Calendário rachado com '34' vermelho e traders cartoon cautelosos ao redor, simbolizando prêmio negativo recorde na Coinbase e saídas de ETFs

Bitcoin Quebra Recorde com 34 Dias de Prêmio Negativo na Coinbase

O Coinbase Bitcoin Premium Index registrou 34 dias consecutivos de prêmio negativo até 19 de fevereiro de 2026, superando o recorde anterior de cerca de 30 dias durante o crash de novembro de 2023. O indicador, atualmente em -0,0545%, reflete preços inferiores à média global na exchange americana. Paralelamente, ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram saída líquida de US$ 133,3 milhões ontem, enquanto posições em puts de US$ 40 mil se tornaram a segunda maior aposta em opções antes do vencimento de 27 de fevereiro.


O Indicador Coinbase Premium em Detalhe

Os dados mostram que o prêmio negativo na Coinbase persiste desde o início de 2026, indicando vendas predominantes por investidores americanos em relação à média global. Historicamente, valores positivos sinalizam influxo institucional forte, como visto em ciclos de alta. Agora, com o índice em território negativo por tempo recorde, reflete redução no apetite por risco nos EUA, possivelmente influenciado por volatilidade macroeconômica e ajustes de portfólio.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 351.822 (-1,36% em 24h) reforça o cenário de pressão vendedora, com volume de 326 BTC negociados no Brasil.

Saídas Líquidas nos ETFs Americanos

Os fluxos negativos nos ETFs de Bitcoin spot totalizaram US$ 133,3 milhões em 18 de fevereiro, com destaque para BlackRock IBIT (-US$ 84,2 milhões) e Fidelity FBTC (-US$ 49,1 milhões). Ethereum spot ETFs registraram US$ 41,8 milhões de saída, liderados por ETHA (-US$ 29,9 milhões). Esses dados, monitorados pela Farside Investors, sugerem realização de lucros ou realocação por grandes players, em meio a BTC negociado próximo de US$ 67 mil.

Embora fluxos semanais mostrem variações, a tendência recente aponta para fraqueza sustentada no apetite institucional americano, contrastando com picos de entrada em 2025.

Posicionamento em Opções de Bitcoin

Na Deribit, o put de US$ 40 mil acumula US$ 490 milhões em valor nocional, segunda maior posição aberta antes do vencimento de 27 de fevereiro. O strike de US$ 75 mil lidera com US$ 566 milhões, nível de max pain. Com 63.547 calls vs. 45.914 puts (razão 0,72), traders mantêm viés de alta, mas buscam hedge contra quedas acentuadas.

Volume total de opções em US$ 7,3 bilhões reflete cautela, com BTC em queda de até 50% desde outubro.

Implicações e Níveis a Observar

Os dados convergem para ausência de demanda institucional forte nos EUA, com prêmio negativo recorde, saídas de ETFs e hedges em strikes baixos. Níveis técnicos incluem suporte em US$ 66 mil (próximo atual) e resistência em US$ 75 mil (max pain). Uma reversão no premium Coinbase ou influxos em ETFs poderia sinalizar mudança. Monitorar volume e volatilidade para contextos adicionais, sem implicar direção única.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de Wall Street apostando fichas ETFs em mesa de cassino com símbolos eleitorais, satirizando prediction markets para eleições EUA

Cassino Wall Street: ETFs para Apostar na Eleição dos EUA

Interessante como Wall Street transforma até palpites eleitorais em produto financeiro. A Bitwise protocolou na SEC os “PredictionShares”, ETFs que pagam se democratas ou republicanos vencem a eleição presidencial de 2028 ou controlam Câmara e Senado nas midterms de 2026. GraniteShares e Roundhill entram na disputa, oferecendo o mesmo: exposição regulada a contratos binários de eventos políticos. Agora você pode perder dinheiro com política direto do home broker, sem sujar as mãos em sites de apostas.


Os Produtos: Palpites Empacotados em ETF

Curioso como o que era febre em plataformas como Polymarket agora vira ETF de luxo. Os fundos da Bitwise investem 80% em contratos binários regulados pela CFTC: pagam US$ 1 se o evento acontece (ex: democratas na Casa Branca em 2028), ou US$ 0 caso contrário. O preço das cotas oscila entre 0 e 1, refletindo a probabilidade implícita do mercado — tipo uma roleta com gráficos bonitos.

GraniteShares copia a jogada com seis ETFs idênticos, enquanto Roundhill abriu fogo dias antes. Nada de ações de empresas de prediction markets: puro derivativo político, acessível via corretoras tradicionais. A Bitwise justifica com “demanda de clientes” e crescimento do setor, mas soa mais como a financialização do óbvio: todo mundo adora apostar em eleições.

A Corrida pela Aprovação da SEC

Não é a primeira vez que Wall Street testa limites. Analistas como James Seyffart, da Bloomberg, notam que “a financialização de tudo continua”. A Roundhill iniciou a fila em 14 de fevereiro, e Bitwise/GraniteShares aceleram para capturar liquidez pré-midterms. Plataformas como Polymarket batem recordes de volume em eventos políticos, atraindo hedge funds e quants.

O CFTC entra na briga, defendendo jurisdição federal sobre esses mercados contra estados que os veem como jogo ilegal. Nevada e Massachusetts já barraram Kalshi e Polymarket. Aprovados ou não, esses ETFs sinalizam maturidade — ou loucura — dos prediction markets, que Vitalik Buterin chama de “apostas especulativas extremas”.

Riscos: Do Cassino ao Colapso

Por trás da ironia, o risco é palpável. Se o palpite erra, o fundo vira pó: “perderá substancialmente todo valor”, avisa o prospecto da Bitwise. Especialistas alertam para manipulação, insider trading e volatilidade insana — eleições viram referendo ao governo, com histórico de surpresas. No Myriad, aprovação de Trump ronda 50%; no Polymarket, volumes explodem.

Para brasileiros, é um espelho: enquanto discutimos regulação cripto, gringos ETF-izam palpites. Hedge funds babam pela liquidez, mas retail? É cassino com terno e gravata. Ganesh Mahidhar, da Further Ventures, vê apelo em volatilidade; Kadan Stadelmann, da Komodo, teme manipulação eleitoral.

O Que Isso Muda para Você?

No fim, é o comportamento humano: euforia por narrativas quentes. Prediction markets preveem melhor que pesquisas, mas embrulhados em ETF, viram produto para institucionais fugirem de cripto “sem graça”. Monitore a SEC — aprovação abre porta para mais absurdos, tipo ETF de memes ou impeachment. Ria, mas não aposte a casa: o mercado adora vender ilusões reguladas.


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Traders Wall Street cartoon erguendo pedestal BTC premium sob aurora verde-dourada, simbolizando basis premium pago e soft landing iminente

Wall Street Paga Prêmio pelo Bitcoin: Sinais de Soft Landing

Os dados mostram uma clara divergência entre investidores norte-americanos e offshore no mercado de Bitcoin. No CME, o basis anualizado permanece elevado, indicando que instituições de Wall Street pagam prêmio para manter posições compradas, enquanto no Deribit o basis declina, sinalizando redução de alavancagem por traders internacionais. Essa dinâmica coincide com a análise de Nick Timiraos sobre o soft landing econômico nos EUA, o mais próximo da história, embora com riscos persistentes.


Divergência no Basis: CME versus Deribit

De acordo com análise da NYDIG publicada em 15 de fevereiro de 2026, o basis de um mês no CME Bitcoin futures mantém-se acima do registrado no Deribit. O basis anualizado elevado no CME reflete a disposição de fundos de hedge e instituições americanas em pagar um prêmio superior para rolar posições compradas, mesmo após a queda de 14% no Bitcoin em fevereiro, que levou o preço a testar US$ 60.000.

