Balança desbalanceada com bloco Bitcoin rachado marcado '50%' afundando versus ouro e S&P subindo, simbolizando capitulação e pressão bearish no BTC

Capitulação no BTC? 50% do Supply em Perda Após Queda de 43%

Quase 48,7% do suprimento circulante de Bitcoin está em perda aos US$ 66.500, ecoando níveis vistos em fundos de ciclos passados como 2015, 2018 e 2022, conforme a análise on-chain. Após queda de 43% desde agosto — o pior desempenho relativo frente ao S&P 500 (+7%) e ouro (+51%) desde a era FTX —, o mercado questiona: é capitulação final ou apenas o início de uma correção técnica maior? Segundo o Cointrader Monitor, o BTC opera a R$ 353.709 (+6,95% em 24h), mas pressões persistem.


Supply em Perda Atinge 48,7%: Sinal Histórico de Fundos?

A história mostra que quando cerca de metade do suprimento de Bitcoin fica “no vermelho”, capitulações intensas ocorrem. Dados da CryptoQuant revelam 9,7 milhões de BTC abaixo do custo de aquisição após queda de 47% do ATH de US$ 126 mil em outubro de 2025. Índice Fear & Greed em 11 reflete pânico extremo, similar a novembro de 2022 (US$ 15.479) e dezembro de 2018 (US$ 3.122).

UTXOs em lucro despencaram de 99,89% para 56,4%. O mercado está ignorando que esses níveis precedem vendas forçadas de holders fracos, mas analistas como Crypto Rand alertam: as últimas três vezes marcaram o fundo exato. Cuidado: sobreviver ao bear exige paciência, não euforia prematura.

Pior Desempenho Relativo Desde a Queda da FTX

O Bitcoin registrou seu pior desempenho relativo desde o colapso da FTX em 2022. Desde agosto, BTC caiu 43% enquanto S&P 500 subiu 7% e ouro avançou 51% — com dólar a R$ 5,12 e ouro a R$ 26.493. Correlação com ações enfraqueceu drasticamente, rompendo padrão histórico de movimentos sincronizados em expansões econômicas.

Em ciclos passados, desvios assim rotacionam com mudanças macro, mas o mercado cripto subperformou ativos tradicionais em meio a juros altos. Santiment nota que tais divergências não duram para sempre, mas com funding rates negativos, rallies atuais servem de liquidez de saída para holders de curto prazo.

Outflows de ETFs e Whales: Pressão Dupla para US$ 53 Mil

Relatório da Bitfinex destaca outflows de US$ 2,6 bilhões em ETFs de Bitcoin neste ano, sinal de fadiga institucional. Exchange Whale Ratio em 64% — pico de 10 anos — indica vendas estratégicas de grandes holders, não pânico retail. Suporte crucial em US$ 53 mil (realized price) é testado em meio a macro incerto, com traders pagando prêmio por proteção downside em opções.

Apesar do rebound de 20% desde fevereiro, estrutura de mercado permanece de baixa sem inflows sustentados. O mercado ignora que ETF flows são o termômetro: sem reversão em 5-7 dias, rota para baixo prevalece.

O Que a História Ensina Sobre Essa Capitulação

Ciclos mostram que exuberância leva a correções profundas — 2018 e 2022 provam. Com 48,7% em perda e pressões de whales/ETFs, o suporte de US$ 53 mil vira linha vermelha. Investidores contrarian monitoram: rotação para BTC só com cortes de juros, mas por ora, proteção de capital é chave. Você está pronto para mais volatilidade?


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Balança brutalista com bloco vermelho '48.7%' pesado quase tombando, sinalizando alto suprimento de Bitcoin em perda próximo a fundo histórico

48,7% do Suprimento de Bitcoin em Perda: Sinal Histórico

Os dados on-chain indicam que 48,7% do suprimento circulante de Bitcoin está em perda com o preço próximo de US$ 66.500. Essa métrica, equivalente a cerca de 9,7 milhões de BTC abaixo do custo de aquisição, ecoa níveis observados nos fundos de ciclos anteriores em 2015, 2018 e 2022. O Bitcoin acumula queda de 47% desde o pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, elevando o escrutínio sobre um possível fundo de mercado.


Métrica On-Chain Revela Pressão de Vendedores

De acordo com análise da CryptoQuant, 48,7% dos Bitcoins em circulação negociam abaixo do preço médio de aquisição dos detentores. Essa proporção reflete um aumento significativo de posições em prejuízo, com o share de UTXOs em lucro caindo de 99,89% em outubro de 2025 para 56,4% atualmente. Os dados mostram que tais níveis historicamente coincidem com exaustão de vendedores fracos, quando a pressão de realização de perdas diminui após declínios rápidos.

No momento da apuração, o Bitcoin registra US$ 66.500, após apagar mais de US$ 1,2 trilhão de capitalização total do mercado cripto desde o topo do ciclo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 354.330 apresenta variação positiva de 6,87% nas últimas 24 horas, com volume de 301 BTC nas exchanges brasileiras.

Paralelos com Fundos de Ciclos Passados

Registros históricos apontam similaridades precisas. Em janeiro de 2015, o preço estava em US$ 152 quando metade do suprimento entrou em perda; em dezembro de 2018, US$ 3.122; e em novembro de 2022, US$ 15.479. Nestes casos, os níveis marcaram as mínimas cíclicas, seguidos de valorizações expressivas após a estabilização da oferta.

O Índice de Medo e Ganância em 11 reforça o sentimento de extremo medo, similar aos 11 de 2018 e 20 de 2022. Analistas como Crypto Rand destacam que as últimas três ocorrências de 50% em perda sinalizaram o fundo exato do mercado.

Nível Crítico: US$ 61.359 no Fechamento Mensal

Um teste adicional surge com o fechamento mensal de fevereiro. Historicamente, o Bitcoin nunca fechou um mês abaixo do maior fechamento mensal do ciclo anterior, fixado em US$ 61.359. Com o preço atual em torno de US$ 66.500 e dias restantes no mês, uma quebra desse suporte representaria a primeira ruptura de tendência em ciclos mensais.

Analistas como Mr. Anderson observam que tal evento seria inédito, potencialmente indicando extensão da correção. No entanto, o nível atuou como suporte em ocasiões passadas, frequentemente delineando zonas de acumulação por investidores experientes entre US$ 60.000 e US$ 42.000.

Indicadores a Monitorar

Outros dados complementares incluem o RSI semanal em segundo menor patamar histórico, sugerindo sobrevendido. A proximidade do suporte mensal e a métrica de supply em perda combinam para delinear um cenário de possível reversão, embora a volatilidade permaneça elevada. Investidores devem observar o fechamento de fevereiro e a evolução das posições em prejuízo para contextos adicionais.


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Vault digital bold rachado vazando cascata de partículas douradas e cyan em vórtice vermelho, simbolizando capitulação de baleias com perdas de US$22M em ETH e BTC

Baleias Capitulam: Perdas Milionárias em ETH e BTC

Os dados on-chain indicam sinais de capitulação entre grandes detentores de criptoativos. Uma baleia associada à Forward Industries depositou 8.200 ETH (US$ 14,9 milhões) na Coinbase após quase três anos de posse, registrando perda de US$ 10,8 milhões, conforme monitoramento do Onchain Lens. Movimentos semelhantes em WBTC, WEETH e o token PUMP sugerem que investidores institucionais e de alto volume estão aceitando prejuízos significativos em meio à volatilidade recente do mercado.


Depósito Massivo de ETH pela Forward Industries

Uma carteira ligada à Forward Industries, que inicialmente adquiriu 23.491 ETH de plataformas como Binance e Coinbase por US$ 76,26 milhões, manteve os ativos em staking por 2-3 anos. Recentemente, depositou 23.914 ETH (US$ 65,44 milhões) de volta em exchanges, culminando no envio de 8.200 ETH para a Coinbase. Isso resulta em uma perda realizada de aproximadamente US$ 10,82 milhões, com preço médio de aquisição superior ao atual de cerca de US$ 1.817 por ETH.

Os dados mostram que essa posição foi acumulada em um período de preços mais elevados, e o unrealized loss se materializou agora, possivelmente por necessidade de liquidez ou rebalanceamento de portfólio. O volume depositado representa uma fração significativa do suprimento em custódia da exchange.

Perdas em WBTC e WEETH Após Um Ano

Em transações recentes, o endereço 0xeAB…1a414 vendeu US$ 5,9 milhões em ativos, incluindo US$ 3.266 milhões em WBTC e US$ 2,63 milhões em WEETH. Para o WEETH, mantido por mais de um ano a um custo médio de US$ 3.022, a venda ocorreu a US$ 2.083, gerando prejuízo de US$ 1.188 milhões. Analistas on-chain como Ai_9684xtpa destacam que essas vendas ocorreram em 4 horas, sinalizando pressão vendedora urgente.

