Burocratas democratas cartoon pressionando balança com documentos sobre cofre cripto Trump, simbolizando pressão política do Tesouro contra projeto familiar

Democratas Acionam Tesouro contra Banco Cripto da Família Trump

Em uma escalada da guerra política em Washington, 41 democratas da Câmara dos Representantes enviaram carta ao Secretário do Tesouro Scott Bessent questionando o pedido de charter bancário nacional da World Liberty Financial (WLFI), projeto cripto associado à família Trump. Os parlamentares alertam para riscos de segurança nacional e influência estrangeira, especialmente após a venda de quase metade da empresa a um príncipe dos Emirados Árabes Unidos (EAU), em meio a um contexto de tensões geopolíticas internas nos EUA.


Preocupações com Influência Estrangeira e Riscos Sistêmicos

A carta liderada pelo Rep. Gregory Meeks (D-NY), enviada na quinta-feira, destaca que a aprovação do charter de trust bank nacional pelo Escritório do Controlador da Moeda (OCC), subordinado ao Tesouro, poderia comprometer a independência do sistema bancário americano. Os democratas citam a transação recente em que um príncipe dos EAU adquiriu 49% da WLFI por cerca de US$ 500 milhões, com US$ 187 milhões fluindo para entidades ligadas aos Trump.

Essa operação ocorreu paralelamente a um acordo lucrativo de chips de IA entre os EAU e a Casa Branca, levantando suspeitas de que governos estrangeiros possam usar o processo de chartering para ganhar alavancagem sobre o sistema financeiro dos EUA. A WLFI busca o charter para agilizar liquidações de sua stablecoin USD1, emitida em redes como Ethereum e BNB Chain, o que ampliaria sua ambição de se tornar um ‘banco cripto’ de escala nacional.

Os legisladores questionam as salvaguardas regulatórias contra propriedade estrangeira e pedem detalhes sobre o papel da Casa Branca nas decisões do OCC, especialmente sob a Executive Order 14215, que aproximou reguladores independentes da supervisão executiva.

Contexto Político e Evento em Mar-a-Lago

O movimento democrata surge logo após um evento de alto perfil no Mar-a-Lago, residência de Donald Trump, organizado pela WLFI. O encontro reuniu membros da família Trump, a rapper Nicki Minaj, CEOs de gigantes como Goldman Sachs, Coinbase, NYSE e Nasdaq, além de Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance recentemente perdoado pelo presidente. O token WLFI registrou alta de 23% na véspera, impulsionado pela expectativa em torno do roadmap da plataforma.

Essa visibilidade contrasta com as advertências dos democratas, que incluem tanto céticos de cripto quanto defensores como os representantes Ritchie Torres (D-NY) e Sam Liccardo (D-CA). Paralelamente, a senadora Elizabeth Warren pressionou Bessent e o Fed contra resgates a ‘bilionários cripto’, reforçando o debate sobre moral hazard em ativos digitais.

Implicações para o Mercado Cripto Global

Do ponto de vista geopolítico, essa pressão reflete as divisões internas nos EUA sobre a integração de cripto ao sistema financeiro tradicional. Uma aprovação do charter poderia legitimar modelos híbridos de bancos cripto, acelerando a adoção de stablecoins e influenciando regulações em jurisdições como UE e Brasil, onde debates sobre CBDCs e MiCA ganham tração.

Para investidores brasileiros, o desfecho monitora o equilíbrio entre inovação e salvaguardas nacionais. Autoridades americanas devem responder à carta em uma semana, o que pode definir precedentes para charters cripto em um ecossistema cada vez mais interconectado. Vale acompanhar como decisões em Washington reverberam nos mercados globais de ativos digitais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figuras cartoon de Trump e Fed defendendo plataformas Polymarket e Kalshi contra procurador de Nevada, simbolizando conflito regulatório nos EUA

Trump e Fed Defendem Polymarket Contra Sanções Estaduais

A administração Trump e reguladores federais entraram em defesa de plataformas como Kalshi e Polymarket, enquanto o estado de Nevada avança com ações judiciais para bloquear suas operações. O conflito, intensificado por uma decisão do Nono Circuito que negou a suspensão da execução das leis estaduais, destaca a tensão entre jurisdições federais e locais sobre a natureza desses mercados de previsão: instrumentos financeiros ou jogos de azar? Economistas do Fed elogiam sua utilidade em prever inflação e taxas de juros em tempo real.


Nevada Aplica Leis de Jogo Contra Plataformas

O Nevada Gaming Control Board protocolou ação civil contra a Kalshi, alegando que seus contratos de eventos sobre resultados esportivos equivalem a apostas sem licença estadual. A decisão da Corte de Apelações do Nono Circuito rejeitou o pedido da plataforma para suspender a execução das leis estaduais, permitindo que o estado prossiga. Nevada argumenta que tais contratos violam rigorosas leis locais de jogos de azar, protegendo seu mercado regulado de apostas esportivas.

A Kalshi, regulada pela CFTC sob o presidente Michael Selig, contesta a classificação, defendendo que seus produtos são derivativos financeiros federais, preemptando leis estaduais. Outros estados, como Massachusetts e Tennessee, emitiram ordens semelhantes, sinalizando uma frente unida contra o que veem como intrusão em seu controle sobre jogos de azar.

Apoio Federal e Posição da CFTC

A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) apresentou amicus brief apoiando jurisdição federal, argumentando que estados não podem reclassificar derivativos regulados como jogos de azar ilegais. Essa postura reflete mudança sob Trump, tratando mercados de previsão como parte do sistema financeiro nacional, evitando fragmentação regulatória. Plataformas como Polymarket e Kalshi operam contratos precificados entre 1 e 99 centavos de dólar, refletindo probabilidades de eventos reais, de eleições a economia.

O suporte federal visa preservar mercados nacionais de derivativos, contrastando com ações estaduais que ameaçam liquidez e participação ampla, essenciais para precisão preditiva.

Elogios do Fed e Potencial para Formulação de Políticas

Em paper recente, economistas do Federal Reserve destacam que contratos macroeconômicos em plataformas como Kalshi superam benchmarks tradicionais em prever inflação e expectativas de juros, oferecendo distribuições probabilísticas atualizadas em tempo real. Eles veem esses mercados como complemento valioso para ferramentas de política, abrindo vias para estudar transmissão monetária e incerteza macroeconômica.

Essa visão colide com pressões estaduais, expondo dilema regulatório: liquidez profunda requer estabilidade, mas conflitos jurisdicionais geram incerteza. Especialistas notam que o histórico de reações adversas políticas, como o cancelamento do projeto DARPA em 2003, sublinha a necessidade de clareza.

Implicações Globais para Investidores Cripto

O desfecho pode redefinir fronteiras entre especulação financeira e jogos de azar nos EUA, impactando plataformas globais de mercados de previsão integradas a blockchain. Para investidores brasileiros, decisões em Washington influenciam fluxos de capital e adoção de ferramentas preditivas em cripto, onde similares operam em jurisdições offshore. Monitorar apelações, inclusive possível Suprema Corte, é crucial, pois clareza regulatória fortalece confiança em ativos de risco.


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Personagem cripto cartoon em encruzilhada entre burocrata EUA com selo Clarity e vulcão dourado de El Salvador, ilustrando ultimato regulatório

Ultimato do Tesouro dos EUA: Lei Clarity ou El Salvador

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, lançou um ultimato a Wall Street durante audiência no Comitê Bancário do Senado: participantes do mercado que rejeitarem a Lei Clarity para regulação de ativos digitais deveriam considerar El Salvador. A declaração, feita em 6 de fevereiro de 2026, destaca a urgência de um marco legal claro, sob risco de exílio regulatório para jurisdições mais permissivas.


Contexto da Audiência no Senado

A intervenção de Bessent ocorreu no âmbito do Relatório Anual do Conselho de Supervisão da Estabilidade Financeira. Respondendo à senadora Cynthia Lummis, defensora das criptomoedas, o secretário enfatizou que é “impossível avançar sem regulação”. Segundo autoridades americanas, a Lei Clarity definirá como ativos digitais se enquadram nas regras bancárias e de valores mobiliários existentes, promovendo estabilidade sem sufocar a inovação.

O tom diplomático, mas firme, reflete divisões no setor: alguns executivos de cripto resistem a compromissos, preferindo áreas cinzentas. Bessent classificou essa ala como “niilista”, argumentando que regras claras beneficiam todos os participantes do mercado global.

El Salvador como Símbolo Regulatório

A menção a El Salvador não é aleatória. O país centro-americano, pioneiro em adotar o Bitcoin como moeda legal em 2021, atrai empresas como a Tether, emissora da stablecoin USDT. Apesar de ajustes recentes para atender ao FMI — tornando a aceitação voluntária —, El Salvador mantém um ecossistema favorável, contrastando com a rigidez americana.

Para o governo dos EUA, essa referência serve como lembrete geopolítico: regule-se sob normas americanas para acessar o maior mercado financeiro do mundo, ou busque alternativas em nações emergentes. Isso ecoa tensões globais, onde jurisdições como a União Europeia e Singapura também avançam em marcos regulatórios.

Visão Regulatória Americana para 2026

Bessent expressou otimismo por apoio bipartidista à Lei Clarity ainda em 2026, possivelmente assinada pelo presidente em abril. O Tesouro trabalha com bancos comunitários para integrá-los aos ativos digitais, incluindo custódia de reservas de stablecoins e emissão própria, “domesticando” instituições tradicionais.

Essa abordagem equilibra supervisão governamental com liberdade cripto, visando prevenir riscos como drenagem de depósitos bancários por stablecoins desreguladas. Analistas veem nisso um sinal de maturidade: os EUA buscam liderar a revolução digital sem ceder soberania financeira.

Implicações para Investidores Globais

Para investidores brasileiros e latino-americanos, a retórica de Bessent reforça a interconexão dos mercados. Clareza nos EUA pode estabilizar preços globais do Bitcoin e altcoins, facilitando produtos como ETFs. No entanto, exige adaptação: empresas e fundos precisarão escolher entre compliance americano ou nichos offshore.

O dilema — regulação ou exílio — moldará fluxos de capital em 2026, influenciando estratégias de portfólio em todo o mundo. Monitorar o progresso da Lei Clarity é essencial para navegar essa nova ordem regulatória.


