Estrutura isométrica Solana elevando-se com influxo de líquido USDC dourado em Jupiter, simbolizando injeção de US$750M e alta liquidez DeFi

Circle Injeta US$ 750 Milhões em USDC na Solana: Pólvora Seca Ativa

A Circle emitiu US$ 750 milhões em USDC diretamente na rede Solana, conforme dados on-chain verificados em 2 de fevereiro de 2026. Em paralelo, a ParaFi Capital anunciou um investimento de US$ 35 milhões no agregador de DEX Jupiter, marcando a primeira rodada externa do protocolo. Esses movimentos injetam ‘pólvora seca’ — capital pronto para deployment — no ecossistema Solana, demonstrando resiliência técnica mesmo com o preço do SOL em queda para cerca de US$ 104 (R$ 552).


Minting de USDC: Como Funciona On-Chain na Solana

O processo de emissão de USDC pela Circle envolve o minting de novos tokens lastreados em reservas de dólares reais depositadas nos custodiantes da empresa. Na Solana, isso se materializa via smart contracts do Wormhole ou bridges nativos, transferindo liquidez de outras chains como Ethereum para pools locais. Dados on-chain mostram que essa injeção de US$ 750 milhões em 24 horas eleva significativamente o TVL (Total Value Locked) em protocolos DeFi da Solana, como Orca e Raydium.

Tecnicamente, o USDC na Solana opera como um SPL Token (Solana Program Library), com alta velocidade de transação — até 65.000 TPS — e custos abaixo de US$ 0,001 por tx. Essa eficiência atrai demanda por stablecoins em swaps, lending e perpetuals. Historicamente, emissões semelhantes precedem picos de atividade: o TVL da Solana em stablecoins já supera US$ 10 bilhões, e essa adição pode impulsionar yields em pools de liquidez para 5-10% APY, dependendo do volume.

Para desenvolvedores, isso significa mais colateral disponível para dApps, reduzindo slippage em trades de alto volume e estabilizando pares como SOL/USDC.

Investimento na Jupiter: Alinhamento de Longo Prazo

A Jupiter, principal agregador de liquidez na Solana, processou mais de US$ 1 trilhão em volume de trading no último ano, expandindo para perpetuals, lending e sua stablecoin JupUSD em parceria com Ethena Labs. O aporte de US$ 35 milhões da ParaFi foi estruturado como compra de tokens JUP a preço de mercado, com lockups estendidos e warrants para aquisições futuras a preços mais altos — um mecanismo que alinha incentivos entre investidores e holders de longo prazo.

Do ponto de vista técnico, a Jupiter usa algoritmos de roteamento inteligente para otimizar swaps across múltiplos AMMs, minimizando custos e maximizando MEV (Miner Extractable Value) para LPs. Essa rodada externa, após anos de bootstrapping lucrativo, valida a maturidade do protocolo: usuários ativos diários superam 100 mil, com transações médias de 1 milhão/dia. O investimento, liquidado em JupUSD, reforça a adoção da stablecoin nativa.

Commits recentes no GitHub da Jupiter indicam foco em escalabilidade, integrando novas fontes de liquidez como concentrated liquidity pools semelhantes ao Uniswap V3.

Resiliência Técnica da Solana em Meio à Volatilidade

Apesar da correção do SOL — cotado a R$ 552 com alta de 3% nas últimas horas —, o ecossistema demonstra robustez via métricas on-chain. O TVL total da Solana ultrapassa US$ 15 bilhões, com dominância de DeFi em 60%. Usuários ativos mensais chegam a 5 milhões, impulsionados por baixa latência (blocos a cada 400ms) e uptime de 99,9% pós-upgrades como Firedancer.

A injeção de USDC e o funding na Jupiter contrastam com narrativas de baixa: volume de transações diárias em stablecoins subiu 20% na semana, sinalizando acumulação. Comparado a Ethereum, a Solana oferece 100x mais throughput para DeFi, atraindo emissoras como Circle para deployments massivos.

Analisando o código, protocolos como o USDC bridge usam verificações de Merkle proofs para atomicidade cross-chain, minimizando riscos de oracle failures.

Implicações para o Ecossistema e Investidores

Essa ‘pólvora seca’ — liquidez idle pronta para alocação — sugere que Solana está se posicionando como hub de stablecoins e DeFi eficiente. Para traders, monitore pools USDC/SOL para inflows; yields em lending podem subir 2-3%. Desenvolvedores ganham com mais capital para bootstrapping dApps.

No longo prazo, emissões recorrentes de USDC (acumulado de mais de US$ 300 bilhões em 2025) consolidam Solana como infraestrutura crítica, similar a um ‘banco de dados distribuído’ de alta performance. Vale acompanhar TVL e DAU nos próximos dias para confirmar momentum.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede isométrica da BNB Chain com estradas glowing sem barreiras e fluxos de stablecoins, simbolizando prorrogação de taxa zero até fevereiro

BNB Chain Prorroga Taxa Zero em Stablecoins Até Fevereiro

A BNB Chain prorrogou o ‘0 Fee Carnival’ até 28 de fevereiro de 2026, eliminando taxas de gas para transferências de USDC, USD1 e U na BSC e opBNB. A iniciativa, já na quarta extensão, economizou mais de US$ 4,5 milhões em custos para usuários. Enquanto isso, gigantes como Visa e Mastercard mostram resistência ao uso de stablecoins em pagamentos diários, destacando como as redes cripto avançam na utilidade prática.


Detalhes da Prorrogação e Parceiros Envolvidos

O programa cobre saques de nove exchanges centralizadas, incluindo Binance, Bitget, MEXC e HTX. Na Binance, por exemplo, saques de USD1 e USDC na BSC têm mínimo de US$ 10, enquanto USDC no opBNB exige US$ 20. HTX tornou os saques de USD1 gratuitos permanentemente. Treze carteiras, como Trust Wallet e TokenPocket, permitem transferências wallet-to-wallet ilimitadas para USD1 e U (mínimo US$ 0,10), com USDC limitado a duas transações diárias gratuitas.

Para bridges cross-chain, Celer cBridge e Meson.fi eliminam custos ao trazer USDC de Ethereum, Arbitrum, Polygon e outras para a BSC. Essa cobertura ampla facilita movimentações sem fricção, ideal para traders e usuários DeFi que transferem fundos diariamente entre plataformas.

Economia Real no Bolso do Usuário Diário

Em uma rede como a BSC, taxas de gas típicas variam de US$ 0,50 a US$ 2 por transação. Para quem move US$ 1.000 em stablecoins semanalmente, isso representa uma economia de até US$ 100 mensais. Brasileiros, lidando com volatilidade cambial, ganham com transferências rápidas e baratas para arbitragem ou proteção em stablecoins, sem intermediários caros. O programa, iniciado no final de 2025, prioriza o crescimento do ecossistema ao reduzir barreiras para adoção cotidiana.

Com o market cap de USDC em US$ 71,64 bilhões, pequenas economias se acumulam rapidamente. Usuários podem otimizar rotinas: saque da exchange, transfer para wallet e bridge para DeFi, tudo sem custo extra até fevereiro.

Contraste com o Conservadorismo de Visa e Mastercard

Enquanto a BNB Chain subsidia custos reais, executivos da Visa afirmam não ver ‘product-market fit’ para stablecoins em mercados desenvolvidos como os EUA, citando alternativas como contas bancárias. O CEO da Mastercard vê potencial em infraestrutura, mas enfatiza que o uso atual é mais especulativo que pagamentos diários. Ambas testam blockchain, mas não veem ameaça imediata aos seus negócios centrais.

No entanto, dados mostram on-chain activity superando: Bitcoin liquidou US$ 25 trilhões em 2025, mais que Visa e Mastercard juntas. Redes como BSC provam que cripto já serve ao usuário prático, deixando tradicionais para trás na inovação para o bolso.

Como Aproveitar Agora

Verifique suporte na sua exchange ou wallet preferida e comece transferências com mínimo baixo. Monitore o prazo de 28/02/2026 para mais extensões. Para brasileiros, isso significa economia em remessas ou posições em dólar digital sem IOF ou spreads altos. Abra conta na Binance para acessar saques gratuitos diretamente.


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Estrutura isométrica XRPL com novo módulo de empréstimos ativado por votos e portal para Arc blockchain, simbolizando avanços DeFi

XRPL Avança no DeFi com Empréstimos Nativos em Votação

A XRP Ledger (XRPL) avança além dos pagamentos rápidos para o território do DeFi institucional com a proposta de empréstimos nativos em fase de votação entre validadores. Lançada após o upgrade para a versão 3.1.0 do rippled, a emenda LendingProtocol promete crédito de taxa fixa nativo na rede, atraindo instituições com segurança aprimorada. Paralelamente, a Circle revela sua estratégia full-stack para 2026 com a blockchain Arc, expandindo o USDC para pagamentos empresariais. Essas movimentações posicionam XRPL e ecossistemas aliados como líderes tecnológicos no próximo ciclo de cripto.


