Plataforma brutalista rachada com '8' sobre abismo e forma Bitcoin na borda, simbolizando índice de medo 8/100 e teste de suporte em 66.5k

Índice de Medo Cripto em 8/100: BTC Testa Suporte de US$ 66,5k

O índice de medo e ganância cripto despencou para 8/100, indicando extremo pânico no mercado, enquanto o Bitcoin testa o suporte decisivo em US$ 66,5 mil. Os dados mostram queda de 2,68% nas últimas 24 horas, com preço em US$ 66.999,60, segundo OKX. Esse nível de exaustão emocional clássico sugere possível fundo, mas requer confirmação técnica. O mercado reflete esse pânico extremo.


Situação Atual do Preço do Bitcoin

Os dados da OKX registram o Bitcoin em US$ 66.999,60, com variação negativa de 2,68% em 24 horas. A correção recente quebrou o suporte de US$ 67.800 e a retração de 61,8% Fibonacci do movimento ascendente de US$ 65.072 para US$ 70.935. No gráfico horário BTC/USD, forma-se um canal descendente com resistência em US$ 68.850.

O preço negocia abaixo da média móvel simples de 100 períodos horários (100h SMA), reforçando o controle dos ursos. Segundo a análise técnica do NewsBTC, a estabilidade acima de US$ 66.500 pode permitir teste da resistência imediata em US$ 68.000, mas a fraqueza persiste.

Índice de Medo: Composição e Evolução Recente

O índice de medo e ganância caiu de 10 para 8 em um dia, escalonando para zona de extremo medo. Sua metodologia pondera volatilidade (25%), volume de mercado (25%), sentimento em mídias sociais (15%), pesquisas de mercado (15%), dominância do Bitcoin (10%) e buscas no Google (10%).

Historicamente, níveis abaixo de 10 indicam exaustão de vendedores. Em fevereiro de 2026, o índice permaneceu entre 5 e 17 por períodos prolongados, formando ciclos de feedback emocional que exigem catalisadores externos para reversão. Dados mostram que esses extremos frequentemente precedem fundos de mercado, embora não garantam reversões imediatas.

Níveis Técnicos Críticos a Monitorar

O suporte imediato reside em US$ 66.500, alinhado à retração de 76,4% Fibonacci, seguido por US$ 66.000 e US$ 65.000. Perda desses pode mirar US$ 64.200 e principal piso em US$ 63.500. Resistências chave: US$ 68.000, US$ 68.850 (teto do canal), potencialmente US$ 69.200 e US$ 70.000.

Indicadores: MACD horário ganha momentum de alta, mas RSI permanece abaixo de 50, sinalizando momentum fraco. Segundo o NewsBTC, fechamento acima de US$ 68.850 abriria caminho para US$ 70.000, enquanto quebra inferior ameaça extensão baixista.

Contexto em Reais e Implicações Históricas

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 357.196,01 às 06:43, com volume 24h de 193,72 BTC e variação +0,29%. Referências históricas revelam que em picos de medo (níveis <10), como março 2020 e novembro 2022, ocorreram fundos locais seguidos de valorizações expressivas em 3-6 meses.

Os dados sugerem cautela: monitore volume e dominância BTC para confirmação de reversão. Níveis de suporte em US$ 66.500 e resistência em US$ 68.850 definem o próximo movimento.


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Rede isométrica digital bifurcando em caminhos ascendente e descendente com siglas SOL, DOGE e ZRO, simbolizando pontos de inflexão técnicos

Solana e Dogecoin: Pontos de Inflexão para US$ 100 e Rompimento

A análise técnica do Solana (SOL) aponta para um ponto crítico entre triângulo descendente e formação de W-Bottom, com preço em torno de US$ 85. Dogecoin (DOGE) comprime abaixo de US$ 0,10, enquanto o unlock de 25,71 milhões de ZRO em 20 de fevereiro pode gerar pressão vendedora de US$ 41-47 milhões. Os dados mostram compressão de range que precede movimentos significativos nestas altcoins.


Solana: W-Bottom vs Triângulo Descendente

Os dados do gráfico de 45 minutos revelam SOL consolidando em range de US$ 77-90 há 11 dias, com preço atual próximo a US$ 84,50-85,57. A resistência descendente colide com suporte ascendente, formando compressão. O ponto de controle (POC) está acima do preço atual, sugerindo viés de baixa de curto prazo.

Suportes chave incluem US$ 82 (61,8% Fib), zona 77-82 e US$ 68 (Spring Wyckoff). Resistências em US$ 88, 90-92 (com US$ 10 bi em liquidações de shorts) e US$ 100. Cenário de alta requer retenção na zona 77-82 e rompimento acima de 90-92, projetando 100-118. Quebra abaixo de 77 mira 57.

Fundamentals mostram inflows de ETF de US$ 31 mi semanais e TVL em máximas, contrastando com OBV em queda e Doji Star semanal.

Dogecoin: Barreira dos US$ 0,10 em Teste

DOGE negocia próximo a US$ 0,1015, testando trendline descendente e suporte horizontal em 0,10. Após downtrend prolongado, compressão sugere expansão. Rompimento acima da trendline pode impulsionar para US$ 0,25 (150%), conforme projeção de Erick Crypto.

Outro analista indica necessidade de volume crescente para confirmar força, com alvo inicial em US$ 0,15 (50%). Liquidez abaixo do preço atual favorece alta se o suporte se mantiver. Dados mostram backtest recente da trendline, mantendo estrutura de alta mais ampla apesar do momentum fraco.

Alerta ZRO: Unlock Pressiona Circulante

LayerZero (ZRO) cotado em US$ 1,58-1,65 enfrenta unlock de 25,71 milhões de tokens em 20/02 (~6% circulante, US$ 41-47 mi). Histórico indica quedas de 5-25% pós-unlocks semelhantes. Circulante ~200 mi/1 bi total, FDV ~ US$ 1,6 bi.

Projeto avança com Zero L1 (outono 2026, 2 mi TPS), parcerias (Citadel, DTCC) e audits. Risco de venda por insiders, mas absorção possível com TVL crescente. Zonas de interesse: US$ 1,44, 1,21-1,00.

Níveis a Monitorar e Implicações

Para SOL, hold 77-82 ativa Wyckoff Phase D (alvo 150+); perda ativa triângulo bearish. DOGE requer volume em 0,10 para expansão. ZRO unlock testa resiliência pré-lançamento Zero. Indicadores como volume, OBV e liquidações definem direção. Em BRL, SOL ~R$ 447,80, DOGE ~R$ 0,5314.


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Trader misterioso cartoon despejando XRP em funil de vendas vs analista otimista Grayscale, simbolizando volumes intrigantes na Coreia

Coreia do Sul: Vendas de US$ 5 bilhões em XRP na Upbit Intrigam Mercado

Dados de exchanges revelam uma venda algorítmica persistente de 3,3 bilhões de XRP na Upbit, totalizando cerca de US$ 5 bilhões em 10 meses no par XRP/KRW. Análise de 82 milhões de trades indica um bot institucional operando 24/7, com pressão vendedora consistente independentemente de movimentos globais. Esse fenômeno na Coreia do Sul, que domina o volume de XRP, contrasta com inflows positivos e otimismo da Grayscale.


Vendas Sistemáticas na Upbit

Os dados mostram um desequilíbrio líquido negativo em todos os meses analisados na Upbit, com picos como -382 milhões de XRP em outubro e -370 milhões em janeiro. Apenas uma semana em 46 registrou fluxo positivo, sem distinção entre dias úteis ou fins de semana. A análise identificou 61% das trades executadas em até 10ms, com tamanhos redondos como 10, 50 ou 100 XRP no lado vendedor, sugerindo automação institucional.

Comparado à Binance, onde a pressão vendedora é 2-5x menor, o par XRP/KRW exibiu um ‘desconto Kimchi reverso’ de 3-6% entre abril e setembro. Os vendedores aceitaram execuções piores que o mercado global, priorizando conversão para KRW. Em outubro, com inversão do prêmio para +2,4%, a taxa diária de vendas dobrou para -11,2 milhões de XRP/dia.

Domínio Coreano no Volume de XRP

A Coreia do Sul lidera o volume de XRP, superando BTC e ETH em exchanges como Upbit e Bithumb. Em 24 horas recentes, XRP registrou US$ 1,2 bilhão contra US$ 285 milhões de BTC e US$ 304 milhões de ETH. Isso ocorre em meio a rotações de capital: enquanto BTC teve saídas de US$ 133 milhões e ETH de US$ 85 milhões em uma semana, XRP captou US$ 33,4 milhões em inflows.

Atualmente, XRP negocia a R$ 7,80, com BTC a R$ 356.965 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,2% em 24h). O dólar está em R$ 5,21.

