Balança legislativa desequilibrada com moedas douradas Trump pesando contra pergaminho CLARITY puxado por CEO cartoon, ilustrando tensões no Senado EUA

Laços de Trump com Cripto Travam CLARITY Act no Senado, Diz CEO da Custodia

A CEO da Custodia Bank, Caitlin Long, declarou que os laços da família Trump com projetos cripto representam o principal obstáculo à aprovação da CLARITY Act no Senado americano. Falando no ETH Denver, Long descreveu as chances da lei como um "coin flip" (50/50), atribuindo o impasse a preocupações éticas alimentadas por projetos como o World Liberty Financial (WLFI). A legislação, aprovada na Câmara em julho de 2025, busca clareza regulatória para stablecoins, mas enfrenta resistência democrata intensa em Washington.


Trump e Projetos Cripto: O Big Showstopper

Segundo Long, iniciativas ligadas ao presidente Donald Trump, incluindo o World Liberty Financial e memecoins associados à família, transformaram o debate regulatório em uma questão ética. Esses ventures forneceram munição para críticos como a senadora Elizabeth Warren, que vê conflitos de interesse na proximidade de Trump com o setor cripto. A CEO da Custodia enfatizou que essa controvérsia desviou o foco da política para a política partidária, complicando o apoio bipartidário essencial para avançar a lei.

A CLARITY Act visa estabelecer diretrizes claras para emissão e supervisão de stablecoins, ativos centrais no ecossistema DeFi e pagamentos globais. No entanto, os negócios familiares de Trump criaram um ambiente tóxico no Capitólio, onde qualquer menção a cripto agora evoca acusações de favoritismo. Long destacou que mesmo aliados republicanos, como a senadora Cynthia Lummis, admitiram que a situação “tornou seu trabalho mais difícil”. Essa dinâmica reflete tensões mais amplas entre inovação financeira e escrutínio político nos Estados Unidos.

Impasse no Senado: A Barreira da Cloture

Para superar o filibuster no Senado, a CLARITY Act precisa de 60 votos para cloture, exigindo o apoio de pelo menos sete democratas. Long estima que esse número permanece distante, com negociações paralisadas por disputas sobre recompensas em stablecoins e ética. Reuniões recentes na Casa Branca, envolvendo credores e o Crypto Council for Innovation, avançaram pouco, mantendo o projeto engavetado desde sua passagem na Câmara.

O contexto global agrava o quadro: enquanto os EUA hesitam, jurisdições como União Europeia e Singapura avançam com frameworks próprios para stablecoins. Para investidores brasileiros, isso significa incerteza prolongada em um mercado onde USDT e USDC dominam transações cross-border. A demora pode expor o setor a riscos regulatórios ad hoc, via agências como SEC e CFTC, sem a estabilidade de uma lei federal.

Legislação vs. Rulemaking: A Fragilidade Regulatória

Long alertou contra depender de regras administrativas em vez de legislação estatutária. “Regras de agências podem ser revertidas por uma nova administração via novo rulemaking“, explicou. Uma lei aprovada pelo Congresso oferece durabilidade, exigindo processo árduo para alterações. Essa distinção é crucial em um ciclo político volátil, onde mudanças presidenciais frequentemente redefinem prioridades regulatórias.

Do ponto de vista geopolítico, a ausência de clareza americana reverbera mundialmente. Países emergentes, incluindo o Brasil, observam Washington para calibrar suas próprias políticas sobre stablecoins e CBDCs. Sem a CLARITY Act, o risco de fragmentação regulatória global aumenta, afetando liquidez e inovação em DeFi. Investidores devem monitorar não só preços, mas o calendário congressional, pois decisões em Capitol Hill moldam o futuro do portfólio cripto.

Implicações Globais para Investidores

A polêmica Trump-CLARITY ilustra como figuras públicas influenciam regulação cripto. Para o mercado brasileiro, dependente de stablecoins para hedging cambial, o atraso significa volatilidade prolongada e oportunidades perdidas. Long vê mercados de baixa como chance para educação, mas enfatiza: clareza legal é pré-requisito para adoção institucional ampla. Enquanto democratas usam os laços Trump como pretexto, o setor aguarda um equilíbrio entre inovação e accountability.


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Personagem exchange cartoon sob exame de burocrata BC com carimbo IN 704, simbolizando novas exigências regulatórias para cripto no Brasil

BC do Brasil Aperta Cerco com IN 704: Mais Exigências para Exchanges

O Banco Central do Brasil publicou a Instrução Normativa 704, estabelecendo procedimentos rigorosos para autorização de exchanges de criptomoedas, conhecidas como Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs). A norma, em vigor a partir de 2 de fevereiro de 2026, divide o mercado em empresas já operantes e novas entrantes. Em paralelo, o Comitê de Agricultura do Senado dos EUA aprovou por 12-11 sua porção da legislação de estrutura de mercado cripto, em voto estritamente partidário. Surge o debate: maior segurança jurídica ou excesso de burocracia?


Detalhes da IN 704: Dois Regimes de Autorização

A IN 704, publicada em 29 de janeiro, consolida as Resoluções 519 e 520 de 2025, criando fluxos distintos para PSAVs. Empresas já em operação antes de fevereiro de 2026 entram em transição bifásica. Na Fase 1, até 30 de outubro de 2026, devem protocolar requerimento com demonstrações financeiras auditadas dos últimos três exercícios pela CVM, além de declarações de reputação ilibada de controladores e acesso a dados fiscais e criminais pelo BC.

Na Fase 2, 60 dias após aprovação inicial, apresentam plano de negócios detalhado, comprovação de origem lícita de recursos e capacidade econômico-financeira. Para novas exchanges, a documentação completa é exigida desde o início, incluindo sumário executivo, estrutura societária e infraestrutura tecnológica compatível com riscos. Especialista Thiago do Amaral Santos enfatiza a clareza sobre o esperado pelo regulador, mas alerta para preparação antecipada.

Impactos nas Exchanges Brasileiras

Para as cerca de 30 exchanges registradas no BC, o relógio já corre. A norma impõe governança robusta, com foco em integridade de participantes e planejamento compatível ao modelo de negócio. Isso pode elevar barreiras de entrada, beneficiando participantes consolidados como Mercado Bitcoin e Binance Brasil, mas desafiando menores. O risco de não adequação? Operação irregular, sujeita a sanções. No contexto geopolítico, o Brasil adota abordagem cautelosa, priorizando estabilidade financeira em meio à adoção crescente de criptoativos, com volume diário superior a R$ 10 bilhões.

A exigência de auditorias independentes e verificação de controladores visa mitigar lavagem de dinheiro e fraudes, alinhando o país a padrões globais como FATF. Contudo, críticos veem nisso potencial para onerar custos operacionais em até 20-30%, repassados a usuários via taxas mais altas.

