ações sensíveis: Não faça transferências, trocas ou conexões a dApps em Wi-Fi público. Use apenas para checar saldos.

Além disso, digite URLs manualmente ou use bookmarks, nunca clique em anúncios de busca. Nunca insira seed phrases em sites, mesmo que pareçam legítimos.

Estratégias Avançadas e o Que Fazer se Acontecer

Crie uma carteira de viagem separada com fundos limitados. Deixe seus holdings principais intocados e use um hot wallet pequeno para despesas diárias. Se o telefone for roubado ou infectado, o prejuízo é mínimo.

Ative 2FA offline com apps como Authy ou hardware como YubiKey. Em eventos cripto, fique atento a furtos e links maliciosos. Se suspeitar de drenagem, desconecte tudo, mude senhas em rede segura e contate a exchange imediatamente.

Viajar com cripto exige vigilância, mas com essas práticas, você minimiza riscos e foca no que importa: curtir a viagem sem preocupações.


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Personagem cartoon cripto América Latina sob pressão de mão tributária brasileira e risco de delisting da Canaan na Nasdaq

Brasil no Cerco Tributário e Canaan em Risco na Nasdaq

Nas fronteiras da América Latina, o cerco tributário sobre stablecoins no Brasil ganha contornos de batalha judicial, enquanto a instabilidade venezuelana ecoa em narrativas globais com Trump. Ao mesmo tempo, a fabricante de miners Canaan recebe aviso de delisting da Nasdaq por ações abaixo de US$ 1. Esses eventos, ignorados por muitos investidores, sinalizam uma semana decisiva para o ecossistema cripto regional.


Brasil Resiste ao Imposto sobre Stablecoins

A indústria cripto brasileira, liderada pela recém-eleita presidente da Abcripto, Julia Rosin, promete judicializar qualquer tentativa governamental de taxar transações com stablecoins via decreto. A entidade argumenta que isso equipararia criptoativos a moedas estrangeiras, contrariando leis aprovadas pelo Congresso. “É inconstitucional”, alerta Rosin, em meio a discussões sobre regulação que podem frear a adoção de stablecoins como ferramenta de proteção inflacionária.

O movimento ocorre em um contexto de maior escrutínio fiscal sobre o setor, com o governo buscando receitas em ativos digitais. Para investidores locais, isso representa risco regulatório imediato, podendo elevar custos e reduzir liquidez em plataformas nacionais. A batalha judicial pode se estender por meses, definindo o futuro tributário das criptomoedas no país mais populoso da região.

Venezuela e o Elo com Trump: Ondas Geopolíticas

A instabilidade política na Venezuela ganha projeção global com um vídeo viral da Casa Branca: Donald Trump dançando ao som de “Gasolina”, celebrando preços de gasolina abaixo de US$ 3 em 43 estados americanos. Analistas ligam isso ao retorno de óleo venezuelano ao mercado dos EUA, apesar de controvérsias sobre impactos nos preços.

Embora o elo direto com cripto seja indireto, a volatilidade energética afeta narrativas sobre mineração de Bitcoin na região. Países latinos dependem de energia barata para operações de mining, e sanções ou fluxos de commodities podem elevar custos operacionais. Investidores devem monitorar como essa dinâmica geopolítica influencia a atratividade da América Latina para hashrate global.

Canaan na Corda Bamba: Crise dos Fabricantes de miners

A Canaan Inc., listada na Nasdaq, enfrenta 180 dias para elevar suas ações acima de US$ 1 por pelo menos 10 sessões consecutivas, sob pena de delisting. As ações caíram 63% em 12 meses, fechando em US$ 0,79 na sexta-feira. A migração de mineradoras para computação de IA reduz demanda por rigs de cripto.

Apesar de um grande pedido de 50.000 rigs Avalon A15 Pro em outubro, o setor sofre com bear market e pivot para AI. Um reverse stock split é opção extrema. Para o ecossistema local, isso pressiona preços de hardware e força mineradores latinos a buscar alternativas, como usados ou produção regional.

Implicações para o Ecossistema Latino-Americano

Esses eventos convergem em um panorama de incertezas: regulação brasileira ameaça inovação, Venezuela instabiliza energia, e Canaan sinaliza fraqueza no hardware. Na Argentina, o lançamento do primeiro cartão respaldado por Bitcoin pela Lemon (até 1 milhão de pesos com 0,01 BTC de colateral) oferece contraponto positivo.