No Deribit, principal venue offshore para derivativos cripto, o basis apresenta declínio mais acentuado. Isso indica menor demanda por alavancagem em posições compradas entre traders internacionais, que optam por reduzir exposição ao risco. A discrepância crescente atua como termômetro geográfico do apetite por risco: os dados sugerem que o poder de precificação do Bitcoin migra para mercados regulados nos EUA, com volume no CME superando consistentemente os equivalentes offshore em ciclos de volatilidade.

Essa estrutura de basis positivo persistente no CME, em torno de níveis que implicam custos de carry de até 20-30% anualizados em picos recentes, demonstra resiliência institucional americana frente à correção recente.

Análise de Timiraos: Economia dos EUA no Caminho do Soft Landing

Nick Timiraos, repórter do Wall Street Journal conhecido como ‘Fed whisperer’, argumenta em artigo de 15 de fevereiro que os EUA estão historicamente próximos de um soft landing: controle de inflação sem recessão. Indicadores confirmam: CPI de janeiro em 2,4% (núcleo 2,5%), non-farm payrolls com +130.000 vagas (acima dos 55.000 esperados) e taxa de desemprego em 4,3%. O GDP mantém expansão moderada, suportado por consumo e investimentos corporativos.

No entanto, Timiraos alerta para fragilidades. O core PCE permanece próximo de 3%, sem progresso líquido em 12 meses. Tarifas comerciais elevam custos de bens importados, potencialmente ancorando inflação acima da meta de 2% do Fed. Jerome Powell reconheceu em janeiro que porções do overshoot inflacionário derivam de itens tarifados, tratados como choques únicos, mas analistas divergem sobre persistência. O FedWatch Tool precifica 83% de chance de corte em junho, com taxas fed funds em 3,5%-3,75%.

No mercado de trabalho, ganhos em saúde (82.000 vagas, 63% do total) mascaram fraquezas em governos federal e estadual, impactados por reformas administrativas. Jeffrey Cleveland, da Payden & Rygel, nota que o desemprego tende a subir, não cair.

Implicações para o Bitcoin e Níveis a Monitorar

A convergência entre otimismo de Wall Street no BTC e narrativa de soft landing sugere que investidores americanos antecipam resolução de riscos macro nos EUA, enquanto offshore permanece cauteloso. O Bitcoin, sensível a fluxos institucionais, registra basis premium no CME como proxy de confiança em alocação de risco para ativos alternativos.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 358.356,85 às 08:12 de 16 de fevereiro de 2026, com variação de -2,78% em 24h e volume de 172,51 BTC. Em USD, negociava a US$ 68.493, alinhado à correção recente.

Níveis técnicos a observar incluem suporte em US$ 68.000 (média móvel de 50 dias) e resistência em US$ 70.000 (basis implícito atual). Volumes no CME, em ascensão, versus Deribit declinante, reforçam migração de liquidez para regulado. Volumes institucionais no spot ETF também merecem tracking, pois sustentam basis positivo se influxos prosseguirem.


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Personagem Bitcoin marionete controlada por mãos de Wall Street via fios vermelhos, ilustrando dominância de derivativos no preço on-chain

Fim da Soberania On-Chain? Derivativos Dominam Bitcoin

O Bitcoin despencou abaixo de US$ 70 mil, e um analista aponta o dedo para os derivativos que substituíram a descoberta de preço on-chain. Wall Street, com futuros, swaps e ETFs, criou suprimento sintético ilimitado, anulando a escassez de 21 milhões de moedas. A história mostra que isso aconteceu com ouro e óleo: o preço agora segue posicionamentos e liquidações, não fundamentos da blockchain. Para o varejo brasileiro, é hora de cautela.


Dominância dos Derivativos sobre Fundamentos

A tese original do Bitcoin — limite rígido de 21 milhões de moedas e resistência à rehipotecação — está sob pressão. Analista Danny_Crypton explica que cash-settled futures, swaps perpétuos, opções e ETFs dominam o volume de negociação. Instituições de Wall Street fabricam inventário sintético, permitindo múltiplas reivindicações sobre um único BTC.

Essa estrutura de reserva fracionária contradiz o design original. O mercado evoluiu para um ecossistema onde um coin respalda ETF, contrato futuro, swap e mais. A descoberta de preço migrou da blockchain para fluxos de liquidação, similar ao que ocorreu em commodities tradicionais. A euforia on-chain perdeu soberania.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 359.879 (-1,47% em 24h), refletindo essa dinâmica desconectada dos fundamentos reais.

Synthetic Float Ratio Revela Pressão Artificial

O conceito de Synthetic Float Ratio — relação entre suprimento sintético e on-chain — explica a queda recente abaixo de US$ 70k. Quando o papel excede o real, demanda spot não sustenta altas. Market makers criam BTC ilimitado para shortar altas e cobrir em liquidações forçadas.

Isso não é acidente: é mecânica estrutural. Em ciclos passados, como 2018 e 2022, vimos topos seguidos de correções brutais. O mercado ignora que altas exageradas precedem quedas. Investidores apanhados em narrativas de ‘to the moon’ sofrem mais.

A volatilidade persiste como armadilha para o varejo, que reage a movimentos sem entender o jogo dos grandes players.

Menos Inflows, Mas Volatilidade Persiste

Após 52% de drawdown do ATH e BTC abaixo de US$ 60k em 6 de fevereiro, os inflows para exchanges caíram 90%. Binance: de 25 mil BTC para 8,4 mil; Coinbase Advanced: de 17,6 mil para 1,4 mil. O pânico vendeu, pressão aliviou temporariamente.

Porém, cuidado: estabilização não significa fim da correção. Ciclos econômicos ensinam que baixas se estendem. Demanda precisa superar suprimento restante para recuperação sustentável. Observadores monitoram fluxos por sinais de acumulação ou distribuição.

O varejo deve questionar otimismo precoce. Sobreviver ao bear vale mais que maximizar o bull.

Lições para o Investidor Brasileiro

A história repete: bolhas dot-com, crises asiáticas — exuberância leva a excessos. No cripto, derivativos amplificam isso. Não confie cegamente em altas de futuros; elas mascaram fraquezas on-chain. Proteja capital priorizando liquidez e diversificação macro.

Enquanto Wall Street dita o ritmo, o varejo paga a conta das liquidações. Monitore Synthetic Float Ratio e inflows. O equilíbrio vem de perspectivas contrarian.


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Executivo Wall Street cartoon despejando moedas douradas em estrutura XRP cristalina, simbolizando investimento de US$ 152 mi da Goldman Sachs em ETFs

Goldman Sachs Aposta US$ 152 Milhões em XRP: Adoção Institucional em Alta

O Goldman Sachs revelou um investimento de US$ 152 milhões em ETFs spot de XRP, conforme seu relatório 13F do Q4 2025. Esse movimento ocorre em meio a um mercado cripto volátil e de baixa, mas os fundos de XRP registram influxos consistentes desde 27 de janeiro. Representando cerca de 14% dos influxos totais do ativo, essa aposta institucional sinaliza confiança de Wall Street na rede Ripple, mesmo com o preço do XRP em US$ 1,37.


Influxos Contínuos nos ETFs de XRP

Apesar da pressão de baixa no preço do XRP, os ETFs spot estão atraindo capital significativo. Desde 27 de janeiro, gestoras como Canary Capital acumularam mais de 7,66 milhões de XRP, Franklin Templeton superou 18,9 milhões, Bitwise adicionou 17,74 milhões e 21Shares registrou 4,31 milhões. No total, cerca de 48,7 milhões de XRP entraram nesses fundos em apenas nove dias.

Esses números destacam uma tendência: enquanto o varejo recua em momentos de volatilidade, os institucionais continuam construindo posições. O mercado está se fortalecendo nos fundamentos, com influxos persistentes que indicam alocações estratégicas de longo prazo, não especulações passageiras.

