Executivos cartoon abrindo cofre institucional com feixes BTC dourado, ETH cyan e SOL laranja, simbolizando ETFs pedidos pela Morgan Stanley

Morgan Stanley pede ETFs de BTC, ETH e SOL: Adoção acelera

O Morgan Stanley protocolou pedidos para ETFs de Bitcoin, Ethereum e Solana junto à SEC nesta semana, tornando-se o primeiro grande banco de Wall Street a avançar nessa direção. A sequência começou com Bitcoin e Solana na segunda-feira, seguida pelo trust de Ether na terça. Esse movimento confirma a aceleração da adoção institucional, com influxos em ETFs de BTC atingindo US$ 697 milhões em um dia — o maior desde outubro. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 492.087,85 (-1,95% em 24h).


Detalhes dos Arquivamentos

O banco registrou formulários S-1 para fundos de spot que rastreiam diretamente o preço dos ativos. Para Bitcoin e Solana, os pedidos iniciais destacam a intenção de capturar a demanda crescente por exposição regulada. Já o Ethereum Trust inclui um programa de staking, distribuindo recompensas aos detentores de ações trimestralmente, conforme orientação do IRS. Isso demonstra sofisticação: não só holding, mas geração de yield via rede.

Esses produtos serão gerenciados pela Morgan Stanley Investment Management, com custódia e precificação baseada em venues principais. O timing é crucial — após restrições removidas em outubro de 2025 para assessores recomendarem ETFs cripto, o banco agora lança os seus próprios, aproveitando sua vasta distribuição para RIAs e family offices.

Contexto de Influxos e Demanda

Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA registraram US$ 1,16 bilhão em influxos nos dois primeiros dias de 2026, revertendo saídas de Q4 ligadas a impostos. Segunda-feira sozinha viu US$ 697 milhões, sinalizando retorno institucional após volatilidade. Nate Geraci destacou: ‘Morgan via demanda real de clientes’. Isso reforça os fundamentos: o mercado está construindo bases sólidas pós-halving.

Desde outubro, o Morgan abriu acesso cripto a todos os clientes via wealth management, incluindo contas de aposentadoria. Parceria com Zerohash para trading de BTC, ETH e SOL na E-Trade acelera a integração. Esses fluxos ‘pegajosos’ de instituições diferem de varejo volátil, elevando o piso de preço em ciclos de alta.

Implicações para a Adoção Global

Esse passo valida a tese de superciclo: grandes players como Morgan Stanley não entram sem convicção em adoção de longo prazo. ETFs facilitam alocação sem wallets ou custódia complexa — basta comprar ações. Com regulação mais amigável sob Trump, esperamos mais bancos seguindo, expandindo liquidez e maturidade.

Para brasileiros, isso significa tesourarias corporativas e fundos olhando cripto como reserva de valor, similar a MicroStrategy. Monitorar aprovações SEC e fluxos ETF será chave. Os fundamentos se fortalecem: volatilidade curta não apaga tendências macro de adoção.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Visionário cartoon Arthur Hayes liberando explosão roxa de privacidade com ZEC central, BTC dourado limitado por halving ao fundo

Arthur Hayes: Privacidade Explode em 2026 com Zcash em Alta

O que o mercado esqueceu que vai explodir em 2026? Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, aponta a privacidade como a próxima narrativa dominante, com seu family office Maelstrom já posicionado em uma grande quantidade de Zcash. Enquanto isso, analistas da Schwab preveem que a liquidez global impulsione o Bitcoin, mas alertam para limitações do ciclo de halving no terceiro ano. Esses insights macro revelam oportunidades estratégicas para quem pensa no longo prazo.


A Tese de Privacidade de Arthur Hayes

Arthur Hayes conecta a ascensão da privacidade a forças macro como expansão de crédito, preços de energia e incentivos políticos nos EUA. Em um post recente em seu blog, ele revela que Maelstrom acumulou uma posição substancial em Zcash (ZEC) durante o terceiro trimestre de 2025, a preços atrativos. Para Hayes, Zcash será o "privacy beta", competindo com o dinheiro físico em anonimato em uma era de vigilância estatal crescente, sanções e IA onipresente.

O ex-CEO da BitMEX argumenta que o Bitcoin, embora pseudônimo, não oferece privacidade total. ZEC, com sua criptografia zk-SNARKs, pode capturar 10% a 20% do valor do BTC até o fim do ciclo. Essa visão bullish alinha-se à maturidade institucional do BTC, abrindo espaço para narrativas adversariais. Hayes enfatiza que déficits fiscais e estímulos mantêm economias quentes, impulsionando demanda por ativos privados. O mercado está construindo fundamentos para uma rotação setorial em 2026.

