Ponte etérea de oráculos conectando skyline Wall Street dourado a rede DeFi cyan, simbolizando integração de ações via Chainlink

Chainlink Libera Ações dos EUA 24/5 no DeFi via Oráculos

A Chainlink lançou os Data Streams de Equities dos EUA 24/5, proporcionando acesso contínuo e de alta qualidade a dados de ações e ETFs americanos para protocolos de finanças descentralizadas (DeFi). Essa inovação rompe a barreira temporal entre Wall Street e blockchains, abrindo o mercado de US$ 80 trilhões para aplicações on-chain como trading perpétuo, empréstimos e ativos sintéticos. Disponível em mais de 40 redes, os fluxos operam durante horários regulares, pré-mercado, pós-mercado e overnight.


Funcionamento Técnico dos Data Streams

Os oráculos da Chainlink atuam como ponte segura entre dados off-chain do mercado de ações e smart contracts on-chain. Diferente de feeds tradicionais que oferecem apenas um preço de referência em horários limitados, esses streams entregam contexto completo do mercado: preços de bid e ask com volumes associados, além de indicadores para detectar dados desatualizados ou “stale”.

Esse fluxo de dados é alimentado por fontes institucionais confiáveis, garantindo precisão e resistência a manipulações. Para desenvolvedores DeFi, isso significa feeds atualizados quase em tempo real, essenciais para protocolos que precisam de liquidações precisas e gerenciamento de risco robusto. A infraestrutura segue o padrão de dados da Chainlink, que já processou mais de US$ 27 trilhões em valor de transações.

Imagine um protocolo de derivativos on-chain: sem esses streams, preços off-hours seriam estimados ou congelados, elevando riscos. Agora, com cobertura 24/5, as blockchains — que operam 24/7 — sincronizam perfeitamente com o mercado tradicional.

Benefícios para Desenvolvedores e Usuários DeFi

A principal vantagem reside na facilitação de produtos financeiros sempre ativos. Protocolos podem criar perpetuals de equidades, mercados de previsão baseados em ações, empréstimos colateralizados por ETFs e ativos sintéticos que replicam performances de empresas como Apple ou Tesla, tudo on-chain.

Para liquidations, os bid/ask spreads evitam execuções em preços ruins durante volatilidade off-hours. Indicadores de staleness protegem contra falhas de oráculos, um risco crítico em DeFi. Essa maturidade técnica posiciona o ecossistema para atrair instituições, que demandam dados verificáveis e de baixa latência.

Desenvolvedores ganham ferramentas para construir dApps mais resilientes, enquanto usuários acessam exposição diversificada a Wall Street sem corretoras centralizadas, reduzindo custos e barreiras geográficas.

Adoção Inicial e Parcerias Estratégicas

Plataformas líderes já integram os streams. A Lighter, segundo maior DEX de perpétuos por volume, e a BitMEX — criadora original dos contratos perpétuos cripto — utilizam os feeds para infraestrutura de derivativos de equidades 24/7.

“Para mercados de derivativos, segurança e integridade de dados são primordiais. Os streams 24/5 da Chainlink são componentes críticos da nossa infraestrutura profissional”, afirmou Stephan Lutz, CEO da BitMEX.

Essa adoção valida a tecnologia, sinalizando maturidade para RWAs (real-world assets). Com cobertura em 40+ blockchains, a escalabilidade é imediata, incentivando mais integrações.

Implicações para o Futuro da Interoperabilidade

Essa ponte acelera a tokenização de ativos tradicionais, um setor projetado para crescer exponencialmente. Desafios como fragmentação horária são resolvidos, pavimentando para mercados híbridos TradFi-DeFi.

Monitorar integrações futuras e volume de transações será chave. Para builders, é hora de explorar como esses dados podem inovar produtos — de opções estruturadas a yield farming com exposição acionária.

Os Data Streams representam um marco na maturidade dos oráculos, aproximando o DeFi de volumes institucionais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon banqueiro e tech girando chave legislativa que libera tokens de ativos reais, simbolizando CLARITY Act e tokenização em 2026

Jefferies: 2026 é o Ano da Tokenização com CLARITY Act

O banco de investimentos Jefferies identificou o CLARITY Act como o ponto de inflexão para a tokenização de ativos digitais, enquanto a Coinbase destacou o momentum global em Davos. Infraestrutura blockchain madura e avanços regulatórios posicionam 2026 como o ano em que ativos do mundo real (RWA) explodirão via blockchain, unindo Wall Street e gigantes de tecnologia em Washington e na Suíça. Isso promete democratizar o acesso a investimentos tradicionalmente restritos.


Visão Técnica da Jefferies sobre o CLARITY Act

Analistas da Jefferies, liderados por Andrew Moss, argumentam que o amadurecimento da infraestrutura blockchain, combinado com progresso regulatório incremental, está preparando o terreno para uma nova onda de tokenização por instituições de finanças tradicionais (TradFi). O CLARITY Act, projeto de lei do Comitê Bancário do Senado lançado em 12 de janeiro de 2026, representa o blueprint mais detalhado para a estrutura de mercado de ativos digitais nos EUA.

Essa lei propõe um framework technology-neutral, harmonizando a supervisão entre agências. Ela classifica ativos, define jurisdições regulatórias, regula atividades de instituições financeiras, supervisiona DeFi, padroniza tokenização e reforça proteções ao consumidor. Um destaque é o fechamento da “stablecoin yield loophole”, banindo recompensas apenas por holding de stablecoins, mas preservando incentivos baseados em transações.

Com aprovação incerta — as odds no Polymarket caíram —, a Jefferies prevê que regras claras acelerem trading, empréstimos e custódia em blockchain, beneficiando tokens de redes com atividade geradora de receita. Iniciativas como as da NYSE, Nasdaq, DTCC e Swift já aceleram esse processo.

Momentum em Davos pela Coinbase

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, relatou que a tokenização dominou as conversas no Fórum Econômico Mundial em Davos. Iniciada com stablecoins, a tendência agora abrange múltiplas classes de ativos, com empresas Fortune 500 participando ativamente.

Armstrong enfatizou o potencial inclusivo: bilhões de adultos globalmente excluídos de mercados financeiros tradicionais ganharão acesso. Apesar de tensões — como a retirada de suporte da Coinbase à versão senatorial do CLARITY Act por emenda anti-bancos —, diálogos com policymakers em DC e Davos avançam. Bancos veem crypto como prioridade estratégica, e a administração Trump é descrita como a mais proativa em cripto.

O CLARITY Act surge como passo fundacional para os EUA competirem globalmente em stablecoins e tokenização.

Implicações para Ativos Reais Tokenizados (RWA)

A tokenização de ativos do mundo real (RWA) transforma imóveis, títulos e commodities em tokens blockchain, oferecendo liquidez 24/7, frações acessíveis e settlement instantâneo. Para o leitor brasileiro, isso significa potencial exposição a mercados globais sem intermediários caros.

Explicação técnica simples: um ativo real é mapeado 1:1 em um token ERC-20 ou similar, com smart contracts garantindo compliance e transferibilidade. Com CLARITY, bancos entrarão em massa, elevando TVL em protocolos RWA de bilhões para trilhões em 2026.

Riscos incluem volatilidade regulatória e adoção lenta, mas o consenso é otimista: 2026 marca a maturidade técnica do dinheiro programável.

Próximos Passos e Oportunidades

O Comitê de Agricultura do Senado adiou a audiência para quinta-feira devido a uma tempestade. Investidores devem monitorar reconciliação entre os projetos de lei da Câmara e do Senado, além de assinatura presidencial. Plataformas como Coinbase e BlackRock lideram pilots RWA.

Para traders, foque em blockchains como Ethereum e Solana, hubs de tokenização. O futuro técnico do dinheiro está aqui: tokenizado, acessível e regulado.


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Turbina de motor de jato emergindo de portal digital com fluxo ETH cyan tokenizando-a, simbolizando RWAs e maturacao cripto pela ETHZilla

De Tokens a Turbinas: ETHZilla Tokeniza Motores de Avião

De tokens a turbinas: por que o mercado cripto está comprando motores de avião? A ETHZilla, tesouraria focada em Ethereum, vendeu US$ 114,5 milhões em ETH e adquiriu dois motores CFM56-7B24 por US$ 12,2 milhões via subsidiária aeroespacial. Essa jogada sinaliza a maturidade dos Real World Assets (RWAs), enquanto a Agora prevê boom de stablecoins em pagamentos corporativos.


Aquisição Estratégica da ETHZilla

A ETHZilla liquidou US$ 114,5 milhões em Ethereum nos últimos meses — US$ 40 milhões em outubro para recompra de ações e US$ 74,5 milhões em dezembro para quitar dívidas. Com suas ações caindo 97% desde o pico de agosto, a empresa pivotou para RWAs tokenizados.

Através da nova ETHZilla Aerospace LLC, comprou os motores, atualmente alugados a uma grande companhia aérea e gerenciados pela Aero Engine Solutions por taxa mensal. Há opção de compra/venda por US$ 3 milhões cada ao fim do lease, se em bom estado. Isso demonstra diversificação para ativos com fluxos de caixa previsíveis.

A tokenização permite fracionar propriedade, aumentar liquidez e atrair investidores globais via blockchain, transformando bens físicos ilíquidos em instrumentos digitais negociáveis.