Goldman Sachs Lidera a Onda Institucional

O aporte do Goldman Sachs é o destaque dessa narrativa. Com US$ 152 milhões alocados — equivalente a cerca de R$ 793 milhões ao câmbio atual de R$ 5,21 por dólar —, o banco demonstra conforto com exposição regulada ao XRP. Essa é uma evolução natural da adoção: Wall Street prefere veículos como ETFs para mitigar riscos custodiais, abrindo portas para portfólios tradicionais.

Essa posição representa 14% dos influxos totais em XRP ETFs recentemente, reforçando que gigantes financeiros veem valor na eficiência da blockchain do Ripple para pagamentos transfronteiriços. É um passo concreto rumo à maturidade do ecossistema.

Implicações para o Mercado Cripto

Em um contexto de pressão de baixa, onde o varejo perde interesse, esses influxos institucionais são um farol otimista. Imagine o volume durante uma fase de euforia, como em novembro de 2024. O XRP, cotado a cerca de R$ 7,14, pode se beneficiar de aprofundamento da liquidez e maior aceitação em mercados regulados.

A adoção por participantes como Goldman Sachs conecta o cripto ao mundo financeiro tradicional, similar à trajetória dos ETFs de Bitcoin. Isso fortalece a tese de longo prazo: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de integração global.

O Que Isso Significa para Investidores Brasileiros

Para o investidor comum, esses movimentos confirmam que o ecossistema XRP está amadurecendo. Monitorar fluxos de ETF e relatórios 13F torna-se essencial para contextualizar correções como oportunidades. O mercado constrói bases sólidas, e a paciência recompensa quem foca em adoção sobre ruído diário.

Embora riscos como regulação persistam, o otimismo fundamentado prevalece: Wall Street não aposta bilhões em vão.


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CEO cartoon com mala de ações saindo de prédio Coinbase enquanto analistas Wall Street sinalizam 'Sell', ilustrando downgrades e queda de 34% nas ações

Wall Street Perde Fé na Coinbase: CEO Vende US$ 545 Milhões

A Wall Street perde confiança na Coinbase enquanto o CEO Brian Armstrong vendeu mais de US$ 545 milhões em ações nos últimos nove meses. Analistas do Monness Crespi rebaixaram o rating diretamente para “Sell”, citando fraqueza prolongada no mercado cripto. As ações (COIN) despencaram 34% no ano, abrindo em US$ 153 nesta quinta (12/02). Se o próprio CEO está saindo, o que isso sinaliza para investidores? A história mostra que insiders vendendo em topos precedem correções severas, como em 2022.


Vendas do CEO Aceleram Queda das Ações

O CEO Brian Armstrong alienou 1,5 milhão de ações entre abril de 2025 e janeiro de 2026, lucrando US$ 545,7 milhões. A maior transação foi em junho passado, com 336 mil papéis a US$ 355 cada. Na quarta (11), as ações caíram 5,7% após a notícia, encerrando em US$ 153,20. Armstrong justificou como diversificação após 13 anos com 99% do patrimônio na COIN, mas o timing levanta sobrancelhas: vendas coincidem com Bitcoin caindo 30% no mês, de US$ 100 mil para ~US$ 66 mil.

A fortuna do executivo evaporou US$ 10 bilhões desde o pico de US$ 17,7 bi em julho/2025, saindo do ranking de bilionários. Ark Invest também vendeu US$ 17,4 milhões em COIN, realocando para concorrentes como Bullish. O mercado ignora esses sinais? Ciclos passados, como o bear de 2018, mostram capitães abandonando o navio antes da tempestade.

Downgrades de Analistas Reforçam Cautela

A Monness Crespi cortou o rating de ‘Buy’ para ‘Sell’, com target de US$ 120 — mais 20% de downside. JPMorgan reduziu seu preço-alvo em 27% para US$ 290, alertando perda de market share para exchanges menores e queda em volumes de trading e stablecoins como USDC. Compass Point baixou para US$ 190, citando momentum desacelerando.

Consensus ainda é ‘Moderate Buy’ com target médio de US$ 332, mas 1 ‘Sell’ e revisões baixistas crescem. Receitas da Coinbase dependem de volumes cripto em baixa, com perdas não realizadas em holdings como Circle. H.C. Wainwright prevê prejuízo no balanço do 4T, apesar de buy rating. A história das dot-com repete: euforia de 2025 vira realidade fria em 2026.

Implicações para Investidores Cripto

Resultado do 4T sai hoje, mas expectativas são baixas: volumes fracos, capitalização cripto encolhendo e insider selling minam confiança. Coinbase lança ‘Agentic Wallets’ para IA, mas diversificação não compensa ciclos bear. Goldman Sachs vê buy em US$ 303 por receitas institucionais, mas JPM alerta fragmentação global.

Cuidado: proteção de capital é chave. Mercados cripto correlacionam com ações, e liquidez global aperta com juros altos. Como em 2022, quando COIN caiu 90%, sobrevivência exige cautela. Monitore earnings e BTC abaixo de US$ 60k como suporte rompido.


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Personagens cartoon de Wall Street e DeFi apertando mãos em ponte luminosa com TSLA e SPY, simbolizando tokenização on-chain por Ondo e Chainlink

Ondo e Chainlink Tokenizam Ações da Tesla e ETFs On-Chain

A parceria entre Ondo Global Markets e Chainlink marca um avanço concreto na integração entre Wall Street e blockchain. Pela primeira vez, preços reais de ações americanas como Tesla (TSLAon) e ETFs como SPY e QQQ estão disponíveis on-chain via oráculos Chainlink. Não se trata de um teste: os feeds já estão ativos, permitindo que smart contracts acessem dados precisos de mercado tradicional para aplicações DeFi. Isso reforça a tese de adoção institucional, evaporando barreiras entre finanças centralizadas e descentralizadas.


Como Funciona a Integração Chainlink-Ondo

Ondo Global Markets adotou os Chainlink Data Feeds como solução oficial de oráculos para precificação on-chain de seus ativos tokenizados. Esses oráculos descentralizados conectam smart contracts à realidade externa, fornecendo dados de preços de ações e ETFs dos EUA com precisão institucional.

Os ativos incluem TSLAon (Tesla tokenizada), SPYon (ETF SPY) e QQQon (ETF QQQ), representando exposição direta a gigantes de Wall Street no blockchain. Diferente de simulações, esses feeds capturam cotações reais de mercado, atualizadas em tempo real. O mercado está construindo pontes sólidas: Chainlink garante segurança e confiabilidade, evitando manipulações comuns em oráculos centralizados.

Essa infraestrutura permite que protocolos DeFi usem esses dados para automações complexas, como liquidações precisas baseadas em volatilidade real das ações. Os fundamentos se fortalecem à medida que a precisão dos dados melhora a maturidade do ecossistema.

Aplicações Práticas em DeFi Já Ativas

Os feeds Chainlink já estão suportando aplicações DeFi como o Euler, onde usuários podem depositar ações e ETFs tokenizados como colateral para empréstimos de stablecoins. Imagine usar ações da Tesla on-chain para borrowar USDC ou USDT, sem intermediários tradicionais.

Essa funcionalidade expande para lending markets, vaults e structured products. Ativos tokenizados tornam-se “produtivos” no DeFi: rendimentos gerados por colaterais de alta qualidade atraem capital institucional. Plataformas como Euler demonstram viabilidade prática, com liquidações seguras baseadas em dados Chainlink.

Para o investidor brasileiro, isso significa diversificação acessível: exposição a TSLA e SPY via blockchain, potencialmente com yields DeFi superiores aos mercados tradicionais. O ecossistema cresce, conectando tesourarias corporativas a protocolos permissionless.

Implicações para Adoção Institucional

Essa parceria reforça a narrativa de alta de longo prazo. Wall Street on-chain não é mais ficção: Ondo e Chainlink provam que ativos regulados podem coexistir com DeFi. Baleias institucionais, como fundos de pensão e family offices, buscam yields em colaterais tokenizados, similar aos fluxos de ETFs de Bitcoin.