Otimismo da Grayscale Contrasta com Pressão

A Grayscale classifica XRP como o segundo ativo mais discutido após BTC, impulsionado por uma comunidade vibrante e demanda por produtos de investimento. Clientes buscam exposição ao XRPL, visto como blockchain testado para capturar market share. Inflows semanais reforçam isso, apesar de outflows gerais no mercado cripto.

No entanto, a pressão vendedora na Upbit sugere que baleias coreanas podem estar realizando lucros ou convertendo para won local, possivelmente holders coreanos ou entidades reguladas. A correlação horária entre Upbit e Binance é baixa (0,37), indicando drivers locais.

Implicações para Traders

Os dados sugerem um pipeline de vendas estrutural na Coreia, amplificado por pânico retail em quedas (8x mais intenso) e compras em altas. Traders devem monitorar o par XRP/KRW por sinais de exaustão vendedora, níveis de suporte em US$ 1,40 e resistência em US$ 1,50. A rotação de capitais e interesse institucional global podem contrabalançar a pressão local a médio prazo.


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Guardião cartoon Coinbase custodando pilar BTC com 80%, recebendo baús ETH de executivos BlackRock e Grayscale, simbolizando influxos e transparência em ETFs

Coinbase Garante Lastro Total em ETFs de BTC com Influxos ETH em Alta

Seu ETF é real? A Coinbase garante que sim. Enquanto os ETFs de Ethereum spot nos EUA registram influxo líquido de US$ 48,6 milhões em 17 de fevereiro, o CEO Brian Armstrong rebateu críticas sobre ‘Bitcoin de papel’, afirmando que os produtos são totalmente lastreados. Os dados mostram confiança crescente em ativos digitais regulados, com a custódia da exchange dominando mais de 80% do mercado de ETFs de Bitcoin.


Influxos em ETFs de Ethereum Ganham Tração

Os ETFs de Ethereum spot nos EUA registraram entrada líquida de US$ 48,6 milhões na terça-feira, 17 de fevereiro, segundo dados da Farside Investors. O destaque foi o iShares Ethereum Trust (ETHA) da BlackRock, com US$ 22,9 milhões em influxos, seguido pelo Grayscale Ethereum Trust (ETH) com US$ 11,3 milhões. Esses números indicam recuperação após períodos de saídas, refletindo apetite institucional por exposição ao ETH.

No contexto brasileiro, o Ethereum cotado a R$ 10.562,48 (alta de 2,18% no dia) reforça o interesse local. Os fluxos positivos sugerem que investidores veem o ETH como complemento ao Bitcoin em portfólios diversificados, especialmente com atualizações na rede Ethereum melhorando escalabilidade.

Defesa da Coinbase Sobre Lastro dos ETFs de Bitcoin

Durante um AMA recente, Brian Armstrong destacou a dominância da Coinbase na custódia de ETFs de Bitcoin, com market share superior a 80%. Ele classificou isso como vantagem competitiva, enfatizando infraestrutura de cold storage auditada regularmente e patenteada. A CFO Alesia Haas explicou que relatórios SOC 1 e SOC 2 confirmam segregação de ativos e reconciliação com a blockchain.

Críticas sobre falta de ‘proof of reserves‘ públicas foram abordadas: a exchange não divulga endereços de wallets por segurança, mas emissores de ETFs verificam holdings on-chain independentemente. Os dados mostram que todos os spot Bitcoin ETFs cumprem exigências regulatórias de lastro total.

Transparência e Confiança no Mercado de Custódia

A concentração na Coinbase, embora elevada, é vista como saudável, com fundos maiores diversificando custodians à medida que crescem. Segundo Armstrong, grandes instituições e governos auditam a infraestrutura, que inclui testes de penetração constantes. Isso mitiga riscos, garantindo que cada share de ETF represente Bitcoin real.

Atualmente, o Bitcoin vale R$ 356.639,19 segundo o Cointrader Monitor (variação +0,11% em 24h), com volume de 193 BTC. Investidores devem monitorar fluxos de ETF como indicador de sentimento institucional, pois representam bilhões em AUM.

Implicações para Investidores Institucionais

Os influxos em ETH e a defesa do lastro por Coinbase sinalizam maturidade no ecossistema. Dados de fluxos diários, como os da Farside, permitem análise de tendências: entradas consistentes indicam acumulação, enquanto saídas sugerem realização de lucros. Para brasileiros, equivalentes em reais destacam acessibilidade via exchanges locais.

Regulação clara, como o CLARITY Act em discussão, pode ampliar confiança. Os números mostram que transparência operacional sustenta adoção.


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Reservatório translúcido de liquidez ciana acumulando influxos enquanto fluxos dourado e prismático saem, simbolizando stablecoins na Binance vs saídas de BTC e ETH

Stablecoins Refugiam na Binance com BTC e ETH em Saída

Os dados de fluxo spot das últimas 24 horas revelam um influxo líquido de US$ 101 milhões em USD1, enquanto Bitcoin registra saída de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Paralelamente, a concentração de liquidez de stablecoins na Binance atinge US$ 47,5 bilhões, sinalizando rebalanceamento institucional em meio à correção de mercado. Saída de BTC não indica pânico, mas migração para ativos estáveis à espera de níveis de suporte.


Fluxos Spot das Últimas 24 Horas

Os indicadores de fluxo de caixa spot, conforme dados recentes, mostram dinâmica defensiva no mercado. USD1, provável proxy para stablecoins como USDT, acumulou US$ 101 milhões em entradas líquidas. Em contraste, Bitcoin viu saídas de US$ 126 milhões e Ethereum de US$ 31 milhões. Outros ativos como ORCA (– US$ 22,57 milhões) e XRP (– US$ 22 milhões) também enfrentam pressões de venda.

Esses movimentos refletem rotação de capital típica em fases corretivas. Investidores reduzem exposição a ativos voláteis, estacionando liquidez em stablecoins. No momento da análise, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 356.872,85 (+0,14% em 24h), enquanto Ethereum negociava a R$ 10.573,55 (+2,30%).

Concentração de Reservas na Binance

A Binance domina com 65% das reservas totais de USDT e USDC em exchanges centralizadas, totalizando US$ 47,5 bilhões. Desses, US$ 42,3 bilhões são em USDT (alta de 36% YoY) e US$ 5,2 bilhões em USDC (estável). OKX segue com US$ 9,5 bilhões (13%), Coinbase com US$ 5,9 bilhões (8%) e Bybit com US$ 4 bilhões (6%).

Essa concentração reforça o papel da Binance como hub de liquidez. Crescimento anual de 31% nas reservas indica confiança institucional, mesmo em bear market. Redes Ethereum e TRON suportam a maioria desses saldos.

Contexto de Mercado e Reservas de Stablecoins

As reservas de stablecoins atingiram o pico em US$ 11,4 bilhões nos 30 dias anteriores a 5/nov/2025, com queda para US$ 8,4 bilhões até 23/dez/2025. Nos últimos 30 dias, saída moderada de US$ 2 bilhões sugere estabilização. Capitalização total do mercado testa US$ 2,3 trilhões, suporte estrutural após pico de US$ 4 trilhões.

Quebra abaixo de médias móveis curtas indica consolidação. Volume de venda elevado, mas em moderação, aponta fim de pânico. Tendência de alta preserva-se acima do suporte de longo prazo.

Níveis a Observar e Implicações

Monitore reservas de stablecoins na Binance por sinais de acumulação. Estabilização em US$ 2,3T no market cap pode preceder consolidação prolongada. Fluxos spot dinâmicos sugerem rotação tática: saídas de BTC/ETH financiam entradas em stables, posicionando para compra em fundos.

Dados indicam investidores institucionais em compasso de espera, aguardando confirmação técnica. Níveis de suporte no BTC (próximo a médias de longo prazo) e ETH serão decisivos para direção futura.


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Investidor Wall Street e trader cripto conectados por fios a relógio FOMC influenciando Bitcoin, destacando impacto macro no mercado

FOMC e Buffett: Wall Street Define Ritmo do Bitcoin Hoje

Os dados indicam que o gap ascendente no DAX alemão pode servir como sinal inicial para o Bitcoin nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. Com os minutos da reunião do FOMC às 14h ET e os resultados da Palo Alto Networks (PANW) após o fechamento, o SPX dita o ritmo das criptomoedas. A rotação de ativos sinalizada pelo último 13F de Buffett, com corte de 70% na Amazon, reforça a correlação entre Wall Street e BTC, atualmente em US$ 76 mil.


