Executivos cartoon carregando sacos de ouro saindo de portão ETF rachado com BTC eclipsado, ilustrando sangria institucional de US$ 1,8 bi liderada por BlackRock

Sangria Institucional: BlackRock Lidera Saída de US$ 1,8 Bi de ETFs

A fuga institucional de US$ 1,82 bilhão de ETFs de Bitcoin e Ether em cinco dias de negociações derrubou o BTC para perto de US$ 78 mil. Liderados pela BlackRock, os resgates estendem uma sequência de quatro dias de saídas, liquidando a narrativa de ‘compra infinita’ por grandes players. Enquanto isso, o ouro e a prata em altas expressivas sugerem rotação de capital para ativos tradicionais de proteção.


Sequência de Quatro Dias de Resgates nos ETFs

Os ETFs de Bitcoin registraram US$ 509,7 milhões em resgates líquidos em 30 de janeiro, marcando o quarto dia consecutivo de saídas em cinco sessões, conforme dados da SoSoValue. No total semanal, o fluxo negativo chegou a US$ 1,49 bilhão para BTC, com Ether adicionando mais US$ 327 milhões em retiradas.

Esse movimento contrasta com entradas recordes vistas no início do ano. O BTC, que patinava próximo a US$ 83 mil, agora testa suportes inferiores em meio à pressão vendedora. A história mostra que fluxos institucionais não são unidirecionais: em 2022, saídas semelhantes precederam correções de 70%.

Os ativos totais dos ETFs de BTC caíram para US$ 106,96 bilhões, de US$ 115,88 bilhões uma semana antes, sinalizando realocação de portfólios.

BlackRock na Frente da Debandada

O fundo IBIT da BlackRock liderou com US$ 528,3 milhões em resgates no dia 30, seguido por outros como Fidelity e Grayscale. No dia 29, o maior outflow diário desde o início da onda chegou a US$ 817 milhões, com a gestora responsável por mais de US$ 317 milhões, segundo a Bitcoin.com News.

Essa sangria questiona a euforia em torno da adoção institucional. Quando todos celebram entradas bilionárias, o mercado ignora que ciclos de saída são inevitáveis, como visto nas bolhas dot-com. Proteção de capital deve priorizar diversificação além da narrativa cripto.

ETFs de Ether também sangraram US$ 252,9 milhões, com ETHA da BlackRock sozinha retirando US$ 157 milhões.

Rali dos Metais Preciosos Drena Capital Cripto

Enquanto cripto sofre, ouro e prata atingiram ATHs de US$ 5.608 e US$ 121, respectivamente, antes de correções. Segundo o Cointelegraph, investidores parecem rotacionar para metais em busca de proteção real contra inflação e incertezas.

No Brasil, o ouro opera a R$ 25.709,60 (-8,93% diário), e prata a R$ 447,33 (-26,75%). Isso ecoa crises passadas, como 2018, quando ativos tradicionais drenaram liquidez de cripto durante bears prolongados.

O mercado está ignorando que exuberância em cripto precede rotações macro. Cuidado com correlações crescentes com ações e dólar forte.

Pressões Macro e Lições Históricas

O colapso do BTC para US$ 78 mil coincide com shutdown parcial do governo EUA, nomeação de Kevin Warsh (hawkish) para Fed por Trump, e dólar em alta. Indicadores como RSI em 13,8 mostram oversold, mas momentum de baixa persiste, similar a topos de 2021.

Segundo o Cointrader Monitor, BTC está a R$ 412.912,32 (-7,02% 24h). A lição? Ciclos existem: bull é seguido de bear. Sobreviver requer cautela, não euforia.

Investidores devem monitorar fluxos ETF e macro para sinais de piso.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon debatendo sobre mesa rachada com '$19B' liquidações, simbolizando polêmica do flash crash na Binance

Crash de US$ 19 Bi: Binance Culpa Macro, Mas Críticas Explodem

A Binance publicou um relatório detalhado sobre o flash crash de 10 de outubro de 2025, que gerou liquidações de US$ 19 bilhões no mercado cripto. A exchange atribui o evento a choques macroeconômicos, como manchetes de guerra comercial e alta nos yields de bonds, negando falha primária em sua plataforma. No entanto, críticas de Cathie Wood (Ark Invest) e Star Xu (OKX) sugerem manipulação ou falhas técnicas, reacendendo tensões sobre a segurança das exchanges.


Relatório da Binance: Macrochoques como Gatilho Principal

A narrativa oficial da Binance enfatiza que 75% das liquidações ocorreram antes de problemas técnicos localizados em sua plataforma, por volta das 21h36 UTC. O evento, apelidado de “10/10 incident”, coincidiu com perdas de US$ 1,5 trilhão em ações globais e retração de liquidez por market makers. Dados da CoinGlass mostram picos de US$ 19,25 bilhões em liquidações, com a Binance registrando cerca de US$ 2,3 bilhões.

Dois incidentes foram admitidos: degradação no subsistema de transferências entre Spot, Earn e Futures (21h18-21h51 UTC), causando exibições de saldo zero; e desvios em índices de preços para USDe, WBETH e BNSOL (21h36-22h15 UTC), levando a chamadas de margem errôneas em mercados com baixa liquidez. A exchange compensou usuários com mais de US$ 328 milhões e lançou o “Together Initiative” de US$ 300 milhões para apoio comunitário, além de melhorias em circuit breakers e monitoramento.

A história mostra que eventos semelhantes, como o crash de maio de 2021 ou o colapso da LUNA em 2022, amplificam riscos em mercados alavancados. A exuberância recente ignorou esses precedentes.

Críticas Ressurgem: Acusações de Falhas e Manipulação

Cathie Wood atribuiu o crash a uma ‘falha de software na Binance’, alegando desalavancagem de US$ 28 bilhões com impactos duradouros. Star Xu, da OKX, criticou exchanges que priorizam lucros curtos via esquemas Ponzi e manipulação de preços, sugerindo danos ao ecossistema. No X, usuários chamam CZ de “golpista”, relatando contas congeladas, stop-loss falhando e timestamps manipulados em liquidações.

Relatos incluem flashes de preços próximos a zero em ENJ e ATOM, e desvios em ativos como BNSOL. Apesar de compensações de US$ 283 milhões iniciais e fundo de US$ 400 milhões, a desconfiança persiste. A congestão na rede Ethereum, com gas fees acima de 100 gwei, agravou spreads e atrasou arbitragem, mas críticos questionam se a Binance beneficiou-se da volatilidade.

O mercado está ignorando lições de crises passadas, como a asiática de 1997, onde alavancagem excessiva levou a contágios sistêmicos.

Riscos Sistêmicos e Lições dos Ciclos Passados

Como economista que viu a baixa de 2018 e 2022, vejo padrões claros: toda alta é seguida de correção quando a alavancagem explode. O crash de outubro expôs vulnerabilidades em derivativos cripto, com open interest acima de US$ 100 bilhões em BTC. Market makers retirando liquidez criou vácuos, similar ao dot-com em 2000.

Cuidado com narrativas que culpam só o macro: falhas técnicas, mesmo localizadas, podem catalisar cascades em ecossistemas interconectados. A correlação com mercados tradicionais cresce, com yields globais e liquidez do Fed influenciando ativos de risco. Proteção de capital exige diversificação além de alavancagem.

O Que Isso Significa para Investidores

Monitore liquidez em order books, desvios em índices e congestionamentos on-chain. Tensões entre exchanges como Binance e OKX destacam necessidade de plataformas resilientes. Em um ciclo onde exuberância ignora riscos, equilibrar visões contrarian é essencial. Sobreviver à próxima baixa vale mais que ganhos efêmeros no alta.


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Analista cartoon no topo de pico Bitcoin rachado com avalanche vermelha e '50%' gravado, alertando fim de ciclo de alta e correção

Fim do Ciclo de Alta? Analista Alerta Risco de Correção no Bitcoin

O analista Tony Severino alerta que o ciclo de alta do Bitcoin pode já ter terminado, com base em indicadores macro como o PMI dos EUA em 47,9. Ele aponta máximas e mínimas descendentes, sugerindo pico e reversão. Paralelamente, Peter Schiff critica a estratégia de Bitcoin da MicroStrategy, que acumula prejuízos bilionários. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC negocia a R$ 438.317 (+2,14% em 24h), mas o mercado ignora sinais de fraqueza.