Polarização Regulatória nos EUA e Contrastes Globais

Do outro lado do Atlântico, o Comitê de Agricultura do Senado avançou sua fatia da legislação de mercado cripto em markup partidário: 12 republicanos a favor, 11 democratas contra. Democratas como Amy Klobuchar criticaram ausência de proibições éticas para oficiais públicos emitirem ativos digitais e envolvimento alegado de Trump em negociações. Emendas para barrar bailouts estatais e conflitos de interesse foram rejeitadas por jurisdição.

Chair John Boozman celebrou como “passo crítico para regras claras”. Esse contraste evidencia visões geopolíticas: EUA em impasse ideológico, Brasil em regulação técnica e progressiva. Enquanto Washington debate partidarismo, Brasília busca equilíbrio entre inovação e proteção ao sistema financeiro.

Segurança Jurídica ou Burocracia Excessiva?

Para investidores brasileiros, a IN 704 promete maior legitimidade às exchanges autorizadas, atraindo capital institucional e reduzindo riscos sistêmicos. No entanto, prazos apertados e documentação extensa podem retardar inovações como DeFi e tokenização de ativos reais. Globalmente, reflete tendência de maturidade regulatória, similar à MiCA europeia. O leitor deve monitorar aprovações iniciais para avaliar se o arcabouço impulsiona ou trava o ecossistema cripto nacional.


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Senadores cartoon vermelhos e azuis empurrando selo CLARITY dourado em mesa de comissão, simbolizando avanço regulatório cripto com desafios partidários no Senado EUA

CLARITY Act Avança no Senado dos EUA: Marco com Desafios Partidários

O projeto de lei de estrutura de mercado cripto avançou pela primeira vez em uma comissão do Senado dos EUA, marcando um marco histórico para o setor. Na quinta-feira (29/01/2026), a Comissão de Agricultura aprovou o CLARITY Act com voto apertado de 12-11, estritamente partidário, liderado por republicanos. A medida fortalece a CFTC como reguladora principal de commodities digitais, mas enfrenta obstáculos para ganhar apoio bipartidário no plenário. Cripto avança no Senado dos EUA: vitória com gosto de desafio.


Aprovação na Comissão de Agricultura

A Comissão de Agricultura do Senado, presidida por John Boozman (R-AR), deu sinal verde ao Digital Commodity Intermediaries Act, parte do pacote maior conhecido como CLARITY Act. Após rejeitar emendas democratas, o texto foi aprovado em votação rápida, representando o progresso mais significativo da legislação cripto no Senado até hoje.

Democratas, como a senadora Amy Klobuchar e Cory Booker, expressaram frustração com a falta de consenso bipartidário. Booker criticou a ausência de proteções para DeFi e preocupações éticas, incluindo restrições a benefícios pessoais de figuras como o presidente Trump em negócios cripto. Apesar disso, Boozman destacou avanços em negociações e a possibilidade de ajustes via emenda gerencial.

O House of Representatives já aprovou versão similar em julho, abrindo caminho para reconciliação entre câmaras.

Fortalecimento da CFTC como Reguladora Principal

O cerne do projeto de lei é expandir a jurisdição da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) para supervisionar mercados spot de criptoativos classificados como commodities digitais. Isso inclui exchanges, corretoras e dealers, com definições claras para ativos não-securities.

A legislação exige coordenação com a SEC para evitar sobreposições, cria novo funding para a CFTC e melhora proteções ao consumidor. Analistas veem isso como passo crucial para clareza regulatória, reduzindo incertezas que inibem inovação e atraem investidores institucionais.

Do ponto de vista geopolítico, uma CFTC fortalecida posiciona os EUA como líder em regulação cripto, influenciando padrões globais. Para mercados emergentes como o Brasil, isso pode estabilizar fluxos internacionais de capital e facilitar adoção em economias voláteis.

Obstáculos Partidários e Próximos Passos

A votação partidária sinaliza desafios: o projeto de lei agora vai à Comissão Bancária do Senado, onde elementos controversos como yields em stablecoins e restrições a DeFi enfrentam resistência. Sem apoio democrata, não passa no plenário, exigindo 60 votos para superar filibuster.

A Casa Branca planeja reunião na próxima semana com stakeholders para buscar consenso, incluindo bancos e democratas. Eleições de meio de mandato em novembro apertam o cronograma.

Caso avance, House aprova e Trump assina, criando primeiro framework federal integral para cripto nos EUA — após vitória recente com lei de stablecoins.

Implicações Globais para Investidores Brasileiros

Uma lei federal clarificaria o ecossistema, impulsionando confiança e possivelmente elevando preços de ativos como Bitcoin e Ethereum. Para brasileiros, regulação estável nos EUA reduz riscos sistêmicos globais, beneficiando exchanges locais e holders.

Vale monitorar: sucesso depende de concessões bipartidárias. O mercado reage com otimismo cauteloso, mas volatilidade persiste ante incertezas macro e políticas.


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Executivos cartoon em mesa de negociações tensa no Senado EUA, Coinbase retirando apoio ao CLARITY Act pela 5ª vez, adiando lei cripto

Coinbase Trava 5ª Votação de Lei Cripto no Senado dos EUA

A retirada de apoio da Coinbase ao projeto de lei de estrutura de mercado cripto provocou o quinto adiamento consecutivo da votação no Comitê de Bancos do Senado dos EUA, marcada inicialmente para quinta-feira. O CEO Brian Armstrong criticou restrições ao DeFi e yields de stablecoins, além de maior vigilância governamental. Apesar da pausa, democratas e indústria retomam negociações nesta sexta, sob pressão bipartidária.


Motivo da Crise: Pressões da Coinbase

O Senador Tim Scott, presidente do Comitê de Bancos, confirmou o adiamento na quarta-feira, destacando que negociações bipartidárias prosseguem. A decisão da Coinbase gerou críticas da comunidade cripto, acusando a exchange de priorizar interesses próprios. Segundo Armstrong, o rascunho atual impõe um ban de facto em tokenized equities, proibições ao DeFi com acesso ilimitado do governo a dados financeiros, e erode a autoridade da CFTC em favor da SEC.

Essas objeções surgem em meio a debates sobre o poder de lobby da Coinbase em Washington, revelando tensões entre inovação e regulação. David Sacks, czar de cripto da Casa Branca, afirmou que o bill está “mais próximo do que nunca” de consenso bipartidário.

Restrições a Stablecoins no Centro do Debate

Um ponto crítico é a proibição de yields em stablecoins sem vínculo a contas bancárias ou atividades como staking e liquidez. Armstrong argumentou que isso beneficia bancos tradicionais, bloqueando competição de emissores cripto. A senadora Cynthia Lummis revelou que este é o quinto adiamento por falta de apoio unânime no comitê.