WBTC, atrelado ao Bitcoin, reflete dinâmicas semelhantes de desmonte de posições longas. A realização de perdas nesse patamar sugere que os detentores priorizaram saída em vez de esperar recuperação, alinhado a um contexto de médias móveis declinantes.

Venda Parcial no Token PUMP com Prejuízo Bilionário

Outra baleia de private sale do token PUMP, identificada como GpCfmw, investiu US$ 19 milhões em 4,75 bilhões de PUMP há 8 meses. Nos últimos 5 dias, vendeu 2,66 bilhões de tokens por US$ 5,16 milhões, mantendo ainda 2,09 bilhões (US$ 3,55 milhões). Isso resulta em perda total de cerca de US$ 10,3 milhões, monitorado pelo Lookonchain.

O movimento indica capitulação parcial, com mais da metade da posição liquidada em baixa, destacando riscos em investimentos de rodadas iniciais de altcoins voláteis.

Implicações On-Chain e Níveis a Monitorar

Esses eventos somam perdas superiores a US$ 22 milhões em poucas horas/dias, com depósitos concentrados na Coinbase. Os dados sugerem aumento no volume de realização de perdas, um indicador clássico de capitulação em análises técnicas. Níveis de suporte para ETH próximos a US$ 1.800 e BTC em torno de US$ 90.000 (convertido via WBTC) estão sob teste.

Traders devem observar o fluxo de saída de exchanges e métricas como MVRV Z-Score para ETH, atualmente em zona de subvalorização, mas com risco de mais pressão se o volume de vendas persistir. Não se trata de sinal direcional, mas de dados que apontam para possível esgotamento vendedora.


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Baleia digital colossal sugando tokens XRP dourados em oceano turbulento, simbolizando acumulação de whales apesar da queda de 9% no preço

XRP Cai 9%, Mas Baleias Acumulam 170 Milhões de Tokens

Os dados on-chain mostram que baleias acumularam 170 milhões de XRP durante uma queda de 9% no preço nesta semana, enquanto uma movimentação de US$ 127 milhões em XRP ocorreu entre carteiras desconhecidas com o ativo caindo 5% em 24 horas. Fluxos institucionais somam US$ 105 milhões no mês. Cotado a US$ 1,35 (R$ 6,99), o XRP opera abaixo da tendência descendente, gerando um sentimento misto no mercado.


Situação Atual do Preço e Acumulação On-Chain

Os números indicam que endereços detentores de 10 a 100 milhões de XRP adicionaram mais de 170 milhões de unidades às suas reservas na semana encerrada em 20 de fevereiro, conforme métricas da Santiment. Essa acumulação ocorreu paralelamente a uma desvalorização de 9% no preço, que testou níveis abaixo de US$ 1,32. O preço realizado do XRP permanece acima da cotação spot, posicionando a média dos investidores em prejuízo, um padrão histórico associado a potenciais pisos de preço segundo dados da Glassnode.

Adicionalmente, uma transação de 95,9 milhões de XRP (US$ 127 milhões) foi registrada entre carteiras desconhecidas, conforme alertado pelo Whale Alert. Sem confirmação da natureza (compra ou venda), o movimento coincide com queda de 5,36% nas últimas 24 horas, elevando especulações sobre reposicionamento de grandes participantes.

Fluxos Institucionais e Contexto de Mercado

No mês, entradas institucionais em produtos XRP totalizam US$ 105 milhões, superando aportes em Bitcoin e Ethereum, que registraram saídas líquidas, de acordo com relatório da CoinShares. Na semana recente, o incremento foi de US$ 3,5 milhões. Esses fluxos refletem estratégia de alocação em fases de baixa por investidores profissionais, potencialmente reduzindo oferta disponível e suportando estabilização.

O Bitcoin, cotado a R$ 330.621 com variação de -0,94% em 24 horas segundo o Cointrader Monitor, também pressiona altcoins como o XRP. Fatores macro, como tarifas globais anunciadas, contribuem para aversão a risco, ampliando volatilidade.

Níveis Técnicos a Observar

Tecnicamente, o XRP negocia abaixo da linha de tendência descendente iniciada no começo do mês, com resistência imediata nesse limite. Após perda do suporte em US$ 1,36, o próximo patamar é US$ 1,28, podendo estender a US$ 1,21 em cenários de pressão contínua. Uma recuperação acima de US$ 1,47 invalidaria a tese baixista, sinalizando reversão.

Os dados sugerem capitulação parcial com acumulação seletiva, caracterizando sentimento misto: varejo em prejuízo, enquanto instituições e baleias posicionam para médio prazo. Traders devem monitorar volume e esses níveis para decisões informadas.


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Personagem cartoon de Vitalik Buterin despejando saco de moedas ETH em cascata descendente sobre plataforma on-chain, ilustrando vendas que pressionam preço Ethereum

Vitalik Buterin Acelera Vendas de ETH: US$ 13 Milhões em 3 Dias

Os dados on-chain indicam que Vitalik Buterin trocou mais de 3.100 ETH por stablecoins via CoW Swap nos últimos dias, totalizando com transações anteriores cerca de 6.888 ETH vendidos em 72 horas, equivalente a mais de US$ 13 milhões. Essa aceleração nas vendas ocorre enquanto o ETH perde o suporte de US$ 1.900, negociado atualmente em torno de US$ 1.827 (-1,58% em 24 horas). Investidores monitoram se isso reflete financiamento ou sinal de cautela de curto prazo no ecossistema Ethereum.


Detalhes das Transações Recentes

De acordo com plataformas de análise como Arkham Intelligence e Lookonchain, carteiras associadas a Vitalik registraram swaps significativos. Na operação mais recente, foram 3.100 ETH convertidos em stablecoins, avaliados em aproximadamente US$ 6,1 milhões a preços vigentes. Combinadas com as 3.788 ETH reportadas em um período de três dias, o volume total excede US$ 13 milhões.

Essas movimentações utilizam protocolos descentralizados como CoW Swap, minimizando impacto imediato via agregação de ordens. Anteriormente, Buterin havia transferido mais de US$ 29 milhões em ETH, com pelo menos US$ 2,3 milhões direcionados a iniciativas da Ethereum Foundation. Seus holdings remanescentes somam mais de 224.000 ETH, avaliados em cerca de US$ 426 milhões (ou R$ 9.444 por ETH no mercado brasileiro).

Contexto Técnico do Preço do ETH

O Ethereum registra queda de 4% nas últimas 24 horas e acumula perda superior a 36% no último mês, com mínima recente em US$ 1.855. O preço atual de US$ 1.827 (bid) reflete uma máxima diária de US$ 1.869 e mínima de US$ 1.814, sinalizando consolidação em zona de baixa.

No gráfico semanal, o ETH perdeu 8%, pressionado por uma estrutura de baixa ampla no mercado cripto, com Bitcoin abaixo de US$ 65.000. A média móvel exponencial de 50 períodos (EMA50) atua como resistência em torno de US$ 1.950, enquanto o suporte imediato está em US$ 1.800. Volumes de negociação indicam redução de liquidez, ampliando volatilidade.

Níveis Críticos a Observar

Os dados sugerem teste do suporte em US$ 1.800; uma quebra pode levar a US$ 1.700, alinhado com a retração de Fibonacci de 61,8% do rally de novembro. Por outro lado, recuperação acima de US$ 1.900 invalidaria o viés de baixa imediato, mirando a EMA200 em US$ 2.100.

Apesar das vendas, os holdings de Buterin representam fração mínima de seu portfólio (3% do total estimado), sugerindo rotina de gestão de tesouraria. Traders devem monitorar fluxos on-chain e indicadores como RSI (atualmente em 35, zona de sobrevenda) para sinais de reversão. O mercado aguarda catalisadores como atualizações na roadmap Ethereum, recentemente discutidas por Buterin.


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Rede cristalina dourada do Bitcoin dissolvendo em fantasmas com 31% vazio e fluxos vermelhos saindo, simbolizando queda de usuários ativos e saídas de ETFs

Bitcoin Fantasma: Rede Perde 31% de Usuários Ativos em Crise

A rede Bitcoin registra queda de 31% nos endereços ativos em seis meses, caindo de 778 mil para 535 mil, enquanto os ETFs americanos acumulam saída de US$ 4,5 bilhões no ano. Esse descolamento entre transações estáveis e participação encolhida sinaliza fragilidade estrutural, agravada pelo pico nas buscas por ‘Bitcoin to zero’ após novas tarifas de Trump empurrarem o preço abaixo de US$ 65 mil. A história mostra que o mercado está ignorando esses alertas de esvaziamento.


Endereços Ativos: O Sinal de Desinteresse Real

Glassnode confirma: o número médio de oito dias de endereços ativos despencou 31% desde agosto de 2025, atingindo o menor patamar em cinco anos. CryptoQuant e Santiment reforçam, com queda de 42% em endereços únicos iniciando transações desde 2021 e 47% em novos endereços. Transações diárias se mantêm em torno de 440 mil, mas com menos participantes — indício de concentração em grandes players e instituições.

