Torre imobiliária fragmentando em tokens coletados por investidores cartoon, com '17M' destacado, simbolizando captação em tokens ROOF pela Rooftop e Mercado Bitcoin

Rooftop e MB Captam R$ 17,2 Milhões em Tokens Imobiliários

A Rooftop, em parceria com o MB | Mercado Bitcoin, concluiu ofertas de tokens imobiliários que captaram R$ 17,2 milhões. Os tokens ROOF03, ROOF04 e ROOFTOP01 permitiram que mais de 2 mil investidores acessassem imóveis de alto padrão com aportes iniciais de apenas R$ 100. Essa iniciativa marca um avanço na democratização de investimentos em Real World Assets (RWA) no Brasil, tornando o mercado imobiliário acessível ao varejo.


O Que São Tokens Imobiliários?

Imagine dividir a propriedade de um imóvel de luxo em milhares de pedaços digitais. É isso que a tokenização faz. Os tokens ROOF03 e ROOF04 estão lastreados em um imóvel no condomínio Quinta da Baroneza, captando cerca de R$ 15 milhões com mais de 2 mil investidores. O ticket médio foi de R$ 6 mil, mas o mínimo era só R$ 100, permitindo que pessoas comuns entrem no jogo dos grandes investidores.

Esses tokens oferecem retorno estimado de IPCA + 13% ao ano, com pagamentos mensais de aluguel enquanto o imóvel não é vendido. Tudo regulado e transparente, graças à blockchain, que registra cada transação de forma imutável. Para iniciantes, é como comprar frações de um apartamento sem precisar de escritura ou corretor.

A estruturação pela Rooftop e MB levou apenas 72 dias, mostrando agilidade em um setor tradicionalmente lento.

A Oferta de Renda Variável ROOFTOP01

Além dos tokens de renda fixa, a parceria lançou o ROOFTOP01, uma oferta de renda variável tokenizada, similar a um venture debt. Ela captou R$ 1,5 milhão com 266 investidores e ticket médio de R$ 5.600. Aqui, o retorno varia com o desempenho da empresa, combinando dívida com upside potencial.

Daniel Gava, CEO da Rooftop, destaca: “Transformar um imóvel em ativo digital fracionado inclui o investidor pessoa física em oportunidades antes exclusivas de instituições”. Essa abordagem une solidez patrimonial, proteção contra inflação e acessibilidade.

Para quem está começando, é uma forma didática de entender RWA: ativos reais (como imóveis) convertidos em tokens negociáveis em plataformas digitais.

Por Que Isso Democratiza o Mercado?

No Brasil, investir em imóveis exigia milhões ou contatos privilegiados. Com tokens, qualquer um com smartphone pode aportar pouco e diversificar. André Gouvinhas, VP de Investment & Banking do MB, afirma que o sucesso confirma a demanda por produtos lastreados em reais com experiência intuitiva.

A tokenização reduz barreiras: sem burocracia, liquidez maior (tokens podem ser negociados) e transparência via blockchain. É otimista para o futuro: mais empresas como Rooftop e MB podem atrair varejo para R$ bilhões em ativos paralisados.

Os resultados reforçam o Brasil como pioneiro em RWA na América Latina, com regulação da CVM pavimentando o caminho.

Como Começar a Investir em RWA?

  1. Escolha plataformas reguladas como MB.
  2. Verifique o ativo subjacente (imóvel, laudos).
  3. Aporte mínimo e acompanhe via app.
  4. Receba rendimentos mensais.

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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Equipe cartoon da Algorand Foundation retornando aos EUA com figura Trump abrindo portas, simbolizando ambiente pró-cripto

Algorand Foundation Retorna aos EUA na Era Trump

A Algorand Foundation anunciou seu retorno aos Estados Unidos, reestabelecendo a sede em Delaware após anos em Singapura. A decisão, revelada em 14 de janeiro de 2026, reflete o ambiente regulatório mais amigável sob o governo Trump, marcando o possível fim do ‘exílio’ de fundações cripto. Com um novo conselho de diretores experiente, a organização visa liderar a inovação em infraestrutura financeira blockchain, como pagamentos e tokenização de ativos. Isso pode sinalizar uma migração reversa de protocolos para os EUA.


Mudança Estratégica e Novo Conselho de Diretores

A Algorand Foundation, apoiadora do desenvolvimento da blockchain layer-1 Algorand — originária de pesquisas no MIT —, optou por essa reestruturação para intensificar operações nos EUA. O novo board inclui nomes de peso: Bill Barhydt, fundador e CEO da Abra, como chair; Alex Holmes, ex-CEO da MoneyGram; Michael Mosier, ex-diretor interino do FinCEN; Rebecca Rettig, CLO da Jito Labs; e Staci Warden, CEO da fundação.

Essa composição combina expertise em finanças tradicionais, cripto e regulação americana, preparando o terreno para expansão em serviços como pagamentos cross-border, empréstimos on-chain e tokenização de imóveis. A fundação também planeja criar um Ecosystem Advisory Council, envolvendo desenvolvedores e grandes participantes da rede para moldar a estratégia futura.

Contexto Regulatório: Trump e a Virada Pró-Cripto

Sob Donald Trump, a política cripto nos EUA mudou radicalmente. Ações executivas iniciais promoveram clareza regulatória e um blueprint federal para ativos digitais, abandonando a abordagem punitiva anterior. Staci Warden destacou: “Ao reestabelecer presença nos EUA, a Algorand garante liderança americana na próxima geração de infraestrutura financeira.”

Essa transição não redireciona, mas afia a estratégia da Algorand, focando em empoderamento financeiro global. Para o ecossistema cripto, representa otimismo: fundações que migraram para jurisdições como Singapura ou Ilhas Cayman podem seguir o exemplo, atraindo capital e talento de volta aos EUA em um momento de bull market.

Implicações para o Mercado e Migração Reversa

O retorno da Algorand pode iniciar uma onda de migração reversa de protocolos. Com foco em casos reais como tokenização de ativos e pagamentos, a blockchain atrai projetos institucionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 521.285 (+2,25% em 24h), refletindo otimismo geral no mercado.

Para investidores brasileiros, isso reforça a maturidade do setor. Projetos como Algorand demonstram resiliência e adaptação, potencializando adoção em finanças descentralizadas (DeFi) e real-world assets (RWA). Vale monitorar como essa liderança americana impulsiona parcerias globais e valorização do token ALGO.

O Que Esperar e Ações para Investidores

Os próximos passos incluem expansão em pagamentos globais e tokenização, com o novo conselho guiando prioridades. Essa movimentação bullish sob Trump pode atrair mais instituições, consolidando os EUA como hub cripto. Investidores devem acompanhar atualizações da fundação e métricas on-chain da Algorand, como TVL e volume de transações, para avaliar o momentum.

Em um cenário de crescimento institucional, oportunidades surgem para diversificação em layer-1s inovadores como Algorand, especialmente com regulação clara fomentando confiança.


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Personagens cartoon de banqueiro tradicional e dev DeFi apertando mãos sobre ponte blockchain, simbolizando tokenização de depósitos pelo BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Fim dos Bancos Tradicionais?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com US$ 57,8 trilhões em ativos sob custódia, anunciou o lançamento de representações digitais de depósitos de clientes em sua blockchain privada. A iniciativa, revelada em 9 de janeiro de 2026, permite movimentar ‘dinheiro programável’ para usos como colateral e margem, marcando um passo histórico na integração de finanças tradicionais com tecnologia blockchain. Isso pode sinalizar o início do fim do modelo bancário convencional, ao trazer eficiência inédita para liquidez institucional.


