Personagem Fed cartoon fechando válvula de liquidez dourada sobre Bitcoin murchando, com traders ansiosos, simbolizando temores de aperto pelo FOMC

Fator Fed: Liquidez do Bitcoin nas Mãos de Warsh e FOMC

O Bitcoin recuou para mínimas abaixo de US$ 70.000 após a nomeação de Kevin Warsh como próximo presidente do Federal Reserve, gerando temores de aperto de liquidez global. Segundo o relatório da Binance, o mercado cripto está na ponta da cadeia de liquidez, sofrendo primeiro em cenários de desalavancagem. Mais de 23% dos traders agora esperam um corte de juros no FOMC de março, mas a história mostra que otimismo excessivo ignora riscos macro de Washington. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 367.859 (+2,9% em 24h).


Nomeação de Warsh Desencadeia Crise de Liquidez

A crise de liquidez apontada pela Binance reflete o pânico inicial com Warsh, visto como linha-dura contra inflação. Conhecido por defender redução agressiva do balanço patrimonial do Fed — atualmente trilhões acima do necessário —, ele pode anular efeitos de cortes de juros. O BTC testou US$ 60.300 na quinta-feira, com alavancagem agregada em ~5,8 (acima da média histórica de 4,88). Liquidações de US$ 2,56 bilhões em um dia lembram eventos raros, mas a mediana histórica sugere enfraquecimento médio prazo, não fundos imediatos. O mercado está ignorando o fim da paralisação governamental, focando no risco de margin calls em ativos de risco.

Dados do Deutsche Bank revelam queda na adoção cripto nos EUA: de 24% para 18% entre jovens de 18-34 anos. Isso ecoa ciclos passados, como 2018 e 2022, onde exuberância cedeu a correções profundas.

23% dos Traders Apostam em Corte do FOMC

Apesar dos temores, a probabilidade de corte de 25 bps em março subiu para 23%, de 18,4%, per CME FedWatch. Traders precificam um Fed hawkish sob Warsh, mas easing de liquidez é visto como catalisador positivo para cripto. Cuidado: políticas de juros impactam ativos de risco negativamente quando apertam financiamento. A história mostra que o mercado precifica cortes prematuros em topos de ciclo, levando a decepções. Com NAAIM em percentis extremos de exposição, crowding sugere rotação para fora de risco.

Analistas como Nic Puckrin alertam: encolhimento do balanço do Fed força venda de cripto primeiro para liquidez.

Riscos Macro no SPY e Correlação com BTC

A análise com viés de baixa para o SPY alinha com cripto via macro. Tarifas em 13,5% — mais altas desde 1946 — podem elevar CPI a 3% no Q2, per RBC. Alvos de queda: US$ 675 (1.0 Fib), US$ 662 (1.618). Ouro acima de US$ 5.000 sinaliza hedge institucional; Deutsche Bank mira US$ 6.000. Tech distribui: Alphabet capex AI pressiona FCF, AMD cai 17%. Economia real diverge: freight volumes caem, Maersk corta jobs. BTC, correlacionado, sente o peso.

Catalisadores: CPI, Tarifas e SCOTUS

Próximos passos definem o ciclo. CPI de 11/02 pode acelerar bear se quente (>2,8% core). SCOTUS julga IEEPA em 20/02: se mantiver tarifas, risco persiste; se derrubar, alívio bullish. FOMC só em março, com Warsh no horizonte. O mercado cripto não está em bolha — reage a medos reais de Washington. Proteja capital: ciclos mostram que sobreviver ao bear vale mais que capturar bull. Monitore liquidez global.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias traders cartoon em pânico correndo de plataforma DeFi rachando com ETH derretendo em vermelho, simbolizando queda de 40% e capitulação

Queda de 40% no ETH: Baleias em Pânico com Perdas Bilionárias

A Trend Research, de Jack Yi, registrou perda de US$ 730 milhões ao liquidar 650 mil ETH em uma semana via loop de alavancagem no Aave. O Ethereum caiu mais de 40%, rompendo o custo médio de aquisição das baleias em US$ 2.074. Dados on-chain mostram todos os cohorts pressionados, ecoando capitulações passadas como 2018. O desespero das grandes posições sugere que o ‘fundo’ pode estar longe.


O Naufrágio da Trend Research no Aave

A estratégia de loop leverage no Aave transformou-se em armadilha mortal para a Trend Research. O fundo depositava ETH como colateral, tomava USDT emprestado, comprava mais ETH e repetia o ciclo, ampliando a exposição para um pico de US$ 2 bilhões em holdings. Compraram a média de US$ 3.180 por ETH, mas liquidaram a US$ 2.053, cristalizando US$ 730 milhões em prejuízo.

A história mostra que, em mercados de baixa, alavancagem amplifica perdas além da imaginação. Como em crises passadas — dot-com ou 2022 —, o que funciona em bull vira veneno quando a liquidez some. Yi admitiu viés de alta crônico, raiz de erros recorrentes. Outras baleias somam US$ 7 bilhões em perdas semelhantes, reforçando pressão vendedora.

Ethereum Abaixo do Custo Médio das Baleias

Dados de mercado revelam o ETH testando níveis críticos: abaixo do realized price das baleias (>100k ETH) em US$ 2.074, com todos os grupos — de grandes a varejo — violados. Essa convergência rara eleva risco de capitulação, como visto em 2018-2019, quando quebras prolongadas levaram a mínimas multianuais.

Em contraste, rebounds de 2020 e 2022 transformaram o nível em suporte. Mas hoje, com mínima em US$ 1.850, o mercado ignora lições cíclicas. Baleias, com poder de fogo para mover preços, capitulam sob liquidações, não HODL eterno. Cuidado: recuperação técnica não equivale a reversão macro.

Otimismo Questionável de Tom Lee

Executivos como Tom Lee, da Fundstrat e BitMine, veem a queda de 40% como oportunidade similar ao início de 2025. Sua tesouraria de 4 milhões ETH enfrenta US$ 5 bilhões em perdas no papel, mas ele aposta em tração da rede Ethereum como ‘futuro das finanças’.

O mercado está ignorando o risco: transparência DeFi expõe posições, atraindo predadores que miram níveis de liquidação. Opções mistas miram US$ 2.200 upside ou US$ 1.700 downside. Ciclos ensinam: euforia pós-queda precede armadilhas maiores se macro piorar — juros altos, liquidez global contra.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin vale R$ 368.864 (+2,56% 24h), enquanto ETH oscila em torno de R$ 11.049. A correlação pressiona altcoins. Investidores brasileiros enfrentam dólar a R$ 5,22, ampliando volatilidade em BRL.

Previsões de ‘fundo’ falham quando baleias vendem: monitore realized price como resistência. Proteja capital — sobreviver ao bear vale mais que caçar fundos falsos. A tendência macro permanece de baixa até provas concretas de reversão.


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Sol dourado eclipsado por sombra vermelha angular com barras descendentes e casas invertidas, simbolizando recessão drenando liquidez do Bitcoin

Recessão nos EUA? Dados de Emprego e Moradia Alertam Cripto

Os dados recentes de emprego e moradia nos EUA acendem um sinal de alerta vermelho para o mercado cripto. Demissões em janeiro superaram 100 mil, o maior para o mês desde a crise financeira global, enquanto vagas de emprego caem a níveis de 2020. O desequilíbrio imobiliário bate recordes, com vendedores superando compradores. A história mostra que esses padrões de fragilidade típica de final de ciclo precedem recessões, e o Bitcoin, longe de ser porto seguro, sofre como ativo de risco. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 364.285 (-0,73% em 24h).


Fragilidade no Mercado de Trabalho

A deterioração no emprego é o canário na mina de carvão. Anúncios de demissões em janeiro ultrapassaram 100 mil, ecoando os piores momentos da crise de 2008. Reivindicações semanais de desemprego sobem, e vagas de emprego recuam para patamares de 2020. Empresas não só cortam pessoal, mas congelam contratações, com planos de recrutamento em mínimas históricas. A confiança do consumidor reflete isso: gastos discricionários em baixa, compras de longo prazo adiadas.

O mercado está ignorando esses sinais, mas a história ensina lições duras. Em 2018 e 2022, enfraquecimento no emprego dos EUA coincidiu com quedas brutais no Bitcoin — 80% e mais. Cuidado com a narrativa de ‘soft landing’: fragilidade laboral drena renda disponível, reduzindo apetite por risco.

Desequilíbrio no Mercado Imobiliário

No setor imobiliário, o quadro é igualmente preocupante. Pela primeira vez, vendedores superam compradores em margem recorde, criando um desequilíbrio que trava a liquidez. Taxas hipotecárias elevadas limitam acessibilidade, enquanto proprietários com financiamentos baratos hesitam em vender. Listagens acumulam, mas transações param.