A história mostra que quedas prolongadas na atividade on-chain precedem correções severas, como em 2018 e 2022. O mercado parece ignorar isso, focando em narrativas superficiais de volume estável. Cuidado: essa ‘prosperidade fantasma’ mascara o encolhimento da base real de usuários, essencial para a saúde de longo prazo do Bitcoin.

ETFs Sangram e Atividade Migra para Off-Chain

Os ETFs de Bitcoin nos EUA registram saída líquida de US$ 4,5 bilhões em 2026, com cinco semanas consecutivas de outflows totais de US$ 3,8 bi. Isso transfere atividade para corretoras e derivativos, deixando a Layer 1 mais vazia. Taxas médias caem para US$ 0,24 por transação, com mempool quase ocioso — longe das disputas por espaço em ciclos passados.

Estávelcoins capturam o dia a dia, com suprimento próximo a US$ 300 bi, enquanto Bitcoin vira ativo macro institucional. O mercado está ignorando o risco: sem demanda orgânica on-chain, a rede depende excessivamente de subsídios de bloco, adiando o debate sobre sustentabilidade pós-halving.

Tarifas de Trump e Pânico no Varejo

Segundo o Bitcoinist, buscas por ‘Bitcoin to zero’ explodem no Google Trends após Trump elevar tarifas globais para 15%, derrubando o BTC a US$ 64,4 mil. Volumes spot caem 59%, interesse aberto em derivativos pela metade, com baleias enviando para exchanges. Análise técnica aponta suporte crítico em US$ 60 mil, com médias móveis sinalizando pressão de baixa.

Macro incertezas — CPI a 2,4%, Fed em 3,5-3,75% — amplificam aversão ao risco. O varejo sente o pânico, mas instituições ajustam off-chain. A história das crises asiáticas e dot-com ensina: choques externos aceleram saídas quando fundamentos já fragilizados.

Cenários e Lições Históricas

Três caminhos à frente:

  1. indiferença persiste, com atividade baixa e volatilidade macro;
  2. recuperação otimista com inflows em ETFs e endereços acima de 650 mil;
  3. institucionalização total, preço sobe mas on-chain segue fraco.

Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 326.664 (-4,83% em 24h), reforçando viés de baixa.

Como em bears passados, sobreviver exige cautela. O mercado ignora o esvaziamento da rede, mas ciclos mostram: exuberância excessiva cobra preço. Monitore endereços ativos e outflows — eles ditam o teste real de sobrevivência.


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Silhueta geométrica de baleia colossal atraindo prismas ETH em queda, simbolizando acumulação on-chain de 336 mil ETH por whale misteriosa

Baleia ‘7 siblings’ Acumula 2.179 ETH na Queda: Holdings em US$ 613 Milhões

Os dados on-chain mostram que um endereço associado à baleia conhecida como ‘7 siblings’ adquiriu 2.179,22 ETH nas últimas 8 horas, a um preço médio de US$ 1.852, totalizando US$ 4,03 milhões. Essa operação eleva os holdings públicos da entidade para 336.250,9 ETH, avaliados em aproximadamente US$ 613 milhões ao preço atual de US$ 1.824. Enquanto o varejo registra saídas, essa acumulação reflete uma estratégia de mãos de ferro em meio à volatilidade recente do Ethereum.


Detalhes da Transação On-Chain

A movimentação foi monitorada pelo analista de cadeia Ai_姨 e reportada em tempo real. O endereço 0x5fF…33c37, ligado à ‘7 siblings’ há 6 meses, executou as compras diretamente na blockchain. O preço médio de US$ 1.852 posiciona a operação ligeiramente acima da cotação spot atual de US$ 1.824 (bid), capturando um momento de recuo no ETH, que registra variação de -1,74% nas últimas 24 horas.

Essa não é uma compra isolada. Os dados indicam um padrão de acumulação sistemática, com a baleia utilizando mecanismos de alavancagem via protocolos como Spark para ampliar exposição ao ETH. Anteriormente, posições foram abertas a níveis como US$ 3.531 e US$ 2.370, empregando dollar-cost averaging (DCA) para reduzir o custo médio de aquisição.

Perfil e Estratégia da Baleia

A ‘7 siblings’ destaca-se por holdings institucionais de grande porte, com foco em ETH. Seus endereços públicos somam 336.250,9 unidades, representando cerca de 0,28% do suprimento circulante de Ethereum. A estratégia envolve hipotecar ETH para empréstimos em stablecoins, reinvestindo em mais ETH — um ciclo de alavancagem otimista com linha de liquidação estimada abaixo de US$ 1.100.

Os números revelam resiliência: apesar de flutuações, a entidade mantém posições longas mesmo em cenários de prejuízo flutuante. Isso contrasta com o comportamento médio do varejo, que tende a vender em quedas, conforme métricas de exchanges centralizadas mostram outflows de ETH nos últimos dias.

Contexto Técnico e Níveis Relevantes

No gráfico diário, o ETH testa suportes em torno de US$ 1.800, próximo à média móvel exponencial de 50 períodos (EMA-50). A acumulação pela baleia coincide com volume de negociação em queda, sugerindo consolidação. Resistências imediatas estão em US$ 1.900 e US$ 2.000, níveis onde ordens de venda institucionais foram observadas previamente.

Os dados on-chain não indicam capitulação generalizada. Baleias como ‘7 siblings’ atuam como provedoras de liquidez, com suas linhas de liquidação servindo como potenciais suportes dinâmicos. Traders devem monitorar o volume spot e o índice de medo/ganância, atualmente em zona neutra.

Implicações para o Mercado

A persistência de mãos de ferro em grandes players sinaliza confiança em valorizações de longo prazo para ETH, possivelmente ancorada em fundamentos como upgrades de rede e adoção DeFi. No entanto, a alavancagem eleva riscos sistêmicos em correções prolongadas. Investidores individuais podem observar esses fluxos para calibrar exposição, sem inferir direção única dos dados isolados.


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Silhuetas de baleias cibernéticas despejando fluxos de XRP e ETH em portal exchange neon, sinalizando alerta de vendas on-chain

Baleias de XRP e ETH Preparam Despejo em Exchanges?

Os dados on-chain indicam movimentações suspeitas de 31 milhões de XRP depositados na Binance por grandes detentores em 21 de fevereiro, equivalentes a cerca de US$ 45 milhões. Paralelamente, uma baleia vendeu 16.924 ETH por US$ 1.889 cada nos últimos 30 minutos monitorados, totalizando US$ 32 milhões. Esses fluxos sugerem potencial pressão vendedora em um mercado sem direção clara, com Bitcoin em consolidação.


Inflows de XRP na Binance por Baleias

Os dados da CryptoQuant, destacados pelo analista Darkfost, revelam um pico de inflows para a Binance em 21 de fevereiro. O volume total ultrapassou 31 milhões de XRP, com dominância de carteiras grandes: 14.236,825 XRP de detentores com saldos entre 100 mil e 1 milhão de tokens e 14.494,865 XRP de baleias com mais de 1 milhão de XRP. Carteiras menores (abaixo de 10 mil) contribuíram minimamente.

Essa concentração em cohorts de baleias eleva o risco de curto prazo, pois depósitos em exchanges de alta liquidez como a Binance frequentemente precedem vendas. No período analisado (15-23 de fevereiro), o XRP oscilou de máximas próximas a US$ 1,50 para mínimas em US$ 1,33, com recuperação parcial antes do inflow. Atualmente, o XRP cotado a R$ 7,06 testa suporte na média móvel exponencial de 200 semanas.

Venda Massiva de ETH por Whale 0xeadc

Monitoramento do Lookonchain flagrou a baleia 0xeadc executando uma venda de 16.924 ETH a um preço médio de US$ 1.889, movimentando US$ 31,97 milhões em apenas 30 minutos. Essa operação ocorre em um contexto de ETH negociado em torno de R$ 9.662, com variação negativa de -4,38% nas últimas 24 horas.

Transações desse porte por uma única entidade reforçam a volatilidade inerente aos altcoins. Historicamente, vendas concentradas de baleias impactam o preço de forma imediata, especialmente sem momentum altista no mercado mais amplo.

Contexto Técnico e Níveis Críticos

O Bitcoin permanece em range, limitando clareza direcional e pressionando altcoins como XRP e ETH. Para XRP, níveis de suporte incluem US$ 1,33 (recém-testado) e a EMA 200 semanal. Resistência em US$ 1,50 define o teto imediato. No ETH, o preço médio da venda (US$ 1.889) alinha-se à zona de baixa recente, com suporte em US$ 1.800 e resistência em US$ 2.000.

Os dados mostram aumento na oferta disponível para venda, mas inflows não confirmam execução. Traders devem monitorar volumes de saída da Binance e métricas de funding rates para avaliar a pressão real.

Implicações para Investidores Brasileiros

Em reais, esses fluxos representam risco imediato: potencial venda de US$ 45 milhões em XRP (cerca de R$ 252 milhões) e US$ 32 milhões em ETH (R$ 180 milhões). No cenário atual de baixa liquidez altista, tais eventos podem amplificar correções. Recomenda-se observar netflows de exchanges e padrões de distribuição de baleias para decisões informadas, sem pressa em posições apalancadas.