O Que São Depósitos Tokenizados?

Tokenização de depósitos consiste na criação de tokens digitais que representam 1:1 os saldos reais de clientes no banco. Diferentemente de uma simples digitalização, esses tokens operam em uma blockchain permissionada desenvolvida pelo próprio BNY, acessível apenas a participantes autorizados. Os clientes institucionais e ‘nativos digitais’ podem usar esses ativos para transações rápidas, reduzindo o atrito de liquidação — o tempo e custo entre negociações.

Inicialmente, os tokens serão aplicados em cenários de colateral e margem, como garantias em derivativos ou empréstimos. Importante: apesar de estarem na blockchain, os saldos continuam registrados nos sistemas legados do banco para fins regulatórios, garantindo conformidade com normas globais. Essa abordagem híbrida une a imutabilidade da blockchain à confiança de um custodiante com mais de 240 anos de história.

A tecnologia permite automações via contratos inteligentes, tornando o dinheiro ‘programável’ — capaz de executar condições pré-definidas sem intermediários manuais.

Diferenças em Relação às Stablecoins Tradicionais

Diferentemente de stablecoins como USDT ou USDC, emitidas por empresas privadas como Tether ou Circle, os depósitos tokenizados do BNY são lastreados diretamente por depósitos bancários regulados. Stablecoins dependem de reservas off-chain divulgadas periodicamente, sujeitas a auditorias independentes, mas sem o escudo regulatório pleno de um banco como o BNY.

Aqui, o token é uma extensão nativa do passivo bancário, com resgate imediato em fiat tradicional. Isso elimina riscos de descolamento de paridade (depeg) comuns em stablecoins durante crises, como visto em eventos passados. Para usuários finais, significa maior segurança e interoperabilidade com ecossistemas DeFi, sem abandonar a infraestrutura bancária consolidada.

O BNY posiciona isso como ‘tecido conectivo’ de sua infraestrutura digital, integrando-se a produtos como o fundo de mercado monetário tokenizado lançado com o Goldman Sachs em julho de 2025.

Parcerias e Contexto Institucional em Expansão

A iniciativa conta com endossos de players cripto como Anchorage Digital, Circle, Paxos, Securitize (BlackRock) e Ripple Prime. Carolyn Weinberg, Chief Product Officer do BNY, enfatiza a confiabilidade dos depósitos como base para inovação. No cenário mais amplo, movimentos institucionais aceleram: empresas de tesouraria Bitcoin ligadas a Adam Back, como H100 Group (com 1.046 BTC) e Future Holdings, assinam acordo para fusão, expandindo operações na Suíça.

Essa convergência reforça a maturidade do setor, com tradicionais como BNY e JPMorgan adotando tokenização para eficiência, enquanto nativos escalam tesourarias corporativas.

Implicações para Bancos, DeFi e Usuários Finais

Para o sistema bancário tradicional, isso ameaça o status quo ao reduzir dependência de trilhos lentos como CHIPS ou SWIFT, potencializando liquidez 24/7. No DeFi, abre portas para colaterais regulados, atraindo trilhões em TVL. Usuários brasileiros, por exemplo, podem indiretamente beneficiar-se via fundos globais mais eficientes, com menores custos em remessas ou investimentos.

Vale monitorar aprovações regulatórias e escalabilidade da blockchain privada. Analistas veem isso como catalisador para adoção massiva, questionando: será o prenúncio de bancos tokenizados?


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Executivo cartoon abrindo caixa forte liberando ações tokenizadas luminosas com '$1B' gravado, simbolizando crescimento e adoção institucional

CEO da Coinbase: Ações Tokenizadas Chegaram Para Ficar

Brian Armstrong, CEO da Coinbase, aposta que as ações tokenizadas chegaram para ficar, prevendo uma adoção massiva similar à das stablecoins. Em conversa com o CEO do Goldman Sachs, ele destacou oportunidades em ações como Tesla e Nvidia, acessíveis 24/7 globalmente. Os números confirmam: mais de US$ 1 bilhão em ativos sob gestão (AUM), impulsionados pela institucionalização via blockchain. Isso revoluciona o mercado tradicional com negociações instantâneas e fracionadas.


O Que São Ações Tokenizadas?

As ações tokenizadas são versões digitais de ações tradicionais, representadas como tokens em blockchains como Ethereum e Solana. Elas funcionam como recibos blockchain de empresas como Apple ou Tesla, negociáveis em carteiras cripto, sem corretoras convencionais. As vantagens incluem trading 24/7, liquidação quase instantânea e compras fracionadas, permitindo investimentos menores e acessíveis a investidores globais.

Armstrong enfatiza o paralelo com stablecoins, que atingiram US$ 310 bilhões em circulação. Para ricos em países como Argentina, isso abre portas para ações americanas sem burocracia. Além disso, possibilita perpetual futures e governança programável on-chain, inovações impossíveis em bolsas tradicionais.

Crescimento Explosivo e Números Impressionantes

O mercado de tokenização de real-world assets (RWA) já supera US$ 375 bilhões, com ações tokenizadas ultrapassando US$ 800 milhões em equity pública, segundo dados recentes. Plataformas como xStocks na Solana lideram com US$ 571 milhões em AUM (57% do total), focando em Tesla, Nvidia e Circle. Ondo Finance complementa com US$ 352 milhões no Ethereum e US$ 52 milhões na BSC.

Desde junho de 2025, o AUM de tokenized stocks explodiu de zero para mais de US$ 1 bilhão. Larry Fink, da BlackRock, previu um mercado de US$ 1 trilhão até o fim da década. Esse crescimento reflete a confiança institucional, com volumes em trillions semelhantes aos de stablecoins.

Principais Jogadores e Adoção Institucional

BlackRock e Ondo Finance pioneiram a tokenização, com Ondo lançando a maior plataforma de tokenized stocks. Robinhood oferece mais de 200 ações tokenizadas na Europa, enquanto Galaxy Digital tokenizou 32.374 de suas próprias ações na Solana. A Coinbase avança com “Coinbase Tokenize” para instituições e pressiona reguladores por produtos 24/7 desde 2021.

Esses movimentos mostram adoção massiva: plataformas como Kraken, Bybit e KuCoin expandem ofertas. Para exchanges como Coinbase, isso diversifica receitas além do spot trading cripto, reduzindo intermediários e fees, especialmente para pequenos investidores.

Regulamentação e Impacto no Mercado Tradicional

Apesar do otimismo, reguladores como a SEC, via comissária Hester Peirce, afirmam que tokenized securities ainda são securities, sujeitas a regras. Plataformas oferecem sintéticos ou backing 1:1, exigindo due diligence. No entanto, a postura pró-cripto de Trump favorece avanços.

O impacto é transformador: acesso global sem contas em brokers US, custos menores e inovação. Investidores devem monitorar plataformas confiáveis, pois o potencial é bilionário, mas riscos regulatórios persistem. A tokenização redefine finanças tradicionais.


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Executivos cartoon tradicional e tech transformando depósitos em rede de tokens luminosos, simbolizando tokenização institucional pela BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Cripto Vai ao Mainstream?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com US$ 57,8 trilhões em ativos sob custódia, anunciou o lançamento de representações digitais de depósitos de clientes em uma blockchain privada. A iniciativa, revelada na sexta-feira (9), permite movimentar ‘dinheiro programável’ de forma eficiente, marcando um passo decisivo na adoção institucional de tecnologias blockchain. Bancos tokenizando seu próprio dinheiro: isso é o cripto finalmente chegando ao mainstream?


