Karts cartoon de Strive ultrapassando Tesla em pista de ranking BTC, simbolizando Strive como 11ª maior detentora corporativa de Bitcoin

Strive Ultrapassa Tesla no Ranking de BTC Corporativo

A Strive Asset Management, liderada por Vivek Ramaswamy, acaba de ultrapassar a Tesla de Elon Musk no ranking dos maiores detentores corporativos de Bitcoin. Após aprovarem a aquisição da Semler Scientific em uma transação all-stock, a Strive alcançou 12.798 BTC, garantindo o 11º lugar global. O movimento reforça a aceleração da adoção institucional, com empresas comprando três vezes mais BTC do que os mineradores produzem, intensificando a escassez on-chain. Isso ocorreu nesta semana, enquanto o Bitcoin supera US$ 96 mil.


Aquisição Estratégica da Semler Scientific

A transação, aprovada pelos acionistas em 13 de janeiro de 2026, integra os 5.048 BTC da Semler aos 7.750 BTC da Strive, totalizando 12.798 BTC — valor equivalente a cerca de R$ 6,68 bilhões segundo o Cointrader Monitor (cotação média R$ 522.582). A Strive também comprou mais 123 BTC por US$ 11,26 milhões, demonstrando compromisso contínuo com a tesouraria em Bitcoin.

Eric Semler, ex-CEO da Semler, ingressará no conselho da Strive, fortalecendo a visão bullish. Apesar da queda de 17% nas ações ASST no dia do anúncio — devido a um reverse split 1-para-20 —, o papel acumula alta de 15% no mês, refletindo otimismo fundamentado na estratégia de tesouraria pura.

Segundo o BitcoinTreasuries.net, essa posição coloca a Strive à frente da Trump Media (11.542 BTC, 12º) e Tesla (11.509 BTC, 13º), redefinindo a ordem dos gigantes corporativos.

Aceleração da Adoção Corporativa

Enquanto a MicroStrategy lidera com 687.410 BTC após comprar 13.627 na semana, empresas públicas absorvem três vezes mais Bitcoin do que a produção mineradora diária (cerca de 450 BTC pós-halving). Essa dinâmica cria pressão altista sustentável, com tesourarias atuando como compradores consistentes em meio à volatilidade.

A Strive planeja monetizar os negócios operacionais da Semler em 12 meses, focando exclusivamente em Bitcoin via emissões de ações preferenciais (SATA), que captaram US$ 200 milhões em IPO. Essa estrutura minimiza diluição e maximiza yield — Q1 2026 projetado em 15% —, atraindo investidores institucionais.

O otimismo é palpável: analistas veem upside de 145% para ações ligadas a BTC, como MSTR mirando US$ 455.

Implicações para o Mercado Brasileiro

Para investidores brasileiros, o topo do ranking corporativo sinaliza maturidade: Strive exemplifica como tesourarias em BTC geram valor superior a ativos tradicionais. Com BTC a R$ 522.582 (Cointrader Monitor), exposição via ações como ASST ou ETFs pode ser estratégica.

Os dados sugerem que a adoção corporativa acelera ciclos bullish, com escassez on-chain impulsionando preços. Vale monitorar próximos movimentos, como emissões SATA para mais compras.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon competindo em escadaria de BTC, Strive ultrapassando Tesla para entrar no top 11 de tesourarias corporativas

Strive Supera Tesla e Entra no Top 11 de Bitcoin Corporativo

Tchau, Elon! A Strive acaba de aprovar a aquisição da Semler Scientific, elevando suas reservas de Bitcoin para 12.798 BTC. Com isso, a empresa de Vivek Ramaswamy ultrapassa a Tesla e o Trump Media, assumindo a 11ª posição entre as maiores detentoras corporativas globais. Essa fusão all-stock reforça a estratégia Bitcoin-first, sinalizando uma nova era de adoção agressiva por empresas públicas.


Detalhes da Aprovação e Novos Holdings

Os acionistas da Strive (ASST) e da Semler Scientific (SMLR) deram sinal verde para a transação, anunciada em 13 de janeiro de 2026. A Semler contribui com 5.048 BTC para o balanço da Strive, que já detinha cerca de 7.750 BTC após uma recente compra de 123 BTC por US$ 11,3 milhões, a um preço médio de US$ 91.561.

Segundo o Bitcoin Magazine, o total combinado posiciona a nova entidade como uma potência em tesouraria Bitcoin, com foco em operações enxutas e geração de yield. Essa movimentação ocorre em meio a um mercado bullish, com o BTC negociado acima de US$ 94.000.

A fusão não só consolida ativos digitais, mas também integra o know-how da Semler, pioneira em adoção corporativa de BTC desde 2024.

Novo Ranking: Strive no Top 11 Global

Pela primeira vez, uma empresa fora do ecossistema tradicional de mineração ou ETFs corporativos entra no top 11 de holdings de Bitcoin. A Strive agora supera a Tesla (com cerca de 11.500 BTC) e a Trump Media & Technology Group, conforme dados das fontes consultadas.

Essa ascensão visionária alinha-se à tese de que o Bitcoin é o ativo de reserva definitivo. Analistas veem potencial para a Strive mirar o top 3 nos próximos trimestres, especialmente com emissões de preferred equity como a SATA, que captou US$ 200 milhões em novembro de 2025.

O otimismo é palpável: com o BTC em alta, essas reservas representam um valor bilionário, impulsionando o market cap ajustado pelo NAV em Bitcoin.

Vivek Ramaswamy e a Estratégia Bitcoin-First

Vivek Ramaswamy, cofundador da Strive, é o arquiteto dessa jogada ousada. Sua visão anti-ESG e pró-capitalismo de mercado sempre defendeu tesourarias Bitcoin-first, priorizando o BTC como hedge contra inflação e diluição fiat.

"I’m proud of the execution the Strive team has delivered", declarou Matt Cole, CEO, destacando um yield projetado de +15% no Q1 2026. Ramaswamy usa a Strive para desafiar o status quo financeiro, provando que empresas ágeis podem escalar via BTC sem endividamento excessivo.

Eric Semler, ex-chairman da Semler, junta-se ao board, trazendo expertise em adoção pioneira de Bitcoin como ativo principal.

Desafios, Reverse Split e Próximos Passos

Apesar do entusiasmo, as ações da Strive caíram 12-17% após o anúncio, impactadas por um reverse stock split 1:20 para atrair investidores institucionais. O objetivo é alinhar o preço das ações a padrões de participação institucional.

A empresa planeja monetizar o negócio de diagnósticos médicos da Semler em 12 meses, usando os recursos para quitar US$ 120 milhões em dívidas, incluindo uma nota conversível de US$ 100 milhões e empréstimo de US$ 20 milhões da Coinbase.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin vale R$ 509.272 nesta quarta-feira (14/01), com alta de 3,06% em 24h. Investidores devem monitorar emissões adicionais de SATA para expansão das reservas.


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