Investidores regionais devem observar: decisões judiciais no Brasil, fluxos energéticos venezuelanos e recuperação de miners. Essa interseção de fronteiras e bolsas tradicionais redefine estratégias cripto na América Latina, onde adoção cresce apesar dos ventos contrários.


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Cubo geométrico abstrato com 65% em verde neon e espiral dourada emergente, simbolizando chance de alta do Bitcoin em 2026 apesar ciclo alterado

Bitcoin 2026 Verde? Analistas Dão 65% de Chance Apesar do Ciclo Quebrado

O tradicional ciclo de preços do Bitcoin parece quebrado, com 2025 registrando ano vermelho após dois verdes consecutivos, contrariando o padrão histórico de três anos de alta seguidos por um de baixa. Ainda assim, o analista Egrag Crypto atribui 55-65% de probabilidade de 2026 terminar verde, dependendo de fechamentos mensais acima de US$ 105 mil e suporte em US$ 90 mil. Em contraste, a Aptos (APT) busca recuperação rápida, com alvos de até US$ 2,43 até fevereiro após queda de 11% para US$ 1,62.


Desvio no Ciclo Histórico do Bitcoin

Historicamente, o Bitcoin seguia um ritmo previsível alinhado ao ciclo de halving de quatro anos: três anos consecutivos de fechamento anual positivo (verde) seguidos por um negativo (vermelho). De 2023 a 2025, porém, o padrão foi verde-verde-vermelho, rompendo a sequência esperada de verde x3-vermelho, conforme análise detalhada do especialista Egrag Crypto.

Essa quebra sugere uma fase de resfriamento em 2025, não necessariamente o início de um bear market prolongado. Para 2026 ser verde — com probabilidade de 55-65% —, são necessários sinais de confirmação como estabilidade acima da banda macro de US$ 90 mil e momentum forte em timeframes elevados. Caso contrário, há 35-45% de chance de consolidação estendida, com ranges mais amplos e progresso lento. PlanB reforça que o modelo stock-to-flow foca em médias cíclicas, com a atual em torno de US$ 90 mil, superior aos ciclos anteriores.

Atualmente, o BTC negocia próximo de US$ 97 mil, com variação de cerca de 2% diária, 8% semanal e 12% mensal, recuperando resistências chave como US$ 95 mil e mirando a média exponencial de 50 semanas em US$ 97.500.

Alvos Técnicos para Aptos em Fevereiro

A APT caiu 11% para US$ 1,62, mas analistas mantêm otimismo de médio prazo. Previsões indicam alvos curtos de US$ 1,90-US$ 2,08 em uma semana e US$ 2,25-US$ 2,43 em um mês, conforme projeções de Tony Kim e Rongchai Wang. O rompimento acima de US$ 2,00 seria o gatilho de alta principal.

No técnico, RSI em 39 sugere neutralidade com viés de sobrevenda, MACD com viés de baixa mas convergindo (linha em -0,017), e preço abaixo da banda inferior de Bollinger (%B -0,0716), indicando potencial bounce para a banda média em US$ 1,84. Resistências imediatas: SMAs de 7/20 dias em US$ 1,81/1,84. Suporte crítico em US$ 1,47; quebra leva a US$ 1,33.

Para entradas, aguarde bounce com stop abaixo de US$ 1,47 ou break acima de US$ 1,81 com volume. A divergência entre fraqueza curta e otimismo médio cria janela de oportunidade.

Cotação Atual e Implicações para 2026

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 500.196,93 (média das exchanges BR), com variação de -2,44% em 24h e volume de 183,8 BTC. Isso reflete volatilidade global, mas reforça resiliência relativa do BTC (market share >57%).

Para investidores brasileiros, monitorar fechamentos mensais acima de US$ 105K (equivalente a ~R$ 525 mil) é crucial. APT, com ecossistema em expansão, pode surfar uma recuperação do BTC. Próximos passos: vigiar suportes BTC US$ 90K e APT US$ 1,47; breaks definem direção. Probabilidades favorecem upside em 2026, mas com riscos de consolidação.