Contextualizando historicamente, após o halving de 2024 e aprovações de ETFs, vemos aceleração na tokenização de RWAs (Real World Assets). Ondo lidera com foco em securities, enquanto Chainlink consolida domínio em oráculos. Riscos como volatilidade de mercado persistem, mas a infraestrutura mitiga-os com dados confiáveis.

O leitor atento percebe: estamos no estágio de maturidade onde adoção corporativa impulsiona ciclos. Plataformas como Binance facilitam entrada nesse novo paradigma, com ferramentas para trading e staking de ativos híbridos.

Próximos Passos e Visão de Futuro

Com feeds live, espere expansão: mais stocks tokenizados, integrações com DEXs e até derivativos on-chain lastreados em TSLA. Ondo planeja vaults estruturados, atraindo liquidez global. Para investidores, vale monitorar TVL nesses protocolos – indicador chave de tração.

A tese macro permanece intacta: o blockchain absorve finanças tradicionais, criando um sistema mais eficiente e inclusivo. Ondo-Chainlink é catalisador; o mercado recompensará quem posiciona cedo nessas tendências fundamentais.


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Executivos e traders cartoon em pânico com gráfico de receita cripto despencando 38%, ilustrando crise na Robinhood e alerta para varejo cripto

Robinhood em Crise: Receita Cripto Despenca 38% e Preocupa Acionistas

A crise da Robinhood fica evidente no balanço do Q4 2025: receita total de US$ 1,28 bilhão, 5,2% abaixo da estimativa de Wall Street de US$ 1,35 bilhão. Pior ainda, a receita com trading de cripto despencou 38% YoY, para US$ 221 milhões, frustrando expectativas de US$ 242 milhões. O mercado está ignorando esses sinais de fraqueza no varejo cripto, mas a história mostra que exuberância irracional leva a correções dolorosas.


Detalhes do Balanço Desastroso

A receita total cresceu 27% YoY, mas isso mascara a dependência problemática de outros segmentos. O trading de cripto, carro-chefe em mercados de alta passados, encolheu para US$ 221 milhões, refletindo volumes moderados após o pico de euforia. Em contraste, opções subiram 41% para US$ 314 milhões e ações 54% para US$ 94 milhões, mostrando que investidores varejistas preferem derivativos tradicionais em tempos incertos.

Receita de juros líquidos avançou 39% para US$ 411 milhões, beneficiada por taxas altas, mas despesas operacionais saltaram 38% para US$ 633 milhões, superando o crescimento de receita. EBITDA ajustado de US$ 761 milhões ficou aquém dos US$ 833 milhões esperados. Esses números ecoam o mercado de baixa de 2022, quando plataformas como Robinhood sofreram com a retração do apetite por risco.

Métricas de Usuários: Crescimento Ilusório?

Embora os assinantes Gold tenham crescido 58% para 4,2 milhões, e ativos sob gestão atingido US$ 324 bilhões (+68% YoY), o crescimento de usuários financiados foi modesto, apenas 7% para 27 milhões. Receita média por usuário subiu 16% para US$ 191, mas depósitos líquidos de US$ 15,9 bilhões no trimestre não compensam a volatilidade inerente ao cripto.

Buybacks de ações somaram US$ 653 milhões em 2025, repescando 12 milhões de shares a US$ 54,30 em média. Estratégia defensiva? Talvez, mas em ciclos passados, como dot-com, recompras agressivas precederam quedas maiores quando fundamentos fraquejam. O varejo institucional ainda patina, longe da recuperação plena.

Implicações para o Mercado Cripto

A queda de 38% na receita cripto da Robinhood sinaliza que o entusiasmo varejista evaporou. Plataformas que surfaram a alta de 2024 agora enfrentam realidade: volumes caem quando Bitcoin não sobe diariamente. Histórico de 2018 e 2022 mostra que varejo lidera entradas, mas sai primeiro em bears, ampliando correções.

Wall Street esperava mais, e a decepção reflete ceticismo crescente. Com despesas crescendo mais rápido que receitas, margens pressionadas indicam vulnerabilidade. Investidores devem monitorar liquidez global e juros; todo ciclo tem seu fim, e ignorar esses alertas custa caro.

O Que Esperar Adiante

Executivos falam em ‘Financial SuperApp’, mas números sugerem diversificação forçada longe do cripto. Cuidado com narrativas otimistas: a história ensina que recuperação do varejo cripto demora em ambientes macro restritivos. Proteja capital priorizando sobrevivência sobre ganhos rápidos. Cenários de risco são reais, não FUD infundado.


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Punho metálico de personagem cartoon SEC apertando rede de tokens cyan, simbolizando regras endurecidas para ações tokenizadas e DeFi

Regras de Ferro da SEC: Tokens de Ações Estão Sob Alerta Máximo

A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) emitiu um alerta contundente ao mercado financeiro: colocar um ativo em uma blockchain não altera sua natureza jurídica. Segundo as novas diretrizes do órgão, ativos tokenizados são vistos como valores mobiliários (securities) primeiro e tecnologia depois. Na prática, a agência confirma que manterá o rigor regulatório tradicional sobre qualquer token que emule o comportamento de ações ou títulos.


A Doutrina da Tecnologia Neutra

O esclarecimento da SEC, divulgado através de uma nota conjunta de suas principais divisões, reforça que o formato de registro — seja em bancos de dados convencionais ou em redes blockchain — é irrelevante para a aplicação das leis federais. A agência enfatiza que a proteção ao investidor deve ser mantida de forma idêntica, independentemente das “engrenagens” tecnológicas utilizadas. Este movimento visa fechar o cerco contra empresas que tentam utilizar a inovação técnica como um atalho para evitar o registro obrigatório de ativos.

Especialistas apontam que a SEC está impondo uma “neutralidade tecnológica” que, na verdade, ignora os ganhos operacionais da descentralização. Como destacam analistas do setor, se o regulador ainda exige a figura de agentes de transferência e custodiantes registrados para validar o que já está na rede, a blockchain acaba se tornando um elemento meramente “ornamental” do ponto de vista jurídico.

O Fim dos Derivativos Sintéticos para o Varejo

Um dos pontos mais críticos da nova orientação é a distinção clara entre tokens emitidos pela própria empresa e produtos criados por terceiros. A agência endureceu a fiscalização sobre as chamadas “ações sintéticas” — instrumentos que rastreiam o preço de uma ação sem dar ao detentor direitos reais, como voto ou dividendos diretos. O alerta tornou-se urgente após episódios em que plataformas como a Robinhood ofereceram exposição a empresas sem autorização dos emissores originais.

Para a SEC, apenas tokens integrados ao registro oficial de acionistas da companhia podem ser considerados propriedade real. Qualquer outro formato é classificado como um contrato de custódia ou um swap de risco, expondo o investidor de varejo a perigos de contraparte e falência da plataforma intermediária. A meta é clara: limitar a propagação desses derivativos sintéticos que mimetizam o mercado de ações fora do ambiente regulado.

Pressão de Wall Street por Regras Rígidas

Curiosamente, a pressão para que não haja isenções regulatórias para a tokenização não vem apenas do governo, mas dos gigantes de Wall Street. Instituições como JPMorgan e Citadel se reuniram com a força-tarefa de cripto da SEC para argumentar que a tokenização muda o “encanamento” do mercado, mas não a realidade econômica dos ativos. Eles defendem que permitir que ativos tokenizados operem sob regras mais frouxas criaria uma concorrência desleal e fragilizaria a integridade do sistema financeiro.

Em reunião recente, esses grandes participantes do mercado pressionaram por normas que exijam conformidade total antes que qualquer protocolo DeFi ou plataforma de negociação baseada em blocos possa operar com valores mobiliários. O consenso crescente entre reguladores e grandes bancos é de que a modernização tecnológica não justifica a criação de um regime regulatório paralelo mais brando.