Indicadores Macro Sinalizam Enfraquecimento

A história mostra que ciclos econômicos ditam o humor dos ativos de risco, e o Bitcoin não é exceção. Tony Severino, em análise recente, usa o Índice de Gerentes de Compras (PMI) dos EUA como bússola confiável. O indicador marca máximas e mínimas descendentes, configurando um padrão de enfraquecimento na manufatura. Atualmente em 47,9, uma queda sustentada abaixo de 46 confirmaria tendência de baixa intermediária, e sob 41,6 evocaria crises como 2008 ou stagflação dos anos 1970.

O mercado está ignorando esses alertas, focado em narrativas de euforia. Severino critica modelos de valuation desconectados da realidade macro, como comparações com ouro. De fato, BTC patina enquanto ouro e prata atraem inflows consistentes. Ciclos reais medem-se de trough a trough, não projeções especulativas. Essa visão contrarian lembra topos de 2018 e 2022, quando exuberância precedeu correções brutais.

Críticas à Tesouraria Bitcoin da MicroStrategy

Michael Saylor transformou a MicroStrategy em proxy de Bitcoin, com mais de 700 mil BTC a custo médio acima de US$ 76 mil. Mas isso trouxe prejuízo não realizado de US$ 17,44 bilhões no Q4 2025, ação caindo 66% do pico. Peter Schiff, economista goldbug, questiona o modelo: comprando ouro, ganhos seriam maiores que os 11% em cinco anos.

Analistas como Aksel Kibar veem formação de topo no gráfico semanal, projetando MSTR para US$ 120. Outros apontam perda de tendência mensal e suporte chave. Ted Pillows e Benjamin Cowen sugerem fundo só em 2026. Bancos centrais acumulam ouro, não BTC, reforçando que tecnologia e hype não substituem valor intrínseco em crises. Cuidado com estratégias all-in em ativos voláteis.

Lições Históricas de Ciclos Passados

Eu entrei no cripto em 2018, no coração do mercado de baixa, e aprendi que todo ciclo de alta é seguido de mercado de baixa. Severino destaca quebra de média móvel mensal no BTC, precedida por quedas médias de 50% em ciclos anteriores — de 40% a 66%. Padrões semelhantes em dot-com e crises asiáticas: exuberância irracional leva a uma purga.

O Bitcoin fica atrás de metais preciosos, sinal de rotação de capital. Liquidez global e juros altos pesam em risco. A história repete: topos coincidem com picos macro, e correções limpam excesso. Não é FUD, mas honestidade: proteção de capital supera maximizar bull. Investidores devem pesar esses precedentes.

O Que Monitorar no Horizonte

Vale monitorar PMI, ISM e Fed para confirmação. Se BTC romper suportes técnicos, correções históricas sugerem downside significativo, como US$ 45 mil citado por Severino — não previsão, mas possibilidade real. Para MSTR, mNAV e dividendos testarão resiliência.

Em mercado dominado por vozes otimistas, ceticismo equilibra. Prepare-se para volatilidade: ciclos existem, e exuberância tem preço. Diversifique opiniões para evitar vieses.


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Pilares bold de DOGE, XRP e ADA rachando sob massa vermelha de unlocks do Pi Network, simbolizando colapso de altcoins em meio a liquidações

Altcoins em Colapso: DOGE, XRP e ADA Quebram Suportes de 2024

Dogecoin, XRP e Cardano despencaram para níveis mais baixos desde 2024, enquanto o Bitcoin testa US$ 82.500 (R$ 442.800, segundo o Cointrader Monitor). Com quedas de até 6,5% em 24 horas e liquidações acima de US$ 1 bilhão, o mercado de altcoins quebra suportes críticos. Eu avisei: a euforia pós-eleição de Trump era ilusória. E agora, com o desbloqueio de milhões de tokens da Pi Network, o pior pode estar por vir. A sustentabilidade desses projetos está em xeque.


Altcoins no Fundo do Poço

A Dogecoin caiu 5,5% para US$ 0,11, seu patamar mais baixo desde outubro de 2024, pré-reeleição de Trump. XRP despencou 6,5% para US$ 1,75, 51% abaixo do pico recente de US$ 3,65. Cardano (ADA), Stellar, Litecoin e Hedera seguem o mesmo destino, com perdas acima de 5%. Todas essas altcoins voltam a níveis de 2024, confirmando a quebra de suportes anuais que muitos traders ignoraram na alta de fim de ano.

O Bitcoin, cotado em torno de US$ 82.500 (R$ 442.800), arrasta o mercado, mas as altcoins sofrem mais. Liquidações de US$ 920 milhões em posições compradas evidenciam o pânico. Eu avisei que a volatilidade pós-eleição não sustentaria ganhos especulativos em projetos sem fundamentos sólidos.

Cardano: Open Interest Desaba

O open interest de Cardano encolheu para US$ 607 milhões em 24 horas, queda de 8%, em meio a um sell-off geral de US$ 1,74 bilhão. ADA negocia a US$ 0,3274, baixa de 5,44%. Posições longas dominam as liquidações, sinalizando fim da aposta em recuperação rápida. Cardano, outrora promessa de smart contracts eficientes, patina em adoção real, com ecossistema DeFi ainda modesto.

Analistas baixistas como eu veem isso como capitulação. Suportes de 2024 rompidos abrem caminho para mínimas históricas relativas. Investidores que apostaram em narrativas de ‘próxima Ethereum’ agora enfrentam realidade: sem volume sustentável, ADA segue o ciclo vicioso de altcoins.

Pi Network: Gatilho do Despejo

A Pi Network já derrete antes do unlock de 171 milhões de tokens em fevereiro. PI caiu para US$ 0,16, 94% abaixo do ATH, com market cap de US$ 1,4 bi. Janeiro viu 139 milhões liberados, e mais 1,3 bilhão virão nos próximos 12 meses. Demanda anêmica (volume de US$ 9 milhões) e influxo para exchanges indicam vendas iminentes.

Centralizada, com fundação detendo 90 bi de tokens, Pi exemplifica o risco de supply inflacionário. Baleias param de acumular, e sem ecossistema robusto, o projeto questiona sua viabilidade. Esse despejo pressiona altcoins correlatas, ampliando o contágio.

A Queda Acabou? Dúvidas Sobre Sustentabilidade

Com BTC em correção e altcoins sangrando, a narrativa otimista desmorona. Projetos como DOGE (memecoin dependente de hype), XRP (preso em batalhas regulatórias) e ADA (adiado em upgrades) mostram fragilidades crônicas. O desbloqueio da Pi acelera a queda, e liquidações bilionárias sugerem mais downside.

Vale monitorar: suportes rompidos indicam testes de mínimas de 2023? Eu avisei que ciclos de altseason terminam em capitulação. Sustentabilidade? Poucos projetos resistem sem utilidade real. Fique atento, mas cético.


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Personagem holder cartoon sob sol dourado eclipsado por sombra hawkish, simbolizando queda do Bitcoin com medo de chair hawkish no Fed

Bitcoin Desaba com Medo de Warsh no Fed e Perde Brilho de Ouro Digital

O Bitcoin despencou para cerca de US$ 81 mil nesta quinta-feira (30), à medida que crescem as apostas na nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve por Donald Trump. Visto como hawkish, Warsh pode endurecer a política monetária, elevando juros e reduzindo liquidez — um cenário tóxico para ativos de risco como o BTC. Pior: a criptomoeda mimetizou a queda do Nasdaq, reforçando dúvidas sobre sua narrativa de ‘ouro digital’ e expondo holders a uma correlação arriscada com tech stocks.


Kevin Warsh: O Fantasma hawkish do Fed

Relatos indicam que Trump anunciará sua escolha para substituir Jerome Powell nesta sexta-feira, com Kevin Warsh emergindo como favorito. Ex-governador do Fed (2006-2011), Warsh é conhecido por priorizar riscos inflacionários mesmo na crise financeira global, defendendo disciplina fiscal e saída do quantitative easing. Apesar de ter elogiado o Bitcoin como ‘polícia’ para políticas fiscais em entrevista recente, o mercado interpreta sua possível nomeação como negativa para cripto.

Odds no Polymarket saltaram para 95% a favor de Warsh, derrubando rivais como Rick Rieder. Analistas como Markus Thielen, da 10x Research, alertam que taxas reais mais altas sob Warsh sufocariam especulações, tratando BTC não como hedge contra debasement, mas como excesso especulativo. O dólar se fortaleceu e yields de Treasuries subiram, pressionando ativos de risco. Para holders, isso questiona o rali institucional: BlackRock e afins ainda compram em quedas prolongadas?