Calendário Econômico e FOMC em Foco

Os números mostram um calendário denso para hoje. Às 8h30 ET, saem housing starts (1,31M em nov/dez) e building permits (1,40M), seguidos de durable goods orders (-2,0%) e industrial production (0,3%). O destaque é às 14h ET: minutos do FOMC de janeiro, que podem alterar expectativas de taxas. O rendimento do 10Y Treasury próximo a 4,35% atua como gatilho para tech e ativos de risco como BTC.

No DAX, análise técnica aponta para zona de overbought, com gap up possível, mas risco de preenchimento por margin calls da quinta passada. Ouro e prata em queda reforçam cautela. PCE e GDP na sexta completam a semana volátil.

PANW Earnings e Implicações para Cibersegurança

A Palo Alto Networks divulga balanço após o fechamento, com implicações para o setor: CRWD, ZS e FTNT sob pressão por pricing power. Os dados do mercado indicam estrutura barbell, com varejo defensivo (WMT em ATH) contrastando high-beta como cripto. BTC segura US$ 76 mil em rumores de reserva soberana, mas MSTR adiciona alavancagem volátil.

Riscos geopolíticos em terras raras (China gallium/germanium) pesam em NVDA/AMD, enquanto TSLA FSD e biotech (VKTX) mostram rotações under-the-radar.

Rotação de Ativos no Último 13F de Buffett

O portfólio final de Berkshire Hathaway revela compra inédita de 5,06 milhões de ações do NYT (US$ 352 milhões), redução de 4,3% em Apple (ainda US$ 619 bilhões em AAPL) e corte de 70% em Amazon (de 10 milhões para 2,27 milhões de ações). BAC cai 9% (de 568 milhões para 517 milhões de ações), Chevron sobe para 130 milhões de ações. Core como KO e AXP estáveis.

Essa realocação sinaliza rotação para mídia digital estável e energia, em transição para novo CEO Greg Abel, mantendo filosofia de valor.

Correlação SPX-BTC: Níveis a Monitorar

Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 356.955 (+0,02% 24h, volume 193 BTC). Correlação com SPX persiste: suporte em US$ 76 mil para BTC alinha com SPY em barbell market. Níveis chave: resistência 10Y em 4,35%; monitore preenchimento do gap DAX e shift no FOMC para yields.

Os dados sugerem volatilidade, com minutos do Fed como pivô para risk-on/off em cripto.


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Executivos cartoon saindo com caixas de arranha-céu de exchange rachado e seta vermelha descendente, ilustrando crise na Gemini pós-IPO

Crise na Gemini: Ações Caem 14% Após Saída de Três Executivos Pós-IPO

A Gemini Space Station Inc. (GEMI) registrou a saída imediata de três executivos-chave — COO Marshall Beard, CFO Dan Chen e CLO Tyler Meade —, conforme filing regulatório divulgado nesta terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. As ações caíram até 14%, para cerca de US$ 6,50, sinalizando instabilidade institucional apenas cinco meses após o IPO na Nasdaq. Os dados indicam preocupações com governança e prejuízos projetados em torno de US$ 600 milhões para 2025.


Detalhes das Saídas e Transição de Liderança

Os dados do filing 8-K revelam que as demissões são efetivas imediatamente, com Beard também renunciando ao conselho de diretores, sem desacordos operacionais reportados. A Gemini não planeja substituir o COO, transferindo responsabilidades de receita para o cofundador Cameron Winklevoss. Foram nomeados interinos: Danijela Stojanovic como CFO e Kate Freedman como general counsel, conforme detalhado na análise de mercado.

Essa transição ocorre em um contexto de corte de 25% da força de trabalho global, anunciado recentemente, e redução de ativos totais de US$ 10,8 bilhões em outubro para US$ 5,2 bilhões atuais. Os números mostram 600 mil usuários mensais transacionando, um aumento de 17% em relação ao ano anterior, mas insuficiente para mitigar a pressão financeira.

Impacto Imediato nas Ações e Desempenho de Mercado

As ações GEMI registraram queda de 10% a 14% no pregão inicial, negociando em US$ 6,54 por volta das 18h (horário de Brasília), enquanto o mercado amplo subia. Esse movimento contracíclico reflete perda de confiança dos investidores, com o ticker sobperformando pares do setor cripto. Os dados de volume de negociação da Gemini, em 19º lugar entre CEXs com US$ 31,9 milhões em 24h, indicam posição enfraquecida.

Bitcoin opera em US$ 67 mil, com retração de 25% nos últimos três meses, ampliando o cenário desafiador para exchanges públicas. A volatilidade das ações GEMI pós-IPO destaca a sensibilidade a eventos de governança em empresas cripto listadas.

Contexto Financeiro e Estratégico

A empresa projeta prejuízo líquido de US$ 587 milhões a US$ 602 milhões em 2025, apesar de receita líquida estimada em US$ 165-175 milhões, alta ante US$ 141 milhões em 2024, impulsionada por cartões de crédito. O IPO de setembro de 2025 captou US$ 425 milhões, mas a estratégia de retração — fechamento de operações no Reino Unido, UE e Austrália, foco em EUA e prediction markets — reflete ajustes drásticos.

Indicadores técnicos mostram suporte próximo a US$ 6,00 e resistência em US$ 7,50. Volumes elevados no dia sugerem realização de lucros, com médias móveis de 50 dias em declínio. Investidores monitoram o próximo filing trimestral para métricas de mNAV e liquidez.

Implicações para Governança e Mercado Cripto

Os números expõem riscos de concentração em fundadores Winklevoss, com Cameron acumulando papéis múltiplos. Para traders, vale observar níveis de suporte em US$ 6,00; rompimento abaixo pode acelerar vendas. O episódio reforça a necessidade de equipes executivas estáveis em exchanges públicas, especialmente em ciclos de baixa como o atual, com BTC testando mínimas recentes.

Dados sugerem maior escrutínio regulatório e de acionistas, potencialmente impactando valuation. Usuários devem avaliar diversificação de plataformas em meio à reestruturação.


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Balança digital brutalista desequilibrada com massa vermelha de medo dominando, Bitcoin testando suporte rachado, ilustrando índice Fear & Greed em mínima de 4 anos

Medo Extremo: Índice de Medo e Ganância em Mínima de 4 Anos

O sentimento em torno do Bitcoin atingiu o nível mais baixo em quatro anos, com o Crypto Fear & Greed Index marcando próximo de 10, zona de "medo extremo". Historicamente associado ao fim de quedas intensas, como pós-FTX, o indicador reflete pânico generalizado. O BTC opera em US$ 68.000, acompanhando a correlação positiva com Nasdaq, que passou de -0,68 para +0,72 desde 3 de fevereiro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.427, com variação de -1,09% em 24 horas.


Situação Atual do Mercado

Os dados mostram o Bitcoin em queda de 1,25% para US$ 68.000, alinhado à fraqueza nos futuros do Nasdaq (-0,55%) e ouro (-2,4%). Memecoins como PEPE, DOGE e TRUMP lideram perdas de 3,5% a 4,5%, enquanto o interesse aberto (OI) em futuros cripto recuou 1,5% para US$ 93 bilhões. Liquidações de posições alavancadas somam US$ 229 bilhões em 24 horas, majoritariamente compradas.

O Crypto Fear & Greed Index tocou 5 na semana passada, o mais baixo histórico, estabilizando entre 10 e 13. A capitalização do BTC caiu 47% desde o ATH, posicionando-o na 13ª maior do mundo, com market cap total cripto em US$ 2,435 trilhões.

Análise Técnica e On-Chain

Técnicos indicam condições de sobrevenda: o BTC negociou a duas desvios-padrão abaixo da média móvel de 20 dias, evento raro nos últimos cinco anos. Funding rates em perpétuos normalizaram após negativos prolongados, sugerindo menor risco de liquidações em cascata. On-chain, detentores de longo prazo mantêm suprimento elevado, com reservas em exchanges em baixa, apontando acumulação estratégica apesar de cinco declínios mensais consecutivos.

A correlação com Nasdaq reforça o viés de risk-off, impulsionado por temores em IA e disrupção setorial. Volatilidade implícita de BTC e ETH recuou de máximos mensais, com puts mais caros que calls no Deribit, mas posicionamento menos defensivo que há duas semanas.

Níveis Críticos de Suporte

Suportes chave incluem US$ 65.000, onde consolidação sustentada poderia sinalizar fundo inicial. Rompimento abaixo ativaria pressão vendedora adicional, testando US$ 55.000 conforme análises on-chain. Dominância do BTC oscila entre 57,4% e 60,1% desde setembro, com altcoins enfraquecidas em timeframes curtos.

Exaustão de vendedores é evidenciada pela reversão do sentimento médio de 21 dias abaixo de zero, ecoando fundos passados. Fechamento negativo em fevereiro marcaria a maior sequência baixista desde 2018, tipicamente associada a transições cíclicas.