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Banqueiro cartoon regulado emitindo stablecoin USAT ancorando ondas voláteis, simbolizando lançamento regulado e adoção institucional

Tether Lança USAT: Stablecoin Regulamentada nos EUA

A Tether anunciou o lançamento da USAT, sua primeira stablecoin regulamentada federalmente nos Estados Unidos, em parceria com o Anchorage Digital Bank. Projetada para o mercado institucional, a USAT opera sob a nova Lei GENIUS, oferecendo um dólar digital emitido por um banco nacionalmente autorizado. Esse movimento chega em um momento de correção no mercado cripto, com o Bitcoin negociado a R$ 404.409 — segundo o Cointrader Monitor —, reforçando os fundamentos de adoção mesmo em fases de volatilidade. Para o investidor brasileiro, isso sinaliza o amadurecimento do ecossistema global.


USAT: Diferenciais em Relação ao USDT

A USAT se diferencia do USDT, que continua dominando o mercado global offshore, por ser especificamente “feita na América”. Emitida pelo Anchorage Digital Bank — o primeiro banco com licença federal para stablecoins —, ela atende às demandas regulatórias americanas mais rigorosas. Paolo Ardoino, CEO da Tether, destacou que a USAT estende a missão comprovada do USDT, provada por mais de uma década, agora com conformidade total nos EUA.

Essa divisão estratégica permite à Tether manter sua liderança global enquanto atende instituições americanas exigentes. O token é lastreado em reservas de dólar, com custódia gerenciada pela Cantor Fitzgerald, garantindo transparência e auditoria desde o lançamento. Para o ecossistema, isso significa maior confiança em um ambiente onde a regulação tem sido o principal gargalo para fluxos institucionais.

No contexto de ciclos passados, lembro que movimentos como os fluxos iniciais de ETFs de Bitcoin precederam altas sustentadas. Aqui, a USAT constrói pontes semelhantes entre cripto e finanças tradicionais.

Parcerias e Infraestrutura de Lançamento

O Anchorage Digital Bank fornece a infraestrutura escalável, com transparência on-chain e conformidade bancária. Bo Hines, CEO da Tether USAT e ex-diretor do Conselho de Cripto da Casa Branca, enfatiza a governança responsável para manter a liderança dos EUA na inovação financeira.

Initialmente, a USAT estará disponível em plataformas como Bybit, Crypto.com, Kraken, OKX e Moonpay, facilitando o acesso institucional. Importante notar: a USAT não é moeda de curso legal nem tem proteção FDIC, focando em eficiência de mercado privado sob supervisão federal.

A Tether, como 17º maior detentor de títulos do Tesouro americano — à frente de nações como Alemanha e Coreia do Sul —, reforça sua posição macroeconômica. Isso não é ruído diário; é o mercado se construindo para adoção em escala.

Implicações para Adoção Institucional

Esse lançamento é um marco de alta para o setor. Apesar da variação negativa de -1,89% no Bitcoin nas últimas 24 horas (cotado a cerca de US$ 77.000 com dólar a R$ 5,25), os fundamentos se fortalecem. Instituições buscam ativos compliant, e a USAT preenche essa lacuna, similar à forma como ETFs blindaram o Bitcoin para grandes players.

Para brasileiros, que enfrentam regulação própria via Banco Central, esse exemplo americano inspira confiança no crescimento do ecossistema. Grandes players se blindando juridicamente significa fluxos de capital mais estáveis, reduzindo volatilidade de longo prazo. Estamos assistindo à maturidade que ciclos anteriores prenunciaram: de especulação para utilidade real.

Vale monitorar como isso impacta tesourarias corporativas e integrações DeFi compliant. O otimismo é fundamentado: adoção, não preço, define o futuro.


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Hacker cartoon abrindo cofre cripto com stablecoins russas fugindo enquanto agentes federais investigam, representando crime recorde de US$158B

Crime Cripto Recorde de US$158B e Vazamentos Massivos Dominam o Dia

📊 BOLETIM CRIPTO | 28 de Janeiro de 2026 | NOITE

O crime cripto atinge patamar histórico em 2025, elevando drasticamente a percepção de risco sistêmico em todo o mercado de ativos digitais. O relatório da TRM Labs expõe números preocupantes sobre lavagem de capitais no ecossistema, com a stablecoin russa A7A5 movimentando sozinha US$ 72 bilhões, representando 77% de todo o volume ilícito em stablecoins. Paralelamente, vazamentos massivos de dados, como o do coletivo ShinyHunters, expõem milhões de usuários a riscos sofisticados de phishing direcionado, elevando a vulnerabilidade percebida do investidor médio. A Casa Branca atua em múltiplas frentes simultâneas — investigando supostas reservas de Bitcoin mantidas pela Venezuela e medianto conflitos acalorados entre instituições bancárias tradicionais e a indústria crypto sobre a oferta de rendimentos em stablecoins. O único ponto de luz em um cenário predominantemente negativo vem das plataformas reguladas como a Binance e a Coinbase, que continuam expandindo sua oferta de produtos institucionais e fortalecendo a infraestrutura do mercado. O viés de baixa moderado prevalece no curto prazo, sustentado pelo acúmulo de FUD relacionado à segurança dos ativos digitais e às persistentes incertezas regulatórias em jurisdições-chave.


🔥 Destaque: Crime Cripto Bate Recorde de US$158 Bilhões em 2025

O relatório da TRM Labs revelou números alarmantes sobre a atividade ilícita no ecossistema cripto. Em 2025, o crime movimentou US$ 158 bilhões, um salto de 145% em relação ao ano anterior. O dado mais preocupante é a especialização de atores sancionados: a stablecoin russa A7A5, atrelada ao rublo, tornou-se o principal vetor de evasão de sanções, processando sozinha US$ 72 bilhões.

Este fenômeno sinaliza uma mudança estratégica sofisticada. Atores estatais estão abandonando stablecoins globais como USDT em favor de infraestrutura própria, projetada especificamente para contornar restrições financeiras. A TRM Labs documentou que 95% dos fluxos para entidades sancionadas ocorreram via stablecoins, com migração evidente de exchanges centralizadas com KYC — que viram queda de 30% nesses fluxos — para serviços descentralizados sem padrões de compliance, onde o volume ilícito disparou 200%.

A implicação é dupla. Por um lado, a fragmentação da liquidez ilícita dificulta o rastreamento por autoridades. Por outro, fornece munição poderosa ao lobby bancário e reguladores que argumentam que stablecoins representam risco sistêmico. É muito provável que este cenário acelere propostas de licenciamento estrito e requisitos de reserva mais rigorosos em jurisdições-chave como Estados Unidos e União Europeia, potencialmente afetando toda a indústria de ativos digitais.

O sucesso da A7A5 pode incentivar outras nações sancionadas — Irã, Coreia do Norte e Venezuela — a desenvolverem stablecoins similares, criando uma fragmentação preocupante do ecossistema e elevando o prêmio de risco percebido pelos investidores institucionais.


📈 Panorama do Mercado

O período é dominado por uma crise de segurança sistêmica que configura o tom geral do mercado. Enquanto a Coinbase anuncia avanços institucionais com o lançamento de prediction markets em parceria com a Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões, os riscos cibernéticos e regulatórios ofuscam o momentum positivo.

A interseção entre crime cibernético tradicional e infraestrutura cripto nunca foi tão evidente. O coletivo ShinyHunters vazou 10 milhões de registros de aplicativos de namoro, expondo usuários a phishing direcionado com histórico de extorsão em bitcoin. Simultaneamente, uma prefeitura na Espanha sofreu ataque de ransomware com exigência de resgate em BTC. No Brasil, a condenação histórica dos líderes da Trust Investing a até 16 anos de prisão pelo esquema de R$ 4 bilhões reforça a necessidade de marcos regulatórios claros.

A Casa Branca emerge como protagonista, simultaneamente investigando supostas reservas venezuelanas de Bitcoin e medianto conflitos entre Wall Street e a indústria crypto sobre rendimentos em stablecoins. Este duplo papel posiciona os EUA como árbitro definitivo do cenário regulatório global.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Proliferação de stablecoins sancionadas: A ascensão da A7A5 demonstra que nações adversárias desenvolvem infraestrutura própria quando canais tradicionais são bloqueados. Esta tendência fragmenta a liquidez ilícita para DeFi sem KYC, mas eleva riscos reputacionais que justificam repressão regulatória ampla contra todo o setor de stablecoins.
  • FUD geopolítico sobre reservas estatais: A investigação da Casa Branca sobre supostas reservas de 600 mil BTC na Venezuela gera volatilidade extrema. A ausência de evidências on-chain contrasta com o potencial devastador caso uma fração desses ativos seja movimentada ou liquidada, criando estado de atenção especial no mercado.
  • Repressão regulatória a rendimentos: O lobby bancário persuadiu legisladores bipartidários sobre os riscos de fuga de depósitos representados por stablecoins com recompensas. A reunião da Casa Branca pode resultar em restrições severas a rendimentos, eliminando uma das vantagens competitivas da indústria crypto sobre a banca tradicional.
  • Estigma renovado por fraudes locais: A condenação da Trust Investing e ataques de ransomware reforçam narrativas públicas negativas associando criptomoedas a crimes. Cobertura midiática desproporcional cria ambiente favorável a regulamentações restritivas que afetam adoção institucional.
  • Paralisia legislativa prolongada: Se o impasse entre bancos e crypto persistir, o market structure bill continuará paralisado, mantendo o setor em limbo regulatório e desencorajando investimentos institucionais de longo prazo.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Demanda explosiva por compliance on-chain: A fragmentação de rails ilícitos e o volume recorde de crime criam necessidade urgente por ferramentas de análise de risco em tempo real. Empresas como TRM Labs, Chainalysis e Elliptic verão crescimento acelerado de contratos governamentais. Protocolos DeFi que implementarem conformidade voluntária podem capturar fluxos legítimos fugindo de plataformas não reguladas.
  • Consolidação de stablecoins reguladas: A emergência de stablecoins não reguladas por atores sancionados cria contraste favorável para ativos com estrutura de compliance robusta. USDC e outras stablecoins reguladas podem ganhar market share em pagamentos B2B à medida que empresas evitam associação com USDT e stablecoins regionais de risco.
  • Adoção institucional via plataformas reguladas: O lançamento de prediction markets pela Coinbase em parceria com a Kalshi valida o modelo de exchanges reguladas oferecendo produtos inovadores. A estratégia de se tornar uma “everything exchange” democratiza acesso a produtos anteriormente disponíveis apenas em plataformas descentralizadas, reduzindo barreiras para investidores conservadores.
  • Recuperação de credibilidade no Brasil: A condenação histórica da Trust Investing estabelece jurisprudência para casos similares, demonstrando que o Judiciário brasileiro consegue responsabilizar criminosos digitais. Isto cria espaço para projetos legítimos com compliance robusto capturarem investidores que preferem canais regulados.

