Baleias míticas ancestrais emergindo de abismo digital com auras douradas de BTC, simbolizando whales de 2010 transferindo milhões

Baleias de 2010 Acordam: Movem US$ 181 Mi + US$ 119 Mi da Binance

Baleias de 2010 acordam após silêncio de um ano: uma mega whale mineradora movimentou 2.000 BTC dormentes, avaliados em US$ 181 milhões, para endereços ligados à Coinbase. Em paralelo, outra baleia retirou 1.320 BTC (US$ 119,6 milhões) da Binance para carteira privada, conforme dados do Lookonchain. Dump iminente ou sinal de HODL de longo prazo? Os dados on-chain sugerem acumulação estratégica em meio à volatilidade atual do Bitcoin, negociado acima de US$ 90.000.


Movimento da Whale de 2010: Detalhes On-Chain

Os 2.000 BTC foram extraídos de 40 endereços P2PK (Pay-to-Public-Key), cada um com 50 BTC das recompensas de blocos minerados em 2010, o alvorecer do Bitcoin. Inativos desde novembro de 2024, esses fundos foram consolidados em um endereço P2SH e direcionados para carteiras associadas à Coinbase. O deslocamento ocorreu no bloco 931.668, detectado por ferramentas como btcparser.com.

Essa entidade, rastreada desde 2020, demonstra padrão consistente de transferências metódicas, independentemente das oscilações de preço. Poderia ter vendido no pico de US$ 126.000 por BTC em outubro passado, mas optou pelo momento atual, com BTC em torno de US$ 90.500. Tal indiferença reforça tese de estratégia de longo prazo, não reativa ao mercado spot.

Os BTC correspondentes em Bitcoin Cash (BCH) foram movimentados há cerca de cinco anos, sugerindo gerenciamento diversificado de ativos primordiais.

Retirada da Binance: Sinal de Acumulação?

Segundo monitoramento do Lookonchain, a baleia no endereço bc1q57 sacou 1.320 BTC da Binance há poucas horas, equivalentes a US$ 119,6 milhões. Essa transferência para carteira privada alinha-se a um padrão de saída de exchanges centralizadas, interpretado como redução de risco de custódia e potencial HODL.

Dados agregados indicam que baleias adotam abordagens de acumulação gradual, comprando em faixas de preço variadas (US$ 65.000 a US$ 96.000 nos últimos anos). Movimentos assim diminuem a liquidez em exchanges, potencialmente suportando o preço ao reduzir pressão vendedora imediata.

No contexto brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 488.278 às 08:14 de hoje, com variação de -0,08% em 24h e volume de 150 BTC.

Implicações para o Mercado

Esses awakenings de whales antigas geram especulação: realização de lucros ou reforço de posições? Historicamente, grandes holders de eras iniciais exibem baixa correlação com ciclos de preço, priorizando unwind gradual. A direção para Coinbase pode indicar preparação para venda, mas o histórico sugere diversificação ou liquidação planejada.

Para traders on-chain, métricas como fluxo de saída de exchanges e dormância de moedas são chave. Aumento de transferências para cold wallets sinaliza convicção bullish, contrastando com depósitos que prenunciam dumps.

Em um mercado com BTC testando resistências próximas a US$ 90.000, esses volumes — somando cerca de US$ 300 milhões — representam 0,003% da supply circulante, mas amplificam narrativas de acumulação institucional.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem rastrear:

  1. destinos finais desses BTC na Coinbase;
  2. padrões subsequentes da bc1q57;
  3. volume agregado de saques de whales.

Plataformas como Lookonchain e Whale Alert oferecem alertas em tempo real. Com halvings passados e adoção crescente, movimentos primordiais como esses validam a tese de escassez do Bitcoin.