Detalhes da Plataforma de Tokenização

A plataforma do BNY utiliza uma blockchain privada e permissionada desenvolvida pelo próprio banco, projetada para instituições financeiras e até ‘nativos digitais’. Os depósitos tokenizados funcionam como lançamentos digitais em livros contábeis, representando fundos reais que podem ser sacados via meios tradicionais sempre que necessário.

Inicialmente, os tokens serão aplicados em operações de colateral e margem, áreas críticas para o funcionamento suave dos mercados financeiros globais. Carolyn Weinberg, Chief Product and Innovation Officer do BNY, destacou a confiabilidade dos depósitos bancários da instituição, que existe há mais de 240 anos e gerencia US$ 2,1 trilhões em ativos sob gestão.

Importante ressaltar que, apesar da representação em blockchain, os saldos continuam registrados nos sistemas legados do banco para garantir total conformidade regulatória. Essa abordagem híbrida demonstra maturidade na integração de tecnologias emergentes com infraestruturas tradicionais.

Benefícios e Eficiência para Instituições

A tokenização promete reduzir o atrito de liquidação e melhorar a eficiência de liquidez em diversos cenários operacionais. Em um mercado onde transações tradicionais podem demorar dias, a blockchain permite liquidações quase instantâneas, otimizando capital e reduzindo custos operacionais para grandes players de Wall Street.

O BNY posiciona essa solução como o ‘tecido conectivo’ de sua infraestrutura digital, conectando-se a iniciativas anteriores como o fundo de mercado monetário tokenizado em parceria com o Goldman Sachs, lançado em julho. Concorrentes como o JPMorgan já expandem depósitos tokenizados para múltiplas redes, mas o BNY foca em uma abordagem integrada e segura.

Essa evolução reforça a tese de que a tokenização de ativos do mundo real (RWA) não é mais especulação, mas uma realidade prática impulsionando eficiência no sistema financeiro global.

Parcerias Estratégicas e Endossos do Setor

O anúncio contou com endossos de peso do ecossistema cripto. Empresas como Anchorage Digital, emissores de stablecoins Circle e Paxos, a plataforma de tokenização Securitize (apoiada pela BlackRock) e a Ripple Prime manifestaram apoio entusiástico.

Nathan McCauley, CEO da Anchorage Digital, chamou o passo do BNY de ‘momento marcante para a adoção do dinheiro digital’. Até a Citadel Securities, responsável por 25% do volume de ações nos EUA, enfatizou a importância da tokenização para o futuro das finanças.

Essas parcerias sinalizam convergência entre finanças tradicionais e cripto, com gigantes como Goldman Sachs, BlackRock e Ripple alinhados em uma visão comum de dinheiro programável.

Implicações Bullish para o Mercado Cripto

Para investidores, essa movimentação do BNY é um sinal bullish claro. Com custodiante líder adotando blockchain ativamente, espera-se aceleração na tokenização de trilhões em ativos reais, expandindo o TVL (Total Value Locked) em protocolos DeFi e impulsionando demanda por infraestruturas como Ethereum e Solana.

No ciclo atual, essa adoção institucional valida a maturidade do setor, potencializando rallies em ativos relacionados a RWA e stablecoins. Vale monitorar como essa iniciativa se escala, pois pode catalisar o próximo estágio de crescimento do mercado cripto.


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Personagens cartoon de Robinhood e Arbitrum construindo ponte L2 segura sobre Ethereum, com investidores retail cruzando para adoção e tokenização

Robinhood Constrói L2 Ethereum com Arbitrum por Segurança

A Robinhood está construindo sua própria layer-2 (L2) no Ethereum, utilizando a tecnologia Arbitrum, para oferecer segurança máxima aos milhões de usuários retail. Johann Kerbrat, chefe de cripto da plataforma, explicou que a escolha prioriza a segurança e descentralização do Ethereum, além da liquidez do ecossistema EVM. Robinhood leva milhões ao ETH L2. O chain está em testnet privado, com tokenized stocks já ativos no Arbitrum One.


Por Que Escolher L2 Arbitrum no Ethereum?

A decisão de optar por uma layer-2 em vez de uma layer-1 independente reflete o foco estratégico da Robinhood. "Queríamos a segurança do Ethereum, a descentralização e a liquidez do espaço EVM", afirmou Kerbrat. Rollups como o Arbitrum processam transações em lote fora da mainnet Ethereum, reduzindo custos e aumentando velocidade, enquanto herdam a segurança da rede principal.

Isso permite que a Robinhood evite reinventar primitives de blockchain básicas, como consenso e segurança. "Descentralização e segurança vêm ‘de graça’ pelo Ethereum", destacou o executivo. Para usuários retail, significa acesso a transações rápidas e baratas sem comprometer a robustez do Ethereum, ideal para trading diário e DeFi.

Atualmente, os tokenized stocks da plataforma operam no Arbitrum One, o maior rollup por atividade. Quando a L2 própria for lançada, a migração será seamless, transferindo liquidez sem interrupções.

Expansão Rápida dos Tokenized Stocks

Lançado em julho de 2025 com 200 ativos, o programa de ações tokenizadas da Robinhood explodiu para mais de 2.000 tokens, atendendo à demanda dos clientes por portfólios completos. "Os usuários pediram acesso ao universo inteiro de ações", disse Kerbrat.

A visão vai além: tokenização de private equity, imóveis, arte e outros ativos reais. Isso democratiza investimentos tradicionalmente restritos a instituições, trazendo-os onchain com liquidez 24/7. Para brasileiros, isso abre portas para diversificação global via cripto, combinando ações americanas com estabilidade Ethereum.

Os benefícios incluem fractional ownership e yield via lending onchain, mas riscos como volatilidade de preços e regulação precisam ser monitorados. A acessibilidade da Robinhood facilita a entrada, mas exige educação sobre smart contracts.

Staking e Visão de Futuro para Yield

A Robinhood também avançou em produtos nativos cripto, como staking. Lançado primeiro na Europa, expandiu para os EUA (exceto cinco estados) após orientação da SEC. "Foi um dos features mais pedidos", relatou Kerbrat, com alta adoção.

No horizonte, yield virá de novos ativos onchain: "Mais ações, private equity e imóveis gerarão programas de lending". Apesar da fragmentação blockchain, uma nova layer harmonizará tudo, substituindo fundações da finança tradicional.

Benefícios para retail: retornos passivos acessíveis, integração com corretoras familiares. Riscos: incertezas regulatórias nos EUA e dependência de oráculos para ativos reais. Ainda assim, otimista: "Estamos focando em trazer RWAs onchain".

O Que Isso Significa para Investidores Retail?

Para milhões de usuários Robinhood, isso significa escalabilidade ETH sem fricções: transações baratas, segurança comprovada e inovação em tokenização. Brasileiros ganham com exposição a mercados globais via app intuitivo.

Benefícios superam riscos se houver diversificação e DYOR. Monitore o lançamento da L2 para early access a features exclusivas. Robinhood pavimenta o caminho para adoção massiva.