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Balança da justiça cartoon inclinada a favor de lingotes de ouro e token XRP vitorioso sobre burocracia SEC, simbolizando reservas Tether e vitória judicial Ripple

Tether Vira ‘Banco Central de Ouro’ e Ripple Conquista Vitória Judicial

📊 BOLETIM CRIPTO | 29 de Janeiro | MANHÃ

O avanço institucional define o tom de alta moderado do período. A Tether se transforma em “banco central de ouro” com acumulação massiva de 130 toneladas de ouro físico, enquanto a Ripple conquista vitória judicial definitiva que reforça o status de não-security do XRP. Enquanto isso, Wall Street pressiona a SEC pela regulação tradicional de ativos tokenizados, sinalizando maturidade do setor. Apesar de riscos pontuais como fraudes em memecoins e brechas de segurança governamental, o momentum positivo impulsionado por players institucionais supera os incidentes setoriais. O viés de alta prevalece, condicionado à evolução das investigações de segurança e às confirmações de parcerias pendentes.


🔥 Destaque: Tether Transforma-se em ‘Banco Central de Ouro’

A maior revolução do período vem da Tether, que está executando uma transformação estratégica audaciosa em sua estrutura de reservas. O CEO Paolo Ardoino declarou explicitamente que a empresa está se tornando um “banco central de ouro”, com compras semanais de 1 a 2 toneladas de ouro físico armazenadas em cofres de alta segurança na Suíça.

A empresa já acumulou aproximadamente 130 toneladas de ouro, posicionando-se como um dos maiores detentores do metal fora de bancos e estados-nação — avaliadas em cerca de US$ 22 bilhões. Além disso, o token XAUT (Tether Gold) representa atualmente 16 toneladas (~US$ 2,7 bilhões), com projeção de chegar a US$ 5 a 10 bilhões até o final do ano — uma valorização potencial de 85% a 270%.

A estratégia captura perfeitamente o “trade de debasement” em ouro, que superou os US$ 5.200/oz esta semana, impulsionado por incertezas cambiais globais. A contratação de traders seniores do HSBC e o desenvolvimento de uma mesa de operações especializada indicam ambições de trading ativo no mercado de metais preciosos. A narrativa posiciona o XAUT como alternativa ao dólar para países do BRICS e investidores preocupados com a debilitação das moedas fiduciárias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 456.850,93, com queda de 1,35% nas últimas 24 horas. O ouro, referência da nova estratégia da Tether, está a R$ 28.602,20, praticamente estável no período.


📈 Panorama do Mercado

O período é marcado por uma convergência institucional clara. Além da estratégia de ouro da Tether, a vitória judicial da Ripple no Tribunal de Apelações do 9º Circuito elimina incerteza legal que pairava sobre o XRP há anos, reforçando seu status de não-security e abrindo caminho para adoção institucional acelerada.

Simultaneamente, Wall Street pressiona a SEC pela aplicação de regras tradicionais de títulos a ativos tokenizados. Representantes da SIFMA, Citadel e JPMorgan argumentaram que a tokenização moderniza a infraestrutura de mercado, mas não altera a natureza econômica dos securities — defendendo o princípio de “mesma atividade, mesmo risco, mesmas regras”. Essa postura favorece produtos RWA compliant como o BlackRock BUIDL e o Franklin Templeton FOBXX, enquanto pressiona protocolos DeFi permissionless.

Do lado especulativo, o token WLD (World) disparou 27% em minutos após relatório da Forbes indicar que Sam Altman, CEO da OpenAI, estaria explorando uma rede social biométrica para combater bots — potencialmente utilizando a tecnologia Orb do World Network. O movimento reflete a sensibilidade do mercado a narrativas de IA e identidade digital, embora não haja confirmação formal de parceria.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fraudes e breaches em custódia governamental: O US Marshals Service investiga suposto roubo de US$ 90 milhões em criptoativos de carteiras governamentais. O investigador ZachXBT acusa John “Lick” Daghita — filho de contratista federal — de controlar carteiras com fundos apreendidos, incluindo ativos ligados ao hack da Bitfinex. O caso expõe falhas críticas na segurança de ativos digitais sob custódia federal.
  • Meme coin LICK exposta: A análise on-chain da Bubblemaps e ZachXBT revelou que a meme coin LICK, lançada na Pump.fun (Solana), está vinculada ao mesmo John Daghita. Uma única wallet controla aproximadamente 40% do supply total, configurando cenário de extrema centralização e risco iminente de rug pull ou apreensão de fundos pelas autoridades.
  • Pressão regulatória sobre DeFi permissionless: A reunião entre Wall Street e a SEC sinaliza que protocolos como Uniswap e Aave podem enfrentar reclassificação como exchanges ou brokers quando lidarem com títulos tokenizados. A obrigatoriedade de KYC/AML e registro como broker-dealer poderia inviabilizar modelos DeFi permissionless atuais.
  • Litígios em projetos legados: A Cere Network enfrenta segundo processo judicial em janeiro, totalizando US$ 158 milhões em alegações de fraude. O co-founder Fred Jin é acusado de esquema pump-and-dump no lançamento de tokens de 2021, com conexão ao market maker Gotbit — já condenado por manipulação. O token desvalorizou 99,9% desde o pico.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Crescimento de RWA compliant e XAUT: A demanda por regras tradicionais cria ambiente favorável a produtos tokenizados que operam dentro da estrutura regulatória existente. O XAUT está posicionado para crescimento exponencial conforme a Tether expande suas reservas de ouro. Produtos como BlackRock BUIDL, Franklin Templeton FOBXX e Ondo Finance ganham vantagem competitiva significativa sobre competidores não-regulados.
  • Adoção institucional do XRP: A eliminação do risco legal federal permite que instituições financeiras reconsiderem posições em XRP sem a incerteza de classificação como security. A Ripple pode acelerar parcerias com bancos e remessas internacionais, expandindo o uso do XRP em corredores de liquidez. O XRP está cotado a R$ 9,73, com queda de 2,63% no período, segundo dados consolidados.
  • Infraestrutura de identidade biométrica: Se a OpenAI confirmar parceria com o World Network, o WLD poderia consolidar valorização sustentada além do movimento especulativo atual. A narrativa de “prova de humanidade” torna-se essencial em uma era pós-IA generativa, potencialmente elevando a demanda por infraestrutura de identidade descentralizada.
  • Ferramentas de análise on-chain: A exposição dos casos LICK e Daghita demonstra a eficácia de ferramentas como Bubblemaps e investigadores independentes como ZachXBT. Investidores institucionais que adotarem análise on-chain rigorosa podem evitar armadilhas similares, valorizando projetos de inteligência blockchain.

