Executivo cartoon com laser eyes empilhando lingote BTC marcado 712K em reserva colossal, celebrando acumulação histórica da MicroStrategy

MicroStrategy Alcança 712 Mil BTC em Reserva Histórica

A MicroStrategy acaba de ampliar sua reserva de Bitcoin com a compra de 2.932 BTC por cerca de US$ 264 milhões, elevando o total para impressionantes 712.647 BTC, equivalente a US$ 62,2 bilhões. Sob liderança de Michael Saylor, a empresa demonstra convicção inabalável na estratégia de longo prazo, mesmo comprando durante a recente queda do BTC para US$ 88 mil. Isso representa 3,57% do suprimento circulante do ativo, um marco histórico para adoção corporativa.


Detalhes da Aquisição Mais Recente

A transação, realizada entre 20 e 25 de janeiro de 2026, foi financiada por emissões de ações at-the-market (ATM) das classes STRC e MSTR. O preço médio de compra foi de US$ 90.061 por Bitcoin, conforme divulgado em comunicado à SEC e postado por Saylor no X. Apesar da volatilidade — com o BTC caindo mais de 5% na semana —, a empresa registrou um prejuízo contábil inicial de cerca de US$ 9 milhões nessa leva específica, caindo de picos acima de US$ 93 mil para abaixo de US$ 87 mil.

Essa operação reforça o apetite voraz da MicroStrategy por BTC, posicionando-a como a maior detentora corporativa do mundo, superando até mineradoras como Bitmine, que foca em Ethereum.

Acumulação Acelerada em 2026

Desde o início do ano, a companhia já adicionou mais de 40.100 BTC às suas reservas. Nas duas semanas anteriores, foram 22.305 BTC (US$ 2,13 bi) e 13.627 BTC (US$ 1,25 bi), respectivamente. O investimento total agora é de US$ 54,19 bilhões, com preço médio de US$ 76.037 por unidade — resultando em ganho não realizado de quase 15%, ou cerca de US$ 8 bilhões.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.364 (queda de 0,56% em 24h), o que torna esses 712 mil BTC equivalentes a mais de R$ 330 bilhões em reais.

Estratégia de Longo Prazo Inabalável

Michael Saylor reitera que a MicroStrategy continuará acumulando Bitcoin independentemente do preço, tratando-o como reserva de valor superior. Apesar de o papel MSTR cair 54% no ano (vs. 15% do BTC), a métrica crucial é o BTC por ação, que segue crescendo. Essa visão otimista ignora ruídos de curto prazo, como saídas de US$ 1,33 bi em ETFs de Bitcoin na semana passada.

Para investidores, isso sinaliza confiança institucional: com 3,57% do suprimento, a empresa testa a tese de BTC como ‘ouro digital’ em escala corporativa massiva.

Implicações para o Mercado Brasileiro

No contexto local, com dólar a R$ 5,30, o movimento da MicroStrategy inspira. Brasileiros podem replicar via exchanges reguladas, acumulando sats em quedas. Vale monitorar se outras firmas seguirão, elevando a adoção global e pressionando preços para cima no longo prazo. Saylor não para — e isso é de alta para todos.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon confiante empilhando moedas BTC em cofre luminoso durante tempestade de mercado, sinalizando compra ousada da MicroStrategy

MicroStrategy Compra US$ 264 Milhões em BTC na Correção

Enquanto o mercado cripto enfrenta uma correção e o Bitcoin recua para cerca de US$ 87.500 após quedas no fim de semana, a MicroStrategy demonstra resiliência ao comprar mais US$ 264,1 milhões em Bitcoin. A empresa de Michael Saylor adicionou 2.932 BTC na última semana, elevando sua reserva para 712.647 unidades, avaliadas em aproximadamente US$ 62 bilhões. Esse movimento reforça a confiança inabalável de gigantes corporativos no ativo digital como reserva de valor superior, mesmo em momentos de volatilidade.


Detalhes da Aquisição Semanal

A venda de US$ 257 milhões em ações financiou grande parte da operação, complementada por US$ 7 milhões em ações preferenciais perpétuas da série STRC. Os bitcoins foram adquiridos a um preço médio de US$ 90.061 cada, um patamar ainda elevado, mas estratégico durante a correção recente. Embora o volume seja menor que as compras bilionárias das duas semanas anteriores — como os 22.305 BTC da semana retrasada —, a consistência semanal sinaliza uma estratégia disciplinada e de longo prazo.

Essa abordagem contrasta com o pânico de varejistas, mostrando como instituições veem correções como oportunidades de acumulação. Para o público brasileiro, isso inspira confiança: se a maior tesouraria corporativa do mundo segue comprando, o viés de alta permanece intacto.

Reserva Total e Desempenho Impressionante

Agora com 712.647 BTC, a MicroStrategy acumulou esses ativos por um custo total de US$ 54,19 bilhões, a um preço médio de US$ 76.037 por unidade. Com o Bitcoin negociado em torno de US$ 87.500, a reserva vale mais de US$ 62 bilhões, gerando ganhos não realizados de cerca de US$ 8 bilhões. Isso representa aproximadamente 3,4% do suprimento total de Bitcoin, consolidando a empresa como líder absoluta em adoção corporativa.

No contexto brasileiro, onde o BTC está a R$ 463.817 segundo o Cointrader Monitor (+0,71% em 24h), o valor da reserva ultrapassa R$ 330 bilhões. Um lembrete poderoso de que o Bitcoin transcende fronteiras e crises fiat.

Resiliência de Saylor em Tempos de Correção

Michael Saylor, ícone da tese institucional de Bitcoin, continua apostando contra a narrativa de baixa. Comprar durante a volatilidade — com BTC oscilando entre US$ 85.000 e US$ 95.000 nas últimas semanas — valida a visão de BTC como ‘ouro digital’ imune a ciclos curtos. Essa estratégia inabalável não só preserva valor, mas multiplica patrimônio para acionistas, com as ações MSTR subindo apesar da queda pré-mercado de 2% nesta segunda-feira.

Os dados sugerem que mais empresas seguirão o exemplo, acelerando a maturidade do mercado. Para investidores brasileiros, é um sinal claro: acumular em dips é a jogada dos vencedores institucionais.

Implicações para o Mercado e Investidores

Essa compra reforça o otimismo fundamentado: com tesourarias como a da MicroStrategy expandindo, o suporte ao preço do Bitcoin ganha robustez. Vale monitorar o próximo relatório semanal, pois a consistência pode atrair imitadores globais. No Brasil, onde exchanges locais registram volumes crescentes, essa notícia inspira ação: diversificar em BTC durante correções pode ser o caminho para proteção patrimonial de longo prazo.

Enquanto o mercado teme, Saylor vai às compras — e os números comprovam que ele está certo.


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CEO cartoon erguendo fatia dourada com 3% gravado do suprimento Bitcoin, enquanto corporações disputam o resto, simbolizando acumulação e escassez

MicroStrategy Controla 3% do Bitcoin: Escassez em Alta

A MicroStrategy alcançou um marco histórico ao controlar 3% do suprimento total de Bitcoin, com 709.715 BTC em sua tesouraria. Liderada por Michael Saylor, a empresa realizou 95 compras desde 2020, acumulando ganhos não realizados de US$ 13 bilhões. Esse domínio corporativo reforça a tese de escassez, com custo médio de US$ 71 mil por BTC e valor atual próximo a US$ 89 mil. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o BTC está em R$ 459.427, destacando o potencial de longo prazo.


Mãos de Diamante da MicroStrategy

A estratégia agressiva da MicroStrategy exemplifica o compromisso de longo prazo com o Bitcoin. Com 709.715 BTC, a empresa representa um player dominante, controlando uma fatia significativa dos 21 milhões de unidades que existirão. Seu custo médio de aquisição, em torno de US$ 71.000 por BTC, gerou US$ 13 bilhões em ganhos não realizados ao preço atual de cerca de US$ 89.000.

Em janeiro de 2026, adicionaram 22.305 BTC, demonstrando apetite contínuo apesar da volatilidade. Michael Saylor, com sua visão de ‘mãos de diamante’, evita vendas, posicionando a companhia como benchmark para adoção corporativa. Essa acumulação persistente desde 2020 altera dinâmicas de mercado, tornando mais desafiador para novos entrantes obterem exposição relevante.

O otimismo é fundamentado: com suprimento fixo, cada BTC retido por corporações como essa reduz a oferta disponível, potencializando valorizações futuras para holders de longo prazo.

Acúmulo Corporativo Recorde em 2025

No ano passado, corporate treasuries compraram quase 500.000 BTC, elevando os holdings totais para 1,13 milhão de BTC — ou 5,1% da oferta em circulação. Apesar do Bitcoin encerrar 2025 com -6,4%, empresas ignoraram a correção de curto prazo, apostando no potencial secular.

A MicroStrategy liderou, mas outras como Metaplanet e Strive seguem o modelo, migrando de notas conversíveis para preferred stocks com juros variáveis, conhecidas como ‘Digital Credit’. Essa inovação financeira permite acumular BTC sem sobrecarregar balanços ou elevar riscos de insolvência.

Instituições de custódia nos EUA adicionaram 577.000 BTC no último ano, valendo US$ 53 bilhões, sinalizando demanda institucional além das corporações. Esse fluxo conjunto comprime a liquidez disponível, beneficiando quem acumula cedo.

Implicações para o Mercado de Bitcoin

A concentração de 3% nas mãos da MicroStrategy e 5,1% em treasuries intensifica a competição pelo suprimento restante. ETFs spot detêm 1,5 milhão de BTC (7,1%), mas saídas recentes mostram sensibilidade a fluxos. Corporações, com estratégia HODL, atuam como absorvedoras de oferta de longo prazo.

Para investidores brasileiros, isso reforça a atratividade do Bitcoin como reserva de valor. Com preço atual em R$ 459.427 (-3,01% em 24h), quedas são oportunidades de entrada. A tese de escassez ganha força: menos de 20% do suprimento é líquido, e players como Saylor retiram volumes significativos do mercado.

