Barreira hexagonal digital com 'PIX' rachado por fissura vermelha e partículas infiltrantes, alertando ataque hacker no Banco do Nordeste

Pix Suspenso: Banco do Nordeste Sob Ataque Hacker

O Banco do Nordeste sofreu um ataque hacker na segunda-feira (26 de janeiro de 2026), levando à suspensão temporária do Pix. A invasão ocorreu por uma vulnerabilidade explorada em um prestador de serviços ligado ao sistema de transações, mas o banco garante que não houve comprometimento de dados ou recursos dos clientes. A medida preventiva afeta milhões de usuários no Nordeste, região atendida prioritariamente pela instituição pública.


Detalhes do Incidente de Segurança

O ataque cibernético foi identificado na infraestrutura das transações Pix do Banco do Nordeste. Criminosos exploraram uma falha em um dos prestadores de serviços terceirizados, movimentando valores em uma conta bolsão exclusiva dessa empresa. Essas contas, usadas por fintechs menores, não acessam diretamente o Sistema Brasileiro de Pagamentos, limitando os riscos aos correntistas finais.

De acordo com o comunicado oficial, não foi detectado vazamento de dados nem prejuízo às contas dos clientes. A equipe técnica do banco ativou protocolos de segurança imediatamente e colabora com o Banco Central para investigar a extensão do incidente. Até o momento, não há indícios de tentativa de drenagem de fundos das contas do banco propriamente ditas, tampouco evidências de um ataque de negação de serviço (DDoS). O foco é restaurar o serviço de forma segura.

A suspensão do Pix é uma precaução para análise detalhada das causas e impactos, demonstrando a seriedade com que o banco trata a questão. Usuários foram orientados a acompanhar atualizações oficiais nos canais da instituição.

Impacto nos Clientes do Nordeste

O Banco do Nordeste, essencial para o desenvolvimento regional, atende prioritariamente estados como Ceará, Pernambuco e Bahia. A interrupção do Pix impede transferências instantâneas, pagamentos e recebimentos rápidos, afetando cotidianos como folha de pagamento, compras e serviços essenciais. Milhões de nordestinos dependem dessa agilidade, e a suspensão pode gerar transtornos em um momento de alta demanda por transações digitais.

Outros serviços, como saques e transferências TED/DOC, continuam operacionais, mas o Pix representa cerca de 80% das transações no país. Clientes devem optar por alternativas como aplicativos de outros bancos ou cartões, mas é recomendável verificar saldos e movimentações regularmente para evitar surpresas.

Embora os dados pessoais e financeiros estejam protegidos, o episódio reforça a necessidade de autenticação em dois fatores (2FA) e monitoramento constante de contas, práticas protetoras contra riscos cibernéticos.

Alerta para Vulnerabilidades no Sistema Financeiro

Este incidente expõe fragilidades na cadeia de fornecedores do sistema financeiro nacional. Ataques via terceiros, como prestadores de Pix, podem propagar riscos a instituições maiores. Recentemente, o setor viu aumentos em invasões cibernéticas, demandando maior escrutínio regulatório do Banco Central.

Para outros bancos, o caso serve de lição: invista em auditorias de parceiros e cibersegurança proativa. Usuários devem diversificar operações entre instituições e evitar concentrar fundos em um só lugar. O Banco do Nordeste promete retomada breve, mas enquanto isso, fique atento a comunicações falsas explorando o caos.

Monitore o site oficial do banco e o app para atualizações. Em caso de suspeita de irregularidades, contate imediatamente o suporte ou o Banco Central via Registrato.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Juiz cartoon batendo martelo sobre hacker algemado diante de fortaleza Pix rachada, simbolizando prisão mantida em hack de R$ 813 milhões no Banco Central

STJ Nega HC a Amigo de MC Kevin em Hack de R$ 813 Milhões no Pix do BC

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus a Luccas Dhuan Pombal, DJ conhecido como amigo próximo do falecido MC Kevin, acusado de integrar esquema que desviou R$ 813 milhões do Banco Central via falhas no sistema Pix. Preso na Argentina e transferido ao Brasil, ele responde por organização criminosa, furto qualificado e lavagem de dinheiro na Operação Magna Fraus, expondo vulnerabilidades críticas em infraestruturas financeiras nacionais.