Essa fraqueza impacta diretamente o emprego: menos renda estável significa menos compradores qualificados. Como em ciclos passados, o slowdown habitacional amplifica pressões recessivas, reduzindo riqueza familiar e consumo — pilares da economia americana. Para cripto, isso significa saída de capital de ativos especulativos.

Sinais nos Mercados Financeiros

Bonds e crédito reforçam o estresse. A curva de yields entra em bear steepening, com os yields longos subindo mais rápido, sinalizando preocupações com déficits fiscais e crescimento. Bonds corporativos de baixa qualidade negociam em níveis distressed, com defaults em alta. Falências empresariais crescem, apertando o crédito e as cadeias de suprimentos.

Desinflação rápida (próxima de 1%) pode atrasar gastos, esperando preços menores. Política monetária restritiva do Fed agrava: apertar em desaceleração eleva riscos de desalinhamento. O dólar a R$ 5,22 pressiona emergentes e fluxos para cripto.

Por Que Cripto Não é Porto Seguro

Bitcoin e altcoins correlacionam fortemente com ativos de risco como Nasdaq e S&P 500 — não ouro ou treasuries. Recessão nos EUA seca liquidez global: investidores buscam caixa, não especulação. A tese de ‘porto seguro’ ignora isso; em 2022, BTC caiu 70% com desemprego subindo. Monitore job reports semanais: piora confirma drain de liquidez para cripto. Proteja capital priorizando sobrevivência ao bear.


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Investidor idoso cartoon segurando cofre 401K puxado por Bitcoin e laptop tech em queda sincronizada, ilustrando correlação e perdas de US$ 2 tri

Cripto no 401(k) em Risco: Correlação com Tech Apaga US$ 2 Tri

A queda de 50% do Bitcoin desde outubro apagou US$ 2 trilhões do mercado cripto e reacendeu o debate sobre sua inclusão em planos de aposentadoria 401(k). Observadores da indústria alertam que esses fundos visam segurança, não especulação volátil. Ao mesmo tempo, uma correlação recorde de 0,73 com ações de software em crise revela o Bitcoin agindo mais como ativo tech de risco do que como “ouro digital” prometido.


O Ataque à Elegibilidade nos 401(k)

Lee Reiners, do Duke Financial Economics Center, foi direto: “401(k)s existem para ajudar as pessoas a poupar para uma aposentadoria segura, não para apostar em ativos especulativos sem valor intrínseco.” A declaração veio após o colapso recente, que eliminou bilhões em valor de mercado. Nos EUA, os 401(k) somam US$ 12,5 trilhões e foram abertos a ativos alternativos por ordem executiva de Donald Trump em agosto de 2025.

Mesmo o chair da SEC, Paul Atkins, defendeu a abertura do mercado de aposentadoria para cripto na véspera do crash. No entanto, a volatilidade extrema — com quedas de fim de semana que dizimam fortunas sem rede de segurança regulatória — faz gestores repensarem. Empresas como Coinbase já dão exposição indireta via índices de ações, o que Reiners considera suficiente. A história mostra que bolhas especulativas, como a dot-com, sempre terminam em correções brutais, e o cripto não parece imune.

Correlação Perigosa com Big Techs em Crise

O mercado de ações de software perdeu quase US$ 1 trilhão em sete dias, impulsionado por pânico com avanços de IA como o plugin Claude Cowork da Anthropic. ETFs como o iShares Software (IGV) caíram 16%, com 97 de 110 ações abaixo da média de 200 dias. Bitcoin acompanhou, despencando 30% na semana, com correlação de 0,73 com o IGV segundo a ByteTree Research.

Essa ligação não é coincidência: influxo institucional via ETFs de Bitcoin elevou a correlação com ações tech de 0,15 em 2021 para 0,75 agora. Quando hedge funds lucram US$ 24 bilhões vendendo a descoberto ações de software, o Bitcoin é arrastado como “beta alto” do setor. O mercado ignora que o BTC é, na essência, um software open-source sem receita, vulnerável às mesmas dinâmicas de risco tech.

Riscos para Fundos de Pensão e Lições Históricas

Plataformas como BlockTrust IRA, que gerencia US$ 70 milhões em IRAs cripto, foram pegas de surpresa pelo sell-off. Seu CTO admitiu que não saíram rápido, apesar de dados fundamentais fortes, destacando a imprevisibilidade. Em horizontes de 5-10 anos, pode haver upside, mas para aposentadorias, o risco de drawdowns extremos — como os de 2018 e 2022 — é inaceitável.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 357.131,85 nesta manhã, com alta de 3,11% em 24h, mas a volatilidade persiste. Fundos de pensão, obrigados a priorizar preservação de capital, estão fugindo da ilusão de diversificação. Correlações altas destroem o argumento de hedge contra ações tradicionais.

Perspectiva Cautelosa: Sobreviver ao Ciclo

A história repete: todo mercado de alta exuberante é seguido de mercados de baixa profundos. Franklin Templeton sonha com tokenização revolucionando pensões, mas sem regulação estável, isso soa utópico. Investidores em 401(k) devem monitorar: BTC como reserva de valor falha quando age como tech stock. Cuidado com narrativas otimistas em topos de ciclo — proteção de capital é prioridade. Gestores reconsideram cripto para evitar litígios de participantes lesados.


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Analistas cartoon de Citi e Matrixport alertando investidor eufórico sobre miragem de alta falsa, representando risco de armadilha no mercado cripto

Alívio ou Armadilha? Citi e Matrixport Alertam Riscos no Cripto

Não se engane com o rebound recente: o Citi cortou o preço-alvo da Coinbase para US$ 400 após queda de 65% da ação desde o pico, citando volumes fracos e atrasos regulatórios. Já a Matrixport classifica a recuperação do Bitcoin como mero alívio, não reversão de tendência, enquanto o CEO da CryptoQuant alerta para risco de venda institucional em cascata. A história mostra que esses sinais precedem correções mais profundas.


Citi Revisa Expectativas para Coinbase em Meio a Risco-Off

O banco de Wall Street Citigroup ajustou sua previsão para a exchange Coinbase (COIN), reduzindo o target de US$ 505 para US$ 400. A ação fechou ontem em US$ 146, após despencar 65% do recorde de US$ 450 em julho de 2025. Analistas citam volumes de trading mais fracos, atividade institucional reduzida e atrasos na legislação de estrutura de mercado nos EUA, como o projeto CLARITY.

Apesar do corte, o rating buy/high risk foi mantido, com regulação como principal catalisador. Previsões de receita do 4T25 foram reduzidas 10% para US$ 1,69 bilhão, e EPS ajustado para perda de US$ 2,64, considerando mark-to-market negativo em holdings cripto. Coinbase divulga balanço em 12 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 374.055 (+10,67% em 24h).

Alerta da CryptoQuant: Venda em Cascata Institucional

Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, adverte que grandes depósitos de BTC em exchanges sinalizam liquidações forçadas de instituições. Sem rebound significativo em um mês, o efeito dominó pode atingir ETFs, miners e trusts, pressionando preços para baixo e elevando risco de falências entre mineradoras.

“Todo analista de Bitcoin está com viés de baixa agora”, tuitou Ju. Instituições capitulando nos lows terão dificuldade para retornar, demorando a reconstruir confiança. ETFs spot viram outflows recentes, ampliando volatilidade. O mercado ignora esses riscos, mas a história de 2018 e 2022 mostra que vendas institucionais em cadeia prolongam bears.

Matrixport: Rebound é Apenas ‘Repouso Técnico’

A Matrixport analisa que o Bitcoin perdeu suportes chave, como a média de 21 semanas, transformando-os em resistências. O atual otimismo macro — crescimento nos EUA, dólar fraco — não se reflete em momentum sustentável. ETF holders acumularam US$ 54,3 bilhões a custo médio de US$ 90k, gerando prejuízos bilionários que viram pressão de venda em rebounds.

A estrutura lembra o topo do ciclo anterior: consolidação fraca antes de nova perna de baixa. “US$ 73.000 não é o fundo final”, alerta o relatório. Cuidado com bull trap: o viés de baixa persiste até prova em contrário.

Lições Históricas: Sobrevivência no Bear é Prioridade

A história repete: bolhas como dot-com e bear de 2022 seguiram euforia com correções de 70-80%. Citi, Matrixport e CryptoQuant ecoam que exuberância atual mascara fragilidades. Mercado está ignorando volumes decrescentes e posições ‘lotadas’. Proteja capital: monitore ETF flows, suportes técnicos e macro (Fed). No cripto, sobreviver ao inverno vale mais que caçar topos.