No longo prazo, essa dinâmica sugere valorização sustentada, à medida que demanda institucional cresce contra suprimento finito. Empresas que adotam BTC transformam tesourarias tradicionais em fortalezas digitais.

O Que Esperar no Horizonte

O marco da MicroStrategy sinaliza maturidade na adoção corporativa. Observadores monitoram compras adicionais, especialmente após posts de Saylor em redes sociais, que historicamente precedem anúncios. Para 2026, projeções indicam aceleração, com mais firmas seguindo o playbook de acumulação agressiva.

Investidores devem focar no quadro macro: suprimento halving reduzido e demanda crescente criam assimetria positiva. Manter posição de longo prazo é chave em meio a volatilidade de curto prazo.


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Executivo cartoon no topo de pilha instável de blocos Bitcoin rachados com moedas caindo, revelando riscos ocultos na tesouraria da MicroStrategy

Risco Oculto: 4 Falhas na Estratégia de Bitcoin da Strategy

A Strategy anunciou que seu capital preferencial perpétuo superou a dívida conversível, totalizando US$ 8,36 bilhões contra US$ 8,21 bilhões. Embora pareça um escudo para seu tesouro de Bitcoin, especialistas identificam quatro falhas estruturais que podem forçar a liquidação de parte dos 710 mil BTC da companhia. Em um mercado volátil, com o Bitcoin negociado a US$ 86.973 (R$ 461.228 no Brasil, segundo o Cointrader Monitor), a ‘fortaleza de Saylor’ revela rachaduras perigosas.


Troca de Riscos: De Dívida para Dividendos Perpétuos

A estratégia da Strategy, liderada por Michael Saylor, substitui dívidas com vencimentos fixos (2027-2032) por ações preferenciais perpétuas. Sem prazos de pagamento do principal, a empresa evita vendas forçadas de Bitcoin para quitar obrigações. No entanto, isso impõe pagamentos de dividendos contínuos, estimados em US$ 876 milhões anuais.

Com reservas de caixa de US$ 2,25 bilhões, a companhia tem cerca de 30 meses de folga, conforme análise de Derek Lim, da Caladan. Se os mercados de ações se fecharem em uma baixa prolongada, o financiamento via novas emissões torna-se inviável, pressionando o caixa e expondo a primeira falha estrutural.

A correlação extrema com o Bitcoin agrava o problema: quedas no preço do ativo corroem o valor das ações da MSTR, dificultando captações. Recentemente, uma desvalorização de 32% no BTC provocou queda de 52% nas ações da empresa.

Falhas 1 e 2: Baixa Prolongada e Ciclo de Dividendos

Em um cenário de viés de baixa prolongado superior a 50%, como visto em ciclos anteriores, o prêmio das ações da Strategy evapora. Sem conversão da dívida ou novas emissões viáveis, a empresa enfrenta refinanciamento impossível. Os detentores de dívida não convertem, forçando pagamentos em caixa ou venda de ativos.

Os dividendos perpétuos exigem desembolsos constantes, diferentemente da dívida que pode ser rolada. Adiar pagamentos sinaliza estresse financeiro, derrubando ainda mais o preço da ação e criando um ciclo vicioso: ação fraca → emissões caras → caixa esgotado → risco de inadimplência. Essa retroalimentação reputacional é a segunda brecha crítica.

Analistas alertam que, sem fluxo de caixa operacional robusto, a dependência de vendas de ações ou valorização do Bitcoin torna o modelo frágil em mercados de baixa.

Falhas 3 e 4: Correlação e Reação em Cadeia

A terceira falha reside na alta correlação da MSTR com o Bitcoin, atuando como proxy amplificado. Em altas, isso facilitou captações; em baixas, destrói valor mais rápido. Com BTC abaixo de US$ 90 mil (30% sob máxima), uma correção adicional pode desencadear êxodo de investidores.

Por fim, os riscos interconectam-se em uma reação em cadeia: queda no BTC comprime o mNAV (market-to-net asset value), tornando emissões dilutivas e erodindo confiança. Sem caixa para dividendos, a venda de Bitcoin torna-se inevitável, desmontando a tese de ‘manter para sempre’.

O mNAV, métrica chave, mede se ações negociam a prêmio sobre reservas de BTC. Compressão dele acelera o colapso interno da fortaleza.

Implicações e o Que Monitorar

O fracasso parcial da Strategy — venda forçada de fração dos 710 mil BTC — geraria impacto sísmico nos mercados cripto, testando a resiliência do Bitcoin. Derek Lim prevê não uma implosão, mas desgaste lento via diluição, tornando a MSTR subperformer ante o BTC.

Investidores devem vigiar mNAV, reservas de caixa, emissões de ações e variação do BTC. O primeiro teste é a ‘put’ de US$ 1,01 bilhão em 2027. Em um ciclo de baixa, a estratégia alavancada pode falhar, validando ceticismo sobre tesourarias corporativas de cripto.


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Personagem cartoon de Saylor oferecendo dividendos de 10% rejeitado por investidores europeus atrás de barreira regulatória, expondo limites Bitcoin na UE

Barreira Europeia: Investidores Ignoram Dividendos de 10% de Saylor

Investidores europeus estão ignorando a oferta de dividendos de 10% anual apresentada por Michael Saylor através do Stream (STRE), primeira ação preferencial perpétua em euros da MicroStrategy. Lançada em novembro para captar na Área Econômica Europeia (EEA), a emissão levantou US$ 715 milhões, mas enfrenta baixa adesão devido a barreiras de acesso e estrutura de mercado. Isso evidencia os limites do entusiasmo institucional pelo modelo Bitcoin de Saylor fora dos EUA, em um contexto de burocracia continental rígida.


Detalhes da Oferta Stream (STRE)

A MicroStrategy, controlada por Michael Saylor, lançou o STRE em novembro de 2025 como contraparte europeia do Stretch (STRC), sua ação preferencial de alto rendimento nos EUA. Com valor nominal de EUR 100 (cerca de US$ 115), o instrumento promete 10% de dividendos anuais e posição senior à ação comum na estrutura de capital. Apesar do apelo teórico, foi precificado com 20% de desconto, a EUR 80 por ação, refletindo demanda fraca desde o início.

A emissão captou US$ 715 milhões, mas o produto sumiu do dashboard da empresa e recebeu pouca comunicação pública. Os dados sugerem que o mercado europeu não se animou com a proposta, mesmo em um momento de valorização do Bitcoin acima de US$ 89 mil. Essa hesitação reforça o ceticismo sobre a replicabilidade do sucesso americano de Saylor na Europa regulada.

Barreiras de Acesso e Liquidez

Khing Oei, CEO da Treasury, uma empresa holandesa de tesouraria em Bitcoin, aponta problemas estruturais como os principais culpados. O STRE está listado na Euro MTF de Luxemburgo, um mercado com distribuição pouco amigável. Plataformas como Interactive Brokers, uma das maiores corretoras globais, não oferecem o ativo, e muitas voltadas ao varejo também o ignoram.

Além disso, falta transparência em preços históricos e dados de mercado confiáveis. No TradingView, o STRE aparece com capitalização irreal de US$ 39 bilhões e volume de apenas 1,3 mil, o que dificulta avaliação de liquidez e desempenho. Investidores institucionais e de varejo preferem ativos com spreads apertados e visibilidade clara, expondo as fragilidades da estratégia de Saylor no Velho Continente.

Implicações para a Estratégia de Saylor

Esse tropeço questiona a narrativa infalível de Saylor, que transformou a MicroStrategy em referência de adoção corporativa de Bitcoin. Nem tudo que o guru do Bitcoin toca vira ouro: a Europa, com sua burocracia regulatória e preferência por estruturas tradicionais, representa uma barreira real ao viés de alta perpétuo. A baixa tração do STRE sugere que o modelo de ações preferenciais perpétuas pode não escalar além do mercado americano.

Analistas veem nisso um limite ao entusiasmo institucional europeu por veículos ligados a criptoativos. Enquanto nos EUA a MicroStrategy tem quatro produtos semelhantes em oferta, a expansão global enfrenta resistências práticas, como visto na recusa prévia de emissão no Japão.

Próximos Passos e Perspectivas Cautelosas

Oei recomenda relistagem em venues alternativas, como infraestrutura financeira holandesa, que oferece melhor distribuição, market making profundo e acesso ao varejo. No entanto, é provável que a MicroStrategy priorize os EUA, onde o ecossistema é mais receptivo. Para investidores brasileiros, isso reforça a necessidade de cautela com narrativas de expansão global de Saylor: o mercado europeu disse não, destacando riscos de iliquidez e barreiras regionais.

Vale monitorar se ajustes virão ou se o STRE será mais um capítulo de ambição frustrada. Os números frios indicam que o ceticismo europeu pode frear o ímpeto do Bitcoin de Saylor.


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Baleias institucionais cartoon emergindo de oceano BTC, carregando tesouros, simbolizando acumulação por Saylor, BlackRock e Strive

Baleias Institucionais: Saylor, BlackRock e Strive Movem Bilhões em BTC

Enquanto o Bitcoin testa suportes em torno de US$ 89 mil, baleias institucionais demonstram apetite insaciável. A MicroStrategy de Michael Saylor adquiriu quase US$ 3,4 bilhões em BTC nas últimas duas semanas e sinaliza mais compras. BlackRock movimentou US$ 430 milhões em Bitcoin e Ether para a Coinbase Prime, em operações rotineiras de ETFs. Strive, de Vivek Ramaswamy, planeja captar US$ 150 milhões para dívidas e acumulação adicional. Esses fluxos destacam a acumulação silenciosa dos grandes participantes.


Michael Saylor Acelera Aquisições

Michael Saylor, presidente executivo da MicroStrategy, postou no X: “Pensando em comprar mais bitcoin”. A companhia, conhecida por sua estratégia agressiva de tesouraria em BTC, comprou aproximadamente US$ 3,4 bilhões nas últimas duas semanas, elevando seu total para 709.715 BTC, avaliados em mais de US$ 60 bilhões. Os recursos vieram de emissões de ações comuns e preferenciais.