Mercado de Leasing de Motores em Alta

O setor aeroespacial enfrenta escassez de motores grandes, forçando aéreas a gastar US$ 2,6 bilhões extras em leases em 2025, segundo a IATA. O mercado global de leasing de motores de aeronaves deve crescer de US$ 11,17 bilhões em 2025 para US$ 15,56 bilhões até 2031, com CAGR de 5,68%.

Empresas como AerCap e Willis Lease dominam esse nicho, onde motores sobressalentes garantem continuidade operacional. Para a ETHZilla, é uma entrada ideal em RWAs: ativos tangíveis com demanda estável e receitas recorrentes de aluguéis.

A parceria com Liquidity.io (broker-dealer regulado) acelera a tokenização, com ofertas previstas para o Q1 2026. ETHZilla já investiu em Zippy (empréstimos habitacionais) e Karus (financiamento automotivo), expandindo o pipeline.

Stablecoins da Agora no Corporativo

Paralelamente, a Agora aposta em stablecoins para pagamentos empresariais. Seu CEO, Nick van Eck, foca AUSD em payroll, B2B e cross-border, substituindo sistemas caros com pré-financiamento.

“Economizar 1% na receita pode ser 5% no EBITDA”, destaca. Adoção é lenta por gaps em infraestrutura e educação, mas inevitável para multinacionais. Van Eck prevê consolidação em chains corporativas como Arc (Circle), Base (Coinbase) e Tempo (Stripe).

Agora visa top 5 emissoras globais, oferecendo ferramentas “como contas bancárias, mas melhores”, integrando DeFi (TVL +60% recente) com uso real.

Maturidade do Ecossistema Cripto

Esses movimentos ilustram a evolução: de especulação pura para integração com finanças tradicionais. RWAs tokenizados trazem liquidez a trilhões em ativos reais; stablecoins otimizam fluxos corporativos. Para investidores brasileiros, monitorar regulações e plataformas como Binance é essencial para exposição.

Vale acompanhar Q1 2026 para as primeiras listagens tokenizadas da ETHZilla e expansão da Agora.


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Executivos bancários cartoon em pânico recuando de figura BlackRock tokenizando cofre em RWA e BTC com baleias acumulando, adoção institucional acelera

Bancos Temem Cripto e BlackRock Tokeniza RWAs: Adoção Acelera Historicamente

📊 BOLETIM CRIPTO | 25/01/2026 | MANHÃ

Bancos temem cripto e BlackRock tokeniza RWAs: a adoção institucional acelera em um ritmo sem precedentes no início de 2026. O período é marcado por uma mudança de paradigma, onde instituições financeiras globais deixaram de observar o setor para encará-lo como uma ameaça existencial e prioridade estratégica número um. Enquanto a BlackRock articula a tokenização de ativos para lidar com a dívida dos EUA, grandes detentores de Bitcoin aproveitam o cenário para acumular volumes massivos. Apesar de riscos pontuais de segurança social nas redes, o viés de alta moderado prevalece, impulsionado pela integração definitiva entre as finanças tradicionais e a infraestrutura blockchain.


🔥 Destaque: Bancos Veem Cripto como Ameaça Existencial

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, trouxe revelações impactantes do Fórum Econômico Mundial em Davos. Segundo o executivo, líderes de um dos dez maiores bancos do mundo agora classificam as criptomoedas como uma ameaça existencial e sua prioridade estratégica de topo. Este movimento não é apenas retórico; ele reflete o avanço prático das stablecoins e da tokenização sobre os trilhos de pagamento tradicionais.

A urgência institucional é alimentada pela percepção de que a tecnologia blockchain pode desintermediar serviços bancários essenciais. Com a ascensão dos ativos do mundo real (RWA) tokenizados, o sistema bancário tradicional enfrenta o risco de obsolescência se não integrar rapidamente essa nova infraestrutura. O que antes era tratado como um experimento periférico tornou-se uma questão de sobrevivência corporativa para os gigantes de Wall Street.

Este cenário impulsiona uma corrida por parcerias estratégicas. Instituições que historicamente resistiram ao setor agora buscam soluções de staking, custódia e APIs de negociação para manter sua relevância. Para o investidor, isso representa uma validação massiva da tese cripto, potencialmente desbloqueando fluxos de capital de trilhões de dólares que antes estavam represados por barreiras institucionais e falta de clareza regulatória.

Investidores devem monitorar parcerias iminentes, pois o fluxo de talentos e capital de TradFi para o ecossistema digital tende a acelerar. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 468.353,89, servindo como o termômetro central dessa confiança institucional que começa a se consolidar no mercado brasileiro.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante no mercado é de otimismo moderado, sustentado por uma clara acumulação institucional. Dados on-chain revelam que carteiras com mais de 1.000 BTC adicionaram mais de 104 mil unidades às suas posições, um investimento aproximado de US$ 10 bilhões. Este movimento coordenado de “dinheiro inteligente” sugere a formação de um piso de preço sólido, reduzindo a oferta líquida nas exchanges e preparando o terreno para possíveis choques de oferta positivos.

A convergência entre finanças tradicionais e digitais está se manifestando em frentes diversas, desde a proposta da Stellar de integrar o XLM ao sistema SWIFT até o plano de IPO da CertiK. O mercado está amadurecendo, trocando a narrativa de pura especulação pela utilidade infraestrutural. Setores como RWA e tokenização estão aquecidos, enquanto o Bitcoin consolida sua posição como ativo de reserva estratégico para grandes portfólios globais.


⚠️ Riscos a Monitorar

  1. Lobby Regulatório Protetor: Bancos que se sentem ameaçados podem intensificar o lobby regulatório para criar barreiras de entrada contra empresas nativas de cripto.
  2. Segurança Social e Phishing: O recente hack na conta do cofundador da Scroll eletrificou o alerta sobre riscos de phishing em redes sociais, visando roubar ativos via mensagens diretas.
  3. Centralização da Oferta: A concentração de BTC em mãos de poucas baleias aumenta o risco de manipulação ou volatilidade extrema caso decidam realizar lucros de forma coordenada.
  4. Risco Sistêmico em RWA: A interligação profunda entre dívida soberana e infraestrutura blockchain cria novos canais de contágio financeiro entre os mercados tradicionais e cripto.

💡 Oportunidades Identificadas

  1. Narrativa de Tokenização RWA: A BlackRock está liderando a integração de ações tokenizadas, o que pode gerar uma demanda estrutural massiva por Ethereum (ETH) e stablecoins.
  2. Infraestrutura Bancária B2B: Empresas que fornecem tecnologia de custódia e infraestrutura para bancos estão em posição privilegiada para capturar receitas institucionais recorrentes.
  3. Validação via IPOs: O interesse da CertiK em abrir capital pode estabelecer um referencial de avaliação para o setor de segurança, atraindo capital institucional avesso a riscos diretos em ativos.

📰 Principais Notícias do Período

1. Bancos Encaram Cripto como Ameaça Existencial
Brian Armstrong relata que grandes instituições financeiras mudaram o foco para integração de cripto, temendo a desintermediação causada por stablecoins e ativos tokenizados.

2. Tokenização da Dívida dos EUA pela BlackRock
A maior gestora do mundo impulsiona a tokenização de US$ 68 trilhões em ações para suportar a dívida americana, utilizando stablecoins como canal de liquidez.

3. Baleias Acumulam 104 mil BTC
Movimento de US$ 10 bilhões por grandes detentores indica forte convicção no piso de preço atual e sugere um possível aperto de oferta no curto prazo.

4. XLM como Ponte para o Sistema SWIFT
A Stellar Development Foundation propõe o uso do XLM em conformidade com o padrão ISO 20022 para modernizar pagamentos globais em colaboração com bancos.

5. CertiK Planeja IPO de US$ 2 Bilhões
A gigante da segurança Web3 explora listagem pública, o que pode validar o setor de auditoria blockchain para investidores do mercado de capitais tradicional.

6. ETHZilla Diversifica Tesouraria para RWA
A empresa vendeu parte de seu ETH para adquirir motores de avião, buscando fluxos de caixa estáveis e liderança na tokenização de ativos físicos produtivos.

7. Hack na Conta X de Cofundador da Scroll
Ataque de phishing ativo através da conta de Kenneth Shen exige cautela máxima dos usuários com mensagens diretas contendo links suspeitos.


🔍 O Que Monitorar

  1. TVL em Protocolos RWA: Acompanhar o crescimento do valor bloqueado em plataformas como Ondo Finance e BUIDL para medir a tração real da tese de tokenização.
  2. Anúncios de Parcerias Bancárias: Novas integrações diretas entre bancos e exchanges, como a Binance, que segue sendo uma referência global em liquidez institucional.
  3. Movimentação de Baleias: Dados de fluxos líquidos de BTC para confirmar se a acumulação recente se traduz em retenção de longo prazo.
  4. Marcos do SWIFT: Declarações de órgãos como o BIS ou FSB sobre a viabilidade legal do uso de criptoativos em liquidações interbancárias.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, o viés de alta moderado deve persistir, sustentado pela narrativa de tokenização e pela robustez da acumulação por grandes investidores individuais. É provável que vejamos um aumento no volume de negociações em Ethereum (ETH) e stablecoins à medida que o mercado digere as implicações das estratégias de RWA da BlackRock. Embora o incidente de segurança na Scroll gere ruído e cautela temporária, os fundamentos institucionais são fortes demais para serem ignorados. O mercado está entrando em uma fase onde a tecnologia deixa de ser o foco exclusivo para dar lugar à utilidade financeira estrutural, consolidando o papel das criptomoedas no sistema monetário global moderno.