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Sol dourado do Bitcoin eclipsado por sombra negra brutalista com rachaduras vermelhas, ilustrando previsões de queda extrema da Bloomberg e Stifel

Bitcoin a US$ 10 mil? Bloomberg e Stifel Preveem Queda Extrema

O quão baixo podemos chegar? Analistas da Bloomberg Intelligence preveem Bitcoin em US$ 10 mil em 2026, enquanto o banco Stifel alerta para US$ 38 mil, conforme relatório recente. Essas projeções surgem em meio a uma queda de 20% na semana, com BTC negociado abaixo de US$ 70 mil e saques recordes de ETFs. A história mostra que picos exuberantes, como os US$ 126 mil de outubro de 2025, são seguidos por correções profundas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 347.604, com variação de -7,66% em 24h.


Alerta Extremo da Bloomberg: Semelhanças com 2008

Mike McGlone, estrategista sênior da Bloomberg, compara o atual estresse macro ao da crise financeira de 2008 e ao estouro da bolha dot-com em 2000-2001. Ele aponta deflação pós-inflação, liquidez reduzida dos bancos centrais e reversão de anos de risco excessivo como gatilhos para uma queda adicional de mais de 85% dos atuais níveis.

O mercado cripto já perdeu quase 50% desde o pico de 2025, com BTC em torno de US$ 63 mil no momento da análise. Saques de ETFs, baixa apetite por risco e volatilidade implícita elevada reforçam o cenário. McGlone já havia alertado no fim de 2025 sobre bolhas especulativas, e agora liga o risco diretamente à fraqueza macro global. A história mostra que esses ciclos de exuberância irracional terminam mal para ativos de alto risco como o Bitcoin.

Capitulação parece iminente, com volume recorde na Coinbase (US$ 3,34 bilhões) e RSI em níveis de crash pandêmico. O mercado está ignorando esses sinais?

Stifel Aponta US$ 38 Mil em Ciclo Histórico

O banco de investimentos Stifel projeta queda para US$ 38 mil, mais 43% abaixo dos atuais US$ 67 mil, alinhado a padrões cíclicos passados. Após o topo de US$ 126 mil, o BTC segue o script de mercados de baixa profundos, como em 2018 e 2022.

Fatores incluem política apertada do Fed, estagnação regulatória nos EUA, liquidez encolhendo e saques líquidos de ETFs: 7.925 BTC no dia (US$ 533 milhões) e 19.090 BTC na semana (US$ 1,28 bilhão). Demanda institucional evapora, enquanto derivativos entram em deleveraging forçado.

Técnicos destacam US$ 68 mil (EMA 200 semanas) como teste crucial. Perda abre caminho para US$ 58 mil. Cuidado: o mercado está subestimando a força desses ventos contrários macro.

Sinais On-Chain e Acumulação de Baleias

A perda da True Market Mean, suporte on-chain desde setembro de 2023, expõe BTC a colapso de 37% para US$ 51.511 via padrão cabeça e ombros. Pressão vendedora acelera liquidações.

No entanto, baleias (10k-100k BTC) acumularam 50 mil BTC em quatro dias (US$ 3,5 bilhões), comprando o medo perto de US$ 70 mil. Isso pode absorver vendas e estabilizar, mas depende do varejo e momentum macro. Preço realizado em US$ 55.800 é próximo suporte de longo prazo.

US$ 68 mil é pivotal: perda acelera baixa; retenção abre US$ 75 mil. Mas com Fed hawkish e liquidez baixa, o viés permanece de baixa.

O Que Monitorar no Pior Cenário

Essas previsões não são certezas, mas riscos reais embasados em macro e histórico. Mercados ignoram liquidez global e ciclos até ser tarde. Proteja capital: sobreviver ao mercado de baixa vale mais que lucros no mercado de alta. Acompanhe saques de ETFs, IV e suportes técnicos. Se US$ 60 mil ceder, o caminho para US$ 38 mil ou pior fica livre. A história repete: exuberância tem preço alto.


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Executivos cartoon estilizados diante de cofres BTC e ETH rachados com '6.5B' e '8B' em vermelho, simbolizando prejuízos bilionários de Saylor e Tom Lee

Prejuízo de US$ 12 bilhões: Saylor e Tom Lee Pagam a Conta?

A Strategy de Michael Saylor acumula um prejuízo não realizado de US$ 6,5 bilhões em suas reservas de Bitcoin, enquanto a Bitmine de Tom Lee enfrenta perdas de US$ 8 bilhões em Ethereum, totalizando cerca de US$ 12 bilhões. Apesar da queda do BTC para perto de US$ 67 mil (R$ 335.271, segundo o Cointrader Monitor), as ações da Strategy ainda negociam com prêmio ao valor dos ativos. O mercado ignora os riscos?


Detalhes das Perdas na Strategy

A Strategy detém 713.502 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 76.052. Com o Bitcoin negociado próximo a US$ 67 mil, o prejuízo não realizado atinge US$ 6,5 bilhões, ou cerca de 12% do custo de aquisição. Isso representa aproximadamente R$ 34 bilhões em perdas potenciais, considerando o dólar a R$ 5,27.

As ações da MSTR caíram 13% nesta quinta-feira, o maior recuo diário em quase um ano, acumulando queda de 66% no ano e 80% desde o pico pós-eleição de Trump em 2024. Ainda assim, o múltiplo de NAV (mNAV) permanece em 1,09, permitindo emissões de ações para mais compras de BTC sem diluição imediata aos acionistas.

Bitmine e o Impacto no Ethereum

No caso da Bitmine, as perdas chegam a US$ 8 bilhões devido à desvalorização do Ethereum em relação ao Bitcoin. Essa exposição concentrada em ETH amplificou o golpe, expondo a vulnerabilidade de tesourarias corporativas atreladas a um único ativo volátil. Tom Lee insiste na estratégia de HODL, mas os números vermelhos questionam sua sustentabilidade.

A história mostra que bolhas especulativas, como as de 2018 e 2022, punem quem ignora a volatilidade inerente. Empresas como essas, sem diversificação, enfrentam pressão contínua em cenários de baixa prolongada.

Prêmio das Ações: Até Quando?

O mercado está ignorando a desconexão entre o valor real dos ativos (NAV) e o preço das ações da Strategy. Esse prêmio de 9% pode evaporar se o Bitcoin não recuperar níveis chave. Michael Saylor promove o HODL, mas com o BTC em queda de 13% em 24h, cuidado com a exuberância irracional.

Analistas macro apontam que altas taxas de juros e liquidez global reduzida corroem ativos de risco. A correção atual ecoa ciclos passados, onde o otimismo cego precedeu quedas severas.

Riscos para Tesourarias Cripto

Empresas que adotam cripto como reserva única de tesouraria enfrentam riscos sistêmicos. A Strategy divulga balanço do 4º trimestre hoje, mas sem surpresas positivas à vista, investidores monitoram comentários de Saylor. Bitmine e similares servem de alerta: volatilidade não é "presente de Satoshi", mas custo real de apostas agressivas.

Vale acompanhar o mNAV e dividendos de instrumentos preferenciais como STRC, que podem subir para 11,5% se não recuperarem par. A lição? Sobreviver ao mercado de baixa exige mais que fé cega.


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Monolito dourado rachado caindo com torres tech cinzentas, simbolizando falha do Bitcoin como ouro digital em crash sincronizado com NYSE

Cripto Perde US$ 467 Bi: Bitcoin Falha como Ouro Digital?

O mercado de criptomoedas perdeu US$ 467,6 bilhões em valor de mercado em apenas uma semana, com o Bitcoin despencando para a mínima de 15 meses em US$ 72.877. Um crash de software na NYSE agravou a venda generalizada, arrastando o BTC abaixo de US$ 71 mil. A história mostra que, em momentos de estresse técnico no mercado tradicional, o Bitcoin sangra junto — será o fim da tese de ‘ouro digital’ como porto seguro?


Perda Bilionária e Queda do Bitcoin

A correção foi liderada pelo Bitcoin, que acumulou queda de 13% no ano e 39% desde o pico de US$ 126 mil em outubro. Segundo o Portal do Bitcoin, o ativo tocou US$ 72.877 na terça-feira, refletindo aversão ao risco global. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 376.050, com variação de -5,75% em 24 horas.

O sentimento na Ásia é de cautela extrema, com analistas como Rachael Lucas, da BTC Markets, alertando para um ‘medo extremo’ após a quebra do suporte de US$ 73 mil. Mais de 22% da oferta circulante de Bitcoin está em prejuízo, o que pode intensificar a pressão vendedora ou sinalizar capitulação.