Esse ritmo contrasta com uma breve desaceleração recente. Tradicionalmente, Saylor sinaliza compras aos fins de semana, mas o post de quinta-feira indica continuidade mesmo com o BTC consolidando abaixo de US$ 90 mil. As ações da MSTR caem 1,4%, refletindo volatilidade, mas a confiança na reserva de valor persiste.

BlackRock: Fluxos Operacionais de ETFs

Carteiras ligadas aos ETFs de Bitcoin (IBIT) e Ether (ETHA) da BlackRock transferiram mais de US$ 430 milhões para a Coinbase Prime. Foram cerca de 3.070 BTC (US$ 276 milhões) e 52.800 ETH (US$ 157 milhões).

Esses movimentos coincidem com saídas recordes de ETFs: US$ 709 milhões em BTC e US$ 298 milhões em ETH, incluindo US$ 356 mi e US$ 250 mi da BlackRock. Especialistas esclarecem: trata-se de liquidações operacionais por resgates de participantes autorizados, não vendas discricionárias. Similar a transferências de 13 de janeiro, não sinalizam despejo, mas gerenciam exposição institucional.

Strive Expande Tesouraria Bitcoin

A Strive, cofundada por Vivek Ramaswamy, anunciou oferta de até US$ 150 milhões em ações preferenciais perpétuas (SATA) para quitar dívidas da subsidiária Semler Scientific e comprar mais Bitcoin. Inclui recompra de notas conversíveis de 4,25% e empréstimos com Coinbase Credit.

Negociações privadas de troca dívida-equity podem reduzir o tamanho da oferta. Após adquirir a Semler, Strive terá 12.797,9 BTC. A SATA oferece dividendo inicial de 12,25% anual, ajustável. Em 2025, captou US$ 750 mi e US$ 500 mi para estratégias Bitcoin.

Fluxo de Capital Institucional Persiste

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotado a R$ 472.804,86 (-1,34% em 24h) reflete cautela do varejo, mas dados on-chain mostram acumulação por gigantes. MicroStrategy, BlackRock e Strive representam bilhões em inflows, desmistificando pânico de vendas. Investidores devem monitorar ETF flows e tesourarias corporativas para sinais de suporte em níveis críticos.


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Executivos cartoon carregando dólares transformando-se em Bitcoin para tesouraria corporativa, simbolizando estratégia bullish de acumulo institucional

Strive Captará US$ 150 Milhões para Ampliar Reservas de Bitcoin

Mais uma gigante de Wall Street entra no jogo do acúmulo infinito de Bitcoin: a Strive Asset Management ($ASST) anunciou planos para captar até US$ 150 milhões (cerca de R$ 798 milhões) via oferta follow-on de ações preferenciais SATA. Os recursos financiarão a compra adicional de Bitcoin, aposentadoria de dívidas conversíveis e fortalecimento do balanço patrimonial, em uma jogada que ecoa a estratégia visionária de Michael Saylor na MicroStrategy. Isso sinaliza a maturidade crescente da adoção corporativa do BTC como reserva de valor.


Detalhes da Oferta e Alocação dos Fundos

A Strive pretende emitir sua Variable Rate Series A Perpetual Preferred Stock (SATA), registrada sob a Securities Act de 1933. Os proceeds, somados a caixa disponível e possível término de derivativos ligados a dívidas, serão direcionados principalmente para resgatar ou recomprar as Notas Senior Conversíveis de 4,25% com vencimento em 2030, emitidas por sua subsidiária Semler Scientific e garantidas pela Strive.

Além disso, parte dos recursos quitará empréstimos junto à Coinbase Credit Inc. e suprirá necessidades corporativas gerais. A empresa também negocia trocas de notas por ações SATA com alguns credores, otimizando sua estrutura de capital para priorizar o Bitcoin. Barclays e Cantor atuam como bookrunners, com Clear Street como co-manager, garantindo execução profissional da operação.

Estrutura das Ações SATA: Sinal de Maturidade

As ações SATA representam um instrumento financeiro sofisticado, com valor nominal de US$ 100 por ação e dividendos variáveis cumulativos a 12,25% ao ano, pagos mensalmente. Em caso de atraso, os juros compostos podem subir até 20%, incentivando disciplina financeira. A Strive pode resgatar as ações a US$ 110 (ou mais), com preferência de liquidação ajustada diariamente ao maior valor entre nominal, fechamento anterior ou média de 10 dias.

Essa estrutura permite que a empresa gerencie o preço das ações na faixa de US$ 95 a US$ 105, evitando diluição excessiva e atraindo investidores institucionais em busca de yield atrativo lastreado em uma tesouraria forte em BTC. É um passo maduro, longe das emissões ATM tradicionais, capitalizando condições de mercado favoráveis após o SATA atingir US$ 100.

Seguindo o Modelo MicroStrategy: Tesouraria em BTC

A estratégia da Strive é uma clara ‘MicroStrategyzação’ das empresas de capital aberto. Assim como Michael Saylor transformou a MSTR em proxy de Bitcoin, a Strive usa dívida e equity para acumular BTC, aposentando passivos de menor rendimento. Isso fortalece o balanço em um ativo de alta convexidade, protegendo contra inflação fiduciária e capturando upside de longo prazo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 476.797,68 (variação -0,17% em 24h), com volume de 250 BTC nas exchanges brasileiras. Apesar da volatilidade recente, a pressão compradora institucional como essa reforça a narrativa de alta: corporações veem BTC como o ativo soberano do século XXI.

Implicações para o Mercado Cripto

Essa movimentação demonstra que a adoção institucional não arrefeceu. Ao limpar dívidas legadas e alocar em Bitcoin, a Strive envia um sinal poderoso: empresas maduras apostam no hodl perpétuo, independentemente de ciclos de curto prazo. Investidores devem monitorar o sucesso da oferta, pois pode inspirar mais ‘Saylor clones’, ampliando a demanda orgânica por BTC.

Para brasileiros, isso equivale a uma potencial injeção de ~1.667 BTC no mercado (US$ 150 milhões / ~US$ 90 mil/BTC estimado), reforçando a liquidez global e beneficiando holders locais via apreciação.


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Baleia cartoon barriguda despejando energia dourada em cofre com glifo 3.2B, ao lado de LTH segurando barra firme, sinalizando acumulação bullish de Bitcoin

Detentores de Longo Prazo Pararam de Vender: Baleias Acumulam US$ 3,2 Bi

Baleias gastam US$ 3,2 bilhões em Bitcoin enquanto o varejo entra em pânico: quem está certo? Apesar da queda do Bitcoin de US$ 95.500 para US$ 87.500 em dois dias, detentores de longo prazo param de vender, com o Sell-side Risk Ratio atingindo mínimas em um ano. Baleias e sharks acumulam, sinalizando confiança em uma recuperação. Dados on-chain revelam mãos fortes no controle.


Pressão de Venda dos LTH Seca Completamente

Os detentores de longo prazo (LTH), conhecidos por suas mãos fortes, reduziram drasticamente suas vendas. O Long-Term Holder Sell-side Risk Ratio caiu para o nível mais baixo em 12 meses, similar ao fundo de US$ 49.000 após o unwind do carry trade do iene. Na ocasião, o Bitcoin rallyou para novas máximas históricas meses depois.

Essa métrica reflete a relutância dos LTH em realizar lucros em preços atuais, indicando convicção em valorizações futuras. Especialistas como Frank, analista on-chain, destacam que essa dinâmica sugere um potencial shift para fase altista, mesmo com o preço testando suportes abaixo de US$ 90.000.

A redução na atividade de venda ocorre em meio a volatilidade macro, com o mercado cripto reagindo a tensões geopolíticas e yields de bonds japoneses em alta.

Baleias e Sharks Acumulam US$ 3,2 Bilhões

Enquanto o varejo — carteiras com menos de 0,01 BTC — vendeu 132 unidades nos últimos nove dias, baleias e sharks acumularam 36.322 BTC, equivalentes a US$ 3,2 bilhões a preços atuais. Essa acumulação representa +0,27% das holdings desses grandes investidores.

Parte significativa pode vir da MicroStrategy, de Michael Saylor, que comprou 22.305 BTC na semana anterior. Movimentos de baleias para exchanges como Binance também caíram, de picos de US$ 8 bilhões mensais em novembro para US$ 2,74 bilhões atuais, indicando estratégia de espera em vez de venda agressiva.

Esse contraste entre varejo em pânico e acumuladores institucionais reforça a resiliência do Bitcoin em correções.

Sell-side Risk Ratio: Sinal Histórico de Alta

O foco de Marina Mendes está no Sell-side Risk Ratio, métrica que mede o risco de venda dos LTH. Níveis baixos como os atuais historicamente precedem rallies. Após o último mínimo em 2025, o BTC subiu de US$ 49.000 para ATHs.

Dados mostram que, com LTH segurando e baleias comprando na baixa, a pressão descendente diminui. Análise técnica aponta suportes em US$ 87.000-89.000, com potencial rompimento altista se o ratio permanecer baixo.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 479.697 (-0,52% em 24h), refletindo estabilização local após a queda global.

O Que Monitorar Agora

Investidores devem acompanhar o Sell-side Risk Ratio e inflows de baleias em exchanges. Se a tendência de acumulação persistir, uma recuperação para US$ 95k+ é plausível. Contraste com ouro (ATH em US$ 4.900/oz) destaca Bitcoin como ativo de risco em recuperação.

Dados on-chain sugerem que mãos fortes prevalecem sobre pânico retail, posicionando o mercado para upside moderado no curto prazo.


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Personagem cartoon de Saylor dobrando aposta em fichas BTC na mesa de poker enquanto gráfico MSTR cai 7%, simbolizando divergência da MicroStrategy

Saylor Dobra Aposta: MicroStrategy Compra US$ 2,1 Bi em BTC, Mas Ações Caem 7%

A MicroStrategy, liderada por Michael Saylor, finalizou a compra de 22.305 BTC por cerca de US$ 2,13 bilhões a um preço médio de US$ 95.284 por unidade, elevando suas reservas para 709.715 BTC. Apesar do marco, as ações da empresa (MSTR) caíram mais de 7% em negociações iniciais, conforme reportado pela Bitcoin Magazine. O custo médio histórico permanece em US$ 75.979, gerando ganhos não realizados acima de US$ 10 bilhões com Bitcoin a US$ 91 mil.