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Ponte cristalina conectando fortaleza dourada Wall Street a rede hexagonal cyan Solana, simbolizando tokenizacao de 200+ acoes e ETFs em DeFi

Wall Street no DeFi: Ondo tokeniza 200 ações e ETFs na Solana

A Ondo Finance anunciou o lançamento de mais de 200 ações tokenizadas e ETFs americanos na Solana, permitindo que brasileiros acessem o mercado da Wall Street 24 horas por dia, 7 dias por semana, com taxas mínimas. No mesmo dia do IPO da BitGo, a plataforma liberou a versão tokenizada das ações da custodiante (BTGOon), disponível também em Ethereum e BNB Chain. Isso democratiza investimentos globais via DeFi, sem depender de horários de bolsas tradicionais.


Ações e ETFs tokenizados na Solana

A tokenização de mais de 200 ações e ETFs pela Ondo transforma ativos tradicionais em tokens na blockchain Solana. Exemplos incluem gigantes como Nvidia (NVDA) e agora BitGo, que estreou na NYSE a US$ 18 por ação, valorizando a empresa em mais de US$ 2 bilhões. Usuários fora dos EUA podem negociar exposição econômica a esses papéis via Ondo Global Markets.

A Solana destaca-se pelas transações rápidas e baratas, ideais para brasileiros que evitam custos altos de corretoras internacionais. Plataforma acumula US$ 6,4 bilhões em volume e TVL acima de US$ 2 bilhões, impulsionada por RWAs como Treasuries tokenizados.

Como isso beneficia o investidor brasileiro

Imagine comprar exposição a ações da BitGo ou NVDA a qualquer hora, sem abrir conta em corretora americana ou esperar o pregão de Nova York. Na Solana, você usa carteiras como Phantom ou Backpack, conecta à Ondo e negocia com USDC ou SOL. Taxas? Menos de US$ 0,01 por transação, contra spreads e comissões de 1-2% em plataformas tradicionais.

Para o dia a dia: retire lucros em stablecoins, converta para BRL via exchanges locais como Binance ou Mercado Bitcoin. Perfeito para diversificar portfólio com tech stocks sem burocracia KYC extra ou fusos horários.

Passos práticos para começar

  1. Crie carteira Solana (Phantom app gratuita).
  2. Deposite USDC via ponte (ex: de Binance).
  3. Acesse Ondo Global Markets, selecione BTGOon ou NVDA tokenizado.
  4. Compre/venda 24/7, reinvista dividendos automaticamente.

Riscos? Volatilidade das chains e regulação de RWAs. Monitore TVL da Ondo (rwa.xyz) e aprovações SEC. Estratégia: aloque 5-10% do portfólio para exposição diversificada.

O futuro dos RWAs no Brasil

Ondo expande DeFi para Wall Street, testando tokenização em massa. Para brasileiros, significa acesso global sem barreiras: ações AAA com liquidez on-chain. Com Solana crescendo (preço ~US$ 129), espere mais protocolos assim. Fique de olho em parcerias e listagens novas.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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GPUs tokenizadas translúcidas conectadas liberando fluxo dourado de crédito com 500M, simbolizando revolução no financiamento on-chain de IA

Firma de IA Capta US$ 500 Milhões On-Chain com GPUs como Garantia

Uma firma australiana de infraestrutura de IA acaba de garantir até US$ 500 milhões em empréstimo on-chain, usando hardware de GPUs como colateral tokenizado. A Sharon AI, em parceria com a USD.AI, ignora bancos tradicionais para expandir sua operação na Ásia-Pacífico. Essa inovação financeira transforma GPUs em ‘moeda’ digital, acelerando o acesso a capital para treinar modelos de inteligência artificial. O primeiro desembolso de US$ 65 milhões já está previsto para este trimestre.


Quem é a Sharon AI e o Escopo do Financiamento

A Sharon AI é uma empresa australiana especializada em computação de alto desempenho, focada em fornecer infraestrutura para treinamento e execução de grandes modelos de IA. Com o novo crédito sem recurso de até US$ 500 milhões, a companhia planeja escalar suas instalações de GPUs na região Ásia-Pacífico, onde a demanda por poder computacional explode devido ao boom da inteligência artificial.

O acordo com a USD.AI, um credor baseado em blockchain, marca um marco na fusão entre hardware físico e finanças descentralizadas. Os fundos iniciais de US$ 65 milhões serão liberados ainda neste trimestre, permitindo deploy rápido de sistemas de computação. Essa estrutura não-recourse significa que o empréstimo é lastreado exclusivamente pelas GPUs, protegendo os ativos corporativos da Sharon AI de riscos.

Tokenização de GPUs: A Engenharia por Trás

A chave dessa operação está na tokenização de ativos reais (RWA), processo que converte hardware físico em tokens digitais na blockchain. As GPUs da Sharon AI são verificadas, tokenizadas e usadas como colateral em um protocolo de empréstimo on-chain da USD.AI. Isso permite que prestamistas monitorem o desempenho do colateral em tempo real, sem necessidade de avaliadores humanos ou burocracia bancária.

Funciona assim: as GPUs são registradas on-chain, criando um token representativo de seu valor e utilidade. Esse token é depositado em um smart contract que libera os fundos emprestados. Em caso de inadimplência, o colateral pode ser liquidado automaticamente na blockchain, garantindo transparência e eficiência. Essa mecânica elimina intermediários, reduz custos e acelera aprovações de dias para horas.

Vantagens Sobre o Financiamento Tradicional

Bancos convencionais exigem extensas verificações de crédito, due diligence e garantias corporativas, o que pode demorar meses e limitar o crescimento de startups de IA. Com o modelo on-chain, a Sharon AI acessa capital instantaneamente, baseado puramente no valor das GPUs — ativos em alta demanda no ecossistema de IA.

A USD.AI já aprovou mais de US$ 1,2 bilhão em facilidades semelhantes para outras firmas como QumulusAI e Quantum Solutions. Isso demonstra a maturidade do crédito privado tokenizado, que melhora liquidez e transparência em mercados tradicionalmente opacos, como destacado pelo CEO da Maple Finance, Sidney Powell.

Implicações para o Futuro da IA e Finanças

Essa transação sinaliza uma tendência visionária: hardware de IA como nova classe de ativos financeiros. Com a tokenização, empresas de infraestrutura podem financiar expansão sem diluir equity ou depender de venture capital. Para o mercado cripto, reforça o private credit como caso de uso principal da tokenização, potencializando bilhões em liquidez.

Investidores devem monitorar como agências de rating tradicionais integrarão esses empréstimos on-chain, possivelmente pavimentando o caminho para adoção em massa. A fusão de IA, blockchain e RWA pode redefinir o financiamento global, democratizando acesso a capital para inovadores.


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Ponte de vidro translúcido ligando skyline Wall Street dourado a rede Solana cyan, com fluxos de tokens e smartphone, simbolizando tokenização de ações pela Ondo

Wall Street na Solana: Ondo Traz 200+ Ações Tokenizadas

A Ondo Finance lançou mais de 200 ações tokenizadas e ETFs americanos na Solana em 21 de janeiro de 2026, trazendo Wall Street para a blockchain mais rápida do cripto. Gigantes como NVDA, AAPL e META, além de ETFs como SPY e QQQ, agora estão disponíveis com negociações 24/7, fees mínimas e liquidez instantânea. Para brasileiros, isso significa acesso prático a ativos globais via DeFi, sem corretoras tradicionais.


Como Funcionam as Ações Tokenizadas na Solana

As ações tokenizadas da Ondo replicam o preço em tempo real de papéis americanos e ETFs, permitindo propriedade fracionada e trades contínuos. Usuários na Solana, com seus 2,8 milhões de carteiras diárias ativas, podem comprar frações de NVDA ou AAPL com liquidação em segundos, swaps em um clique e mint/redeem durante o horário de mercado.

Ondo Global Markets se torna o maior emissor de real-world assets (RWA) na rede por variedade de ativos. Isso abre portas para investidores globais, especialmente não-americanos, que enfrentam barreiras regulatórias ou custos altos em bolsas tradicionais. Na prática, conecte sua wallet Solana e troque stablecoins por exposição a blue-chips sem sair do ecossistema DeFi.

Desde setembro de 2025, a Ondo acumula US$ 460 milhões em TVL e US$ 6,8 bilhões em volume, provando tração real no setor.

Por Que a Solana Está no Centro dos RWAs

A escolha da Solana como hub para RWAs faz sentido: rede rápida, barata e com TVL de RWAs acima de US$ 1 bilhão, um recorde recente. Projetos como xStocks já competem, mas a Ondo quadruplica a oferta, atraindo mais liquidez e usuários. Brasileiros ganham com isso: imagine diversificar portfólio com ações de IA, EVs e commodities ouro/prata, tudo on-chain e 24 horas.

Para o dia a dia, basta uma wallet como Phantom ou Backpack, fundos em USDC ou USDT, e pronto: exposição a Wall Street na palma da mão, sem burocracia de corretoras internacionais.

Stablecoins e o Boom em Mercados Emergentes

Um relatório da S&P Global reforça o timing perfeito: stablecoins em dólar podem crescer para US$ 730 bilhões em 45 economias emergentes, de atuais US$ 70 bilhões. Em países como Brasil, Argentina e Turquia, com inflação alta, elas podem representar 10-20% dos depósitos bancários.