Crash na NYSE e Efeito Dominó nas Criptos

O gatilho imediato veio do colapso no setor de software da NYSE, onde o S&P 500 Software Index perdeu quase 4% na terça e mais 0,73% na quarta, evaporando US$ 830 bilhões desde 28 de janeiro. Tensões com IA, como avanços da Anthropic Claude, e decepções de NVIDIA, Alphabet e Qualcomm alimentaram a incerteza.

Esse abalo técnico se espalhou para as criptomoedas, com BTC caindo 8% em 24 horas e Ethereum abaixo de US$ 2.100 — cotado a cerca de R$ 11.200 com o dólar em R$ 5,24. O mercado está ignorando a narrativa de descorrelação: criptos caem em sincronia com techs tradicionais.

Dúvidas Sobre o ‘Ouro Digital’

A tese de Bitcoin como hedge contra riscos sistêmicos ruí sob escrutínio. Michael Burry, de ‘A Grande Aposta’, chama o BTC de ativo especulativo que falha em proteger ouro e prata. Michael Novogratz, da Galaxy Digital, nota que a fé inabalável em HODL enfraqueceu, abrindo vendas. A história mostra que, em crises como 2018 e 2022, o BTC amplifica quedas do risco.

Tensões geopolíticas EUA-Irã impulsionaram ouro e prata, mas não o BTC. ETFs de Bitcoin têm fluxos próximos de zero, e opções precificam mais proteção. Cuidado com a exuberância: correlações crescentes com Wall Street expõem fragilidades.

O Que Monitorar Agora

Para investidores, o quadro geral sugere cautela. Ciclos passados ensinam que sobreviver à baixa é prioridade. Fluxos de ETFs, suportes técnicos em US$ 70 mil e decisões do Fed sobre juros serão chave. O mercado pode estabilizar, mas ignora riscos macro a seu próprio perigo. Proteja o capital enquanto o pó assenta.


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Analistas cartoon apontando para dominós caindo em cadeia, com BTC rachado primeiro, simbolizando alerta de Burry e Schiff sobre colapso sistêmico

Burry e Schiff: Queda do Bitcoin ameaça ouro e ações

O efeito dominó começou: Michael Burry alerta que o colapso do Bitcoin abaixo de US$ 73 mil pode desencadear liquidações em massa em mercados tradicionais, incluindo ouro e prata. Peter Schiff reforça o risco para empresas como a MicroStrategy, com tesourarias sobrecarregadas de BTC. Eu avisei: a fragilidade sistêmica das firmas expostas ao criptoativo especulativo agora ameaça ativos ‘seguros’. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 381.510, com queda de 4,1% em 24 horas.


Burry e o risco de reação em cadeia

Eu sempre disse que o Bitcoin não é hedge contra debasement monetário, mas puro especulativo. Burry, em seu Substack, confirma: a perda de suportes críticos apaga ganhos pós-eleição de Trump e força gerentes de risco a venderem ativos tradicionais. Empresas como a MicroStrategy acumularam BTC em preços altos; uma queda adicional pode gerar bilhões em prejuízos unrealizados, contaminando ETFs de Bitcoin e até metais preciosos via futuros tokenizados.

O suporte psicológico em US$ 50 mil é o próximo alvo. Mineração em risco de falências, liquidez secando. A correlação crescente com o S&P 500 amplifica o contágio: o que era ‘ouro digital’ agora arrasta o ouro real para baixo.

Schiff ataca MicroStrategy

Peter Schiff, ouro eterno versus BTC volátil, não perdoa. Ele prevê perdas maiores para a MicroStrategy, que investiu mais de US$ 54 bilhões em 713 mil BTC a um custo médio de US$ 76 mil. Já no vermelho em 3%, o papel MSTR despencou 5% na última sessão, com analistas mirando US$ 118.

Schiff critica o timing: compras recentes acima de US$ 75 mil, quando o preço já caía. Empresas de capital aberto com obrigações de dividendos não aguentam essa volatilidade. O modelo de tesouraria em BTC é uma roleta russa corporativa.

Riscos existenciais e FUD crescente

Burry reitera risco existencial para treasury firms: mais 10% de queda deixa gigantes como MicroStrategy isolados do mercado de capitais, elevando chance de quebra. Galaxy Digital questiona a viabilidade: engenharia financeira insustentável. Até CZ admite FUD elevado, abandonando otimismo de superciclo.

Ouro e prata sofrem pressão coincidente, apesar de dólar fraco. Investidores devem monitorar liquidações forçadas, outflows de ETFs e mNAV das empresas. O ‘apocalipse financeiro’ que eu previa ganha contornos reais: BTC não protege, destrói valor em cascata.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Investidor cartoon alarmado apontando para dominós caindo de Bitcoin rachado para ouro e prata, ilustrando alerta de liquidações em cascata

Burry Alerta: Queda do Bitcoin Pode Arrasar Ouro e Prata

Michael Burry, o investidor imortalizado em The Big Short por prever a crise de 2008, alertou para uma possível ‘espiral mortal’ desencadeada pela queda do Bitcoin. Segundo análises recentes, liquidações em futuros de prata tokenizada superaram as do BTC em plataformas cripto, enquanto uma plunge do Bitcoin abaixo de US$ 73.000 pode forçar vendas de até US$ 1 bilhão em ouro e prata. O mercado está ignorando o risco de contágio sistêmico entre cripto e ativos tradicionais de porto seguro.


Liquidações em Prata Superam Bitcoin

A história mostra que leverage excessivo em mercados interconectados amplifica quedas. Na semana passada, durante uma venda generalizada, as liquidações de prata tokenizada em exchanges como Hyperliquid ultrapassaram as do Bitcoin e Ethereum, algo raro. Burry descreveu isso como uma “collateral death spiral”: com o colapso dos preços cripto usados como garantia, posições alavancadas em metais preciosos foram forçadas a vender, acelerando a desvalorização.

Plataformas cripto, operando 24/7, viraram arenas para trades macro com baixa exigência de capital inicial. Mas em momentos de estresse, como o recente recuo nos metais — impulsionado por margens elevadas no CME Group —, o efeito cascata é inevitável. O mercado está subestimando como esses instrumentos tokenizados ligam criptoativos a commodities tradicionais.

No pico da turbulência, a prata registrou um dos maiores wipeouts, invertendo a ordem usual onde BTC lidera as liquidações. Cuidado com a ilusão de diversificação em tempos de correlação alta.

Queda do BTC Pode Desencadear US$ 1 bilhão em Vendas

Burry vai além: a recente queda do Bitcoin para abaixo de US$ 73.000 — uma desvalorização de 40% dos picos — expõe fragilidades. Instituições e tesourarias corporativas, pressionadas por perdas cripto, liquidaram até US$ 1 bilhão em ouro e prata no fim de janeiro para cobrir margens. Sem casos de uso orgânicos para sustentar o BTC, Burry vê pouca razão para a descida parar.

Empresas como MicroStrategy, com grandes holdings de Bitcoin, enfrentam riscos elevados. Se o preço cair para US$ 50.000, mineradoras podem quebrar, e o mercado de metais tokenizados colapsar sem compradores. A narrativa de Bitcoin como “ouro digital” falha aqui: em crises reais, correlações sobem, e portos-seguros tradicionais sofrem junto.

Os ganhos recentes via ETFs spot foram especulativos, não adoção genuína. O mercado ignora lições de bolhas passadas, como 2018 e 2022.

Implicações Macro e Cotação Atual

Hoje, o cenário reforça o alerta. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 398.911,29 acumula -3,26% em 24 horas, com volume de 507 BTC. Ouro em R$ 26.465/oz (+2,08%) e prata a R$ 468,39/oz (+5,57%) mostram volatilidade, mas quedas cripto podem pressionar mais.

Ciclos econômicos ensinam: exuberância leva a correções profundas. Plataformas cripto agora espelham mercados tradicionais, com margens apertadas propagando estresse. Investidores devem monitorar correlações crescentes e liquidez em metais tokenizados — sinais de topo de ciclo.

Burry não prevê o fim, mas prepara para o pior: proteção de capital é prioridade em mercados de baixa.


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Torre instável de stablecoin com '500B' no topo sendo cortada por tesoura vermelha, investidor cético observa, sinalizando ceticismo no valuation da Tether

Tether Corta Meta de Captação em 75%: Ceticismo no Valuation

A redução drástica na meta de captação da Tether, de até US$ 20 bilhões para cerca de US$ 5 bilhões, revela forte resistência de investidores ao valuation proposto de US$ 500 bilhões. Esse recuo, reportado pelo Financial Times, expõe ceticismo institucional sobre a gigante emissora de USDT, mesmo com lucros bilionários. A história mostra que ambições descoladas da realidade precedem ajustes dolorosos.