Essas limitações visam proteger depósitos bancários, mas levantam preocupações sobre inovação sufocada. Analistas veem o impasse como reflexo de concessões a democratas, complicadas pela exigência de 60 votos no Senado em ano eleitoral.

Retomada de Negociações e Implicações Globais

Democratas dos Comitês de Bancos e Agricultura se juntarão a representantes da indústria em chamada nesta sexta. Senadores Lummis e Hagerty expressam otimismo, prevendo consenso “em breve”. Kraken’s Arjun Sethi alertou que abandonar agora perpetuaria incerteza regulatória.

No contexto geopolítico, o atraso pode custar à liderança dos EUA em criptoativos. Enquanto rivais como UE e Ásia avançam, a ‘clareza regulatória’ prometida pelo CLARITY Act arrisca sacrificar privacidade e DeFi, essenciais para a soberania financeira global. Investidores monitoram se o preço será alto demais.

O Que Esperar Agora

O Comitê de Agricultura marca audiência para 27 de janeiro. Uma pausa estratégica pode fortalecer o bill, mas divergências persistem. Para o ecossistema cripto, o equilíbrio entre clareza e liberdade definirá o futuro nos EUA — e sua influência mundial.


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Personagens DeFi cartoon celebrando colapso de torre burocrática após Coinbase remover suporte, simbolizando vitória contra overregulation nos EUA

DeFi Vê Vitória na Queda de Projeto de Lei Cripto Ruim

O colapso de um projeto de lei abrangente para estruturar o mercado cripto nos EUA no Senado, nesta semana, é visto por líderes DeFi não como retrocesso, mas como uma vitória estratégica. Após a Coinbase retirar seu apoio horas antes do cancelamento da audiência pelo comitê bancário, a indústria descentralizada respira aliviada. O bill, criticado por impor restrições excessivas a stablecoins e DeFi, reforça o mantra libertário: nenhuma lei é melhor que uma lei ruim. Isso evita, por ora, uma vigilância centralizada que poderia estrangular a inovação.


O Tropieço do Projeto no Senado

O plano para criar um framework regulatório unificado para criptoativos americanos encontrou resistência decisiva. Poucas horas antes da markup no Comitê Bancário do Senado, a Coinbase anunciou a retirada de seu suporte, citando preocupações com proteções insuficientes ao consumidor e potencial freio à inovação. Sem o aval da maior exchange dos EUA, os legisladores cancelaram a sessão, adiando indefinidamente o avanço da proposta.

Essa reviravolta ocorre em um momento delicado para o setor, com o mercado cripto oscilando em meio a expectativas de clareza regulatória. No entanto, para os puristas DeFi, o atraso é bem-vindo. O bill previa limites drásticos ao rendimento de stablecoins e imposições que equiparariam protocolos descentralizados a entidades centralizadas, sujeitas a auditorias e relatórios invasivos.

Senador Tim Scott, presidente do comitê, minimizou o impacto, afirmando que diálogos com a indústria e colegas democratas e republicanos continuam em boa-fé. Mas o episódio expõe fissuras profundas entre visões centralizadoras e o ethos descentralizado.

Por Que ‘No Bill’ É Preferível a uma Lei Ruim

O princípio ‘no bill is better than a bad bill’ resume a filosofia de muitos em DeFi. Mike Silagadze, fundador da Ether.fi, declarou abertamente que o texto atual era “muito ruim para cripto”. Ele destacou restrições a yields em stablecoins e barreiras ao DeFi, prevendo que uma versão revisada, mais equilibrada, surgirá eventualmente.

Bill Hughes, do ConsenSys, reforça essa visão cética: o delay sinaliza que proponentes de maior controle governamental precisam mais do bill que o DeFi. “Eles perdem se não avançarem”, alerta, sugerindo que futuras negociações cederão em demandas por overregulation de tech descentralizada. Essa dinâmica dá leverage à indústria, forçando concessões em vez de aceitar correntes regulatórias.

Em um ecossistema nascido para escapar da vigilância bancária tradicional, qualquer lei que imponha KYC universal ou relatórios centralizados ameaça o cerne da descentralização. O vácuo jurídico atual, apesar dos riscos de incerteza, preserva a experimentação livre – um luxo que uma regulação precipitada eliminaria.

Vozes da Indústria e Implicações Imediatas

Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, ecoou o otimismo cauteloso no X, notando que o setor evita um framework restritivo no curto prazo, abrindo caminho para algo mais amigável. Brian Armstrong, da Coinbase, justificou a oposição como defesa ao consumidor, indicando presença no Congresso para negociações futuras.

Para DeFi, o impacto é duplo: curto prazo sem barreiras novas a protocolos permissionless, mas alerta para Wall Street e reguladores que buscam moldar cripto à imagem de finanças tradicionais. Tokenização e yields continuam livres de entraves federais excessivos, mas o status quo bearish persiste: sem bill, a SEC pode intensificar ações unilaterais.

Analistas bearish como eu veem nisso um lembrete: regulação sempre favorece incumbentes centralizados. DeFi prospera na margem, e qualquer concessão pode ser o fio que puxa a cortina da liberdade financeira.

Próximos Passos e Riscos no Horizonte

Democratas do Senado planejam chamadas com a indústria ainda esta semana, sinalizando que o bill não está morto – pode retornar em fevereiro com emendas. No entanto, a lição é clara: a indústria tem poder de veto informal, e deve usá-lo contra textos que centralizem poder.

Investidores em DeFi devem monitorar: um bill revisado pode trazer influxos institucionais, mas a custo de compliance que erode yields e anonimato. O status quo bearish favorece holders pacientes, mas volatilidade regulatória permanece o maior risco. Vale ficar atento: o próximo round definirá se DeFi mantém sua essência rebelde ou se curva ao establishment.


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Olho gigante de vigilância governamental sobre rede cripto protetora, com executivo cartoon alertando, criticando projeto de lei do Senado EUA

Galaxy Digital Alerta: Senado dos EUA Quer Vigilância Total Sobre Cripto

A Galaxy Digital criticou duramente um projeto de lei do Senado dos EUA que ampliaria os poderes de vigilância do Tesouro americano sobre transações em criptomoedas. A proposta cria mecanismos para congelar fundos por até 30 dias sem ordem judicial, comparados aos do Patriot Act pós-11 de setembro. Bitcoin se manteve estável próximo a US$ 42 mil após a notícia, em 14 de janeiro de 2026, sinalizando que o mercado não entrou em pânico imediato, mas especialistas alertam para riscos à privacidade dos usuários.


O Que o Projeto do Senado Muda na Prática?

O draft, oriundo do Comitê Bancário do Senado, vai além do CLARITY Act já aprovado na Câmara. Ele introduz “medidas especiais”, permitindo que o Tesouro classifique países, plataformas ou tipos de transações como de alto risco, aplicando bloqueios ou atrasos automáticos. Plataformas de cripto seriam obrigadas a monitorar carteiras e bloquear atividades ligadas a sanções, equiparando-as a bancos tradicionais.