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Personagem BlackRock cartoon atraindo 73% de rio dourado de capital para cofre IBIT em ETFs Bitcoin, simbolizando dominância institucional

BlackRock Domina: 73% dos US$ 1,42 Bi em Inflows Recordes de ETFs BTC

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA registraram US$ 1,42 bilhão em influxos na semana de 12 a 16 de janeiro de 2026, o maior volume em três meses, segundo a crypto.news. A BlackRock dominou com seu IBIT capturando 73% das entradas (US$ 1,035 bilhão), enquanto a BeInCrypto destaca o otimismo institucional. Por que o Wall Street escolheu a BlackRock para custodiar o futuro do Bitcoin? Esse movimento reforça a tese de adoção massiva.


Recordes Semanais e Reversão de Fluxos

Os influxos de US$ 1,42 bilhão marcam uma virada impressionante após saídas de US$ 681 milhões na semana anterior, conforme detalhado pela crypto.news. O pico ocorreu na terça-feira (14/01), com US$ 843,62 milhões, seguido por US$ 753,73 milhões na segunda. Apesar de uma saída de US$ 394,68 milhões na quinta, o saldo semanal foi robusto.

Os ativos totais dos ETFs de Bitcoin atingiram US$ 124,56 bilhões, com influxos cumulativos de US$ 57,82 bilhões desde o lançamento. Esse volume reflete a maturidade do produto, atraindo investidores institucionais em busca de exposição regulada ao BTC.

Dominância do IBIT e o ‘Smart Money’

O iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock liderou com US$ 1,035 bilhão em entradas, representando 73% do total, como reportado pela NewsBTC. Essa concentração demonstra confiança no track record da maior gestora de ativos do mundo, que oferece custódia segura e liquidez superior.

O ‘smart money’ — fundos de pensão, endowments e family offices — prefere o IBIT por sua escala e integração com portfólios tradicionais. Essa preferência não é aleatória: reflete a visão de longo prazo de que o Bitcoin é reserva de valor definitiva, impulsionando a demanda institucional.

Impacto na Liquidez e Perspectivas de Preço

A absorção massiva pelo IBIT reduz a liquidez spot no mercado, retirando Bitcoins da circulação disponível. Como os ETFs compram BTC diretamente, isso cria escassez artificial, pressionando preços para cima. A BeInCrypto nota que o BTC segura suporte em US$ 95 mil, com potencial para US$ 98 mil e US$ 100 mil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 509.386,87 às 20:39 deste domingo (variação -0,58% em 24h). Essa dinâmica sugere consolidação com viés de alta, com influxos persistentes podendo catalisar nova alta.

O Que Isso Significa para Investidores

Para brasileiros, essa dominância valida a tese de adoção global. O ‘smart money’ concentrado no IBIT sinaliza confiança no ecossistema Bitcoin, melhorando liquidez institucional e reduzindo volatilidade a longo prazo. Vale monitorar se os fluxos mensais sustentam esse ritmo — os dados sugerem que sim, reforçando o viés de alta.

Investidores devem observar o preço BTC acima de US$ 95 mil como sinal positivo, preparando terreno para US$ 100 mil.


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Personagens cartoon de bilionários crypto em leilão extravagante por 60 minutos com pilha de US$30M, satirizando vaidade de Justin Sun e Elon Musk

US$ 30 Milhões por 60 Minutos: Vaidade de Justin Sun com Elon Musk

Em um tweet que resume o teatro do absurdo cripto, o fundador do TRON, Justin Sun, declarou estar disposto a pagar US$ 30 milhões por apenas 60 minutos de conversa particular com Elon Musk. Não é piada de memecoin: Sun, conhecido por suas extravagâncias, eleva a vaidade a outro patamar, enquanto o mercado meme como a SHIB amarga uma queda de 86,14% em sua métrica de queima. Uma ‘DR’ milionária em tempos de desilusão? O cripto nunca decepciona no circo.


A Oferta que Vale Mais que um ETF

Imagine: uma hora com Elon Musk, o homem que move mercados com um tweet sobre cachorros. Justin Sun não imaginou – ele ofereceu. No dia 18 de janeiro de 2026, respondendo a uma enquete viral "$30M ou 24 horas com Elon Musk?", Sun foi direto: "Se eu pudesse passar uma hora sozinho conversando com @elonmusk, eu pagaria US$ 30 milhões." Simples assim. Sem hesitação, sem asteriscos.