📰 Principais Notícias do Período

1. Crime cripto atinge US$158B em 2025; stablecoin russa domina evasão de sanções
Relatório TRM Labs documenta recorde de US$ 158 bilhões em atividades ilícitas, com alta de 145% ano a ano. A stablecoin A7A5, vinculada ao rublo russo, movimentou US$ 72 bilhões sozinha, representando 77% de todo o crime em stablecoins. A análise revela migração de atores sancionados de CEX com KYC para serviços descentralizados sem compliance, onde fluxos ilícitos cresceram 200%.

2. Casa Branca Investiga Reserva BTC da Venezuela: Fato vs. FUD
Patrick Witt, conselheiro da Casa Branca, confirmou investigação sobre finanças do regime Maduro, incluindo ativos digitais. Alegações virais sugeriam reserva de 600 mil BTC, mas firmas forenses como Arkham e TRM Labs declararam não encontrar evidências on-chain. A confirmação da investigação eleva o Bitcoin a ativo de segurança nacional, mas a ausência de provas gera estado de atenção especial no mercado.

3. ShinyHunters vaza 10M registros: usuários de cripto em risco de phishing direcionado
Coletivo hacker vazou dados de 10 milhões de usuários de apps de namoro da Match Group, incluindo Hinge e OKCupid. Informações pessoais expostas permitem ataques de engenharia social sofisticados. O grupo possui histórico de extorsão em bitcoin, incluindo pagamento de 6 BTC (US$ 373 mil) pela AT&T. Usuários de cripto são alvos primários devido ao valor potencial e pseudoanonimidade das transações.

4. Casa Branca media conflito entre bancos e crypto sobre regulamentação de stablecoins
A Casa Branca convocou executivos de empresas crypto e bancos tradicionais para destravar o market structure bill. O impasse central envolve recompensas (yield) oferecidas por stablecoins lastreadas em dólares. Wall Street argumenta risco de fuga de depósitos, enquanto a indústria defende benefícios aos usuários. O resultado determinará o futuro regulatório de emissores como Circle e Tether nos EUA.

5. Condenação histórica de líderes da Trust Investing: marco regulatório e alerta ao mercado
A Justiça Federal de Campo Grande condenou seis líderes da pirâmide Trust Investing a penas de 7 a 16 anos de prisão. O esquema captou R$ 4 bilhões de 1,3 milhão de brasileiros, operando instituição financeira ilegal desde 2019. A sentença expõe conexões com GAS Consultoria e outras fraudes, incluindo criação de tokens próprios com rug pull de 38.000%.

6. Coinbase lança prediction markets regulados nos EUA em parceria com Kalshi
A Coinbase expandiu sua oferta com mercados de previsão regulamentados para todos os clientes norte-americanos, em parceria com a Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões e regulada pela CFTC. A funcionalidade permite negociar contratos binários sobre eventos reais, incluindo eleições, esportes e indicadores econômicos. O lançamento estratégico coincide com o período do Super Bowl, maximizando exposição inicial.

7. Ransomware atinge prefeitura espanhola; resgate em BTC reforça debate sobre uso ilícito de criptoativos
A prefeitura de Sanxenxo, na Galícia, sofreu ataque de ransomware com exigência de US$ 5 mil em bitcoin. A administração recusou pagamento e recuperou sistemas via backups diários. O caso reflete aumento de 7% nos ciberataques na Espanha em 2025 e a crescente vulnerabilidade de instituições públicas diante de criminosos que utilizam criptoativos para extorsão.


🔍 O Que Monitorar

  • Volume de transações em A7A5 e stablecoins sancionadas: Sinaliza evolução de táticas de evasão e adoção de rails alternativos por nações adversárias. Fonte: TRM Labs, Chainalysis.
  • Análises on-chain sobre Venezuela: Qualquer evidência ou refutação conclusiva sobre as alegadas reservas de 600 mil BTC. Fonte: Arkham Intelligence, Whale Alert.
  • TVL em protocolos lending de stablecoins: Mede fluxo de capital para estratégias de yield antecipando sentimento sobre regulamentação. Fonte: DeFiLlama.
  • Cronograma do market structure bill: Timing da resolução legislativa impactará volatilidade e posicionamento de mercado. Fonte: Congress.gov.
  • Volume de prediction markets na Coinbase: Métrica direta de adoção do novo produto; crescimento sustentado indica sucesso da estratégia de expansão. Fonte: Coinbase.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12 a 24 horas, o viés de baixa moderado persiste com o FUD da investigação Venezuela e os números recordes de crime cripto dominando as narrativas de mercado. É provável que vejamos volatilidade em Bitcoin decorrente de alertas on-chain e nas stablecoins por conta das discussões regulatórias em andamento na Casa Branca.

O sucesso do lançamento de prediction markets pela Coinbase pode oferecer alívio pontual ao sentimento, mas os riscos cibernéticos sistêmicos limitam qualquer tentativa de recuperação sustentada. Investidores devem monitorar atualizações da Casa Branca sobre resultados da reunião com bancos e análises forenses da Venezuela, que poderiam alterar o cenário rapidamente.

A fragmentação da liquidez ilícita para stablecoins regionais e plataformas sem KYC cria demanda estrutural por soluções de compliance, posicionando empresas de análise on-chain como beneficiárias de longo prazo, mesmo em cenário de pressão de preços no curto prazo. A clareza regulatória, quando vier, favorecerá atores com infraestrutura de conformidade robusta.


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Senadora cartoon alertando aposentados sobre riscos de inserir Bitcoin em carteiras 401(k), ilustrando debate de Warren sobre proteção de aposentadorias

Warren Alerta: Cripto no 401(k) Pode Arruinar Aposentadorias

A senadora Elizabeth Warren alertou americanos sobre os riscos de incluir criptomoedas em planos de aposentadoria 401(k). Após a administração Trump revogar em 2025 as orientações cautelosas do Departamento do Trabalho, ativos como Bitcoin agora podem integrar essas contas de longo prazo. Warren afirma que isso cria um ‘terreno fértil para perdas significativas’, questionando se a liberdade de diversificação vale o risco de volatilidade extrema para o patrimônio familiar.


Mudança Política nos EUA

Os planos 401(k) são a principal forma de poupança privada para aposentadoria nos Estados Unidos, semelhantes a previdências privadas como PGBL no Brasil. Historicamente, agências reguladoras desaconselhavam cripto nessas contas devido à alta volatilidade e falta de dados históricos. Em 2025, essa orientação foi eliminada, abrindo portas para administradores de fundos oferecerem opções em Bitcoin e altcoins.

A crítica de Warren à política de Trump destaca um embate político: democratas priorizam proteção, enquanto republicanos defendem inovação financeira. Essa decisão afeta milhões de trabalhadores que dependem desses planos para o futuro, com investimentos automáticos via folha de pagamento.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 511.919,69 neste momento, com variação de -0,12% em 24 horas. No entanto, oscilações diárias de 10% ou mais são comuns, ilustrando o risco para horizontes de 20-30 anos.

Riscos Enfatizados pela Senadora

Warren argumenta que 401(k) não é ‘espaço para especulação’. Criptomoedas carecem de métodos de valuation padronizados, mercados transparentes e supervisão regulatória robusta. Exposição a quedas abruptas poderia erodir décadas de contribuições, especialmente para famílias de baixa renda que não toleram perdas.

Exemplos históricos reforçam o alerta: em 2022, o Bitcoin caiu mais de 70% em meses, destruindo fortunas. Para Patrícia Prado, analista de riscos, isso sinaliza a necessidade de priorizar preservação de capital em aposentadorias. ‘Diversificar é bom, mas não com ativos que podem zerar da noite para o dia’, alerta.

Grupos de advocacia ecoam: sem salvaguardas acumuladas ao longo de décadas, o sistema fica vulnerável a manipulações e hacks, ampliando perdas potenciais.

Defesa do Mercado: Diversificação Necessária?

Proponentes veem oportunidade de modernização. Cripto traria diversificação além de ações e bonds tradicionais, capturando upside de uma classe de ativos em ascensão. Com adoção institucional crescente, como ETFs de Bitcoin, defensores argumentam que limites baixos (ex: 5% alocação) mitigam riscos.

O debate liberdade vs. proteção é central: governo deve restringir escolhas ou educar investidores? Nos EUA, administradores agora podem oferecer crypto, mas com avisos. Para brasileiros, isso ecoa discussões sobre cripto em fundos de pensão privados.

Lições para Investidores Brasileiros

No Brasil, previdências como VGBL e PGBL ainda restringem cripto, mas pressões por inclusão crescem. A briga Warren-Trump reflete tensões globais: regulação protetora vs. inovação. Monitore seu perfil de risco – volatilidade do Bitcoin exige tolerância alta.

Recomendação prática: limite exposição a 1-5% em carteiras de longo prazo, priorize preservação. O equilíbrio entre crescimento e segurança define o sucesso na aposentadoria.


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Senadora cartoon alertando com dedo sobre bolsa 401(k) transbordando cripto instável, representando críticas de Elizabeth Warren a riscos em aposentadorias

Elizabeth Warren Ataca Cripto em 401(k): Risco de Perdas Bilionárias?

A senadora Elizabeth Warren emitiu um alerta contundente sobre a inclusão de criptomoedas em planos de aposentadoria 401(k), afirmando que americanos comuns podem ‘perder grande’ com essa tendência. Em carta à SEC, ela critica a revogação de orientações do Departamento do Trabalho (DOL) em 2025, que antes desaconselhavam ativos especulativos em contas de contribuição definida. O movimento ocorre em meio a políticas pró-cripto da administração Trump, reacendendo debates sobre regulação e proteção ao investidor de varejo.