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Personagem Tether cartoon pregando placa Hadron em fortaleza russa sob nuvens de sanções, simbolizando registro apesar de restrições geopolíticas

Tether Registra Hadron na Rússia Até 2035 Apesar de Sanções

A Tether registrou sua plataforma Hadron junto ao Rospatent russo, obtendo direitos exclusivos até outubro de 2035 apesar das sanções ocidentais. O registro, aprovado em janeiro de 2026 após aplicação em outubro de 2025, cobre serviços de trading de criptomoedas, processamento de pagamentos e tokenização de ativos reais como ações e bonds. Isso sinaliza a resiliência das stablecoins em regiões isoladas, com o USDT mantendo US$ 187 bilhões em market cap e liderança global.


Detalhes do Registro e Serviços Protegidos

O trademark da Hadron apresenta um design de hexágono distorcido com três hexágonos menores internos, registrado para múltiplas categorias financeiras baseadas em blockchain. Isso inclui operações de troca e trading de criptomoedas, processamento e transferência de pagamentos em moedas digitais, além de consultoria financeira e fornecimento de informações sobre ativos digitais.

A aprovação rápida em três meses reforça a presença legal da Tether na Rússia, um mercado onde criptomoedas ganham tração para contornar restrições financeiras internacionais. Para empresas e indivíduos russos, isso significa acesso protegido a ferramentas de tokenização, facilitando a conversão de bens tradicionais em tokens negociáveis 24/7 via blockchain.

Essa proteção exclusiva até 2035 permite que a Tether opere sem concorrência direta na marca, potencializando adoção em um país com histórico de liderança em adoção de crypto na Europa.

Lançamento da Hadron e Estratégia da Tether

Lançada em novembro de 2024, a plataforma Hadron permite tokenizar uma ampla gama de ativos reais, como ações, títulos públicos, bonds e até pontos de recompensa de programas de fidelidade. Isso democratiza investimentos, tornando-os acessíveis via blockchains sem intermediários tradicionais.

A Tether, emissora do USDT — stablecoin número um com US$ 187 bilhões em capitalização e terceira maior cripto global —, usa a Hadron para expandir além de stablecoins puras. A empresa também emite tokens atrelados ao euro e ao ouro, consolidando sua posição em real-world assets (RWAs). Na prática, usuários podem converter portfólios tradicionais em tokens líquidos, úteis para hedging contra inflação ou transferências rápidas.

Essa jogada na Rússia alinha com a visão de tokenização como ponte entre finanças convencionais e crypto, especialmente em economias sancionadas onde stablecoins servem como reserva de valor estável.

Impacto Global no USDT e Riscos Geopolíticos

A expansão russa impulsiona a liquidez global do USDT, usado em volumes massivos para trades e remessas. Apesar de sanções pós-Ucrânia, a Tether demonstra que stablecoins transcendem barreiras, oferecendo utilidade prática em pagamentos cross-border e preservação de capital. Para traders brasileiros, isso reforça a confiabilidade do USDT em pares voláteis.

No entanto, riscos geopolíticos persistem: maior escrutínio regulatório ocidental pode afetar listagens em exchanges globais, ou retaliações russas contra plataformas ocidentais. Vale monitorar como isso influencia o peg do USDT e adoção em emergentes. A estratégia sugere stablecoins como ‘invencíveis’ em adoção, mas exige cautela com tensões internacionais.

Investidores práticos devem observar integrações locais na Rússia, que podem elevar volumes e estabilidade do ecossistema Tether.


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Banqueiro tradicional e executivo tech cartoon despejando baú de ouro em plataforma tokenizadora, simbolizando lançamento de depósitos tokenizados pela BNY Mellon

BNY Mellon Lança Depósitos Tokenizados para Institucionais

O maior custodiante do mundo, BNY Mellon, com quase US$ 58 trilhões em ativos sob custódia, acaba de lançar depósitos tokenizados para clientes institucionais. Usando um blockchain privado permissionado, a plataforma espelha saldos on-chain para acelerar settlements e desbloquear liquidez 24/7. Maior custodiante do mundo tokeniza depósitos: os ETFs de Bitcoin foram só o começo dessa revolução TradFi em cripto.


Plataforma Digital Assets do BNY em Ação

A nova funcionalidade está ao vivo na plataforma Digital Assets do BNY, permitindo que instituições representem depósitos existentes como entradas on-chain. Esses tokens atuam como “dinheiro programável”, otimizando fluxos de collateral e margin — áreas críticas que demandam movimentações rápidas de fundos. Carolyn Weinberg, chefe de produto e inovação do BNY, destaca que isso estende depósitos bancários confiáveis para trilhos digitais, com escala, resiliência e conformidade regulatória.

Com histórico de testes em 2025, o BNY moderniza sua infraestrutura de pagamentos globais de US$ 2,5 trilhões. Os saldos reais permanecem em ledgers tradicionais para compliance, enquanto as versões tokenizadas fluem 24/7, eliminando riscos de settlement em fins de semana ou feriados.

Parcerias Estratégicas Aceleram Adoção

O BNY firmou parceria pioneira com Ripple Prime, braço institucional da Ripple, para programmable cash. Early adopters incluem Citadel Securities (25% do volume de ações dos EUA), DRW, Intercontinental Exchange, Baillie Gifford e emissores de stablecoins como Circle e Paxos. Anchorage Digital chama de “momento milestone para adoção de digital cash“.

Essa rede de gigantes valida a tecnologia: o BNY já custodia reservas do stablecoin RLUSD da Ripple, conectando ativos tradicionais a digitais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança de Wall Street na infraestrutura blockchain, pavimentando o caminho para mais tesourarias em cripto.

Corrida TradFi para Blockchain 24/7

O lançamento ocorre na onda de tokenização em bancos, com JPMorgan (JPMD no Base) e HSBC expandindo ofertas semelhantes. A SEC e CFTC propuseram mercados de capitais always-on em 2025, alinhando-se à realidade global. Tokenização de RWAs (real-world assets) como depósitos desbloqueia liquidez em ativos ilíquidos, impactando diretamente stablecoins e pagamentos cross-border.

BNY integra isso à sua custody de Bitcoin e Ethereum desde 2022, além de fundo money-market tokenizado com Goldman Sachs. Escala global: US$ 58 trilhões em AUM reforçam a credibilidade.

Impacto bullish para o Mercado Cripto

Essa adoção TradFi é um superciclo de tokenization, como prevê Bernstein para 2026. Bancos gigantes validam blockchain, reduzindo fricção e atraindo trilhões para on-chain. Para brasileiros, é sinal verde: liquidez 24/7 e programmable money ganham tração, elevando confiança em investimentos cripto. BTC ETFs foram o aperitivo; depósitos tokenizados são o prato principal da convergência financeira.


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Executivos cartoon estilizados unindo mãos para ativar rede blockchain global, simbolizando lançamento do ledger Swift com Standard Chartered para tokenização

Swift Lança Ledger Blockchain com Standard Chartered para Tokenização

O Swift e o Standard Chartered anunciaram um ledger baseado em blockchain para conectar 11.500 instituições financeiras em mais de 200 países, focado em ativos tokenizados. Revelado no Sibos 2025, o projeto marca o fim do Swift antigo e o início de uma era always-on para finanças globais. Essa ponte entre TradFi e blockchain promete crescimento exponencial para o ecossistema cripto, validando transações em tempo real via smart contracts.


Escala Global: Infraestrutura para Ativos Digitais

O Swift, rede que já processa trilhões em pagamentos diários, agora estende sua infraestrutura para um ledger blockchain dedicado a tokenizados. Esse sistema atuará como registro seguro de transações institucionais em tempo real, mantendo os padrões de confiabilidade que o mercado espera.