Detalhes da Aquisição Bilionária

A operação foi financiada por emissões de ações no mercado (ATM), incluindo 2,95 milhões de ações preferenciais STRC e 10,4 milhões de ações comuns MSTR classe A, captando US$ 2,125 bilhões líquidos entre 12 e 19 de janeiro. Isso reforça a estratégia de conversão de capital de mercado em Bitcoin, consolidando a MicroStrategy como a maior detentora corporativa do ativo, com mais de 3% do suprimento circulante.

Com o custo médio de US$ 75.979, as reservas valem cerca de US$ 64,6 bilhões ao preço atual de US$ 91 mil, representando um lucro não realizado superior a US$ 10 bilhões. A compra ignora a recente queda do Bitcoin, que caiu de acima de US$ 95 mil para abaixo de US$ 90 mil em 36 horas.

Queda das Ações: Diluição e Volatilidade

As ações MSTR deslizaram mais de 7% apesar da notícia positiva, acompanhando a queda do Bitcoin abaixo de US$ 90 mil, impulsionada por liquidações de mais de US$ 500 milhões em derivativos e incertezas macroeconômicas. Analistas, como os do TD Cowen, citam a diluição acionária pela emissão de milhões de novas ações para financiar as compras, reduzindo o valor por ação e enfraquecendo o Bitcoin yield.

Interesse institucional persiste, com a Vanguard investindo US$ 505 milhões em MSTR recentemente. No gráfico diário, um padrão de cabeça e ombros invertido sugere potencial reversão altista acima de US$ 175, mas suporte em US$ 168 é crítico.

Estratégia de Saylor Faz Sentido para Investidores Comuns?

A abordagem de Saylor de buy the dip funcionou para a MicroStrategy, com custo médio abaixo do preço atual e ganhos substanciais. No entanto, para investidores de varejo, os dados indicam riscos elevados: diluição contínua, correlação total com BTC e volatilidade extrema. A empresa emite ações para comprar em altos preços, como os US$ 95 mil médios desta leva, acima do histórico.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 479.602 (-2,22% em 24h), reforçando a pressão de curto prazo. Investidores comuns devem considerar diversificação e horizonte longo, monitorando métricas como mNAV e capacidade de dividendos da MicroStrategy.

Implicações para o Mercado

A compra sinaliza confiança institucional no Bitcoin como reserva de valor, inspirando outras 200 empresas listadas. Apesar da punição imediata às ações, o modelo de longo prazo da MicroStrategy valida a acumulação disciplinada. Dados sugerem que, em ciclos de alta, retornos superam riscos, mas correções como esta testam a resiliência. Vale monitorar fluxos ETF e políticas monetárias para contexto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem visionário cartoon empilhando blocos Bitcoin em tesouro imenso, ignorando nuvens de volatilidade, simbolizando compra de Saylor

Saylor Ignora Volatilidade e Compra US$ 2,13 Bi em Bitcoin

Michael Saylor, o maior acumulador de Bitcoin do mundo, ignorou a recente volatilidade do mercado e liderou a compra de 22.305 BTC por US$ 2,13 bilhões. Com isso, a Strategy elevou sua tesouraria para um recorde de 709.715 BTC, adquiridos a um custo médio de US$ 75.979 por unidade. O movimento, revelado em 20 de janeiro de 2026, valida a tese de Bitcoin como reserva de valor corporativa em tempos de incerteza geopolítica.


Detalhes da Quinta Maior Aquisição

A transação, ocorrida entre 12 e 19 de janeiro, foi financiada com a venda de US$ 1,83 bilhão em ações ordinárias (MSTR) e US$ 294,5 milhões em ações preferenciais perpétuas (STRC), conforme detalhado em documento enviado à SEC. O preço médio pago foi de US$ 95.284 por BTC, acima da cotação atual, demonstrando convicção inabalável de Saylor no potencial de longo prazo do ativo.

Esse aporte marca o quinto maior da história da Strategy desde 2020, superando até o dobro das reservas da Tesla. Apesar do Bitcoin cair abaixo de US$ 91.000 devido a tensões como tarifas comerciais e geopolítica, Saylor comprou o ‘dip’, elevando o total investido para US$ 53,92 bilhões.

Resiliência Institucional em Meio à Volatilidade

Enquanto o mercado reage com pânico a riscos globais, a Strategy amplia sua dominância. Com 709.715 BTC, a empresa supera a mineradora MARA (53.250 BTC), mas ainda fica atrás do ETF IBIT da BlackRock (784.423 BTC), segundo dados de tesourarias. Curiosamente, o ETF PFF da BlackRock expõe produtos de crédito da Strategy (STRC, STRF, STRD), sinalizando confiança institucional crescente.

As ações MSTR subiram mais de 5% nas últimas sessões, negociando a um múltiplo mNAV de 1,11, refletindo otimismo dos investidores na estratégia de alavancagem via equity para acumular Bitcoin.

Bitcoin como Reserva de Tesouraria: Tese Validade

Essa aquisição reforça a visão de alta de Saylor: Bitcoin é o ativo digital definitivo para tesourarias corporativas. Com custo médio de US$ 75.979 bem abaixo da cotação histórica máxima, a Strategy gera retornos superiores a títulos tradicionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 482.082 (-3,64% em 24h), mas o horizonte de longo prazo permanece promissor para holders institucionais.

Investidores devem monitorar o próximo relatório semanal da Strategy, pois Saylor prometeu aportes agressivos. Essa resiliência valida a adoção corporativa, atraindo mais players para o ecossistema Bitcoin.

Próximos Passos para o Mercado

O recorde da Strategy pode catalisar uma nova onda de acumulação institucional, especialmente com BlackRock sinalizando interesse via crédito. Para brasileiros, isso reforça a importância de diversificar em Bitcoin como hedge contra instabilidades fiat. Vale acompanhar volumes em exchanges locais e o impacto nas ações MSTR.


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Líder cartoon visionário sinalizando megafone para baleia dourada de Bitcoin emergente com BTC glow, simbolizando acumulação institucional da MicroStrategy

Sinal de Saylor: Strategy Planeja Nova Mega Compra de Bitcoin

Michael Saylor, chairman da Strategy, sinalizou uma nova compra massiva de Bitcoin ao compartilhar um chart do StrategyTracker com marcadores de aquisições crescentes, intitulado ‘₿igger Orange’. Poucos dias após adquirir US$ 1,25 bilhão em BTC, a empresa demonstra apetite insaciável, controlando agora cerca de 3% do suprimento total. Esse método de sinalização prévia é chave para baleias institucionais montarem posições sem choques abruptos no mercado.


O Método de Sinalização de Saylor

A estratégia de comunicação de Saylor via redes sociais, como o post no X com pontos laranja cada vez maiores e mais frequentes, serve como um sinal de mercado deliberado. Esses teasers não são mera provocação: eles preparam investidores e instituições para movimentos de grande volume, evitando volatilidade excessiva durante as execuções.

Desde 2020, a Strategy realizou 94 aquisições separadas, com custo médio de aproximadamente US$ 75.000 por BTC. O chart compartilhado destaca a aceleração em 2026, começando com 1.283 BTC por US$ 115,97 milhões em 4 de janeiro, seguidos por 13.627 BTC em 12 de janeiro, conforme documento da SEC.

Esse padrão permite que a empresa teste o apetite do mercado e acumule gradualmente, minimizando slippage em ordens de grande porte. Para baleias institucionais, sinalizar intenções via canais públicos é uma tática comprovada para atrair liquidez e alinhar expectativas.

Acumulação Acelerada em 2026

A Strategy elevou seu tesouro para 687.410 BTC, representando 3% dos 21 milhões totais que existirão. Esse marco reflete uma mudança tática após um quarto trimestre de 2025 sem compras, impactado pela ameaça de reclassificação da MSCI, que poderia forçar saídas institucionais bilionárias.

Com a ameaça adiada, o acúmulo retomou vigor. No início do ano, as compras rápidas sinalizam confiança na Bitcoin como reserva de valor corporativa, mesmo com oscilações recentes. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 481.185,25, com variação de -3,87% nas últimas 24 horas.

Essa abordagem contrasta com estratégias mais conservadoras, priorizando volume sobre timing perfeito, o que reforça o custo médio atrativo em meio a picos atuais próximos de US$ 93.000.

Contexto de Mercado e Respostas Institucionais

O stock da Strategy (MSTR) subiu 2,80% para US$ 173,71, refletindo otimismo renovado. Paralelamente, a Vanguard Group adquiriu US$ 505 milhões em ações MSTR, sinalizando que o bloqueio institucional ao Bitcoin pode estar se dissipando.

Apesar de uma queda de 2,26% no BTC para US$ 92.933,37 nas últimas 24 horas — influenciada por choques tarifários da presidência Trump —, o apetite persiste. Para investidores brasileiros, esses movimentos destacam a relevância de monitorar tesourarias corporativas como proxy para adoção institucional.

Os dados sugerem que 2026 marca uma fase mais agressiva de acumulação, com Saylor posicionando a Strategy como líder em holdings corporativos de BTC.

Lições para o Mercado Brasileiro

Entender esses sinais permite que traders e investidores comuns antecipem fluxos de capital. Baleias como a Strategy usam visibilidade para otimizar entradas, uma lição valiosa em mercados voláteis. Vale monitorar atualizações no StrategyTracker e posts de Saylor para próximos indicadores.

No Brasil, com BTC acima de R$ 480 mil, esses desenvolvimentos reforçam a tese de longo prazo, mas exigem cautela com variações macroeconômicas.