Os dados sugerem confiança de longo prazo, mas volatilidade persiste. Vale acompanhar exchanges para influxos contrários.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Silhuetas colossais de whales geométricas acumulando esferas douradas BTC em oceano digital cyan, com '100+' brilhando em recorde de endereços

Bitcoin Whales Batem Recorde: Endereços 100+ BTC em Alta

O número de endereços Bitcoin com pelo menos 100 BTC atingiu um novo recorde histórico, conforme dados on-chain do Bitcoin Magazine Pro. Apesar do Bitcoin consolidar próximo a US$ 90 mil, essa métrica indica acumulação contínua por whales — grandes holders como indivíduos de alta renda, fundos e corporações. Esse movimento persiste em meio a volatilidade recente, sugerindo confiança de longo prazo. Whales compram na queda: hora de seguir para ganhar edge em trades?


Detalhes dos Dados On-Chain

A métrica monitora endereços únicos com saldos de 100 BTC ou mais, ultrapassando todos os picos anteriores e estendendo um uptrend de múltiplos anos. Segundo o Bitcoin Magazine Pro, isso reflete concentração de capital em holders maiores, interpretada como sinal de confiança estratégica, não especulação de curto prazo.

Embora uma entidade possa controlar múltiplos endereços, variações nessa contagem são usadas para avaliar tendências estruturais. Historicamente, aumentos sustentados coincidem com fases de acumulação e menor pressão vendedora. No momento da análise, o Bitcoin circulante chega a quase 20 milhões de moedas, reforçando narrativas de escassez de longo prazo. Essa resiliência em consolidações passadas dá base para monitoramento atual.

Contexto do Preço Atual

O Bitcoin negociava a cerca de US$ 90.443 recentemente, com queda de 1% em 24 horas e volume diário de US$ 45 bilhões. Após rally inicial no ano, o ativo range-bound entre US$ 90-91 mil, atuando como suporte técnico chave enquanto mercados aguardam catalisadores macro, como adiamentos em políticas tarifárias dos EUA.

Essa consolidação segue queda de 30% dos picos históricos de US$ 125.750, mas acumulação de whales permanece intacta, contrastando com volatilidade geral do criptomercado. A capitalização total do BTC está em torno de US$ 1,8 trilhão, com pouca distribuição por grandes holders.

Comparação com Ciclos Passados

Em ciclos anteriores, como 2021 e 2017, picos em endereços de whales precederam bull runs, com acumulação durante correções. Dados mostram uptrend resiliente mesmo em bear markets parciais, sugerindo padrão similar agora. Diferente de distribuições passadas, a atual fase indica holders estratégicos retendo posições.

Analistas notam que essa métrica on-chain oferece edge sobre gráficos de preço puro, ajudando traders a identificar entradas em zonas de suporte. Comparado a 2024, com adoção institucional via ETFs e tesourarias corporativas, o cenário atual reforça confiança de longo prazo, apesar de incertezas macro.

Implicações para Traders e Cotação Atual

Para traders brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 487.437,63, com variação de -0,24% em 24h e volume de 105 BTC nas exchanges locais.

Monitorar essa métrica de whales pode sinalizar pontos de entrada, especialmente em consolidações. Dados objetivos como esses, combinados a suporte técnico em US$ 90k, oferecem base para decisões informadas, sem garantias. Vale acompanhar atualizações on-chain para confirmar tendência.


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Baleias cartoon despejando pilha de 82T tokens SHIB em poço negro de exchanges, representando pressão vendedora e riscos on-chain

SHIB Sob Pressão: 82 Tri em Exchanges Ameaçam Queda

SHIB pronto para um dump? Dados on-chain indicam que 82 trilhões de SHIB acumulados em exchanges estão criando uma pressão vendedora significativa. Apesar de whales mostrando atividade positiva, o netflow positivo sugere mais depósitos do que saídas, colocando o preço em risco de queda. Verifique sua wallet agora e prepare-se para volatilidade.


Reservas em Exchanges no Alerta Máximo

De acordo com análises recentes, as reservas de SHIB em exchanges centralizadas atingiram 82 trilhões de tokens, um aumento em relação aos 81 trilhões no início do ano. Esse volume elevado é um sinal clássico de potencial sell-off, pois indica que muitos holders estão posicionados para vender rapidamente. O preço do SHIB já recuou de máximas acima de US$ 0.000009, refletindo essa pressão acumulada.