Correlação com Nasdaq: Armadilha para Holders

A queda do Bitcoin para US$ 83 mil acompanhou o tombo do Nasdaq, que perdeu 600 pontos em meio a earnings ruins de tech giants como Microsoft (-11%). Investidores punem gastos excessivos em IA sem retornos imediatos, e o BTC, high-beta do índice, sofreu com liquidações de US$ 860 milhões. Gold subiu 30% no ano, silver 65%, enquanto BTC falha como safe haven em tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Essa simbiose com tech stocks é uma armadilha: em mercados de alta, BTC amplifica ganhos; em baixas, amplifica perdas. A narrativa de ‘ouro digital’ desmorona, pois BTC age como ‘mais uma tech’. Observadores notam que, sem independência, holders enfrentam volatilidade dupla — macro dos juros e micro de earnings. Fevereiro pode consolidar em US$ 80-88 mil, com odds abaixo de 10% para US$ 100 mil.

Implicações e Cotação Atual no Brasil

O rali institucional pode estar no fim? Entradas em ETFs caíram, e saídas recentes somam bilhões. Warsh no Fed sinaliza menos liquidez global, beneficiando dólar e ouro, mas punindo risco. Traders monitoram earnings de Apple e Nvidia; quedas aí podem testar suportes em US$ 80 mil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 431.640,78 às 08:13 de hoje, com variação de -5,71% em 24h e volume de 646 BTC. Para brasileiros, isso reforça: diversifique além de narrativas. Vale monitorar se o ceticismo persiste ou se Trump pivota para doveish.


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Balança surreal com massa de ouro pesado superando cristais Bitcoin fragmentados, simbolizando ouro superando narrativa de reserva de valor cripto

Ouro Supera Bitcoin: Adiciona Market Cap Equivalente em 1 Dia

Enquanto o Bitcoin trava abaixo de US$ 90 mil, o ouro deu uma aula de reserva de valor nesta quinta-feira (29), adicionando cerca de US$ 1,6 trilhão ao seu valor nominal em um único dia – praticamente o tamanho total do market cap do BTC. O metal precioso rompeu US$ 5.500 por onça, com índices de sentimento atingindo “extrema ganância”, enquanto o criptoativo patina como um ativo de risco. Essa divergência instiga questionamentos sobre a narrativa do “ouro digital”.


O Rally Explosivo do Ouro

O ouro subiu 4,4% em 24 horas, elevando seu market cap estimado para cerca de US$ 34 trilhões. Esse ganho diário de US$ 1,5 trilhão a US$ 1,6 trilhão equivale ao valor total do Bitcoin, segundo dados do Infinite Market Cap e análises de mercado. No Brasil, o preço do ouro chegou a R$ 27.932,60 por onça (bid)

A prata acompanha o movimento, com alta de 21,5% na semana e market cap de US$ 6,6 trilhões, superando até gigantes como a Nvidia. Esse debasement trade reflete preocupações com inflação e dívida pública, atraindo investidores para ativos tangíveis em tempos de expansão monetária desenfreada.

Bitcoin em Estagnação

Em contraste, o Bitcoin oscila nos US$ 84 mil, abaixo do pico de outubro, agindo como ativo de alto beta sensível a liquidez e catalisadores. No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 439.664,71, com variação de -5,29% em 24 horas e volume de 511 BTC.

Nos últimos cinco anos, o ouro acumula alta de 185%, superando os 164% do BTC. Institucionais veem o criptoativo como subvalorizado entre US$ 85k-95k, mas o fluxo marginal prefere o metal físico.

Sentimentos em Extremos Opostos

O Crypto Fear & Greed Index marca 26 (fear), enquanto o do ouro da JM Bullion explode em 99 (extreme greed). Fatores como prêmios físicos, volatilidade e buscas no Google impulsionam o otimismo no precioso, sinalizando possível topo contrarian.

Essa polarização evidencia que, em crises de confiança fiduciária, o comprador marginal opta por barras e moedas, não tokens. O BTC precisa provar seu papel como reserva de valor em cenários reais de debasement.

Implicações para a Proteção contra Inflação

Essa grande divergência macro reforça a resiliência do ouro como hedge clássico contra inflação e instabilidade fiscal. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,1884, diversificar em ativos reais pode ser prudente. No entanto, o Bitcoin mantém apelo de longo prazo, com outperform histórico. Vale monitorar se o criptoativo recupera o fôlego ou se o ouro continua dominando o debate sobre preservação de riqueza.


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Personagens cartoon de carro Tesla e cofre Coinbase reagindo a Bitcoin derretendo e afundando, simbolizando prejuízos e queda de ações cripto

Tesla Registra Prejuízo de US$ 239 milhões em Bitcoin; Ações Cripto Caem

A conta chegou: por que as empresas que investiram em Bitcoin estão sofrendo agora? A Tesla registrou prejuízo contábil de US$ 239 milhões em seus 11.509 BTC no quarto trimestre de 2025, devido à queda do ativo de US$ 114 mil para US$ 88 mil. Paralelamente, as ações ligadas a cripto despencam em 2026, com a Coinbase em mínima desde maio e volumes spot reduzidos pela metade. Isso reflete um ambiente de incerteza macro para investidores de capital aberto.


Prejuízo Contábil da Tesla no Q4/25

A Tesla manteve sua posição intacta em 11.509 BTC durante o quarto trimestre de 2025, sem realizar vendas. No entanto, a volatilidade do Bitcoin forçou o registro de uma perda após impostos de aproximadamente US$ 239 milhões, decorrente da desvalorização do preço de mercado do ativo digital. O Bitcoin oscilou de US$ 114.000 para US$ 88.000 no período, destacando os riscos contábeis inerentes à adoção corporativa de criptomoedas.

Apesar do impairment, as ações da Tesla subiram 3,4% no after-hours, sugerindo que o mercado priorizou os fundamentos operacionais da empresa sobre as oscilações em sua tesouraria de Bitcoin. Ainda assim, analistas alertam que futuras quedas no BTC podem pressionar ainda mais os balanços trimestrais, especialmente em um contexto de margens operacionais apertadas.

Queda das Ações de Exchanges e Volumes em Baixa

A Coinbase lidera as perdas, caindo 7% nesta quinta-feira (29/01), acumulando 17% negativos no ano e atingindo o menor nível desde maio de 2025 após oito sessões consecutivas de queda. Concorrentes como Gemini (-8% hoje, -21% YTD), Bullish e Circle também sofrem, com o setor refletindo o Bitcoin abaixo de US$ 84 mil.

Os volumes de negociação spot caíram pela metade, de US$ 1,7 trilhão no ano anterior para US$ 900 bilhões em janeiro, sinalizando resfriamento do entusiasmo e cautela dos investidores diante de tensões geopolíticas e incertezas macroeconômicas. “O Bitcoin está preso nos US$ 85 mil, e a hesitação é palpável”, comentou Eric He, da exchange LBank.

Contexto Macro e Riscos para Instituições

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 439.306,45, com variação de -5,28% em 24 horas (média das exchanges brasileiras). Em dólares, o par BTC-USD registra US$ 84.405, alinhado à retração global.

Empresas de capital aberto enfrentam dupla exposição: contábil, via impairments, e de mercado, via correlação com ações. Mineradoras que pivotaram para IA, como Hut 8 e CleanSpark, resistem melhor, com ganhos YTD, mas o setor cripto puro sofre. Tensões geopolíticas e dados macro, como volumes em queda, reforçam o ceticismo: a adoção institucional não imuniza contra a volatilidade inerente ao Bitcoin.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o varejo brasileiro, esses eventos lembram que o HODL corporativo tem custos reais em relatórios trimestrais. Com o dólar a R$ 5,19, a conversão agrava impactos locais. Investidores devem monitorar suportes do BTC em US$ 84 mil e sinais macro, como volumes e políticas monetárias, pois prolongadas quedas testarão a resiliência das tesourarias expostas. O moon deu lugar à realidade: cripto é ativo de risco, não reserva estável.


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Cristal dourado com veias vermelhas se espalhando da base, simbolizando aumento do supply in loss do Bitcoin em sinal bearish

Supply in Loss do Bitcoin Sobe: Sinal de Mercado de Baixa em 2026?

O aumento do Supply in Loss do Bitcoin está acendendo um sinal de alerta no mercado, conforme análise da CryptoQuant. Essa métrica, que mede a porção de BTC negociada com prejuízo, começou a subir após meses de queda, remetendo aos estágios iniciais de mercados de baixa em 2018 e 2022. Com o preço em consolidação abaixo de US$ 90 mil, investidores enfrentam o risco de capitulação mais ampla em 2026, apesar da euforia recente.


O Que é Supply in Loss e Seu Sinal Histórico

A métrica Supply in Loss calcula a quantidade de Bitcoin detida abaixo do preço de aquisição médio dos holders. Quando ela sobe, indica que mais participantes estão no vermelho, pressionando vendas para corte de perdas. Historicamente, esse movimento precede quedas prolongadas, como visto nos ciclos passados.