Empréstimos Nativos: Funcionalidades e Impacto Técnico

A emenda LendingProtocol, junto com SingleAssetVault, habilita empréstimos e financiamentos diretamente no protocolo base da XRPL. Isso permite operações de crédito com taxa fixa e prazo definido, usando vaults de ativo único para isolar riscos, similar a protocolos de finanças tradicionais (TradFi). O upgrade recente incluiu o fixBatchInnerSigs, corrigindo falhas na validação de assinaturas em transações em lote — essencial para operações complexas de empréstimo, como verificação de colateral e movimentação de fundos.

Segundo validadores como Vet, a funcionalidade suporta XRP, RLUSD e outros ativos emitidos na rede, reduzindo dependência de contratos de terceiros arriscados. Com tempos de liquidação em segundos e baixas taxas, o XRPL se torna atrativo para uso institucional, onde segurança e previsibilidade são cruciais. Essa evolução técnica transforma a rede de mera camada de pagamento em plataforma completa de finanças descentralizadas.

Governança por Emendas: O Processo Democrático da XRPL

As emendas de governança são o coração da evolução da XRPL. Qualquer mudança no protocolo — como novas funcionalidades ou correções — entra em fase de votação aberta entre validadores confiáveis. Para ativação, é necessário 80% de aprovação sustentada por duas semanas consecutivas. Atualmente, a LendingProtocol está nessa fase, sem prazo definido até atingir o quórum.

Esse modelo descentralizado garante que atualizações sejam consensuais e testadas, evitando forks como visto em outras redes. O recente upgrade v3.1.0 já ativa pré-requisitos, e operadores de nós mais antigos foram alertados para migrar. Outras emendas, como domínios permissionless, também avançam, sinalizando um ecossistema em constante aprimoramento para demandas reais do mercado.

Estratégia Full-Stack da Circle e a Blockchain Arc

A Circle complementa o movimento com sua visão para 2026: lançamento do mainnet da Arc blockchain, projetada para instituições. No testnet, Arc processou 150 milhões de transações em 90 dias, com 1,5 milhão de carteiras ativas e settlements em 0,5 segundos. Taxas em stablecoins e privacidade opt-in atendem regulamentações.

Integrada ao USDC (US$ 72 bilhões em circulação) e EURC, a Arc suporta a Circle Payments Network (CPN) e StableFX, expandindo para Europa e Índia. Com volume on-chain de US$ 9,6 trilhões em 2025 e USYC em US$ 1,6 bilhão, a Circle aposta em infraestrutura compliant para migração do TradFi ao blockchain.

Implicações para Investidores e o Próximo Ciclo

Essas atualizações elevam o perfil institucional da XRPL e aliados como Circle. Redes com governança robusta e foco em DeFi nativo — empréstimos seguros, pagamentos globais e stablecoins regulados — estão se preparando para o mercado de alta de 2026. Investidores devem monitorar a votação da LendingProtocol e o mainnet Arc, indicadores de adoção real. Para brasileiros, isso significa mais opções eficientes em plataformas como Binance.


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Personagens cartoon da Coinbase e Kalshi ativando rede luminosa sobre mapa dos EUA, simbolizando lançamento de mercados de previsão em todos os 50 estados

Coinbase Lança Mercados de Previsão em Todos os EUA

A Coinbase lançou sua plataforma de mercados de previsão para todos os clientes nos Estados Unidos, em parceria com a Kalshi, regulada pela CFTC. Disponível em todos os 50 estados americanos, a ferramenta permite apostas em resultados reais como eleições, esportes e cultura pop usando saldo em USDC. Diferente de plataformas offshore como Polymarket, aqui tudo é legal e regulado.


Como Funcionam os Contratos de Previsão

Os mercados de previsão da Coinbase operam com contratos binários simples: você compra posições “sim” ou “não” sobre um evento específico. O preço de cada contrato reflete a probabilidade implícita no mercado — por exemplo, se um contrato “sim” custa US$ 0,70, o mercado precifica 70% de chance de ocorrência. Ao final do evento, o contrato vencedor paga US$ 1, enquanto o perdedor vale zero.

Essa mecânica é prática para quem quer expressar opiniões sobre o mundo real sem complicações. A Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões, fornece a infraestrutura regulada pela CFTC, garantindo transparência e proteção ao investidor. É ideal para o Super Bowl iminente ou eleições futuras, com liquidez crescente à medida que mais usuários participam.

Passo a Passo para Usar na Coinbase

Para começar, acesse sua conta Coinbase verificada nos EUA. Converta dólares ou outros ativos para USDC, a stablecoin usada nesses mercados. Navegue até a seção de mercados de previsão, escolha um evento — como “Os Chiefs vencem o Super Bowl?” — e compre contratos “sim” ou “não” com seu saldo USDC.

Monitore as posições em tempo real, vendo probabilidades atualizadas pelo mercado. Liquide posições antes do fim para lucros parciais ou segure até o resultado. Tudo integrado à plataforma familiar da Coinbase, sem necessidade de wallets externas ou KYC adicional. É prático para quem já negocia cripto diariamente.

Vantagens Reguladas vs Plataformas Offshore

Diferente do Polymarket, que opera offshore e usa cripto nativa com riscos de acesso bloqueado nos EUA, a Coinbase-Kalshi é 100% regulada federalmente. Sem preocupações com VPNs ou sanções estaduais — disponível em todos os 50 estados. Enquanto Polymarket enfrenta escrutínio por insider trading, como no caso Maduro, aqui a CFTC supervisiona conformidade.

Para brasileiros monitorando o mercado global, isso sinaliza maturidade: prediction markets como ferramenta de análise de sentimento, não só especulação. Use para insights sobre eventos americanos que impactam cripto, como decisões do Fed ou eleições.

Eventos Cobertos e Próximos Passos

Os mercados cobrem esportes (NFL, NBA), política (eleições locais), cultura (prêmios Oscar) e economia (inflação, desemprego). Coinbase visa ser uma “everything exchange”, adicionando isso a ações e tokens. Apesar de desafios em estados como Tennessee sobre sports betting, a base federal protege usuários.

Se você é trader, teste com valores pequenos para entender dinâmicas. Monitore volumes para probabilidades precisas — melhor que pesquisas tradicionais. Essa legalização nos EUA pode inspirar regulação global, beneficiando ecossistemas cripto maduros.


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Barragem cristalina de stablecoins rachando com jorro de liquidez cyan vazando para abismo, ilustrando perda de US$ 3,3 bi após pico de US$ 310 bi

Liquidez em Fuga: Stablecoins Perdem US$ 3,3 Bi Após Pico Histórico

O mercado de stablecoins registrou seu primeiro recuo significativo de 2026, perdendo US$ 3,3 bilhões em valor de mercado em apenas uma semana. Após atingir um pico histórico de US$ 310 bilhões em 17 de janeiro, o total agora está em torno de US$ 307 bilhões. Esse movimento reflete uma pausa na entrada de liquidez, impactando diretamente a profundidade dos livros de ordens nas exchanges e sinalizando cautela no ecossistema cripto.


Detalhes do Recuo no Mercado de Stablecoins

O setor de stablecoins, liderado por Tether (USDT) com cerca de US$ 186,59 bilhões em capitalização, viu uma redução de US$ 3,3 bilhões entre 17 e 24 de janeiro. USDC e outras emissões também registraram saídas, conforme dados on-chain. Esse é o primeiro sinal de retração após meses de crescimento acelerado, impulsionado por adoção em DeFi e arbitragem.

Para o trader brasileiro, isso significa volumes menores em pares como BTC/BRL e ETH/USDT nas exchanges locais. Plataformas como Binance e Mercado Bitcoin dependem dessa liquidez para spreads apertados e execuções rápidas. Com menos stablecoins circulando, ordens grandes podem enfrentar slippage maior, elevando custos operacionais.

Impacto Direto na Liquidez das Exchanges

A queda de US$ 3,3 bilhões reduz a profundidade do mercado, especialmente em stablecoins atreladas ao dólar. No Brasil, onde o real oscila, traders usam USDT e USDC como ponte para hedge contra inflação. Menos capital disponível pressiona os livros de ordens, aumentando a volatilidade em trades spot e futuros.

Exchanges globais como Binance reportam volumes 24h em declínio correlato. Para o usuário prático, isso implica pausas em estratégias de arbitragem entre exchanges brasileiras e internacionais, como converter BRL para USDT via Pix e depois para BTC. Monitore o TVL em DeFi, que também reflete essa tendência.

O Que Isso Diz Sobre o Futuro Imediato do Mercado

Essa ‘saída de emergência’ atua como indicador de temperatura: o mercado cripto esfria após euforia pós-eleições nos EUA e ETF approvals. Com Bitcoin acima de US$ 89 mil, stablecoins recuam por realização de lucros ou realocação para ativos de risco. Para brasileiros, avalie o câmbio USD/BRL, que influencia o custo de entrada via stablecoins.

