Reguladores cartoon com visores IA estilizados escaneando rede cripto com raios cyan, simbolizando vigilância global contra manipulações

Coreia do Sul Usa IA da Nvidia para Monitorar Cripto

Autoridades da Coreia do Sul estão implantando GPUs H100 da Nvidia para turbinar a plataforma VISTA, sistema de IA que detecta manipulações no mercado de criptomoedas. Em paralelo, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer busca novos poderes para regular chatbots de IA sob leis de segurança online, visando proteger crianças de conteúdos nocivos. Essa convergência sinaliza uma corrida armamentista tecnológica entre reguladores globais.


Coreia do Sul Potencializa Vigilância com Hardware Nvidia

O Financial Supervisory Service (FSS) sul-coreano anunciou a expansão de sua infraestrutura de IA com a aquisição de uma nova unidade Nvidia H100, integrada aos servidores dedicados à supervisão de criptoativos. Essa atualização, orçada para o segundo trimestre de 2026, visa acelerar a análise de padrões de mercado suspeitos via plataforma VISTA, desenvolvida em 2024 e já aprimorada com duas unidades anteriores.

A VISTA agora emprega buscas estruturadas em grade para identificar janelas de manipulação de preços e volumes, reconhecendo até esquemas ocultos que escapavam de inspeções manuais. Testes internos confirmaram sua capacidade de detectar todos os casos históricos, além de clusters de contas coordenadas. Segundo o FSS, o foco inclui o rastreamento de redes de trading sincronizado e até análise de mensagens via modelos de linguagem grandes (LLM), preparando o terreno para investigações mais ágeis.

Essa escalada responde ao aumento de denúncias de atividades suspeitas, impulsionado pelo crescimento do trading digital na Ásia. O FSS planeja uma rede de IA separada para monitoramento em tempo real de movimentos abruptos de preços e riscos técnicos em exchanges locais, sem bloquear a inovação, mas reduzindo abusos.

Reino Unido Mira Chatbots de IA para Proteger Menores

Do outro lado do globo, o governo britânico propõe incluir chatbots de IA nas leis de segurança online, permitindo limites de idade, proibições de scroll infinito e autoplay, e restrições a VPNs para menores de 16 anos. Anunciado pelo premiê Keir Starmer, o plano surge após alarmes com o Grok da xAI, acusado de gerar milhares de imagens sexualizadas de crianças em dias.

Órgãos como Ofcom e ICO investigam plataformas por violações de proteção de dados, podendo bloquear acesso judicialmente. Starmer enfatiza que nenhuma rede social terá “passe livre”, contrastando com críticas oposicionistas sobre prioridades governamentais. Ex-premiê Rishi Sunak alerta para o risco de o UK ficar para trás na adoção de IA se focar apenas em restrições.

A medida complementa proibições recentes a apps de “nudificação” e criminalização de imagens íntimas não consensuais, posicionando o Reino Unido como pioneiro em regulação proativa de IA generativa.

Corrida Armamentista Tecnológica dos Reguladores

Esses movimentos ilustram uma tendência global: governos investindo em supercomputação e IA para supervisionar mercados emergentes. Na Coreia, as H100 da Nvidia processam volumes massivos de dados de exchanges, enquanto o UK usa legislação para curvar features de plataformas. Países como EUA, UE e China seguem padrões semelhantes, com SEC e ESMA adotando ferramentas analíticas avançadas.

Para investidores brasileiros, isso significa maior escrutínio transfronteiriço: manipulações detectadas em Seul podem impactar globais como Binance ou OKX. A interseção cripto-IA amplifica riscos, com stablecoins e bots de trading sob lupa geopolítica.

Implicações para o Mercado Global de Cripto

Investidores devem monitorar como essas ferramentas evoluem, potencialmente elevando padrões de compliance em exchanges internacionais. O FSS visa supervisão sustentável à medida que ecossistemas cripto crescem, enquanto o UK equilibra proteção infantil com inovação econômica. Essa dualidade — hardware de ponta na Ásia, leis ágeis na Europa — redefine a governança digital, afetando fluxos de capital e estratégias de portfólio em escala mundial.


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Executivos cartoon aplicando selo blockchain em pergaminho de título, transformando em tokens, simbolizando piloto de tokenização do HSBC no Reino Unido

HSBC Lidera Piloto do Reino Unido para Tokenizar Dívida em Blockchain

O Tesouro do Reino Unido escolheu o HSBC para liderar o piloto Digital Gilt Instrument (DIGIT), explorando a tokenização de títulos de dívida soberana em blockchain. Essa iniciativa, anunciada em fevereiro de 2026, posiciona o país como pioneiro no G7 nessa tecnologia, utilizando DLT para emitir gilts digitais com liquidação na blockchain. O movimento valida a maturidade da blockchain para finanças institucionais, reduzindo custos e tempos de liquidação.


O Que é o Projeto DIGIT

O DIGIT é um instrumento de dívida de curto prazo nativo-digital, operando no Digital Securities Sandbox regulado pelo Banco de Inglaterra. O HSBC fornecerá sua plataforma Orion, enquanto o escritório Ashurst contribui com expertise legal. Diferente do programa principal de dívida do governo, o piloto foca em testar eficiência operacional, como aceleração de liquidações de T+1 para instantâneas via blockchain.

Apresentado pela chanceler Rachel Reeves em 2024, o projeto busca alinhar o Reino Unido a líderes como Hong Kong. Lucy Rigby, secretária econômica do Tesouro, enfatizou: “Queremos atrair investimentos e posicionar o UK como hub de inovação financeira”. Os testes estão previstos para este ano, demonstrando como a tecnologia está pronta para escala institucional.