Detalhes do Recuo nas Ambições

A Tether, responsável por mais de US$ 185 bilhões em circulação de USDT, inicialmente explorou uma rodada de financiamento que poderia elevar seu valor a patamares comparáveis a empresas como SpaceX e ByteDance. No entanto, potenciais investidores questionaram não só o tamanho da operação, mas também a valuation inflada, levando assessores a discutir uma meta bem menor.

O CEO Paolo Ardoino minimizou o impacto, afirmando que os US$ 15-20 bilhões representavam um teto, não uma meta fixa. "Se vendêssemos zero, estaríamos felizes", disse ele ao FT. Ainda assim, o mercado ignora que empresas lucrativas como a Tether raramente precisam de capital externo em tal escala sem sinais de fraqueza subjacente.

Preocupações com Valuation e Riscos Regulatórios

Investidores permanecem cautelosos diante de um valuation que colocaria a Tether entre as empresas privadas mais valiosas do mundo, ao lado de gigantes de IA deficitárias. A resistência destaca riscos regulatórios persistentes e dúvidas sobre a transparência das reservas, que incluem exposição a Bitcoin e ouro.

Sem uma auditoria completa — apenas atestações trimestrais da BDO Italia —, a S&P Global rebaixou a avaliação das reservas no ano passado. Ciclos passados, como a bolha dot-com, ensinam que valuations exuberantes sem fundamentos sólidos levam a correções brutais. Cuidado com o otimismo cego em stablecoins.

Desempenho Financeiro sob Escrutínio

Apesar do recuo, a Tether reportou US$ 10 bilhões em lucros em 2025, com reservas excedentes de US$ 6,3 bilhões e ativos totais próximos a US$ 193 bilhões. A circulação de USDT atingiu recorde de US$ 186 bilhões após emissão de quase US$ 50 bilhões no ano. Esses números impressionam, mas o mercado está ignorando a dependência de juros em Treasuries e a vulnerabilidade a mudanças macro.

Lucratividade alta não justifica valuations estratosféricos quando insiders relutam em diluir equity. A história de crises asiáticas de 1997 mostra como fluxos de capital reversos podem amplificar problemas.

Implicações para Investidores e o Mercado Cripto

Esse episódio sinaliza limites ao crescimento das stablecoins em um ambiente de liquidez global contraída e juros elevados. Institucionais questionam se a Tether pode sustentar sua dominância sem transparência plena, ecoando preocupações de 2022 durante o colapso FTX. Para investidores, é um lembrete: proteger capital em bears é prioridade.

Vale monitorar se esse ceticismo se espalha para outras emissoras. A exuberância atual pode mascarar topos de ciclo, como vimos em 2018.


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Multidão de traders cartoon em pânico fugindo de onda vermelha de FUD engolindo sol Bitcoin, simbolizando medo extremo no varejo cripto

Bitcoin em ‘Medo Extremo’: Varejo Entra em Pânico Total

O Bitcoin mergulhou em território de medo extremo no índice Fear & Greed, com o varejo vendendo em pânico após queda de 16% na semana para US$ 74.600. A análise da Santiment revela FUD dominando as redes sociais, o mais baixista desde novembro. Jim Cramer, mesmo detentor de BTC, alerta para a volatilidade como moeda de curto prazo. A história mostra que exuberância cobra seu preço.


FUD Toma Conta das Redes Sociais

A onda de FUD nas redes sociais acelerou após o Bitcoin cair para mínimas de nove meses em torno de US$ 78.000. Segundo a Santiment, posts negativos inundam plataformas, com o varejo — traders comuns sem estômago para volatilidade — despejendo posições. Mercados movem-se no sentido oposto à multidão, e este pânico do varejo prova o ponto. Em comparação à queda de 19% em novembro, que evaporou US$ 680 bilhões, esta correção de 16% já custou US$ 440 bilhões, voltando o BTC a níveis de abril de 2025.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 397.201 às 19h15 desta terça, com variação de -4,29% em 24h e volume de 501 BTC. O mercado brasileiro reflete o caos global.

Indicadores Técnicos Indicam Cautela

No gráfico diário, as médias móveis exponenciais confirmam tendência de baixa, com a EMA de 50 dias abaixo da de 200 dias. O ADX em 32 indica força na queda, enquanto RSI em 30 sinaliza sobrevenda — possível alívio, mas não reversão. A zona de suporte em US$ 74.500 segurou por pouco, mas quebra abre caminho para US$ 69.000, uma correção de 45% do pico de outubro em US$ 126.000.

O Fear & Greed em 14 reflete pavor generalizado, impulsionado por tarifas de Trump e liquidações de US$ 2,2 bilhões. Ouro e prata também caíram, mostrando fuga para dólar. A história de 2018 e 2022 repete: mercados de alta terminam com capitulação do varejo.

Jim Cramer e o Silêncio dos Touros

Jim Cramer, dono de Bitcoin, usou o fim de semana brutal para questionar sua confiabilidade de curto prazo. Ele sugere vendidos atacando antes dos balanços da MicroStrategy em 5 de fevereiro. Onde estão Michael Saylor e os defensores? Sem ‘pólvora seca’, o suporte em US$ 73.000-77.000 pode falhar. O mercado ignora avisos macro: juros altos e liquidez escassa globais pressionam ativos de risco.

Cuidado com rallies de alívio — historicamente, são armadilhas em mercados de baixa. Proteja capital; sobreviver é prioridade.


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Fortaleza digital cyan vazando ouro líquido pelas rachaduras em ambiente cyberpunk, simbolizando saída de US$73 bi institucionais do mercado cripto

Fuga Institucional: US$ 73 Bilhões Saem do Mercado Cripto

Os ativos digitais perderam US$ 73 bilhões em AUM desde os picos de outubro de 2025, segundo relatório semanal da CoinShares. Na última semana, saques atingiram US$ 1,7 bilhão, revertendo ganhos do ano e deixando fluxos acumulados de 2026 em território negativo com US$ 1 bilhão líquido em saques. O mercado ignora esses sinais, mas a história mostra que quando o dinheiro institucional sai, a correção se aprofunda. Bitcoin lidera as retiradas com US$ 1,32 bilhão, seguido por Ethereum e altcoins.


Saques Massivos por Ativo

Bitcoin sofreu o maior impacto, com saques de US$ 1,32 bilhão em produtos dedicados, representando a maior retirada semanal recente. Ethereum registrou US$ 308 milhões em saques, enquanto XRP e Solana viram US$ 43,7 milhões e US$ 31,7 milhões saindo, respectivamente. Até Sui e Litecoin tiveram drenagem modesta de US$ 1,2 milhão e US$ 0,2 milhão.

Curiosamente, fundos short em Bitcoin atraíram US$ 14,5 milhões em influxos, elevando seu AUM YTD em 8,1%. Produtos de múltiplos ativos perderam US$ 13,5 milhões, mas euforia em metais tokenizados trouxe US$ 15,5 milhões em influxos. Esses números consolidam os US$ 2,8 bilhões mencionados em post recente, pintando um quadro de deserção ampla.

O Bitcoin opera em torno de US$ 74.500 recentemente, abaixo do suporte de US$ 80.000, com liquidações de US$ 2,5 bilhões em posições compradas alavancadas agravando a pressão.

Pressões Macro e Vendas de Baleias

A CoinShares atribui a fuga a um Federal Reserve mais hawkish, com Jerome Powell sinalizando juros firmes, e vendas contínuas de grandes detentores alinhadas ao ciclo de quatro anos. Riscos geopolíticos elevados completam o trio de catalisadores, erodindo a confiança após meses de euforia pós-eleições.

Nos EUA, epicentro dos ETFs, saídas somaram US$ 1,65 bilhão na semana, com Canadá e Suécia contribuindo US$ 37,3 milhões e US$ 18,9 milhões. Europa mista: Suíça e Alemanha viram influxos de US$ 11 milhões e US$ 4,3 milhões, mas o saldo global é de retração.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 412.123 (+0,55% em 24h) reflete essa cautela, com volume de 332 BTC negociados no Brasil.

Demanda por Hedge e ETFs em Xeque

Fundos short em Bitcoin crescem como refúgio, sinalizando que investidores se posicionam para mais quedas. ETFs spot Bitcoin nos EUA gerenciam US$ 113 bilhões, mas com preço médio de aquisição em US$ 87.830, posições estão em prejuízo após queda de 40% desde picos. Saques de US$ 2,8 bilhões nas últimas duas semanas aceleram a sangria.