Drivers incluem proteção de riqueza, remessas e comércio. Para brasileiros, isso significa usar stablecoins como ponte para comprar tokens de ações na Solana, blindando o real da desvalorização e acessando yields em DeFi simultaneamente.

O Que Isso Muda no Seu Dia a Dia

Praticamente, o futuro chegou: troque reais por SOL ou USDC na sua exchange favorita, conecte à Solana e invista em Wall Street via DeFi. Monitore o token ONDO, negociado a ~US$ 0,34 com viés de alta pós-anúncio. Vale testar em pequenas posições para entender o fluxo. Fique de olho na liquidez e regulamentações locais, mas a barreira de entrada caiu drasticamente.


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Executivo cartoon BlackRock coroando diamante Ethereum com tokens RWA orbitando e marco 2026 no horizonte, simbolizando liderança em tokenização

Larry Fink: Ethereum como Blockchain Único para Tokenização em 2026

O CEO da BlackRock, Larry Fink, defendeu no Fórum Econômico Mundial a adoção de uma blockchain comum para tokenização de ativos, destacando redução de custos e corrupção. Dados da BlackRock mostram o Ethereum com mais de 65% dos ativos tokenizados, consolidando-se como infraestrutura preferida de Wall Street. Em 2026, a realidade regulatória global deve acelerar esse movimento, segundo a PwC.


Visão de Larry Fink para uma Blockchain Comum

No palco do WEF, Fink enfatizou a necessidade de tokenização e decimalização de ativos para democratizar investimentos. Ele citou Brasil e Índia como líderes em digitalização de moedas, propondo uma plataforma tokenizada que permita transações fluidas entre fundos do mercado monetário, ações e títulos. A padronização em uma única blockchain seria chave para eficiência e segurança, reduzindo dependências e riscos operacionais.

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, já atua nesse ecossistema com o fundo tokenizado BUIDL no Ethereum, lançado em 2024 via Securitize. Seus ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ethereum (ETHA) reforçam a exposição institucional, posicionando a rede como candidata natural à visão de Fink.

Dominância do Ethereum em Ativos Tokenizados

Pesquisa recente da BlackRock aponta o Ethereum como possível “toll road” para tokenização, coletando taxas à medida que o setor escala. Dos ativos tokenizados, mais de 65% estão na rede, impulsionados por stablecoins e RWAs (real-world assets). O BUIDL expandiu para múltiplas chains, mas o Ethereum permanece o ponto de partida para emissões institucionais.

Essa liderança decorre de liquidez profunda, integrações amplas e contrapartes conservadoras. Com ETH negociado a cerca de US$ 3.000, o ecossistema atrai baleias e instituições, sinalizando maturidade para aplicações de alto valor como tokenização de títulos e fundos.

2026: Ano da Regulamentação Global pela PwC

A PwC prevê 2026 como o ano em que regras cripto saem do papel, com execução e competição entre jurisdições. União Europeia (MiCA), EUA (CLARITY Act), Reino Unido (FSMA), Emirados Árabes e Suíça avançam em autorizações, reservas e governança para stablecoins e ativos digitais.

A coordenação transfronteiriça acelera adoção institucional, elevando custos de compliance, mas liberando produtos como acesso bancário e participação mais profunda. Países com regras transparentes atrairão capital, transformando regulação de barreira em catalisador.

Superstate e a Expansão de Mercados On-Chain

A startup Superstate captou US$ 82,5 milhões em rodada Series B, liderada por Bain Capital Crypto e outros, para construir plataforma de emissão de ações reguladas pela SEC no Ethereum e Solana. Gerenciando US$ 1,23 bilhão em fundos tokenizados (USTB e USCC), expande o Opening Bell para IPOs on-chain.

Como agente de transferência registrado, a Superstate permite emissão, liquidação e registros de propriedade em tempo real, substituindo processos manuais por eficiência compliant. Tokenized Treasuries cresceram 50x desde 2024, atingindo US$ 7 bilhões.

Implicações para o Mercado Cripto

A convergência de visões como a de Fink, marcos regulatórios e inovações como Superstate posiciona o Ethereum como espinha dorsal da tokenização. Investidores devem monitorar aprovações MiCA, avanços nos EUA e yields de RWAs. Vale observar como a infraestrutura on-chain redefine capital markets, democratizando acesso com segurança aprimorada.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança desequilibrada com cofres ETFs Wall Street vs nuvem vaporosa tokenização, personagens cartoon debatendo desafio SEC

Tokenização de ETFs: O Próximo Desafio da SEC para Wall Street

Tokens de ETF: Wall Street quer transformar ações em ativos digitais 24/7. A gestora F/m Investments, com US$ 18 bilhões em ativos, protocolou na SEC o primeiro pedido para tokenizar cotas de seu ETF de Treasuries de 3 meses (TBIL) em uma blockchain permissionada. A proposta visa eficiência operacional, mas enfrenta ceticismo, como a crítica de um professor de Columbia ao plano similar da NYSE, chamado de vaporware. Isso é a ponte para o futuro ou apenas hype regulatório?


O Que é Tokenização de Cotas de ETF?

A tokenização de cotas de ETF significa converter as frações tradicionais de um fundo negociado em bolsa em tokens digitais registrados em uma blockchain. Imagine um ETF de Treasuries americanos, como o TBIL da F/m, onde cada cota é um token único na rede blockchain. Isso permite registro imutável de propriedade, liquidação instantânea de transações e potencial para negociações 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem depender dos horários da bolsa tradicional.

Para iniciantes: ETFs são fundos que replicam índices ou ativos, como Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA). Hoje, as cotas são registradas em sistemas centralizados, suscetíveis a erros humanos e delays. Com blockchain permissionada — rede privada acessível só a participantes autorizados —, a F/m busca modernizar sem abrir mão de proteções regulatórias. As cotas tokenizadas seriam trocadas 1:1 pelas tradicionais, preservando direitos de voto e econômicos. Negociações secundárias continuariam via corretoras registradas.

A Proposta da F/m Investments à SEC

A F/m Investments gerencia US$ 18 bilhões e vê na tokenização uma forma de eficiência. O CEO Alexander Morris enfatiza: criar um “on-ramp regulado” que una inovação à proteção ao investidor de 85 anos. A blockchain atuaria só como camada de registro e liquidação, com transferências restritas a atividades autorizadas. Isso suporta interfaces digitais modernas e alocações automáticas, preparando o fundo para mercados tokenizados emergentes.

O pedido à SEC é pioneiro, mantendo arbitragem e trading tradicionais enquanto testa a viabilidade. Instituições globais já exploram produtos tokenizados, e a F/m quer liderar dentro das regras, evitando um futuro sem salvaguardas.

Críticas: NYSE e o Rótulo de ‘Vaporware’

Nem todos estão convencidos. O professor Omid Malekan, da Columbia Business School, classificou o plano da NYSE para tokenização de ações e ETFs com trading 24/7 como vaporware — produto anunciado sem detalhes concretos. Faltam infos sobre a chain usada, se permissionada ou não, tokenomics e fees. Malekan argumenta que o modelo centralizado da NYSE choca com a arquitetura descentralizada da tokenização.

Ele compara à AT&T nos anos 90, pioneira em telecom mas fraca na internet. Apesar disso, executivos cripto veem potencial: trading on-chain nativo sem wrappers. ARK Invest projeta mercado de RWA (ativos do mundo real tokenizados) de US$ 22 bilhões para US$ 11 trilhões até 2030.

Revolução ou Marketing? O Que Vem a Seguir

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: Wall Street se “blockchainiza”, podendo baratear acesso a ativos globais via tokens. Mas riscos persistem — regulação da SEC é lenta, e vaporware pode frustrar expectativas. Monitore aprovações: se F/m avançar, abre portas para ETFs tokenizados acessíveis. Vale acompanhar como isso equilibra inovação e proteção, definindo se tokenização é ponte para o futuro ou buzzword.


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Personagens cartoon de TradFi e crypto construindo ponte de elos luminosos sobre abismo digital, com relógio 24/7 simbolizando NYSE em blockchain via Chainlink

NYSE Entra na Blockchain: Ações Tokenizadas 24/7 com Chainlink

A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), maior do mundo, anunciou o desenvolvimento de uma plataforma baseada em blockchain para negociação de ações tokenizadas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Operada pela Intercontinental Exchange (ICE), a iniciativa conta com suporte técnico da Chainlink, que fornece dados de mercado em tempo real para mais de 40 blockchains. Essa convergência entre Wall Street e tecnologia on-chain sinaliza a maturidade da tokenização de ativos reais (RWA), permitindo liquidação instantânea e acesso global contínuo. O lançamento, pendente de aprovação regulatória, pode transformar os mercados financeiros tradicionais.


Plataforma NYSE: Negociação Contínua On-Chain

A nova plataforma da NYSE combina sua tecnologia de negociação com sistemas de pós-negociação em blockchain, suportando múltiplas redes sem especificar qual inicialmente. Ela permitirá a negociação de ações tokenizadas tradicionais — representações digitais de papéis existentes — e títulos nativos tokenizados, preservando direitos como dividendos e governança corporativa.

Trabalhando com bancos como BNY e Citi, a NYSE foca em depósitos tokenizados e transferências fora do horário bancário tradicional, adaptando-se a diferentes fusos horários. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando o setor rumo a soluções totalmente on-chain, unindo confiança regulatória com tecnologia de ponta.” Essa infraestrutura resolve limitações clássicas, como horários fixos (9h30 às 16h) e liquidação em T+2 dias, oferecendo liquidação instantânea.

