Desenvolvedor cartoon abandonando plataforma Solana rasgada por garras scammers com '16M' quebrado, ilustrando fraude OpenClaw

OpenClaw: Fraude de US$ 16 Milhões Faz Criador Abandonar Cripto

Investigações revelam que o criador do framework de IA OpenClaw, Peter Steinberger, decidiu se afastar completamente do mercado cripto após um golpe que resultou em perdas de US$ 16 milhões. Golpistas sequestraram suas contas durante uma transição de rebranding, lançando o token falso CLAWD no Solana, que fez pump e depois colapsou 90%. Traumatizado, Steinberger baniu menções a "Bitcoin" e "crypto" no Discord oficial, sinalizando um adeus amargo ao ecossistema.


A Cronologia do Hijack e da Fraude

O projeto OpenClaw, inicialmente Clawdbot e depois Moltbot, enfrentou problemas de trademark com a Anthropic, levando a rebrands rápidos. Evidências apontam que, durante a liberação de contas antigas no GitHub e X (Twitter), fraudadores agiram velozes: registraram as handles e lançaram o token CLAWD na blockchain Solana. O ativo falso atingiu uma capitalização de US$ 16 milhões em horas, atraindo especuladores eufóricos com a euforia da IA.

Steinberger reagiu imediatamente, declarando publicamente: "nunca lançarei um coin. Qualquer projeto que me liste como dono é um SCAM". O rug pull veio em seguida, com queda superior a 90%, deixando investidores tardios com prejuízos pesados. As fontes confirmam que early traders lucraram, enquanto o desenvolvedor enfrentou assédio online.

Sinais de Alerta: Euforia de IA como Isca Perfeita

Este caso expõe vulnerabilidades clássicas no cripto: janelas de oportunidade em transições de contas centralizadas, exploração de nomes quentes como OpenClaw (framework autônomo de agentes IA), e o frenesi por memecoins em blockchains rápidas como Solana. A euforia com IA — projetada para tarefas complexas como navegação web e execução de código — serviu de isca ideal para atrair vítimas desavisadas.

Não há evidências de grupos de recuperação de vítimas se formando até o momento, mas o padrão segue esquemas Ponzi disfarçados: pump via FOMO, queda via negação oficial. Investidores devem questionar: por que um desenvolvedor de IA legítimo lançaria um token sem anúncio prévio?

Resposta Radical: Banimento Total no Discord

Em medida drástica, o servidor Discord do OpenClaw agora proíbe qualquer menção a "Bitcoin", "crypto" ou termos relacionados, mesmo em contextos técnicos neutros. Um usuário foi removido por citar a altura de bloco do Bitcoin em um teste de benchmark. Steinberger justificou: "Regras estritas do servidor: sem menções a crypto de forma alguma".

Hoje na OpenAI, liderando agentes pessoais, Steinberger transferiu o projeto para uma fundação open-source independente. Apesar do crescimento da comunidade, a política reflete trauma profundo: um dev tradicional repelido pelo caos especulativo do Web3.

Como se Proteger de Golpes Semelhantes

Para evitar armadilhas como essa, verifique sempre canais oficiais verificados. Desconfie de tokens lançados sem whitepaper ou roadmap claros, especialmente atrelados a projetos Web2 populares. Monitore on-chain: CLAWD ainda negocia por US$ 0,0000492, com variação de +9,6% nas últimas 24 horas, mas longe do pico fraudulento.

Sinais de alerta incluem:

  • hijacks durante rebrands;
  • ausência de disclaimers do criador;
  • euforia excessiva em IA/cripto.

Faça due diligence: busque declarações diretas nos perfis originais e evite FOMO. O mercado cripto exige ceticismo — proteja seu capital investigando antes de investir.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rede de veias sombrias pulsando energia vermelha e dourada perfurando barreira regulatória cyan, simbolizando evasão russa de sanções em cripto

Evasão Bilionária: Rede ‘Sombra’ Russa Movimenta US$ 11 Bilhões em Cripto

A rede sombra de exchanges russas movimentou pelo menos US$ 11 bilhões em criptomoedas para ajudar a burlar sanções internacionais, segundo relatório da Elliptic divulgado nesta semana. Após o fechamento da Garantex em março de 2025 pelas autoridades americanas, plataformas como ABCeX, Exmo, Rapira, Bitpapa e Aifory Pro assumiram o vácuo, processando transações para entidades sancionadas. O cerco regulatório global se intensifica, com riscos de novas ações da OFAC que podem reverberar no mercado cripto mundial. (72 palavras)


Plataformas no Centro da Rede de Evasão

A ABCeX destaca-se como a maior, com sede em um prédio federal em Moscou — o mesmo antigo endereço da Garantex — e volume acumulado de pelo menos US$ 11 bilhões em negociações. A plataforma mantém laços diretos com a extinta exchange sancionada e com a Aifory Pro, trocando fundos de forma sistemática. Já a Exmo, que alegou sair do mercado russo após o conflito de 2022, continua compartilhando infraestrutura de carteiras com a Exmo.me e realizou transações de mais de US$ 19,5 milhões com entidades como Garantex e Grinex.

A Rapira, registrada na Geórgia mas ativa em Moscou, movimentou mais de US$ 72 milhões diretamente com a Grinex sancionada. Bitpapa, única já sob sanções da OFAC desde março de 2024, usa táticas como troca frequente de endereços de carteira para escapar de monitoramento. Aifory Pro opera em múltiplos hubs — Moscou, Dubai e Turquia —, oferecendo trocas de caixa por cripto e cartões virtuais USDT para contornar restrições ocidentais. Esses fluxos representam 9,7% dos saques indo para alvos sancionados. (152 palavras)

Contexto Pós-Fechamento da Garantex

O relatório Elliptic enfatiza que o desligamento da Garantex não eliminou a infraestrutura de evasão, mas a dispersou para mais plataformas. Dados da Chainalysis indicam que endereços cripto ligados a atividades ilícitas receberam US$ 154 bilhões em 2025, com o stablecoin russo A7A5 (lastreado em rublos) superando US$ 93 bilhões em volume. A TRM Labs estima o total de transações ilegais em cripto no ano em cerca de US$ 158 bilhões. Autoridades americanas, europeias e aliadas monitoram esses padrões via análise on-chain, mas a resiliência russa adapta-se rapidamente.

Na Rússia, o governo pivotou de planos para uma exchange nacional para fomentar plataformas privadas, enquanto planeja bloquear sites estrangeiros em 2026. Stablecoins como USDT e A7A5 tornam-se ferramentas chave, explorando pseudonimato e liquidez global para pagamentos transfronteiriços. (128 palavras)

Implicações Globais e Riscos Regulatórios

O cerco regulatório ocidental — liderado pela OFAC nos EUA, com apoio da UE — visa desmantelar esses canais, mas enfrenta desafios de jurisdições cinzentas como Geórgia e Turquia. Novas sanções podem atingir não só as exchanges nomeadas, mas ecossistemas conectados, elevando custos de compliance para todo o setor. Investidores globais sentem o impacto: plataformas sem rigor regulatório tornam-se vetores de risco, com potencial congelamento de fundos ou delistagens abruptas.

Para o mercado brasileiro e latino-americano, isso reforça a importância de due diligence em plataformas internacionais. Decisões em Washington e Bruxelas moldam fluxos globais de capital cripto, afetando liquidez e preços. A neutralidade tecnológica do blockchain colide com geopolítica, onde cripto serve tanto inclusão quanto evasão. (132 palavras)

Lições para Investidores Internacionais

O relatório alerta para discrepâncias entre declarações públicas de compliance e evidências on-chain, urgindo maior escrutínio. Usuários devem priorizar exchanges com licenças claras e relatórios transparentes, evitando P2P ou serviços obscuros. O fenômeno russo exemplifica como sanções fragmentam o mercado, impulsionando migração para DeFi ou jurisdições permissivas, mas com volatilidade acrescida. Monitorar atualizações da OFAC e Elliptic é essencial para navegar esses riscos globais. (92 palavras)


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Ponte cross-chain digital hexagonal rachada com vazamento de energia vermelha, simbolizando hack na IoTeX por vazamento de chaves privadas

Hack na IoTeX: Ponte Cross-Chain Perde US$ 2 Milhões por Chaves Privadas

A ponte cross-chain da IoTeX foi invadida por meio de um vazamento de chaves privadas, resultando em prejuízo de cerca de US$ 2 milhões em ativos como USDC, USDT, IOTX e WBTC. O incidente, confirmado pela equipe e analisado pela PeckShield, levou à pausa nos serviços de depósito e saque. A rede DePIN está segura, com recuperação prevista em 24 a 48 horas. Usuários precisam monitorar anúncios oficiais para evitar riscos adicionais. Sua carteira na IoTeX está exposta?


Detalhes do Ataque Sofisticado

O ataque à ponte da IoTeX foi obra de um grupo profissional que planejou a invasão por longo tempo, obtendo controle total sobre contratos inteligentes como TokenSafe e MinterPool. A PeckShield identificou a extração direta de fundos do cofre, com estimativas iniciais variando de US$ 430 mil a US$ 8,8 milhões — ajustadas para US$ 2 milhões após excluir tokens falsos sem valor, como CIOTX e CCS, que foram congelados.

Esse tipo de invasão destaca um padrão alarmante: em 2025, 88% das perdas no primeiro trimestre vieram de comprometimentos de chaves privadas. Quando o atacante vira ‘administrador’, não há limites lógicos impostos por código — o risco é total. A IoTeX já conteve o incidente e colabora com exchanges e autoridades para rastrear e congelar os fundos roubados.

Riscos Estruturais das Pontes Cross-Chain

É importante considerar que bridges cross-chain são historicamente o elo mais frágil nas blockchains. Casos como Ronin (US$ 625 milhões em 2022), Wormhole (US$ 320 milhões) e Multichain (US$ 126 milhões) mostram o padrão: o problema não está só no código auditado, mas na arquitetura. Alguém precisa gerenciar chaves privadas para validar transferências entre cadeias, criando um ponto único de falha.

O risco aqui é claro: mesmo com auditorias, se o dispositivo ou processo de gestão de chaves for invadido — via malware, phishing ou engenharia social —, tudo colapsa. Em 2026, ainda vemos esses vetores persistirem. Para redes DePIN como IoTeX, que integram IoT e finanças, essa vulnerabilidade pode comprometer ecossistemas inteiros. Atenção para sinais semelhantes em outros projetos.

O Que Fazer para Proteger Seus Fundos

Se você tem ativos na IoTeX, o primeiro passo é verificar saldos em exploradores como o oficial da rede ou PeckShield. Evite interagir com a ponte até o anúncio oficial de reabertura — pausas evitam perdas em cascata. Monitore o Twitter oficial da IoTeX (@iotex_io) e PeckShield para atualizações em tempo real.