Não se trata de substituir os trilhos de pagamento tradicionais, mas de complementá-los. Bancos poderão oferecer serviços de ativos digitais sem abandonar suas operações legadas, atendendo à demanda crescente por liquidação instantânea cross-border. Michael Spiegel, do Standard Chartered, destaca que a tokenização não é mais experimental — é o novo padrão para o comércio global, com potencial para movimentar US$ 16 trilhões em ativos até 2030.

Essa expansão reflete o momentum da indústria: clientes exigem disponibilidade contínua e velocidade, especialmente em mercados emergentes onde o ritmo das transações acelera diariamente.

Ponte Essencial entre TradFi e Cripto

A iniciativa surge em um momento pivotal, com a finança tradicional abraçando blockchain de forma irreversível. O ledger proposto usa smart contracts para validar sequências de transações, garantindo interoperabilidade sem fricções. Para investidores cripto, isso significa que gigantes como Swift validam o modelo, abrindo portas para adoção em escala.

Imagine ativos reais — de títulos a imóveis — tokenizados e negociados 24/7 via redes conectadas. O Standard Chartered confirma que o digital finance atingiu o tipping point, transitando de pilotos para produção mainstream. Essa maturidade impulsiona o valor de protocolos blockchain, com expectativa de inflows institucionais massivos nos próximos anos.

O otimismo é fundamentado: com infraestrutura confiável, o risco regulatório diminui, e o volume de tokenizados explode, beneficiando todo o ecossistema.

Combate à Fragmentação via Colaboração

Um dos maiores entraves à tokenização é a fragmentação entre redes blockchain. Diferentes plataformas operam isoladas, limitando liquidez e adoção. O Swift aborda isso colaborando com mais de 30 instituições financeiras, provedores de tecnologia e bancos centrais para definir modelos de settlement unificados e governança.

Essa parceria replica o sucesso do Swift em conectar pagamentos fiat, agora para o mundo digital. Padrões interoperáveis permitirão que redes troquem valor sem obrigações de multi-plataforma, reduzindo complexidade técnica e acelerando a entrada de novos players.

Para o mercado brasileiro, isso abre oportunidades: exchanges locais poderão integrar esses fluxos globais, facilitando remessas e investimentos em RWAs (real world assets).

Crescimento Exponencial à Vista

Essa notícia bullish reforça a narrativa de convergência: TradFi não compete com cripto, mas evolui com ela. Com Swift liderando, espere aceleração em ETFs tokenizados, stablecoins institucionais e RWAs. Investidores atentos veem aqui o catalisador para um novo superciclo, onde a escala global impulsiona preços e inovação.

Vale monitorar atualizações do Sibos 2025 — o futuro das finanças tokenizadas começa agora.


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Executivos cartoon estilizados unindo engrenagens e prismas em ponte luminosa sobre sombras, simbolizando união de Nasdaq, CME e BNY no avanço cripto institucional

Nasdaq e CME Unificam Índices Cripto: Infraestrutura Institucional Avança

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/01/2026 | MANHÃ

A unificação dos índices de cripto pela Nasdaq e CME define o tom do período. O momentum positivo se sustenta na robustez da infraestrutura para capital institucional, com avanços significativos também na tokenização bancária pelo BNY Mellon. O viés bullish moderado prevalece, apesar do primeiro grande hack de 2026 no protocolo Truebit atuar como um lembrete dos riscos de segurança em DeFi, mas sem força para reverter a tendência de adoção macro. Adicionalmente, a iminente votação do Clarity Act nos EUA e os planos de ETFs na Coreia do Sul reforçam a perspectiva de liquidez global.


🔥 Destaque: Nasdaq e CME Unificam Índices Cripto

Em um movimento decisivo para a infraestrutura do mercado, a Nasdaq e o CME Group anunciaram a fusão de seus benchmarks, criando o Nasdaq-CME Crypto Index. A iniciativa visa padronizar a referência de preços para ativos digitais, facilitando a criação de produtos de investimento passivo como ETFs e ETPs para investidores institucionais.

O novo índice não se limita ao Bitcoin e Ethereum; ele abrange uma cesta diversificada que inclui SOL, XRP, LINK, ADA e AVAX. Isso representa uma validação institucional para esses ativos, que agora ganham um selo de legitimidade perante gestoras de patrimônio e fundos de pensão que buscam exposição ao setor além das duas maiores criptomoedas.

Para o investidor, isso sinaliza uma provável onda de novos produtos financeiros regulados. A existência de um índice unificado e confiável remove barreiras de compliance para a entrada de capital tradicional (TradFi), permitindo que alocações estratégicas sejam feitas com menor fricção operacional e maior segurança jurídica.


📈 Panorama do Mercado

O avanço institucional é o tema dominante deste sábado. Além da parceria Nasdaq-CME, o mercado observa movimentos estratégicos na Ásia, com a Coreia do Sul planejando ETFs de Bitcoin para 2026, e nos Estados Unidos, com o BNY Mellon avançando em depósitos tokenizados. Esses eventos convergem para uma tese de integração profunda entre sistemas financeiros legados e a tecnologia blockchain.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 488.837,53, apresentando estabilidade com variação de +0,10% nas últimas 24 horas. A sustentação de preços próximo às máximas, mesmo diante de notícias de hacks, reflete um mercado maduro e focado nos fundamentos de longo prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Vulnerabilidades em DeFi: O exploit de US$ 26 milhões na Truebit expõe fragilidades em protocolos de verificação off-chain, exigindo cautela com projetos de menor capitalização.
  • Ética regulatória nos EUA: As compras de Bitcoin por congressistas americanos antes da votação do Clarity Act podem gerar ruído político e acusações de conflito de interesse.
  • Criminalização de código: A perseguição jurídica a desenvolvedores de ferramentas de privacidade, como no caso Tornado Cash, cria um precedente perigoso para a inovação open-source.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Exposição via índices: Ativos incluídos no novo índice Nasdaq-CME, como SOL e LINK, tendem a capturar fluxos de investimento passivo institucional.
  • Infraestrutura de segurança: A crise na Truebit reforça a tese de investimento em oráculos e verificadores estabelecidos, como a Chainlink, que se beneficiam da migração para qualidade.
  • Tokenização de RWA: A iniciativa do BNY Mellon valida o setor de ativos do mundo real, beneficiando protocolos que oferecem infraestrutura para tokenized treasuries e cash digital.

📰 Principais Notícias do Período

1. Truebit sofre hack de US$ 26 milhões e token zera
Protocolo de verificação sofreu o primeiro grande ataque de 2026, com perda total de liquidez no token TRU. O incidente reforça a importância da auditoria e segurança em ecossistemas descentralizados.

2. Votação do Clarity Act agendada com polêmica de insider trading
Senado dos EUA votará marco regulatório em 15 de janeiro. Revelações de que congressistas compraram US$ 300 mil em BTC antes do anúncio levantam questões éticas no momento político.

3. Nasdaq e CME lançam índice cripto unificado
Gigantes do mercado tradicional unem forças para criar benchmark que cobre 80% do mercado cripto, pavimentando o caminho para novos produtos financeiros regulados.

4. Coreia do Sul planeja ETFs de Bitcoin para 2026
Seguindo o exemplo dos EUA e Hong Kong, o governo sul-coreano inclui ETFs spot em sua estratégia econômica, sinalizando abertura de um dos maiores mercados de varejo da Ásia. Para investidores que buscam plataformas globais com liquidez nesses mercados, a Binance oferece acesso aos principais pares de negociação.