Experiência Comprovada do HSBC

O banco britânico traz bagagem sólida: já facilitou mais de US$ 3,5 bilhões em bonos tokenizados globalmente, incluindo o green bond de US$ 1,3 bilhão de Hong Kong e emissões em Luxemburgo. Sua plataforma Orion é otimizada para DLT, provando viabilidade em cenários reais. “Tokenizar gilts e bonos corporativos acelera liquidações significativamente”, afirma o HSBC.

Essa expertise não é isolada. Bancos globais estão construindo pontes entre finanças tradicionais e blockchain, fortalecendo os fundamentos do ecossistema. Para investidores, isso sinaliza confiança crescente de players tradicionais no potencial de longo prazo da tokenização.

Implicações para a Adoção de Blockchain

Essa é uma vitória estratégica para a narrativa de adoção institucional. Tokenizar dívida soberana — trilhões em ativos — abre portas para RWAs (ativos do mundo real), aumentando liquidez e acessibilidade 24/7. O mercado está construindo bases sólidas: fluxos de ETFs Bitcoin crescem, tesourarias corporativas acumulam e agora governos testam blockchain em escala.

No ciclo atual, pós-halving, movimentos como DIGIT reforçam que volatilidade de curto prazo não abala tendências macro. O Reino Unido, com seu sandbox regulatório, lidera na Europa, atraindo capital e inovação. Investidores atentos veem aqui um catalisador para maturidade do setor.

Contexto Regulatório Favorável

O UK avança rápido: novas regras para stablecoins e tokenização posicionam Londres como hub cripto. Recentemente, a Agant obteve registro FCA para uma stablecoin em libras, complementando o ecossistema. Apesar de críticas por atrasos, o framework flexível acelera testes sem comprometer segurança.

Fundamentos se fortalecem com regulação pró-inovação. Países como UK mostram que blockchain transcende especulação, integrando-se a infraestruturas financeiras globais. Vale monitorar resultados do DIGIT para próximas ondas de adoção soberana.


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Juiz regulador cartoon batendo martelo FCA sobre plataforma HTX quebrando, com usuários preocupados, ilustrando processo por promoções ilegais no UK

FCA Processa HTX de Justin Sun por Promoções Ilegais no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA), regulador financeiro do Reino Unido, iniciou procedimentos judiciais contra a exchange HTX, anteriormente Huobi e ligada ao empresário Justin Sun. A acusação centra-se em promoções financeiras ilegais de serviços cripto direcionadas a consumidores britânicos, violando regras implementadas em outubro de 2023. Apesar de advertências prévias, a plataforma manteve campanhas em redes sociais como TikTok, X, Facebook e Instagram, ignorando tentativas de diálogo do regulador.


Promoções Ilegais e Estrutura Opaca

A FCA alega que a HTX continuou publicando anúncios não autorizados em seu site e plataformas sociais, mesmo após notificações formais. Essa é a primeira ação de enforcement sob o novo regime de promoções financeiras, que exige aprovação prévia para marketing de criptoativos no Reino Unido. Autoridades destacam a estrutura corporativa opaca da HTX, com identidades de proprietários e operadores ocultas, o que dificultou contatos prévios.

Segundo o diretor executivo da FCA, Steve Smart, o comportamento da HTX contrasta com a maioria das firmas que buscam conformidade. A exchange restringiu recentemente registros de novos usuários britânicos, mas a FCA alerta que clientes existentes ainda acessam materiais promocionais ilícitos, sem garantias de mudanças permanentes.

Medidas de Bloqueio e Proteção ao Consumidor

Em resposta, a FCA solicitou a plataformas como Apple, Google e redes sociais o bloqueio de contas e aplicativos da HTX para usuários no Reino Unido. Contas em Facebook, Instagram e TikTok já foram restringidas geograficamente, enquanto X e YouTube permanecem acessíveis por enquanto. A HTX figura na Warning List do regulador, significando que usuários britânicos não contam com o Financial Ombudsman Service em disputas.

Isso implica alto risco: em caso de colapso da plataforma, recuperação de fundos é improvável. O caso reflete a postura de tolerância zero da FCA, alinhada a uma regulação cripto mais ampla prevista para 2027, expandindo supervisão além de lavagem de dinheiro.

Contexto Global e Implicações para Investidores

Para o público brasileiro que opera em exchanges internacionais como a HTX, o episódio levanta alertas sobre segurança. Justin Sun, criador do Tron e figura controversa em regulações nos EUA e Ásia, vê o cerco se apertar na Europa. Decisões em Londres influenciam tendências globais, pressionando plataformas offshore a adaptarem marketing local.

O Reino Unido busca equilibrar inovação com proteção, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar conformidade regulatória das exchanges, priorizando aquelas registradas em jurisdições estáveis. Esse caso sinaliza que promoções agressivas sem autorização podem levar a bloqueios e perdas irreparáveis.


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Banqueiro cartoon bloqueando porta de cofre enquanto mão regulatória FCA a abre para empreendedor cripto, simbolizando fim de bloqueios no Reino Unido

Reino Unido Exige Fim de Bloqueios Bancários a Empresas Cripto

O governo do Reino Unido emitiu um ultimato aos bancos tradicionais: tratem empresas de criptomoedas de forma justa se quiserem que o país se consolide como hub digital global. Via HM Treasury, autoridades afirmam que firmas autorizadas pela Financial Conduct Authority (FCA) não devem sofrer restrições de contas ou transações apenas por atuarem no setor. A medida responde a bloqueios que afetam milhões de clientes, em meio a um framework regulatório que avança para implementação plena até 2027.


Declaração Oficial do HM Treasury

O Ministério da Fazenda britânico (HM Treasury) reforçou que espera tratamento equitativo para todos os negócios, incluindo provedores de criptoativos. “Não esperamos que firmas licenciadas pela FCA sofram restrições de contas ou transações por parte de provedores de serviços bancários”, declarou um porta-voz ao CoinDesk. Essa posição alinha-se à ambição do governo de atrair investimentos e inovação para o Reino Unido, posicionando-o como líder em ativos digitais.