No curto prazo, espere consolidação. Volumes em stablecoins caíram, mas rede ainda cresce em transações. Traders devem priorizar exchanges com alta liquidez local e diversificar para USDC ou BRLT para mitigar riscos. Fique atento a inflows semanais via DefiLlama.

Como Agir na Prática Agora

  1. Verifique saldos em USDT/USDC nas suas carteiras principais.
  2. Monitore depth charts em exchanges como Binance para spreads.
  3. Considere stablecoins locais como USDT-BRL para reduzir exposição cambial.
  4. Use ferramentas como Cointrader Monitor para BTC/BRL atualizado.

Esse recuo não é pânico, mas ajuste. Mantenha posições equilibradas e evite overleverage em cenários de baixa liquidez.


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Personagens cartoon de Circle e ONU direcionando fluxo USDC cyan para refugiados em tendas, simbolizando stablecoins em ajuda humanitária

Circle e ONU: Hub Digital com USDC para Ajuda Humanitária

Muito além do lucro: a Circle Foundation anunciou parceria com a ONU para criar um hub digital que usa stablecoins reguladas como o USDC em pagamentos de ajuda humanitária. Essa iniciativa, apoiada pelo financiamento da Circle, promete resolver problemas reais como atrasos, altos custos e falta de transparência em transferências para refugiados e vítimas de desastres. Com testes já comprovados, o projeto pode transformar como o mundo envia socorro.


O que é o Hub Digital da ONU?

O Digital Hub of Treasury Solutions (DHoTS) é uma plataforma compartilhada por 15 agências da ONU, como a UNHCR, que gerencia mais de US$ 38 bilhões anuais em ajuda. A Circle Foundation entra como financiadora principal para integrar USDC, uma stablecoin lastreada em dólares americanos e auditada regularmente.

Para iniciantes: stablecoins são criptomoedas projetadas para manter um valor estável, com 1 USDC equivalendo a 1 USD. Diferente do Bitcoin, que varia muito, elas funcionam como “dólar digital” para transações seguras e rápidas. Esse hub servirá como laboratório para testar essas ferramentas em cenários reais de crise.

A iniciativa reforça a confiança institucional, já que o USDC segue regras rigorosas, como as do MiCA na Europa, e tem mais de US$ 62 bilhões em circulação, com US$ 20 trilhões em transações acumuladas.

Problemas da Ajuda Tradicional e Solução com Stablecoins

Sistemas bancários convencionais são lentos: transferências internacionais demoram dias, cobram taxas altas (até 7% por operação) e perdem rastreabilidade. Em emergências, como na Ucrânia, isso significa que o socorro não chega a tempo.

Com stablecoins como USDC, os pagamentos ocorrem 24/7 na blockchain, com custos reduzidos em até 20% e visibilidade total. Cada transação fica registrada publicamente, permitindo que doadores acompanhem o destino exato dos fundos. É como enviar dinheiro pelo Pix, mas global e em dólares estáveis.

Pilotos anteriores mostraram resultados: refugiados receberam USDC diretamente em carteiras digitais nos celulares, acelerando a distribuição e evitando intermediários corruptos.

Benefícios Sociais e Impacto no Mercado Cripto

Essa parceria destaca o lado social das criptomoedas: não só especulação, mas ferramentas para o bem comum. Para o Brasil, onde remessas e proteção cambial são comuns, o USDC ganha relevância como ativo compliant e útil em DeFi ou exchanges.

O mercado reage com otimismo na adoção: volumes de stablecoins crescem 78% ao ano, competindo com sistemas como o SWIFT. Investidores veem legitimidade crescente, mas lembre-se: stablecoins priorizam estabilidade, não ganhos explosivos.

Próximos Passos e o Futuro da Ajuda Digital

Em 2026, espera-se expansão para mais agências da ONU. Monitore relatórios de uso real para medir sucesso. Riscos incluem mudanças regulatórias ou falhas técnicas, mas os ganhos em eficiência superam.

Essa é a prova de que blockchain resolve problemas reais, inspirando confiança e abrindo portas para um mundo mais conectado e justo.


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Personagens cartoon da ONU e Circle entregando caixas USDC luminosas a refugiados, com rede blockchain e bolha 20%, simbolizando economia em ajuda humanitária

ONU e Circle: USDC Reduz 20% nos Custos de Ajuda Humanitária

A doação da Circle à ONU, anunciada no Fórum Econômico Mundial em Davos, impulsiona o uso de stablecoins como o USDC para modernizar a ajuda humanitária. A iniciativa promete reduzir em 20% os custos de remessas transfronteiriças, beneficiando refugiados em crises globais. Com US$ 38 bilhões anuais em fundos que dependem de sistemas legados ineficientes, a blockchain surge como solução prática para maior eficiência e transparência.


Digital Hub of Treasury Solutions: O Coração da Parceria

O Digital Hub of Treasury Solutions (DHoTS) da ONU recebe o primeiro grant internacional da Circle Foundation para otimizar transferências de valor monetário no ecossistema da organização. Essa colaboração constrói sobre uma parceria anterior em 2022, quando USDC foi usado para pagamentos a ucranianos deslocados pela guerra, em conjunto com o UNHCR.

A Circle, emissora do USDC — uma stablecoin lastreada 1:1 no dólar americano —, não divulgou o valor exato da doação, mas enfatiza que a infraestrutura digital financeira maximiza o impacto de cada doação. Alexander De Croo, administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP), destacou que as stablecoins fazem “cada dólar trabalhar mais duro”, especialmente com orçamentos apertados.

Economia de 20%: Como o USDC Combate Custos Elevados

Sistemas tradicionais de remessas cobram taxas altas e demoram dias para entregar ajuda em zonas de crise. Com o USDC no DHoTS, as transferências ocorrem em minutos via blockchain, cortando intermediários e reduzindo custos em 20%. Isso significa mais recursos chegando aos beneficiários, sem perdas em fees bancárias ou atrasos logísticos.

Além da economia, a blockchain oferece rastreabilidade total: cada transação é imutável e pública, minimizando riscos de corrupção em áreas instáveis. Barham Salih, Alto Comissário da ONU para Refugiados, reforça que isso preserva a “dignidade e escolha” das pessoas forçadas a fugir, permitindo que recebam ajuda diretamente em suas carteiras digitais.

Impacto Prático para Refugiados e o Dia a Dia

Para um refugiado na Síria ou Ucrânia, receber USDC significa converter stablecoins localmente em moeda fiduciária ou usá-los para compras essenciais sem depender de agências intermediárias. Plataformas como exchanges ou apps de carteira facilitam isso, com baixas taxas e alta velocidade — ideal para emergências onde cada hora conta.

A iniciativa da Circle, recém-lançada via sua fundação filantrópica em dezembro, alinha-se à crescente adoção de stablecoins. O mercado já movimenta US$ 312,7 bilhões, usado em pagamentos cotidianos, negócios e poupança global. Projeções indicam fluxos de pagamentos em stablecoins atingindo US$ 56,6 trilhões até 2030.

Blockchain Contra a Fome: Próximos Passos

Essa parceria exemplifica a utilidade real da tecnologia blockchain: não é especulação, mas ferramenta prática para resolver problemas humanitários urgentes. A ONU planeja expandir o DHoTS para mais agências, potencializando o impacto de doações. Para doadores individuais, vale acompanhar como contribuir via canais oficiais, garantindo que o dinheiro chegue intacto aos necessitados.

Monitore atualizações, pois iniciativas como essa podem inspirar mais usos de cripto em causas sociais, tornando o mundo mais eficiente e justo.


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Personagens cartoon da Circle e ONU ativando hub blockchain que distribui ajuda humanitária eficiente para vítimas de crises, simbolizando revolução com stablecoins

Circle e ONU: Blockchain Moderniza US$ 38 Bilhões em Ajuda Humanitária

A parceria entre Circle Foundation e ONU anunciada no Fórum Econômico Mundial em Davos promete transformar a entrega de ajuda humanitária global, avaliada em US$ 38 bilhões anuais. Usando blockchain e stablecoins regulados como o USDC, o Digital Hub of Treasury Solutions visa eliminar atrasos e corrupção em remessas internacionais, garantindo que o dinheiro chegue mais rápido às vítimas de crises. Pilotos já mostram economia de até 20% em custos.


Expansão do Digital Hub para 15 Agências

O Digital Hub of Treasury Solutions, iniciado pelo UNHCR em 2021, agora abrange 15 agências da ONU, incluindo UNDP, IOM, WMO, OECD e ICAO. Essa expansão é apoiada pela primeira doação internacional da Circle Foundation, que financia a integração de infraestrutura financeira digital.

Anteriormente, a colaboração entre Circle e UNHCR em 2022 testou pagamentos em USDC para ucranianos deslocados pela guerra, estabelecendo padrões para assistência humanitária em dinheiro. Elisabeth Carpenter, da Circle Foundation, destaca que “a finança humanitária moderna precisa de infraestrutura moderna”, permitindo transferências quase instantâneas e total rastreabilidade.