Considere diversificar: não concentre fundos em bridges ou hot wallets. Use hardware wallets para chaves principais e ative 2FA em contas ligadas. Historicamente, respostas rápidas como essa da IoTeX recuperam confiança, mas lições de Bybit e HTX mostram que ‘recuperação’ exige vigilância pós-evento. Não ignore: revise suas exposições agora.

Plano de Recuperação e Lições Aprendidas

A IoTeX planeja restaurar operações de chain e depósitos/saques em 24 a 48 horas, após upgrades de segurança. A transparência — divulgando perdas e parcerias com autoridades — é positiva, mas o teste real virá com a prevenção de recorrências. Para investidores brasileiros, avalie o impacto em IOTX: quedas são comuns pós-hack, mas recuperações dependem de execução.

Esse episódio reforça: em cripto, risco de custódia privada supera exploits de código. Monitore, proteja e questione arquiteturas centralizadas em bridges. A proteção começa com informação precisa.


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Rede neural com nó central falso de IA corrompido emitindo tentáculos vermelhos sugando tokens dourados, alertando sobre scams cripto

Scammers de IA: Token Falso Rouba US$ 16 Milhões no OpenClaw

Investigações revelam que o criador do agente OpenClaw de IA, Peter Steinberger, quase deletou o projeto viral após scammers sequestrarem suas contas antigas e lançarem um token falso $CLAWD que atingiu US$ 16 milhões de capitalização antes de colapsar. O assédio em comunidades como Discord levou a um banimento total de menções a cripto. Isso reflete as perdas recordes de US$ 3,7 bilhões em fraudes cripto em janeiro, impulsionadas pela euforia em torno da IA.


O Caso OpenClaw: Sequestro e Token Fantasma

Peter Steinberger desenvolveu o OpenClaw, um framework open-source de agentes de IA que explodiu em popularidade, alcançando mais de 200 mil estrelas no GitHub desde janeiro. Durante um processo de rebranding necessário por disputa de marca registrada com a Anthropic (Clawdbot para OpenClaw), scammers agiram rápido: em segundos, tomaram as contas antigas no GitHub e X (Twitter).

Evidências apontam que eles promoveram o token $CLAWD na Solana, inflando seu valor para US$ 16 milhões em horas. Quando Steinberger negou envolvimento, o token despencou mais de 90%, deixando traders furiosos que o assediaram por semanas. “Qualquer projeto que me liste como dono de coin é um scam”, alertou ele publicamente.

O trauma foi tão intenso que menções a “bitcoin” ou cripto agora resultam em banimento imediato no Discord do projeto, mesmo em contextos técnicos inofensivos.

Fraudes Cripto em Janeiro: Recorde Alarmante

Dados da CertiK confirmam o cenário preocupante: em janeiro de 2026, o ecossistema cripto sofreu US$ 370 milhões em perdas por exploits e fraudes — o maior valor em 11 meses, quase quatro vezes mais que no mesmo período de 2025. Foram registradas 40 incidentes, com grande parte ligada a engenharia social.

Exemplos incluem anúncios falsos de Uniswap no Google, onde sites clonados induzem usuários a conectar carteiras, drenando fundos via autorizações maliciosas. Um usuário relatou perda de uma carteira de seis dígitos após clicar em um link topo de busca. Esses ataques exploram o descuido humano, não falhas em contratos inteligentes.

A euforia em torno da IA amplifica o risco: projetos virais como OpenClaw viram alvos para tokens falsos bilionários, atraindo investidores desatentos em busca de narrativas quentes.

Sinais de Alerta e Novos Vetores de Ataque no Discord

Scammers exploram comunidades como Discord para espalhar FUD e euforia. No OpenClaw, pesquisadores da SlowMist identificaram centenas de instâncias expostas sem autenticação e 386 skills maliciosas — scripts adicionais que visavam traders de cripto. O modelo de confiança localhost falha em proxies reversos, criando brechas.

Sinais de alerta incluem:

  • contas hackeadas durante transições,
  • tokens lançados sem anúncio oficial,
  • listagens falsas de criadores como donos,
  • assédio pós-colapso.

O viés de confirmação leva investidores a ignorar avisos do desenvolvedor.

Steinberger agora trabalha na OpenAI, mas o banimento persiste como cicatriz da cultura especulativa tóxica.

Como se Proteger: Lições Práticas

Para evitar armadilhas, verifique sempre canais oficiais e on-chain antes de investir. Evite assinar transações em sites não verificados, use hardware wallets e ative 2FA rigorosa. Em comunidades, desconfie de pumps repentinos em projetos de IA sem utility real.

Investidores brasileiros devem monitorar exchanges locais para dumps de tokens fake. A educação preventiva é chave: scammers contam com sua pressa por ganhos rápidos.


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Fortaleza Bitcoin sitiada por nuvens FUD regulatórias com mineradores e investidores cartoon capitulando, ilustrando pressão de sanções e crimes no mercado cripto

Crimes e Capitulação: O Peso da Regulação no Mercado Cripto Atual

📊 BOLETIM CRIPTO | 22/02/2026 | MANHÃ

Relatórios contundentes da Elliptic e Chainalysis marcam este domingo com o desmascaramento de redes globais de evasão de sanções e mudanças alarmantes no crime organizado via criptoativos. Enquanto a União Europeia acelera propostas de restrição total contra entidades russas após a revelação de US$ 110 bilhões em transações ilícitas, o Bitcoin enfrenta uma fase de capitulação severa liderada por investidores de curto prazo e mineradoras. O viés de baixa moderado domina o cenário, sustentado pela saída de capital de ETFs e pela pressão de mineradoras como a Bitdeer, que zerou suas reservas. Embora a resiliência técnica da rede Bitcoin se destaque com um salto na dificuldade, o sentimento de cautela prevalece diante de novos recordes de perdas realizadas e vulnerabilidades em protocolos importantes.


🔥 Destaque: US$ 110 Bilhões em Evasão de Sanções Russas

Um relatório explosivo da Elliptic, divulgado nas últimas horas, revelou que cinco exchanges russas — ABCeX, Exmo, Rapira, Bitpapa e Aifory Pro — têm facilitado a evasão de sanções internacionais em escala titânica. A ABCeX sozinha processou US$ 110 bilhões, operando diretamente no antigo endereço da Garantex, plataforma fechada por autoridades em 2025.

O impacto regulatório é imediato: a União Europeia já discute uma proposta para o banimento total de qualquer transação cripto envolvendo entidades russas. Esta movimentação visa fechar brechas como a rotação de carteiras e o uso de spin-offs sancionados que continuam operando através de jurisdições como Dubai e Turquia. Para o mercado global, isso significa um aumento drástico nos custos de conformidade e um escrutínio ainda maior sobre o Know Your Customer (KYC).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 352.963,28, mantendo-se estável em território brasileiro apesar das turbulências geopolíticas. No entanto, a liquidez em pares vinculados ao Rublo e em stablecoins não reguladas deve sofrer retração severa à medida que os analytics de empresas como a TRM e Elliptic fornecem provas on-chain para novos congelamentos de ativos.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um momento de tensão regulatória e rebalanceamento de mãos. Dados da Chainalysis mostram um contraste perturbador: enquanto o uso de cripto para precursores de fentanyl caiu, o financiamento ao tráfico humano explodiu 85% em 2025. Esse fluxo bilionário, concentrado em stablecoins e ferramentas de privacidade como o Monero, fornece munição política para reguladores que buscam endurecer as regras de Anti-Money Laundering (AML) globalmente.

No front do Bitcoin, a rede demonstra uma força técnica impressionante, mesmo sob estresse. De acordo com o Bitcoinist, a dificuldade de mineração deu o maior salto em meses, subindo 15% após o retorno em massa de mineradores norte-americanos que haviam desligado suas máquinas devido a tempestades de inverno. No entanto, essa maior segurança da rede comprime as margens de lucro dos mineradores, forçando participantes menos eficientes a considerarem a capitulação.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Capitulação de Detentores: Dados da CryptoQuant revelam que 46% do suprimento de Bitcoin está em prejuízo, com investidores de curto prazo liderando vendas em pânico.
  • Pressão de Mineradoras: A Bitdeer zerou completamente suas reservas de Bitcoin, despejando mais de 940 BTC no mercado spot em uma semana para priorizar liquidez em caixa.
  • Liquidações em Cascata: Existem clusters de liquidação massivos que podem ser acionados caso o preço saia da faixa entre US$ 66.000 e US$ 70.000, ameaçando volatilidade descendente.
  • Segurança de Protocolo: O recente exploit de US$ 2 milhões na IoTeX devido a vazamento de chave privada reforça a necessidade de cuidados extremos com custódia.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Migração para Exchanges Reguladas: O cerco a plataformas russas não complacentes beneficia exchanges com KYC robusto, como a Binance, que podem absorver o fluxo institucional legítimo.
  • Blockchain Analytics: A validação da utilidade de dados on-chain para prever tendências criminais coloca empresas de análise em posição de destaque para novos contratos governamentais.
  • Acumulação Institucional: Enquanto ETFs registram saídas temporárias, investidores de varejo e baleias de longo prazo estão aproveitando a sobrevenda para acumular satoshis.

📰 Principais Notícias do Período

1. Elliptic expõe exchanges russas em esquema de US$ 110 bi
Plataformas como ABCeX e Exmo são identificadas auxiliando a Rússia a contornar sanções globais, processando volumes bilionários através de estruturas opacas.

2. Tráfico humano via cripto sobe 85%, alerta Chainalysis
O relatório destaca o crescimento alarmante de pagamentos via stablecoins para redes de tráfico no Sudeste Asiático, aumentando a pressão por conformidade AML.

3. Capitulação de Bitcoin: US$ 643 milhões em perdas realizadas
Investidores de curto prazo e baleias médias lideram a pressão de venda, enquanto mineradores buscam equilibrar suas tesourarias em meio à queda.

4. Mineradora Bitdeer encerra posição em Bitcoin
A empresa de mineração listada em bolsa zerou seus holdings próprios para focar em liquidez fiat, sinalizando um movimento de cautela no setor industrial.

5. Cluster de liquidação em US$ 70k atinge US$ 7,9 bilhões
Dados da Coinglass apontam que o rompimento da barreira de 70 mil dólares pode desencadear um short squeeze violento no mercado de futuros.

6. IoTeX confirma hack de US$ 2 milhões
A rede de IoT sofreu um ataque profissional via vazamento de chaves privadas; operações de depósito devem ser normalizadas em até 48 horas.

7. Dificuldade do Bitcoin salta 15% após tempestades nos EUA
O ajuste automático do protocolo elevou a dificuldade para 144 trilhões, refletindo a resiliência da infraestrutura de mineração global.