O Alerta de Warren Contra a Volatilidade

Warren argumenta que os 401(k), principal mecanismo de poupança para aposentadoria de milhões de trabalhadores americanos, não são adequados para ativos como Bitcoin e outras criptos devido à sua extrema volatilidade. Historicamente, o DOL alertava provedores de planos contra essa inclusão, citando riscos de oscilações bruscas e falta de transparência. Em 2025, essa cautela foi abandonada, abrindo portas para ETFs de cripto em carteiras de aposentadoria.

A senadora destaca a ausência de dados históricos de performance, métodos padronizados de valuation e supervisão regulatória robusta. Para ela, expor famílias trabalhadoras a mercados opacos pode resultar em perdas irreversíveis, especialmente em um contexto geopolítico onde os EUA buscam equilibrar inovação financeira com estabilidade sistêmica. Sua posição reflete preocupações democratas com a influência de doadores cripto na política republicana.

Mudanças Políticas e Contexto Regulatório

A revogação da orientação do DOL coincide com uma guinada pró-cripto sob a administração Trump, incluindo nomeações como Paul Atkins para a presidência da SEC. Warren enviou uma carta direta a Atkins, exigindo respostas sobre salvaguardas para prevenir ‘risco de ruína’ em contas de aposentadoria. Essa política contrasta com visões europeias mais cautelosas, onde a MiCA impõe limites estritos a ativos de risco em fundos de pensão.

No cenário global, enquanto os EUA debatem inclusão, países como El Salvador adotam Bitcoin como reserva, mas enfrentam críticas internacionais pelo risco a contribuintes. Warren posiciona sua crítica como defesa do ‘sonho americano’ de aposentadoria segura, em oposição a uma narrativa de modernização financeira.

Reação da Indústria Cripto e Proponentes

Embora Warren veja cripto como ameaça, defensores argumentam que uma alocação limitada – tipicamente até 20% em planos como os da Fidelity – oferece diversificação e proteção contra inflação fiat. Executivos de exchanges como Coinbase defendem infraestrutura cripto para modernizar poupanças, citando retornos históricos superiores a ações tradicionais em ciclos longos.

Entidades da indústria, incluindo associações de provedores de 401(k), respondem que limites rigorosos e educação mitigam riscos. No entanto, analistas independentes ecoam Warren: a assimetria informacional favorece *whales* e instituições, deixando varejistas vulneráveis a *dumps*. O debate ganha tração com volumes crescentes em ETFs de Bitcoin, superando US$ 100 bilhões em AUM.

Implicações para Investidores Globais

Para brasileiros monitorando o mercado, a batalha nos EUA influencia fluxos globais: aprovações de ETFs impulsionam preços, enquanto freios regulatórios causam correções. Investidores em previdência privada como PGBL/VGBL devem observar, pois tendências americanas frequentemente ecoam aqui via B3 e CVM.

Vale monitorar respostas da SEC e eventuais emendas legislativas. Em um mundo interconectado, o equilíbrio entre inovação e proteção define o futuro da adoção cripto em finanças tradicionais.


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Personagens cartoon em mesa de negociação rachando ao meio, simbolizando racha político entre Coinbase e Senado sobre lei cripto

Racha em Washington: Coinbase Abandona Lei Cripto e Votação é Adiada

A Coinbase retirou seu apoio ao projeto de lei sobre estrutura de mercado de criptomoedas no Senado dos EUA, forçando o presidente do Comitê Bancário, Tim Scott, a adiar a votação marcada para esta semana. O CEO Brian Armstrong acusa bancos tradicionais de sabotarem a agenda pró-cripto do presidente Trump via lobby para banir rendimentos em stablecoins. Esse racha em Washington paralisa a tão esperada regulação clara, gerando incerteza no setor global de criptoativos.


O Contexto do Projeto e a Virada da Coinbase

O projeto de lei, conhecido como CLARITY Act em sua versão da Câmara, visa definir regras claras para SEC e CFTC na supervisão de ativos digitais. Após meses de negociações bipartidárias, o Comitê Bancário do Senado estava pronto para avançar, com apoio inicial da Coinbase. No entanto, na véspera da votação, a exchange sinalizou oposição ao draft final, citando emendas que limitam inovações como yields em stablecoins e tokenized securities.

Senadora Cynthia Lummis expressou decepção, mas compromisso em revisar o texto com input do setor. Líderes como Cody Carbone, da Digital Chamber, defenderam a aprovação, alertando que a inação é pior que imperfeições. O adiamento reflete a fragilidade da coalizão pró-cripto em um Congresso dividido.

Acusações de Armstrong Contra o Lobby Bancário

Em entrevista à Fox Business, Brian Armstrong acusou bancos de minarem a agenda de Trump, pressionando por cláusulas que proíbem recompensas em stablecoins — habilitadas pela Lei GENIUS de 2025. Ele argumenta que esses ativos, lastreados 100% em Treasuries, oferecem yields melhores sem os riscos do fractional reserve banking tradicional.

O lobby bancário, segundo fontes, busca proteger margens de lucro, temendo competição de plataformas cripto. Armstrong destacou que o draft subordinaria a CFTC à SEC, revertendo ganhos regulatórios. "Nenhum bill é melhor que um ruim", alertou, queimando capital político mas expondo tensões entre fintechs e incumbentes financeiros.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado

O impasse em Washington tem ramificações globais. Sem regulação clara, os EUA perdem liderança para jurisdições como UAE e Singapura, que avançam em frameworks pró-inovação. No curto prazo, o adiamento pode paralisar listagens de produtos cripto, elevar volatilidade e frear adoção institucional — beneficiando bancos tradicionais, que mantêm monopólio em yields.

Investidores monitoram o Comitê de Agricultura, com markup previsto para 27 de janeiro, mas fontes preveem mais atrasos. O racha expõe como interesses bancários influenciam o Comitê Bancário, priorizando status quo sobre inovação americana.

Próximos Passos e Quem Ganha com o Caos

Negociações continuam, com Armstrong no Capitólio sinalizando disposição para dialogar. No entanto, fissuras crescem: Andreessen Horowitz e Ripple criticam a postura da Coinbase. Para o mercado brasileiro, o atraso prolonga incertezas globais, impactando fluxos para exchanges locais.

Os grandes bancos ganham tempo para consolidar influência, enquanto o setor cripto arrisca retrocessos. Vale monitorar revisões ao bill para yields e DeFi — chaves para desbloquear US$ trilhões em valor tokenizado.


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Executivo bancário cartoon apertando mãos com personagem DeFi sob cúpula rachada do Capitólio, simbolizando aliança Goldman Sachs e vitória DeFi na regulação EUA

Goldman Sachs Mira Cripto, e DeFi Ganha Fôlego em Washington

O Goldman Sachs está dedicando recursos significativos a tecnologias cripto como tokenização e prediction markets, conforme revelado pelo CEO David Solomon em call de resultados. No mesmo dia, a comunidade DeFi celebra o colapso de um projeto de lei regulatória nos EUA visto como prejudicial, abrindo caminho para inovações que atraem gigantes institucionais. Esse cenário otimista valida o potencial de setores antes marginalizados.


Goldman Sachs Acelera em Cripto e Prediction Markets

O CEO David Solomon destacou que uma equipe ampla no banco está focada em tokenização, stablecoins e prediction markets. "Temos um grande time gastando muito tempo com a liderança sênior para entender como expandir nossos negócios", disse ele. Solomon se reuniu pessoalmente com líderes de duas grandes plataformas de prediction markets nas últimas semanas, explorando integrações em trading e advisory.

Esses mercados, regulados pela CFTC como Kalshi e Polymarket, representam oportunidades reais para o Goldman. O banco vê neles ferramentas para precificar riscos e ativos reais de forma eficiente, acelerando operações tradicionais. Essa movimentação sinaliza confiança crescente de Wall Street na infraestrutura blockchain, especialmente em um momento de maturidade do ecossistema cripto.

Além disso, Solomon mencionou diálogos ativos com policymakers em Washington sobre o Clarity Act, equilibrando entusiasmo com realismo: a adoção leva tempo, mas o potencial é inegável. Para investidores brasileiros, isso reforça a tese de longo prazo em ativos nativos dessas tecnologias.

DeFi Celebra: Colapso do Bill como Vitória Estratégica

A comunidade DeFi interpreta o revés do bill de estrutura de mercado cripto como um ganho. Após a Coinbase retirar suporte, levando ao cancelamento de audiência no Senado, líderes como Mike Silagadze da Ether.fi afirmam: "É positivo, pois o bill era ruim para cripto, restringindo yields em stablecoins e limitando DeFi". Esperam uma versão melhor.

Bill Hughes, da Consensys, reforça: DeFi tem leverage, pois lawmakers precisam mais da legislação. O pause evita overregulação de tech descentralizada, preservando inovação. Ripple CEO Brad Garlinghouse ecoa, vendo espaço para frameworks mais amigáveis à participação institucional.

Esse desenvolvimento evita armadilhas regulatórias que poderiam sufocar protocolos permissionless, permitindo que DeFi continue crescendo com TVL bilionário e adoção global. Para o ecossistema, é um respiro que alinha com o otimismo institucional.

Conexão Institucional: Prediction Markets como Ponte

A interseção é clara: prediction markets, foco do Goldman, são um pilar DeFi. Plataformas como Polymarket usam blockchains para apostas em eventos reais, atraindo liquidez e precisão superior a mercados tradicionais. O interesse do banco valida essa inovação, que o bill ameaçava restringir.

Com capital institucional de olho, DeFi ganha credibilidade. Bancos como Goldman buscam eficiência via tokenização de ativos reais (RWA), onde blockchains reduzem custos e aceleram settlements. Isso pode injetar trilhões em liquidez, beneficiando tokens nativos e protocolos.

Analistas bullish veem isso como catalisador: regulação equilibrada + interesse de gigantes = bull market sustentado. Investidores devem monitorar avanços no Clarity Act revisado.

O Que Significa para Investidores Brasileiros

Esse "vento a favor" reforça a narrativa otimista. Com Bitcoin consolidando acima de US$ 95.000, setores como DeFi e prediction markets oferecem upside assimétrico. O Brasil, com exchanges maduras, posiciona-se bem para capturar fluxos institucionais.

Vale acompanhar reuniões Goldman-DeFi e negociações em Washington. Oportunidades em tokens de prediction markets e RWAs surgem como hedges contra volatilidade tradicional.