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Personagem cartoon de Vitalik girando válvula liberando fluxo ETH dourado para vórtice, simbolizando vendas e pressão no preço do Ethereum

Vitalik Vende 8.800 ETH em Fevereiro: Impacto no Preço

Vitalik Buterin, cofundador da Ethereum, acelerou as vendas de ether em fevereiro de 2026, liquidando mais de 8.800 ETH — equivalente a cerca de US$ 18,45 milhões. Os dados on-chain mostram que essas movimentações coincidem com uma queda de 22,7% no preço do ETH desde o início do mês, de US$ 2.360 para mínimas próximas de US$ 1.844. Parte do plano anunciado em janeiro para financiar o ecossistema, as vendas ocorrem em contexto de inflows recordes na Binance e redução na demanda por staking.


Detalhes das Vendas On-Chain

Os dados rastreados por analistas como Lookonchain revelam precisão nas movimentações de Vitalik. No início de fevereiro, ele negociou 6.958 ETH por US$ 14,78 milhões, período em que o ETH retraiu de US$ 2.360 para US$ 1.825. Nos dois últimos dias até 23 de fevereiro, foram 1.869 ETH adicionais, totalizando US$ 3,67 milhões, com o preço caindo de US$ 1.988 para US$ 1.875 — variação de -5,7%.

Essas vendas fazem parte da retirada de 3.500 ETH da plataforma Aave e integram o total superior a 8.000 ETH desde 2 de fevereiro. Apesar disso, Vitalik mantém 224.105 ETH em carteira, avaliados em aproximadamente US$ 429 milhões conforme Arkham Intelligence. Os tokens vendidos foram absorvidos por atores como Erik Voorhees, fundador da ShapeShift, e uma baleia ligada à Matrixport.

Contexto do Plano de Financiamento

Em 30 de janeiro, Vitalik anunciou a liquidação de 16.384 ETH para suportar desenvolvimento do ecossistema Ethereum, software open-source e iniciativas chave. Essa decisão surge enquanto a Ethereum Foundation adota uma fase de “austeridade moderada”. Os recursos visam projetos de longo prazo, com possibilidade de staking descentralizado para maximizar alocações futuras.

Os dados mostram que, até o momento, cerca de metade do montante planejado já foi executada em fevereiro. Essa transparência on-chain contrasta com a volatilidade do ETH, que permanece em downtrend desde o pico de US$ 4.900 em agosto de 2025, acumulando queda de quase 3% nas últimas 48 horas.

Inflows na Binance e Demanda por Staking

Paralelamente, os inflows de ETH para a Binance atingiram o maior nível desde novembro de 2025, com depósitos totais próximos de US$ 33,3 bilhões nos últimos 30 dias. Volumes elevados em exchanges frequentemente sinalizam maior atividade de trading ou preparação para vendas, embora possam refletir realocação estratégica em cenários voláteis.

Adicionalmente, observa-se queda na demanda por staking de Ethereum, elevando a oferta líquida circulante. Se o saldo de staking tornar-se negativo, isso pode amplificar pressão vendedora de curto prazo, especialmente com apetite reduzido por risco no mercado macroeconômico. Atualmente, o ETH cotado a US$ 1.865 (R$ 9.650) reflete -4,75% em 24 horas.

Níveis Técnicos Relevantes

Do ponto de vista técnico, o ETH testou suporte em US$ 1.844, o menor em 20 dias, rompendo tendência de alta de médio prazo. Indicadores como médias móveis de 50 e 200 dias sugerem viés de baixa enquanto o preço permanecer abaixo de US$ 1.988 (recent high). Resistências chave em US$ 2.000 e US$ 2.360 demandam recuperação sustentada para sinalizar reversão.

Os dados indicam que o impacto das vendas de Vitalik é amplificado por fluxos institucionais e staking, mas a absorção por compradores estratégicos mitiga parte da pressão. Traders devem monitorar inflows contínuos na Binance e saldo de staking para avaliar oferta líquida futura.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleias cartoon veteranas capitulando na beira de precipício digital, despejando energia dourada e cyan em vórtice vermelho, simbolizando venda em pânico de BTC abaixo de 65K

Baleias Veteranas Capitulam: BTC Cai Abaixo de US$ 65 Mil

O Bitcoin caiu 5% nas últimas 24 horas, atingindo US$ 64.700 no início da semana, impulsionado por vendas intensas de baleias. Dados on-chain da Glassnode e CryptoQuant indicam que grandes detentores dominam os inflows em exchanges, enquanto compradores recentes realizam perdas. Em paralelo, uma baleia que acumulou ETH há mais de 2 anos vendeu 3.313 unidades em pânico, reduzindo seu lucro de quase US$ 20 milhões para US$ 338 mil. Os números apontam para fragilidade no suporte de US$ 65.000.


Vendas de Baleias Aceleram Queda do Bitcoin

Os dados da Glassnode mostram que investidores de curto prazo realizaram perdas de US$ 1,24 bilhão por dia em 6 de fevereiro, valor que moderou para US$ 480 milhões por dia. Essa dinâmica de realized losses é típica de fases de formação de base, não de tendências de alta fortes.

Segundo a CryptoQuant, o “exchange whale ratio” subiu para 0,64, o maior desde 2015, indicando que dois terços dos Bitcoins enviados a exchanges vêm dos 10 maiores depósitos diários. O fluxo médio diário caiu para 23.000 BTC (7 dias suavizados), mas o tamanho médio dos depósitos atingiu 1,58 BTC, nível visto pela última vez em 2022. Isso reforça que baleias, não varejo, lideram a pressão vendedora.

Depósitos de altcoins em exchanges subiram para 49.000 diários em 2026, ante 40.000 no Q4 2025, coincidindo com maior volatilidade. Inflows líquidos de USDT encolheram para US$ 27 milhões, sinal de poder de compra reduzido.

Baleia de ETH com 2 Anos de Posição Capitula

Um endereço que acumulou 6.569 ETH entre setembro de 2023 e fevereiro de 2024, a um preço médio de US$ 1.792 (US$ 11,77 milhões), vendeu 3.313 ETH há 15 minutos em movimento de pânico. O lucro não realizado, que chegou a US$ 19,96 milhões em agosto passado, encolheu para US$ 338 mil.

Metade da posição permanece em staking, próxima à linha de custo. Os dados sugerem que mesmo holders de longo prazo estão sensíveis à correção atual, com o ETH cotado a cerca de R$ 9.883 (-3,44% em 24h).

Perdas da Baleia Matrixport Aumentam

Uma baleia ligada à Matrixport acumulou 115.000 ETH (~US$ 215 milhões) durante a queda recente, mas registra prejuízo flutuante de US$ 15,5 milhões. Essa posição reflete estratégia de média de custo em baixa, mas expõe riscos de alavancagem em ambiente volátil.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 343.456 (-2,73% em 24h), testando suporte em US$ 65.000 (equivalente a ~R$ 340.000). Níveis a observar incluem a média móvel de 100 semanas, rompida por seis semanas consecutivas.

Implicações para o Mercado

Os indicadores on-chain delineiam um mercado em digestão de capitulação, com demanda ainda fraca. O pivô em US$ 65.000 definirá se entramos em base prolongada ou recuperação. Altcoins sob pressão adicional e inflows de stablecoins contraídos sugerem apetite por risco reduzido. Investidores devem monitorar o whale ratio e realized losses para sinais de estabilização.


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Vitalik cartoon despejando ETH em urna de caridade, traders preocupados abaixo simbolizando vendas de baleia e pressão no preço Ethereum

Vitalik Buterin Vende US$ 15,5 Milhões em ETH em Fevereiro

Vitalik Buterin, co-fundador da Ethereum, vendeu 7.386 ETH desde 2 de fevereiro, totalizando US$ 15,5 milhões a uma média de US$ 2.100 por unidade. As transações recentes, como 428 ETH por GHO, ocorrem enquanto o ETH luta abaixo de US$ 2.000, com cotação atual em torno de US$ 1.974. Os dados on-chain indicam conversão para stablecoins como GHO para fins de caridade, mas o timing levanta questionamentos sobre pressão vendedora.


Volume e Composição das Vendas

Os dados de plataformas como OnchainLens mostram que Vitalik acumulou vendas de 7.386 ETH em três semanas, com a última transação de 428,57 ETH trocados por 850.178 GHO, equivalentes a cerca de US$ 850 mil. O endereço 0xfEB016D0D14AC0Fa6d69199608B0776d007203B2 registra essas movimentações consistentes desde o início do mês.

Em uma operação recente, ele retirou 3.500 ETH da Aave, vendendo inicialmente 571 ETH por US$ 1,13 milhão. A média de saída fica em US$ 2.100, superior ao preço atual de US$ 1.974 (cotação de 22/02/2026 às 06:42). Em reais, isso representa aproximadamente R$ 102 milhões, considerando ETH a R$ 10.245.