🔍 O Que Monitorar

  • Sanções da UE: A confirmação de novas listagens pela OFAC e União Europeia impactará diretamente a liquidez de exchanges regionais.
  • Rácio de Baleias (Whale Ratio): Atualmente em 74%, o monitoramento desse indicador sinalizará quando a pressão de distribuição por grandes detentores chegar ao fim.
  • Níveis Críticos de BTC: Acompanhe os suportes em US$ 66.000 e a resistência psicológica em US$ 70.000 para antecipar movimentos de liquidação.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de baixa moderado deve persistir enquanto o mercado absorve o influxo de moedas proveniente de mineradoras e ETFs. A revelação de esquemas massivos de evasão de sanções pode gerar FUD adicional no curto prazo, especialmente sobre exchanges que operam em zonas cinzentas. Contudo, a estabilização da rede e a transferência de ativos para detentores mais pacientes sugerem que um fundo local pode estar em formação. Recomenda-se cautela com alavancagem excessiva em níveis próximos aos clusters de liquidação identificados.


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Rede cristalina de hashrate Bitcoin com seção escura se regenerando em dourado, simbolizando virada após queda segundo VanEck

VanEck vê retorno melhor para Bitcoin após queda de hashrate

Um relatório on-chain da VanEck para fevereiro de 2026 revela que a queda de cerca de 29% no preço do Bitcoin nos últimos 30 dias, aliada à contração no hashrate da rede, pode sinalizar um cenário de melhores retornos futuros. Indicadores como NUPL entraram em zona de ansiedade e o open interest recuou, liberando riscos de alavancagem. No entanto, ao buscar esse relatório no Google, investigações passadas mostram armadilhas de phishing frequentes com documentos falsos. Proteja-se verificando fontes oficiais.


Detalhes do Relatório da VanEck

Investigações sobre o mais recente relatório da VanEck, divulgado via análise on-chain de Matthew Sigel, apontam para um momento de capitulação no mercado de Bitcoin. O preço do BTC despencou aproximadamente 29% nos últimos 30 dias, levando o indicador NUPL (Net Unrealized Profit/Loss) a flertar com a “zona de ansiedade” e até entrar em “medo”. Isso reflete uma realização de lucros não realizados, comum em fases de correção.

Além disso, o open interest — escala de contratos não liquidados — voltou aos níveis de setembro de 2024, indicando que posições alavancadas excessivas foram limpas do mercado. Evidências on-chain mostram que as principais vendas vieram de holders de médio prazo, aqueles com moedas entre 1 e 5 anos de posse. No entanto, uma red flag positiva: a velocidade de distribuição entre holders de longo prazo (mais de 1 ano) desacelerou significativamente no último mês.

Esses dados sugerem que a pressão vendedora pode estar se esgotando, abrindo espaço para uma estabilização. Mas, como sempre em cripto, nada é garantido sem verificação rigorosa.

Contração no Hashrate: Histórico de Viradas

Um dos pontos mais investigados no relatório é a queda de 14% no hashrate global nos últimos 90 dias. Mineradores enfrentam margens de lucro apertadas devido à desvalorização do BTC, forçando desligamentos de equipamentos menos eficientes. Historicamente, fases de contração no hashrate precederam períodos de retornos aprimorados para o Bitcoin.

Por quê? Quando o hashrate cai, a dificuldade de mineração ajusta para baixo, restaurando rentabilidade para sobreviventes. Isso atrai novos investimentos em hardware, elevando o hashrate novamente — e, frequentemente, o preço do BTC acompanha. Exemplos passados incluem os ciclos pós-halving de 2020 e 2024, onde contrações semelhantes pavimentaram altas expressivas.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 354.904 neste sábado (21/02), com alta de 1,14% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Para brasileiros, isso reforça a necessidade de monitorar exchanges locais durante volatilidade.

Armadilhas de Phishing: O Lado Negro das Buscas

Enquanto o relatório da VanEck oferece insights valiosos, acessá-lo exige cautela extrema. Histórico de investigações revela que buscas no Google por “relatório VanEck Bitcoin” frequentemente levam a sites falsos com PDFs infectados ou formulários de phishing. Fraudadores exploram a euforia em torno de análises de grandes gestoras para roubar credenciais de carteiras ou dados pessoais.

Red flags comuns: domínios como vaneck-report[.]fake.com, erros gramaticais em títulos ou chamadas urgentes para “baixar agora”. Em casos passados, links maliciosos direcionavam a drainer wallets, esvaziando saldos em segundos. A lição: acesse apenas o site oficial da VanEck (vaneck.com) ou perfis verificados no X.com.

Para se proteger:

  1. Verifique a URL antes de clicar;
  2. Use bookmarks para fontes confiáveis;
  3. Nunca insira seeds ou chaves privadas em sites de "relatórios gratuitos";
  4. Instale extensões anti-phishing como uBlock Origin.

Próximos Passos para Investidores

Diante desses sinais, holders de longo prazo devem resistir à capitulação, mas diversificar riscos. Monitore hashrate via sites como CoinMetrics ou Glassnode. Para brasileiros, compare cotações em exchanges nacionais versus globais, atentando para spreads durante quedas.

A VanEck não é infalível — relatórios são análises, não profecias. Evidências apontam para possível melhora estrutural, mas volatilidade persiste. Fique atento e proteja seus ativos.


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Escudo de stablecoin CNH₮ corroendo e dissolvendo pela base, simbolizando fim de suporte anunciado pela Tether

Alerta CNH₮: Tether encerra suporte e prazo para resgates

A Tether anunciou o encerramento do suporte à stablecoin CNH₮, lastreada no yuan offshore chinês (CNH), devido à baixa demanda e adoção limitada. A emissão de novos tokens (minting) cessa imediatamente, enquanto os resgates estarão disponíveis por exatamente um ano, até fevereiro de 2027, com aviso prévio. É importante considerar: se você tem saldo em CNH₮ em qualquer blockchain suportada, o risco aqui é perder tudo após o prazo. Não se desespere, mas não durma no ponto — planeje o resgate com calma para evitar pânico ou golpes.


Detalhes do Processo de Encerramento

O anúncio oficial da Tether segue um processo em duas fases, similar a descontinuações anteriores de produtos. Na fase um, iniciada hoje, 21 de fevereiro de 2026, nenhuma nova CNH₮ entrará em circulação. Isso reflete condições de mercado alteradas, onde o uso da stablecoin não justifica mais os custos operacionais aos padrões da emissora.

A CNH₮ foi lançada como parte do portfólio de stablecoins da Tether, atrelada ao yuan offshore — versão acessível a traders internacionais, distinta do yuan onshore da China continental. Apesar do potencial inicial, a baixa liquidez e adoção comunitária levaram à decisão estratégica de realocação de recursos para ativos de maior relevância, como o USDT, líder com US$ 185 bilhões em capitalização.

Holders em todas as blockchains suportadas são orientados a resgatar o quanto antes, sob os termos de serviço vigentes até o fim do prazo.

Riscos Envolvidos e Prazos Críticos

Atenção para o principal risco: após um ano da data de hoje, a Tether encerrará completamente o suporte a resgates. Isso significa que tokens não resgatados podem se tornar irrelevantes ou ilíquidos, resultando em perdas totais para quem ignorar o alerta. Historicamente, descontinuações semelhantes expuseram usuários despreparados a cenários de pânico, com quedas de preço e dificuldade de saída.

O prazo exato será comunicado com antecedência, mas vale monitorar canais oficiais da Tether. Fatores como volatilidade de mercado ou congestão em blockchains podem complicar resgates tardios. É realista admitir que, em um ecossistema cripto repleto de vulnerabilidades, ignorar prazos assim é um erro evitável.

Além disso, o risco de golpes aumenta: fraudadores podem explorar o anúncio oferecendo ‘resgates rápidos’ ou plataformas falsas. Já vimos casos em que pânico levou a perdas por phishing ou contratos maliciosos.

Como Resgatar com Segurança

Para minimizar riscos, siga estes passos práticos e verificados:

  1. Verifique seu saldo em carteiras ou exchanges compatíveis com CNH₮. Use exploradores de blockchain oficiais para confirmação independente.
  2. Acesse apenas o site oficial da Tether (tether.to) para iniciar o processo de redenção. Nunca clique em links de e-mails ou redes sociais não verificados.
  3. Prepare documentação de KYC se exigida, e realize o resgate em lotes pequenos para testar. Evite prazos apertados para não enfrentar taxas altas ou falhas de rede.
  4. Considere converter para USDT ou outra stablecoin de alta liquidez imediatamente após o resgate, diversificando riscos cambiais do yuan.

Não confie em serviços terceiros prometendo resgates ‘facilitados’ — esses são alvos comuns de scams. Sua prioridade deve ser a proteção do capital, agindo com prudência.

Lições para Investidores Cripto

Este caso reforça uma lição recorrente: stablecoins de nicho enfrentam riscos de obsolescência quando a adoção não acompanha. A Tether, ao focar em infraestrutura de alto volume, demonstra maturidade estratégica, mas expõe holders periféricos a transições abruptas. Pergunte-se: quantos ativos em sua carteira têm liquidez real e suporte sustentável?

Monitore atualizações oficiais e evite FUD desnecessário — o risco aqui é gerenciável com ação atempada. Em um mercado de riscos inerentes, a cautela protetora é o melhor escudo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem fundador cartoon alertando investidor de scam falso Uniswap em anúncio Google, carteira drenando moedas douradas

Falso Uniswap no Google: Fundador Alerta Após Perda de US$ 500 mil

O fundador da Uniswap, Hayden Adams, emitiu um alerta urgente sobre anúncios falsos no Google que imitam a exchange descentralizada. Uma vítima conhecida como ‘Ika’ perdeu um portfólio no valor de meio milhão de dólares ao conectar a carteira em um site fraudulento que apareceu como primeiro resultado de busca. Adams destacou que esses ‘scam ads’ persistem apesar de anos de denúncias, expondo o risco constante para usuários desatentos.


Alerta Direto de Hayden Adams

Hayden Adams, criador da Uniswap, usou sua conta no X para denunciar a recorrência de anúncios maliciosos. ‘Scam ads keep returning despite years of reporting’, afirmou ele, referindo-se a fraudes que exploram buscas por ‘Uniswap’. O problema não é novo: a plataforma já enfrentou apps falsos durante a espera por aprovação na App Store e sites clonados em 2024, como relatado anteriormente.

Adams enfatiza a campanha contra esses anúncios, que direcionam usuários para páginas falsas onde um simples clique em ‘connect wallet’ autoriza o dreno total de fundos. É importante considerar: quantas vezes você confia no primeiro resultado de busca sem verificar? Esse é o risco aqui, especialmente em um mercado onde a confiança cega leva a perdas irreparáveis.

O Caso da Vítima ‘Ika’: Lições de uma Corrente de Erros

A vítima, identificada como ‘Ika’ no X, compartilhou sua história em um fio intitulado ‘I lost everything, what’s next?’. Após dois anos de disciplina, buscando oportunidades em web3, ele viu seu portfólio de seis dígitos evaporar. ‘Getting drained isn’t bad luck. It’s the final consequence of a long chain of bad decisions’, escreveu Ika, admitindo falhas acumuladas.