5. BNY Mellon inicia tokenização de depósitos institucionais
O maior banco custodiante do mundo lança plataforma para cash digital em parceria com líderes da indústria, visando liquidar transações 24/7 com segurança bancária.

6. Vitalik Buterin defende desenvolvedor do Tornado Cash
Cofundador do Ethereum doa para fundo de defesa legal e critica tese do DOJ que criminaliza a escrita de código, um debate central para o futuro da privacidade on-chain.

7. Trump nega perdão presidencial a Sam Bankman-Fried
Encerrando especulações, o presidente dos EUA confirma que o fundador da FTX cumprirá sua pena, estabelecendo uma linha clara entre inovação cripto e fraude financeira.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxos do Hack Truebit: Acompanhar se os fundos roubados serão movidos para mixers ou corretoras, o que pode gerar pressão vendedora localizada em ETH.
  • Votação em 15/Jan: O resultado no Comitê do Senado definirá a velocidade da clareza regulatória nos EUA; a aprovação é catalisador bullish.
  • Novos Produtos Nasdaq-CME: Fique atento a pedidos de registro de ETFs que utilizem o novo índice como referência nos próximos dias.

🔮 Perspectiva

O mercado projeta um cenário construtivo para as próximas 24 horas. A consolidação da infraestrutura institucional, exemplificada pela união Nasdaq-CME, fornece um suporte fundamental que mitiga o impacto negativo de incidentes isolados como o hack da Truebit. O viés bullish moderado deve se manter, com investidores focados na acumulação de ativos de qualidade e na expectativa de avanços regulatórios na próxima semana.


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Banqueiro cartoon e tech guy se cumprimentando sobre rede Base com selo BUY verde, simbolizando elevação da Coinbase pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase a ‘Buy’ por Base e Tokenização

O Bank of America elevou a recomendação para as ações da Coinbase (COIN) de ‘Neutral’ para ‘Buy’, mantendo o preço-alvo em US$ 340. Analistas destacam o crescimento acelerado da rede layer-2 Base e os ventos favoráveis da tokenização como drivers principais. Essa visão otimista sinaliza confiança crescente de gigantes TradFi no ecossistema Coinbase, beneficiando investidores institucionais em um momento de expansão regulatória positiva.


Crescimento Explosivo da Base Impulsiona Otimismo

A rede Base, layer-2 Ethereum desenvolvida pela Coinbase, tem sido o carro-chefe do upgrade. Lançada em 2023, ela já acumula US$ 5 bilhões em TVL e processa milhões de transações diárias, superando rivais como Arbitrum em atividade. Analistas do BofA veem Base como infraestrutura chave para produtos inovadores, como empréstimos colateralizados em Bitcoin e o app Base, que integra wallet, social e AI.

Recentemente, o JPMorgan anunciou a integração de seu token de depósito JPMD na Base, permitindo transações 24/7 para clientes institucionais. Essa adesão de um banco tradicional reforça o posicionamento da Coinbase como ponte entre finanças legadas e on-chain, com potencial para bilhões em receitas adicionais.

Tokenização: O Futuro das Finanças na Mira da Coinbase

O produto Coinbase Tokenize é outro destaque, oferecendo emissão, custódia e compliance para ativos tokenizados como ações, ETFs e imóveis. Com uma base de clientes retail e institucional robusta, a exchange está posicionada para capturar o boom da tokenização, projetado em trilhões pela BlackRock.

Analistas apostam em um token nativo para Base, que poderia gerar caixa bilionário via incentivos a builders e maior descentralização. Embora sem data confirmada, o estudo de viabilidade em andamento ganha força com avanços regulatórios, como o voto iminente no Senado sobre estrutura de mercado cripto.

Sinais Positivos do Mercado TradFi e Riscos

Não é isolado: o Goldman Sachs também elevou a Coinbase para ‘Buy’ com alvo de US$ 303, citando diversificação em corretagem tradicional e previsão de mercados. COIN negocia a US$ 248, 40% abaixo do pico de julho, mas com ‘product velocity’ em alta, prometendo crescimento anual de 12% até 2027.

Riscos incluem expansão da Binance.US, mas o foco em infraestrutura e tokenização mitiga volatilidade. Com voto no Senado marcado para próxima semana, clareza regulatória pode acelerar adoção, beneficiando COIN e o setor.

Oportunidade para Investidores Brasileiros

Para o público institucional brasileiro, esse sinal do BofA reforça o timing para exposição via ações COIN ou ecossistema Base. Com Bitcoin acima de US$ 91k e tailwinds TradFi, a Coinbase surge como play estrutural no bull market, diversificando além de spot trading para serviços recorrentes.


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Executivo bancário cartoon carimbando 'BUY' em escudo Coinbase com rede Base cyan, simbolizando upgrade de rating pelo Bank of America

Bank of America Eleva Coinbase a ‘Buy’ por Base e Tokenização

O Bank of America elevou a Coinbase para ‘Buy’, mantendo o preço-alvo em US$ 340 por ação. Analistas apontam o crescimento acelerado da rede layer-2 Base e os ventos favoráveis da tokenização como principais drivers. Essa atualização chega em um momento de otimismo com a adoção institucional de criptoativos, sinalizando confiança na estratégia da exchange para 2026.


Crescimento Explosivo da Base

A rede Base, layer-2 da Coinbase no Ethereum, tem sido o destaque. Lançada em 2023, ela já acumula US$ 5 bilhões em TVL e processa milhões de transações diárias. O lançamento recente de produtos como mercados de previsão e trading de ações reforça seu ecossistema, atraindo desenvolvedores e usuários. Analistas preveem que um token nativo para Base poderia gerar bilhões em caixa, incentivando builders e descentralização.

Com integrações como o token de depósito do JPMorgan na Base, a rede se posiciona como ponte entre TradFi e DeFi, ampliando receitas além das taxas de transação.

Tokenização: O Futuro da TradFi

O Coinbase Tokenize é visto como game-changer, oferecendo emissão, custódia e compliance para ativos tokenizados como ações e ETFs. Isso posiciona a Coinbase à frente de rivais, capturando demanda institucional por real-world assets (RWAs). Setores como imóveis e empresas privadas são alvos de expansão, com parcerias como JPMorgan sinalizando maturidade.

Atualizações recentes, incluindo upgrade similar do Goldman Sachs para ‘Buy’, reforçam o momentum. A diversificação para 40% de receitas de subscriptions e serviços reduz volatilidade, prometendo crescimento anual composto de 12% até 2027.

Regulação e Oportunidades para Investidores

Um possível token para Base ganha tração com a votação iminente no Senado sobre estrutura de mercado cripto, esclarecendo regras para commodities e securities. Isso poderia acelerar lançamentos, beneficiando COIN diretamente.

Para investidores institucionais, é um sinal bullish: ações da Coinbase negociam a US$ 248, 40% abaixo do pico, mas com ‘product velocity’ em alta. Vale monitorar Binance.US como risco, mas o foco em infraestrutura e tokenização aponta para upside estrutural.


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Árvore digital colossal com raízes em ativos reais tokenizados e galhos formando rede blockchain, simbolizando superciclo de tokenização em 2026

Bernstein prevê superciclo de tokenização em 2026 para cripto

A renomada corretora de Wall Street Bernstein prevê um ‘superciclo’ de tokenização para impulsionar o próximo ciclo de alta das criptomoedas em 2026. Após um final turbulento em 2025, os analistas afirmam que o mercado já atingiu o fundo, com fundamentos intactos sinalizando uma fase de expansão ampla. O foco está na conversão de ativos reais em tokens blockchain, abrangendo stablecoins, mercados de capitais e previsão.