Por que tanto? Sun, o eterno showman do TRON, vê nisso mais que um papo: uma valuation de acesso. Em um mundo onde clout vira capital, 60 minutos com Musk poderiam render parcerias insanas – de stablecoins TRON-Tesla a integrações no X. Ou talvez só um selfie para o portfólio de vaidades. De qualquer forma, US$ 30 milhões por hora faz um leilão de banana parecer pechincha.

Histórico de Extravagâncias: De Buffett a Bananas Espaciais

Não é a primeira vez que Sun transforma dinheiro em holofote. Em 2019, ele desembolsou US$ 4,5 milhões por um almoço com Warren Buffett – que cancelou, mas o buzz ficou. Depois, comprou uma banana com fita adesiva por mais de US$ 6 milhões e ofereceu enviá-la ao espaço via SpaceX. Poloniex, Huobi, TUSD: Sun coleciona aquisições como quem junta figurinhas.

Essa oferta para Musk encaixa no padrão: ostentação calculada. Não é meme se você tem os fundos no wire. Num mercado onde narrativas viram pumps, Sun sabe que uma frase pode eclipsar gráficos. Mas e o TRX? Segue estável, alheio ao drama pessoal do fundador.

SHIB: O Balde de Água Fria na Euforia Meme

Enquanto Sun sonha com DRs milionárias, a SHIB acorda com ressaca. A taxa de queima despencou 86,14% em 24 horas, para míseros 749 mil tokens incinerados, segundo o Shibburn. Num projeto que já queimou 410 trilhões, isso é um fiasco. O "cruzamento dourado" das médias móveis? Esqueça – preço preso em US$ 0,00000841, beirando suporte.

Sem deflação, a euforia dos memecoins evapora. Volume on-chain parado, holders em silêncio. É o contraste perfeito: Sun joga alto, SHIB patina. Quem diria que vaidade bilionária e queima pífia caberiam no mesmo relatório? O mundo dos memecoins, sempre volátil, ri por último – ou chora.

XRP Estagnado e Outlook do Circo Cripto

No meio do espetáculo, XRP acumula US$ 1,52 bilhão em ETFs – 1,20% do market cap trancado. Inflows semanais? Apenas US$ 56,83 milhões, longe dos picos de dezembro. Preço? Parado em US$ 2,05, ignorando a escassez. Bitcoin testa US$ 100 mil, mas fins de semana são calmos – segundas agitam.

Vale monitorar: se burns da SHIB não rebote, invalida o otimismo. Sun e Musk? Pode ser blefe ou bombástico. No cripto, US$ 30 milhões por hora é só o preço da entrada no show.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Metade esquerda com político cartoon impondo tarifas em mapa caótico, direita com monolito Bitcoin sereno e investidor zen, destacando descorrelação geopolítica

Bitcoin Ignora Guerra Tarifária de Trump Contra a UE

A União Europeia convocou uma reunião de emergência após o presidente Donald Trump anunciar tarifas de 10% sobre bens de oito países europeus, com risco de elevação para 25% até junho de 2026. A medida visa pressionar pela venda da Groenlândia aos EUA, citando segurança nacional contra interesses da China e Rússia. Apesar do caos geopolítico e reações nos mercados tradicionais, o Bitcoin (BTC) permanece estável acima de US$ 95.000, demonstrando resiliência em meio à tensão.


Tarifas como Arma pela Groenlândia

O presidente Trump justificou as tarifas iniciais de 10% sobre importações da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia, efetivas a partir de 1º de fevereiro. A escalada para 25% ocorrerá se não houver acordo para a aquisição completa da Groenlândia até 1º de junho. Trump argumenta que os EUA subsidiaram a UE por décadas sem reciprocidade, e que apenas a liderança americana pode defender a ilha de ameaças externas.

Ele destacou sistemas de defesa avançados, como o “Golden Dome”, que dependem da posição estratégica da Groenlândia para máxima eficiência. Os EUA tentam comprar o território dinamarquês há mais de 150 anos, mas circunstâncias atuais, incluindo interesses de China e Rússia, tornam a questão urgente para a segurança global.