Em 2018, o indicador iniciou alta bem antes do fundo de US$ 3.200, espalhando perdas de traders de curto prazo para holders de longo prazo. Similarmente, em 2022, o uptick veio meses antes do mercado de baixa pleno, culminando em capitulação perto de US$ 16 mil. Esses padrões sugerem uma mudança psicológica: de correção temporária para baixa estrutural.

Segundo o relatório da CryptoQuant, o atual aumento, ainda baixo em níveis absolutos, aponta para o início dessa transição, desafiando a narrativa de mercado de alta intacto.

Situação Atual: Consolidação Precária

O Bitcoin negocia em torno de US$ 89.700, preso entre US$ 85 mil e US$ 92 mil desde dezembro. As médias móveis de 50 e 100 dias atuam como resistências descendentes, confirmando perda de momentum altista após rejeição em US$ 98 mil.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 457.377, com variação de -1,27% em 24h e volume de 257 BTC. Essa estagnação, aliada ao Supply in Loss em ascensão, reforça preocupações de mercado de baixa precoce, com risco de quebra abaixo de US$ 85 mil.

Volume de vendas diminuiu, mas sem demanda renovada, altas parecem corretivas, não sustentadas.

Contraponto do DXY: Esperança ou Ilusão?

Alguns analistas citam o DXY testando zona de 96, precedendo altas expressivas em 2017 e 2021, quando quedas prolongadas impulsionaram BTC em até 8x. No entanto, esse viés otimista ignora o contexto: liquidez global e estímulos fiscais ausentes hoje, com inflação persistente e políticas monetárias restritivas.

O ceticismo prevalece: o Supply in Loss ignora macro ruídos e reflete realidade on-chain. Em ciclos passados, sinais semelhantes superaram esperanças em dólar fraco, levando a capitulações reais só após picos do indicador.

Enquanto o DXY oferece contranarrativa, o risco downside domina até estabilização da métrica.

O Que Monitorar em 2026

Investidores devem vigiar se o Supply in Loss acelera para níveis de capitulação (acima de 50-60%), confirmando mercado de baixa pleno, ou estabiliza com rompimento acima de US$ 92 mil. Indicadores como hashrate e dominância também pesam.

Esse sinal contrarian lembra: euforia em US$ 90k pode mascarar fragilidades. Preparação para volatilidade é essencial, priorizando preservação de capital em cenários de baixa prolongada.


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Baleias cartoon despejando cascatas de moedas douradas sobre suporte 92K rachado e figuras fatigadas, ilustrando vendas de US$ 3,4 bi em BTC

Baleias Vendem US$ 3,4 Bilhões em BTC: Mercado em Baixa nos US$ 92 Mil

Enquanto você compra nos US$ 92 mil, as baleias despejaram US$ 3,4 bilhões em Bitcoin nas últimas duas semanas. Investidores com 10 mil a 100 mil BTC venderam ou redistribuíram 36.500 unidades, invertendo a acumulação anterior. O preço enfrenta forte resistência em US$ 94 mil, com liquidez em queda e stablecoins encolhendo 50%. Isso sinaliza cansaço no topo, alertando para risco de correção iminente em um mercado eufórico.


Baleias Mudam para Distribuição

As baleias, compostas por custodians institucionais e mineradores antigos, executaram uma venda concentrada em 12 dias. O Bitcoin negociava a US$ 92.250 na sessão asiática de sexta, com múltiplas falhas em romper a tendência de resistência. Historicamente, padrões similares precederam quedas: em dezembro de 2024, no pico de US$ 108 mil, vendas semelhantes causaram recuo de 15%.

A liquidez piora: influxo de stablecoins nas exchanges caiu de US$ 158 bilhões para US$ 76 bilhões desde agosto. A profundidade de mercado enfraquece entre US$ 88 mil e US$ 94 mil, transformando suposta zona de acumulação em distribuição. Varejistas otimistas compram pesado, mas os grandes participantes timingam saídas estratégicas.

AVAX One Cai 32% com Incerteza de Insiders

O caso da AVAX One, assessorada por Anthony Scaramucci, ilustra o castigo ao varejo. As ações despencaram mais de 32% após registro de 74 milhões de shares de insiders para venda potencial, gerando medo de diluição. A empresa, tesouraria de ativos AVAX e ecossistema Avalanche, reflete pressões em firmas cripto públicas negociando abaixo do valor de seus holdings.

Apesar de plano recente de recompra de US$ 40 milhões, o movimento expõe vulnerabilidades: insiders saem enquanto holders comuns arcam com o impacto. Isso reforça o viés de baixa em altcoins, onde incertezas regulatórias e insider trading penalizam o varejo.

Downgrades Pesados nas Mineradoras

Analistas do KBW downgradearam HIVE, Bitfarms e Bitdeer para ‘market perform‘. A transição para AI e HPC enfrenta riscos de execução, com margens próximas ao breakeven pós-halving de 2024, capex elevado e alavancagem crescente. Para HIVE, preço-alvo caiu de US$ 11 para US$ 3,50; Bitdeer de US$ 26,50 para US$ 14.

Stephen Glagola alerta que monetização de data centers AI demorará, deixando ativos ociosos. Bitfarms pode esperar leasing só no 2º semestre de 2026, destacando a fragilidade setorial em meio a hashprice suprimido.

Risco de Queda Iminente

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 462.696 (-0,39% em 24h), refletindo pressão vendedora. Corte de juros do Fed adiciona incerteza, mas sem liquidez fresca, o topo pode ceder. Vale monitorar: realização de lucros pelas baleias sugere correção, punindo o otimismo varejista. O mercado dá sinais claros de cansaço.


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Touro cartoon empurrando barreira regulatória com sinal vermelho de alerta, simbolizando risco da CLARITY Act travando bull-run cripto em 2026

CLARITY Act: Falha Pode Travar Alta de 2026, Alerta Bitwise

O CIO da Bitwise, Matt Hougan, alertou que a falha na aprovação da CLARITY Act pelo Senado americano pode travar a esperada valorização das criptomoedas em 2026. Sem essa lei, que cementaria o ambiente regulatório pró-cripto atual, o mercado entraria em uma fase de ‘show me’ de três anos, exigindo prova concreta de adoção cotidiana. Mercados de predição já caíram para 50% de chance de passagem, sinalizando incertezas políticas graves.


O Alerta Crítico de Matt Hougan

No seu blog recente, Hougan enfatiza que a CLARITY Act é essencial para fixar as conquistas regulatórias atuais em lei. Sem ela, uma futura administração poderia reverter o impulso pró-cripto, deixando o setor vulnerável. Ele prevê que, caso o projeto fracasse, as criptomoedas terão de demonstrar utilidade indispensável para americanos comuns e o sistema financeiro tradicional nos próximos três anos.

Essa ‘janela de três anos’ representa um teste rigoroso: stablecoins, tokenização de ativos e infraestrutura blockchain precisam ganhar tração real, sem depender de expectativas políticas. Hougan compara ao início de empresas como Uber e Airbnb, que forçaram regulação via adoção massiva, mas adverte que o sucesso não é garantido para cripto.

Status da CLARITY Act no Congresso

Aprovada pela Câmara dos EUA em julho de 2025 com apoio bipartidário, a lei segue travada no Senado. O Comitê de Agricultura marca markup para amanhã, enquanto o Comitê Bancário adia discussões por divergências, como proteções a investidores. Senadores democratas sinalizam apoio condicional, mas negociações prosseguem em paralelo.

Mercados de predição, antes otimistas em 80%, agora indicam apenas 50% de aprovação. Atritos internos agravam: a Coinbase retirou suporte, acusada por rivais de proteger seu negócio de yields em stablecoins de concorrência maior.

Implicações de Baixa para o Mercado Cripto

Sem a CLARITY Act, o otimismo por uma alta em 2026 perde combustível. Preços de Bitcoin e altcoins subiriam mais por expectativa regulatória do que adoção orgânica. Em um cenário de estagnação, investidores adotariam postura cautelosa, aguardando provas concretas antes de injetar capital.

Os dados sugerem risco real: volumes em ETFs e fluxos institucionais dependem de clareza legal. Uma reversão regulatória poderia prolongar volatilidade, beneficiando apenas especuladores de curto prazo. Para brasileiros, isso significa exposição maior a incertezas globais, impactando negociações em reais.