Para o público brasileiro, isso significa acesso 24/7 a ativos americanos sem barreiras de horário, potencializando estratégias de investimento globais via plataformas cripto compatíveis.

Chainlink: O Backbone de Dados para RWAs

A Chainlink entra como parceira essencial com seus U.S. Equities Streams 24/5, entregando dados de alta fidelidade de ações e ETFs americanos. Além de preços, incluem spreads bid-ask, volumes de negociação, flags de status de mercado e indicadores de frescor, essenciais para modelos precisos de precificação e gerenciamento de risco em produtos on-chain.

Disponível em mais de 40 blockchains, já adotada por exchanges como BitMEX, Lighter, ApeX e Orderly Network para perpétuos de equities, empréstimos e RWAs. Johann Eid, da Chainlink Labs, afirmou: “É um passo importante para mercados de capital cross-border sempre ativos.” Vladimir Novakovski, CEO da Lighter, elogiou a baixa latência fora do horário regular sem perda de integridade.

Essa integração explica tecnicamente como blockchains sempre ativas se conectam a mercados tradicionais limitados, democratizando dados para desenvolvedores construírem dApps de finanças tokenizadas.

Implicações: Maturidade da Tokenização RWA

A iniciativa valida a tese cripto de mercados eficientes 24/7, como já ocorre em exchanges como Binance. Larry Fink, da BlackRock, chamou tokenização de “próxima grande evolução na infraestrutura de mercado”. Robinhood e Coinbase já oferecem ações tokenizadas na Europa e planejam expansão.

Para RWAs, representa irreversibilidade: uma vez tokenizados na NYSE, ativos tradicionais fluem para blockchains como Ethereum ou Solana, aumentando o tamanho do mercado cripto. Investidores brasileiros ganham com diversificação, mas devem monitorar aprovações da SEC e volatilidade regulatória.

A convergência TradFi-cripto acelera adoção institucional, com potencial para stablecoins em settlements e redução de riscos contraparte.

Próximos Passos e Oportunidades

Sem cronograma definido, a plataforma aguarda aprovação regulatória. Michael Blaugrund, da ICE, enfatiza o shift do analógico para digital on-chain. Vale acompanhar integrações com blockchains específicas e volume inicial de RWAs.

Para traders, plataformas como Binance já oferecem trading 24/7 de criptoativos correlatos. Monitore o mNAV (market NAV) desses produtos para avaliar maturidade.


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Executivos cartoon de bancos, NYSE e crypto ativando relógio 24/7 blockchain, simbolizando lançamento de trading tokenizado

NYSE Revoluciona com Trading 24/7 via Blockchain e Grandes Bancos

A New York Stock Exchange (NYSE), maior bolsa do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19/01/2026) o desenvolvimento de uma plataforma blockchain para trading 24/7 de ações tokenizadas. Com liquidação instantânea e financiamento via stablecoins, a iniciativa conta com apoio de gigantes como BNY Mellon e Citi, marcando o fim dos horários comerciais tradicionais e o tiro de partida para a tokenização global de ativos reais (RWAs). CZ, ex-CEO da Binance, celebrou o movimento como de alta para cripto.


Plataforma Inovadora: 24/7 e Blockchain Nativo

A nova venue da NYSE integrará seu motor de matching avançado Pillar com sistemas pós-trade baseados em blockchain, suportando múltiplas blockchains para liquidação e custódia. Os tokens serão fungíveis com títulos tradicionais, preservando direitos de acionistas como dividendos e governança. Operando 24 horas por dia, 7 dias por semana, a plataforma permitirá ordens em dólares e financiamento com stablecoins, eliminando atrasos de T+1.

De acordo com o anúncio oficial, a iniciativa busca aprovação regulatória da SEC e representa uma evolução estratégica do Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE. Lynn Martin, presidente do NYSE Group, destacou: “Estamos liderando a indústria para soluções totalmente on-chain com proteções regulatórias elevadas.”

Parcerias com Gigantes Financeiros

A colaboração com BNY Mellon e Citigroup é crucial para depósitos tokenizados em clearinghouses globais, permitindo gerenciamento de fundos e margens fora do horário bancário tradicional. Michael Blaugrund, VP de Iniciativas Estratégicas do ICE, enfatizou: “Isso impulsiona mercados de analógico para digital, criando infraestrutura on-chain para trading, liquidação e capital formation.”

O mercado de ações tokenizadas explodiu, com capitalização saltando de US$ 5 milhões para US$ 397 milhões em um ano — crescimento de 7.840%. Plataformas como NYSE competem com Nasdaq, que planeja trading 24h em dias úteis.

Otimismo de CZ e Implicações para Cripto

Changpeng Zhao (CZ) reagiu no X: “Bullish para crypto e crypto exchanges.” A estratégia de ‘duas bolsas’ — uma tradicional e outra digital — valida blockchain como infraestrutura financeira definitiva. Analista Simon Taylor nota que NYSE emite nativamente ativos digitais com custódia em wallets, desafiando participantes cripto-nativos.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza aceleração na adoção institucional de RWAs, potencializando fluxos para Bitcoin e stablecoins. Vale monitorar aprovações regulatórias, previstas para o segundo semestre de 2026.

Próximos Passos e Oportunidades

Com lançamento previsto para 2026, a plataforma NYSE redefine mercados, unindo confiança regulada à eficiência blockchain. Investidores retail ganham acesso 24/7, enquanto instituições testam collateral tokenizado. Os dados sugerem que a tokenização de RWAs pode capturar trilhões em valor, impulsionando um ciclo virtuoso para o ecossistema cripto.


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Executivos cartoon tradicional e tech ativando relógio 24/7 de blockchain, simbolizando plataforma NYSE para trading de ativos tokenizados

NYSE Lança Plataforma Blockchain para Trading 24/7 de Ações

A New York Stock Exchange (NYSE), a maior bolsa de valores do mundo, anunciou nesta segunda-feira (19) o desenvolvimento de uma plataforma digital para negociação 24/7 de ações e ETFs tokenizados. Em parceria com gigantes como BNY Mellon e Citi, a iniciativa combina o sistema de matching Pillar da NYSE com blockchains privadas, prometendo liquidação instantânea e financiamento via stablecoins. Esse movimento sinaliza o fim dos horários comerciais tradicionais e valida a tokenização de Real World Assets (RWA) em escala global.


Detalhes Técnicos da Plataforma

A nova infraestrutura integra o avançado mecanismo de matching Pillar da NYSE com redes blockchain privadas, permitindo operações contínuas, inclusive feriados e fins de semana, conforme detalhado no anúncio oficial. Recursos incluem ordens dimensionadas em dólares, liquidação on-chain e suporte a múltiplas redes para custódia e liquidação.

Michael Blaugrund, vice-presidente da Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE, destacou em entrevista que essa evolução amplia o acesso para investidores de varejo, integrando mercados financiados por stablecoins. A plataforma visa capturar a demanda global por trading ininterrupto, similar à proposta da Nasdaq para 24 horas em dias úteis.

Essa arquitetura híbrida — TradFi com blockchain — resolve limitações de liquidez e velocidade, essenciais para ativos tokenizados, que cresceram 7.840% em capitalização de mercado no último ano, atingindo US$ 397 milhões.

Parcerias com BNY Mellon e Citi

A ICE colabora com BNY Mellon e Citi para depósitos tokenizados em suas clearinghouses globais, facilitando transações fora do horário comercial. Essa aliança une custódia tradicional com infraestrutura distribuída, garantindo conformidade regulatória e escalabilidade.

Lynn Martin, presidente do NYSE Group, enfatizou: “Estamos liderando o setor rumo a soluções totalmente on-chain, baseadas em proteções incomparáveis e altos padrões regulatórios.” As parcerias reforçam a interoperabilidade entre sistemas legados e blockchains, um passo crucial para a migração de infraestrutura financeira clássica.

No Brasil, iniciativas semelhantes, como a stablecoin da B3, indicam tendências regionais alinhadas à globalização via tokenização.

Validação para Real World Assets (RWA)

A adoção pela NYSE legitima os RWA, ativos do mundo real tokenizados em blockchain, como ações e títulos. Isso democratiza o acesso 24/7, atrai varejo e institucionaliza a tecnologia, competindo com plataformas DeFi e CEX como Coinbase e Kraken.

Para investidores sérios, representa maturidade: blockchains privadas oferecem privacidade e compliance, enquanto a liquidação instantânea reduz riscos de contraparte. O crescimento explosivo de ações tokenizadas em 2025 reforça o momentum, com plataformas on-chain como TradeXYZ ganhando tração.

Próximos Passos e Regulatório

A plataforma aguarda aprovação da SEC, com lançamento previsto para o final de 2026. Analistas veem aprovação facilitada pelo ambiente pró-cripto nos EUA. Investidores devem monitorar integrações com stablecoins e expansão para outros ativos.

Esse marco pode redefinir mercados globais, unindo eficiência blockchain à confiança da NYSE. Vale acompanhar atualizações regulatórias e testes pilotos.


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Pilar cristalino de tokenização com 350B gravado no topo emergindo de base de stablecoins, rede cyan dominante simbolizando ATH de RWAs e liderança Canton

RWA Atinge ATH de US$ 350 Bi: Canton Network Domina Tokenização

O mercado de ativos do mundo real (RWAs) registrou um novo recorde histórico de US$ 350,8 bilhões neste domingo, impulsionado principalmente por stablecoins que representam US$ 299,71 bilhões. A Canton Network domina com 94% do valor total, hospedando 7.673 projetos. Esse crescimento reflete a maturidade da tokenização on-chain, atraindo instituições tradicionais para blockchains permissionadas.