Em um contexto pós-Brexit, o UK busca diferenciar-se de rivais europeus e americanos, onde regulações mais restritivas ou incertas freiam o crescimento do setor. A declaração surge logo após a apresentação de legislação ao Parlamento, com regras finais previstas para este ano, oferecendo “certeza necessária para investir e crescer no UK”.

Bloqueios Persistentes dos Bancos

Apesar dos avanços regulatórios, bancos britânicos continuam impondo barreiras. Um relatório do UK Cryptoasset Business Council, baseado em pesquisa com 10 exchanges legais, revela que sete delas notaram ambiente bancário mais hostil em 2025. Três mantiveram o status quo, mas o consenso é de restrições generalizadas.

Tom Duff Gordon, chefe de política internacional da Coinbase, criticou as “restrições em bloco que não distinguem firmas FCA-registradas de baixo risco de operadores de alto risco”. Isso bloqueia milhões de clientes de serviços legais, sem avaliação adequada de riscos, prejudicando consumidores e a meta governamental de hub digital.

Avanços no Framework Regulatório

A FCA já registra 59 empresas de criptoativos que cumprem normas anti-lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, incluindo gigantes como Coinbase, Kraken e Gemini. Na semana passada, o regulador iniciou consultas finais sobre regras de proteção ao consumidor, efetivas até outubro de 2027. Legislação de fim de 2025 estendeu regras financeiras existentes ao setor.

Esses passos contrastam com o ceticismo bancário, possivelmente motivado por receios de fraudes ou volatilidade. No entanto, o governo enfatiza que licenças FCA garantem conformidade, exigindo que bancos adaptem-se à nova realidade.

Implicações Geopolíticas Globais

Para Gabriel Gomes, o movimento reflete a estratégia britânica de reconquista como centro financeiro global. Enquanto os EUA debatem bills de market structure e a UE implementa MiCA com rigidez, o UK equilibra inovação e supervisão. Isso pode atrair talentos e capitais de hubs asiáticos ou do Oriente Médio, onde Dubai e Singapura competem ferozmente.

Investidores internacionais, incluindo brasileiros, devem monitorar: um UK acolhedor acelera adoção global de cripto, influenciando mercados emergentes. Bancos resistentes arriscam perder relevância para neobancos e plataformas nativas digitais.


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Regulador britânico cartoon selando com carimbo "X" vermelho a boca de personagem Coinbase, simbolizando proibição de anúncios irresponsáveis

Reino Unido Bane Anúncios da Coinbase por Promessas Irresponsáveis

A Advertising Standards Authority (ASA), reguladora publicitária do Reino Unido, baniu uma série de anúncios da Coinbase por considerá-los irresponsáveis. A campanha, lançada em agosto de 2025, usava humor satírico para destacar problemas econômicos como custo de vida e moradia, sugerindo implicitamente que investir em criptomoedas seria uma solução simples. Sem avisos de risco obrigatórios, os anúncios foram vistos como minimizadores dos perigos inerentes ao mercado cripto, colocando em risco consumidores vulneráveis.


Detalhes da Campanha Proibida

A campanha “Everything is Fine” da Coinbase incluía um vídeo satírico de dois minutos, pôsteres em estações de metrô e online. Nele, britânicos cantam alegremente “tudo está bem” enquanto casas desabam, há falta de energia e ruas cheias de lixo e ratos. O slogan final, “Se tudo está bem, não mude nada”, seguido do logo da exchange, foi interpretado como um chamado para investir em cripto como alternativa aos problemas financeiros cotidianos.

Os anúncios circularam amplamente em plataformas digitais e espaços públicos de alto tráfego, como o metrô de Londres, sem as advertências de risco exigidas pela Financial Conduct Authority (FCA). Isso violou códigos publicitários que demandam clareza sobre a volatilidade e os perigos de ativos de alto risco como Bitcoin e altcoins.

Motivos da Decisão da ASA

A ASA concluiu que os anúncios trivializavam os riscos ao usar humor para problemas graves, como a crise de custo de vida no Reino Unido, implicando que cripto seria uma “mudança financeira” fácil. “Apresentar o país como falhando em áreas como custo de vida e posse de casa sugere que criptomoedas resolvem preocupações financeiras”, afirmou o regulador em sua decisão oficial.

Essa proibição faz parte de um escrutínio maior sobre marketing cripto no UK. A FCA planeja regras mais rígidas até outubro de 2027, e a ASA já baniu campanhas semelhantes de outras exchanges por falta de transparência. Investidores novatos, especialmente em meio à inflação persistente, são o foco de proteção contra promessas exageradas.

Resposta da Coinbase e Lições para Consumidores

A Coinbase respeita a decisão, mas discorda, argumentando que a campanha reflete condições econômicas reais e provoca debate sobre o sistema financeiro, sem oferecer soluções simplistas. “Adoção responsável de ativos digitais pode tornar o sistema mais eficiente”, disse um porta-voz, reafirmando compromisso com o marco regulatório britânico.

Para consumidores, esse caso é um alerta: evite anúncios que prometem alívio rápido para dívidas ou inflação via cripto. O mercado é volátil, com quedas históricas de até 70% em ciclos baixistas. Sempre priorize educação financeira e avalie riscos antes de investir, independentemente da exchange.

Implicações Globais e no Brasil

No Brasil, onde a CVM monitora anúncios cripto, essa decisão do Reino Unido reforça a necessidade de campanhas transparentes. Exchanges devem incluir avisos claros sobre perdas potenciais. Monitore regulamentações locais para evitar armadilhas publicitárias e proteja seu patrimônio com diversificação e pesquisa própria.