Detalhes da Decisão Judicial e Prisão Internacional

O ministro Herman Benjamin, presidente do STJ, indeferiu liminarmente o pedido de liberdade da defesa, liderada pelo advogado Kakay, aplicando a Súmula 691 do STF. A prisão preventiva, decretada pelo TJSP em outubro de 2025, foi mantida por falta de análise de mérito no tribunal de origem. Luccas Dhuan, com mais de 350 mil seguidores, foi detido em Buenos Aires em 30 de outubro e chegou ao Brasil em 17 de dezembro, onde cumpre pena no CDP Belém 1, em São Paulo.

A defesa alegou ausência de violência ou grave ameaça, residência fixa e ocupação lícita como DJ e empresário, propondo monitoramento eletrônico. No entanto, o STJ não identificou ilegalidade flagrante, priorizando a instrução processual. Essa decisão reforça a gravidade do caso, considerado um dos maiores ataques cibernéticos à infraestrutura bancária brasileira.

O Esquema do Hack: Ataque à C&M Software e Lavagem via Cripto

O golpe envolveu invasão ao sistema da C&M Software, provedora de serviços para instituições do arranjo Pix do Banco Central. Criminosos se passaram por pessoas jurídicas, efetuando mais de 400 transferências fraudulentas e convertendo os valores em criptomoedas para dificultar rastreamento. Na Operação Magna Fraus, a PF, com apoio do MPSP e Tether, apreendeu R$ 5,5 milhões em cripto e bloqueou R$ 32 milhões em USDT.

Os investigados usaram contas de laranjas e técnicas avançadas de negociação para lavagem, movimentando milhões em Pix de liquidação. O prejuízo afetou múltiplas instituições financeiras, destacando falhas sistêmicas no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), mesmo com avanços em segurança pelo BC.

Perfil do Suspeito e Conexão com MC Kevin

Luccas Dhuan ganhou notoriedade em 2021 ao relatar à advogada Deolane Bezerra, esposa de MC Kevin, a morte do cantor após queda de hotel no Rio. Sua proximidade com o funkeiro contrasta com as acusações atuais, ilustrando como perfis públicos podem se envolver em crimes financeiros. A PF aponta participação em rede sofisticada de fraudes eletrônicas, com movimentações em Goiás e Pará.

Essa conexão celebrity amplifica o alerta: fraudes não discriminam status social, e vítimas colaterais, como recebedores de Pix roubados, podem responder criminalmente.

Lições de Segurança: Proteja-se de Vulnerabilidades Sistêmicas

Esse caso expõe riscos no Pix e exchanges: invasões centralizadas podem gerar ondas de fraudes. Para usuários brasileiros, priorize custódia própria em hardware wallets, evite contas de passagem e ative 2FA multifator. Monitore transações incomuns e rejeite Pix suspeitos – recebedores de valores ilícitos arriscam bloqueios judiciais. Exchanges devem reforçar KYC, mas a autoproteção é essencial contra colaterais de hacks massivos.

Vale monitorar atualizações da Operação Magna Fraus, que pode revelar mais ramificações e impulsionar reformas no Pix.


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PIX pode ter ajudado exchanges brasileiras

O PIX, a nova modalidade de pagamento no Brasil, completou 3 meses de operação no dia 16 de fevereiro de 2021. Esta tecnologia concorre diretamente com TED e DOC, porém não é limitada pelo horário comercial – as transferências podem ocorrer nas madrugadas, fins de semana e feriados.

De acordo com matéria do G1, 286 milhões de operações foram realizadas por meio do PIX em 2021. No mesmo período, as transferências através do TED somaram 53,2 milhões. Porém, resta saber se o PIX influenciou o volume de transações nas exchanges brasileiras.