Esse volume equivale a 0,006% da capitalização de mercado da ETH (cerca de US$ 240 bilhões), estatisticamente irrelevante para o preço global, mas relevante para análise de sentimento.

Contexto Técnico e Histórico

O ETH opera em tendência de baixa desde o pico de US$ 5.000 em agosto de 2025, testando suportes em US$ 1.800 após recuo de mais de 50%. A média móvel de 50 dias em US$ 2.200 atua como resistência imediata, enquanto o RSI (14 períodos) indica sobrevenda em 28, sugerindo possível recuo técnico.

Vitalik justificou as vendas para financiar projetos de caridade via Kanro, com histórico similar em 2021 (SHIB para COVID) e 2023. Em 45% dos 16.384 ETH extraídos de staking em janeiro, ele já converteu para stablecoins, priorizando liquidez para doações em AI, privacidade e biotecnologia.

Diferente de mercados de alta passados, o contexto atual de baixa amplifica o impacto psicológico, com holders interpretando como sinal de topo ou redução de exposição ao risco.

Implicações para o Mercado

Apesar do volume pequeno, as vendas sistemáticas de Vitalik coincidem com ETH abaixo de US$ 2.000, região de suporte crítico. Indicadores como volume spot em queda (média diária US$ 200-400 bilhões) e funding rates negativos reforçam viés de baixa, mas não atribuem causalidade direta às transações dele.

Investidores devem monitorar níveis chave: suporte em US$ 1.800 (baixa de janeiro) e resistência em US$ 2.200 (MMA50). Dados on-chain mostram baleias reduzindo posições, mas inflows em ETFs ETH compensam parcialmente. A transparência das operações de Vitalik mitiga narrativas de pânico, focando em alocação estratégica.

Os números sugerem reequilíbrio de portfólio, não capitulação, alinhado a compromissos filantrópicos de longo prazo.


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Baleias cartoon contrastantes: uma expelindo Bitcoin sob pressão de venda recorde, outra acumulando Solana para staking, ilustrando Whale Ratio on-chain

Alerta Baleias: Pressão de Venda no BTC Atinge Pico de 11 Anos

Os dados on-chain revelam um contraste marcante no comportamento das baleias: o Whale Exchange Ratio do Bitcoin atingiu 0,64, o maior nível em 11 anos, indicando que depósitos de grandes detentores representam 64% dos inflows nas exchanges. Isso sugere elevada pressão de venda. Em paralelo, uma baleia dormente por 5 meses retirou 50.000 SOL (cerca de US$ 4,25 milhões) de Binance e Bybit para staking, sinalizando acúmulo na rede Solana. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.091, com variação de -0,26% em 24 horas.


O Que é o Whale Exchange Ratio?

O Whale Exchange Ratio, metricada pela CryptoQuant, mede a proporção de depósitos em exchanges realizados por baleias (endereços com mais de 1.000 BTC) em relação ao total de inflows. Um valor acima de 0,5 indica domínio dessas entidades nos fluxos de entrada, frequentemente associado a potencial pressão de venda, pois baleias tendem a liquidar posições em plataformas centralizadas.

Os dados mostram que esse indicador subiu para 0,64, nível não visto desde 2015. Paralelamente, o tamanho médio dos depósitos de BTC alcançou patamares de meados de 2022, durante o pico do último mercado de baixa. Isso reforça a influência de grandes investidores no suprimento disponível para negociação.

No contexto atual, com inflows totais de BTC nas exchanges caindo de 60.000 BTC no início de fevereiro para cerca de 23.000 BTC, a participação das baleias permanece elevada, sugerindo que o futuro do preço depende substancialmente desses participantes.

Pressão de Venda Elevada no Bitcoin

De acordo com o relatório da CryptoQuant de 20 de fevereiro de 2026, apesar da normalização dos inflows após o pico de capitulação inicial do mês, a atividade de baleias persiste. O preço do Bitcoin consolida abaixo de US$ 70.000, após mínima acima de US$ 61.000 no início de fevereiro, confirmando o início de uma fase de baixa.

Adicionalmente, saídas líquidas de stablecoins como USDT das exchanges caíram de US$ 616 milhões em novembro de 2025 para apenas US$ 27 milhões, ocasionalmente negativas. Isso aponta para redução no “pó seco” (marginal buying power), aumentando o risco de volatilidade descendente. O preço atual gira em torno de US$ 67.580, com ganho modesto de 1% nas últimas 24 horas.

Para investidores, vale monitorar níveis de suporte próximos a US$ 61.000 e resistência em US$ 70.000, onde decisões de baleias podem catalisar movimentos.

Acúmulo de Solana por Baleia Dormente

Em contraste com o Bitcoin, uma baleia inativa por 5 meses transferiu 50.000 SOL (aproximadamente US$ 4,25 milhões, ou R$ 22 milhões ao câmbio atual de R$ 441,40 por SOL) de Binance e Bybit para staking. Essa ação reduz a oferta circulante no curto prazo e pode gerar yields passivos.

Análises on-chain interpretam isso como parte de uma estratégia cíclica: acumulação em baixas, staking para rendimento e potencial unstake para venda em altas. Movimentos semelhantes ocorreram em ciclos passados, onde a baleia usou exchanges para liquidações oportunas. Essa rotação de capital destaca preferências por ativos de alto rendimento como Solana em meio à consolidação do BTC.

O comportamento sugere confiança de médio prazo na rede Solana, mas com risco de reversão se o mercado piorar.

Implicações e Níveis a Observar

O domínio das baleias no Bitcoin, combinado com distribuição de altcoins (depósitos médios subiram de 40.000 para 49.000 diários) e declínio em inflows de stablecoins, configura um cenário de risco para downside no mercado cripto. No entanto, o acúmulo em Solana indica rotação setorial possível.

Investidores devem acompanhar o Whale Exchange Ratio — quedas abaixo de 0,5 podem sinalizar alívio na pressão — e fluxos de stablecoins. No Bitcoin, observe a média móvel de 50 dias em torno de US$ 65.000 como suporte crítico. Dados on-chain continuam essenciais para navegar essa dinâmica.


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Estrutura brutalista com linha 80K acima de núcleo Bitcoin tensionado, fluxos vermelhos e gauge MVRV no vermelho sinalizando estresse em ETFs

Bitcoin abaixo do custo dos ETFs: MVRV acende alerta

Os dados on-chain revelam que o Bitcoin (BTC) está negociando abaixo do custo médio de aquisição dos ETFs de spot, estimado em US$ 80.000. O indicador MVRV (Market Value to Realized Value) para esses veículos caiu abaixo de 1, configurando um cenário de pressão crescente sobre investidores institucionais, conforme análise recente. Paralelamente, os ETFs registram cinco semanas consecutivas de saídas líquidas, totalizando US$ 3,8 bilhões (Cointelegraph). Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotava a R$ 354.541,58 às 18:54 de hoje, com alta de 0,88% em 24 horas. Esse setup técnico levanta questões sobre possível capitulação ou armadilha de baixa.


O Indicador MVRV e Seu Significado Técnico

O MVRV compara o valor de mercado do Bitcoin ao seu valor realizado, calculado como a média dos preços de aquisição dos detentores. Quando abaixo de 1, indica que o preço atual está inferior ao custo médio, gerando prejuízos não realizados generalizados. Para os ETFs de Bitcoin, esse patamar reflete estresse entre grandes players institucionais, que acumularam posições acima de US$ 80.000.

Historicamente, MVRV sustentado abaixo de 1 sinaliza condições de alta pressão vendedora, com tentativas de recuperação enfrentando resistência na região do custo realizado. Analistas observam que estabilização entre 0,8 e 0,9 pode preceder exaustão da venda, mas declínio adicional ampliaria saídas, conforme os dados da CryptoQuant. No atual ciclo, com BTC em US$ 68.000 (R$ 352.000 a R$ 5,18/US$), esse nível atua como barreira imediata.

Os números exatos mostram MVRV dos ETFs em queda, reforçando a dominância de perdas sobre ganhos no coorte institucional. Traders monitoram essa métrica para avaliação de capitulação.

Saídas Consecutivas dos ETFs de Spot

Desde o final de janeiro, os ETFs de Bitcoin nos EUA acumulam US$ 3,8 bilhões em saídas líquidas ao longo de cinco semanas, com a semana encerrada registrando US$ 315,9 milhões em resgates, segundo SoSoValue. A maior saída ocorreu na semana de 30 de janeiro, com US$ 1,49 bilhão saindo dos fundos.

Embora haja influxos pontuais — como US$ 88 milhões na sexta-feira —, os resgates superam, refletindo redução de risco institucional em meio a incertezas macro, como tensões geopolíticas e dados econômicos. Ativos líquidos totais nos ETFs somam US$ 85,31 bilhões, ou 6,3% da capitalização do BTC. Esse fluxo negativo pressiona o preço spot, alinhando-se ao MVRV deprimido.