Em um mercado cripto volátil, onde o Bitcoin oscila próximo a US$ 90.000 após toques em US$ 94.000, meme coins como o SHIB são particularmente sensíveis a esses influxos. Holders devem monitorar esses níveis de reserva de perto, pois um escoamento repentino pode acelerar quedas. Proteger posições longas é essencial para evitar perdas inesperadas.

Netflow Positivo e Derivativos Bearish

O exchange netflow virou positivo recentemente, significando mais SHIB entrando nas exchanges do que saindo. Isso reforça a tese de maior oferta disponível para venda, especialmente após o pico de preço anual. No mercado de derivativos, o volume de trading caiu 5% para US$ 203 milhões, enquanto o open interest recuou 7% para US$ 108 milhões.

Embora a razão long/short permaneça acima de 1, indicando traders ainda bullish, a contração nesses indicadores sugere redução de apetite por risco. Para investidores brasileiros, isso é um alerta: com o real pressionado e volatilidade global, posições em SHIB podem evaporar rapidamente. Considere ajustar alavancagem e definir limites claros.

Whales Ativos, Mas Risco Prevalece

Um ponto positivo é o aumento de 111% nas transações de whales de SHIB, conforme destacado por plataformas como Santiment. Isso posiciona o token entre os de market cap acima de US$ 500 milhões com maior atividade de grandes holders. Além disso, o número de endereços ativos diários superou 3.000 consistentemente desde o início do ano, sinalizando retorno de interesse ao ecossistema.

No entanto, em meme coins, atividade de whales pode ser manipuladora ou preparatória para dumps. Não se iluda: o risco de venda em massa das reservas em exchanges supera esses sinais otimistas no curto prazo. Monitore transações acima de US$ 100.000 para antecipar movimentos.

Dicas Práticas para Proteger sua Posição

  1. Verifique reservas em exchanges via CryptoQuant e defina alertas para netflow positivo persistente.
  2. Use stop-loss abaixo de suportes chave, como US$ 0.000008.
  3. Diversifique para ativos menos voláteis, como BTC ou stablecoins.
  4. Monitore whale alerts em ferramentas como Santiment ou Whale Alert.
  5. Considere saídas parciais se o preço romper mínimas diárias.

Essas ações práticas ajudam a mitigar riscos em cenários de alta pressão vendedora. Lembre-se: em cripto, proteção vem antes de ganhos especulativos.


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Baleia neon colossal acumulando cristais XRP de estrutura exchange esvaziando, ilustrando fase de acumulação on-chain bullish

XRP Whales Acumulando: Reservas Binance em Mínima

Os whales do XRP estão de volta com força: transações acima de US$ 100 mil no XRP Ledger atingiram o maior volume desde outubro de 2025, com 2.802 transações em um único dia, segundo o Santiment. Paralelamente, as reservas de XRP na Binance despencaram para 2,6 bilhões de tokens, mínima desde janeiro de 2024 (CryptoQuant). Esses dados contrariam o pessimismo de curto prazo e sugerem uma fase de acumulação estratégica.


Surto de Transações de Grandes Holders

No início de janeiro de 2026, o XRP Ledger registrou um pico impressionante de atividade de whales. Dados do Santiment revelam que, em 5 de janeiro, houve 2.170 transações acima de US$ 100 mil, número que saltou para 2.802 no dia seguinte — o maior em meses. Esse volume reflete confiança renovada entre investidores institucionais e grandes holders, que veem os níveis atuais de preço, próximos a US$ 2,10, como zona de acumulação.

A movimentação coincide com a recuperação recente do XRP, que saiu de mínimas abaixo de US$ 2 após semanas de consolidação. Analistas destacam que esse tipo de atividade on-chain frequentemente precede rallies, especialmente em ciclos de altseason. Os dados sugerem que os grandes players estão se posicionando para ganhos de longo prazo, ignorando a volatilidade recente do mercado.