Coleta dos dados

Várias fatores podem influenciar para que haja aumento de negociações em dias não úteis em uma exchange. No entanto, a grande novidade no processo de transferência de valores nos últimos meses foi o PIX.

Para que fosse possível mensurar o impacto do PIX nas negociações nos dias não úteis, foi criada a Fração Dia não Útil (FDNU). Esta fração é o resultado da soma dos volumes dos dias não úteis de determinado período, dividida pela soma total dos volumes do mesmo período (dia útil + dia não útil). Foram utilizados dois períodos: Pré PIX, de 16 de agosto a 15 de novembro de 2020; e o Pós PIX, de 16 de novembro de 2020 a 15 de fevereiro de 2021.

Os dados de apoio desta matéria foram obtidos nas publicações Volumes das exchanges de Janeiro a Dezembro de 2020, Volumes das exchanges de Janeiro de 2021 e “Volumes das exchanges de Fevereiro de 2021”. Esta última será divulgada na primeira semana de março. A compilação dessas informações gerou o arquivo abaixo:


Resultados

As exchanges com volume médio diário maior que 10 BTC que apresentaram crescimento da FDNU, ou seja, que aumentaram a quantidade de operações de compra e venda de Bitcoin nos dias não úteis, foram:

  1. PagCripto OTC: +125,28%, de 3,68% para 8,3%.
  2. BrasilBitcoin: +81,06%, de 10,48% para 18,97%.
  3. PagCripto: +78,66%, de 6,9% para 12,32%.
  4. MercadoBitcoin: +69,86%, de 12,41% para 21,09%.
  5. Foxbit: +65,81%, de 11,30% para 18,73%.
  6. BitCambio: + 48,5%, de 11,71% para 17,39%.
  7. Biscoint: + 41,18%, de 12,61% para 17,80%.
  8. BitcoinTrade: +40,56%, de 14,45% para 20,31%.
  9. Coinext: +40,2%, de 14,86% para 20,83%.
  10. Braziliex: +39,05%, de 12,04% para 16,75%.
  11. BitPreço: +31,23%, de 15,3% para 20,08%.
  12. BitcoinToYou: +27,45%, de 16,54% para 21,07%.
  13. NovaDAX: +24,76%, de 18,83% para 23,49%.
  14. Makes Exchange: +23,05%, de 3,85% para 4,74%.
  15. FTX: +21,25%, de 18,8% para 22,8%.
  16. Binance: +6,61%, de 19,85% para 21,16%.
  17. UpCâmbio: +3,12%, de 14,82% para 15,28%.
  18. BitRecife: +3,12%, de 14,67% para 15,13%.

Os dados coletados sugerem que, após a adoção do PIX, a participação do volume de compra e venda de Bitcoin em Reais nos dias não úteis aumentou 51,80%. Outros fatores podem ter contribuído, porém, no geral, não se pode negar a potencial influência do PIX nas operações fora do horário comercial.

Comparação da Fração Dia Não Útil do volume antes e depois da adoção do PIX.
Exchanges que mais negociam nos dias não úteis no cenário pós PIX, em ordem decrescente.
*FDNU: Fração Dia Não Útil do volume.

Antes do PIX, as exchanges operavam por dia útil em média R$ 65.417.183,73. Quando chegava o fim de semana, havia uma redução de 65% do volume negociado, levando o valor médio operado para R$ 22.818.244,42. Após o PIX esse impacto do dia não útil diminuiu. No dia útil o valor médio operado pelas exchanges passou a ser de R$ 233.404.850,89, e, chegando o fim de semana, passou a haver uma redução de apenas 41%, levando o valor médio negociado em dia não útil para R$ 137.606.150,42.

Esta condição peculiar pode fazer com que o país se torne um ambiente mais próspero para as criptomoedas, superando outros mercados internacionais. Depois dessa inovação do Banco Central, o investidor que opera no Brasil tem as ferramentas apropriadas para negociar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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