QCP Capital destaca US$ 74.500 como suporte crítico, alinhado a lows do ciclo 2025. Opções mostram demanda maior por proteção contra quedas que por altas, mas não extrema como em crises passadas. Quebra abaixo de US$ 74.000 pode testar zonas de 2024; acima de US$ 80.000 aliviaria pressão.

A história de 2018 e 2022 repete: topos exuberantes precedem capitulação institucional, com AUM caindo 70-80% em bears profundos.

Lições Históricas e Vigilância

O mercado está ignorando a fuga do “dinheiro grosso”, focando em narrativas de adoção. Mas ciclos mostram que saques institucionais marcam transições para fases de consolidação prolongada ou bears. Em 2022, similar drenagem levou Bitcoin a -75% do topo.

Vale monitorar acumulação institucional, comunicações do Fed e riscos geopolíticos. Para brasileiros, com dólar a R$ 5,27, a erosão em dólares amplifica perdas em reais. Cuidado com o viés de confirmação em meio a ruído social de alta.

Sobreviver ao ciclo exige preservação de capital sobre ganhos especulativos.


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Monolito dourado do Bitcoin descendo abismo digital com marcos 56K e 50K vermelhos, simbolizando previsão de correção profunda

Bitcoin Ruma a US$ 56 Mil? Galaxy e Bloomberg Veem Queda Profunda

A análise da Galaxy Digital liderada por Alex Thorn avisa que o Bitcoin pode cair até US$ 56 mil, seu preço realizado atual, pois catalisadores para alta permanecem difíceis de encontrar. Paralelamente, Mike McGlone, estrategista sênior da Bloomberg Intelligence, considera uma correção de 50% para US$ 50 mil “razoável”. A recente queda para US$ 74 mil pode ser só o início, em um cenário sem narrativas favoráveis.


Falta de Catalisadores Preocupa Galaxy Digital

A história mostra que mercados sem drivers claros tendem a revisitar níveis de suporte históricos. Alex Thorn, da Galaxy, destaca em nota recente que o Bitcoin perdeu o suporte da média móvel de 50 semanas em novembro e agora mira o gap de suprimento em US$ 70 mil, podendo testar o preço realizado de US$ 56 mil. “Narrativas estão trabalhando contra o Bitcoin”, afirma, pois o ativo não acompanha ouro e prata no hedge contra debasement monetário.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 412.674 nesta terça-feira (3), com alta de 0,83% nas últimas 24 horas, mas ainda 39% abaixo do pico de US$ 126 mil. Thorn nota pouca acumulação por grandes compradores e detentores de longo prazo (LTH), sinalizando que investidores aguardam preços mais baixos.

Bloomberg Vê Correção de 50% como Razoável

Mike McGlone reforça o ceticismo ao chamar posições compradas em ativos de risco de “imprudentes”. Para ele, Bitcoin perto de US$ 100 mil e prata acima de US$ 100 são oportunidades de vendido. Seu alvo: reversão para US$ 50 mil no BTC, impulsionada por “beta backup” — reação amplificada à volatilidade das ações — e imprevisibilidade política de Donald Trump.

O mercado está ignorando esses riscos macro. McGlone cita rebote na volatilidade acionária (VIX) e mudanças abruptas na Casa Branca como fatores que afastam capital institucional de voláteis como cripto. A prata, similarmente, mira US$ 50, destacando correlação em correções históricas.

Suportes Técnicos e Lições dos Ciclos Passados

Thorn aponta que mercados de baixa anteriores viram o Bitcoin negociar abaixo do preço realizado, encontrando suporte ali ou na média móvel de 200 semanas, hoje em US$ 58 mil. Ciclos de 2018 e 2022 repetiram o padrão: topos eufóricos seguidos de retrações de 70-80%. “Esses níveis marcaram fundos de ciclo”, observa, servindo como entradas para investidores de longo prazo.

Vendas de LTH diminuíram, sinalizando proximidade de fundo, mas resistência persiste se esperarem preços mais altos. Cuidado com exuberância: a atual drawdown de 39% ecoa padrões onde falta liquidez global sustenta altas artificiais.

Implicações Macro e Próximos Passos

O projeto de lei de estrutura de mercado no Senado americano, aguardado como catalisador, perde força sem apoio bipartidário. Thorn duvida de impacto significativo no BTC, beneficiando mais altcoins. Fatores macro como juros altos e liquidez escassa pesam, similar a crises passadas como dot-com.

Investidores devem monitorar realized profits de LTH, médias móveis e volatilidade global. Proteger capital em mercados de baixa é prioridade — sobreviver ao ciclo importa mais que capturar picos. Cenários de US$ 50-56 mil não são alarmismo, mas realismo baseado em dados.


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Pódio top 10 com monólito Bitcoin expulso para 13º por prata e gigantes tech, touro abatido e analistas cartoon alertando sobre bear market

Bitcoin Expulso do Top 10: Cai para 13º em Ativos Globais

O Bitcoin foi expulso do top 10 global de ativos por market cap, caindo para o 13º lugar com US$ 1,55 trilhão, atrás de prata (US$ 4,62 trilhão) e gigantes como Tesla. A falta de novo capital apontada por Ki Young Ju agrava a pressão de venda, enquanto Jim Cramer questiona os touros ausentes abaixo de US$ 80 mil. A história mostra que exuberância assim precede correções profundas.


Reversão Brutal no Ranking de Ativos

A capitalização de mercado do Bitcoin encolheu para cerca de US$ 1,55 trilhão, conforme dados do CompaniesMarketCap em 2 de fevereiro de 2026. Isso o coloca atrás não só da prata, com US$ 4,62 trilhão, mas também de empresas como Tesla e Broadcom. Há seis meses, em julho de 2025, o BTC ocupava o 6º lugar com US$ 2,35 trilhão, superando prata e Alphabet.

O ouro lidera com US$ 33 trilhões, seguido por NVIDIA, Microsoft e Amazon. Essa rotação de capital para ativos tradicionais ignora a narrativa de ‘ouro digital’. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 413.804 (+2,3% em 24h), mas o dólar a R$ 5,26 reforça a fraqueza em reais. O mercado cripto perdeu US$ 500 bilhões na semana, enquanto metais preciosos apagaram US$ 10 trilhões.

Falta de Novo Capital Pressiona Vendas

Ki Young Ju, da CryptoQuant, destaca o Realized Cap estagnado, sinal de ausência de inflows frescos. Holders iniciais realizam lucros acumulados via ETFs e MicroStrategy, mas os fluxos secaram. Sem compradores novos, cada venda encontra bids fracos, levando a consolidação lateral ou pior.

A história repete: em ciclos passados, como 2018 e 2022, a falta de capital novo marcou topos. MicroStrategy impulsionou o rally, mas sem ela, o risco de -70% paira — embora Saylor segure. O preço tocou US$ 75 mil, nível de abril de 2025, com Ethereum caindo mais (21% semanal).

Touros Sumidos: Cramer Cobra Liquidez

Jim Cramer, dono de BTC, ironiza: ‘Onde estão os defensores habituais? Têm até segunda para voltar a US$ 82 mil e alegar duplo fundo’. Ele critica a inação nos fins de semana, quando liquidez some abaixo de US$ 80 mil. O ‘efeito inverso Cramer’ vira meme, mas sua dúvida ecoa: por que os bulls calam na baixa?

Volume de venda cai, mas quedas aceleram, com baleias comprando enquanto o retail vende. Isso sugere topo de ciclo, com liquidações de alavancados retail. O mercado ignora esses sinais, focado em narrativas otimistas.

Implicações: Ciclos e Riscos Macro

O mercado está ignorando lições de bolhas passadas — tulipas, dot-com. Com Fed e geopolítica incertos, capital rotaciona para ouro e S&P 500. Cuidado com a ilusão de adoção eterna: volatilidade tradicional e commodities prova que BTC é risco, não refúgio.

Vale monitorar inflows ETFs, realized cap e suporte em US$ 75 mil. Sem novo capital, consolidação prolongada ou bear market é provável. Proteja o capital: sobrevivência no bear vale mais que euforia no bull.


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Pilares de suporte técnico bold quebrando com monolito Bitcoin caindo rumo a '44K' no abismo, prevendo capitulação bearish

Alvo US$ 44 Mil: Analistas Preveem Queda do BTC Após Quebra Técnica

O Bitcoin recuou para cerca de US$ 74 mil após uma queda de 13% na semana, mas analistas como Peter Brandt e Doctor Profit alertam para um fundo de ciclo muito mais baixo, entre US$ 44 mil e US$ 54 mil. A perda da média móvel de 100 semanas (MA100 semanal), suporte crucial que separa mercados de alta de baixa, sinaliza o possível fim do ciclo altista atual. Essa quebra decisiva, aliada a padrões de baixa, pode levar à capitulação final dos touros otimistas.