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Avalanche de fragmentos vermelhos desabando sobre monolito Bitcoin rachado em 90K, simbolizando US$ 580 mi em liquidações por pânico macro

Pânico Macro e Queda do BTC: US$ 580 Milhões em Liquidações Hoje

📊 BOLETIM CRIPTO | 20/01/2026 | NOITE

A ameaça principal domina o cenário cripto nesta terça-feira. O pânico vindo do mercado de títulos japoneses, combinado com as agressivas ameaças de tarifas comerciais do presidente Trump, desencadeou uma tempestade perfeita de aversão ao risco. O Bitcoin rompeu o suporte psicológico de US$ 90.000, acionando uma cascata devastadora de US$ 580 milhões em liquidações de posições compradas. Enquanto titãs como a MicroStrategy tentam sustentar o suporte com compras bilionárias e a CFTC sinaliza um futuro regulatório mais claro, esses esforços institucionais ainda são insuficientes para conter o fluxo de saída global. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 482.038,31, refletindo o pessimismo que tomou conta das últimas 24 horas.


🔥 Destaque: Colapso nos Títulos Japoneses Sacode Liquidez Cripto

O mercado de títulos do governo japonês (JGB) sofreu um colapso sem precedentes nesta terça-feira, com o rendimento dos papéis de 30 anos disparando 31 pontos-base para atingir 3,91%, a maior alta diária em décadas. Este movimento sinaliza o fim de um dos suportes de liquidez mais confiáveis do mundo — o capital barato japonês. O impacto foi sentido instantaneamente no Bitcoin, que despencou de US$ 95.000 para patamares abaixo de US$ 91.000 em poucas horas.

Especialistas alertam que este salto nos rendimentos eleva drasticamente o custo de financiamento do chamado carry trade, onde investidores tomam iene (JPY) emprestado para investir em ativos de risco. Com a repatriação acelerada desse capital para o Japão, a liquidez global está sendo drenada, o que amplia a volatilidade em criptoativos e ações. O pânico levou o Nikkei a cair 2,5%, enquanto metais preciosos como o ouro dispararam para recordes acima de US$ 4.700 por onça.

Para o ecossistema cripto, o cenário é de alerta crítico. A correlação com os mercados tradicionais voltou a subir, e a pressão vendedora em derivativos pode persistir até que o Banco do Japão (BoJ) consiga estabilizar os mercados internos. Investidores devem monitorar a paridade USD/JPY e a continuidade da subida nos rendimentos dos JGBs, pois o “aperto” na liquidez mundial está apenas começando a mostrar suas garras na alavancagem das exchanges.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento de viés de baixa moderado prevalece, sustentado por um contágio macroeconômico que ignora desenvolvimentos técnicos positivos. A narrativa central mudou de “descoberta de preço” para “sobrevivência à liquidez”, com a capitalização de mercado total recuando 3% para a faixa de US$ 3,1 trilhões. O desequilíbrio é visível: enquanto o varejo e participantes alavancados são liquidados, baleias antigas começam a mover fundos de 2013, possivelmente antecipando uma correção mais profunda.

Por outro lado, o setor institucional tenta atuar como um amortecedor. A estratégia agressiva da MicroStrategy e os planos da CFTC para uma estrutura “à prova de futuro” mostram que a fundação de longo prazo do mercado está sendo fortalecida. Contudo, no curto prazo, a aversão ao risco gerada pelas tarifas comerciais de Donald Trump sobre a Europa e a Groenlândia atua como um teto pesado para qualquer tentativa de recuperação expressiva do Bitcoin nas próximas horas.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Cascata de Liquidações: O rompimento de suportes técnicos em US$ 90 mil gerou US$ 580 milhões em liquidações. Novas quedas podem forçar mais coberturas de margem, criando um ciclo vicioso de vendas automáticas.
  • Reversão de Carry Trade: A alta nos rendimentos dos JGBs encarece o financiamento global. Se a liquidez continuar voltando para o Japão, ativos voláteis como altcoins podem sofrer correções superiores a 15%.
  • Vulnerabilidade DeFi: O exploit de US$ 4,1 milhões no protocolo Makina via flash loan e manipulação de oracle acende o alerta para pools similares no Curve sob estresse de liquidez.
  • Pressão Vendedora de Baleias: Fluxos de mais de US$ 110 milhões em ETH para exchanges e o despertar de carteiras inativas desde 2013 sugerem uma possível realização de lucros institucional em larga escala.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Compra Pós-Exaustão: Picos de liquidação acima de US$ 500 milhões historicamente limpam o excesso de alavancagem, criando configurações de compra tática para rebotes de 5% a 10% no curto prazo.
  • Clareza Regulatória nos EUA: O plano “Future Safeguard” da CFTC promete estabelecer regras formais estáveis, o que pode atrair capital institucional reprimido para produtos regulados nos próximos meses.
  • Refúgio em Ativos Escassos: A valorização recorde do ouro e da prata impulsiona a narrativa de “reserva de valor”, beneficiando indiretamente o Bitcoin em uma perspectiva de longo prazo pós-pânico macro.

📰 Principais Notícias do Período

1. Pânico JGB yields aperta liquidez global em cripto
Rendimentos dos títulos japoneses de 30 anos disparam, forçando o fechamento de posições alavancadas em todo o mundo. O aperto na liquidez drenou o Bitcoin para patamares abaixo de US$ 91.000, enquanto investidores buscam segurança no ouro.

2. BTC abaixo de US$ 90k aciona US$ 580M em liquidações
A forte desvalorização global, impulsionada pelas tensões tarifárias de Trump, resultou na liquidação de US$ 580 milhões em posições compradas. O mercado cripto total recuou 3% nas últimas horas.

3. Makina perde US$ 4,1 mi em exploit de oracle no Curve
O protocolo DeFi Makina foi vítima de um ataque de US$ 4,13 milhões focado em seu feed de preços. O invasor utilizou flash loans para manipular o oracle da pool DUSD/USDC no Curve.

4. Baleias ETH depositam US$ 110M em exchanges
Grandes investidores e instituições moveram mais de US$ 110 milhões em Ethereum para exchanges como Gemini e Binance. O movimento eleva a oferta disponível e coloca pressão vendedora sobre o ETH.

5. MicroStrategy compra US$ 2,13 bi em BTC; totaliza 709k BTC
A empresa de Michael Saylor adicionou 22.305 BTC ao seu balanço por US$ 2,13 bilhões. Apesar da queda no preço, a MicroStrategy reforça sua convicção institucional no ativo.

6. CFTC inicia ‘Future Safeguard’ pró-indústria cripto
Mike Selig, novo presidente da CFTC, anunciou um plano para criar regras formais “à prova de futuro” para criptomoedas. A iniciativa visa encerrar a era de regulação por punição e estabelecer segurança jurídica.

7. Carteira BTC 2013 transfere 909 BTC após 13 anos
Uma carteira inativa desde 2013 movimentou US$ 84,6 milhões em Bitcoin para um novo endereço. O investidor original viu seu aporte de US$ 6.400 valorizar mais de 13.900 vezes, confirmando a tese de reserva de valor.


🔍 O Que Monitorar

  • Liquidações de 24h: Acompanhe o limite de US$ 500 milhões no Coinglass; novos picos sinalizam exaustão vendedora.
  • Yield JGB de 30 anos: O motor primário do mercado atual. Subidas verticais acima de 4% indicam risco de contágio prolongado.
  • TVL Makina: A velocidade dos saques pós-exploit no DefiLlama indicará a saúde e a confiança no setor DeFi do ecossistema Curve.
  • Decisões do BoJ: Qualquer intervenção do Banco do Japão para conter os rendimentos pode trazer um respiro imediato para ativos de risco.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 12-24 horas, o viés de baixa forte deve persistir conforme o mercado processa a drenagem de liquidez causada pela reversão de carry trades. É provável que vejamos o Bitcoin testar suportes inferiores na zona de US$ 88.000, especialmente se novos anúncios de tarifas intensificarem o medo no comércio global. Embora os aportes da MicroStrategy ofereçam um suporte psicológico, o driver macro institucional japonês e americano domina a trajetória de preços no momento. A estabilização dependerá da exaustão das liquidações forçadas e de uma possível intervenção nos mercados de dívida pelo BoJ. Para investidores, o período exige cautela extrema e monitoramento contínuo dos volumes on-chain, priorizando a proteção de capital contra picos de volatilidade sistêmica.


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Personagem corporativo cartoon empurrando carrinho de blocos Bitcoin com 3% marcado, ignorando ondas de queda vermelhas, simbolizando acumulação de Saylor

Saylor Ignora Queda e Sinaliza Mais Compras de Bitcoin

Michael Saylor, o visionário por trás da Strategy, ignora a queda do Bitcoin para menos de US$ 93 mil, impulsionada por temores de tarifas comerciais entre EUA e Europa, e sinaliza mais compras do ativo. Após investir US$ 1,25 bilhão em 13.627 BTC na semana passada, a empresa elevou suas reservas para 687.410 BTC, equivalente a cerca de 3% do suprimento total. Esse acúmulo demonstra confiança inabalável no BTC como reserva de valor de longo prazo.


Sinalização de Saylor e Histórico Recente

No domingo, Saylor publicou no X o termo “Bigger Orange” ao lado de um gráfico das aquisições da Strategy desde 2020, um código recorrente que precede anúncios oficiais de compras. A empresa iniciou 2026 com a aquisição de 1.283 BTC por US$ 115,97 milhões em 4 de janeiro, seguida pela grande operação de 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão em 11 de janeiro, totalizando 14.910 BTC adicionados no ano até agora.

Financiadas por emissões de notas conversíveis e equity, essas movimentações reforçam a tese de que instituições como a Strategy veem o Bitcoin como hedge perfeito contra a inflação e a desvalorização fiat, independentemente de ruídos macroeconômicos de curto prazo como as tarifas de Trump.

Holdings da Strategy: 3% do bitcoin existente

Com 687.410 BTC em carteira a um custo médio de US$ 75.353 por unidade, a Strategy ostenta lucros não realizados substanciais com o BTC negociado na faixa dos US$ 92-93 mil. Isso representa mais de 3% do suprimento total limitado a 21 milhões de unidades, consolidando a empresa como a maior detentora corporativa do ativo.

Em quatro anos, foram realizadas 94 aquisições, um ritmo implacável que sinaliza continuidade. Para investidores brasileiros, vale notar que, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 499.883,42 nesta segunda-feira (19/01), com variação de -2,39% em 24h e volume de 184,77 BTC.