Reservas na Binance em Queda Livre

Complementando o otimismo, as reservas de XRP na Binance atingiram 2,6 bilhões de tokens, o menor patamar desde janeiro de 2024, conforme relatório da CryptoQuant. Essa redução de 3,25 bilhões para o nível atual indica saques massivos para custódia privada, reduzindo a pressão vendedora.

Quando as reservas em exchanges caem, a liquidez disponível para vendas diminui, criando condições para valorizações mais acentuadas em caso de demanda crescente. CryptoOnChain, analista da plataforma, enfatiza que isso reflete uma mentalidade de HODL, com investidores optando por autocustódia em meio a expectativas positivas para 2026.

Short-Term Holders Saem, Whales Entram

Enquanto short-term holders reduzem exposição — de 5,75% para 4,9% da oferta total em uma semana —, whales com carteiras entre 1 milhão e 100 milhões de XRP acumularam 60 milhões de tokens em um dia só. Essa inversão é um clássico sinal contrarian: varejo cauteloso, mas grandes capitais apostando forte.

Na Ásia, o XRP domina: foi o ativo mais negociado na Upbit (Coreia do Sul) em 2025, com mais de US$ 1 trilhão em volume no par XRP/KRW. Esse domínio reforça a utilidade real do ativo, além de especulação pura.

Sinais para a Altseason do XRP

Os indicadores on-chain — pico de transações, reservas em baixa e acumulação por whales — pintam um quadro positivo para o XRP em 2026. Apesar da saída de holders de curto prazo, a entrada de capital institucional sugere preparação para um ciclo de alta. Investidores atentos podem ver isso como oportunidade early em uma potencial altseason do XRP, com volatilidade elevada como contrapartida. Vale monitorar os próximos dados do Santiment e CryptoQuant para confirmações.


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Estrutura isométrica da rede Tron recebendo fluxo dourado de USDT com '1B' holográfico, simbolizando emissão bilionária para liquidez

Tether Emite US$ 1 Bilhão em USDT na Tron: Sinal de Demanda?

US$ 1 bilhão novo na Tron: pump incoming? A Tether emitiu US$ 1 bilhão em USDT na rede Tron em 9 de janeiro de 2026, o primeiro grande mint do ano. Dados on-chain mostram a transferência do multisig oficial para a carteira de tesouraria, um processo autorizado que reabastece reservas de liquidez para exchanges. O USDT não entra em circulação imediata, mas sinaliza demanda crescente por stablecoins no ecossistema Tron.


Detalhes do Mint On-Chain

O mint autorizado de US$ 1 bilhão foi detectado por plataformas como Onchain Lens e Arkham Intelligence. A operação ocorreu entre a carteira multisig da Tether e sua tesouraria na Tron, mantendo o token em reserva. Exchanges e contrapartes retiram liquidez conforme a demanda aumenta, evitando escassez em períodos de alta atividade de trading.

Dados da Arkham mostram o portfolio robusto da Tether, com mais de US$ 14 bilhões em ativos, incluindo 96.370 BTC e 5,058 bilhões de USDT próprios.

Por Que a Tron Domina o USDT?

A rede Tron abriga mais de 60% do USDT circulante, graças a taxas baixas e confirmações rápidas. Em 2025, processou US$ 7 trilhões em transferências de USDT, consolidando-se como trilho principal para settlements de stablecoins. Essa dominância facilita trades em DeFi, CEXs e remessas, especialmente em mercados emergentes.

Para traders brasileiros, o foco em Tron é acionável: volumes elevados de USDT sinalizam influxo de capital para altcoins e Bitcoin. Monitorar mints como este ajuda a antecipar movimentos de mercado, pois grandes emissões precedem rallies em pares USDT.