Próximos Passos e Voz Prudente

Vale monitorar o markup do Senado Agricultura e avanços no Comitê Bancário. A Casa Branca pressiona por aprovação rápida, mas burocracia pode estender o limbo. Como voz da razão, recomendo diversificação e foco em fundamentos: sem regulação clara, a alta prometida pode virar estagnação prolongada. Prepare-se para um 2026 de testes reais, não euforia infundada.


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Executivos cartoon despejando sacos gigantes de XRP sobre mercado turbulento, ilustrando vendas massivas da Ripple e riscos de centralização

Mãos Pesadas: Ripple Vendeu 58 Bilhões de XRP em 13 Anos

Dados on-chain revelam que executivos e a Ripple Labs venderam ou distribuíram cerca de 58,5 bilhões de XRP desde o lançamento em 2012. Esse volume colossal, equivalente a mais da metade da oferta total de 100 bilhões de tokens, expõe a ‘mão pesada’ dos criadores sobre o ativo. Com holdings atuais em torno de 41,5 bilhões de XRP, o histórico de despejos levanta alertas sobre diluição contínua e controle centralizado, especialmente em um mercado onde o XRP negocia a R$ 9,89 (cotação de 28/01/2026).


Alocação Original e Despejo Histórico

No início, em 2012, a XRP Ledger criou 100 bilhões de tokens de uma só vez, sem mineração ou inflação posterior. Desses, 80 bilhões foram alocados diretamente para a Ripple Labs (então OpenCoin), enquanto 20 bilhões foram destinados aos fundadores Jed McCaleb, Arthur Britto e David Schwartz, além de participantes iniciais. Essa estrutura centralizada sempre foi criticada por concentrar poder nas mãos de poucos.

Ao longo de 13 anos, a diferença entre a alocação inicial e os saldos atuais aponta para a saída de 58,515 bilhões de XRP do ecossistema controlado pelos insiders. Esse movimento ocorreu paralelamente a ciclos de mercado, litígios com a SEC e tentativas de adoção em pagamentos internacionais via RippleNet. Apesar da valorização desde o primeiro preço registrado em 2013 (US$ 0,005), o volume vendido sugere uma estratégia de realização de lucros constante, independentemente das oscilações.

Holdings Atuais dos Executivos

Hoje, os principais controladores detêm cerca de 41,485 bilhões de XRP. A Ripple Labs mantém aproximadamente 37,685 bilhões, divididos entre 3,5 bilhões em carteiras acessíveis e 34,185 bilhões em escrow. Entre os indivíduos, Chris Larsen, chairman da Ripple, lidera com cerca de 2,5 bilhões de XRP espalhados por oito carteiras. Arthur Britto controla 1,3 bilhão em sete endereços, enquanto David Schwartz, cofundador e CTO, tem posições menores, com picos históricos de apenas 26 milhões.

Esses números, extraídos de rastreamento on-chain, ilustram a persistência do controle insider. Jed McCaleb, que saiu da empresa em 2014, já havia devolvido grande parte de sua alocação original, mas o núcleo remanescente continua influente. Para investidores, isso significa que decisões corporativas podem impactar diretamente a supply circulante, gerando pressão vendedora imprevisível.

O Escrow e a Pressão Inflacionária

Em 2017, para mitigar críticas sobre liberação ilimitada, a Ripple instituiu um escrow de 55 bilhões de XRP, com potencial liberação mensal de 1 bilhão. Porções não utilizadas voltam ao bloqueio, e atualmente restam 34,185 bilhões travados. No entanto, essa mecânica não elimina o risco de diluição: desde 2017, bilhões já foram liberados, muitos para vendas ou parcerias.

Diferente do Bitcoin, sem mecanismos de emissão, o XRP depende dessa gestão centralizada. Com o token operando sem staking ou mineração, qualquer aceleração nas liberações pode agravar quedas de preço. Analistas com viés de baixa veem nisso um teto estrutural para valorizações sustentadas, especialmente após vitórias parciais contra a SEC.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, onde o XRP atrai atenção por pagamentos transfronteiriços, esses dados on-chain reforçam a cautela. Com o dólar a R$ 5,19 e Bitcoin a R$ 460.912 (segundo o Cointrader Monitor), o XRP em R$ 9,89 reflete consolidação, mas o histórico de vendas massivas sugere viés de baixa de longo prazo.

Investidores devem monitorar liberações de escrow e movimentos de baleias. A centralização, embora eficiente para adoção institucional, compromete a narrativa descentralizada, expondo holders a riscos de manipulação supply-side. Vale questionar: com tanto já vendido, o que resta para sustentar rallies?


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Fortaleza dourada digital com base rachando sob nuvens vermelhas escuras, simbolizando padrão bearish e suportes em risco no Bitcoin

Fundo Ainda Não Chegou: Bitcoin Ativa Sinal de 2022

O Bitcoin ativou um cruzamento de baixa de médias móveis pela primeira vez desde abril de 2022, sinalizando possível entrada em mercado de baixa prolongado. Após falhar em sustentar os US$ 98 mil, o BTC negocia abaixo de US$ 90 mil, com alvos em US$ 70 mil conforme análises técnicas e on-chain. Métricas indicam que o fundo ainda não chegou, ecoando o crash que levou aos US$ 15.600 há quatro anos. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está em R$ 462.017,81, com variação de -0,75% em 24 horas.


Cruzamento de EMAs Repete 2022

A EMA de 21 semanas cruzou abaixo da EMA de 50 semanas no fechamento semanal recente, um evento raro que precede mercados de baixa. Na última ocorrência, em abril de 2022, o Bitcoin levou sete meses para formar o fundo em US$ 15.600, após o colapso da FTX. Analistas como Rekt Capital destacam que esse padrão sugere recuo prolongado, com suporte inicial em US$ 84.500.

Adicionalmente, o BTC contra prata atingiu níveis do mercado de baixa de 2022, reforçando fraqueza relativa. Apesar de ganhos nominais em dólar, a depreciação fiat impulsiona movimentos, mas o ratio BTC/silver indica capitulação pendente.

Falha em Resistências e Alvo em US$ 70 Mil

O preço rejeitou a faixa de US$ 94 mil a US$ 98 mil, confirmando padrão de head and shoulders falhado e bandeira de baixa. Suportes chave incluem US$ 80 mil, US$ 75 mil e US$ 70 mil, representando queda de até 22%. A SMA de 50 dias em US$ 90 mil atua como resistência, com liquidez de US$ 50 milhões acima.

Quatro meses vermelhos consecutivos, raro desde 2018, aumentam pressão. Detentores de curto prazo estão em prejuízo acima de US$ 96 mil, enquanto detentores de longo prazo mantêm lucros em US$ 56 mil, mas venda persistente domina.

Métricas On-Chain Confirmam Sem Fundo

Indicadores on-chain como NUPL ainda positivo sinalizam ausência de capitulação plena — o verdadeiro fundo histórico ocorre em território negativo. O Delta Growth Rate negativo marca fim de especulação e início de acumulação fundamental, mas com sangria contínua.

Bitcoin Risk Index sobe, com defesa em US$ 84.500. Quebra pode mirar US$ 74 mil, abaixo de novembro. Alphractal e Swissblock alertam para correção mais profunda sem invalidação acima de US$ 92 mil.

Implicações para Mercado e Altcoins

Em cruzamentos similares passados, altcoins sofrem mais, com quedas amplificadas pela dominância BTC. Investidores devem monitorar Fed e earnings tech, que impactam risco. Estratégia pragmática: reduzir exposição, aguardar confirmação de suportes. O otimismo cego ignora histórico — prepare-se para volatilidade.


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Prisma Ethereum no fio da navalha sobre precipício com suportes 2.906 e 1.666, alertando risco de queda 40% no ETH

Ethereum no Fio da Navalha: Risco de Queda 40% para US$ 1.666

O Ethereum está à beira de um colapso técnico de 40%, com alvo em US$ 1.666, caso não recupere o suporte de US$ 2.906 em até 48 horas. A formação de uma bandeira de baixa no gráfico de 3 dias sinaliza continuação da baixa, em meio à falta de força compradora e declínio nas posições de baleias.


A Bandeira de Baixa e o Suporte Crítico

A clássica bandeira de baixa surgiu no gráfico de 3 dias do ETH, um padrão que historicamente precede quedas acentuadas. Após romper a linha inferior da bandeira, o preço testou os US$ 2.700 recentemente, mas patina perto dos US$ 2.900 atuais — cotação de US$ 2.906 (via AwesomeAPI), equivalente a cerca de R$ 15.337.

Analistas como Trader Tardigrade enfatizam: sem fechamento acima de US$ 2.906 nas próximas 48 horas, o breakdown se confirma, projetando o alvo sombrio de US$ 1.666 — uma desvalorização de 40% que varreria posições alavancadas. A ausência de volume comprador reforça o ceticismo: o mercado parece exausto após a perda da barreira psicológica dos US$ 3.000.