Implicações e Monitoramento

Os dados sugerem proximidade de exaustão, mas sem garantia de reversão imediata. Investidores monitoram macroliquidez, com aperto financeiro pesando em ativos de risco. Institucionais continuam expandindo infraestrutura, sustentando tese de longo prazo. Níveis a observar: suporte US$ 65.000 e resistência inicial em US$ 70.000.


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Pêndulo no ápice da oscilação entre luzes verde e vermelha sobre horizonte digital, simbolizando expectativa dos minutos FOMC no mercado cripto

Fed: Expectativa de Cortes e Minutos FOMC Agitam Cripto

Na abertura das bolsas americanas nesta terça-feira (17/02), as ações ligadas a criptomoedas registraram quedas generalizadas, com MSTR caindo 2,73%, COIN 0,75% e GEMI (Gemini) despencando 8,6% após demissões de executivos. Paralelamente, o conselheiro do Fed, Austan Goolsbee, sinalizou múltiplos cortes de juros caso a inflação continue em queda, enquanto os minutos do FOMC de janeiro, divulgados amanhã, prometem volatilidade no mercado cripto. Os dados mostram correlação forte com ações de tecnologia e liquidez global.


Queda na Abertura das Bolsas e Impacto em Ações Cripto

Os índices americanos abriram mistos: Dow Jones subiu 31 pontos (+0,08%), S&P 500 caiu 0,24% e Nasdaq recuou 0,59%. As ações de cripto seguiram o viés negativo do setor de tecnologia. MicroStrategy (MSTR), proxy para Bitcoin, abriu com perda de 2,73%. BitMine (BMNR) caiu 2,56%, Coinbase (COIN) 0,75%.

O destaque negativo foi GEMI, com queda de 8,6%, impulsionada por relatório da Bloomberg sobre saídas simultâneas de COO, CFO e CLO da Gemini pós-IPO. Os dados indicam correlação de 0,85 entre Nasdaq e índice de ações cripto nos últimos 30 dias, refletindo apetite por risco em ativos de alto beta.

Volume de negociação inicial foi moderado, com foco em realização de lucros após rali recente do Bitcoin acima de US$ 67.000.

Sinalizações do Fed: Cortes Condicionados à Inflação

Austan Goolsbee, membro do Fed de Chicago, afirmou que a inflação nos serviços americanos não é “moderada”, mas vê 3% como taxa neutra de juros. Se o CPI continuar caindo para próximo de 2%, múltiplos cortes estão no radar. Isso ecoa o CPI de janeiro em 2,4% YoY, abaixo das expectativas de 2,5%.

Jerome Powell reforçou em janeiro: “sem pressa para cortar”. Mercados precificam 2,5% de cortes totais em 2026, com probabilidade de manutenção em março acima de 92% pelo CME FedWatch, após payrolls de +130k empregos.

Fed funds permanece em 3,5%-3,75%. Analistas notam que dados de emprego fortes contrabalançam dovishness inflacionário.

Minutos do FOMC: Rali ou Choque para Cripto?

Os minutos de janeiro, liberados em 18/02 às 14h ET, detalharão debate interno sobre pausa nos cortes após easing de fim de 2025. Tom hawkish (riscos inflacionários, paciência) pode pressionar Bitcoin para suportes em US$ 67.000-US$ 65.000. Dovish (preocupação com crescimento) eleva probabilidades de rali rumo a resistências em US$ 70.000.

Histórico mostra volatilidade média de 4,2% no BTC pós-minutos FOMC. Correlação BTC-Nasdaq em 0,72 nos últimos 90 dias reforça sensibilidade à liquidez.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin cotado a R$ 354.237,56 (-1,18% em 24h, volume 170 BTC). Dólar a R$ 5,22.

Níveis Técnicos e o Que Monitorar

Bitcoin testou média móvel de 50 dias em US$ 68.500, com RSI em 52 (neutro). Suporte chave: US$ 67.000 (200 SMA semanal). Resistência: US$ 70.000 (ATH recente).

  1. Monitorar implied vol pré-minutos via opções.
  2. Fluxo de ETF: BlackRock e Fidelity com inflows semanais positivos.
  3. Correlação com yields 10Y: atual 4,15%, queda favorece risco.

Os dados sugerem que política monetária domina narrativa cripto em 2026. Traders devem observar desvios de precificação do Fed.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon institucional e exchange transferindo pilhas de BTC dourado através de portal, sinalizando saídas de ETFs e pressão vendedora

BlackRock Transfere US$ 160 Milhões em BTC para Coinbase: Sinal de Saída Institucional?

A BlackRock transferiu US$ 160 milhões em Bitcoin e Ethereum para a Coinbase, conforme dados on-chain da Arkham. O movimento, que inclui 1.701 BTC e 22.661 ETH, ocorre em meio a saídas recordes dos ETFs de BTC (US$ 360 milhões na semana) e ETH (US$ 161 milhões). Os dados mostram pressão vendedora institucional nos EUA, com o Bitcoin rejeitando US$ 70.000 e caindo para US$ 68.000 após liquidações de US$ 342 milhões em posições vendidas.


Transferências da BlackRock e Outflows de ETFs

Os dados da Arkham Intelligence registram múltiplas transferências do ETF IBIT da BlackRock para carteiras da Coinbase Prime em minutos consecutivos. No total, 1.701 BTC (cerca de US$ 115 milhões) e 22.661 ETH foram enviados, sugerindo preparação para vendas. Essa ação coincide com saídas líquidas semanais nos ETFs de Bitcoin e Ethereum, totalizando US$ 521 milhões segundo a SoSoValue.

Esses fluxos negativos indicam redução no apetite por risco institucional. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 354.568 às 18:24 de 17/02/2026, com variação de -1,16% em 24h e volume de 171 BTC (Cointrader Monitor). Em USD, o BTC opera a US$ 67.600, alinhado à fraqueza observada.

Prêmio Negativo na Coinbase: Indicador de Pressão Vendedora

O prêmio negativo na Coinbase refere-se à discrepância entre o preço spot do Bitcoin na exchange e o NAV (Net Asset Value) dos ETFs. Quando o spot fica abaixo do NAV, sugere que instituições estão vendendo ativos para custodians como a Coinbase, criando oferta excessiva. Dados on-chain mostram esse padrão nos EUA, onde o mercado lidera a queda global.

Analistas apontam que essa dinâmica reflete realocação de portfólios em meio a ventos macroeconômicos contrários. Kevin O’Leary alertou que instituições limitarão exposição cripto a 3% até mitigação de riscos quânticos, concentrando em BTC e ETH. O Fear & Greed Index em 10 (zona de pânico extremo) reforça o sentimento de baixa.

Contexto Técnico e Macro: EUA Liderando a Queda

No gráfico diário, o Bitcoin rejeitou a resistência em US$ 70.000, testando suporte em US$ 68.000 com liquidações massivas de US$ 342 milhões em posições vendidas. O preço atual de US$ 67.700 aproxima-se da média móvel de 50 dias (US$ 67.000), nível crítico a monitorar. Prolongada consolidação na faixa mid-$60k pode desencadear mais liquidações.

Fatores macro incluem tensões geopolíticas EUA-Irã e expectativas para FOMC minutes. Bitcoin correlaciona-se com tech high-beta, sensível a headlines de risco. Outflows de ETFs pela quarta semana consecutiva indicam não rotação, mas redução real de apetite institucional.

Níveis a Observar e Implicações

Suportes chave: US$ 67.000 (MMA 50), US$ 65.000 (MMA 200) e US$ 60.000 (psicológico). Resistências: US$ 70.000 e US$ 72.000. Os dados sugerem que fluxos de ETF continuarão influenciando momentum, com potencial para rebound se suporte em US$ 65k segurar. Traders devem monitorar volumes on-chain e prêmio/NAV para sinais de reversão.

📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.


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Executivos cartoon de Standard Chartered e SBI debatendo sobre orbe XRP rachado por setas opostas, simbolizando conflito de previsões de preço

XRP em Xeque: Standard Chartered Corta Previsão em 65% vs SBI

O Standard Chartered cortou sua previsão de preço do XRP para 2026 em 65%, de US$ 8 para US$ 2,80, sinalizando um ‘longo inverno’ devido às condições adversas de mercado. Em contraposição, a SBI Holdings esclareceu rumores de deter US$ 10 bilhões em tokens XRP, confirmando investimento de cerca de US$ 4 bilhões em 9% de participação na Ripple Labs. Os dados revelam discrepância entre visões de Wall Street e parceiros operacionais, com XRP cotado a aproximadamente R$ 7,82 nesta terça-feira (17/02).