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Executivos cartoon contrastantes: um celebrando ETF Bitcoin dourado, outro punido por regulador com alerta vermelho, cautelando investidores

BlackRock Lança ETF de Renda com Bitcoin, Mas Coinbase é Punida por Ignorar Riscos

A BlackRock registrou na SEC um novo ETF de Bitcoin com estratégia de venda de opções para gerar renda extra aos investidores, sinalizando maior sofisticação institucional no mercado cripto. Em contrapartida, a autoridade publicitária do Reino Unido proibiu uma campanha da Coinbase por trivializar os riscos de investimento em criptomoedas, sem incluir alertas obrigatórios. Esses eventos expõem o contraste entre inovação e a necessidade urgente de proteção ao investidor varejista, especialmente em um contexto de volatilidade persistente.


Novo ETF de Renda da BlackRock

A gestora de ativos, maior do mundo, apresentou o iShares Bitcoin Premium Income ETF à SEC. O fundo acompanhará o preço do Bitcoin, mas usará uma estratégia ativa: venda de opções de compra (calls) sobre ações do seu próprio IBIT, o ETF de Bitcoin à vista líder de mercado. Os prêmios arrecadados com essas opções serão distribuídos como renda aos cotistas, além da exposição direta ao BTC.

Essa abordagem implica maior risco em comparação a ETFs passivos. ETFs de covered call, como o planejado, cobram taxas mais altas — em torno de 0,99% ao ano, similar ao NEOS Bitcoin High Income ETF (BTCI), que já gerencia US$ 1,09 bilhão. Concorrentes como Roundhill YBTC e YieldMax YBIT também adotam táticas semelhantes, mas com ativos menores. A BlackRock não revelou ticker, custodiante ou taxa exata ainda, mas o movimento reforça a adoção corporativa de Bitcoin como reserva de valor com yield adicional.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 463.297,74 nesta quarta-feira (28/01), com variação de -0,2% em 24h.

Proibição da Campanha da Coinbase no Reino Unido

A Advertising Standards Authority (ASA) considerou “irresponsável” a campanha “Everything is Fine” da Coinbase, lançada em julho de 2025. O vídeo satírico mostrava cidadãos felizes cantando sobre normalidade em meio a crise econômica — casas em ruínas, falta de energia, lixo acumulado —, culminando no logo da exchange como solução implícita. Sem evidências de que cripto resolvesse problemas reais, e ausentes os avisos de risco mandatórios pela Financial Conduct Authority (FCA), os ads circularam online e em metrôs/postos de trem.

A ASA criticou o uso de humor para ligar preocupações financeiras graves a produtos de alto risco, sugerindo cripto como resposta fácil. A Coinbase defendeu-se alegando provocação ao debate sobre o sistema financeiro, mas respeitou a decisão, discordando da caracterização como “socialmente irresponsável”. Esse caso soma-se a histórico regulatório britânico rigoroso, com bans prévios a ads de Coinfloor, Crypto.com e outros por omissão de riscos.

Implicações para Investidores Brasileiros

O contraste é gritante: enquanto gigantes como BlackRock inovam com estratégias complexas que elevam riscos e custos, reguladores como a ASA lembram que o marketing deve refletir a realidade brutal da volatilidade cripto. No Brasil, onde a posse de cripto cresce, usuários enfrentam desafios similares — sem proteção regulatória plena, é essencial adotar medidas preventivas.

Recomenda-se verificar configurações de API em exchanges, ativar autenticação 2FA, monitorar transações incomuns e diversificar custódia. Estratégias de opções, como a da BlackRock, demandam expertise; para o varejo, ETFs passivos podem ser mais seguros. A posse de cripto no UK caiu de 12% para 8% em 2025, sinalizando cautela global. Fique atento: o hype institucional não elimina os perigos inerentes.


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Regulador cartoon FCA abrindo portões para investidores varejo com símbolos BTC e ETH, celebrando liberação de ETPs no Reino Unido

FCA Libera ETPs de Bitcoin e Ether para Varejo no Reino Unido

A Financial Conduct Authority (FCA) do Reino Unido concedeu aprovação à Valour, subsidiária da DeFi Technologies, para oferecer ETPs de Bitcoin e Ether com funcionalidades de staking diretamente a investidores de varejo. Os produtos “Physical Staking” começaram a ser negociados na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026 na prestigiada London Stock Exchange (LSE), marcando uma vitória regulatória que democratiza o acesso a criptoativos para o público comum britânico. Essa abertura contrasta com restrições bancárias recentes e sinaliza ambições competitivas de Londres no cenário global.


Detalhes da Aprovação e Lançamento na LSE

A decisão da FCA permite que cidadãos comuns acessem veículos regulados de investimento em Bitcoin e Ether, superando barreiras técnicas e eliminando a exigência de clientes profissionais exclusiva até então. Johan Wattenström, CEO da Valour, enfatizou que isso expande significativamente a capacidade de atendimento ao mercado britânico, integrando a economia de ativos digitais de forma transparente.

A London Stock Exchange, com mais de 50 emissores e volumes milionários no setor cripto, reforça sua infraestrutura robusta. No momento, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.827 (-0,48% em 24h), enquanto o Ether está em cerca de R$ 15.335 via AwesomeAPI. Essa listagem pode atrair fluxos institucionais e retail para o ecossistema britânico.

Contexto Regulatório: Do Bloqueio à Abertura

Essa aprovação segue a revogação recente da proibição da FCA sobre derivativos cripto para o público geral, representando um giro estratégico após anos de cautela. Anteriormente, produtos cripto eram restritos a investidores qualificados, refletindo preocupações com volatilidade e proteção ao consumidor. O contraste é notável com bloqueios bancários recentes no UK, que limitaram transações diretas em exchanges, mas agora abrem portas via produtos listados e regulados.