Fraqueza nas Baleias e Derivativos

Dados revelam declínio contínuo nas holdings de baleias desde janeiro, conforme Ali Martinez. Grandes investidores reduzem exposição, enquanto fluxos negativos nos ETFs de Ethereum indicam cautela institucional. No mercado de derivativos, o open interest sobe para 5,255 milhões, mas o funding rate cai para 0,0011% — sinal de que novos especuladores entram, mas sem convicção para alta.

Essa dinâmica sugere liquidações em massa caso o suporte quebre. Segurar ETH agora carrega riscos elevados, com o preço atual alinhado a zonas históricas de acumulação que, ironicamente, podem virar armadilhas para holders otimistas tardios.

ETH/BTC em Zona de Suporte Histórico

O par ETH/BTC segura uma zona de suporte de longo prazo, abaixo da média móvel de 21 dias. Michaël van de Poppe alerta: manter esse nível é crucial para qualquer recuperação relativa ao Bitcoin. No entanto, com BTC estável em torno de R$ 463.845 (segundo Cointrader Monitor), o Ethereum luta para ganhar tração.

Embora alguns vejam atratividade para acumulação de baleias, o contexto macro — com funding em baixa e bandeira de baixa ativa — pinta um quadro pessimista. Investidores devem monitorar fechamentos diários: o viés de baixa domina até prova em contrário.

O Que Monitorar Agora

Os próximos candles decidirão: rompimento acima de US$ 2.906 invalida o bearish extremo, mas falha nisso ativa o abismo. Com viés de baixa predominante, posições longas demandam cautela redobrada. O pior cenário de US$ 1.666 não é fantasia técnica, mas uma possibilidade real em mercados voláteis como este.


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Balança desequilibrada com lingote dourado '5K' afundando sobre estrutura Bitcoin '86K' frágil, simbolizando ouro superando BTC em tensões globais

Ouro Atinge US$ 5.000: Bitcoin Estagna e Perde Briga Macro

O ouro superou US$ 5.000 por onça nesta segunda-feira (26), marcando um recorde histórico impulsionado por tensões geopolíticas e dólar fraco, enquanto o Bitcoin estagna abaixo de US$ 87.000 e até recua para US$ 86.000. Essa divergência macroeconômica, destacada em análises recentes, questiona a narrativa do BTC como ‘ouro digital’: em cenários de aversão ao risco, o capital busca refúgios comprovados.


Recorde do Ouro em Meio a Tensões Globais

O ouro atingiu US$ 5.080 por onça, com alta de 17% em janeiro de 2026, segundo dados de mercado. Fatores como ameaça de shutdown do governo dos EUA, tarifas agressivas de Trump contra Canadá e China, e compras sustentadas de bancos centrais impulsionam o metal como hedge duradouro. A prata também quebra recordes, acima de US$ 107/oz e +48% no ano. Investidores globais, especialmente na Ásia, pagam prêmios altos por ouro físico, sinalizando demanda real além de papéis.

Segundo o Cointelegraph, a capitalização de mercado do ouro chegou a US$ 35 trilhões, superando narrativas otimistas do BTC. Em um dólar enfraquecido por rumores de intervenção no iene, o metal brilha como reserva de valor clássica.

Bitcoin Enfrenta Supply Overhang Interno

O Bitcoin patina em torno de US$ 87.000, com quedas para US$ 86.000, apagando ganhos do ano. Dados on-chain revelam que holders antigos vendem em altas, com supply overhang acima de US$ 100.000 freando impulsos. CryptoQuant nota vendas a prejuízo pela primeira vez desde 2023, enquanto Glassnode aponta resistência em bases de custo de holders recentes.

No CoinDesk, mercados de opções e Polymarket preveem consolidação prolongada para BTC, com baixa alavancagem e volumes finos. Diferente do ouro, o BTC age como ativo de risco, sensível à rotação de capital para safe havens tradicionais.

Dólar Fraco Não Impulsiona BTC em Risk-Off

Analistas questionam o mito: dólar fraco só beneficia Bitcoin em cenários de liquidez farta ou inflação alta, não em aversão ao risco. No atual mercado defensivo, com estresse em bonds japoneses e tarifas, o capital prefere ouro e prata. BTC caiu 56% ante ouro desde dezembro/2024, com RSI mensal no pior nível histórico.

Jeff Mei, da BTSE, destaca que shutdown iminente e tarifas afastam de Treasuries para ouro. Um investidor perdeu US$ 18M em ETH, mas lucra US$ 2M em token lastreado em ouro.

Lições para Investidores Brasileiros

No Brasil, Bitcoin cotado a R$ 465.034,53 pelo Cointrader Monitor (+1,3% 24h), enquanto ouro está em R$ 26.471/oz. Essa divergência alerta: em incertezas macro, narrativas cripto cedem a ativos testados. Monitore supply BTC e fluxos para metais; o ‘ouro digital’ pode estar perdendo a briga real.

Vale questionar: BTC resiste ou consolida mais? O mercado sugere cautela de baixa.


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Executivo cartoon no topo de pilha instável de blocos Bitcoin rachados com moedas caindo, revelando riscos ocultos na tesouraria da MicroStrategy

Risco Oculto: 4 Falhas na Estratégia de Bitcoin da Strategy

A Strategy anunciou que seu capital preferencial perpétuo superou a dívida conversível, totalizando US$ 8,36 bilhões contra US$ 8,21 bilhões. Embora pareça um escudo para seu tesouro de Bitcoin, especialistas identificam quatro falhas estruturais que podem forçar a liquidação de parte dos 710 mil BTC da companhia. Em um mercado volátil, com o Bitcoin negociado a US$ 86.973 (R$ 461.228 no Brasil, segundo o Cointrader Monitor), a ‘fortaleza de Saylor’ revela rachaduras perigosas.


Troca de Riscos: De Dívida para Dividendos Perpétuos

A estratégia da Strategy, liderada por Michael Saylor, substitui dívidas com vencimentos fixos (2027-2032) por ações preferenciais perpétuas. Sem prazos de pagamento do principal, a empresa evita vendas forçadas de Bitcoin para quitar obrigações. No entanto, isso impõe pagamentos de dividendos contínuos, estimados em US$ 876 milhões anuais.

Com reservas de caixa de US$ 2,25 bilhões, a companhia tem cerca de 30 meses de folga, conforme análise de Derek Lim, da Caladan. Se os mercados de ações se fecharem em uma baixa prolongada, o financiamento via novas emissões torna-se inviável, pressionando o caixa e expondo a primeira falha estrutural.

A correlação extrema com o Bitcoin agrava o problema: quedas no preço do ativo corroem o valor das ações da MSTR, dificultando captações. Recentemente, uma desvalorização de 32% no BTC provocou queda de 52% nas ações da empresa.

Falhas 1 e 2: Baixa Prolongada e Ciclo de Dividendos

Em um cenário de viés de baixa prolongado superior a 50%, como visto em ciclos anteriores, o prêmio das ações da Strategy evapora. Sem conversão da dívida ou novas emissões viáveis, a empresa enfrenta refinanciamento impossível. Os detentores de dívida não convertem, forçando pagamentos em caixa ou venda de ativos.

Os dividendos perpétuos exigem desembolsos constantes, diferentemente da dívida que pode ser rolada. Adiar pagamentos sinaliza estresse financeiro, derrubando ainda mais o preço da ação e criando um ciclo vicioso: ação fraca → emissões caras → caixa esgotado → risco de inadimplência. Essa retroalimentação reputacional é a segunda brecha crítica.

Analistas alertam que, sem fluxo de caixa operacional robusto, a dependência de vendas de ações ou valorização do Bitcoin torna o modelo frágil em mercados de baixa.

Falhas 3 e 4: Correlação e Reação em Cadeia

A terceira falha reside na alta correlação da MSTR com o Bitcoin, atuando como proxy amplificado. Em altas, isso facilitou captações; em baixas, destrói valor mais rápido. Com BTC abaixo de US$ 90 mil (30% sob máxima), uma correção adicional pode desencadear êxodo de investidores.

Por fim, os riscos interconectam-se em uma reação em cadeia: queda no BTC comprime o mNAV (market-to-net asset value), tornando emissões dilutivas e erodindo confiança. Sem caixa para dividendos, a venda de Bitcoin torna-se inevitável, desmontando a tese de ‘manter para sempre’.

O mNAV, métrica chave, mede se ações negociam a prêmio sobre reservas de BTC. Compressão dele acelera o colapso interno da fortaleza.