Corte Agressivo do Standard Chartered

Os analistas do Standard Chartered, liderados por Geoffrey Kendrick, revisaram a projeção para o XRP após quedas recentes no mercado cripto. A previsão original de US$ 8 no fim de 2026, emitida em dezembro, baseava-se em clareza regulatória e potencial de ETFs. Agora, reduzida para US$ 2,80, reflete expectativa de mais declínios no curto prazo.

“Recent price action for digital assets has been challenging”, escreveu Kendrick. O banco também cortou sua meta para Bitcoin para US$ 50.000. Apesar disso, os dados mostram o XRP com recuperação de 35% desde as mínimas de 6 de fevereiro, atingindo US$ 1,55. Ainda assim, os inflows de ETFs caíram 40%, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1 bilhão.

Essa reavaliação destaca sensibilidade do XRP a condições macro, com foco em stablecoins e tokenização de RWAs como potenciais catalisadores de longo prazo.

Esclarecimento da SBI sobre Stake na Ripple

O CEO da SBI Holdings, Yoshitaka Kitao, desmentiu alegações de posse de US$ 10 bilhões em XRP, afirmando tratar-se de aproximadamente 9% de equity na Ripple Labs. Com valuation da Ripple em torno de US$ 50 bilhões após captação de US$ 500 milhões, o stake da SBI equivale a cerca de US$ 4 bilhões.

“Not $10 bil. in XRP, but around 9% of Ripple Lab. So our hidden asset could be much bigger”, declarou Kitao. A parceria SBI-Ripple impulsiona adoção global do XRP, incluindo expansões em yield products via Doppler Finance e propostas de staking nativo no XRP Ledger.

Essa correção enfatiza distinções entre holdings corporativos em tokens voláteis e investimentos em equity de empresas blockchain.

Diferença entre Token XRP e Equity na Ripple

Os dados mostram clara separação: o XRP é um ativo negociável, sujeito a volatilidade diária — cotado a US$ 1,49 (R$ 7,82) com variação de +0,25% nas últimas 24 horas. Já a equity na Ripple Labs reflete valuation da empresa, impulsionada por parcerias e crescimento, independentemente do preço spot do token.

Para investidores, isso implica riscos distintos: exposição direta ao XRP via exchanges expõe à liquidez e sentiment de mercado, enquanto stake em Ripple beneficia de receitas de On-Demand Liquidity (ODL) e tokenização. As reservas de XRP em exchanges como Binance caíram 7%, indicando compras na baixa por investidores de varejo.

Reservas da Binance em XRP reduziram 192 milhões de unidades entre 7 e 9 de fevereiro, estabilizando desde então.

Contexto de Mercado e Níveis a Observar

O XRP opera entre suporte em US$ 1,43 (mínima recente) e resistência em US$ 1,49 (alta diária), com médias móveis de 50 dias sugerindo tendência neutra. Apesar do bearish de Wall Street, compras na dip superam Bitcoin e Ethereum em 35% vs. 14% desde mínimas de fevereiro.

Os dados indicam divergência: pessimismo de bancos tradicionais contrasta com otimismo operacional de parceiros como SBI. Traders devem monitorar inflows de ETFs, decisões regulatórias e volumes de ODL para sinais de direção. Volumes 24h em XRP mostram resiliência em meio a correção geral do mercado.


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Silhueta de baleia dourada rompendo rede vermelha translúcida, simbolizando short squeeze impulsionado por baleias no Bitcoin

Short Squeeze no Bitcoin: Excesso de Shorts Pode Impulsionar Alta

Os dados da Santiment revelam funding rates agregados em território negativo extremo, abaixo de -0,01%, o menor nível desde agosto de 2024, quando o Bitcoin formou um fundo majoritário seguido de alta de 83%. Esse posicionamento de baixa concentrado pode configurar um short squeeze, onde uma recuperação mínima força liquidações em cascata. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 355.020,23 (-1,13% em 24h), próximo a suportes críticos.


Funding Rates Indicam Posicionamento de Baixa Extremo

A métrica “Funding Rates Aggregated By Exchange” da Santiment combina dados de múltiplas exchanges, refletindo o sentimento geral no mercado de derivativos perpétuos. Funding rates negativos ocorrem quando vendidos pagam comprados para alinhar preços de contratos ao spot. Atualmente, as taxas estão em -0,01% ou inferiores, com barras vermelhas dominando o gráfico histórico.

Esse padrão foi visto em agosto de 2024, após crash de preço, e em outubro de 2025, após liquidações na Binance. Nessas ocasiões, o excesso de apostas em queda criou condições frágeis: qualquer alta inesperada acelera perdas nos vendidos alavancados, levando a fechamentos forçados. Os dados mostram que funding positivo é a norma, tornando esses extremos raros e historicamente associados a reversões.

Traders derivativos representam volume significativo, e esse desequilíbrio sugere capitulação bearish. No entanto, reversões dependem de catalisadores como inflows institucionais ou dados macro positivos.

Mecânica Técnica do Short Squeeze

No short squeeze, posições vendidas alavancadas acumulam perdas rápidas com uma alta modesta. Ao atingir thresholds de liquidação, exchanges fecham automaticamente as posições, exigindo recompra de Bitcoin e gerando pressão compradora adicional. Esse ciclo em cascata amplifica a volatilidade para cima.

Histórico confirma: pós-agosto 2024, liquidações de vendidos contribuíram para alta sustentada. O custo médio de curto prazo atual está em torno de US$ 90.900, enquanto o preço spot é US$ 68.740. Um rompimento acima de US$ 75.000 poderia ativar momentum de alta, mas suportes em US$ 67.500 e US$ 66.500 precisam resistir.

Os dados sugerem fragilidade no lado bearish, mas não garantem rebound imediato. Volatilidade assimétrica favorece upside em cenários de squeeze.

Baleias Contrapõem com Longs Alavancados

A baleia conhecida como Machi Big Brother (黃立成) vendeu ETH e altcoins para abrir posições compradas alavancadas na Hyperliquid: 25x em 6.200 ETH (abertura US$ 2.006,88, liquidação US$ 1.847,69); 40x em 25 BTC (abertura US$ 68.645,90, liquidação US$ 33.872,44); e 10x em 55.000 HYPE (abertura US$ 31,09, liquidação US$ 14,44).

Essa movimentação demonstra contraposição ao consenso bearish. Baleias com histórico agressivo frequentemente antecipam reversões, usando alta alavancagem para maximizar yields em setups assimétricos. O monitoramento on-chain via HyperInsight confirma a realocação de risco para ativos principais.

Embora arriscado — com múltiplas liquidações passadas —, reflete confiança em rebote técnico.

Níveis Chave a Monitorar

Situação atual: BTC consolida próximo a US$ 68.700, com RSI neutro e volume moderado. Suportes imediatos em US$ 67.500 (50-day MA) e US$ 66.500; resistências em US$ 70.000 e US$ 75.000. Fechamento acima de US$ 75.000 ativa squeeze potencial.

Indicadores como Bull-Bear Cycle da CryptoQuant em território profundamente de baixa reforçam capitulação. Traders devem observar volume de liquidações e funding rates para sinais de reversão. Dados on-chain priorizam setups baseados em posicionamento real, não especulação.


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Âncora dourada com 67K gravada resistindo ondas enfraquecidas do dólar, simbolizando suporte firme do Bitcoin em meio a apostas recordes contra USD

Bitcoin Resiste em US$ 67k com Apostas Recordes Contra Dólar

O Bitcoin recuperou o suporte em US$ 67.500 após correção recente, negociando acima de US$ 68.500 e da média móvel simples de 100 horas. Em paralelo, um levantamento do Bank of America revela posicionamento de baixa recorde no dólar americano desde 2012, impulsionado por temores no mercado de trabalho dos EUA. Os dados sugerem potencial volatilidade, com histórico de dólar fraco favorecendo ativos de risco como o BTC, apesar de correlação recente atípica.


Situação Técnica Atual do Bitcoin

Os dados mostram o Bitcoin testando o suporte em US$ 67.400, próximo ao nível de retração de 61,8% Fibonacci da alta de US$ 70.935 para a mínima de US$ 65.072. Após o recuo, o preço ganhou tração acima de US$ 68.800, com o MACD horário indicando momentum de alta e o RSI acima de 50.

Um canal descendente forma resistência em US$ 69.550, seguido de US$ 70.500. Suportes imediatos estão em US$ 68.000 e US$ 67.400, com zona crítica em US$ 65.000. Manter acima de US$ 68.200 pode pavimentar teste da resistência superior, mas falha nesse nível sugere recuo adicional.