Segundo a análise da Galaxy, isso representa uma expansão sem precedentes do controle governamental sobre finanças digitais, afetando não só empresas, mas usuários cotidianos que utilizam apps e sites de cripto como alternativas a contas bancárias convencionais.

Para brasileiros, que negociam em exchanges locais, o impacto pode ser indireto via conformidade global, já que grandes plataformas como Binance operam internacionalmente e seguem regras americanas.

Poderes de Vigilância Semelhantes ao Patriot Act

A Galaxy compara as novas regras às criadas pelo Patriot Act, que após os ataques de 2001 concederam amplos poderes de rastreamento financeiro. O Tesouro poderia exigir que emissores de stablecoins e exchanges pausem transferências por até 30 dias, mesmo antes de intervenção judicial. Isso atinge plataformas DeFi e wallets não custodiais, que podem ser reclassificadas como entidades financeiras reguladas.

Grupos de direitos civis, como a ACLU, criticaram historicamente essas medidas por violarem privacidade. No contexto cripto, o risco é que transações peer-to-peer percam sua essência anônima, tornando o Bitcoin mais rastreável que dinheiro físico.

Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 520.466 reflete otimismo macro, com alta de 2,19% em 24h, mas regulamentações como essa podem frear adoção em massa.

Quem Ganha e Quem Perde com Essa Mudança?

Reguladores e agências como o Tesouro ganham agilidade para combater crimes financeiros, rastreando fluxos ilícitos com mais eficiência. Grandes instituições financeiras, já acostumadas a compliance, podem se beneficiar de um campo de jogo nivelado.

Por outro lado, usuários comuns e desenvolvedores de ferramentas abertas perdem privacidade e flexibilidade. Plataformas menores enfrentam custos elevados de conformidade, potencialmente saindo do mercado. A Coinbase já se pronunciou contra aspectos do projeto de lei, destacando o equilíbrio delicado entre segurança e inovação.

Equipes de DeFi e self-custody wallets correm risco de serem tratadas como bancos, elevando barreiras legais. Para o ecossistema global, isso reforça a narrativa de centralização, contrariando o ethos descentralizado das criptos.

Não É Banimento, Mas Debate Continua Aberto

Apesar das críticas, o Crypto Council for Innovation vê progresso em regras claras para investidores institucionais. O Senado adiou votação para ajustes, abrindo espaço para lobby e pressão pública – algo que já moldou leis cripto anteriores.

A Galaxy recomenda boicotar o draft atual, defendendo o CLARITY Act como alternativa equilibrada. Usuários devem monitorar o processo, pois regras americanas influenciam o mundo todo. No Brasil, onde o volume de BTC em 24h foi de 280 BTC (Cointrader Monitor), privacidade permanece crucial contra riscos locais e globais.

Investidores atentos: fique de olho em atualizações do Congresso, pois isso pode redefinir como usamos cripto diariamente.


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Personagens cartoon de Coinbase defendendo pergaminho contra avalanche de emendas de banqueiros Wall Street, simbolizando sabotagem ao CLARITY Act

CLARITY Act em Xeque: Coinbase Recua e Acusa Bancos de Sabotagem

A Coinbase retirou abruptamente seu apoio ao CLARITY Act, projeto de lei que promete regular o mercado de ativos digitais nos EUA, horas antes do markup crucial no Comitê de Bancos do Senado nesta quinta-feira (15/01). O CEO Brian Armstrong denunciou que o lobby bancário sabotou o texto com emendas restritivas, criando um cenário pior que o status quo regulatório atual. A briga entre Wall Street e exchanges ameaça travar o influxo de trilhões institucionais para o cripto.


Mudança de Postura da Coinbase

O recuo da Coinbase veio após análise do rascunho final do Senado. Armstrong destacou em post no X preocupações graves: um de facto banimento de tokenized equities, proibições ao DeFi que dariam ao governo acesso irrestrito a dados financeiros de usuários, enfraquecimento da CFTC e expansão da autoridade da SEC. “Prefiro nenhuma lei a uma ruim”, afirmou o executivo, sinalizando que o bill, originalmente apoiado pela indústria, foi desvirtuado.

Essa virada ocorre em meio a negociações intensas. A exchange, que lucrou bilhões com stablecoins como USDC em 2025, vê ameaças diretas a seu modelo de negócios. Rewards em stablecoins, permitidos pela GENIUS Act assinada por Trump em julho, agora enfrentam restrições que favorecem bancos tradicionais.

Lobby Bancário e as 137 Emendas

O ápice do conflito é a enxurrada de 137 emendas de última hora submetidas pelos senadores antes do prazo de 17h de quarta-feira. Muitas visam stablecoin rewards: o draft proíbe yields em saldos ociosos, permitindo apenas em atividades como transações ou staking. Bancos argumentam risco de “fuga de depósitos”, enquanto exchanges contrapõem que isso sufoca inovação e empurra usuários para plataformas offshore.

Emendas bipartidárias, como as de Thom Tillis (R-NC) e Angela Alsobrooks (D-MD), agravam as restrições pró-bancos. Insiders veem a jogada da Coinbase como tática negocial, mas críticos a chamam de “arrogante”. A exchange investiu centenas de milhões em lobby, incluindo projetos de Trump, e monitorará votos via super PAC Fairshake, com US$ 116 milhões arrecadados.

Implicações Geopolíticas para o Cripto

Globalmente, o embate reflete a guerra por supremacia financeira: Wall Street resiste à desintermediação cripto, temendo perda de hegemonia. Sem clareza regulatória equilibrada, os EUA arriscam ceder terreno a jurisdições como UE (MiCAR) ou Ásia, onde adoção avança. O CLARITY Act, evolução do FIT21 (aprovado na Câmara em 2024), divide supervisão entre SEC e CFTC, mas emendas o tornam tóxico.

Para brasileiros, o impacto é indireto: atrasos nos EUA freiam influxo institucional global, afetando liquidez em exchanges locais. O “trilhão institucional” prometido por ETFs e corporates fica em xeque, perpetuando volatilidade.

Markup no Horizonte: O Que Esperar?

O markup desta quinta-feira (15/01) será decisivo. Republicanos liberaram fact sheets, mas divisões persistem. Armstrong se diz otimista com negociações contínuas, apoiado por figuras como Michael Saylor. Investidores devem monitorar: aprovação enfraquecida pode sinalizar vitória parcial do lobby bancário, adiando maturidade regulatória. Sem bill, o cripto segue no limbo, beneficiando apenas os incumbentes tradicionais.