Implicações e o Que Monitorar

O fracasso parcial da Strategy — venda forçada de fração dos 710 mil BTC — geraria impacto sísmico nos mercados cripto, testando a resiliência do Bitcoin. Derek Lim prevê não uma implosão, mas desgaste lento via diluição, tornando a MSTR subperformer ante o BTC.

Investidores devem vigiar mNAV, reservas de caixa, emissões de ações e variação do BTC. O primeiro teste é a ‘put’ de US$ 1,01 bilhão em 2027. Em um ciclo de baixa, a estratégia alavancada pode falhar, validando ceticismo sobre tesourarias corporativas de cripto.


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Monolito dourado intacto contrastando com prisma BTC fragmentado e rachado, simbolizando recordes do ouro versus queda do Bitcoin e questionamento do 'ouro digital'

Ouro em Recordes vs Bitcoin Abaixo de US$ 90.000: Ouro Digital Falhou?

Onde está o ouro digital? Enquanto o ouro real atinge recorde acima de US$ 4.900 por onça, o Bitcoin despenca abaixo dos US$ 90.000, negociado em torno de US$ 89.588. Essa divergência macroeconômica expõe fragilidades na narrativa que compara BTC ao metal precioso, em um contexto de tarifas trumpistas, expectativas de corte do Fed e inflação PCE em 2,8%. Investidores buscam refúgio no ativo testado por séculos.


Divergência nos Preços: Ouro Sobe, BTC Cai

O ouro consolidou uma máxima histórica acima de US$ 4.900 por onça, impulsionado por tensões geopolíticas e um dólar enfraquecido. No Brasil, o XAU-BRL chegou a R$ 26.247 em máxima diária, com cotação atual em torno de R$ 26.010. Em contrapartida, o Bitcoin perdeu o suporte psicológico de US$ 90.000, caindo 1,12% nas últimas 24 horas.

Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 470.617, com variação de -1,83% no dia. Essa estagnação contrasta com o rally do ouro, que ganha tração em ciclos de incerteza, enquanto o BTC enfrenta pressão vendedora em meio a choques macro.

Gap de Confiança: Por Que o Ouro Vence?

Analistas como Lancaster.ETH destacam o gap de confiança entre os ativos. O ouro, com reputação multicentenária, é visto como refúgio defensivo comprovado. Já o Bitcoin, apesar de 15 anos de existência, permanece dependente de narrativas especulativas e ainda em fase de construção de credibilidade.

"Pessoas vendem o que temem e compram o que conhecem", resume o analista. Em tempos de medo macro, o BTC sofre vendas aceleradas devido à curva de aprendizado dos investidores. O ouro, por outro lado, atrai fluxos institucionais estáveis, beneficiado por sua clareza histórica.

Fatores Macro e Opiniões Divergentes

O ambiente macro reforça a tese. Tarifas impostas por Trump sobre importações europeias pressionam criptoativos especulativos, enquanto metais preciosos se beneficiam. A inflação PCE nos EUA ficou em 2,8% ao ano, alinhada às expectativas, mantendo foco nas decisões do Fed sobre cortes de juros.

Merlijn The Trader prevê rotação de capitais pós-choque macro, com bonds e debasement monetário favorecendo cripto no longo prazo. Já Jacob King é mais pessimista: "Dinheiro sai de ativos especulativos para metais; BTC sem utilidade clara contra choques tarifários". Peter Grant, da Zaner Metals, cita atrito geopolítico e dólar fraco como drivers do ouro.

Implicações para a Tese do ‘Ouro Digital’

A narrativa do Bitcoin como ouro digital enfrenta teste rigoroso. Sem a resiliência do metal físico em crises, o BTC revela viés especulativo. Investidores devem monitorar yields de bonds, política monetária e fluxos para metais. Vale questionar: em incertezas globais, o refúgio seguro é o testado ou o promissor? O mercado sugere cautela com promessas narrativas.


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Investidores cartoon migrando de plataforma Bitcoin rachada para pilhas de ouro e prata, simbolizando Grande Rotação para segurança

Grande Rotação: Investidores migram de Bitcoin para ouro e prata em busca de segurança

A Desconstrução do “Ouro Digital” e o Domínio da Alavancagem

A narrativa do “ouro digital” para o Bitcoin enfrenta um teste de fogo em 2026. A BloFin Research destaca que, embora o BTC tenha apresentado um rali significativo no ano anterior, impulsionado por derivativos liquidados em dólar, sua volatilidade e correlação com o sistema financeiro tradicional o afastam da ideia de reserva de valor independente. A análise revela que, em momentos de incerteza, a alavancagem em dólar no mercado cripto transforma o Bitcoin em um ativo de risco, negativamente impactado pela redução da liquidez do dólar e pelas taxas de juros americanas. Essa dinâmica contrasta fortemente com o comportamento do ouro, cujo preço é determinado majoritariamente pela oferta e demanda à vista, preservando seu status como ativo desvinculado das decisões de política fiscal e monetária.

Ouro e Prata em Ascensão: A Fuga para a Segurança

Enquanto o Bitcoin e o Ethereum demonstram fragilidade, o ouro e a prata atingem máximas históricas, refletindo a busca dos investidores por segurança. O relatório da BloFin Research salienta que o ouro é reconhecido como moeda forte fora do sistema e garantia amplamente aceita, o que lhe confere um “prêmio de independência” em períodos de instabilidade. A prata, por sua vez, também acompanha essa tendência de valorização. Essa fuga para a segurança é impulsionada pela incerteza macroeconômica e regulatória, fazendo com que ativos como o ouro se tornem preferenciais em relação às criptomoedas, que, por sua vez, continuam a ser vistas como investimentos de alto risco.

Bitcoin: Maturidade Institucional ou Precificação Incorreta?

A despeito da performance do ouro, o CEO da XBTO, Philippe Bekhazi, argumenta que a divergência não significa uma perda de convicção no Bitcoin, mas sim a entrada do ativo em uma “era institucional” pós-IPO. Segundo a análise da CoinDesk, o aprofundamento da propriedade institucional do Bitcoin, o crescimento dos ETFs e as estratégias de hedge com derivativos estariam comprimindo sua volatilidade. Essa maturidade, combinada com a demanda de longo prazo de ETFs e balanços corporativos, ancoraria sua avaliação. No entanto, o mercado está testando se o subdesempenho do Bitcoin em relação ao ouro é um sinal de amadurecimento ou uma precificação inadequada frente aos metais preciosos. A tese de “ouro digital” pode falhar se o Bitcoin negociar como um ativo de alta beta em períodos de inflação ou crise, ou se houver saídas significativas de ETFs durante correções.

Perspectivas e Desafios para o Cenário Cripto

Apesar do cenário adverso, a BloFin Research indica que a cripto pode reagir se as condições financeiras se tornarem mais flexíveis, a incerteza política diminuir ou o mercado voltar a priorizar crescimento e liquidez. No entanto, para o investidor macroeconômico atual, predomina o entendimento de que a cripto se comporta como ativo de risco em meio à incerteza institucional, enquanto metais preciosos assumem um papel de “ativos de excepcionalismo”. Esta “grande rotação” de capital coloca em evidência a necessidade de os investidores reavaliarem suas estratégias e a própria classificação do Bitcoin como um porto seguro, especialmente diante de um mercado que cada vez mais o precifica como um ativo de alta volatilidade ligado ao dólar.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Engrenagem colossal projetando sombra vermelha sobre monolito Bitcoin rachado, simbolizando pressao do Fed com juros altos e queda do mercado cripto

Fed Pode Manter Juros e Pressionar Bitcoin em 2026

As odds de o Federal Reserve manter as taxas de juros em janeiro subiram para 95%, freando o otimismo em torno da recuperação do Bitcoin em 2026. O mercado cripto reage com força: capitalização total despenca US$ 98 bilhões em 24 horas, BTC abaixo de US$ 93 mil e altcoins como Celestia caindo 13%. Sem cortes de juros, a liquidez escassa pressiona ativos de risco como o Bitcoin.


Queda Abrupta no Mercado Cripto

A capitalização total do mercado de criptomoedas registrou perda de quase US$ 98 bilhões nas últimas 24 horas, chegando a US$ 3,09 trilhões. O Bitcoin, principal termômetro do setor, rompeu o suporte de US$ 95 mil e agora negocia próximo a US$ 93 mil, com indicadores como o Money Flow Index abaixo de 50 confirmando viés de baixa.

Altcoins sofrem ainda mais: Celestia (TIA) despencou 13% para US$ 0,50, testando suportes críticos em US$ 0,49. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 499.561, com variação de -2,87% em 24h e volume de 254 BTC. Essa pressão vendedora reflete aversão ao risco global.