O incidente ocorreu após ele clicar em um resultado de topo no Google, que levava a um site falso da Uniswap. Apesar de cuidados prévios, a armadilha funcionou: conexão de carteira e aprovação de transação permitiram o roubo completo. Atenção para o detalhe: sites falsos copiam perfeitamente o design oficial, alterando apenas botões como ‘connect’ no lugar de ‘get started’.

Como Verificar URLs e Evitar Golpes

Para se proteger, siga estas dicas práticas:

  1. Sempre acesse o site oficial digitando a URL diretamente — para Uniswap, é app.uniswap.org. Nunca clique em anúncios ou resultados de busca. Verifique o domínio: evite variações como ‘uniswapp.com’ ou com hífens extras. Use extensões de navegador como Pocket Universe ou Revoke.cash para monitorar aprovações pendentes.
  2. Pause antes de aprovar transações: leia o que está assinando no wallet. Pergunte-se: isso é realmente necessário agora?
  3. Diversifique carteiras — use uma hot wallet só para pequenas quantias.

O risco aqui é real: janeiro de 2026 registrou US$ 370 milhões roubados em scams, quatro vezes mais que no ano anterior, segundo a CertiK.

Contexto Maior: Aumento de Scams no Mercado Cripto

Esse caso reflete uma tendência alarmante. Em janeiro, os roubos via exploits e scams atingiram o maior valor em 11 meses, impulsionados por engenharia social como no caso de US$ 284 milhões perdidos em um único incidente. Histórico como guia: Uniswap já sofreu com clones durante a euforia em torno do L2 Unichain em outubro de 2024.

Como investidora cautelosa, recomendo monitorar sinais de alerta: anúncios pagos em buscas sensíveis, domínios recentes e pressa para conectar wallets. A proteção começa com educação — não deixe que a euforia do mercado cripto ofusque a prudência. Vale observar relatórios de segurança como os da CertiK para antecipar ameaças.


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Trader cartoon mordendo isca falsa de Uniswap puxado por rede phishing de anúncio Google, alertando sobre scam em buscas patrocinadas

Armadilha no Google: Trader Perde Seis Dígitos em Fake Uniswap

Nunca clique em anúncios patrocinados do Google para acessar exchanges ou protocolos DeFi. Um usuário do Polymarket perdeu centenas de milhares de dólares — uma soma de seis dígitos — após cair em uma armadilha assim. Ao buscar a Uniswap, o topo dos resultados levou a um site falso que drenou sua carteira. O criador da Uniswap, Hayden Adams, chamou a situação de ‘horrível’ e defendeu o fim da economia de anúncios maliciosos. É um alerta para todos nós.


O Caso do Trader Enganado

Um trader ativo no Polymarket compartilhou publicamente sua perda devastadora: toda sua rede de valor em cripto, estimada em seis dígitos em dólares, evaporou após conectar a carteira a um site clonado da Uniswap. O erro fatal? Clicar no primeiro anúncio patrocinado exibido no Google ao pesquisar o protocolo DeFi.

Dezenas de usuários reagiram nas redes sociais com solidariedade, mas o incidente destaca um risco persistente. O fundador do DefiLlama divulgou o caso como lição coletiva, reforçando que esses golpes não são isolados. É importante considerar: quantas vítimas silenciosas ainda não relataram suas perdas?

Como Funciona o Golpe: Punycode e AngelFerno

O script malicioso AngelFerno, operando no modelo scam-as-a-service, foi o responsável pelo roubo. Ele já atacou protocolos como OpenEden e Curvance e permanece ativo em domínios listados em blocklists do GitHub. Os atacantes usam Punycode — caracteres cirílicos que imitam visualmente domínios legítimos como ‘uniswap.org’ —, tornando o site falso indistinguível a olho nu.

A vítima acessa o link, conecta a carteira e assina uma transação aparentemente inofensiva. Na realidade, isso autoriza o drenagem total de ativos. O risco aqui é claro: anúncios pagos priorizam lucro sobre verificação, permitindo que fraudadores comprem visibilidade no topo das buscas.

Reação de Hayden Adams e Críticas ao Google

Hayden Adams, fundador da Uniswap, reagiu com indignação: ‘A economia de anúncios precisa acabar’. Ele destacou anos de luta contra esses clones fraudulentos. O investigador ZachXBT exigiu punições severas ao Google por falhas na moderação, ecoando relatórios de Chainalysis sobre vetores recorrentes de ataque via ads patrocinados.

Casos semelhantes abundam: em julho de 2025, outro usuário perdeu US$ 1,2 milhão da mesma forma. Atenção para o padrão — o Google persiste como porta de entrada para esses phishing avançados.

Como se Proteger: Medidas Essenciais

Para evitar armadilhas como essa, anote: acesse protocolos DeFi apenas digitando URLs diretamente no navegador ou usando bookmarks salvos. Verifique sempre o domínio por caracteres estranhos — ferramentas como VirusTotal ajudam. Nunca conecte carteiras em sites de buscas pagas.

Use wallets com simulação de transações, como as da MetaMask atualizada, e ative alertas de segurança. O que observar? Anúncios no topo prometendo ‘acesso rápido’ a Uniswap ou similares são bandeiras vermelhas. Proteja seu patrimônio com hábitos preventivos — o custo de um clique impulsivo pode ser irreversível.


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Rede hexagonal Ethereum com toxina vermelha se espalhando de nó central, representando ataques de envenenamento apos upgrade Fusaka

Fusaka: Upgrade do Ethereum Alimenta Ataques de Envenenamento de Endereços

O upgrade Fusaka da Ethereum, implementado em dezembro, reduziu drasticamente as taxas de gas, mas ironicamente facilitou uma onda recorde de ataques de envenenamento de endereços (address poisoning). Golpistas agora enviam milhares de transações mínimas diárias para poluir o histórico das carteiras, aumentando o risco de usuários copiarem endereços falsos. É importante considerar: taxas baixas podem significar risco alto para quem não toma precauções. (68 palavras)


O Que é Envenenamento de Endereços?

O envenenamento de endereços é uma tática simples, mas eficaz, usada por golpistas. Eles enviam quantias mínimas, conhecidas como dust, de endereços que imitam os contatos reais da vítima no histórico de transações. Ao copiar um endereço recente do histórico para uma nova transferência, o usuário pode inadvertidamente enviar fundos para o atacante.

Antes do Fusaka, cerca de 30.000 transações dust ocorriam por dia na Ethereum mainnet, analisando 101 tokens. Após o upgrade, que cortou as taxas de gas em seis vezes, o volume saltou para 167.000 diários, com pico de 510.000 em um único dia de janeiro. O risco aqui é claro: o que era caro e limitado agora é escalável e massivo.

Estudo do pesquisador Andrey Sergeenkov revela que, em pouco mais de dois meses pós-Fusaka, as vítimas perderam mais de US$ 63 milhões, 13 vezes os US$ 4,9 milhões do período anterior equivalente. Mesmo excluindo um roubo isolado de US$ 50 milhões em USDT em 19 de dezembro, as perdas ainda foram 2,7 vezes maiores. Atenção para esse padrão: custos baixos amplificam vulnerabilidades não resolvidas.

Impactos do Fusaka e Falhas de Segurança

O Fusaka resolveu um problema crônico da Ethereum — altas taxas —, permitindo maior uso da rede, com volumes de stablecoins atingindo US$ 7,5 trilhões em um trimestre e taxas abaixo de um dólar. No entanto, sem medidas de segurança contra spam, como limites em transações dust, os atacantes transformaram a rede em um playground para golpes em massa.

Sergeenkov critica: reduzir fees é positivo, mas problemas de segurança ampliados por transações baratas deveriam ter sido priorizados. Quando se fala em ‘segurança de trilhões de dólares’, a proteção do usuário deve vir antes de métricas de crescimento. É possível que upgrades futuros incluam filtros anti-spam, mas por enquanto, cabe ao usuário mitigar os riscos.

Historicamente, ataques semelhantes já custaram caro em outras redes. Na Ethereum, o boom pós-Fusaka mostra como otimizações técnicas podem expor falhas humanas — confiar no histórico como lista de contatos confiáveis é um erro comum e evitável.

Como se Proteger e o Que Observar

A regra de ouro é nunca copiar endereços do histórico de transações. Sempre digite manualmente ou use copiadores verificados, como códigos QR ou bookmarks salvos. Verifique os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de confirmar qualquer envio — golpistas exploram a preguiça visual.

Monitore ferramentas como Etherscan para padrões suspeitos em sua carteira. Use carteiras com alertas de dust, como MetaMask com extensões anti-phishing. Para grandes valores, valide endereços por canais off-chain, como mensagens confirmadas.

Vale observar atualizações da Ethereum Foundation sobre anti-spam. Enquanto isso, pergunte-se: o benefício das taxas baixas compensa o risco ampliado? Seja prudente — uma verificação extra pode salvar milhões.


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Engenheiros cartoon carregando dados roubados por brecha em muro de segurança cyan para vazio vermelho, simbolizando espionagem da Google ao Irã

Engenheiros da Google Acusados de Roubar Segredos para o Irã

Investigações federais nos Estados Unidos acusam três engenheiros de origem iraniana de roubar segredos comerciais da Google e outras empresas de tecnologia em Silicon Valley, enviando-os para o Irã. Os acusados, Samaneh Ghandali, Soroor Ghandali e Mohammadjavad Khosravi, exploraram posições internas para acessar dados confidenciais sobre segurança de processadores e criptografia. Presos nesta semana, enfrentam graves penas por conspirar em meio a tensões geopolíticas.


Perfil dos Acusados e Cargos

Evidências apontam que Samaneh Ghandali, 41 anos, e sua irmã Soroor, 32, trabalharam na Google antes de migrarem para outra firma em Silicon Valley. Khosravi, 40, esposo de Samaneh e residente permanente, atuava em empresa de San Diego focada em sistemas-on-chip (SoC). Um grande júri federal no Norte da Califórnia os indiciou por conspiração para roubo de segredos comerciais, tentativa de roubo e obstrução de justiça.

Os promotores detalham como os engenheiros acessaram centenas de arquivos proprietários. Samaneh fotografou telas de computadores com dados sensíveis, inclusive 24 imagens de segredos do SoC Snapdragon na véspera de viagem ao Irã em dezembro de 2023. Durante a estadia em Teerã, dispositivos ligados a ela acessaram essas fotos, enquanto Khosravi consultava materiais extras.

Métodos de Roubo e Transferência

Os dados roubados envolvem segurança de hardware, criptografia e arquitetura de chips, tecnologias de alto valor não acessíveis publicamente. Transferências ocorreram via plataformas de terceiros, possivelmente Telegram, para dispositivos pessoais e ao Irã, contornando sanções americanas. Para evitar detecção, deletaram comunicações, destruíram registros e submeteram declarações falsas às empresas.