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Balança desequilibrada com burocrata cartoon empilhando pesos de vigilância sobre usuário cripto defendendo privacidade, alertando sobre regulação do Senado EUA

Galaxy Alerta: Senado Pode Criar ‘Patriot Act’ para Vigilância Cripto

O preço da clareza será a sua privacidade? Um relatório da Galaxy Digital alerta que o novo projeto de lei de estrutura de mercado cripto do Senado dos EUA concede ao Tesouro poderes de vigilância em massa sobre transações digitais, reminiscentes do controverso Patriot Act. Usuários de cripto podem enfrentar congelamentos sem ordem judicial e monitoramento obrigatório de wallets, ameaçando a autonomia financeira em nome da ‘segurança’ regulatória. Isso vai além do CLARITY Act da Câmara e pode mudar o jogo para privacidade no ecossistema.


Novos Poderes de ‘Medidas Especiais’ do Tesouro

A Galaxy destaca uma autoridade inédita de “medidas especiais” no draft liberado pelo Comitê de Bancos do Senado. Essa ferramenta permitiria ao Tesouro designar jurisdições estrangeiras, instituições financeiras ou até classes inteiras de transações em cripto como preocupações primárias de lavagem de dinheiro. Com isso, o governo poderia impor restrições ou condições a transferências de fundos digitais de forma ampla.

Comparado ao Patriot Act pós-11 de setembro, que expandiu a vigilância governamental para combater terrorismo, essa provisão representa a maior ampliação de poderes de supervisão financeira desde então. Para traders e holders brasileiros acessando plataformas globais, isso significa risco de bloqueios em transações offshore sem aviso prévio, limitando a liberdade de movimentação de ativos.

O relatório enfatiza que o texto vai muito além das disposições de finanças ilícitas do CLARITY Act, aprovado na Câmara, priorizando controle sobre inovação.

Congelamento Temporário e Obrigações AML em Interfaces

Outro ponto crítico é o framework de “hold temporário” para transações em ativos digitais. O Tesouro ou agências afins poderiam exigir que emissores de stablecoins e provedores de serviços cripto congelem operações por até 30 dias, prorrogáveis, sem necessidade de ordem judicial inicial. Isso cria um mecanismo de interrupção rápida que pode afetar liquidez em momentos de volatilidade.

Além disso, o projeto puxa interfaces web — os “front ends” para blockchains e protocolos DeFi — para o escopo de sanções e conformidade Anti-Money Laundering (AML). Essas camadas de aplicação distribuída terão de implementar triagem de wallets, bloqueio de atividades sancionadas e controles de risco baseados em AML, conforme orientação do Tesouro.

Para o usuário comum, isso implica monitoramento constante de interações com dApps, erodindo a pseudonimidade que atrai muitos ao cripto. A Galaxy adverte sobre o impacto em ferramentas acessíveis usadas por milhões globalmente.

Ameaças ao DeFi e Reações do Mercado

O projeto de lei também mira protocolos “DeFi apenas no nome”, impondo obrigações da Bank Secrecy Act a indivíduos ou grupos que mantenham controle significativo sobre funcionalidades ou acesso de um protocolo DeFi. Isso pode forçar desenvolvedores a revelar identidades e submeter-se a regulações bancárias, sufocando a descentralização verdadeira.

Enquanto a Galaxy soa o alarme sobre essa expansão de vigilância, o Crypto Council for Innovation (CCI) vê progresso no draft, mas promete revisar e engajar policymakers para preservar escolha do consumidor e competição responsável. O Comitê de Agricultura do Senado adiou o markup para o fim de janeiro, buscando apoio bipartidário amplo.

Investidores devem monitorar esses desenvolvimentos, pois regulação excessiva pode migrar inovação para jurisdições mais amigáveis, afetando acessibilidade de cripto para brasileiros.

O Que Isso Significa para Sua Privacidade?

Em resumo, o preço da ‘clareza regulatória’ pode ser a perda irreversível de privacidade transacional. Usuários enfrentam um futuro onde o governo acessa dados sensíveis sem barreiras judiciais, priorizando controle sobre liberdade. Vale avaliar estratégias de proteção, como uso de mixers ou jurisdições offshore, mas sempre com cautela regulatória. O mercado cripto precisa equilibrar compliance sem sacrificar os princípios fundadores de autonomia financeira.


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Lobista bancário cartoon bloqueando porta 'CLARITY' enquanto personagens cripto empurram, simbolizando lobby de Wall Street contra regulação nos EUA

Lobby Bancário Sabota CLARITY Act? Cripto Acusa Wall Street de Traição

A indústria cripto nos EUA acusa gigantes de Wall Street de sabotar o CLARITY Act, projeto de lei que promete clareza regulatória para o mercado de ativos digitais. Bancos tradicionais, via lobby intenso, impulsionaram mais de 75 emendas no Senado para restringir stablecoins e proibir yields, temendo fuga de depósitos para plataformas como Coinbase. A batalha, que mancha o bill às vésperas da votação, revela tensões geopolíticas entre finanças tradicionais e inovação digital.


Batalha pelo Yield em Stablecoins

Após a aprovação do GENIUS Act em 2025, que regulou stablecoins mas permitiu rewards por terceiros, bancos como os representados pela American Bankers Association (ABA) e Bank Policy Institute entraram em cena. Eles alegam que programas de yield em stablecoins, como os da Coinbase, ameaçam o sistema de depósitos, essencial para empréstimos em community banks. “É uma disrupção multitrilionária”, argumentam, mas a cripto rebate: os bancos mascaram interesses em dominância de pagamentos.

Kara Calvert, da Coinbase, chama de farcical a narrativa, destacando que saldos em stablecoins não são depósitos segurados pelo FDIC, pois não são reinvestidos pelos emissores. Brian Armstrong, CEO da exchange, ameaçou retirar apoio ao bill se yields forem banidos, após faturar US$ 355 milhões com stablecoins no Q3. O draft liberado na segunda-feira impõe compromisso: sem yield para holdings estáticos, mas liberado para transações ativas.

As 75 Emendas: De Yield a Anti-Corrupção

Senadores de ambos os partidos, incluindo Thom Tillis e Angela Alsobrooks, propuseram mais de 75 emendas ao Digital Asset Market Clarity Act. Muitas miram o yield: remoção de exceções, proibições totais e novas regras de risco. Outras vão além, como anti-corrupção (Chris Van Hollen), proteção a DeFi, mixers e até quorum em agências reguladoras.

Democratas como Elizabeth Warren e Ruben Gallego pressionam por ética, citando laços de Trump com cripto. Republicanos como Cynthia Lummis defendem o bill. O markup no Senate Banking Committee ocorre quinta-feira, com Agriculture Committee adiado para fim de janeiro. A maioria das emendas deve cair, mas o lobby bancário já forçou mudanças.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Global

Para brasileiros, essa guerra em Washington ecoa: regulação clara atrai investimentos, mas monopólios bancários globais resistem à desintermediação. Se o bill avançar sem concessões excessivas, stablecoins ganham legitimidade; caso contrário, incerteza persiste. Summer Mersinger, da Blockchain Association, alerta: os bancos priorizam incumbency sobre inovação. Investidores devem monitorar o vote, pois afeta DeFi, custódia e adoção nos EUA, epicentro regulatório mundial.