Para o dia a dia das operações da ONU, isso significa menos tempo gasto em burocracia bancária tradicional e mais foco em quem precisa. Agências como a Organização Internacional para as Migrações poderão converter stablecoins em moedas locais via parcerias com bancos e fintechs, agilizando a distribuição em campo.

Benefícios Práticos: Velocidade e Economia Contra Corrupção

Sistemas legados de correspondent banking causam atrasos de dias ou semanas em transferências cross-border, além de custos altos que desviam recursos da ajuda real. Com blockchain, as transações se tornam programáveis, automatizando passos manuais e reduzindo riscos de desvio de fundos.

Pilotos do UNHCR desde 2022 demonstram economia de até 20% comparado a métodos tradicionais, graças a stablecoins regulados. Barham Salih, Alto Comissário da ONU para Refugiados, enfatiza que isso “usa tecnologia para preservar a dignidade e escolha das pessoas forçadas a fugir”, maximizando cada dólar doado.

No contexto prático, imagine uma família em uma zona de conflito recebendo auxílio em horas, não semanas. A transparência total do blockchain combate corrupção, rastreando cada centavo desde o doador até o beneficiário, construindo confiança em um sistema que movimenta bilhões.

Impacto Sistêmico e Visão de Futuro

Alexander De Croo, administrador do UNDP, reforça a urgência: com orçamentos apertados, cada dólar deve render mais. A parceria melhora segurança de pagamentos digitais, respeita soberania monetária e protege dados, fomentando sistemas financeiros inclusivos em comunidades vulneráveis.

Para o leitor brasileiro, isso sinaliza o potencial das cripto além do trading: stablecoins como USDC podem revolucionar remessas internacionais, semelhantes às usadas por famílias que enviam dinheiro do exterior. A iniciativa da ONU valida essa tecnologia em escala massiva, abrindo portas para adoção global.

Os próximos passos incluem upgrades na infraestrutura compartilhada, prometendo poupanças recorrentes e maior eficiência. Investidores e entusiastas de blockchain devem monitorar como essa integração evolui, provando que cripto salva vidas de forma prática e mensurável.


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Personagens cartoon de governo e cidadãos de Bermuda ativando rede on-chain com tokens USDC, simbolizando primeira economia 100% blockchain

Bermuda Planeja Economia 100% On-Chain com Coinbase e Circle

Bermuda anunciou planos ambiciosos para se tornar a primeira economia nacional totalmente on-chain do mundo, em parceria com Coinbase e Circle. Revelado no Fórum Econômico Mundial, o projeto conta com infraestrutura de ativos digitais para governo, bancos e cidadãos. Com população de cerca de 73 mil habitantes e PIB estimado em US$ 6,8 bilhões, a iniciativa visa reduzir custos transacionais e ampliar o acesso financeiro global, posicionando a nação como laboratório pioneiro de adoção cripto em escala estatal.


Anúncio e Visão Estratégica

O Premier E. David Burt destacou a parceria como fruto de colaboração entre governo, reguladores e indústria, acelerando a visão de finanças digitais nacionais. A iniciativa começa com pilotos de pagamentos em stablecoins por agências governamentais e ferramentas de tokenização para instituições financeiras. Isso representa um passo visionário em um contexto geopolítico onde nações buscam soberania financeira via blockchain.

Bermuda, dependente de turismo e construção, vê na tecnologia on-chain uma oportunidade para modernizar sua economia. Programas de alfabetização digital em massa prepararão residentes e empresas, garantindo inclusão. Analistas veem o movimento como modelo para ilhas e pequenos países, demonstrando como cripto pode impulsionar crescimento em economias emergentes.

Papéis Centrais de Coinbase e Circle

A Coinbase, maior exchange dos EUA, fornecerá infraestrutura para custódia e transações, enquanto a Circle, emissora do USDC, focará em pagamentos estáveis atrelados ao dólar. CEOs Brian Armstrong e Jeremy Allaire elogiaram o pioneirismo regulatório de Bermuda, que licenciou ambas as empresas cedo. Armstrong enfatizou: “Sistemas financeiros abertos impulsionam liberdade econômica”.

Essa dupla estratégica combina expertise em exchanges e stablecoins, essenciais para escalar adoção. Comerciantes locais já aceitam USDC para transações rápidas e baratas, reduzindo taxas. O Fórum de Finanças Digitais de 2026, em maio, expandirá estímulos com airdrops ampliados, testando o ecossistema em escala.

Benefícios e Implicações Globais

Os ganhos incluem custos transacionais mais baixos e integração ao sistema financeiro mundial, beneficiando negócios e residentes. Para o governo, pagamentos em stablecoins agilizam operações fiscais, como impostos já testados em USDC desde 2019. Em um mundo de fragmentação financeira, Bermuda emerge como farol geopolítico.

Globalmente, o projeto sinaliza maturidade cripto: de experimentos isolados a adoção nacional. Países como El Salvador e Bahamas observam, mas Bermuda destaca-se por regulação proativa desde 2018. Investidores monitoram se isso catalisa migração de capitais para jurisdições blockchain-friendly, redefinindo soberania econômica.

Contexto Histórico e Próximos Passos

Bermuda lidera com a Lei de Negócios de Ativos Digitais de 2018, atraindo inovação responsável. Parcerias passadas, como licença à Coinbase em 2023, pavimentaram o caminho. Os próximos passos envolvem implantação gradual: pilotos governamentais em 2026, seguidos de adoção ampla.

Para brasileiros interessados em cripto, Bermuda oferece lições práticas: stablecoins como ponte para finanças eficientes. Vale acompanhar como essa economia de US$ 6,8 bilhões se transforma, potencializando o uso real de blockchain além de especulação.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon de broker e RH convertendo stablecoin USDC em dólares instantâneos sobre globo destacando Brasil, simbolizando adoção para pagamentos globais

Finanças Híbridas: Brokers e RH Adotam Stablecoins para Pagamentos

Cripto vira dólar em minutos: a Interactive Brokers e a Gusto estão revolucionando pagamentos com stablecoins. Parceria com a Zerohash permite depositar USDC 24/7, convertendo automaticamente para USD sem esperas bancárias ou câmbio burocrático. Ideal para investidores globais e empresas com equipes internacionais, essa ponte facilita operações no mercado tradicional.


Interactive Brokers: Financiamento Instantâneo de Contas

A corretora eletrônica Interactive Brokers anunciou suporte a depósitos em USDC nas blockchains Ethereum, Solana e Base. Ao receber o stablecoin, o sistema converte tudo em dólares americanos e credita na conta do cliente imediatamente.

Isso resolve um problema clássico: transferências fiat internacionais demoram dias e custam caro. Agora, você envia USDC a qualquer hora e começa a operar ações, opções ou cripto em minutos. O CEO Milan Galik destacou que stablecoins oferecem “velocidade e flexibilidade” para mercados globais. Breve suporte a RLUSD e PYUSD amplia as opções.

Para o investidor brasileiro, significa acessar mercados americanos sem conversão manual no banco, evitando taxas e atrasos. Prático para quem gerencia portfólios diversificados.

Gusto: Pagamentos Globais para Freelancers e Equipes

A plataforma de RH e folha de pagamento Gusto, que atende mais de 400 mil pequenas empresas nos EUA, iniciou piloto com stablecoins via Zerohash. Contratados internacionais recebem em USDC com liquidação em minutos, não dias.

11% das pequenas empresas americanas empregam trabalhadores globais em 2025. Pagamentos cross-border tradicionais geram fricção: atrasos de 3-7 dias impactam fluxo de caixa. Com stablecoins, empregadores pagam via wallets custodiais ou self-custodial, com rastreabilidade onchain.

Para brasileiros freelancers em projetos remotos, isso é ouro: recebe em USDC, converte ou usa diretamente, sem intermediários caros. Zerohash garante conformidade regulatória em múltiplas jurisdições.

Vantagens Práticas do Financiamento 24/7 com USDC

Imagine acordar com uma oportunidade no pré-market e financiar sua conta às 3h da manhã. Com USDC, não há “aguarde o banco abrir”. Custos menores, sem horários comerciais, e acesso global sem barreiras cambiais.

Para empresas, folha de pagamento internacional vira rotina simples. Small businesses economizam tempo e dinheiro, focando no crescimento. Investidores retail ganham agilidade para capturar movimentos de mercado.

O mercado de stablecoins superou US$ 310 bilhões, impulsionado por USDT e USDC. Essa adoção por gigantes tradicionais sinaliza maturidade para uso cotidiano.

Zerohash: A Ponte Tecnológica Essencial

A Zerohash é o elo: infraestrutura regulada que processa stablecoins para finanças legadas. Tanto Interactive Brokers quanto Gusto usam sua tecnologia para conversões seguras e rápidas.

CEO Edward Woodford afirma que rails tradicionais não acompanham a força de trabalho digital. Essa integração híbrida — cripto para liquidez, fiat para operações — facilita a vida real: menos burocracia, mais eficiência.

Monitore essas plataformas: o futuro dos pagamentos globais está aqui, acessível e prático para todos.