📰 Principais Notícias do Período

1. Tether vira ‘banco central de ouro’: estratégia de ouro em escala soberana
CEO Paolo Ardoino revela Tether acumulando 1-2t ouro/semana em cofres suíços, total ~130t (US$22B), posicionando XAUT para US$5-10B. Estratégia captura debasement trade com ouro >US$5200 e demanda BRICS. (Bitcoinist)

2. Tribunal de Apelações confirma vitória da Ripple e reforça status de não-security do XRP
9º Circuito rejeita ação coletiva por prescrição, reforçando XRP não-security. Remove incerteza federal, catalisando adoção institucional e DeFi XRPL. (The Crypto Basic)

3. Wall Street exige regulamentação tradicional para tokenizados, ameaçando modelo DeFi permissionless
SIFMA/Citadel/JPM pressionam SEC contra isenções tokenizados, defendendo regras tradicionais. Favorece RWA compliant como BlackRock BUIDL, pressiona DeFi. (CoinDesk)

4. WLD dispara 27% com rumores de parceria OpenAI para rede anti-bots biométrica
Relatório Forbes liga Sam Altman/OpenAI a rede biométrica usando Orb Worldcoin. WLD +27% em FOMO, mas risco correção sem confirmação. (CoinDesk)

5. EUA investigam roubo de US$ 90M em cripto: falha de segurança expõe vulnerabilidades governamentais
US Marshals probe breach carteiras gov; ZachXBT liga John Daghita a US$90M incluindo Bitfinex. Expõe falhas custódia federal. (Bitcoinist.com)

6. Meme coin LICK exposta: 40% supply em wallet de suspeito de roubo US$40M ao governo EUA
Bubblemaps/ZachXBT expõem LICK (Pump.fun) ligado a John Daghita; 40% supply centralizado. Risco rug pull ou seizure imediato. (CryptoPotato)

7. Cere Network processada por US$100M: fraude em token launch 2021 expõe riscos sistêmicos
Segundo lawsuit janeiro acusa co-founder Fred Jin pump-and-dump US$41M CERE tokens 2021, ligado Gotbit condenado. Token -99.9%. (Cointelegraph)


🔍 O Que Monitorar

  • Reservas de ouro da Tether e supply XAUT: Acompanhar se as compras semanais de 1-2 toneladas se mantêm e se o supply do Tether Gold cresce conforme projeção de US$ 5-10 bilhões. Fonte: Tether/Bloomberg.
  • Volume de XRP e TVL XRPL DeFi: Medir se a clareza legal está convertendo em adoção prática e interesse institucional. Fonte: CoinGecko/DefiLlama.
  • Confirmação de parceria WLD-OpenAI: Evento catalisador que separará movimento sustentado de correção especulativa. Fonte: OpenAI/Forbes.
  • Atualizações das investigações Daghita/ZachXBT: Novas descobertas podem revelar conexões adicionais com fundos roubados ou outras wallets. Fonte: Twitter ZachXBT.
  • TVL em tesouros tokenizados (RWA): Sinalizará fluxo institucional pós-reunião SEC/Wall Street. Fonte: DefiLlama.

🔮 Perspectiva

O viés de alta moderado persiste nas próximas 12-24 horas, impulsionado pelo momentum da estratégia de ouro da Tether e pela clareza legal consolidada da Ripple. É provável que o XAUT e o XRP apresentem performance relativamente forte se o cenário macro de ouro sustentar acima de US$ 5.200/oz e se não houver novos desenvolvimentos negativos nas investigações judiciais.

As fraudes envolvendo Daghita e o meme coin LICK podem gerar FUD localizado em Solana e memecoins, mas não devem reverter o sentimento institucional dominante. A convergência entre Tether e Ripple como pilares de maturidade do mercado contrasta com os riscos setoriais periféricos, enfatizando a resiliência do core market.

Investidores devem monitorar atentamente possíveis confirmações formais da parceria OpenAI-World e atualizações das investigações de segurança governamental. A consolidação positiva é o cenário mais provável caso não surjam novos breaches de segurança ou sanções regulatórias imprevistas. Mantenha gestão de risco adequada e considere a diversificação entre ativos compliant institucionalmente.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon saindo de vault com sacos de energia dourada, simbolizando saídas recordes de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin

Êxodo Institucional: ETFs de Bitcoin Têm Saída Recorde de US$ 1,33 Bilhão

Os ETFs de Bitcoin à vista registraram uma saída recorde de US$ 1,33 bilhão na semana encerrada em 23 de janeiro de 2026, a maior da história desde o lançamento em janeiro de 2024. Nenhum dia apresentou fluxo positivo, refletindo reatividade institucional ao declínio do Bitcoin, que negociava a US$ 88.901 no período. Esse movimento contrasta com a entrada de US$ 1,42 bilhão na semana anterior, sinalizando baixa confiança de longo prazo em Wall Street.


Detalhes dos Resgates em ETFs de Bitcoin

O fluxo negativo diário foi implacável: segunda-feira registrou US$ 483,38 milhões em saídas, terça-feira o pico de US$ 708,71 milhões, seguida por US$ 32,11 milhões na quarta e US$ 103,57 milhões na quinta. O IBIT da BlackRock liderou com resgates de US$ 537,49 milhões, seguido pelo FBTC da Fidelity com US$ 451,50 milhões. O GBTC da Grayscale, o BITB da Bitwise e o ARKB da Ark Invest somaram perdas de US$ 172,09 milhões, US$ 66,25 milhões e US$ 76,19 milhões, respectivamente.

Os ativos sob gestão (AUM) totais caíram para US$ 115,88 bilhões, com IBIT detendo 54% do mercado. O fluxo acumulado netto é de US$ 56,49 bilhões. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 461.057,67 às 18h27 de 25/01, com queda de 2,62% em 24h e volume de 198,82 BTC.

Ethereum e Outros ETFs Seguem o Mesmo Caminho

Os ETFs de Ethereum à vista não escaparam, com saídas de US$ 611,17 milhões. O ETHA da BlackRock respondeu por US$ 431,50 milhões (71% do total), enquanto os AUM caíram para US$ 17,70 bilhões, ou 4,99% da capitalização do ETH. Fluxo acumulado netto: US$ 12,30 bilhões. Diariamente, os resgates foram consistentes: US$ 229,95 milhões na segunda, US$ 297,51 milhões na terça, e cerca de US$ 41 milhões nas quinta e sexta.

Outros fundos como os ETFs de XRP registraram a primeira saída semanal de US$ 40,64 milhões, quebrando a sequência positiva. Os ETFs de Solana, porém, contrariaram a tendência com entradas de US$ 9,57 milhões, o único ponto positivo entre os principais.

Sentimento de Wall Street e Implicações On-Chain

Os dados de SoSoValue destacam um padrão de oscilação: após US$ 1,42 bilhão em entradas na semana de 16/01, o reverso veio com a queda do BTC. Isso sugere investidores institucionais reativos, vendendo em baixas sem visão de longo prazo. On-chain, os outflows pressionam a liquidez spot, potencializando correções. No Brasil, com dólar a R$ 5,29 (AwesomeAPI), os US$ 1,33 bilhão equivalem a cerca de R$ 7,04 bilhões em resgates.

Vale monitorar a próxima semana: entradas anteriores precederam rallies, mas saídas prolongadas podem aprofundar o viés de baixa. Investidores devem acompanhar AUM e volumes para sinais de estabilização.


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Balões cartoon de IPOs estilizados furados e deflacionando sobre Wall Street, com traders preocupados simbolizando quedas de BitGo e COIN

BitGo Despenca 22% Após IPO e COIN Recua: Fuga de Risco?

As ações cripto enfrentam uma queda acentuada em Wall Street, com a BitGo (BTGO) despencando quase 22% no segundo dia de negociação após seu IPO, fechando a US$ 14,50, abaixo do preço de oferta de US$ 18. Paralelamente, a Coinbase (COIN) recua cerca de 2% para US$ 218, em meio a preocupações com resultados do Q4 2025 e atrasos no CLARITY Act. Apesar do otimismo geral no mercado de ações, o setor cripto revela sinais de ressaca pós-hype.


Desempenho Fraco da BitGo Pós-IPO

A BitGo, provedora de custódia de ativos digitais pioneira no Wrapped Bitcoin (WBTC), realizou seu IPO na NYSE na quinta-feira (23/01/2026), captando mais de US$ 212 milhões a uma valuation de cerca de US$ 2 bilhões. O preço de abertura superou a faixa prospectada de US$ 15-17, mas o entusiasmo evaporou rapidamente. No segundo dia, as ações caíram 22%, contrastando com ganhos modestos no S&P 500 (+0,03%) e Nasdaq (+0,28%).

Fundada em 2013 e recentemente realocada para Sioux Falls, Dakota do Sul, a BitGo representa o primeiro IPO cripto de 2026. Analistas atribuem a queda à cautela institucional em meio à volatilidade do Bitcoin, que oscila em torno de US$ 89 mil, e à percepção de risco elevado em custódia de criptoativos. O movimento sugere falta de apetite sustentado por ações puramente expostas ao setor.