Respostas Imediatas da UE e Democratas

A resposta europeia foi rápida: a UE planeja suspender a aprovação de acordos comerciais com os EUA e marcou a reunião de emergência para discutir contramedidas. Analistas do Kobeissi Letter classificam isso como o quarto passo na estratégia tarifária de Trump, prevendo aberturas mais baixas nos mercados na segunda-feira, mas com negociações prolongadas pela complexidade da aquisição territorial.

Nos EUA, democratas avançam com legislação para bloquear as tarifas propostas, intensificando o embate doméstico. Esse cenário de incerteza afeta ações e moedas tradicionais, mas reforça a descorrelação do Bitcoin com choques geopolíticos regionais.

Bitcoin como Porto Seguro Geopolítico

Diferente de guerras comerciais passadas, como a de 2025 com a China que derrubou o BTC de US$ 110.000 para US$ 75.000, o ativo digital exibe calma absoluta neste fim de semana volátil – o único mercado aberto 24/7. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 510.040,93 às 20:32 de hoje, com variação de -0,44% em 24 horas.

Essa estabilidade reflete a maturidade do BTC como reserva de valor neutra, imune a barreiras alfandegárias e disputas territoriais. Investidores veem no Bitcoin uma proteção contra instabilidades fiat ligadas a políticas nacionais, especialmente em cenários de protecionismo como o de Trump.

Implicações e Próximos Passos

A descorrelação geopolítica do Bitcoin sugere que ele pode se beneficiar de tensões prolongadas, atuando como hedge contra riscos sistêmicos. Mercados aguardam o resultado da reunião da UE, abertura dos futuros e possíveis negociações Trump-Dinamarca. Vale monitorar volumes e suporte em US$ 95.000, pois novas escaladas tarifárias podem testar essa resiliência.

Para brasileiros, o BTC oferece diversificação além de choques globais, com liquidez nas exchanges locais.


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Personagem cartoon usando cartão cripto em loja cotidiana, superando pilhas de apps P2P, simbolizando US$ 18 bi em pagamentos anuais

Cartões Cripto Superam P2P: US$ 18 Bi em Pagamentos Anuais

Cripto virou dinheiro comum? Os números de 2025 dizem que sim. Pagamentos com cartões cripto explodiram para US$ 18 bilhões, superando as transferências ponto a ponto (P2P) em stablecoins. De US$ 100 milhões mensais no início do ano para mais de US$ 1,5 bilhão, com crescimento de 106% ao ano. Isso é o xeque-mate nas críticas de que cripto não serve para o cotidiano — agora é aceito em Visa e Mastercard para o café da manhã ao supermercado.


Crescimento Explosivo: De Nicho a Rotina Global

Os cartões ligados a cripto tornaram-se o principal motor de atividade on-chain com stablecoins, ultrapassando as tradicionais transferências P2P que somaram US$ 19 bilhões no ano. Segundo relatório da Artemis, o volume mensal saltou de US$ 100 milhões para US$ 1,5 bilhão em 2025, um ritmo anual de 106% desde 2023. Visa domina com mais de 90% das transações, graças a parcerias iniciais com plataformas cripto e fintechs. Mastercard avança com integrações diretas em exchanges como Revolut, Bybit e Gemini.

Empresas como Rain e Reap oferecem soluções completas de emissão de cartões, facilitando o uso para consumidores e negócios. No Brasil, onde o Pix reina, esses cartões cripto chegam como opção para quem quer recompensas em stablecoins ao pagar contas cotidianas, transformando gastos rotineiros em ganhos extras.

Do Café ao Supermercado: Uso Prático no Dia a Dia

Imagine pagar o café da manhã com USDC da sua carteira MetaMask, sem taxas de conversão ou burocracia. É isso que os cartões cripto viabilizam hoje. Plataformas como Gemini captaram 56% de seus usuários nos EUA via cartões de crédito cripto no terceiro trimestre de 2025, com 75% permanecendo ativos. Wallets auto-custodiais como MetaMask e Phantom lançaram stablecoins próprias — mUSD e CASH — para financiar esses cartões, gerando renda estável via taxas de intercâmbio.