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Personagens cartoon de cripto e lobby bancário puxando corda com pergaminho rasgando, simbolizando racha no Clarity Act por emendas contra stablecoins

Coinbase Freia Clarity Act: Conflito com Lobby Bancário Trava Lei Cripto

A Coinbase retirou seu apoio ao Clarity Act, projeto de lei que prometia clareza regulatória para criptomoedas nos EUA, forçando o Senado a adiar a votação marcada para esta quinta-feira (15/01/2026). CEO Brian Armstrong denunciou ‘problemas demais’ no texto, incluindo emendas impulsionadas pelo lobby bancário que proíbem recompensas em stablecoins e restringem o DeFi. O impasse revela tensões geopolíticas entre inovação cripto e interesses tradicionais, impactando investidores globais em busca de segurança jurídica.


Posição Crítica da Coinbase e Problemas no Texto

Brian Armstrong, CEO da maior exchange americana, publicou uma thread no X detalhando as falhas do Clarity Act. Entre os pontos contestados, destaca-se a proibição efetiva de ações tokenizadas, restrições ao DeFi que concederiam ao governo acesso ilimitado a registros financeiros, eliminando a privacidade dos usuários, e o enfraquecimento da autoridade da CFTC em favor da SEC. Ademais, emendas preliminares visam acabar com as recompensas em stablecoins, mecanismo que permite yields atrativos sem intermediação bancária tradicional.

Armstrong foi categórico: ‘Esta versão seria substancialmente pior que o status quo. Preferimos não ter projeto algum a um ruim’. A reação imediata veio do Comitê Bancário do Senado, que retirou a pauta da sessão, conforme reportado por jornalistas como Eleanor Terrett. Esse movimento ocorre logo após o Genius Act, focado em stablecoins, ter avançado no ano anterior, sinalizando um retrocesso na agenda regulatória pró-cripto.

A perda de apoio da indústria coloca o bill em limbo, com o presidente do comitê, Tim Scott, descrevendo o adiamento como uma ‘pausa breve’ para negociações. No entanto, analistas veem nisso um sinal de fraturas profundas no lobby cripto.

Lobby Bancário Contra Yields em Stablecoins

O cerne do conflito reside nas recompensas de stablecoins, que oferecem yields de cerca de 3,5% — muito acima dos 0,1% médios das contas de cheque nos EUA. Bancos como JPMorgan, Citigroup e outros enviaram cartas aos legisladores, argumentando que isso equivale a depósitos de alto rendimento sem as rigorosas exigências regulatórias, como capital mínimo e seguro FDIC. O Tesouro americano estima que stablecoins possam drenar até US$ 6,6 trilhões dos depósitos bancários totais de US$ 18,7 trilhões.

Essa ofensiva bancária, reportada pelo Wall Street Journal, sabotou o texto com emendas de vigilância excessiva, protegendo seu monopólio sobre a criação de crédito. Grandes bancos, ironicamente, desenvolvem produtos cripto próprios, como stablecoins internas, revelando hipocrisia: querem regular o concorrente, mas não abrir mão da inovação quando beneficia seus balanços.

Para o leitor brasileiro, isso ecoa debates locais sobre regulação da CVM e BC, onde interesses tradicionais também resistem à desintermediação cripto.

Implicações Geopolíticas e para o Mercado Global

Como correspondente global, vejo esse embate como definidor do padrão regulatório mundial. Os EUA, epicentro financeiro, exportam normas via Dodd-Frank e MiCA europeu. Um Clarity Act enfraquecido ou adiado perpetua incertezas, beneficiando jurisdições como Dubai e Singapura, que atraem fluxos cripto com clareza pró-inovação.

Enquanto Ripple e Kraken mantêm otimismo e diálogo com o Senado, a retirada da Coinbase — listada na Nasdaq — sinaliza risco sistêmico. Mesmo aprovado, o bill demandaria anos de rulemaking, com 45 regras pendentes em SEC e CFTC, possivelmente atravessando mandatos presidenciais.

Investidores perdem segurança jurídica imediata, mas ganham proteção contra uma lei ‘ruim’ que poderia sufocar o DeFi e tokenização, pilares da Web3. O Bitcoin, em alta de 10,9% em janeiro, ignora o ruído político, mas altcoins e stablecoins yields enfrentam volatilidade regulatória.

Próximos Passos e Lições para Investidores

O Senado pode remarcar markup para fim de janeiro, mas divisões partidárias — com SEC e CFTC sob controle republicano — complicam quóruns democráticos. Gabriel Gomes alerta: monitore o lobby em Washington, pois define o tabuleiro global. Para brasileiros, diversifique em exchanges globais e auto-custódia, evitando dependência de regulações estrangeiras instáveis.

A batalha expõe: cripto não é mais outsider; é player geopolítico disputando soberania monetária com bancos centenários.


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Legislador cartoon empurrando balança regulatória para transformar yields passivos de stablecoins em atividades ativas no CLARITY Act

Senado dos EUA Proíbe Yields Passivos em Stablecoins no CLARITY Act

O Senado dos EUA liberou uma versão emendada do CLARITY Act, proibindo plataformas crypto de oferecer yields ou juros apenas por holding de stablecoins como USDC e USDT. A medida, que passará por markup no Comitê Bancário em 15 de janeiro, permite recompensas só por atividades ativas, como staking ou provisão de liquidez. Bancos pressionam para proteger depósitos tradicionais, enquanto empresas como Coinbase ameaçam retirar apoio ao projeto.


Detalhes da Proibição no CLARITY Act

O novo draft bipartidário do Digital Asset Market Clarity Act expande a restrição do GENIUS Act, lei de julho de 2025 que vetou stablecoins geradores de yield pelos emissores. Agora, crypto service providers — incluindo exchanges — não podem pagar rendimentos passivos em payment stablecoins. Isso visa diferenciar stablecoins de contas de poupança bancárias, sujeitas a regulação federal.

Recompensas ficam restritas a ações como fornecer liquidez em DeFi, staking em redes ou governança. O texto reflete meses de negociações lideradas pelo senador Tim Scott, com foco em clareza regulatória após anos de zonas cinzentas no mercado crypto.

Tensões entre Bancos, Coinbase e Reguladores

Bancos americanos lobbyam intensamente, argumentando que yields de 3,5% em USDC — oferecidos por plataformas como Coinbase — competem deslealmente com depósitos tradicionais, sem as proteções do FDIC. Grupos bancários veem isso como risco sistêmico, potencialmente drenando liquidez dos bancos para o ecossistema crypto.

Do outro lado, Coinbase alerta que a proibição inibe inovação e pode levar a retirada de apoio ao bill. Analistas como Jake Chervinsky criticam a concessão aos bancos, ecoando o GENIUS Act que já matou produtos inovadores de yield-bearing stablecoins. A briga reflete o equilíbrio delicado entre fomentar crypto e preservar o status quo financeiro.

Implicações Globais para o Mercado Crypto

Para usuários brasileiros e globais, a mudança transforma stablecoins de ‘contas poupança digitais’ em ferramentas ativas de DeFi. Plataformas centralizadas perdem atratividade para holders passivos, empurrando capital para protocolos permissionless onde yields vêm de participação real. Isso pode beneficiar redes como Ethereum, mas elevar riscos para iniciantes sem conhecimento técnico.

No contexto geopolítico, regulação americana dita padrões mundiais: Europa (MiCA) e Brasil (PL 4.401) observam de perto. Se aprovado, o CLARITY Act sinaliza era de maturidade, mas com concessões que favorecem incumbentes bancários sobre inovação disruptiva.

Markup e Perspectivas Futuras

O markup de 15 de janeiro é crítico: emendas são devidas até 13 de janeiro, e desacordos sobre ética e eleições midterm podem atrasar para 2027. Investidores devem monitorar ajustes — especialmente se Coinbase prevalecer em lobby por exceção em yields. Longo prazo, a lei pode estabilizar o mercado, atraindo instituições, mas limitar retornos passivos para varejo.

Enquanto isso, volumes de USDC e USDT seguem resilientes, com BTC acima de US$ 94 mil. O cenário reforça: regulação avança, mas com trade-offs que definem o futuro das finanças híbridas.


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Senadores cartoon erguendo escudo DeFi protetor sobre desenvolvedores blockchain, simbolizando lei para blindar devs de regulação excessiva nos EUA

Lummis Propõe Lei para Proteger Devs DeFi: Fim da Caça às Bruxas?

Finalmente uma lei que entende a diferença entre um código e uma corretora: a senadora republicana Cynthia Lummis, ao lado do democrata Ron Wyden, propôs o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA). O projeto standalone protege desenvolvedores de software blockchain e DeFi que não tocam fundos de clientes de serem classificados como “money transmitters”, aliviando o medo de processos judiciais. Isso surge em meio às negociações finais do maior bill de estrutura de mercado cripto no Senado, prometendo clareza regulatória para inovadores.


O Que Diz o Blockchain Regulatory Certainty Act?

O BRCA esclarece, de forma técnica mas acessível, que escrever código ou manter redes open-source não equivale a operar como transmissor de dinheiro. Desenvolvedores que não custodiam, controlam ou acessam fundos de usuários ficam isentos das rigorosas exigências federais e estaduais de licenciamento. Essa distinção é crucial em blockchains permissionless, onde o código é público e qualquer um pode usá-lo.

Como explica a proposta, o foco está em atividades sem risco de lavagem de dinheiro: “Blockchain developers who have simply written code and maintain open-source infrastructure” não devem ser tratados como bancos. Lummis destacou que a incerteza atual expulsou inovação para fora dos EUA, submetendo devs a regras conflitantes entre estados. Com essa lei, programadores ganham segurança para construir protocolos DeFi sem o espectro de sanções criminais.

A medida responde a casos reais, como os desenvolvedores do Tornado Cash, processados por supostamente operarem um mixer sem licença, apesar de o software ser não-custodial. O bill preserva ferramentas anti-lavagem existentes, equilibrando inovação e compliance.

Contexto nas Negociações do Market Structure Bill

Essa provisão já aparecia em drafts do amplo crypto market structure bill do Senado, que define regras para mercados digitais. No entanto, com negociações apertadas — envolvendo illicit finance, stablecoins com yields e lucros de oficiais governamentais —, Lummis e Wyden optaram pelo bill standalone para reforçar apoio bipartidário.