Detalhes do Novo ATH no Mercado RWA

O valor total dos RWAs em circulação alcançou US$ 350,8 bilhões, com o número de holders subindo para 636.267, segundo dados do RWA.xyz. Esse marco demonstra a transição da tokenização de um conceito especulativo para uma aplicação prática no ecossistema blockchain. Os ativos distribuídos somam US$ 21,34 bilhões, gerenciados diretamente por carteiras de investidores.

A Canton Network, alimentada pela Broadridge DLR, lidera com US$ 330,1 bilhões em 7.673 projetos. Essa infraestrutura permissionada para instituições é respaldada por gigantes do TradFi, como Goldman Sachs, JPMorgan e Deutsche Bank, oferecendo silos seguros para tokenização de ativos reais.

Ethereum segue com 644 projetos valendo US$ 13 bilhões, enquanto Provenance (HASH) surpreende com US$ 14,7 bilhões em um único projeto. Solana contribui com US$ 1,1 bilhão em 319 iniciativas, e ZKsync Era soma US$ 2,6 bilhões.

Stablecoins: A Base do Crescimento RWA

As stablecoins respondem por cerca de 85% do mercado RWA, com US$ 299,71 bilhões e 222,79 milhões de usuários. Elas atuam como ponte entre o mundo fiat e o on-chain, facilitando liquidez e estabilidade para tokenização.

Em segundo lugar, dívidas do Tesouro dos EUA tokenizadas somam US$ 9,05 bilhões, seguidas por commodities (US$ 3,77 bilhões), crédito privado (US$ 2,4 bilhões) e fundos alternativos institucionais (US$ 2,19 bilhões). Essa diversificação sinaliza a expansão para além das stablecoins, mas elas permanecem o pilar fundamental.

A dominância das stablecoins destaca como a tokenização resolve problemas de liquidez e acessibilidade, permitindo que ativos reais sejam fracionados e negociados 24/7 em blockchains.

Aster e Buybacks: DeFi Capturando Valor dos RWAs

Enquanto RWAs crescem, protocolos DeFi como o Aster ilustram como capturar esse valor. O protocolo ativou uma reserva de recompra estratégica, alocando 20-40% das taxas diárias da exchange de futuros perpétuos para recompras automáticas de tokens ASTER.

Essa iniciativa complementa o programa Stage 5 de buybacks, iniciado em dezembro de 2025, podendo direcionar até 80% das taxas para recompras on-chain rastreáveis. Financiado por fees de trading perpétuo e o modo Shield (que cobra apenas em trades lucrativos), o Aster já recomprou mais de 209 milhões de ASTER, equivalentes a US$ 140 milhões.

O mecanismo dinâmico responde a condições de mercado, reforçando a demanda por ASTER em meio à volatilidade. Apesar de uma queda de 13% no preço em 30 dias, reflete pressões gerais do mercado, posicionando o protocolo para 2026 com receita sustentável.


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Rede glass cyan de Solana com cristal central '1B' dourado infundindo energia, simbolizando recorde US$ 1 bi em RWA apesar queda SOL

Solana Ignora Queda e Bate US$ 1 Bi em RWA: Expansão Acelerada

A rede Solana atingiu um marco histórico ao superar US$ 1 bilhão em valor total bloqueado (TVL) de ativos reais tokenizados (RWA), ignorando a correção recente do preço SOL que testa suporte em US$ 140. Impulsionado por demanda institucional de Treasuries tokenizados como BlackRock BUIDL e Ondo OUSG, o ecossistema demonstra resiliência e potencial de crescimento sustentável, questionando: o que as instituições estão vendo nessa expansão?


Preço SOL em Teste, Mas Rede em Alta

O preço do SOL caiu abaixo de US$ 145 após falhar em romper a resistência de US$ 150, aproximando-se da zona crítica de suporte entre US$ 140-141. Indicadores como RSI abaixo de 50 e MACD bearish sinalizam cautela de curto prazo, com risco de queda para US$ 132 se o suporte romper. No entanto, o volume de trading diário de cerca de US$ 5 bilhões mantém liquidez saudável.

Esse contraste destaca a força fundamental da rede. Em 2025, Solana processou US$ 1,6 trilhão em volume de trading, capturando 12% do mercado cripto global, mesmo com o SOL 33% abaixo do preço de um ano atrás e distante do ATH de US$ 293.

Marco Histórico dos RWA na Solana

O TVL de RWA na Solana alcançou US$ 1,15 bilhão, um recorde impulsionado por tokenização de Treasuries dos EUA, ações e fundos institucionais. O crescimento acelerou de US$ 450 milhões em junho para ultrapassar US$ 1 bilhão em dezembro de 2025, com saltos verticais indicando emissões institucionais massivas, não apenas varejo.

Essa expansão posiciona Solana como terceira maior rede em RWA globalmente, com alta de 25% em 30 dias. Suas vantagens técnicas — 900-5.000 TPS, fees sub-US$ 0,001 e finality em 12,8 segundos — superam Ethereum (15-30 TPS, fees > US$ 0,03), tornando-a ideal para settlement institucional eficiente.

DeFi Robusto e Sinais Institucionais

O ecossistema DeFi da Solana, ancorado por protocolos como Jupiter, Raydium, Orca e Kamino, mantém TVL estável em US$ 11,5 bilhões. Inflows em ETFs spot de Solana registraram US$ 23,57 milhões em 15 de janeiro, o maior em quatro semanas, sinalizando interesse crescente apesar de representarem apenas 1,5% da capitalização de mercado.

Desenvolvimentos regulatórios, como o “Clarity Act”, podem reclassificar SOL como ativo não-incidental a partir de 2026, facilitando acesso institucional similar a BTC e ETH. Iniciativas como airdrop do Seeker phone e depósitos 24/7 de USDC via Interactive Brokers ampliam o engajamento de usuários.

Perspectivas Otimistas para o Futuro

Volumes de stablecoins cresceram 137% YoY, com gastos em cartões cripto anualizados em US$ 18 bilhões, reforçando o uso real da Solana como rail de baixo custo. Esse momentum sugere que o crescimento da rede pode sustentar o preço SOL além do ciclo atual, atraindo mais capital institucional em busca de yield on-chain.

Investidores devem monitorar o suporte em US$ 140 e resistências em US$ 148-150. Uma quebra para cima pode mirar US$ 162, alinhando preço aos fundamentos robustos.


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Ilhas blockchain flutuantes conectadas por feixes de energia cyan e dourada, simbolizando interoperabilidade com STRK na Solana e CLO na Avalanche

STRK na Solana e CLO na Avalanche: Fim das Ilhas Blockchain?

O token STRK do Starknet chegou nativamente à Solana via interoperabilidade da NEAR Intents, eliminando pontes tradicionais, conforme anúncio de 15 de janeiro. Em paralelo, a Galaxy Digital fechou seu primeiro CLO tokenizado de US$ 75 milhões na Avalanche, financiando empréstimos cripto via blockchain. Esses avanços quebram barreiras entre ecossistemas, facilitando DeFi cross-chain e adoção institucional de ativos do mundo real (RWAs).


STRK Nativo na Solana sem Pontes Tradicionais

A integração do STRK na Solana, com TVL de quase US$ 11 bilhões, usa o modelo de execução baseado em solvers da NEAR Intents. Usuários recebem o token diretamente em carteiras Solana a partir de diversas chains e tokens suportados, priorizando velocidade e usabilidade no DeFi.

O STRK está disponível para spot trading na DEX Jupiter, com liquidez principal na Meteora. Isso ocorre após provocação da conta oficial da Solana no X sobre baixa atividade do Starknet, que acumula mais de US$ 313 milhões em TVL. O token negocia a US$ 0,086, com market cap de US$ 435 milhões.

Essa solução evita riscos de pontes centralizadas, como hacks, e abre o ecossistema Solana para usuários Starknet, expandindo liquidez e composabilidade.

Galaxy Tokeniza CLO de US$ 75 Milhões na Avalanche

A Galaxy CLO 2025-1, emitida na Avalanche, financia US$ 75 milhões em empréstimos overcollateralizados com BTC e ETH via Arch Lending, plataforma apoiada pela Galaxy Ventures. Grove, do ecossistema Sky (ex-MakerDAO), alocou US$ 50 milhões, com potencial de expansão para US$ 200 milhões.

Os bonds tokenizados, emitidos pela INX, pagam juros atrelados ao SOFR + 5,7%, maturando em dezembro de 2026, com pagamentos mensais. Anchorage Digital Bank atua como custodiante, rastreando colateral em tempo real, enquanto Accountable fornece monitoramento de performance.

Essa estrutura une mercados de dívida tradicionais com blockchain, oferecendo transparência e flexibilidade de colateral onchain.

Implicações para Interoperabilidade e RWAs

A chegada do STRK à Solana exemplifica como intents — intenções do usuário executadas por solvers — superam limitações de blockchains isoladas. Sem migração de liquidez manual, integrações como essa aceleram a adoção cross-chain, reduzindo fricções e riscos.

No front dos RWAs, o CLO tokenizado da Galaxy demonstra maturidade institucional: private credit onchain atrai alocações de protocolos como Grove. Com previsões da Galaxy Research de que stablecoins superem o ACH em volume em 2026, tokenização de ativos reais ganha tração, unindo finanças tradicionais e DeFi.