Levantamento do BofA: Pessimismo Recorde no Dólar

O levantamento de fevereiro do Bank of America indica exposição líquida recorde subponderada no índice DXY, o mais negativo desde pelo menos 2012. Fatores incluem deterioração no emprego americano, potencializando cortes de juros pelo Fed. Historicamente, dólar fraco alivia condições financeiras globais, beneficiando Bitcoin como ativo de risco.

No entanto, o DXY subiu 0,25% para 97,13, enquanto BTC opera em torno de US$ 68.150, com queda de 1%. Posicionamentos extremos elevam risco de short squeeze, onde repique inesperado força recompras, ampliando volatilidade em pares USD.

Correlação Atípica e Implicações Macro

Desde início de 2025, Bitcoin exibe correlação positiva de 0,60 com o DXY nos últimos 90 dias — a mais alta desde abril de 2025. Ambos caíram: DXY -9% em 2025 e -1% YTD; BTC -6% no ano passado e -21% YTD. Essa inversão ao padrão histórico (correlação negativa) sugere que queda adicional no dólar pode pressionar BTC, contrariando narrativas tradicionais.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 355.252,53 apresenta variação de -0,72% em 24h, com volume de 184,68 BTC. Traders devem monitorar dados de emprego e yields ajustados por inflação para avaliação de forças macro.

Níveis Chave a Observar

Resistências principais: US$ 69.500, US$ 70.500, US$ 71.200 e US$ 72.000. Suportes: US$ 67.000, US$ 66.000. Indicadores técnicos apontam estabilidade acima de US$ 68.200, mas volatilidade do DXY pode alterar dinâmica. Os números indicam equilíbrio precário, com dados macro como pivô.


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Curva geométrica de indicador luminosa tocando mínimo em abismo digital com partículas vermelhas dissipando, sinalizando possível fundo no ciclo Bitcoin pós-FTX

Bitcoin Atinge Nível Pós-FTX no Indicador de Ciclo: Sinais de Fundo?

O Bitcoin Bull-Bear Cycle Indicator da CryptoQuant registrou o nível mais baixo desde o fundo pós-colapso da FTX em 2022, indicando uma fase de viés de baixa extrema. Paralelamente, a Matrixport observa sentimento de medo extremo, com o índice fear & greed abaixo da média móvel de 21 dias, sinalizando possível exaustão de vendedores e ponto de inflexão. Os dados on-chain sugerem que tais extremos historicamente precedem estabilizações, embora o curto prazo permaneça volátil. O BTC negocia próximo a US$ 68.000, com cotação atual em R$ 355.400 segundo o Cointrader Monitor.


Detalhes do Bull-Bear Cycle Indicator

Os dados mostram que o Bull-Bear Cycle Indicator, derivado do P&L Index da CryptoQuant, combina métricas on-chain como MVRV Ratio, NUPL e LTH/STH SOPR para avaliar lucros e perdas realizados e não realizados. Quando o P&L Index cruza abaixo de sua média móvel de 365 dias, o indicador entra em território negativo, confirmando transição para mercado de baixa.

Recentemente, o valor mergulhou a patamares não vistos desde o mercado de baixa de 2022, após o crash da FTX. Historicamente, extremos abaixo de zero coincidem com fundos de mercado, onde a distância excessiva da média sinaliza viés de baixa excessivo. No entanto, reversões ocorreram após períodos prolongados nessa zona, exigindo paciência para confirmação.

Essa métrica oferece uma visão objetiva da fase cíclica, priorizando dados de rede sobre especulação de preço puro.

Sentimento de Medo Extremo pela Matrixport

A Matrixport destaca que o sentimento de mercado atingiu mínimas de quatro anos, com o índice fear & greed caindo abaixo de zero em sua média móvel de 21 dias. Essa configuração, segundo a firma, marca fundos duráveis quando reverte para cima, indicando esgotamento da pressão vendedora e início de estabilização.

Embora curto prazo possa ver mais fraqueza, esses níveis negativos oferecem risco-retorno atrativo historicamente. O índice Alternative.me confirma com leitura de 10/100, o mais baixo desde junho de 2022. Tais padrões cíclicos entre emoção e preço sugerem proximidade de inflexão, mas dependem de sinais de melhora subsequentes.

Frank Holmes, da Hive, reforça que o BTC está duas desvios-padrão abaixo da norma de 20 dias, visto apenas três vezes em cinco anos, favorecendo rebotes de curto prazo.

Contexto Histórico e Posição Atual do BTC

Períodos similares ocorreram em junho de 2024 e novembro de 2025, pós-quedas acentuadas. O BTC acumula perdas de 22% no Q1 potencialmente, mirando pior performance desde 2018 se fevereiro fechar negativo. Preço atual em torno de US$ 68.000, com dólar a R$ 5,25, reflete condições técnicas de oversold.

Volume 24h em exchanges brasileiras soma 185 BTC, com variação de -0,85%. Esses indicadores on-chain e de sentimento convergem para zona de exaustão, mas volatilidade persiste sem catalisadores macro.

Níveis Técnicos a Observar

Os dados sugerem monitorar suporte em US$ 60.000-65.000, onde fundos históricos se formaram, e resistência inicial em US$ 70.000. Reversão no Bull-Bear acima da MA sinalizaria uma inversão de alta. NUPL em hope/fear reforça cautela. Investidores devem rastrear essas métricas para decisões informadas, sem implicar direção imediata.


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Investidor cartoon americano empurrando rocha vermelha com 33 gravado rolando sobre vale cripto, ilustrando recorde de premium negativo no Coinbase

Coinbase Premium Negativo por 33 Dias: Recorde de Pressão nos EUA

Instituições em debandada? O Coinbase Bitcoin Premium Index registra 33 dias consecutivos de prêmio negativo, o maior período desde maio de 2023, superando até os 30 dias do colapso de novembro de 2021. Com valor atual em -0,0477%, o indicador sugere que o preço do Bitcoin na exchange americana está abaixo da média global, apontando para maior pressão vendedora nos EUA em comparação ao resto do mundo. Isso reflete possível redução no apetite por risco ou saída de fundos por investidores institucionais.


O Que é o Coinbase Premium Index

O Coinbase Premium Index mede a diferença percentual entre o preço do Bitcoin negociado na Coinbase, principal exchange dos EUA, e a média global de preços em outras plataformas. Quando positivo, indica demanda superior nos EUA, com instituições comprando mais agressivamente. Já um prêmio negativo persistente, como os atuais -0,0477%, demonstra o oposto: preços mais baixos na Coinbase sinalizam vendas líquidas maiores por parte de investidores americanos em relação ao mercado internacional.

Os dados mostram que esse indicador é sensível a fluxos de capital. Negativos prolongados historicamente coincidem com fases de aversão ao risco, como ajustes em políticas monetárias ou correções em ativos de alto rendimento. A metodologia, baseada em dados agregados de plataformas como a Coinglass, garante precisão ao comparar cotações em tempo real.

Detalhes do Recorde Histórico

De acordo com as métricas recentes, a série de 33 dias negativos é a mais longa desde maio de 2023, quando o mercado enfrentou turbulências semelhantes. Anteriormente, durante o crash de novembro de 2021, o prêmio ficou negativo por cerca de 30 dias consecutivos. Essa sequência atual excede o recorde anterior, destacando uma persistência incomum na dinâmica de vendas nos EUA.

No contexto técnico, o indicador oscilou entre negativos moderados, sem ultrapassar -0,1% em magnitude extrema, mas a duração é o fator chave. Comparações com séries passadas revelam padrões: em 2023, períodos longos de negativo precederam recuperações quando o prêmio voltou a zero ou positivo, embora sem causalidade direta comprovada pelos dados disponíveis.

Implicações para Fluxos e Mercado

A pressão vendedora implícita se alinha com observações de net outflows em exchanges americanas. Embora dados específicos de outflow não sejam detalhados nas fontes primárias, o prêmio negativo contínuo corrobora narrativas de fundos saindo dos EUA para mercados asiáticos ou europeus, onde o apetite por Bitcoin permanece mais aquecido. Investidores institucionais, sensíveis a regulamentações e yields em treasuries, podem estar realocando para ativos menos voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 354.676,27 nesta terça-feira (17/02/2026), com variação de -1,47% nas últimas 24 horas e volume de 186,46 BTC. Essa cotação em reais reflete o impacto global, mas o premium destaca desalinhamento regional.

Níveis a Monitorar Adiante

Os dados sugerem vigilância em torno de -0,05% no prêmio: persistência abaixo disso pode ampliar a percepção de fraqueza americana. Recuperação para território neutro (acima de 0%) indicaria reversão nos fluxos. Traders devem observar volumes na Coinbase versus médias globais, além de indicadores complementares como médias móveis de 50 e 200 dias no BTC/USD, atualmente em torno de US$ 85.000 e US$ 80.000, respectivamente.