O texto principal vai para markup na Senate Banking Committee nesta quinta-feira, liderada por Tim Scott. Já o Senate Agriculture Committee adiou sua audiência para fim de janeiro, dando mais tempo para alinhamentos. Lobbyistas cripto aguardam o draft final, que pode sair até terça-feira, testando se republicanos priorizam consenso ou avançam sozinhos.

Democratas buscam emendas sobre conflitos de interesse, enquanto a Casa Branca participa ativamente. A indústria, dividida entre DeFi puro e plataformas centralizadas como Coinbase, uniu-se em carta com mais de 100 signatários defendendo essa proteção.

Implicações para Desenvolvedores e a Indústria Cripto

Para devs brasileiros e globais mirando os EUA, o BRCA significa alívio: sem medo de serem equiparados a exchanges só por deployar smart contracts. Grupos como DeFi Education Fund e Blockchain Association aplaudiram, chamando-o de “essencial para inovação nos EUA”. Paradigm reforçou que regras claras atraem desenvolvimento blockchain doméstico.

Se incorporado ao market structure bill, pode pavimentar adoção institucional, contrastando com a abordagem punitiva da SEC. No entanto, críticos temem isenções amplas facilitarem ilícitos — mas defensores argumentam que custódia é o divisor de águas, não o código em si.

Em um mercado volátil, com Bitcoin acima de US$ 91 mil, clareza regulatória impulsiona confiança. Investidores devem monitorar o markup: sucesso bipartidário pode acelerar ETFs e DeFi compliant.

Próximos Passos e Perspectivas Esperançosas

O futuro depende do markup: emendas democratas podem diluir o texto, mas o momentum bipartidário é forte. Para o ecossistema, essa lei sinaliza maturidade regulatória, convidando talentos de volta aos EUA. Brasileiros no DeFi ganham indiretamente, com protocolos globais mais seguros.

Vale acompanhar: se aprovada, marca o fim da “caça às bruxas” e o início de uma era onde código é liberdade, não crime.


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Personagem Coinbase cartoon abandonando mesa de negociação com reguladores surpresos sobre stablecoins, ilustrando conflito no CLARITY Act

Coinbase ameaça abandonar CLARITY Act por restrições em stablecoins

A Coinbase está reconsiderando seu apoio ao CLARITY Act, projeto de lei que define a estrutura regulatória do mercado cripto nos EUA, devido a provisões que restringem recompensas sobre stablecoins como o USDC. Com markup previsto para 15 de janeiro no Senado, a exchange avisa que sairá da negociação se o texto final prejudicar seus programas de yield, essenciais para US$ 1,3 bilhão em receitas projetadas para 2025. O conflito expõe tensões entre corretoras e o lobby bancário.


Restrições no CLARITY Act Irritam a Coinbase

O CLARITY Act, aguardado para discussão em comitê do Senado nesta quinta-feira (15/01), visa trazer clareza regulatória ao setor cripto. No entanto, fontes próximas à Coinbase indicam insatisfação com exigências além de divulgações sobre incentivos em stablecoins. A exchange oferece 3,5% de rendimento em holdings de USDC da Circle, atraindo depósitos que competem diretamente com bancos tradicionais.

Relatório da Bloomberg destaca que proibições ou limitações a esses programas poderiam afastar usuários, reduzindo a atratividade da plataforma. A Coinbase submeteu aplicações para uma carta de trust nacional, que permitiria oferecer tais recompensas sob regras regulatórias, mas teme que o bill favoreça instituições financeiras estabelecidas.

Lucro das Corretoras em Xeque

Para a Coinbase, os programas de recompensas são pilar do modelo de negócios. Com projeção de US$ 1,3 bilhão em receitas para 2025 vindas desses incentivos, qualquer restrição representa ameaça direta à rentabilidade. Usuários migram para stablecoins em busca de yields superiores aos poupanças bancárias, especialmente em contexto de inflação persistente.

O GENIUS Act, aprovado em julho passado, já veta juros pagos por emissores de stablecoins, mas permite que terceiros como a Coinbase ofereçam rewards. Agora, o lobby bancário pressiona por equiparação, argumentando que bilhões em depósitos estão fluindo para cripto, prejudicando empréstimos comunitários e pequenas empresas.

Conflito Bancário vs. Cripto e Contexto Global

A American Bankers Association (ABA) alerta para deslocamento de depósitos, enquanto Faryar Shirzad, o chief policy officer da Coinbase, defende os rewards como vitais para manter a dominância do dólar. Ele cita o anúncio da China de juros sobre o digital yuan, sugerindo que restrições nos EUA enfraqueceriam a competitividade global do USD em ativos digitais.

Recentemente, cinco firmas cripto, incluindo Ripple, Circle e Paxos, receberam aprovações condicionais do OCC para trusts nacionais, enfrentando oposição bancária. Um possível meio-termo discute permitir rewards apenas para bancos licenciados, o que excluiria players nativos do cripto e poderia levar a soluções criativas de contorno.

Implicações e Próximos Passos

A possível retirada da Coinbase do apoio ao CLARITY Act sinaliza fissuras no lobby cripto unificado. Investidores monitoram o impacto nas ações COIN, que subiram 4% para US$ 245 na segunda-feira. Para o mercado brasileiro, restrições nos EUA podem influenciar fluxos globais de stablecoins, afetando liquidez em exchanges locais.

O prazo apertado até 15 de janeiro intensifica negociações. Sem concessões, o bill pode avançar sem o endosso de uma das maiores vozes do setor, prolongando incertezas regulatórias.


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Executivos cartoon em conflito sobre mesa rachada com documento regulatório e cofre de stablecoins, simbolizando disputa da Coinbase no CLARITY Act

Coinbase Ameaça Abandonar CLARITY Act por Stablecoins

A Coinbase, maior exchange cripto dos EUA, ameaça retirar apoio ao CLARITY Act, principal projeto de lei para estruturar o mercado de ativos digitais no país. O motivo: restrições potenciais aos programas de recompensas em stablecoins como o USDC, que geram bilhões em receita. O Senado marca votação para 15 de janeiro de 2026, expondo tensões entre lobby corporativo e reguladores em um momento crítico para a segurança jurídica do setor.


O Coração do Conflito: Receita das Recompensas USDC

Os programas de recompensas da Coinbase não são mero atrativo: representam o núcleo de seu modelo de negócios. A exchange compartilha rendimentos das reservas do USDC, stablecoin emitida pela Circle, na qual detém participação minoritária. Clientes Coinbase One recebem cerca de 3,5% de yield, incentivando retenção de fundos na plataforma mesmo em baixa volatilidade de trading.

Estima-se que a receita relacionada a stablecoins tenha atingido US$ 1,3 bilhão em 2025, segundo dados citados em análises de mercado. Essa fonte previsível sustenta operações em tempos de mercado volátil, mas agora está sob escrutínio. Bancos tradicionais argumentam que tais yields competem com depósitos convencionais, drenando liquidez para empréstimos a famílias e PMEs.

A disputa sobre limites a stablecoins reflete o quanto esses programas são vitais para exchanges reguladas nos EUA.

Lobby Corporativo vs Reguladores Federais

O CLARITY Act busca definir categorias claras para ativos digitais — como commodities digitais, contratos de investimento e payment stablecoins —, visando proteger investidores e fomentar inovação. No entanto, disposições que equiparam recompensas de stablecoins a produtos bancários tradicionais ameaçam o status quo das plataformas cripto.

Geopoliticamente, isso insere-se na batalha pelo domínio regulatório global. Enquanto os EUA debatem, jurisdições como UE (com MiCA) e Ásia avançam com frameworks pró-inovação. Coinbase alerta que restrições excessivas empurrariam usuários para offshore, enfraquecendo a liderança americana em cripto e beneficiando rivais chineses ou europeus.

O lobby da exchange, via insiders para o Bloomberg, pressiona o Comitê Bancário do Senado, destacando como yields cripto diferem de juros bancários por não garantirem principal via FDIC, mas via reservas transparentes.

Impactos na Segurança Jurídica e Competitividade

Para o ecossistema cripto, a retirada de apoio da Coinbase poderia retardar o CLARITY Act, principal chance de clareza regulatória pós-FTX. Sem ele, incertezas persistem: SEC vs CFTC disputam jurisdição, inibindo listagens e adoção institucional.

Investidores brasileiros devem monitorar: uma regulação fragmentada nos EUA afeta fluxos globais, preços de Bitcoin e altcoins, e confiança em exchanges listadas como Coinbase (NASDAQ: COIN). Bilhões em receita em jogo sinalizam que o conflito transcende lei — é sobre soberania financeira no século XXI.

Especialistas veem nisso um teste para o equilíbrio entre proteção ao consumidor e inovação, com ramificações para DeFi e tokenização de ativos reais.

Próximos Passos no Senado

A markup no Senado em 15 de janeiro de 2026 definirá o texto final. Coinbase avalia cláusulas específicas, podendo negociar ou abandonar apoio. Paralelamente, grupos bancários pressionam por paridade regulatória.

O desfecho moldará o futuro cripto nos EUA: aprovação ampla impulsionaria adoção; vetos a yields forçariam adaptações custosas. Para o mundo, reforça a necessidade de harmonização global, evitando arbitragem regulatória.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Idosos cartoon protegidos por escudo regulatório recebendo moedas douradas de mão da lei, bloqueando tentáculos de ATM Bitcoin scam em Louisiana

Louisiana Recupera US$ 200 mil de Idosos em Golpes de BTC ATM

Uma nova lei em Louisiana celebrou sua primeira vitória ao recuperar US$ 200 mil para quatro idosos vítimas de golpes em caixas eletrônicos de Bitcoin (BTC ATMs). Golpistas usavam ameaças falsas de prisão para forçar depósitos em cripto. A legislação impõe sinalizações obrigatórias, alertas na tela, limite diário de US$ 3 mil e quarentena de 72 horas nas transações, protegendo usuários vulneráveis. Sua região precisa de medidas assim?


Como Funcionava o Golpe dos BTC ATMs

Os criminosos miravam idosos em Louisiana e Texas com um esquema sofisticado. Eles ligavam fingindo ser autoridades, alegando contas bancárias comprometidas ou envolvimento em crimes graves como pornografia infantil. Para ‘limpar’ a situação, exigiam pagamento imediato via ATMs de Bitcoin, onde vítimas depositavam dinheiro em troca de criptomoedas enviadas a carteiras anônimas.