O risco é alto: sem clareza, o setor cripto perde terreno para rivais como UE (MiCA). Plataformas como Coinbase preparam respostas, mas o lobby de Wall Street testa a resiliência da indústria.


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Senadores cartoon erguendo escudo cyan-dourado sobre rede DeFi pulsante, simbolizando proteção do CLARITY Act no Senado EUA

Senado dos EUA Avança CLARITY Act com Proteção a DeFi

O Senado dos EUA avançou com um rascunho emendado do CLARITY Act, parte de um projeto amplo de estruturação do mercado cripto. A proposta, liderada por senadores como Cynthia Lummis e Ron Wyden, busca proteger desenvolvedores de software não-custodiais (non-custodial devs) de serem classificados como transmissores de dinheiro. Essa distinção é crucial para o ecossistema DeFi, separando criadores de código de obrigações financeiras impostas a exchanges centralizadas. O texto, divulgado nesta semana, sinaliza clareza regulatória aguardada há anos pelo setor.


Detalhes do Rascunho Legislativo

O novo rascunho do CLARITY Act define jurisdições claras entre SEC e CFTC, tratando a maioria dos ativos digitais como commodities sob supervisão da CFTC. Isso reduz a incerteza que paira sobre tokens como Bitcoin, que não seriam considerados securities. Adicionalmente, há um compromisso sobre recompensas de stablecoins, permitindo yields baseados em atividades, mas proibindo juros simples por mera custódia, equilibrando interesses de bancos tradicionais e inovação cripto.

Senadores Lummis e Wyden introduziram uma cláusula bipartidária que exclui devs de blockchains distribuídos de leis anti-lavagem de dinheiro, desde que não controlem fundos. Essa medida responde a casos como o de Roman Storm, do Tornado Cash, condenado por conspiração em serviço de transmissão sem licença.

Proteções para Desenvolvedores DeFi

A proposta de Lummis blinda explicitamente provedores de carteiras autocustódia e mineradores, que suportam infraestrutura sem controle sobre ativos. ‘Desenvolvedores que não tocam, movem ou controlam criptomoedas não devem ser regulados como se o fizessem’, afirmou Lummis. Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, apoia, destacando a importância da privacidade em ferramentas como Tornado Cash.

Essa blindagem evita interpretações abusivas do DOJ e FinCEN, que ameaçavam criminalizar open-source DeFi. Para devs brasileiros e globais, isso reduz riscos de extradição ou sanções ao contribuir para protocolos permissionless.

Implicações para Regulação Global

Do ponto de vista geopolítico, o CLARITY Act reforça os EUA como hub regulatório amigável, contrastando com abordagens mais restritivas na UE (MiCA) ou Ásia. Ao atrair capital institucional, pode estabilizar mercados globais, beneficiando economias emergentes como o Brasil, onde DeFi cresce apesar de incertezas fiscais.

Analistas veem o texto como teste para adoção corporativa, com stablecoins emitidas por bancos sob supervisão federal. No entanto, ausências como ética para oficiais públicos (ex: Trump family ties) geram críticas democratas, podendo atrasar aprovação.

Próximos Passos e Perspectivas

A Comissão Bancária do Senado marca audiência quinta-feira (15/01), com emendas até terça. A Agricultura adia para fim de janeiro. Aprovação conjunta pode levar a lei até março, alinhando com ETF approvals e política monetária do Fed.

Investidores devem monitorar debates sobre DeFi e stablecoins. Para o Brasil, maior clareza nos EUA impulsiona fluxos via Binance e exchanges locais, mas exige harmonização com CVM e BC.


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Personagens cartoon do Senado e SEC ajustando balança com símbolos Bitcoin, stablecoins e DeFi, simbolizando votação do CLARITY Act

Semana Decisiva: Senado dos EUA Vota CLARITY Act Dia 15

O dia 15 de janeiro pode ser aquele que mudará as criptomoedas para sempre. O chair da SEC, Paul Atkins, chamou esta semana de "crucial para o cripto", com o Senado dos EUA agendando o markup do CLARITY Act. A votação bipartidária visa esclarecer a divisão de competências entre SEC e CFTC, potencialmente destravando trilhões em investimentos institucionais e posicionando os EUA como capital global das criptomoedas.


O Que é o CLARITY Act?

O CLARITY Act, ou Digital Asset Market Clarity Act, busca acabar com a "zona cinzenta regulatória" que assombra o mercado cripto há anos. Baseado em um projeto aprovado na Câmara em julho, o texto final reflete negociações intensas entre republicanos e democratas, bancos tradicionais e a indústria cripto. O chair Atkins destacou que a lei alinha-se à visão do presidente de tornar a América o epicentro mundial das criptomoedas, oferecendo certeza regulatória essencial para investidores.

Atkins afirmou em entrevista à Fox Business: "Isso é uma grande semana para o cripto – o Congresso está prestes a atualizar nossos mercados financeiros para o século 21". Ele enfatizou o apoio da SEC à legislação, que "future-proof" contra reguladores excessivos, em referência indireta a gestões anteriores.

Pontos Chave em Debate no Markup

O markup simultâneo nos comitês de Bancos e Agricultura do Senado, previsto para quinta-feira, 15 de janeiro, analisará aspectos críticos. Entre eles, regras éticas para funcionários públicos no setor cripto, incluindo o presidente; remunerações de stablecoins; e tratamento de finanças descentralizadas (DeFi), com foco em negociações de securities tokenizados e prevenção de lavagem de dinheiro.

Representantes da indústria, como Amanda Tuminelli do DeFi Education Fund, alertam para preocupações de bancos sobre "arbitragem regulatória" em exchanges descentralizadas. Provisões sobre autocustódia e proteção a desenvolvedores de software também são esperadas, potencialmente incorporando o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA).

Impactos Geopolíticos e para o Mercado

Para o Brasil e América Latina, uma aprovação bipartidária do CLARITY Act reforçaria a liderança dos EUA em regulação cripto, influenciando padrões globais. Analistas como Matt Hougan, da Bitwise, comparam o bill ao "Punxsutawny Phil" do inverno cripto: se passar, Bitcoin pode mirar novas máximas históricas. Michaël van de Poppe, da MN Fund, vê-o como o "maior evento de janeiro", decidindo o rumo do ecossistema em 2026.

Atualmente, BTC negocia em torno de US$ 91.200, 28% abaixo do ATH. Clareza regulatória poderia atrair fluxos institucionais massivos, beneficiando exchanges globais e stablecoins usadas em remessas.