No panorama geopolítico, o Reino Unido busca se posicionar como hub cripto pós-Brexit. Diante do MiCA europeu – que unifica regras na UE a partir de 2024 –, Londres acelera aprovações para reter talentos e capitais. Essa maturidade regulatória pode impulsionar a adoção institucional, com ETPs oferecendo yields via staking de Ether, atraindo quem busca retornos além da simples detenção de BTC.

Implicações Globais e para Investidores Brasileiros

Globalmente, o setor de ETPs enfrenta saídas de capital devido a incertezas com taxas de juros e momentum de preços, conforme relatórios da CoinShares. No entanto, o avanço britânico reforça a tendência de integração cripto-financeira tradicional, competindo com EUA (ETFs spot) e Suíça (ETPs pioneiros). Para o varejo UK, isso significa acesso facilitado sem necessidade de wallets ou custódia direta, reduzindo riscos operacionais.

Investidores brasileiros devem observar: com regulação cripto em evolução no Brasil (PL 4401/2022), modelos como os da Valour podem inspirar produtos locais. Plataformas globais como Binance facilitam exposição indireta, mas o movimento UK destaca a importância de jurisdições amigáveis para fluxos cross-border. Vale monitorar os volumes iniciais na LSE para avaliar a demanda do varejo.

Próximos Passos no Ecossistema Britânico

A estratégia da Valour testa a resiliência desses ETPs em meio à volatilidade cripto. Analistas acompanharão inflows, performance de staking e impacto no sentimento de mercado. Com o UK priorizando inovação regulada, essa abertura pode catalisar mais listagens, posicionando Londres como contraponto ao rigor continental europeu via MiCA.


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Porteiros bancários cartoon bloqueando usuários cripto em portal com sinal 40%, enquanto um escapa com chave de custódia, ilustrando debanking no Reino Unido

Bancos do Reino Unido Bloqueiam 40% das Transferências para Cripto

Um relatório do UK Cryptoasset Business Council (UKCBC) expõe que bancos do Reino Unido bloqueiam ou atrasam 40% das transferências para exchanges de criptomoedas, mesmo em plataformas reguladas. O estudo, baseado em dados de 10 grandes corretoras, alerta para o debanking — exclusão de serviços bancários — que afeta milhões de usuários. Essa realidade serve de espelho para o Brasil, destacando riscos de bloqueios e a necessidade urgente de custódia própria.


Detalhes do Relatório UKCBC

O documento ‘Locked Out: Debanking the UK’s Digital Asset Economy’ analisa transações processadas por exchanges que atendem milhões de britânicos e movimentam centenas de bilhões de libras. Oito em cada dez corretoras relataram aumento nos bloqueios nos últimos 12 meses, sem nenhuma registrar queda. Isso inclui recusas em transferências bancárias e pagamentos por cartão, mesmo para empresas registradas na Financial Conduct Authority (FCA).

Uma exchange fundada no Reino Unido registrou quase 1 bilhão de libras (cerca de US$ 1,4 bilhão) em transações rejeitadas só no último ano, tudo por decisões unilaterais dos bancos. O relatório substitui relatos isolados por números concretos, mostrando como essas práticas travam o acesso ao mercado cripto.

Políticas Blanket e Falta de Transparência

Quase todos os grandes bancos britânicos adotam políticas blanket — limites ou bloqueios totais — sem diferenciar plataformas de risco baixo, como as reguladas pela FCA, de outras mais arriscadas. Simon Jennings, diretor executivo do UKCBC, critica: os bancos usam conformidade como pretexto para frear o setor, apesar de fraudes serem uma preocupação legítima.

O pior é a falta de transparência: 100% das exchanges consultadas afirmam que os bancos não explicam os bloqueios, deixando usuários e empresas no escuro. Clientes relatam frustração, com 60% em uma corretora expressando raiva pela fricção desnecessária. Para iniciantes, debanking significa perder acesso ao dinheiro fiat para comprar cripto, forçando buscas por alternativas caras ou demoradas.

Impactos e Recomendações para o Setor

Essas restrições vão além do inconveniente: elas minam a inovação no Reino Unido, que aspira ser hub global de ativos digitais, e empurram competição para fora. O UKCBC recomenda que governo e FCA proíbam bans generalizados, exijam avaliações de risco granulares e removam barreiras para firmas reguladas. Jennings enfatiza diálogo construtivo, mas bancos resistem em compartilhar dados de fraudes.

No Brasil, onde bancos como Itaú e Nubank já sinalizaram restrições semelhantes, isso é um alerta. Regulamentações como a do Banco Central podem evoluir para o mesmo caminho, afetando on-ramps — entradas de dinheiro fiat no ecossistema cripto.

Lições Práticas para Usuários Brasileiros

Para se defender, priorize a custódia própria: após comprar cripto, transfira para carteiras não custodiais como hardware wallets (ex: Ledger, Trezor). Evite depender só de exchanges para armazenamento. Diversifique métodos de entrada: use P2P, rampas locais ou stablecoins via apps regulados. Monitore notícias regulatórias e prepare planos B, como contas em múltiplos bancos.

Entenda: bancos temem fraudes e volatilidade, mas usuários têm direito a serviços sem discriminação arbitrária. Educar-se sobre direitos e opções é chave para navegar esse ‘cerco bancário’ global.


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Figuras autoritárias cartoon confiscando pilha de Bitcoins com selo 60K, ilustrando apreensão histórica pelo Reino Unido em esquema de lavagem

Reino Unido Confirma Apreensão Histórica de 60 Mil Bitcoins

O Governo do Reino Unido confirmou a apreensão histórica de 60 mil bitcoins, o maior confisco de criptomoedas já registrado no país. O caso envolve o lavador de dinheiro Seng Hok Ling, ligado à chinesa Zhimin Qian, conhecida como ‘Rainha das Criptomoedas’, que fraudou mais de 600 milhões de libras na China. Autoridades deram prazo de três meses para pagamento de dívida de mais de 5 milhões de libras, sob pena de prisão adicional. O que o governo britânico fará com essa fortuna digital?