O Que é Tokenização e Por Que Importa?

A tokenização transforma ativos do mundo real — como imóveis, títulos e commodities — em tokens digitais na blockchain, permitindo fracionamento, negociação 24/7 e liquidez global. Segundo a Bernstein, esse processo está pronto para um supercycle, similar aos ciclos de adoção vistos em ETFs de Bitcoin. Para o investidor brasileiro, isso significa maior acesso a oportunidades antes restritas a grandes players institucionais.

Os fundamentos se fortalecem: em 2025, o valor tokenizado já alcançava US$ 37 bilhões, com projeção de dobrar para US$ 80 bilhões em 2026. Esse movimento conecta o cripto ao status quo financeiro tradicional, acelerando a adoção em massa.

Stablecoins e Pagamentos: O Motor Inicial

Stablecoins lideram o supercycle, com suprimento total esperado em US$ 420 bilhões até o fim de 2026, um crescimento de 56%. Elas transcendem o trading cripto, integrando-se a bancos, remessas e pagamentos cross-border. Fintechs como Block, Revolut e PayPal já adotam, enquanto protocolos como o X402 da Coinbase processam US$ 300 milhões anuais.

No Brasil, onde remessas e pagamentos digitais crescem, stablecoins como USDT e USDC podem revolucionar transações cotidianas, reduzindo custos e volatilidade cambial. O mercado está construindo bases sólidas para essa transição.

Mercados de Previsão e Bitcoin no Horizonte

Além disso, mercados de previsão devem atingir US$ 70 bilhões em volume, gerando US$ 1,4 bilhão em receitas. A Bernstein reitera US$ 150 mil para Bitcoin em 2026 e US$ 200 mil no pico de 2027. Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 494.504,88 mostra variação de -0,72% em 24h.

Empresas como Coinbase (COIN) e Robinhood (HOOD) são proxies ideais, com retornos médios de 59% em 2025 apesar da correção de Q4.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Esse supercycle reforça a tese de adoção institucional, onde volatilidade de curto prazo dá lugar a tendências de longo prazo. Investidores devem monitorar fluxos em RWAs e stablecoins, além de halvings passados que contextualizam ciclos atuais. Riscos como regulação persistem, mas os dados sugerem um futuro bullish fundamentado.

Vale acompanhar como tesourarias corporativas e grandes players posicionam-se nessa onda transformadora.


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Balança regulatória com burocrata brasileiro aprovando Drex e coreano congelando contas cripto, investidor equilibrando no centro

BC prioriza Drex e tokenização; Coreia planeja congelamento de contas cripto

O Banco Central do Brasil definiu Drex e tokenização de ativos reais como pilares da estratégia para 2026-2029, formando a terceira grande infraestrutura digital pública ao lado de Pix e Open Finance. Em paralelo, autoridades sul-coreanas avaliam o congelamento prévio de contas cripto suspeitas de manipulação de mercado. Movimentações indicam aceleração global na integração regulatória de ativos digitais.


Estratégia Brasileira: Drex e Tokenização em Foco

Segundo Rogério Lucca, secretário executivo do BC, o Drex só alcançará pleno potencial com um ecossistema robusto de tokens lastreados em ativos reais, enquanto a tokenização depende de um ambiente institucional seguro. Essa convergência promete modernizar o mercado de capitais, estendendo a eficiência do Pix para transações de ativos financeiros.

A integração com Open Finance permitirá maior concorrência e acesso a dados, com o Drex atuando como camada de liquidação. O BC planeja também conectar títulos públicos brasileiros ao mercado internacional e atualizar regimes de resolução financeira, facilitando influxo de investidores globais. No entanto, o projeto Drex enfrenta desafios tecnológicos, com a blockchain inicial considerada inadequada, embora a autarquia insista em avançar.

Para combater fraudes crescentes em 2025, o BC intensificará supervisão sobre Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs), elevando exigências de capital mínimo e monitorando provedores de infraestrutura bancária.

Coreia do Sul: Medidas Drásticas Contra Manipulação

A Financial Services Commission (FSC) sul-coreana discute um sistema de suspensão de pagamentos similar ao usado no mercado de ações, permitindo congelar contas cripto antes que suspeitos de manipulação — como front-running ou wash trading — lavem ganhos ilícitos. Atualmente, mandados judiciais atrasam ações, facilitando ocultação de fundos em wallets privadas.

Essa proposta integra a segunda fase da legislação cripto local, após foco inicial em proteção ao usuário. Emendas à Capital Markets Act, efetivas desde abril de 2025, já permitem freezes em ações por práticas abusivas. Autoridades argumentam que o dinamismo das cripto exige ferramentas preventivas mais ágeis.

Outras iniciativas incluem buscas em cold wallets pela National Tax Service e responsabilidade bancária para exchanges em casos de hacks.

Implicações para Investidores Locais e Globais

Para o investidor brasileiro, a agenda do BC sugere um sistema financeiro mais integrado e eficiente, mas com maior escrutínio regulatório, impactando exchanges e custodiantes de cripto. PSAVs precisarão de maior robustez, potencialmente elevando custos operacionais e barreiras de entrada.

Na perspectiva global, a Coreia exemplifica tendência asiática de alinhar criptoativos a padrões de securities markets, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar como essas regras afetam liquidez e inovação: proteção contra manipulação fortalece confiança, mas freezes preemptivos podem gerar preocupações com privacidade e acesso rápido a fundos.

Enquanto o Brasil avança em CBDCs e tokenização, a Ásia reforça enforcement, moldando um ecossistema cripto mais maduro, mas regulado. Vale acompanhar atualizações do BC e FSC para ajustes em estratégias de portfólio.


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Bitcoin ETFs Atraem US$ 457 Mi e B3 Avança em Tokenização

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/12/2025 | MANHÃ

O mercado de criptomoedas amanhece nesta quinta-feira, 18 de dezembro de 2025, com um sinal claro de força institucional: os ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos registraram sua maior entrada diária em mais de um mês, totalizando US$ 457 milhões. Este movimento, liderado por gigantes como Fidelity e BlackRock, sugere um posicionamento antecipado de grandes gestores frente à expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve no próximo ano. Enquanto o cenário global aponta para uma redução da volatilidade do Bitcoin — que pode se tornar mais estável que ações de tecnologia como a Nvidia —, o cenário local brasileiro ganha tração com a B3 confirmando planos robustos para sua própria plataforma de tokenização e stablecoin. Contudo, investidores devem equilibrar esse otimismo com cautela: previsões contrárias alertam para riscos de correções profundas e a sofisticação de golpes digitais exige atenção redobrada.


🔥 Destaque: A Retomada do Apetite Institucional via ETFs

O destaque absoluto das últimas 24 horas é o fluxo maciço de capital retornando aos ETFs de Bitcoin spot (à vista). Após semanas de volatilidade e fluxos mistos, os fundos negociados em bolsa nos EUA captaram US$ 457 milhões em um único dia. Analisando profundamente os dados, observa-se que não se trata de uma compra de varejo dispersa, mas de alocações concentradas: o fundo da Fidelity (FBTC) sozinho foi responsável por US$ 391 milhões desse montante, seguido pelo iShares da BlackRock (IBIT).