Quebra Técnica das Médias de Longo Prazo

A história mostra que rompimentos de médias móveis de longo prazo, como a MA100 semanal, marcam transições definitivas entre mercados de alta e de baixa. Doctor Profit destacou que o Bitcoin rompeu essa linha em outubro de 2023, confirmando o ciclo de alta anterior, mas agora a perdeu de forma abrupta, dois anos depois. Essa movimentação coincidiu com a formação de um death cross e a confirmação de um padrão de bandeira de baixa, similar ao visto no pico de 2021-2022, que precedeu uma correção de mais de 70%.

Peter Brandt, por sua vez, analisou o gráfico diário e rebaixou seu alvo de queda para US$ 54.059, após o BTC testar suportes de abril de 2025. Uma quebra abaixo de US$ 66.500 poderia acelerar o movimento descendente, ignorando a euforia recente que levou o ativo a US$ 126 mil.

Previsões de Capitulação e Fundos de Ciclo

Doctor Profit revisou suas projeções iniciais de US$ 50-60 mil para uma zona mais baixa de US$ 44-54 mil, considerando a consolidação iminente abaixo da MA100 e uma descida inicial a US$ 70 mil, que não seria o fundo definitivo. O mercado está ignorando esses sinais, mas a decisividade da quebra sugere uma capitulação final, onde o pânico vende o ativo a preços descontados.

Brandt reforça o ceticismo ao questionar investidores da MicroStrategy (MSTR), cujas posições em BTC estão underwater após a queda de 30% desde o topo. Sem lucros realizados, a empresa enfrenta desafios, o que pode amplificar o medo no mercado.

Contexto Macro e Pressões Externas

O viés de baixa é agravado por fatores macro: ETFs de Bitcoin registram três meses consecutivos de saídas líquidas, apesar do acesso recente por gestores de patrimônio nos EUA. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 410.399 (-1,59% em 24h), refletindo a pressão global. Quedas em ouro (abaixo de US$ 4.700), Nasdaq e um possível shutdown parcial do governo dos EUA intensificam o risco, com o market cap cripto testando US$ 2,55 trilhões.

Matrixport nota que o BTC precisa de uma nova narrativa para atrair investidores tradicionais, em meio à desdolarização e rally do ouro que não sustentaram o momentum.

Lições Históricas e Cuidados para Investidores

Ciclos passados, como 2018 e 2022, ensinam que exuberância irracional após topos leva a correções profundas. O mercado está ignorando esses precedentes, mas a proteção de capital deve prevalecer: sobrevivência no mercado de baixa é prioritária. Investidores devem monitorar a MA100 semanal e suportes chave, preparando-se para volatilidade prolongada. Cuidado com narrativas emocionais, como especulações externas, que podem acelerar vendas.


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Analista cartoon com megafone alertando sobre punho macro esmagando Bitcoin, simbolizando crise de liquidez nos EUA por Raoul Pal

Raoul Pal: Crise de Liquidez nos EUA Esmaga Bitcoin

O analista macro Raoul Pal atribui a recente queda do Bitcoin e das ações de tecnologia a uma crise de liquidez nos Estados Unidos, não a falhas específicas do criptomercado. Segundo ele, o shutdown governamental repetido drenou fundos do sistema financeiro, criando um ‘air pocket‘ que esmaga ativos de risco. A história mostra que, em ciclos passados como 2018 e 2022, pressões macro assim precedem correções prolongadas. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 409.402, com variação de -1,86% em 24h.


A Mecânica da Crise de Liquidez

A tese de Pal é clara: a liquidez total dos EUA substituiu a liquidez global como driver dominante. O Tesouro americano reabasteceu sua Conta Geral sem contrapartida monetária do Fed, coincidindo com o fim do escoamento do reverse repo em 2024. Isso criou um dreno líquido, agravado pelos dois shutdowns governamentais recentes. No último, o Tesouro evitou gastar reservas e acumulou saldo, restringindo ainda mais os fluxos para ativos especulativos.

O ouro, como ativo de refúgio, absorveu parte do capital marginal, deixando Bitcoin e ações SaaS — medido pelo UBS SaaS Index — com padrões de preço idênticos. A história econômica, das crises asiáticas aos dot-com, ensina que drenagens fiscais assim amplificam quedas em mercados de alta imaturos. Pal alerta: o mercado ignora esses sinais macro por focar em narrativas cripto.

Impacto no Bitcoin e Correlação com Tecnologia

Bitcoin e tech stocks caem em sincronia, desafiando a ideia de decoupling. Com o dólar a cerca de R$ 5,26, a pressão se reflete em outflows massivos de ETFs: US$ 2,8 bilhões nas últimas duas semanas, reduzindo AUM em 31% desde outubro. BTC testou US$ 76.000, longe do custo médio dos ETFs. Pal descarta falhas setoriais: é pura escassez de liquidez afetando todos os ativos de risco.

Manufatura fraca nos EUA reforça o quadro. Em 2022, similar aperto levou a uma correção de 70% no Bitcoin. Investidores devem questionar se a euforia recente ignora esses paralelos históricos.

Possível Resolução e Riscos Macro

Pal vê otimismo pontual: o shutdown atual pode resolver esta semana, removendo o último obstáculo de liquidez. Ele rebate temores sobre Kevin Warsh como chair do Fed, prevendo cortes de taxa alinhados à produtividade de IA, ecoando os anos 1990. Mudanças em alavancagem bancária e estímulos fiscais pré-eleições midterm poderiam restaurar fluxos.

Cuidado: Pal admite ter subestimado a dominância da liquidez EUA. Se o dreno persistir, 2026 pode começar com mais sangria, como em mercados em baixa passados. O mercado está ignorando o dólar fraco e gridlock político.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar resolução do shutdown, dados de manufatura e fluxos para ouro. Indicadores como mNAV de empresas Bitcoin e outflows de ETFs sinalizam se a pressão macro persiste. A lição histórica é simples: sobreviver ao bear protege o capital para o próximo ciclo. Não é hora de euforia — é de cautela informada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Holder cartoon antigo soltando saco de Bitcoin dourado de pilha colossal em meio a nuvens de tensão e chuva de ouro, sinalizando alerta de vendas e liquidações

Holder de 12 Anos Vende US$ 265 Mi em BTC: Sinais de Alerta

Um holder de Bitcoin que acumulou 5.000 BTC há 12 anos, quando o preço era de apenas US$ 332, vendeu 2.500 BTC desde dezembro de 2024, totalizando cerca de US$ 265 milhões a um preço médio de US$ 106 mil. Essa distribuição ocorre em meio a uma queda global sincronizada, com liquidações de US$ 2,5 bilhões e perda de apetite por risco. Se quem entrou na era Satoshi está saindo, o mercado deveria prestar atenção. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC está a R$ 410.333,81 (-1,46% em 24h).


Venda Estratégica de um OG Holder

A história mostra que holders antigos, aqueles que compraram na fase inicial do Bitcoin, tendem a distribuir quando o preço supera múltiplos do custo original. Esse wallet, inativo por mais de uma década, realizou vendas concentradas desde dezembro, vendendo 2.500 BTC por US$ 265 milhões. O lucro acumulado já ultrapassa US$ 500 milhões, mas ainda restam 2.500 BTC no endereço, avaliados em cerca de US$ 237 milhões.

O mercado está ignorando esse sinal? Grandes distribuidores introduzem pressão de venda concentrada, que pode sobrecarregar a liquidez spot se a demanda não absorver rapidamente. Historicamente, movimentos semelhantes coincidem com transições de altas fortes para consolidações ou correções, como visto em 2018 e 2022. Cuidado com a euforia: o que parece força pode ser exaustão de supply antigo.

Os 5 Sinais de Alerta no Mercado Global

Não é só o Bitcoin: cinco sinais de alerta emergem simultaneamente.

  1. Liquidações de US$ 2,5 bilhões forçaram o BTC abaixo de níveis técnicos chave, atingindo US$ 76.444.
  2. O BTC age como ativo de risco, caindo junto com ações em vez de porto seguro.
  3. O ouro e a prata recuaram cerca de 9%, após altas exageradas por temores geopolíticos.
  4. Tensões EUA-Irã impulsionam volatilidade impulsionada por manchetes.
  5. Títulos do Tesouro (Treasuries) atraem fluxo com yields em queda, sinal de rotação para segurança.