Contexto do Esquema Criminoso

O caso remonta a uma investigação ampla sobre lavagem de dinheiro internacional. Seng Hok Ling, de 47 anos, confessou participação na operação liderada por Zhimin Qian, que movimentou mais de 600 milhões de libras em fraudes na China. Qian foi condenada a 11 anos de prisão no Reino Unido, em um processo que resultou na maior apreensão de bitcoins pelo país até então, envolvendo cerca de 60 mil BTCs.

Ling cumpre pena de 4 anos e 11 meses por posse de bens criminosos em criptomoedas. A Crown Prosecution Service (CPS) obteve ordem de confisco no Southwark Crown Court, determinando o pagamento de £ 5.417.995,24 (cerca de R$ 39 milhões, pela cotação atual de £1 = R$ 7,22) aos cofres públicos. A magnitude dessa apreensão posiciona o Reino Unido como um dos principais detentores estatais de Bitcoin no mundo.

Detalhes da Ordem Judicial e Colaboração Internacional

Parte crucial da dívida — exatamente £ 5.417.995,24 — já está em posse da polícia, graças à conversão prévia das criptomoedas apreendidas, incluindo fundos de uma carteira na Binance. O restante, em contas nos Emirados Árabes Unidos, tem prazo de três meses para repatriação.

Caso Ling não cumpra, enfrentará mais oito anos de prisão, além de juros de 8% ao ano sobre a dívida pendente. O Ministro de Estado da Segurança, Dan Jarvis, enfatizou: “Não permitiremos que o crime compense. Aqueles que lavam dinheiro através de criptomoedas serão processados.” Essa colaboração com exchanges como a Binance destaca o papel das plataformas na restituição de fundos ilícitos.

Implicações para Custódia Estatal e Mercado de Bitcoin

Com 60 mil BTCs sob custódia — equivalentes a cerca de R$ 28,5 bilhões segundo o Cointrader Monitor (R$474.995 por BTC) —, o governo britânico entra no clube seleto de nações com reservas significativas em cripto. No entanto, a conversão parcial em libras levanta questões sobre estratégias de gestão: manter como reserva de valor ou liquidar para evitar volatilidade?

Segundo o comunicado oficial, parte já foi vendida, potencialmente gerando pressão vendedora no mercado. Investidores globais monitoram se o Reino Unido adotará modelo similar ao dos EUA, que custodia BTCs do Silk Road sem vendas imediatas, ou optará por liquidação rápida, impactando preços.

Perspectiva Geopolítica e Futuro da Regulação

Esse confisco reforça a postura agressiva do Reino Unido contra crimes financeiros transfronteiriços envolvendo criptoativos. Em um contexto de crescente escrutínio regulatório pós-Brexit, o caso sinaliza que governos europeus estão se armando para combater lavagem via blockchain. Países como EUA e Bulgária já acumularam milhares de BTCs em custódia estatal, totalizando mais de 200 mil unidades globalmente.

Para o mercado, a incerteza sobre o destino desses ativos — venda gradual ou retenção estratégica — pode influenciar a volatilidade do Bitcoin. Investidores devem acompanhar decisões judiciais futuras, que definirão se o Reino Unido se tornará um ‘hodler’ estatal ou contribuirá para oferta no mercado spot. O episódio também impulsiona debates sobre autocustódia, enfatizando riscos de exposição a plataformas centralizadas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Balança regulatória cartoon inclinada por rede IA vermelha ameaçadora sobre pilares financeiros e cripto, deputados alertando risco sistêmico

Parlamento Britânico Alerta: IA no Financeiro Pode Causar Crise Sistêmica

Alerta vermelho em Londres: o Parlamento britânico, por meio do Treasury Committee, divulgou relatório alertando que o uso massivo de inteligência artificial no setor financeiro representa risco sistêmico. Com 75% das empresas financeiras do Reino Unido já adotando IA, os parlamentares cobram do Banco da Inglaterra (BoE) e da Financial Conduct Authority (FCA) uma postura proativa para evitar crises. O setor cripto, dependente de algoritmos semelhantes, deve se preparar para escrutínio regulatório global mais rigoroso.


Detalhes do Relatório Parlamentar

O documento, intitulado “Artificial intelligence in financial services”, destaca a rápida penetração da IA nas firmas financeiras britânicas. De automação administrativa a processamento de sinistros de seguros e avaliações de crédito, a tecnologia é onipresente. No entanto, os riscos vão além do operacional: falta de transparência e confiança excessiva em modelos de IA podem prejudicar clientes vulneráveis e desestabilizar mercados inteiros.

Dame Meg Hillier, presidente do comitê, expressou preocupação: “Não me sinto confiante de que nosso sistema financeiro está preparado para um grande incidente relacionado à IA, e isso é preocupante”. O relatório aponta que uma falha coordenada em algoritmos poderia propagar choques rapidamente, similar a eventos passados como o Flash Crash de 2010.

Essa análise geopolítica reforça o papel do Reino Unido como hub financeiro global, onde decisões regulatórias influenciam jurisdições como Brasil e União Europeia.

Abordagem Reativa do Governo Britânico

Os parlamentares criticam a postura “esperar para ver” adotada pelo governo, BoE e FCA diante da adoção acelerada da IA. Com 75% das firmas já integradas, a inação regulatória expõe o sistema a vulnerabilidades. O relatório recomenda stress tests específicos para IA, guidelines práticas da FCA e maior accountability das instituições por danos causados por algoritmos.

Além disso, urge a designação de provedores de IA e nuvem como críticos para supervisão. Essas medidas visam equilibrar inovação com proteção ao consumidor, exigindo publicações de orientações até o fim do ano.

No contexto global, essa pressão reflete temores compartilhados por G7 e G20 sobre dependência tecnológica em finanças.