Esses marcos sinalizam o fim das “ilhas blockchain”, fomentando um ecossistema unificado onde liquidez e funcionalidades fluem livremente.

Próximos Passos e Oportunidades

Para traders brasileiros, monitore STRK/SOL em DEXs como Jupiter para arbitragem cross-chain. Instituições podem explorar plataformas como Arch Lending para yields em RWAs tokenizados. Desenvolvedores devem avaliar NEAR Intents para integrações semelhantes.

Enquanto Starknet cresce TVL e Galaxy expande CLOs, o foco em eficiência técnica e compliance regulatório pavimenta o caminho para adoção em massa. Vale acompanhar atualizações em Solana e Avalanche.


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Torre imobiliária fragmentando em tokens coletados por investidores cartoon, com '17M' destacado, simbolizando captação em tokens ROOF pela Rooftop e Mercado Bitcoin

Rooftop e MB Captam R$ 17,2 Milhões em Tokens Imobiliários

A Rooftop, em parceria com o MB | Mercado Bitcoin, concluiu ofertas de tokens imobiliários que captaram R$ 17,2 milhões. Os tokens ROOF03, ROOF04 e ROOFTOP01 permitiram que mais de 2 mil investidores acessassem imóveis de alto padrão com aportes iniciais de apenas R$ 100. Essa iniciativa marca um avanço na democratização de investimentos em Real World Assets (RWA) no Brasil, tornando o mercado imobiliário acessível ao varejo.


O Que São Tokens Imobiliários?

Imagine dividir a propriedade de um imóvel de luxo em milhares de pedaços digitais. É isso que a tokenização faz. Os tokens ROOF03 e ROOF04 estão lastreados em um imóvel no condomínio Quinta da Baroneza, captando cerca de R$ 15 milhões com mais de 2 mil investidores. O ticket médio foi de R$ 6 mil, mas o mínimo era só R$ 100, permitindo que pessoas comuns entrem no jogo dos grandes investidores.

Esses tokens oferecem retorno estimado de IPCA + 13% ao ano, com pagamentos mensais de aluguel enquanto o imóvel não é vendido. Tudo regulado e transparente, graças à blockchain, que registra cada transação de forma imutável. Para iniciantes, é como comprar frações de um apartamento sem precisar de escritura ou corretor.

A estruturação pela Rooftop e MB levou apenas 72 dias, mostrando agilidade em um setor tradicionalmente lento.

A Oferta de Renda Variável ROOFTOP01

Além dos tokens de renda fixa, a parceria lançou o ROOFTOP01, uma oferta de renda variável tokenizada, similar a um venture debt. Ela captou R$ 1,5 milhão com 266 investidores e ticket médio de R$ 5.600. Aqui, o retorno varia com o desempenho da empresa, combinando dívida com upside potencial.

Daniel Gava, CEO da Rooftop, destaca: “Transformar um imóvel em ativo digital fracionado inclui o investidor pessoa física em oportunidades antes exclusivas de instituições”. Essa abordagem une solidez patrimonial, proteção contra inflação e acessibilidade.

Para quem está começando, é uma forma didática de entender RWA: ativos reais (como imóveis) convertidos em tokens negociáveis em plataformas digitais.

Por Que Isso Democratiza o Mercado?

No Brasil, investir em imóveis exigia milhões ou contatos privilegiados. Com tokens, qualquer um com smartphone pode aportar pouco e diversificar. André Gouvinhas, VP de Investment & Banking do MB, afirma que o sucesso confirma a demanda por produtos lastreados em reais com experiência intuitiva.

A tokenização reduz barreiras: sem burocracia, liquidez maior (tokens podem ser negociados) e transparência via blockchain. É otimista para o futuro: mais empresas como Rooftop e MB podem atrair varejo para R$ bilhões em ativos paralisados.

Os resultados reforçam o Brasil como pioneiro em RWA na América Latina, com regulação da CVM pavimentando o caminho.

Como Começar a Investir em RWA?

  1. Escolha plataformas reguladas como MB.
  2. Verifique o ativo subjacente (imóvel, laudos).
  3. Aporte mínimo e acompanhe via app.
  4. Receba rendimentos mensais.

Essa parceria prova que cripto vai além de especulação: constrói riqueza real. Monitore novas ofertas para entrar cedo.


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Personagem cartoon abrindo portas tradicionais de bolsa para rede blockchain com 'OPEN' central, simbolizando lançamento da OPEN Network para ações tokenizadas on-chain

Figure Lança OPEN: Ações em Blockchain Sem DTCC

A Figure lançou a OPEN Network, uma plataforma no Provenance Blockchain que permite o registro e negociação de ações públicas nativas diretamente on-chain, eliminando a dependência do tradicional DTCC. Com as próprias ações da empresa como primeira listagem, a rede promete reduzir custos operacionais e democratizar o acesso ao mercado de capitais. O suporte de BitGo para custódia e Jump Trading para market-making valida a infraestrutura robusta, anunciada em 14 de janeiro de 2026.


O Que é a OPEN Network

A OPEN Network opera como um Alternative Trading System (ATS) com livro de ordens limitadas, permitindo negociações contínuas durante o horário de mercado. Diferente da tokenização convencional de ativos DTCC, as ações aqui são registradas nativamente no blockchain, contornando burocracias e intermediários. A Figure, que já originou mais de US$ 20 bilhões em empréstimos on-chain, usa sua experiência para tornar isso realidade.

Mike Cagney, presidente executivo da Figure, destaca que a plataforma reinventa a negociação de ações. "Os benefícios significativos sobre o modelo centralizado incentivam empresas a adotarem OPEN e investidores a demandá-la", afirmou. Isso significa potencial de liquidez 24/7 e trocas frictionless entre ações OPEN e listagens na Nasdaq.

Para traders brasileiros interessados em diversificação global, essa estrutura abre portas para acessar equities americanas sem as altas taxas de corretoras internacionais tradicionais.

Apoio Estratégico de BitGo e Jump Trading

O respaldo de players estabelecidos reforça a credibilidade da rede. A BitGo assume a custódia, garantindo segurança para os ativos on-chain, enquanto a Jump Trading fornece market-making para manter spreads apertados e liquidez constante. Mike Belshe, CEO da BitGo, comentou: "Estamos vendo momentum crescente para estruturas de mercado nativas em blockchain. A OPEN representa a próxima evolução dos mercados de ativos digitais."

Essa parceria não é só técnica: ela sinaliza confiança institucional em uma infraestrutura que pode escalar. Para investidores práticos, isso traduz em menor risco de contraparte e execução mais eficiente, especialmente em um mercado volátil como o de cripto e equities.

Empresas digitais e nativas de blockchain já mostram interesse, com a Figure formando uma equipe de desenvolvimento de negócios para atrair mais emissores.

Benefícios Práticos: Economia e Democratização

O grande atrativo da OPEN é a redução de custos com infraestrutura tradicional. Sem DTCC, os requisitos de capital caem, e o self-custody elimina a necessidade de brokers custodiais. O protocolo Democratized Prime permite empréstimos e aluguéis de ações diretamente entre holders, cortando prime brokers e direcionando lucros aos acionistas.

Imagine economizar em taxas de corretagem negociando ações via blockchain: liquidez on-demand, portfolio margining cross-asset (incluindo cripto) e avanços mais altos em empréstimos. Para o público brasileiro, isso pode significar acesso mais barato a ativos globais, protegendo contra inflação local sem conversões fiat caras.

A rede substitui processos opacos de borrow locate por um livro de ordens transparente, beneficiando diretamente quem detém as ações.

Próximos Passos para Adoção

A Figure já registrou uma oferta secundária pública em novembro de 2025 via OPEN e tem compromissos para emissões futuras. Market makers preparam integrações técnicas, e a expectativa é de adoção rápida por firmas blockchain. Investidores devem monitorar listagens iniciais e como a fricção com Nasdaq evolui.

Essa revolução silenciosa em real world assets (RWA) prova que blockchain não é só cripto: é utilidade real para finanças cotidianas, reduzindo custos e aumentando eficiência.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon tradicional e tech transformando depósitos em rede de tokens luminosos, simbolizando tokenização institucional pela BNY Mellon

BNY Mellon Tokeniza Depósitos: Cripto Vai ao Mainstream?

O BNY Mellon, maior banco custodiante do mundo com US$ 57,8 trilhões em ativos sob custódia, anunciou o lançamento de representações digitais de depósitos de clientes em uma blockchain privada. A iniciativa, revelada na sexta-feira (9), permite movimentar ‘dinheiro programável’ de forma eficiente, marcando um passo decisivo na adoção institucional de tecnologias blockchain. Bancos tokenizando seu próprio dinheiro: isso é o cripto finalmente chegando ao mainstream?


Detalhes da Plataforma de Tokenização

A plataforma do BNY utiliza uma blockchain privada e permissionada desenvolvida pelo próprio banco, projetada para instituições financeiras e até ‘nativos digitais’. Os depósitos tokenizados funcionam como lançamentos digitais em livros contábeis, representando fundos reais que podem ser sacados via meios tradicionais sempre que necessário.

Inicialmente, os tokens serão aplicados em operações de colateral e margem, áreas críticas para o funcionamento suave dos mercados financeiros globais. Carolyn Weinberg, Chief Product and Innovation Officer do BNY, destacou a confiabilidade dos depósitos bancários da instituição, que existe há mais de 240 anos e gerencia US$ 2,1 trilhões em ativos sob gestão.