Esse modus operandi revela sinais de alerta clássicos de insiders: acesso privilegiado usado para exfiltração gradual, sem alertas óbvios. Empresas de semicondutores e criptografia enfrentam riscos similares, onde “confiança interna” vira vulnerabilidade. Analistas como Vincent Liu, da Kronos Research, alertam que controles existentes falham contra extrações lentas por funcionários legítimos.

Descoberta pela Google e Resposta

A Google identificou atividades suspeitas em agosto de 2023 via monitoramento interno, revogando acesso de Samaneh. Uma investigação própria levou à denúncia imediata às autoridades. José Castañeda, porta-voz, afirmou: “Detectamos o roubo rotineiramente e fortalecemos salvaguardas, bloqueando subidas a plataformas externas como Telegram.” Medidas agora incluem autenticação dupla e logs rigorosos.

O Departamento de Justiça enfatiza proteção à inovação americana contra nações hostis. Sanjay Virmani, do FBI, destacou “passos deliberados para ocultar identidades”. Se condenados, penas chegam a 10 anos por roubo e 20 por obstrução, mais multas de US$ 250 mil por conta.

Implicações e Como se Proteger

Esse caso expõe a guerra fria tecnológica: Irã, sancionado, busca avanços em chips e criptografia para contornar restrições, potencialmente impactando segurança de blockchains e wallets. Para investidores cripto, lição clara: monitore insiders em projetos. Empresas devem priorizar zero-trust, auditorias contínuas e detecção comportamental.

Sinais de alerta a vigiar:

  • acessos incomuns;
  • fotos de telas;
  • viagens a nações de risco.

Invista em ferramentas como SOC 2, mas saiba que certificações medem conformidade, não resiliência real contra traidores internos. Proteja-se verificando equipes de projetos sensíveis.


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Figura encapuzada cartoon protegendo moedas douradas inativas em bloco de gelo contra vórtice quântico, debatendo risco em Bitcoin de Satoshi

Plano de Emergência: Congelar Bitcoins de Satoshi Contra Risco Quântico?

O fundador da CryptoQuant, Ki Young Ju, propôs uma medida controversa: congelar os bitcoins inativos de Satoshi Nakamoto e outros endereços antigos para proteger o Bitcoin contra ameaças da computação quântica. A ideia afeta cerca de 6,89 milhões de BTC, incluindo o mítico acervo de 1 milhão do criador da rede. É importante considerar se essa solução protege ou compromete os princípios fundamentais do BTC. O debate divide a comunidade.


O Que é o Risco Quântico para o Bitcoin?

A computação quântica representa um risco significativo para a criptografia atual do Bitcoin. Computadores quânticos, com seus qubits, podem resolver problemas matemáticos complexos em minutos, algo que levaria bilhões de anos para máquinas clássicas. No caso do BTC, o algoritmo ECDSA — usado para gerar chaves públicas e privadas — pode ser quebrado pelo algoritmo de Shor.

Endereços antigos, como P2PK ou P2PKH onde a chave pública foi exposta em transações, ficam vulneráveis. Cerca de 6,89 milhões de BTC inativos estão em risco, dos quais 3,4 milhões não se movem há mais de 10 anos. O risco aqui é que, em 5 a 10 anos, hackers com acesso quântico possam derivar chaves privadas e gastar esses fundos, inundando o mercado e derrubando o preço.

Para o leitor comum, atenção: se suas bitcoins estão em endereços modernos como Bech32 (começando com bc1q), sem exposição da chave pública até o gasto, elas estão mais seguras por enquanto. Mas o ecossistema todo pode sofrer com a perda de confiança.

A Proposta de Ki Young Ju e Seus Desafios

Ju questionou na rede X: “Você apoiaria congelar moedas inativas, incluindo as de Satoshi, para salvar o BTC de ataques quânticos?”. A solução técnica envolveria uma atualização soft fork no protocolo, tornando esses endereços não gastáveis. Isso preservaria o suprimento escasso do Bitcoin, evitando uma diluição massiva.

No entanto, o risco de implementação é alto. A comunidade Bitcoin é conhecida por resistir mudanças radicais, como visto nos debates sobre SegWit2x. Congelar fundos viola o mantra "not your keys, not your coins", podendo abrir precedentes para censura centralizada. Sem consenso, forks rivais poderiam fragmentar a rede, como ocorreu no passado com Bitcoin Cash.

Ju alerta que a inação pode ser pior: liberação gradual desses BTC por atacantes quânticos erodiria a confiança no ativo como “dinheiro duro”.

Debate Ético e Implicações para Investidores

A reação é mista. Charles Edwards vê um dilema: congelar socava a imutabilidade, mas permitir roubo destrói o valor. Marco Battistoni chama de “tirania”, prevendo que moedas perdidas serão redistribuídas em décadas. André Dragosch prefere perdas localizadas a intervenções forçadas.

Para nós, investidores brasileiros, é crucial observar: uma crise quântica poderia impactar o preço global do BTC, afetando nossas posições em reais. Plataformas como exchanges já discutem migrações para criptografia pós-quântica, mas o Bitcoin precisa de consenso comunitário. Historicamente, falhas como o hack da Mt. Gox ensinaram que ignorar riscos técnicos custa caro.

Enquanto isso, priorize carteiras com múltiplas assinaturas e endereços não reutilizados. O futuro quântico é incerto, mas a prudência sempre paga.


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Policiais cartoon corruptos escalando fortaleza cripto roubando moedas enquanto hacker devolve baú de BTC, alertando riscos de crime em Malásia e Coreia do Sul

Policiais Malaios Presos por Roubo de Cripto e Hacker Devolve US$ 21,3 Mi em BTC

Investigações revelam um cerco mais apertado contra crimes envolvendo criptomoedas: na Malásia, 12 policiais foram presos por simular uma operação e roubar US$ 51 mil em ativos digitais de oito chineses. Em paralelo, um hacker devolveu 320 bitcoins (US$ 21,3 milhões) roubados das autoridades sul-coreanas em 2025. Do crime à redenção ou pressão? Evidências apontam para maior fiscalização global.


Polícia Malásia Acusada de Roubo Organizado

Evidências apontam que policiais de Selangor invadiram um bangalô no distrito de Kajang, nos arredores de Kuala Lumpur, confiscaram celulares e laptops de oito nacionais chineses (25-45 anos) e coagiram a transferência de cerca de 200 mil ringgits – equivalentes a US$ 51 mil – em criptomoedas para uma conta específica. O caso é tratado como roubo de gangue envolvendo bens digitais de estrangeiros.

O chefe de polícia Shazeli Kahar confirmou as detenções para auxiliar a investigação. O timing é revelador: dias após o rei da Malásia alertar publicamente sobre corrupção na polícia e serviço civil. Sinais de alerta incluem o uso de força estatal para extorsão privada, expondo vulnerabilidades quando autoridades viram predadores. Investidores em regiões asiáticas devem redobrar alertas com interações policiais.

Hacker Coreano Devolve BTC Após Phishing

A procuradoria de Gwangju recuperou 320,88 BTC, desviados em agosto de 2025 via ataque de phishing que comprometeu credenciais de acesso. Os fundos foram detectados ausentes apenas em janeiro, durante auditoria rotineira, e devolvidos esta semana para uma carteira oficial, depois transferidos a uma exchange doméstica sob controle governamental.

Sem explicação pública para a restituição, autoridades insistem na perseguição ao hacker desconhecido, rastreando sites de phishing e domínios maliciosos. Pedidos de congelamento em exchanges locais complicaram a lavagem. O caso destaca falhas repetidas: recentemente, polícia de Seul perdeu 22 BTC de uma cold wallet sem roubo físico do dispositivo.

Red Flags e Medidas de Proteção

Esses incidentes conectam pontos: corrupção interna erode confiança nas instituições detentoras de cripto, enquanto hackers exploram fraquezas humanas como phishing. Na Malásia, o abuso de poder policial sinaliza riscos offline; na Coreia, custódia estatal falha em básicos de segurança.

Para se proteger: use multi-sig e hardware wallets para holdings significativos; evite interagir com autoridades sem advogado; monitore transações on-chain via explorers como Etherscan ou BSCScan. Relate suspeitas imediatamente. O cerco aperta, mas a vigilância individual permanece essencial – fraudes não escolhem alvos.


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Gerente cartoon perseguindo fantasma BTC de 43B escapando de cofre, stablecoins sob lupa regulatória e rotação para Solana e XRP

Bithumb Erra BTC Fantasma de US$ 43 Bilhões e Stablecoins Sob Alvo Regulatório

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/02/2026 | NOITE

Falhas críticas em infraestruturas centrais e o uso massivo de stablecoins em atividades ilícitas definem o tom de cautela no mercado cripto neste encerramento de semana. O erro operacional sem precedentes na exchange sul-coreana Bithumb, que creditou US$ 43 bilhões em “Bitcoins fantasmagóricos”, somado ao relatório da TRM Labs sobre fluxos criminosos, gerou um sentimento predominantemente pessimista (viés de baixa). Apesar de avanços institucionais notáveis, como a agenda pró-mercado da SEC e o primeiro investment grade para ativos de Bitcoin da Ledn, o investidor institucional parece realizar lucros nos líderes, provocando saídas contínuas nos ETFs de BTC e uma rotação estratégica para Solana e XRP. O viés de baixa moderado prevalece, sustentado pelo FUD sistêmico em camadas de confiança e pela volatilidade macro vinda dos metais preciosos.


🔥 Destaque: Bithumb e o Erro de US$ 43 Bilhões

A exchange sul-coreana Bithumb protagonizou um dos erros operacionais mais bizarros e perigosos da história recente do mercado. Durante uma promoção rotineira, a plataforma creditou erroneamente 620.000 BTC inexistentes nas contas de seus usuários — um valor que, teoricamente, superaria os US$ 43 bilhões. Embora a exchange tenha agido rápido para recuperar os ativos, cerca de 125 BTC (aproximadamente US$ 8,6 milhões) ainda permanecem pendentes, expondo uma fragilidade sistêmica alarmante.

Este incidente não afeta apenas a reputação da Bithumb, mas coloca em cheque a eficácia da regulação na Coreia do Sul. A Financial Services Commission (FSC) enfrenta duras críticas de legisladores por não detectar falhas internas na exchange, mesmo após três inspeções técnicas realizadas desde 2022. Para o mercado global, o evento serve como um lembrete amargo dos riscos operacionais persistentes em grandes plataformas centralizadas (CEX).

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 350.624,79, apresentando uma leve estabilidade de 0,08% nas últimas 24 horas, apesar do turbulento cenário asiático. No entanto, a pressão de saques na Coreia do Sul e o possível endurecimento das regras de custódia podem impactar a liquidez global nas próximas horas.