O Que Monitorar nos Próximos Dias

Negociações entre senadores John Boozman e Cory Booker prosseguem, com possível liberação do texto final amanhã. Disputas sobre DeFi e stablecoins podem adiar o markup, mas o otimismo prevalece. Investidores devem acompanhar atualizações dos comitês e reações de mercado, pois a lei pode catalisar um rally institucional.

Para brasileiros, isso sinaliza maturidade global do ativo, incentivando posicionamento estratégico em meio à volatilidade.


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Regulador cartoon com martelo e atacante com wrench pressionando cofre Bitcoin, simbolizando tensões regulatórias e riscos de segurança nos EUA

Tensão Regulatória nos EUA e Riscos de Segurança: O Resumo Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 10/01/2026 | NOITE

Tensões regulatórias nos Estados Unidos e a escalada de riscos de segurança definem o tom de cautela no mercado cripto. A movimentação do Senado americano para votar a estrutura de mercado na próxima semana colide com ações restritivas estaduais no Tennessee, criando um ambiente de incerteza jurídica imediata. Paralelamente, incidentes graves como o roubo físico de chaves na França e o ressurgimento de dados vazados do Instagram elevam o alerta para a segurança dos investidores. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.035,48. O viés bearish moderado prevalece, pois a pressão regulatória e os riscos operacionais pesam mais no curto prazo do que o otimismo gerado pelo novo aporte bilionário da a16z.


🔥 Destaque: Senado dos EUA Avança Pauta Regulatória

Os comitês de Banking e Agriculture do Senado dos Estados Unidos deram um passo decisivo ao marcar para 15 de janeiro a votação da legislação de estrutura de mercado para criptoativos. Após meses de estagnação causada por impasses orçamentários, a confirmação desta data representa um fato novo crítico para a indústria, visando definir finalmente as competências da SEC e da CFTC sobre o setor.

A iniciativa busca resolver a incerteza regulatória que há anos inibe a inovação nos EUA. Contudo, pontos de fricção permanecem, especialmente em relação à supervisão de protocolos DeFi e questões éticas levantadas por democratas. A divulgação dos textos atualizados na próxima segunda-feira será o primeiro teste real para medir a viabilidade de um acordo bipartidário.

Para investidores, o avanço é uma faca de dois gumes. Uma aprovação traria a tão aguardada clareza jurídica, potencialmente destravando capital institucional. Por outro lado, um fracasso ou um texto excessivamente restritivo poderia acelerar o êxodo de projetos para jurisdições offshore, prolongando o período de insegurança jurídica no maior mercado financeiro do mundo.

O mercado deve monitorar atentamente a reação de players institucionais e lideranças políticas nos próximos dias, pois o resultado desta votação moldará o ambiente de negócios para ativos digitais nos próximos anos.


📈 Panorama do Mercado

O ecossistema atravessa um momento de fragmentação regulatória. Enquanto o Senado federal busca organizar o mercado, estados como o Tennessee agem de forma independente para banir plataformas de previsão, evidenciando o risco de um mosaico legal complexo nos EUA. Esse cenário de compliance custoso contrasta com a confiança de longo prazo demonstrada por grandes fundos de venture capital.

A segurança tornou-se um tema urgente com a confirmação de novos vetores de ataque físicos e digitais. Incidentes na França e vazamentos de dados pessoais expõem a vulnerabilidade de modelos de self-custody inadequados. Apesar disso, dados on-chain mostram whales acumulando stablecoins fora das exchanges, sinalizando que o “dinheiro inteligente” se prepara para oportunidades, mesmo em meio ao ruído de curto prazo. O sentimento geral reflete essa cautela: defesa no imediato, mas construção de base para o futuro.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Impasse no Senado: Divergências sobre regulação de DeFi podem travar a votação, frustrando expectativas e aumentando a volatilidade regulatória.
  • Violência contra holders: O aumento de wrench attacks (roubos físicos) na Europa exige revisão urgente de protocolos de segurança pessoal e privacidade.
  • Phishing direcionado: O vazamento de 17,5 milhões de contas do Instagram facilita ataques de engenharia social avançada e SIM swaps contra investidores expostos.
  • Ruído político macro: O vazamento antecipado de dados econômicos por figuras políticas corrói a confiança na neutralidade de indicadores como o NFP.
  • Liquidez em exchanges: Saídas massivas de USDT da Binance podem reduzir a profundidade do mercado, facilitando movimentos bruscos de preço.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Investimento em Infraestrutura: O aporte histórico da a16z valida teses de longo prazo em infraestrutura cripto, IA e aplicações descentralizadas.
  • Soluções de Custódia: O medo gerado por ataques físicos deve impulsionar a demanda por carteiras multi-sig e serviços de custódia institucional segurada.
  • Entradas estratégicas: A acumulação de stablecoins por grandes investidores sugere que quedas de preço podem ser usadas para compras seletivas em breve.

📰 Principais Notícias do Período

1. Senado EUA avança para votação de estrutura de mercado
Comitês marcam para 15 de janeiro a análise de legislação crucial. O texto busca definir papéis da SEC e CFTC, sendo um marco potencial para a clareza regulatória no país.

2. a16z levanta US$ 15 bilhões para crypto e tech
A gigante de venture capital captou seu maior fundo da história, reafirmando o compromisso com o desenvolvimento da Web3 e inteligência artificial nos Estados Unidos.

3. Wrench attack na França alerta sobre custódia física
Criminosos armados roubaram hardware wallet em residência, confirmando a França como foco de violência contra investidores e reforçando a necessidade de sigilo.

4. Vazamento do Instagram ressurge na dark web
Dados de milhões de contas foram expostos novamente, aumentando drasticamente o risco de phishing e golpes direcionados a usuários de criptoativos.

5. Tennessee proíbe plataformas de previsão
Reguladores estaduais emitiram ordens de paralisão contra Polymarket e outras, destacando o conflito entre leis estaduais de apostas e regulação federal de derivativos.

6. Trump vaza dados de emprego antecipadamente
A divulgação prematura de dados do NFP em rede social gerou críticas sobre a integridade das informações econômicas oficiais e volatilidade desnecessária.

7. Saída bilionária de USDT da Binance
A maior exchange do mundo, Binance, registrou fortes retiradas de stablecoins, enquanto carteiras privadas acumularam volumes expressivos.


🔍 O Que Monitorar

  • Rascunhos do Senado: Detalhes do texto que será apresentado na segunda-feira podem definir a reação do mercado pré-votação.
  • Reservas da Binance: Continuar acompanhando se o fluxo de saída de USDT se estabiliza ou se intensifica, impactando a liquidez global.
  • Segurança pessoal: Novos relatos de ataques físicos ou digitais podem pressionar ainda mais o sentimento de varejo.
  • Reação ao NFP: Verificar se os dados oficiais de emprego confirmam os números vazados, medindo o impacto na credibilidade institucional.