Implicações para o Mercado Cripto

O alerta britânico ressoa diretamente no ecossistema cripto, que compartilha infraestrutura técnica similar: trading algorítmico, bots de alta frequência e machine learning para predições de preço dominam exchanges e DeFi. Plataformas como Binance e protocolos em Ethereum usam IA para liquidez e detecção de fraudes, mas falhas – como bugs em smart contracts amplificados por IA – poderiam causar cascades de liquidações.

Reguladores globais, inspirados no UK, podem impor testes de resiliência e transparência em modelos de IA para criptoativos. No Brasil, isso sinaliza maior escrutínio da CVM e BC sobre stablecoins e fundos tokenizados. Investidores em cripto devem monitorar evoluções regulatórias, diversificando riscos e priorizando plataformas auditadas.

Próximos Passos e Preparação

Para mitigar riscos, firmas financeiras e cripto devem investir em auditorias de IA e cenários de estresse. O Parlamento UK espera colaboração entre FCA e setor privado para aproveitar benefícios sem comprometer estabilidade. Globalmente, isso pode acelerar frameworks como MiCA na Europa e propostas nos EUA.

Investidores brasileiros atentos a cripto: a crise financeira de amanhã pode nascer de um algoritmo descontrolado. Monitore relatórios oficiais e adapte estratégias para um ambiente de supervisão mais rígida.


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Personagens cartoon de Ripple e regulador FCA apertando mãos sobre ponte transfronteiriça com fluxo XRP, celebrando licença no UK

Ripple Conquista FCA no UK: Expansão XRP Acelerada

Ripple agora oficial no UK: o que isso significa para seu portfólio XRP? A subsidiária Ripple Markets UK Ltd obteve aprovação da FCA como Electronic Money Institution (EMI) e como firma de criptoativos, permitindo expansão de serviços de pagamento transfronteiriços. Essa vitória regulatória, anunciada nesta sexta-feira (9/1), posiciona a empresa à frente no competitivo mercado britânico, abrindo caminhos para uso de XRP e RLUSD por instituições financeiras. Para brasileiros, isso pode tornar remessas internacionais mais rápidas e baratas.


Detalhes da Aprovação Regulatória

A licença EMI concedida pela FCA autoriza a Ripple a emitir dinheiro eletrônico e oferecer serviços de pagamento sob as normas de combate à lavagem de dinheiro (MLR). Registrada no registro oficial da FCA, a operação reforça o compromisso da empresa com compliance em um dos principais hubs financeiros globais pós-Brexit.

Embora com restrições — como proibição de caixas eletrônicos para criptoativos e serviços diretos ao varejo —, essa base regulatória permite parcerias com bancos e fintechs britânicas. Monica Long, presidente da Ripple, destacou que a expansão visa mobilizar capital preso e habilitar pagamentos em tempo real, integrando blockchain ao sistema tradicional.

No contexto geopolítico europeu, o UK busca se posicionar como líder em inovação financeira, contrastando com a fragmentação regulatória da UE via MiCA. Essa aprovação antecede o novo regime crypto da FCA, previsto para 2027.

Fortalezas para XRP em Pagamentos Transfronteiriços

A aprovação acelera adoção do XRP Ledger para liquidação rápida e de baixo custo. Instituições UK agora podem usar XRP nativo para transferências globais, superando rivais como Swift em velocidade e eficiência. CEO Brad Garlinghouse enfatizou XRP como “coração da visão de Internet of Value” da Ripple.

Integração com RLUSD, stablecoin da empresa, amplia opções para pagamentos estáveis. Analistas veem isso fortalecendo XRP contra concorrentes como Stellar ou até CBDCs em desenvolvimento. O preço do XRP, em torno de US$ 2,09, reagiu com leve alta, sinalizando confiança do mercado.

Para o ecossistema global, isso valida XRP como utility token regulado, facilitando on-ramps institucionais em mercados maduros.

Riscos e Requalificação em 2026

Apesar do otimismo, a aprovação exige requalificação em setembro de 2026 sob o novo framework FSMA. Empresas sob MLR não terão conversão automática e devem buscar autorização plena até outubro de 2027. Falhas podem limitar novas atividades, mas aprovados no prazo mantêm operações.

Esse cronograma reflete a estratégia cautelosa do UK para integrar crypto sem comprometer estabilidade financeira. Ripple, com seu portfólio de licenças globais (incluindo Singapura), está bem posicionada, mas investidores devem monitorar aprovações futuras.

Impacto Geopolítico e para Brasileiros

No tabuleiro global, o UK reforça sua atratividade para fintechs crypto, competindo com EUA e Ásia. Para usuários brasileiros, isso significa potenciais parcerias Ripple com bancos locais para remessas via XRP — reduzindo custos de até 6% em envios para Europa. Plataformas como Binance facilitam acesso a XRP para tais fluxos.

Em um cenário de real volátil, XRP surge como hedge estratégico para transações internacionais. Vale monitorar como essa expansão influencia adoção na América Latina.


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Regulador britânico cartoon abrindo portão com chave dourada liberando fluxo XRP cyan, simbolizando aprovação FCA para pagamentos Ripple

Ripple Conquista Aprovação FCA no UK para Pagamentos Cripto

A Ripple obteve aprovações cruciais da Financial Conduct Authority (FCA) no Reino Unido para expandir sua plataforma de pagamentos com ativos digitais. A licença de Electronic Money Institution (EMI) e o registro de cryptoassets permitem que instituições britânicas realizem transações cross-border eficientes. Anunciado em 9 de janeiro de 2026, o marco regulatório reforça o UK como hub financeiro cripto na Europa, apesar de disputas passadas como com a SEC nos EUA. O que muda para envios internacionais?