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Personagens cartoon broker e cripto apertando mãos sobre ponte de stablecoins USDC e RLUSD, simbolizando depósitos 24/7 e integração entre ações e cripto

Interactive Brokers Aceita USDC 24/7 e Planeja RLUSD

Sua conta na Interactive Brokers agora aceita depósitos em USDC 24/7, inclusive fins de semana e feriados. Os fundos são convertidos automaticamente para dólares americanos e creditados na conta de corretagem em minutos, via parceria com a ZeroHash. A corretora também planeja adicionar suporte à stablecoin RLUSD da Ripple na próxima semana, ampliando as opções de liquidez para investidores.


Como Funciona o Depósito USDC 24/7

Clientes elegíveis da Interactive Brokers podem enviar USDC diretamente de suas carteiras cripto para uma wallet segura fornecida pela ZeroHash. O processo é simples e disponível a qualquer hora: basta transferir a stablecoin pelas redes Ethereum, Solana ou Base, conforme detalhado pela Cointelegraph. Uma vez recebido, o USDC é convertido para USD e creditado na conta, permitindo acesso imediato a negociações em ações, opções e outros mercados globais.

Essa funcionalidade elimina a dependência de horários bancários ou transferências wire tradicionais, que podem demorar dias e custar caro em taxas internacionais. Para o investidor brasileiro, isso significa poder financiar a conta durante a madrugada, quando o mercado cripto está ativo, e começar a operar ações americanas logo em seguida. A CEO Milan Galik destacou que isso traz “velocidade e flexibilidade” essenciais para mercados dinâmicos.

Conversão Automática e Custos Envolvidos

A conversão de USDC para USD é automática e ocorre em minutos, sem taxas cobradas pela Interactive Brokers pelos depósitos em stablecoin. No entanto, a ZeroHash aplica uma taxa de 0,30% sobre o valor depositado, com mínimo de US$ 1. Os usuários ainda arcam com as taxas de rede blockchain, que variam conforme a congestão.

Comparado a wires internacionais, que podem custar dezenas de dólares e levar 2-5 dias úteis, essa opção é muito mais eficiente. O mercado de USDC, com capitalização de US$ 75,68 bilhões, garante liquidez robusta. Após o anúncio, as ações da Interactive Brokers subiram mais de 3%, atingindo máxima histórica de US$ 75, sinalizando confiança do mercado.

Expansão para RLUSD da Ripple e PYUSD

A Interactive Brokers não para no USDC. Na próxima semana, entrará em operação o suporte ao RLUSD da Ripple e ao PYUSD do PayPal. Essa expansão diversifica as opções de stablecoins, permitindo que investidores escolham a rede mais barata ou conveniente para transferências.

O RLUSD, emitido pela Ripple, opera principalmente na XRP Ledger e Ethereum, oferecendo transações rápidas e de baixo custo. Junto ao PYUSD, isso reforça a ponte entre ecossistemas cripto tradicionais e plataformas de pagamento como PayPal. Para traders, significa mais rotas de liquidez sem intermediários bancários.

Impacto Prático para Investidores Brasileiros

Essa integração é um ganho real de tempo e eficiência para quem opera entre cripto e ações. Imagine: você vende Bitcoin na Binance durante um pico noturno, converte para USDC e deposita na IB para comprar ações da Apple na abertura americana. Tudo em menos de uma hora, sem esperar fins de semana ou feriados.

Para brasileiros, evita as dores de cabeça com remessas ao exterior via bancos, que envolvem IOF, spreads altos e burocracia. A Interactive Brokers, listada na Nasdaq, já oferece cripto desde 2021 (BTC, ETH, SOL, XRP), e agora stablecoins aceleram a ponte. Monitore sua conta para ativar a opção – disponível para clientes elegíveis. Isso democratiza o acesso a mercados globais 24/7.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e trader cripto apertando mãos sobre ponte com USDC, simbolizando depósitos instantâneos 24/7

Interactive Brokers Aceita USDC 24/7: Revolução nos Depósitos

A Interactive Brokers, gigante do trading tradicional, anunciou suporte a depósitos via USDC 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo fins de semana. Clientes elegíveis nos EUA podem transferir da wallet para a corretora em minutos pelas redes Ethereum, Solana e Base. A stablecoin é convertida automaticamente em dólares e creditada na conta, resolvendo atrasos de wires internacionais. RLUSD e PYUSD chegam na próxima semana.


Como Funciona o Depósito com USDC

O processo é direto e projetado para eficiência. No portal do cliente, acesse Transfer & Pay, selecione Deposit Funds e escolha Fund with Stablecoin. A parceira Zerohash gera um endereço único de wallet por rede blockchain: Ethereum (ETH), Solana (SOL) ou Base. Envie o USDC da sua wallet pessoal — escaneie o QR code ou copie o endereço — e os fundos chegam em minutos, mesmo fora do horário bancário.

A conversão automática para USD elimina riscos de custódia de cripto na corretora. A Interactive Brokers não cobra taxas de depósito, mas o cliente arca com as taxas de rede blockchain (geralmente baixas em Solana ou Base). Zerohash aplica 0,3% de taxa de conversão, com mínimo de US$ 1. Isso permite trading imediato em 170 mercados globais, de ações a opções.

Para brasileiros, isso significa mover dólares digitais de exchanges como Binance para a IBKR sem conversões desnecessárias de BRL-USD, otimizando fluxos internacionais.

Taxas: USDC vs. SWIFT Tradicional

Comparado ao wire transfer via SWIFT, o USDC é mais ágil e econômico na maioria dos cenários. Transferências bancárias internacionais demoram 1-5 dias úteis, com fees totais de US$ 20-50 (banco origem + intermediários + destino). A IBKR não cobra por wires recebidos em USD, mas bancos terceiros sim — tipicamente US$ 10-30 só na chegada.

Com USDC, o custo é gas de rede (US$ 0,01 em Solana hoje) + 0,3%. Para um depósito de US$ 10.000, SWIFT pode custar US$ 40 (0,4%), enquanto USDC sai por ~US$ 31 (0,31%). Sem contar o tempo: minutos vs. dias. Ideal para quem precisa de liquidez rápida em mercados voláteis como ações ou futuros.

Dica prática: Monitore gas fees em ferramentas como Solana Explorer ou Etherscan para escolher a rede mais barata no momento.

Expansão com RLUSD e PYUSD

Na próxima semana, a plataforma adiciona RLUSD (Ripple) e PYUSD (PayPal), ampliando opções de stablecoins. Isso reforça a ponte entre finanças tradicionais e cripto, permitindo funding direto para holders de PYUSD (PayPal) ou RLUSD (Ripple). A ação veio após alta de 4% nas ações da IBKR (quase US$ 74), sinalizando confiança do mercado.

Para traders brasileiros, isso facilita arbitragem entre corretoras cripto e brokers globais, sem intermediários caros. Verifique elegibilidade no site oficial, limitada inicialmente a clientes US, mas expansão global é provável.

Passos Práticos para Começar

  1. Tenha conta aprovada na IBKR (rápida para residentes BR via app).
  2. Adquira USDC em exchanges como Binance ou Mercado Bitcoin.
  3. No Client Portal, inicie o depósito com stablecoin e envie.
  4. Use os fundos para trades em tempo real.

Essa integração resolve dores reais: atrasos em wires de bancos brasileiros (Itaú, Nubank) para brokers gringos. Monitore atualizações para novas redes ou moedas.


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Legislador cartoon empurrando balança regulatória para transformar yields passivos de stablecoins em atividades ativas no CLARITY Act

Senado dos EUA Proíbe Yields Passivos em Stablecoins no CLARITY Act

O Senado dos EUA liberou uma versão emendada do CLARITY Act, proibindo plataformas crypto de oferecer yields ou juros apenas por holding de stablecoins como USDC e USDT. A medida, que passará por markup no Comitê Bancário em 15 de janeiro, permite recompensas só por atividades ativas, como staking ou provisão de liquidez. Bancos pressionam para proteger depósitos tradicionais, enquanto empresas como Coinbase ameaçam retirar apoio ao projeto.


Detalhes da Proibição no CLARITY Act

O novo draft bipartidário do Digital Asset Market Clarity Act expande a restrição do GENIUS Act, lei de julho de 2025 que vetou stablecoins geradores de yield pelos emissores. Agora, crypto service providers — incluindo exchanges — não podem pagar rendimentos passivos em payment stablecoins. Isso visa diferenciar stablecoins de contas de poupança bancárias, sujeitas a regulação federal.

Recompensas ficam restritas a ações como fornecer liquidez em DeFi, staking em redes ou governança. O texto reflete meses de negociações lideradas pelo senador Tim Scott, com foco em clareza regulatória após anos de zonas cinzentas no mercado crypto.

Tensões entre Bancos, Coinbase e Reguladores

Bancos americanos lobbyam intensamente, argumentando que yields de 3,5% em USDC — oferecidos por plataformas como Coinbase — competem deslealmente com depósitos tradicionais, sem as proteções do FDIC. Grupos bancários veem isso como risco sistêmico, potencialmente drenando liquidez dos bancos para o ecossistema crypto.