Importante ressaltar que, apesar da representação em blockchain, os saldos continuam registrados nos sistemas legados do banco para garantir total conformidade regulatória. Essa abordagem híbrida demonstra maturidade na integração de tecnologias emergentes com infraestruturas tradicionais.

Benefícios e Eficiência para Instituições

A tokenização promete reduzir o atrito de liquidação e melhorar a eficiência de liquidez em diversos cenários operacionais. Em um mercado onde transações tradicionais podem demorar dias, a blockchain permite liquidações quase instantâneas, otimizando capital e reduzindo custos operacionais para grandes players de Wall Street.

O BNY posiciona essa solução como o ‘tecido conectivo’ de sua infraestrutura digital, conectando-se a iniciativas anteriores como o fundo de mercado monetário tokenizado em parceria com o Goldman Sachs, lançado em julho. Concorrentes como o JPMorgan já expandem depósitos tokenizados para múltiplas redes, mas o BNY foca em uma abordagem integrada e segura.

Essa evolução reforça a tese de que a tokenização de ativos do mundo real (RWA) não é mais especulação, mas uma realidade prática impulsionando eficiência no sistema financeiro global.

Parcerias Estratégicas e Endossos do Setor

O anúncio contou com endossos de peso do ecossistema cripto. Empresas como Anchorage Digital, emissores de stablecoins Circle e Paxos, a plataforma de tokenização Securitize (apoiada pela BlackRock) e a Ripple Prime manifestaram apoio entusiástico.

Nathan McCauley, CEO da Anchorage Digital, chamou o passo do BNY de ‘momento marcante para a adoção do dinheiro digital’. Até a Citadel Securities, responsável por 25% do volume de ações nos EUA, enfatizou a importância da tokenização para o futuro das finanças.

Essas parcerias sinalizam convergência entre finanças tradicionais e cripto, com gigantes como Goldman Sachs, BlackRock e Ripple alinhados em uma visão comum de dinheiro programável.

Implicações Bullish para o Mercado Cripto

Para investidores, essa movimentação do BNY é um sinal bullish claro. Com custodiante líder adotando blockchain ativamente, espera-se aceleração na tokenização de trilhões em ativos reais, expandindo o TVL (Total Value Locked) em protocolos DeFi e impulsionando demanda por infraestruturas como Ethereum e Solana.

No ciclo atual, essa adoção institucional valida a maturidade do setor, potencializando rallies em ativos relacionados a RWA e stablecoins. Vale monitorar como essa iniciativa se escala, pois pode catalisar o próximo estágio de crescimento do mercado cripto.


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Personagem Doge cartoon abrindo portas de templo japonês para ecossistema neon cyan e dourado, simbolizando expansão bullish no Japão

Dogecoin Invade Japão: House of Doge Abre Portas para Novo Ciclo

DOGE invade o Japão – um novo ciclo começa? A House of Doge, braço corporativo do Dogecoin, anunciou nesta semana uma parceria estratégica tripartite com as firmas japonesas abc Co., Ltd. e ReYuu Japan Inc. O acordo, revelado em 8 de janeiro, visa expandir o ecossistema DOGE para o mercado asiático com foco em ativos do mundo real (RWAs) e infraestrutura digital compliant. Essa movimentação posiciona o Dogecoin além do status de meme coin, rumo a uma moeda global descentralizada, em um momento de crescente adoção cripto no Japão.


Detalhes da Parceria Tripartite

A aliança estratégica estabelece um framework claro para a expansão do Dogecoin no Japão. A House of Doge atuará como coordenadora principal, guiando a estratégia do ecossistema e alinhando-a aos objetivos maiores da rede. Já a abc Co., Ltd. traz expertise em design de token economy, desenvolvimento de smart contracts e conformidade regulatória, essenciais para navegar o rigoroso ambiente japonês.

Complementando, a ReYuu Japan Inc. foca no desenvolvimento de negócios locais e execução de mercado, garantindo penetração prática. O foco principal recai sobre iniciativas de RWAs, incluindo estruturas de tokens regulados e instrumentos digitais lastreados em ativos reais, como stablecoins lastreadas em ouro. Há ainda planos para criar um fundo conjunto dentro do ecossistema Dogecoin, promovendo a democratização do Web3 via casos reais de uso.

Embora prazos específicos de lançamento não tenham sido detalhados, o anúncio destaca frameworks para atividades com stablecoins e finanças reguladas, sinalizando avanços rápidos em 2026.

Papel do Japão na Adoção Global de Cripto

O timing não poderia ser melhor. O Japão vive um boom na adoção cripto, com cerca de 12 milhões de contas em fevereiro de 2025, crescendo para mais de 13 milhões atualmente – um aumento de 3,5 vezes em cinco anos. A tendência é ascendente. Regulatoriamente, o governo avalia uma taxa fixa de 20% sobre ganhos cripto a partir do ano fiscal 2026, o que pode atrair mais investidores e impulsionar o uso de moedas como DOGE.

Essa parceria alinha-se perfeitamente ao otimismo japonês por cripto e tecnologia blockchain. O país, conhecido por sua infraestrutura avançada, oferece solo fértil para experimentos com tokenização compliant, elevando o Dogecoin de meme para ferramenta financeira prática.

Implicações bullish para o Dogecoin

“Essa parceria reflete nosso foco contínuo em expandir o ecossistema Dogecoin de forma pensada e real”, afirmou Marco Margiotta, CEO da House of Doge. Com DOGE negociando a US$ 0,13, esse movimento internacional pode catalisar um novo ciclo de alta, atraindo liquidez asiática e validando o ativo para usos além de especulação.

Para investidores brasileiros, isso significa monitorar de perto: expansão para RWAs e mercados regulados fortalece a tese de longo prazo do DOGE como reserva de valor acessível. Com adoção institucional crescendo, é provável que vejamos parcerias semelhantes em outros hubs asiáticos, acelerando a maturidade do ecossistema.

Vale ficar de olho em atualizações sobre o fundo conjunto e lançamentos de produtos – sinais de que o Dogecoin está pronto para o mainstream global.


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Banqueiro tradicional e executivo tech cartoon despejando baú de ouro em plataforma tokenizadora, simbolizando lançamento de depósitos tokenizados pela BNY Mellon

BNY Mellon Lança Depósitos Tokenizados para Institucionais

O maior custodiante do mundo, BNY Mellon, com quase US$ 58 trilhões em ativos sob custódia, acaba de lançar depósitos tokenizados para clientes institucionais. Usando um blockchain privado permissionado, a plataforma espelha saldos on-chain para acelerar settlements e desbloquear liquidez 24/7. Maior custodiante do mundo tokeniza depósitos: os ETFs de Bitcoin foram só o começo dessa revolução TradFi em cripto.


Plataforma Digital Assets do BNY em Ação

A nova funcionalidade está ao vivo na plataforma Digital Assets do BNY, permitindo que instituições representem depósitos existentes como entradas on-chain. Esses tokens atuam como “dinheiro programável”, otimizando fluxos de collateral e margin — áreas críticas que demandam movimentações rápidas de fundos. Carolyn Weinberg, chefe de produto e inovação do BNY, destaca que isso estende depósitos bancários confiáveis para trilhos digitais, com escala, resiliência e conformidade regulatória.

Com histórico de testes em 2025, o BNY moderniza sua infraestrutura de pagamentos globais de US$ 2,5 trilhões. Os saldos reais permanecem em ledgers tradicionais para compliance, enquanto as versões tokenizadas fluem 24/7, eliminando riscos de settlement em fins de semana ou feriados.

Parcerias Estratégicas Aceleram Adoção

O BNY firmou parceria pioneira com Ripple Prime, braço institucional da Ripple, para programmable cash. Early adopters incluem Citadel Securities (25% do volume de ações dos EUA), DRW, Intercontinental Exchange, Baillie Gifford e emissores de stablecoins como Circle e Paxos. Anchorage Digital chama de “momento milestone para adoção de digital cash“.

Essa rede de gigantes valida a tecnologia: o BNY já custodia reservas do stablecoin RLUSD da Ripple, conectando ativos tradicionais a digitais. Para investidores brasileiros, isso sinaliza confiança de Wall Street na infraestrutura blockchain, pavimentando o caminho para mais tesourarias em cripto.

Corrida TradFi para Blockchain 24/7

O lançamento ocorre na onda de tokenização em bancos, com JPMorgan (JPMD no Base) e HSBC expandindo ofertas semelhantes. A SEC e CFTC propuseram mercados de capitais always-on em 2025, alinhando-se à realidade global. Tokenização de RWAs (real-world assets) como depósitos desbloqueia liquidez em ativos ilíquidos, impactando diretamente stablecoins e pagamentos cross-border.

BNY integra isso à sua custody de Bitcoin e Ethereum desde 2022, além de fundo money-market tokenizado com Goldman Sachs. Escala global: US$ 58 trilhões em AUM reforçam a credibilidade.

Impacto bullish para o Mercado Cripto

Essa adoção TradFi é um superciclo de tokenization, como prevê Bernstein para 2026. Bancos gigantes validam blockchain, reduzindo fricção e atraindo trilhões para on-chain. Para brasileiros, é sinal verde: liquidez 24/7 e programmable money ganham tração, elevando confiança em investimentos cripto. BTC ETFs foram o aperitivo; depósitos tokenizados são o prato principal da convergência financeira.


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