Implicações para o Mercado Cripto

Embora o USDT minted permaneça em reserva, o movimento indica expectativa de demanda crescente. Historicamente, mints bilionários coincidem com aumentos em trading de Bitcoin e altcoins, onde USDT atua como par de cotação principal. No atual ciclo de 2026, com BTC acima de US$ 90 mil conforme dados da Arkham, liquidez reforçada pode sustentar volatilidade positiva.

Analistas veem isso como bullish para Tron (TRX) e ecossistema associado. No entanto, o mercado permanece volátil: os dados sugerem preparação para volume, mas realização depende de catalisadores macro.

Portfolio da Tether e Próximos Passos

A Arkham Intelligence revela que Tether detém 96.370 BTC (US$ 8,74 bilhões), 5,058 bilhões de USDT (US$ 5,06 bilhões) e outros ativos como XAUT (ouro tokenizado). Essa diversificação reforça a solidez, apesar de debates sobre reservas.

Traders devem monitorar fluxos on-chain via Arkham ou Dune para saques das reservas. Vale acompanhar volumes na Tron para trades oportunos em USDT/TRX ou pares principais.


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Balança geométrica abstrata em equilíbrio perfeito com prisma Bitcoin central, ilustrando fase lateral estável prevista para 2026

CryptoQuant: Bitcoin Entra em Fase Lateral ‘Chata’ Sem Crash em 2026

O CEO da CryptoQuant, Ki Young Ju, alerta para uma fase lateral ‘chata’ no Bitcoin, com inflows estagnados e capital rotacionando para ações e commodities. Dados da Glassnode mostram cooldown no realized profit, permitindo breakout acima de US$ 94 mil. Sem crash de mais de 50% em 2026, o mercado sugere range trading paciente, evitando FOMO ou FUD excessivo. Segundo o Cointrader Monitor, BTC cotado a R$ 488.679 com variação de -0,59% nas últimas 24h.


Inflows Estagnados e Mudança Estrutural

O Realized Cap do Bitcoin parou de subir, sinalizando ausência de novos capitais. Ki Young Ju destaca que instituições de longo prazo alteraram o ciclo tradicional de venda de whales para varejo. Empresas como MicroStrategy, com 673 mil BTC, não farão dump massivo. Capital migrou para ‘ações e pedras brilhantes’ (commodities), tornando timing de inflows menos previsível. Essa rotação explica a estagnação, com BTC oscilando abaixo de níveis de recuperação chave no fim de 2025.

Dados on-chain reforçam: demanda de varejo em queda de 30 dias, conforme analista Maartunn. Sem influxo fresco, o preço entra em consolidação, desafiando expectativas de bull imediato ou colapso violento.

Cooldown no Realized Profit Precede Breakout

A Glassnode registra queda no realized profit para US$ 183,8 milhões em dezembro, após pico de US$ 3 bilhões em novembro. Essa exaustão de pressão vendedora permitiu estabilização e alta acima de US$ 94 mil na semana 1 de 2026. Holders de longo prazo reduziram distribuição, limpando estrutura de mercado.

O MVRV de short-term holders (STH, <155 dias) abaixo de 1 indica prejuízo não realizado para entrantes recentes, zona de acumulação sem euforia. Relatório semanal da Glassnode descreve ‘mercado mais limpo’, com ETF spot positivos, mas irregulares.

Indicadores NUPL e MVRV: Expectativas Calibradas

O NUPL perto de 0,3 (CryptoZeno) marca zona de holding entre recuperação e risco renovado. Holders médios em lucro modesto, longe de excessos cíclicos. Ki descarta crash de ATH como em bears passados: ‘Shorting aqui? Boa sorte’. Glassnode corrobora com reset em derivatives e profit-taking.

Perspectivas divididas: Bitwise vê rally se regulação e equities ajudarem; Doctor Profit alerta downside limitado curto prazo. Dados sugerem paciência: monitore Realized Cap e MVRV para sinais de rotação reversa.