Do outro lado, Coinbase alerta que a proibição inibe inovação e pode levar a retirada de apoio ao bill. Analistas como Jake Chervinsky criticam a concessão aos bancos, ecoando o GENIUS Act que já matou produtos inovadores de yield-bearing stablecoins. A briga reflete o equilíbrio delicado entre fomentar crypto e preservar o status quo financeiro.

Implicações Globais para o Mercado Crypto

Para usuários brasileiros e globais, a mudança transforma stablecoins de ‘contas poupança digitais’ em ferramentas ativas de DeFi. Plataformas centralizadas perdem atratividade para holders passivos, empurrando capital para protocolos permissionless onde yields vêm de participação real. Isso pode beneficiar redes como Ethereum, mas elevar riscos para iniciantes sem conhecimento técnico.

No contexto geopolítico, regulação americana dita padrões mundiais: Europa (MiCA) e Brasil (PL 4.401) observam de perto. Se aprovado, o CLARITY Act sinaliza era de maturidade, mas com concessões que favorecem incumbentes bancários sobre inovação disruptiva.

Markup e Perspectivas Futuras

O markup de 15 de janeiro é crítico: emendas são devidas até 13 de janeiro, e desacordos sobre ética e eleições midterm podem atrasar para 2027. Investidores devem monitorar ajustes — especialmente se Coinbase prevalecer em lobby por exceção em yields. Longo prazo, a lei pode estabilizar o mercado, atraindo instituições, mas limitar retornos passivos para varejo.

Enquanto isso, volumes de USDC e USDT seguem resilientes, com BTC acima de US$ 94 mil. O cenário reforça: regulação avança, mas com trade-offs que definem o futuro das finanças híbridas.


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Fluxo de energia cyan-dourada formando pilar cristalino com 9.6T integrado, simbolizando volume recorde do Circle USDC e adoção de stablecoins

Circle Registra US$ 9,6 Trilhões em Volume On-Chain e Cresce 680%

A Circle registrou mais de US$ 9,6 trilhões em volume de transações on-chain no terceiro trimestre de 2025, um crescimento impressionante de 680% em relação ao ano anterior. Esse marco reflete a aceleração da adoção de stablecoins como USDC em pagamentos e finanças institucionais. Paralelamente, a parceria com a Franklin Templeton adapta fundos de mercado monetário para atuar como reservas, reforçando a utilidade prática do USDC no dia a dia financeiro global. Isso indica uma transformação profunda no sistema de liquidez digital.


Crescimento Acelerado do Volume On-Chain da Circle

O relatório “Beyond Stablecoins: The Rise of the Internet Financial System”, lançado pela Circle, destaca o avanço notável do USDC e EURC ao longo de 2025. A stablecoin atrelada ao dólar processou cerca de US$ 217 bilhões em resgates, demonstrando alta liquidez e integração com o sistema bancário tradicional. Já o EURC ampliou sua participação de mercado em 50%, impulsionado pela conformidade com a regulação MiCA na Europa.

A Circle Payments Network (CPN), lançada em maio de 2025, já alcançou US$ 3,4 bilhões em volume anualizado, expandindo-se para mercados emergentes como Brasil e Nigéria. Parcerias com gigantes como BNY Mellon, JPMorgan, Bank of America e Goldman Sachs aceleram essa adoção, tornando o USDC uma ferramenta prática para transferências rápidas e de baixo custo no comércio internacional e remessas cotidianas.

Franklin Templeton Adapta Fundos para Reservas de Stablecoins

A Franklin Templeton, gestora de US$ 1,6 trilhão em ativos, atualizou dois fundos da Western Asset para suportar reservas de stablecoins. O Western Asset Institutional Treasury Obligations Fund agora investe exclusivamente em Treasuries dos EUA com vencimentos de até 93 dias e repurchases lastreados, atendendo aos requisitos da GENIUS Act aprovada em 2025.

O Western Asset Institutional Treasury Reserves Fund ganhou uma classe de ações digitais, permitindo distribuição via plataformas blockchain. Esses fundos, registrados na SEC sob a Rule 2a-7, mantêm rigorosos padrões de liquidez e qualidade de crédito, mas agora funcionam como infraestrutura para emissores de stablecoins e distribuidores institucionais. Roger Bayston, head de ativos digitais da Franklin, enfatiza que isso conecta mercados monetários tradicionais à finança digital de forma regulada.

USDC como Padrão de Liquidez Institucional

Esses desenvolvimentos posicionam o USDC como o “padrão ouro” da liquidez institucional digital. Para empresas e indivíduos, isso significa pagamentos mais eficientes: imagine remessas instantâneas para o Brasil sem taxas exorbitantes ou conversões demoradas. A Circle também avança com a blockchain Arc em testnet, visando se tornar o “Economic OS” da internet, com mais de 100 empresas participantes.

Dante Disparte, Chief Strategy Officer da Circle, descreve 2025 como o “ponto de inflexão” para o sistema financeiro global, graças à GENIUS Act e MiCA. Para o brasileiro médio, isso se traduz em mais opções práticas para poupança em dólares estáveis, hedge contra inflação e transações comerciais seguras via apps como Binance ou exchanges locais.

Implicações Práticas para o Mercado Brasileiro

No Brasil, onde o real enfrenta volatilidade, o boom do USDC facilita o comércio e investimentos cotidianos. Com a expansão da CPN para o país, traders podem usar stablecoins para arbitragem rápida entre exchanges. A adaptação de fundos pela Franklin reforça a confiança, permitindo que reservas sejam gerenciadas on-chain com segurança regulada. Vale monitorar como isso impacta o volume local de cripto e integra stablecoins ao Pix e finanças pessoais.


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Personagem Coinbase cartoon abandonando mesa de negociação com reguladores surpresos sobre stablecoins, ilustrando conflito no CLARITY Act

Coinbase ameaça abandonar CLARITY Act por restrições em stablecoins

A Coinbase está reconsiderando seu apoio ao CLARITY Act, projeto de lei que define a estrutura regulatória do mercado cripto nos EUA, devido a provisões que restringem recompensas sobre stablecoins como o USDC. Com markup previsto para 15 de janeiro no Senado, a exchange avisa que sairá da negociação se o texto final prejudicar seus programas de yield, essenciais para US$ 1,3 bilhão em receitas projetadas para 2025. O conflito expõe tensões entre corretoras e o lobby bancário.


Restrições no CLARITY Act Irritam a Coinbase

O CLARITY Act, aguardado para discussão em comitê do Senado nesta quinta-feira (15/01), visa trazer clareza regulatória ao setor cripto. No entanto, fontes próximas à Coinbase indicam insatisfação com exigências além de divulgações sobre incentivos em stablecoins. A exchange oferece 3,5% de rendimento em holdings de USDC da Circle, atraindo depósitos que competem diretamente com bancos tradicionais.

Relatório da Bloomberg destaca que proibições ou limitações a esses programas poderiam afastar usuários, reduzindo a atratividade da plataforma. A Coinbase submeteu aplicações para uma carta de trust nacional, que permitiria oferecer tais recompensas sob regras regulatórias, mas teme que o bill favoreça instituições financeiras estabelecidas.

Lucro das Corretoras em Xeque

Para a Coinbase, os programas de recompensas são pilar do modelo de negócios. Com projeção de US$ 1,3 bilhão em receitas para 2025 vindas desses incentivos, qualquer restrição representa ameaça direta à rentabilidade. Usuários migram para stablecoins em busca de yields superiores aos poupanças bancárias, especialmente em contexto de inflação persistente.

O GENIUS Act, aprovado em julho passado, já veta juros pagos por emissores de stablecoins, mas permite que terceiros como a Coinbase ofereçam rewards. Agora, o lobby bancário pressiona por equiparação, argumentando que bilhões em depósitos estão fluindo para cripto, prejudicando empréstimos comunitários e pequenas empresas.

Conflito Bancário vs. Cripto e Contexto Global

A American Bankers Association (ABA) alerta para deslocamento de depósitos, enquanto Faryar Shirzad, o chief policy officer da Coinbase, defende os rewards como vitais para manter a dominância do dólar. Ele cita o anúncio da China de juros sobre o digital yuan, sugerindo que restrições nos EUA enfraqueceriam a competitividade global do USD em ativos digitais.

Recentemente, cinco firmas cripto, incluindo Ripple, Circle e Paxos, receberam aprovações condicionais do OCC para trusts nacionais, enfrentando oposição bancária. Um possível meio-termo discute permitir rewards apenas para bancos licenciados, o que excluiria players nativos do cripto e poderia levar a soluções criativas de contorno.

Implicações e Próximos Passos

A possível retirada da Coinbase do apoio ao CLARITY Act sinaliza fissuras no lobby cripto unificado. Investidores monitoram o impacto nas ações COIN, que subiram 4% para US$ 245 na segunda-feira. Para o mercado brasileiro, restrições nos EUA podem influenciar fluxos globais de stablecoins, afetando liquidez em exchanges locais.