A duração desta série — superior a um mês — eleva a relevância para análises de médio prazo, sem implicar direção única. Monitorar atualizações semanais do índice fornece base factual para ajustes de posição.


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Estruturas isométricas de Polygon sobre Ethereum com fluxos dourados de liquidez migrando para Layer 2, simbolizando domínio em fees e boom de apostas

Polygon Supera Ethereum em Taxas Diárias com Boom de Apostas

Os dados mostram que o Polygon superou a Ethereum em taxas diárias nos últimos três dias, um marco histórico impulsionado pelo boom de atividade no Polymarket. Na sexta-feira, a Polygon gerou US$ 407.100 em taxas contra US$ 211.700 da Ethereum, invertendo pela primeira vez a dinâmica entre camada principal e secundária. Isso evidencia uma tendência de migração de usuários e liquidez para soluções de Layer 2.


Desempenho das Taxas: Polygon à Frente

De acordo com métricas do Token Terminal, o Polygon registrou US$ 407.100 em taxas de transação na sexta-feira, superando os US$ 211.700 da Ethereum. No sábado, a diferença diminuiu para US$ 303.000 contra US$ 285.000, mas o feito permanece inédito. Essa inversão ocorre em um período de 30 dias onde a média diária da Polygon se aproxima da Ethereum, sinalizando maior eficiência econômica nas L2s.

Analistas como Matthias Seidl, da growthepie, atribuem o crescimento exclusivamente ao Polymarket, que sozinho gerou mais de US$ 1 milhão em fees na Polygon nos últimos sete dias. O segundo maior app, Origin World, ficou em US$ 130.000, reforçando a concentração de atividade em mercados de previsão.

Polymarket como Motor de Atividade

O Polymarket, plataforma de prediction markets lançada em 2020 e hospedada na Polygon, tem impulsionado o uso da rede. Recentemente, mais de US$ 15 milhões em apostas foram registradas em uma única categoria do Oscars, conforme destacado pela equipe da Polygon. Agentes trustless estão sendo deployados para explorar oportunidades nesses mercados.

Além disso, o volume de transações com USDC na Polygon atingiu um novo pico semanal de 28 milhões, alinhado ao uso do stablecoin pela Polymarket. Essa dinâmica demonstra como aplicações específicas podem elevar as métricas on-chain de uma L2 inteira, alterando o equilíbrio de receitas entre redes.

MegaETH: Exemplo de Liquidez Migrando para L2s

Paralelamente, a MegaETH, outra solução Layer 2 da Ethereum, viu seu TVL crescer 65% em uma semana, alcançando US$ 66,48 milhões após o lançamento da mainnet. Partindo de US$ 40,3 milhões, o aumento reflete influxo de stablecoins como MegaUSD (USDM), cujo market cap subiu 56% para US$ 99,2 milhões.

Ativos bridged representam US$ 122 milhões no TVL total. A DEX Kumbaya lidera com US$ 51 milhões, enquanto protocolos como Avon MegaVault, World Markets e Aave somam US$ 19 milhões. Esses números, via DeFiLlama, ilustram a tendência de liquidez “vazando” da mainnet Ethereum para L2s mais eficientes.

Implicações para o Ecossistema Ethereum

Os dados indicam uma clara preferência por L2s em cenários de alta atividade, como prediction markets e DeFi inicial. A Polygon e MegaETH exemplificam como fees mais baixas e velocidades superiores atraem volume, potencialmente reduzindo a dominância econômica da Ethereum mainnet. Métricas a observar incluem a sustentabilidade desse fluxo e o impacto no token MATIC e no ecossistema Ethereum como um todo.

No caso da MegaETH, o lançamento do token MEGA depende de KPIs como US$ 500 milhões em USDM circulante e dApps gerando US$ 50.000 diários em fees, metas ainda distantes mas com trajetória positiva.


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Forma geométrica dourada comprimida rachando com '5K' brilhante, conectada a esfera cyan simbolizando expansão do ouro e hedge Bitcoin

Ouro em Compressão: Previsão de US$ 5.000 e Impacto no Bitcoin

O gráfico do XAU/USD apresenta compressão em timeframe H2, com volatilidade contraída e estrutura triangular em formação. Analistas da Sucden Financial, em relatório trimestral, projetam consolidação do ouro próximo a US$ 5.000 no primeiro trimestre de 2026, apesar de correção recente para US$ 4.911. Essa dinâmica reforça o apetite por ativos de hedge, influenciando o Bitcoin, que negocia a R$ 355.044 segundo o Cointrader Monitor.


Situação Técnica Atual do Ouro

Os dados mostram o XAU/USD rotacionando na zona de retração de Fibonacci 0,5-0,618 após rejeição em máxima recente. Uma tendência descendente atua como resistência, enquanto suportes ascendentes defendem mínimas mais altas. A compressão indica baixa volatilidade atual, com preço em torno de US$ 4.940-4.960, posicionando-se para expansão direcional.

Liquidez acumulada abaixo de US$ 4.900 e acima de US$ 5.050 sugere dois cenários principais: sweep de liquidez inferior para US$ 4.850-4.800 antes de alta, ou rompimento altista acima da tendência descendente rumo a US$ 5.050. O ouro em BRL está cotado a aproximadamente R$ 25.771, refletindo variação diária de -1,54%.

Essa configuração técnica histórica precede movimentos amplos, com volume como confirmador essencial para rompimento.

Previsão Fundamental da Sucden Financial

No Relatório Trimestral de Metais Q1 2026, Daria Efanova e Viktoria Kuszak destacam transição da alta fundamental para momentum especulativo. Esperam consolidação volátil ao redor de US$ 5.000 até março, com correções recalibrando posições compradas após pico acima de US$ 5.600 em janeiro.

Demandas recordes superaram 5.000 toneladas em 2025, impulsionadas por bancos centrais e inflows em ETFs. Fatores macro como incerteza política e expectativas de cortes de juros pelo Fed sustentam o suporte, apesar de narrativas de “higher-for-longer”. Prata, com alta anual de 137%, negocia a US$ 76,73, ampliando volatilidade.

Minutas do RBA reforçam cautela inflacionária, limitando upside agressivo de curto prazo no ouro.

Correlação Ouro-Bitcoin como Hedge

Historicamente, movimentos no ouro ditam apetite por hedges contra incertezas macro. Compressão no XAU/USD sinaliza potencial fluxo para ativos alternativos como Bitcoin, visto como “ouro digital”. Correlação positiva recente (~0,6 nos últimos 30 dias) sugere que expansão altista no metal pode irrigar BTC, especialmente com dólar resiliente.

Níveis a observar no BTC/BRL: suporte em R$ 350.000 e resistência em R$ 360.000, alinhados à média móvel de 50 dias. Variação 24h de -1,33% reflete pressão similar ao ouro. Investidores monitoram FOMC minutes e PCE para timing de fluxos risco-off.

Dados indicam que correções no ouro frequentemente precedem ajustes no BTC, com volume como métrica chave.

Níveis Chave e Próximos Passos

Para ouro: priorize confirmação estrutural pós-liquidity sweep. Suporte crítico em US$ 4.850; resistência em US$ 5.050. No Bitcoin, acompanhe variação semanal e inflows em ETFs para validar fluxo de hedge.

Estratégia metódica: aguarde expansão de volume em rompimentos, evitando trades dentro da compressão. Mercados ajustam expectativas em tempo real, com atualidade essencial para decisões baseadas em dados.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Silhuetas de baleias cibernéticas depositando e retirando fluxos dourados BTC de fortaleza exchange, sinalizando volatilidade por movimentos de baleias OG

Net Outflow de 3.083 BTC: Baleias OG Aumentam Depósitos na Binance

Os dados mostram um net outflow de 3.083,80 BTC das exchanges centralizadas (CEXs) nas últimas 24 horas, com a Binance liderando as saídas em 3.073,95 BTC, segundo a Coinglass. Paradoxalmente, baleias antigas (OG) elevaram depósitos na Binance, com ratio de influxo subindo de 0,4 para 0,62 entre 2 e 15 de fevereiro, segundo a CryptoQuant. Esse cabo de guerra entre acumulação e pressão de venda pode intensificar a volatilidade nas próximas horas.


Net Outflow Geral nas CEXs

De acordo com os dados da Coinglass, compilados em 17 de fevereiro, as CEXs registraram uma saída líquida total de 3.083,80 BTC no período de 24 horas. A Binance concentrou a maior parte desse movimento, com retiradas de 3.073,95 BTC. Outras plataformas como Gemini (236,03 BTC) e Coinbase Pro (222,72 BTC) também contribuíram para o outflow, enquanto a Gate viu influxo de 227,01 BTC.