É muito provável que vejamos uma migração de volume para concorrentes mais robustos ou para soluções de autocustódia. O episódio da Bithumb reforça a tese de que, mesmo em mercados maduros, a confiança nas camadas centrais ainda é vulnerável a falhas humanas e técnicas grosseiras.


📈 Panorama do Mercado

O mercado atravessa um momento de rebalanceamento de forças. Por um lado, temos a consolidação institucional através de novos frameworks regulatórios. Na ETH Denver, o novo chair da SEC, Paul Atkins, revelou o “Project Crypto”, uma iniciativa conjunta com a CFTC para trazer clareza sobre contratos de investimento e custódia, sinalizando um ambiente mais amigável para negócios nos EUA em 2026.

Por outro lado, o relatório da TRM Labs trouxe dados desconfortáveis: as stablecoins já impulsionam 86% de todos os fluxos ilícitos em cripto. Com US$ 141 bilhões movimentados por redes sancionadas, especialmente via USDT (Tether), o escrutínio regulatório sobre emissores de moedas estáveis deve atingir níveis máximos, pressionando a liquidez em protocolos DeFi e exchanges globais.

Além disso, a volatilidade no mercado de metais preciosos começa a vazar para o cripto. Com a escassez física de prata na COMEX, investidores têm buscado exposição sintética 24/7 na Binance, que já movimentou US$ 70 bilhões em perpétuos de ouro e prata. Essa convergência entre commodities tradicionais e ativos digitais aumenta o risco de spillover, onde choques no sistema financeiro tradicional ecoam rapidamente no preço do Bitcoin.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fragilidade em CEX: O erro massivo na Bithumb erode a confiança institucional e pode desencadear uma onda de saques em massa em exchanges asiáticas sob pressão regulatória.
  • Sanções a Stablecoins: A dominância de 83% do USDT em volumes de plataformas sancionadas (como a russa A7) aumenta as chances de novas sanções da OFAC, o que impactaria severamente a liquidez do mercado.
  • Phishing Elevado: O uso de Google Ads para promover interfaces falsas da Uniswap, utilizando o drainer AngelFerno, representa um risco crescente para investidores de varejo, que perdem economias inteiras em segundos.
  • Pressão nos ETFs: O terceiro dia consecutivo de outflows de US$ 166 milhões nos ETFs de Bitcoin sugere uma exaustão temporária do apetite institucional pela maior criptomoeda do mundo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Rotação para Altcoins: Dados sugerem que o capital saindo dos ETFs de Bitcoin está migrando para Solana (SOL) e XRP, que apresentam fluxos institucionais positivos e novos upgrades em seus ecossistemas.
  • Stablecoins Reguladas: O FUD em torno do USDT abre espaço para o crescimento de alternativas como USDC e PYUSD, que buscam atrair investidores institucionais focados em compliance.
  • Lending Institucional: A Ledn estabeleceu um marco histórico ao receber o rating BBB- da S&P para seus ativos lastreados em Bitcoin, abrindo caminho para o capital de fundos de pensão entrar com segurança no setor de crédito cripto.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bithumb erra 620k BTC fantasma; FSC atrasa investigação
A exchange sul-coreana creditou acidentalmente US$ 43 bilhões em Bitcoin para usuários. Embora a maioria tenha sido recuperada, a falha operacional gerou uma crise de confiança e críticas severas ao órgão regulador local.

2. Stablecoins Impulsionam 86% dos Fluxos Ilícitos em Cripto
Relatório da TRM Labs revela que US$ 141 bilhões foram movimentados ilegalmente via moedas estáveis em 2025. O USDT foi a moeda preferida por redes sancionadas na Rússia e no Irã, aumentando a pressão por regulações mais rígidas.

3. Escassez Prata COMEX vs Boom Derivs Binance
Enquanto estoques físicos de prata caem para níveis críticos na COMEX, a Binance registra volumes recordes em derivativos de metais, sinalizando o desejo por negociações ininterruptas integradas à blockchain.

4. Phishing Uniswap falso em Google Ads drena economias de trader
Golpes sofisticados usando anúncios fraudulentos no Google continuam vitimando investidores. Um trader perdeu centenas de milhares de dólares ao conectar sua carteira a um site falso que mimetizava a interface da Uniswap.

5. Outflows de US$ 166 mi em ETFs BTC favorecem Solana e XRP
A realização de lucros em Bitcoin continua, com o terceiro dia seguido de saídas nos ETFs. O capital parece estar sendo redirecionado para Solana e XRP, que atraem investidores em busca de maior valorização relativa.

6. SEC delineia Agenda Regulatória Cripto 2026 no ETH Denver
Paul Atkins, novo líder da SEC, anunciou planos para maior clareza regulatória nos EUA, focando em tokenização de securities e na colaboração estreita com a CFTC para evitar conflitos de jurisdição.

7. Ledn recebe primeiro BBB- da S&P para ABS BTC de US$ 188 mi
Pela primeira vez, a Standard & Poor’s (S&P) concedeu um selo de investment grade (BBB-) para um portfólio de empréstimos garantidos por Bitcoin. O movimento da Ledn é um marco na maturidade financeira do setor.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de saques na Bithumb: Indicador real do pânico regional e da migração para autocustódia ou outras exchanges.
  • Fluxos de ETFs Bitcoin: A continuidade das saídas pode empurrar o preço do Bitcoin para zonas de suporte mais baixas caso não surjam novos gatilhos compradores.
  • Ação da OFAC: Novas sanções contra exchanges russas ou iranianas que usam USDT podem causar choques de liquidez temporários.
  • Agenda SEC: O progresso nas no-action letters prometidas por Paul Atkins será crucial para destravar projetos de custódia institucional nos EUA.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o mercado deve manter um viés de baixa marginal enquanto digere a gravidade das falhas na Bithumb e as revelações sobre stablecoins ilícitas. A realização de lucros em Bitcoin pode continuar pressionando o preço, especialmente com a ausência de fluxos institucionais nos ETFs spot. Contudo, essa fase de correção é acompanhada por uma diversificação saudável, onde Solana e XRP ganham relevância como alternativas de portfólio.

A médio prazo, os fundamentos trazidos pela SEC e pela Ledn são extremamente otimistas, sinalizando que a infraestrutura para o próximo ciclo de alta está sendo construída com rigor institucional. Por enquanto, a cautela é a palavra de ordem, sendo essencial a verificação rigorosa de URLs para evitar novos golpes de phishing e o monitoramento da volatilidade macro que vem dos metais preciosos.


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Garras cibernéticas neon vermelhas emergindo de portal digital capturando carteiras cripto fragmentadas, alertando sobre plugins IA maliciosos

Alerta: 1.184 Plugins de IA Maliciosos Roubam Carteiras Cripto

Sua produtividade com IA pode custar suas criptomoedas: o marketplace ClawHub do OpenClaw abriga 1.184 skills maliciosas que roubam chaves SSH, carteiras cripto, senhas de navegador e até abrem reverse shells. Um único atacante uploadou 677 pacotes, com o top skill baixado milhares de vezes apesar de 9 vulnerabilidades. É importante considerar: texto em IA agora é executável, alerta a analista Patrícia Prado.


Detalhes do Ataque em Cadeia de Suprimentos

O risco aqui é claro: os plugins se disfarçam de ferramentas úteis como bots de trading cripto, trackers de carteiras Solana ou resumos de YouTube. No entanto, o SKILL.md embute instruções maliciosas que levam usuários a executar scripts shell ofuscados. Esses baixam o Atomic Stealer (AMOS), um malware para macOS que varre carteiras Phantom, sessões do Telegram, chaves de API de exchanges e arquivos sensíveis.

Identificado como “ClawHavoc” pela Koi Security, o ataque afeta 12 contas no ClawHub, com domínios falsos como clawhub1. A atenção deve ir para o volume: downloads na casa dos milhares mostram como a confiança cega em marketplaces de IA expõe usuários a perdas irreversíveis em carteiras não custodiais.

Fundador da SlowMist, Yu Xian, reforça: muitos skills OpenClaw têm riscos potenciais, demandando ambientes isolados para execução.

Moonwell: Exemplo Real de Perda por IA

Não é teoria: o hack na Moonwell custou US$ 1,78 milhão há poucos dias. Um erro em código para precificar cbETH — gerado com co-autoria do Claude Opus 4.6 — esqueceu de multiplicar taxas ETH/USD, permitindo liquidações em massa e prejuízos para 181 borrowers.

Auditorias humanas, GitHub Copilot e ferramentas como OpenZeppelin falharam. Isso destaca o risco ampliado: a segurança Web3 vai além de contratos; IA em ferramentas de desenvolvimento e agents cria novas superfícies de ataque. Patrícia Prado alerta: o que observar são falhas sutis em código vibe-coded que passam testes unitários mas colapsam em produção.

Passos Práticos para Mitigar Riscos

Atenção para ações imediatas:

  1. Verifique skills instalados no ClawHub/OpenClaw: remova qualquer com downloads suspeitos ou autores como hightower6eu.
  2. Use ambientes isolados: VMs ou containers (Docker) para rodar agentes de IA, separando chaves privadas.
  3. Audite scripts manualmente antes de executar: evite curl de fontes desconhecidas.
  4. Monitore carteiras com ferramentas como Clawdex da Koi Security e ative 2FA/multi-sig onde possível.
  5. Atualize OS e carteiras; rode antivírus focados em macOS como contra AMOS.

Esses passos reduzem exposição sem abandonar IA produtiva.

Implicações para o Ecossistema Cripto

Com 1 milhão de agentes de IA previstos para 2026 (VanEck), marketplaces como ClawHub testam a maturidade da segurança em IA-Web3. Plataformas agora têm report flags, mas prevenção exige auditoria rigorosa. O leitor deve refletir: vale a conveniência se custa seus BTC? Priorize proteção — histórico de ataques em cadeia de suprimentos como este ensina que prevenção evita perdas evitáveis.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura regulatória cartoon bloqueando token suspeito com sinal de alerta vermelho 'X', alertando riscos de scam no criptomercado pela SFC de Hong Kong

Fique Longe: SFC de Hong Kong Alerta Contra Token Suspeito

A Securities and Futures Commission (SFC) de Hong Kong incluiu o token ‘HOMEO顺势’ em sua lista de produtos de investimento suspeitos. Operado pela Excelente Homeopatia Sequencial (Hong Kong), o ativo é promovido via palestras locais, prometendo retornos aos investidores, mas sem qualquer autorização regulatória. Isso representa um risco de perda total para quem investir, servindo como alerta global sobre ofertas não reguladas. A medida, divulgada em 20 de fevereiro de 2026, reforça a vigilância contra fraudes no ecossistema cripto.