Analistas apontam que, apesar dos US$ 54 bilhões em influxos acumulados desde o lançamento, o ritmo recente sugere cautela entre gestores de ativos.

Pressões Regulatórias e Níveis a Observar

O ambiente regulatório adiciona camadas de complexidade. Na Europa, autoridades holandesas ameaçam o mercado de previsões Polymarket com multa semanal de €420.000 por operação sem licença, classificando-o como jogo ilegal. Embora não diretamente ligado a ETFs, esse escrutínio reflete maior aversão a risco em ativos digitais.

No gráfico diário, suporte imediato em US$ 67.000 (próximo da mínima recente); resistência em US$ 80.000 (custo ETF). Médias móveis de 50 e 200 dias convergem em zona de US$ 75.000. Volume 24h indica baixa convicção compradora. Traders atentam para estabilização do MVRV e reversão de saídas para sinal de fundo.

Em resumo, os dados mostram pressão técnica e fundamental, mas sem viés direcional claro. Monitorar claims de desemprego nos EUA e índice de medo e ganância (atual em extremo medo) para próximos movimentos.


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Baleia cartoon emergindo com moedas BTC e investidor comprando no dip em oceano volátil, simbolizando acumulação por whales e Kiyosaki

Demanda On-Chain Positiva: Baleias e Kiyosaki Acumulando BTC

Enquanto o Bitcoin oscila próximo dos US$ 68 mil, as baleias realizaram lucros de US$ 208 milhões pela sétima vez desde 2024, um padrão que historicamente precede turbulências seguidas de fundos locais e reversões altistas. Ao mesmo tempo, a demanda on-chain virou positiva pela primeira vez em meses, com Robert Kiyosaki comprando mais um BTC perto de US$ 67 mil. Mãos fortes ignoram o medo do varejo e acumulam.


Padrão de Lucros das Baleias Sinaliza Reversão

O mercado de Bitcoin está construindo bases sólidas, mesmo em meio à volatilidade recente. De acordo com dados on-chain, as baleias — grandes detentores com carteiras acima de 1.000 BTC — registraram a sétima onda de realização de lucros acima de US$ 200 milhões nos últimos dois anos. Esse movimento, identificado pela métrica Realized Profit By Whales, costuma gerar turbulência temporária, com excesso de oferta criando desequilíbrios de liquidez.

Historicamente, após a absorção dessa oferta por compradores institucionais e holders de médio prazo, o preço estabiliza e frequentemente inicia uma valorização. Embora haja casos de topos locais, o analista MorenoDV destaca que tais vendas sinalizam convicção sobre exaustão de curto prazo, não o início de um ciclo baixista prolongado. Os fundamentos se fortalecem à medida que a rotação saudável ocorre, preparando o terreno para momentum altista.

Atualmente, com o BTC testando resistências em US$ 68.000, esses padrões sugerem que estamos próximos de um ponto de exaustão, especialmente se fluxos institucionais aumentarem.

Kiyosaki Compra o Dip e Reforça Tese de Escassez

Robert Kiyosaki, autor de Rich Dad Poor Dad, exemplifica a convicção das mãos fortes ao anunciar a compra de um BTC inteiro próximo a US$ 67.000, em pleno dip. Sua estratégia recorrente de acumular durante quedas ignora o pânico do varejo e foca no longo prazo. Kiyosaki cita dois motivos principais: a iminente ‘grande impressão’ de dólares pelo Fed devido à dívida dos EUA e o limite mágico de 21 milhões de bitcoins.

Para ele, uma vez minerado o último BTC, o ativo superará o ouro como reserva de valor. Essa visão alinha-se à narrativa macro de adoção global, onde a escassez fixa contrasta com a expansão monetária ilimitada das moedas fiduciárias. Investidores como Kiyosaki veem as correções atuais como oportunidades para posicionamento estratégico, reforçando a confiança no ecossistema Bitcoin.

Demanda On-Chain Positiva Após Meses de Fraqueza

Os dados confirmam o otimismo: a demanda aparente do Bitcoin flipou para positivo, registrando +1.200 BTC após quase três meses negativos, com fundo em -154.000 BTC em dezembro. Essa métrica mede se holders de longo prazo estão absorvendo a nova oferta minerada. Com a pressão vendedora arrefecendo, a acumulação estrutural reemerge, pavimentando o caminho para estabilidade de preços.

Analistas como CryptosRus observam que leituras positivas precedem fases de mercado mais fortes. Embora um único dado não confirme tendência, o contexto — combinado com lucros de baleias e compras de nomes como Kiyosaki — sugere rotação saudável. No ciclo atual pós-halving, esses sinais indicam que o mercado está se preparando para o próximo estágio de adoção institucional.

Perspectiva de Longo Prazo e Cotação Atual

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 354.748 neste sábado (21/02), com alta de 1,01% nas últimas 24 horas e volume de 117 BTC. Essa resiliência em reais reflete a maturidade do mercado brasileiro.

Para investidores de longo prazo, a mensagem é clara: volatilidade de curto prazo não altera a tendência de adoção. Baleias e visionários como Kiyosaki estão comprando. O varejo pode hesitar, mas os fundamentos — escassez, halvings e fluxos institucionais — constroem o futuro. Vale monitorar a rotação de capital nos próximos dias.


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Rede isométrica on-chain com nó whale dourado enviando BTC para hub exchange, convertendo 60% em USDT para 7 carteiras novas, sinalizando venda estratégica

BTC ‘OG’ Vende 60% de 11.318 BTC na Binance: US$ 464 Milhões para Novas Carteiras

Investigações on-chain revelam que um suposto ‘BTC OG 内幕巨鲸’, entidade dos primórdios do Bitcoin, depositou 11.318 BTC (cerca de US$ 760 milhões) na Binance e vendeu aproximadamente 60% desse montante. Sete novas carteiras retiraram US$ 464,48 milhões em USDT da exchange, enquanto US$ 296 milhões em BTC permanecem lá. O movimento levanta suspeitas sobre saída de um ‘OG’ do mercado em meio a um possível topo do BTC.


O Rastreamento On-Chain dos Movimentos

De acordo com monitoramento da Onchain Lens, o ‘BTC OG 内幕巨鲸’ – termo que sugere um grande holder com conexões internas da era inicial do Bitcoin – transferiu os 11.318 BTC para a Binance recentemente. O valor total depositado equivalia a US$ 760,61 milhões no momento da operação. Após o depósito, evidências indicam que cerca de 60% foram convertidos em stablecoins.

As sete carteiras recém-criadas efetuaram retiradas totais de US$ 464,48 milhões em USDT. Cálculos baseados na cotação atual do Bitcoin em torno de US$ 68.147 confirmam que isso representa a venda de aproximadamente 6.816 BTC. Os 4.502 BTC restantes, avaliados em US$ 296 milhões, ainda estão na custódia da exchange, sugerindo que a operação pode não ter terminado.

No mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está cotado a R$ 353.535,38, com variação de -0,6% nas últimas 24 horas. Isso torna o pacote original equivalente a cerca de R$ 4 bilhões.

Perfil e Histórico Suspeito do ‘Gigante’

O apelido ‘BTC OG 内幕巨鲸’ implica um investidor antigo com possível acesso privilegiado a informações. Análises complementares apontam para um histórico de operações de alto risco: depósitos massivos de ETH em protocolos DeFi como Aave para empréstimos em USDC/USDT, que eram então direcionados a exchanges. Essa tática sugere looping de leverage, onde fundos emprestados financiam posições maiores, ampliando ganhos – ou perdas – em mercados de alta.

Recentemente, retiradas de USDT foram usadas para quitar dívidas em Aave, indicando gerenciamento de risco em meio à volatilidade. Não há explicação oficial para o porquê de concentrar tanto volume na Binance agora, o que levanta questões sobre timing e intenções.

Red Flags e Implicações para o Mercado

Evidências apontam para uma estratégia além de simples venda: o depósito de BTC pode servir como colateral para liquidez, não necessariamente liquidação total. No entanto, a retirada maciça para carteiras frias novas sugere diversificação ou proteção contra riscos na custódia de exchanges. Em um mercado onde baleias ditam tendências, isso pode sinalizar desconfiança ou realização de lucros no topo.

Para investidores, o risco é de pressão vendedora adicional se o restante for liquidado. Monitorar esses endereços é essencial, pois movimentos de US$ 464 milhões podem influenciar preços globais.

Como se Proteger e Monitorar

Invista em ferramentas on-chain como Arkham ou Nansen para rastrear baleias. Diversifique custódia: use Binance para trading, mas priorize carteiras próprias para holdings longos. Evite FOMO em picos e verifique históricos de endereços antes de seguir ‘sinais’ de baleias.

Essas operações complexas reforçam: no cripto, transparência on-chain é aliada, mas exige análise criteriosa para evitar armadilhas.