Odds do Fed: Manutenção de Juros Ganha Força

O CME FedWatch Tool mostra apenas 5% de chance de corte de juros em janeiro, com as taxas em 3,50%-3,75%. Para março, probabilidade de manutenção é de 75%. Jerome Powell reforça cautela: “Estamos bem posicionados para esperar e ver como a economia evolui”.

Trump pressiona por cortes, mas o Fed prioriza controle inflacionário. Ethereum cai 3,56% para US$ 3.193 e XRP perde 4,81% para US$ 1,95. Sem liquidez barata, o apetite por risco diminui, ampliando volatilidade no criptomercado.

Por Que o Otimismo de 2026 Pode Ser Prematuro

Analistas com viés de alta apostam em US$ 100 mil para BTC, mas sem cortes agressivos do Fed, a alta expressiva fica distante. Histórico mostra que juros altos freiam ativos especulativos: em 2022, BTC caiu 65% com elevações de juros. Hoje, suporte em US$ 90 mil é testado; rompimento leva a US$ 91.298.

A capitalização total pode cair para US$ 3,05 trilhões se pressão persistir. Investidores institucionais como MicroStrategy compram, mas varejo hesita. O ceticismo é justificado: recuperação depende de dados econômicos favoráveis e sinalizações dovish do Fed.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar a próxima reunião do Fed e indicadores como PCE inflacionário. Se BTC estabilizar acima de US$ 93.471, pode haver recuo técnico. Mas com probabilidades de baixa dominantes, é prudente cautela: considerar redução de exposição a altcoins voláteis e priorizar preservação de capital em cenários de liquidez restrita.


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Roda de engrenagem do ciclo de 4 anos do Bitcoin inclinada para baixo, com miners cartoon capitulando e ETFs acelerando declínio

Ciclo de 4 Anos do Bitcoin Vivo: Queda Gradual Pode Ter Começado

O ciclo de quatro anos do Bitcoin não morreu, ele só ficou mais cruel. Uma pesquisa da Canary Capital revela que, apesar do pico em outubro de 2025 a US$ 126.000, uma queda gradual de 50-55% pode estar em curso. Já com 30% de desvalorização, o mercado baixista ganha sobrevida por 6-9 meses, questionando a narrativa de que ‘desta vez é diferente’. Capitulação dos miners e mudanças macroeconômicas aceleram o processo, enquanto o otimismo de alta é prematuro.


Queda Precoce: Capitulação dos Miners e Custos Crescentes

O relatório ‘Bitcoin’s Four-Year Cycle: The 2025 Reality Check’ explica por que a baixa chegou mais cedo. Custos de eletricidade dispararam com a expansão de data centers de IA, pressionando miners pequenos e médios. Expuseram-se a preços variáveis, forçando liquidações prematuras de reservas de Bitcoin.

Outro fator foi o colapso do bitcoin basis trade após a chegada dos ETFs spot. Prêmios de futuros encolheram, eliminando incentivos de arbitragem. Segundo o estudo, isso resultou em ‘capitulação generalizada de miners mais cedo que o histórico’. Globalmente, mercados cripto reavaliam dinâmicas sob essas pressões estruturais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 500.382 (-2,44% em 24h), reforçando a tendência de baixa.

Ciclo Intacto: ETFs Não Eliminam Influência dos Miners

Muitos alegam que ETFs e maior acesso institucional quebraram o ciclo. Canary Capital rebate: ‘O ciclo de quatro anos permanece intacto. O Bitcoin atingiu o pico em outubro a cerca de US$ 126.000, alinhado com ciclos anteriores’. Novos veículos melhoram eficiência, mas não neutralizam sellers forçados como miners.

‘A alegação de que ETFs desbloqueiam capital suficiente para eliminar o papel dos miners é falsa, pelo menos neste ciclo’, afirma o relatório. Comportamento importa tanto quanto disponibilidade. Volatilidade de alta e baixa diminui a cada halving, mas miners seguem influentes.

Divergências em bancos centrais — Fed frouxo vs. aperto japonês — e gasto consumidor fraco limitam retail, alinhando com fraqueza histórica do Bitcoin.

Previsão de Declínio: 50-55% Até o Fundo em 2026

Steven McClurg, fundador da Canary, projeta ‘fase baixista com declínio de 50-55% do pico ao fundo. Com BTC já 30% abaixo, queda gradual nos próximos 6-9 meses é razoável’. Alinha-se às mudanças no Fed, com fundo cíclico no verão 2026, seguido de recuperação.

Impacto marginal dos halvings diminui, mas sellers estruturais persistem. Isso tempera euforia: enquanto bulls sonham com moon, dados sugerem prolongamento da baixa. Investidores devem monitorar miner economics e macro policy para timing.

2026: Foco em Adoção e Fundamentos

Pós-trough, o relatório aponta para seletividade: ‘2026 definido por adoção e lucratividade real’. Ênfase em on-chain lending, tokenização de ativos reais, stablecoins e infraestrutura de pagamentos. Diferenciação por fundamentos no setor cripto.

Para brasileiros, com BTC em R$ 500 mil, a lição é clara: ciclos persistem, mas evoluem. Não compre a narrativa de alta sem dados. Vale posicionar para volatilidade moderada e fundo gradual.


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Touro cartoon exausto no pico de montanha dourada sob martelo legislativo, bears defendendo platô 98K, ilustrando recuo do Bitcoin

Touros Exaustos: Bitcoin Recua para US$ 95 mil Após Rejeição Legislativa

Os touros parecem exaustos no mercado de criptomoedas. O Bitcoin recuou de US$ 98 mil para US$ 95 mil após a rejeição legislativa nos EUA, com volumes de negociação caindo 27% para o BTC e 32% para o Ethereum. A Coinbase retirou apoio a um projeto de lei crucial, esfriando o otimismo em torno dos ETFs e expondo a fragilidade do hype recente. Bears defendem agressivamente a barreira dos US$ 98 mil, enquanto a demanda institucional desacelera. Isso representa um choque de realidade para investidores animados com a alta recente.


Queda de Volumes Revela Exaustão dos Touros

O mercado esfriou após semanas de lobby no Congresso americano. Segundo dados recentes, os volumes do Bitcoin caíram para US$ 65 bilhões e do Ethereum para US$ 54 bilhões, refletindo menor apetite por risco. A retirada de apoio da Coinbase ao projeto CLARITY Act foi o gatilho, adiando aprovações regulatórias esperadas para este ano. Analistas como Carlos Guzman, da GSR, notam que a alta coincidiu com uma versão revisada do bill, mas tensões entre democratas e a SEC frearam o momentum.

Fatores externos, como protestos no Irã e pressões de Donald Trump contra o Fed, adicionam volatilidade. O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, mantém otimismo bipartidário, mas o mercado reagiu com vendas, mostrando cansaço após o salto para US$ 97 mil na quinta-feira.

Desaceleração Institucional e ETFs em Xeque

A exaustão dos touros é evidente na fading do frenzy de compras de ETFs. Fundos de Bitcoin à vista registraram US$ 1,8 bilhão em entradas em quatro dias, mas o varejo ficou de fora, com Wall Street liderando. Jasper De Maere, da Wintermute, destaca que a participação do varejo permaneceu restrita, e agora o preço oscila sem sustentação.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.411,66 às 10h17 deste sábado, com variação de +0,07% em 24h e volume de 148,4 BTC. Isso reforça o recuo global, com o BTC testando suportes abaixo de US$ 95 mil.

Bears Defendem Resistência com Agressividade

Traders spot perderam força perto dos US$ 98 mil, como aponta a análise do Cointelegraph. O Coinbase Premium Index rolou negativamente, e o volume delta cumulativo (CVD) mostrou divergência, com bids inferiores às asks. Open interest caiu após liquidações, indicando falta de novos longs.

Short-term holders (STHs) realizaram lucros acima de 40 mil BTC em um dia, perto de sua base de custo em US$ 98.300. Material Indicators alerta que perda de trendlines pode levar a testes mais profundos de suporte. Bears lutam duro, invalidando sinais bullish sem reclaim acima de US$ 97 mil.

Implicações para Investidores Brasileiros

Esse cenário bearish construtivo sugere cautela. O hype dos ETFs impulsionou a alta, mas sem demanda sustentada, correções são prováveis. Monitore o premium da Coinbase e entradas de ETFs para sinais de reversão. Volumes baixos indicam consolidação, mas rejeições repetidas em US$ 98k reforçam a defesa dos ursos. Para brasileiros, a cotação em reais destaca a exposição ao dólar e regulação global.


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