Estratégia para Range Trade em 2026

Para brasileiros, com BTC a R$ 488 mil, foque em range trading entre suportes/resistências chave. Evite apostas em nuke ou pump imediato. Instituições estabilizam supply, mas volatilidade persiste com Fed e geopolítica. Calibre expectativas on-chain: sideways constrói base para upside sustentável, premiando holders pacientes.


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Fluxo de cristais roxos e cyan ETH convergindo para cofre glass hexagonal, simbolizando transferência massiva de whales para custódia Copper

Amber Group Transfere US$ 18 Milhões em ETH para Copper em 4 Horas

Um movimento de whale que pode influenciar o ETH? Há cerca de 4 horas, a Amber Group transferiu 5.800 ETH, equivalentes a aproximadamente US$ 18 milhões, para a plataforma de custódia Copper. Monitorado pelo The Data Nerd, o movimento on-chain destaca a atividade de grandes players no ecossistema Ethereum, em um momento de volatilidade no mercado cripto. Isso pode sinalizar estratégias de gestão de ativos ou preparação para trades institucionais, impactando a liquidez do ETH.


Detalhes da Transação On-Chain

A transação ocorreu em 9 de janeiro de 2026, por volta das 9:34 (horário de referência), conforme reportado pelo BlockBeats com base em dados do The Data Nerd. A Amber Group, conhecida como um dos principais market makers e gestores de ativos cripto, moveu os 5.800 ETH diretamente para endereços associados à Copper. O valor de aproximadamente US$ 18 milhões reflete o preço spot do ETH na época, estimado em torno de US$ 3.114 por unidade.

Esses movimentos não são isolados. A Amber tem um histórico de gerenciamento ativo de posições em ETH, com acumulações em baixas como US$ 1.782 em outubro de 2023 e rotações subsequentes em 2024. Dados on-chain mostram padrões de high-low trading, sugerindo que essa transferência pode fazer parte de uma rotação de portfólio ou otimização de liquidez, em vez de uma venda imediata.

Quem São Amber Group e Copper?

A Amber Group é uma firma de investimentos quantitativos com foco em criptoativos, atuando como market maker para fornecer liquidez em exchanges globais. Gerencia bilhões em ativos e é ativa em estratégias de arbitragem, lending e trading de derivativos. Seus wallets são frequentemente rastreados por ferramentas como Arkham ou Nansen por influenciarem preços.

Já a Copper é uma plataforma de custódia e corretagem institucional, oferecendo serviços de armazenamento seguro, prime brokerage e acesso a DeFi para grandes investidores. Diferente de exchanges como Binance ou Coinbase, transfers para Copper tipicamente indicam custódia de longo prazo, uso como colateral em leveraged trading ou execução de OTC trades, reduzindo pressão de venda direta no mercado spot.

Essa distinção é crucial: depósitos em custodiantes como Copper raramente precedem quedas massivas, ao contrário de inflows em CEXs.

Implicações para o Mercado de ETH

No contexto atual, com o Bitcoin negociado a cerca de R$ 488.767 — segundo o Cointrader Monitor —, e ETH correlacionado em torno de US$ 3.100, esse inflow pode otimizar a liquidez ETH sem gerar pânico. Análises sugerem que não se trata de venda spot, mas possivelmente preparação para yield farming, staking ou hedging via Copper ClearLoop.

Os dados indicam baixa probabilidade de pressão vendedora imediata, mas traders devem vigiar saída de recursos subsequentes da Copper ou volume em derivativos ETH. Historicamente, movimentos da Amber precedem volatilidade de 2-5% no ETH em 24h.

O Que Traders Devem Monitorar

Para engajar no trade, acompanhe gráficos de ETH/USDT em timeframes de 1h-4h, focando em volume e RSI. Ferramentas como Dune Analytics ou Lookonchain podem rastrear a carteira da Amber (verifique clusters via The Data Nerd). Indicadores chave: inflows adicionais na Copper ou rotações para lending protocols.

Possíveis cenários: acumulação discreta (bullish) se mantido em custódia; ou pressão se migrar para exchanges. Com urgência média alta, fique atento a atualizações on-chain nos próximos dias.


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