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Balança abstrata desequilibrada com formas baleia vermelhas e núcleo dourado pulsante, representando Sharpe Ratio baixo como zona de compra histórica do Bitcoin

Bitcoin em Zona de Compra Histórica pelo Sharpe Ratio

Os dados mostram que o Sharpe Ratio de curto prazo do Bitcoin atingiu -38,38, um nível historicamente baixo que precedeu grandes oportunidades de compra em 2015, 2019 e 2022, conforme análise da CryptoQuant. No entanto, uma divergência perigosa emerge: enquanto carteiras pequenas (varejo) aumentam posições em 2,5%, baleias e grandes investidores reduzem posições em 0,8%, segundo Santiment, limitando o potencial de recuperação sustentável.


O Que Revela o Sharpe Ratio

O Sharpe Ratio mede o retorno ajustado ao risco, calculando o excesso de rendimento sobre a volatilidade. Valores negativos indicam perdas relativas à oscilação de preços. No caso do Bitcoin, o indicador de curto prazo despencou para -38,38, um patamar extremo visto apenas quatro vezes na história do ativo.

Esse nível reflete alto estresse de mercado, com capitulação de traders e volumes baixos. Historicamente, tais extremos sinalizam exaustão vendedora, preparando o terreno para recuperações violentas. Os dados da CryptoQuant destacam que, após mínimas semelhantes, o Bitcoin registrou altas multimensais, apagando perdas significativas.

Atualmente, com o BTC negociado próximo de US$ 68.000, o indicador sugere uma zona de compra estatística, mas exige cautela devido a fatores macroeconômicos.

Ocorrências Históricas

As instâncias passadas do Sharpe Ratio em território similar ocorreram em momentos críticos: próximo de US$ 287 em 2015, US$ 4.100 em 2019 e US$ 15.000 no final de 2022. Cada episódio foi marcado por sentimento pessimista extremo e volatilidade elevada.

Após esses lows, o mercado viu influxo de capital, com valorizações que superaram os declínios prévios. Em 2015, seguiu-se uma alta anual; em 2019, recuperação pós-halving; e em 2022, alta rumo à máxima de 2025. Os padrões indicam que a pressão vendedora se esgota nesses pontos, mas o contexto atual inclui queda de 50% desde a máxima de US$ 126.200 em outubro de 2025.

Esses precedentes metodológicos reforçam a relevância do sinal, embora não garantam repetição exata.

Divergência On-Chain: Varejo vs. Baleias

Dados da Santiment revelam uma cisão estrutural desde o ATH de outubro de 2025. Carteiras com menos de 0,1 BTC — representando o varejo — elevaram sua participação na oferta em 2,5%, atingindo o pico desde meados de 2024. Esse acúmulo fornece suporte de base e momentum de curto prazo.

Em contraste, holders de 10 a 10.000 BTC (baleias e tubarões) diminuíram posições em 0,8%. Essa redução cria resistência superior, promovendo oscilações sem tendência clara. Para um rebound duradouro, os grandes players precisam pausar a distribuição ou inverter para acumulação, evitando que cada alta seja vendida em níveis elevados.

A dinâmica reflete um clássico fluxo de fundos: varejo sustenta o piso, mas baleias ditam a direção.

Cotação Atual e Níveis Críticos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 353.646,80, com variação de -0,59% nas últimas 24 horas e volume de 244 BTC. Em dólares, opera em torno de US$ 68.187 (Dólar a R$ 5,18).

Níveis a observar incluem suportes em US$ 65.700 (recuperação parcial da queda recente) e resistências próximas de US$ 69.000. Volumes e decisões das baleias serão decisivos para confirmar o sinal do Sharpe Ratio.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Baleia cartoon colossal emergindo de oceano turbulento com rede de BTC dourados, ignorando ondas vermelhas de queda e simbolizando acumulação institucional

Baleias Acumulam US$ 2 Bilhões em Bitcoin Ignorando Queda para US$ 67 Mil

Os dados on-chain mostram que baleias acumularam mais de 30.000 BTC na última semana, equivalendo a cerca de US$ 2 bilhões ao preço médio de US$ 67.000. Apesar da queda recente do Bitcoin para essa zona de suporte, grandes holders demonstram convicção compradora. Paralelamente, a BlackRock transferiu US$ 270 milhões em BTC e ETH para a Coinbase Prime, em meio a resgates nos ETFs. Esse contraste entre pânico no varejo e ação da mão forte levanta questões sobre o próximo movimento de preço.


Acumulação Massiva por Baleias

De acordo com análise on-chain divulgada pelo analista Ali Martinez e reportada em múltiplas fontes, baleias — endereços com pelo menos 1.000 BTC — adicionaram mais de 30.000 unidades às suas carteiras nos últimos sete dias. Ao preço médio de negociação de aproximadamente US$ 67.000, essa atividade representa um volume de aquisição superior a US$ 2 bilhões.

Os dados, extraídos de plataformas como Glassnode ou similares, indicam que essa acumulação ocorreu precisamente durante a queda atual, com o Bitcoin testando o suporte em torno de US$ 67.000. Historicamente, compras agressivas por grandes holders em níveis de baixa têm precedido estabilizações ou reversões, embora não haja garantia de repetição. A intensidade da acumulação semanal sugere posicionamento para um possível reset de liquidez.

No curto prazo, o volume de transações de baleias contrasta com o varejo, que registra maior aversão ao risco abaixo dos US$ 70.000. Métricas como o Net Unrealized Profit/Loss (NUPL) podem estar sinalizando um ponto de capitulação para holders menores.

Movimentações Institucionais da BlackRock

A gestora BlackRock, maior emissora de ETFs de Bitcoin nos EUA, depositou 2.563 BTC (US$ 173 milhões) e 49.852 ETH (US$ 97 milhões) na Coinbase Prime na sexta-feira, 20 de fevereiro. Essa transferência ocorre em contexto de saídas significativas: o ETF IBIT registrou saídas líquidas de US$ 368 milhões nos últimos três dias, contribuindo para os US$ 404 milhões totais dos 11 ETFs de Bitcoin americanos.

O fundo ETHA perdeu US$ 104 milhões no mesmo período. Tais movimentações são rotineiras para criação e resgate de shares de ETF, ajustando o suprimento conforme demanda institucional. Não necessariamente indicam venda no mercado aberto, mas refletem realocação de ativos custodiais. Plataformas como Arkham Intelligence rastreiam essas transações em tempo real, transparentizando fluxos de grandes players.

Esses depósitos reforçam o papel das instituições na liquidez do Bitcoin, mesmo em fases de retração semanal.

Contexto Técnico e Cotação Atual

O Bitcoin negocia atualmente em torno de US$ 67.746, com alta de 1,14% nas últimas 24 horas. Em reais, segundo o Cointrader Monitor, o preço médio ponderado é de R$ 351.574,36, com variação positiva de 0,83% no dia e volume de 261,82 BTC.

Técnicamente, US$ 67.000 atua como suporte chave, próximo à média móvel de 50 dias. Resistências imediatas estão em US$ 68.000 e US$ 70.000. Indicadores como RSI (14) em zona neutra (~45) sugerem ausência de sobrevendido extremo, alinhando-se à acumulação observada.

O dólar está cotado a R$ 5,1765, influenciando a paridade BTC/BRL.

Implicações para o Mercado

A divergência entre acumulação de baleias e outflows de ETFs ilustra a dinâmica bipolar do mercado: mão forte aproveitando dips, enquanto fluxos spot refletem ajustes institucionais. Dados on-chain priorizam a oferta em cold wallets, onde 30.000 BTC a menos em circulação reforçam pressão de alta potencial.

Investidores devem monitorar níveis de US$ 67.000 (suporte) e US$ 68.000 (resistência), além de inflows semanais em ETFs. A continuidade da acumulação por baleias pode estabilizar o preço, preparando terreno para o próximo ciclo de liquidez.


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Balança brutalista inclinada com lado vermelho pesado e '36' gravado, simbolizando 36 dias de pressão de venda nos EUA sobre Bitcoin

Sinal de Alerta: EUA Vendem Bitcoin há 36 Dias Seguidos

Os dados mostram que o Coinbase Bitcoin Premium Index registra 36 dias consecutivos de prêmio negativo, o mais longo desde maio de 2023, superando até o período do “crash de novembro”. Atualmente em -0,0467%, o indicador reflete pressão sustentada de venda por investidores americanos, com o preço do Bitcoin na exchange abaixo da média global. Em 2026, apenas dois dias foram positivos, sinalizando aversão ao risco nos EUA.


O Que Revela o Premium Index Negativo

O Coinbase Bitcoin Premium Index compara o preço spot do Bitcoin na Coinbase, principal plataforma nos Estados Unidos, com a média global calculada por um índice composto de múltiplas exchanges internacionais. Quando negativo, indica que o BTC é negociado a um desconto na Coinbase, sugerindo maior volume de vendas do que compras por parte de investidores americanos.