Esse padrão de saídas líquidas sugere que investidores estão transferindo ativos para custódia fria ou carteiras pessoais, reduzindo a exposição em plataformas de negociação. Os números exatos indicam uma tendência de longo prazo de redução de inventário em exchanges, o que historicamente correlaciona com menor pressão imediata de venda.

Influência das Baleias OG na Binance

A análise do CryptoQuant, destacada pelo analista Darkfost, revela que o ratio de depósitos de Bitcoin por baleias na Binance cresceu significativamente, de 0,4 para 0,62 em duas semanas. Parte desse influxo está ligada a baleias insider BTC OG, que depositaram cerca de 10.000 BTC na plataforma recentemente.

Esses movimentos de grandes holders não são isolados: eles coincidem com um ambiente de incerteza, onde a liquidez da Binance atrai ajustes de posição. Embora outflows gerais dominem, os depósitos concentrados podem preparar o terreno para vendas seletivas, elevando o risco de oscilações de curto prazo.

Implicações para Volatilidade e Níveis Chave

O contraste entre outflow agregado e influxos de baleias cria um cenário de cabo de guerra. Saídas líquidas totais apontam para confiança em holding de longo prazo, mas depósitos na maior exchange sugerem potencial pressão vendedora. Os dados combinados de Coinglass e CryptoQuant indicam que o mercado pode testar suportes em torno de US$ 67.000-68.000 nas próximas horas, dependendo do volume de realização.

Traders devem monitorar o ratio de whale inflows e o saldo total de BTC em exchanges. Uma continuação do outflow reduziria riscos de queda, enquanto influxos persistentes poderiam acelerar correções.

Cotação Atual do Bitcoin

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.007,83, com variação de -1,32% em 24h e volume de 190,68 BTC. Em dólares, o preço é de aproximadamente US$ 67.786 (variação -1,60%), com dólar a R$ 5,25.


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Gestor cartoon reduzindo pilha BTC e elevando estrutura ETH em meio a tempestade de mercado, simbolizando rotação estratégica de Harvard

Harvard Reduz BTC em 21% e Entra em ETH: Estratégia em Meio à Queda de US$ 1T

Os dados do Q4 2025 revelam que a Harvard Management Company reduziu sua posição em Bitcoin em 21%, vendendo 1,48 milhão de ações do iShares Bitcoin Trust (IBIT), mas inaugurou uma posição de US$ 86,8 milhões no iShares Ethereum Trust. Esse rebalanceamento ocorre enquanto o mercado cripto perde cerca de US$ 1 trilhão em valor, mas os RWAs tokenizados avançam 13,5% em 30 dias, com Ethereum liderando ganhos de US$ 1,7 bilhão. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 358.340 reflete variação de -0,37% em 24h.


Detalhes do Rebalanceamento de Harvard

A Harvard manteve o Bitcoin como sua maior posição pública, com 5,35 milhões de ações do IBIT avaliadas em US$ 265,8 milhões ao final do trimestre, superando stakes em Alphabet, Microsoft e Amazon. A nova alocação em Ethereum, com 3,87 milhões de ações, totaliza exposição combinada de US$ 352,6 milhões em criptoativos, conforme filing 13F. Esse movimento, reportado por múltiplas fontes, ocorreu em período de alta volatilidade: Bitcoin caiu de US$ 126.000 em outubro para US$ 88.429 em dezembro, enquanto Ethereum recuou cerca de 30%.

Os números indicam uma estratégia de diversificação, não desmonte total. A redução seletiva em BTC financiou a entrada no ecossistema Ethereum, alinhando-se às tendências de alocação institucional mais granulares.

Resiliência dos Ativos do Mundo Real Tokenizados

Em contraste com o mercado amplo, os RWAs on-chain cresceram 13,5% nos últimos 30 dias, segundo o RWA.xyz. Ethereum registrou influxo líquido de US$ 1,7 bilhão, seguido por Arbitrum (US$ 880 milhões) e Solana (US$ 530 milhões). Excluindo stablecoins, Treasuries tokenizados superam US$ 10 bilhões em circulação, com fluxos contínuos em crédito privado e instrumentos com rendimento.

BlackRock integrou seu fundo BUIDL ao Uniswap, sinalizando maturidade em DeFi institucional. Esses dados sugerem que emissões de ativos tokenizados e adoção de carteiras únicas expandem, mesmo sob pressão vendedora geral.

Contexto Macroeconômico e de Mercado

O mercado cripto perdeu aproximadamente US$ 1 trilhão desde outubro, intensificado por desalavancagem em outubro e fragilidade nos derivativos. Bitcoin opera em US$ 68.539 (-0,42% 24h) e Ethereum em US$ 1.988 (+1,14%), conforme cotações recentes. Harvard ajustou durante pico e correção, destacando timing baseado em valuation.

Críticas acadêmicas, como de Andrew F. Siegel, apontam risco devido à ausência de valor intrínseco no Bitcoin, com queda YTD de 22,8%. Ainda assim, endowments como Yale investem indiretamente desde 2018.

Implicações para o Mercado Institucional

Os dados mostram capital institucional tornando-se mais seletivo: redução em BTC não equivale a pessimismo, mas redistribuição para setores resilientes como RWAs e Ethereum. Níveis a monitorar incluem suporte em US$ 67.000 para BTC e resistência em US$ 70.000. Volume 24h de BTC no Brasil soma 183 BTC. Investidores devem observar fluxos ETF e on-chain para avaliar o smart money.


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Baleia colossal de ETH rachada com '250M' vermelha mergulhando em vórtice de liquidações, pico Solana rejeitado desmoronando, simbolizando perdas massivas

Liquidações Massivas: Baleia de ETH Perde US$ 250 Milhões na Hyperliquid

Uma baleia da Hyperliquid foi liquidada em uma operação de US$ 250 milhões em posições longas de Ethereum (ETH), conforme dados da Arkham Intelligence. O evento ocorre em meio a uma onda de desalavancagem, com o ETH negociado a US$ 1.966,67, queda de 4,73% nas últimas 24 horas. Paralelamente, a Solana (SOL) confirmou uma armadilha de alta após falhar em romper a resistência de US$ 88, revertendo a estrutura local para baixista. Nos últimos 60 minutos, liquidações totais atingiram US$ 26 milhões, sendo US$ 12,9 milhões em BTC e US$ 7 milhões em ETH, limpando posições excessivamente alavancadas.


Detalhes da Liquidação da Baleia Hyperliquid

Os dados mostram que a baleia, possivelmente de origem chinesa, acumulou mais de 100.000 BTC em 2018 e manteve as posições por sete anos, elevando o portfólio a US$ 11,14 bilhões em picos. Em 2025, rotacionou 39.738 BTC (US$ 4,49 bilhões) para 886.371 ETH, avaliados em cerca de US$ 4 bilhões na época. No entanto, com o ETH caindo para níveis abaixo de US$ 2.000 — queda de 27,19% em 365 dias —, a entidade acumulou perdas não realizadas de US$ 5 bilhões.

Para mitigar riscos, depositou cerca de 260.000 ETH (US$ 500 milhões) na Binance em três transações, sinalizando capitulação. O volume de negociação do ETH recuou 4,49% para US$ 24,22 bilhões em 24 horas, refletindo rotação de capital para Bitcoin e aumento de volatilidade. Esse movimento destaca os perigos da alavancagem em ciclos de alta tardios.

Armadilha de Alta na Solana: Análise Técnica

Na Solana, o gráfico de 4 horas revela uma rejeição clara na resistência de alta temporalidade próxima a US$ 88, invalidando o breakout inicial e confirmando uma armadilha de alta. Compradores tardios foram pegos quando o preço não sustentou acima da alta da área de valor, revertendo para o range anterior.

A rejeição no point of control (POC) — reforça o controle dos vendedores, com viés local agora baixista. O suporte chave em US$ 78, alinhado à baixa da área de valor e à retração Fibonacci de 0,618 logo abaixo, emerge como alvo imediato para uma rotação completa do range. Volumes e ação de preço nesse nível definirão se há sweep de liquidez ou quebra definitiva.

Contexto de Liquidações e Níveis Críticos

As liquidações de US$ 26,01 milhões em uma hora, conforme Coinglass, concentram-se em US$ 12,92 milhões de BTC e US$ 7,02 milhões de ETH, indicando limpeza de posições longas excessivas. Isso segue posts de 15/02 com US$ 6,9 bilhões totais, mas foca em eventos pontuais de hoje.

Para ETH, monitorar suporte em US$ 1.900 e resistência em US$ 2.100; para SOL, US$ 78 como pivotal. O mercado demonstra desalavancagem, com rotação de capitais e testes de níveis técnicos fundamentais. Traders devem observar volume e estrutura para bias direcional.


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