Esses fatores sincronizados sugerem perda de equilíbrio, com volume de negociações acima de US$ 130 bilhões indicando estresse, não participação orgânica. O mercado cripto, com capitalização de US$ 2,6 trilhões, esconde fragilidade sob a superfície.

Implicações Macro e Lições Históricas

A história repete padrões: bolhas como dot-com e crises asiáticas mostram que exuberância leva a correções. Aqui, a distribuição de baleias antigas transfere risco para novos entrantes a valuations elevados. Geopolítica volta ao volante, amplificando volatilidade cross-asset. Títulos de dívida enviam mensagem quieta de fuga para qualidade, enquanto petróleo segura prêmio mas é limitado por oferta.

Para fevereiro, o relatório de empregos dos EUA pode pressionar yields ou aprofundar defesa. Tecnicamente, falha em reclaim US$ 80 mil trata rallies como bounces de alívio. Preciosos metais enfrentam encruzilhada similar. Flexibilidade é chave: sobreviver ao bear importa mais que maximizar o bull. O mercado pisca, mas não quebra — ainda.

O Que Monitorar Agora

Vale monitorar absorção da oferta de baleias: se demanda falhar, movimentos de baixa adicionais são prováveis. Indicadores macro como Fed (próxima em março, sem corte esperado) e relatório de empregos ditarão rotação. Dentro do cripto, reset de alavancagem reduz rebuild rápido. Holders como esse sinalizam topo de ciclo? Não definitivamente, mas ignorar é arriscado. Proteja capital priorizando liquidez sobre FOMO.


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Analista cartoon alertando rachadura em barra de prata com '60' gravado sob pressão de dólar e yields, sinalizando riscos macro para Bitcoin

Prata para US$ 60? Alerta da Bloomberg Sinaliza Riscos Macro

Um estrategista da Bloomberg Intelligence alerta que a prata, negociada acima de US$ 85 por onça, ainda enfrenta risco de correção severa para US$ 60, mesmo após queda de 31% em um dia. Mike McGlone destaca o ratio prata/cobre elevado, sugerindo exuberância irracional. Em um cenário de dólar forte e yields em alta, o mercado cripto — sensível a esses ventos macro — deve prestar atenção, pois a história mostra que commodities voláteis precedem ajustes em ativos de risco.


Ratio Prata/Cobre Revela Sobrevalorização

O ratio prata/cobre permanece nos mid-teens, bem acima da média histórica de cerca de 6 e picos em torno de 10 desde 1988. McGlone argumenta que o cobre, metal industrial ancorado em demanda real de manufatura e infraestrutura, serve como benchmark estável contra a volatilidade investment-driven da prata.

Gráficos logarítmicos de longo prazo confirmam: mesmo com a prata estabilizando em US$ 78-80 após colapso, o ratio sugere que uma queda para US$ 60 ainda deixaria o metal precioso caro em termos relativos. A correlação de 100 semanas entre os metais é de 0.51, ampliando-se em fases especulativas — um padrão familiar em bolhas passadas, como as tulipas ou dot-com.

Segundo o AwesomeAPI, a prata spot está em US$ 85,11 (bid), com variação diária de -27,65% — reflexo do pico recente acima de US$ 118.

Queda Brutal: Triggers Macroeconômicos

A prata despencou mais de 31% em 30 de janeiro — pior dia desde 1980 —, saindo de picos acima de US$ 118 para US$ 84, estabilizando em US$ 78-80. O catalisador: nomeação de Kevin Warsh como chair do Fed por Trump, impulsionando dólar e yields dos Treasuries, enquanto liquidações forçadas varreram posições alavancadas.

O aumento de 36% nos requisitos de margem da CME acelerou o unwind. O mercado está ignorando esses sinais de topo de ciclo? A história mostra que, em 2018 e 2022, euforia em commodities precedeu correções cripto profundas, com Bitcoin caindo 80%+.

Hoje, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 404.601, com variação de -1,33% em 24h — sintoma de apetite por risco em baixa.

Correlação com Criptomoedas: Um Sinal de Alerta?

Se a prata — apelidada de ‘ouro digital’ original — revela fragilidades em valuations extremos, o que dizer dos criptoativos? Ambos sofrem com volatilidade amplificada por momentum e expectativas monetárias, ignorando âncoras fundamentais em fases de alta.

Cuidado com a narrativa de ‘novo paradigma’: ciclos existem, e liquidez global apertando (Fed hawkish) pressiona ativos especulativos. Em crises asiáticas de 1997 ou dot-com 2000, commodities deram o primeiro grito antes do contágio. O Bitcoin, correlacionado com prata em riscos sistêmicos, pode testar suportes se yields continuarem subindo.

Não é FUD: é ceticismo embasado. Proteção de capital sempre prevalece sobre maximizar bull markets efêmeros.

O Que Monitorar no Horizonte Macro

Vale acompanhar: decisões do Fed sob Warsh, dados de PMI chinês (já em contração), estoques COMEX de prata drenando em short squeezes passados, e fluxos para dólar como safe haven.

Para brasileiros, com dólar em R$ 5,255 (+1,42%), a prata em R$ 447/oz amplifica o impacto local. Investidores cripto devem questionar: estamos em outro pico de exuberância irracional? A resposta virá dos dados, não das narrativas.


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Pilar cristalino intacto no olho de furacão cibernético com bordas derretendo em 'ENA', contrastando USDe estável vs colapso do token em Ethena

Ethena no Olho do Furacão: ENA Derrete para Mínima Histórica

O token ENA da Ethena atingiu mínima histórica de US$ 0,1484 em 30 de janeiro de 2026, apesar do crescimento contínuo da stablecoin sintética USDe. Mesmo com a listagem da USDe na exchange HTX e adoção global em alta, o preço do ENA permanece em viés de baixa persistente desde setembro de 2025. Esse paradoxo revela os riscos inerentes aos tokens de governança em protocolos DeFi alavancados, onde o sucesso do produto principal não se traduz em valor para o token.


Pressão de Venda Supera Notícias Positivas

A listagem da USDe na HTX, anunciada em 30 de janeiro, gerou um breve salto no preço do ENA para US$ 0,157, mas a reação foi rapidamente revertida por vendas agressivas. Baleias acumularam posições e retiraram tokens para staking, enquanto investidores de varejo optaram por realizar prejuízos. Essa dinâmica reflete uma pressão de venda constante, impulsionada por token unlocks programados e falta de demanda suficiente.

O mercado cripto mais amplo contribui para o cenário. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 415.992,73, com variação de -5,17% nas últimas 24 horas, sinalizando risco de queda abaixo de US$ 74 mil e maior aversão a ativos de risco como altcoins DeFi.

Indicadores On-Chain Gritam Cautela

Dados de mercado mostram o percentual de supply em lucro abaixo de 10% desde meados de novembro de 2025. Em períodos semelhantes no passado, como junho-julho de 2025 e setembro de 2024, esse indicador ficou sob 1% por semanas, marcando fundos locais. As bandas de precificação MVRV indicam que o ENA negocia bem abaixo do preço realizado, um padrão que precedeu reversões em Q4 2024, mas agora dura mais de dois meses.

A história mostra que, em ciclos de exuberância DeFi, tokens de governança sofrem mais nas correções. Recorde-se das quedas de 80-90% em 2022? O mercado está ignorando esses precedentes, focando em narrativas de curto prazo.

Protocolo Forte, Mas Token Vulnerável

Paradoxalmente, o protocolo Ethena demonstra resiliência. Durante o crash de 10 de outubro, a USDe manteve o peg de US$ 1 sem desvios significativos on-chain, provando a robustez da stablecoin sintética. O TVL caiu 50% desde outubro, mas preserva tendência de alta de longo prazo, segundo DeFiLlama. A adoção global da USDe cresce, mas não beneficia o ENA diretamente.

Tokens de governança como o ENA capturam valor via fees e staking, mas em stablecoins alavancadas, o risco de funding rates negativos e liquidações em bear markets pesa. Cuidado com a ilusão de que crescimento do produto principal protege o token — a história das bolhas dot-com ensina que especulação em governança precede crashes.

O Que Isso Significa para Investidores

Para o investidor brasileiro atento, esse caso Ethena reforça a necessidade de proteção de capital. Em um ambiente macro de juros altos e liquidez global contraída, altcoins DeFi enfrentam correções prolongadas. Vale monitorar o % de supply em lucro e MVRV para sinais de fundo, mas sem euforia. Sobreviver ao bear é prioridade — ciclos existem, e todo bull tem seu preço.


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