🔮 Perspectiva

É provável que o viés bearish moderado persista nas próximas 12 a 24 horas. O mercado deve operar com cautela, aguardando os textos oficiais do Senado americano e digerindo os riscos de segurança recém-expostos. A redução de liquidez nas exchanges, evidenciada pelos fluxos de saída na Binance, pode exacerbar a volatilidade de curto prazo. No entanto, a acumulação por grandes investidores e o aporte massivo da a16z sugerem que quedas acentuadas podem encontrar suporte de compra, limitando o potencial de desvalorização extrema.


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Senadores cartoon em markup do CLARITY Act com documento dourado central e rede DeFi observando, simbolizando aceleração regulatória cripto nos EUA

Senado EUA Acelera CLARITY Act: Markup em 15/Jan

Republicanos no Senado dos EUA aceleram votação do projeto de lei de estrutura de mercado cripto, com markup marcado para 15 de janeiro nas comissões de Bancos e Agricultura. Liderados por Tim Scott e John Boozman, buscam bipartidarismo, mas democratas como Cory Booker resistem. A aprovação do CLARITY Act pode chegar à mesa de Trump em março, definindo o mercado global em 2026. Lei CLARITY aprovada? Seu portfólio agradece.


Markup Agendado: Republicanos no Comando

O presidente da Comissão de Bancos do Senado, Tim Scott, confirmou o markup para 15 de janeiro, após meses de negociações. Cynthia Lummis compartilhou o rascunho inicial do Responsible Financial Innovation Act, sinalizando avanço. A Comissão de Agricultura, sob John Boozman, segue o ritmo, mas insiste em versão bipartidária. Essa aceleração reflete o momentum pós-eleições, com o setor cripto pressionando por clareza regulatória em um contexto geopolítico de competição com China e Europa.

Analistas veem o prazo como crítico: sucesso nas comissões leva a reconciliação e voto no plenário, exigindo 60 votos para superar obstrução. Sem isso, o bill pode estagnar até as midterms de 2026.

Desafios Bipartidários e Resistências Democratas

Democratas demandam proteções éticas, como proibir lucros de altos funcionários com cripto – uma referência velada a Trump. Senadores como Ruben Gallego e Cory Booker representam ‘linhas vermelhas’. Segundo Alex Thorn da Galaxy, republicanos precisam de 7-10 democratas; 4 na Bancos podem atrair os 17 que aprovaram o GENIUS Act sobre stablecoins.

A passagem na Bancos é esperada, mas fricções partidárias, incluindo lobby bancário tradicional, ameaçam. Globalmente, atrasos beneficiam jurisdições como UE (MiCA) e Ásia, onde clareza atrai capital.

Demandas DeFi Pendentes e Riscos para Indústria

O setor DeFi alerta que abandonará o bill sem proteções a desenvolvedores contra responsabilização excessiva. Lobby de finanças tradicionais ataca yields de stablecoins e DeFi. Talia Davis, do DeFi Education Fund, elogia democratas engajados, mas linhas vermelhas persistem.

Se não atendidas, a indústria pode retirar apoio, adiando regulação. Geopoliticamente, isso enfraquece a liderança dos EUA em inovação blockchain, cedendo terreno a rivais.

Impacto Global e Estratégia para 2026

Aprovação definiria estrutura de mercado, atraindo instituições hesitantes por incertezas. Para brasileiros, significa mais liquidez em exchanges globais e ETFs. Falha impacta sentimento curto-prazo, com midterms de 2026 incertos – democratas podem reverter ganhos Trump.

Investidores globais monitoram: sucesso reforça soberania digital US; atraso favorece migração de capitais. Vale acompanhar Lummis e Scott para sinais.


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Senadores cartoon dividindo mapa holográfico cripto entre CFTC e SEC com martelo de markup, ilustrando votação regulatória no Senado EUA

Senado EUA Marca Votação de Lei Cripto para 15 de Janeiro

Os comitês de Agricultura e Bancos do Senado dos EUA marcaram votações para 15 de janeiro sobre o projeto de lei de estrutura de mercado cripto, acelerado sob influência de Trump. A legislação visa dividir jurisdições entre CFTC (commodities como Bitcoin) e SEC (securities), prometendo clareza regulatória global. No entanto, negociações em Capitol Hill enfrentam obstáculos políticos, com democratas exigindo mais salvaguardas.


Markup nos Comitês: Passo Crucial para Aprovação

O Comitê de Agricultura, responsável pela CFTC, segue o de Bancos, presidido pelo senador Tim Scott, que confirmou o markup para quinta-feira, 15 de janeiro. Ambos liberaram drafts de discussão para harmonizar regulação cripto. O texto atualiza papéis: CFTC ganha primazia em derivativos e commodities digitais, enquanto SEC foca em ativos tokenizados como securities. Reuniões recentes no Capitólio discutiram alinhamento, mas texto final ainda não foi divulgado.

Essa divisão resolve anos de sobreposições, como visto em disputas judiciais entre agências. Para o mercado global, representa um roadmap claro, influenciando jurisdições de Europa a Ásia e emergentes como Brasil, onde regulação local segue cues americanos.

Obstáculos Políticos: Ethics e Yield em Xeque

Negociações enfrentam entraves como regras éticas para Trump e sua família, cujos laços com cripto (stablecoins) preocupam democratas. Outros pontos: supervisão rigorosa para DeFi, limites a yields em stablecoins (ameaça a bancos tradicionais) e lotação plena de comissários CFTC/SEC com democratas. Lobby de Wall Street pressiona contra yields cripto, enquanto Casa Branca resiste a restrições.

Geopoliticamente, aprovar sem bipartidarismo arrisca veto ou atrasos, impactando confiança global. Plataformas como Kalshi dão 74% de chance até fim de 2026, mas analistas preveem 2027 para implementação.

Otimismo de Lummis e Implicações Globais

Senadora Cynthia Lummis declarou o projeto próximo de aprovação bipartidária, destacando jornada desde FTX e veto SAB121. Scott é otimista para assinatura de Trump, democratizando economia via cripto. CLARITY Act protege desenvolvedores não custodiais, alinha com GENIUS Act para stablecoins.

Para brasileiros, vitória EUA impulsiona adoção local, com CVM e BC monitorando. Mercados emergentes ganham com precedentes anti-volatilidade e pro-inovação, potencializando influxo de capitais.

Próximos Passos e Monitoramento

Comitês devem postar texto até sexta, mas insiders duvidam. Avanço requer 60 votos no Senado, demandando democratas. Falha prolonga enforcement-by-agency, freando inovação global. Investidores devem rastrear markups, pois clareza EUA molda regulação mundial, beneficiando detentores de Bitcoin e altcoins.


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