Pressões na Coinbase e Previsões de Receita

A Coinbase, maior exchange dos EUA, vê seu papel (COIN) sob pressão, com perda de 8% nos últimos cinco dias e 4% no ano. O declínio atual reflete modelagens de analistas como Compass Point, que reiteram rating de venda com alvo em US$ 190, prevendo um miss de 4% na receita do Q4 2025 em trading e serviços de assinatura.

Os volumes de negociação mais fracos e guidance conservador para Q1 2026 agravam o cenário. A divulgação de resultados está marcada para 12 de fevereiro, mas expectativas apontam para underwhelming performance, impulsionada por condições macroeconômicas e menor atividade no mercado cripto. Indicadores técnicos mostram o ativo em modo risk-off, com suporte entre US$ 200-220.

Atrasos no CLARITY Act Ampliam Incertezas

O impasse no CLARITY Act, legislação para clareza regulatória em cripto, pesa sobre o setor. Sem avanços significativos até fevereiro, conforme analistas, o bill enfrenta markup tardio em fevereiro ou março. Isso cria barreiras para adoção institucional, afetando diretamente custodiadoras como BitGo e exchanges como Coinbase.

A falta de progresso regulatório reforça a narrativa de risco regulatório persistente, mesmo com Bitcoin estável. Empresas cripto dependem de marcos legais para atrair capital de grandes investidores, e o atraso sinaliza volatilidade prolongada para ações do setor. Outros IPOs, como o SPAC ligado à Kraken, monitoram o impacto.

Volatilidade Normal ou Alerta Estrutural?

Dados objetivos indicam volatilidade inerente: BitGo exemplifica o pop and drop comum em IPOs de tech de alto risco, enquanto COIN reflete correlação com volumes cripto. Analistas como Danny Marques veem potencial de reversão, com indicadores semanais resetados e compressão sugerindo expansão para cima – possível 2x em 2026 se regulação avançar.

No entanto, a divergência com índices amplos sugere seletividade: apetite institucional fraco para pura exposição cripto. Investidores devem monitorar earnings da Coinbase e updates legislativos para sinais de estabilização.


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Balança desequilibrada com cofres ETFs Wall Street vs nuvem vaporosa tokenização, personagens cartoon debatendo desafio SEC

Tokenização de ETFs: O Próximo Desafio da SEC para Wall Street

Tokens de ETF: Wall Street quer transformar ações em ativos digitais 24/7. A gestora F/m Investments, com US$ 18 bilhões em ativos, protocolou na SEC o primeiro pedido para tokenizar cotas de seu ETF de Treasuries de 3 meses (TBIL) em uma blockchain permissionada. A proposta visa eficiência operacional, mas enfrenta ceticismo, como a crítica de um professor de Columbia ao plano similar da NYSE, chamado de vaporware. Isso é a ponte para o futuro ou apenas hype regulatório?


O Que é Tokenização de Cotas de ETF?

A tokenização de cotas de ETF significa converter as frações tradicionais de um fundo negociado em bolsa em tokens digitais registrados em uma blockchain. Imagine um ETF de Treasuries americanos, como o TBIL da F/m, onde cada cota é um token único na rede blockchain. Isso permite registro imutável de propriedade, liquidação instantânea de transações e potencial para negociações 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem depender dos horários da bolsa tradicional.

Para iniciantes: ETFs são fundos que replicam índices ou ativos, como Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA). Hoje, as cotas são registradas em sistemas centralizados, suscetíveis a erros humanos e delays. Com blockchain permissionada — rede privada acessível só a participantes autorizados —, a F/m busca modernizar sem abrir mão de proteções regulatórias. As cotas tokenizadas seriam trocadas 1:1 pelas tradicionais, preservando direitos de voto e econômicos. Negociações secundárias continuariam via corretoras registradas.

A Proposta da F/m Investments à SEC

A F/m Investments gerencia US$ 18 bilhões e vê na tokenização uma forma de eficiência. O CEO Alexander Morris enfatiza: criar um “on-ramp regulado” que una inovação à proteção ao investidor de 85 anos. A blockchain atuaria só como camada de registro e liquidação, com transferências restritas a atividades autorizadas. Isso suporta interfaces digitais modernas e alocações automáticas, preparando o fundo para mercados tokenizados emergentes.

O pedido à SEC é pioneiro, mantendo arbitragem e trading tradicionais enquanto testa a viabilidade. Instituições globais já exploram produtos tokenizados, e a F/m quer liderar dentro das regras, evitando um futuro sem salvaguardas.

Críticas: NYSE e o Rótulo de ‘Vaporware’

Nem todos estão convencidos. O professor Omid Malekan, da Columbia Business School, classificou o plano da NYSE para tokenização de ações e ETFs com trading 24/7 como vaporware — produto anunciado sem detalhes concretos. Faltam infos sobre a chain usada, se permissionada ou não, tokenomics e fees. Malekan argumenta que o modelo centralizado da NYSE choca com a arquitetura descentralizada da tokenização.

Ele compara à AT&T nos anos 90, pioneira em telecom mas fraca na internet. Apesar disso, executivos cripto veem potencial: trading on-chain nativo sem wrappers. ARK Invest projeta mercado de RWA (ativos do mundo real tokenizados) de US$ 22 bilhões para US$ 11 trilhões até 2030.

Revolução ou Marketing? O Que Vem a Seguir

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: Wall Street se “blockchainiza”, podendo baratear acesso a ativos globais via tokens. Mas riscos persistem — regulação da SEC é lenta, e vaporware pode frustrar expectativas. Monitore aprovações: se F/m avançar, abre portas para ETFs tokenizados acessíveis. Vale acompanhar como isso equilibra inovação e proteção, definindo se tokenização é ponte para o futuro ou buzzword.


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Personagens cartoon de banqueiro Wall Street e custodio cripto apertando mãos sobre pilha '400M' dourada com sino IPO ao fundo, validando setor cripto

Anchorage Digital Planeja US$ 400 Milhões Antes de IPO

Cripto na Bolsa? A Anchorage Digital, primeiro banco de criptomoedas com carta federal nos EUA, planeja captar entre US$ 200 milhões e US$ 400 milhões, segundo reportagens da Bloomberg. Esse movimento reacende rumores de um IPO em 2026 ou 2027, sinalizando a maturidade do setor e a entrada definitiva no coração de Wall Street. Para investidores brasileiros, é um marco de validação institucional.


Detalhes da Captação e Rumores de IPO

A Anchorage, avaliada em mais de US$ 3 bilhões na última rodada, busca fortalecer sua posição financeira antes de uma possível oferta pública inicial. Fundada em 2017 por Diogo Mónica e Nathan McCauley, a empresa já captou US$ 350 milhões em sua Série D em 2021, com apoio de pesos-pesados como Apollo, Goldman Sachs e KKR. O plano de funding atual é visto como runway para o IPO, inspirado no sucesso da Circle no ano passado.

Embora a companhia não confirme oficialmente, o timing é propício: o apetite por infraestrutura cripto regulada cresce entre instituições tradicionais. Analistas apontam que essa captação pode elevar a valuation e preparar o terreno para uma listagem que atrairia bilhões em investimentos públicos.

Vantagem Regulatória: O Primeiro Banco Cripto Federal

O diferencial da Anchorage é sua charter federal obtida em 2021 pelo Office of the Comptroller of the Currency, tornando-a o pioneiro em custódia institucional segura nos EUA. Isso oferece confiança a grandes clientes, diferentemente de plataformas não reguladas. Nos últimos meses, expandiu para gestão de patrimônio com a aquisição da Securitize For Advisors e ciclo de vida de tokens via Hedgey.