Esse marco não é mero número: é prova de que o acúmulo institucional persiste, contrastando com vendas em pânico de traders de varejo.

Reação das Ações MSTR e Perspectiva Bullish

As ações da Strategy (MSTR) reagiram positivamente, subindo 1,6% recentemente e acumulando ganhos de 4% na semana e 12% no ano até o momento, conforme dados de mercado. Apesar de quedas anuais em meio à volatilidade, o papel é visto como proxy alavancado ao Bitcoin, atraindo investidores que buscam exposição indireta.

Enquanto o mercado cripto recua por liquidez apertada entre US$ 96-98 mil e temores tarifários, o otimismo de Saylor reforça a narrativa de alta: quedas são oportunidades de compra para quem entende o valor de longo prazo do BTC. Instituições não vendem; elas acumulam.

O Que Esperar Agora

Monitore anúncios oficiais da Strategy nos próximos dias, pois posts como “Bigger Orange” historicamente precedem compras maiores. Com o BTC em território de lucro para a empresa e influxos em ETFs bitcoin superando US$ 1,4 bilhão na semana, o viés de alta permanece intacto. Para brasileiros, plataformas como a Binance oferecem acesso facilitado a esse movimento global.


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Gerente cartoon de fast-food entregando hambúrguer com raio Lightning e cofre BTC crescendo marcado 15%, simbolizando adoção corporativa

Steak ‘n Shake: 15% Mais Vendas e 105 BTC no Tesouro

A rede de hambúrgueres Steak ‘n Shake está celebrando resultados excepcionais: após oito meses aceitando pagamentos em Bitcoin via Lightning Network, as vendas nas mesmas lojas subiram 15%, com taxas de processamento reduzidas em quase 50%. A empresa anunciou a aquisição de US$ 10 milhões em Bitcoin, totalizando 105 BTC em sua nova reserva estratégica. É a fórmula MicroStrategy adaptada ao fast-food, provando que o BTC impulsiona crescimento real.


Integração Lightning: Menos Custos, Mais Lucro

Desde maio de 2025, todas as unidades nos EUA aceitam Bitcoin pela Lightning Network, com apoio público de Jack Dorsey. O impacto foi imediato: taxas de processamento caíram quase 50% em comparação aos cartões de crédito tradicionais, liberando margem para reinvestimentos. As vendas same-store — lojas abertas há mais de um ano — registraram alta de 15%, mostrando que a inovação em pagamentos atrai clientes e otimiza operações.

Todos os pagamentos em BTC dos clientes fluem diretamente para a Strategic Bitcoin Reserve (SBR), sem conversão para fiat. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 510.095 nesta consulta, valorizando a reserva em cerca de R$ 53,5 milhões.

Sistema Autossustentável: Vendas Alimentam BTC

A reserva estratégica de 105 BTC é alimentada pelo fluxo de caixa operacional. Em outubro de 2025, parceria com Fold Holdings lançou promoções: clientes ganham US$ 5 em BTC ao comprar o “Bitcoin Burger” ou “Bitcoin Meal”. A empresa doa 210 satoshis por refeição para OpenSats, apoiando desenvolvimento open-source do Bitcoin.

No X, a Steak ‘n Shake descreveu o modelo como “autossustentável”: mais hambúrgueres vendidos significam mais BTC acumulado. Fundada há 91 anos e controlada pela Biglari Holdings, a rede transforma o BTC de mera especulação em ferramenta de eficiência cotidiana.

Diferente da MicroStrategy: Crescimento Orgânico

Diferente da MicroStrategy, que emite dívida para comprar BTC, a Steak ‘n Shake usa receitas reais de clientes. Mais de 200 empresas globais adotam Bitcoin no balanço, mas este caso pioneiro no setor alimentício destaca o viés de alta operacional. Analistas veem expansão para outros varejistas: imagine redes como McDonald’s seguindo o exemplo.

A transparência é chave: a reserva é registrada diretamente no balanço patrimonial. Com margens melhores, a empresa reinveste em qualidade do menu, criando um ciclo virtuoso. Este é o futuro corporativo: Bitcoin como reserva de valor gerada pelo negócio, não por especulação.

Bitcoin como Motor de Crescimento

Para investidores brasileiros, o case inspira: em um mercado onde o BTC negocia a R$ 510 mil, empresas adotando cripto via pagamentos cotidianos sinalizam maturidade. Vale monitorar se a Biglari Holdings amplia a estratégia. O leitor deve ver aqui um modelo replicável, provando que BTC gera prosperidade real no mundo real.


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Saylor cartoon estendendo mão para executivo GameStop com cofre BTC, simbolizando efeito Saylor e tesourarias corporativas em Bitcoin

GameStop Transfere 100 BTC para Coinbase Prime: Efeito Saylor

A GameStop transferiu 100 BTC, equivalentes a cerca de US$ 9,5 milhões, de uma carteira de custódia para a Coinbase Prime em 17 de janeiro de 2026. O movimento, detectado por analistas onchain, reflete a adoção crescente de custódia institucional por empresas de varejo meme. Paralelamente, Michael Saylor sinaliza novas compras pela MicroStrategy, que detém 3% da oferta total de Bitcoin. Essa tendência normaliza o BTC como reserva de valor corporativa, onde o risco de não possuir o ativo supera a volatilidade.


Movimento Onchain da GameStop

A varejista GameStop (NYSE: GME), conhecida pelo frenesi meme de 2021, continua sua jornada no ecossistema Bitcoin. Em maio de 2025, a empresa divulgou 4.710 BTC em seu balanço, posicionando-se como a 22ª maior detentora corporativa do ativo. O recente movimento de 100 BTC para a Coinbase Prime — plataforma de trading institucional — foi flagrado pelo analista Sani, do onchainindex.com, via transação no mempool.space.

Embora não haja confirmação de venda, a transferência de Coinbase Custody (armazenamento frio) para Prime sugere gestão ativa de tesouraria: possivelmente rebalanceamento, preparação para trades ou otimização de liquidez. Após o fluxo, restam mais de 4.600 BTC em custódia, valorizados em cerca de US$ 440 milhões a preços atuais. Para empresas como GameStop, não nativas digitais, isso marca a maturidade: Bitcoin deixa de ser especulação para se tornar pilar estratégico.

O otimismo é palpável. Analistas veem nisso um passo rumo à custódia profissional, reduzindo riscos operacionais e sinalizando confiança de longo prazo no Bitcoin como reserva de valor superior.

Sinal de Michael Saylor e Holdings da MicroStrategy

Michael Saylor, evangelista máximo do Bitcoin, reacende a euforia com postagem “Bigger Orange” no X, acompanhada de gráfico de aquisições da MicroStrategy desde 2020. A MicroStrategy acumula 687.410 BTC, ou 3% da oferta total limitada a 21 milhões, com custo médio de US$ 75.000 por unidade. Semana passada, compraram 13.627 BTC por US$ 1,25 bilhão, financiados por dívida e equity.

As ações MSTR reagiram com alta de 1,6%, negociando a US$ 174, +4% na semana e +12% no ano. Investidores tratam MSTR como proxy alavancado ao BTC, especialmente com ganho não realizado bilionário. As postagens de Saylor precedem compras confirmadas, reforçando sua credibilidade. Para o mercado brasileiro, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 511.972 às 20h de hoje, com leve variação de -0,09% em 24h.

Essa estratégia valida o modelo: acumular BTC fortalece balanços e atrai capital.

Efeito Saylor: Normalização Corporativa

O “Efeito Saylor” irradia além da tech: empresas de varejo como GameStop adotam tesourarias em BTC, ecoando MicroStrategy. O risco de FOMO corporativo — não ter Bitcoin enquanto concorrentes valorizam — supera temores de volatilidade. CEOs percebem: em horizontes longos, BTC supera inflação e retornos tradicionais.

GameStop, com raízes no varejo físico, exemplifica a diversificação. Movendo para Coinbase Prime, acessam trading institucional sem expor a custódia fria desnecessariamente. Da MicroStrategy, 94 aquisições em 4 anos provam viabilidade: dívida barata financia BTC, que aprecia mais que juros pagos. Mercado reage: MSTR +180% em 5 anos.

Para brasileiros, isso inspira: com BTC a R$ 512k, tesourarias locais podem seguir, protegendo contra real fraco.

O Que Esperar: Próximos Passos

Monitore Q1 2026 da GameStop: disclosure pode revelar se foi venda (<10% assets) ou reposicionamento. MicroStrategy deve anunciar nova compra, impulsionando MSTR e BTC. Liquidez em US$ 96-98k atua como ímã, mas influxos corporativos sustentam alta.

Visão de alta: mais empresas seguirão, acelerando adoção. O risco real é ficar de fora dessa revolução tesouraria.


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Executivos cartoon estilizados blindando núcleo Bitcoin com pilhas MSTR e inflows de ETFs, simbolizando proteção institucional recorde

Institucionais Blindam Bitcoin: Inflows de US$ 2 bi e Acúmulo da MSTR

📊 BOLETIM CRIPTO | 18/01/2026 | MANHÃ

O capital institucional reafirma seu domínio no mercado cripto, estabelecendo uma base sólida de sustentação mesmo diante de ruídos regulatórios e incidentes de segurança. A entrada recorde de US$ 2 bilhões em ETFs spot e a agressiva acumulação da MicroStrategy, que desembolsou US$ 1,2 bilhão em uma única semana, sugerem uma confiança inabalável dos grandes players. Embora um hack de US$ 282 milhões tenha gerado um FUD momentâneo e impulsionado moedas de privacidade, a resiliência institucional atua como a principal âncora do setor. O viés bullish moderado prevalece, alimentado pela percepção do Bitcoin como um hedge estratégico em meio às tensões crescentes entre a administração Trump e o Federal Reserve. Este boletim detalha como o apetite das baleias está filtrando as incertezas macroeconômicas e moldando o próximo movimento de preços.