O prazo apertado até 15 de janeiro intensifica negociações. Sem concessões, o bill pode avançar sem o endosso de uma das maiores vozes do setor, prolongando incertezas regulatórias.


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Vitalik cartoon inspecionando stablecoin rachada com scanner de resiliência ao lado de estrutura Ethereum forte, alertando riscos estruturais

Vitalik Critica Stablecoins e Propõe Teste de Resiliência no Ethereum

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, criticou a dependência excessiva de stablecoins lastreadas em dólar como USDT e USDC, que dominam 96% do mercado com US$ 277 bilhões em capitalização. Ele alerta que isso cria riscos estruturais para o ecossistema Ethereum, contrariando os ideais de descentralização. Para mitigar, Buterin propõe o walkaway test, um conjunto de testes de resiliência para garantir que a rede funcione sem intervenção constante de desenvolvedores.


Por Que Stablecoins Centralizadas São um Problema?

Imagine stablecoins como “moedas estáveis” atreladas ao dólar americano, como o USDT (67,4% do mercado, US$ 186,9 bilhões) e USDC (27,1%, US$ 75,2 bilhões). Elas processaram US$ 8,9 trilhões em volume on-chain no primeiro semestre de 2025, sendo essenciais para DeFi, pagamentos e arbitragem no Ethereum. No Brasil, 90% do fluxo cripto local usa essas stablecoins como ponte cambial.

Porém, Vitalik argumenta que essa dependência de emissores centralizados — como Tether e Circle — introduz pontos únicos de falha. Se houver problemas regulatórios, falhas técnicas ou instabilidade do dólar, a liquidez on-chain pode evaporar. Isso vai contra a essência do Ethereum: reduzir confiança em intermediários e promover soberania do usuário. Modelos centralizados lembram “bancos digitais cripto”, priorizando eficiência sobre verdadeira descentralização.

Ameaças Estruturais ao Ethereum

O Ethereum concentra o maior volume de liquidação de stablecoins, tornando-o vulnerável. Buterin destaca que o staking de ETH rende apenas 3,2-3,6% ao ano, menos atrativo que yields de stablecoins centralizadas. Mudanças regulatórias, como a classificação de stablecoins como operações de câmbio pelo Banco Central do Brasil em fevereiro de 2026, amplificam os riscos para investidores locais.

Além disso, a proliferação de stablecoins institucionais apoia venture capital, mas sacrifica governança descentralizada. Vitalik vê isso como um dilema: eficiência vs. resiliência. Sem diversificação para stablecoins descentralizadas ou alternativas, o ecossistema pode enfrentar colapsos em cenários de crise, afetando DeFi e adoção em massa.

O ‘Walkaway Test’: Solução para Resiliência

Para um Ethereum “quântico-safe” e autossuficiente, Buterin propõe o walkaway test: a rede deve operar segura e útil mesmo se os devs core “forem embora”. Prioridades incluem:

  1. Resistência quântica total: Proteger contra computadores quânticos que quebram criptografias atuais, sem esperar crises.
  2. Escalabilidade: Milhares de TPS via ZK-EVM e PeerDAS, sem redesigns constantes.
  3. Abstração de contas completas, saindo de assinaturas ECDSA rígidas para contas programáveis.
  4. Gas schedule anti-DoS, economia PoS descentralizada e construção de blocos resistentes a censura.

Como explicado em detalhes do teste de resiliência, o estado da blockchain (contas, storage, histórico) não deve crescer indefinidamente. Melhorias viriam de otimizações de clientes e ajustes de parâmetros anuais.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para iniciantes, entenda: descentralização real significa ferramentas “compra e usa”, como um martelo, sem dependência de empresas. Monitore o progresso do Ethereum nessas metas — quantum resistance e escalabilidade podem elevar o ETH a longo prazo. No Brasil, com regulação iminente, diversifique além de USDT/USDC. O alerta de Vitalik educa sobre equilíbrio entre conveniência e soberania cripto.


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Executivos cartoon em conflito sobre mesa rachada com documento regulatório e cofre de stablecoins, simbolizando disputa da Coinbase no CLARITY Act

Coinbase Ameaça Abandonar CLARITY Act por Stablecoins

A Coinbase, maior exchange cripto dos EUA, ameaça retirar apoio ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturar o mercado de ativos digitais no país. O motivo: restrições potenciais aos programas de recompensas em stablecoins como o USDC, que geram bilhões em receita. O Senado marca votação para 15 de janeiro de 2026, expondo tensões entre lobby corporativo e reguladores em um momento crítico para a segurança jurídica do setor.


O Coração do Conflito: Receita das Recompensas USDC

Os programas de recompensas da Coinbase não são mero atrativo: representam o núcleo de seu modelo de negócios. A exchange compartilha rendimentos das reservas do USDC, stablecoin emitida pela Circle, na qual detém participação minoritária. Clientes Coinbase One recebem cerca de 3,5% de yield, incentivando retenção de fundos na plataforma mesmo em baixa volatilidade de trading.

Estima-se que a receita relacionada a stablecoins tenha atingido US$ 1,3 bilhão em 2025, segundo dados citados em análises de mercado. Essa fonte previsível sustenta operações em tempos de mercado volátil, mas agora está sob escrutínio. Bancos tradicionais argumentam que tais yields competem com depósitos convencionais, drenando liquidez para empréstimos a famílias e PMEs.

A disputa sobre limites a stablecoins reflete o quanto esses programas são vitais para exchanges reguladas nos EUA.

Lobby Corporativo vs Reguladores Federais

O CLARITY Act busca definir categorias claras para ativos digitais — como commodities digitais, contratos de investimento e payment stablecoins —, visando proteger investidores e fomentar inovação. No entanto, disposições que equiparam recompensas de stablecoins a produtos bancários tradicionais ameaçam o status quo das plataformas cripto.

Geopoliticamente, isso insere-se na batalha pelo domínio regulatório global. Enquanto os EUA debatem, jurisdições como UE (com MiCA) e Ásia avançam com frameworks pró-inovação. Coinbase alerta que restrições excessivas empurrariam usuários para offshore, enfraquecendo a liderança americana em cripto e beneficiando rivais chineses ou europeus.

O lobby da exchange, via insiders para o Bloomberg, pressiona o Comitê Bancário do Senado, destacando como yields cripto diferem de juros bancários por não garantirem principal via FDIC, mas via reservas transparentes.

Impactos na Segurança Jurídica e Competitividade

Para o ecossistema cripto, a retirada de apoio da Coinbase poderia retardar o CLARITY Act, principal chance de clareza regulatória pós-FTX. Sem ele, incertezas persistem: SEC vs CFTC disputam jurisdição, inibindo listagens e adoção institucional.

Investidores brasileiros devem monitorar: uma regulação fragmentada nos EUA afeta fluxos globais, preços de Bitcoin e altcoins, e confiança em exchanges listadas como Coinbase (NASDAQ: COIN). Bilhões em receita em jogo sinalizam que o conflito transcende lei — é sobre soberania financeira no século XXI.

Especialistas veem nisso um teste para o equilíbrio entre proteção ao consumidor e inovação, com ramificações para DeFi e tokenização de ativos reais.

Próximos Passos no Senado

A markup no Senado em 15 de janeiro de 2026 definirá o texto final. Coinbase avalia cláusulas específicas, podendo negociar ou abandonar apoio. Paralelamente, grupos bancários pressionam por paridade regulatória.

O desfecho moldará o futuro cripto nos EUA: aprovação ampla impulsionaria adoção; vetos a yields forçariam adaptações custosas. Para o mundo, reforça a necessidade de harmonização global, evitando arbitragem regulatória.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Canal glass cyan USDC transbordando sobre canais laranja USDT menores em rede DeFi, simbolizando liderança de volume impulsionada por Solana

USDC Supera USDT em Volume: Solana e Trump Impulsionam

Pela primeira vez em uma década, o USDC da Circle superou o USDT em volume anual de transações, processando US$ 18,3 trilhões em 2025 contra US$ 13,2 trilhões do Tether. Apesar do market cap menor (US$ 75 bilhões vs US$ 187 bilhões), o crescimento é impulsionado por DeFi na Solana e o inesperado token TRUMP. Dados da Artemis confirmam o shift histórico nas stablecoins.


Volumes e Market Cap: Números que Impressionam

Os dados da Artemis Analytics revelam que o USDC movimentou 39% mais do que o USDT em transferências orgânicas, excluindo bots de MEV e operações internas de exchanges. Esse indicador foca em atividade real: pagamentos, DeFi e transferências peer-to-peer.

Curiosamente, o USDT ainda domina em valor de mercado, com US$ 187 bilhões contra US$ 75 bilhões do USDC. Isso sugere que o Tether é mais usado como reserva de valor estável, enquanto o USDC circula intensamente em protocolos dinâmicos. O total de stablecoins atingiu recorde de US$ 33 trilhões em 2025, alta de 72% ante 2024, segundo a Bloomberg Intelligence.

Para traders, esses números indicam maior liquidez e eficiência no USDC para operações de alta frequência, especialmente em DeFi.