Detalhes do Alerta da SFC

É importante considerar o contexto regulatório em Hong Kong, um dos hubs mais avançados para ativos digitais. A SFC listou o token ‘HOMEO顺势’ como produto não autorizado para venda ao público. A entidade por trás, Excelente Homeopatia Sequencial, distribui materiais sobre o token em eventos presenciais, alegando benefícios de investimento ligados a conceitos de homeopatia sequencial. No entanto, nenhum documento foi revisado pela SFC, o que viola normas locais de transparência e proteção ao investidor.

A SFC enfatiza que produtos não licenciados podem levar a perdas completas, sem mecanismos de recuperação. Essa ação faz parte de uma série de alertas recentes, destacando a proatividade do regulador em monitorar ofertas que misturam narrativas inovadoras com promessas de ganhos fáceis.

Sinais de Alerta no Projeto HOMEO顺势

O risco aqui é evidente: promessas de retornos sem base regulatória. Atenção para os seguintes pontos:

  1. promoção via palestras offline, comum em esquemas que evitam escrutínio digital;
  2. fusão de homeopatia — uma prática alternativa — com cripto, criando uma narrativa exótica sem whitepaper técnico ou auditoria blockchain verificável;
  3. ausência de licença SFC, essencial para qualquer oferta pública em Hong Kong.

Projetos semelhantes já causaram prejuízos históricos, como rug pulls disfarçados de inovações médicas ou terapêuticas. Pergunto: você verificaria a autorização regulatória antes de investir? Essa é a lição central — a falta de compliance é um sinal vermelho inegociável.

Lições para Investidores Brasileiros

Mesmo distante, esse caso serve como espelho para o mercado global, incluindo o Brasil. Reguladores como a CVM atuam similarmente contra ofertas não registradas. O perigo de promessas não reguladas transcende fronteiras: tokens promovidos com yields garantidos frequentemente ocultam volatilidade extrema ou saques fraudulentos.

É prudente adotar hábitos protetores: sempre cheque listas de alertas da SFC, CVM ou equivalentes; priorize projetos com KYC/AML comprovados; evite narrativas que soam boas demais. Aqui, o foco é proteção — melhor pecar por excesso de cautela do que por euforia desinformada.

O Que Observar e Próximos Passos

Vale monitorar atualizações da SFC sobre esse token, pois investigações podem evoluir para ações judiciais. Para você, leitor, o passo imediato é revisar portfólios em busca de ativos semelhantes: sem regulação, sem segurança. Considere diversificação em exchanges licenciadas e ativos estabelecidos como Bitcoin ou Ethereum.

Em resumo, esse alerta reforça que o criptomercado maduro exige due diligence rigorosa. Proteja seu capital priorizando compliance sobre hype.


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Figura cartoon de líder político invocando raios vermelhos sobre pilares BTC e ETH desabando em tormenta, ilustrando pânico cripto por tensão Trump-Irã

Trump ameaça Irã e mercado cripto entra em pânico: BTC e ETH despencam

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/02/2026 | MANHÃ

O ultimato militar de Donald Trump ao Irã define o tom de pânico global que arrasta o mercado cripto para novas mínimas nesta sexta-feira. Com o petróleo Brent saltando para o pico semestral de US$ 71 por barril, o Bitcoin e o Ethereum sofrem liquidações severas, refletindo uma aversão ao risco que empurrou o índice de medo para o patamar extremo de 12 pontos. Enquanto o cenário geopolítico deteriora, o ecossistema enfrenta ainda o peso de recordes de atividade ilícita em stablecoins e novos casos de espionagem cibernética ligada à Rússia. Apesar do avanço institucional representado por sinais positivos da SEC e pela proximidade do CLARITY Act, o viés de baixa moderado prevalece no curto prazo, condicionado à janela de 10 a 15 dias estabelecida pela Casa Branca para uma possível ação militar no Golfo.


🔥 Destaque: Ultimato de Trump e o Choque Geopolítico

O presidente Donald Trump emitiu um ultimato decisivo ao governo do Irã: um acordo nuclear deve ser alcançado em no máximo 15 dias, ou o país enfrentará consequências militares graves. Para sustentar a ameaça, os Estados Unidos mobilizaram os porta-aviões Lincoln e Ford para a região do Golfo Pérsico, marcando o maior desdobramento de força militar desde a invasão do Iraque em 2003. Segundo informações da BlockTempo, a tensão imediata fez o petróleo Brent disparar, gerando um efeito de risk-off (fuga de risco) generalizado nos mercados globais.

Para o setor cripto, o impacto foi imediato e doloroso. O Bitcoin caiu abaixo do suporte de US$ 66.000, acumulando uma perda de 28% nos últimos 30 dias, enquanto o Ethereum luta para se manter acima de US$ 2.000. O cenário de incerteza eleva a correlação inversa entre energia e criptoativos; se houver um bloqueio no Estreito de Ormuz — por onde passa 20% do petróleo mundial —, a inflação global pode disparar, forçando bancos centrais a pausar cortes de juros e drenando ainda mais a liquidez do mercado digital.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.562,05 no mercado brasileiro, tentando uma estabilização após a volatilidade da madrugada. Investidores devem monitorar atentamente as negociações em Genebra nos próximos dias; qualquer sinal de fracasso diplomático pode empurrar o Bitcoin para testes abaixo de US$ 60.000, enquanto um acordo inesperado geraria uma valorização expressiva ao dissipar o pânico atual.


📈 Panorama do Mercado

O período é marcado por uma forte tensão entre o avanço regulatório e o FUD (medo, incerteza e dúvida) reputacional. Por um lado, há um momentum inédito para a clareza legislativa nos EUA. Paul Atkins, o novo chair da SEC, e a comissária Hester Peirce sinalizaram apoio direto à tokenização de ativos, sugerindo que a agência pode transferir parte de sua autoridade para a CFTC. Essa mudança de postura é um sopro de otimismo para o setor de RWA (Ativos do Mundo Real), que busca integração institucional sob regulamentações mais claras e menos punitivas.

Entretanto, essa narrativa positiva luta contra estatísticas alarmantes. Relatórios recentes de blockchain analytics revelam que as stablecoins tornaram-se a infraestrutura preferida para evasão de sanções internacionais, especialmente ligadas à Rússia. Com US$ 141 bilhões em fluxos ilícitos registrados apenas em 2025, a pressão por regras de conformidade rigorosas sobre emissores como a Tether deve aumentar drasticamente, o que pode restringir a agilidade de transações transfronteiriças no curto prazo.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Conflito no Irã e Ormuz: Uma escalada militar de Trump pode levar ao fechamento do Estreito de Ormuz, causando um choque inflacionário que destruiria o apetite por ativos de risco como o Bitcoin.
  • Escrutínio em Stablecoins: O recorde de uso ilícito em stablecoins associado a redes russas pode atrair sanções diretas da OFAC contra o USDT, impactando a liquidez em corretoras mundiais.
  • FUD de Espionagem: O caso do executivo australiano vendendo segredos à Rússia via cripto associa o setor a ameaças de segurança nacional, o que pode acelerar proibições contra moedas de privacidade como Monero.
  • Substaffing da CFTC: A transferência de poder da SEC para a CFTC via CLARITY Act pode travar na execução, já que a CFTC opera atualmente com apenas um dos cinco comissários necessários.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Aposta em Clareza Regulatória: A aprovação do CLARITY Act até abril, com 90% de chance segundo Brad Garlinghouse, favorece ativos com precedentes judiciais claros, especialmente o XRP.
  • Crescimento de RWA: O suporte explícito da SEC para a tokenização abre portas para protocolos como Ondo Finance e outros focados em trazer títulos do tesouro para a rede.
  • Ferramentas de Compliance: O aumento de crimes cibernéticos e fraudes impulsiona a demanda por serviços de análise de dados em blockchain, beneficiando empresas que fornecem monitoramento para governos.
  • Acumulação em Pânico: Com o índice de medo em 12 (pânico extremo), investidores de longo prazo encontram janelas para compras assimétricas, historicamente lucrativas após a dissipação de tensões geopolíticas.

📰 Principais Notícias do Período

1. Trump impõe ultimato ao Irã: petróleo salta e cripto recua
Donald Trump mobilizou porta-aviões e deu 15 dias para o Irã aceitar termos nucleares. O petróleo Brent superou US$ 71, gerando queda no Bitcoin e pânico generalizado no mercado.

2. SEC apoia clareza para ativos tokenizados no ETHDenver
Paul Atkins e Hester Peirce defenderam uma estrutura regulatória transparente que permita investidores decidirem com base em informações, sinalizando um tom pró-inovação para securities digitais.

3. Garlinghouse: 90% de chance para CLARITY Act até abril
O CEO da Ripple elevou suas expectativas de aprovação da lei que define jurisdições entre SEC e CFTC nos EUA, o que traria a tão esperada segurança jurídica para o setor.

4. Uso ilícito de stablecoins bate recorde de US$ 141 bilhões
Segundo a TRM Labs, a atividade criminosa via stablecoins atingiu máxima de 5 anos em 2025, impulsionada majoritariamente por redes sancionadas de evasão ligadas à Rússia.

5. CZ rebate senadora Warren sobre resgates governamentais
O fundador da Binance, CZ, afirmou publicamente que as criptomoedas nunca precisaram nem precisarão de auxílio público, defendendo a resiliência e independência do ecossistema descentralizado.

6. Segredos militares vendidos à Rússia por US$ 1,26 milhão em cripto
Um ex-executivo australiano declarou-se culpado por fornecer ferramentas de espionagem cibernética à Rússia. O pagamento foi realizado em criptomoedas, reforçando o escrutínio sobre a segurança nacional.

7. Chinês condenado nos EUA por lavagem em golpes ‘Pig Butchering’
Liao Fei recebeu sentença de 40 meses de prisão por lavar US$ 5 milhões em fundos de golpes de investimento via USDT e contas de fachada, em uma nova ofensiva do DOJ contra fraudadores.


🔍 O Que Monitorar

  • Preço do Petróleo Brent: Rompimento acima de US$ 75 acelera a fuga de capital de ativos de risco.
  • Fear & Greed Index: Abaixo de 10 costuma marcar fundos locais e capitulação de investidores.
  • Status do CLARITY Act: Novas movimentações no Senado dos EUA podem mitigar parcialmente o viés negativo do mercado.
  • Estreito de Ormuz: Qualquer exercício militar agressivo na região causará volatilidade extrema imediata.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 48 horas, o viés de baixa moderado deve persistir enquanto o mercado digere a agressividade retórica de Washington. A barreira psicológica de US$ 65.000 para o Bitcoin será o ponto de teste fundamental; uma perda desse nível pode abrir caminho para liquidações em cascata em protocolos DeFi altamente alavancados. Embora as notícias regulatórias de Paul Atkins e Brad Garlinghouse ofereçam uma fundação sólida para o médio prazo, elas dificilmente serão fortes o suficiente para anular o medo geopolítico imediato. A cautela é a palavra de ordem: investidores podem considerar o Bitcoin como um hedge relativo, mas as altcoins de menor capitalização devem enfrentar uma pressão vendedora proporcionalmente maior em um cenário de aversão ao risco global.