🔥 Destaque: Institucionais injetam US$ 2 bilhões em ETFs

A semana encerra com um sinal inequívoco de maturidade: os ETFs spot de Bitcoin, Ethereum e XRP registraram entradas massivas, totalizando US$ 1,95 bilhão. O Bitcoin liderou a demanda com US$ 1,42 bilhão, confirmando sua posição como ativo de reserva preferencial em Wall Street. Contudo, o destaque inesperado foi o XRP, que capturou US$ 57 milhões em fluxos, sinalizando que o apetite institucional está se diversificando rapidamente para além das duas maiores criptomoedas.

Este movimento ocorre em paralelo à maior compra da MicroStrategy nos últimos cinco meses. A empresa liderada por Michael Saylor adquiriu 13.600 BTC, elevando seu tesouro para impressionantes 687.400 unidades. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 512.751,00, refletindo a estabilidade em patamares elevados.

A implicação para o investidor é clara: a liquidez institucional está criando um suporte técnico robusto. Enquanto o varejo muitas vezes reage a notícias de curto prazo, o smart money aproveita períodos de volatilidade para consolidar posições de longo prazo. O foco agora se volta para a barreira psicológica dos US$ 100 mil, que parece cada vez mais ao alcance dada a velocidade dessa acumulação.

O que monitorar a partir daqui são os fluxos diários desses fundos. Qualquer sinal de desaceleração nos inflows poderia indicar uma exaustão temporária, mas, por ora, a trajetória aponta para a continuidade do momentum positivo, especialmente se as incertezas fiscais nos EUA continuarem a favorecer ativos escassos.


📈 Panorama do Mercado

O cenário atual é definido por uma dicotomia geográfica e regulatória. Enquanto o mercado global apresenta um viés otimista, o cenário interno nos Estados Unidos mostra sinais de cautela institucional. O premium negativo na Coinbase por três dias consecutivos sugere que instituições americanas podem estar realizando lucros ou hesitando diante das tensões entre o Tesouro e o Federal Reserve.

A investigação criminal contra Jerome Powell e a pressão por um overhaul no Fed introduzem um elemento de instabilidade macro que, paradoxalmente, beneficia a narrativa do Bitcoin como ouro digital. Paralelamente, o setor de privacy coins ressurgiu com força. O Monero (XMR) disparou 70% após fundos de um grande hack serem convertidos, evidenciando que, apesar do cerco regulatório, a demanda por anonimato permanece como um nicho resiliente e volátil.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Instabilidade Federal: A investigação do DOJ contra Jerome Powell ameaça a independência da política monetária, podendo gerar volatilidade errática em ativos de risco.
  • Vulnerabilidade em Wallets: O hack de US$ 282 milhões via engenharia social prova que falhas humanas ainda são o elo mais fraco, mesmo em soluções de hardware.
  • Pressão de Venda nos EUA: O premium negativo na Coinbase indica que grandes players americanos estão menos agressivos que seus pares globais no curto prazo.
  • Escrutínio de Privacidade: O rally súbito de Monero e Dash atrai atenção regulatória indesejada, elevando o risco de delistagens em exchanges centralizadas.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Hedge Anti-Fiat: A erosão da confiança no dólar e no Fed posiciona o Bitcoin como o principal beneficiário de uma possível crise de governança institucional.
  • Arbitragem Regional: O deságio na Coinbase oferece janelas de arbitragem para investidores que operam entre mercados americanos e globais.
  • Aproveitamento da Altseason: A entrada de capital em ETFs de XRP sugere que o mercado está pronto para uma rotação de capital rumo a altcoins de alta capitalização.

📰 Principais Notícias do Período

1. ETFs somam US$ 2bi e sinalizam força institucional
Investidores institucionais injetaram US$ 1,95 bilhão em ETFs spot na última semana. O apetite por XRP surpreendeu o mercado, acumulando US$ 57 milhões e indicando uma diversificação de portfólio para além de BTC e ETH.

2. MicroStrategy realiza compra bilionária de Bitcoin
A empresa de Michael Saylor adquiriu US$ 1,2 bilhão em BTC, sua maior compra em cinco meses. No mesmo período, um hack de US$ 282 milhões explorou social engineering em carteiras de hardware, convertendo o roubo em Monero.

3. Coinbase busca acordo com bancos para destravar regulamentação
Sob pressão da Casa Branca, a Coinbase está negociando um compromisso com bancos comunitários. O objetivo é remover entraves no Senado para o projeto de lei de estrutura de mercado cripto nos EUA.

4. Investigação contra Powell amplia incerteza no Fed
O DOJ iniciou uma investigação criminal contra Jerome Powell por suposto falso testemunho. O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, aproveitou o caso para clamar por uma reforma estrutural e maior accountability na instituição.

5. Binance Alpha anuncia listagem de Acurast (ACU)
A plataforma Binance Alpha listará o token ACU no dia 20 de janeiro. O evento incluirá um airdrop exclusivo para usuários qualificados através do sistema de pontos Alpha, gerando forte expectativa e volume pré-listagem.


🔍 O Que Monitorar

  • Inflows dos ETFs: A continuidade das entradas acima de US$ 200 milhões diários é vital para sustentar a tese de alta.
  • Premium da Coinbase: Uma volta ao território positivo indicaria o fim da realização de lucros institucional nos Estados Unidos.
  • Nomeação do Sucessor do Fed: Donald Trump deve anunciar o novo chair em breve; um perfil dovish seria explosivo para o Bitcoin.
  • Segurança de Auto-custódia: Novas atualizações de firmware e alertas de segurança após o hack milionário de 10 de janeiro.

🔮 Perspectiva

O mercado mantém um viés bullish moderado para as próximas 48 horas. A força compradora proveniente dos ETFs e as compras corporativas da MicroStrategy atuam como um “piso” de preço, protegendo o Bitcoin contra quedas profundas motivadas pelo FUD político. Se o anúncio do sucessor de Powell for interpretado como favorável a juros baixos, poderemos ver um teste agressivo da máxima histórica. Contudo, investidores devem ter cautela com a volatilidade nas moedas de privacidade e com o impacto de novas notícias sobre o impasse regulatório nos EUA. A escaneabilidade dos dados sugere que, embora os riscos de segurança e macro sejam reais, o fluxo de capital institucional é, atualmente, o driver dominante que deve prevalecer sobre o sentimento negativo pontual.


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Equipe cartoon em balcão de fast-food celebrando com BTC dourado e raios Lightning, simbolizando lucros da Steak 'n Shake com tesouraria Bitcoin

Hambúrguer com Bitcoin: Steak ‘n Shake Lucra 10% com BTC no Tesouro

A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou a adição de US$ 10 milhões em Bitcoin ao seu tesouro corporativo, seguindo a estratégia pioneira da MicroStrategy. Oito meses após implementar pagamentos via Lightning Network, a empresa registra alta superior a 10% nas vendas em lojas comparáveis e economia de cerca de 50% em taxas de processamento. Esse ciclo virtuoso transforma Bitcoin em motor de lucros para negócios tradicionais, provando que o BTC não é só reserva de valor, mas ferramenta prática de crescimento.


Da Adoção Inicial aos Resultados Concretos

Em maio de 2025, a Steak ‘n Shake começou a aceitar Bitcoin via Lightning Network em todas as suas lojas nos EUA. A medida visava atrair clientes jovens e crypto-nativos, além de reduzir custos operacionais. O impacto foi imediato: no segundo trimestre de 2025, as vendas em lojas comparáveis subiram mais de 10%, atribuídas diretamente à aceitação de BTC.

O COO Dan Edwards destacou, em conferência recente, que os pagamentos em Bitcoin geram receita incremental sem elevar preços no cardápio. Essa receita flui para o Strategic Bitcoin Reserve (SBR), reforçando o tesouro da empresa e financiando melhorias como upgrades em restaurantes e ingredientes premium.

Economia de 50% em Taxas: O Poder da Lightning Network

A economia de 50% nas taxas de processamento é o grande diferencial. Diferente de cartões de crédito, com fees altas, a Lightning Network permite transações rápidas e baratas. Toda venda em BTC é direcionada ao SBR, criando um loop auto-sustentável: mais clientes pagam com Bitcoin, geram mais receita, que compra mais BTC, atraindo ainda mais adoção.

Segundo a empresa, esse modelo inspirado na MicroStrategy — que acumula BTC como ativo principal — está impulsionando expansão, inclusive planos para a América Latina, como El Salvador. Em oito meses, o que começou como experimento virou estratégia central de tesouraria.

Expansão do Tesouro e Tendências Corporativas

Os US$ 10 milhões adicionados equivalem a cerca de 105 BTC, ao preço atual próximo de US$ 95.000. Esse movimento eleva o compromisso da Steak ‘n Shake com Bitcoin, alinhando-se a gigantes como MicroStrategy, que detém mais de 687.000 BTC. Globalmente, tesouros corporativos já superam 4 milhões de BTC, sinal de maturidade.

A rede também lançou o “Bitcoin Meal” e doou parte das vendas para desenvolvimento open-source do Bitcoin, reforçando lealdade à comunidade. Suspenderam até uma enquete sobre Ethereum após backlash, declarando: “Nossa lealdade é com os Bitcoiners”.

Bitcoin como Motor de Lucro para o Mundo Real

Esse caso da Steak ‘n Shake é um estudo de caso bullish: negócios tradicionais lucram com BTC. Vendas up, custos down, tesouro valorizado — tudo sem hype especulativo. Para empreendedores brasileiros, é um blueprint acessível via Lightning. Vale monitorar: se mais redes seguirem, a adoção corporativa acelera, beneficiando o ecossistema inteiro. O futuro é hambúrguer com Bitcoin.


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Executivos cartoon de Vanguard e MicroStrategy apertando mãos com ações MSTR glow Bitcoin, simbolizando adoção institucional bullish

Vanguard Invade MSTR: US$ 505 milhões por Exposição ao Bitcoin

A gigante Vanguard realizou sua primeira compra de US$ 505 milhões em ações da MicroStrategy (MSTR), confirmando que players de Wall Street veem a empresa de Michael Saylor como o veículo principal para exposição ao Bitcoin. VanEck também ampliou posições, enquanto Saylor lançou o BTC Rating de 0.9 para MSTR. Esse movimento ocorre em meio à estabilização do BTC, cotado a R$ 512.506 segundo o Cointrader Monitor, sinalizando confiança institucional bullish.