Para o brasileiro médio, isso significa usar Mastercard ou Visa para compras no supermercado, farmácia ou posto de gasolina, com liquidação em stablecoins. Em mercados emergentes como Índia (fluxos cripto de US$ 338 bi) e Argentina (USDC em 46,6% do uso), servem como hedge contra inflação. Aqui, é chance de driblar volatilidade e ganhar cashback em cripto para o mês todo.

Por Que Considerar um Cartão Cripto Agora

Os incentivos são claros: exchanges e DeFi usam cartões para fidelizar clientes com recompensas em cripto por gastos diários. No lugar de depender só de swaps cíclicos, wallets ganham com uso recorrente. Futuro? Stablecoins vão crescer, e cartões escalam junto, tornando cripto tão prática quanto cartão de débito tradicional.

Para começar: baixe MetaMask, conecte a uma exchange parceira e solicite seu cartão Visa ou Mastercard cripto. Teste no próximo café — recompensas instantâneas mostram o poder prático. No Brasil, com adoção crescente, é hora de integrar cripto ao orçamento familiar sem complicações.


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Gerente cartoon de fast-food entregando hambúrguer com raio Lightning e cofre BTC crescendo marcado 15%, simbolizando adoção corporativa

Steak ‘n Shake: 15% Mais Vendas e 105 BTC no Tesouro

A rede de hambúrgueres Steak ‘n Shake está celebrando resultados excepcionais: após oito meses aceitando pagamentos em Bitcoin via Lightning Network, as vendas nas mesmas lojas subiram 15%, com taxas de processamento reduzidas em quase 50%. A empresa anunciou a aquisição de US$ 10 milhões em Bitcoin, totalizando 105 BTC em sua nova reserva estratégica. É a fórmula MicroStrategy adaptada ao fast-food, provando que o BTC impulsiona crescimento real.


Integração Lightning: Menos Custos, Mais Lucro

Desde maio de 2025, todas as unidades nos EUA aceitam Bitcoin pela Lightning Network, com apoio público de Jack Dorsey. O impacto foi imediato: taxas de processamento caíram quase 50% em comparação aos cartões de crédito tradicionais, liberando margem para reinvestimentos. As vendas same-store — lojas abertas há mais de um ano — registraram alta de 15%, mostrando que a inovação em pagamentos atrai clientes e otimiza operações.

Todos os pagamentos em BTC dos clientes fluem diretamente para a Strategic Bitcoin Reserve (SBR), sem conversão para fiat. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 510.095 nesta consulta, valorizando a reserva em cerca de R$ 53,5 milhões.

Sistema Autossustentável: Vendas Alimentam BTC

A reserva estratégica de 105 BTC é alimentada pelo fluxo de caixa operacional. Em outubro de 2025, parceria com Fold Holdings lançou promoções: clientes ganham US$ 5 em BTC ao comprar o “Bitcoin Burger” ou “Bitcoin Meal”. A empresa doa 210 satoshis por refeição para OpenSats, apoiando desenvolvimento open-source do Bitcoin.

No X, a Steak ‘n Shake descreveu o modelo como “autossustentável”: mais hambúrgueres vendidos significam mais BTC acumulado. Fundada há 91 anos e controlada pela Biglari Holdings, a rede transforma o BTC de mera especulação em ferramenta de eficiência cotidiana.

Diferente da MicroStrategy: Crescimento Orgânico

Diferente da MicroStrategy, que emite dívida para comprar BTC, a Steak ‘n Shake usa receitas reais de clientes. Mais de 200 empresas globais adotam Bitcoin no balanço, mas este caso pioneiro no setor alimentício destaca o viés de alta operacional. Analistas veem expansão para outros varejistas: imagine redes como McDonald’s seguindo o exemplo.

A transparência é chave: a reserva é registrada diretamente no balanço patrimonial. Com margens melhores, a empresa reinveste em qualidade do menu, criando um ciclo virtuoso. Este é o futuro corporativo: Bitcoin como reserva de valor gerada pelo negócio, não por especulação.

Bitcoin como Motor de Crescimento

Para investidores brasileiros, o case inspira: em um mercado onde o BTC negocia a R$ 510 mil, empresas adotando cripto via pagamentos cotidianos sinalizam maturidade. Vale monitorar se a Biglari Holdings amplia a estratégia. O leitor deve ver aqui um modelo replicável, provando que BTC gera prosperidade real no mundo real.


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