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Contraste entre escudo stablecoin com selo 99% verde e golpista cartoon carregando sacos 15M de memecoins caóticas, alertando riscos de scams

Crimes Cripto Caem 99%, Golpista do LIBRA Lucra US$ 15 Milhões no Pump.fun

Investigações revelam um contraste alarmante no ecossistema cripto: enquanto o relatório da TRM Labs aponta que menos de 0,5% das transações com stablecoins envolveram atividades ilícitas em 2025, Hayden Davis — ligado ao golpe da LIBRA — surge como o segundo maior investidor privado no Pump.fun, lucrando cerca de US$ 15 milhões em uma única operação. Evidências on-chain expõem como ‘sombras’ do crime cripto ainda prosperam em protocolos de meme coins na Solana, questionando a eficácia de mecanismos de KYC.


Stablecoins: Ilícitos em Queda Drástica

O estudo da TRM Labs, baseado em volumes superiores a US$ 1 trilhão mensais em stablecoins — totalizando US$ 35 trilhões em 2025 —, revela que apenas US$ 141 bilhões circularam por carteiras e plataformas sancionadas. Isso representa menos de 0,5% do total, uma queda expressiva em relação a anos anteriores e sinal de amadurecimento do setor.

Curiosamente, 86% dos fluxos cripto suspeitos passaram por stablecoins, com destaque para o token A7A5, atrelado ao rublo russo e responsável por US$ 72 bilhões em movimentações ligadas a evasão de sanções. Redes como exchanges russas, incluindo a Garantex, foram identificadas como vetores principais. Apesar de contestações, como a do diretor da A7A5 ao CoinDesk, entidades envolvidas permanecem sob sanções do OFAC.

Esses dados sugerem que stablecoins estão se consolidando como infraestrutura financeira legítima, usada mais para pagamentos do que especulação pura. No entanto, o risco persiste em nichos específicos de crime organizado transnacional.

Hayden Davis: Do Scam LIBRA ao Lucro no Pump.fun

Evidências on-chain divulgadas pela Bubblemaps conectam Hayden Davis, advisor do projeto LIBRA, a um endereço que investiu 50 milhões de USDC na rodada privada do Pump.fun — plataforma de lançamento de meme coins na Solana. Ao lançamento do token PUMP, o endereço recebeu 12,5 bilhões de tokens, vendendo-os no primeiro dia por US$ 65 milhões e garantindo lucro de US$ 15 milhões.

O LIBRA, promovido inicialmente pelo presidente argentino Javier Milei em suas redes sociais, colapsou após oito carteiras ligadas à equipe venderem abruptamente US$ 107 milhões, causando prejuízos a mais de 114 mil investidores. Davis, figura central no esquema, também foi flagrado lucrando US$ 12 milhões ao snipar o lançamento da YZY, outro meme coin que despencou após pico de US$ 3 bilhões em valor de mercado.

Pump.fun alega que a rodada foi exclusiva para investidores institucionais com KYC rigoroso, mas a presença de Davis levanta suspeitas sobre falhas no due diligence. O projeto não se pronunciou até o momento sobre o conhecimento prévio da identidade do investidor.

Red Flags e Como se Proteger das Sombras

Este caso exemplifica red flags clássicos em meme coins: promoção por figuras públicas sem disclaimer, vendas abruptas coordenadas por insiders e conflitos de interesse entre plataformas e investidores duvidosos. Plataformas como Pump.fun, apesar da euforia, operam em um ecossistema de baixa regulação onde baleias podem manipular lançamentos com pouca transparência.

Para investidores, as evidências apontam para ações preventivas: verifique históricos on-chain de endereços via ferramentas como Bubblemaps ou Arkham; evite projetos com hype excessivo sem utility real; priorize plataformas com KYC auditável e histórico limpo. O contraste com stablecoins reforça que riscos estão concentrados em nichos especulativos como memes na Solana.

Monitorar essas conexões é essencial para evitar armadilhas. Fraudes não desaparecem; elas migram para onde a vigilância é menor.


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Estrutura hexagonal digital reparada com núcleo dourado pulsante, simbolizando recuperação de hack DNS na OpenEden e marco de 100M XRP tokenizados pela Flare

Susto no RWA: OpenEden Recupera Domínio Após Hack DNS

A plataforma RWA OpenEden recuperou o controle total de seu domínio após uma modificação não autorizada no DNS, sem impacto em ativos ou sistemas. Em paralelo, a Flare celebrou 100 milhões de XRP tokenizados como FXRP, avaliados em US$ 140 milhões, mas pausou o minting preventivamente por alertas de segurança. Esses eventos acendem o sinal vermelho para vigilância constante em protocolos de ativos reais.


Detalhes do Incidente na OpenEden

É importante considerar que, apesar da robustez dos contratos inteligentes, a infraestrutura off-chain como o DNS representa um ponto vulnerável clássico. A OpenEden detectou a alteração não autorizada e ativou protocolos de resposta em conjunto com parceiros de segurança. Em menos de 24 horas, o controle foi restaurado, com o site voltando ao normal.

Crucialmente, não houve invasão em sistemas centrais, contratos ou reservas de ativos, comprovadas por mecanismos como o Proof of Reserve da Chainlink. Ainda assim, o risco aqui é real: um DNS comprometido poderia redirecionar usuários a sites falsos, facilitando phishing ou roubo de chaves. A plataforma já reforçou proteções, mas isso reforça a necessidade de auditorias contínuas em toda a stack tecnológica dos RWAs.

Para investidores, atenção para verificar sempre domínios oficiais e usar verificadores independentes de reservas antes de interagir com protocolos tokenizados.

Milestone da Flare e a Pausa Preventiva

A Flare atingiu um marco significativo apenas cinco meses após o lançamento dos FAssets: 100 milhões de FXRP em circulação, representando 100 milhões de XRP tokenizados e um valor total de cerca de US$ 140 milhões, mintados em mais de 38 mil transações. Mais de 60% desses tokens estão staked em protocolos DeFi nativos como Kinetic e Firelight, indicando uso real para geração de yield.

No entanto, o risco aqui é que o crescimento rápido atrai escrutínio. Hugo Philion, cofundador, anunciou a suspensão temporária do minting da ponte FAssets após relatório de um parceiro de segurança. Não há exploit confirmado nem fundos perdidos, mas a medida preventiva destaca a prudência necessária. Uma atualização contratual está em preparação para mitigar potenciais brechas.

Isso ensina que, em RWAs, o equilíbrio entre inovação e segurança é delicado — expansão sem pausas para verificações pode expor vulnerabilidades.

Lições para o Ecossistema RWA

Os casos da OpenEden e Flare ilustram os desafios híbridos dos Real World Assets: segurança on-chain é essencial, mas falhas off-chain, como DNS ou alertas em pontes, podem comprometer a confiança. Historicamente, incidentes semelhantes em projetos DeFi levaram a perdas bilionárias por distração em camadas infra.

O que observar? Monitore atualizações de segurança, Proofs of Reserve independentes e pausas operacionais. Para o leitor, priorize protocolos com licenças regulatórias, como a OpenEden (permitida pela MAS de Singapura), e diversifique exposições. RWAs prometem bridges para finanças tradicionais, mas exigem vigilância constante contra esses ‘sustos’ que testam a resiliência do setor.

É possível que esses episódios acelerem padrões mais rigorosos, beneficiando a maturidade do mercado a longo prazo.


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Autoridades cartoon varrendo fraudadores de centros de golpes cripto com multas voando, simbolizando limpeza regulatória na Rússia e Camboja

Rússia e Camboja Iniciam Limpeza Cripto: Multas e 48 Mil Deportados

Rússia e Camboja marcam o início de uma caça global aos operadores de cripto ilegais. O Banco Central russo propõe multas pesadas para transações no mercado cinza, impulsionado por fraudes que congelaram contas de mais de 1.800 cidadãos. Já o Camboja deportou 48 mil estrangeiros desde 2023 em operação contra centros de golpes cripto, sinalizando o fim da era de terra de ninguém no setor.


Apertando o Cerco na Rússia

A governadora do Banco Central da Rússia, Elvira Nabiullina, alertou que fraudadores exploram o mercado cinza de cripto, levando a bloqueios de contas bancárias. Nos últimos três meses, mais de 1.800 russos procuraram ajuda policial após suspensões ligadas a influxos suspeitos. A proposta inclui responsabilidade administrativa para operações não reguladas, enquanto avança a legalização de pagamentos cross-border com ativos digitais para contornar sanções ocidentais.

O banco estatal VTB, segundo maior do país, pressiona por aceleração. Executivos relatam demanda crescente de exportadores por opções em cripto. Analistas preveem legislação abrangente até o verão, com possível restrição a exchanges estrangeiras como Bybit e OKX após licenciamento local, conforme debates em curso.

Repressão Intensa no Camboja

Desde o início da operação em 2023, o Camboja deportou 48 mil estrangeiros envolvidos em centros de golpes cripto, principalmente “pig-butchering” — fraudes românticas que drenam cripto de vítimas. O vice-primeiro-ministro Sar Sokha admitiu que a polícia está sobrecarregada, com apenas um oficial por 3.100 cidadãos. Para compensar, lançará recompensas a moradores por denúncias de compostos criminosos.

Restrições de saída em aeroportos visam impedir tráfico humano: mulheres de 18-35 anos sem documentos ou fundos, e turistas pobres, serão inspecionados. A maioria dos deportados são vítimas traficadas, sobretudo chinesas, forçadas a operar golpes. Prisões recentes, como a de Chen Zhi, desmantelaram redes bilionárias em cassinos.

Implicações Geopolíticas Globais

Essas ações refletem uma tendência mundial de regulação rigorosa contra crimes cripto. Na Rússia, a mudança de proibição para estruturação regulatória responde a sanções, posicionando cripto como ferramenta de soberania financeira. No Sudeste Asiático, o Camboja equilibra repressão a scams com tensões fronteiriças com a Tailândia, que deslocaram milhares.

Para investidores brasileiros, o cerco reforça a importância de plataformas licenciadas. Governos de múltiplas jurisdições sinalizam que o anonimato facilitou lavagem e fraudes, moldando um mercado mais transparente — mas potencialmente fragmentado por barreiras nacionais.

Próximos Passos e Monitoramento

Moscou planeja substituir regimes experimentais por lei permanente, definindo cripto como “ativos monetários”. No Camboja, educação sobre IA em scams e reforço policial são prioridades. Investidores devem acompanhar aprovações legislativas russas e evoluções no Sudeste Asiático, pois decisões em Pequim, Bruxelas ou Washington impactam portfólios globais.


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