Entrada Histórica da Vanguard e VanEck

A Vanguard, conhecida por sua abordagem conservadora, entrou no jogo com uma posição de US$ 505 milhões em MSTR durante fase de estabilização de preços, não em euforia de alta. Isso demonstra acúmulo estratégico, evitando compras no pico e posicionando-se para ganhos na resolução altista. Historicamente avessa a proxies concentrados de equity, essa é a primeira exposição direta da gestora à MicroStrategy.

Paralelamente, a VanEck elevou sua stake para cerca de 284 mil ações comuns, além de instrumentos preferenciais atrelados ao balanço em Bitcoin. Essa combinação reduz o float efetivo, amortecendo vendas reativas e estabilizando o preço em consolidações. Instituições como essas não trade curto prazo; elas constroem tesourarias de longo prazo, ancoradas no potencial do BTC como reserva de valor.

Com o Bitcoin negociado acima de US$ 95 mil, essas alocações reforçam a tese de que MSTR é o proxy ideal para exposição regulada e escalável ao ativo digital, superando barreiras regulatórias para fundos tradicionais.

O Que é o BTC Rating de Saylor?

Michael Saylor inovou ao adicionar o índice BTC Rating no site oficial da MicroStrategy, avaliando MSTR em 0.9. A fórmula é clara: (reservas de Bitcoin – dívida – ações preferenciais + reservas em USD) / capitalização de mercado. Trata-se da razão entre reservas líquidas de BTC e o valor de mercado da empresa, essencialmente o inverso do P/B ratio ajustado para cripto.

Essa métrica quantifica a ‘pureza’ bitcoin da companhia, provando que 90% do valor de MSTR deriva diretamente de seu tesouro em BTC. Chaitanya Jain, responsável pela estratégia de produtos Bitcoin da MicroStrategy, explica que isso mede a sustentabilidade do modelo: quanto maior o rating, mais o preço reflete o backing real em sats. Para investidores, é uma ferramenta acionável para monitorar diluição ou alavancagem excessiva.

No atual cenário, com BTC Rating de 0.9, MSTR se posiciona como uma das mais eficientes formas de alavancagem bitcoin, atraindo capital institucional que busca yield sem custódia direta.

Perspectivas Bullish para MSTR e Mercado Cripto

Técnica da MSTR mostra compressão em canal descendente, com candles testando a borda superior e momentum de venda exaurido. Preço em US$ 173,71, com suporte chave em US$ 149. Manutenção acima disso abre caminho para US$ 200 e, com momentum, US$ 300-400, rompendo o canal bearish.

Esses influxos institucionais coincidem com fraqueza downside enfraquecendo desde novembro. Dezembro formou base arredondada, absorvendo pressão sem pânico. Para brasileiros, com BTC a R$ 512 mil, MSTR oferece diversificação via Nasdaq, acessível via corretoras locais.

O movimento valida a visão de Saylor: corporações e fundos usarão proxies como MSTR para acumular BTC em escala, acelerando adoção e pressionando preços para cima. Vale monitorar o BTC Rating para sinais de refinanciamento agressivo.

Implicações para Investidores Brasileiros

Essa ‘invasão’ institucional confirma maturidade do ecossistema BTC. Gigantes como Vanguard não arriscam bilhões sem convicção profunda. Para o varejo, MSTR é ponte para exposição corporativa ao Bitcoin, com upside assimétrico em bull markets. Monitore suportes e o rating para entradas táticas.

Enquanto o mercado consolida, esses catalisadores sugerem resolução altista iminente, beneficiando holders de longo prazo.


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Cadeia de personagens cartoon corporativos passando orbe BTC luminoso, simbolizando aceleração da adoção de Bitcoin em tesourarias empresariais

De Hambúrgueres a Gestoras: Empresas Aceleram Adoção de Bitcoin

Dos hambúrgueres aos fundos bilionários: a corrida das empresas por Bitcoin ganha fôlego. A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou aumento de US$ 10 milhões em sua reserva estratégica de BTC, enquanto a gestora Strive, após fusão com Semler Scientific, se torna a 11ª maior detentora corporativa pública com 12.797,9 BTC. Esses movimentos reforçam a tese de tesouraria corporativa, inspirada na MicroStrategy, normalizando o BTC como ativo de reserva de valor.


Steak ‘n Shake: Flywheel de Vendas e Bitcoin

A Steak ‘n Shake, que aceita Bitcoin payments desde maio de 2025 em todas as suas lojas globais, viu suas vendas same-store saltarem. No Q2 2025, cresceram 11% quarter-over-quarter, atribuídas diretamente à adoção do BTC. No Q3, o aumento foi ainda maior, 15%, superando concorrentes como McDonald’s e Taco Bell.

Todas as vendas em BTC alimentam a reserva estratégica, criando um flywheel virtuoso: mais clientes bitcoiners elevam receitas, que compram mais BTC. Apesar de fechar 230 lojas entre 2018 e 2025 (de 628 para 394 unidades nos EUA), a empresa expandiu para El Salvador em novembro de 2025, apostando no ecossistema pró-Bitcoin. Investidores como Rajat Soni destacam o BTC como “backstop financeiro”, estendendo a endurance das empresas em mercados voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 512.302 nesta data, com variação de -0,17% em 24h.

Strive: Fusão Eleva ao Top 11 Corporativo

A gestora Strive concluiu em 16 de janeiro de 2026 a aquisição all-stock da Semler Scientific, convertendo cada ação da healthtech em 21,05 ações Strive. O resultado: 12.797,9 BTC em tesouraria, ou 0,0609% do suprimento total, posicionando-a como a 11ª maior entre públicas.

A estratégia é contracíclica: compras em fraquezas de mercado, com custo médio de US$ 105.979 por BTC. A recente tranche de janeiro adicionou mais de 5.000 BTC por US$ 95.524 em média. Valuation atrativa: market cap de US$ 1,19 bilhão, EV/NAV de 1,18x, refletindo prêmio modesto pela estrutura corporativa e upside.

Reforços na liderança incluem Avik Roy como Chief Strategy Officer (monetizando healthtech), Joe Burnett como VP de Bitcoin Strategy e Eric Semler no board. Foco em leverage via preferred equity, evitando dívidas de curto prazo.

Contágio MicroStrategy: Normalização em Andamento

Inspiradas na pioneira MicroStrategy, essas adoções mostram o contágio além de tech giants. Não se trata de mineração, mas de tesouraria pura: varejo como Steak ‘n Shake usa BTC para impulsionar vendas e resiliência; gestoras como Strive blendam operações (healthcare, asset mgmt) com acúmulo agressivo.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: BTC como store of value corporativo reduz riscos fiduciários e oferece leverage ao upside. Com BTC acima de US$ 95.000, empresas que adotam cedo capturam ganhos assimétricos. Vale monitorar: mais varejistas e fundos seguirão, acelerando a transição para economia bitcoinizada.

O movimento reforça a confiança: em 2026, tesourarias corporativas podem deter dezenas de milhares de BTC adicionais, sustentando preços em ciclos de alta.


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Esfera dourada Bitcoin impulsionada por fluxos institucionais rumo ao portal 100K, simbolizando FOMO e Fear & Greed em alta

Bitcoin Rompe US$ 97k: Institucionais Impulsionam para 100k?

O Bitcoin explodiu para US$ 97.700, maior nível em oito semanas, impulsionado por US$ 700 milhões em liquidações de shorts e retorno do sentimento greed. Segundo o Crypto Fear & Greed Index, o mercado cripto entrou em território de ganância pela primeira vez desde outubro, com o índice em 61 após semanas de medo. Você está preparado para os seis dígitos do BTC?


Rompimento Técnico e Liquidações Recordes

O BTC rompeu a resistência de US$ 94.000-96.000, saindo de um range de consolidação de semanas. Essa quebra técnica gerou um squeeze massivo, liquidando US$ 700 milhões em posições short, o maior evento desde outubro. Dados on-chain mostram que o rally acelerou no fim de semana, com o preço subindo de US$ 90k para US$ 97k em dias.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 520.807 (+1,97% em 24h, volume de 280 BTC). Esse movimento reflete convergência de fatores técnicos e macro, com Polymarket precificando 73% de chance de US$ 100k em janeiro.

Entrada Institucional: O Combustível Real

Diferente de bolhas passadas, desta vez a entrada de capital institucional via ETFs spot é o driver principal. Inflows recentes foram os maiores desde o fim de 2025, sinalizando alocação de capital de longo prazo. A MicroStrategy anunciou compra de US$ 1,3 bilhão em BTC, reforçando a tese de reserva de valor corporativa.

Fatores macro ajudam: CPI dos EUA mais moderado aliviou temores de aperto monetário, enquanto tensões geopolíticas (protestos no Irã) e investigação do DOJ contra Jerome Powell impulsionam ativos de risco como BTC. Os dados sugerem sustentabilidade maior que em ciclos especulativos anteriores.

Sentimento Mercado: De Fear para Greed

O Fear & Greed Index subiu para 61 (greed), após tocar 26 (extreme fear) na terça. É a primeira vez no território positivo desde o selloff de outubro, que liquidou US$ 19 bi. Já o índice específico do BTC atingiu 48 (neutral), confirmando melhora rápida alinhada ao rally.

Histórico mostra que greed moderado (não extremo) precede extensões de alta, mas exige cautela: picos de euforia frequentemente coincidem com topos. Traders hesitam em abraçar totalmente o bull run, o que pode sustentar o momentum.

FOMO Cresce: Próximos Passos para US$ 100k

Com resistências em US$ 97k-100k, o teste crucial virá nos próximos dias. Inflows contínuos em ETFs e liquidez institucional podem quebrar essa barreira, ampliando FOMO retail. Vale monitorar volume on-chain e mNAV da MicroStrategy para sinais de força.

Os dados indicam euforia controlada, mas volatilidade persiste. Investidores devem observar CPI e Fed para cues macro que impactam risco-on assets como BTC.


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