Liquidez Impulsiona BTC, Mas Halving Limita Rally

Do lado do Bitcoin, Jim Ferraioli, diretor de pesquisa cripto na Charles Schwab, destaca três forças de longo prazo: oferta M2 global, suprimento disinflacionário do BTC e adoção crescente. No curto prazo, sentimento de risco positivo, juros caindo e dólar enfraquecendo favorecem o ativo. Segundo o análise da Schwab, o fim do quantitative tightening (QT) e expansão de balanços bancários centrais criam liquidez abundante.

No entanto, 2026 marca o terceiro ano pós-halving, historicamente fraco para o BTC. Ferraioli espera ganhos positivos, mas abaixo da média de 70% das mínimas anuais desde 2017. Adoção pode atrasar no primeiro semestre devido à volatilidade recente de 2025, embora clareza regulatória como a Clarity Act acelere fluxos institucionais. Correlacionado a ações de IA megacap, mas menos a índices amplos, o BTC ganha independência.

Conectando Narrativas: Estratégia para 2026

Essas visões complementares pintam 2026 como ano de consolidação e diversificação. Enquanto liquidez sustenta o BTC — negociado a R$ 495.402,62 segundo o Cointrader Monitor (-2,43% em 24h) —, privacidade emerge como hedge contra controles de capital. Hayes liga energia barata (via Venezuela) a estímulos sem inflação eleitoral, fortalecendo risco assets como cripto.

Para o investidor brasileiro, o foco deve ser adoção institucional e ciclos históricos. Fundamentos se fortalecem: ETFs acumulam, tesourarias corporativas crescem. Privacidade não compete com BTC, mas expande o ecossistema. Monitore M2 global, preços de gasolina EUA e wallets de baleias BTC para timing estratégico.

O Que Monitorar no Horizonte

Em 2026, olhos em aprovação regulatória para adoção acelerada e rotação para Zcash se vigilância aumentar. Ciclos de halving informam, mas liquidez macro prevalece no longo prazo. O mercado cripto evolui além do BTC, com privacidade como métrica chave de maturidade. Posicione-se para tendências de fundo: o futuro recompensa visão estratégica e paciência.


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Executivos cartoon de banco e cripto apertando mãos sobre ponte luminosa com BTC e SOL, simbolizando pedido de ETFs pela Morgan Stanley

Morgan Stanley pede ETFs de Bitcoin e Solana à SEC

Wall Street abraça cripto de vez: o Morgan Stanley, gigante com trilhões sob gestão, arquivou formulários S-1 na SEC para lançar ETFs spot de Bitcoin e Solana. O movimento, revelado em 6 de janeiro de 2026, segue o boom de inflows em produtos regulados e sinaliza validação implícita do regulador americano. O que isso significa para o seu portfólio? Fundamentos da adoção institucional se fortalecem, abrindo precedentes para influxos massivos de capital tradicional.


Detalhes dos Novos Trusts

Os Morgan Stanley Bitcoin Trust e Morgan Stanley Solana Trust serão veículos de investimento passivos, mantendo custódia direta dos ativos sem derivativos ou alavancagem. As cotas rastrearão o preço spot do BTC e SOL, descontadas taxas operacionais, com criação e resgate exclusivos para participantes autorizados, mas negociáveis no mercado secundário.

O banco planeja armazenar chaves privadas em cold storage, com porção em hot wallets para eficiência. Morgan Stanley Investment Management atua como sponsor, e o CSC Delaware Trust Company como trustee. Esse setup regulado atende à demanda por exposição simples e segura, especialmente após o sucesso dos primeiros ETFs spot em 2024.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 495.048 (variação -2,39% em 24h), em meio a volatilidade típica do ciclo pós-halving.

Contexto de Mercado e Histórico do Banco

O timing é impecável: ETFs spot de Bitcoin acumulam US$ 58 bilhões em inflows desde janeiro de 2024, enquanto Solana captou quase US$ 800 milhões desde meados de 2025. Em 2026, os primeiros dias já viram US$ 1,1 bilhão em entradas nos BTC ETFs, impulsionados pelo “efeito clean-slate” do novo ano.

Morgan Stanley não é novato: desde 2017, expôs clientes a BTC via Grayscale GBTC e, em outubro de 2025, liberou recomendações de fundos cripto para IRAs e 401(k)s de clientes com mais de US$ 1,5 milhão em ativos. Seus mais de 19 milhões de clientes na divisão de wealth management representam um oceano de capital pronto para fluir.

Isso reflete a mudança regulatória nos EUA, com novas lideranças na SEC e atos como o GENIUS Act pavimentando o caminho para stablecoins e ETFs.