Este movimento é crucial por dois motivos fundamentais. Primeiro, ele eleva o total de ativos sob gestão (AUM) desses produtos para mais de US$ 112 bilhões, o que significa que os ETFs agora detêm aproximadamente 6,5% de toda a capitalização de mercado do Bitcoin. Isso cria um “choque de oferta” silencioso, onde uma quantidade significativa de moedas é retirada de circulação e bloqueada em custódia institucional de longo prazo, reduzindo a liquidez disponível para venda imediata.

Em segundo lugar, analistas interpretam esse fluxo como um front_running (antecipação) de política monetária. Com a expectativa de que o Federal Reserve inicie ou intensifique cortes de juros em 2026 — possivelmente influenciado por pressões políticas da nova administração nos EUA —, o capital institucional busca refúgio em ativos de risco que se beneficiam da liquidez global. O Bitcoin, neste contexto, deixa de ser apenas uma aposta especulativa para se tornar um componente estratégico de portfólios diversificados, atuando como um hedge contra a desvalorização fiduciária esperada.

Entretanto, é vital notar que essa demanda ainda pode ser episódica. O mercado precisa demonstrar consistência nesses inflows ao longo da próxima semana para confirmar que estamos saindo de uma fase de consolidação lateral para uma nova tendência de alta estrutural.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento geral do mercado evoluiu para um otimismo cauteloso, fundamentado na tese de maturação do ativo. Um relatório da Bitwise, divulgado recentemente, projeta um cenário onde o Bitcoin se tornará menos volátil do que ações de grandes empresas de tecnologia, como a Nvidia, até 2026. Essa redução na volatilidade é uma consequência direta da diversificação da base de investidores: à medida que fundos de pensão, family offices e consultores financeiros entram no mercado via ETFs, o perfil do detentor médio de BTC muda de especuladores de curto prazo para detentores de longo prazo.

No Brasil, o ecossistema de criptoativos continua a se integrar profundamente com o mercado financeiro tradicional. A confirmação de que a B3 (Bolsa do Brasil) planeja lançar uma plataforma de tokenização e uma stablecoin pareada ao Real em 2026 coloca o país na vanguarda da economia tokenizada. Isso reforça a narrativa de Real World Assets (RWA), onde ativos físicos e financeiros são trazidos para a blockchain para ganhar liquidez e fracionamento.

Apesar desses vetores positivos, o mercado ainda enfrenta resistência técnica. O preço do Bitcoin navega em uma zona onde muitos investidores que compraram no topo anterior estão “no prejuízo” (holding at a loss), criando uma barreira de venda natural sempre que o preço tenta subir. Para quem busca operar neste mercado com segurança e liquidez, plataformas globais como a Binance oferecem ferramentas para acompanhar esse volume e posicionar-se tanto em Bitcoin quanto nos novos tokens de RWA que surgem com força.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Correção Cíclica Profunda: Analistas contrarians, como Mike McGlone, alertam para a possibilidade de uma reversão severa, com alvos extremos de baixa (até US$ 10.000) caso o suporte macroeconômico falhe, o que afetaria drasticamente altcoins como ETH e ADA.
  • Venda de Holders em Prejuízo: Existe uma concentração densa de oferta (supply overhang) de investidores que compraram acima de US$ 90.000. Se o preço subir, esses investidores podem vender para “sair no zero a zero”, freando o rally.
  • Fragilidade dos Fluxos: A dependência de expectativas de corte de juros é uma faca de dois gumes. Se a inflação persistir e o Fed não cortar juros conforme o mercado precifica, os ETFs podem ver saídas rápidas de capital.
  • Sofisticação de Golpes (Phishing): O caso recente de um empreendedor em Singapura que perdeu todo seu portfólio via um jogo falso no celular destaca o risco contínuo de phishing direcionado a detentores de cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Antecipação Institucional: Seguir o “dinheiro inteligente” dos ETFs sugere que acumular Bitcoin nos níveis atuais pode ser vantajoso antes que a liquidez global aumente com os cortes de juros previstos.
  • Tokenização (RWA) Brasileira: Com a B3 entrando no jogo, projetos e tokens relacionados à infraestrutura de tokenização e ativos reais no Brasil ganham uma validação institucional maciça e potencial de valorização a médio prazo.
  • Arbitragem de Volatilidade: Se a tese da Bitwise se confirmar e a volatilidade do BTC cair, estratégias de yield e opções que beneficiam de mercados mais estáveis podem se tornar mais lucrativas que o simples holding.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs de Bitcoin registram US$ 457 mi em inflows: Reposicionamento Institucional
Os fundos à vista tiveram o maior dia de entradas em mais de um mês. O movimento é liderado pela Fidelity e sinaliza uma preparação dos grandes fundos para um cenário macroeconômico de juros mais baixos em 2026.

2. B3 planeja plataforma de tokenização e stablecoin BRL para 2026
A Bolsa do Brasil confirmou planos ambiciosos para integrar o mercado tradicional com a blockchain. A iniciativa visa criar uma ponte de liquidez para ativos reais tokenizados e pode transformar o mercado local.

3. Bitwise: Bitcoin será menos volátil que Nvidia em 2026
A gestora argumenta que a entrada de investidores institucionais “mãos de ferro” está mudando a natureza do ativo, tornando-o mais estável do que muitas ações de tecnologia do mercado tradicional.

4. Analista alerta para risco de Bitcoin a US$ 10.000
Em uma visão contrária ao consenso, análise técnica aponta para riscos estruturais que poderiam levar a uma correção massiva, impactando severamente altcoins como Ethereum, Cardano e XRP.

5. Tokenização imobiliária revoluciona acesso e liquidez
O fracionamento de imóveis via blockchain está democratizando o investimento no setor, permitindo que pequenos investidores acessem mercados antes restritos, com maior liquidez e transparência.

6. Alerta de Segurança: Jogo falso drena portfólio em Singapura
Um caso alarmante onde um app malicioso, disfarçado de jogo mobile, conseguiu acesso a carteiras de criptomoedas, reforçando a necessidade de nunca interagir com softwares não verificados em dispositivos de trade.


🔍 O Que Monitorar

  • Fluxo Contínuo dos ETFs: Acompanhar se os inflows de ontem foram pontuais ou se marcam o início de uma tendência semanal constante acima de US$ 200-300 milhões/dia.
  • Declarações do Banco Central/CVM: Ficar atento a novidades regulatórias no Brasil que possam acelerar ou frear os planos da B3 e de outros players de tokenização.
  • Dados de Inflação (EUA): Qualquer sinal de que a inflação americana está resiliente pode derrubar a tese de corte de juros, impactando negativamente os ativos de risco.
  • Relação Put/Call: Monitorar o mercado de opções para ver se o medo de uma queda (proteção via Puts) está aumentando desproporcionalmente, o que sinalizaria descrença na alta atual.

🔮 Perspectiva

Para as próximas 24 a 48 horas, a perspectiva permanece moderadamente positiva (bullish). O volume expressivo de compras institucionais fornece um suporte psicológico e financeiro importante para o Bitcoin acima da região de US$ 80.000 a US$ 85.000. É provável que vejamos tentativas de testar resistências superiores se o fluxo de notícias macroeconômicas se mantiver neutro ou positivo. No entanto, a presença de previsões extremamente baixistas e a quantidade de investidores presos em preços mais altos sugerem que o caminho para novas máximas não será linear. A volatilidade deve se manter presente, exigindo gestão de risco rigorosa.


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