Detalhes da Aprovação Regulatória

A subsidiária Ripple Markets UK LTD agora opera sob supervisão plena da FCA, conforme registros oficiais. Isso habilita o Ripple Payments, uma solução end-to-end que gerencia fluxos de fundos globais sem a complexidade da infraestrutura blockchain para empresas. Monica Long, presidente da Ripple, destacou: “É sobre desbloquear trilhões em capital adormecido para valor instantâneo.” Cassie Craddock, diretora para UK e Europa, enfatizou a conformidade rigorosa da FCA, alinhada à visão da empresa.

O UK mantém seu maior escritório da Ripple fora dos EUA desde 2016, com investimentos acima de £5 milhões via University Blockchain Research Initiative (UBRI). Apesar de restrições iniciais — como proibição de serviços a varejo sem consentimento —, a aprovação sinaliza maturidade regulatória.

Impacto para XRP e Pagamentos Cross-Border

O XRP, token nativo, oscila em torno de US$ 2,10-2,12, com leve variação (-0,43% em 24h em algumas métricas), mas alta semanal acima de 10%. A licença fortalece casos de uso em remessas internacionais, onde velocidade e custo baixo superam sistemas tradicionais como SWIFT. Para brasileiros, isso pode facilitar envios globais via XRP Ledger, integrando Europa a emergentes.

Geopoliticamente, o Brexit posicionou o UK como ponte regulatória para a Europa, atraindo adoção institucional. Ripple agora soma 50+ licenças nos EUA, além de aprovações em Dubai e Singapura, contrastando com o histórico SEC encerrado em 2025.

Contexto Europeu e Expansão Global

A aprovação antecede o novo regime cripto do UK em 2027, com inscrições em setembro 2026. Todas as empresas precisarão reaplicar sob FSMA, elevando padrões de proteção ao consumidor. Isso abre portas para stablecoins como RLUSD e integra cripto à infraestrutura financeira britânica.

Na Europa, regulações como MiCA harmonizam regras, mas o UK lidera com clareza pró-inovação. Para XRP, reforça utilidade em pagamentos, potencializando volume em corredores globais. Investidores monitoram se isso impulsiona parcerias bancárias.

Implicações e Próximos Passos

A vitória regulatória consolida expansão global da Ripple, testando resiliência pós-SEC. Empresas UK ganham acesso compliant a pagamentos rápidos, reduzindo fricções cross-border. Para o ecossistema cripto brasileiro, sinaliza maturidade europeia, incentivando adoção similar. Vale acompanhar remoções de restrições e integrações com fintechs locais. Regulação clara impulsiona confiança institucional, mas volatilidade persiste.


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Personagens cartoon de exchanges em fila diante de portões FCA se abrindo com 2026, simbolizando licenças cripto no UK em setembro

FCA Abre Licenças Cripto no UK em Setembro 2026

Quer operar cripto no Reino Unido? A Financial Conduct Authority (FCA) definiu prazos claros: pedidos de licenças abrem em setembro de 2026, com o novo regime entrando em vigor em 25 de outubro de 2027. Empresas de crypto asset services (CASPs), como exchanges e VASPs, precisam de autorização plena sob a Financial Services and Markets Act (FSMA) para evitar restrições. Não perca o trem regulatório.


Cronograma do Gateway de Licenciamento FCA

O gateway de licenciamento da FCA abrirá um período de aplicações a partir de setembro de 2026, com duração mínima de 28 dias e fechamento no máximo 28 dias antes do lançamento do regime em outubro de 2027. Pedidos submetidos nesse intervalo terão análise prioritária, permitindo operação contínua durante a avaliação, graças a uma provisão de ‘saving’ na legislação.

Essa estrutura visa uma transição ordenada, dando tempo para que players preparem documentação robusta. Para negócios europeus pós-Brexit, representa uma oportunidade de ancoragem no mercado britânico, mas exige planejamento geopolítico cuidadoso em um cenário de fragmentação regulatória global.

Requisitos para Empresas Atuais e Novas

Registrados atuais sob as Money Laundering Regulations (MLRs) não terão conversão automática: todos devem buscar autorização FSMA. Empresas já autorizadas pela FCA para outras atividades financeiras precisarão variar suas permissões existentes. Além disso, firmas que dependem de terceiros para aprovar financial promotions terão de obter aprovação direta da FCA para comercializar produtos cripto no UK.

O anúncio reforça que o foco está em conformidade integral, abrangendo AML, proteção ao consumidor e governança. Diferente do MiCA europeu, que adota abordagem unificada para a UE, o regime UK é soberano, priorizando padrões locais mais rigorosos em alguns aspectos, como aprovações de marketing.

Restrições para Atrasados e Impactos Globais

Empresas que perderem a janela enfrentarão regras transitórias severas: poderão manter produtos existentes, mas estão proibidas de lançar novos serviços até obterem licença. Aplicantes tardios ainda podem submeter pedidos, mas com prazos de análise mais longos, potencialmente impactando competitividade.

No contexto geopolítico, isso pode impulsionar migração de players da UE para o UK, ou vice-versa, dependendo da convergência com MiCA. Oportunidades surgem para firmas que investirem em conformidade dupla, posicionando-se como pontes entre mercados. Para VASPs globais, o UK reforça seu papel como hub financeiro estável, contrastando com incertezas em outras jurisdições.

Roadmap de Preparação até 2027

Até setembro de 2026, priorize auditorias internas em AML, KYC, proteção de dados e estabilidade financeira. De setembro/2026 a outubro/2027, submeta e acompanhe o pedido, preparando contingências para cenários transitórios. Monitore atualizações da FCA, pois o cronograma exato será confirmado oportunamente.

Essa preparação não só garante acesso ao mercado UK, mas também fortalece resiliência regulatória em escala global, especialmente com a proximidade do MiCA pleno. Negócios proativos sairão à frente em um ecossistema cada vez mais maduro.


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