Além disso, avanços em stablecoins e venture capital diversificam receitas, posicionando-a como hub completo para ativos digitais. Essa solidez regulatória é o que atrai gigantes como Bloomberg, que destacam o potencial de crescimento sustentável em meio à volatilidade do mercado cripto.

Concorrência Aquecida e Onda de IPOs

O setor ferve: a BitGo protocolou IPO esta semana, enquanto Bitpanda, Kraken e HashKey planejam listagens regionais. Concorrentes como Circle, Ripple, Fidelity Digital Assets e Paxos buscam status similar de trust banks. Essa competição impulsiona inovação, mas a pioneirismo da Anchorage a coloca à frente.

Para o ecossistema cripto, esses movimentos representam validação: de nicho especulativo a infraestrutura essencial para finanças globais. Investidores institucionais veem nisso uma oportunidade de escala, com custódia segura pavimentando o caminho para adoção em massa.

Implicações Otimistas para o Mercado Cripto

Um IPO da Anchorage seria divisor de águas, provando que bancos cripto podem prosperar sob escrutínio regulatório e atrair capital tradicional. Para brasileiros interessados em cripto, sinaliza estabilidade: mais players regulados significam opções seguras e crescimento exponencial. Vale monitorar avanços, pois isso pode impulsionar o bull market institucional em 2026.

O otimismo é fundamentado: com backing de Wall Street e expansão estratégica, a Anchorage exemplifica como o setor amadurece, transformando rumores em realidade bilionária.


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Lobista bancário cartoon bloqueando porta 'CLARITY' enquanto personagens cripto empurram, simbolizando lobby de Wall Street contra regulação nos EUA

Lobby Bancário Sabota CLARITY Act? Cripto Acusa Wall Street de Traição

A indústria cripto nos EUA acusa gigantes de Wall Street de sabotar o CLARITY Act, projeto de lei que promete clareza regulatória para o mercado de ativos digitais. Bancos tradicionais, via lobby intenso, impulsionaram mais de 75 emendas no Senado para restringir stablecoins e proibir yields, temendo fuga de depósitos para plataformas como Coinbase. A batalha, que mancha o bill às vésperas da votação, revela tensões geopolíticas entre finanças tradicionais e inovação digital.


Batalha pelo Yield em Stablecoins

Após a aprovação do GENIUS Act em 2025, que regulou stablecoins mas permitiu rewards por terceiros, bancos como os representados pela American Bankers Association (ABA) e Bank Policy Institute entraram em cena. Eles alegam que programas de yield em stablecoins, como os da Coinbase, ameaçam o sistema de depósitos, essencial para empréstimos em community banks. “É uma disrupção multitrilionária”, argumentam, mas a cripto rebate: os bancos mascaram interesses em dominância de pagamentos.

Kara Calvert, da Coinbase, chama de farcical a narrativa, destacando que saldos em stablecoins não são depósitos segurados pelo FDIC, pois não são reinvestidos pelos emissores. Brian Armstrong, CEO da exchange, ameaçou retirar apoio ao bill se yields forem banidos, após faturar US$ 355 milhões com stablecoins no Q3. O draft liberado na segunda-feira impõe compromisso: sem yield para holdings estáticos, mas liberado para transações ativas.

As 75 Emendas: De Yield a Anti-Corrupção

Senadores de ambos os partidos, incluindo Thom Tillis e Angela Alsobrooks, propuseram mais de 75 emendas ao Digital Asset Market Clarity Act. Muitas miram o yield: remoção de exceções, proibições totais e novas regras de risco. Outras vão além, como anti-corrupção (Chris Van Hollen), proteção a DeFi, mixers e até quorum em agências reguladoras.

Democratas como Elizabeth Warren e Ruben Gallego pressionam por ética, citando laços de Trump com cripto. Republicanos como Cynthia Lummis defendem o bill. O markup no Senate Banking Committee ocorre quinta-feira, com Agriculture Committee adiado para fim de janeiro. A maioria das emendas deve cair, mas o lobby bancário já forçou mudanças.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Global

Para brasileiros, essa guerra em Washington ecoa: regulação clara atrai investimentos, mas monopólios bancários globais resistem à desintermediação. Se o bill avançar sem concessões excessivas, stablecoins ganham legitimidade; caso contrário, incerteza persiste. Summer Mersinger, da Blockchain Association, alerta: os bancos priorizam incumbency sobre inovação. Investidores devem monitorar o vote, pois afeta DeFi, custódia e adoção nos EUA, epicentro regulatório mundial.

O risco é alto: sem clareza, o setor cripto perde terreno para rivais como UE (MiCA). Plataformas como Coinbase preparam respostas, mas o lobby de Wall Street testa a resiliência da indústria.


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Executivos Wall Street cartoon abrindo portas para símbolos BTC, ETH e SOL com wallet emergindo, sinalizando adoção bullish por grandes bancos

Morgan Stanley: Wallet Digital e Trading Cripto em 2026

Morgan Stanley, gigante de Wall Street, vira cripto-friendly ao anunciar planos ambiciosos para 2026: lançamento de uma carteira digital para ativos tokenizados no segundo semestre e expansão do trading de Bitcoin, Ethereum e Solana na plataforma E*TRADE já no primeiro semestre. O banco também protocolou ETFs de BTC, ETH e SOL junto à SEC, sinalizando entrada plena no ecossistema cripto e otimismo com a adoção institucional. Isso reforça a maturidade do mercado, beneficiando investidores globais.


Carteira Digital e Trading Direto para Clientes

O lançamento da carteira digital representa um marco na tokenização de ativos tradicionais, incluindo títulos e private equity. Previsto para o segundo semestre de 2026, o produto integrará serviços retail e institucionais, facilitando custódia e transações de criptomoedas e tokens. Paralelamente, a E*TRADE liberará trading spot de Bitcoin, Ethereum e Solana no primeiro semestre, democratizando o acesso para milhões de clientes.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 488.528 com variação de -0,64% nas últimas 24h. Essa cotação em reais destaca o potencial para brasileiros, que veem Wall Street validar o ativo como reserva de valor. A integração reflete confiança na infraestrutura blockchain madura o suficiente para escala bancária.

ETFs de BTC e SOL: Foco em Marca e Talentos

Os pedidos de ETFs para Bitcoin e Solana, além do Ethereum Trust, vão além de captar fluxos: visam valor de marca e atração de talentos, segundo Jeff Park, ex-executivo do banco. Em mercado saturado por BlackRock, o movimento é defensivo, protegendo receitas e posicionando o Morgan Stanley como inovador e edgy.

Park enfatiza que o Bitcoin é “socialmente importante”, atraindo investidores UHNW (ultra-high-net-worth) e profissionais top. Diferente de ETFs de ouro sem branding forte, produtos cripto elevam reputação. Para o leitor brasileiro, isso acelera maturidade regulatória e liquidez, bullish para preços em 2026.

Implicações Bullish para Adoção Mainstream

Esses passos consolidam Wall Street na cripto, após liberações para clientes em outubro. Com pesquisa interna apontando demanda subestimada, o Morgan Stanley migra portfólios existentes para produtos próprios, potencializando crescimento rápido. O foco em distribuição reforça: quem controla canais, domina fluxos.

Para investidores, é sinal de irreversibilidade: bancos tradicionais validam blockchain como futuro financeiro. Solana ganha tração por velocidade, complementando BTC como store of value. Monitore aprovações SEC – aprovações podem impulsionar rally altcoins.

O Que Isso Significa para Brasileiros

No Brasil, onde o BTC já é negociado ativamente, ações como essas inspiram exchanges locais e CVM. Com US$ 90 mil globais no BTC, equivalentes a quase R$ 500 mil, o otimismo é fundamentado. É hora de posicionar para tokenização em massa, mas sempre com due diligence.

Vale acompanhar atualizações, pois 2026 pode ser o ano da adoção plena por gigantes financeiros.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.