Solana: O Ecossistema que Mudou o Jogo

O boom do DeFi na Solana é o principal driver do sucesso do USDC. A stablecoin detém mais de 70% do supply total de stablecoins na rede, que cresceu 125% no Q1 2025, de US$ 5,2 bilhões para US$ 11,7 bilhões. Plataformas de empréstimos e DEXs favorecem o USDC por sua integração nativa e baixa latência.

Em contraste, o USDT concentra-se na Tron, mais voltada para pagamentos simples. Investidores em Solana alternam o USDC em swaps e yields, multiplicando seu volume. Dados on-chain mostram que essa dominância acelera o ciclo virtuoso: mais liquidez atrai mais protocolos, elevando o uso.

Traders brasileiros devem considerar Solana para exposição a esse ecossistema, onde o USDC oferece estabilidade com alta utilidade.

Token TRUMP e Ventos Regulatórios

O lançamento do memecoin TRUMP em janeiro 2025 criou demanda inesperada pelo USDC. Seu principal pool de liquidez na Meteora DEX é pareado com USDC, forçando compradores a adquirir a stablecoin da Circle. Ironia: a família Trump lançou sua própria USD1, mas impulsionou a concorrente.

Regulamentações também pesam. O Genius Act nos EUA e MiCA na Europa premiaram a transparência do USDC, enquanto o USDT enfrenta escrutínio. Exchanges europeias pressionam para remover Tether, beneficiando Circle.

Esses fatores combinados sinalizam um shift estrutural. Bloomberg prevê US$ 56 trilhões em pagamentos com stablecoins até 2030.

Qual Stablecoin Escolher para Trades?

Para o leitor brasileiro, o USDC emerge como opção superior para trades em DeFi e Solana, com volume superior indicando maturidade. USDT permanece rei para holdings longos pela liquidez global. Monitore dominância on-chain e regs para decisões informadas. Vale comparar taxas em exchanges locais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rio caudaloso de energia cyan-dourada transbordando ponte tradicional com cristal 33T, simbolizando volume recorde de stablecoins superando Visa

Stablecoins Explodem: US$ 33 Trilhões em Volume Supera Visa

Os volumes de transações com stablecoins atingiram US$ 33 trilhões em 2025, um crescimento de 72% que supera as redes Visa e Mastercard combinadas. Esse marco, impulsionado por clareza regulatória nos EUA via Genius Act e adoção por bancos como Standard Chartered, varejistas como Walmart e Amazon, sinaliza utilidade massiva em pagamentos diários. O FMI alerta para disrupção financeira, mas para usuários, significa confiança em transferências rápidas e baratas globalmente.


Volumes Recordes Liderados por USDC e USDT

De acordo com dados da Artemis Analytics, citados pela Bloomberg, o boom foi puxado pelo USDC, que processou US$ 18,3 trilhões em transações, seguido pelo USDT da Tether com US$ 13,3 trilhões. No quarto trimestre de 2025, os volumes bateram recorde de US$ 11 trilhões.

Essa escalada reflete uma mudança: menos atividade em plataformas DeFi descentralizadas e mais uso no mundo real. O cofundador da Artemis, Anthony Yim, destaca que isso indica ‘adoção massiva de dólares digitais’, especialmente em cenários de inflação e instabilidade geopolítica, onde stablecoins oferecem o on-ramp mais simples para exposição ao dólar. Para o dia a dia, isso traduz em pagamentos transfronteiriços instantâneos sem intermediários caros.

Adoção Institucional Acelerada pela Regulação

A aprovação da legislação Genius Act pelo governo Trump em julho de 2025 trouxe clareza regulatória, pavimentando o caminho para integração por instituições financeiras. Bancos como Standard Chartered, gigantes do varejo como Walmart e Amazon estão explorando lançamentos próprios de stablecoins. Essa tendência prática beneficia usuários brasileiros, que enfrentam volatilidade cambial, permitindo hedges eficientes e remessas familiares via apps de exchanges.

O USDT mantém liderança em capitalização de mercado com US$ 187 bilhões, contra US$ 75 bilhões do USDC, refletindo seu papel como reserva de valor e meio de pagamento. No Brasil, onde o real oscila, stablecoins como esses ganham tração para compras cotidianas e investimentos conservadores.

Deslocamento para Pagamentos Reais e Alertas Regulatórios

Embora o USDC domine DeFi com alto turnover de trading e empréstimos, o USDT é preferido para pagamentos e armazenamento de valor, com menor rotatividade. Reguladores como o FMI advertem que stablecoins podem perturbar o sistema financeiro tradicional, mas o crescimento não para: projeções da Bloomberg Intelligence apontam para US$ 56 trilhões até 2030.

Para o leitor prático, isso significa opções reais: pague fornecedores internacionais, receba salários em dólar estável ou proteja poupança da inflação sem bancos. Em contextos de sanções globais, stablecoins demonstram resiliência, superando barreiras fiat e promovendo inclusão financeira cotidiana.

Implicações Práticas e Próximos Passos

Stablecoins não são mais nicho cripto; são infraestrutura de pagamentos. Com volumes acima de Visa, oferecem velocidade (segundos vs. dias) e custo baixo (centavos vs. taxas altas). Usuários devem monitorar aprovações locais no Brasil e integrar carteiras para uso diário.

A Bloomberg projeta expansão, sugerindo que stablecoins se tornarão padrão para transações globais. Fique atento a novos emissores e integrações com apps de pagamento.


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Fluxo glassmorphism translúcido ciano-dourado expandindo com cristais USDT e USDC, simbolizando US$ 56 trilhões em stablecoins até 2030

Stablecoins: Fluxos de US$ 56 trilhões até 2030, Prevê Bloomberg

A Bloomberg Intelligence projeta que os fluxos de pagamentos com stablecoins podem atingir US$ 56 trilhões até 2030, um salto impressionante ante os US$ 33 trilhões em 2025. Esse crescimento explosivo de cerca de 80% ao ano é impulsionado pela adoção institucional e pelo uso em economias instáveis, posicionando as stablecoins como pilar fundamental dos pagamentos globais. Seu USDT ou USDC pode fazer parte dessa revolução trilionária.


Crescimento Explosivo nos Fluxos de Pagamentos

Em 2025, os fluxos de stablecoins totalizaram US$ 33 trilhões em volume de transações, um aumento de 72% em relação ao ano anterior, conforme dados analisados pela Bloomberg. Esse recorde reflete a maturidade do ecossistema, com stablecoins se consolidando como ferramenta essencial para transações cotidianas, negócios e reservas de valor. A projeção para 2030 não é mero otimismo: ela considera a expansão contínua em mercados emergentes, onde a instabilidade econômica impulsiona a busca por ativos estáveis atrelados ao dólar.

O mercado total de stablecoins já ultrapassa US$ 312 bilhões em capitalização, com estimativas do Tesouro dos EUA apontando para US$ 2 trilhões até 2028. Essa trajetória sugere que stablecoins não só sobreviverão, mas dominarão fluxos financeiros globais, superando métodos tradicionais em velocidade e custo.

USDT vs USDC: Duel dos Gigantes

O USDT da Tether reina absoluto no CeFi (finanças centralizadas), dominando pagamentos diários, transações comerciais e poupança. Com capitalização de US$ 186,9 bilhões, ele representa a escolha preferida para liquidez imediata. Já o USDC da Circle brilha no DeFi (finanças descentralizadas), com volume de transações superior em 2025: US$ 18,3 trilhões contra US$ 13,3 trilhões do USDT. Juntos, eles respondem por mais de 95% do mercado.

Essa divisão estratégica fortalece o ecossistema: USDT para escala centralizada, USDC para inovação descentralizada. Investidores bullish veem nisso uma base sólida para a expansão projetada, onde a preferência por plataformas DeFi pode cair ligeiramente, mas o volume geral explode.

Adoção Institucional Acelera o Futuro

A onda regulatória favorece essa visão. Após o presidente Donald Trump assinar a GENIUS Act em julho, Canadá e Reino Unido avançam em frameworks para stablecoins em 2026. Gigantes tradicionais entram na jogada: Western Union lança settlement em stablecoins na blockchain Solana no primeiro semestre, enquanto MoneyGram e Zelle implementam soluções para pagamentos cross-border mais rápidos.

Anthony Yim, cofundador da Artemis, atribui o crescimento ao uso de stablecoins em economias emergentes navegando um ‘cenário geopolítico instável’. Essa adoção em nível nacional e corporativo valida o potencial: stablecoins transcendem cripto, integrando-se à finança mainstream.

Stablecoins Dominarão os Pagamentos?

Com fluxos projetados em US$ 56 trilhões, stablecoins podem redefinir o dinheiro digital. Para brasileiros, isso significa opções mais baratas e rápidas para remessas e proteção contra inflação. O otimismo é fundamentado: crescimento histórico, liderança de USDT/USDC e suporte institucional apontam para um futuro onde stablecoins processam trilhões diariamente. Monitore essa tendência – ela pode transformar sua estratégia financeira.


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