Implicações para a Adoção Global

Esse passo histórico valida a tese de longo prazo: cripto não é mais nicho especulativo, mas reserva de valor corporativa e institucional. Ao entrar na disputa com BlackRock e Fidelity, Morgan Stanley cria precedentes para JPMorgan, Goldman Sachs e outros gigantes, acelerando o influxo de trilhões em ativos tradicionais.

O mercado está construindo: ETFs cripto já detêm US$ 123 bilhões (6,57% do market cap do Bitcoin), transformando volatilidade de curto prazo em tendência de adoção irreversível. Para o investidor brasileiro, isso reforça a narrativa bullish, com fluxos de ETF como métrica superior ao preço spot.

Executivos do banco já previram Bitcoin como moeda reserva global, alinhando-se a ciclos passados onde adoção institucional precedeu bull runs massivos.

O Que Monitorar Agora

Próximos passos incluem filings 19b-4 para listagem em bolsas e detalhes de custódia. Investidores devem acompanhar aprovações da SEC, potenciais inflows iniciais e reações de pares como Bank of America, que liberou BTC ETFs para 15 mil assessores.

Em um ciclo onde halvings e ETFs ditam o ritmo, esse movimento pode ser o estopim para novos ATHs, mas lembre-se: volatilidade persiste. Fique atento aos fluxos semanais para confirmar a força da tendência.


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Executivos cartoon de bancos estendendo mãos para esfera cripto com 3.22T, simbolizando recorde de US$ 3,22T e adoção institucional

Mercado Cripto Atinge US$ 3,22T: Bancos Aceleram Adoção

O mercado cripto atingiu um marco histórico com capitalização total de US$ 3,22 trilhões, alta de 2%, conforme relatório da Decrypt. O Bitcoin opera em torno de US$ 93.780, enquanto o XRP dispara 12% para US$ 2,37. O destaque vai para a entrada de gigantes tradicionais como Bank of America, que liberou recomendações de cripto para clientes de alta renda, e Morgan Stanley, que protocolou um fundo de Solana junto à SEC. Esses movimentos confirmam que os fundamentos de adoção estão se fortalecendo no início de 2026.


Recorde de Capitalização e Rally das Majors

O ecossistema cripto inicia o ano com força, impulsionado por um rally generalizado. Além do XRP liderando com ganhos de 12%, majors como Ethereum (+2% para US$ 3.240) e Solana (+3% para US$ 139) contribuem para o marco de US$ 3,22 trilhões. Top performers incluem RENDER (+18%), SUI (+18%) e LIT (+15%), sinalizando apetite por altcoins em meio à consolidação do Bitcoin próximo de US$ 93k.

Esse crescimento reflete fluxos de capital consistentes, reminiscentes de ciclos passados pós-halving, onde a maturidade do mercado atrai investidores institucionais. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 499.388,72, com variação de -1,69% nas últimas 24h e volume de 256 BTC.

Institucionais Tradicionais Entram no Jogo

O verdadeiro catalisador é a adoção por bancos tradicionais. O Bank of America lançou formalmente recomendações de cripto para clientes wealth management, permitindo alocações de até 4% das carteiras em ativos digitais. Esse passo democratiza o acesso e valida o Bitcoin como reserva de valor corporativa.

Paralelamente, o Morgan Stanley avançou com o registro de um Solana Trust na SEC, expandindo opções para exposição em redes de alto desempenho. A Goldman Sachs reforçou o otimismo ao elevar a nota da Coinbase para ‘Compra’, enquanto rebaixa o eToro, destacando a liderança de plataformas reguladas.

Sinais Globais e Desafios no Horizonte

No cenário macro, o ministro das Finanças do Japão endossou maior integração cripto, com propostas de redução de impostos e reformas em exchanges, acelerando a adoção na Ásia. Vitalik Buterin celebrou o Ethereum por resolver o ‘blockchain trilemma‘ via Layer-2, fortalecendo a narrativa de escalabilidade.

No entanto, o otimismo é temperado por riscos: Kraken investiga vazamento de dados na dark web, e Ledger enfrenta breach via parceiro Global-E, expondo contatos de usuários. Esses incidentes lembram a importância de custódia segura em ciclos de alta.

Por Que Isso Confirma o Ciclo bullish

Esses desenvolvimentos não são ruído — são pilares da tese de adoção institucional. Bancos como Bank of America e Morgan Stanley trazem capital real, reduzindo volatilidade e pavimentando o caminho para tesourarias corporativas de Bitcoin. Historicamente, entradas assim marcam fases de construção para picos de ciclo. Investidores atentos veem aqui confirmação de que os fundamentos se fortalecem, mesmo com correções pontuais. Vale monitorar fluxos de ETF e aprovações regulatórias nos próximos meses.


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