O estado tem 288 BTC ATMs, sinal de amigabilidade com cripto, mas sem proteções adequadas, esses aparelhos viravam ferramentas de fraude. A lei recente mudou isso, obrigando placas claras: ‘Nenhum agente governamental exige depósitos em BTC ATMs’. Durante transações, telas exibem avisos sobre QR codes ou wallets fornecidos por terceiros, comuns em scams.

Essas barreiras permitiram que autoridades rastreassem e congelassem fundos, devolvendo o dinheiro aos idosos. Outras vítimas são orientadas a contatar a AARP Louisiana para apoio.

Medidas Protetoras da Legislação de Louisiana

A nova norma cria múltiplas camadas de defesa. Além das sinalizações e alertas visuais, estabelece um limite diário de US$ 3 mil por transação, evitando grandes perdas de uma vez. O período de espera de 72 horas dá tempo para vítimas repensarem ou denunciarem, facilitando a detecção de atividades suspeitas.

Essas regras equilibram inovação cripto com segurança, mostrando que regulação inteligente protege sem sufocar o setor. Em Louisiana, o impacto foi imediato: US$ 200 mil recuperados em poucas semanas, provando eficácia contra scams físicos.

Para brasileiros, isso alerta: verifique sempre regulamentações locais em ATMs cripto, comuns em shoppings e lojas. Desconfie de pressões urgentes por depósitos.

Comparação com Missouri: Investigação em Curso

Enquanto Louisiana avança na proteção, Missouri investiga empresas de BTC ATMs como GPD Holdings, Rockitcoin, Bitcoin Depot, Athena Bitcoin e Byte Federal. A promotora Catherine Hanaway cita taxas enganosas e uso fraudulento, similar aos casos louisianos.

Relatos de scams idênticos levaram à apuração estadual. Diferente de Louisiana, que já recuperou fundos, Missouri foca em fiscalização proativa. Isso sugere tendência nos EUA: mais estados combatendo abusos em ATMs, que crescem rapidamente.

No Brasil, onde BTC ATMs se expandem, leis semelhantes poderiam prevenir tragédias. Monitore autoridades como CVM e BC por atualizações.

Dicas Práticas de Proteção Contra Golpes Físicos

Para evitar armadilhas como essas:

  1. Ignore ligações exigindo depósitos urgentes em cripto – governo não opera assim.
  2. Use apenas exchanges reguladas como Binance para compras iniciais.
  3. Em ATMs, leia todos os avisos e evite wallets de desconhecidos.
  4. Limite valores pequenos em testes e verifique taxas ocultas.
  5. Denuncie imediatamente à polícia ou Procon se pressionado.

Essas ações simples salvam fortunas. Celebre avanços como em Louisiana e cobre mudanças locais para um ecossistema cripto mais seguro.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Xerife cartoon do Tennessee confrontando representantes estilizados de plataformas crypto com ordem judicial, ilustrando paralisação regulatória

Tennessee Ordena Paralisação de Polymarket, Kalshi e Crypto.com

Você usa Polymarket? O Tennessee pode ser o primeiro de muitos estados a agir. O Tennessee Sports Wagering Council (SWC) enviou cartas de cease-and-desist na sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, ordenando que Polymarket, Kalshi e Crypto.com Derivatives Exchange parem de oferecer contratos de eventos esportivos a residentes do estado. Acusadas de violar leis de jogos sem licença, as plataformas devem anular contratos e reembolsar depósitos até 31 de janeiro.


Detalhes das Ações Regulatórias

O SWC argumenta que os contratos de eventos esportivos oferecidos nessas plataformas equivalem a apostas esportivas ilegais, reservadas exclusivamente a sportsbooks licenciados pela lei Tennessee Sports Gaming Act. Apesar de registradas como Designated Contract Markets pela CFTC, as empresas não cumprem requisitos estaduais como restrições de idade, ferramentas de jogo responsável e controles anti-lavagem de dinheiro.

A executiva do SWC, Mary Beth Thomas, destacou em carta à Polymarket que esses contratos representam uma “ameaça imediata e significativa ao interesse público”. As plataformas têm até 31 de janeiro para anular apostas de tennesseanos e devolver fundos, sob pena de multas progressivas: US$ 10.000 na primeira infração, US$ 15.000 na segunda e US$ 25.000 em subsequentes, além de injunções judiciais e referrals para forças policiais.

Conflito entre CFTC Federal e Reguladores Estaduais

Plataformas como Polymarket e Kalshi operam sob jurisdição federal da Commodity Futures Trading Commission, que aprova contratos de eventos em todo os EUA. No entanto, estados como Tennessee afirmam soberania sobre apostas esportivas locais, criando um embate geopolítico regulatório. Em dezembro de 2025, Connecticut emitiu ordens similares a Kalshi, Robinhood e Crypto.com, mas um juiz federal bloqueou temporariamente a execução contra Kalshi, enquanto processos avançam em Nova York, Massachusetts e outros.

Esse padrão revela tensões no federalismo americano: a CFTC regula derivativos de commodities, mas estados protegem consumidores de gambling. Kalshi já processa múltiplos estados, argumentando preeminência federal. O caso Tennessee pode escalar, testando limites da regulação descentralizada nos EUA.

Implicações para Usuários e Mercados Globais

Para usuários em Tennessee, o risco é imediato: perda de acesso, anulação de posições e necessidade de reembolso manual. Plataformas globais como Polymarket, popular na eleição de 2024, enfrentam escrutínio crescente, com propostas como a de Rep. Ritchie Torres para banir insider trading governamental. Crypto.com, com foco em derivativos, vê sua expansão norte-americana ameaçada.

No contexto geopolítico, isso sinaliza fragmentação regulatória nos EUA, impactando adoção de prediction markets. Investidores internacionais monitoram se ações estaduais inspirarão outros, enquanto a CFTC pode intervir para uniformizar regras. Usuários devem verificar compliance local antes de negociar.

Próximos Passos e Proteção ao Usuário

Plataformas ainda não responderam publicamente, mas Kalshi tem histórico de litígio agressivo. Tennesseanos devem agir rápido para sacar fundos e evitar multas indiretas. Globalmente, isso reforça a necessidade de due diligence regulatória: plataformas CFTC-compliant nem sempre escapam leis estaduais de jogos.

Monitore atualizações judiciais, pois precedentes definirão o futuro de mercados de previsão nos EUA. A proteção ao consumidor prevalece, priorizando licenças locais sobre inovações federais.


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Xerife cartoon com ordem 'STOP' ameaçando plataformas de prediction markets, contrastando com torre institucional segura, ilustrando regulação em Tennessee

Tennessee Ordena Parar Polymarket e Kalshi: Sua Plataforma Está Segura?

Prediction markets no alvo: sua plataforma é segura? O Tennessee Sports Wagering Council emitiu, em 9 de janeiro, ordens de cessar e desistir contra Polymarket, Kalshi e Crypto.com, acusando-as de oferecer contratos de eventos esportivos sem licença estadual. As empresas devem parar imediatamente as operações para residentes locais, anular contratos pendentes e reembolsar até 31 de janeiro. Esse movimento reflete riscos geográficos crescentes nos EUA para plataformas cripto.


Detalhes das Ordens em Tennessee

O regulador estadual alega que as plataformas operam sports wagering ilegal sob o disfarce de contratos de eventos. A Tennessee Sports Wagering Council exige o fim das ofertas a clientes no estado, com ameaça de ações judiciais e encaminhamento para forças policiais em caso de descumprimento. Revelado por especialistas como Daniel Wallach, o caso destaca como prediction markets, populares para apostas em eleições e esportes, enfrentam escrutínio por sobreposição com jogos de azar regulados.

Polymarket e Kalshi, conhecidas por volumes bilionários em previsões políticas, agora lidam com barreiras locais. Crypto.com, exchange tradicional, também foi incluída por produtos similares. Usuários em Tennessee têm prazo apertado para saques, expondo vulnerabilidades geográficas em serviços globais baseados em blockchain.

Contexto Nacional e Precedentes

Não é isolado: Kalshi e Crypto.com receberam ordens semelhantes em Connecticut recentemente, onde Kalshi busca liminar judicial. O escrutínio aumenta após controvérsias como a aposta de US$ 400 mil na saída de Maduro, levantando suspeitas de insider trading. Congressistas como Ritchie Torres e Dina Titus pressionam por regras federais, incluindo o ‘Public Integrity in Financial Prediction Markets Act’.

Nos EUA, regulação fragmentada por estados cria um mosaico de riscos. Plataformas globais enfrentam desafios para geobloquear usuários, especialmente com VPNs comuns. Isso sinaliza endurecimento contra inovações cripto vistas como apostas não licenciadas, impactando adoção em mercados emergentes como prediction markets.

Contraste com Adoção Institucional: BNY Mellon

Enquanto regulação aperta prediction markets, o BNY Mellon, custodiante de US$ 58 trilhões, lança plataforma tokenizada para liquidação de depósitos bancários em blockchain. Essa iniciativa contrasta adoção tradicional com repressão a plataformas descentralizadas, mostrando divisão no ecossistema: bancos avançam em rails cripto regulados, enquanto startups inovadoras tropeçam em leis estaduais.

O movimento do BNY reflete maturidade institucional, com foco em eficiência e conformidade. Para investidores brasileiros, isso ilustra tensões geopolíticas: EUA como líder regulatório podem influenciar padrões globais, afetando acessibilidade de plataformas internacionais.

Implicações para Usuários e Mercado Global

Geobloqueios forçados elevam riscos para traders: perda de acesso, reembolsos demorados e potenciais perdas em posições abertas. Plataformas devem investir em compliance estadual, mas fragmentação complica operações. No contexto geopolítico, isso reforça cautela: reguladores dos EUA, centrais para o cripto, priorizam proteção ao consumidor sobre inovação rápida.

Monitore evoluções judiciais em TN e CT. Para brasileiros, avalie VPNs e alternativas offshore, mas com riscos legais. O contraste BNY vs. prediction markets sugere futuro híbrido: tokenização institucional avança, enquanto apostas especulativas enfrentam barreiras.


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Político cartoon sendo expulso de mesa de prediction market por regulador com martelo, simbolizando banimento proposto pelo Congresso dos EUA em DeFi

EUA Querem Banir Políticos de Prediction Markets: Fim da Festa?