Essa métrica é particularmente útil para mapear o sentimento regional. Nos últimos 36 dias, o índice permaneceu consistentemente abaixo de zero, com o valor atual de -0,0467% confirmando a tendência. Os dados da Coinglass, que monitoram esse indicador em tempo real, apontam para uma dinâmica de outflow de fundos e redução no apetite por risco no mercado americano.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 355.677 no mercado brasileiro, com variação de +1,23% nas últimas 24 horas e volume de 247 BTC. Essa resiliência local contrasta com o pessimismo nos EUA.

Contexto Histórico e Recorde

O recorde anterior de dias negativos consecutivos ocorreu em maio de 2023, durante um período de correção de mercado. Agora, os 36 dias superam até o “crash de novembro”, um evento de alta volatilidade. Em todo o ano de 2026 até o momento, o índice esteve positivo em apenas dois dias, reforçando um viés de baixa no sentimento americano.

Esse padrão sugere que, enquanto os EUA exercem pressão vendedora, outros mercados — como Ásia e Europa — podem estar acumulando, equilibrando o preço global. Historicamente, desvios prolongados no premium index precedem ajustes no preço do Bitcoin, seja por convergência ou ampliação da tendência.

Implicações e Níveis a Monitorar

Um prêmio negativo sustentado pode indicar rotação de capitais para fora dos EUA, possivelmente devido a fatores macroeconômicos como expectativas de política monetária mais restritiva ou incertezas regulatórias. No entanto, os dados não implicam direção única para o preço global do BTC, que continua influenciado por múltiplos fluxos.

Traders devem observar níveis técnicos próximos: suporte em torno de US$ 95.000 e resistência em US$ 102.000, com base em médias móveis de 50 e 200 dias. Uma reversão para positivo no premium index poderia sinalizar melhora no apetite americano, enquanto persistência negativa reforça cautela.

Além disso, monitore volumes na Coinbase versus exchanges globais. Qualquer aumento na discrepância pode amplificar volatilidade. No Brasil, o mercado local mostra estabilidade, com BTC acima de R$ 355.000, mas alinhado às dinâmicas globais.


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Monolito dourado rachado à beira de precipício digital com '20K' no abismo, alertando risco de queda do Bitcoin

Bitcoin em Alerta: Risco de Queda para US$ 20 Mil

Bitcoin a US$ 20 mil? O cenário de pesadelo está ganhando força entre analistas. Peter Schiff alerta que, se o suporte de US$ 50 mil for rompido, o preço pode despencar 84% do ATH atual, impulsionado por tensões geopolíticas como os temores de conflito EUA-Irã. Paralelamente, métricas on-chain negativas indicam entrada em um mercado de baixa prolongado, com rotação de capital enfraquecida. É importante considerar esses riscos para proteger o capital.


Métricas on-chain revelam fraqueza estrutural

A Razão de Lucro/Prejuízo Realizado do Bitcoin comprimiu-se para a faixa entre 1 e 2, sinalizando transição para fases de maior estresse. Historicamente, níveis próximos a 1 indicam predominância de perdas realizadas, com redução no apetite por lucros e pouca rotação de liquidez. Sem uma alta sustentada acima de 2, a fraqueza persiste.

Além disso, a rede mostra desaceleração: 42% menos endereços ativos e 47% menos novos endereços em comparação a cinco anos atrás. Isso reflete menor crescimento orgânico, apesar da resiliência recente do preço em torno de US$ 66.700. Atenção para esses sinais — eles sugerem que o otimismo pode estar fragilizado.

Previsão Catastrófica de Peter Schiff

O economista Peter Schiff, crítico ferrenho do Bitcoin, intensificou seus alertas. Em postagem recente, ele previu que uma quebra abaixo de US$ 50 mil levaria o ativo a testar US$ 20 mil, citando o alto hype, alavancagem e participação institucional. O risco aqui é amplificado pelas tensões geopolíticas, como preparativos militares dos EUA contra o Irã, que elevam a aversão ao risco global.

Schiff compara com quedas históricas, mas destaca que o contexto atual — com maior capitalização de mercado — torna o impacto potencialmente mais devastador. Investidores de curto prazo já vendem com prejuízo, conforme o SOPR abaixo de 1, reforçando capitulação entre as “mãos fracas”.

Indicadores Técnicos e Suportes Críticos

O Bitcoin negocia próximo ao suporte de US$ 66.550, mas a tendência de baixa iniciada em janeiro pressiona. Perda desse nível pode levar a US$ 60 mil ou até US$ 52.775. O Preço Realizado em US$ 54.920 atua como barreira psicológica — quebras abaixo dele historicamente marcam mercados urso prolongados.

As Bandas de Bollinger estão apertadas, indicando movimento explosivo iminente, mas com viés de baixa dado o contexto. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 349.138 (variação +0,3% em 24h), mas a volatilidade pode acelerar quedas em reais também.

O Que Observar para Proteger Seu Capital

É essencial monitorar o suporte de US$ 66.550 e resistência em US$ 71.693. Um rompimento para cima poderia aliviar pressões, mas o risco de baixa domina. Pergunte-se: sua posição está dimensionada para uma correção de 20-50%? Considere diversificação, stops e liquidez em stablecoins para evitar surpresas.

Histórico mostra que ignorar métricas on-chain e alertas como os de Schiff custou caro em ciclos passados. Priorize preservação sobre ganhos rápidos — o mercado cripto não perdoa mãos fracas.


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Personagens cartoon de BlackRock e Coinbase transferindo baú com esferas BTC e ETH luminosas, simbolizando movimentação on-chain de US$115M

BlackRock Transfere US$ 115M em BTC e ETH para Coinbase

Os dados on-chain indicam que a BlackRock depositou 1.270 BTC (US$ 84,92 milhões) e 15.409 ETH (US$ 30,22 milhões) na Coinbase, totalizando US$ 115 milhões em movimentações recentes, conforme monitoramento do Onchain Lens. A operação, registrada em 19 de fevereiro de 2026, pode sinalizar aportes adicionais, segundo fontes. O Cointrader Monitor informa que o Bitcoin cotava a R$ 349.448,85 às 18:41, com variação de +0,27% em 24 horas. Tais transferências de grandes gestoras impactam a percepção de liquidez no mercado.


Detalhes da Transação On-Chain

Os registros mostram uma transferência precisa: 1.270 BTC avaliados em aproximadamente US$ 84,92 milhões e 15.409 ETH por US$ 30,22 milhões, conforme relato da Odaily. Esses valores refletem cotações próximas a US$ 66.900 por BTC e US$ 1.960 por ETH no momento da operação. Em reais, equivalem a cerca de R$ 443 milhões em BTC e R$ 156 milhões em ETH, com base em cotações recentes de R$ 349.449 (BTC-BRL) e R$ 10.162 (ETH-BRL).

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, utiliza a Coinbase Prime para custódia institucional. Movimentações como essa não indicam necessariamente vendas imediatas, mas ajustes em reservas para ETFs ou negociações OTC. Os dados do Onchain Lens destacam o padrão de transferências em lotes, minimizando impacto no preço spot.

Contexto de Movimentos Institucionais

Esta não é a primeira ação da BlackRock no ecossistema cripto. O fundo iShares Bitcoin Trust (IBIT) acumulou bilhões em BTC desde o lançamento. Transferências para exchanges como a Coinbase frequentemente precedem criações de unidades de ETF ou rebalanceamentos de tesouraria. Em operações recentes, como em junho de 2025, observou-se extrações simultâneas de ETH, sugerindo gerenciamento ativo de portfólio.

Os volumes são significativos: 1.270 BTC representam 0,006% do suprimento circulante de Bitcoin (19,7 milhões), mas para o mercado brasileiro, equivalem a um volume relevante. O volume 24h de BTC nas exchanges locais foi de 290 BTC, per CTM API, destacando a escala institucional global versus local.

Implicações para o Mercado Cripto

Mercados reagem a fluxos institucionais. Após o anúncio, BTC oscilou entre US$ 65.681 e US$ 67.314 nas últimas horas, com fechamento em US$ 67.011 (+0,80%). ETH registrou -0,32%, cotado a US$ 1.949. Em BRL, BTC em R$ 349.448 e ETH em R$ 10.162 acompanham a tendência global, influenciada por fatores macro como dados de emprego nos EUA.

Tais depósitos podem preparar liquidez para staking em ETH ou expansões de ETFs. No entanto, sem confirmação oficial, traders monitoram endereços da BlackRock para sinais de saída. A ausência de dumps imediatos reforça a tese de custódia estratégica, não realização de lucros.

Níveis Técnicos a Observar

Para BTC, suporte imediato em US$ 65.600 (média móvel 50 períodos) e resistência em US$ 67.500. ETH testa suporte em US$ 1.900, com potencial recuo a US$ 1.850 se volumes declinarem. Indicadores como RSI (BTC: 55, neutro) sugerem consolidação. Investidores devem acompanhar fluxos on-chain via ferramentas como Onchain Lens para atualizações.

No agregado, os dados mostram continuidade de adoção institucional, com BlackRock como referência. Volumes de 24h em BTC-BRL indicam liquidez estável no Brasil.


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