Políticos fora do Polymarket: fim da festa? Um projeto de lei nos EUA busca banir funcionários federais de prediction markets por risco de insider trading. Apresentado pelo deputado Ritchie Torres com apoio de Nancy Pelosi e 30 democratas, o texto reage a um trader que lucrou mais de US$ 400 mil apostando na remoção de Nicolás Maduro horas antes de sua captura pelas forças americanas. A medida pode impactar plataformas como Polymarket e Kalshi, alterando o jogo para traders em DeFi.


Detalhes do Public Integrity Act

O Public Integrity in Financial Prediction Markets Act de 2026 proíbe eleitos federais, políticos nomeados, executivos e staff do Congresso de negociar contratos em mercados de previsão ligados a políticas governamentais ou resultados políticos quando possuírem "material non-public information". Torres alerta que essa interseção entre Washington e plataformas cria corrupção em "plena vista", comparando ao uso de cripto por Trump para enriquecer aliados.

A lei estende conceitos de securities law para esses mercados, regulados até agora pela CFTC. Kalshi e Polymarket, líderes no setor, enfrentam escrutínio crescente, especialmente após o boom nas eleições americanas e eventos geopolíticos.

O Caso Maduro que Disparou o Alerta

O estopim foi um trader anônimo no Polymarket que apostou US$ 32 mil em um contrato prevendo a saída de Maduro até 31 de janeiro, horas antes da operação americana que o capturou para julgamento em Nova York. O lucro de mais de US$ 400 mil levantou suspeitas de informação privilegiada de insiders em D.C., dada a precisão temporal.

Presidente Trump anunciou a captura, destacando tensões EUA-Venezuela. Senador Chris Murphy criticou incentivos para manipular eventos, como duração de coletivas da Casa Branca, que beneficiaram apostadores com poder de influência.

Apoio Político e Contexto Geopolítico

Além de Pelosi, 30 democratas endossam a proposta, sinalizando consenso contra abusos. Torres enfatiza: "Nenhum eleito deve lucrar do cargo". No Senado, Chris Murphy ecoa preocupações, enquanto CEO da Kalshi diferencia plataformas reguladas das offshore como Polymarket, que opera sem supervisão plena.

Geopoliticamente, o caso Maduro ilustra como prediction markets amplificam eventos globais: da eleição Trump à instabilidade na América Latina. Plataformas viram ferramentas de previsão precisa, mas vulneráveis a manipulação por atores estatais ou insiders.

Impactos para Traders em DeFi e Próximos Passos

Para brasileiros em DeFi, o banimento pode reduzir liquidez em mercados políticos no Polymarket, elevando spreads e riscos. Traders devem diversificar para plataformas reguladas como Kalshi ou migrar para permissionless DeFi, monitorando CFTC e SEC. A lei avança no Congresso, com markup no Senado sobre estrutura de mercado cripto.

Vale observar: se aprovada, reforça barreiras regulatórias globais, pressionando exchanges a adotarem KYC rigoroso. Ajuste estratégias focando em mercados apolíticos ou hedges geopolíticos.


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Balança cartoon com burocrata NY empilhando leis contra jogador de hóquei com rede cyan de apostas, destacando tensões regulatórias em prediction markets EUA

NY Proíbe Prediction Markets? Bill e Parceria Rangers-Polymarket

Fim dos prediction markets em Nova York? O assemblyman Clyde Vanel reintroduziu o ORACLE Act, projeto de lei que busca banir apostas em jogos esportivos específicos, eleições políticas, mortes e eventos catastróficos na maior economia estadual dos EUA. Ironicamente, no mesmo contexto, o time de hóquei New York Rangers anunciou parceria exclusiva com a Polymarket para exibir odds em jogos no Madison Square Garden, destacando os riscos regulatórios crescentes para plataformas cripto de apostas.


Detalhes do ORACLE Act

O projeto revive legislação anterior apresentada em novembro, visando restringir event contracts em plataformas como Polymarket e Kalshi. Apostas em resultados de jogos individuais da NFL ou NHL seriam proibidas, assim como prop betting — apostas sobre performances específicas de jogadores ou eventos dentro da partida. No entanto, apostas em campeonatos gerais, como vencedor da Super Bowl ou Stanley Cup, ainda seriam permitidos.

A lei também veda mercados sobre eleições políticas, ações governamentais, guerras, emergências nacionais, desastres ou crises de saúde pública. Mercados de ‘morte’ — apostas na morte ou assassinato de indivíduos — e especulação em preços de ações de empresas listadas seriam igualmente banidos. Plataformas teriam que implementar autoexclusão, limites de tempo e dinheiro, além de proibir uso de cartões de crédito.

Impacto nos Volumes de Sports Betting

Sports betting representa uma fatia enorme dos prediction markets. Dados mostram que até 90% do volume da Kalshi vem de esportes, com Polymarket registrando 37% de seu trading notional nessa categoria em 2025, totalizando bilhões em apostas combinadas com concorrentes. O projeto ataca diretamente essa receita, forçando plataformas a redesenhar ofertas para compliance estadual.

Reguladores argumentam que esses mercados precisam de licenças de gambling, levando a disputas judiciais. Kalshi já processou comissões de jogos em vários estados, incluindo Nova York, alegando regulação federal via CFTC. Violações poderiam custar US$ 1 milhão por dia em multas.

Parceria Rangers-Polymarket: Ironia Regulatória

Em contraste gritante, os New York Rangers nomearam a Polymarket como parceira oficial de prediction markets. O acordo inclui exibição de odds em LED, dasherboards digitais no rinque, segmentos pós-jogo e branding no exterior do Madison Square Garden. Anunciada dias após a reintrodução do projeto, a parceria expõe a desconexão entre inovação esportiva e escrutínio regulatório.

Advogados veem nisso um teste para a viabilidade de tais plataformas em jurisdições hostis, especialmente com volumes recordes em 2025 impulsionados por eleições e eventos globais.

Implicações Globais e Estratégias de Compliance

No contexto geopolítico, o ORACLE Act reflete uma tendência americana de fragmentar regulação cripto por estado, similar a batalhas em Massachusetts e outros. Para brasileiros investindo em plataformas globais como Polymarket, isso sinaliza riscos de geobloqueios ou necessidade de VPNs, impactando liquidez em apostas cripto.

Empresas devem priorizar compliance: KYC rigoroso, geo-fencing e lobbying. Investidores globais devem monitorar aprovações legislativas, pois NY influencia tendências nacionais. Plataformas descentralizadas podem migrar para blockchains permissionless, mas centralizadas como Kalshi enfrentam maiores hurdles regulatórios.


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Personagem cartoon político abrindo porta com USD1 gravado revelando cofre de stablecoins, simbolizando charter regulado para WLFI de Trump

WLFI de Trump Busca Charter para Stablecoin USD1 Regulamentada

A World Liberty Financial (WLFI), projeto intimamente ligado ao presidente Donald Trump e seu filho Eric, deu um passo ousado rumo à integração com o sistema financeiro tradicional dos EUA. A empresa, por meio de sua subsidiária World Liberty Trust Company, solicitou um charter nacional de trust ao Office of the Comptroller of the Currency (OCC). O objetivo é emitir a stablecoin USD1 de forma regulada, com custódia pela BitGo, e ganhar acesso direto às redes de pagamentos nacionais. Essa movimentação, anunciada em 8 de janeiro de 2026, sinaliza uma era de regulação pró-cripto sob a administração Trump, acelerando a adoção de ativos digitais em pagamentos cotidianos americanos.


Detalhes do Pedido de Charter Nacional

Zach Witkoff, proposto como presidente e chair da World Liberty Trust Company, descreveu o pedido como uma evolução pivotal do ecossistema WLFI. Ao contrário de um charter bancário completo, que impõe supervisão mais rígida para serviços ao consumidor, o national trust charter permite serviços de custódia bancária sob a alçada do OCC. Isso facilitaria a emissão e conversão da USD1, stablecoin lastreada em dólar, tornando-a mais acessível para usuários comuns.

O movimento posiciona a WLFI ao lado de gigantes como Ripple e Fidelity Digital Assets, reforçando parcerias estratégicas. Em um contexto geopolítico onde os EUA buscam liderança em finanças digitais, essa iniciativa poderia transformar a WLFI em ponte entre cripto e o sistema legacy, beneficiando especialmente pagamentos transfronteiriços e remessas.

Contexto Regulatório: OCC e Acesso ao Fed

O OCC já concedeu charters condicionais de national trust a várias firmas cripto no ano passado, permitindo gerenciamento de ativos digitais sem aprovações estado a estado. Essa tendência histórica é vista como vitória para o setor, apesar de críticas de bancos tradicionais preocupados com estabilidade financeira.

A WLFI almeja “skinny” master accounts no Federal Reserve, que dariam acesso limitado ao sistema de pagamentos do Fed — essencial para liquidez moderna. Recentemente, o Fed abriu consulta pública sobre esses contas, um sinal positivo em meio a tensões globais por soberania monetária. Para o Brasil e América Latina, isso pode inspirar modelos semelhantes, pressionando regulações locais a se adaptarem.

Parceria com BitGo e Crescimento da USD1

BitGo, detentora de charter similar, atua como custodiante da USD1 desde o lançamento. Mike Belshe, CEO da BitGo, celebrou o marco: a stablecoin ultrapassou US$ 3,3 bilhões em valor no primeiro ano, demonstrando tração rápida. Com o charter aprovado, a WLFI gerenciaria ativamente sua emissão, potencializando expansão.

Essa aliança não só valida a USD1 sob escrutínio regulatório, mas também mitiga riscos de custódia, um ponto sensível pós-FTX. No panorama global, stablecoins reguladas como a USD1 poderiam desafiar o domínio de Tether e USDC, especialmente em ecossistemas emergentes.

Reação do Mercado e Perspectivas Geopolíticas

O token nativo WLFI reagiu positivamente, subindo 10% para US$ 0,18 logo após o anúncio, com ganhos de 37% em 14 dias. Esse rally reflete otimismo com a narrativa Trump-pró-cripto, em contraste com era Biden mais cautelosa.

Geopoliticamente, uma USD1 regulada aceleraria a adoção cripto nos EUA, impactando rivais como China no yuan digital. Para investidores brasileiros, monitorar aprovações OCC é crucial, pois pode elevar liquidez global de stablecoins e abrir portas para integrações com exchanges locais.


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